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Promotor envia carta à família de Madeleine McCann afirmando que ela foi morta

O Tempo - Mundo Alemão, no entanto, não soube dizer o motivo dela ter sido assassinada e nem onde está o corpo Veja Mais

Mutação na 'coroa' pode aumentar a capacidade de infecção do coronavírus, aponta estudo

Glogo - Ciência Especialistas dos EUA identificaram alteração no vírus que aumenta o número de espinhos em sua coroa, o que permite maior ligação com as células invadidas. Coronavírus Sars-Cov-2 em imagem de microscópio eletrônico NIAID-RML/Handout via Reuters Pesquisadores dos Estados Unidos identificaram uma mutação que altera o revestimento de proteína do coronavírus Sars-Cov-2. Publicado na sexta-feira (12) como prévia (pré-print, ainda não revisado por outros cientistas), o artigo sugere que essa alteração pode "aumentar consideravelmente" a capacidade de infectar células humanas. Pesquisadores sequenciam 427 genomas do novo coronavírus no Brasil e acham 3 cepas principais China demorou para divulgar genoma do coronavírus para a OMS, diz agência A mutação, batizada de D614G, aumentou o número de espinhos, ou "spikes" do coronavírus. É a proteína S, que forma a coroa, dando ao vírus sua forma única. Estes espinhos permitem ao vírus se conectar às células das mucosas e infectá-las, para começar a sua duplicação. Segundo os especialistas da Scripps Research, o estudo pode explicar por que surtos iniciais, em algumas partes do mundo, não sobrecarregaram os sistemas de saúde tanto quanto os de Nova York e da Itália "O número – ou densidade – de espinhos funcionais no vírus é 4 ou 5 vezes maior devido a esta mutação", disse à agência Reuters um dos autores do estudo, Hyeryun Choe. Entretanto, para os cientistas, ainda não é possível saber se esta pequena mutação na coroa do vírus consegue afetar a gravidade dos sintomas das pessoas infectadas ou se aumenta a mortalidade. Os pesquisadores que realizam experimentos laboratoriais dizem que mais pesquisas, incluindo estudos controlados – amplamente considerados como um padrão-ouro dos testes clínicos –, precisam ser feitas para confirmar suas conclusões de experimentos em tubos de ensaio. Pesquisas anteriores mostraram que o novo coronavírus Sars-CoV-2 está mudando e evoluindo à medida que se adapta aos hospedeiros humanos. A mutação D614G, em particular, foi assinalada como uma preocupação urgente porque parece estar emergindo como a mutação predominante. Cientistas brasileiros sequenciam genoma do novo coronavírus no Brasil Initial plugin text CORONAVÍRUS× Veja Mais

Emenda quer vincular repasses de duodécimos à arrecadação do governo de MG

O Tempo - Política Se o caixa do Estado baixar, o mesmo percentual de queda será repassado aos poderes Legislativo e Judiciário; caso haja aumento, a diferença vai ser usada para recompor as perdas anteriores Veja Mais

Petrobras inicia fase não vinculante para venda de quatro termelétricas

G1 Economia Segundo a estatal, os potenciais investidores habilitados para a fase receberão instruções para elaboração e envio das propostas. Petrobras tem prejuízo de R$ 48 bilhões no primeiro trimestre de 2020 A Petrobras iniciou a fase não vinculante para a venda de quatro usinas termelétricas, sendo três localizadas em Camaçari (BA) e uma em Canoas (RS), informou a petroleira em comunicado nesta segunda-feira. Segundo a estatal, os potenciais investidores habilitados para a fase receberão instruções para elaboração e envio das propostas não vinculantes. As usinas em Camaçari – Arembepe, Bahia 1 e Muricy – são movidas a óleo combustível, mas têm possibilidade de conversão para operação a gás natural, de acordo com a empresa. Elas possuem potência total instalada de 329 megawatts (MW). Sindicatos e Petrobras detalham plano de retomada gradual de atividades presenciais Já a termelétrica em Canoas é movida a biocombustível (gás natural ou óleo diesel) e tem potência instalada de 249 MW. "(Ela possui) potencial ganho operacional com a expansão esperada da malha de gasodutos e/ou novos terminais de regaseificação", disse a Petrobras. Todos os ativos são de titularidade da estatal, que havia iniciado o processo de venda das quatro termelétricas no dia 13 de maio, quando divulgou o "teaser" com a oportunidade. A Petrobras afirmou que a operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhor alocação de capital da companhia, que tem buscado concentrar seus negócios na exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultraprofundas. Veja Mais

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Redução de benefícios ou revisão de tributos podem bancar desoneração da folha, diz Tostes

G1 Economia Secretário reforçou que a reforma tributária é uma das prioridades do governo e que há agora um senso de urgência maior para os ajustes prosperarem. José Tostes TV Brasil/Reprodução O secretário especial da Receita Federal, José Tostes Neto, afirmou nesta segunda-feira (15) que o governo quer promover uma desoneração da folha de pagamento para estimular a recuperação de empregos após a crise, e que a redução de benefícios fiscais ou revisão de alíquotas de outros tributos podem dar suporte à investida. "Pelos custos elevados que essa desoneração tem, o grande desafio vai ser encontrar fontes para essa desoneração", disse ele, em debate online promovido no âmbito do Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat). "Estamos debruçados sobre estudos." Tostes reforçou que a reforma tributária é uma das prioridades do governo e que, em função dos desdobramentos da pandemia de coronavírus, há agora um senso de urgência maior para os ajustes prosperarem, para que abram espaço para mais investimentos e crescimento econômico. Governo anuncia regulamentação do programa de crédito para micro e pequenas empresas Nesse sentido, a ideia do governo é que a proposta seja mais ampla, envolvendo não apenas a parte dos tributos sobre o consumo. Ele afirmou que a comissão mista sobre a reforma tributária no Congresso deve retomar seus trabalhos no início de julho, ainda que por videoconferências. Tostes disse que a definição do calendário, inclusive quanto à data de votação da reforma, dependerá da agenda de reuniões e debates da comissão para que a aprovação seja possível ainda neste ano. A revisão dos encargos sobre a folha de pagamento das empresas viria para estimular a formalização do emprego, ressaltou ele. A contribuição previdenciária paga pelos empregadores ultrapassa a casa dos R$ 200 bilhões ao ano. Para abrir mão dessa fonte de receita, o ex-secretário da Receita Marcos Cintra defendia a instituição de um imposto sobre transações nos moldes da antiga CPMF, ideia que acabou recebendo forte oposição da sociedade, políticos e até do presidente Bolsonaro. Receita Federal emitirá comunicado para microempresas elegíveis ao crédito emergencial Em sua fala, o atual secretário da Receita não mencionou o eventual imposto sobre transações. Em relação à renda, Tostes pontuou que a ideia, para pessoas físicas, é que haja reformulação rumo a uma maior progressividade, com mudanças na estrutura da tabela de IR e no conjunto de deduções e abatimentos que são hoje possíveis. Já para as pessoas jurídicas, Tostes disse que o governo mira uma revisão na forma de apuração no lucro real. "Hoje existem conjuntos de mais de 300 adições e exclusões na apuração do lucro real que tornam esse processo bastante complexo", afirmou ele. Câmara analisa proposta para prorrogar por dois anos desoneração de folha de pagamento Contribuição sobre bens e serviços Na parte do consumo, Tostes afirmou que a equipe econômica irá propor a criação de uma contribuição sobre bens e serviços (CBS), fundindo PIS e Cofins como um imposto sobre valor agregado (IVA). A ideia é que o CBS tenha apuração simples de crédito tributário e proporcione aproveitamento integral de todos os créditos. Segundo Tostes, haveria com isso eliminação de mais de 100 regimes especiais que hoje existem. O CBS teria alíquota única, com incidência geral sobre todos os bens e serviços, inclusive os intangíveis. Tostes defendeu que esse imposto poderia ser implementado mais rapidamente que o discutido nas reformas tributárias que já tramitam no Congresso, que propõem a unificação de mais impostos sobre o consumo, incluindo de competência estadual e municipal, em um imposto sobre bens e serviços (IBS). Ele frisou, ainda, que o a criação do CBS é aderente a um futuro IBS, que poderia ser viabilizado num segundo momento. Veja Mais

