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Homem que agrediu enfermeiras é preso por atirar fogos de artifício no STF

O Tempo - Política Após a prisão, bolsonaristas teriam tentado invadir a delegacia em que ele foi detido Veja Mais

Mansueto Almeida pede demissão e deve deixar governo nas próximas semanas

O Tempo - Política Atual secretário do Tesouro Nacional deve cumprir quarentena e ir para a iniciativa privada Veja Mais

Secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, anuncia que deixará o cargo nos próximos meses

G1 Economia Secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, deve deixar o governo O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, comunicou ao ministro Paulo Guedes que irá deixar o governo nos próximos meses. Segundo confirmou ao blog, Mansueto disse que sua saída é consensual e que ele ficará até o final de julho ou agosto, em tempo de fazer uma transição com o novo nome a ser escolhido. Mansueto, que estava à frente do Tesouro Nacional desde 2018, pretende ir para a iniciativa privada depois de cumprir a quarentena – estimada em seis meses. O ministro Paulo Guedes estuda já dois ou três nomes para comandar o Tesouro Nacional. O atual secretário foi nomeado para o cargo ainda no governo Michel Temer, pelo então ministro da Fazenda Eduardo Guardia. Após a posse de Jair Bolsonaro, Mansueto foi mantido no posto. Mansueto Almeida é formado em economia pela Universidade Federal do Ceará, é mestre em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e cursou doutorado em Políticas Públicas no MIT, Cambridge (USA), mas não defendeu a tese. Almeida é técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA, tendo assumido, entre outros, os cargos de coordenador-geral de Política Monetária e Financeira na Secretaria de Política Econômica no Ministério da Fazenda (1995-1997), assessor da Comissão de Desenvolvimento Regional e de Turismo do Senado Federal (2005-2006) e Assessor Econômico do Senador Tasso Jereissati. Veja Mais

Um em cada quatro deputados do Centrão que apoiam Bolsonaro é investigado

O Tempo - Política Dos cerca de 200 deputados que formam o bloco informal na Câmara, ao menos 60 possuem implicações na Justiça com acusações e suspeitas que envolvem desde lavagem de dinheiro e corrupção a crimes ambientais Veja Mais

Veja concursos e seleções com editais publicados na PB de 14 a 21 de junho

G1 Economia Quatro editais com inscrições abertas oferecem 275 vagas. Divulgação/UBM Pelo menos 275 vagas são oferecidas em quatro editais de concursos e seleções publicados na Paraíba, nesta semana de 14 a 21 de junho. Concurso da prefeitura de Capim Vagas: 126 + 30 CR Níveis: todos Salários: R$ 1.045 a R$ 2,8 mil Prazo de inscrição: até 26 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 75 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 115 (superior) Provas: 30 de agosto Edital do concurso da prefeitura de Capim Concurso da prefeitura de Congo Vagas: 56 Níveis: todos Salários: R$ 1.045 a R$ 4 mil mais R$ 8 mil de gratificação Prazo de inscrição: até 28 de junho Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Consultoria Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 75 (médio/técnico) e R$ 90 (superior) Provas: 2 de agosto Edital do concurso da prefeitura de Congo Concurso da prefeitura de Poço Dantas Vagas: 21 Nível: fundamental, médio e superior Salários: a partir de R$1.045 até R$ 8 mil Prazo de inscrição: até 3 de julho Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 80 (médio) e R$100 (superior) Provas: suspensas Edital do concurso da prefeitura de Poço Dantas Concurso da prefeitura de Mogeiro Vagas: 72 Nível: fundamental, médio e superior Salários: a partir de R$ 1.045 até R$ 6,9 mil Prazo de inscrição: 22 de junho a 7 de agosto Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 75 (fundamental), R$ 85 (médio) e R$ 115 (superior) Provas: 13 de setembro Edital do concurso da prefeitura de Mogeiro Veja Mais

Novos rumores indicam que Huawei Mate 40 pode ser lançado com câmera de 108MP

tudo celular A chinesa pode seguir os passos de concorrentes como Samsung, Xiaomi e Motorola e colocar um sensor massivo em seu novo top de linha Veja Mais

PAULINHO DECISIVO E CUNFUSÃO GENERALIZADA! Lances de Schalke 1 x 1 Leverkusen pela Bundesliga

PAULINHO DECISIVO E CUNFUSÃO GENERALIZADA! Lances de Schalke 1 x 1 Leverkusen pela Bundesliga

Fox Sports Brasil Brasileiro sai do banco no segundo tempo e tem participação fundamental no gol de empate que definiu o placar de Schalke 1 X 1 Bayer Leverkusen Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #BayerLeverkusen #Schalke04 #Paulinho Veja Mais

Astro de Bollywood Sushant Singh Rajput é encontrado morto em casa, na Índia

G1 Pop & Arte Morte de ator de 34 anos que participou de 11 filmes chocou o país asiático. Primeiro-ministro Narendra Modi disse que 'um jovem brilhante foi cedo demais' O ator de Bollywood Sushant Singh Rajput em uma foto de maio de 2017 Ajit Solanki/AP O ator indiano Sushant Singh Rajput, de 34 anos, estrela de Bollywood, foi encontrado morto em sua casa em Mumbai na manhã deste domingo (14). "Dói-nos compartilhar que Sushant Singh Rajput não está mais conosco", disse, em nota, um porta-voz do ator. A polícia de Mumbai informou que o ator foi encontrado morto em sua residência e que uma investigação vai apurar o caso. Segundo a imprensa local, o corpo de Rajput foi achado pendurado no teto da casa. Ambulância carrega o corpo do ator de Bollywood Sushant Singh Rajput neste domingo (14) Rafiq Maqbool/AP A morte de Rajput chocou a Índia. Nomes importantes do país prestaram homenagem ao ator nas redes sociais. “Isso é tão chocante. Um talento maravilhoso. RIP, Sushant”, disse o ator Abhishek Bachchan, no Twitter. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, lamentou a morte do ator. "Um jovem ator brilhante se foi cedo demais", disse Modi, no Twitter. "Sua ascensão no mundo do entretenimento inspirou muitos e deixa para trás várias atuações memoráveis." Carreira em Bollywood Rajput começou sua carreira de ator com novelas de televisão e estreou em Bollywood em 2013. Ele atuou em 10 filmes, e o décimo primeiro, um remake do sucesso de Hollywood "A culpa é das estrelas", está programado para ser lançado ainda neste ano. Em 2016, Rajput teve a atuação elogiada ao interpretar o jogador de críquete indiano Mahendra Singh Dhoni em uma cinebiografia sobre o atleta. Veja Mais

Novo logo de GPUs Radeon da AMD pode ter vazado em anúncios durante PC Gaming Show

tudo celular O novo visual da marca se assemelha ao que é visto na família de processadores Ryzen, indicando alinhamento dos produtos da fabricante Veja Mais

Weintraub se encontra com manifestantes na Esplanada dos Ministérios

O Tempo - Política Ministro da Educação disse que não tem autorização do presidente para se posicionar contra ministros do STF Veja Mais

GOL DE DIEGO COSTA E DEFESA INCRÍVEL! Athletic Bilbao 1 x 1 Atlético de Madrid pela La Liga

