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CNN Brasil anuncia nova programação para mesmo dia que Gottino volta à RecordTV

O Tempo - Diversão - Magazine Jornais serão encurtados e uma dança das cadeiras na emissora promoveu repórteres e remanejou apresentadores de um jornalístico para outro Veja Mais

"NÃO TENHO A MENOR INTENÇÃO DE SER PRESIDENTE DO FLAMENGO DE NOVO"; Bandeira de Mello (Completo)

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Festa do Peão de Barretos 2020: veja a pré-programação de shows

G1 Pop & Arte Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano, Marília Mendonça e Jorge & Mateus são destaques. Maior rodeio da América Latina foi transferido para o fim de outubro por causa da pandemia de Covid-19. Rei da Arena, Gusttavo Lima está confirmado mais uma vez na Festa de Barretos Érico Andrade/G1 A pré-programação da Festa do Peão de Barretos 2020 foi divulgada na noite deste sábado (6). As atrações foram anunciadas pela dupla Zé Neto & Cristiano, durante uma live direto do Parque do Peão. Os sertanejos integram a lista de shows. Entre os destaques estão ainda Gusttavo Lima, Marília Mendonça, Jorge & Mateus e Alexandre Pires. Veja a pré-programação: 28 de outubro: Alexandre Pires - Baile do Nêgo Véio 29 de outubro: Bruno & Marrone / Mato Grosso & Mathias 30 de outubro: Jorge & Mateus / Marília Mendonça / Pedro Sampaio 31 de outubro: Zé Neto & Cristiano / Edson & Hudson / Cesar Menotti & Fabiano / Rio Negro & Solimões Marília Mendonça retorna à Arena de Barretos Érico Andrade/G1 Tradicionalmente realizada em agosto, a festa foi transferida para o fim de outubro devido à pandemia de novo coronavírus. O evento deste ano marca os 65 anos da festa de peão e acontece de 28 de outubro a 2 de novembro. Segundo o presidente da festa, Jeronimo Luiz Muzetti, a organização tem planejado o evento com cautela diante das incertezas causadas pela doença, mas espera que a situação esteja controlada até o fim do ano. Os ingressos estão à venda pelo site oficial da festa. A programação das provas na arena deve ser divulgada nos próximos dias. Alexandre Pires Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

Universidade Johns Hopkins exclui Brasil do balanço global sobre coronavírus após governo mudar divulgação do boletim diário

Glogo - Ciência Levantamento da instituição americana é referência no acompanhamento do avanço da pandemia da Covid-19 pelo mundo. Nesta sexta-feira (5), informativo brasileiro deixou de fornecer dados detalhados que permitiam acompanhar a progressão da doença. Levantamento global sobre coronavírus feito pela Universidade Johns Hopkins excluiu o Brasil da contagem após o governo mudar a divulgação de seu boletim diário nesta sexta-feira (5) Divulgação A Universidade Johns Hopkins excluiu neste sábado (6) o Brasil do balanço global sobre coronavírus um dia após o governo mudar a divulgação do boletim diário que mostrava o avanço da pandemia de Covid-19 no país. O levantamento da instituição americana é referência no acompanhamento da doença pelo mundo. Antes da alteração, o Brasil aparecia em segundo lugar no ranking internacional de casos e em terceiro no de óbitos. O país, no entanto, deixou de figurar em ambas as listas (veja imagem acima). Segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, o país tem mais de 35 mil mortes e mais de 659 casos confirmados. Também neste sábado, o presidente Jair Bolsonaro confirmou que o governo passou a adotar uma nova sistemática para prestar informações sobre o coronavírus. Em uma rede social, ele informou que "o Ministério da Saúde adequou a divulgação dos dados sobre casos e mortes relacionados ao covid-19." Uma das mudanças é que o boletim diário do ministério, divulgado nesta sexta-feira (5), trazia apenas o número de recuperados, novos casos e mortes registrados nas últimas 24h. Antes, o quadro apresentava também os números totais, registrados desde o início da pandemia. Outra alteração é que o boletim passou a ser divulgado pelo ministério por volta das 22h. Inicialmente, essa divulgação ocorria às 17h – depois, passou para 19h. A divulgação às 22h começou nos últimos dias sem que o Ministério da Saúde desse uma justificativa para o atraso. Boletim sobre coronavírus do Ministério da Saúde antes (acima) e depois (abaixo) das mudanças. G1 Além disso, o portal do governo federal que traz os números da pandemia no Brasil saiu do ar na noite desta sexta. Ao ser acessada, a página apresentava apenas a mensagem "Portal em Manutenção." Ela voltou por volta das 17h deste sábado. No entanto, o portal retornou reformulado e com dados ínfimos, se comparado à versão anterior. Não há, por exemplo, informações detalhadas sobre cada estado – nem o total acumulado de contágios e de mortes. Ou seja, ficou igual ao boletim que o ministério passou a divulgar. A nova configuração também não permite baixar um arquivo com as bases de dados, opção que existia anteriormente. Bolsonaro se pronunciou pela primeira vez sobre as mudanças nos balanços na sexta (5). Questionado por jornalistas em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse: “Acabou matéria no Jornal Nacional.” Ele também defendeu excluir do balanço diário sobre os dados do coronavírus no Brasil os números de pessoas que morreram em dias anteriores. O balanço divulgado atualmente pelo Ministério da Saúde inclui os dados das últimas 24 horas e os números acumulados. 'Acabou matéria do Jornal Nacional', diz Bolsonaro sobre atrasos na divulgação de dados CONASS reage com indignação à declaração de que ministério está recontando mortos da Covid 'Subnotificações e inconsistências Neste sábado, Bolsonaro voltou a falar sobre o assunto, desta vez por meio de uma rede social. De acordo com o presidente, o “Ministério da Saúde adequou a divulgação dos dados sobre casos e mortes relacionados ao Covid-19” e optou por divulgar o balanço diário mais tarde para “evitar subnotificações e inconsistências”; Depois, o presidente alegou que o atraso se devia à necessidade de pegar com os estados dados mais consolidados, mas não explicou por que, por mais de 70 dias, foi possível consolidar os dados mais cedo. Ele também não informou por que os números que são divulgados às 22h constam de uma planilha que atualiza dados até as 19h. “As rotinas e fluxos estão sendo adequados para garantir a melhor extração dos dados diários, o que implica em aguardar os relatórios estaduais e checagem de dados. Para evitar subnotificação e inconsistências, o Ministério da Saúde optou pela divulgação às 22h, o que permite passar por esse processo completo. A divulgação entre 17h e 19h, ainda havia risco subnotificação. Os fluxos estão sendo padronizados e adequados para a melhor precisão”, informou o presidente. Mais uma vez, Bolsonaro não explicou por que era possível, antes, consolidar os dados mais cedo. Na sexta, Jair Bolsonaro, como faz habitualmente, criticou o jornalismo da Globo e acrescentou: "Ninguém tem que correr para atender a Globo". Sobre a declaração, a Globo divulgou a seguinte nota: "O público saberá julgar se o governo agia certo antes ou se age certo agora. Saberá se age por motivação técnica, como alega, ou se age movido por propósitos que não pode confessar mais claramente. Os espectadores da Globo podem ter certeza de uma coisa: serão informados sobre os números tão logo sejam anunciados porque o jornalismo da Globo corre sempre para atender o seu público". Decisão de divulgar dados mais tarde gerou críticas Especialistas em saúde e integrantes dos poderes Legislativo e Judiciário têm criticado fortemente o governo federal por retardar a divulgação dos números da pandemia coronavírus. O Ministério da Saúde tem publicado os números de mortos e contaminados só por volta das 22h, mesmo com as informações já tendo sido consolidadas desde as 19h. Fontes do ministério disseram que foi uma ordem vinda do Palácio do Planalto para atrasar e dificultar a divulgação dos crescentes números de casos e mortes. Numa rede social, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, disse que os dados do Ministério da Saúde “devem estar abertos ao público, aos gestores e, portanto, à imprensa de forma consistente e ordenada”. A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) disse que “enquanto o número de mortos e contaminados atinge níveis recordes no país, ceifando a vida de milhares de brasileiros, o governo de Jair Bolsonaro opta por dificultar o acesso a informações sobre o avanço da doença”. A ABI disse ainda que o Ministério da Saúde passou a atrasar a divulgação dos dados “na tentativa de calar a imprensa por meio do adiantado da hora.” A vice-presidente da comissão mista do Congresso que acompanha o coronavírus, senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), informou que quer convocar o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, para dar explicações. “A transparência é essencial para se combater a doença principalmente agora, com os números de infecção e óbitos crescentes. Não se pode imaginar ou permitir qualquer manipulação nessa área. Seria crime de responsabilidade”, disse. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse, na sexta, que, se o governo continuar atrasando a divulgação do balanço, o Congresso vai criar um sistema próprio com as secretarias estaduais de Saúde para atualizar os números. “Nós temos que organizar de algum jeito as informações, é pra sociedade. O ideal é que o governo restabeleça isso o mais rápido possível. Espero que nos próximos dias o ministro da Saúde compreenda que informar é fundamental pra sociedade brasileira, principalmente num mundo tecnológico. Num mundo com tanta tecnologia, a gente omitir informação parece que é um erro muito grande.” O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas também propôs a criação de uma rede paralela à do governo, envolvendo os tribunais de contas nos estados, para consolidação dos dados sobre a covid-19 e "divulgação diária até as 18h". Dantas, por meio de uma rede social, justificou a medida diante das "novas dificuldades para divulgar dados nacionais de infectados, curados e óbitos da Covid-19". Na mesma entrevista, concedida na sexta, em frente ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez críticas à Organização Mundial da Saúde (OMS). “O Trump [presidente dos Estados Unidos] cortou a grana deles, voltaram atrás em tudo. E adianto aqui: os Estados Unidos saíram da OMS. A gente estuda no futuro – ou a OMS trabalha sem o viés ideológico – ou nós vamos estar fora também. Não precisamos de gente de fora dar palpite na saúde aqui dentro”, disse o presidente. Trump cita Brasil como exemplo de país com dificuldades para lidar com a pandemia Na sequência, Bolsonaro foi questionado se pretende fazer com que o Brasil deixe a OMS. Ele afirmou: “É o seguinte: ou a OMS realmente deixa de ser uma organização política, partidária, assim, vamos dizer, até partidária, ou nós estudamos sair de lá”, frisou. Initial plugin text Veja Mais

