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'Basta somar', diz Mourão sobre mudança na divulgação dos dados sobre a Covid-19

O Tempo - Política Vice-presidente negou que governo federal esteja querendo esconder os dados da pandemia com a mudança Veja Mais

Ciro, FHC e Marina concordam em manter as diferenças de lado pela democracia

O Tempo - Política Em debate na Globonews, os três afirmaram unir forças para conter a escalada do autoritarismo no Brasil Veja Mais

JESUS CONSEGUIRÁ CONQUISTAR O MUNDIAL PELO FLAMENGO? | A Última Palavra

JESUS CONSEGUIRÁ CONQUISTAR O MUNDIAL PELO FLAMENGO? | A Última Palavra

Fox Sports Brasil Renovação do Mister foi o assunto do programa, e nossos comentaristas deram suas opiniões sobre a permanência. Qual é a sua, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Jesus #Flamengo #Mundial Veja Mais

França registra menor número de mortes pela Covid-19 desde o início da pandemia

O Tempo - Mundo País registrou, neste domingo (7), 13 vítimas em decorrência do novo coronavírus Veja Mais

EXPEDIENTE FUTEBOL AO VIVO! João Guilherme e cia. chegam com as principais notícias do mundo da bola

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Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Live #Entrevista #Futebol Veja Mais

Manifestantes antirracismo arrancam estátua de mercador de escravos em Bristol

O Tempo - Mundo O monumento era uma homenagem a Edward Colston, sócio de empresa britânica responsabilizada pela escravidão de 84 mil africanos no século XVII Veja Mais

Sem citar o nome do Brasil, Papa lamenta 'uma morte por minuto'

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em - Internacional Neste domingo (7), no Vaticano, Pontífice dirigiu a oração do Angeluz para a América Latina Veja Mais

General Heleno nega participação em ato pró-Bolsonaro

O Tempo - Política No Twitter, o ministro disse que foi até a via central de Brasília para agradecer pelo trabalho das Forças Armadas, mas que não estava lá participando do ato em apoio ao presidente Veja Mais

XIII, AGORA COMPLICOU, HEIN? Melhores momentos de Union Berlin 1 x 1 Schalke 04 pela Bundesliga

XIII, AGORA COMPLICOU, HEIN? Melhores momentos de Union Berlin 1 x 1 Schalke 04 pela Bundesliga

Fox Sports Brasil Unión Berlin está a 4 pontos do rebaixamento, e Schalke vê as competições europeias cada vez mais longe. ✅ GOLEIRÃO SALVANDO? TEVE! ✅ EMOÇÃO NO ESCANTEIO? TEVE! ✅ E AGITAÇÃO NOS MINUTOS FINAIS??? TAMBÉM TEVE! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #JogaEmCasa #AlemãoFoxSports #Futebol Veja Mais

ESSA FOI NA MARRA! Melhores momentos de Werder Bremen 0 x 1 Wolfsburg pela Bundesliga

ESSA FOI NA MARRA! Melhores momentos de Werder Bremen 0 x 1 Wolfsburg pela Bundesliga

Fox Sports Brasil Mesmo jogando em casa, o Werder Bremen não foi capaz de vencer o Wolfsburg. O time de Bremen, que luta contra o rebaixamento, segue na penúltima colocação da Bundesliga. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Bundesliga #Wolfsburg #Bremen Veja Mais

Produção de café conilon deve ter queda de 25% no Espírito Santo

G1 Economia Agricultores enfrentam dificuldade de conseguir trabalhadores. Rotina de produção mudou por causa do coronavírus. Produção de café conilon deve ter queda de 25% no Espírito Santo A produção de café conilon deve ter queda de 25% no Espiríto Santo neste ano, de acordo com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Assista a todos os vídeos do Globo Rural A safra do café conilon começou no início do mês e, até agora, cerca de 40% das lavouras do estado já foram colhidas. Com a expectativa de queda na produção, o preço da saca foi elevado, mas agricultores também passam dificuldades por conta da pandemia de coronavírus. De acordo com os produtores, existe uma dificuldade na contratação de pessoal. A doença também fez uma nova rotina ser criada nas plantações. Os trabalhadores colhem o café afastados e as ferramentas de trabalho não podem ser compartilhadas. Além disso, o uso de máscaras é obrigatório. Entenda mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja Mais

"GABIGOL É O MELHOR ATACANTE DO BRASIL"; Ewerthon - Entrevista Completa | A Última Palavra

Fox Sports Brasil Durante o programa, o ex-atacante com passagem pelo Corinthians, Palmeiras e Borussia Dortmund bateu um papo SUPER sincero com nossos comentaristas. Confira a entrevista completa! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #Gabigol #Atacante Veja Mais

D1ª AO VIVO! Veja as últimas notícias do mundo esportivo

D1ª AO VIVO! Veja as últimas notícias do mundo esportivo

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Live #Esporte #Noticia Veja Mais

Homem branco faz 'blackface' em protesto antirracista em Toronto e acaba preso

O Tempo - Mundo Rapaz não identificado recebeu vários xingamentos e acabou detido por 'violação da paz'; para não ser agredido pelo manifestantes ele precisou ser escoltado para fora da manifestação Veja Mais

BUNDESLIGA AO VIVO! Confira o pré-jogo de Augsburg x Colônia

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Quem será? Aparelho misterioso da vivo é visto com Snapdragon 865 5G no Geekbench

tudo celular Novo aparelho passou pelo Geekbench com Snapdragon 865 5G e deve chegar ao mercado em breve Veja Mais

Live nesta segunda-feira (8) debate os rumos da cultura em Minas Gerais

O Tempo - Diversão - Magazine Às 11h, com a presença do secretário de cultura e turismo do Estado, encontro virtual marca o início de uma programação online de 90 dias Veja Mais

LG K40s vs Nokia 2.3: novo basicão finlandês supera rei do custo benefício? | Comparativo

tudo celular O Nokia 2.3 é melhor que o K40s? Confira nosso comparativo que inclui tela, desempenho, jogos, bateria, câmera, e veja qual o melhor para comprar. Veja Mais

Fazenda do Rio Grande do Sul é referência na produção do queijo tipo grana padano