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Reino Unido pode rever regras de distanciamento e quarentena de viajantes para estimular a economia

G1 Economia Atualmente, estabelecimentos devem manter distância de 2 metros entre os clientes e quem chega ao país é obrigado a se submeter a uma quarentena de 14 dias. Loja de roupas em Warwickshire, na Inglaterra, avisa que por causa do distanciamento social só permite a entrada de três pessoas ao mesmo tempo, neste domingo (14) Jacob King/PA via AP O Reino Unido está revendo sua regra de distanciamento social e pode relaxar a quarentena de viajantes para ajudar a economia a se recuperar do colapso causado pela crise de coronavírus, informou neste domingo (14) o ministro das Finanças, Rishi Sunak. O avanço na luta contra a pandemia de Covid-19 permitiu que o Reino Unido pudesse repensar a regra dos dois metros de distância. Segundo Sunak, muitos empresários afirmam que a regra torna difícil retomar as atividades com a produtividade de antes. O governo do primeiro-ministro Boris Johnson, que diz que sempre seguiu os conselhos científicos ao lidar com a pandemia, enfrenta um difícil desafio de retomar a economia sem permitir uma segunda onda de infecções. Com mais de 41 mil mortes, o Reino Unido é o terceiro país com maior número de vítimas do coronavírus, atrás dos Estados Unidos e do Brasil. Os críticos de Johnson afirmam que a grande quantidade de vítimas foi provocada pela negligência do governo durante a pandemia. "É importante analisar de modo abrangente, e é isso que faremos com urgência", disse Sunak à Sky News sobre a regra do distanciamento social. Se houver redução da regra do distanciamento obrigatório entre as pessoas, três quartos dos pubs britânicos poderiam reabrir, em vez de apenas um terço capaz de respeitar os dois metros. Sunak também afirmou que o governo pode alterar quarentena de 14 dias para as pessoas que entram no país e estabelecer, por exemplo, períodos para países específicos. Na semana passada, as companhias aéreas divulgaram que demitiram uma grande quantidade de empregados por causa da quarentena. "O secretário de Transportes está analisando as opções à medida que continuamos progredindo na luta contra o vírus", disse Sunak. O ministro das Finanças afirmou que reabrirá a economia "devagar e com segurança", começando com o setor de varejo nesta semana, e prevê que o setor hoteleiro retome as atividades no início de julho. A escala da crise econômica foi revelada pelos dados da semana passada, que mostraram uma queda de produção de um quarto em relação a março e abril, mas o foco agora estava na fase de recuperação. PIB do Reino Unido cai 20% em relação ao mês anterior Reabertura de fronteiras da Espanha A Espanha anunciou neste domingo que adiantará para o dia 21 a data de reabertura de suas fronteiras com os vizinhos da União Europeia, exceto com Portugal, país com o qual manterá a data prevista de 1º de julho. Initial plugin text Veja Mais

Chefe da polícia de Atlanta renuncia após morte de homem negro durante prisão

Chefe da polícia de Atlanta renuncia após morte de homem negro durante prisão

em - Internacional Rayshard Brooks foi morto em confusão perto de um fast-food, onde policiais o abordaram porque dormia dentro de um carro e resistiu Veja Mais

CRISE NO CORINTHIANS, RETORNO DO FUTEBOL E SELEÇÃO! 'A Última Palavra' completo (14/06)

CRISE NO CORINTHIANS, RETORNO DO FUTEBOL E SELEÇÃO! 'A Última Palavra' completo (14/06)

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"O CORINTHIANS É MINHA PRIMEIRA OPÇÃO": Pablo Participa do 'A Última Palavra'

Fox Sports Brasil Pablo, ex-zagueiro do Timão, revelou que quer voltar ao clube num futuro próximo. Porém, no momento seu foco principal é reforçar uma grande equipe europeia e disputar a Chamions League! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #Pablo #FOXSports Veja Mais

Covid-19: mais de 431 mil pessoas já morreram no mundo desde dezembro de 2019

O Tempo - Mundo O levantamento foi feito pela agência pela AFP e divulgado neste domingo (14), às 16h, com base em fontes oficiais; EUA (115.586), Brasil (42.720) e Reino Unido (41.698) são os países com mais mortes Veja Mais

Suiça procura 'esquecido' que deixou sacola com três quilos de ouro em trem

O Tempo - Mundo Proprietário do tesouro, com valor estimado em 955 mil reais na cotação atual, entrou no vagão que fazia a linha entre St. Gallen e Lucerna, em outubro de 2019 Veja Mais

PGR quer investigação sobre invasão a hospitais e agressões a trabalhadores

O Tempo - Política Pedido ocorre após Bolsonaro ter solicitado em rede social que "arranjassem uma maneira de entrar" em hospitais e filmassem leitos de UTI para comprovar se as estruturas estão realmente ocupadas Veja Mais

Sesapi abre inscrições nesta segunda (15) de processo seletivo para profissionais de saúde

G1 Economia Os aprovados vão atuar no combate à pandemia do novo coronavírus, nos hospitais da rede estadual de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi) abre nesta segunda-feira (15) as inscrições do processo seletivo simplificado para contratação temporária de profissionais. Os aprovados vão atuar no combate à pandemia do novo coronavírus, nos hospitais da rede estadual de saúde. Veja serviços afetados pelo coronavírus no Piauí O que fazer e para onde ir em caso de aparecimento dos sintomas Acompanhe a evolução da curva epidêmica no estado As inscrições seguem até dia 17 de junho. Elas serão feitas através do site, mediante preenchimento de formulário online e envio de documentação exigida no edital. A seleção dos candidatos será realizada pela Comissão Específica da Secretaria de Estado da Saúde. O resultado final será divulgado no dia 24 de junho de 2020. Decretos determinam distanciamento social Para evitar a contaminação pelo vírus, o isolamento social e medidas emergenciais foram determinadas por meio de decretos do governo do estado e das prefeituras, como na capital piauiense, para que a população fique em casa e evite ao máximo ir às ruas. Aulas em escolas e universidades, a maioria das atividades comerciais, esportivas e de serviços em geral estão suspensas por tempo indeterminado. Serviços essenciais como farmácias, postos de combustíveis e supermercados continuam mantidos mas estão regulamentados. O atendimento em clínicas, hospitais e laboratórios, assim como o funcionamento de escritórios de advocacia e contábeis também foram liberados mediante cumprimento de regras. O uso de máscaras em locais públicos tornou-se obrigatório em todo o estado. Policiais fazem abordagens nas fronteiras do estado a ônibus e veículos particulares. Os decretos preveem que quem descumprir as regras pode ser penalizado com multa ou até prisão. Prevenção, contágio e sintomas Lavar as mãos de forma correta (veja vídeo), uso de álcool em gel, sempre usar máscaras, evitar contato pessoal e aglomerações de pessoas são algumas das orientações para evitar o contágio da doença. Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia da covid-19 É importante também ficar atento quanto aos principais sintomas (tosse seca, congestão nasal, dores no corpo, diarreia, inflamação na garganta e, nos casos mais graves, febre acima de 37° C e dificuldade para respirar). Um guia ilustrado preparado pelo G1 ajuda a tirar dúvidas. Veja Mais