Escândalo sobre estudo científico abre divisão desnecessária durante pandemia

Escândalo sobre estudo científico abre divisão desnecessária durante pandemia

em - Internacional Cientistas alertam que polêmica relacionada a pesquisas sobre a COVID-19 criou uma distração desnecessária em torno da hidroxicloroquina Veja Mais

Covid: Governo deixa de informar números; Bolsonaro diz que é melhor para o país

O Tempo - Política Após dois dias seguidos com recorde de mortes e divulgação tardia dos dados, presidente confirmou a mudança na metodologia de divulgação Veja Mais

Regina Duarte cita 'torcida para que gestão não se consolidasse' e diz: 'Sigo secretária'

G1 Pop & Arte Duas semanas após deixar comando da secretaria de Cultura do governo Bolsonaro, atriz fez publicação no Instagram e afirmou: ‘Minha inexperiência em gestão pública foi crucial para que eu descobrisse que o projeto de cultura com que sempre sonhei era inviável'. Reunião com o Ministro de Estado do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio e Regina Duarte, Secretária Especial da Cultura do Ministério da Cidadania. Isac Nóbrega/PR Duas semanas após deixar o comando da secretaria de Cultura do governo Bolsonaro, Regina Duarte fez um longo texto nas redes sociais falando sobre o motivo pelo qual aceitou assumir o posto e citando anúncio futuro das ações feitas durante sua passagem pelo cargo. A atriz ainda afirmou: "Sigo secretária". No dia 20 de maio, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a saída de Regina do cargo de secretária especial de Cultura. Em publicação nas redes sociais, o presidente afirmou que ela assumiria a Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A instituição responsável pela preservação da produção audiovisual brasileira e é vinculada à Secretaria da Cultura. Regina Duarte assumiu a pasta em 4 de março, com a missão de "pacificar" o embate entre a classe artística e a indústria da cultura com o governo federal. "E por falar em Cultura... aceitei assustada o convite para a missão. Aceitei por amor ao meu país, por paixão irrefreável por arte e cultura, por confiança no governo Bolsonaro. Aceitei porque muita gente, muita gente mesmo, quando cruzava comigo, em qualquer lugar, com o olho brilhando de esperança, dizia: 'Aceita, Regina'." "Minha inexperiência em gestão pública foi crucial para que eu descobrisse, até com certo atraso, que o projeto de cultura com que sempre sonhei era inviável, porque eu estava enredada num universo muito mais preocupado com ideologias do que com cultura." "As pressões cotidianas de gente que desconhece a máquina da administração pública foram companheiras constantes. Sempre me pareceu nítido que havia uma torcida nas mídias, nas redes sociais para que a minha gestão não se consolidasse", escreveu a atriz, que ainda completou: "E sigo Secretária." Initial plugin text "Não me permito sair deixando incompletas lutas e conquistas para o Setor Cultural. Um exemplo? A Convocação pelo Ministério do Turismo, da reunião do Conselho Gestor da ANCINE para que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) seja liberado. Editais que darão novo fôlego à Cultura Brasileira serão novamente possíveis." "Trabalho ainda na edição de um vídeo com textos e imagens que falam do Projeto de Cultura que pude construir com minha Equipe. Não foi pouca coisa. Em breve vou ter a alegria de comunicar as ações que minha passagem pela Secretaria Especial da Cultura deixa como legado a quem me suceder." Atriz Regina Duarte deixa o comando da Secretaria Especial da Cultura Bolsonaro queria Regina mais próxima No fim de abril, na portaria do Palácio da Alvorada, o presidente Jair Bolsonaro elogiou Regina Duarte, mas disse que gostaria de vê-la mais próxima. Na ocasião, ela estava em São Paulo. O presidente disse também que ela estava tendo dificuldade em lidar com questões de "ideologia de gênero". "Infelizmente, a Regina está em São Paulo. Está trabalhando pela internet ali. E eu quero que ela esteja mais próxima. É uma excelente pessoa, um bom quadro. É também uma secretaria que era ministério. Muita gente de esquerda pregando ideologia de gênero. Essas coisas todas é que a sociedade, a massa da população, não admite. Ela tem dificuldade nesse sentido", disse o presidente. Veja Mais

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João Rock realiza festival online no dia 20 de junho; Alceu, CPM 22 e Gessinger são destaques

G1 Pop & Arte Fãs podem acompanhar shows pelo canal do João Rock no Youtube. Evento aberto ao público foi adiado para 12 de setembro por causa da pandemia do novo coronavírus. Alceu Valença no palco do João Rock 2019, em Ribeirão Preto Ricardo Nasi/G1 O festival João Rock anunciou neste sábado (6) a realização de uma live com a participação de seis grandes nomes da música nacional no dia 20 de junho. Por causa da pandemia de Covid-19, o evento aberto ao público no Parque Permanente de Exposições em Ribeirão Preto (SP) foi adiado para 12 de setembro. Mas, enquanto o encontro cara a cara com os fãs não acontece, a organização reuniu um time de artistas para a transmissão pela internet. Confira o line-up do festival online: Alceu Valença Poesia Acústica Humberto Gessinger Raimundos Marcelo D2 CPM22 Os fãs podem acompanhar os shows no dia 20, a partir das 16h, pelo canal do João Rock no YouTube. Humberto Gessinger no palco do João Rock 2017 Érico Andrade/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca Veja Mais

'A partida da minha vida': Marcelo Ramos recorda vitória em 2000 do Palmeiras contra o Corinthians

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BUNDESLIGA AO VIVO! Bayern de Munique enfrenta o Leverkusen para se aproximar do título; Pré-jogo

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Instagram pode deixar nas mãos do usuário possibilidade de posts serem incorporados por sites

tudo celular Rede social discute possibilidade após processo de fotógrafo que teve imagem compartilhada por revista. Veja Mais

