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Brasil tem 50.659 mortes por coronavírus, mostra consórcio de veículos de imprensa; são 601 em 24 horas

Glogo - Ciência Levantamento de consórcio de veículos de imprensa aponta que país tem 1.086.990 casos confirmados, sendo que 16.851 foram registrados nas últimas 24 horas. Brasil registra 601 novas mortes por coronavírus e chega a 50.659 O Brasil teve 601 novas mortes registradas em razão do novo coronavírus em 24 horas, mostra levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, são 50.659 óbitos pela Covid-19 até este domingo (21) no país. Veja os dados, consolidados às 20h: 50.659 mortes; eram 50.058 até as 20h de sábado (20), uma diferença de 601 óbitos 1.086.990 casos confirmados; eram 1.070.139 até a noite de sábado, ou seja, houve 16.851 novos casos Mortes por coronavírus no país Arte G1 Mortes por Covid-19 no Brasil e nos estados Arte G1 Os dados divulgados neste domingo (21) foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Brasil tem 50.659 mortes por Covid, aponta consórcio de veículos de imprensa Consórcio de veículos de imprensa A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da quinta-feira (4). Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Apenas na terça (9) o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Neste domingo (21), o órgão publicou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 641 novos óbitos e 17.459 novos casos, somando 50.617 mortes e 1.085.038 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio. Initial plugin text Veja Mais

Príncipe William publica fotos com a família em comemoração de aniversário

O Tempo - Diversão - Magazine Ele também publicou uma homenagem ao príncipe Charles por conta do Dia dos Pais na Inglaterr Veja Mais

Prisão de Queiroz servirá de base para primeira denúncia do Ministério Público

O Tempo - Política Promotores devem dividir os processos de acordo com os núcleos da chamada organização criminosa que funcionaria no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro na Alerj Veja Mais

BH tem manifestações pró e contra Bolsonaro neste domingo

O Tempo - Política De um lado, protesto manifestam-se pela democracia, do outro, o teor é contra ministro do STF, em especial Alexandre de Moraes Veja Mais

Bolsonaro estreita relação com centrão para se blindar no caso Queiroz

O Tempo - Política Presidente recriou Ministério das Comunicações e entregou o comando ao bloco Veja Mais

Brasil tem 50.182 mortes por coronavírus, mostra consórcio de veículos de imprensa (atualização das 13h)

Glogo - Ciência País ultrapassou a marca de 50 mil vítimas no sábado (20), pouco mais de três meses após o primeiro óbito. Há 1.073.376 de casos confirmados. O Brasil tem 50.182 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h deste domingo (21), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou no sábado (20), às 20h, o 13º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento. Desde então, CE, DF, GO, MS, PE, RO e RR divulgaram novos dados. Veja os dados atualizados às 13h deste domingo (21): 50.182 mortos 1.073.376 casos confirmados (No sábado, 20, às 20h, o balanço indicou: 50.058 mortes, 968 em 24 horas; e 1.070.139 casos confirmados.) A marca das 50 mil vítimas foi ultrapassada pouco mais de três meses depois da primeira morte, ocorrida na cidade de São Paulo. Desde então, a doença se alastrou pelo país e, atualmente, avança pelo interior. O Brasil é o 2º país do mundo com mais casos e mortes por coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo um levantamento da Universidade Johns Hopkins. Grávidas, bebês, profissionais de saúde... veja quem são as vítimas da Covid-19 no Brasil Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Parceria A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. No sábado (20), mais uma vez o Ministério da Saúde divulgou os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Segundo a pasta, houve 1.022 novos óbitos e 54.771 novos casos, somando 49.976 mortes e 1.067.579 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio Initial plugin text Veja Mais

Weintraub dobra bandeira do Brasil e diz que foi último ato no MEC

O Tempo - Política Ex-ministro da educação postou um vídeo em seu Twitter ao lado do irmão Arthur Weintraub, que é assessor especial do presidente Jair Bolsonaro Veja Mais

Europa avança na flexibilização e América Latina supera 2 milhões de casos

O Tempo - Mundo Com mais de 1 milhão de notificações e 50 mil mortos, o Brasil é o país mais afetado da região, seguido por Peru, México e Chile Veja Mais

Tira-dúvidas do IR: especialista responde perguntas dos leitores sobre bens e investimentos