HTC Desire 20 Pro tem fotos vazadas confirmando design modesto e quatro câmeras

tudo celular O aparelho é nova tentativa da fabricante de recuperar sua relevância no mercado, apresentando especificações intermediárias e possível preço baixo Veja Mais

Mesmo com alta de casos de Covid-19 em alguns Estados, retomada nos EUA avança

O Tempo - Mundo Assessor econômico da Casa Branca reconheceu que aumento de casos preocupa, mas mostrou otimismo sobre recuperação econômica Veja Mais

Filmes que cobiçam o Oscar precisarão cumprir critérios de diversidade

O Tempo - Diversão - Magazine Organização que entrega a premiação anunciou que vai desenvolver "padrões de representação e inclusão' até o dia 31 de julho Veja Mais

OnePlus lança beta 5 da OxygenOS para linha 7T com pacote de segurança de junho e mais

tudo celular A atualização conta ainda com novo atalho para ativação do modo escuro, melhorias no streaming de áudio via Bluetooth e diversas correções de bugs e erros Veja Mais

Judiciário vê reação de Bolsonaro como temor de julgamento no TSE

O Tempo - Política Presidente disse que Forças Armadas não cumprem ordens absurdas em nota divulgada na última sexta-feira, 12 Veja Mais

Novo Chromecast Ultra tem especificações vazadas revelando suporte ao Stadia e mais

tudo celular O dispositivo traria mesmo processador encontrado na streaming box da Oi, trazendo modo de baixa latência e Android TV embutido Veja Mais

Google retoma esforços para abolir uso de URLs com lançamento da versão 85 do Chrome

tudo celular A luta da companhia em abolir endereços de páginas começou em 2018, quando engenheiros da empresa relataram seu desejo de encontrar alternativas mais simples e seguras Veja Mais

Buscar o impeachment de Bolsonaro é potencializar crise, diz presidente do PSDB

O Tempo - Política Para Bruno Araújo, é preferível que diálogo e maturidade das instituições façam com que país supere "grave momento" Veja Mais

"TEM QUE JOGAR CONTRA AS MELHORES": 'A Última Palavra' avalia preparação da seleção Brasil

Fox Sports Brasil A seleção brasileira não terá mais jogos amistosos para esse ano. A bancada avaliou a situação e discutiu sobre como o Brasil pode se preparar melhor para a Copa do Mundo. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #FOXSports #SeleçãoBrasileira #Futebol Veja Mais

"1 MILHÃO POR MÊS": Dívidas do Corinthians podem rebaixar o clube? Veja debate no 'A Última Palavra'

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #Dívidas #FOXSports Veja Mais

França conquistou "primeira vitória" contra COVID-19, diz Macron

em - Internacional Com nove mortes registradas em 24 horas, país amplia reabertura do comércio e retorno de atividades não essenciais a partir desta segunda-feira (15) Veja Mais

Funcionário da BRF morre de Covid-19 em Rio Verde

G1 Economia Segundo a empresa, ele integrava o grupo de risco e estava afastado das atividades desde abril. Planta está fechada temporariamente. Grupo de grandes companhias realiza testagem em massa na cidade. Funcionário da BRF morre com Covid-19 em Rio Verde Um funcionário da BRF morreu por Covid-19 em Rio Verde, região sudoeste de Goiás. Ele tinha 36 anos e trabalhava na planta da empresa situada na cidade. Seu nome não foi revelado. A empresa é uma das sete que estão realizando testagem em massa em seus funcionários na cidade. A unidade tem 8,5 mil colaboradores. A morte ocorreu no sábado (13). Em nota, a BRF confirmou a morte por conta do coronavírus. Afirmou que ele integrava o grupo de risco e que já estava afastado das atividades desde abril. O comunicado destacou ainda que está prestando todo apoio à família do colaborador, além tomar todas as medidas sanitárias necessárias para o combate à pandemia em seu ambiente. A empresa, inclusive, optou por suspender as atividades da indústria na cidade temporariamente de maneira preventiva. Funcionário trabalhava na BRF de Rio Verde, mas estava afastado do trabalho desde abril Reprodução/TV Anhanguera Testes em massa Na semana passada, um grupo de grandes empresas da cidade começou a fazer testagens em massa nos seus funcionários, num total de 15 mil pessoas. Quando os primeiros resultados saíram, houve um aumento de quase 70% nos registros positivos num intervalo de apenas 24 horas, saindo de 385 para 641 casos. Antes mesmo dos testes, a Prefeitura de Rio Verde já havia decretado um novo fechamento do comércio. Além disso, também é obrigatório o uso de máscara ao sair de casa. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Veja Mais

Samsung Galaxy Tab S7 Plus: benchmarks indicam poucos avanços em relação ao antecessor

tudo celular Além do design similar, a nova geração de tablets da sul-coreana também não deve trazer grandes mudanças em especificações quando comparado ao antecessor Veja Mais

China tem 57 novos casos de Covid-19, o maior número desde abril

O Tempo - Mundo Número gerou preocupação sobre uma possível segunda onda da doença no país Veja Mais

Putin diz que protestos nos EUA mostram 'profundas crises internas'

O Tempo - Mundo Presidente da Rússia disse que divisão interna no país norte-americano é perceptível desde a eleição de Trump em 2018 Veja Mais

Madeira nobre, mogno africano se torna investimento de longo prazo com bons retornos para produtores brasileiros

