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CORINTHIANS PODE ESTAR SEGUINDO O MESMO CAMINHO DO CRUZEIRO?; Veja debate no 'Jogo Sagrado'

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Fox Sports Brasil Salários atrasados e dificuldades com patrocínios geram debate no programa. Qual é a sua opinião, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #Cruzeiro #Divida Veja Mais

Supremo recebe manifesto de apoio assinado por mais de 200 entidades

O Tempo - Política Na carta enviada à Corte, associações ligadas ao sistema de Justiça e à sociedade civil repudiaram ameaças contra os ministros do tribunal Veja Mais

"VOU FICAR MUITO FELIZ SE VOLTAR PARA O FLAMENGO UM DIA"; Diego Maurício no Expediente Futebol

Fox Sports Brasil Diego Maurício, atacante revelado pelo Flamengo e atualmente no CSA, é o convidado do Expediente Futebol e fala sobre sua carreira, início no Rubro-negro com Ronaldinho Gaúcho, casos de racismo e muito mais! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #DiegoMauricio #Flamengo #ExpedienteFutebol Veja Mais

Margarete Coelho quer presença em tempo integral de fisioterapeuta em UTI - 08/06/20

Margarete Coelho quer presença em tempo integral de fisioterapeuta em UTI - 08/06/20

Câmana dos Deputados Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #Fisioterapeutas Veja Mais

Congresso vai acompanhar evolução da pandemia por dados de Estados e municípios

O Tempo - Política Levantamento paralelo será feito após números do Ministério da Saúde perderem a credibilidade, na avaliação de senadores Veja Mais

Preços do petróleo caem 3% com fim de cortes voluntários no Golfo, apesar de acordo da Opep+

G1 Economia Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de 3,5%, a US$ 40,80 por barril, quebrando uma sequência de sete altas consecutivas. O petróleo dos Estados Unidos (WTI), enquanto isso, recuou 3,4%, para US$ 38,19 o barril. Preços do petróleo caem nesta segunda (8) com fim de cortes voluntários no Golfo, apesar de acordo da Opep+ Gregory Bull, File/AP O petróleo recuou mais de 3% nesta segunda-feira (8), depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) chegar a um acordo para prorrogar cortes de oferta, mas Arábia Saudita e outros produtores do Golfo Pérsico afirmarem que não vão manter reduções adicionais de bombeamento que chegam a mais de 1 milhão de barris por dia. Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de 1,50 dólar, ou 3,5%, a 40,80 dólares por barril, quebrando uma sequência de sete altas consecutivas. O petróleo dos Estados Unidos (WTI), enquanto isso, recuou 1,36 dólar, ou 3,4%, para 38,19 dólares o barril. A Opep, a Rússia e outros países produtores, que formam um grupo conhecido como Opep+, possuíam desde abril acordo para nreduzir a oferta da commodity em 9,7 milhões de barris por dia (bpd) em maio e junho, visando sustentar os preços em meio ao colapso de demanda causado pelos "lockdowns" relacionados à pandemia de coronavírus. No sábado, os membros da Opep+ concordaram em prorrogar esses cortes, que equivalem a cerca de 10% da produção global, para o mês de julho. No entanto, o ministro de Energia saudita, príncipe Abdulaziz bin Salman, disse nesta segunda-feira que o reino e seus aliados no Golfo, Kuweit e Emirados Árabes Unidos, não vão manter cortes adicionais voluntários de 1,18 milhão de bpd. "Era bom demais para ser verdade, ter um total de quase 11 milhões de bpd em cortes voluntários prorrogados por um mês, em momentos em que vemos déficits de oferta", disse Bjornar Tonhaugen, analista da Rystad Energy. Veja Mais

CORINTHIANS MIRA JOGADOR DE SELEÇÃO BRASILEIRA | Expediente Futebol

CORINTHIANS MIRA JOGADOR DE SELEÇÃO BRASILEIRA | Expediente Futebol

Fox Sports Brasil Timão conversa com o Botafogo sobre o lateral-direito Marcinho. Jogador está no último ano do contrato mas, Corinthians busca o atleta para reforçar o clube ainda nessa temporada! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #MercadoDaBola #ExpedienteFutebol Veja Mais

Mundo teve maior número de novas infecções diárias por Covid-19 desde início da pandemia, anuncia OMS

Glogo - Ciência Marca mais alta foi atingida no domingo (7), com mais de 136 mil novos casos da doença. Em cinco dos últimos oito dias, Brasil foi o país com mais novos casos registrados. Nesta segunda, foram 131 mil infecções a mais. O mundo teve, neste domingo (7), o número mais alto de novas infecções diárias por Covid-19 desde o início da pandemia, anunciou a Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta segunda-feira (8). Entre sábado e domingo, foram registrados 136.409 novos casos da doença. Nesta segunda, o número foi o segundo maior, com 131.296 infecções a mais. Em 5 dos últimos 8 dias, o Brasil foi o país que teve mais novos casos diários registrados. Nos outros três dias, os Estados Unidos foram o país com maior número de registros. OMS pede que Brasil seja 'transparente' com informações sobre Covid-19 Veículos de comunicação formam parceria para dar transparência a dados de Covid-19 Initial plugin text Veja Mais

Câmara Federal suspende licitação de R$ 2,8 mi com serviços de jardinagem

O Tempo - Política Segundo a assessoria de imprensa da Casa, o pregão encontra-se em fase interna e será remarcado para uma nova data Veja Mais

Cocriadora de 'Friends' diz que se arrepende de não ter feito muito pela diversi

O Tempo - Diversão - Magazine Declaração de Marta Kaufmann foi dada durante o festival online ATX 2020, que aconteceu neste final de semana Veja Mais