Pandemia eleva inadimplência no setor de aluguéis, mostra pesquisa

G1 Economia Levantamento realizado pela Apsa mostra que a inadimplência no pagamento de aluguel está acima da média histórica em Salvador, Fortaleza, Maceió, Recife e no Rio. Obra do InterCity Premium Salvador, que inclui torre empresarial e residencial Divulgação A Covid-19 causou impactos diretos no mercado de locação de imóveis residenciais e comerciais em pelo menos cinco capitais brasileiras. Levantamento realizado pela Apsa, corretora de imóveis com sede no Rio de Janeiro, mostra que a inadimplência no pagamento de aluguel está acima da média histórica em Salvador, Fortaleza, Maceió, Recife e na capital fluminense. A empresa realiza o estudo desde 2001. Aneel prorroga suspensão de cortes de energia por falta de pagamento até 31 de julho Entre as cinco cidades pesquisadas, Salvador apresentou, em maio, inadimplência de 30% no mercado de locação, para uma média histórica de 7%. Em seguida vieram Fortaleza, com 18%; Maceió e Recife, ambas com 15%; e Rio, com 10%. A média histórica de inadimplência nessas cidades é, respectivamente de 6,8%, 6,7%, 5,2% e 4,1%. O estudo considerou mais de sete mil imóveis sob sua administração nas cinco capitais. O forte descolamento da inadimplência atual da média histórica em Salvador é explicado, segundo a Apsa, porque a capital baiana tem grande parte da economia relacionada, direta e indiretamente, ao turismo, atividade que está entre as mais afetadas pela pandemia devido às medidas de restrição de circulação de pessoas. Pesquisa registra taxa de 33% na inadimplência de aluguéis de imóveis da BA no mês de abril; maior índice desde 2008 O gerente-geral de imóveis da Apsa, Giovani Oliveira, destaca que o comportamento da inadimplência em três das cinco cidades pesquisadas, apesar de bem acima das médias, apresentou redução frente a abril. Essa trajetória foi semelhante ao observado no mercado dos Estados Unidos, onde os dados do National Multifamily Housing Council (NMHC) mostraram um recuo da inadimplência nos aluguéis de 8,3% em abril para 6,7% em maio. Em Salvador, a inadimplência no setor caiu de 33% para 30% entre abril e maio, enquanto no Recife oscilou de 19% para 15% no mesmo período, caindo de 20% para 15% em Maceió. Em Fortaleza se manteve em 18%, enquanto no Rio de Janeiro subiu de 9% para 10%. Cresce inadimplência de aluguéis em SP Aluguel comercial O estudo da Apsa mostrou também que o fechamento de shoppings e comércios no país devido à covid-19 afetou com mais força os aluguéis de lojas e salas. Enquanto a média de inadimplência nas cinco cidades nas residências foi de 11% em maio, no segmento não comercial chega a 26%. A falta de pagamento afeta também os aluguéis mais caros. Cobranças mensais acima de R$ 5 mil tiveram, no mês passado, média de inadimplência de 25%, percentual que ficou em 20% nos valores até R$ 500; 14% nos custos entre R$ 501 e R$ 1 mil; e 9% nos aluguéis entre R$ 1.001 e R$ 5 mil. “Sabemos que a moradia está no topo da pirâmide de prioridade de pagamento. Ninguém deixa de pagar suas despesas, principalmente relacionadas ao lar, se não tiver um motivo muito relevante”, disse Oliveira. Veja Mais

Veja o que pode ser votado no Plenário nesses próximos dias - 15/06/20

Veja o que pode ser votado no Plenário nesses próximos dias - 15/06/20

Câmana dos Deputados Esta semana o Plenário Ulysses Guimarães pode tratar de temas como o financiamento do chamado Sistema S e o uso de recursos do seguro DPVAT no combate à pandemia de Coronavírus. Ainda pode haver sessão do Congresso Nacional para a análise de vetos presidenciais. Ginny Morais explica cada ponto. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados Veja Mais

Senador Randolfe Rodrigues pede afastamento e prisão de Weintraub

O Tempo - Política Parlamentar também solicita a realização de busca e apreensão de celulares e computadores do ministro da Educação Veja Mais

Portugal vai barrar brasileiros se UE determinar, diz primeiro-ministro

O Tempo - Mundo Comissão Europeia informou que o bloco fará uma reabertura gradual para visitantes de fora da UE, mas só os que vêm de países autorizados Veja Mais

Coronavírus: com 43,3 mil mortes, Brasil completa um mês sem ministro da Saúde

O Tempo - Política O general Eduardo Pazuello, que assumiu interinamente o comando da pasta após demissão do ex-ministro Nelson Teich no último 15 de maio, está, praticamente, há mais dias no cargo do que ficou o oncologista Veja Mais

Veto de Zema à recomposição salarial da segurança deve ser mantido, diz relator

O Tempo - Política Relator do veto enviado pelo governador Romeu Zema (Novo), o deputado Gustavo Valadares (PSDB) adiantou que, diante da crise causada pelo coronavírus, aprovar os índices seria colocar Minas em "estado de insolvência" Veja Mais

"O SANTOS É DO MUNDO": Marcelo Teixeira, presidente do Conselho Deliberativo do clube

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Santos #MarceloTeixeira #FoxSportsRádio Veja Mais

Covid-19: 20% da população mundial têm problemas de saúde que aumentam risco

O Tempo - Mundo Estudo de modelagem populacional analisou as condições de saúde dos habitantes de 188 países em todo o mundo por idade e sexo Veja Mais

Teleaulas em Minas Gerais também serão transmitidas pela TV Assembleia

O Tempo - Política Programa chega atualmente a 271 cidades e poderá atingir 351 dos 853 municípios mineiros Veja Mais

Faturamento da agropecuária brasileira deve alcançar recorde de R$ 703,8 bi em 2020, diz ministério