Fla e Vasco x Flu e Bota, empréstimo no Verdão, lista de saídas no Timão e + mercado! Debate Final

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EXPEDIENTE FUTEBOL! Programa Completo [06/06/2020]

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"FOMOS CAMPEÕES COM 3 MESES DE SALÁRIO ATRASADO"; Nilton - Expediente Futebol

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Unicamp cria grupo para estudar participação em capital de empresas: 'Pensar no futuro'

G1 Economia Em meio à pandemia, universidade estadual avalia formas de se apropriar de forma mais eficiente sobre o que produz, investir em companhias-filhas e expandir autofinanciamento. Vista aérea do campus da Unicamp, em Campinas Antonio Scarpinetti "A crise vai passar e temos que pensar no futuro". A afirmação em tom categórico do diretor-executivo da Agência de Inovação da Unicamp (Inova), Newton Frateschi, sintetiza a criação de um grupo de trabalho pela universidade estadual para estudar a participação dela no capital social de empresas. A pandemia do novo coronavírus já repercutiu nos congelamentos de salários e cerca de R$ 72 milhões previstos em orçamento. Agora, a instituição de ensino avalia modelos com dois propósitos que podem implicar, por exemplo, em mais atenção aos movimentos da Bolsa de Valores e valorização do empreendedorismo realizado pela comunidade interna: se apropriar de maneira mais eficiente sobre o que é produzido; viabilizar e investir em companhias-filhas para gerar mais recursos para a Unicamp e impulsionar um novo formato para expandir o financiamento de novas atividades. Frateschi preside a equipe nomeada pelo reitor, Marcelo Knobel, com a expectativa de avaliar até o fim de 2020 diferentes formatos para levar adiante a possibilidade desta proposta: seja em participação direta ou por meio de quotas ou ações das empresas, desde que a Unicamp tenha sempre uma participação minoritária. Além disso, ele ressalta que os recursos voltados aos investimentos serão externos - nunca têm como origem o orçamento dela - e que o sentimento de "pertencimento" dos ex-alunos e docentes pode ser um diferencial para fortalecer a medida. O professor explica ao G1 que iniciativa pode resultar em um modelo inédito entre as instituições públicas de ensino superior. Segundo ele, os referenciais são a Lei de Inovação Tecnológica, além de decretos para regulamentação publicados em 2017 e 2018, respectivamente pelo Estado e União. "Essa questão de participação em capital de empresas é algo que existe fora do Brasil comumente, como em Cambridge [...] Hoje você tem uma ideia boa, a possibilidade de criar uma empresa de inovação e tecnologia, mas não tem investidores. A universidade pode colocar dinheiro, viabilizar e depois receber mais recursos. Às vezes você cria 50, uma delas vira grande e há retorno", conta. O diretor-executivo da Agência de Inovação da Unicamp, Newton Frateschi Antoninho Perri / Unicamp Ele menciona que vislumbra inicialmente um direcionamento um modelo com foco nas empresas-filhas da Unicamp - que entre outubro de 2018 e outubro do ano passado movimentaram R$ 7,9 bilhões e somavam 31,3 mil empregos diretos. "Hoje, elas não são financiadas pela universidade", ressalta. Duas das companhias mais recentes criadas neste rol, segundo relatório divulgado à época pela Inova, faturam R$ 1 bilhão cada. Ao todo, 95% delas foram criadas por alunos ou ex-estudantes da universidade estadual; enquanto as demais foram desenvolvidas por docentes ou funcionários, empresas que tenham como atividade principal uma tecnologia licenciada da Unicamp, ou companhias incubadas ou graduadas pela Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Incamp). Conselho de reitores confirma congelamento de salários na Unicamp, USP e Unesp Unicamp aprova plano de redução de R$ 72 milhões em despesas até o fim de 2020 Riscos e dúvidas Ao ponderar sobre dúvidas tratadas pelo grupo de trabalho nas discussões, como eventuais riscos, Frateschi faz uma série de considerações sobre garantias de segurança para a Unicamp e sinaliza uma estimativa de valor inicial para ações. A primeira é a universidade nunca figurar como participante majoritária numa empresa, e o fato de que os recursos a serem aplicados na proposta devem ter como origem a criação de um fundo de investimentos, portanto, formado por recursos extraorçamentários. Ele apresenta a expectativa de R$ 20 milhões em doações, ao lembrar que a universidade conseguiu engajamento para ser beneficiada por diversas ações voluntárias no enfrentamento à Covid-19. Além disso, deixa claro que o valor não seria usado, mas sim os rendimentos para os projetos. "As pessoas têm ligação forte, de pertencimento, uma das coisas que temos como princípio é: gostamos da Unicamp e queremos retribuir. A ideia é fazer algo seguro, para que elas se sintam seguras [...] A universidade também pode se associar a outros fundos, mas nunca será dinheiro que ela usa para manter a sua missão, ou seja, pagar os salários, fazer manutenções", destaca. Estudantes no campus da Unicamp, antes da pandemia da Covid-19 Antonio Scarpinetti / Unicamp Sobre o investimento em empresas, ele avalia sob duas perspectivas. "Além de viabilizar uma empresa, a Unicamp dá um certo lastro e vira um atrativo", afirma ao salientar o foco em modelos das companhias-filhas, e que um capital semente para investimento seria algo em torno de até R$ 50 mil. Já sobre outros modelos de empresas, ele lembra que a proposta tem como fundamento preservar a universidade estadual. "E se a empresa tiver dívidas, vai contaminar a Unicamp? Estamos estudando, mas não. Muitas vezes se cria uma joint venture [empresa criada a partir dos recursos de duas companhias que se unem e dividem resultados - lucros e prejuízos]. Se não der certo, você perde o dinheiro, mas não herda dívida, ou ainda pode exercer opção de compra", ressalta Frateschi. Além disso, ele diz que são discutidas normas sobre quem pode participar e, depois que o trabalho for concluído, será analisado pelo Consu, órgão máximo de deliberação da Unicamp. A universidade avalia também o modelo da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa, que faz o gerenciamento administrativo e financeiro de projetos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "Queremos terminar a proposta até o fim do ano, gostaria de fazer até mais rápido. Com reuniões virtuais está mais fácil, há tempo para criar algo bastante sólido", afirma o diretor da Inova. Coronavírus: qual a trajetória do vírus pelo mundo até ser decretada a pandemia? Formas erradas e corretas de usar máscara de proteção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas. Veja Mais

Primeiro teatro do Brasil, Casa da Ópera de Ouro Preto completa 250 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Inaugurada em 6 de junho de 1770, local resiste, apesar de uma história marcada por escassez orçamentária e até ameaças de demolição Veja Mais

Asteroide quase 5 vezes o tamanho do estádio do Morumbi passou perto da Terra

O Tempo - Mundo Nomeado de '2002 NN4', ele tinha de cerca de 568 metros de diâmetro e passou a uma distância de 5 milhões de quilômetros do planeta Veja Mais

'O público é o meu termômetro', afirma Alcione sobre seu novo disco

O Tempo - Diversão - Magazine A Marrom fala do seu novo álbum, 'Tijolo por Tijolo', que chega sete anos depois de seu último trabalho com músicas inéditas Veja Mais

STF condena Paulinho da Força a 10 anos e 2 meses de prisão por desvios do BNDES

O Tempo - Política Supremo também determinou a perda do mandato de deputado federal e a interdição para exercer função pública Veja Mais

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Emicida diz que não irá a protesto antirracista por causa do coronavírus

O Tempo - Diversão - Magazine Rapper afirmou em vídeo no Twitter que qualquer aglomeração neste momento seria perigosa diante do alto número de casos da Covid-19 no país Veja Mais

