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General norte-americano pede desculpas por participar de ato político com Trump

O Tempo - Mundo Presidente tirou uma foto com a Bíblia em frente a uma igreja que tinha sido danificada por manifestantes durante atos antirracismo pela morte do ex-segurança George Floyd Veja Mais

Luísa Sonza e Vitão postam foto juntos, e fãs shippam o casal

O Tempo - Diversão - Magazine Alguns fãs apontaram o possível affair como uma jogada de marketing e um spoiler da próxima parceria entre os artistas Veja Mais

Moro diz que aceitou ser padrinho de Zambelli por ‘constrangimento’

O Tempo - Política No Twitter, a deputada rebateu: “Da nossa parte era verdadeiro, prezado. O duro agora são os álbuns, que não se editam. Mas sempre fica o aprendizado” Veja Mais

Ideia de Bolsonaro, cortar salários no Congresso daria R$ 0,25 de auxílio

O Tempo - Política Presidente da República disse que manteria auxílio emergencial no atual patamar se valor fosse tirado dos salários dos parlamentares Veja Mais

Vale obtém liminar que suspende exigência de R$ 7,9 bilhões em garantias por Brumadinho

G1 Economia Alívio foi concedido pelo desembargador Peixoto Henriques contra exigência de reservas para pagamento de multas pelo desastre ambiental. Bombeiros em meio ao mar de lama de Brumadinho: os R$ 7,9 bilhões serviriam de garantias para assegurar eventuais pagamentos de multas pelo desastre Globo Repórter / TV Globo A mineradora Vale informou nesta quinta-feira (11) que obteve liminar para suspender decisão que obrigava a empresa a demonstrar reservas de R$ 7,9 bilhões em garantias para assegurar eventuais pagamentos de multas pelo desastre de Brumadinho (MG). A liminar foi concedida pelo desembargador Peixoto Henriques, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, após recurso apresentado pela empresa. "O desembargador considerou que não há elementos que evidenciem riscos futuros de descumprimento de uma posterior decisão sobre o caso, por parte da Vale", afirmou a empresa em comunicado. Justiça suspende decreto de Brumadinho A suspensão irá vigorar até nova decisão do desembargador Belizario de Lacerda, que poderá ratificar ou alterar a liminar atual. A primeira decisão sobre a exigência de garantias, no final de maio, veio após ação do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MP-MG), que acusou a Vale de ter dificultado atividades de fiscalização em suas operações em Brumadinho por meio de ações de seus funcionários. O rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho em janeiro de 2019 deixou 259 mortos e 11 desaparecidos. Os quase R$ 8 bilhões em garantias discutidos na ação representariam o maior valor já reconhecido em processo judicial dessa natureza no Brasil, segundo o MP-MG. Initial plugin text Veja Mais

Jornalista de BH fica 'presa' nos EUA após ter voo para o Brasil cancelado

O Tempo - Mundo Jovem ficou 11 horas no aeroporto de São Francisco tentando solucionar problema, mas sem sucesso; seu visto expira neste mês, mas ela não sabe como irá sair do país Veja Mais

Daniel comenta live com Roupa Nova e diz que virou fã de BTS e Blackpink por influência das filhas

G1 Pop & Arte Para cantor, Shawn Mendes e Ed Sheeran são novos ícones do romantismo: 'Vieram pra ficar'. Ele se junta ao grupo brasileiro em show especial do Dia dos Namorados. Daniel com a mulher, Aline, e as filhas Lara e Luiza Reprodução/Instagram Enquanto realizava sua live especial de Dia das Mães, no dia 10 de maio, Daniel já pensava em como seria sua próxima apresentação on-line. Durante o show virtual, convidou o grupo Roupa Nova, do qual é fã. E a proposta foi aceita pela banda. Daniel e Roupa Nova farão a parceria em uma live especial na sexta-feira (12), às 19h, para celebrar o Dia dos Namorados. Com repertório romântico, eles cantarão juntos em boa parte da apresentação. "Vamos nos moldar e fazer a logística de forma correta quando eu estiver no palco e quando eles estiverem também. Esse sempre foi o ponto fundamental e primordial", diz Daniel em entrevista ao G1 quando, ao ser questionado sobre o distanciamento em tempos de coronavírus. Além de falar sobre a live, Daniel contou da vida dele durante a quarentena e comentou o projeto em homenagem a seu ex-parceiro musical, João Paulo, morto em 1997 em um acidente de carro. "Não temos ainda um formato definido de como se fazer esse projeto. Estávamos com data marcada, mas estávamos formatando. Devido a tudo que aconteceu tivemos que adiar, mas é um projeto que está por vir", explica o cantor. Ele ainda falou sobre a nova geração da música romântica e citou artistas de quem se tornou fã por influência das filhas Lara, de 10 anos, e Luiza, de 8: "Dua Lipa, Shawn Mendes, Blackpink, BTS, Ariana Grande e Lady Gaga". Daniel Reprodução/Instagram G1: Você é fã de Roupa Nova? Eles são inspiração para você, que é um dos poucos artistas românticos hoje? Daniel: Se eu sou fã do Roupa Nova? Sou fã de carteirinha. Até de seguir em shows quando eles estavam na minha região, perto da cidade de Brotas. De ficar ali, na frente do palco, enfrentando filas, muitas pessoas, para estar prestigiando o show deles. Realmente eles são parte integrante da minha história musical e também pessoal. Eles fazem parte da trilha sonora da minha vida, do meu relacionamento com minha esposa. Eles estão sempre presentes, justamente por essa característica romântica que eles têm, né? Pela forma que eles conduzem a história deles, que tem tudo a ver com a minha história. G1: Quais os cuidados que vão tomar para manter as indicações para evitar disseminação de coronavírus durante a live? Porque, só você com Roupa Nova, já são sete pessoas no mesmo ambiente, né? Daniel: Com certeza, tomaremos todas as precauções possíveis para que realmente todo mundo esteja bem. Essa sempre foi a grande preocupação. A grande vantagem que existe com o Roupa Nova é que em muitos momentos da live poderemos tocar juntos. É como se fosse uma banda, tocando, como já aconteceu com vários outros artistas. Mantendo o distanciamento, não teremos problemas. A equipe que trabalha conosco é reduzida. Vamos nos moldar e fazer a logística de forma correta quando eu estiver no palco e quando eles estiverem também. Esse sempre foi o ponto fundamental e primordial. G1: Alguns artistas apostam na continuidade das lives mesmo quando tudo voltar ao normal. Você também acredita nisso? Daniel: Eu não saberia dizer como serão as coisas. Não sabemos nem como será amanhã, né? Nós temos essa tecnologia toda ao nosso redor. Claro que lives vão acontecer. Não sei se a carreira de um artista vai ser resumida em lives, só por meio de lives. "Eu não consigo ver a carreira de um artista funcionando da forma que tem que ser sem o contato com o público, com as pessoas que acompanham tudo." Acho que fica uma coisa um pouco fria demais, mas não descarto a possibilidade das lives estarem existindo. Eu acho que é uma outra maneira, talvez, de estarmos próximos do nosso público. G1: Falando a indústria da música na pandemia, como você tem enfrentado isso? Não só na sua casa, mas também pensando em seus músicos, em sua produção... Daniel: Poxa, eu vejo um cenário complicadíssimo pela frente com tudo que estamos vivendo. Em todos os sentidos, em todos os setores. Todo mundo foi atingido, todo mundo está sofrendo com tudo isso. Eu vejo, inclusive, campanhas de músicos, de pessoas como a gente, para arrecadação de cestas básicas. Ou seja, está faltando a comida na mesa de muita gente. Não resta dúvida que o meu setor, vai ser um dos últimos a voltar a uma certa normalidade. Vamos enfrentar ainda uma grande pedreira pela frente. Tenho contato com a minha produção e com meus músicos e, graças a Deus eles estão bem, mas as coisas não podem demorar a voltar a funcionar. G1: O que tem feito durante a quarentena? Daniel: Tenho ficado em casa e, graças a Deus, que eu posso ficar em casa. Tenho curtido a minha esposa e as minhas filhas, participado ativamente da vida delas, das aulas online que elas estão tendo. E procuramos fazer coisas que possam espairecer as nossas mentes, os nossos corpos. Que bom que temos a possibilidade de fazer exercícios, de ter um terreno um pouco maior, tem gente que nem quintal tem, tem gente que nem casa tem. Então eu sou um privilegiado, para falar a verdade, porque estamos com saúde, estamos bem, estamos juntos. Estamos conscientes de que tudo isso que estamos vivendo tem que fazer da gente pessoas melhores. Que a gente consiga ser melhor lá na frente e levar isso como uma grande escola, pro resto de nossas vidas. G1: Como tem sido o momento das suas filhas nos estudos? Daniel: Eu participo de tudo. Estamos nos aperfeiçoando nesse sentido. Existe um pouco de estresse por parte delas, que eu acho que é normal, né? Porque é diferente de você ter o professor, de você ter os seus amigos ali do seu lado, dentro da sala de aula. Mas enfim, é o momento que estamos vivendo, então eu volto a dizer: que bom que elas têm a possibilidade de aulas online. Quantas e quantas crianças que não tem essa mesma possibilidade. O cantor Daniel Divulgação G1: Como você vê o romantismo na nova geração musical? Quem aposta como ícone das próximas gerações? Daniel: Olha, o mais importante é que eu vejo o romantismo presente da forma deles, dentro das características de cada um, dentro da sua maneira de falar de amor. Existem muitos bons artistas hoje, que estão aparecendo, que já são sucesso e que eu acredito que seguirão presentes para outras gerações, como Luan Santana, Marcos & Belutti, que eu adoro. Acho uma referência, musicalmente falando, e falam de amor como ninguém. "Agora, se for para ter um feedback pelas minhas filhas, por exemplo, eu indicaria o Shawn Mendes, que acho que é um dos grandes ícones hoje e que vai ultrapassar outras gerações também. Ed Sheeran... São muitos artistas que estão chegando pra ficar." E eu vejo uma potencialidade grande em pessoas que nem surgiram ainda para o grande público, que eu acompanho pela internet, em alguns concursos de voz. Tem meninas e meninos aí com um grande potencial para construir uma grande história se quiser seguir uma carreira artística. G1: O que tem ouvido de novos artistas? Daniel: Eu ouço de tudo, sou bem eclético, acompanho tudo de perto. Vou citar o nome de dois artistas que eu acho muito interessantes: Edy Brito & Samuel, acho uma superdupla. Dentro de casa, talvez até pela influência das meninas, eu tenho ouvido muito Pink, que eu adoro e virei fã de carteirinha, Dua Lipa, Shawn Mendes, Blackpink, BTS, Ariana Grande, Lady Gaga... Eu tenho ouvido de tudo. Eu gosto de música. O mais importante pra mim é a música ser legal, a música ser boa. E, lógico, se casada com um artista que cante bem, melhor ainda. G1: Você fará um projeto em homenagem a João Paulo. Como será isso? Daniel: Esse projeto já está há um tempo em nossa memória, porque eu vejo aquela época áurea de João Paulo & Daniel um momento de muita influência para muitos artistas que hoje se tornaram sucesso, que conseguiram trilhar uma história. Então esses meninos ma falam 'poxa, por que não fazer um projeto com canções de João Paulo & Daniel, daquela época?'. Foi aí que surgiu a ideia de concretizar isso. Convidando alguns desses artistas e personagens importantes na minha história também. E vai ser assim. Relembrando aquele momento tão significante na minha vida artística e reflexo na vida de muitos outros. Que bom saber que deixamos um pequeno legado plantado no coração desse pessoal todo, que conseguimos marcar aquele momento tão importante da nossa vida. João Paulo morreu no auge da fama em um acidente na Rodovia Bandeirantes Cedoc/EPTV Veja Mais

Xand Avião prepara live de São João e lamenta prejuízo sem festa junina: ‘ninguém tem caixa para aguentar 3 meses parado’

