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Governo aprova condições de projeto para relicitação do Aeroporto de Viracopos

G1 Economia Concessionária diz que processo deve começar efetivamente em 90 dias. Processo promete solucionar a crise financeira do terminal, que soma R$ 2,88 bilhões em dívidas. Viracopos prevê início do processo de relicitação em 90 dias Ricardo Lima O governo federal confirmou na noite desta quarta-feira (10) aprovação das condições do projeto para relicitação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O terminal está sob administração da concessionária Aeroportos Brasil desde novembro de 2012 e a qualificação foi divulgada após uma reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), em Brasília (DF). O processo promete solucionar a crise financeira do terminal, que soma R$ 2,88 bilhões em dívidas, e a qualificação conjunta também envolve Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Secretaria de Aviação Civil (SAC). De acordo com a concessionária, pelo menos 90 dias ainda devem ser transcorridos até que o processo seja iniciado efetivamente, incluindo neste período prazos para assinaturas de representantes da Aeroportos Brasil e sanção do governo. Veja abaixo as etapas. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, já afirmou que o leilão do Aeroporto de Viracopos será feito de forma individual e não dentro de um bloco do programa de concessões de aeroportos do governo. A entrada dos projetos no PPI indica que as propostas são prioridades da União. Viracopos deverá deixar o processo de recuperação judicial, o que será automático, uma vez que o plano já foi aprovado. Definição sobre quem pagará as indenizações à concessionária pelos investimentos feitos no aeroporto desde o início da privatização, em 2012. Assinatura do termo aditivo com o governo federal para a devolução da concessão. Governo federal abre o edital para receber as propostas do novo concessionário. O processo ficará travado se alguma das etapas for descumprida ou contestada. O novo plano de recuperação judicial aprovado pelos credores de Viracopos também apresenta soluções para o pagamento de dívidas que a concessionária tenha com os credores. Entenda a crise de Viracopos e o que pode acontecer com o aeroporto Com queda de 82% em abril, fluxo de passageiros é o menor desde início da concessão A concessionária afirma que vai manter a qualidade na prestação dos serviços públicos durante a relicitação. A Aeroportos Brasil já havia sinalizado a intenção de devolver a concessão em julho de 2017, mas emperrou na lei 13.448/2017, que regulamenta as relicitações de concessões aeroportuárias, ferroviárias e rodoviários do Brasil e só teve o decreto publicado em agosto de 2019. Veja mais notícias da região no G1 Campinas. Veja Mais

EXPEDIENTE FUTEBOL; Dívidas do Corinthians, Ídolo do Benfica e mais - Programa Completo [10/06/2020]

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A MELHOR PONTE PRETA DE TODOS OS TEMPOS! "Expediente Futebol" escala

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Brasil tem 1.300 mortes por coronavírus em 24 horas, revela consórcio de veículos de imprensa; são 39.797 no total

Glogo - Ciência Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 33.100 novos casos de Covid-19 em um dia; são 775.184 no total. O Brasil teve 1.300 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 39.797 óbitos pela Covid-19 no país até esta quarta-feira (10). Veja os dados, consolidados às 20h: 39.797 mortes ; eram 38.497 até as 20h de terça-feira (9), uma diferença de 1.300 óbitos 775.184 casos confirmados; eram 742.084 até a noite de terça Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Nesta quarta (10), o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 1.274 novos óbitos e 32.913 novos casos, somando 39.680 mortes e 772.416 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Bolsa de Nova York vai deslistar ADR da Latam no dia 22

G1 Economia As regras da bolsa permitem suspender ou remover da lista títulos de uma empresa que entra em recuperação judicial. Avião da companhia aérea Latam no pátio do Aeroporto Internacional de São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos Celso Tavares/G1 A Bolsa de Nova York comunicou à Securities and Exchange Commission (SEC, órgão que regula o mercado de capitais dos EUA) que vai deslistar as American Depositary Receipts (ADRs) do grupo Latam Airlines a partir de 22 de junho. As regras da bolsa permitem suspender ou remover da lista títulos de uma empresa que entra em recuperação judicial ou que tem interesse em fazê-lo. A Latam pediu recuperação judicial em um tribunal de Nova York no dia 26 de maio. Latam pede recuperação judicial nos Estados Unidos Pelo mesmo motivo, a bolsa de Nova York deslistou as ADRs da Avianca Holdings desde o dia 8 deste mês. No dia 26 de maio, a Latam foi notificada por telefone e por carta sobre a intenção da bolsa de iniciar um processo de exclusão de registro dos seus títulos. A companhia tinha até 9 de junho para entrar em contato com a bolsa de Nova York e pedir uma revisão da decisão da Nyse. Mas a Latam não fez a solicitação. Moody’s rebaixa nota da Latam, com perspectiva negativa Hoje, as ações da Latam na bolsa do Chile caíram 21,62%, para 1.450 pesos chilenos. Ontem, as ADR da Latam subiram 10,31% em Nova York, para US$ 3,21. Latam entra com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos Veja Mais

PMs flagrados agredindo manifestantes sentados e rendidos são afastados

O Tempo - Política Agressão teria ocorrido após dispersão do protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no último domingo (7) Veja Mais

Amazon proíbe uso de sua tecnologia de reconhecimento facial pela polícia por um ano

G1 Economia Segundo empresa, decisão foi tomada até que legisladores dos EUA adotem conjunto de regras para a tecnologia. Amazon afirma que vai proibir que forças policiais de usarem tecnologia de reconhecimento facial enquanto aguarda formulação de leis sobre o tema. REUTERS/Thomas Peter A Amazon anunciou nesta quarta-feira (10) que vai proibir o uso policial de uma tecnologia de reconhecimento facial da empresa, chamada Rekognition, por um ano. A decisão veio depois de a IBM anunciar em uma carta ao Congresso dos Estados Unidos o encerramento da divisão de pesquisa em reconhecimento facial. A Amazon afirmou em nota que tomou a decisão até que os legisladores tenham adotado um conjunto apropriado de regras sobre a tecnologia. "Nós advogamos que governos deviam implementar regulações mais fortes para tratar o uso ético de tecnologia de reconhecimento facial, e recentemente o Congresso pareceu pronto para aceitar esse desafio", disse a Amazon. A Amazon afirmou ainda que vai continuar a permitir que organizações civis possam utilizar a ferramenta. Em nota, a empresa citou iniciativas que fazem resgate de vítimas de tráfico de pessoas ou de crianças desaparecidas. Aumento do uso de reconhecimento facial levanta debate sobre limites da tecnologia O anúncio aconteceu em meio a protestos nos EUA sobre violência policial, após o assassinato de George Floyd na cidade de Minneapolis, o que levantou debates e pedidos de reforma policial. O tema gerou polêmica não só nos Estados Unidos, mas também no Brasil, quando o recurso foi adotado por autoridades durante o carnaval. Para especialistas, é preciso discutir o uso da tecnologia em termos de vigilância e direitos dos cidadãos, além de tratar também os aspectos técnicos, como não permitir que os algoritmos amplifiquem preconceitos e vieses. Veja Mais

Ford e Volks devem produzir cerca de 8 milhões de veículos durante o 'ciclo de vida' dos produtos

G1 Economia Montadoras formaram aliança, no ano passado, para desenvolver e produzir modelos em conjunto. Os focos serão picapes médias e vans comerciais. Volkswagen e Ford formaram aliança para ganhar competitividade Ford/Divulgação/Axel Schmidt/Reuters A Ford e a Volkswagen disseram nesta quarta-feira (10) que irão fabricar até 8 milhões de picapes médias e vans comerciais durante o ciclo de vida dos veículos, como parte de uma aliança anunciada no ano passado. O que se sabe sobre a aliança Volks-Ford até agora As montadoras colaborarão em uma van desenvolvida pela Volkswagen, uma van para 1 tonelada de carga desenvolvida pela Ford e uma picape média da Volkswagen construída na plataforma Ford Ranger, a partir de 2022. A Ford também produzirá um novo veículo elétrico para a Europa até 2023, construído com o kit de ferramentas Modular Electric Drive, da Volkswagen, e poderá entregar mais de 600 mil unidades do veículo ao longo de vários anos. Ford e VW anunciaram uma parceria em janeiro do ano passado, acompanhando estratégia de montadoras de todo o mundo que estão unindo esforços para investir em tecnologia de motor elétrico e condução autônoma. Entenda como é a parceria entre Volkswagen e Ford G1/Divulgação Veja Mais

"CORINTHIANS SE TRANSFORMOU EM CENTRAL DE NOTÍCIA RUIM": Veja o debate do 'Expediente Futebol'

Fox Sports Brasil O Expediente Futebol repercutiu a dívida do Timão com o Jucilei. O Leandro Quesada foi além e listou uma série de problemas que o clube atravessa: "redução e atraso de salário, problema com Fundo de Garantia, estádio...". E aí, torcedor, qual é a sua opinião? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #FOXSports #Futebol Veja Mais