G1 Economia Família pratica a mesma receita desde meados da década de 1990 e produção do famoso queijo italiano exigiu muitos investimentos na propriedade. Fazenda do Rio Grande do Sul é referência na produção do queijo tipo grana padano Uma fazenda em Vacaria, no Rio Grande do Sul, é pioneira na produção de um queijo muito consagrado na Itália: o grana padano. O “grana” do nome tem a ver com os grãozinhos que marcam a textura da massa, lembrando um parmesão. Já “padano” é referente à origem, que é a região da Padânia, no norte da Itália. Fora de lá, o alimento não pode ser chamado de grana padano, é só “tipo grana”. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Nesta fazenda, visitada pela equipe do Globo Rural antes da pandemia do novo coronavírus, a receita é feita desde meados da década de 1990, seguindo o mesmo padrão até hoje com muito investimento. Investimento milionário Um bom queijo é resultado da transformação de muitos ingredientes de qualidade, e a primeira etapa de produção é na alimentação do rebanho. Para os produtores, este é o início de um bom queijo. O gerente de produção da fazenda Ângelo Lacerda explica que a alimentação das vacas é feita com silagem, mas o mais importante é evitar plantas verdes ou alimentos cítricos, isso afeta o leite desses animais. Por isso, a alimentação rígida das vacas vem quase toda de dentro da fazenda, são várias atividades integradas, com lavouras, silos e os currais. Tudo é aproveitado na fazenda, os resíduos dos animais viram energia que ajuda na produção do queijo. Esse círculo de produção precisou de muito investimento, na casa dos milhões de reais, e foi feito aos poucos, ao longo de quase 40 anos. Isso foi plano do produtor rural Raul Randon, que morreu em 2018 aos 88 anos. Empresário do ramo de logística, construiu uma famosa marca de carrocerias. No começo da década de 1970, ele decidiu investir no campo. Hoje, a propriedade segue sob os cuidados da família, comandada pelo genro Sérgio Martins Barbosa. A fazenda virou um grande empreendimento e é uma das maiores produtoras de maçã do Brasil. Também produz vinhos, azeites e, claro, o queijo tipo grana – que começou a ser produzido em 1995. As primeiras 60 novilhas vieram diretamente dos Estados Unidos, de avião, uma história que chamou a atenção. “Gerou repercussão grande quando desceram no aeroporto do Porto Alegre. Vieram todas de avião, dois boeings de novilhas”, recorda Lacerda. Preparação Hoje, são mais de mil animais em lactação, com duas ordenhas por dia, dentro de um sistema chamado de “carrossel”. Nele, o leite é bombeado direto para reservatórios resfriados e, dali, segue para um caminhão-tanque. Depois disso, o leite é testado antes de entrar na queijaria. São testados 20 parâmetros, tudo para garantir que é seguro para alimentação e se tem qualidade suficiente para virar queijo. O motivo é que o queijo tipo grana é feito com leite cru, sem pasteurização, então todo cuidado é pouco para evitar qualquer contaminação do alimento. Depois que o leite é aprovado, começa um longo processo de produção. O desnate acontece durante a noite e, no dia seguinte, começa a receita, que é preparada pelo mestre queijeiro Giovani Foiatto, que foi treinado na Itália. Para cada mil litros de leite, saem 70 kg de massa de queijo. Guindastes e robôs ajudam a movimentar o produto para a sala das prensas, onde ganha forma. O queijo permanece lá durante 24 horas na sala de prensagem, onde é retirado o soro. Depois, vem a salga do produto e começa a etapa mais importante da produção: a maturação. Na sala de maturação da fazenda, estão mais de 20 mil queijos guardados, que ficam lá por cerca de 12 meses para só depois irem para o comércio. Expansão e novos mercados O queijo tipo grana hoje é vendido em todo o Brasil, e a fazenda já trabalha para dobrar a produção e atender outros países, como China, Rússia e os países vizinho da América do Sul. Com a pandemia do novo coronavírus, a venda para bares e restaurantes diminuiu e obrigou a fazenda a rever suas projeções de crescimento. Ainda assim, a receita deve aumentar 15% este ano, e as vendas online, por exemplo triplicaram. Então, o plano de expansão continua. Veja Mais

Embrapa oferece curso pela internet sobre criação de abelhas sem ferrão

G1 Economia São 12 horas de aulas gratuitas. Veja como se inscrever. Embrapa oferece curso pela internet sobre criação de abelhas sem ferrão A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) oferece um curso pela internet para quem tem vontade de aprender sobre criação de abelhas sem ferrão. Ele é feito em conjunto com a Associação Brasileira de Estudos de Abelhas. As videoaulas são de graça de meliponicultura. Além de ajudar quem quer começar uma criação, o curso ensina novas técnicas pra quem já tem experiência. São 12 horas de aulas. Clique aqui para se inscrever. O participante terá 30 dias para conclusão do curso, a contar da data de sua inscrição. Veja Mais

Em Santa Catarina, criadores de mariscos e ostras expandem produção e cultivam algas

G1 Economia Planta tem aplicações na indústria e pode ser cultivada junto da produção de moluscos. Em Santa Catarina, criadores de mariscos e ostras expandem produção e cultivam algas Os produtores de mariscas e ostras, chamados de maricultores, ganharam uma nova fonte de renda em Santa Catarina com o plantio da Kappaphycus Alvarezii, uma alga descoberta nas Filipinas e depois levada para o Japão. Ela agora ganha espaço no Brasil, com um plantio feito por meio de mudas. O interessante é que, com essa alga, é possível produzir uma gelatina, chamada carragenana. Rica em fibras, essa substância não tem gosto e por isso é importante para a indústria. Segundo especialistas, a gelatina pode ser usada como um espessante versátil. As aplicações não são apenas para a indústria alimentícia como uso em clarificante de cerveja ou de vinho. A carragenana, também conhecida como macroalga, pode ser usada também para absorção de pigmentos em tinturas e produtos cosméticos e de higiene, além de aplicações na indústria farmacêutica, na fabricação de cápsulas em gel. Atualmente, o Brasil importa US$ 12 milhões em macroalga todos os anos. Segundo estudos feitos pela Universidade Federal de Santa Catarina, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do estado e os maricultores as algas se adaptaram muito bem ao litoral catarinense. Para os produtores a boa notícia é a perspectiva de geração de renda. O tempo entre plantio e colheita é curto, de cerca de dois meses, o que garante até 6 ciclos por ano. Segundo os estudos, o maricultor vai conseguir colher em cada ciclo cerca de dez toneladas da alga por hectare. O cultivo pode ser combinado com a criação de ostras, mexilhões e vieiras e a possibilidade de adicionar a macroalga é um ponto positivo para Santa Catarina, maior produtor de moluscos do Brasil, com pouco mais de 14 mil toneladas no ano passado. Veja Mais

Mesmo trabalhando mais, 86% dos profissionais gostariam de continuar no home office, diz pesquisa