G1 Economia Cultivo é descomplicado e madeira pode ser cortada sem a necessidade de autorização, diz associação. Mogno africano se torna investimento de longo prazo para produtores brasileiros Um cultivo que leva 20 anos. E tem agricultor investindo nele: é o mogno africano, que tem produções também no Brasil, nas savanas de Roraima e no cerrado de Minas Gerais. O mogno africano é madeira nobre, parente do mogno brasileiro, que tem plantio e corte limitados pois está na lista de espécies ameaçadas. Atualmente, o corte da árvore natural do Brasil é permitido apenas por empresas com certificação e plano de manejo. O plantio do mogno africano vem para suprir a demanda pela madeira valorizada, e tem vantagem por não sofrer as restrições de corte e ter boa produtividade. Na plantação de Ricardo Tavares, em Minas Gerais, são 500 hectares de mogno africano. Ele é um dos pioneiros no plantio da árvore no Brasil e dedicou parte da área para uma coleção com 17 espécies, tentando demonstrar por que escolheu o mogno africano em relação ao cedro australiano, ao nim, ao ipê, ao jatobá, à teca e ao mogno brasileiro. “Aqui está claramente demonstrado que o mogno africano teve um desenvolvimento muito maior que as outras espécies de madeira que plantamos aqui”, afirma Tavares. A maior parte do plantio de mogno africano no Brasil tem hoje entre 5 e 10 anos. A árvore cresce até atingir cerca de 15 metros de altura e depois se desenvolve para os lados. Até atingir uma medida ideal para o corte: a árvore deve ter em torno de 1,5 metro de circunferência. Na hora do manejo, é essencial definir o espaçamento entre as mudas, uma das primeiras decisões que o produtor precisa tomar na hora de implantar uma área florestal. É esse espaçamento que vai definir, no futuro, a idade do corte e o volume de madeira por hectare. Segundo Tavares, um projeto como esse, que leva 20 anos para ser concluído, custa em torno de R$ 70 mil por hectare. Ele acredita que nessa plantação vai conseguir 400 metros cúbicos de tora por hectare — com o preço da tora a US$ 400, o rendimento seria em torno de US$ 160 mil dólares por hectare, o que dá atualmente cerca de R$ 800 mil. Enquanto aguarda o retorno de longo prazo desse investimento, Tavares mantém outros cultivos, como uma plantação de café. Investimento e manejo Embora demorado, o cultivo do mogno africano é descomplicado e pode trazer alto rendimento. A madeira pode ser cortada sem a necessidade de autorização. Apesar disso, o financiamento para o investimento inicial da floresta pode ser complicado, por não existirem linhas de crédito específicas nos bancos para esse cultivo. “A hora que chega lá [no banco] e fala, ‘olha, minha cultura precisa de 18 anos de financiamento’, existe um susto”, explica Patrícia Fonseca, diretora da Associação Brasileira de Produtores de Mogno Africano. “A instituição financeira brasileira não está acostumada com isso e não gosta de correr risco”. O plantio do mogno é considerado simples. Na fazenda Boa Esperança, em Minas Gerais, o cultivo foi feito sem irrigação, o que reduz os custos. “São R$ 6,5 mil por hectare a implantação. A estratégia é plantar 25 hectares ao ano de maneira perpétua. À medida que chega na época da colheita final, nós teríamos o fechamento desse ciclo e aí replanta 25 hectares”, explica o agrônomo Paulo Sabonge. Um dos poucos problemas da plantação, em termos de praga, é a broca. Mas as árvores conseguem se proteger, expelindo uma resina que protege a madeira. De acordo com o agrônomo, o único controle acentuado que é necessário é o de formigas. Plantação em Roraima O primeiro cultivo de mogno africano em Roraima é dos irmãos Marcello e Eduardo Guimarães. Cariocas, eles vêm da área de tecnologia, mas decidiram investir no campo. Eles têm uma área de 2 mil hectares na fazenda, somando 1,8 milhão de árvores. A área escolhida foi uma região mais árida da Amazônia, bem próxima à capital do estado, Boa Vista, chamada na região de lavrado. “Nós estamos numa área de savana, que se assemelha muito ao cerrado do Planalto Central. Esses solos quimicamente são muito pobres, são solos com baixa fertilidade natural”, explica o agrônomo José Frutuoso do Vale Júnior, que é especialista em solos e acompanhou a implantação da floresta. O solo da região teve de ser construído: primeiro com um consórcio de leguminosas e depois algumas espécies de capim, para aumentar a quantidade de matéria orgânica. Além disso, eles precisaram encontrar uma maneira de quebrar a dormência das sementes e por isso investiram em viveiros de mudas. A espécie escolhida foi a Khaya Senegalensis, segundo Marcello Guimarães é que a melhor se adaptou à região. “ A condição aqui é muito diferente. Muito vento durante uma época muito grande, uma seca muito forte e, de repente, uma chuva, que é uma chuva de monções, parece que o mundo vai desabar”, diz. “Tem que se adaptar senão a planta não resiste”. A fazenda dos irmãos trabalha com um parceiro, o paranaense Anderson Gibbert, que comprou terras em Roraima pelo baixo custo. O plantio é feita nas terras dele e isso gera créditos de reposição florestal, que podem ser vendidos a empresas da região que desmataram indevidamente e precisam de regularização junto a órgãos ambientais. A venda dos créditos ajuda no início do plantio. O dono das terras fica com 20% dos rendimentos. “A gente recebe, logo após o plantio, na faixa de R$1,2 mil por hectare em crédito”, diz Gibbert. Os cortes da maneira são previstos aos 6 anos, aos 9 anos e aos 12. A expectativa é que o corte final seja feito depois de 17 anos após a implantação. A fazenda conta 27 funcionários trabalhando para fazer o semeio — 15 deles são venezuelanos. Com a crise do coronavírus, a atividade nos viveiros que preparam as mudas ficou parada por um mês, mas já recomeçou, com cuidados como distância e uso de máscara. Ninguém foi demitido no período. Tecnologia para acompanhar e plantar Para acompanhar o crescimento das árvores, os irmãos investiram num sistema de monitoramento via satélite, que permite a visualização em tablet ou smartphones. Também foi desenvolvida uma máquina na fazenda para plantar 3,6 mil mudas por hora. A máquina retira as sementes do tubo e alinha a implantação no chão, informando o sistema com captura de localização de GPS. Isso permite ter um inventário de cada árvore para fazer planos de manejo e informar órgãos ambientais. Até agora, já foram investidos R$ 12 milhões no projeto. O mogno que foi plantado em 2001, em uma área de 18 hectares, e extraído agora, é avaliado em R$ 2,6 mil por metro cúbico. Se deixar a madeira secar, o preço triplica. O risco do fogo e o futuro da floresta Na plantação de Roraima, o maior risco é o fogo, algumas vezes causado de maneira criminosa. Para evitar o problema, os produtores testam a técnica de agrofloresta, que consiste em um consórcio das árvores de mogno com mandioca, banana e outras espécies produtivas. A agrofloresta demanda mais trabalho constante, então reduz os riscos de incêndio porque há pessoas com maior frequência na área. A ideia também beneficia os animais que vivem mais afastados. A bióloga Eliza Costa estuda a fauna da região há dois anos e já percebeu as mudanças. “Já encontramos pegadas de onça, encontramos tatu, tamanduá bandeira”, diz ela, reiterando que essa seria uma área de plantação mais baixa, mas que consegue ter mais vida por causa da agrofloresta. Para os irmãos, a meta inicial, de plantar 40 mil hectares de mogno em 10 anos, está mudando. Eles agora querem mais diversidade: combinar o mogno com árvores da região como jatobá, ipê, figueira branca ou taperebá. O mogno cresce e passa pelos desbastes, enquanto que as árvores nativas seriam usadas para gerar renda com bioextratos, matérias que podem ser usadas em laboratórios e na indústria de remédios. Dessa maneira, os produtores têm esperança de que o mogno africano possa ser usado para a preservação das árvores brasileiras, retirando um pouco da pressão hoje sobre a Amazônia. Veja Mais

Aprenda a fazer o cuscuz, prato típico da culinária nordestina

G1 Economia Com as festas de São João canceladas por causa do coronavírus, prato ainda é parte do cotidiano em Pernambuco. Veja receita. O trabalho na colheita de milho mudou este ano por causa da pandemia de coronavírus. A enxada agora divide espaço com o álcool em gel e a máscara. A pandemia também levou ao cancelamento das celebrações de São João no estado. Mas, mesmo sem a festa, um prato tradicional não pode faltar: o cuscuz, também conhecido como pão de milho. Existem várias maneiras de preparar o prato, mas a chef de cozinha Marli Trajano ensina uma receita de família: O preparo começa um dia antes, com o milho de molho em água fervente por 12h; Na água, o milho vai dobrar de tamanho e passar duas vezes pelo moedor e, depois, pela peneira; Na sequência, é hora de cozinhar, colocando o milho na cuscuzeira com a massa molhada, vedando as partes abertas; Depois de 30 minutos no fogo está pronto. Veja Mais