Petróleo vira e fecha em alta após manutenção dos juros nos EUA

G1 Economia Banco central sinalizou que irá manter a taxa de juros próximo de zero até 2022. Fábrica de refino de petróleo no Texas Mark Felix/AFP Depois de operar a maior parte da sessão em baixa, após dados indicarem aumento dos estoques de petróleo nos Estados Unidos, os preços dos contratos futuros da commodity viraram e encerraram em alta nesta quarta-feira (10) após a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Os preços do petróleo WTI (contrato para julho) fecharam em alta de 1,7%, a US$ 39,6 por barril. O contrato para agosto do Brent subiu 1,33%, a US$ 41,73 o barril. O BC americano manteve as taxas de juros perto de zero e sinalizou que não deve haver elevações antes de 2022. Estoques em alta Os estoques americanos de petróleo subiram em 5,72 milhões de barris na semana passada, para 538,065 milhões de unidades, de acordo com dados divulgados nesta quarta pelo Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês). O aumento contrariou a expectativa dos analistas consultados por The Wall Street Journal, de queda de 1,2 milhão de barris no período. Ontem, os dados do API (American Petroleum Institute, grupo comercial privado da indústria), mostraram um aumento semanal enorme, de 8,4 milhões de barris nos estoques. Analistas previam um pequeno declínio, apesar de cada vez mais atribuírem muita incerteza às suas previsões em função de mudanças imprevisíveis na reserva estratégica de petróleo do governo dos EUA e um fator de ajuste crescente, que é a diferença entre os estoques reportados e os implícitos no cálculo de importações, exportações, demanda e produção de refinarias. Veja Mais

Julian Lemos explica regras do cadastro Negativo durante a pandemia - 10/06/20

Julian Lemos explica regras do cadastro Negativo durante a pandemia - 10/06/20

Câmana dos Deputados Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #CadastroPositivo Veja Mais

Estudo britânico sugere que uso generalizado de máscara facial pode ajudar a trazer Covid-19 a níveis controlados

Glogo - Ciência Pesquisadores dizem que o uso da peça em público precisa ser aliado do isolamento para controlar a transmissão. Mulheres são fotografadas usando máscara protetora e protetor facial na Indonésia Ajeng Dinar Ulfiana/Reuters Um estudo britânico divulgado nesta quarta-feira (10) afirma que o amplo uso de máscaras faciais pela população pode levar a transmissão do Covid-19 a níveis controlados em epidemias nacionais e impedir novas ondas da doença quando combinado ao lockdown. "O uso da máscara pelo público pode reduzir significativamente a taxa de disseminação do COVID-19, impedir novas ondas e permitir regimes de bloqueio menos rigorosos. O efeito é maior quando 100% do público usa máscaras. Conclui-se que a adoção dessa tecnologia simples deve ser reavaliada em países onde o uso da máscara não está sendo incentivado. Dentro dos regimes de parâmetros testados, os modelos também mostram que, se a Covid-19 deve ser controlado ou erradicado, é necessário que ocorra um bloqueio precoce combinado com a adoção da máscara. Evidentemente, isso não exclui a implementação de outras intervenções de gerenciamento, como testes generalizados e rastreamento de contatos", diz o texto. Aprenda a usar a máscara da forma correta O estudo foi publicado na revista científica "Proceedings of the Royal Society A". No início da pandemia, não havia evidências científicas sobre a eficácia das máscaras. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) fez a recomendação do uso, na última semana, mesmo para quem não tem sintomas. A pesquisa, liderada por cientistas das universidades britânicas de Cambridge e Greenwich, sugere que o uso de máscaras em público pode reduzir muito as taxas de transmissão quando aliado ao distanciamento social. "Seria uma maneira aceitável de gerenciar a pandemia e reabrir a atividade econômica antes de se encontrar uma vacina eficaz", apontou o pesquisador. O estudo Com modelos matemáticos, os pesquisadores simularam em escala de população a dinâmica da propagação do vírus entre as pessoas para avaliar o efeito de diferentes cenários de adoção da máscara combinados com períodos de bloqueio. A taxa de reprodução mede o número médio de pessoas para as quais uma pessoa infectada transmitirá a doença. Um valor acima de 1 pode levar a um crescimento exponencial da Covid-19. Coronavírus: como usar a máscara? O estudo aponta que o uso da máscara por todas as pessoas em público tem resultados duas vezes melhor na redução desta taxa do que com uso apenas depois do surgimento dos sintomas. Em todos os cenários, o uso das máscaras em 50% ou mais da população reduziu a taxa para menos que 1, achatando futuras ondas da doenças e permitindo relaxamento de lockdown ."Nossa abordagem é aceitar que, com uma nova doença, é impossível obter evidências experimentais precisas para possíveis intervenções de controle, mas podemos usar ferramentas de modelagem matemática para fornecer uma estrutura para auxiliar na tomada de decisão racional", esclarece o estudo. Initial plugin text Veja Mais

Plenário encerra sessão após impasse sobre MP que reduziu contribuições ao Sistema S - 10/06/20

Plenário encerra sessão após impasse sobre MP que reduziu contribuições ao Sistema S - 10/06/20

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Lucro da BR Distribuidora cai 50,9% no primeiro trimestre com efeitos do coronavírus

G1 Economia Empresa reportou teve lucro líquido de R$ 234 milhões nos primeiros três meses do ano. BR Distribuidora Divulgação/Petrobras A BR Distribuidora reportou nesta quarta-feira lucro líquido de 234 milhões de reais no primeiro trimestre, queda de 50,9% ante o mesmo período do ano passado, em meio a impactos da pandemia de coronavírus que reduziram os volumes de venda e as receitas das empresa. A maior distribuidora de combustíveis do Brasil, que tem a Petrobras como maior acionista, registrou queda de 5,9% no volume de vendas no período na comparação anual, para 9,191 bilhões de litros. O indicador de geração de caixa (Ebitda ajustado) somou 545 milhões de reais entre janeiro e março, queda de 36,6%, enquanto a receita atingiu 21,2 bilhões de reais, redução de 5,5%. Segundo a BR, as medidas de isolamento para combater o coronavírus tiveram "impacto imediato na demanda" por combustíveis. "A desaceleração da atividade econômica, as crescentes restrições à circulação de pessoas, a redução das atividades industriais, comerciais, de serviços e do uso de todos os modais de transportes no Brasil ocasionaram, principalmente a partir da última semana de março, significativa redução da demanda por combustíveis no país", afirmou a empresa. "Esta realidade, apesar de iniciada apenas nos últimos dias do 1T20, foi capaz de produzir reduções relevantes mesmo nos volumes médios de venda do trimestre", acrescentou. Os volumes de venda no Ciclo Otto sofreram na última semana de março uma redução de 55% em relação à média diária acumulada desde o início do trimestre, enquanto os volumes de diesel sofreram redução de 25% e os do segmento de aviação, caíram 60% na mesma comparação, disse a empresa. A empresa ponderou que o "market share total" permaneceu estável em 25,6% no período em relação ao quarto trimestre. "Como somos ao mesmo tempo compradores e vendedores de commodities, entendemos que o nível recorrente de margens de comercialização de nosso negócio segue dinâmica própria e independente dos patamares de preço de petróleo", disse. No entanto, a companhia admitiu que variações bruscas nas cotações da commodity produzem comumente efeitos pontuais nas margens. "No primeiro trimestre, estas perdas tiveram um impacto muito superior aos níveis usuais, produzindo um efeito significativo nas margens reportadas, sobretudo quando em comparação com os números do 4T19...", afirmou. Veja Mais

STJD PEGOU LEVE COM O PALMEIRAS POR CADEIRAS ARREMESSADAS CONTRA O FLAMENGO?

STJD PEGOU LEVE COM O PALMEIRAS POR CADEIRAS ARREMESSADAS CONTRA O FLAMENGO?