O que os cientistas já descobriram sobre a Covid-19 nos seus 6 primeiros meses

Glogo - Ciência Meio anos depois do surgimento do primeiro caso, cientistas ainda não encontraram uma cura ou uma vacina, mas já tiveram avanços importantes. Cientistas ainda não acharam uma cura para a Covid-19 BBC Apesar de um esforço internacional sem precedentes, o novo coronavírus, denominado Sars-CoV-2, continua avançando e infectando milhares de pessoas por dia. Seis meses depois de detectados os primeiros casos de Covid-19, o que os cientistas já descobriram sobre como conter a doença? Ativando o alarme O novo coronavírus pegou a todos de surpresa. Enquanto o mundo se preparava para festejar a virada para o ano 2020, o doutor Li Wenliang trabalhava no departamento de Emergências do Hospital Central de Wuhan, na China, onde sete pacientes com pneumonia haviam sido colocados de quarentena. Ministério detalha erro que incluiu 857 mortes em balanço da Covid Quatro vírus potencialmente mortais para os quais não existe vacina No dia 30 de dezembro, Li enviou mensagens a um grupo privado de colegas na plataforma WeChat alertando para um possível surto de vírus. Três dias depois de enviar as mensagens de texto a seus companheiros, Li foi detido pela polícia junto com outros oito médicos por "espalhar boatos", segundo os meios de comunicação chineses. Imagem mostra foto do oftalmologista Li Wenliang, que morreu com coronavírus após ser reprimido pela polícia chinesa ao tentar alertar sobre o surto quando ele ainda estava no início. Retrato foi visto entre flores em frente ao Hospital Central de Wuhan, na China. STR/ AFP Pouco depois de voltar ao trabalho, Li contraiu Covid-19 e morreu no dia 7 de fevereiro, aos 34 anos, deixando sua esposa grávida e um filho. 'Cena do crime' Ao longo das últimas semanas de dezembro de 2019, na medida em que mais médicos e enfermeiras, além do doutor Li, começaram a alertar para um possível surto do vírus, outros agentes de saúde detectaram novos pacientes, a maioria deles trabalhadores do mercado de Huanan, em Wuhan, onde se vende diversos tipos de animais selvagens. No dia 31 de dezembro, a Comissão de Saúde de Wuhan apresentou seu primeiro informe oficial ao governo central chinês. No dia seguinte, o mercado foi colocado em quarentena. O mercado de frutos do mar de Wuhan Huanan, onde se suspeita que a nova cepa de coronavírus teria começado a se espalhar. O estabelecimento está fechado desde 21 de janeiro de 2020 Dake Kang/AP Hoje, os cientistas são unânimes em dizer que o primeiro grande surto foi detectado no mercado, mas eles acreditam ser pouco provável que o vírus tenha surgido ali. Segundo um estudo de médicos de Wuhan, publicado em janeiro pela revista médica The Lancet, foi descoberto posteriormente que o primeiro caso de Covid-19 em um humano aconteceu no dia 1º de dezembro. Trata-se de um idoso de Wuhan que não tinha nenhum vínculo com o mercado de Huanan. Apenas nove dias depois da primeira morte confirmada em um paciente de Covid-19, em 11 de janeiro, já havia casos no Japão, Coreia do Sul e Tailândia. Em apenas seis meses, a Covid-19 havia se estendido por 188 países e infectado mais de 6,6 milhões de pessoas. Perfil do patógeno "Nossa primeira pergunta sempre é 'quem é'?", diz o professor de imunologia Kristian Andersen. O laboratório de Andersen é especializado em genética de doenças infecciosas. Ele investiga como os vírus saem dos animais para os humanos e provocam surtos em grande escala. Professor Kristian Andersen está vivendo e trabalhando em quarentena BBC Decodificar o genoma de um vírus costuma demorar meses ou anos. No entanto, no dia 10 de janeiro, cientistas do Instituto de Virologia de Wuhan, dirigidos pelo professor Yong-Zhen Zhang, publicaram a primeira sequência genômica do Sars-CoV-2, com base na análise de amostras de pacientes. Essa é potencialmente a peça mais fundamental do quebra-cabeças para se entender o vírus. "Assim que vimos essa primeira sequência, soubemos imediatamente que se tratava de um tipo de coronavírus, e que ele era 80% idêntico ao Sars", diz Andersen. O que é a imunidade cruzada e por que ela pode ser a chave no combate à Covid-19 O vírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês) havia provocado um surto na Ásia entre 2002 e 2003, infectando 8 mil pessoas e matando quase 800. Os coronavírus são uma família grande de vírus. Centenas deles circulam entre animais como veados, camelos, morcegos e gatos. O Sars-CoV-2, que provoca a Covid-19, é apenas o sétimo coronavírus que - cientistas acreditam - passou de um animal para os humanos. "Nossa segunda pergunta é sobre como podemos diagnosticá-los, o que nos leva a fazer exames e tentar compreender a forma como se transmite o vírus", diz Andersen. "A terceira pergunta é 'como podemos criar vacinas contra ele?' Tudo isso pode ser respondido com a genética" – Kristian Andersen, professor de imunologia Andersen diz que há provas concretas de que o vírus surgiu primeiro em morcegos. "Em última instância, isso começou em um morcego. Sabemos que este é um vírus completamente natural, porque há muitos parecidos com ele em morcegos. O que não sabemos é como isso chegou aos humanos." 12 de fevereiro: Paciente com Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, é levado de cadeira de rodas no hospital de Wuhan, na China, cidade epicentro da doença. China Daily via Reuters A equipe de Andersen estudou outro coronavírus em um morcego, que era 96% idêntico ao Sars-CoV-2. Também há semelhanças com outro vírus semelhante encontrado entre pangolins, um dos mamíferos mais contrabandeados da Ásia. Será que o vírus surgiu de um morcego ou outro animal intermediário, como o pangolim, recebendo algumas proteínas adicionais, até finalmente atacar um humano? A investigação continua. Na China, o laboratório do professor Zhang foi fechado e sua licença para investigar a doença foi revogada apenas dois dias depois de ele compartilhar com o mundo a primeira sequência genética do Sars-CoV-2. Equipe médica atende paciente com coronavírus em Wuhan Stringer/AFP Segundo médicos chineses, nenhum motivo oficial foi dado, mas a contribuição da equipe de Zhang criou raízes pelo mundo. "Sem este primeiro sequenciamento, não poderíamos ter começado nenhum dos nossos trabalhos", diz Andersen. "Tudo isso graças a cientistas que entregam informações cruciais em uma velocidade incrível." Testar, rastrear, isolar Na medida em que a pandemia foi avançando, os cientistas começaram a rastrear o vírus de duas maneiras. Primeiro houve o trabalho dos "rastreadores de contato", que tentavam identificar e isolar possíveis infectados. Depois houve o cientistas que rastrearam o código genético do vírus, que tentavam entender como o vírus se espalhou de forma tão rápida pelo mundo. Rastreadores de contato A Coreia do Sul, um país de 51 milhões de habitantes, foi um dos países que melhor conseguiram conter a Covid-19. Grande parte deste sucesso foi atribuído a sua capacidade de mobilizar um pequeno exército de rastreadores de contato: detetives treinados para traçar as conexões entre um caso positivo de Covid-19 e seus contatos mais recentes. Os cientistas que tentam prever qual pode ser a próxima pandemia Os rastreadores decidiam sobre quem deve receber instruções para se isolar ou, em alguns casos, sobre prédios inteiros que deveriam ser colocados em quarentena. Com poucos casos registrados entre janeiro e fevereiro, muitos sul-coreanos pensaram que talvez o país tivesse conseguido evitar um grande surto. Funcionários de hospital em Wuhan, na China, vestem roupas de proteção contra novo coronavírus CGTN via GloboNews No entanto, no final de fevereiro, uma cidade sozinha registrou uma escalada repentina de milhares de casos em poucos dias. O surto da cidade de Daegu foi atribuído desde então a movimentos de uma única pessoa, uma "superpropagadora", hoje em dia conhecida como a infame paciente 31, que pertencia à igreja Shincheonji de Jesus. Essa paciente testou positivo para Covid-19 no dia 17 de fevereiro. Graças ao trabalho dos rastreadores, foram identificados seus contatos mais recentes - mais de mil pessoas em apenas dez dias. Todos foram instruídos a se isolar, evitando talvez um contágio maior. A paciente 31 esteve envolvida em um acidente de trânsito no dia 6 de fevereiro e foi parar no hospital no dia seguinte, onde teve contato com 128 pessoas. Ela teve uma alta temporária para poder ir para casa e recolher alguns pertences, em uma viagem de ida e volta de duas horas e meia. Mais tarde naquela semana, ela ainda saiu para almoçar com uma pessoa e para assistir a um serviço religioso de duas horas com cerca de mil pessoas. O professor Kim Jong-Yeon lidera os rastreadores de contatos em Daegu BBC O professor Kim Jong-Yeon é responsável pelos rastreadores de contato em Daegu. Ele conta que quando as pessoas investigadas são evasivas em suas respostas, os "detetives" partem para métodos mais rigorosos, como análise de transações de cartões de crédito, ligações telefônicas ou rastreamento de localização. Foi assim com a paciente 31. "A princípio a paciente 31 não nos falou que era da igreja Schincheonji. Fomos nós, os rastreadores de contato, que descobrimos isso mais tarde", diz Kim. A igreja Schincheonji de Jesus tem aproximadamente 300 mil membros em todo o país. Devido à natureza discreta da igreja, Kim disse que a parte mais difícil da investigação foi estabelecer quem havia visitado aquela igreja naquela semana. "Finalmente conseguimos uma lista de 9 mil integrantes daquela igreja. A princípio começamos a telefonar para saber se elas tinham tido algum sintoma. Cerca de 1,2 mil pessoas disseram que sim, mas outras se recusaram a fazer testes ou a fazer quarentena", conta. Líder religioso Lee Man-hee, fundador da seita da Igreja Shincheonji, se ajoelha em público na segunda-feira (2) Pool/AFP Diante do receio de centenas das pessoas em revelar que faziam parte da igreja, o professor conta que o governo se viu obrigado a emitir uma ordem executiva determinando que todos os fiéis a praticassem isolamento. A investigação rigorosa de todos os novos casos, combinada com provas exaustivas, freou rapidamente a propagação do vírus e em princípios de abril Daegu já estava registrando zero pacientes novos de Covid-19. Mas no resto do mundo o vírus continuou se propagando. Para a comunidade científica, segue sendo fundamental rastrear o vírus em todos os continentes. Rastro de pistas O ponto violeta no mapa de Wuhan representa as primeiras amostras tomadas de pacientes com Covid-19 e analisadas por cientistas para revelar o genoma do vírus. Trata-se de uma cadeia de 30 mil letras genéticas que contém tudo que o vírus necessita para se replicar e se propagar. 1 de janeiro de 2020 Reprodução/Nextstrain/BBC Desde o descobrimento do genoma, os cientistas de todo mundo seguem analisando dezenas de milhares de amostras, colocando tudo na plataforma GISAID, uma das poucas bases de dados com código aberto. Ao sequenciar repetidamente o genoma milhares de vezes enquanto o vírus está se propagando, os cientistas podem rastrear mutações no código genético: pequenos erros, ou "erros tipográficos" na cadeia de letras. É como se fosse um rastro de pistas deixado pelo vírus. Ao seguir essas mutações, os cientistas podem mostrar como o vírus está se propagando por fronteiras. Por exemplo, se uma amostra tomada em Nova York revela três mutações singulares e várias amostras de Wuhan também têm esses mesmos três erros tipográficos no seu genoma, é muito provável que estes casos tenham se originado do mesmo agente transmissor. Ao estabelecer posteriormente um cronograma, os cientistas conseguem entender quando e como o vírus foi de Wuhan para Nova York. Com mais de 37 mil amostras já sequenciadas em todo o mundo, a natureza devastadoramente infecciosa do Sars-CoV-2 já foi completamente revelada. Mapa mostra as milhares de sequências genéticas do coronavírus Reprodução/Nextstrain/BBC A epidemiologista Emma Hodcroft trabalha com o grupo Nextstrain, que reúne cientistas dedicados a extrair informações-chave das dezenas de milhares de sequências publicadas na plataforma GISAID. Eles produzem um mapa aberto com informações em tempo real na medida que se descobre mutações do genoma e sua propagação pelo mundo. Emma Hodcroft trabalha em um mapa aberto do genoma da Sars-CoV-2 BBC "É possível que as pessoas não saibam quando ou onde se infectaram. Mas os dados do genoma são bem confiáveis", diz Hodcroft. Especialmente em lugares onde não há informação, como é o caso do Irã. Vínculos misteriosos No final de janeiro, Hodcroft e a equipe da Nexstain começaram a perceber uma série de amostras com genomas extremamente similares e com mutações idênticas, mas com origem em oito países diferentes - incluindo Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, China e Holanda. Seguindo o rastro por um tempo, não foi possível determinar inicialmente de onde vinham essas amostras. "Os casos estavam todos reunidos bem perto entre si no nosso mapa", diz Hodcroft. "Isso foi surpreendente, porque as pessoas não pareciam ter nada em comum. Mas depois acabamos descobrindo que muitas amostras australianas eram de pessoas que haviam viajado para o Irã." "Isso foi uma informação poderosa, porque na época nós não tínhamos nenhuma amostra do Irã. Mas com essa descoberta foi possível dizer com um alto grau de confiança que essas amostras eram de alguém que foi infectado no Irã ou por alguém que havia recentemente passado por lá." Observando essas amostras do Irã, como irmãos e primos em uma árvore genealógica, a equipe do Nextstrain pode concluir que não só todos esses casos tiveram a mesma origem de contágio no Irã como também que um surto no país também se formou a partir daquele episódio. Desde então, rastreadores de contato passaram a atribuir o principal surto do Irã à cidade sagrada de Qom. Com milhares de turistas visitando a cidade a cada dia, o vírus se espalhou de Qom para todas as províncias do Irã em apenas duas semanas. 25 de abril: mulheres com máscaras e equipamento de proteção contra a Covid-19 fazem compras em Teerã, no Irã. Atta Kenare/AFP Através do rastreamento de contato e do acompanhamento remoto do genoma, cientistas revelaram a velocidade e resistência com a qual a Covid-19 se espalhou pelo mundo. Apesar de todas as descobertas dos últimos seis meses, especialistas seguem um passo atrás do vírus - sem conseguir prever quando e onde ele vai atacar novamente. Quando o assunto é contenção, um problema enorme continua: a habilidade caótica e singular do vírus de se deslocar pela população, às vezes desencadeando doenças fatais, mas na maior parte do tempo produzindo apenas sintomas moderados ou até mesmo nenhum sintoma. Investigar a disseminação silenciosa da Covid-19 entre pessoas sem sintomas é algo muito difícil. No entanto, um pequeno vilarejo rural no Norte da Itália produziu uma peça importante neste quebra-cabeça. Uma ameaça invisível A primeira morte da Itália por Covid-19 aconteceu não em uma das suas muitas cidades movimentadas, mas sim no pequeno e isolado vilarejo de Vo', na base das Colinas Eugâneas, na região do Veneto. O local tem população de cerca de 3 mil pessoas e seu parque nacional fica a uma hora de Veneza. Assim que a primeira fatalidade foi confirmada no dia 21 de fevereiro, autoridades locais tomaram a decisão de fechar todo o vilarejo e começaram a testar todos os residentes, independente de haver sintomas ou não. Cientificamente isso criou uma oportunidade única de se ter milhares de testes contínuos de pessoas vivendo em quarentena. Dois homens passam por uma faixa da Galeria Uffizi em Florença, na Itália, durante sua reabertura na terça-feira (2) com novas regras sociais de distanciamento e higiene após meses de fechamento devido ao surto de Covid-19 Jennifer Lorenzini/Reuters O microbiologista Enrico Lavezzo liderou esse estudo. Ele explica que a descoberta mais importante do estudo foi a da disseminação silenciosa do vírus: a proporção enorme de pessoas que testavam positivo, mas que apresentavam sintomas moderados ou nenhum sintoma. "Mais de 40% das pessoas estavam portando o vírus e sequer tinham consciência de que estavam contagiando outras pessoas. Isso é um problema enorme na hora de se conter uma doença infecciosa", diz Lavezzo. Enrico Lavezzo trabalhou no estudo que detectou a "disseminação silenciosa" do Sars-CoV-2. BBC O grupo de pesquisas de Lavezzo foi um dos primeiros a estabelecer em uma escala maior o problema dos assintomáticos. Outros estudos desde então já produziram estimativas mostrando que até 70% das pessoas podem ser assintomáticas. A outra descoberta surpreendente foi a de que, entre 3 mil pessoas, não houve nenhuma criança com menos de dez anos infectada. "Não estamos dizendo que crianças não podem ser contaminadas. Isso já foi demonstrado em outros estudos. Mas o fato de que pelo menos uma dúzia delas estava vivendo com pessoas contaminadas mas não pegaram o vírus é estranho e precisa ser investigado mais a fundo", diz Lavezzo. A principal razão pela qual a Covid-19 continua avançando sem parar é porque, comparado com outros coronavírus, ele parece conseguir afetar grandes quantidades de pessoas, que acabam servindo involuntariamente de portadores, aumentando ainda mais a disseminação. Mas por que a Covid-19 é tão singular na sua capacidade de causar sintomas tão variados, de uma leve tosse a problemas respiratórios fatais? E por que as crianças seriam menos afetadas? Uma combinação mortal Os cientistas descobriram que o vírus só entra no corpo humano de um jeito, que é se agarrando a alguns receptores específicos presentes nas células humanas, conhecidos como ACE-2. O laboratório do professor Michael Farzan foi o primeiro a descobrir o ACE-2, em 2003, durante a epidemia de Sars. Mike Farzan trabalhou na descoberta dos receptores ACE-2 durante a epidemia de Sars de 2003 BBC Mas Farzan explica que o problema do receptor ACE-2 é que ele existe em diversas partes diferentes do corpo, como nariz, pulmão, intestinos, coração, fígado e cérebro. Essa disseminação ampla do ACE-2 explica por que a Covid-19 provoca tantos sintomas distintos. De uma infecção no nariz, que prejudica o olfato, à inflamação dos pulmões, com tosses fortes. Geralmente os vírus são bons ou em contágio ou na capacidade de provocar doenças graves. A Covid-19 é mais perigoso porque é bom nas duas coisas. Ao infectar as vias respiratórias superiores, o nariz e a parte superior do pulmão, a inflamação provoca tosse e espirros, que rapidamente disseminam a doença. E ao mesmo tempo a infecção nas vias inferiores e na parte inferior do pulmão pode causar problemas respiratórios potencialmente fatais. Raio-X de um homem de 68 anos mostra sintomas graves da Covid-19. As áreas brancas mostram a inflamação dos alvéolos, que provoca dificuldade de respiração The Royal College of Radiologists/BBC As evidências de que crianças são mais ou menos propensas a passar o vírus adiante do que os adultos são inconclusivas. O grupo de assessoramento científico para emergências (Sage, na sigla em inglês) do governo britânico disse que o "balanço das evidências" sugere que crianças podem ter menores probabilidades de tanto contrair a doença quando espalhá-la. Mas eles mesmos também admitem que as evidências são inconclusivas. O professor Farzan afirma que os cientistas agora têm evidências de que crianças, que representam menos de 2% dos casos, possuem menos receptores ACE-2 na parte inferior de seus pulmões, em comparação com os adultos. "Isso significa que as crianças têm uma inclinação menor a contrair essa doença, pelo menos na forma da pneumonia grave que muitos adultos estão tendo", diz ele. Mas ainda assim as crianças possuem muitos receptores na parte superior do pulmão. "Elas ainda serão capazes de transmitir o vírus a outras pessoas porque a via respiratória superior é um canal importante de disseminação do vírus." É por causa da eficiente capacidade de devastação do vírus e de seu rápido contágio que - após seis meses de pesquisas - cientistas acreditam que a única forma de realmente pôr fim a essa pandemia - e evitar futuras ondas - é encontrando uma vacina. A corrida por uma vacina Há 124 grupos diferentes disputando a possibilidade de ser o primeiro a testar uma vacina contra a Covid-19. O professor brasileiro Jorge Kalil, diretor médico da Universidade de São Paulo (USP), lidera um desses testes que estão acontecendo no Brasil, um dos países mais afetados no mundo pela doença. Apesar do problema, o presidente Jair Bolsonaro segue participando de manifestações contra quarentenas, que foram decretadas na maioria das grandes cidades do país. Brasileiro Jorge Kalil, da USP, lidera um dos projetos de busca por vacina da Covid-19 BBC Algumas pessoas dizem que uma vacina pode estar pronta já em setembro, com o processo de fabricação e distribuição levando ainda outros 12 a 18 meses. Mas Kalil é cético. Ele diz que é importante ser rigoroso, e não ser o primeiro. "Nós temos que ir o mais rápido possível. Mas não acho que o primeiro a conseguir será o vencedor. Não é uma corrida de carro. O vencedor será a melhor vacina, aquela que funciona na maioria das pessoas – idealmente 90% – e que interrompa tanto os sintomas como a transmissão." Kalil acredita que para realmente se pôr um fim à pandemia o mundo precisa de uma vacina que funcione com idosos e aqueles que possuem comorbidades. São essas as pessoas que terão mais dificuldades de criar anticorpos, diz Kalil. Sem uma vacina assim, ele acredita que a Covid-19 continuará se espalhando. Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Initial plugin text Veja Mais