G1 Economia 49% dos entrevistados disseram ter melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal sem o deslocamento diário; por outro lado, 74% estão preocupados com a perda de seus empregos. Apesar da reabertura, metade dos funcionários de escritório de contabilidade de Ribeirão Preto continua em home office Carlos Trinca/EPTV O isolamento provocado pela pandemia do coronavírus pode mudar a rotina de trabalho para muita gente - mesmo depois que ela se for. Segundo uma pesquisa feita por uma empresa de recrutamento que seleciona profissionais especializados para cargos de média e alta gerência, 86% dos profissionais entrevistados gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência quando as restrições de permanecer em casa forem flexibilizadas. O estudo mostra ainda que 74% estão preocupados com a perda de seus empregos e 52% acreditam que estão trabalhando mais horas em casa do que antes. Já 49% dos profissionais de escritório que fizeram a transição para o trabalho remoto disseram ter melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal sem o deslocamento diário. Outros 64% disseram que vão repensar o “aperto de mãos” nos negócios no futuro. G1 faz guia do home office em tempo de coronavírus Home office deixa profissionais mais ansiosos e estressados, revela pesquisa do LinkedIn Estressado e trabalhando mais no home office? Veja motivos e como tentar reverter A pesquisa online foi feita pela Robert Half de 4 a 21 de maio e inclui respostas de mais de 800 trabalhadores com 18 anos ou mais, empregados nos escritórios brasileiros. Veja abaixo o detalhamento do estudo: O lado positivo da pandemia Entre os entrevistados, 78% disseram que estão trabalhando em casa. Eles foram questionados sobre: “Qual dos seguintes sentimentos positivos você sentiu em relação ao seu trabalho nas últimas semanas?”. Respostas múltiplas foram permitidas. Sei que é possível realizar meu trabalho em casa: 67% Meu equilíbrio entre trabalho e vida pessoal melhorou por não haver necessidade de deslocamento: 49% Estou mais confortável usando tecnologia: 25% Me aproximei dos colegas: 10% Me aproximei do meu chefe: 9% Apesar de todos os sentimentos positivos, 52% acreditam que estão trabalhando mais horas em casa do que antes. Apenas uma minoria (15%) disse estar trabalhando menos horas no home office. Planejamento de carreira Os profissionais também foram questionados sobre o quanto estão preocupados com a possibilidade de perderem o emprego atual como resultado da pandemia. Os resultados mostraram que 74% deles estão preocupados com a perda de seus empregos, sendo que 28% estão muito preocupados e 46% estão um pouco preocupados. Eles também foram questionados sobre: “Você está reavaliando suas prioridades de carreira como resultado da pandemia Covid-19?”. Respostas múltiplas foram permitidas. Veja abaixo os resultados: Sim, estou reavaliando meu equilíbrio entre vida pessoal e profissional e considerando possíveis novas opções de carreira: 35% Não, estou feliz com minha carreira atual: 26% Como os impactos da pandemia são contínuos, as condições econômicas podem me impedir de mudar de carreira (mesmo que eu queira): 20% Sim, estou ativamente procurado uma nova carreira/cargo: 19% Os resultados indicam que a pandemia está fazendo com que muitos trabalhadores parem e reavaliem seus planos e aspirações futuras de carreira. Retorno ao escritório De acordo com a pesquisa, os profissionais brasileiros esperam mudanças no local de trabalho: 86% gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência do que antes da pandemia 45% acreditam que será mais difícil construir relacionamentos fortes com colegas se as equipes não estiverem no mesmo prédio 53% dos profissionais se preocupam em estar muito próximos dos colegas no retorno aos escritórios No Brasil, 20 milhões de trabalhadores poderão permanecer em home office Protocolo de negócios em um mundo pós-pandemia À medida que começa a se planejar uma flexibilização do isolamento social, haverá mudança, também, no comportamento dos colaboradores. Segundo os profissionais entrevistados: 77% planejam agendar menos reuniões presenciais 64% vão repensar o aperto de mãos nas relações de negócios 62% vão reconsiderar participar de eventos de negócios 58% passarão menos tempo em áreas comuns do escritório 52% vão reconsiderar viajar a negócios 72% acham que haverá menos atividades sociais e de engajamento dos times no formato presencial Os funcionários foram questionados ainda sobre: “Como resultado da pandemia da Covid-19, qual das seguintes medidas você acha que a sua empresa precisa tomar?” Respostas múltiplas foram permitidas. Veja abaixo os resultados: Permitir que os funcionários trabalhem em casa com mais frequência: 91% Realizar menos reuniões e treinamentos presenciais: 72% Ter melhores procedimentos de limpeza: 69% Exigir que os funcionários usem máscaras: 60% Horários escalonados de trabalho para os funcionários: 60% Alterar o layout do escritório: 51% "O local de trabalho físico poderá até se tornar a alternativa, enquanto o home office vira a primeira opção. Nesse cenário, os colaboradores podem acabar indo ao escritório apenas para reuniões importantes com executivos e fornecedores, por exemplo. Por enquanto, a principal preocupação para empresários e gestores é a reabertura", diz Mantovani. "Cada empresa e cada indivíduo retornará quando considerar apropriado e seguro. Talvez o melhor presente que um gestor pode dar a seus funcionários nas próximas semanas seja deixar claro que ele não espera que eles retornem até que estejam prontos. A ideia é aumentar a motivação e promover a lealdade", completa. Veja Mais

Jovens são presos após picharem monumentos durante manifestação em BH

O Tempo - Política Suspeitos estavam participando de uma ato contra o presidente Jair Bolsonaro, o racismo e o fascismo Veja Mais

Carlos Wizard recusa convite para assumir secretaria do Ministério da Saúde

O Tempo - Política Empresário se desculpou por declarações que possam ter sido interpretadas "como desrespeito aos familiares das vítimas" Veja Mais

FOX SPORTS RÁDIO AO VIVO! Benja comanda o programa líder em audiência

FOX SPORTS RÁDIO AO VIVO! Benja comanda o programa líder em audiência

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Live #Futebol #Entrevista Veja Mais

'Trump não respeita a Constituição', diz líder militar dos EUA no governo Bush

O Tempo - Mundo Colin Powell, ex-presidente do Estado Maior Conjunto dos EUA de governos republicanos, afirmou que votará no candidato democrata Joe Biden Veja Mais

Celso de Mello compartilha editorial do 'Financial Times' que critica Bolsonaro

O Tempo - Política A interlocutores, decado do STF reforçou que críticas são "necessária em face dos contínuos ataques à Corte e ao Congresso" Veja Mais

J.K. Rowling, autora da série 'Harry Potter', é criticada por comunidade LGBT+ após posts em rede social