G1 Pop & Arte Cantor faz live junina neste sábado (13) com Luiz Gonzaga e Dominguinhos no repertório. Ao G1, ele fala de planos para parceria com Safadão e 10 músicas inéditas na gaveta. Xand Avião no São João de Campina Grande 2019 Emanuel Tadeu/Medow Promo Xand Avião tinha uma agenda com mais shows do que dias em junho. O cantor de forró teve que trocar 32 palcos e cachês por uma live e alguns patrocínios. “Nunca tinha ficado tão triste”, diz com um riso nervoso ao telefone. A live de São João é uma tentativa de expulsar essa tristeza e manter a tradição tão importante pra ele pessoalmente e profissionalmente. Ao G1, ele diz que, entre os projetos, têm ainda uma live em parceria com Wesley Safadão e o lançamento de um DVD com 10 músicas inéditas, misturando seu forró com o pagodão de Léo Santana e o pagodinho de Dilsinho. Veja a entrevista de Xand Avião ao G1. G1 - Como você se preparou para a live de São João? Xand Avião - Esse negócio de live pegou a gente de surpresa. Essa agora é a que está dando mais trabalho. Mais até que um show normal, tô pra ficar doido aqui. Tem que ter um “que” a mais. Então está sendo mais elaborada, chamei um pessoal de Recife pra nos ajudar a montar, alugamos um espaço em Fortaleza, vai ser nossa maior live. Tive que preparar um repertório diferente das outras duas, senão o público vai embora. Vou trazer grandes nomes do forró que me inspiram, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Elba Ramalho. G1 - É uma equipe grande? Xand Avião - Estamos usando um número de mínimo de pessoas. Aqui [em Fortaleza] já começou o relaxamento, a situação melhor. Mas tomamos cuidado. G1 - Quantas pessoas vão participar da live? Xand Avião - Comigo no palco são cinco pessoas. Para montar eu não mentir e dizer que são menos que oito. Mas eles vão montar e vão embora. Também não posso mentir, às vezes minha esposa vai comigo também, porque fico com saudade, mas só. G1 - E como você tem sentido essa experiência? Qual é a parte mais difícil? Xand Avião - Eu sinto falta do público cantando comigo. Essa é a parte mais difícil. Parece que estou cantando sozinho no banheiro. A primeira live foi mais para doações e porque as pessoas pediam. Fiz no deck da minha casa e consegui arrecadar R$ 400 mil e 400 toneladas de alimento. Eu não queria fazer porque tinha medo de não sair legal. Depois que o Gusttavo Lima fez, eu pensei “agora sim”. Fiquei com um norte da dele e quis fazer uma parecida parecida, mas não fiz porque minha casa é um décimo da casa dele. G1 - O São João é uma data muito importante para vocês. Qual foi o impacto do cancelamento das festas? Xand Avião - É meu melhor mês, teríamos 32 shows. Não ter São João foi um choque, nunca tinha ficado tao triste. É como se fosse o Carnaval pro carioca ou pro baiano. Alguns setores conseguiram trabalhar, o nosso zerou 100%. Foi um prejuízo sem tamanho. Ninguém tem um fundo de caixa tão grande assim pra aguentar três meses parado. Tentamos segurar a equipe. Mas não vai voltar tão cedo, nosso trabalho é com aglomeração. Nem compensa montar uma estrutura pra pouca gente. Estamos vendendo o almoço pra comprar a janta. G1 - As pessoas que trabalham para colocar as grandes festas de pé devem ter sentido ainda mais. Você tem contato com eles? Xand Avião - Uma festa daquele tamanho tem o cara da iluminação, do som, os roadies. Parou tudo, em Caruaru, a quantidade de gente sem ganhar agora é grande. Tem gente que trabalha em junho e passa o ano inteiro vivendo daquilo. Na minha primeira live, eu fiz arrecadação para esses trabalhadores. Xand Avião faz o X do comandante Igor do Ó/Divulgação G1 - Você tem trabalhado algum material novo nesse período? A quarentena está criativa? Xand Avião - Bom, eu quase aprendi a cozinhar. Também estou aprendendo a tocar violão e piano. No violão, estou indo bem, mas o piano ainda está devagar. E aproveitei para ficar com meus filhos. Antes da pandemia, eu viajava de quarta a domingo. Na segunda, ia para o escritório e só tinha a terça para ficar com eles. Então comecei a curtir coisas que há muito tempo não fazia com eles. G1 - Teve trabalho também? Xand Avião - Olha, eu estava com a gravação de um DVD marcado pra abril em Fortaleza, para 500 mil pessoas, meu maior público aberto, e sem cobrança de ingresso. Tenho 10 músicas inéditas que iria lançar no DVD, mas agora elas estão guardadas. Eu podia lançar no Youtube ou nas plataformas, mas acho que não estamos nem no clima de lançar um trabalho, com tudo isso que está acontecendo. Então não trabalhei em algo novo agora por isso. G1 - Você lançou um EP alguns dias antes da quarentena começar no país. Deu para divulgar e trabalhar o material? O que você tinha planejado para esse EP? Xand Avião - A gente tinha planejado um escarcéu de divulgação com TV e rádio, tentar colocar em alguma novela. Fomos pegos de surpresa porque a gente não achou que a pandemia seria tão forte no Brasil. Algumas pessoas não levam tão a sério. Como eu tive lá no comecinho de março e não foi forte, eu não entendia a gravidade. Mas é grave sim. Mesmo só com streaming, as músicas estão indo muito bem, mas não tiveram a divulgação que merecem. E o que estoura música é show, o pessoal tem que cantar junto. Estamos em um barco meio sem saber para onde ir. G1 - Falando em show, vocês já estão organizando a agenda pós-quarentena. Imagino que vai haver um overbooking de datas e casas de show. Xand Avião - Já tínhamos vários shows marcados. Entramos de férias em março e quando voltamos, não voltamos porque já estava tudo parado. Tinha show em Belém do Pará em abril para 15 mil pessoas. Em Natal, para 19 mil. Ninguém devolveu o ingresso, mas ainda não conseguimos remarcar porque não conseguimos encontrar data. Agora eu tenho uma equipe inteira só vendo remanejamento de show justamente por essa lotação que você falou. Tem gente chateada já. G1 - Quais são os planos para a retomada? Antes da retomada, tenho uma parceria com o Wesley Safadão. Fomos convocados para fazer uma live juntos. E agora gente está vendo as agendas, não temos a data certa, mas vamos fazer. E depois, finalmente gravar o DVD. Temos música com Dilsinho e com Léo Santana. Eu cantando pagode e eles, forró. Ia ser lindo. Vou ter que gravar, mas não sei como. Não quero gravar em live, não vamos poder fazer com o público que eu queria. Mas vai sair e vai ser uma festa, com forró, pagode, arrocha e bachata. Veja Mais

Bolsonaro anuncia veto à proibição de festa em condomínio por síndico

O Tempo - Política Presidente vetou oito artigos do projeto de lei aprovado no Congresso que cria um regime jurídico emergencial durante a pandemia do novo coronavírus Veja Mais

Justiça paulista quebra sigilo bancário do escritório e da mãe de Ricardo Salles

O Tempo - Política Decisão é fruto de inquérito que investiga possível enriquecimento ilícito do ministro do Meio Ambiente Veja Mais

Brasil tem 40.276 mortes por Covid, aponta consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h)

Glogo - Ciência Levantamento é feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Brasil tem 40.276 mortes por Covid, aponta consórcio de veículos de imprensa O Brasil tem 40.276 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta quinta-feira (11), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou na quarta-feira (10), às 20h, o terceiro balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, oito estados (CE, GO, MG, PE, RN, RR, SP e TO) e o DF divulgaram novos dados. Veja os dados atualizados às 13h desta quinta-feira (11): 40.276 mortes 787.489 casos confirmados (Na quarta-feira, 10, às 20h, o balanço indicou: 39.797 mortes, 1.300 nas últimas 24 horas; e 775.184 casos confirmados. Desde então, houve atualizações em CE, DF, GO, MG, PE, RN, RR, SP e TO.) Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. Mortes por coronavírus no acumulado e por dia no Brasil, até 10 de junho Editoria de Arte/G1 Em um mês, o número de mortes mais do que triplicou no país. EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Nesta quarta (10), o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 1.274 novos óbitos e 32.913 novos casos, somando 39.680 mortes e 772.416 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Brasil lidera redução salarial e de jornada de trabalho na América Latina durante a pandemia, revela estudo

G1 Economia Quando questionados sobre possível redução significativa na folha de pagamento, os executivos brasileiros foram os únicos a obterem maioria favorável na região, com 50,9% de intenções de colocar o plano em prática. Redução da jornada de trabalho JEAN-FRANCOIS MONIER/AFP As empresas instaladas no Brasil são as mais favoráveis à redução salarial e de jornada de trabalho durante a pandemia, segundo levantamento desenvolvido pelo PageGroup, consultoria mundial em recrutamento executivo especializado, que opera com as marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel, Page Outsourcing e Page Interim. O estudo aponta o Brasil como mais propenso à redução salarial, diminuição da jornada de trabalho e trabalho em meio período como medidas de enfrentamento à manutenção de empregos e combate ao novo coronavírus. Participaram do levantamento, realizado em abril deste ano, 3 mil executivos em cargos de alta e média gestão no Brasil, Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México. Os executivos latino-americanos apontaram a redução de custos como medida prioritária para proteção do emprego durante a pandemia, com 52,7% dos entrevistados. Na sequência apareceram auxílio financeiro da empresa (26,2%), redução salarial (7,1%), diminuição da jornada de trabalho (4,2%), redução de benefícios e licenças não-remuneradas (3,8%, cada) e trabalho em meio período (2,1%). O Brasil lidera as intenções de reduções salarial (11,8%), de jornada de trabalho (7,8%) e trabalho em meio período (5,9%), enquanto o Chile aparece com mais simpatizantes na região para reduções de custos (55,6%) e benefícios (3,8%). O auxílio financeiro da empresa é a medida com mais adeptos na Argentina (36,7%) enquanto o México desponta na dianteira para adoção de licenças não-remuneradas (3,8%). Veja opções de empresários para proteger seus funcionários no Brasil: Redução de custo e orçamento: 43,10% Suporte nas finanças da empresa: 29,40% Redução de salários: 11,80% Redução de jornada de trabalho: 7,80% Meio período: 5,90% Licenças não-remuneradas: 2,00% Advogada trabalhista tira dúvidas sobre redução salarial e na jornada de trabalho Passou de 10 milhões o número de brasileiros que já tiveram redução de jornada e salário ou suspensão do contrato de trabalho em meio à pandemia de coronavírus no Brasil. O programa criado para preservar empregos formais durante a pandemia teve um acréscimo de cerca de 3 milhões de empregados com carteira de trabalho nos últimos 30 dias. Esse universo de 10 milhões de brasileiros representa 30% dos trabalhadores formais do setor privado. "Como há um respaldo jurídico para a adoção dessas medidas, os empresários encontraram o suporte necessário para manterem suas operações ativas durante a pandemia", disse Patrick Hollard, diretor executivo do PageGroup para América Latina, África e Oriente Médio. Quando questionados sobre uma possível redução significativa na folha de pagamento, os executivos brasileiros foram os únicos a obterem maioria favorável na região, com 50,9% de intenções de colocar o plano em prática. Nos demais países, a opção foi rechaçada, em sua maioria, por argentinos (76,2%), colombianos (74,7%), mexicanos (65%), chilenos (61,5%) e peruanos (60,8%). Peru e Brasil têm menor adesão ao trabalho remoto No índice de adesão ao trabalho remoto, Peru e Brasil são os menos adeptos a essa modalidade. Os dois países obtiveram menores percentuais daqueles que somam mais de 80% atuando remotamente, com Peru (37%) e Brasil (40,5%). Em contrapartida, a Colômbia, com 58%, e a Argentina, com 54,6%, obtiveram maior êxito dos que representam mais de 80% trabalhando em casa. Em outro indicador, que traz aqueles que representam menos de 20% atuando remotamente, o Brasil também não apresenta bons números. Enquanto a média da região para essa questão ficou em 16,5%, o percentual brasileiro foi de 19%, ficando abaixo apenas do Peru (22,6%) e Chile (20,4%). Porcentagem da força de trabalho em home office no Brasil: Mais de 80%: 40,50% 50% a 80%: 19,80% 20% a 50%: 19,00% Menos de 20%: 19,00% Nenhuma: 1,70% Quando são avaliados os resultados da atual política de trabalho das empresas, a atuação remota tem a menor representatividade da amostra no Brasil (90,5%) quando comparado aos vizinhos Argentina (98,6%), Chile (98,4%), Colômbia (97,5%), Peru (96,2%) e México (95,6%). Em relação ao trabalho no escritório durante a pandemia, mais uma vez, o Brasil aparece à frente, com 45,7% de adesão, seguido por Chile (26,3%), México (24,5%), Colômbia (18%), Argentina (15,7%) e Peru (15,4%). Desafios nas contratações A pesquisa do PageGroup mostra os principais desafios das empresas da América Latina para incorporar novos talentos. O Brasil aparece à frente nos itens dificuldade de encontrar profissionais com perfis específicos (32,1%); escassez de talentos no mercado (28,3%); área de RH não encontra o perfil (13,2%); candidato está em quarentena ou isolado (19,8%) e não dispõe de meios para fazer remotamente (13,2%). Principais desafios para incorporar novos talentos no contexto atual no Brasil: A organização está em quarentena: 76,40% Não consigo encontrar profissionais com perfis específicos: 32,10% Há uma escassez no mercado para os talentos que preciso: 28,30% Não tenho um processo de integração para fazer remotamente: 21,70% O candidato está em zona de quarentena ou isolado: 19,80% A área de RH não encontra o perfil: 13,20% Não tenho meios para fazê-lo remotamente: 13,20% Não tenho área de recrutamento: 6,60% Não conheço (ou conheço poucos) canais para recrutar: 1,90% Para os argentinos, a maior dificuldade é que a companhia está em quarentena (84,3%). No caso do Chile, os principais desafios são: não contar com uma área de recrutamento (15,5%), não ter processo de integração remoto (26,2%) e não contar com canais de recrutamento (5,3%). O levantamento aponta ainda que a maior parte das empresas decidiu congelar contratações durante a pandemia. Contratações de cargos estratégicos foram verificadas com mais intensidade no Brasil (25,5%) e Colômbia (22,1%). Houve ainda aumento na contratação de trabalhadores temporários no Brasil (3,8%) e México (2%). A falta de orçamento para novas contratações foi mais sentida no Peru (5,5%) e México (3,8%). Impacto das medidas governamentais Os executivos consultados no levantamento indicaram que os governos dos países onde atuam implementaram leis que trouxeram impacto na gestão das companhias. Os resultados dessas medidas foram mais sentidos no orçamento da empresa (44,5%), produtividade (36,7%), demissões (35,8%), desenvolvimento comercial (32,9%), pagamento de encargos sociais (29,8%), contratações (19,5%) e compra de novos equipamentos e infraestrutura (8,7%). Veja Mais