Atores relembram os casais mais shippados de 'Malhação: Viva a Diferença'

O Tempo - Diversão - Magazine A paixão se fez presente durante todas as fases do folhetim e arrebatou todas as cinco protagonistas Veja Mais

FOX SPORTS RÁDIO AO VIVO! Benja comanda o programa líder em audiência

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Alexandre de Moraes manda Ministério da Saúde divulgar dados sobre o coronavírus

O Tempo - Política Ministro do STF levou em consideração a gravidade da pandemia e que seus dados são importantes para as políticas públicas dos governos estaduais, municipais e o próprio federal Veja Mais

Terry Crews e Tyler James Williams, de 'Todo mundo odeia o Chris', discutem sobre racismo

G1 Pop & Arte Em troca de mensagens no Twitter, ator que viveu Chris discordou de post do intérprete do pai, que escreveu: 'Derrotar a supremacia branca sem pessoas brancas cria a supremacia negra'. Tyler James Williams e Terry Crews em cena da série 'Todo mundo odeia o Chris' Divulgação Os atores Terry Crews e Tyler James Williams, que viveram pai e filho na série "Todo mundo odeia o Chris", debateram sobre racismo em uma série de mensagens no Twitter. A discussão começou quando Terry, intérprete do pai, escreveu: "Derrotar a supremacia branca sem pessoas brancas cria a supremacia negra. A igualdade é a verdade. Querendo ou não, estamos nessa juntos". O ator que viveu Chris respondeu que "ninguém está pedindo por supremacia negra e a narrativa de que estaríamos machuca nossa causa e nosso povo". Tyler James Williams também escreveu: "Nosso povo está cansado de pessoas brancas que fazem uma cara boa e alegam que são 'antirracistas' enquanto operam e são beneficiadas pelos privilégios de um sistema claramente racista". "Nós não estamos tentando fazer isso sozinhos. Sabemos que não podemos. Mas nos recusamos a ter aliados que não se esforçam", completou Tyler. Ele acrescentou que não queria "denunciar" Terry Crews e disse que o ama. "Eu entendo, Tyler. Eu não estava dizendo que a supremacia negra existe, por não existe. Estou dizendo que se negros e brancos não continuarem a trabalhar juntos - atitudes ruins e ressentimentos podem criar uma presunção perigosa. É isso", respondeu Terry Crews. Initial plugin text Semana Pop mostra iniciativas criticadas e aplaudidas de famosos contra o racismo Veja Mais

Primeira parcela do socorro a estados e municípios será paga nesta terça, diz Tesouro