G1 Pop & Arte Ela fez um comentário contrário a um artigo de opinião intitulado 'Criando um mundo mais igualitário pós-Covid-19 para pessoas que menstruam'. Para J.K. Rowling, o termo 'mulheres' deveria ter sido usado, o que gerou protestos da comunidade trans. Escritora britânica J. K. Rowling, autora de 'Harry Potter' Martyn Hicks, One Young World A autora da série de livros "Harry Potter", J.K. Rowling, motivou a raiva de fãs e membros da comunidade LGBT+ na internet mais uma vez neste domingo (7), após uma série de posts no Twitter que estão sendo acusados de transfóbicos no momento em que protestos contra a discriminação acontecem globalmente. As mensagens da autora vieram em resposta a um artigo de opinião do site de desenvolvimento global Devex que a deixou ressentida com o título "Criando um mundo mais igualitário pós-Covid-19 para pessoas que menstruam". "'Pessoas que menstruam'. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude? Wumben? Wimpund? Woomud? [modificações propositais da palavra 'woman', que significa mulher em inglês]", disse Rowling, na noite deste sábado (6). Críticos apontaram que as visões de Rowling igualavam feminilidade à menstruação – sendo que há muitos homens transsexuais que menstruam, e muitas mulheres trans que não. "Consegue escrever um mundo mágico inteiro, mas não consegue entender que homens transsexuais existem? Eu não menstruo desde 2017 – minha feminilidade foi pausada até que eu consiga convocar uma [menstruação]?”, disse a autora britânica e colunista de relacionamentos Beth McColl. Rowling, de 54 anos, disse que seus comentários não tinham o objetivo de ofender a comunidade transsexual, apenas sublinhar que "o sexo é real e tem consequências vívidas". “Respeito o direito de todas as pessoas transsexuais de viverem da maneira que seja autêntica e confortável para elas. Eu protestaria com vocês se vocês fossem discriminados com base em serem trans”, escreveu Rowling. “Ao mesmo tempo, minha vida foi moldada por ser mulher. Eu não acredito que seja odioso dizer isso.” Um porta-voz de Rowling se recusou a fazer outros comentários. A autora britânica já foi criticada por suas visões sobre a comunidade LGBT+ no passado. Em dezembro, ela apoiou uma mulher que foi demitida por tuitar que as pessoas não podem alterar seu sexo biológico. Ela também foi criticada por acrescentar uma relação homossexual à série “Harry Potter” depois que os livros foram publicados. Nos últimos anos, debates entre ativistas transsexuais e feministas discutiram acaloradamente o que é ser mulher. No coração do debate, está se os direitos de mulheres transsexuais são compatíveis com os de outras mulheres, particularmente em relação ao acesso a espaços de um único gênero, incluindo refúgios para mulheres. Cara English, da Gendered Intelligence, uma organização por direitos trans baseada no Reino Unido, afirmou que o momento em que Rowling decidiu reacender este debate, em maio a uma turbulenta luta por igualdade, foi “notável”. “Enquanto supremacistas brancos e seus parceiros sexistas, classistas e fascistas estão sendo desafiados nas ruas, parece notável reacender argumentos mornos e essencialistas contra pessoas trans”, disse English à Reuters. “Vamos nos concentrar não em castigar ou até mesmo nos importar com a negatividade que chega a nós, como comunidade, mas em tornar o mundo um lugar melhor para todos nossos irmãos trans, especialmente nossos irmãos trans negros.” Diante das novas críticas, fãs de Harry Potter também revisitaram um antigo debate sobre a representação negra, asiática e de minoria étnicas em seus livros, com a personagem “Cho Chang” sendo um dos termos mais mencionados. Cho Chang é a única personagem chinesa na série de livros. Veja Mais

"EU NÃO QUERIA IR PARA O FLAMENGO"; Kléber Gladiador revela detalhes da possível negociação

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Madri reabre museus após três meses com medidas de segurança e visitação com capacidade reduzida

G1 Pop & Arte No Museu do Prado, funcionários checam temperatura dos visitantes, que compram ingressos com hora marcada. Visitante observa obra de Pablo Picasso no Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia após reabertura do espaço de arte REUTERS/Juan Medina Moradores de Madri, usando máscaras, ficaram na fila no sábado (6) para estarem entre os primeiros visitantes das famosas galerias da cidade, depois que os museus Prado, Reina Sofia e Thyssen-Bornemisza foram reabertos após três meses de quarentena por causa do coronavírus. "Eu estava ansioso para voltar. Ver como ele voltou à vida me deixa muito emocionado”, disse o estudante de mestrado Alejandro Elizalde, limpando lágrimas do rosto enquanto olhava para o quadro “Las Meninas”, de Diego de Velázquez, uma das pinturas mais famosas do Prado. O governo fechou museus públicos em 12 de março ao impor quarentena ao país para limitar a disseminação do coronavírus. As restrições foram afrouxadas gradualmente. Madri foi um dos lugares que tomou os passos mais lentos em direção a uma abertura porque também foi um dos locais mais atingidos pela doença. O Prado e o Reina Sofia ainda não estão completamente abertos, mas muitas obras de arte, incluindo trabalhos de Velázquez e Goya, no Prado, e “Guernica”, de Picasso, no Reina Sofia, estavam em exibição. Barcelona e Madri iniciam primeira fase de reabertura Medidas de segurança foram implementadas, incluindo distanciamento social, capacidade reduzida e ingressos com hora marcada para os visitantes. Os funcionários checaram a temperatura dos visitantes na entrada do Prado. Muitas pessoas notaram como os museus estavam quietos. Em um sábado normal, esses locais estão entre os que mais atraem turistas em Madri. "Ao mesmo tempo, é um sentimento muito estranho e muito bom porque eu nunca havia visitado o Reina Sofia com tão poucas pessoas", disse a empresária Elena Vázquez. A Espanha até agora registrou 27.134 mortes e 240.978 casos de coronavírus. O país aliviará ainda mais o isolamento em Madri e Barcelona a partir de segunda-feira (8), quando bares e restaurantes poderão receber pessoas no lado de dentro em vez de apenas em terraços ao ar livre. Em mais de metade do país, as boates poderão reabrir, mas não será permitido dançar. O governo sugere que o espaço da pista de dança seja usado para mesas. De máscaras e seguindo medidas de distanciamento social, visitantes observam obras no Museu do Prado, em Madri, durante reabertura do espaço REUTERS/Juan Medina Veja Mais

Extensão para o Chrome recupera informações omitidas sobre a Covid-19 no Brasil

O Tempo - Política Desenvolvedor cria recurso que mostra novamente o número total de casos e de mortes pelo novo coronavírus no país, dados que foram ocultados pelo Ministério da Saúde desde sábado Veja Mais

Justice Smith vai a protesto nos EUA com namorado, Nicholas Ashe, e se diz desapontado com manifestantes

G1 Pop & Arte Em publicação no Instagram, ator afirmou ter visto 'algumas pessoas dispostas a dizer 'vidas negras importam', mas se calando quando trans/queer era adicionado'. Justice Smith participa de protestos ao lado do namorado, Nicholas Ashe Reprodução/Instagram Justice Smith esteve em manifestações do movimento Black Lives Matter, em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Os protestos em resposta à morte de George Floyd acontecem ao redor do mundo desde o ex-segurança foi assassinado por um policial branco que o asfixou ao pressionar o joelho contra seu pescoço por nove minutos sem se importar com protestos de pessoas que o alertaram que ele estava morrendo. Em um manifesto no Instagram, Justice se disse desapontado ao ver "algumas pessoas dispostas a dizer 'vidas negras importam', mas se calando quando trans/queer era adicionado". O ator de Detetive Pikachu, que se declarou queer, esteve nos manifestos acompanhado do namorado, o Nicholas Ashe. "Tem sido meu pilar e minha luz guia", afirmou Justice ao final do texto. "Eu e Nicholas Ashe protestamos hoje em New Orleans. Nós entoamos ‘vidas Negras trans importam, ‘vidas negras queer importam’ e ‘todas as vidas negras importam’. Como um homem negro queer, fiquei desapontado ao ver pessoas dispostas a dizer ‘vidas negras importam’, mas se calando quando trans/queer era adicionado". Initial plugin text "Gostaria de reiterar esse sentimento: se sua revolução não inclui vozes negras queer, então não é antirracista. Se sua revolução está ok em deixar pessoas negras trans como Tony McDade passarem despercebidas para liberar apenas homens negros cisgênero e héteros, ela não é antirracista. Você está tentando lutar contra um sistema designado contra você e depois fechar a porta atrás de você", afirmou o ator. O ator ainda colocou um vídeo onde mostra pessoas caladas durante o protesto. Justice ainda aproveitou o post para se declarar ao namorado. "Há muita tragédia na timeline nos últimos dias, então adicionei algumas fotos minha e de Nic para mostrar um pouco de 'amor negro' e 'amor queer negro'. Você tem sido meu pilar e minha luz guia através desse momento e eu te amo muito." Veja Mais