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Argentina decide expropriar empresa falida e acende alerta de empresários

G1 Economia Ideia é transformar a agroexportadora Vicentín em uma empresa mista, com 51% do capital estatal e 49% privado. Argentina entra oficialmente em moratória A decisão do governo de Alberto Fernández de expropriar a Vicentín, uma das grandes empresas de agroexportação da Argentina, revive os temores entre empresários e investidores. Destaca-se o momento do país, que tenta reestruturar US$ 66 bilhões de dívidas com credores estrangeiros. Quarto maior vendedor de cereais e óleos da Argentina, com um faturamento anual de cerca de US$ 3 bilhões, a empresa quase centenária declarou falência. A convocação de credores ficou para dezembro e sua dívida é de cerca de US$ 1,3 bilhões. Na segunda-feira (8), Fernández anunciou a intervenção por decreto da empresa e a intenção do governo de expropriá-la por meio de uma uma lei que precisa ser aprovada pelo Congresso. A ideia é transformá-la em uma empresa mista, com 51% do capital estatal e 49% privado, além de evitar que seja adquirida por uma empresa estrangeira. A medida gerou polêmica. "Não estamos expropriando uma empresa próspera, estamos expropriando uma empresa falida", justificou o presidente, afirmando que se trata de resgatar uma empresa com mais de 2 mil funcionários e 2,6 mil produtores. "O Estado tem um papel que é garantir a presença de capitais nacionais. Quem me conhece sabe que acredito em um capitalismo mais justo, mas que acredito no capitalismo", afirmou Fernández. Suspeitas Para o analista político Carlos Fara, a decisão de desapropriar "desencadeia todos os tipos de suspeitas ideológicas e também do ponto de vista da transparência". De acordo com Gustavo Sutter Schneider, das Confederações Rurais da Argentina, "isso causa perda de segurança do investimento". "Não gostamos que esses caminhos sejam tomados, não importa o quanto as bandeiras do bem comum sejam erguidas", disse. A Argentina já passou por um período de nacionalização de empresas privadas. Foi durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner (2003-2015), nos quais Fernández atuou como chefe de gabinete por cinco anos. Presidente argentino diz que prazo para negociação sobre dívida pode ser prorrogado Essas empresas incluem a Aerolineas Argentinas e a Aguas y Saneamientos Argentinos (Aysa), que foram processadas perante o ICSID, o tribunal de arbitragem do Banco Mundial. Um processo ainda está pendente em Nova York pela nacionalização em 2012 da Yacimientos Petroliferos Argentinos (YPF). No caso da Vicentín, por ser uma empresa argentina, não haveria um processo nos tribunais internacionais. Mesmo assim o economista Héctor Rubini considera que o momento não é o melhor para esse tipo de medida. "Gera um alerta aos investidores e aos advogados dos investidores de títulos. Um detentor de títulos pode perguntar como a Argentina diz que não tem dinheiro para pagá-lo, mas tem a oportunidade de adquirir a Vicentín, que em caso de ativos negativos aumentará a dívida do país", explica Rubini. Inadimplente desde maio, a Argentina fixou esta sexta-feira (12) como o prazo para acordar um swap com seus credores por títulos emitidos de acordo com a lei estrangeira. Setor estratégico A intervenção e expropriação ocorre no setor estratégico do agronegócio, principal fonte de divisas para a Argentina, em meio a uma recessão de mais de dois anos e à pandemia de coronavírus que castigará ainda mais a economia do país. A Sociedad Rural San Pedro, que reúne os produtores agrícolas que mais confrontaram a ex-presidente e agora vice-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), reagiu com duras críticas ao projeto oficial. "Em um país democrático, uma desapropriação não faz sentido, e menos ainda quando um processo preventivo (judicial) está em andamento, no qual o próprio Estado, através do Banco Nación, é mais um credor", afirmou o grupo. "A foto para o mundo não pode ser pior: um Estado falido, que não pode resolver sua própria falência, tentando consertar com recursos que não tem um negócio que exige centenas de milhões de dólares", criticou. Veja Mais

TCU decide abrir auditoria sobre uso de cartões corporativos da Presidência da República

G1 Economia Despesa em 2020 é 90% maior que há quatro anos, diz ministro Vital do Rêgo. Presidente Jair Bolsonaro já atribuiu parte desse gasto ao resgate de brasileiros na China, em fevereiro. O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (10) a realização de uma auditoria sobre os gastos computados nos cartões corporativos da Presidência da República. Serão avaliados os pagamentos sigilosos feitos desde janeiro de 2017, no governo Michel Temer, até o momento atual. O tema foi levado a plenário pelo ministro Vital do Rêgo, relator de quatro pedidos de auditoria sobre os cartões. Segundo ele, levantamento realizado pelos auditores do TCU apontou que a despesa subiu "mais de 90%" neste ano, se comparada ao gasto de 2016. "De fato, levantamento realizado pela SecexAdministração apontou que esse tipo de despesa vinha se mantendo no nível de R$ 1,9 milhão nos primeiros quadrimestres desde 2016 quando, no mesmo período de 2020, subiu para R$ 3,76 milhões, com incremento de mais de 90%", afirma Vital do Rêgo. O G1 questionou a Presidência da República sobre o tema e aguarda retorno. No comunicado aprovado em plenário, Vital do Rêgo autoriza os auditores do TCU a promoverem "ajustes no plano de fiscalização vigente" para superar as limitações operacionais provocadas pela pandemia do coronavírus. Não há prazo definido para que a apuração seja concluída. Gastos do cartão corporativo da presidência são os mais altos dos últimos oito anos Escalada de gastos Em maio, a TV Globo mostrou que os gastos sigilosos com cartões corporativos da Presidência da República no começo de 2020 já eram os maiores dos últimos oito anos. O aumento de despesas foi revelado pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. Os cartões da Presidência são usados, por exemplo, para pagar despesas ligadas ao presidente e seus parentes. As despesas incluem viagens nacionais e internacionais, serviços e abastecimento de veículos oficiais que servem o presidente e gastos de rotina do Palácio da Alvorada, como aqueles com alimentação, bebida e para recepções. Só de janeiro a março deste ano, os valores somaram R$ 6,2 milhões (R$ 6.214.967,31), mais que o dobro do mesmo período do ano passado. De janeiro a março de 2019, os gastos com cartão corporativo da Presidência foram de R$ 2,5 milhões (R$ 2.513.286,42). A secretaria-Geral da Presidência informou em nota, naquele momento, que as despesas com a residência oficial estão menores que as médias dos anos anteriores e atribuiu os gastos às viagens nacionais e internacionais do presidente. A TV Globo pediu os dados detalhados, mas os valores nunca foram fornecidos. Também naquele momento, o presidente Jair Bolsonaro foi às redes sociais para justificar os gastos. Segundo a publicação, três aviões vinculados à Presidência foram enviados a Wuhan, na China, onde começaram a ser divulgados os primeiros casos do novo coronavírus, para buscar brasileiros que estavam isolados. Bolsonaro informou que o custo, pago com cartão corporativo, foi de R$ 740 mil. O Ministério da Defesa confirmou que todos os gastos da operação que trouxe brasileiros de Wuhan foram feitos com cartão corporativo do Palácio do Planalto. Já as despesas com os repatriados no Brasil ficaram a cargo do Ministério da Defesa. O presidente Jair Bolsonaro sempre adotou um discurso crítico ao excesso de gastos dos cartões corporativos e condenava, principalmente, a falta de transparência na prestação de contas do uso do dinheiro público. No ano passado, ele disse que iria divulgar publicamente as informações detalhadas dos gastos pessoais dos cartões corporativos dele. “Vamos fazer uma matéria amanhã? Vou abrir o sigilo do meu cartão. Não precisa quebrar o sigilo. Vou abrir o sigilo do meu cartão. Pra tomarem conhecimento quanto gastei de janeiro até o final de julho. Ta ok, imprensa?”, declarou Bolsonaro durante em live em rede social em agosto de 2019. Veja Mais

Wesley Safadão e Luan Santana farão live especial de São João juntos

O Tempo - Diversão - Magazine Cantores vão se apresentar no dia 20 de junho diretamente da Vila Forró, em Campina Grande, na Paraíba Veja Mais

"Tornaram-se melhores com Jesus"; Toni, ídolo do Benfica (Entrevista Completa)

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ALMG analisa três vetos e fica perto de decidir sobre reajuste de servidores

O Tempo - Política Estratégia da categoria é tentar derrubar o veto e depois buscar a derrubada do congelamento salarial na Justiça Veja Mais

Governo informa que contratará empresa para concluir obras da usina de Angra 3

G1 Economia Ideia inicial era buscar um sócio privado, mas agora o governo decidiu que a Eletronuclear deve contratar uma empresa para concluir as obras, paralisadas desde 2015. A secretária do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Sellier, afirmou nesta quarta-feira (10) que o governo federal contratará uma empresa para concluir as obras da usina de Angra 3 (RJ). Martha Sellier deu a informação ao conceder uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, após reunião do conselho do PPI. O presidente Jair Bolsonaro participou da reunião. As obras da usina estão paradas desde 2015. A proposta defendida inicialmente no governo era a busca de um sócio privado que retomasse e concluisse as obras. Agora, o governo decidiu que a estatal Eletronuclear deverá contratar uma empresa para concluir a obra. "Os estudos recomendam que seja feita uma conclusão da obra via um epecista, que é um empreendedor, uma construtora, que seja diferenciado do financiador do empreendimento por meio da própria Eletronuclear e, por não se tratar, portanto, de uma parceria com a iniciativa privada, nós aprovamos hoje, no conselho, que os trabalhos, no âmbito do PPI, foram concluídos”, disse. Segundo o Ministério de Minas e Energia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratará uma consultoria para calcular o custo para a finalização da obra. Ao incluir Angra 3 no PPI, em julho de 2019, o governo pretendia buscar um parceiro privado para retomar e concluir as obras da usina, que fica no litoral sul do Rio de Janeiro. A parceria proposta inicialmente pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, se limitaria às obras para concluir o projeto nuclear, e não concederia a usina para a iniciativa privada. Veja Mais