Minuto da Terra Explica: ÁGUA

Minuto da Terra Explica: ÁGUA

 Minuto da Terra Acesse https://tab.gladly.io/minutodaterra e ajude alguém sempre que você usar a internet! Nesse compilado de vídeos antigos do Minuto da Terra, examinamos um dos recursos mais essenciais - e excepcionais - da Terra. A série "Minuto da Terra Explica" foi originalmente criada para outro projeto, mas sabemos que muitos de vocês são novos por aqui e também estão procurando por conteúdo educacional online que seja BOM e DIVERTIDO - além de algo pra parar um pouco de pensar em tudo de ruim que está acontecendo. Aproveitem! Episódios dessa coletânea: 0:32 De onde veio a água da Terra? https://www.youtube.com/watch?v=C3ClNy3U8QI 3:12 Como se formam as nuvens? https://www.youtube.com/watch?v=YSCTgsE4dsc 5:44 Como se formam as curvas dos rios? https://www.youtube.com/watch?v=frX9sTp1bM8 7:51 Um rio de cabeça pra baixo em Marte?! https://www.youtube.com/watch?v=TpDQ8bvbcug CONTATO: contato@escarlatte.com Se torne um membro por apenas R$ 7,99 por mês! https://bit.ly/clubeyt Faça uma doação e ajude o canal a crescer: http://bit.ly/doarMDT Patrocine o Minuto da Terra! https://apoia.se/minutodaterra Vídeo anterior: https://www.youtube.com/watch?v=zACX1eDFftc https://www.youtube.com/watch?v=zACX1eDFftc Vídeo original: MinuteEarth Explains: Water https://www.youtube.com/watch?v=81FZD6aDobk Tradução e dublagem: Leonardo Gonçalves Souza Edição de vídeo: Ricardo Gonçalves Souza Tradução oficial e autorizada do canal Minute Earth, criado por Henry Reich: http://www.youtube.com/user/minuteearth Este canal faz parte do Science Vlogs Brasil, um selo de qualidade colaborativo que reúne divulgadores de ciência confiáveis do Youtube Brasil. Conheça todos os canais em youtube.com/sciencevlogsbrasil Veja Mais

Auxílio Emergencial: terceira parcela sai para beneficiários do Bolsa Família a partir de 17 de junho

G1 Economia Beneficiários aguardam calendário da terceira parcela; outros 10,7 milhões ainda esperam análise do pedido do benefício. Beneficiários reclamam da dificuldade de acesso ao auxílio emergencial A Caixa Econômica Federal (CEF) informou que o Ministério da Cidadania ainda não definiu o calendário para pagamento da terceira parcela do Auxílio Emergencial, exceto para o público que faz parte do Programa Bolsa Família, cujos pagamentos serão iniciados no dia 17 de junho. O calendário, entretanto, segue sem definição. O banco encerra no próximo sábado (12) a liberação das transferências e saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais do banco. Com isso, o banco conclui o calendário de pagamentos já divulgado. Caixa abre 680 agências no sábado SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Ao anunciar o início do cadastramento no programa, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, apresentou um calendário que previa o início do pagamento da primeira das três parcelas de R$ 600 em 9 de abril. Já a segunda parcela deveria ser paga entre os dias 27 e 30 de abril, ficando a terceira para entre os dias 26 e 29 de maio. Apenas a primeira data foi respeitada. A segunda parcela só começou a ser paga em 18 de maio, mais de 20 dias após o previsto. Já a terceira parcela - que, pelo calendário original, deveria ter sido paga ainda no mês passado - ainda não teve sequer o calendário divulgado. Também não foi divulgado ainda o calendário de pagamentos da segunda parcela para os aprovados que receberam a primeira após 30 de abril. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, chegou a afirmar que o pagamento deveria ser feito um mês após o recebimento da primeira parcela - o que ocorreu entre os dias 19 e 29 de maio. Além disso, segundo a Caixa, outros 10,7 milhões de trabalhadores inscritos no programa por meio do site ou aplicativo ainda aguardavam a análise ou reanálise dos pedidos até esta quarta-feira (10). Questionada pelo G1, a Caixa informou que a definição dos calendários de pagamento é de responsabilidade do Ministério da Cidadania. A Dataprev, responsável pela análise dos pedidos, informou que há 10,2 milhões de requerimentos cadastrados no período de 1º/5 a 7/6. "Desse universo, 8,9 milhões já foram processados pela Dataprev e estão em fase final de homologação pelo Ministério da Cidadania", diz a empresa em nota. O Ministério da Cidadania não respondeu até a última atualização desta reportagem. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Veja o calendário para liberação de saques e transferências da poupança social digital: Auxílio Emergencial segunda parcela - saque e transferência da poupança social Economia G1 Balanço Até esta quarta-feira (10), a Caixa Econômica Federal (CEF) havia pagado R$ 76,6 bilhões em Auxílio Emergencial, para 58,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 108,5 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600. Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev 101,9 milhões de cadastros, dos quais 59,2 milhões foram considerados elegíveis - destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,5 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa. Outros 5,2 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 5,5 milhões ainda passam pela primeira análise. Moradores relatam falhas ao receberem o auxílio emergencial do governo federal Initial plugin text Veja Mais

Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA caem pela 10ª semana

G1 Economia Número semanal de pedidos, no entanto, segue muito acima da média pré-pandemia. O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego na última semana ficou em 1,542 milhão, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (11) pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. Foi a 10ª queda semanal seguida do indicador - que segue, no entanto, várias vezes superior ao número médio de pedidos pré-pandemia. Além disso, o número total de novos pedidos desde meados de março, quando houve uma aceleração brusca do indicador, já soma mais de 42 milhões. O total de pedidos feitos na semana anterior foi revisado de 1,877 milhões para 1,897 milhões. A média de quatro semanas de solicitações do benefício caiu para 2 milhões, em comparação com a média de 2,6 milhões da semana anterior. Na semana terminada em 21 de março, o número de pedidos de seguro desemprego saltou para 3,3 milhões de trabalhadores, e na semana seguinte dobrou e atingiu o seu nível mais alto, com 6,9 milhões de requerimentos. O relatório do Departamento do Trabalho indica que, na semana que terminou em 30 de maio, havia 20,9 milhões de pessoas recebendo o benefício em comparação com 21,2 milhões de pessoas na semana anterior. Um fator que pode atrasar o retorno dos trabalhadores aos seus empregos, especialmente à medida que o verão se aproxima, é a escassez de creches e o cancelamento de acampamentos de verão, que impedem que pais e mães retornem às suas ocupações, apesar de as empresas retomarem suas atividades. O relatório de pedidos de auxílio-desemprego, os dados mais oportunos sobre a saúde da economia, poderia oferecer pistas sobre a rapidez com que as empresas recontratam trabalhadores à medida que reabrem e sobre o sucesso do programa de proteção de emprego do governo. Uma ampla quarentena no país em meados de março para conter a disseminação do Covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus, resultou no pior desemprego desde a Grande Depressão. A economia perdeu um recorde de 20,5 milhões de empregos em abril, acima da perda de 881.000 posições em março. Veja Mais

Auxílio Emergencial: Caixa abre 680 agências no sábado

G1 Economia As agências do banco não vão abrir nesta quinta-feira (11) devido ao feriado nacional. Entretanto, os caixas eletrônicos e os canais digitais da Caixa estarão à disposição. Beneficiários do auxílio emergencial descobrem que foram vítima de golpe A Caixa Econômica Federal vai abrir 680 agências no próximo sábado (13) para atender aos beneficiários do Auxílio Emergencial, das 8h às 12h. Confira a relação das que vão abrir no endereço: www.caixa.gov.br/agenciasabado. As agências do banco não vão abrir nesta quinta-feira (11) devido ao feriado nacional. Entretanto, os caixas eletrônicos e os canais digitais da Caixa estarão à disposição. A Caixa reforça que não é preciso madrugar nas filas. Os beneficiários vão receber senhas e, mesmo com as unidades fechando às 12h, o atendimento continua até que o último cliente seja atendido. O banco fechou parceria com cerca de 1.280 prefeituras em todo o país para reforçar a organização das filas e manter o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas. No sábado, será a vez dos nascidos em dezembro que poderão sacar a segunda parcela nas máquinas de autoatendimento ou nas unidades lotéricas. Para sacar, é necessário gerar um código autorizador (token) no aplicativo Caixa Tem. Caso os beneficiários tenham dificuldade para gerar o código, esse serviço poderá ser realizado nas agências da Caixa. Assim, a Caixa também encerra neste dia a liberação das transferências e saques em dinheiro da segunda parcela do Auxílio Emergencial depositada em poupanças sociais digitais do banco. Com isso, o banco conclui o calendário de pagamentos já divulgado - e até o momento, não há previsão de quando serão feitos novos pagamentos. Para quem não sacou no período, o crédito continua disponível nas contas indicadas e o saque poderá ser feito, independente do dia de nascimento, segundo a Caixa. SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Calendários sem definição Ao anunciar o início do cadastramento no programa, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, apresentou um calendário que previa o início do pagamento da primeira das três parcelas de R$ 600 em 9 de abril. Já a segunda parcela deveria ser paga entre os dias 27 e 30 de abril, ficando a terceira para entre os dias 26 e 29 de maio. Apenas a primeira data foi respeitada. A segunda parcela só começou a ser paga em 18 de maio, mais de 20 dias após o previsto. Já a terceira parcela - que, pelo calendário original, deveria ter sido paga ainda no mês passado - ainda não teve sequer o calendário divulgado. Também não foi divulgado ainda o calendário de pagamentos da segunda parcela para os aprovados que receberam a primeira após 30 de abril. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, chegou a afirmar que o pagamento deveria ser feito um mês após o recebimento da primeira parcela - o que ocorreu entre os dias 19 e 29 de maio. Além disso, segundo a Caixa, outros 10,7 milhões de trabalhadores inscritos no programa por meio do site ou aplicativo ainda aguardavam a análise ou reanálise dos pedidos até esta quarta-feira (10). Questionada pelo G1, a Caixa informou que a definição dos calendários de pagamento é de responsabilidade do Ministério da Cidadania. A Dataprev, responsável pela análise dos pedidos, informou que há 10,2 milhões de requerimentos cadastrados no período de 1º/5 a 7/6. "Desse universo, 8,9 milhões já foram processados pela Dataprev e estão em fase final de homologação pelo Ministério da Cidadania", diz a empresa em nota. O Ministério da Cidadania não respondeu até a última atualização desta reportagem. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Veja o calendário para liberação de saques e transferências da poupança social digital: Auxílio Emergencial segunda parcela - saque e transferência da poupança social Economia G1 Balanço Até esta quarta-feira (10), a Caixa Econômica Federal (CEF) havia pagado R$ 76,6 bilhões em Auxílio Emergencial, para 58,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 108,5 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600. Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev 101,9 milhões de cadastros, dos quais 59,2 milhões foram considerados elegíveis - destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,5 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa. Outros 5,2 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 5,5 milhões ainda passam pela primeira análise. Moradores relatam falhas ao receberem o auxílio emergencial do governo federal Initial plugin text Veja Mais

Digitalizar agro na América Latina é chave para progresso e segurança alimentar no pós-pandemia, diz Nobel de Economia

G1 Economia Michael Kremer, um dos vencedores do prêmio em 2019, disse que a Covid-19 deve desencadear um problema de abastecimento no mundo, tornando o aumento da produtividade uma peça-chave no pós-crise. O economista Michael Kremer TT News Agency/Christine Olsson via REUTERS Agricultores da América Latina poderiam controlar com mais precisão o surgimento de novas pragas ou os desafios das mudanças climáticas se tivessem acesso maior a tecnologia, que será peça-chave no mundo pós-Covid-19, disse nesta quarta-feira (10) o Nobel de Economia em 2019 Michael Kremer. O acadêmico norte-americano, um dos ganhadores do prêmio Nobel por seus estudos sobre a pobreza, afirmou que a epidemia de coronavírus desencadeará uma crise econômica que significará, para muitas pessoas, um problema de segurança alimentar. "Em muitos casos, os agricultores não têm acesso à informação científica mais recente", disse o economista em conversa com Manuel Otero, diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), sediado na Costa Rica, transmitida online. "Eles podem ter conhecimentos tradicionais, mas isso não necessariamente os ajudará a se adaptar a novas pragas ou novas variedades de sementes, ou abordar a mudança climática", acrescentou Kremer. Recorrendo a exemplos de programas com agricultores africanos, nos quais o uso do celular permitiu que eles obtivessem mais informações meteorológicas ou de rendimento de cultivos, Kremer disse que agora é o momento para investimentos na digitalização dos serviços de extensão agrícola, que ajudam produtores com investigação científica aplicada e educação. "A agricultura móvel é algo que pode ser útil não apenas para os agricultores, governos e serviços de extensão... mas também para as empresas privadas", disse ele no webinar "Oportunidades para a agricultura digital na América Latina e no Caribe: resposta rápida à Covid-19". "Devido à Covid-19 talvez não seja possível visitar os agricultores, mas isso dá a oportunidade para que eles coletem dados para compreender como são afetados, as interrupções no mercado e na cadeia de ofertas, o acesso a crédito, entre outros", o que pode ajudar na formulação de políticas públicas. Veja Mais