Brasil tem 43.389 mortes por coronavírus, aponta consórcio de veículos de imprensa; são 598 nas últimas 24 horas

Glogo - Ciência Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 17.086 novos casos de Covid-19 em um dia. São 867.882 no total. Brasil chega a 43.389 óbitos por Covid-19, diz consórcio de veículos de imprensa O Brasil teve 598 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 43.389 óbitos pela Covid-19 até este domingo (14). Veja os dados, consolidados às 20h: 43.389 mortes; eram 42.791 até as 20h de sábado (13), uma diferença de 598 óbitos 867.882 casos confirmados; eram 850.796 até a noite de sábado Apenas o Rio Grande do Norte não divulgou novos dados; o estado diz que não publica boletins aos domingos. Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. O Brasil é o segundo país com mais casos e mais mortes no mundo, somente atrás dos EUA. O país concentra 10% de todas as vítimas do planeta, de acordo com dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Já os Estados Unidos têm 2 milhões de casos. São 115 mil óbitos. Editoria de Arte/G1 Editoria de Arte/G1 EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Apenas na terça (9) o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Neste domingo (14), o órgão publicou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 612 novos óbitos e 17.110 novos casos, somando 43.332 mortes e 867.624 casos desde o começo da pandemia – números totais menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Dias Toffoli diz que a corte 'jamais' se sujeitará a nenhum tipo de ameaça

O Tempo - Política Manifesto do ministro ocorre após um grupo de manifestantes lançar fogos de artifício contra o prédio do STF na noite de sábado (13) simulando um bombardeio Veja Mais

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Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #CampeonatoEspanhol #RealMadrid #LaLiga Veja Mais

Congresso do Chile aprova pacote emergencial de US$ 12 bilhões contra coronavírus

G1 Economia Pacote inclui cortes de impostos para pequenas e médias empresas, expansão do esquema de depreciação instantânea, simplificação regulatória e medidas de liquidez. Sebastián Piñera, presidente do Chile, em pronunciamento em Santiago Prensa/Gobierno de Chile O ministro das Finanças do Chile, Ignacio Briones, anunciou um novo pacote de apoio à população e estímulo econômico no valor de US$ 12 bilhões por dois anos para enfrentar os efeitos da pandemia de coronavírus, após um acordo entre governo e oposição na madrugada deste domingo. O pacote econômico inclui medidas tributárias, como cortes de impostos para pequenas e médias empresas entre 2020 e 2022, expansão do esquema de depreciação instantânea, simplificação regulatória e medidas de liquidez. Ministro da Saúde do Chile deixa o cargo após polêmica sobre contagem dos mortes por Covid-19 Também aumenta o valor do subsídio de renda para a população mais vulnerável previamente estabelecido pelo governo. O anúncio ocorre após semanas de disputas políticas e críticas feitas por especialistas à maneira como o governo tem lidado com a crise sanitária, já que os casos confirmados de coronavírus a cada 100 mil cidadãos atingiram níveis apenas superados por pequenos países como o Catar. Chile e Peru estão no topo de casos per capita de Covid-19 na América do Sul O ministro Briones disse que o Chile está passando por um "momento único" em sua história, uma vez que enfrenta as semanas mais difíceis do combate à pandemia, e que a única maneira de escapar disso é trabalhando em conjunto para oferecer aos cidadãos "um sinal de esperança". No sábado, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, demitiu o ministro da Saúde, Jaime Manalich, que havia sido criticado por não implementar quarentenas mais cedo e por mudanças na metodologia de divulgação de casos e mortes. Veja Mais

Manifestantes bolsonaristas protestam em frente ao quartel-general do Exército

O Tempo - Política Manifestação mudou de local após governador do Distrito Federal fechar a Esplanada dos Ministérios Veja Mais

Após dificuldade em descer escada, Trump nega estar mal fisicamente

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O Tempo - Política Sem citar diretamente o presidente Jair Bolsonaro, o ministro do STF disse que o Ministério Público deve atuar imediatamente e que é vergonhoso que agentes públicos alimentem teorias da conspiração Veja Mais

Brasil tem 42.837 mortes por coronavírus, mostra consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h)

Glogo - Ciência Levantamento é feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde. O Brasil tem 42.837 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste domingo (14), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou no sábado (13), às 20h, o sexto balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Depois desse balanço, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Roraima divulgaram novos dados. Veja os dados atualizados às 13h deste domingo (14): 42.837 mortes 852.785 casos confirmados (No sábado, 13, às 20h, o balanço indicou: 42.791 mortes, 843 nas últimas 24 horas; e 850.796 casos confirmados) Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Neste sábado (13), mais uma vez o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 892 novos óbitos e 21.704 novos casos, somando 42.720 mortes e 850.514 casos desde o começo da pandemia – números totais menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Paulo Guedes quer priorizar concessões no BNDES

O Tempo - Política Este seria um dos motivos pelo qual o socorro às montadoras e companhias aéreas e elétricas seria inferior ao solicitado pelas empresas Veja Mais

Propostas para adiar a eleição têm PEC e 'divisão' de poderes

O Tempo - Política Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso tem se reunido com cientistas, juízes e acadêmicos para decidir sobre o pleito Veja Mais