Por causa da pandemia, ALMG aprova calamidade em mais 45 municípios

O Tempo - Política Deputados também aprovaram outros cinco projetos de lei relacionados ao enfrentamento da Covid-19 em Minas Veja Mais

Lufthansa diz que até 26 mil funcionários estão sob risco de demissão

G1 Economia Há algumas semanas, previsão da aérea alemã era de corte de mais de 10 mil vagas. A Lufthansa admitiu nesta quarta-feira (10) que até 26 mil funcionários são excedentes, sugerindo que mais empregos serão cortados na companhia aérea alemã do que a previsão de mais de 10 mil sinalizada há algumas semanas. Governo alemão aprova ajuda de 9 bilhões de euros para Lufthansa Falando após uma reunião com sindicatos, uma porta-voz da Lufthansa disse que a companhia aérea estima ter um excedente de 22 mil posições equivalentes em tempo integral ou 26 mil funcionários. Balcões da companhia aérea alemã Lufthansa vazios são vistos no aeroporto de Frankfurt, no oeste da Alemanha Daniel Roland / AFP Na semana passada, a Lufthansa prometeu ampla reestruturação incluindo milhares de demissões e vendas de ativos na tentativa de pagar um resgate estatal de 9 bilhões de euros e enfrentar profundas perdas diante da pandemia de coronavírus. A empresa disse então que os cortes de empregos serão significativamente maiores do que os 10 mil que havia estimado. A companhia está tentando chegar a um acordo com sindicatos para fazer os funcionários trabalharem meio período e conseguir outras formas de cortar custos com pessoal antes de uma assembleia geral em 25 de junho, quando os acionistas decidirão sobre o resgate. O sindicato de comissários de bordo exigiu que a Lufthansa se comprometa a evitar demissões, mas disse que está trabalhando duro para chegar a um acordo. Já o sindicato que representa pilotos disse que seus membros se ofereceram para um corte de até 45% nos salários, totalizando cerca de 350 milhões de euros, mas, em troca, deseja que a empresa tente garantir o maior número possível de empregos. Ano de 2020 será o pior da história das companhias aéreas, diz associação Veja Mais

Site brasileiro de classificados de empregos revela que invasores tiveram acesso indevido a banco de dados

G1 Economia Catho informou que invasores acessaram login, nome completo, endereço, e-mail, data de nascimento e senha de pelo menos 195 clientes. Empresa vai exigir redefinição de senha para todos os usuários como 'medida preventiva'. linusb4/Freeimages.com O site de classificados de empregos Catho confirmou um acesso indevido à sua base de dados, no qual invasores acessaram informações de pelo menos 195 clientes. A empresa está obrigando que todos os usuários da plataforma cadastrem uma nova senha. Segundo o comunicado, foram acessados dados de login, nome completo, CPF, endereço, e-mail, data de nascimento e senha. Dados de pagamento, fotos, biometria e currículos não foram violados. A companhia disse não ter evidências de que a informação roubada foi utilizada pelos invasores. Também não existem indícios de que a invasão tenha atingido outros clientes além dos 195 que foram identificados, mas a Catho não descartou essa possibilidade. A troca de senhas será obrigatória para todos os usuários "de forma preventiva", segundo o comunicado. A investigação do caso começou no dia 7 de junho, quando a Catho recebeu a informação de que dados de sua base poderiam ter sido comprometidos. A companhia revelou o vazamento de dados nesta quarta-feira (10). Caso o usuário tenha utilizado a mesma senha em outros serviços, a Catho sugere que a senha seja trocada nesses outros serviços também. A reutilização de senhas, embora seja uma prática comum, não é recomendada por especialistas. Parte das senhas violadas não tinha criptografia Entre as medidas adotadas para aumentar a segurança dos seus sistemas, a Catho disse que fez mudanças para garantir que senhas sejam armazenadas com "criptografia forte". O comunicado da empresa não informa como as senhas eram armazenadas antes da invasão. O blog procurou a empresa para solicitar esclarecimentos sobre esse ponto. A Catho informou que, das 195 senhas, 100 estavam em "hash" e 95 em "texto simples". Senhas podem ser armazenadas com "criptografia", "hash" ou "texto simples". Senhas armazenadas em texto simples correm alto risco de exposição e são consideradas inseguras. O "hash" e a "criptografia" são opções igualmente válidas, mas devem ser usados de forma correta. A Catho explicou que as senhas em "hash" foram protegidas usando o método "SHA1" com a adição de "salt". O "salt" é uma técnica que adiciona variações na fórmula para dificultar o trabalho de invasores. Segundo a empresa, o "salt" não foi comprometido – o que "mitiga o risco" da exposição das senhas, nas palavras da própria empresa. Quando usadas de forma correta, a criptografia e o hash (em especial os com "salt") impedem que as senhas sejam expostas imediatamente após um vazamento. Elas podem atrasar a ação dos hackers por meses ou anos, dando tempo suficiente para que a senha seja trocada. Por essa razão, não é recomendado armazenar senhas em texto simples. Lei não exige divulgação de vazamentos A lei brasileira atualmente em vigor não exige de forma categórica que empresas venham a público sobre esse tipo de ocorrência, nem prevê indenização aos clientes ou multa específica. A Catho disse que divulgou o caso "em respeito aos clientes e com o dever da transparência". Embora o Ministério Público tenha conseguido obrigar o pagamento de multa em alguns casos de violações, os usuários não são amparados por medidas de proteção contra fraude, como é obrigatório em outros países. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) prevê a obrigatoriedade de comunicar "incidentes de segurança" quando houver "risco relevante", mas esta lei só entrará em vigor em maio de 2021. A vigência dela foi adiada por uma Medida Provisória em abril deste ano. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Veja Mais

Manifesto de mulher contra Bolsonaro é parte de pacote de ações do MBL

O Tempo - Política Encontro entre eles ocorreu no Palácio da Alvorada nesta manhã, onde geralmente o presidente é apenas festejado por populares Veja Mais

Assembleia do Rio acata pedido e Witzel enfrentará processo de impeachment

O Tempo - Política Situação do governador se complicou após a operação Placebo, da Polícia Federal, que cumpriu mandados de busca e apreensão contra ele Veja Mais

Fundação Clóvis Salgado completa 50 anos e lança nova identidade visual

O Tempo - Diversão - Magazine Marca já pode ser vista no site e nas redes sociais da instituição; cinquentenário foi celebrado por autoridades e artistas nesta quarta-feira (10) Veja Mais

Impasse sobre alíquota adia votação de projeto de reforma da previdência de BH

O Tempo - Política Se o projeto não for aprovado até final de julho na Câmara, Belo Horizonte pode perder transferências voluntárias da União Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa encerra no sábado liberação da segunda parcela sem calendário de novos pagamentos

G1 Economia Beneficiários aguardam calendário da terceira parcela; outros 10,7 milhões ainda esperam análise do pedido do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) encerra no próximo sábado (12) a liberação das transferências e saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais do banco. Com isso, o banco conclui o calendário de pagamentos já divulgado - e até o momento, não há previsão de quando serão feitos novos pagamentos. SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Ao anunciar o início do cadastramento no programa, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, apresentou um calendário que previa o início do pagamento da primeira das três parcelas de R$ 600 em 9 de abril. Já a segunda parcela deveria ser paga entre os dias 27 e 30 de abril, ficando a terceira para entre os dias 26 e 29 de maio. Apenas a primeira data foi respeitada. A segunda parcela só começou a ser paga em 18 de maio, mais de 20 dias após o previsto. Já a terceira parcela - que, pelo calendário original, deveria ter sido paga ainda no mês passado - ainda não teve sequer o calendário divulgado. Também não foi divulgado ainda o calendário de pagamentos da segunda parcela para os aprovados que receberam a primeira após 30 de abril. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, chegou a afirmar que o pagamento deveria ser feito um mês após o recebimento da primeira parcela - o que ocorreu entre os dias 19 e 29 de maio. Além disso, segundo a Caixa, outros 10,7 milhões de trabalhadores inscritos no programa por meio do site ou aplicativo ainda aguardavam a análise ou reanálise dos pedidos até esta quarta-feira (10). Questionada pelo G1, a Caixa informou que a definição dos calendários de pagamento é de responsabilidade do Ministério da Cidadania. A Dataprev, responsável pela análise dos pedidos, informou que há 10,2 milhões de requerimentos cadastrados no período de 1º/5 a 7/6. "Desse universo, 8,9 milhões já foram processados pela Dataprev e estão em fase final de homologação pelo Ministério da Cidadania", diz a empresa em nota. O Ministério da Cidadania não respondeu até a última atualização desta reportagem. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Veja o calendário para liberação de saques e transferências da poupança social digital: Auxílio Emergencial segunda parcela - saque e transferência da poupança social Economia G1 Balanço Até esta quarta-feira (10), a Caixa Econômica Federal (CEF) havia pagado R$ 76,6 bilhões em Auxílio Emergencial, para 58,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 108,5 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600. Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev 101,9 milhões de cadastros, dos quais 59,2 milhões foram considerados elegíveis - destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,5 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa. Outros 5,2 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 5,5 milhões ainda passam pela primeira análise. Moradores relatam falhas ao receberem o auxílio emergencial do governo federal Initial plugin text Veja Mais

Terry Crews presta solidariedade à família de João Pedro; veja o vídeo

O Tempo - Diversão - Magazine Ator norte-americano também falou sobre a violência policial nos Estados Unidos e no Brasil Veja Mais

WILLIAM PODE ESTAR VOLTANDO AO BRASIL?