Reino Unido, país com mais mortos pela Covid-19 da UE, abre economia com cautela

G1 Economia Parte do comércio está sendo reaberta a partir desta quinta-feira (11). Ainda não há previsão para retomada das atividades de bares, restaurantes ou tradicionais pubs. Chanceler britânico do Tesouro, Rishi Sunak, conversa com o presidente da rede de loja departamentos John Lewis, Sharon White, durante sua visita a uma em Londres, na quarta-feira (10) Simon Walker / AFP Criticado pela demora para determinar a quarentena, o Reino Unido reabriu mais um pouco a economia. O ritmo é certamente mais lento do que gostariam os britânicos, mas os números de contaminações e mortes por Covid-19 no país, o mais afetado da Europa, ainda exigem cautela, como salientou o próprio primeiro-ministro, Boris Johnson. Até o próxima segunda-feira (15), todo o comércio volta a funcionar. Mas ainda não há previsão para bares, restaurantes, nem os tradicionais pubs. Ainda não se sabe quando a vida poderá voltar ao normal tão cedo. Só quando a situação estiver sob controle, o que não aconteceu. As escolas, por exemplo, só serão totalmente reabertas em setembro. O Reino Unido demorou mais para fechar a economia do que os outros europeus. É cedo para se fazerem ilações, mas o fato é que o país acabou se tornando a nação mais afetada da Europa em número de mortes. Já são mais de 41 mil óbitos, de acordo com números oficiais divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde. Mas, na terça-feira, o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS) informou que as mortes no país podem chegam a 50 mil. A diferença teria sido computada a partir dos óbitos nas casas de repouso da Irlanda do Norte e País de Gales. Essa semana, o especialista Neil Ferguson, ex-chefe das pesquisas da Imperial College, afirmou que, se tivesse fechado tudo uma semana antes, o país poderia ter poupado milhares de vidas. Vale lembrar que essa é a universidade britânica que convenceu os governos de Boris Johnson e de Donald Trump, nos Estados Unidos, a mudar suas estratégias e partir para o isolamento social. O primeiro-ministro britânico rebateu o cientista e disse que não é hora se de pensar a posteriori. Bolhas de apoio familiar Parte do comércio está sendo reaberta a partir desta quinta-feira (11). O restante volta a funcionar na próxima semana. Esses são os chamados estabelecimentos não essenciais, que estavam fechados desde o dia 23 de março, quando começou o confinamento oficialmente. Foram 82 dias sem abrir para o público, "o maior desafio da história para o setor", segundo Johnson. Também reabrirão as portas na semana que vem atrações em espaços abertos, como safaris, cinemas drive-in e os jardins zoológicos. Todos eles poderão funcionar desde que respeitem as novas regras de isolamento e higiene. Uma outra novidade que passa a valer neste fim de semana é o que eles resolveram chamar de "bolhas de apoio” - a permissão para que, quem vive sozinho em casa, ou pais solteiros com filhos menores de 18 anos, possam frequentar os integrantes de outra casa, como se vivessem todos debaixo do mesmo teto. Mas é preciso escolher uma família apenas. A medida foi tomada para reduzir a solidão de quem mora sozinho. E não vale para as pessoas que estão no grupo de risco. A partir desta quinta-feira, quase todos os países da Europa reabrem as suas fronteiras entre si. Há algumas exceções. E o Reino Unido é uma delas, pois decidiu impor uma quarentena de 14 dias a todos os estrangeiros e nacionais que chegarem no país por terra, água e ar. Na contramão do resto do mundo, o governo britânico resolveu impor só agora essa quarentena. Foi a primeira medida tomada pela maioria das nações do mundo para conter as contaminações pelo novo coronavírus logo no início da pandemia. A explicação, segundo a equipe de Johnson é que, agora que as infecções domésticas diminuíram, é preciso evitar as importadas. A iniciativa desagradou as três maiores companhias aéreas britânicas, que foram à justiça contra a medida, que acham um tiro no pé. O setor foi um dos mais abalados da economia mundial. Passageiros chegam ao aeroporto de Heathrow, em Londres, nesta segunda-feira (8), quando passa a valer uma quarentena obrigatória para quem chega do exterior Toby Melville/ Reuters Os voos no Reino Unido nunca foram totalmente suspensos, mas os passageiros estavam impedidos de fazer viagens que não fossem consideradas essenciais. A nova restrição deve fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de tomar um avião para o país. Executivos das empresas dizem não entender que diferença faz obrigar as pessoas a deixarem um número de celular com as autoridades para garantir que estão cumprindo a quarentena. "Elas podem atender de um campo de golf ou da praia, disse a Ryanair em um comunicado. Essas pessoas, segundo a companhia, poderão tomar o transporte público para chegar aos seus destinos e não há nada que as impeça de ir ao supermercado no caminho antes de começada a contagem da quarentena. “Uma vez que cheguem ao endereço da quarentena, o governo britânico vai ligar para menos de 1% dos visitantes, mas apenas em um número de celular, que poderá ser respondido de um campo de golf, da praia, de um parque ou de um supermercado, o que faz dessa quarentena medusa ineficiente e inútil”, diz o documento da aérea. Tudo isso cria ainda mais ansiedade num momento em que o país tenta retomar a economia. A previsão é de uma queda importante para o ano, de 14%, o pior resultado desde 1706, segundo o Bank of England, que é o banco central britânico. Governo avalia reabertura das fronteiras Há muitas críticas sobre a velocidade dessa reabertura britânica. E também sobre a estratégia de combate ao novo coronavírus como um todo no país. É cada vez mais frequente ouvir que, passado o pior da crise, deve-se abrir uma investigação para avaliar como o governo conservador de Boris Johnson conduziu a resposta britânica à pandemia. Isso explica, em boa medida, por que tanta cautela agora. As autoridades sabem que os números ainda não são bons, e, por isso, não querem arriscar. No dia 4 de julho, o governo deve reavaliar se poderá abrir outros setores da economia. E, em três semanas, a questão das fronteiras. É possível que crie corredores de viagens com os países que considerar mais seguros. Initial plugin text Veja Mais

Brasil tem 39.803 mortes por Covid, aponta consórcio de veículos de imprensa (atualização das 8h)

Glogo - Ciência Levantamento é feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O Brasil tem 39.803 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h desta quinta-feira (11), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou na quarta-feira (10), às 20h, o terceiro balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, dois estados (GO e RR) divulgaram novos dados. Veja os dados atualizados às 8h desta quinta-feira (11): 39.803 mortes 775.581 casos confirmados (Na quarta-feira, 10, às 20h, o balanço indicou: 39.797 mortes, 1.300 nas últimas 24 horas; e 775.184 casos confirmados. Desde então, houve atualizações em GO e RR.) Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. Mortes por coronavírus no acumulado e por dia no Brasil, até 10 de junho Editoria de Arte/G1 EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Nesta quarta (10), o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 1.274 novos óbitos e 32.913 novos casos, somando 39.680 mortes e 772.416 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Com maior uso da internet durante pandemia, número de reclamações aumenta; especialistas apontam problemas mais comuns

G1 Economia Especialistas afirmam que rede é sólida, mas problemas podem ser encontrados para acessar alguns serviços que estão com alta demanda ou para realizar tarefas do trabalho em casa. Com mais tempo em casa durante a quarentena, tráfego na internet aumentou, bem como o número de reclamações Claudio Schwarz/Unsplash O uso da internet no Brasil cresceu durante a quarentena: o aumento foi entre 40% e 50% segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e a alta foi ainda maior para servidores internacionais. Mas com o aumento do consumo também houve aumento de reclamações. As instabilidades aumentaram e a própria Anatel registrou um número maior de reclamações de usuários a partir da segunda quinzena de março — quando o isolamento passou a ser a regra para muita gente. Alta semelhante foi sentida no portal ReclameAqui, que agrega queixas de usuários na internet. Isolamento por coronavírus muda padrão de consumo da internet no Brasil Em março, a Anatel registrou 67 mil reclamações relativas a banda larga, com concentração a partir da segunda quinzena. Em abril, o volume passou de 74 mil e em maio o número foi semelhante, com mais de 73 mil queixas. No ano passado, houve 50 mil reclamações em março, 48 mil em abril e 47 mil em maio. O site ReclameAqui, que agrega queixas dos usuários, também viu o número de publicações contendo o termo “internet” crescer: de 12 mil em março para mais de 14 mil em abril. Velocidade de download caiu, e usuários sentiram Dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC) mostram a influência da pandemia de coronavírus na qualidade da internet no Brasil. Após o primeiro caso da doença, em março, o Brasil registrou velocidade de download abaixo da média e o tempo de resposta ficou acima da média — o que significa que as solicitações aos servidores ficaram mais demoradas. A situação tem se normalizado, segundo as medições do NIC, mas foi sentida pelos usuários. A advogada Clara Coutinho, por exemplo, teve que renovar a conexão de seu apartamento em São Paulo durante a quarentena. Precisando trabalhar de casa, o sinal não era bom no quarto que transformou em escritório. “Eu passava a maior parte do meu tempo fora de casa. Quando usava a internet aqui era para coisas simples ou streaming na própria sala”, afirma. Por causa disso, investiu: contratou um pacote com velocidade maior e instalou uma rede de distribuição WiFi, para melhorar a qualidade da recepção no novo escritório. “Com milhares de reuniões de vídeo com clientes, e sempre minha internet caindo ou cortando, resolvi aumentar a velocidade”. Durante a pandemia, quarto virou escritório e precisou de adaptação, com um novo ponto de WiFi e pacote com maior velocidade. Clara Coutinho A rede toda pode parar de funcionar? Especialistas dizem que não existe risco de colapso da rede no país e que a estrutura é sólida, e a própria Anatel firmou uma parceria com as operadoras e prestadoras de serviço para manter a conectividade durante a pandemia. “As grandes prestadoras de telecomunicações providenciaram expansões de capacidade em suas redes para absorver a alta de demanda de tráfego. Os pequenos provedores e suas associações se empenharam em otimizar suas redes para esta situação”, disse a Anatel em nota. Mas as mudanças causadas pelo isolamento — mais gente trabalhando em casa e maior uso da internet durante o tempo livre — mudaram o padrão de consumo no Brasil e, também, como muitos usuários percebem o acesso à rede. "Houve uma migração abrupta do tráfego de dados dos escritórios para as casas das pessoas, o que pode ter provocado problemas pontuais, mas sem causar instabilidade às redes, que continuam operando normalmente", afirmou em nota o Sinditelebrasil, que representa as operadoras de telefonia e provedores de internet no país. Para especialistas ouvidos pelo G1, podem existir vários culpados pelas reclamações dos usuários: Rede com pouca banda ou equipamentos ruins; Serviços com aumento da demanda e muitas pessoas utilizando; Diferença de expectativa sobre a capacidade da rede doméstica com aumento do uso. Serviço às vezes não é ideal Dados da última pesquisa TIC Domicílios, que afere como e quantos brasileiros estão conectados à internet, mostraram mais uma queda no uso de computadores domésticos: 42% dos usuários usaram um computador como meio de acesso em 2019, uma queda ante o ano anterior. Em comparação, 99% dos usuários se conectaram pelo celular. De acordo com Milton Kaoru Kashiwakura, Diretor de Projetos Especiais e de Desenvolvimento no NIC, o percentual de casas com desktop é baixo e as pessoas, na maioria dos casos, passaram os últimos anos acessando a internet nas residências apenas com celular. Agora, com a necessidade de novas atividades por causa da pandemia, o impacto de redes domésticas menos potentes pode estar sendo sentido. “Algumas empresas estão deslocando equipamento das empresas para as residências. Para quem estava acostumado a usar apenas dispositivo móvel e agora está com notebook em casa, está enfrentando uma dificuldade maior”, explica. A situação piora em bairros afastados e nas regiões do Brasil mais distantes dos grandes centros. Nesses lugares, há menor oferta de planos, menor concorrência entre provedores e às vezes faltam conexões mais parrudas, como por fibra ótica, o que pode explicar velocidades mais baixas e conexões mais instáveis. “Não há justificativa para a falta de banda quando a última milha está bem resolvida. Nos grandes centros isso tá bem resolvido, existe competição. Se não atender bem, o usuário migra de provedor. Mas em grande parte do brasil só tem um provedor e o usuário fica sem opção”, explica Kashiwakura. Sites podem ter sobrecarga Os serviços on-line, sites e aplicativos, estão hospedados em algum servidor, que recebe as demandas de acesso dos usuários da internet. Quando um serviço recebe mais demanda do que tem capacidade de suportar, isso se traduz em problemas da conexão, como redução de qualidade no caso de vídeos e áudios, ou mesmo na queda do serviço. Alguns cyber-ataques até utilizam essa lógica para derrubar sites, por exemplo. Foi justamente para evitar sobrecargas que os principais provedores de conteúdo do país, ainda no final de março, reduziram a qualidade do streaming de vídeo, para evitar sobrecarga nos serviços — já que o número de pessoas consumindo ao mesmo tempo aumentou. “Alguns serviços que estão planejados para ter uma certa capacidade de processamento computacional podem ficar sobrecarregados”, explica Luiz Fernando Bittencourt, professor do Instituto de Computação da Unicamp e membro do IEEE, instituto que promove o avanço tecnológico. Segundo ele, essa redução feita pelas empresas que fornecem conteúdo em vídeo aconteceu porque houve um dimensionamento para atender à demanda. “Evita que a capacidade do servidor seja sobrecarregada por muitos usuários ao mesmo tempo”, disse Bittencourt. Depois desse redimensionamento, o relatório do NIC apontou para taxas de download e de tempo de resposta mais próximas do que é medido normalmente pelo núcleo. A própria Anatel citou o caso como medida necessária para manter a qualidade da internet. "Serviços e plataformas online, antes explorados com menor frequência, ganharam popularidade e força e, por consequência, tiveram que se adaptar e ampliar a sua infraestrutura para atender à demanda", disse o Sinditelebrasil. A rede de casa não é a rede do trabalho A contratação de serviço de internet não é necessariamente a mesma em casas e empresas. Em grandes companhias, é comum a existência de uma rede interna e a contratação de um serviço dedicado, que deve manter velocidade constante e um padrão no fornecimento do serviço. Já dentro de casa existem taxas mínimas de consumo, estabelecidas pela Anatel. As operadoras devem fornecer pelo menos 40% da velocidade. No mês, a média de velocidade não pode ser menor do que 80% do valor contratado. Contratação do serviço residencial difere do que é feito em grandes empresas, e isso pode ser sentido pelo usuário Mike Gieson/Freeimages.com Para o designer Hugo Vinícius, que passou a ter problemas durante conferências e reuniões em vídeo, esse foi um dos fatores que desmotivou a contratação de um pacote melhor de internet. Por causa da pandemia, ele foi para o interior de São Paulo e pensou em aumentar a velocidade da conexão, mas abandonou a ideia. "Desisti simplesmente porque tenho certeza que isso vai me gerar algum problema no futuro, com cobrança indevida ou taxas abusivas". Além da diferença no tipo de serviço contratado, redes corporativas internas permitem o compartilhamento de conteúdo sem necessidade de trafegar pela internet. Em casa, essa prerrogativa não existe: todos os dados passam pela rede pública e competem com outros usuários da residência ou do mesmo prédio, que também podem estar trabalhando ou estudando naquele momento. “Tem uma sensação de aumento de tráfego pelo trabalho em casa. Diversos serviços que eram presenciais, passaram a ser remotos” afirma José Eduardo de Freitas, diretor de conectividade, mídia e IP na CenturyLink, empresa especializada tecnologia de telecomunicações. De acordo com ele, a empresa viu o tráfego crescer mais de 60% nas primeiras semanas de home office e muitas empresas começaram a contratar mais banda e aprimorar suas estruturas de rede, para suportar o aumento no número de conexões remotas. “Algumas empresas não tinham o conceito de home office e tiveram que criar uma estrutura para isso”, afirma. “Esse prazo de adaptação afeta a percepção do usuário [sobre a internet]”. Veja Mais