Apneia do sono: por que parar de respirar enquanto dorme é tão perigoso

Glogo - Ciência Se você tem apneia do sono, é provável que não perceba – mas essse problema pode colocar sua vida em risco. Apneia: ronco pode indicar falta de ar durante o sono Pensei que estivesse morrendo. Durante o dia, eu ficava tão cansado que meus joelhos cambaleavam. Ao dirigir, minha cabeça pesava. Meu rosto denunciava sem piedade o esgotamento físico. À noite, eu dormia mal, com as pernas agitadas, depois acordava sobressaltado, ofegante, com o coração acelerado. Meu médico estava intrigado. Pediu exame de sangue, de urina, eletrocardiograma – ele cogitou que poderia ser um problema cardíaco – por causa daquelas palpitações noturnas... Mas, não, meu coração estava bem. Meu sangue estava ótimo. Ele pediu então uma colonoscopia. Era final de 2008, e eu tinha 47 anos – quase na hora de fazer uma de qualquer maneira. Tomei então os quatro litros de Nulytely para limpar o intestino, e o gastroenterologista poder dar uma boa olhada lá dentro. Meu cólon estava limpo, disse o médico quando acordei. Nenhum sinal de câncer. Tampouco de pólipos preocupantes. No entanto, havia um problema. “Enquanto estava anestesiado, você parou de respirar num determinado momento. É bom você dar uma investigada. Pode ser apneia do sono”. Eu nunca tinha ouvido falar nisso. O sono é marcado por alterações dinâmicas por todo o corpo. É composto por diferentes fases e, conforme você passa por elas, sua respiração, pressão arterial e temperatura corporal caem e aumentam. A tensão nos músculos geralmente permanece a mesma de quando você está acordado – exceto durante a fase REM, que representa até um quarto do seu sono. Durante esta fase, a tensão na maioria dos principais grupos musculares diminui significativamente. Mas se os músculos da garganta relaxarem demais, podem bloquear as vias aéreas. O resultado é apneia obstrutiva do sono – do grego ápnoia, que significa "sem respirar". Na apneia do sono, seu suprimento de ar é interrompido continuamente, causando a queda dos níveis de oxigênio no sangue. É por isso que você se mexe ofegante, tentando respirar. Isso pode acontecer centenas de vezes por noite, e os danos são muitos e graves. A apneia coloca pressão sobre o coração, uma vez que leva o órgão a bombear o sangue mais rápido para compensar a falta de oxigênio. Os níveis flutuantes de oxigênio também causam acúmulo de placas nas artérias, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, hipertensão e derrame. Em meados da década de 1990, a Comissão Nacional de Pesquisas sobre Distúrbios do Sono dos EUA estimou que 38 mil americanos morriam todos os anos de doenças cardíacas agravadas pela apneia. Também há evidências cada vez maiores de que a condição afete a metabolização da glicose e promova resistência à insulina – levando ao diabetes tipo 2 –, além de incentivar o ganho de peso. Sem contar no cansaço proveniente de nunca ter realmente uma boa noite de sono, que está associado à perda de memória, ansiedade e depressão. A falta de sono também causa desatenção, que pode levar a acidentes de trânsito. Um estudo realizado com motoristas na Suécia, em 2015, mostrou que aqueles que sofrem de apneia do sono têm 2,5 vezes mais chance de se envolver em um acidente. O que é apneia do sono? Arte/TV Globo Também se traduz em atrasos e faltas sucessivas ao trabalho – as pessoas com apneia costumam ser demitidas com mais frequência do que as que não têm o distúrbio. Mas, assim como aconteceu com o tabagismo durante as primeiras décadas após ser identificado como um hábito letal, há um descompasso entre os danos que a condição causa e a percepção da população de que é uma ameaça. "Eles não conseguem associar a apneia do sono com suas muitas doenças graves relacionadas a ela", diz um relatório encomendado pela Academia Americana de Medicina do Sono, que estima que a condição afete 12% dos adultos americanos – mas 80% não são diagnosticados. O mesmo acontece globalmente: quase 1 bilhão de pessoas em todo o mundo sofre de apneia do sono leve a grave, de acordo com um estudo de 2019. Os cientistas correm agora em busca de uma solução. Há desde estudos aprofundados sobre hipóxia – como o corpo reage à falta de oxigênio – até novos tipos de cirurgias e equipamentos para tratar a condição. Mas o fato é que das cerca de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo que sofrem de apneia do sono, a maioria provavelmente nem sequer está ciente disso, quanto mais recebendo tratamento – como era o meu caso. Diante da possibilidade de estar enfrentando um problema de saúde ainda pouco estudado, mas potencialmente fatal, minha principal preocupação era: como posso corrigir isso? A apneia do sono pode causar ronco alto e respiração ruidosa enquanto a pessoa dorme Science Photo Library/BBC Embora existam fatores de risco para a apneia do sono – como obesidade, pescoço ou amígdala grande, mandíbula pequena e envelhecimento –, ela não se manifesta até que a pessoa adormeça. A única maneira de diagnosticar é monitorando o sono de alguém. Assim, no início de 2009, movido pela exaustão e pela sugestão do meu médico, marquei uma consulta na Northshore Sleep Medicine, uma clínica do sono em Illinois, nos EUA. Fui recebido por Lisa Shives, especialista em medicina do sono. Ela deu uma olhada na minha garganta, depois sugeriu que eu fizesse uma polissonografia – exame que mede a atividade respiratória, muscular, cerebral e cardíaca durante o sono. Voltei então para fazer o exame algumas semanas depois, numa quinta-feira às 21h. Uma técnica me levou para um pequeno quarto, onde havia uma cama de casal e um armário. Atrás da cama, uma janela horizontal dava para uma sala de laboratório cheia de equipamentos. Uma técnica grudou eletrodos no meu peito e na cabeça, depois me deu uma camisa para vestir, parecida com uma rede de pesca, no intuito de prender os fios no lugar. Por volta das 22h, apaguei a luz e logo peguei no sono. Acordei às 4h30 da manhã e, ainda meio zonzo, me ofereci para tentar voltar a dormir, mas a técnica disse que eles tinham coletado seis horas de dados, e eu podia ir embora. Depois que vesti minha roupa, ela disse que minha apneia era "grave" e que Shives me daria os detalhes depois. Eu tinha planejado me dar de presente um bom café da manhã, mas em vez disso, fui para casa. Não estava com fome – estava com medo. Várias semanas depois, eu estava de volta à clínica, desta vez durante o dia. Shives me mostrou uma tela cheia de rabiscos e números multicoloridos, havia um pequeno vídeo em preto e branco de mim dormindo no canto. Foi desconcertante, como ver a imagem de mim mesmo na cena de um crime, morto. Por falar em morte, eu parei de respirar, Shives me disse, por 112 segundos – quase dois minutos. Um nível normal de saturação de oxigênio no sangue, medido por um oxímetro de pulso, fica entre 95% e 100%. Pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica podem ter uma leitura perto de 80%. A minha, às vezes, caía para 69%. Quão grave isso é? A Organização Mundial da Saúde (OMS), em um guia cirúrgico, sugere que, se a oxigenação do sangue de um paciente cair para 94% ou menos, o médico deve intervir para verificar se as vias aéreas estão bloqueadas, se um pulmão entrou em colapso ou se há algum problema de circulação. Eu tinha poucas opções. Poderia, segundo Shives, fazer uma uvulopalatofaringoplastia, procedimento tão assustador quanto o nome: remover o tecido do palato mole e ampliar as vias aéreas na parte de trás da garganta. Mas envolveria muito sangue, e a recuperação poderia ser longa e complicada. Shives levantou a possibilidade, mas logo depois descartou – e apresentou a segunda opção: a máscara. Na primeira década e meia após a apneia do sono ser identificada, havia apenas uma opção de tratamento. Você podia fazer uma