WILLIAM PODE ESTAR VOLTANDO AO BRASIL?

Fox Sports Brasil Durante o 'Debate Final', nossos comentaristas analisaram momento do brasileiro na Europa e opinaram. Seria uma boa, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Brasil #Corinthians #Europa Veja Mais

Fachin vota a favor do inquérito das fake news e fala em omissão da PGR e da PF

O Tempo - Política Ministro do STF propôs que o objeto do processo seja limitado a ações que ofereçam "risco efetivo" à independência do Poder Judiciário Veja Mais

EVERTON RIBEIRO É O MELHOR JOGADOR DO FUTEBOL BRASILEIRO? "Expediente Futebol" debate

EVERTON RIBEIRO É O MELHOR JOGADOR DO FUTEBOL BRASILEIRO?

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #EvertonRibeiro #Flamengo #Brasil Veja Mais

Veja taxa de ocupação nas UTIs, testes feitos e pacientes recuperados da Covid-19 em cada estado do Brasil

Glogo - Ciência Levantamento feito pelo G1 mostra percentual de leitos utilizados, o total de exames de Covid-19 e o número de pessoas curadas pela doença nas unidades da federação. Um levantamento feito pelo G1 mostra dados atualizados de ocupação das UTIs em cada estado do país, o número de testes realizados para detecção da Covid-19 e o total de pacientes recuperados da doença no Brasil. Os dados são atualizados à medida em que cada estado divulga seus balanços diários. Veja abaixo os números de cada uma das unidades da federação: Taxa de ocupação de leitos de UTI Acre – 77% em todo o estado em 9/6 Alagoas – 79% em todo o estado 9/6 Amapá – 98,73% em todo o estado em 9/6 Amazonas – 66% em todo o estado em 9/6 Bahia – 71% em todo o estado em 5/6 Ceará – 77,5% em todo o estado em 9/6 Distrito Federal – 69,5% na rede privada e 42,24% na rede pública em 29/5 Espírito Santo - 85,14% em todo o estado em 4/6 Goiás - 63,5% dos leitos de gestão estadual em todo o estado em 9/6 Maranhão –87,92 em todo o estado em 9/6 Mato Grosso – 37,6% em todo o estado em 5/6 Mato Grosso do Sul – 8,8% em todo o estado em 8/6 Minas Gerais – 72% em todo o estado em 9/6 Pará – 69% em todo o estado em 9/6 Paraíba – 68% em todo o estado em 9/6 Paraná – 48% em todo o estado em 9/6 Pernambuco – 75% em todo o estado em 9/6 Piauí - 60,5% em todo o estado em 9/6 Rio de Janeiro – 84% na rede pública e 71% na rede privada em todo o estado em 5/6 Rio Grande do Norte – 83% na rede pública e 63% na rede privada em todo o estado em 9/6 Rio Grande do Sul – 72,5% em todo o estado em 9/6 Rondônia – 77,9% em todo o estado em 3/6 Santa Catarina – 62,2% do sistema público em todo o estado em 9/6 São Paulo – 62,2% em todo o estado em 9/6 Sergipe – 58,9% na rede pública e 96,3% na rede privada em todo o estado em 9/6 Tocantins – 60% dos leitos ocupados em 3/6 Roraima não divulga a lotação dos leitos de UTI do estado. Testes feitos pelos estados Número de testes de coronavírus feitos pelos estados Rio de Janeiro não divulga o número de testes. Pacientes recuperados Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados Initial plugin text CORONAVÍRUS× Veja Mais

Governo inclui mais 11 ativos para programa de concessões de transportes

G1 Economia A ideia é manter o ritmo de trabalho nos preparativos para licitações e desestatizações, mesmo em meio ao revés econômico provocado pela pandemia do coronavírus. Porto de Santos (SP): dois terminais de combustíveis na área da Alemoa entraram na lista de concessões Divulgação/SPA O Ministério da Infraestrutura anunciou nesta quarta-feira (10) a inclusão de mais 11 ativos da área de transportes no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. A ideia é manter o ritmo de trabalho nos preparativos para licitações e desestatizações, mesmo em meio ao revés econômico provocado pela pandemia do coronavírus, que deve mergulhar a economia em um período de recessão. Governo informa que contratará empresa para concluir obras da usina de Angra 3 Na área portuária, foram qualificados para arrendamento três terminais no Porto de Maceió (AL); um em Mucuripe, Fortaleza(CE); outro em Areia Branca (RN); e dois terminais de combustíveis na área da Alemoa, no Porto de Santos (SP). Somente esses dois últimos devem receber investimentos de R$ 1,2 bilhão durante os 25 anos de concessão, segundo o ministério. A previsão do governo é de que o arrendamento dos sete terminais aconteça no segundo trimestre de 2021. O PPI também incluiu a desestatização do Porto de Itajaí (SC), que deve ir à leilão no terceiro trimestre de 2022. Petróleo vira e fecha em alta após manutenção dos juros nos EUA Na reunião foram aprovadas ainda a concessão da BR-135/316, cujo trecho de 438 quilômetros serve para escoar grãos de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e deve ir a leilão em 2022. Também passaram a fazer parte do programa a relicitação dos aeroportos de São Gonçalo do Amarante (RN) e de Viracopos, em Campinas (SP). O secretário adjunto de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, Fábio Carvalho, afirmou a jornalistas durante o anúncio que o governo espera que o leilão de relicitação de Viracopos ocorra no terceiro trimestre do próximo ano, após conclusão de estudos. Viracopos alcança 1º lugar entre aeroportos para entrada de importações no Brasil Veja Mais

CNC diz que turismo brasileiro tem prejuízo de quase R$ 90 bi e pode perder 730 mil empregos

G1 Economia Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo afirma que não vê no cenário atual uma perspectiva de reversão das perdas acumuladas até agora. Pandemia do novo coronavírus tem afetado fortemente o setor turístico brasileiro Carlos Marlon/SVM A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que 727,8 mil postos de trabalho serão perdidos no setor turístico brasileiro por causa do impacto da pandemia do novo coronavírus. A entidade também calcula em R$ 87,79 bilhões os prejuízos no espaço de 3 meses. As medidas de isolamento social e o fechamento de fronteiras adotadas para deter o contágio da Covid afetaram o setor. A CNC afirma que não vê no cenário atual uma perspectiva de reversão das perdas acumuladas até agora. Setor turístico avalia que imagem do Brasil pode dificultar a retomada Rio de Janeiro (R$ 12,48 bilhões) e São Paulo (R$ 31,77 bilhões) concentram mais da metade do prejuízo nacional registrado. A taxa média de cancelamento nessas localidades chegou a superar 90% no fim de março. A entidade pede a adoção de medidas de ajuda governamental para socorrer o turismo brasileiro. Hotéis fechados Apesar da reabertura de algumas unidades que estavam sem funcionar desde o final de março, 60% dos hotéis brasileiros continuam fechados por causa da pandemia, de acordo com pesquisa do Fórum dos Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb). No final de abril, o percentual de hotéis fechados no país chegou a 69% e, na semana passada, estava em 63%, segundo o levantamento. A pesquisa mostra também que entre os hotéis com as operações suspensas, 84,7% pretendem reabrir as portas entre junho e julho, ante 74,3% que tinham essa expectativa na semana anterior. O levantamento, que tem sido feito semanalmente desde o final de março, mapeia 884 hotéis de 65 redes, em 209 cidades e 26 estados, que reúnem, juntos, uma disponibilidade de 142.892 quartos (UHs) no país. Veja Mais