É seguro vender um celular que está com a tela quebrada ou apresentou que impede uma redefinição?

G1 Economia Blog também responde dúvidas sobre localização de IP, ameaças e titularidade de chip de telefonia. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Venda de aparelhos celulares, mesmo os que apresentam defeito, deve ser feita com cautela. Jan Kuss/Pixabay Venda de celular com tela quebrada Meu celular caiu e quebrou a tela. Se eu o vender para alguém... é possível que essa pessoa o formate, sem senha de desbloqueio ou a conta Google? E terá acesso aos meus dados e fotos? E se a pessoa conseguir resetar o aparelho sem senha e conta Gmail, eu vou poder usar a minha conta que estava nele? – Ewerton Vamos começar pela sua última dúvida, Ewerton. Restaurar o aparelho às configurações de fábrica não terá nenhuma influência direta sobre o uso da sua conta Google. No entanto, se você utiliza a verificação em duas etapas e precisa de uma senha gerada no aparelho ou uma autorização de acesso no aparelho, isso pode ficar mais difícil se você não tiver mais o aparelho. Google anuncia versão beta do Android 11 Portanto, certifique-se de que você consegue acessar sua conta Google sem o seu aparelho (com uma redefinição de senha, se for preciso) antes de se desfazer dele. Se você deseja realmente se precaver, você deve anotar ou imprimir e guardar os chamados códigos alternativos, que são códigos fixos para a autenticação em duas etapas. Saiba como gerar e usar esses códigos aqui. Um smartphone só deve ser vendido depois que seja feita a restauração das configurações de fábrica. Se isso não for possível – por causa de dano ao aparelho, por exemplo – o ideal é o descarte do equipamento. Para desencorajar furtos, a maioria dos smartphones possui um recurso que impede o uso do aparelho após uma restauração forçada. A restauração forçada é aquela realizada sem o sistema totalmente ligado, antes do desbloqueio de tela. Quando uma restauração desse tipo é detectada, o smartphone deve exigir a senha da conta principal do telefone para permitir o uso do aparelho. Se isso acontecer com o aparelho nas mãos de um ladrão, ele não vai conseguir usá-lo – o que é o objetivo dessa camada de proteção. Sendo assim, Ewerton, em condições normais, o comprador do seu telefone só poderá restaurar as configurações de fábrica se puder desbloquear a tela ou ter a senha da sua conta Google. Falhas de segurança, como sempre, podem permitir exceções a essa regra. Mas, se houver mesmo uma vulnerabilidade, os seus dados também estarão em perigo. Se o seu aparelho não estava com a criptografia de armazenamento ativada, também será possível acessar tudo que estava guardado nele. Se você restaurar as configurações de fábrica pelo próprio menu do Android, após desbloquear a tela, o smartphone não deve pedir a senha da sua conta Google. Dessa forma, você repasse seu telefone a outros. Resumindo: Antes de vender um aparelho de celular, certifique-se de que o armazenamento dele está criptografado (isso pode ser conferido em Configurações > Armazenamento); Desbloqueie a tela e restaure as configurações de fábrica pelo próprio menu do Android, em "Sistema"; Se o seu sistema não estiver mais iniciando por problema de software, realize a redefinição forçada ("hard reset"). O procedimento para realizar essa redefinição varia conforme o aparelho, mas normalmente envolve uma combinação de botões especificada pelo fabricante. Após esse processo, digite a senha da sua conta Google. Se ainda deseja se desfazer do aparelho, redefina o aparelho normalmente, dessa vez no menu de Configurações no Android. Se o aparelho está quebrado e não for possível realizar a redefinição de forma correta, evite vendê-lo. Seus dados podem estar em risco, e há diversos casos em que celulares são vendidos ainda com informações do antigo proprietário. Informação sobre titular de chip Gostaria de saber se com uma ação judicial eu consigo saber o titular de um chip, mesmo este estando já bloqueado. – Cláudia Se o chip foi cadastrado recentemente, é muito provável que a operadora ainda tenha as informações de cadastro, mesmo que a linha tenha sido bloqueada ou cancelada. A única forma de ter certeza é tentando. Lembre-se também que pode ser necessário apresentar uma justificativa para esse pedido. Precisão da localização pode variar bastante entre serviços. Localização baseada exclusivamente no endereço de IP não deve ser confiada. Digital Designer/Pixabay Localização geográfica a partir de endereço de IP Quando vou verificar minha localização no meu Hotmail (que acredito que é por meio do IP), está informando um outro estado. Eu sei que a localização não é precisa, mas colocar um outro estado me deixou preocupado. – Gabriel Gabriel, quando você acessa um serviço pelo computador e a localização é baseada exclusivamente no endereço de IP – o que não é incomum –, é possível, sim, que a estimativa da localização esteja completamente errada. Existem muitas situações em que um endereço de IP pode ser identificado em outro estado. Isso acontece por vários motivos. É possível que a mesma faixa de endereços IP seja compartilhada por muitas pessoas de lugares diferentes, o que significa que a estimativa da localização vai apontar uma "probabilidade" e não um local específico. Lembre-se: o endereço de IP jamais foi projetado para ter relação geográfica. O que existe são empresas que estimam a localização com base no que se sabe sobre as redes e as atribuições das faixas de endereços. Essas configurações podem mudar a qualquer momento, o que causa erros e distorções nessas estimativas. E-mail com ameaça de exposição Recebi uma mensagem de hackers querendo me expor. Não sei o que fazer, estou desesperada e chorando demais. Eu não tenho esse dinheiro todo! – Ana Ana, os e-mails que ameaçam com alguma forma de exposição (especialmente aquelas que tratam de imagens explícitas) são em maioria falsos. O blog já tratou deste assunto antes e você pode ver aqui. Lembre-se que, independentemente de uma fraude ser verdadeira ou falsa, pensar em pagar os golpistas dificilmente vai impedir que você seja vítima de novas fraudes. Depois que você fez um pagamento, os criminosos não têm qualquer incentivo para cumprir o que prometeram. O mais provável é que eles solicitem ainda mais dinheiro. Jamais entre em contato com os golpistas. Também não se assuste com qualquer ameaça. Infelizmente, a internet tem muitos golpes desse tipo e os hackers não precisam nem mesmo atacar o seu computador ou celular para obter algumas informações sobre você e forjar uma ameaça que parece crível. Tente manter a calma. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Veja Mais

Biden teme que Trump tente ‘roubar’ a eleição ou se negue a deixar o cargo

O Tempo - Mundo Comentários do candidato provocaram críticas da Casa Branca, que o acusou de lançar teorias da conspiração Veja Mais

Futuro ministro das Comunicações foi citado nas delações de Odebrecht e JBS

O Tempo - Política Deputado foi alvo de quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de recebimento de caixa dois eleitoral e crimes eleitorais Veja Mais

Drogarias iniciam comercialização de canabidiol em Juiz de Fora, Barbacena e São João del Rei

Glogo - Ciência O produto é um fitofármaco, com concentração de THC (Tetra-hidrocanabinol) de até 0,2%, e só poderá ser comprado com receita médica de controle especial. Planta de 'Cannabis sativa', da qual é possível extrair o canabidiol Kimzy Nanney/Unsplash Após autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril deste ano, as Drogarias Pacheco iniciaram nesta semana a comercialização de um fármaco à base de canabidiol nas unidades de Juiz de Fora, Barbacena e São João del Rei. O produto é um fitofármaco, com concentração de THC (Tetra-hidrocanabinol) de até 0,2%, e só poderá ser comprado com receita médica de controle especial. Nestas cidades, o produto pode ser comprado diretamente e, em outras unidades, podem ser feitas encomendas. De acordo com o Grupo DPSP, formado a partir da fusão das redes Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo, o preço médio da venda R$ 2.400,00. Alguns planos de saúde parceiros do Grupo DPSP oferecem descontos na compra do canabidiol, sob consulta na filial. Desde 10 de março deste ano está em vigor uma resolução que cria uma nova categoria de produtos derivados de Cannabis. A partir desta data, as empresas podiam solicitar o pedido de autorização à agência. As Drogarias Pacheco são as primeiras a fornecer o produto em Minas Gerais. A regulamentação de produtos à base de maconha no Brasil foi aprovada pela (Anvisa) em dezembro do ano passado. Com a decisão, produtos feitos com cannabis para uso medicinal podem ser vendidos em farmácias, mediante prescrição médica, e sujeitos à fiscalização da agência. Cannabis medicinal no Brasil: veja o que muda com as novas regras da Anvisa Produto ou medicamento? A resolução da Anvisa criou uma nova classe de produto sujeito à vigilância sanitária: "produto à base de cannabis". Ou seja, durante os três anos de validade, os produtos ainda não serão classificados como medicamentos. A medida aprovada diz que os produtos à base de cannabis ainda precisam passar por testes técnicos-científicos que assegurem a eficácia, segurança e possíveis danos, antes de serem elevados ao patamar de medicamentos. A delimitação do intervalo de três anos para validar a norma foi sugerida sob a justificativa de que ainda não há comprovação da eficácia dos tratamentos a base dos produtos. Initial plugin text Veja Mais

Marisa Monte lança o site 'Cinephonia' com textos, vídeos e músicas

O Tempo - Diversão - Magazine 'São 30 músicas, fragmentos dos meus registros audiovisuais que não estavam disponíveis em áudio streaming até hoje', informa a cantora Veja Mais

Papa envia bênção e manifesta solidariedade aos brasileiros devido à pandemia

O Tempo - Mundo Francisco falou por telefone com o arcebispo de Aparecida (SP) e mostrou-se preocupado e solidário com a fase crítica da pandemia no Brasil Veja Mais

Tive momentos de dor e de êxtase, diz Regina Duarte sobre sua gestão na Cultura

O Tempo - Diversão - Magazine Exoneração de atriz da Secretaria Especial da Cultura foi oficializada na quarta-feira (10) Veja Mais