G1 Economia Estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) representa um aumento de 8,5% em relação a 2019, diz Ministério da Agricultura (Mapa). Faturamento do agronegócio deve alcança R$ 703,8 bilhões este ano, alta de 8,5% em relação a 2019. Reprodução/TV TEM O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP, faturamento) do Brasil deve alcançar R$ 703,8 bilhões neste ano, uma alta de 8,5% no comparativo anual e um recorde para a série histórica iniciada em 1989, conforme estimativa do Ministério da Agricultura (Mapa) atualizada neste segunda-feira (15). Na variação mensal, a projeção representa um leve avanço de 0,97% em relação aos R$ 697 bilhões estimados pela pasta em maio. O valor de produção para as lavouras aumentou de R$ 462 bilhões na estimativa do mês anterior para R$ 469,8 bilhões, alta de 11% na comparação anual. A pecuária se manteve na casa de R$ 234 bilhões, aumento de 3,9% ante 2019. "A safra recorde de grãos estimada em 250,5 milhões de toneladas, os preços agrícolas e o desempenho favorável de algumas lavouras, como o café e a cana-de-açúcar, foram decisivos nos valores obtidos do VBP", disse em nota o coordenador-geral da Secretaria de Política Agrícola do ministério, José Garcia Gasques. A pasta destacou, com base em informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que a valorização do dólar em relação ao real colocou os preços domésticos das commodities agrícolas em patamares elevados. Os preços do milho (+19,7%), soja (+11,8%) e do café arábica (+20,4%) avançaram na variação anual. Somados, os três produtos -- incluindo café robusta -- representam 57,8% do VBP das lavouras. A pasta ainda citou o recorde nas exportações da oleaginosa acumuladas entre janeiro e maio, de 48 milhões de toneladas. "O mercado internacional tem refletido também na pecuária, cujos preços de carnes bovina e suína têm tido elevação em relação ao ano passado", afirmou a pasta sobre o mercado de proteína animal. Os dados regionais do VBP mostram, como em relatórios anteriores, a liderança do Centro-Oeste, com R$ 222,19 bilhões, seguido pela região Sudeste com R$ 174,9 bilhões, Sul (R$ 167,7 bilhões), Nordeste (R$ 67,2 bilhões) e Norte (R$ 44,6 bilhões). Veja Mais

Preços dos combustíveis nos postos sobem na semana, diz ANP

G1 Economia Segundo levantamento semanal da agência, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor subiu 0,41%, para R$ 3,911. Preços dos combustíveis voltaram a subir nesta semana Marcelo Brandt/G1 Os preços dos combustíveis seguiram em alta na semana, de acordo com os últimos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Segundo levantamento semanal da agência, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor subiu 0,41%, para R$ 3,911 na semana encerrada no dia 13 de junho. O preço do litro do diesel avançou 0,03% no período, para R$ 3,046. Já o litro do etanol teve alta de 1,24%, para R$ 2,611 o litro. A alta do preço nos postos seguiu os reajustes feitos pela Petrobras nos combustíveis na semana passada. Na terça-feira (9), a estatal elevou em 10% os preços médios da gasolina em suas refinarias, mas manteve as cotações do diesel. O reajuste foi o quinto aumento consecutivo feito pela Petrobras sobre o preço da gasolina. A estatal defende que sua política de preços busca seguir valores de paridade de importação, que levam em conta os valores no petróleo no mercado internacional mais custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio. Guia Prático #74: Aprenda a calcular o consumo de seu carro Veja Mais

A Voz do Brasil - 15/06/2020

A Voz do Brasil - 15/06/2020

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Nova York elimina unidade anticrime de policiais à paisana após protestos

O Tempo - Mundo Os Estados Unidos passam por grandes protestos após a morte de George Floyd, um homem negro, nas mãos de um policial branco, em Minneapolis Veja Mais

PGR abre apuração preliminar sobre ataque a prédio do Supremo Tribunal Federal

O Tempo - Política Pedido de investigação foi feito pelo presidente da Corte, Dias Toffoli Veja Mais

Trump diz que continuará enviando hidroxicloroquina ao Brasil mesmo após EUA vetarem uso emergencial do medicamento

Glogo - Ciência FDA divulgou documento nesta segunda-feira e disse que 'não é mais razoável acreditar que as formulações orais de hidroxicloroquina e de cloroquina posam ser eficazes'. Presidente dos EUA, Donald Trump, durante reunião na Casa Branca nesta segunda-feira (15) Leah Millis/Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (15) que continuará enviando hidroxicloroquina ao Brasil mesmo após a principal autoridade de vigilância sanitária norte-americana revogar a autorização emergencial para o uso do medicamento contra a Covid-19 (leia mais adiante sobre a determinação). No fim de maio, os EUA anunciaram o envio de 2 milhões de doses de hidroxicloroquina ao Brasil — mesmo contra a recomendação de entidades médicas como a Organização Mundial de Saúde (OMS), que alertam que não há comprovação sobre a eficácia do medicamento para o novo coronavírus. Perguntado pela repórter da GloboNews Raquel Krähenbühl se EUA continuariam a enviar o remédio ao Brasil e outros países, Trump respondeu que "sim". "Eu não posso reclamar, eu tomei por duas semanas e ainda estou aqui", afirmou. Na entrevista, o presidente dos EUA disse que "não sabia" sobre o relatório da Food and Drugs Administration (FDA) que retirou a autorização do uso emergencial do medicamento. "Muita gente me diz que isso poderia salvar vidas", afirmou Trump. Fim do uso emergencial nos EUA Imagem mostra cloroquina manipulada em laboratório Dirceu Portugal/Fotoarena/Estadão Conteúdo A FDA, agência que atua como a Anvisa nos Estados Unidos, revogou a permissão de emergência para o tratamento com a hidroxicloroquina contra a Covid-19. O órgão americano disse em documento nesta segunda-feira (15) que "não é mais razoável acreditar que as formulações orais de hidroxicloroquina e de cloroquina podem ser eficazes". "Nem é razoável acreditar que os fatores conhecidos e os potenciais benefícios desses produtos superem seus riscos conhecidos e potenciais. Por conseguinte, a FDA revoga o uso emergencial de hidroxicloroquina e cloroquina nos EUA para tratar Covid-19", disse o documento. A agência explica que tomou a decisão com base em novas informações e em uma reavaliação dos dados disponíveis no momento da liberação de emergência para pacientes com Covid-19 no país, publicada em 28 de março. Trecho da carta apresentada pela FDA nesta segunda-feira, 15 de junho, que revoga a liberação da hidroxicloroquina nos EUA Reprodução A revogação da agência aponta alguns critérios que levaram à suspensão do uso: A FDA diz acreditar que as dosagens para hidroxicloroquina não têm um efeito antiviral; Estudos anteriores sobre a diminuição do vírus com o tratamento da hidroxicloroquina e cloroquina não foram consistentemente confirmados, e uma pesquisa recente randomizada disse que não há diferença e eficiência no uso contra o Sars CoV-2; Diretrizes médicas dos EUA não recomendam o tratamento com as substâncias e o NIH (Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos) não defende o uso fora de pesquisas clínicas. Na data da liberação, a FDA permitiu o tratamento apenas para pacientes com casos graves da Covid-19 e internados em hospitais. O medicamento deveria ser administrado por um profissional de saúde com uma receita médica. Início da carta apresentada pela FDA nesta segunda-feira, 15 de junho, em inglês Reprodução É #FAKE que agência norte-americana liberou uso de remédio para todos os pacientes com Covid-19 Estudo controlado Um estudo feito com 821 pacientes dos Estados Unidos e Canadá não encontrou prova de eficácia do uso da hidroxicloroquina na prevenção da Covid-19. A pesquisa foi publicada em 3 de junho, na revista científica 'The New England Journal of Medicine'. A pesquisa foi conduzida por pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos EUA, e mais cinco instituições canadenses. O grupo observou também a incidência de efeitos colaterais nos pacientes que consumiram hidroxicloroquina, mas não houve relato de reações mais graves. "A mensagem para levar para o público em geral é que, se você é exposto a alguém com Covid-19, a hidroxicloroquina não é uma terapia preventiva ou de pós-exposição efica", disse David Boulware, um dos autores da pesquisa ao "New York Times". A incidência de novos casos de infecção por coronavírus nos participantes não apresentou muita diferença entre os pacientes que receberam a hidroxicloroquina, os que receberam placebos e os que não receberam nada. Este foi o primeiro ensaio clínico controlado feito com o medicamento anti-malárico. A publicação diz que ao menos 87,6% dos voluntários relataram uma exposição de alto risco a um paciente portador do vírus Sars-Cov-2. Retratação da Lancet Em 4 de junho, a revista científica "The Lancet" publicou uma nota de retratação dos autores de um estudo com cloroquina e hidroxicloroquina para Covid-19 publicado por ela própria no dia 22 de maio. Os cientistas afirmaram não poder mais garantir a veracidade dos dados usados para fundamentar a pesquisa, que havia constatado risco no uso das substâncias contra o novo coronavírus. A pesquisa, que analisou dados médicos de 96 mil pessoas, motivou a OMS a suspender os testes com hidroxicloroquina nos ensaios clínicos Solidariedade, iniciativa internacional coordenada pela organização. No dia 3, depois da publicação de uma "manifestação de preocupação" sobre o estudo pela ''The Lancet", a entidade decidiu retomar os testes com a substância. A retratação do estudo é o passo seguinte à manifestação de preocupação, que faz com que ele não possa ser citado, no futuro, em outras pesquisas científicas. Especialistas criticam a nova orientação do Ministério da Saúde para o uso da cloroquina Initial plugin text Veja Mais