Com general Augusto Heleno, grupo pró-Bolsonaro faz ato em apoio ao presidente

O Tempo - Política Apoiadores de Jair Bolsonaro se concentram no Museu da República, em Brasília, onde pretendem fazer uma caminhada pela Esplanada dos Ministérios Veja Mais

Grupo contra Bolsonaro pede que manifestantes usem camisas do Brasil em ato

O Tempo - Política Danilo Pássaro, um dos líderes, disse ser um "resgate das nossas cores e da nossa bandeira" Veja Mais

Quem é Carlos Wizard, o empresário que vai assumir cargo no Ministério da Saúde

O Tempo - Política Empresário e missionário mórmon, Wizard é a favor do uso irrestrito da cloroquina para combater a Covid-19 e crê em números fantasiosos sobre a doença no país Veja Mais

Melhor evitar! Aplicativos de VPN para iOS tentam enganar usuários, revela Avast

tudo celular Segundo a Avast, os aplicativos não trazem códigos maliciosos mas beneficiam-se da venda de assinaturas superfaturadas e que não funcionam Veja Mais

Coronavírus: supermercados projetam venda de produtos de festa junina equivalente a 2019 apesar da quarentena, diz estudo

G1 Economia Dados da Associação Paulista de Supermercados das regiões de Campinas e Piracicaba apontam ano sem perdas devido a 'comemorações em casa'. Veja cenário do setor nos últimos anos. Venda de produtos de festa junina deve ser equivalente a 2019 nas regiões de Campinas e Piracicaba, apesar da quarentena. Reprodução/EPTV Uma pesquisa feita pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) das regiões de Campinas (SP) e Piracicaba (SP) aponta que o ano de 2020 não deverá ter perdas na venda de produtos típicos de festa junina, apesar da quarentena. Com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social, os consumidores devem fazer comemorações dentro das suas casas, com seus familiares, diz o estudo. A época tem um cenário bem diferente, com a falta de festas escolares, de igrejas e outras associações, comuns no período de junho e julho, no intuito de evitar aglomerações. Diretor regional da Apas, José Luis Alves de Matos explicou, em entrevista ao G1, que há mais pessoas dentro das residências consumindo alimentos e outros produtos, devido à quarentena. "A gente acredita que esse número será mantido porque as pessoas devem fazer compras para as casas delas, comemorações em casa. Deixam de ir a festas juninas, e estão comprando mais produtos", afirma. As categorias de produtos analisados foram: Doces Frutas Bebidas (não alcoólicas e alcoólicas) Balas Ingredientes para produção de bolos típicos O abastecimento de produtos juninos nos estabelecimento dos municípios da região teve pouca diferença em relação aos pedidos feitos em 2019, segundo a avaliação de impacto do mês de junho. A demanda sazonal se soma aos itens que os consumidores colocam dentro dos carrinhos de compras. Veja, abaixo, o comportamento do setor na região nos últimos anos. Em 2018 houve o reflexo da greve dos caminhoneiros. No ano seguinte a economia vivia um cenário de geração de empregos. E em 2020, sem ganhos e sem perdas devido à pandemia de Covid-19. A projeção de vendas sofreu variação dependendo da região do estado de São Paulo. "A previsão mais para o interior deve ser um pouco melhor, acredito que é porque são regiões com menos casos de Covid, cidades menores têm poucos casos e acredito que o pessoal esteja mais à vontade." O crescimento médio esperado para o estado este ano no período de festas juninas é de 0,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2019, o setor teve um crescimento de 3,7%. Delivery garante equilíbrio nas vendas A opção de entregar pedidos na casa dos clientes tem garantido um equilíbrio nas vendas, que foram reduzidas in loco - em mercados, supermercados e hipermercados - por conta da pandemia. Matos acrescenta que as ações de marketing das empresas do setor também mudaram para incentivar as compras. Sem necessidade de estocar Diferentemente do hábito de consumo no início da implementação de medidas de restrição para conter o avanço do novo coronavírus, a Apas verificou que as pessoas não estão comprando mais para estocar em casa. "No início da pandemia, a gente teve um aumento nas vendas, agora já está normalizado na região de Campinas. A venda voltou à normalidade. As pessoas também entenderam que não há necessidade de estocar. Nosso setor está atendendo bem nessa crise. Todos os produtos estão sendo entregues em dia." Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Formas erradas e corretas de usar máscara de proteção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas Veja Mais

Pequenos agricultores do interior de Alagoas recebem ajuda do auxílio emergencial

G1 Economia Cadastrados no Bolsa Família, agricultores relatam diferenças com a ajuda extra em tempos de pandemia. Outros, no entanto, ainda têm dificuldades de receber o pagamento. Pequenos agricultores do interior de Alagoas recebem ajuda do auxílio emergencial O auxílio emergencial do governo durante a crise do coronavírus está mudando a vida de pequenos agricultores no estado de Alagoas. Famílias cadastradas no Bolsa Família mostram os benefícios de receber a ajuda extra em tempos de pandemia, enquanto outros ainda não conseguiram a aprovação para receber o dinheiro. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Em Alagoas, 406 mil famílias estão cadastradas, e, no mês passado, mais de trezentas e noventa mil foram beneficiadas. O auxílio emergencial injetou mais de R$ 430 milhões na economia do estado em abril. Famílias como a do seu Otoniel, que vive com a esposa e as filhas trigêmeas em uma comunidade rural de Viçosa, onde produz boa parte dos alimentos que consome, estão recebendo a ajuda. Antes o benefício era de R$ 170, agora eles recebem uma ajuda de R$ 1,2 mil e isso está fazendo a diferença na casa da família. Esta semana, o governo federal retirou quase R$ 84 milhões do orçamento do bolsa família. O dinheiro foi pra secretaria de comunicação social da presidência, para ser usado em propaganda institucional. Entenda mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja Mais

Chuvas aumentam produção de feijão no Agreste de Pernambuco

G1 Economia Volume de águas pluviais constante em março deixou agricultores otimistas com a safra. Chuvas aumentam produção de feijão no Agreste de Pernambuco As chuvas constantes de março deixaram os produtores de feijão do agreste de Pernambuco otimistas. A expectativa de tanta produção animou a cooperativa da região a montar um maquinário para classificar e ensacar os grãos de mais de 700 agricultores. Assista a todos os vídeos do Globo Rural 70% do cultivo de feijão do estado está no agreste. São João, que fica a duzentos e seis quilômetros do Recife, é o maior produtor do estado. A cidade conta com mais de mil agricultores dedicados ao grão e tem mais de dez mil hectares com plantio de feijão. Além de São João, outros dois municípios se destacam na produção de grãos: caetés e calçados. Eles movimentam mais de R$ 10 milhões por safra, de acordo com a federação de agricultura do estado. Entenda mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja Mais