Vale tem aprovado em NY acordo para encerrar ação de investidores sobre Samarco

G1 Economia Acordo estabeleceu valor total de US$ 25 milhões. Após a tragédia de Mariana, em 2015, acionistas acusaram a empresa de omitir ou ocultar informações sobre suas políticas de riscos e procedimentos de segurança. A mineradora Vale informou que obteve aprovação final para acordo proposto após ação coletiva movida por investidores contra a companhia nos Estados Unidos na sequência do rompimento de uma barragem da Samarco em Mariana (MG) em 2015. A Vale, que é sócia da Samarco em conjunto com a anglo-australiana BHP, disse em comunicado na noite de quarta-feira (10) que o acordo foi aprovado pelo Distrito Sul de Nova York e estabelecido no valor total de US$ 25 milhões. A companhia havia anunciado em fevereiro um pré-acerto com os acionistas estrangeiros, acusaram a empresa no processo de omitir ou ocultar informações sobre suas políticas de riscos e procedimentos de segurança, o que segundo eles teria levado a prejuízos com o desastre da Samarco. O rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, matou 19 pessoas e afetou fortemente o rio Doce, em incidente que foi apontado na época como o maior desastre ambiental da história do Brasil. "Em breve, o Tribunal proferirá sentença e ordenará o encerramento do caso, que não poderá ser objeto de recursos e, portanto, é final e vinculativo para os membros de classe que aderiram ao acordo nesta ação coletiva", disse a Vale no comunicado. Justiça de Minas libera R$ 120 milhões da Samarco pra ajudar no combate ao coronavírus Veja Mais

TOTVS, Enext e Enforce abrem mais de 100 vagas de emprego

G1 Economia Todo o processo seletivo será feito à distância. As empresas TOTVS , Enext e Enforce estão selecionando para mais de 100 vagas de emprego. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos: Veja mais vagas de emprego no país TOTVS A TOTVS, empresa de tecnologia, anuncia a abertura de mais de 100 vagas de emprego voltadas para a área de TI. Os profissionais de tecnologia interessados poderão concorrer para atuar em projetos estratégicos e áreas das diversas frentes em que a TOTVS atua, com oportunidades para atuar com telemetria, monitoramento de dados, cloud e projetos da TOTVS Techfin. Neste primeiro momento, a empresa realizará as entrevistas, bem como receberá os novos contratados de maneira online, com direito a integração remota e ao vivo. Os materiais básicos para exercerem as atividades (computador, materiais ergonômicos e de escritório) serão enviados para as casas dos novos colaboradores. As informações sobre cada uma das vagas, bem como as inscrições, devem ser feitas pelo site. Enext A Enext, que oferece serviços de consultoria para e-commerce e marketing digital, está com 10 vagas de emprego abertas. Todo o processo seletivo será feito à distância e o trabalho, em princípio, será em home office. Após o período de quarentena, o local de trabalho será no escritório da empresa, em São Paulo. Confira abaixo as vagas disponíveis: Analista de Conteúdo e Redes Sociais Analista de Desenvolvimento (Desenvolvedor Salesforce Marketing Cloud) Analista de Marketing - CRM Desenvolvedor Back End (2 vagas!) Desenvolvedor Front End - Júnior / Projetos Desenvolvedor Front End - Pleno Ongoing Desenvolvedor Front End - Sênior Projetos Para se cadastrar, os candidatos devem acessar o site da empresa. Enforce A Enforce, gestora de ativos controlada pelo BTG Pactual, anuncia a abertura de programas de estágio e trainees para 2020. Para se candidatar às vagas de estágio, é necessário estar cursando graduação em Direito, Administração, Economia, Engenharias ou Agronomia, poder estagiar durante o período de um ano e possuir disponibilidade para atuar na cidade de Campinas/SP (sede da Enforce). As inscrições vão até o dia 14 de junho, por meio da página de inscrição do programa. Além da bolsa-auxílio, o estagiário possui amplo pacote de benefícios adicionais incluindo participação de lucros e resultados. Já para o Programa de Trainees Enforce 2020, os interessados devem se inscrever por meio do site www.traineesenforce.com.br até o dia 13 de julho. Os requisitos para participação são: conclusão da graduação entre 2016 e 2020, nos cursos de Administração, Economia, Direito, Agronomia, Engenharias, Tecnologia, Estatística e outros relacionados à Gestão Empresarial, além da disponibilidade para residir e trabalhar Campinas/SP. O pacote de benefícios do para os trainees envolve a remuneração de R$ 4.000,00, com até 4 salários de bônus, mais pacote de benefícios e um programa de desenvolvimento de hard e soft skills pelo período de 12 meses e mentorias com altos executivos. Veja Mais

PIB do G20 cai 3,4% no 1º trimestre, mais que o dobro da crise de 2009

G1 Economia Os maiores tombos foram registrados na China (-9,8%), França (-5,3%) e Itália (-5,3%). Nos EUA, retração foi de 1,3%. Já no Brasil, a economia encolheu 1,5%. Em meio à pandemia de coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) das economias do G20 teve queda recorde de 3,4% no 1º trimestre, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, aponta divulgação desta quinta-feira (11) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Trata-se da maior contração da série histórica da pesquisa, iniciada em 1998. Como comparação, o tombo nos 3 primeiros meses de 2020 representa mais que o dobra da queda de de 1,5% no 1º trimestre de 2009, no auge da crise financeira. PIB de países do G20 no 1º trimestre Economia G1 Entre os países do G20, as maiores quedas foram registradas na China (-9,8%), França (-5,3%) e Itália (-5,3%), onde foram adotadas medidas rigorosas de bloqueios para conter a propagação da Covid-19. O PIB também caiu acentuadamente na Alemanha (- 2,2%), no Canadá (-2,1%) e no Reino Unido (- 2%). Nos EUA, houve retração de -1,3%. Já no Brasil, o PIB caiu 1,5% no 1º trimestre. Índia (0,7%) e Turquia (0,6%) foram as únicas duas economias do G20 que registraram crescimento da economia no 1º trimestre. Alerta sobre riscos de segunda onda de coronavírus Na véspera, a OCDE anunciou uma previsão de recessão mundial de 6% para 2020 caso a pandemia de coronavírus permaneça sob controle e de uma retração de 7,6% no ano em caso de segunda onda. Segundo as novas estimativas da organização, o Brasil deve encolher 7,4% em 2020 e crescer 4,2% em 2021; mas, se houver uma segunda onda de surto, a contração pode chegar a 9,1% este ano, com crescimento de 2,4% no próximo. OCDE afirma que economia mundial vai ter a maior queda da história em tempos de paz Veja Mais

Edi Rock reforça protestos antirracistas com single 'Vidas negras'

G1 Pop & Arte Música compõe o repertório de 'Origens – Parte 2', ainda inédito álbum solo do rapper do grupo Racionais MCs. ♪ Edi Rock finalizava a gravação da música Vidas negras, com produção musical de Anderson Franja e Sérgio Santos, quando soube da morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto (2006 – 2020), assassinado em 18 de maio – dentro da casa em que morava no Complexo do Salgueiro – ao ser alvejado por tiro disparado por policial em operação no morro do município fluminense de São Gonçalo (RJ). Indignado com a morte do adolescente, o rapper paulistano decidiu inserir na abertura da gravação da música Vidas negras o áudio de reportagem sobre o assassinato de João Pedro. Tendo como mote o verso-refrão “Vidas negras importam”, o rap de batida boombap está disponível em single desde quarta-feira, 10 de junho, em edição da gravadora Som Livre, simultaneamente com o lyric video da música. No vídeo, enquanto os versos da música escrita por Edi Rock pulam na tela como ilustrações animadas, vê-se flashes de registros de protestos contra a violência cotidiana que dizima o povo negro, além de retratos de personalidades-símbolos da luta pela igualdade racial, casos da vereadora Marielle Franco (1979 – 2018) e da menina Ágatha Félix (2011 – 2019), morta em setembro do ano passado, em circunstâncias similares às que abreviaram a vida de João Pedro. Capa do single 'Vidas negras', de Edi Rock Divulgação A música Vidas negras faz parte do repertório do terceiro álbum solo de Edi Rock, rapper do grupo paulistano Racionais MC's. Preparado pelo artista desde 2019, o álbum se chama Origens – Parte 2 e, como o título já explicita, trata-se da sequência do segundo álbum solo de Edi, Origens (2019), lançado em agosto do ano passado com mistura de rap com gêneros como funk, rock, samba, reggae e até sertanejo. Acontecimentos recentes como os protestos pelo assassinato do negro norte-americano George Floyd (1974 – 2020) – morto por Derek Chauvin, policial branco dos Estados Unidos, em 25 de maio – motivaram Edi Rock a pôr logo o single Vidas negras no mundo com mensagem contundente e necessária para os dias de hoje. “O momento de ataques contra o povo negro pede posicionamento e atitude. No meu caso através da música, através do rap”, reforça Edi Rock. ♪ Eis a letra de Vidas negras, rap de Edi Rock: “Vidas negras importam / Vidas negras suportam Vidas negras é ópio / vigiadas por telescópio Vidas negras de fúria / vidas negras de injúria Vidas negras da pura / exclusão é óbito, é lógico Vidas negras sem teto / vidas negras sem piso Vida negra objeto / que ainda abre um sorriso Vida negra é sútil / que nem granada e fuzil Homem negro morre no feto / vida negra é um barril Vidas negras em jogo / vida negra é coringa É o ar a terra e o fogo / é o mar em uma seringa Vida negra sou eu / é você o outro morreu Tanto negro é pouco / o pouco junta fudeu Vidas negras são facas / vidas negras são macas vivendo entre as aspas / vidas negras feridas negro ainda vive de raspas / saúde negra é fraca Vidas negras são fortes / A gente cria uma capa Vidas negras de milhões / niveladas mal e por baixo Vidas negras sem cifrões / os valores vêm no escracho Vidas negras doentes / vidas negras sem mente Vidas negras escravas / mão de obra farta e carente Vida negra é ação / vida negra é verdade Vida negra não mente / real e sinceridade Vida negra de um povo / vivendo dentro de um ovo Vida negra sorrindo / "memo" sem emprego de novo Vidas negras superam / vidas negras esperam Vidas negras que eram / sofridas e ainda são Vidas negras quiseram / vidas negras vieram Vidas negras disseram / o que hoje diz o refrão!” Veja Mais

Durante pandemia, cresce número de candidatos que passam aceitar contratação como PJ; entenda a diferença em relação à CLT