Damares diz que entregou cestas básicas a indígenas, mas elas nunca chegaram

O Tempo - Política Declaração da ministra foi via nota à imprensa, no último sábado (6) Veja Mais

GOLAÇO BRASILEIRO! Veja os Melhores Momentos de Portimonense 2 X 2 Benfica pela Liga NOS

GOLAÇO BRASILEIRO! Veja os Melhores Momentos de Portimonense 2 X 2 Benfica pela Liga NOS

Fox Sports Brasil O Benfica abriu dois gols de vantagem no primeiro tempo mas viu o Portimonense empatar na segunda etapa com dois gols de jogadores do Brasil. o de empate foi um ABSURDO! Veja os Melhores Momentos de Portimonense X Benfica pela Liga NOS Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Benfica #LigaNOS#FOXSports Veja Mais

Abate de bovinos no 1º trimestre tem menor nível em 8 anos, diz IBGE; frangos e suínos batem recorde

G1 Economia Frigoríficos do país começaram a reduzir as operações de abate ainda em março, afetando o volume produzido no país. Frigorífico de carne bovina: abates no pior nível de 2012 REUTERS/Paulo Whitaker O abate de bovinos no Brasil no primeiro trimestre de 2020 recuou 8,5% em relação a igual período do ano passado, chegando ao menor nível desde 2012, disse nesta quarta-feira (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto os abates de frango e suínos registraram recordes. Foram abatidas 7,25 milhões de cabeças. Na comparação com o quarto trimestre de 2019, a queda foi de 10,2%, segundo o IBGE, que não detalhou razões para o resultado, mas afirmou ter registrado recuo nos abates em 20 estados – incluindo Mato Grosso, principal Estado no abate de bovinos, onde houve retração de 120,7 mil cabeças. Ainda em março, frigoríficos do país começaram a reduzir as operações de abate e os volumes de produção de carne bovina como estratégia para combater o novo coronavírus, diminuindo, assim, a circulação de pessoas nas unidades. Mesmo com a medida, o registro de casos positivos da Covid-19 entre funcionários de frigoríficos é crescente. Recordes para frango e suínos Por outro lado, o abate de frangos no Brasil atingiu no primeiro trimestre um novo recorde na série histórica do IBGE, que remete a 1987, com 1,51 bilhão de cabeças abatidas, avanço de 5% na comparação anual e de 2,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior. O instituto destacou um salto de 38,31 milhões na quantidade de cabeças abatidas no Paraná, líder do quesito no país, com 33,5% da participação nacional --o equivalente a cerca de 500 milhões de animais. O abate de suínos também obteve forte resultado nos três primeiros meses de 2020, atingindo 11,88 milhões de cabeças, recorde histórico para um primeiro trimestre. No ano a ano, a alta foi de 5,2%, embora na comparação com o quarto trimestre de 2019 seja verificada leve queda de 0,2%. Principal estado no abate de suínos no país, Santa Catarina registrou 28,3% da participação nacional no período, com avanço de 352,09 mil cabeças, de acordo com o IBGE. Considerando a queda no consumo interno de carnes causado pela pandemia, o avanço na produção tem sido impulsionado pelas exportações, principalmente para a China. O país asiático se tornou o principal destino de frango e suínos do Brasil, em meio ao surto de peste suína africana nos plantéis chineses. No acumulado do ano, o volume de frango exportado chegou a 1,764 milhão de toneladas, 4,9% acima do efetivado entre janeiro e maio de 2019, com 1,681 milhão, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os embarques de carne suína cresceram 34% no período, para 383,2 mil toneladas. Veja Mais

Acabar com novo surto de ebola na República Democrática do Congo será 'uma luta difícil', diz OMS

Glogo - Ciência Entidade informou nesta quarta-feira que 12 casos da doença já foram detectados no país; outras 289 pessoas tiveram contato com algum infectado. Vacinação está sendo ampliada, mas população teme buscar tratamento. Pessoas caminham por uma barricada no mercadão de Kinshasa, na República Democrática do Congo, na terça-feira (9), quando comerciantes protestaram pela reabertura de lojas, fechadas para conter a disseminação da Covid-19. Arsene Mpiana / AFP O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou nesta quarta-feira (10) que acabar com o novo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC), declarado no dia 1º, será "uma luta difícil". "Vocês podem imaginar o quão difícil é combater o ebola nessa área, mas nós estamos fazendo o melhor para lidar com isso, e esperamos que, como em 2018, consigamos pará-lo. Mas gostaria de dizer que será uma luta difícil", declarou Tedros. O novo surto está ocorrendo no oeste do país, na província de Équateur, onde foram identificados dois pontos de transmissão do ebola; os primeiros casos foram detectados na cidade de Mbandaka, perto da fronteira com a República do Congo. Surto de ebola na República Democrática do Congo G1 Segundo a OMS, 12 casos da doença já foram confirmados; oito das vítimas, incluindo dois profissionais de saúde, morreram. "O que é preocupante é: dois trabalhadores de saúde sendo infectados e duas mortes em nível comunitário [fora de centros de tratamento]", explicou o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan. O epidemiologista Jimmy Whitworth, professor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, explica que o fato de trabalhadores de saúde terem morrido indica falta de cuidados necessários para evitar a contaminação. "Além disso, se os profissionais de saúde se infectam, a chance é que eles passem para outros pacientes, então o surto se acelera em um hospital. Os trabalhadores de saúde veem mais pessoas em um dia que a média", explica Whitworth. Dos 12 casos da doença, 9 foram confirmados em laboratório; 3 foram diagnosticados com base na ligação que tinham com os que tiveram a doença confirmada. Outras 289 pessoas foram identificadas como tendo tido contato com algum dos casos confirmados. Nas últimas 24 horas, 88% delas foram rastreadas e tiveram a temperatura checada. A OMS informou que 600 pessoas foram vacinadas – incluindo as que tiveram contato com os casos confirmados e as que tiveram contatos com os contatos. Outros 227 profissionais de saúde na linha de frente do combate ao vírus também foram imunizados. Temor ao tratamento Michael Ryan, diretor-executivo do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS) Christopher Black/OMS Ryan explicou que há centros de tratamento montados no país, com dois desses centros tratando os outros 4 casos confirmados. O problema, afirmou Ryan, é convencer as pessoas a buscarem tratamento. "Se você pensar nos fatores de risco que impulsionam doenças, o fato de que houve mortes na comunidade, de que há casos a nível comunitário que não querem vir ser tratados em um centro de tratamento e o de termos profissionais de saúde afetados são preocupantes", disse. "Nossos colegas na Unicef e outras organizações estão trabalhando muito próximos de nós para engajar as comunidades e construir a aceitação para rastrear os contatos", completou Ryan. O epidemiologista Jimmy Whitworth, professor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, explica que as pessoas temem ir aos centros de tratamento. "Existe o medo de que, se você for aos hospitais, não sai vivo. Muitas pessoas que vão morrem; as pessoas sentem como se fosse um centro de morte. Não é um medo lógico, mas, como as pessoas veem muitas entrarem e morrerem, ele existe", explica Whitworth. Além disso, apesar de serem poucos, os casos estão espalhados. "Esses números estão distribuídos ao longo de uma área bastante grande, e ainda estamos, claro, investigando a origem do surto", explicou Ryan. Segundo Ryan, a cepa do vírus do ebola responsável por este surto é a mesma que causou outro surgimento da doença em 2018, também na região de Mbandaka, quando 33 pessoas morreram. Também é o mesmo tipo que está por trás de outro surto da doença, no leste da RDC, explica Whitworth. Para o epidemiologista, o fato de os novos casos provavelmente terem vindo da floresta é tranquilizador, porque é o que normalmente acontece. "Quando há surtos em pessoas, normalmente começa em animais, e as pessoas são infectadas pelos animais da floresta, normalmente morcegos. Não tivemos surtos em dois anos [no oeste do país], então, se viesse de humanos, o que está acontecndo? Não há casos leves que você não notaria", explica. Difícil acesso Soldados marroquinos da missão da ONU na República Democrática do Congo (Monusco) patrulham Djugu, território de devastado pela violência no leste do país. Foto de 13 de março Samir Tounsi / AFP Os especialistas destacaram o fato de que o local do surto é de difícil acesso. Em 2018, disse Tedros, ele e Ryan foram a Mbandaka e a Bikoro, outra cidade da província de Équateur. "Foram ncessários 3, 4 meses para controlar o surto – de maio a agosto. Aquele lugar é um lugar muito difícil, especialmente os problemas logísticos – de movimentar as coisas de Mbandaka para Bikoro. Um lugar muito difícil – são 150 km, mas leva mais de um dia para atravessar", explicou Tedros. "Há grandes desafios logísticos em termos de aumentar a resposta", completou Ryan. "O desafio que nós enfrentamos na província de Équateur são longas distâncias, comunidades muito, muito espalhadas, muitas bem dentro de florestas equatoriais, mas conectadas à grande cidade de Mbandaka, que fica bem no rio Congo". "Temos aqui essa mistura de uma situação que está potencialmente emergindo de dentro da parte profunda da floresta, mas está conectada, por meio da urbanização, a uma grande via navegável que está conectada por meio de Kinshasa [capital da RDC] ao resto do mundo", explicou. "Em muitos sentidos, é um microcosmo de surgimento de doença e um desafio que todos nós encaramos coletivamente, com gratidão a todos os cientistas e profissionais de saúde – de saúde pública, enfermeiros, médicos – na RDC que, mais uma vez, estão na linha de frente para proteger o mundo de mais um surgimento de ebola", completou Ryan. Ele e Tedros se disseram confiantes na capacidade da República Democrática do Congo de lidar com o novo aparecimento da doença. "Acho que o Congo demonstrou tremendo avanço na capacidade de administrar eventos epidêmicos complexos, tanto cientificamente como operacionalmente e logisticamente", declarou Ryan. "A RDC tem boa experiência em combater ebola, e estão fazendo o melhor, e isso nos dá esperança e nós devemos continuar a apoiá-los de forma a acabar com isso o mais rápido possível", afirmou Tedros. Além dos surtos de ebola no leste e no oeste do país, a RDC também enfrenta a pandemia da Covid-19 e o maior surto de sarampo do mundo, segundo a OMS, com 369.520 casos e 6.779 mortes pela doença desde 2019. Virologista fala sobre as diferenças entre o coronavírus e o ebola Veja Mais