G1 Economia Primeira parcela será de R$ 15,036 bilhões. Lei prevê a transferência de R$ 60,15 bilhões em quatro parcelas. O Tesouro Nacional informou nesta segunda-feira (8) que pagará na terça (9) a primeira parcela do socorro a estados e municípios, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. A parcela, segundo o Tesouro, soma R$ 15,036 bilhões. A lei que criou o auxílio prevê a transferência total de R$ 60,15 bilhões para estados e municípios enfrentarem os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. Pela lei, o auxílio deve ser pago em quatro parcelas. Segundo o Tesouro, as demais parcelas serão pagas nas seguintes datas: segunda parcela: 13 de julho; terceira parcela: 12 de agosto; quarta parcela: 11 de setembro. Segundo o comunicado, o auxílio será depositado pelo Banco do Brasil nas mesmas contas que recebem o Fundo de Participação dos Municípios e o Fundo de Participação dos Estados. Ainda segundo o Tesouro, 5 municípios não receberão o recurso por não terem apresentado “declaração com ações renunciadas” ou “declaração sem ações a renunciar”. Um dos pré-requisitos para receber a ajuda da União é que estados e municípios desistam de ações judiciais contra a União relacionadas à pandemia. A ajuda ainda suspende as dívidas de estados e municípios com a União, inclusive os débitos previdenciários parcelados pelas prefeituras e que venceriam este ano. Veja Mais

Fed afrouxa condições de empréstimo e pede a bancos que comecem a liberar crédito

G1 Economia Banco Central dos EUA diminuiu valor mínimo do empréstimo de US$ 500 mil para US$ 250 mil do seu programa "Main Street" e prolongou o prazo, de quatro para cinco anos, para incentivar mais empresas e bancos a participarem. Prédio do Federal Reserve dos EUA em Washington, EUA (maio/2020) Kevin Lamarque / Reuters O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) flexibilizou as condições do seu programa de empréstimos "Main Street" nesta segunda-feira (8), diminuindo o tamanho mínimo do empréstimo de 500 mil dólares para 250 mil dólares e prolongando o prazo, de quatro para cinco anos, para incentivar mais empresas e bancos a participarem. Em um anúncio, a autoridade monetária também incentivou os financiadores a começarem a conceder empréstimos a pequenas e médias empresas "imediatamente", uma vez que elas estejam registrados ao Fed para participarem do programa. As mudanças abordam as preocupações levantadas por alguns credores, advogados e consultores de pequenas empresas de que o montante mínimo anterior, de 500 mil dólares, era muito elevado para ajudar muitas empresas afetadas pela pandemia do coronavírus. "Apoiar pequenas e médias empresas para que estejam prontas para reabrirem e recontratar trabalhadores ajudará a promover uma ampla recuperação econômica", disse o chair do Federal Reserve, Jerome Powell. "Estou confiante de que as mudanças que estamos fazendo irão melhorar a capacidade do Programa de Empréstimos 'Main Street' de apoiar o emprego durante este período difícil." Alguns pequenos credores disseram anteriormente que estavam preocupados em assumir riscos demais. Mas o Fed está minimizando ainda mais a desvantagem dos bancos e cooperativas de crédito que participam, assumindo 95% de todos os empréstimos emitidos por meio do programa. Anteriormente, o banco central concordava em assumir 85% ou 95% do empréstimo, dependendo do tipo de empréstimo. O Fed também deu às empresas mais tempo para pagarem seus empréstimos, o que poderia ajudar pequenas empresas. Os empréstimos agora duram cinco anos e os tomadores de empréstimo não devem pagamentos ao principal emprestador pelos dois primeiros anos. Anteriormente, os empréstimos eram estabelecidos para durarem quatro anos, sem a exigência de pagamentos no primeiro ano. Em meados de maio, Powell alertou que a crise econômica nos EUA pode ser longa. Veja mais no vídeo abaixo: Presidente do FED alerta que crise econômica americana pode ser longa e dolorosa Veja Mais

Facebook divulga mapas de movimentação e pesquisas com dados relacionados à Covid-19

G1 Economia Informações são sobre percentual de pessoas com sintomas da doença e até dados de movimentação medidos pelos recursos de localização da rede social. Em parceria com universidade americana, Facebook disponibiliza dados com percentual da população que apresentou sintomas de Covid-19. Reprodução O Facebook passou a divulgar novos dados sobre a pandemia de coronavírus em parceria com universidades e pesquisadores. A rede social também começou a disponibilizar informações agregadas de movimentação de usuários, que antes eram exclusivas a organizações e instituições de ensino. Esse agregado de dados faz parte de um programa chamado 'Data for Good', criado em 2017 para compilar informações relativas a emergências, com o intuito de usar as informações para salvar vidas. Uma das novidades é a divulgação de um mapa com resultado de uma pesquisa feita pela Universidade de Maryland, que foi veiculada pela rede social, e traz informações sobre o percentual de pessoas em uma região que relataram sintomas de Covid-19. Segundo Alex Pompe, gerente de pesquisa no Facebook, a rede social não teve acesso às informações coletadas, apenas colaborou para que a pesquisa chegasse a mais pessoas. "Usamos o alcance [do Facebook] para fornecer acesso aos usuários. As pesquisas são feitas nos sites das universidades", afirmou em conversa com o G1. Essa primeira pesquisa coletou informações de milhões de pessoas em 115 países, incluindo o Brasil. Outra pesquisa que está sendo promovida pela rede social é uma parceria entre o Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) e a Universidade Johns Hopkins, duas instituições renomadas nos Estados Unidos, para entender o acesso a medidas preventivas, como uso de máscaras, comportamento em público e distanciamento social. "O objetivo é tentar entender a extensão da presença da Covid-19 na população para poder relaxar as medidas de isolamento", explica Pompe. Dados de movimentação O Facebook também passou a divulgar dados de movimentação dos usuários da rede social que têm o aplicativo móvel no smartphone e estão com o recurso de localização ativado. As informações, que estavam disponíveis a pesquisadores desde 6 abril, foram apresentadas publicamente em blocos de 6km para os países analisados, o que evita que um usuário possa ser identificado. Com essas informações, a rede social consegue divulgar um índice de movimentação com base nos dados que são compartilhados pelos usuários, medindo quem se desloca além desses blocos. Dados do Brasil também estão na lista. Facebook: como controlar a privacidade da sua conta Segundo Pompe, foram tomadas medidas para realizar a divulgação, como anular dados em pontos onde tivessem menos de 3 usuários, além de optar por não divulgar informações a nível de bairro ou de residência. "Essencialmente estamos nos abrindo para uma auditoria por qualquer pessoa que tenha conhecimento de análise de dados e de privacidade", afirmou. Gráfico mostra dados do Facebook com percentual da população que reduziu movimentação na Europa. Divulgação/Facebook Veja Mais

Toffoli diz que 'dubiedade' de Bolsonaro sobre democracia assusta

O Tempo - Política Presidente do STF cobrou trégua entre Poderes para o enfrentamento ao coronavírus Veja Mais

Atores de 'Todo Mundo Odeia o Chris' discordam sobre racismo no Twitter

O Tempo - Diversão - Magazine Divergências aconteceram, principalmente, entre Tyler James Williams e Terry Crews, que viveram os personagens Chris e Julius Veja Mais

Fãs do BTS superam doação de US$ 1 mi da banda de k-pop para a luta antirracismo

O Tempo - Diversão - Magazine Depois da banda sul-coreana ter anunciado apoio ao movimento, as 'Armys', como são conhecidas as admiradoras, também aderiram à causa Veja Mais

Transmissão de Covid-19 por pacientes sem sintomas parece ser rara, diz OMS

Glogo - Ciência Líder técnica da entidade, Maria van Kerkhove, aconselhou países a acompanharem casos sintomáticos e rastrear os contatos deles para interromper a cadeia de transmissão. Agente de saúde tira amostra de sangue de recruta militar para teste rápido de Covid-19 na cidade de Vladivostok, no extremo leste da Rússia, no dia 4 de junho. Pavel Korolyov / AFP A líder técnica da Organização Mundial de Saúde (OMS) Maria van Kerkhove afirmou, nesta segunda-feira (8), que a transmissão da Covid-19 por pacientes sem sintomas da doença parece ser "rara". "Temos alguns relatos de países que estão fazendo rastreios de contatos muito detalhados, estão seguindo casos assintomáticos, seguindo contatos e não estão encontrando transmissões secundárias. É muito raro", disse van Kerkhove. Ela explicou que os casos assintomáticos (de pacientes que não têm sintomas) de Covid-19 têm sido identificados ao se fazer o rastreio de contatos de pacientes que apresentam os sinais da doença. Em alguns casos, pontuou van Kerkhove, quando uma segunda análise desses casos é feita, descobre-se que os pacientes tiveram, na verdade, leves sintomas da infecção. "Dito isso, nós sabemos que pode haver pessoas que são verdadeiramente assintomáticas e testam positivo no PCR", declarou a líder técnica. O teste PCR, que detecta o material do vírus em uma amostra, é considerado o "padrão ouro" para diagnóstico da doença. Maria van Kerkhove, líder técnica do programa de emergências da OMS Christopher Black/OMS "Estamos constantemente olhando para esses dados e tentando obter mais informações para de fato responder a essa pergunta, [mas] ainda parece ser raro que um indivíduo assintomático transmita a doença", completou van Kerkhove. A especialista pediu que os países se concentrassem naqueles que têm os sinais da infecção para tentar fazer o controle do vírus. "Se de fato acompanhássemos todos os casos sintomáticos, isolássemos esses casos, rastreássemos os contatos e colocássemos esses contatos em quarentena, haveria uma drástica redução na transmissão. Se pudéssemos nos focar nisso, iríamos nos sair muito bem em termos de suprimir a transmissão", afirmou. Estados anunciam flexibilização em época de alta circulação de vírus respiratórios, apontam séries históricas da Fiocruz Controvérsia Há, entretanto, controvérsia em torno das afirmações da OMS. O diretor do Instituto de Saúde Global da Universidade de Harvard, Ashish K. Jha, argumentou no Twitter que muitos pacientes disseminam o vírus (fazem o chamado "derramamento viral") antes de aparecerem os sintomas. Pedido por transparência OMS destaca necessidade de transparência nos dados sobre pandemia no Brasil A OMS também destacou, nesta segunda-feira (8), a necessidade de transparência nos dados brasileiros sobre a pandemia. O diretor de emergências da organização, Michael Ryan, espondeu a uma pergunta feita durante coletiva em Genebra sobre dados divulgados pelo Ministério da Saúde. "É muito importante, ao mesmo tempo, que as mensagens sobre transparência e divulgação de informações sejam consistentes, e que nós possamos contar com os nossos parceiros no Brasil para fornecer essa informação para nós, mas, mais importante, aos seus cidadãos. Eles precisam saber o que está acontecendo", destacou Ryan. No domingo (7), a pasta divulgou dados divergentes sobre o número de casos e mortes por Covid-19 registrados nas 24 horas anteriores. Nesta segunda, o ministério detalhou o erro na divulgação, que incluiu 857 mortes "a mais" no balanço. Segundo levantamento feito pelo G1 junto às secretarias estaduais de Saúde, o Brasil tem mais de 36,6 mil mortes pelo novo coronavírus. Veículos de comunicação formam parceria para dar transparência a dados de Covid-19 Veículos de comunicação formam parceria para dar transparência a dados de Covid-19 Initial plugin text Veja Mais