G1 Economia Procura das empresas aumentou quase 40% por candidatos com CNPJ; entenda as diferenças entre os contratos PJ e CLT. O aumento das incertezas causado pela pandemia do coronavírus está mudando o mercado de trabalho. Levantamento da Revelo, empresa de tecnologia para recursos humanos, mostra que, no fim de março, início da quarentena, houve aumento de 27% entre os candidatos que buscavam vagas no modelo de contratação PJ (pessoa jurídica). No caso das empresas, o número de oportunidades para contratação dentro da modalidade aumentou 36%. A modalidade de contratação de pessoas com CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) é diferente do emprego com carteira assinada porque o profissional PJ não tem direitos trabalhistas como 13º salário, FGTS e seguro-desemprego, já que não tem vínculo formal com a empresa contratante (veja abaixo as diferenças entre os modelos de contratação). O levantamento foi feito entre os mais de 14 mil clientes da empresa e mais de um milhão de candidatos da plataforma entre março e maio deste ano e leva em conta processos de recrutamento e seleção em todo o Brasil. Flexibilidade e negociação Bruna Harumi Ikeda, de 25 anos, decidiu se candidatar a vagas PJ após três empregos com carteira assinada Arquivo pessoal A diretora de arte Bruna Harumi Ikeda, de 25 anos, decidiu se candidatar a vagas na modalidade PJ depois de ter trabalhado em três empregos com contrato CLT. Ela está em busca de recolocação desde maio na área de design e marketing e já se candidatou a cerca de 150 vagas, a maior parte delas com a flexibilidade de contrato para um modelo PJ com negociação de salário. Entre as razões estão o fato de ter mais chances de conseguir recolocação por causa do aumento de vagas no modelo de contratação e flexibilidade de horários. “Houve realmente um aumento das vagas neste modelo, acredito que por conta da instabilidade do cenário econômico neste período de pandemia. Mas o trabalho PJ permite certa flexibilidade em horários e organização de prazos e, em alguns casos, a possibilidade de prestar serviços a mais de uma empresa, possibilitando o aumento do retorno financeiro por conta da menor taxa de pagamento sobre impostos”, afirma. Bruna tem CNPJ aberto há três anos, quando se tornou MEI para fazer trabalhos freelancers de fotografia e design. A designer acha que a flexibilidade e o retorno financeiro maior compensam a perda da maior estabilidade e os benefícios trabalhistas do contrato CLT. “Por já estar acostumada a controlar meus projetos e administrar prazos em minhas experiências CLT, a flexibilidade me permitiria evoluir ainda mais nos estudos e especializações dentro da minha área de atuação, o que me permitiria galgar as posições desejadas em meu plano de carreira”, conta. Para ela, é possível ter um retorno financeiro de aproximadamente 80% a mais do que na modalidade CLT porque a empresa acaba por ter menos gastos com um profissional PJ do que um CLT. “Ainda que prefira uma vaga CLT, por conta da estabilidade e dos benefícios como 13º salário, férias, convênio médico, vale-refeição e vale-transporte, o investimento nos estudos e nos planos de vida pedem um pouco mais de recurso financeiro”, justifica. A pesquisa da Revelo mostra ainda que o nível hierárquico mais buscado está a carreira sênior, ou seja, profissionais com sólida experiência nas descrições de atividades buscadas pelas empresas. De acordo com Lucas Mendes, cofundador da Revelo, o modelo de contratação PJ chega em um momento de incertezas causado pela crise de saúde mundial e é visto como uma alternativa ao tradicional regime CLT, preferido dos candidatos. "Esse movimento de empresas e candidatos é uma tentativa de se adaptar à crise que estamos enfrentando. É uma maneira de flexibilizar a contratação em vez de cancelar ou congelar a vaga. Os candidatos também entendem que para seguir com a busca de uma nova oportunidade é necessário pensar em novos modelos de contratação. Quando houver uma retomada econômica significativa, o modelo CLT poderá voltar com força", afirma Mendes. Diferenças entre PJ e CLT Quem trabalha dentro do regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) tem carteira assinada, com direito a férias remuneradas, 13º salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), entre outros benefícios trabalhistas. No entanto, há empresas que optam por contratar profissionais que são pessoas jurídicas, com CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Esses profissionais contratados como PJ têm uma empresa aberta em seu nome e se tornam prestadores de serviços para a empresa contratante, emitindo notas fiscais. Eles não têm nenhum direito trabalhista previsto na CLT, porque não se trata de uma relação de emprego. Dentro dessa modalidade de profissionais com CNPJ entram por exemplo os microempreendedores individuais (MEIs) e os microempresários (MEs). A diferença entre os dois tipos está no faturamento anual, nas atividades e número de funcionários permitidos e no regime de tributação. De acordo com o advogado trabalhista Eduardo Pragmácio Filho, quando se contrata a prestação pessoal de um serviço, com habitualidade, salário e sob ordens, há o vínculo de emprego, conforme o artigo 3º da CLT. Nessas circunstâncias, o empregador, que é o tomador dos serviços, possui algumas obrigações e encargos trabalhistas e previdenciários, como recolher FGTS e o INSS patronal, pagar férias e 13º, assinar a carteira de trabalho, entre outros. “Para fugir desses encargos trabalhistas e previdenciários, as empresas optam por contratar essas pessoas mediante a emissão de notas fiscais emitidas pelos prestadores de serviços, em um fenômeno popularmente conhecido como pejotização, em referência às iniciais de pessoa jurídica (PJ)”, explica. Pragmácio destaca que o trabalhador que recebe salário em sua pessoa física (CPF), registrado em carteira, paga imposto de renda com alíquotas de até 27,5%, enquanto como PJ pode pagar menos tributo. “Essa modalidade de contratação, no entanto, é arriscada para as empresas, podendo gerar passivos trabalhistas e previdenciários enormes, além de levar à fiscalização da inspeção do trabalho e investigação do Ministério Público do Trabalho, podendo gerar multas e risco em sua reputação”, alerta. Esses problemas aos quais se refere o advogado ocorrem quando o profissional com CNPJ exerce o mesmo papel do empregado celetista, pois nesse caso fica caracterizado o vínculo empregatício. O advogado trabalhista Danilo Pieri Pereira explica que todo trabalho prestado pessoalmente, de forma habitual, remunerada e mediante subordinação a um empregador resulta em vínculo de emprego. Em caso de processo judicial, é possível que o profissional obtenha êxito no reconhecimento da relação empregatícia, tendo direito ao que os demais trabalhadores com carteira assinada recebem, como férias remuneradas, 13º salário e FGTS. Veja abaixo o que caracteriza o vínculo de emprego: Elementos típicos da relação de emprego: Subordinação Remuneração Pessoalidade Habitualidade Exemplos de situações que caracterizam o vínculo: Tem que responder a um chefe Recebe remuneração de forma periódica Realiza tarefas pré-estabelecidas Cumpre horário pré-determinado Presta serviço apenas para uma empresa A advogada trabalhista Bianca Canzi alerta que, para entrar com ação trabalhista, o profissional deve comprovar o vínculo empregatício. Entretanto, Pereira vê o trabalhador com CNPJ como uma alternativa em momentos de crise econômica como a gerada pela pandemia. “Sempre que a pessoa desejar empreender, não estar presa a uma prestação de serviços subordinada e tiver a intenção de ingressar no mercado de trabalho prestando serviços de forma autônoma, pode ser interessante a abertura de empresa e registro do respectivo CNPJ”, diz. “Mas não se pode confundir com empregado o pequeno empreendedor, formalizado como pessoa jurídica, que presta serviços com autonomia para um ou mais tomadores de serviços. São vários exemplos, como o parceiro em salão de beleza, o representante comercial autônomo, o transportador autônomo de cargas, microfranqueado e tantos outros”, ressalta Pragmácio. Direitos do PJ O MEI e o ME têm direito a aposentadoria por invalidez ou idade com tempo de contribuição, além de auxílio-doença e salário-maternidade. Para o MEI, a contribuição mensal equivale a 5% do salário mínimo, acrescida do ICMS ou ISS. Já para o microempresário, a contribuição varia de 11% a 20% do salário mínimo. Já o seguro-desemprego é pago a quem tem carteira assinada e que foi demitido sem justa causa. E, se o trabalhador tiver CNPJ aberto no momento da demissão, terá o benefício negado. Segundo Pereira, como apenas pessoas físicas (com CPF) podem deter a condição de empregados, é juridicamente impossível o pagamento do benefício a pessoas jurídicas (com CNPJ). “Para a ótica da Receita Federal, o registro de MEI possibilita ao profissional receber renda justamente através de sua microempresa”, diz. “O seguro-desemprego é destinado a pessoas que não tenham outra fonte de renda, assim, o registro na Receita Federal se torna o sinônimo de faturamento”, enfatiza Bianca Canzi. A advogada ressalta, entretanto, que o MEI pode ter direito ao seguro-desemprego caso não tenha renda mensal igual ou superior a um salário mínimo. “Porém, essa regra não tem sido respeitada. O sistema tem negado o benefício do seguro-desemprego para microempreendedores individuais, independente da renda mensal. Neste caso, o MEI deve tentar resolver de forma administrativa, comprovando que não possui nenhum outro tipo de renda ou que o faturamento não é suficiente. Caso não resolva, deverá procurar um advogado para ingressar na Justiça”. A comprovação da renda pode ser feita através de extrato bancário ou pela declaração de Imposto de Renda. Quem tem CNPJ pode ter carteira assinada De acordo com Eduardo Pragmácio Filho, quem tem um CNPJ pode trabalhar como empregado com carteira assinada. Ele cita como exemplos um médico empregado de um hospital e que é sócio de uma clínica, ou um advogado sócio de um escritório e empregado de uma universidade. “Uma coisa não exclui a outra. O que seria muito estranho, no entanto, é a pessoa ser empregada de uma empresa e, ao mesmo tempo, ser prestadora de serviços via PJ para essa mesma empresa, o que poderia levantar suspeita de pagamento de parte do salário via nota fiscal. Se uma pessoa tem uma empresa aberta (CNPJ) terá sempre a obrigação contábil de mantê-la em dia com as declarações ao Fisco”, explica. Entretanto, os microempreendedores individuais (MEIs) só podem ter emprego formal se as atividades exercidas nas duas modalidades não forem compatíveis. Pragmácio cita o exemplo de um auxiliar de serviços gerais empregado de uma empresa que, aos fins de semana, trabalha vendendo sanduíche na praia como empreendedor autônomo. "A atividade do MEI não pode gerar uma espécie de concorrência com o empregador, o que pode levar até a uma demissão por justa causa, por concorrência desleal. Ou seja, ser MEI numa atividade diretamente concorrente ao da empresa em que trabalha", esclarece. Segundo ele, é comum a pessoa abandonar seu CNPJ após conseguir emprego com carteira assinada e depois ter de pagar tributos atrasados, multas por falta de declarações, além de o fato de estar com o registro aberto impedir o recebimento do seguro-desemprego. Pedidos de seguro-desemprego disparam na primeira quinzena de maio Veja Mais

Desmatamento na Amazônia faz 'cada vez mais difícil' acordo UE-Mercosul, diz embaixador alemão

G1 Economia Área desmatada cresceu 34,4% entre agosto de 2018 e julho de 2019, informou Inpe na última terça. Ratificação de acordo depende de aprovação por parlamentos dos países dos dois blocos. O aumento do desmatamento na Amazônia está tornando “cada vez mais difícil” a ratificação do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, disse em entrevista ao G1 o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel. Na última terça-feira (9), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informou que a área desmatada na Amazônia entre agosto de 2018 e julho de 2019 foi de 10,1 mil km². Trata-se de um aumento de 34,4% em relação ao período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018). É a maior área desmatada desde 2008, quando o Inpe apontou 12,9 mil km² desmatados. No final deste mês, completa-se um ano do anúncio do acordo União Europeia-Mercosul, fechado depois de mais de 20 anos de negociações. O acordo prevê reduções de barreiras tarifárias e não tarifárias para importações e exportações entre os países dos dois blocos e tem potencial de proporcionar um aumento bilionário do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e dos investimentos no país. O embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel Guilherme Mazui / G1 “A posição do governo alemão é que queremos ratificar o acordo. É um acordo muito importante e necessário. Porém, o nosso governo sabe que garantir a maioria no nosso Congresso e no Parlamento Europeu é cada vez mais difícil com as informações sobre o desmatamento crescendo no Brasil”, disse Witschel. A partir de julho, a Alemanha vai assumir a presidência rotativa do Conselho Europeu, que reúne os chefes de estado e de governo dos estados-membros da UE, e é responsável por definir as orientações gerais, as prioridades políticas e a política externa comum do bloco. Para ter validade, o acordo Mercosul-UE tem que ser aprovado pelo parlamento de todos os países envolvidos. “Precisamos do apoio do Brasil, e o apoio é a redução do desmatamento”, afirmou o embaixador alemão. Após 20 anos de negociações, União Europeia e Mercosul fecham acordo comercial A aumento das queimadas e do desmatamento na Amazônia durante o primeiro ano do governo do presidente Jair Bolsonaro levou alguns países europeus a impor restrições ao andamento do acordo. Em agosto do ano passado a França se manifestou contra o acordo. O escritório do presidente francês, Emmanuel Macron, acusou o presidente Jair Bolsonaro de ter mentido ao minimizar as preocupações com as mudanças climáticas durante um encontro do G20 no Japão. França impõe condições para acordo do Mercosul com União Europeia Na semana passada, deputados holandeses aprovaram uma moção contra a ratificação do acordo por causa da preocupação com a situação da Amazônia, entre outros aspectos. Em meio a críticas dentro e fora do país à atuação na área ambiental, o presidente Jair Bolsonaro anunciou no início deste ano a criação do Conselho da Amazônia e de uma Força Nacional Ambiental, que atuará na "proteção do meio ambiente da Amazônia". Veja Mais

Brasil tem 1.261 mortes por coronavírus em 24 horas, revela consórcio de veículos de imprensa; são 41.058 no total

Glogo - Ciência Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 30.465 novos casos de Covid-19 em um dia; são 805.649 no total. Brasil tem mais de 41 mil mortes por coronavírus, mostra consórcio de veículos O Brasil teve 1.261 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 41.058 óbitos pela Covid-19 no país até esta quinta-feira (11). Veja os dados, consolidados às 20h: 41.058 mortes ; eram 39.797 até as 20h de quarta-feira (10), uma diferença de 1.261 óbitos 805.649 casos confirmados; eram 775.184 até a noite de quarta Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. Pelo terceiro dia consecutivo, houve mais de mil mortes e mais de 30 mil novos casos em um intervalo de um dia. O Nordeste tem mais casos que o Sudeste. São 285 mil casos confirmados nos nove estados, contra 281 mil em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Mortes por coronavírus no acumulado e por dia no Brasil, até 11 de junho Editoria de Arte/G1 Levantamento mostra mortes por Covid-19 no Brasil Guilherme Gomes/G1 EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Nesta quinta (11), o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 1.239 novos óbitos e 30.412 novos casos, somando 40.919 mortes e 802.828 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Justiça suspende nomeação de aliada de Bolsonaro na presidência do Iphan

O Tempo - Política Juiz acolheu a pedido em ação popular, e entendeu que a mulher de um ex-segurança do presidente não possui formação e a experiência profissional para o cargo Veja Mais

Cidade italiana sem coronavírus, Cinquefrondi vende casas a 1 euro

O Tempo - Mundo Ideia é repovoar parte do município, que viu seus habitantes mais jovens migrarem em busca de empregos Veja Mais