Rede Minas exibe neste domingo concerto em homenagem a Fernando Brant

O Tempo - Diversão - Magazine Programa 'Harmonia' traz projeto da Orquestra Ouro Preto num tributo ao compositor mineiro que morreu há 5 anos Veja Mais

A ÚLTIMA PALAVRA AO VIVO! Veja o melhor debate esportivo da TV brasileira

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JOGO SAGRADO AO VIVO! Benja comanda o melhor debate esportivo

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Bolsonaro diz a apoiadores que isolamento social vai causar desemprego no país

O Tempo - Política Presidente recebeu militantes na porta do Palácio da Alvorada, criticou imprensa, mas evitou comentar protestos Veja Mais

Europa tem manifestações antirracistas em vários países neste domingo (7)

O Tempo - Mundo Em Bristol, na Grã-Bretanha, um grupo derrubou a estátua do mercador de escravos Edward Colston Veja Mais

Como nossos hábitos online podem ser nocivos para o planeta

G1 Economia A internet nos permite enviar mensagens, compartilhar fotos, baixar músicas, assistir a vídeos... Mas cada uma destas atividades vem acompanhada de um pequeno custo para o meio ambiente. representa cerca de 3,7% das emissões globais de gases do efeito estufa Getty Images via BBC É provável que você já tenha respondido alguns e-mails hoje, enviado mensagens pelo WhatsApp e feito uma pesquisa rápida no Google. À medida que o dia passa, você sem dúvida ficará ainda mais tempo conectado, baixando fotos, ouvindo música e vendo vídeos. Cada uma dessas atividades que você realiza online vem acompanhada de um pequeno custo para o meio ambiente – alguns gramas de dióxido de carbono são emitidos devido à energia necessária para rodar seus dispositivos e alimentar as redes sem fio que você acessa. Sem contar com os datacenters e os servidores, necessários para armazenar, processar e distribuir todo conteúdo que consumimos na internet, que talvez sejam os maiores consumidores de energia. Embora a energia necessária para fazer uma simples busca na internet ou enviar um e-mail seja pequena, aproximadamente 4,1 bilhões de pessoas (53,6% da população global) estão conectadas hoje. Ou seja, esses pequenos fragmentos de energia, e os gases de efeito estufa associados a cada atividade online, são multiplicados. A pegada de carbono dos nossos dispositivos, da internet e dos respectivos sistemas de suporte representa cerca de 3,7% das emissões globais de gases do efeito estufa, de acordo com algumas estimativas. É similar à quantidade produzida pela indústria de aviação a nível mundial, explica Mike Hazas, pesquisador da Universidade de Lancaster, no Reino Unido. E a previsão é que essas emissões dobrem até 2025. Se dividirmos a grosso modo as 1,7 bilhão de toneladas de emissões de gases de efeito estufa que se estima serem geradas na produção e operação de tecnologias digitais entre todos os usuários de internet no mundo, isso significa que cada um de nós é responsável pela emissão de 400g de dióxido de carbono por ano. Mas essa conta não é tão simples – esse número pode variar dependendo de onde você está. Os usuários da internet em algumas partes do planeta terão uma pegada de carbono desproporcionalmente grande. Um estudo estimou que, há 10 anos, os usuários médios de internet na Austrália eram responsáveis pela emissão equivalente a 81 kg de dióxido de carbono (CO2e) na atmosfera. As melhorias na eficiência energética, a economia de escala e o uso de energia renovável, sem dúvida, reduziram esse volume, mas é claro que as pessoas nos países desenvolvidos ainda são responsáveis pela maior parte da pegada de carbono da internet. (CO2e é uma unidade usada para expressar a pegada de carbono de todos os gases de efeito estufa juntos, como se todos fossem emitidos como dióxido de carbono) A constatação de que as atividades que executamos online estão prejudicando o planeta levou algumas pessoas a agir. "Tudo o que pudermos fazer para reduzir as emissões de carbono é importante, não importa quão pequeno seja, e isso inclui a maneira como nos comportamos na internet", diz Philippa Gaut, professora de Surrey, no Reino Unido. Ela faz parte de um grupo cada vez maior de consumidores preocupados com o meio ambiente, que estão tentando reduzir seu impacto no planeta gerado pela internet. "Se todo mundo mudasse os hábitos, teria mais impacto", acrescenta. Uma das dificuldades em descobrir a pegada de carbono de nossos hábitos online é que não há um amplo consenso sobre o que deve ou não ser incluído. Devemos incluir, por exemplo, as emissões provenientes da fabricação dos hardwares de computação? E as emissões das equipes e dos edifícios de empresas de tecnologia? Até os dados sobre o funcionamento dos datacenters são contestáveis – muitos operam com energia renovável, enquanto algumas empresas compram "créditos de carbono" para compensar seu uso de energia. Nos EUA, os datacenters são responsáveis por 2% do uso de eletricidade no país, enquanto globalmente representam pouco menos de 200 terawatt-hora (TWh). Mas, de acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), da Organização das Nações Unidas (ONU), esse número se manteve estável nos últimos anos, apesar do aumento do tráfego na internet. Isso se deve principalmente à melhoria da eficiência energética e ao movimento para centralizar os datacenters em instalações gigantes. Mas enquanto muitas empresas afirmam alimentar seus datacenters usando energia renovável, em algumas partes do mundo eles ainda são amplamente dependentes da queima de combustíveis fósseis. E pode ser difícil para os consumidores escolherem que datacenters querem usar. Vários dos principais provedores de nuvem, no entanto, se comprometeram a reduzir suas emissões de carbono – então armazenar fotos, documentos e executar serviços em seus servidores sempre que possível é uma abordagem que pode ser adotada. Do ponto de vista individual, o simples fato de trocar de aparelho com menos frequência é uma maneira de reduzir a pegada de carbono da tecnologia digital. Os gases de efeito estufa emitidos na fabricação e transporte desses dispositivos podem representar uma parcela considerável das emissões ao longo da vida útil de um equipamento eletrônico. Um estudo da Universidade de Edimburgo, na Escócia, mostrou que estender de quatro para seis anos o tempo que você usa um computador e monitor pode evitar o equivalente a 190 kg de emissões de carbono na atmosfera. Mensagens ecológicas Também podemos mudar a maneira como usamos os gadgets para reduzir nossas pegadas digitais de carbono. Uma das formas mais fáceis de começar é alterando o modo como enviamos mensagens. Talvez não seja surpresa, mas a pegada de carbono de um e-mail também varia significativamente – dependendo se é um e-mail de spam (0,3g de CO2e), um e-mail comum (4g de CO2e) ou um e-mail com foto ou anexo pesado (50g de CO2e), de acordo com o pesquisador Mike Berners-Lee, da Universidade de Lancaster. Todavia, esses dados foram formulados por Berners-Lee há 10 anos. E de acordo com Charlotte Freitag, especialista em pegada de carbono da Small World Consulting, empresa fundada por Berners-Lee, o impacto dos e-mails pode ter aumentado. "Achamos que a pegada por mensagem pode ser maior hoje, uma vez que as pessoas estão usando telefones maiores", diz ela. Com base nos dados antigos, algumas pessoas estimaram que seus e-mails podem gerar 1,6 kg de CO2e em um único dia. O próprio Berners-Lee também calculou que um usuário corporativo padrão produz 135 kg de CO2e enviando e-mails a cada ano, o que equivale a dirigir 321km de carro. Mas pode ser fácil reduzir esse impacto. Se simplesmente pararmos com sutilezas desnecessárias, como e-mails só para dizer “obrigada”, podemos economizar coletivamente muitas emissões de carbono. Se cada adulto no Reino Unido enviasse um e-mail a menos de “obrigada”, isso poderia evitar a emissão de 16.433 toneladas de carbono por ano – o equivalente a tirar 3.334 carros a diesel das ruas, de acordo com a empresa de energia OVO. "Embora a pegada de carbono de um e-mail não seja grande, é um ótimo exemplo do princípio mais amplo de que cortar o desperdício de nossas vidas é bom para o nosso bem-estar e para o meio ambiente", acrescenta Berners-Lee. Trocar os anexos do e-mail por links para documentos e não enviar mensagens para vários destinatários ao mesmo tempo é outra maneira fácil de reduzir nossa pegada de carbono digital, além de cancelar o recebimento de e-mails que não lemos mais. "Cancelei o recebimento de newsletters geradas automaticamente. Quando fiquei sabendo da pegada de carbono dos e-mails, fiquei horrorizada", diz Gaut. "Agora, tomo cuidado para não cadastrar meu e-mail em novos sites… isso me fez mais consciente do impacto." De acordo com estimativas do serviço antispam Cleanfox, o usuário médio recebe 2.850 e-mails indesejados por ano, responsáveis pela emissão de 28,5 kg de CO2e. Optar por enviar uma mensagem de texto (SMS) talvez seja a alternativa mais ecológica como forma de manter contato, uma vez que cada mensagem gera apenas 0,014g de CO2e. Estima-se que um tuíte tenha uma pegada de 0,2g de CO2e (embora o Twitter não tenha respondido às solicitações para confirmar esse número), enquanto o envio de mensagem por meio de aplicativos como WhatsApp ou Facebook Messenger tenha uma intensidade de carbono apenas um pouco menor do que enviar um e-mail, de acordo com cálculos de Freitag. Agora, mais uma vez, isso pode depender de o que você está enviando – gifs, emojis e imagens têm uma pegada maior do que um texto simples. A pegada de carbono de fazer uma ligação de um minuto pelo celular é um pouco maior do que enviar uma mensagem de texto, segundo Freitag, mas o impacto de fazer chamadas de vídeo pela internet é infinitamente maior. Um estudo de 2012 estimou que uma reunião por videoconferência