Bafta 2021 é adiado para abril por causa do novo coronavírus

G1 Pop & Arte Academia Britânica de Cinema anunciou mudança de data da premiação, que aconteceria em 14 de fevereiro. O diretor mexicano Alfonso Cuaron posa com os prémios Bafta de Melhor Filme e Melhor Diretor, por 'Roma', em 2019 Joel C Ryan/Invision/AP A Academia Britânica de Artes de Cinema e Televisão anunciou nesta segunda-feira (15) que o Bafta 2021 vai ser adiado para o dia 11 de abril por causa da pandemia do novo coronavírus. Além disso, a estenderá o período de elegibilidade dos filmes concorrentes. Ainda nesta segunda, a Academia de Hollywood divulgou que o Oscar 2021 também vai ser adiado para o mesmo mês. O Bafta de 2021, principal premiação do cinema britânico e um dos 'termômetros' do evento americano, estava previsto para o dia 14 de fevereiro. "Esta mudança da data anteriormente anunciada de 14 de fevereiro reconhece o impacto da pandemia global e acomoda um período de elegibilidade estendido. Mais detalhes sobre a cerimônia serão anunciados mais tarde no ano", afirmou a organização em comunicado, segundo o site da revista "Variety". Veja Mais

Estudo inédito analisa campo magnético do buraco negro presente no centro da Via Láctea

tudo celular Os resultados indicam que o corpo celeste está "preso" magneticamente ao centro da galáxia, ainda que tenha comportamento relativamente calmo Veja Mais

Ex-diretor de museu atingido por incêndio acusa UFMG de negligência

O Tempo - Diversão - Magazine Segundo o professor Antônio Gilberto Costa, local tinha graves problemas de manutenção no telhado e na rede elétrica e a universidade tinha ciência deles Veja Mais

Gilmar Mendes sugere órgão de fiscalização contra as fake news

O Tempo - Política Órgão teria capacidade regulatória e de monitoramento, diz ministro Veja Mais

KENO PODE ESTAR VOLTANDO AO BRASIL; Saiba detalhes

KENO PODE ESTAR VOLTANDO AO BRASIL; Saiba detalhes

Fox Sports Brasil Durante o 'Jogo Sagrado', nossos comentaristas analisaram a possível chegada do atacante ao Atlético-MG. É uma boa, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Atacante #Futebol #Gol Veja Mais

MAIS UM PROBLEMA FINANCEIRO PARA O CORINTHIANS

MAIS UM PROBLEMA FINANCEIRO PARA O CORINTHIANS

Fox Sports Brasil Durante o 'Jogo Sagrado', nossos comentaristas analisaram momento difícil que vive o Timão e deram suas opiniões. Qual é a sua, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Corinthians #Timao #Financeiro Veja Mais

NEYMAR BRIGARIA POR VAGA NO FLAMENGO? Veja o debate do 'Expediente Futebol'

NEYMAR BRIGARIA POR VAGA NO FLAMENGO? Veja o debate do 'Expediente Futebol'

Fox Sports Brasil O Expediente Futebol repercutiu a declaração do Filipe Luís sobre uma possível ida do camisa dez do PSG para o time rubro-negro: "vai ter que lutar muito". E aí, torcedor, qual esquema você usaria para colocar o Neymar no time? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Flamengo #Neymar #FOXSports Veja Mais

'Gênio da computação' que morreu aos 15 pode ser patrono da internet pela Igreja

O Tempo - Mundo Em carta escrita após o Sínodo dos Jovens, o Papa Francisco citou Acutis como um exemplo para a nova geração de católicos Veja Mais

'SELEÇÃO' DO ATLÉTICO-MG BATE DE FRENTE COM O FLAMENGO?

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Fox Sports Brasil No #MercadoFOX, Rodrigo Cascino analisou o provável time que o Galo está tentando montar: "tem que evoluir muito". E aí, torcedor, qual é a sua opinião? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Atlético #Flamengo #FOXSports Veja Mais

CAMPEONATO CARIOCA VOLTANDO NA QUINTA-FEIRA?; Veja todas as informações

CAMPEONATO CARIOCA VOLTANDO NA QUINTA-FEIRA?; Veja todas as informações

Fox Sports Brasil Durante o 'Expediente Futebol', reunião entre clubes e Federação que pode ter desfecho favorável ao retorno foi tema, e nossos comentaristas deram suas opiniões. Qual é a sua, torcedor? Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Carioca #AoVivo #Live Veja Mais

Mandetta é bom comunicador e ajudou a potencializar pavor, diz Bolsonaro

O Tempo - Política Presidente também citou a entrevista concedida pelo então ministro ao programa Fantástico, da TV Globo, como estopim para sua demissão Veja Mais

Bolsonaro: 'Não temos informações de que alguém tenha falecido por falta de UTI'

O Tempo - Política Presidente também disse que ao governo federal tem cabido tão somente o repasse de verbas para Estados e municípios Veja Mais

Após deixar governo Bolsonaro, Sergio Moro vira colunista de revista

O Tempo - Política O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15); o ex-juiz estreará nas páginas da Crusoé a partir da próxima sexta-feira (19), com artigos publicados quinzenalmente Veja Mais

O 'apagão de dados' nos anos Kirchner que abalou a credibilidade da Argentina no mundo