traqueostomia – procedimento cirúrgico que consiste em fazer uma abertura na traqueia para permitir a passagem de ar. O procedimento oferecia alívio certo, mas apresentava complicações significativas por si só. "Nos início, os médicos não sabiam muito", diz Alan Schwartz, que recentemente se aposentou como professor de medicina na Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, nos EUA, depois de anos de estudos pioneiros sobre distúrbios do sono. “Nos anos 1980, quando comecei, estávamos vendo a ponta do iceberg, pacientes com apneia mais grave. Eles acordavam com dor de cabeça, porque os tecidos de seus corpos não recebiam oxigênio suficiente. E se sentiam muito cansados, como você pode imaginar. Ficavam deprimidos, tinham mudanças de humor, ficavam impacientes." Apneia do sono pode ter impacto na saúde e no comportamento Apesar de todos esses problemas, os pacientes tinham compreensivelmente receio de realizar uma traqueostomia, que hoje é “uma opção cirúrgica de última instância”, realizada apenas em casos de extrema urgência médica. "Eu sempre ronquei muito e alto, acordando no meio da noite ofegante", diz Angela Cackler, de Hot Springs, Arkansas, que foi diagnosticada com apneia do sono em 2008, apesar de acreditar que o distúrbio começou quando ela era “muito pequena". Em 2012, ela teve um quadro de insuficiência cardíaca. "Fui para o pronto-socorro porque estava muito cansada, não estava me sentindo bem", conta Angela. “E descobri que era insuficiência cardíaca. Na manhã seguinte, eles falaram: 'Vamos fazer uma traqueostomia'.” E como é viver com uma traqueostomia após sete anos? "É uma batalha", diz ela. “Exige muita limpeza. É desagradável. Dá trabalho. Você não respira normalmente. Seu umidificador natural se foi completamente. Você tem que suprir isso. E é suscetível a infecções." A maior desvantagem para Angela é que a traqueostomia a impede de nadar, uma das suas atividades preferidas. Ela também odeia os olhares que recebe das pessoas. Mas o fato é que o procedimento acabou com a apneia. "Eu não ronco e posso respirar e dormir melhor." Mas será que ela se submeteria a tudo isso de novo? "Se eu tivesse que fazer de novo, é claro que faria", diz ela. "Salvou minha vida." Os inconvenientes que afetam a vida dos traqueostomizados inspiraram Colin Sullivan, hoje professor de medicina da Universidade de Sydney, na Austrália, a inventar a máquina de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP, na sigla em inglês), que se tornaria o principal método de tratamento da apneia do sono. No fim da década de 1970, ele foi à Universidade de Toronto, no Canadá, para ajudar um pesquisador a investigar o controle respiratório de cães durante o sono. A pesquisa envolvia fornecer gases experimentais para os animais por meio de uma traqueostomia. De volta à Austrália, Sullivan projetou uma máscara que poderia caber no focinho de um cachorro para liberar os gases. Um paciente agendado para uma traqueostomia, mas "ansioso para saber se havia mais algum recurso que pudesse funcionar" – nas palavras de Sullivan –, o inspirou a tentar adaptar a máscara de cachorro para seres humanos. Sullivan fez um molde de gesso dos narizes dos pacientes, criando uma máscara de fibra de vidro à qual os tubos podiam ser conectados. Usou o motor de um aspirador de pó como compressor de ar, e a faixa para prender o dispositivo à cabeça foi adaptada de um capacete de bicicleta. Em um artigo de 1981, ele e os colegas descreveram como, ao colocar a máscara sobre o nariz de cinco pacientes, o CPAP "impedia completamente a oclusão das vias aéreas superiores". Sullivan patenteou o dispositivo e, após alguns anos de desenvolvimento, conseguiu chegar a uma versão que poderia ser usada por pessoas com apneia fora do laboratório. Hoje, milhões de paciente usam o CPAP, embora muitas vezes o sucesso do aparelho exija perseverança. No entanto, à medida que mais pacientes eram tratados e a tecnologia do CPAP era aperfeiçoada – hoje eles podem enviar dados automaticamente para a nuvem para serem analisados – os médicos fizeram uma descoberta indesejável: seus primeiros tratamentos muitas vezes não foram bem-sucedidos. "No fim dos anos 1980, nos sentávamos com um paciente e perguntávamos: 'Como está sendo usar a máscara?'", lembra Schwartz. O paciente relatava, falsamente, quão bem a máscara estava funcionando. "Até começarmos a colocar chips eletrônicos nas máquinas no fim dos anos 1990, não tínhamos noção de quão pouco eles estavam usando os aparelhos". Os chips monitoravam por quanto tempo as máscaras tinham sido usadas, e os médicos descobriram que não estavam sendo usadas com frequência. "A máscara parece que saiu de um filme de ficção científica ruim: é grande, volumosa e indiscreta", dizia um artigo do jornal americano New York Times em 2012. Estudos sugerem que entre 25% e 50% dos usuários abandonam o aparelho no primeiro ano de uso. Eu, sem dúvida, abandonei. O CPAP me fez sentir melhor na primeira noite em que usei – novamente sob observação na clínica. Acordei revigorado, alerta, com uma energia que não sentia há anos. Mas o efeito positivo da máscara diminuiu consideravelmente após aquela primeira noite deliciosamente restauradora. Fora do laboratório, não consegui reproduzir os benefícios. O primeiro “C” de CPAP se refere a “contínuo”, o que significa que o fluxo de ar é constante, não só quando você inspira, mas também quando expira. Você luta contra esse fluxo de ar enquanto expira, e eu acordava sufocando. Havia ainda o fato da presença contínua da máscara, presa ao meu rosto. E o ar vazava pelas bordas e secava meus olhos, mesmo fechados. Na maioria das noites, em algum momento, eu acordava e tirava a máscara. De manhã, checava as estatísticas e via que quase não estava funcionando. Depois disso, voltei algumas vezes para a clínica, onde Shives ajustaria a pressão do aparelho ou me incentivaria a experimentar outras máscaras. Foram tantas vezes que comecei a me sentir um frequentador assíduo. Nada parecia funcionar. Por fim, Shives, exasperada, disse: "Se você perder 13 kg, o problema pode desaparecer". Embora seja possível ser magro e ter apneia do sono, a obesidade multiplica a probabilidade. Eu tenho 1,75 m e pesava 68 kg quando me formei na faculdade. Em 2009, estava com 95 kg. Em 2010, decidi então perder peso. Eu tinha um objetivo – os 13kg que Shives havia sugerido. E foi assim que passei de 94,3 kg, em 1 de janeiro de 2010, para 80,73kg, em 31 de dezembro. Perder peso resolveu o problema. Adeus à máscara. Mas acontece que eu tinha vencido uma batalha, e não a guerra. Os quilos que eu havia perdido de alguma forma me encontraram novamente, e foram voltando lentamente à balança na década seguinte. E junto com eles, a apneia voltou. Só que eu não tinha percebido isso até o verão de 2019, quando fui submetido a uma cirurgia na coluna. O questionário pré-operatório do Northwestern Memorial Hospital, em Chicago, perguntava se às vezes eu roncava, se costumava me sentir cansado e se já havia sido diagnosticado com apneia do sono. Sim, sim e sim. "É importante saber se as pessoas têm apneia do sono, pois pode ser um fator de risco para a cirurgia", diz Phyllis Zee, diretora do Centro de Medicina Circadiana e do Sono da Northwestern University, nos EUA. As perguntas sobre ronco e exaustão são importantes porque, apesar dos esforços da comunidade científica para chamar a atenção para o problema, a maioria das pessoas com apneia não se dá conta que tem o distúrbio. Um estudo alemão de 2017 mostrou que, embora a apneia obstrutiva do sono possa estar presente em até 40% da população alemã, apenas 1,8% dos pacientes hospitalizados foram identificados como portadores da condição – o que, segundo os autores, se deve possivelmente à baixa conscientização sobre o distúrbio tanto por parte dos pacientes, quanto da