Mudança na divulgação ocorreu após Bolsonaro exigir menos de mil mortes por dia

O Tempo - Política Solução foi separar os óbitos ocorridos nas últimas 24 horas dos óbitos de datas anteriores, mas que só foram confirmadas naquele período Veja Mais

Governo articula planos 'B' e 'C' para fazer crédito chegar às pequenas empresas, diz secretário

G1 Economia Segundo Adolfo Sachsida (Política Econômica), ministro Paulo Guedes tem feito cobranças sobre acesso. Programa de crédito está em vigor, mas empresários não têm conseguido recursos. O secretário de Política Econômica do governo, Adolfo Sachsida Alan Teixeira/Macro Day BTG Pactual/Divulgação O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, afirmou nesta segunda-feira (8) que o governo articula um "plano B" e um "plano C" para fazer com que o crédito chegue às micro e pequenas empresas. Sachsida deu a declaração ao participar, por meio virtual, de um evento organizado pela Câmara Internacional de Comércio. Em meio à crise na economia, provocada pela pandemia do novo coronavírus, o governo editou uma medida provisória para garantir crédito às empresas, o chamado Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A MP foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o G1 e o Jornal têm mostrado que os empresários não estão conseguindo acessar os recursos. "Existem outras medidas que certamente vão sair. Vou deixar claro, essa é uma cobrança do ministro Paulo Guedes, o crédito tem que chegar nas micro e pequenas empresas. Estamos muito atentos a isso. Estamos trabalhando inclusive em em um plano B e em um plano C", declarou Sachsida nesta segunda-feira. Segundo ele, integram o "plano A" o Pronampe, o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) e o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese). Segundo Sachsida, as medidas adotadas pelo governo para "irrigar o mercado de crédito" têm tido "sucesso", mas a demanda aumentou "muito". Valdo: Paulo Guedes quer ajustar medidas de crédito para empresas Situação 'mais dramática' Ao discursar no mesmo evento, o diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Ribeiro Damaso, afirmou que a situação de micro, pequenas e médias empresas é "mais dramática" porque, segundo ele, a procura por crédito aumentou entre 200% e 300% nesses segmentos. Damaso destacou, em seguida, que o aumento causa a "sensação" de que falta crédito. "Quando a gente olha para micro, pequenas e médias empresas a situação é mais dramática. A demanda de crédito cresceu 200%, 300%, segundo uma pesquisa do Sebrae, e mesmo o sistema financeiro concedendo 10%, 20%, 30% a mais de crédito para esse segmento nesse período, visto o crescimento da demanda de 300% fica a sensação que fica é que está faltando crédito para esse segmento", afirmou. Participação do Tesouro Ao comentar a atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos financiamentos, Adolfo Sachsida defendeu que o Tesouro Nacional participe mais para evitar a falência de empresas. Segundo ele, é preciso manter a base produtiva de grandes e pequenas empresas. "Eu, honestamente, assino embaixo de que o Tesouro tinha que assumir parte expressiva dessas garantias. Honestamente, no ambiente que estamos hoje, você vai ter que perder dinheiro para manter a base produtiva. É mais seguro perder um pouco agora e manter a base do que segurar o dinheiro agora e ter uma quebradeira geral daqui dois, três meses", afirmou. Sachsida afirmou ainda que as demissões não estão maiores porque o governo lançou o programa de suspensão e redução do contrato, com compensação paga pelo Tesouro. Initial plugin text Veja Mais

Petrobras registra queda de 31% dos casos de furto de combustíveis em dutos

G1 Economia Segundo a petroleira, projeto de proteção de dutos evitou perda de 3,4 milhões de litros de combustíveis em um ano. Programa foi implantado em junho de 2019 depois que uma criança morreu no RJ vítima do vazamento de gasolina após furto em um duto. Tentativa de furto de gasolina deixa criança gravemente ferida no RJ Reprodução/JN O furto de combustíveis a partir de dutos da Petrobras teve queda de 31% em um ano, informou a companhia nesta segunda-feira (8). A redução, segundo a petroleira, é resultado do Programa Integrado de Proteção de Dutos, implementado em junho do ano passado, após uma criança morrer em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, vítima de um vazamento de gasolina após furto em duto. Segundo a Petrobras, a redução percentual equivale a uma economia de 3,4 milhões de litros de combustíveis em um ano. Um ano antes de criar o programa de proteção de dutos, a companhia registrou recorde de furtos, com 261 incidentes registrados nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo em 2018. Em 2019, segundo a companhia, foram registrados 203 casos. Em 2020, foram 101 ocorrências até maio. O objetivo da Petrobras é reduzir em 75% o número de ocorrências até 2021. A Petrobras enfatizou que o furto de combustíveis em dutos é um crime que coloca em risco a população e o meio ambiente. Exemplo disso é a morte da menina Ana Cristina Pacheco Luciano, de 9 anos, em maio de 2019. A criança teve 80% do corpo queimado ao cair numa poça de gasolina no vazamento de um oleoduto alvo de furto em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O furto aconteceu no dia 26 de abril de 2019 e a garota morreu quase um mês depois. Quatro suspeitos de participarem do crime foram presos em uma operação da Polícia Civil na Baixada Fluminense. Ações integradas e monitoramento constante Além de buscar ações integradas com os governos federal e estaduais para combater os furtos, o programa de proteção de dutos conta com o monitoramento 24 horas da malha de dutos por meio de mais de uma centena de sistemas que permitem identificar e localizar os furtos. Ainda segundo a petroleira, está em pauta no Congresso Nacional um projeto que prevê o endurecimento da pena para quem pratica o furto de combustível, que atualmente é comparável ao crime de furto comum. “Apesar de o transporte de combustíveis por dutos ser seguro e eficiente, as intervenções criminosas podem trazer consequências graves para a comunidade, como incêndios, explosões, vazamentos, poluição e contaminação de áreas ambientalmente sensíveis”, enfatizou a companhia. Veja Mais

Movimentos de oposição a Bolsonaro confirmam volta às ruas em novos atos

O Tempo - Política Adesão foi maior em São Paulo, onde também houve panelaços e buzinaços contra o presidente Veja Mais

Justiça fixa em US$ 1 milhão fiança para policial acusado de matar George Floyd

O Tempo - Mundo Morte de cidadão negro desencadeou protestos pelo mundo todo contra o racismo e a violência policial Veja Mais

JOGO SAGRADO! Benja comanda o melhor debate esportivo

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EXPEDIENTE FUTEBOL! João Guilherme e cia. chegam com as principais notícias do mundo da bola

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A Voz do Brasil - 08/06/2020

A Voz do Brasil - 08/06/2020

Câmana dos Deputados RÁDIO CÂMARA - Confira nesta edição, entre outros assuntos: ✔️Pauta da semana inclui MP que altera as regras trabalhistas na pandemia; ✔️Rodrigo Maia critica mudanças na divulgação das estatísticas da Covid; ✔️Comissão quer priorizar projetos de combate à violência contra negros. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #AVozDoBrasil #RádioCâmara Veja Mais

Brasil tem 849 mortes por coronavírus em 24 horas, revela consórcio de veículos de imprensa; são 37 mil no total