Bolsas da China caem por realização de lucros e preocupação com economia global

G1 Economia Mercados asiáticos em geral caíram nesta quinta, após o Fed ter projetado que a economia dos EUA deve recuar 6,5% em 2020, enquanto o desemprego deve fechar o ano em 9,3%. Os índices de ações da China devolveram ganhos iniciais e fecharam em queda nesta quinta-feira (11), refletindo preocupações com a economia e a realização de lucros por alguns investidores após uma forte recuperação recente. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,1%, enquanto o índice SSEC em Xangai perdeu 0,8%. O índice ChiNext, em Shenzhen, subiu mais de 1% na sessão, para máxima de três meses, mas reverteu a trajetória com a realização de lucros e fechou em queda de 0,3%. Investidores têm monitorado de perto dados econômicos para avaliar a saúde da economia. Os novos empréstimos bancários na China caíram além do esperado em maio, mas o crédito em geral cresceu, uma vez que o banco central continuou a relaxar a política monetária para tentar colocar a economia de pé depois da crise do coronavírus. O sentimento no mercado chinês foi impactado negativamente pela fraqueza no mercado de Hong Kong, onde o principal índice caiu cerca de 2%. Os mercados asiáticos em geral caíram, após o Federal Reserve dos EUA ter projetado que a economia norte-americana deve recuar 6,5% em 2020, enquanto o desemprego deve fechar o ano ainda em 9,3%. Ações nos setores chineses de energia, empresas financeiras e setores de consumo estiveram entre as com pior desempenho. PIB do G20 cai 3,4% no 1º trimestre, mais que o dobro da crise de 2009 PIB do G20 tem contração recorde no 1º trimestre, aponta OCDE Veja Mais

FMI afirma que US$ 10 trilhões foram gastos contra pandemia, mas é preciso mais

G1 Economia Para a diretora-geral do Fundo, Kristalina Georgiev, foco dos gastos adicionais deve ser na minimização das perdas de empregos e na prevenção ao aumento da desigualdade. Governos ao redor do mundo já gastaram 10 trilhões de dólares em medidas fiscais para responder à pandemia do novo coronavírus e suas consequências econômicas, mas ainda são necessários significativos esforços adicionais, disse a chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quinta-feira (11). O diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, disse que novas estimativas sugerem que até 100 milhões de pessoas podem ser empurradas para a extrema pobreza como resultado da crise decorrente do vírus e que o foco dos gastos adicionais deve ser na minimização das perdas de empregos e na prevenção ao aumento da desigualdade. Para promover uma recuperação mais inclusiva, investimentos deveriam focar na melhoria do acesso à saúde e à educação, no fortalecimento de proteções ambientais e na ampliação do acesso de pessoas de baixa renda e pequenas empresas a produtos financeiros e tecnologia, escreveu ela em um novo blog no site do FMI. Economias emergentes devem ter primeira queda generalizada do PIB em 60 anos e levar milhões à extrema pobreza, diz Banco Mundial Américas sofrerão maior perda de empregos por causa da Covid-19, diz OIT Com coronavírus, governo projeta rombo de R$ 540 bilhões em suas contas em 2020 Presidente do Banco Mundial estima que 60 milhões de pessoas vão entrar na extrema pobreza Veja Mais

Europa vai barrar a entrada de brasileiros até pandemia ser controlada

O Tempo - Mundo Liberação de viagens de brasileiros dependerá do controle da circulação do coronavírus Veja Mais

Policial envolvido na morte de George Floyd paga R$ 3,7 milhões de fiança

O Tempo - Mundo Outros três envolvidos na morte do segurança negro em Minneapolis permanecem presos Veja Mais

Papa liga para arcebispo de Aparecida e diz rezar pelo Brasil

Papa liga para arcebispo de Aparecida e diz rezar pelo Brasil

em - Internacional Francisco tem demonstrado preocupação com o avanço da doença no país Veja Mais

Vídeo mostra homem negro sendo asfixiado até a morte por policial nos EUA

O Tempo - Mundo Caso assemelha-se ao de George Floyd, que causou comoção mundial e levou milhões de pessoas às ruas Veja Mais

Imposto de Renda 2020: como declarar um empréstimo?

G1 Economia Dívidas com valores acima de R$ 5 mil devem ser informadas na ficha de Dívidas e Ônus Reais do programa. selo IR 2020 Arte/G1 Não são apenas os rendimentos que precisam ser declarados no Imposto de Renda. Empréstimos ou financiamentos tomados em instituições financeiras e até dinheiro emprestado de parente ou conhecido também precisam ser informados à Receita Federal se o valor ultrapassar R$ 5 mil. Os empréstimos devem ser informados na ficha de Dívidas e Ônus Reais do programa do IR 2019. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2020 Veja perguntas e respostas sobre o assunto: Todos precisam obrigatoriamente ser declarados? Só é necessário fazer a declaração de empréstimo quando o valor tomado ultrapassa R$ 5 mil. Dívidas com valores iguais ou inferiores não precisam ser informados na declaração de imposto de renda. Mesmo assim, o contribuinte pode declarar seu empréstimo na ficha de dívidas e ônus reais, informando a natureza da dívida. Em qual ficha os empréstimos precisam ser declarados? Os empréstimos e financiamentos devem ser informados na ficha de Dívidas e Ônus Reais, sempre se atentando aos códigos disponibilizados pela Receita. No campo "Discriminação", declare as principais informações como o destino dos recursos, valor do empréstimo, forma de pagamento e os dados do credor. No campo "Situação em 31/12/2018", deixe zero se a dívida for gerada em 2019, ou informe o valor ao final de 2018. No campo "Situação em 31/12/2019", informe o saldo devedor na data. Já no campo "Valor pago em 2019" informe o total pago durante o período de janeiro a dezembro do ano passado. Como declarar um empréstimo familiar? Quem tomou emprestado mais de R$ 5 mil de qualquer pessoa física deve declarar a operação, informando o valor do empréstimo em sua ficha de Dívidas e Ônus Reais. Vale lembrar que quem emprestou também precisa declarar a operação, informando o valor bem como o nome e CPF do mutuário (pessoa que recebeu o dinheiro). Como declarar um financiamento de imóvel Na hipótese de ter comprado em 2019 um imóvel ou carro financiado, o contribuinte deve informar a operação na declaração de “Bens e Direitos”. Informe no campo "Situação em 31/12/2018" o valor zero, uma vez que o bem não era seu naquele ano, e no campo "Situação em 31/12/2019", o total de pagamentos feitos no ano passado, considerando entrada, mais a soma de todas as prestações pagas do financiamento – inclusive com o FGTS, no caso de imóveis. A partir disso, o declarante deve adicionar a cada ano os valores das prestações pagas e eventuais amortizações extras. Exemplo 1: declaração de imóvel financiado em 2018 Apartamento nº 45, situado na Rua A, nº 20, adquirido de Fulano de Tal, CPF ou CNPJ nº ........, pelo valor R$ 450.000,00 (entrada R$ 50.000,00, utilização do saldo do FGTS R$ 50.000 e financiamento de R$ 350.000 junto ao banco A). Parcelas pagas em 2019: R$ 30.000 Saldo em 31/12/2018 = R$ 0,00 Saldo em 31/12/2019 = R$ 130.000 Exemplo 2: Declaração de financiamento de veículo 0 km Automóvel marca/modelo, ano 2019, placa XXX-, com valor de nota fiscal de R$ 65.000, adquirido em XX/07/19 na concessionária (colocar o nome e CNPJ), mediante sinal de R$ 15.000, mais financiamento em 60 parcelas de R$ 1.500 pelo banco X). Valor das parcelas pagas em 2019: R$ 7.500. Saldo em 31/12/2018 = R$ 0,00 Saldo em 31/12/2019 = R$ 22.500 IR 2020: veja passo a passo de como fazer uma declaração simples Veja Mais

Pandemia levará a tecnologia a novo patamar, beneficiando os idosos, prevê especialista

Glogo - Ciência Joe Coughlin, fundador do laboratório dedicado ao envelhecimento do MIT, afirma que a crise está ampliando a inovação em produtos e serviços Durante quatro dias, a conferência on-line Age+Action (Idade+Ação) se propôs a debater caminhos a serem trilhados para garantir independência e autonomia aos mais velhos. O evento, que termina hoje, foi uma iniciativa do National Council on Aging (NCOA), organização dedicada à qualidade de vida das pessoas acima dos 60 anos. Na manhã de segunda-feira, a palestra de abertura foi dada por Joseph Coughlin, fundador e diretor do AgeLab, laboratório dedicado ao envelhecimento do MIT (Massachusetts Institute of Technology), um dos mais conceituados centros de pesquisa do mundo. Coughlin, um ativista da longevidade, diz que o conceito de velhice é uma invenção carregada de estereótipos que vem sendo utilizada sem questionamentos: “a visão de que nossa vida é como um copo que vai se esvaziando com o tempo é uma crença presente na linguagem, em discursos, nas instituições. Envelhecer, que deveria ser o objetivo de todos, se transformou numa crise”. Joe Coughlin, fundador de laboratório ao envelhecimento do MIT Divulgação Ele afirmou que apenas 30% dos norte-americanos com 75 anos se sentem velhos e que todos os esforços devem ser na direção de garantir a qualidade de vida dos indivíduos: “um idoso não se limita a passar o dia verificando sua pressão arterial. E é preciso oferecer muito mais, como aprendizagem, diversão, entretenimento”. Na sua opinião, a pandemia do novo coronavírus está acelerando o processo de inovação em produtos e serviços e a tecnologia será uma aliada do envelhecimento. Coughlin propõe uma reflexão sobre cada fase da nossa trajetória. Entre o nascimento e os 21 anos, são quase 8 mil dias; entre os 21 e a meia-idade, outros 8 mil; entre 45 e 65 anos, período semelhante; por fim, entre os 65 e os 85, mais 8 mil dias. “Deixando de lado infância e começo da juventude, a vida adulta tem 24 mil dias. Isso quer dizer que a velhice, sozinha, representa um terço da nossa existência, um tempo que não pode ser jogado fora como se não fosse relevante”, diz, acrescentando que se trata de uma oportunidade para novas realizações: “um número cada vez maior pensa em continuar na ativa na aposentadoria. Claro que o dinheiro é um dos motivos, mas também há uma busca de significado e a necessidade de manter as conexões sociais”. Para ele, o grande desafio é viabilizar o acesso de todos a ferramentas que tornem a maturidade uma fase criativa e prazerosa: “a tecnologia significa empoderamento, mas temos que instalar, ensinar e manter. É indispensável levar serviços digitais a todos, a um preço acessível, nos certificando de que os mais velhos aprendam a lidar com o novo. Dessa forma poderão continuar vivendo em suas casas, utilizando de aplicativos a telemedicina para facilitar o dia a dia. E como nada substitui o contato humano, e sabemos como a solidão é nociva, temos que repensar todo o sistema de transportes, para que as pessoas tenham a chance de sair de casa e ir a outros lugares. O transporte público também tem que ser acessível, seguro e simples”. Veja Mais

Seu Jorge e Daniel Jobim louvam o amor no tom maior de Antonio Carlos Jobim

G1 Pop & Arte Live dos artistas está programada para o Dia dos Namorados e reencena atmosfera do show estreado em março. ♪ No Dia dos Namorados, Seu Jorge canta o amor sob o prisma soberano do cancioneiro de Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) em live com o toque do piano de Daniel Jobim, neto do compositor e maestro carioca. Com transmissão ao vivo programada para as 19h30m de sexta-feira, 12 de junho, no canal oficial do Teatro Bradesco no YouTube, a live reencenará a atmosfera do espetáculo estreado por Seu Jorge e Daniel Jobim na cidade de Porto Alegre (RS) em 7 de março com roteiro centrado nas músicas de Tom. No show, que seria apresentado pelo Brasil ao longo deste ano de 2020 em turnê forçosamente interrompida que abrangeria Estados Unidos e Europa, Jorge e Daniel alinhavam 20 músicas de Tom em roteiro seguido pelo duo com os músicos Adriano Trindade (bateria) e Sidão Santos (baixo), músicos que também estarão presentes na live. Essas 20 músicas deverão compor o roteiro da live prevista para ter mais de duas horas de duração, transmitindo a união do canto grave de Seu Jorge – cantor e compositor carioca projetado em 1998 como integrante do grupo Farofa Carioca e atualmente com 50 anos, recém-completados na segunda-feira, 8 de junho – com o toque contemporâneo (mas reverente a Tom) do piano de Daniel Jobim. O neto do compositor usará em cena o chapéu Panamá que caracterizava publicamente a figura de Tom Jobim. Tal como chegou a fazer no show com Seu Jorge, Daniel Jobim deverá contar na live algumas histórias sobre o avô entre músicas do cancioneiro de Jobim. Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), A felicidade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959), Corcovado (Antonio Carlos Jobim, 1960), Samba de uma nota só (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1960), Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962), Wave (Antonio Carlos Jobim, 1967), Retrato em branco e preto (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968), Águas de março (Antonio Carlos Jobim, 1972), Lígia (Antonio Carlos Jobim, 1974), Luíza (Antonio Carlos Jobim, 1981), Passarim (Antonio Carlos Jobim, 1985) e Anos dourados (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1986) são músicas previstas no roteiro da live de Seu Jorge com Daniel Jobim. Composições que exemplificam o dom de Antonio Carlos Jobim para abordar o amor em tom maior, sozinho ou com parceiros. Veja Mais