G1 Economia Durante nove anos, entre 2007 e 2016, os argentinos conviveram com a falta de credibilidade nos dados oficiais de inflação e de pobreza no país. Antes sem dados confiáveis, inflação aumentou vertiginosamente no governo Macri após reajustes, acompanhando a alta do dólar Getty Images via BBC Um "pesadelo" para a credibilidade do país. É assim que autoridades do setor de estatísticas da Argentina se lembram do período em que o governo de Cristina Kirchner maquiou números para cumprir sua obstinação em manter a inflação anual em até 10% ao ano. "Não adianta querer ocultar ou manipular nada, incluindo números. Todo mundo acaba sabendo a verdade. E foi o que aconteceu. Foi um péssimo período para o país", recorda um ex-diretor do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec, equivalente ao IBGE). Durante nove anos, entre 2007 e 2016, os argentinos conviveram com a falta de credibilidade nos dados oficiais de inflação e de pobreza no país. O apagão dos índices básicos das áreas econômica e social tinha começado em janeiro de 2007, quando técnicos do Indec renunciaram denunciando "intervenção política" na formulação dos números. "Nós mandávamos relatórios semanais para a Presidência com o índice de inflação, antes do fechamento mensal do dado. Em janeiro de 2007, a inflação caminhava para ser mais alta que nos meses anteriores. Foi aí que começaram a nos pressionar com telefonemas insistentes para mudarmos o número oficial", recorda um ex-diretor, que falou sob a condição do anonimato. Ele diz que desde então "desistiu" de trabalhar em organismos públicos. Poucos dias antes da divulgação do dado oficial, governantes ligaram para os diretores do instituto e avisaram o índice de janeiro de 2007 que queriam que fosse informado aos argentinos. "Primeiro, disseram que a inflação deveria ser 0,9%. E depois acabaram divulgando 1,1%. Não era muito diferente da que tínhamos calculado, de 1,5%. Mas ali já começava uma ginástica para que a inflação não terminasse o ano em 10%", lembra. O economista Orlando Ferreres, da consultoria OJF&Associados, de Buenos Aires, disse que a preocupação do governo com os 10% era justificada porque a Argentina tinha que pagar credores da dívida do país que tinham investido em títulos públicos atrelados aos índices econômicos. "Os credores queriam que fosse respeitada a inflação real, não uma maquiada para baixo", disse Ferreres. Segundo economistas, com os títulos públicos atrelados ao crescimento econômico e à inflação, os credores ganhariam mais com os dados reais e não com os maquiados. 'Sem bússola' Ex-presidente Cristina Kirchner hoje é vice do atual mandatário argentino, Alberto Fernández, seu ex-chefe de gabinete Getty Images via BBC Naquele ano de 2007, a inflação terminou em 8,7%, segundo o Indec. A mais baixa em quatro anos, de acordo com o instituto. Mas começaram a surgir os levantamentos alternativos. Ex-técnicos do instituto divulgaram em janeiro de 2008 que os preços teriam subido, em 2007, entre 22,3% e 26,2% — cerca do triplo do que foi divulgado oficialmente. Começava ali uma novela desgastante para a credibilidade nos índices argentinos, que incluiu disputas internas e internacionais. Multas e ameaças de prisões, além de um leque de índices paralelos feitos por consultorias econômicas, universidades e pelos ex-técnicos do Indec, que protestavam na porta do organismo. A percepção, disse na época um executivo de uma empresa brasileira em seu escritório no centro de Buenos Aires, é que o país "não tem bússola". "Levei um susto quando me ligaram aos gritos para dizer que teríamos problemas se aumentássemos nossos preços, que estão ligados ao mercado internacional", disse, na época, sob a condição do anonimato. 'Maquiagem grosseira' Numa entrevista à rádio Continental, de Buenos Aires, o ex-ministro da Economia do governo do ex-presidente Néstor Kirchner, Roberto Lavagna, que liderou a pasta entre 2002 e 2005, disse que a maquiagem de dados da inflação era evidente. E comparou a falsificação dos índices aos tempos da ditadura militar no país. Kirchner, que morreu em 2010, governou a Argentina entre 2003 e 2007 e passou a faixa presidencial para a esposa, a ex-presidente Cristina, que é vice do atual presidente. Alberto Fernández. “O que o senhor achou da inflação oficial de 1,1% de janeiro (de 2007)?”, perguntou a radialista Magdalena Ruiz Guiñazu. Lavagna respondeu: “É uma maquiagem grosseira do índice. Quando as estatísticas de custo de vida perdem credibilidade, as de pobreza, de indigência e de distribuição de renda também perdem valor. O país fica novamente sem estatísticas que são básicas. Isso ocorreu durante o governo militar. É como se um médico estivesse falsificando os problemas de seu paciente. A maquiagem de dados é grave, afeta as instituições e a inflação em si”, disse, em fevereiro de 2007, logo depois da divulgação da inflação oficial de janeiro. O ex-ministro disse ainda que a Argentina iria demorar para recuperar a credibilidade nos dados do país. O que de fato acabou ocorrendo. Em maio de 2013, quando ainda faltavam cerca de três anos para que as estatísticas do Indec recuperassem credibilidade, o jornal El Cronista, de Buenos Aires, publicou um artigo intitulado “Inflación: las patas de la mentira” (“Inflação: as pernas da mentira”). No texto, afirmava-se que a “intervenção” do Indec foi um “ponto de inflexão na guerra dos preços” na Argentina. Em dez anos, informou-se, a inflação oficial foi de 95,5% e a dos levantamentos do setor privado, de 170%. Durante muito tempo, ficou complicado definir o índice de aumento dos salários dos trabalhadores, com sindicatos de diferentes categorias defendendo o reajuste seguindo dados paralelos, e não o oficial. Algumas vezes, era tirada uma média entre um e outro para se chegar a um patamar que agradasse empregadores e empregados. Como a questão envolvia ramificações internacionais, o Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu que o país devolvesse a credibilidade às suas estatísticas, informou a imprensa local na ocasião. A falsificação dos dados, denunciada em 2007, continuou até 2016, quando o Indec refez sua metodologia seguindo normas internacionais. A maquiagem denunciada gerou processos na Justiça argentina que a pedido, por exemplo, da Associação pelos Direitos Civis (ADC), determinou que o Indec explicasse como confeccionava seus indicadores oficiais. A situação provocou dúvidas sobre o total de pobreza no país – que também era alvo de dados paralelos. A disputa levou o então secretário de Comércio Interior, Guillermo Moreno, acusado de liderar, como informou a imprensa local, a ação contra o Indec, a determinar que as consultorias econômicas que divulgavam índices paralelos pagassem multas milionárias. "Eu estava de férias em Punta del Este, no Uruguai, quando Moreno me ligou para reprovar a inflação que tínhamos divulgado. Expliquei que não estava na Argentina e ele me disse para telefonar aos meus assessores em Buenos Aires. Era complicado", disse o economista Ferreres, que esteve entre os multados. A multa, contam agora consultores, também virou caso na Justiça e acabou arquivada. O índice das consultorias econômicas tinha passado a ser chamado de "índice Congresso" porque parlamentares opositores podiam divulgá-lo sem os mesmos riscos que correriam os economistas, lembram. Tempos depois, a pedido de opositores, Moreno foi acusado pela Justiça de "fraudar" dados básicos da economia, segundo informou a imprensa local. A Justiça entendeu que ele não tinha cometido delito e que o governo teria direito a implementar sua própria metodologia. "A decisão confirma que o governo de Cristina Kirchner saiu com 6% de pobres. Chegaram a dizer que tínhamos deixado 30% de pobres, mas não foi verdade e acabam de nos dar razão", afirmou Moreno, após a decisão judicial. Naquele ano do fim do mandato kirchnerista, 2015, o índice de pobreza foi de cerca de 28%, segundo outro levantamento paralelo, o do Observatório da Dívida Social Argentina da Universidade Católica (UCA). Definido há quase quatro anos como "confiável", pela situação e pela oposição, o Indec informou, antes da pandemia do novo coronavírus, que a inflação de 2019 foi de 53,8%, a pobreza 35,5% e que o PIB encolheu 2,2%. Nos quatro primeiros meses deste ano, a inflação oficial foi de 9,4%. Os dados de pobreza estão em fase de coleta. Em março de 2020, a imprensa local informou que credores que investiram nos títulos públicos argentinos voltaram a apelar à Justiça contra aquela maquiagem dos dados oficiais. A alegação foi a suposta perda de dinheiro com a "manipulação dos dados do crescimento", o que teria afetado o valor dos papéis ligados ao PIB argentino. Veja Mais