Seminário debate prorrogação da renda mínima emergencial - 10/06/20

Seminário debate prorrogação da renda mínima emergencial - 10/06/20

Câmana dos Deputados Participantes de seminário na Câmara sobre o auxílio emergencial de R$ 600 defenderam a prorrogação do benefício até o final do ano, coincidindo com o prazo do decreto de calamidade pública. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem falado em prorrogação por mais dois meses. O debate (10/6) foi promovido pela comissão externa que acompanha na Câmara as ações de combate ao Coronavírus, em parceria com a presidência da Casa. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #Seminário #rendaEmergencial Veja Mais

Bolsonaro recria ministério e entrega pasta a genro de Silvio Santos, do Centrão

O Tempo - Política Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações será desmembrado em dois Veja Mais

Veja o que foi aprovado no Plenário desta semana - 10/06/20

Veja o que foi aprovado no Plenário desta semana - 10/06/20

Câmana dos Deputados A votação definitiva com as normas para o uso obrigatório da máscara de proteção contra o Coronavírus foi um dos destaques da semana no Plenário Ulysses Guimarães. Confira no resumo das votações, com Ginny Morais. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #Votações Veja Mais

NEGOCIAÇÕES ESQUENTAM NO CORINTHIANS; Veja detalhes

NEGOCIAÇÕES ESQUENTAM NO CORINTHIANS; Veja detalhes

Fox Sports Brasil Negociações agitam a quarta-feira do Timão e são temas no 'Debate Final'. Não contrataria algum desses, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #Timao #Mercado Veja Mais

Fake news são estimuladas por 'todos segmentos da comunicação moderna', diz Aras

O Tempo - Política Procurador geral da República disse que não tem mais a mesma confiança nos jornais tradicionais e que as fake news "não se resumem a blogueiros e redes sociais" Veja Mais

Com pouca chuva, área recorde para safra de trigo fica ameaçada na Argentina

G1 Economia Bolsa de Comércio de Rosario (BCR) havia indicado, em maio, que a nova temporada registraria uma área recorde de semeadura com potencial produtivo de 22 milhões de toneladas. Porém, volume menor de chuvas do que o esperado ameaça projeção. Trigo Reprodução/RPC As chuvas limitadas registradas nas últimas semanas na região agrícola central da Argentina ameaçam as projeções de um plantio recorde de 7 milhões de hectares de trigo para a safra 2020/21, disse nesta quarta-feira a Bolsa de Comércio de Rosario (BCR) em seu relatório mensal de cultivos. De onde vem o que eu como: conheça a produção do trigo e do leite no Brasil A Argentina é uma importante exportadora mundial do cereal, e no mês a passado a BCR indicou que a nova temporada registraria uma área recorde de semeadura de trigo, com um potencial produtivo de 22 milhões de toneladas, também uma máxima histórica. No entanto, a bolsa destacou que nas últimas semanas as precipitações registradas em regiões de cultivo de trigo foram inferiores ao que se esperava, o que ameaça a concretização da marca projetada. "Em Córdoba, os plantios estão paralisados em boa parte da província. Muitos produtores acreditam que será difícil concluir todos os trabalhos restantes, mas seguem à espera de chuvas. Há um potencial de queda significativa na área cordobesa", explicou a entidade. Por outro lado, embora em Buenos Aires -- principal província produtora de trigo do país-- as chuvas também tenham sido inadequadas, ainda há níveis muito bons de umidade no solo, disse a BCR ao justificar o motivo para não reduzir sua previsão para a safra. Segundo o relatório, até este momento 40% da área estimada para o cereal foi plantada. A bolsa afirmou ainda que a colheita de soja 2019/20 chegou ao fim, com uma produção de 50,7 milhões de toneladas, obtidas em uma área de 17,21 milhões de hectares. No Brasil, a falta de chuvas também impactou o plantio de trigo no Paraná. Veja mais no vídeo abaixo: Falta de chuva afeta o plantio do trigo no Paraná Veja Mais

FLAMENGO RENOVARÁ COM DIEGO RIBAS? Veja a opinião dos nossos comentaristas

FLAMENGO RENOVARÁ COM DIEGO RIBAS? Veja a opinião dos nossos comentaristas

Fox Sports Brasil O vínculo do meia termina em 31 de dezembro de 2020, entrando nos últimos seis meses de contrato ele já pode assinar pré-contrato com outra equipe. E aí, torcedor, renovaria com o camisa dez? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #Diego #FOXSports Veja Mais

Plenário aprova medidas de combate à violência doméstica - 10/06/20

Plenário aprova medidas de combate à violência doméstica - 10/06/20

Câmana dos Deputados Uma polêmica envolvendo a medida provisória que reduz pela metade as contribuições recolhidas pelas empresas para financiar o Sistema S fez com que a sessão de votações desta quarta-feira fosse encerrada antes do previsto. Apenas um projeto foi aprovado: o que garante socorro às mulheres, idosos e crianças em situação de violência durante a pandemia. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #PlenárioVirtual Veja Mais

Agronegócio brasileiro exporta US$ 10,9 bilhões em maio e bate recorde para o mês

G1 Economia Vendas de soja em grão, carne bovina, açúcar e café verde impulsionaram o resultado. O agronegócio brasileiro exportou US$ 10,9 bilhões em maio e bateu recorde para o mês, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em comparação com maio de 2019, houve um crescimento de 17,9% nas vendas externas. Com isso, as exportações do setor corresponderam a 60,9% do total vendido pelo país. As principais contribuições para o resultado do mês foram os embarques de soja em grão (US$ 5,2 bilhões), carne bovina (US$ 780 milhões), açúcar (US$ 767 milhões) e café verde (US$ 468 milhões). Exportação de soja em grão ajudou a impulsionar recorde do mês de maio de 2020 Reprodução/TVCA Por outro lado, as importações de produtos agropecuários diminuíram de US$ 1,18 bilhão em maio 2019, para US$ 835,78 milhões em igual mês deste ano, uma queda de 29,3%. China Somente o mercado chinês comprou 44,9% do valor total exportado pelo agronegócio brasileiro, correspondente a US$ 4,91 bilhões, e um aumento de 50,4% entre maio de 2019 e igual mês deste ano. O país asiático foi o maior importador da soja em grão brasileira, de carnes (bovina, suína e de aves), açúcar e celulose. Em maio, a China importou 71,5% de soja em grãos do Brasil, um valor de US$ 3,70 bilhões. Já as aquisições de carne brasileira foram de US$ 870,84 milhões, considerando o mercado de Hong Kong. Desta forma, 55% do valor total exportado pelo Brasil foi para a China nesse mês de maio. A China também foi a maior importadora de açúcar, ao adquirir 21,7% de todo o valor exportado pelo Brasil. De acordo com SCRI, a quebra da safra indiana de açúcar e o aumento das compras chinesas explicam o incremento das exportações do país, alcançando no total US$ 767 milhões. A celulose também foi destaque para o mercado chinês que adquiriu US$ 242,03 milhões, ou 41,4% do total exportado pelo Brasil. Veja Mais

Carro do MBL passeará pelas ruas incentivando panelaços contra Bolsonaro

O Tempo - Política Iniciativa é do vereador paulistano Fernando Holiday (Patriota) Veja Mais