equipe médica do hospital. De acordo com um artigo da revista científica New England Journal of Medicine, há uma "epidemia" de apneia do sono entre pacientes cirúrgicos nos EUA. Um em cada quatro candidatos a cirurgia eletiva tem apneia, mas em certos grupos, a taxa é ainda maior – oito em cada dez pacientes em tratamento contra obesidade, por exemplo, apresentam a condição, o que resulta em uma série de riscos. "Pacientes com apneia do sono submetidos a cirurgia ortopédica ou geral pareciam ter um risco maior de complicações pulmonares e necessidade de UTI, o que aumenta significativamente os custos com assistência médica", observaram os autores. Quando informei no questionário de risco cirúrgico que já havia sido diagnosticado com apneia do sono, os efeitos foram imediatos. Minha cirurgia na coluna foi agendada rapidamente – uma semana depois de o cirurgião ter examinado minha ressonância magnética – mas naquele breve período, o hospital insistiu em que eu fosse submetido a um estudo de sono caseiro para avaliar a gravidade da apneia. Em vez de ir para uma clínica de sono, levei para casa um kit que me orientava a colocar as faixas do sensor em volta do peito, um oxímetro de pulso no dedo e um clipe embaixo do nariz para monitorar a respiração. Não havia eletroencefalograma, e uma desvantagem desses testes caseiros é que os aparelhos nunca sabem se você está realmente dormindo ou não enquanto as leituras estão sendo feitas. Ainda assim, a redução tanto do custo quanto da inconveniência deste tipo de diagnóstico dá esperança de que mais gente descubra que tem apneia – o custo e o tempo necessários para realizar uma polissonografia em laboratório são considerados uma das razões pelas quais as taxas de diagnóstico são tão baixas. O teste constatou que eu tinha apneia moderada – talvez em função de ter mantido 4,5 kg de folga –, informação que o anestesista usou na hora de me sedar. "A perda de peso é curativa", diz Philip Smith, professor de Medicina na Universidade Johns Hopkins, especialista em doenças pulmonares e apneia do sono. "O problema é que as pessoas não conseguem." Além disso, há o fato de que muitos pacientes não conseguem usar o CPAP – e fica claro que há uma "necessidade crítica não atendida", acrescenta Schwartz. Assim, nas últimas duas décadas, foi lançada uma série de outros tratamentos. Em meados dos anos 1990, um aparelho dentário começou a ser usado por quem não era capaz de tolerar a máscara. "A apneia obstrutiva do sono ocorre no fundo da boca", diz David Turok, dentista especializado em apneia. "Basicamente, a língua não encontra espaço suficiente na boca e recua até as vias aéreas. O CPAP força a língua a sair do caminho empurrando o ar para baixo. O aparelho oral traz a mandíbula inferior para a frente, e a língua vem junto com ela.” Imagine um aparelho ortodôntico, que usa os dentes superiores como âncora para empurrar os dentes inferiores e, com eles, a mandíbula inferior para a frente, alargando as vias aéreas na parte de trás da garganta. Mas, assim como o CPAP, o aparelho oral tampouco é uma solução perfeita. Ele mantém a mandíbula em uma posição que não é natural, então pode ser desconfortável, e o uso prolongado pode mudar a mordida do paciente, deixando a mandíbula para a frente. A pressão que ele exerce também pode alterar um pouco a posição dos dentes. No entanto, durante os anos em que se dedicou ao tratamento da apneia, Turok diz que a maioria de seus pacientes teve sucesso com um aparelho oral. "Mas esses são casos leves a moderados", afirma. “Para alguém com apneia do sono grave, é preferível usar o CPAP. Eu nunca digo que você tem uma escolha. Você precisa experimentar o CPAP primeiro." Segundo ele, a maneira mais segura de lidar com a apneia, para pacientes que não conseguem se adaptar ao CPAP ou aos aparelhos orais, é a cirurgia de avanço mandibular, um procedimento melhor do que ampliar os tecidos moles da garganta. "A recuperação é mais fácil porque se trata de cicatrização óssea, e não de cicatrização de tecidos", explica Turok. Mas esta cirurgia também tem desvantagens, incluindo a necessidade de quebrar a mandíbula em dois locais e a mobilização da boca após a cirurgia, o que até pouco tempo atrás era feito com arames. Uma outra estratégia é, em essência, a versão elétrica do aparelho oral: a estimulação elétrica do nervo hipoglosso (HNS, na sigla em inglês), em que uma pequena carga elétrica é usada para fazer a língua se contrair e impedir que ela caia para trás durante o sono. Lawrence Epstein, ex-presidente da Academia Americana de Medicina do Sono, classifica o CPAP como “a primeira linha de terapia recomendada”, mas diz que o tratamento é, em última instância, “mais sobre conhecer todas as opções e tentar adequar o tratamento ao que o paciente tem e ao que ele estaria disposto a usar”. Ele ressalta que, embora a apneia obstrutiva do sono seja vista como uma condição única, ela é motivada por várias causas – configuração facial e da garganta, tensão muscular, obesidade – e, portanto, nem todo tratamento funciona da mesma maneira para todos os pacientes. “Temos tratamentos muito eficazes, mas todos apresentam desvantagens. É uma questão de combinar o tratamento certo com o paciente certo.” Há apenas um teste a fazer: "Certifique-se de que funcione", diz ele, observando que "ainda temos um longo caminho pela frente" quando se trata de aperfeiçoar o tratamento. A expectativa é que, um dia, haja um comprimido para tratar a apneia. "O futuro é neuroquímico", afirma Smith, da Universidade Johns Hopkins. “Podemos tratar a apneia em ratos. Provavelmente nos próximos dez anos, talvez cinco anos, você vai poder tomar remédio para apneia do sono, porque é um problema neuroquímico. Não é a obesidade em si, não é a gordura pressionando as vias aéreas, mas a gordura libera certos hormônios que levam ao colapso das vias aéreas." Schwartz é mais cauteloso – ele acha que "é uma combinação dos dois" fatores –, mas também está investigando os hormônios secretados pelas células adiposas. Há ainda experimentos promissores realizados com humanos. Um estudo de 2017 mostrou que o dronabinol, versão sintética de uma molécula encontrada na cannabis, reduz a gravidade da apneia do sono em comparação com um placebo, além de ser "seguro e bem tolerado". "O aparelho CPAP tem como alvo o problema físico, não a causa", escreveu Phyllis Zee, principal autora do estudo. “A droga tem como alvo o cérebro e os nervos que regulam os músculos das vias aéreas superiores. E altera os neurotransmissores do cérebro que se comunicam com os músculos. ” Há outras notícias promissoras. Um pequeno estudo internacional duplo-cego com dois medicamentos combinados – atomoxetina e oxibutinina – mostrou que eles “reduziram bastante” a apneia, diminuindo a obstrução das vias aéreas durante o sono em pelo menos 50% em todos os participantes. Mas para alguém como eu, que luta contra a apneia agora, a espera pode ser longa. "A previsão é que em 20 anos teremos alguma droga para lidar com o problema", estima Schwartz. "O único problema é que houve um atraso acumulado de 20 anos. Nós vamos chegar lá, não tenho dúvida. Há algumas abordagens farmacológicas promissoras no horizonte. ” A paciência e a assistência médica estão frequentemente ligadas, seja à espera da chegada de novos tratamentos ao mercado, à espera de mudanças no estilo de vida para dar frutos, ou até mesmo à espera de encontrar o especialista certo. No meu caso, voltei à dieta e estou aguardando uma nova consulta com um especialista do sono. Para ter uma ideia de quantas pessoas estão lidando com essa condição, quando descobri que a apneia havia voltado, entrei em contato com a clínica do sono para marcar uma consulta – e eles só tinham horário para três meses depois. Veja Mais

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