Glogo - Ciência Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 19.631 novos casos de Covid-19 em um dia; são 710.887 no total. O Brasil teve 849 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, já são mais de 37 mil óbitos pela Covid-19 no país até esta segunda-feira (8). Veja os dados, consolidados às 20h: 37.312 mortes - eram 36.463 até as 20h de domingo (7), uma diferença de 849 óbitos 710.887 casos confirmados; eram 691.256 até a noite de domingo Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. Consulte o número de casos e mortes em sua cidade no Mapa do Coronavírus Das 20 cidades com maior mortalidade no Brasil, 12 estão no Amazonas e só quatro fora da Região Norte. No ranking, aparecem cinco capitais, nesta ordem: Belém (1°), Fortaleza (5°), Recife (11°), Manaus (13°) e Rio de Janeiro (15°). Taxa de ocupação de leitos de UTI Acre – 82,6% em todo o estado em 4/6 Alagoas – 79% em todo o estado 4/6 Amapá – 98,84% em todo o estado em 4/6 Amazonas – 70% em todo o estado em 3/6 Bahia – 71% em todo o estado em 5/6 Ceará – 76,30% em todo o estado em 8/6 Distrito Federal – 69,5% na rede privada e 42,24% na rede pública em 29/5 Espírito Santo - 85,14% em todo o estado em 4/6 Goiás - 46,6% dos leitos de gestão estadual, em todo o estado em 3/6 Maranhão –96,25% na Grande São Luís, 80,85% no interior e 85,2% em Imperatriz em 2/6 Mato Grosso – 37,6% em todo o estado em 4/6 Mato Grosso do Sul – 5,4% em todo o estado em 8/6 Minas Gerais – 71% em todo o estado em 8/6 Pará – 79% em todo o estado em 3/6 Paraíba – 67% em todo o estado em 5/6 Paraná – 40% em todo o estado em 4/6 Pernambuco – 98% em todo o estado em 3/6 Piauí - 61% em todo o estado em 24/5 Rio de Janeiro – 90% no SUS em todo o estado em 5/6 Rio Grande do Norte – 84% na rede pública e 71% na rede privada em 5/6 Rio Grande do Sul – 71,9% em todo o estado em 5/6 Rondônia – 77,9% em todo o estado em 3/6 Santa Catarina – 61,7% do sistema público em todo o estado em 3/6 São Paulo – 71% em todo o estado em 5/6 Sergipe – 68,3% na rede pública e 85% na rede privada em todo o estado em 4/6 Tocantins – 60% dos leitos ocupados em 3/6 Roraima não divulga a lotação dos leitos de UTI do estado. Testes feitos pelos estados Número de testes de coronavírus feitos pelos estados Rio de Janeiro não divulga o número de testes. Pacientes recuperados Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados Dados do Ministério da Saúde O Ministério da Saúde também divulgou dados nesta segunda-feira (8). Segundo a pasta, houve 679 novos óbitos e 15.654 novos casos, somando 37.134 mortes e 707.412 casos desde o começo da pandemia. Ou seja, um número inferior ao divulgado pelo consórcio. A divulgação, porém, ocorreu horas antes. A parceria entre os veículos de comunicação foi feita justamente em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificulta ou inviabiliza a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Initial plugin text Veja Mais

'É um conflito desnecessário', diz Maia sobre mudanças na divulgação de dados

O Tempo - Política Presidente da Câmara dos Deputados afirmou que já houve divergências entre Estados, municípios e União e que o país não precisa de outros embates Veja Mais

Rodrigo Maia quer decidir sobre datas das eleições municipais até o fim de junho

O Tempo - Política Presidente da Câmara dos Deputados voltou a dizer que há um consenso sobre adiar a data do pleito e não para se prorrogar mandatos Veja Mais

THIAGO SILVA VOLTANDO AO FUTEBOL BRASILEIRO?

THIAGO SILVA VOLTANDO AO FUTEBOL BRASILEIRO?

Fox Sports Brasil Zagueiro não renovará com o PSG para a próxima temporada, e nossos comentaristas analisaram a possibilidade da volta do jogador. Gostaria do TS3 no seu time, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Thiago #PSG #Brasil Veja Mais

D1ª AO VIVO! Veja as últimas notícias do mundo esportivo

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Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Live #Esporte #Noticia Veja Mais

Congresso decide divulgar números paralelos de Covid-19 no Brasil

O Tempo - Política Dados serão divulgados pela comissão mista de deputados e senadores criada em abril para acompanhar as ações do governo Veja Mais

Presidente do Banco do Brasil fala de atuação na pandemia - 08/06/20

Presidente do Banco do Brasil fala de atuação na pandemia - 08/06/20

Câmana dos Deputados A comissão de deputados e senadores que acompanha as as ações contra o Coronavírus volta a reclamar da dificuldade para que recursos em forma de empréstimos cheguem a empresários afetados pelos efeitos da pandemia. Nesta segunda, quem respondeu aos questionamentos na comissão mista foi o presidente do Banco do Brasil. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados Veja Mais

Tatá Werneck e Rafa Vitti estreiam programa sobre relacionamentos no Multishow

O Tempo - Diversão - Magazine 'Lady and Bofe' é um spin-off do 'Lady Night', talk show comandado pela atriz, e vai reunir a dupla com outros casais para conversarem sobre suas dinâmicas em tempos de quarentena Veja Mais

GSI pretende empenhar até R$ 136,2 mil com aluguel de alambrados para o Planalto

O Tempo - Política O pregão eletrônico vai ser realizado no próximo dia 19 e o contrato com a empresa vencedora vai ter duração de um ano Veja Mais

Retirada estratégica? Microsoft pode adiar Xbox 20/20 de junho para "dar a vez" ao PlayStation 5

tudo celular A informação vem de um redator do site VentureBeat, que chegou a revelar anteriormente a existência do agora adiado evento da Sony no dia 4 Veja Mais

Daniel Radcliffe responde a comentários de J. K. Rowling: 'Mulheres trans são mulheres'

G1 Pop & Arte Intérprete de Harry Potter nos filmes rebateu tuítes da escritora, que foi criticada pela comunidade LGBT+. Daniel Radcliffe em primeiro vídeo do projeto 'Harry Potter at home' Reprodução/Wizarding World O ator Daniel Radcliffe publicou um texto nesta segunda-feira (8) de resposta a comentários feitos pela escritora J. K. Rowling em relação a mulheres transgênero. "Mulheres trans são mulheres", escreveu o intérprete de Harry Potter nas adaptações dos livros da autora. "Qualquer declaração ao contrário apaga a identidade e a dignidade de pessoas transgênero e vai contra todos os conselhos dados por associações profissionais de saúde que têm muito mais experiência no assunto que Jo ou eu." O texto foi publicado no site do Trevor Project, uma organização sem fins lucrativos dedicada à intervenção de crise e à prevenção de suicídios para pessoas da comunidade LGBT+. No domingo (7), a autora da série de livros "Harry Potter", motivou a raiva de fãs e membros da comunidade após uma série de tuítes que acusados de transfóbicos. "Sei que alguns veículos de imprensa vão provavelmente retratar isso como uma briga entre J. K. Rowling e eu, mas não é isso", afirmou o ator no texto "Daniel Radcliffe responde aos tuítes de J. K. Rowling sobre identidade de gênero". "Enquanto Jo é inquestionavelmente responsável pelo curso que minha vida tomou, como alguém que foi honrado em trabalhar com e continua a contribuir com o Trevor Project pela última década, e até como ser humano, me sinto compelido a dizer algo neste momento." No texto, ele afirma que "78% dos jovens transgênero e não-binários relatam que foram alvo de discriminação por causa de sua identidade de gênero. Está claro que precisamos fazer mais para apoiar as pessoas transgênero e não-binárias, não invalidar suas identidades, e não causar maior dano." Ele também aproveitou para pedir desculpas aos fãs dos livros. "A todos aqueles que agora sentem que sua experiência com os livros foi manchada ou diminuída, sinto profundamente pela dor que esses comentários causaram", disse. "Espero de verdade que vocês não percam totalmente o que foi valioso nessas histórias para vocês. Se esses livros ensinaram que amor é a maior força do universo, capaz de superar qualquer coisa; se eles ensinaram que a força é encontrada na diversidade, e que ideias dogmáticas de pureza levam a opressão de grupos vulneráveis; se vocês acreditam que um personagem em particular é trans, não-binário, ou tem gênero fluido, ou é gay ou bissexual; se você encontrou qualquer coisa nessas histórias que ressoou em você e ajudou em qualquer momento de sua vida — então isso é entre você e o livro que você leu, e isso é sagrado." Veja Mais

Governo federal anula anistia política concedida a 295 ex-cabos da Aeronáutica

O Tempo - Política A determinação da ministra Damares Alves é um desdobramento de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a revisão dos processos Veja Mais

Ex-presidente da Audi será julgado em setembro na Alemanha no caso 'dieselgate'

G1 Economia Rupert Stadler e outros 3 envolvidos deverão comparecer diante dos juízes a partir de 30 de setembro. Escândalo ficou conhecido por montadora ter manipulado emissões de motores a diesel. Ex-presidente da Audi, Rupert Stadler, em imagem de arquivo Daniel Roland / AFP O ex-presidente da Audi, Rupert Stadler, será julgado a partir de 30 de setembro na Alemanha pelo "dieselgate", o escândalo dos motores a diesel manipulados do Grupo Volkswagen, anunciou nesta segunda-feira (08) o tribunal regional de Munique. Stadler e outros três envolvidos da Audi deverão comparecer diante dos juízes especializados em infrações econômicas pelas acusações de "fraude", "emissões de certificados falsos" e "propaganda enganosa". A promotoria acusa Stadler, de 57 anos, de ter lançado no mercado cerca de 434.000 veículos a diesel equipados com um programa que falsificava as emissões de dióxido de nitrogênio, apesar de ter sido informado da manipulação "o mais tardar no final de setembro de 2015". Histórico do 'dieselgate' O escândalo explodiu em 2015, quando a Volkswagen admitiu ter equipado 11 milhões de veículos com dispositivos para manipular os resultados das emissões. Desde então, a empresa teve de desembolsar bilhões de euros em gastos jurídicos, multas e indenizações, fundamentalmente nos Estados Unidos. Veja Mais

Para analistas, falta de transparência pode configurar crime de responsabilidade

O Tempo - Política Especialistas afirmam que o presidente Jair Bolsonaro e ao ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, atentam contra as leis de acesso à informação Veja Mais

Metade dos brasileiros reduziu despesas após Covid-19, diz pesquisa

G1 Economia Um estudo do Ibope Inteligência encomendado pelo C6 Bank mostrou que 51% dos entrevistados revelaram ter diminuído gastos e que 27% passaram a guardar mais recursos para possíveis incertezas no futuro. SÃO PAULO - Região da Rua 25 de Março, comércio popular no centro de São Paulo, é vista praticamente deserta na manhã deste sábado (4) Nelson Antoine/Estadão Conteúdo Metade dos brasileiros reduziu as despesas após desdobramentos da pandemia do coronavírus, revelou uma pesquisa do Ibope Inteligência, encomendado pelo C6 Bank, e divulgada nesta segunda-feira (8). De acordo com o levantamento, 89% das pessoas das classes A, B e C, com acesso à internet, mudaram os hábitos em relação ao dinheiro após a crise. E 51% dos entrevistados revelaram ter diminuído gastos e que 27% passaram a guardar mais recursos para possíveis incertezas no futuro. Em outra frente, 22% já começaram a atrasar o pagamento de boletos, contas ou outros compromissos financeiros. O estudo também revelou que a pandemia afetou a renda de 55% dos brasileiros das classes A, B e C. Dois terços dos respondentes disseram que essa queda foi superior a 25%. "A redução da renda impacta diretamente na mudança dos hábitos financeiros e como ela acontece em grande proporção o impacto se torna ainda maior", fiz trecho do estudo. Outro dado relevado pelo levantamento é 31% dos entrevistados contaram que a maior parte das compras passou a ser feita online. A pesquisa com duas mil pessoas das classes A, B e C com acesso à internet, tem margem de erro de dois pontos percentuais. Um outro estudo do IPC Maps, feito com exclusividade para a GloboNews, estima que o potencial de consumo caia 5,39% no Brasil. Veja mais no vídeo abaixo: Pesquisa estima que potencial de consumo caia 5,39% no Brasil Veja Mais