Banksy pinta bandeira dos Estados Unidos em chamas em tributo a George Floyd

G1 Pop & Arte 'Pessoas de cor estão sendo prejudicadas pelo sistema. O sistema branco', escreveu o artista ao publicar a imagem no Instagram. Obra do artista Banksy publicada em sua conta no Instagram Instagram/@banksy via REUTERS O artista de rua britânico Banksy publicou uma nova peça neste sábado (6) em que mostra a bandeira dos Estados Unidos sendo incendiada por uma vela que faz parte do memorial de uma silhueta negra anônima. A obra foi publicada no dia em que milhares de pessoas protestaram em Londres e outras cidades do mundo contra o assassinato de George Floyd, em Mineápolis, em 25 de maio. Floyd foi assassinado por um policial branco que o asfixou ao pressionar o joelho contra seu pescoço por nove minutos sem se importar com protestos de pessoas que o alertaram que ele estava morrendo.  "Pessoas de cor estão sendo prejudicadas pelo sistema. O sistema branco", escreveu Banksy ao publicar a imagem no Instagram. Initial plugin text Banksy comparou o racismo a um cano quebrado que alaga o apartamento de baixo, e afirmou que os moradores têm o direito de arrombar o apartamento de cima para resolver o problema. "Este é um problema branco. E, se não for consertado, alguém vai precisar subir as escadas e arrombar a porta", escreveu Banksy.  No mês passado, Banksy mostrou um menino escolhendo uma enfermeira como super-herói, deixando de lado um Batman e um Homem-Aranha, em uma obra que mostrava a gratidão dos britânicos ao serviço de saúde público em meio à crise do coronavírus. Veja Mais

EUA acusam a China de usar a morte de Floyd como propaganda

O Tempo - Mundo Porta-voz chinês disse que o racismo é “uma doença crônica da sociedade americana”; governo de Washington rebateu Veja Mais

Parlamentares acusam Bolsonaro de querer manipular números da Covid-19

O Tempo - Política TCU entra no circuito e cogita fixar horário de divulgação de dados Veja Mais

Ministério da Saúde vai recontar mortos por Covid-19 por ver ‘dados fantasiosos'

O Tempo - Política Futuro secretário ligado à pasta afirma que há manipulação por parte de prefeitos e governadores em busca de recursos federais Veja Mais

Califórnia diz que produções de TV e filmes podem ser retomadas em 12 de junho

G1 Pop & Arte Força-tarefa de estúdios de Hollywood e sindicatos propôs amplos testes de coronavírus, checagens diárias de sintomas, entre outras ações para permitir que atores e membros da equipe voltem ao trabalho. Pessoa caminha em frente ao letreiro de Hollywood durante pandemia do novo coronavírus Patrick T. Fallon/Reuters As câmeras de cinema e TV podem voltar a rodar na Califórnia a partir de 12 de junho, disseram autoridades estaduais na sexta-feira (5) ao aprovarem novas diretrizes para impedir a propagação do novo coronavírus nos estúdios. Os produtores precisarão da aprovação das autoridades locais de saúde para reiniciar as filmagens, de acordo com uma declaração do Departamento de Saúde da Califórnia. As filmagens em todo o mundo foram interrompidas em meados de março para ajudar a conter a pandemia de coronavírus. Uma força-tarefa de estúdios de Hollywood e sindicatos no início desta semana propôs amplos testes de coronavírus, checagens diárias de sintomas e outras salvaguardas para permitir que atores e membros da equipe voltem ao trabalho. As diretrizes foram desenvolvidas por representantes de Walt Disney, Netflix, AT&T, Warner Bros e NBCUniversal, além de sindicatos como SAG-AFTRA, IATSE e Directors Guild of America. Para voltar ao trabalho, as produções precisam seguir as recomendações da força-tarefa e também receber autorização das autoridades de saúde do condado, informou o departamento de saúde do Estado. As autoridades do condado devem considerar as taxas locais de infecção por coronavírus, a preparação para um aumento de casos, a capacidade de teste e outros dados antes de conceder a aprovação, acrescentou o departamento. Veja Mais

QUEM É O MAIOR GOLEIRO DA HISTÓRIA DO CORINTHIANS?

QUEM É O MAIOR GOLEIRO DA HISTÓRIA DO CORINTHIANS?

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CNBB repudia proposta de TVs católicas de apoiar governo em troca de verbas

O Tempo - Política Por meio de nota, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil diz que igreja não atua em troca de favores e demonstra indignação com representantes dos veículos católicos Veja Mais

"ELE É UM ÍDOLO ENORME"; Celso Barros, vice-presidente do Fluminense (Entrevista Completa)

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Sob o lema de 'Vidas Negras Importam', milhares protestam pacificamente nos EUA

O Tempo - Mundo Várias cidades americanas tiveram manifestações neste sábado (6); morte de George Floyd desencadeou os maiores atos contra o racismo desde a década de 1960 Veja Mais

Peru supera os 190 mil casos de Covid-19 em meio à escassez de oxigênio

O Tempo - Mundo São mais de 5.000 mortos na pandemia, e o sistema de saúde do país está à beira do colapso; já o Chile registrou o maior número de óbitos em 24 horas Veja Mais

REUNIÃO PODE DEFINIR RETORNO DO CAMPEONATO CARIOCA

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Livro com textos jornalísticos de García Márquez revela devoção à imprensa

O Tempo - Diversão - Magazine Editora Record lança até o fim de junho "O Escândalo do Século", seleção de 50 artigos do escritor publicados entre 1950 e 1984 Veja Mais

PL determina que dados da Covid-19 enviados ao governo sejam repassados à Câmara

O Tempo - Política Deputado André Figueiredo (PDT-CE) apresentará na segunda-feira (6) um projeto de lei para tentar driblar o atraso na divulgação dos números Veja Mais

Onda de protestos pela morte de George Floyd se espalha pelo mundo

O Tempo - Mundo Neste sábado (6), vários países registraram manifestações contra as desigualdades sociais e a brutalidade policial Veja Mais

Exército francês mata chefe da Al-Qaeda no norte do Mali

O Tempo - Mundo Ministra francesa das Forças Armadas, Florence Parly, confirmou a morte de Abdelmalek Droukdal, que comandava as tropas da rede no norte do continente africano Veja Mais

Vera Fischer é dispensada da Globo após 43 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Aos 68 anos, atriz é a terceira veterana a ser demitida pela emissora nesta semana. Além dela, saíram José de Abreu e Miguel Falabella Veja Mais

Bolsonaro ignora proteção contra Covid em visita à cidade no interior de Goiás

O Tempo - Política Presidente cumprimentou apoiadores e tirou fotos sem o uso do equipamento, em uma rodovia próxima à cidade de Formosa Veja Mais

QUE VIRADA FOI ESSA?! Melhores momentos de Bayer Leverkusen 2 x 4 Bayern de Munique pela Bundesliga

QUE VIRADA FOI ESSA?! Melhores momentos de Bayer Leverkusen 2 x 4 Bayern de Munique pela Bundesliga

Fox Sports Brasil Em um primeiro tempo eletrizante, o Bayer Leverkusen achou sairia com a vitória, mas tomou a virada do Bayern de Munique. Coman, Lewandowski, Goretzka e Gnabry fizeram os gols do líder do campeonato. Alario e Wirtz descontaram para o time da casa. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Bayern #Lewandowski #Bundesliga Veja Mais

Rio decreta reabertura de shoppings, bares e pontos turísticos

O Tempo - Política Edição extra do Diário Oficial, o governador Wilson Witzel decretou a reabertura gradual de diversas atividades econômicas no Estado Veja Mais

Cate Blanchett revela ter sofrido acidente com serra elétrica durante quarentena

G1 Pop & Arte Durante conversa com a ex-primeira-ministra australiana Julia Gillard em um podcast, atriz afirmou que está bem e que sofreu 'apenas um pequeno corte na cabeça'. A atriz Cate Blanchett AFP PHOTO / JUSTIN TALLIS A atriz Cate Blanchett sofreu um acidente com uma serra elétrica durante a quarentena com sua família, revelou ela durante participação em um podcast. A estrela vencedora do Oscar por filmes como "Blue Jasmine" e "O Aviador" não deu detalhes sobre o acidente, mas disse que estava bem. "Eu meio que sofri um pequeno acidente com uma motosserra ontem, o que parece muito, muito emocionante, mas não foi. Além do pequeno corte na cabeça, eu estou bem", disse Blanchett à ex-primeira-ministra australiana Julia Gillard no "A Podcast of One's Own". O podcast foi gravado na semana passada como parte de uma série de conversas entre Gillard e mulheres de destaque. "Tenha muito cuidado com essa serra elétrica. Você tem uma cabeça muito famosa, acho que as pessoas não gostariam de ver cortes", disse Gillard à atriz. "Quero mantê-la sobre os ombros", riu Blanchett. Na conversa, a atriz ainda disse a Gillard que havia tirado um ano para passar um tempo com sua família antes da pandemia de coronavírus e agora estava ajudando a educar sua filha de cinco anos em casa. Atualmente, Blanchett estrela da série do canal FX "Mrs. America" ​​sobre o movimento das mulheres nos Estados Unidos na década de 1970. Veja Mais