de cinco horas com participantes de diferentes países produziria entre 4 kg e 215 kg de CO2e. Mas é importante lembrar que se a videoconferência substitui deslocamentos (como viagens de carro ou avião) para chegar à reunião, pode ser muito melhor para o meio ambiente. O mesmo estudo constatou que uma videoconferência produz apenas 7% das emissões de reuniões presenciais. Pesquisa limpa A pesquisa na internet é outra área complicada. Há uma década, cada busca tinha uma pegada de 0,2 g de CO2e, segundo dados divulgados pelo Google. Hoje, o Google usa uma combinação de energia renovável e compensação de carbono para reduzir a pegada de suas operações, enquanto a Microsoft, dona do mecanismo de busca Bing, prometeu remover mais carbono da atmosfera do que emite até 2030. Em paralelo, há iniciativas em andamento para investigar se essa pegada é agora mais alta ou mais baixa. De acordo com os dados do próprio Google, no entanto, um usuário médio dos seus serviços – alguém que realiza 25 buscas por dia, assiste a 60 minutos de YouTube, tem uma conta do Gmail e acessa outros serviços da empresa – produz menos de 8g de CO2e por dia. Ferramentas de busca mais novas, no entanto, estão tentando se destacar como opções mais ecológicas desde o início. A Ecosia, por exemplo, diz que plantará uma árvore para cada 45 buscas realizadas. Esse tipo de compensação pode ajudar a remover o carbono da atmosfera, mas o sucesso de iniciativas como essa geralmente depende de quanto tempo leva para as árvores crescerem e o que acontece quando são cortadas. Independentemente do mecanismo de busca que você escolher, o uso da web para encontrar informações é mais sustentável do que pesquisar nos livros. Na verdade, a pegada de carbono de um livro é de cerca de 1 kg de CO2e, enquanto a de um jornal publicado no fim de semana é de 0,3 kg a 4,1 kg de CO2e, o que torna a leitura das notícias na internet mais ecológica do que no papel. Mas você pode ler livros pelo resto da vida – 2,3 mil para ser mais preciso – até alcançar a mesma pegada de carbono de um voo de Londres para Hong Kong. Portanto, não se sinta culpado ao comprar o próximo best-seller. Aqueles que se sentiram tentados a investir em criptomoedas também podem querer pensar cuidadosamente a respeito do impacto ambiental dessas transações. O algoritmo de "prova de trabalho", usado para validar transações no blockchain (espécie de banco de dados descentralizado que usa criptografia para registrar as transações) requer uma capacidade de processamento enorme. Um estudo recente estimou que o BitCoin sozinho é responsável por cerca de 22 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano – maior do que toda a pegada de carbono da Jordânia. Vencendo o tédio Assistir a vídeos online representa a maior parte do tráfego da internet no mundo (60%) e gera 300 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, o que equivale a aproximadamente 1% das emissões globais, de acordo com o centro de estudos francês The Shift Project. Isto porque, além da eletricidade usada pelos dispositivos, há a energia consumida pelos servidores e redes que distribuem o conteúdo. "Se você liga a televisão para assistir ao Netflix, aproximadamente metade da energia é usada para alimentar a TV, e a outra metade é usada para alimentar a Netflix", diz Hazas. Alguns especialistas insistem, no entanto, que a energia necessária para armazenar e transmitir vídeos é menor do que atividades de processamento mais intensas realizadas pelos datacenters. Parte da poluição ambiental resultante do uso da internet também é proveniente de um tipo de navegação controversa. A pornografia é responsável por um terço do tráfego de streaming de vídeo, gerando tanto dióxido de carbono quanto a Bélgica em um ano. As plataformas de streaming, como Amazon Prime e Netflix, representam mais um terço, enquanto o terço final da pegada de carbono do streaming de vídeo se refere a assistir a conteúdos no YouTube e nas redes sociais. A Netflix afirma que seu consumo de energia global chega a 451.000 megawatts-hora por ano, o suficiente para abastecer 37 mil residências, mas insiste que compra certificados de energia renovável e crédito de carbono para compensar qualquer energia proveniente de fontes de combustíveis fósseis. O streaming e o download de músicas também têm impacto no meio ambiente. Rabih Bashroush, pesquisador da Universidade de East London (UEL) e cientista-chefe do projeto Eureca, financiado pela Comissão Europeia, calculou que o clipe da música Despacito (2017), que atingiu 5 bilhões de visualizações, consumiu tanta eletricidade quanto o Chade, Guiné-Bissau, Somália, Serra Leoa e República Centro-Africana juntos em um único ano. "O total de emissões do streaming dessa música pode ser superior a 250 mil toneladas de dióxido de carbono", diz ele. No entanto, Hazas ressalta que algumas visualizações do YouTube são involuntárias. Um estudo liderado por sua colega Kelly Widdicks analisou os hábitos de streaming e descobriu que alguns espectadores usam o YouTube como barulho de fundo e, às vezes, até pegam no sono, gerando carbono a troco de nada. Reduzir esse tipo de uso ou evitar que o vídeo seja reproduzido acidentalmente em um navegador aberto quando você não está assistindo, pode ajudar a reduzir sua pegada de carbono. Alterar as configurações de reprodução automática e assistir ao vídeo com uma resolução mais baixa, quando a alta definição não é necessária, também pode fazer a diferença. Mas, segundo Hazas, a maneira mais eficiente de ver seu programa favorito é esperar até que ele esteja disponível na televisão ou optar por fazer o streaming via Wi-Fi, em vez de usar uma rede móvel. "Usar o telefone com rede móvel consome pelo menos duas vezes mais energia do que o Wi-Fi. Portanto, se você puder esperar até chegar em casa para assistir ao YouTube, melhor", explica. E uma das maneiras mais agradáveis de ser ambientalmente correto é assistir a filmes e programas de televisão acompanhado. “No geral, o áudio é menos problemático”, acrescenta Hazas, uma vez que o streaming de áudio consome menos energia e carbono do que o streaming de vídeos. Mas pesquisadores da Universidade de Oslo, na Noruega, descobriram que o impacto ambiental de ouvir música nunca foi tão alto – com uma pegada de 200 mil a 350 mil toneladas de CO2e somente nos EUA, proveniente de músicas baixadas em MP3 players. Acredita-se que as emissões associadas aos serviços de streaming de música possam ser ainda maiores. No entanto, o número de vezes que você ouve uma música pode fazer a diferença. Comprar um disco ou CD físico pode ser mais indicado se você ouvir o mesmo álbum repetidamente. Mas, se você ouvir determinada música menos de 27 vezes ao longo da sua vida, o streaming pode ser melhor. Da mesma forma, estima-se que o custo ambiental de baixar jogos de videogame seja maior do que a produção e distribuição de discos Blu-Ray. A primeira tentativa de mapear o uso de energia dos games nos EUA mostrou que os mesmos produzem 24 megatoneladas de dióxido de carbono por ano. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, que conduziram o estudo, descobriram que os jogadores de games americanos utilizam 2,4% da eletricidade doméstica – 32 terawatts-hora de energia por ano – mais do que um freezer ou máquina de lavar. Eles também constataram que o streaming de games consome mais energia; portanto, as emissões de carbono podem piorar à medida que mais gente joga games em que o trabalho computacional está sendo realizado remotamente, e não em consoles individuais, como em dispositivos como o Google Stadia. Mas Hazas é mais otimista. "A pegada de carbono de jogos multiplayer, como Fortnite, não é tão ruim", diz ele. "Eles são desenvolvidos para serem responsivos, para não exigir muito tráfego de dados. Por exemplo, você pode checar a posição de um personagem no mapa ou ver que alguém está atirando, mas não são necessários muitos dados para comunicar isso." No entanto, a atualização dos jogos consome mais carbono. "Grandes games como Fortnite ou Call of Duty exigem muitas atualizações, então você se depara com gigabytes para downloads a cada duas semanas, que adicionam novos recursos ao jogo." Para quem gosta de explorar as redes sociais, a notícia é boa. É, sem dúvida, a forma de entretenimento digital menos intensiva em carbono. De acordo com o relatório de sustentabilidade do Facebook, a pegada de carbono anual de um usuário é de 299g de CO2e – o que representa menos do que ferver água para um bule de chá. Mas se você considerar que a plataforma tem mais de um bilhão de usuários, são muitos bules de chá. É possível reduzir as emissões de carbono desativando alguns recursos das redes sociais e de outros aplicativos. "Descobrimos que as atualizações de aplicativos e os backups automáticos na nuvem representam cerca de 10% do tráfego de telefones celulares", diz Hazas. "Portanto, desabilitar backups desnecessários na nuvem e desabilitar downloads automáticos para atualizações de aplicativos são boas coisas a fazer". Mas, como a mudança dos nossos hábitos pessoais na internet só surte efeito até certo ponto, também é preciso haver mudanças na indústria para garantir que as emissões de carbono possam ser de fato reduzidas, diz Elizabeth Jardim, ativista do Greenpeace. A previsão é de que as emissões de gases de efeito estufa do setor de TI sejam responsáveis por 14% das emissões globais até 2040. Mas, ao mesmo tempo, a União Internacional de Telecomunicações da ONU estabeleceu uma meta para o setor reduzir suas emissões em 45% na próxima década. "É mais importante garantir que as empresas que desenvolvem a internet migrem para fontes renováveis de energia e eliminem gradualmente os combustíveis fósseis", avalia Jardim. "Aí, sim, poderemos fazer buscas na internet sem culpa." Veja Mais