Asteroide de 300 metros passará perto da terra no próximo dia 24

tudo celular Corpo celeste passará a cerca de de 3,7 milhões de quilômetros. Veja Mais

OMS vai discutir se mantém testes com hidroxicloroquina após EUA suspender uso da substância contra a Covid-19

Glogo - Ciência Diretor de emergências da entidade, Michael Ryan, afirmou que o grupo executivo dos ensaios 'Solidariedade' deve se encontrar nesta semana para decidir sobre o braço dos testes que usa a substância. O diretor de emergências da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou nesta segunda-feira (15) que a entidade vai discutir nesta semana se mantém os ensaios clínicos com hidroxicloroquina contra a Covid-19. A decisão foi anunciada logo depois que os Estados Unidos suspenderam a autorização emergencial de uso da substância contra a doença. "Acredito que o grupo executivo dos ensaios "Solidariedade" deve se encontrar nesta semana, e, obviamente, à luz de outros dados, nós vamos olhar para a utilidade de continuar com certos braços do ensaio, baseados na probabilidade de acharmos um resultado positivo", declarou Ryan. Os testes com a hidroxicloroquina já haviam sido suspensos pela OMS no dia 25 de maio, mas, depois, foram retomados. Novo surto de Covid-19 na China preocupa OMS Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Aneel prorroga suspensão de cortes de energia por falta de pagamento até 31 de julho

G1 Economia Medida foi adotada em razão da crise na economia provocada pela pandemia do novo coronavírus. Suspensão de cortes valeria inicialmente até 23 de junho. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta segunda-feira (15) prorrogar até 31 de julho a proibição de cortes no fornecimento de energia elétrica por falta de pagamento dos consumidores. A suspensão dos cortes foi aprovada em março e valeria inicialmente até 23 de junho. A medida foi adotada em razão da crise na economia provocada pela pandemia do novo coronavírus. Estão protegidas contra corte do fornecimento todas as residências urbanas e rurais e os serviços considerados essenciais, como hospitais. A resolução de março, que suspendeu os cortes, também autorizou outras medidas, entre elas a permissão para que as distribuidoras de energia emitam fatura levando em consideração o consumo médio dos últimos 12 meses, e para que o consumidor faça a própria leitura dos medidores. Essas outras medidas também foram prorrogadas nesta segunda pela Aneel. Ao justificar a prorrogação, a área técnica da Aneel informou que até 23 de junho as consequências da pandemia da Covid-19 ainda existirão. Aneel cria alternativas para a leitura dos medidores nas casas por causa do coronavirus Durante a apresentação, a área técnica da Aneel informou ainda que, em maio, a inadimplência no setor elétrico foi de 4,52%, nível próximo ao verificado em 2019 e bem abaixo do registrado em abril de 2020, quando ficou em 10,06%. Mudanças na resolução Na reunião, a diretoria da Aneel também aprovou a realização de uma consulta pública de 15 dias para discutir algumas alterações na resolução. A proposta da Aneel, que passará por consulta, prevê a proibição de corte de energia até o dia 31 de dezembro para: famílias de baixa renda; consumidores que estão em locais onde houve suspensão do envio de fatura impressa pela distribuidora; consumidores que estão em locais onde não há posto de arrecadação, como lotéricas e instituições financeiras; e consumidores que têm equipamentos essenciais à vida. Veja Mais

Marcio Jerry fala da Proposta de Emenda à Constituição antigolpe - 15/06/20

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Maria do Rosário explica projeto de combate e prevenção à violência - 15/06/20

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GOL MAIS BONITO DA CARREIRA E JESUS "FORTE CANDIDATO À SELEÇÃO"! Dodô no "Expediente Futebol"

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'É um problema que estamos tentando solucionar', diz Bolsonaro sobre Weintraub

O Tempo - Política "Eu acho que ele não foi muito prudente em participar da manifestação, apesar de não ter falado nada demais ali. Mas não foi um bom recado", disse o presidente Veja Mais

Brasil tem 44.118 mortes por coronavírus, aponta consórcio de veículos de imprensa; são 729 nas últimas 24 horas

Glogo - Ciência Levantamento feito por jornalistas de G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde mostra ainda que houve 23.674 novos casos de Covid-19 em um dia. São 891.556 no total. O Brasil teve 729 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, já passa de 44 mil o número de óbitos pela Covid-19 até esta segunda-feira (15) no país. Veja os dados, consolidados às 20h: 44.118 mortes; eram 43.389 até as 20h de domingo (14), uma diferença de 729 óbitos 891.556 casos confirmados; eram 867.882 até a noite de domingo Os dados foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. O Brasil é o segundo país com mais casos e mais mortes no mundo, somente atrás dos EUA. O país concentra mais de 10% de todas as vítimas do planeta, de acordo com dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. Mortes por coronavírus no acumulado e por dia no Brasil, até 15 de junho Editoria de Arte/G1 Editoria de Arte/G1 EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Apenas na terça (9) o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Nesta segunda (15), o órgão publicou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 627 novos óbitos e 20.647 novos casos, somando 43.959 mortes e 888.271 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

BNDES passará a atuar como fiador em operações de infraestrutura

G1 Economia O objetivo é diminuir o risco das operações de crédito e fazer com que o banco e o setor financeiro sejam mais eficientes na concessão de crédito para infraestrutura no país. Presidente do BNDES, Gustavo Montezano Antonio Cruz/Agência Brasil O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai atuar como fiador de projetos de infraestrutura e poderá fazer o mesmo em operações de mercado de capitais, disse nessa segunda feira (15) o presidente do banco, Gustavo Montezano. O objetivo, segundo ele, é diminuir o risco das operações de crédito e fazer com que o banco e o setor financeiro sejam mais eficientes na concessão de crédito para infraestrutura no país. "Em vez de ser o financiador principal, o banco pode pegar alguma matriz de risco, de construção, constituição de PPP ou uma parte temporal do projeto ou reserva de liquidez e promover uma fiança para aquela parte do projeto", disse Montezano durante webinar. Em crise, pequenas empresas têm dificuldade de acessar linhas de crédito A meta do banco é colocar o produto para infraestrutura operacional ainda em 2020. "Acreditamos que com as ferramentas de crédito direto e indireto que temos, seguros, garantias e serviços a gente vai conseguir ser mais eficaz na entrega desse produto de infraestrutura para o Brasil", disse Montezano. "O FGI (Fundo Garantidor para Investimentos) será uma primeira grande iniciativa para o BNDES ter uma atuação como garantidor de recursos (...) e atuar como fiador, o inverso de ser historicamente um provedor de funding e dividir risco com terceiro", disse Montezano, adicionando que o banco quer também atuar como garantidor em operações de mercado de capitais. BNDES lança linha de crédito para empresas da área da saúde Crédito represado O governo lançou no início do mês o Programa Emergencial de Acesso a Crédito a pequenas e médias empresas, que irá garantir parte dos empréstimos feitos por bancos. O governo estima que o programa estará operacional no fim deste mês e estima que cada 1 real do fundo destrave até 5 reais em financiamentos às PMEs. A iniciativa é destinada a negócios com faturamento anual entre 360 mil e 300 milhões de reais em 2019. Os recursos financiados serão de livre utilização. A medida provisória que criou o programa autoriza a União a aumentar em até 20 bilhões de reais a participação no FGI, administrado pelo BNDES, exclusivamente para cobrir operações contratadas no âmbito do programa. O aumento da participação será feito por meio da subscrição de cotas em até quatro parcelas de até 5 bilhões de reais cada, e o aporte deverá ser concluído até o fim do ano. Veja Mais