Tirulipa e Dirceu Andrade se emocionam e agradecem Whindersson por homenagem e construção de teatros

G1 Pop & Arte O youtuber anunciou a construção de um teatro em Teresina e outro em Bom Jesus, sua cidade natal. As casas de espetáculos homenagearão os dois comediantes, recebendo os nomes deles. Tirulipa e Dirceu Andrade se emocionam e agradecem Whindersson por homenagem e construção de teatros Divulgação Os comediantes Dirceu Andrade e Tirulipa usaram as redes sociais para agradecer Whindersson Nunes pela homenagem anunciada pelo youtuber nessa sexta-feira (5). Whindersson divulgou a construção de dois teatros no Piauí, que devem receber os nomes dos dois comediantes. No seu Instagram, Tirulipa publicou: "Homenagem mais linda, pura, verdadeira e gratificante que um amigo possa oferecer ao outro. Além de ser um gesto nobre e de solidariedade para a classe humorística, pois nova safra de comediantes virão e você com sua generosidade abrirá portas para eles serem alguém na vida como você foi e é". Tirulipa agradeceu a homenagem do amigo Whindersson Nunes Reprodução/Instagram O comediante será homenageado com o Teatro Tirulipa do Humor Piauiense, em Bom Jesus, cidade natal de Whindersson. O local terá capacidade para 100 pessoas, segundo o youtuber. Em Teresina, o homenageado será Dirceu Andrade, comediante piauiense. "Que linda homenagem, ainda mais que é mais um teatro para nossa cidade. Eu que sou de Piripiri, mas me sinto de Teresina porque moro aqui há 33 anos", comentou Dirceu. "Realmente falta espaço para artistas se apresentarem no Piauí. Eu mesmo sendo conhecido no estado já arrumei muita briga pra conseguir me apresentar", contou Dirceu Andrade. O comediante contou que recebeu mensagem de Whindersson contando da homenagem, mas não acreditou. "Respondi 'kkkkk' e fui me deitar. Quando as pessoas começaram a compartilhar a postagem dele nas redes sociais. Whindersson é um menino de bom coração", disse Dirceu. Dirceu Andrade agradeceu Whindersson Nunes durante live no Instagram Reprodução/Instagram "Nós artistas precisamos de um palco, porque além de expor ao público nosso trabalho, é com as apresentações que a gente aperfeiçoa. No Piauí, temos grandes companhias de teatro, atores, humoristas que precisam de espaço pra fazer isso. Independente do teatro ter o meu nome, estou bastante emocionado pela iniciativa", declarou o comediante. Whindersson anunciou que o Teatro Dirceu Andrade terá capacidade para 700 pessoas. Ele contou que está usando a quarentena para arquitetar e desenhar os projetos dos teatros. Após o isolamento, ele pretende iniciar as obras. Veja Mais

"QUERÍAMOS FAZER HISTÓRIA"; Euller relembra Libertadores de 2000 e os duelos contra o Corinthians

Fox Sports Brasil Euller, Campeão da Libertadores pelo Palmeiras, fala sobre a rivalidade com o Corinthians na década de 90 e os jogos da campanha vencedora de 2000, Dudu e mais! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Palmeiras #Libertadores #FoxSports Veja Mais

Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (07/06/2020)

G1 Economia Programa como é a produção do queijo grana padano em uma fazenda referência no Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina, você vai ver como criadores de mariscos e ostras expandem produção e cultivam algas. Veja os destaques do Globo Rural de domingo (07.06) O Globo Rural deste domingo (7) mostra como é a produção do queijo grana padano em uma fazenda referência no Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina, você vai ver como criadores de mariscos e ostras expandem produção e cultivam algas. Tem ainda a aumento da produção de feijão em Pernambuco e a safra menor do tomate em Goiás. Não perca! A partir das 8h30. Veja Mais

Centro de Apoio ao Trabalho de SP oferece 700 vagas de emprego com processo seletivo online

G1 Economia 400 oportunidades são para enfermagem e 200 para supermercado. Demais vagas são para construção e telemarketing. Salários chegam a R$ 3 mil e inscrições vão até as 20h do dia 8 de junho. O Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo (Cate), da Prefeitura de São Paulo, está com cerca de 723 vagas de emprego em áreas de saúde, comércio, construção civil e serviços. Os salários variam entre R$ 700 (aprendizes) e R$ 3mil. A maior parte das oportunidades é para o setor da saúde com 408 vagas para enfermagem, parte delas para profissionais com experiência em UTI ou em hemodiálise. Para participar do processo seletivo será exigido o Coren Ativo e formação específica, superior ou técnica, dependendo da área de atuação. Cerca de 200 vagas são para supermercados e atacadistas para atuar como operador de caixa, operador de empilhadeira, repositor, auxiliar de almoxarifado, fiscal de prevenção de perdas, chefes de seção, entre outros. As atividades exigem o ensino médio completo e alguns dos cargos como empacotador não necessita de experiência anterior. Cerca de 150 dessas oportunidades são para a região leste, no bairro de São Miguel Paulista. Ainda há oportunidades para operadores de telemarketing para trabalho home office. São 37 vagas com salários de até R$ 1.051. O ensino médio completo é necessário para participar da seleção e parte das vagas contará com treinamento presencial. Na construção civil os 20 postos abertos são para pedreiro, servente, marteleteiro (perfuração de concreto, rochas, entre outras superfícies), ferreiro armador, entre outras. Será necessário pelo menos seis meses de experiência e o ensino fundamental completo. A maioria das vagas é para trabalhar na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo. O processo da pré-seleção ocorrerá on-line pelo site www.bit.ly/cateprocessoseletivo, onde o interessado deve preencher o currículo atualizado, enviando, preferencialmente, em arquivo PDF, até as 20h de segunda-feira (8). Initial plugin text Veja Mais

Coronavírus: Como Bill Gates virou alvo de teorias da conspiração sobre a pandemia