FP da Bioeconomia faz reunião virtual com ministro da Ciência e Tecnologia - 10/06/20

FP da Bioeconomia faz reunião virtual com ministro da Ciência e Tecnologia - 10/06/20

Câmana dos Deputados Oportunidades do Brasil na área da Bioeconomia. A frente parlamentar que se dedica a este assunto fez um debate virtual nesta quarta-feira. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados Veja Mais

Bolsonaro quer passar políticas de drogas e defesa civil para o novo Ministério

O Tempo - Política Em um novo redesenho da Esplanada dos Ministérios, o presidente avalia incluir essas atribuições Veja Mais

MAIS UM CLUBE ITALIANO NA BRIGA POR THIAGO SILVA

MAIS UM CLUBE ITALIANO NA BRIGA POR THIAGO SILVA

Fox Sports Brasil Durante o 'Expediente Futebol', nossos comentaristas analisaram as diversas propostas que o brasileiro receberá. Para onde você iria, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #PSG #Thiago #Napoli Veja Mais

Deputados debatem Ensino a distância no Brasil - 10/06/20

Deputados debatem Ensino a distância no Brasil - 10/06/20

Câmana dos Deputados Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados #EnsinoaDistância Veja Mais

'E o vento levou' lidera lista de mais vendidos da Amazon nos EUA depois de ser retirado de plataforma

G1 Pop & Arte Filme de 1939 foi removido de catálogo da HBO Max após críticas à representação de escravos. Hattie McDaniel (esq.) e Vivien Leigh em cena de '...E o vento levou' Divulgação O filme "...E o vento levou" (1939) chegou ao topo da lista de filmes e TV da Amazon nos Estados Unidos nesta quarta-feira (10), um dia depois de ser retirado do catálogo de uma plataforma de vídeos. A produção, ganhadora de oito Oscar, foi removida temporariamente do HBO Max por suas "representações racistas", segundo a empresa. Já na loja digital da Apple, o filme está na quinta colocação. "...E o vento levou" continua sendo uma das maiores bilheterias de todos os tempos (quando são calculados os ajustes pela inflação), mas sua representação de escravos conformados e heroicos proprietários de escravos é alvo de críticas. "'E o Vento Levou' é um produto de seu tempo e contém alguns dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana", afirmou um porta-voz da HBO Max em um comunicado enviado à AFP. "Estas representações racistas estavam erradas na época e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável", completou. Várias manifestações aconteceram nos Estados Unidos após a morte, em 25 de maio, do afro-americano George Floyd durante uma ação policial, com pedidos de reforma das forças de segurança e da remoção símbolos do legado racista, incluindo alguns monumentos. O filme será disponibilizado novamente na plataforma de streaming em uma data ainda a ser definida, junto com uma discussão de seu contexto histórico, informou a empresa. Mas nenhum corte será feito no longa-metragem, "porque fazer isto seria como dizer que estes preconceitos nunca existiram". Veja Mais

5 FATOS SOBRE RACISMO NO BRASIL

5 FATOS SOBRE RACISMO NO BRASIL

 Minutos Psíquicos Muito tem se falado sobre o racismo contra negros ultimamente. Queremos compartilhar com você alguns conhecimentos científicos sobre como esse fenômeno se manifesta na realidade brasileira. Agradecimento especial aos nossos apoiadores no YouTube, no Patreon e no APOIA.SE: Mathias Gheno Azzolini Marco Aurélio Roncatti Eloa Gabriele Paulo André Batista Araújo Daniel Francener Marcia V Pinto Carlos Henrique Oliveira Elisangela de Moura Gonçalves Carla Nascimento Renan Fernandes Vinícius Xavier do Amaral Mathias Gheno Azzolini Uriel Marx Jose Caetano Fernando da Silva Trevisan Victor Augusto Martins Ribeiro Ingrid Philigret Inoue Elisangela Da Silva Cláudio Toma Monique Aguilar Estefânia Dias Jussara Robson Túlio Furtado Rodrigues Inês Cozzo Olivares Nildson de Avila Thaís Amaral do Canto Sanderson Quixabeira Da Silva Nildson de Avila Silva Integrity Assessoria em Auditoria e Compliance Kaissés Costa Sedrês Raquel Alves de Sene Josue Spier do Nascimento Guinevere Ingrid Barcellos Soares Odair Silva Carmen Adell Gordinho 90 Luciana Xavier Felipe Gandra Katyanne Melo Kleber Pereira de Souza Caio Henrique Cupertino Guarido Karen Castro Safira Atiele Pereira Cunha Maneirinho Diniz Eduardo Valença Mateus Mtsl Marisa Silva Danielle Lima Lucas Aciole Gustavo Barros ERICA VITORIA DE SOUZA FAGUNDES Juliana Belko Barros Jorge Gomes John Darceno Maria Betânia Ferreira Itamar Koling Bruno Andrade Silva Gustavo de Brito Gomes Itamar Koling Tania Cristina Gomes Molinari Cíntia da Silva Pereira Pedro Lucas dos Santos Incentive o Minutos Psíquicos se tornando um apoiador nosso no YoutTube, Apoia.se ou Patreon: https://www.youtube.com/channel/UCFiEI1kDHlO9UQtxx0wj-XA/join https://apoia.se/minutospsiquicos http://www.patreon.com/minutospsiquicos Se gostou do vídeo, curta, compartilhe ele com mais pessoas e inscreva-se no nosso canal! Siga as páginas do Minutos Psíquicos nas redes sociais para acompanhar os próximos vídeos e falar com a gente: Facebook: https://www.facebook.com/minutospsiquicos/ Twitter: https://twitter.com/minutopsiquicos Instagram: https://www.instagram.com/minutospsiquicos/ Créditos Pesquisa, roteiro e narração: André Rabelo (@oandrerabelo) Colaboração com o roteiro: Gilcimar Santos Dantas (@gsdantas09) e Pedro Vasconcelos (@sociologiaeafins) Edição: Lucas Carvalho (@lucascarvc_) Ilustração: Pedro Tavares (Chicão) (@pedroxicao) Música: Komorebi - Futuremono REFERÊNCIAS E INDICAÇÕES https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4116181/mod_resource/content/0/A.%20S.%20Guimar%C3%A3es%20-%20Racismo%20e%20anti-racismo%20no%20Brasil.pdf https://www.annualreviews.org/doi/pdf/10.1146/annurev-publhealth-040218-043750 https://journals.sagepub.com/doi/pdf/10.1177/0963721417724239 https://www.researchgate.net/profile/Jennifer_Richeson/publication/281679392_Toward_a_Social_Psychology_of_Race_and_Race_Relations_for_the_Twenty-First_Century/links/57c49ef608aeb04914357f57.pdf https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30714763/ https://www.pnas.org/content/116/24/11693.short https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2002000700007 https://exame.com/economia/o-tamanho-da-desigualdade-racial-no-brasil-em-um-grafico/ https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-11/negros-ou-pardos-tem-27-mais-chances-de-serem-mortos-do-que-brancos https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2821669/ https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/04/15/O-impacto-do-racismo-estrutural-nas-mortes-por-covid-19 https://www.ipea.gov.br/igualdaderacial/index.php?option=com_content&view=article&id=730 http://vidasnegras.nacoesunidas.org/ https://exame.com/brasil/ibge-populacao-negra-e-principal-vitima-de-homicidio-no-brasil/ https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2012/07/codigo-de-etica-psicologia.pdf https://www.bbc.com/portuguese/internacional-52860775 https://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo_no_Brasil#:~:text=A%20Constitui%C3%A7%C3%A3o%20Federal%20de%201988,atitudes%20preconceituosas%20tomadas%20em%20p%C3%BAblico. https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/05/na-pandemia-de-covid-19-negros-morrem-mais-do-que-brancos-por-que.html http://www.ctc.puc-rio.br/diferencas-sociais-confirmam-que-pretos-e-pardos-morrem-mais-de-covid-19-do-que-brancos-segundo-nt11-do-nois/ https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/05/05/risco-de-morte-de-negros-por-covid-19-e-62-maior-diz-prefeitura-de-sp.htm https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/rfi/2020/05/27/estudo-internacional-aponta-que-covid-19-no-brasil-mata-mais-pardos-e-negros.htm https://youtu.be/Ia3NrSoTSXk http://www.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Anuario-2019-FINAL-v3.pdf https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/media/com_mediaibge/arquivos/17eac9b7a875c68c1b2d1a98c80414c9.pdf https://link.springer.com/article/10.1007/s12552-018-9225-5 #racismo #preconceito Veja Mais

Netflix lança categoria com produções do catálogo sobre racismo

O Tempo - Diversão - Magazine A ação faz parte do posicionamento da plataforma na luta contra a violência a pessoas negras; lista não está disponível no Brasil Veja Mais