Exportações de soja e açúcar do Brasil disparam na 1ª semana de junho

G1 Economia Venda externa de soja avançou 48% na primeira semana de junho, contra igual período de 2019. Já as exportações de açúcar somaram 143,7 mil toneladas ao dia, ante 81 mil toneladas em junho do ano passado. Lavoura de soja, um dos principais produtos do agronegócio brasileiro REUTERS/Agustin Marcarian O ritmo de exportação de soja brasileira avançou 48% na primeira semana de junho, em relação à média de junho de 2019, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (8), na esteira da ampla demanda da China pela oleaginosa. Nos cinco primeiro dias úteis de junho, o país exportou 666,7 mil toneladas de soja por dia em média, ante 450,1 mil toneladas no mês completo do ano anterior. Somente em maio, as importações chinesas de soja aumentaram 27,4% no comparativo anual, para 9,38 milhões de toneladas, conforme dados oficiais do país asiático, divulgados no domingo (7), e a expectativa do mercado é que as compras da oleaginosa continuem acima de 9 milhões de toneladas por mês até julho. As exportações de açúcar também seguem fortes, somando 143,7 mil toneladas ao dia, ante 81 mil toneladas em junho do ano passado, com vários fatores impulsionando os embarques brasileiros, como o câmbio e a disponibilidade maior na comparação com outros países, o que tem resultado em grandes filas de navios no porto de Santos. Milho e café Produção de milho no Paraná Reprodução/RPC Na contramão, o ritmo de vendas externas de milho do Brasil recuou expressivamente em meio ao menor volume de cereal disponível para exportação no país. Na primeira semana de junho, os embarques alcançaram 7,72 mil toneladas ao dia, queda de 87,7% em relação à média diária do mesmo mês de 2019. A tendência é que a disponibilidade de milho para exportação siga inferior à do ano passado, visto que a produção do cereal de segunda safra deve recuar 5,2% no Brasil, de acordo com levantamento divulgado pela AgRural nesta segunda-feira. Petróleo e carnes Os embarques de café verde caíram 32%, para cerca de 6 mil toneladas por média diária (101 mil sacas de 60 quilos) ante a média de junho do ano passado, conforme a Secex. Na indústria extrativa, o petróleo registrou redução no ritmo de vendas externas, de 18,25%, para 155,7 mil toneladas por média diária na primeira semana do mês. No minério de ferro, os embarques caíram 7,44%, para 1,44 milhão de toneladas pela média diária. No setor de carnes, as exportações de aves marcaram queda de 28,45% para 13,9 mil toneladas por média diária, enquanto os embarques da proteína bovina baixaram 9,15%, para 5,47 mil toneladas por média diária, mesmo após a demanda chinesa ter se mostrado firme para estes mercados nos últimos meses. Veja Mais

Revista propõe conteúdo afirmativo para mulheres lésbicas e bissexuais

O Tempo - Diversão - Magazine Produzida com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, publicação dá visibilidade e informação a mulheres que se relacionam com mulheres Veja Mais

Argentina quer imposto sobre grandes fortunas para fortalecer área da saúde e mais pobres

G1 Economia Dinheiro arrecadado socorreria os mais pobres e iria para as pequenas e médias empresas que afundaram com o agravamento da crise econômica. Argentina: país enfrenta um agravamento da crise econômica com a pandemia de coronavírus Reuters A Argentina começou a discutir um imposto extraordinário para quem tem patrimônio declarado acima de US$ 3 milhões e planeja destinar o dinheiro arrecadado, principalmente, para a área da saúde, foco de atenção do governo do presidente Alberto Fernández em tempos de pandemia do novo coronavírus. Segundo autores do projeto, o dinheiro arrecadado socorreria os mais pobres e iria ainda para as pequenas e médias empresas que afundaram com o agravamento da crise econômica argentina nesta era de quarentena de prevenção contra a Covid-19. Batizado de "imposto para os ricos", o projeto apresentado por parlamentares governistas na Câmara dos Deputados recebeu apoio explícito do presidente argentino. Coronavírus: a operação de choque em Buenos Aires para isolar favelas contra espalhamento da covid-19 "Somos 45 milhões de pessoas na Argentina e 12 mil pessoas concentram muita riqueza. É para essas pessoas que pediremos esse apoio excepcional para a situação difícil gerada pela pandemia. E será cobrado só uma vez", disse Fernández à emissora de televisão C5N, de Buenos Aires. Em sua conta no Twitter, o presidente argentino disse que o imposto sobre grandes fortunas será "uma ferramenta útil para enfrentar a luta contra o coronavírus" e representará "a solidariedade" dos mais ricos. Autores do projeto estimam que seriam arrecadados cerca de US$ 3 bilhões com alíquotas diferenciadas de acordo com o valor do patrimônio declarado. O percentual seria entre 2% e 3,5% do total de bens declarados, de acordo com autores da proposta. A iniciativa recebeu apoio dos governistas, mas foi criticada por setores da oposição e do empresariado. A Argentina já completava quase dois anos de recessão, com índices altos de pobreza (cerca de 35% da população), de desemprego (em torno de 10%) e de inflação (53% em 2019), quando surgiram os primeiros casos do novo coronavírus no país. Argentina entra oficialmente em moratória O governo Fernández decretou a quarentena preventiva, social e obrigatória, há quase 80 dias, no dia 20 de março, colocando um freio na expansão dos casos de Covid-19, como ressaltam infectologistas que assessoram o governo. Desde então, como em outros países, a administração central intensificou a distribuição de benefícios para tentar amenizar o impacto econômico e social dos efeitos do agravamento da crise econômica. O Ministério do Desenvolvimento Produtivo estima que em torno de 90% das casas dos argentinos recebam hoje, na era da pandemia, algum tipo de benefício, seja através de subsídios emergenciais para autônomos e desempregados, créditos sem juros e socorro do Estado ao setor privado para o pagamento dos salários dos trabalhadores. O cenário de aumento do gasto público, menor arrecadação de impostos, com o comércio e outros setores parados, pressionou o caixa do governo, concordam economistas. Neste cenário, a base governista no Congresso Nacional espera aprovar a tributação para as grandes fortunas até agosto. Argentina mantém cidades em confinamento e alivia medidas nas províncias O texto foi apresentado pelo deputado Máximo Kirchner (filho da vice-presidente Cristina e líder do governo na Câmara dos Deputados), em abril, poucos depois do início da quarentena nacional, e redigido pelo presidente da Comissão de Orçamento, deputado Carlos Heller, do Partido Solidário e presidente do Banco Credicoop Cooperativo. "Trata-se de uma ajuda extraordinária, em uma única vez e com destino determinado: a aquisição de produtos vinculados à crise sanitária, o fortalecimento da distribuição de alimentos para as pessoas de baixa renda e socorro para as pequenas e médias empresas que mais estão sofrendo com a crise. Assim, elas poderão manter os empregos que geram", disse Heller num artigo no jornal Página 12. Para ele, a Argentina precisa "urgente" de recursos para continuar encarando os desafios gerados pela pandemia, como a atenção às populações mais vulneráveis, e o imposto, disse, "não mudará as condições de vida e a acumulação de riqueza" dos que serão alvo da tributação. Procurado pela BBC News Brasil, ele respondeu, através de sua assessoria, que prefere falar quando o projeto estiver a caminho da votação. Argentina anunciou o isolamento social obrigatório em nível nacional devido à crise do coronavírus em 20 de março Reuters 'Busca cultural da igualdade social' A economista Julia Strada, especialista em desenvolvimento econômico e diretora do Centro de Economia Política (Cepa), de Buenos Aires, disse que o projeto é "uma espécie de contribuição solidária" na pandemia. "Acho que esse é um assunto muito importante no contexto de desigualdade social vivida na Argentina. A discussão tinha começado com setores da oposição defendendo a redução de salários da classe política. Mas acho que esse é um debate que deve envolver o poder econômico (não os salários da classe política)", disse Strada à BBC News Brasil. Para ela, o imposto extraordinário representaria uma política pública e um possível "precedente" para que volte a ser aplicado quando o Estado passar por outra situação econômica crítica. Argentina e credores se aproximam de acordo após novas ofertas "Um imposto à classe política pode ser um gesto, mas não resolve e não faz parte da busca cultural sobre a redução da brecha entre ricos e pobres. A discussão deve incluir o poder econômico. O problema hoje é a desigualdade social. A classe política e o Estado estão buscando soluções para a pandemia. A política é a saída para a pandemia", opinou Strada, que integra ainda o Grupo Província, ligado ao estatal Banco Província. Strada observou que a discussão de um imposto sobre as grandes fortunas também passou a ser realizada, nestes tempos de pandemia de Covid-19, em outros países da América do Sul, como a Bolívia. No país andino, o candidato presidencial e ex-ministro da Economia do governo de Evo Morales, Luis Arce, do Movimento ao Socialismo (MAS), propõe a criação de um "fundo solidário", a partir de um imposto sobre as grandes fortunas, que seria destinado ao setor da saúde. No Uruguai, foi criado o Fundo Coronavírus, ideia do governo do presidente conservador Luis Lacalle que contou com apoio da opositora Frente Ampla, dos ex-presidentes José 'Pepe' Mujica e Tabaré Vázquez. O fundo reúne recursos surgidos a partir do corte no salário do setor público, incluindo políticos. Argentina estende lockdown por mais 3 semanas Afugentar investimentos Na Argentina, a proposta de Máximo Kirchner, filho da ex-presidente e atual vice-presidente do país, Cristina Kirchner, que é presidente do Senado, gera controvérsia. O economista Marcelo Elizondo, especialista em negócios e em comércio exterior, entende que o projeto pode afugentar investidores em um país que já tem dificuldade em atraí-los. "Acho que o projeto representa mais uma mensagem política do governo - de que quer distribuir renda - do que a arrecadação em si. Acho que não é um bom sinal, cria um clima negativo para as pessoas com fortuna que queiram investir na Argentina. A Argentina precisa de investimentos e durante e depois da pandemia será necessária a participação de todos os setores", disse Elizondo na entrevista. Fitch rebaixa nota da Argentina para 'default restrito' Em seus discursos, o presidente Fernández tem ressaltado o abismo social na Argentina. "A pandemia evidenciou a desigualdade social que existe no país", disse na semana passada, agregando que Argentina é hoje um "país injusto" e defendendo abrir caminho para a igualdade. Ao mesmo tempo, o vice-presidente da União Industrial Argentina (UIA), o empresário Daniel Funes de Rioja, criticou o projeto de taxação das grandes fortunas. "A pressão tributária já é muito alta na Argentina. A criação de mais impostos não é uma coisa boa. É preciso incentivar que sejam realizados mais investimentos e não o contrário", disse o empresário. Veja Mais