G1 Economia A BBC levantou algumas desses teorias da conspiração e ouviu especialistas sobre o que pode estar por trás delas. Bill Gates GETTY IMAGES via BBC Em 2015, Bill Gates subiu ao palco de uma conferência TED em Vancouver para fazer um alerta terrível. "Se alguma coisa for capaz de matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é provável que seja um vírus altamente infeccioso, e não uma guerra", disse ele à plateia. Suas palavras prescientes ganharam cobertura na época, mas praticamente não foram ouvidas. Mas agora que estamos vivendo a pandemia de coronavírus, o vídeo dessa palestra já foi visto mais de 64 milhões de vezes, e muitas pessoas parecem mais interessadas no que estaria, segundo elas, por trás dessa palestra do que na palestra em si. Alguns acreditam que ele está coordenando esforços para despovoar o mundo. Outros o acusam de tornar vacinas obrigatórias, ou mesmo de tentar implantar microchips nas pessoas. A cara da saúde pública "Existem inúmeras teorias conspiratórias sobre Bill Gates", disse Rory Smith, do First Draft News, projeto de combate à desinformação. "E não surpreende que ele tenha se tornado alvo, porque ele sempre representou a saúde pública." As teorias que falsamente ligam Bill Gates ao coronavírus foram mencionadas 1,2 milhão de vezes na televisão ou em redes sociais entre fevereiro e abril, de acordo com um estudo do jornal The New York Times e da empresa de software Zignal Labs. Grande parte do conteúdo é postada em grupos públicos do Facebook, a partir dos quais ele é compartilhado milhões de vezes. O First Draft News também descobriu que a plataforma chinesa TikTok está se tornando um novo lar para essas teorias da conspiração. A equipe da BBC que atua contra a desinformação levantou algumas das mais estranhas. Entre elas, há alegações de que a Fundação Bill e Melinda Gates testou vacinas em crianças na África e na Índia, levando a milhares de mortes e danos irreversíveis. Um post até diz que ele estaria sendo julgado na Índia. Ele é acusado de lançar uma vacina contra o tétano no Quênia que inclui drogas que provocam aborto. Um vídeo na página de Facebook da publicação de extrema direita The New American Magazine dá voz à falsa teoria de que ele estaria promovendo o despovoamento do mundo por meio de vacinas e aborto e também liga Gates ao Partido Comunista da China. Esse vídeo foi compartilhado 6.500 vezes e visto 200.000 vezes. Um vídeo acusando Gates de querer colocar microchips nas pessoas teve quase dois milhões de visualizações no YouTube. A Fundação Bill e Melinda Gates investiu US $ 300 milhões no combate à covid-19 GETTY IMAGES via BBC Rico e famoso Mas afinal, como o fundador da Microsoft, que investiu bilhões em assistência médica global por meio da fundação filantrópica que administra com sua esposa Melinda, tornou-se o bicho-papão das pessoas que disseminam teorias da conspiração sobre covid-19? Joseph Uscinski, cientista político da Universidade de Miami e autor de livros sobre teorias da conspiração, acredita que é simplesmente porque ele é rico e famoso. "As teorias da conspiração acusam pessoas poderosas de fazerem coisas terríveis", disse ele à BBC. "As teorias são basicamente as mesmas, mudam apenas os nomes. Antes de Bill Gates, eram George Soros e os irmãos Koch, os Rothchilds e os Rockefellers." A maioria das teorias da conspiração não ganha muito alcance. As que perduram são aquelas que "descrevem grandes vilões e tratam de questões com que as pessoas se preocupam". "Não deveria surpreender que pessoas ricas e grandes corporações estejam sendo acusadas de conspirar para colocar chips em nossos corpos, porque isso é algo que tememos", disse ele. "Essa é a munição das teorias da conspiração há muito, muito tempo". Apesar de essas teorias "não terem nenhuma ligação com a verdade", as pessoas ainda parecem estar caindo nelas. Mais de um quarto de todos os americanos e 44% daqueles que se identificam com o Partido Republicano acreditam que Bill Gates deseja usar uma vacina da covid-19 para implantar microchips na pele das pessoas, de acordo com levantamento feito pelo site de notícias Yahoo News com a empresa de pequisa YouGov. Smith diz que muitas vezes existe na teoria um "elemento da verdade" que é "totalmente tirado de contexto". Por exemplo, a Fundação Bill e Melinda Gates financiou um estudo, realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) no ano passado que analisou a possibilidade de armazenar o histórico de vacinação de um paciente num corante. Ele seria invisível a olho nu e poderia ser colocado sob a pele durante a aplicação de uma vacina. É difícil averiguar a origem das teorias da conspiração, mas acredita-se que a internet as esteja propagando ainda mais. "Antes da internet, elas existiam apenas em bolhas dentro de certas comunidades, mas a internet permite que elas passem a ser conhecidas por várias pessoas, então eu acho que hoje há muito mais espaço para integrar as teorias da conspiração do que havia antes da internet", disse Smith. Ele acrescentou que as teorias da conspiração floresceram durante a pandemia porque as pessoas estão "psicologicamente vulneráveis". "Essa crise é sem precedentes em tamanho e escopo, e as orientações mudam à medida que novos estudos são publicados. Existem grandes áreas de incerteza e os seres humanos detestam a incerteza", disse ele. Para lidar com isso, "nos agarramos a qualquer informação para termos algum tipo de sentido e ordem, e é aí que o boato começa. As teorias da conspiração - e principalmente as teorias da conspiração sobre Bill Gates - preenchem esses vazios informacionais". 'Quase dá vontade de rir de vez em quando' A Fundação Bill e Melinda Gates, que investiu US $ 300 milhões no combate à covid-19, manteve-se otimista com a enxurrada de alegações falsas. Em comunicado à BBC, disse: "Estamos preocupados com as teorias da conspiração que estão sendo divulgadas on-line e com os danos que elas podem causar à saúde pública. Em um momento como esse, quando o mundo está enfrentando uma crise econômica e de saúde sem precedentes, é lamentável que haja pessoas divulgando informações erradas quando todos nós deveríamos estar procurando maneiras de colaborar e salvar vidas. Agora, uma das melhores coisas que podemos fazer para parar a propagação do covid-19 é espalhar os fatos". Em uma entrevista à BBC, Bill Gates expressou surpresa por ter se tornado a figura de proa de tais teorias. "É preocupante que exista tanta loucura. Quando desenvolvermos a vacina, desejaremos que 80% da população a tome, mas se as pessoas tiverem ouvido falar que é uma grande conspiração, corremos o risco de não termos pessoas dispostas a tomar a vacina, e isso fará com que a doença continue matando", disse ele. "Estou meio surpreso que parte disso seja sobre mim. Estamos apenas dando dinheiro, assinando o cheque. Sim, pensamos em proteger as crianças contra doenças, mas não tem nada a ver com chips e esse tipo de coisa. Quase dá vontade de rir de vez em quando." Initial plugin text Veja Mais

Zuckerberg cede à pressão de funcionários e diz que poderá moderar mensagens de Trump

G1 Economia 'Vamos revisar nossas regras que autorizam a discussão e a ameaça do uso da força por um Estado', escreveu CEO da rede social nesta sexta-feira (5). Funcionários da empresa criticaram executivo após decisão de não apagar publicações recentes do presidente dos EUA. Marck Zuckerberg REUTERS/Carlos Jasso O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, cedeu à pressão e agora diz que vai revisar as regras da rede social que permitiram que polêmicas mensagens do presidente americano, Donald Trump, permanecessem publicadas apesar de seu conteúdo controverso. A mudança de posição do bilionário ocorre após uma semana de tensões internas na empresa. "Vamos revisar nossas regras que autorizam a discussão e a ameaça do uso da força por um Estado, para ver se devemos aprovar modificações", escreveu Zuckerberg em seu perfil nesta sexta-feira (5), em uma mensagem dirigida a seus funcionários. E isso inclui "o uso excessivo da força". "Dada a delicada história dos Estados Unidos, isso requer atenção especial", acrescentou. Diferentemente do Twitter, o Facebook decidiu não intervir em uma mensagem de Trump sobre as manifestações antirracistas pelo país na qual que o presidente dizia: "Quando os saques começam, as balas começam". Ele estava se referindo aos protestos pela morte George Floyd que em alguns casos terminaram em distúrbios. A morte do segurança negro de 46 anos, em 25 de maio, asfixiado por um policial branco em Minneapolis, provocou uma onda de manifestações inéditas em décadas contra a violência policial e o racismo nos Estados Unidos. "Quero reconhecer que a decisão que tomei na semana passada perturbou, decepcionou, ou feriu muitos de vocês", disse o fundador da rede social. Nos dias que se seguiram a várias mensagens controversas de Trump, dezenas de funcionários expressaram seu descontentamento com a política de moderação defendida por Zuckerberg, apesar da ameaça que algumas declarações possam representar para a democracia e os direitos humanos. Alguns funcionários da rede social condenaram Zuckerberg publicamente ou em privado. Na segunda-feira, eles organizaram uma greve virtual e pelo menos dois engenheiros pediram demissão. 'Apologia da violência' "O Facebook fornece uma plataforma que permite aos políticos radicalizarem as pessoas e fazer apologia da violência", protestou um deles, Timothy Aveni. Em seu texto, Zuckerberg detalhou sete áreas que sua empresa planeja submeter à avaliação, embora tenha especificado "que pode não haver mudanças em todas elas". Além do conteúdo sobre o uso da força, ele pretende se concentrar em proteger a integridade das eleições que acontecem este ano nos Estados Unidos. "Estou confiante nas medidas que tomamos desde 2016. (...) Mas há uma possibilidade significativa de que a confusão e o medo atinjam um nível sem precedentes durante as eleições de novembro de 2020, e alguns, sem dúvida, tentarão capitalizar essa confusão", acrescentou. Ele também respondeu aos funcionários que acreditam que as minorias estão subrepresentadas na empresa. "Vamos ver se precisamos fazer mudanças estruturais para garantir que os diferentes grupos possam opinar", completou. Veja Mais