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Safra de tomate deve vir 12% menor este ano em Goiás

G1 Economia Estado é responsável por um terço dos tomates produzidos no Brasil. Safra de tomate deve vir 12% menor este ano em Goiás Agricultores de tomate em Goiás preveem uma safra menor este ano. A produção de tomate no estado, responsável por um terço da safra brasileira, deve cair 12% em 2020, chegando a 1,1 milhão de toneladas. A queda é esperada em todo o Brasil, com uma produção nacional quase 7% menor. O problema é que os custos de produção subiram, enquanto que o preço de venda caiu. A caixa com 24 quilos passou de R$80 no ano passado para menos de R$50 este ano. A alta nos custos é reflexo do dólar mais forte, que aumentou os preços dos defensivos agrícolas, a maioria deles importados. Na região de Goianápolis, por exemplo, o custo para plantar um hectare de tomate passou de R$ 100 mil para R$ 200 mil. Já o preço de venda foi impactado pela pandemia de coronavírus: com menor demanda, feiras, bares e restaurantes reduziram o volume de compras, o que afetou os preços. Veja Mais

Área de cultivo do milho aumenta em Mato Grosso, mas produtividade deve ser menor

G1 Economia Tamanho de terras com plantação do grão cresceu 7%, mas previsão é de colheita média de sacas menor que em 2019. Produção final, no entanto, será maior. Área de cultivo do milho aumenta em Mato Grosso, mas produtividade deve ser menor A área de cultivo de milho em Mato Grosso aumentou quase 7% em 2020, na comparação com a temporada passada. No entanto, a estimativa é de que a produtividade no estado seja menor este ano. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O Instituto Mato-grossense de Economia agropecuária (Imea) prevê colheita em média 105 sacas por hectare. Isso representa quase cinco sacas a menos que na safra passada. De acordo com a entidade, o motivo é a estiagem que ocorreu em algumas regiões do estado, e prejudicou o desenvolvimento das espigas. Por outro lado, com o aumento de área, a produção final deve ser maior que em 2019 e ficar próxima dos 33 milhões de toneladas. Entenda mais na reportagem completa no vídeo acima. Veja Mais

Samsung Galaxy S20 5G UW é vendido pela Verizon com menos RAM e sem microSD

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