Embraer fecha contrato de financiamento de até US$ 600 milhões com bancos

G1 Economia Metade do montante será financiado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); o restante será financiado por bancos privados e públicos. Dois avioes Embraer 190 da Forca Aerea Brasileira decolam, nesta quarta-feira (05), as 12h, da Ala 1 (Base Aerea de Brasilia) para buscar os brasileiros que estao em Wuhan, na China, e desejam regressar ao Brasil. Cláudio Reis/FramePhoto/Estadão Conteúdo A Embraer informou nesta segunda-feira (15) que finalizou os termos de contratos de financiamentos ao capital de giro para exportações no valor de até US$ 600 milhões. O prazo de pagamento será de até quatro anos. Metade do montante será financiado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O valor restante será financiado por bancos privados e públicos, na proporção de 50%. As linhas de financiamento “reforçarão ainda mais a posição de caixa da companhia garantindo recursos desde a fase de produção até o momento do embarque dos produtos para o mercado externo”, diz a companhia, em comunicado, afirmando ainda que continuará na avaliação de formas adicionais de financiamento para manter um perfil de endividamento de longo prazo. No início de junho, a Embraer registrou um prejuízo líquido atribuído aos acionistas de R$ 1,276 bilhão no primeiro trimestre, um salto de 694% na comparação com o prejuízo de R$ 160,8 milhões nos três primeiros meses de 2019. Além do contexto de crise do setor aéreo, a Embraer vinha enfrentando dificuldades desde o fim do acordo com a Boing. A empresa informou no balanço que os custos de separação dos negócios relacionados com a parceria estratégica com a Boeing, agora encerrada, reconhecidos em janeiro, foram de R$ 96,8 milhões. Desde então, a fabricante de aviões vinha discutindo propostas de financiamento com o BNDES e com bancos privados no Brasil e no exterior. Engenheiros aprovam proposta da Embraer para nova suspensão temporária de contratos Rescisão com a Boing No fim de abril, a Boeing anunciou a rescisão do acordo que daria à gigante norte-americana o controle sobre a divisão de aviação comercial da Embraer. O negócio avaliado em US$ 5,26 bilhões previa a criação de uma empresa conjunta que ficaria sob comando da Boeing, com 80% de participação. A Embraer ficaria com os 20% restantes, e poderia vender a sua parte para a americana. O valor era tido como fundamental para o financiamento da Embraer para os próximos anos. A Boeing afirma que “exerceu seu direito de rescindir" acordo "após a Embraer não ter atendido as condições necessárias”. A Embraer, por sua vez, afirmou à época que a Boeing rescindiu "indevidamente" o acordo entre as empresas na área comercial e que a empresa norte-americana "fabricou falsas alegações como pretexto para tentar evitar seus compromissos de fechar a transação" * (com informações do jornal Valor Econômico) Veja Mais

Baixa renda paga conta de luz com auxílio e reduz inadimplência no setor elétrico

G1 Economia Índice total de inadimplência caiu para 4,5% em maio, contra pouco mais de 10% em abril, puxado pelos pagamentos da baixa renda. Dados sobre a arrecadação de distribuidoras de energia indicam que famílias carentes provavelmente usaram parte do auxílio-emergencial pago pelo governo em meio à pandemia de coronavírus para quitar contas de luz atrasadas, disse uma representante da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta segunda-feira (15). Aneel prorroga suspensão de cortes de energia por falta de pagamento até 31 de julho Esse movimento foi verificado em maio, quando o comportamento dos consumidores de baixa renda se diferenciou de todas as demais classes de clientes das empresas de energia, como indústrias e até mesmo órgãos do poder público, nas quais foi registrado significativo salto da inadimplência durante o mês. Com isso, o índice total de inadimplência entre os clientes das distribuidoras caiu fortemente em maio, para 4,5%, contra pouco mais de 10% em abril, segundo números da agência reguladora. "Em abril houve um aumento do nível de inadimplência. Porém, no mês de maio houve redução e esse indicador apresentou valores no mesmo patamar dos valores verificados no ano de 2019 ", apontou a especialista em Regulação da Aneel, Djane Melo, durante reunião de diretoria do regulador transmitida online. "Podemos verificar que no mês de maio de 2020 houve um aumento da inadimplência em todos segmentos, com exceção do baixa renda... um dos fatores (para isso) é a repercussão da política pública implementada pelo governo. O auxílio-emergencial começa a apresentar repercussão no segmento de baixa renda", acrescentou ela, ao analisar os números. A especialista da Aneel destacou que os clientes de baixa renda tiveram no mês passado uma "inadimplência negativa", ao pagarem mais às distribuidoras do que o valor das faturas emitidas para eles no mês. De acordo com os dados da agência, esses consumidores carentes tiveram "inadimplência negativa" de 11,6% em maio, contra 13,75% de inadimplência no mesmo mês do ano anterior. Entre clientes residenciais fora dessa categoria, a inadimplência subiu para 5,25%, de 1,5% em 2019. Aneel cria alternativas para a leitura dos medidores nas casas por causa do coronavirus A indústria e o comércio viram os pagamentos não realizados saltarem para cerca de 4,5%, contra inadimplência de -0,8% e -2% em maio de 2019. Clientes do poder público, como órgãos de governo, tiveram inadimplência de quase 8%, contra -3,3% no ano anterior. Auxílio de R$ 600 Os pagamentos das famílias carentes a empresas de energia registrados pela Aneel no mês passado vieram após o governo federal ter começado em meados de abril a desembolsar as primeiras parcelas um auxílio-emergencial de 600 reais para pessoas de baixa renda. Saiba tudo sobre o Auxílio Emergencial O benefício, inicialmente válido por três meses, visa apoiar a população mais pobre em meio aos efeitos negativos de medidas de isolamento adotadas contra a pandemia de coronavírus sobre a economia e a renda dos brasileiros. O coronavírus, detectado inicialmente na China no final de 2019, teve o primeiro caso registrado no Brasil em fevereiro. Em meados de março, diversos Estados passaram a adotar quarentenas e medidas de distanciamento social para reduzir a velocidade de propagação da doença. Além da concessão do auxílio-emergencial, o governo federal publicou em abril uma medida provisória que garantiu isenção das contas de luz por três meses para famílias carentes já beneficiadas com a chamada "tarifa social" de energia, subsidiada. A MP 950 autorizou a União a destinar 900 milhões de reais para garantir a gratuidade entre abril e junho. No momento, o governo federal tem discutido a ampliação do auxílio-emergencial, mas em valor menor. O presidente Bolsonaro disse na semana passada, a título de exemplo, que a prorrogação poderia acontecer por dois meses com um valor como 300 reais. Em outra medida que visou aliviar impactos da pandemia, a Aneel proibiu em março que distribuidoras de energia cortassem a luz de clientes residenciais e de serviços essenciais por 90 dias mesmo em caso de inadimplência. A medida agora foi prorrogada pelo regulador até o final de julho, enquanto restrições aos cortes para clientes de baixa renda devem durar enquanto estiver em vigor o auxílio-emergencial, segundo proposta que ficará em discussão na agência até o final de junho. Veja Mais