Opep+ prorroga reduções na produção de petróleo em julho

G1 Economia Em abril, os países integrantes da OPEP e seus aliados decidiram retirar do mercado cerca de 10% do oferta mundial. Integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep +) decidiram neste sábado (06) manter os atuais cortes na produção de petróleo em julho, anunciou o ministro da Energia dos Emirados, Suhail al-Mazrouei. A redução histórica, que permitiu uma recuperação nos preços de mercado, foi adotada em abril e continuará ao longo de julho, disse Mazrouei no Twitter. Os 13 membros do cartel decidiram prorrogar os cortes em vigor desde abril para todo o mês de julho, disse à AFP o atual presidente do grupo, o ministro da Energia da Argélia, Mohamed Arkab. Os aliados da Opep nesta corrida para manter os preços planejavam participar da reunião, realizada por videoconferência, para opinar sobre essa proposta. Entre os países participantes desse formato ampliado, conhecido como OPEP +, estão produtores como a Rússia ou o México. A arma habitual A arma habitual do cartel, fechar as torneiras para sustentar os preços, foi usada este ano com um vigor marcante. Após um acordo alcançado em 12 de abril, os países da OPEP e seus aliados decidiram retirar do mercado, de 1º de maio a final de junho, 9,7 milhões de barris por dia (mbd), ou seja, cerca de 10% do oferta mundial antes da crise, para enfrentar uma queda sem precedentes na demanda agravada pela pandemia. Fábrica de refino de petróleo no Texas Mark Felix/AFP Segundo o acordo, essa medida seria suavizada a partir de julho e a redução passaria para 7,7 mbd de julho a dezembro e depois para 5,8 mbd de janeiro de 2021 a abril de 2022. "Parece muito provável [que a Opep +] estenda as atuais reduções de maio a junho em mais um mês", previa Bjornar Tonhaugen, analista da Rystad Energy. Especialistas e observadores apostavam em uma extensão maior, até depois do verão ou mesmo até o final do ano. Em andamento em muitas partes do mundo, o desconfinamento não trouxe o consumo de volta ao seu nível pré-crise, que já estava abaixo da oferta na época. Esforços complicados Como de costume, as negociações se previam complicadas entre a Rússia e a Arábia Saudita, os dois pesos pesados do grupo, que já provocaram uma guerra de preços curta, mas intensa, após o fracasso das negociações anteriores no início de março. A consonância entre os compromissos dos países e sua implementação pode ser o principal obstáculo: essa questão espinhosa "complica os esforços" de todo o grupo, segundo Al Stanton, analista da RBC. Segundo a empresa de inteligência de dados Kpler, a Opep + reduziu a produção em cerca de 8,6 milhões de bpd em maio, um corte menor do que o planejado, com o Iraque e a Nigéria sendo os principais culpados. O Ministério de Recursos Petrolíferos da Nigéria disse em um tuíte no sábado que apoia as discussões para permitir que os países que não estivessem em conformidade total com os cortes acordados em maio e junho o compensassem em julho, agosto e setembro. O México descartou na sexta-feira qualquer novo corte em sua produção. "Não conseguimos ajustar ainda mais nossa produção", disse o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador, e sem nomeá-los, criticou os países que "não cumpriram totalmente" seus compromissos. Apesar dessas dúvidas, a política da Opep mostrou sua eficácia, pois os preços subiram no início de junho para cerca de US $ 40 o barril de petróleo de referência nos EUA, o West Texas Intermediate (WTI) e seu equivalente europeu, o Brent do Mar do Norte. Os preços atingiram o nível mais baixo de todos os tempos em 20 de abril, cruzando o limite de US $ 15 para o Brent e até ficando negativo para o WTI. Veja Mais

Afro-americanos sofrem marginalização econômica nos Estados Unidos há gerações

G1 Economia Negros ganham US$ 0,73 por cada US$ 1 recebido por um americano branco, com taxa de pobreza 2,5 vezes maior, segundo o Economic Policy Institute. Em 2019, Federal Reserve Bank de Cleveland estimou que a riqueza média das famílias brancas é 6,5 vezes maior que a média das famílias negras, diferença semelhante à que havia em 1962. Manifestantes marcham pela Pennsylvania Avenue, em Washington, em protesto pela morte de George Floyd, na quarta-feira (3) AP Photo/Evan Vucci O centro de Washington brilha por sua riqueza, mas ao estar ali parado no meio da multidão que protesta, Justin Monroe, de 25 anos, tem dúvidas sobre poder ser parte dessa prosperidade. "Isso não é para certas pessoas, para muitas certas pessoas", disse este rapaz afro-americano à AFP. "Não podemos ganhar esse dinheiro. Eles não querem que ganhemos esse dinheiro." Monroe era cozinheiro em um restaurante até perder o emprego por causa do confinamento adotado para conter a pandemia do novo coronavírus. Vive em uma parte da capital separada por um rio do centro da cidade – bairro onde muitos escritórios de luxo e prédios do governo estão localizados. Veja, abaixo, dados sobre marginalização econômica dos negros nos EUA: americanos negros ganham US$ 0,73 por cada US$ 1 recebido por um americano branco, com uma taxa de pobreza 2,5 vezes maior, de acordo com o Economic Policy Institute; a riqueza média das famílias brancas é 6,5 vezes maior do que a média das famílias negras, uma diferença muito semelhante à que havia em 1962, segundo o o Federal Reserve Bank de Cleveland calculou em 2019; num cenário otimista, os americanos negros alcançarão os brancos em cerca de 200 anos, segundo a mesma instituição; em 2018, a Brookings Institution apontou em um estudo que as casas em bairros onde pelo menos metade dos residentes é negra têm um valor 50% menor do que nos bairros onde nenhum morador é afro-americano; negros também gastam mais tempo para ir trabalhar do que qualquer outro grupo, de acordo com estudo da Universidade de Chicago de 2014; um estudo de 2016 feito por pesquisadores da Universidade de Toronto e da Universidade de Stanford mostrou que afro-americanos que tentam esconder nos currículos o fato de serem negros têm mais que o dobro de chance de serem procurados pelos empregadores do que aqueles que não fazem isso. Justin Monroe considera como norma, e não como exceção, a violência policial que causou a propagação dos protestos por todo país. "Não gosto deles", diz ele, referindo-se à polícia. "Não gosto de ver muitos dos meus companheiros de raça levando tiro da polícia." A morte do negro George Floyd em 25 de maio, quando ele estava sob custódia da polícia de Minneapolis, resultou em vários protestos pelo fim da violência contra os afro-americanos. Segundo diferentes estudos, este grupo enfrenta um alto risco de morrer nas mãos da polícia. A desigualdade que os negros enfrentam vai além, no entanto, da interação com a polícia. De salários baixos a tempos mais longos de deslocamento para o trabalho, a estrutura da maior economia do mundo marginaliza profundamente a população negra. "Os afro-americanos sempre estiveram totalmente envolvidos na economia dos Estados Unidos, mas não recebem os benefícios totalmente", disse Nicole Smith, economista-chefe do Centro de Educação e Força de Trabalho da Universidade de Georgetown. Fosso amplo Antes de Floyd morrer, sob o joelho de um policial branco em uma rua de Minneapolis, a pandemia de coronavírus já havia causado um grande impacto nos Estados Unidos, com a morte de mais de 106 mil pessoas e a perda de 42 milhões de empregos. Até a doença discrimina: os negros americanos representam 13,4% da população, mas respondem por 22,9% das mortes por Covid-19, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. Eles também pesam fortemente na taxa de desemprego de 13,4%, registrada em maio, com um leve aumento de 16,8% para os afro-americanos, conforme o Departamento do Trabalho. Mas a economia colocou os afro-americanos em desvantagem muito antes da pandemia. Eles ganham US$ 0,73 por cada US$ 1 recebido por um americano branco, com uma taxa de pobreza 2,5 vezes maior, de acordo com o Economic Policy Institute. O Federal Reserve Bank de Cleveland estimou, no ano passado, que a riqueza média das famílias brancas é 6,5 vezes maior do que a média das famílias negras, uma diferença muito semelhante à que havia em 1962. Em um cenário otimista, os americanos negros alcançarão os brancos em cerca de 200 anos. Com a pandemia, porém, o economista Dionissi Aliprantis, do Federal Reserve de Cleveland, alertou que "a maioria das lacunas aumentará". Racismo arraigado A propriedade de um imóvel é a chave para criar riqueza entre gerações. Um estudo da Brookings Institution feito em 2018 descobriu, contudo, que as casas em bairros onde pelo menos metade dos residentes é negra têm um valor 50% menor do que nos bairros onde nenhum morador é afro-americano. Os negros também gastam mais tempo para ir trabalhar do que qualquer outro grupo, de acordo com um estudo da Universidade de Chicago de 2014, já que, com frequência, moram em bairros com menos empregos e com piores conexões de transporte. Até o nome pode prejudicá-los, de acordo com um estudo de 2016 realizado por pesquisadores da Universidade de Toronto e da Universidade de Stanford. Os afro-americanos que tentam esconder sua raça nos currículos têm mais que o dobro de chance de serem procurados pelos empregadores do que aqueles que não o fazem. "Definitivamente, estou em desvantagem para quem acabou de sair da faculdade e é uma minoria", disse Emmanuel Sánchez, um estudante negro que está chegando ao fim de seus estudos e também se juntou aos protestos do lado de fora da Casa Branca. Há uma grande quantidade de leis federais que proíbem a discriminação aberta, mas muitos americanos negros dizem que sentem que o preconceito é parte de sua vida cotidiana. 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Linn da Quebrada assume perfis de Tatá Werneck nas redes sociais