"VAMOS SURPREENDER O BENFICA": Willyan Rocha, zagueiro do Portimonense

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #WillyanRocha #Portimonense #Benfica Veja Mais

Bolsas dos EUA sobem e Nasdaq bate recorde com esperanças de recuperação econômica

G1 Economia O Dow Jones valorizou 1,7%, para 27.572,44 pontos, o S&P 500 teve alta de 1,20%, para 3.232,39 pontos e o Nasdaq avançou 1,13%, para 9.924,75 pontos. As bolsas de valores dos Estados Unidos (EUA) fecharam e alta nesta segunda-feira (8), com Nasdaq batendo um recorde de fechamento, confirmando um mercado de alta que se iniciou em 23 de março. Dow Jones e o S&P 500 avançaram à medida que cresciam as expectativas por uma rápida recuperação em decorrência de uma desaceleração causada pelo coronavírus. O S&P 500 encerrou em território positivo no acumulado do ano. O Dow Jones valorizou 1,7%, para 27.572,44 pontos, o S&P 500 teve alta de 1,20%, para 3.232,39 pontos e o Nasdaq avançou 1,13%, para 9.924,75 pontos. O movimento de alta das ações de tecnologia e de comunicação gerou ganhos ao Nasdaq, que confirmou um novo mercado de alta apenas 16 semanas depois que os receios ao coronavírus atingiram em cheio as ações e encaminharam a economia norte-americana para uma recessão. O Nasdaq avançou 44,7% em relação à mínima de 23 de março. Geralmente, um mercado é considerado de alta (bull market) quando há uma valorização superior a 20% em relação ao pico mais baixo do ciclo anterior. Nasdaq Reuters O relatório mensal da criação de empregos dos EUA mostrou na sexta-feira (5) uma queda inesperada na taxa de desemprego, impulsionando a visão de que o pior dos danos econômicos causados pelo surto do vírus havia terminado. "É o otimismo em torno da reabertura da economia global e a provável confirmação de que a economia dos EUA experimentará uma recuperação em forma de 'V' no segundo semestre", disse Sam Stovall, estrategista-chefe de investimentos da CFRA Research, em Nova York. As ações aumentaram os ganhos ao fim da sessão, depois que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) flexibilizou os termos do seu programa de empréstimos "Main Street". O setor de energia foi o que mais se valorizou entre os 11 principais setores do S&P, tendo alta de 4,3%, uma vez que os principais produtores de petróleo concordaram, no fim de semana, em estender um acordo sobre cortes recordes de produção. Os investidores também irão se concentrar, nesta semana, na reunião de política monetária de dois dias do Fed, que encerra-se na quarta-feira, onde o relatório de empregos provavelmente será debatido. Será a primeira reunião desde abril, quando o chair do Fed, Jerome Powell, afirmou que a economia dos EUA poderia sentir o peso da paralisação econômica por mais de um ano. Veja Mais

Confira a agenda de votação desta semana - 08/06/20

Confira a agenda de votação desta semana - 08/06/20

Câmana dos Deputados Mais de três dezenas de propostas podem ser votadas pelo Plenário Ulysses Guimarães na semana que está começando. E grande parte das proposição, como vem ocorrendo desde março, refere-se a mudanças para reduzir os efeitos da crise do coronavírus. Uma das propostas trata de um tema que ganhou espaço nos últimos dias - a transparência nos dados governamentais sobre doentes e mortos na pandemia. A repórter Ginny Morais explica em detalhes. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #Plenário Veja Mais

Covid-19: ONU coleta informações para compreender violência contra mulher

O Tempo - Mundo Contribuições podem ser enviadas até o dia 30 de junho Veja Mais

Samsung Galaxy Wearable pode ter confirmado o Galaxy Watch 3 e os Galaxy Buds Bean

tudo celular Os dispositivos foram encontrados no banco de dados do aplicativo de vestíveis da sul-coreana, confirmando sues nomes e design Veja Mais

Pesquisa revela que 46% dos tabagistas sentiram mais vontade de fumar durante a quarentena

Glogo - Ciência Análise foi feita com 128 fumantes de todo o Brasil, que responderam a perguntas pela internet. Avaliação inclui usuário de cigarro convencional, cigarrilha, charuto, narguilé e derivados. Pesquisa contou com a participação de 128 tabagistas Arquivo/AI/Unoeste Uma pesquisa realizada com tabagistas de todo o Brasil revelou que 46% dos participantes relataram sentir mais vontade de fumar durante a quarentena. Em pouco mais de dois meses do período restritivo, 37,5% ainda aumentaram de 1 a 10 cigarros ao dia e mais de 6% ultrapassaram os 10 cigarros por dia consumidos. O levantamento foi feito pelos cursos de fisioterapia e medicina da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), que tem campi em Presidente Prudente (SP) e Guarujá (SP). A pesquisa intitulada “Influência da Pandemia da Covid-19 no Nível de Dependência a Nicotina e nos Hábitos de Consumo de Tabaco e Derivados” avaliou 128 tabagistas de todo o Brasil através de questionários respondidos via Google Forms. De acordo com uma das professoras que coordenam o projeto, Ana Paula Coelho Figueira Freire, dentre as pessoas consultadas, além do cigarro convencional, incluem usuários de cigarrilha, charuto, narguilé e derivados. “O objetivo da pesquisa é fazer uma investigação para analisar o nível de conhecimento de tabagistas sobre os riscos do uso do tabaco e derivados associados a complicações da Covid-19, além de descobrir a influência da pandemia no hábito de consumo dessas pessoas”, explicou. Sobre essa influência, os primeiros dados do estudo apontam que 46% dos participantes relataram sentir mais vontade de fumar durante o período da pandemia e 56,2% deles disseram ter reduzido o consumo de cigarro e derivados na quarentena. Além dos 37,5% que aumentaram de 1 a 10 cigarros ao dia, e 6,2% aumentaram mais que 10 cigarros por dia no mesmo período. “Descobrimos também que 42% dos participantes relataram estar mais motivados para parar de fumar no período da pandemia. Em relação ao conhecimento dos tabagistas sobre as complicações do cigarro na Covid-19, os dados apontam que 77,3% deles sabem que o consumo de cigarro e derivados pode agravar os sintomas da doença e levar a maiores complicações”, contou Ana Paula. A docente complementou os dados analisando que as primeiras conclusões da pesquisa, que teve início há 30 dias, mostram que os tabagistas avaliados possuem um elevado conhecimento sobre a relação de complicações da Covid-19 e o hábito de fumar. Além disso, quase metade dos entrevistados aumentou o consumo de tabaco e derivados, o que serve de alerta sobre a importância de medidas de orientação e atendimento, mesmo que remoto, para esta população. “Um ponto interessante é que uma boa parcela dos fumantes está enxergando a pandemia como uma motivação para deixar o hábito de fumar, o que reforça que este é um oportuno momento para os profissionais de saúde intervir e orientar estes indivíduos sobre estratégias para deixar o cigarro e seus derivados de vez”, salientou a coordenadora. A ideia da pesquisa, de acordo com professora, surgiu porque no campus da Unoeste em Presidente Prudente já existe há cinco anos um programa multidisciplinar especializado para tratamento de tabagistas, coordenado pelo curso de fisioterapia. Os atendimentos tiveram de ser suspensos devido à pandemia, porém, houve continuidade nos trabalhos mesmo através de contato remoto com os participantes, “sendo que alguns deles comentaram o aumento da ansiedade e consumo do número de cigarro após início do período de isolamento social”, revela. Próximos passos As etapas seguintes da pesquisa ainda incluem mais um momento de avaliação. Após 30 dias da realização do primeiro questionário, todos os participantes serão convidados para responder novamente as mesmas perguntas. “O objetivo é avaliar estas características também no período de afrouxamento das medidas da quarentena que estão ocorrendo especialmente no Estado de São Paulo. Em seguida, os dados irão passar por procedimentos estatísticos mais refinados e serão enviados para eventos científicos e também para publicação em periódicos científicos”, finalizou a docente. Além de Ana Paula, o estudo tem também como coordenadora a docente do curso de fisioterapia Francis Lopes Pacagnelli e envolveu a professora da Faculdade de Medicina de Guarujá, Marceli Rocha Leite, e alunos dos cursos citados. Initial plugin text Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região. Veja Mais

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