México apresentará quatro projetos de possíveis vacinas contra a Covid-19

O Tempo - Mundo Propostas serão mostradas à Coalizão para as Inovações em Preparação para Epidemias, uma organização público-privada que já financia nove pesquisas Veja Mais

Bolsonaro discute saída 'sem traumas' de Weintraub do Ministério da Educação

O Tempo - Política Enquanto núcleos político e militar propõem demissão de ministro para construir trégua com Supremo e Congresso, ala ideológica defendem sua permanência Veja Mais

Governo usa Lei de Segurança Nacional para investigar jornalista por charge

O Tempo - Política No desenho assinado pelo cartunista Aroeira, há uma cruz vermelha, que remete a hospitais, cujas extremidades foram pintadas com tinta preta, formando a suástica Veja Mais

FOX SPORTS RÁDIO! Presidente do Conselho do Santos; Lateral oferecido ao Timão - Completo (15/06/20)

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Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #FoxSports #FOXSportsRádio #AoVivo Veja Mais

Gerson sai ou fica? Amazon e Fla vai melar? Keno quase certo em gigante brasileiro? Mercado FOX

Gerson sai ou fica? Amazon e Fla vai melar? Keno quase certo em gigante brasileiro? Mercado FOX

Fox Sports Brasil Mande perguntas e mensagens. Seus comentários aparecerão na tela e serão respondidos ao vivo! GERSON SAI OU FICA? AMAZON VAI ACERTAR COM O FLA? KENO TÁ QUASE ACERTADO COM ESSE GIGANTE? E tem mais informações na volta do #MercadoFOX: Thiago Silva na mira de time inglês, possível reforço no Botafogo, time da Série A querendo tirar André do Grêmio e mais um do Palmeiras pode ir para o Cruzeiro! #flamengo #palmeiras #atléticomg Veja Mais

Cantor Mariano é o primeiro a doar plasma em MS para pesquisa sobre tratamento da Covid-19

G1 Pop & Arte Artista que faz dupla sertaneja com Munhoz realizou doação na manhã desta segunda-feira (15). Pesquisa consiste em usar o plasma sanguíneo de quem já foi curado do novo coronavírus em pessoas que estão se recuperando da doença. Cantor Mariano, da dupla Munhoz e Mariano, doa plasma para pesquisa sobre Covid-19 em MS TV Morena/Reprodução O cantor Ricardo Mariano Gomes, da dupla sertaneja Munhoz e Mariano, doou plasma sanguíneo no Hemosul de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, na manhã desta segunda-feira (15). A doação foi a primeira no estado voltada para uma pesquisa coordenada pela Universidade de São Paulo (USP) e parceiros, que consiste em utilizar o plasma de um pessoa curada da Covid-19 no tratamento de outros pacientes que estão com a doença. O artista foi infectado pelo coronavírus no fim de março, no interior de São Paulo, fez quarentena por 22 dias e está recuperado desde então. Ele passa o último mês Campo Grande, sua cidade natal. À TV Morena, ele disse já ter conhecimento da pesquisa realizada em outros estados e que estava aguardando o início dela em Mato Grosso do Sul para fazer a doação. "Não sabemos ainda a potência, o tamanho da eficácia desse tratamento, então faço um apelo para as pessoas que fiquem em casa, para em breve estarmos de novo nos abraçando e curtindo a vida", disse o cantor. A ideia de pesquisa é que o paciente que recebe o plasma sanguíneo tenha uma recuperação mais rápida e um índice menor de mortalidade. O tratamento já está sendo testado para pacientes graves na rede pública de São Paulo, além de hospitais no Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, por exemplo. O experimento ainda está em fase inicial. O plasma é a parte líquida do sangue. O uso desta substância retirada de pacientes recuperados já foi usado com sucesso em surtos de outras infecções respiratórias, incluindo a pandemia do vírus influenza H1N1. O secretário estadual de saúde, Geraldo Resende, citou o início do processo em Mato Grosso do Sul em coletiva realizada nesta segunda-feira, e disse que a Secretaria estará atenta para verificar a eficácia do método. Em Mato Grosso do Sul, o estudo pretende recrutar de 80 a 100 doadores. Quem foi diagnosticado e está recuperado do novo coronavírus no estado, sem sintomas há pelo menos 14 dias, pode doar. Os critérios são os mesmos da doação de sangue, como estar bem alimentado, pesar 55 quilos ou mais, e ter entre 18 e 60 anos de idade, caso seja a primeira vez doando. Os interessados podem agendar a doação pelos telefones (67) 3312-1516, (67) 3312-1529 ou pelo celular (67) 99298-6316. Initial plugin text Veja Mais

Pimentel prefere ficar quieto e não deve comparecer em oitiva de CPI da Câmara

O Tempo - Política O petista tem dito para os mais próximos que está quieto e assim vai permanecer: longe dos holofotes e de qualquer tipo de polêmica Veja Mais

Oscar 2021 é adiado para abril e filmes que estrearem até fevereiro podem concorrer

G1 Pop & Arte Academia anunciou adiamento da premiação, que ia acontecer no dia 28 de fevereiro, e estendeu período de elegibilidade das produções. Bong Joon-Ho admira as estatuetas que ganhou no Oscar 2020 Eric Gaillard/Reuters A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou nesta segunda-feira (15) que o Oscar 2021 foi adiado para o dia 25 de abril. A maior premiação do cinema americano estava prevista para o dia 28 de fevereiro de 2021. A organizadora do evento também afirmou que filmes que estrearem até o dia 28 de fevereiro poderão concorrer à 93ª edição. Initial plugin text Antes das mudanças, apenas filmes exibidos nos cinemas de Los Angeles durante 2020 poderiam ser indicados ao Oscar 2021. A Academia também anunciou que vai inaugurar seu museu no dia 30 de abril de 2021. De acordo com a revista "Hollywood Reporter", a mudança acontece por causa da quarentena provocada pela pandemia do novo coronavírus. Com as medidas de isolamento social, cinemas tiveram de ser fechados e as principais estreias do ano foram adiadas. O adiamento da cerimônia aconteceu três vezes antes. Em 1938, por causa grande inundação em Los Angeles. Em 1968, após o assassinato de Martin Luther King Jr. E em 1981, após a tentativa de assassinato do presidente Ronald Reagan. Veja abaixo como fica o novo calendário: Anúncio de finalistas: 9 de fevereiro de 2021 Anúncio dos indicados: 15 de março de 2021 Premiação: 25 de abril de 2021 Veja Mais