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora e ativista ficará durante um mês com as contas Instagram e do Twitter da apresentadora para para dar voz a questões raciais Veja Mais

Em 3.547 municípios do Brasil, pelo menos 1/4 dos habitantes recebeu o Auxílio Emergencial

G1 Economia Levantamento considera a base de dados de pagamentos do auxílio emergencial criado durante a pandemia e a mais recente estimativa populacional do IBGE por município. Mais de 53 milhões de brasileiros receberam a primeira parcela. Um levantamento feito pelo G1 revela que pelo menos 1/4 dos habitantes de 3.547 dos 5.570 municípios do Brasil recebeu o Auxílio Emergencial criado durante a pandemia do novo coronavírus. A primeira parcela do benefício de R$ 600 (ou R$ 1.200 para mães solteiras) foi paga a 48.720.875 pessoas em abril e 5.198.765 em maio deste ano. Os dados são resultado de um cruzamento da base de dados de pagamentos do auxílio emergencial, disponível no Portal da Transparência desde quinta-feira (4), e a mais recente estimativa populacional do IBGE por município (de 2019). Como pedir o auxílio de R$ 600? Veja passo a passo Tire suas dúvidas sobre o auxílio emergencial de R$ 600 Auxílio Emergencial: como saber se seu CPF foi usado e como denunciar a fraude (Abaixo, no mapa, clique no zoom ou passe o mouse para saber mais detalhes) A metade desses municípios com taxas mais altas de beneficiários está localizada no Nordeste (1.780 de 3.547). Ainda nessa região, em sete estados pelo menos 1/3 dos habitantes recebeu o benefício: Piauí (35%), Bahia (34%), Maranhão (34%), Ceará (34%), Paraíba (33%), Sergipe (33%) e Pernambuco (33%). Já os estados com os menores índices de beneficiários por habitantes são Santa Catarina (16%), Rio Grande do Sul (18%), São Paulo (21%) e Paraná (21%). O Distrito Federal também teve um percentual menor: 19%. Percentual de habitantes que receberam o auxílio Entre os municípios, o maior percentual de beneficiários foi registrado em Severiano Melo (RN). Há 2.658 benefícios na cidade que tem estimativa de 2.440 habitantes (o número do IBGE é uma estimativa e, por isso, pode haver diferença). As pessoas receberam, em média, R$ 718. Já em segundo lugar o município com mais beneficiários é Maetinga (BA), onde 2.929 dos 3.161 habitantes receberam o auxílio emergencial. O valor médio do benefício foi de R$ 593. Em seguida, Campos Verdes (GO) teve o terceiro maior índice: 1.897 dos 2.141 habitantes conseguiram o auxílio emergencial. O benefício foi, em média, de R$ 648. A base de dados do Portal da Transparência não informa o município nem a unidade federativa quanto a 273 beneficiários do auxílio emergencial. Veja os 10 municípios com as taxas mais altas: Percentual de habitantes que receberam o auxílio 'Auxílio necessário' A cientista política Marta Arretche, professora do Departamento de Ciência Política da USP e diretora do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), afirma que o auxílio emergencial é muito importante durante a pandemia, quando o isolamento social é necessário para evitar a disseminação do novo coronavírus. Para ela, porém, faltava um "ajuste muito mais fino no desenho do programa" ao considerar, por exemplo, também as condições de cada família, como o número de filhos. "Para muitas pessoas, que tinham renda superior a R$ 600 e ficaram sem renda, esse auxílio é insuficiente, porque ele é 60% do salário mínimo [R$ 1.045 em 2020]. É um valor bem pequeno. De qualquer maneira, seria pior sem ele. É um auxílio necessário e deveria ser mantido enquanto nós tivermos os efeitos econômicos da pandemia em andamento", diz. A cientista política destaca ainda que essa é uma oportunidade de repensar a estratégia brasileira de transferência de renda. "Temos benefícios pulverizados que poderiam ser repensados em uma estratégia única. Há um debate de uma renda básica, mas, passada a emergência da pandemia, que não sabemos quanto tempo vai durar, seria necessário repensar a estratégia de transferência de renda [Bolsa Família, abono salarial, seguro-desemprego]." Veja Mais

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Filme 'Selma' foi desprezado no Oscar após protesto contra violência policial, diz ator

G1 Pop & Arte David Oyelowo, que interpretou Dr. Martin Luther King Jr. no filme, disse que membros da Academia manifestaram objeção após integrantes do elenco do longa protestarem contra a morte de um norte-americano negro em 2014. David Oyelowo como Martin Luther King Jr. em 'Selma' Divulgação O filme de direitos civis "Selma – Uma Luta pela Igualdade" foi distribuído gratuitamente nesta sexta-feira (5), um dia após o ator David Oyelowo dizer que os eleitores do Oscar desprezaram deliberadamente o filme em 2015. Oyelowo, que interpretou Dr. Martin Luther King Jr. no filme, disse que membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas manifestaram objeção quando integrantes do elenco de "Selma" protestaram contra a morte de um norte-americano negro meses antes da estreia do longa. "Lembro-me na estreia de 'Selma', quando vestimos camisetas com os dizeres 'Não consigo respirar' em protesto", disse Oyelowo, referindo-se à morte de Eric Garner, em Nova York, depois de ser detido. Garner morreu em julho de 2014 e "Selma" estreou em dezembro de 2014. 'Selma' mostra lado real da luta pelo sonho de Martin Luther King "Os membros da Academia ligaram para o estúdio e para nossos produtores dizendo: 'Como eles ousam fazer isso? Por que eles estão mexendo nessa merda?' E 'Não vamos votar nesse filme porque não achamos que é da alçada deles fazer que isso'". Oyelowo e a diretora Ava DuVernay ficaram fora das indicações ao Oscar em 2015, ajudando a estimular a campanha #OscarsSoWhite que exige maior diversidade em Hollywood. "Selma" ganhou apenas o prêmio de melhor música original no Oscar. O britânico Oyelowo deu a declaração em conversa virtual do Screen Talks, do canal Screen International. O episódio falava sobre racismo nos Estados Unidos depois da morte do ex-segurança George Floyd, em Mineápolis, em maio. Em seu Twitter, a diretora Ava confirmou a história. Initial plugin text Veja Mais