G1 Economia Carolina Nagahama responde questões sobre como informar bens e investimentos na declaração do imposto de renda. IRPF 2020: especialista esclarece dúvidas sobre como declarar bens e investimentos O prazo para envio da declaração do Imposto de Renda de 2020 está na reta final. Os contribuintes têm até as 23h59 do dia 30 de junho para enviar os dados à Receita Federal. Tem dúvidas sobre a declaração? Mande sua pergunta pelos comentários ao final da reportagem. Prazo para envio da declaração é adiado para 30 de junho Saiba tudo sobre o Imposto de Renda 2020 Tira-dúvidas do IR: especialista responde perguntas dos leitores sobre imóveis Para responder às dúvidas dos leitores, o G1 convidou a diretora de Impostos da EY, Carolina Nagahama. Desta vez, ela tira dúvidas relacionadas à inclusão de bens e investimentos na declaração. Confira no vídeo. Veja Mais

Migrantes deixam cidades grandes e retornam à terra natal com pandemia do coronavírus

G1 Economia Somente para Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco, voltaram mais de 500 pessoas. Retorno ocorre pelo aumento do desemprego ou por medo da Covid-19. Migrantes deixam cidade grande e retornam à terra natal com pandemia do novo coronavírus Brasileiros que um dia foram para as grandes cidades em busca de uma vida melhor estão agora retornando para a sua terra natal, seja pelo aumento do desemprego ou por medo da Covid-19. Muitos nordestinos, por exemplo, já retornaram para os seus municípios de origem. Somente para Afogados da Ingazeira, no sertão de Pernambuco, voltaram mais de 500 pessoas. Foi o caso do autônomo Alexandre Góis, que trabalhava como eletricista e encanador em São Paulo. Ele relata que não aguentou ficar mais na cidade diante do cenário de pandemia e decidiu voltar para a sua terra para tentar trabalhar com criação de peixes ou frutas. O mesmo ocorre no estado da Bahia. Desde março, a cidade de Buerarema já recebeu mais de 100 habitantes, que retornaram à cidade de origem após terem os sonhos de construir uma vida melhor em São Paulo interrompidos pela pandemia. Um deles foi o adestrador de cavalos Gabriel Moreira, que morava e trabalhava em Mairiporã (SP). "O salário já vinha baixando, aí tive que vim por causa dessa pandemia. Entrava muita gente lá no haras, eram quinze veterinários. Fiquei com medo e falei 'vou embora daqui'", diz Ancelmo. Já Tâmara tinha planos de retornar para Buerarema e a pandemia somente acelerou este processo. Durante seis anos, ela trabalhou como operadora de caixa em São Paulo, emprego que lhe rendeu conquistas como a reforma da casa. "Aqui [em Buerarema] a gente está no lugar que nasceu, se criou, então a gente se sente bem. Melhor do que lá", diz. Veja Mais

Cartilha ensina cuidados na criação de porcos

G1 Economia Baixe as dicas da Universidade de Viçosa. Cartilha ensina cuidados na criação de porcos A criação de porcos é uma atividade que exige uma série de cuidados. A Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, criou uma cartilha gratuita que ensina o manejo de leitões na maternidade e creche. Tem informações sobre o ambiente adequado para o nascimento dos filhotes, higiene, alimentação e principais doenças. Clique aqui para baixar Veja Mais

Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 21/06/2020

G1 Economia Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Lojistas tentam se adaptar às novas regras de funcionamento do comércio em SP MAZZALLI CALÇADOS Rua Maria Cândida, 1689 - Vila Guilherme São Paulo - SP, 02071-013 Telefone: (11) 2909-0808 www.mazzalicalcados.com.br Instagram: @mazzalicalcados Facebook: www.facebook.com/Mazzalicalcados INTIMA STORE Rua Conselheiro Belisário, 448 - Brás São paulo/SP - CEP: 03012-000 Telefone: 11 2618-5905 Email: atendimento@intimastore.com.br PONTAL CALÇADOS Telefone: (11) 2287-6000 Email: secretaria@pontal.com.br www.pontal.com.br REDE D'OR Rua Engenheiro Oscar Americano, 840 - Jardim Guedala São Paulo – SP Telefone: (11) 3093-1100 www.rededorsaoluiz.com.br O Rei dos Infláveis Telefone: (11) 3228.0868 E-mail: vendasrei@terra.com.br www.reidosinflaveis.com.br Veja a reportagem: Comerciantes apostam em torta congelada para superar a crise LÁ DÁ TORTA Rua Guaimbé, 66 – Mooca São Paulo - SP, 03118-030 Telefone: (11) 2679-3467 Whatsapp: (11) 97559-3376 www.ladatorta.com.br Facebook: www.facebook.com/ladatorta Instagram: @ladatorta Veja a reportagem: Startup usa tecnologia para produzir shampoos e condicionadores personalizados Just For You https://www.justfor.com.br/ E-mail: you@justfor.com.br Whatsapp (11) 9.9845-5582 Telefone comercial: (19) 3201-9609 (horário comercial) Instagram: @justforbr Facebook: https://www.facebook.com/JustForBR Veja a reportagem: Empresários gaúchos estão em alerta com novas restrições para o comércio CALZOON SUCOS E CALZONES Rua Júlio de Castilhos, 109 - Sala 4 – Centro Novo Hamburgo / RS, 93510-130 Telefone: (51) 99459-2566 www.calzoon.com.br Veja a reportagem: Cinema drive in oferece entretenimento durante a pandemia CTN Rua Jacofer, 615, Bairro do Limão São Paulo – SP – CEP: 02712-070 Telefone: (11) 3488-9400 www.ctn.org.br E-mail: atendimento@ctn.org.br Redes sociais: @ctnsp Centerplex Cinemas Shopping Center Lapa Rua Guaicurus, 72, Lapa São Paulo - SP –CEP: 05033-000 www.centerplex.com.br E-mail: marketing@centerplex.com.br Facebook: /centerplexcinemas Instagram: @centerplexcinemas Cinesystem Cinemas https://www.cinesystem.com.br/ https://www.facebook.com/Cinesystem https://www.instagram.com/cinesystem https://www.youtube.com/CinesystemCinemas Litoral Plaza Shopping Av. Ayrton Senna da Silva, 1511 - Xixová, Praia Grande – SP – CEP: 11726-000 Telefone: (13 )3476-2000 E-mail: sac@litoralplaza.com.br https://www.facebook.com/litoralplaza/ https://www.instagram.com/litoralplazashopping https://www.instagram.com/litoralplazashopping Veja a reportagem: Brechó recupera parte de faturamento com parcerias e digitalização da loja BRECHÓ AGORA É MEU Rua Martinico Prado, 372 – Higienópolis São Paulo / SP – CEP: 01224-010 Telefone: (11) 3129-4001 www.brechoagoraemeu.com.br Facebook: www.facebook.com/brechoagoraemeuoficial Instagram: @brechoagoraemeu_oficial Veja Mais

"NÃO TEM DATA PARA VOLTA DO BRASILEIRÃO"; Dr. Jorge Pagura, médico da CBF (Completo)

Fox Sports Brasil Confira todas as informações do protocolo da volta do futebol brasileiro. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #CBF #Futebol #Entrevista Veja Mais

Eduardo Costa faz preenchimento labial e micropigmentação para 'melhorar visual'

O Tempo - Diversão - Magazine "Os preenchimentos que faço são por causa do acidente, vou sempre fazer, o meu rosto ficou estranho, o nariz afundou", disse o cantor Veja Mais

Usuários do TikTok e fãs de K-pop dizem que agiram para esvaziar comício de Trump

G1 Economia Eles incentivaram outras pessoas a se registrar para comparecer e não ir. Campanha de Trump esperava grande número de participantes, mas arena ficou parcialmente cheia. Arena em Tulsa, Oklahoma, estava parcialmente cheia, apesar de alta taxa de registro para comparecer ao evento REUTERS/Leah Millis Usuários do aplicativo TikTok e fãs de K-Pop afirmam ser parcialmente responsáveis pelo comparecimento de público abaixo do esperado em um comício realizado pelo presidente americano, Donald Trump, em Tulsa, Oklahoma, no sábado (20). Análise: Trump mantém discurso para eleitorado que não é o mesmo Trump volta a citar Brasil como país em situação ruim na pandemia Os usuários teriam feito o registro para participar gratuitamente do comício, sem a intenção de realmente comparecer, segundo a imprensa norte-americana. O jornal "New York Times" relatou que os usuários e fãs de música popular coreana encorajaram as pessoas a fazer o mesmo, depois que a conta oficial da campanha de Trump solicitou que apoiadores se registrassem para o evento utilizando seus números de telefone. Segundo o jornal, muitos dos usuários apagaram as publicações com os pedidos de registro, como parte do plano. Como Coreia do Sul investiu em cultura e colhe lucro e prestígio com o K-pop Antes do evento, o gerente de campanha de Trump, Brad Parscale, afirmou em uma rede social, na segunda-feira (14), que houve mais de um milhão de inscrições para participar do comício. Um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Tulsa disse à agência Reuters que a contagem do público ficou em 6.200 pessoas. Initial plugin text No entanto, a BOK Center Arena, com capacidade para 19.000 pessoas, teve vários assentos vazios na noite de sábado, e Trump e o vice-presidente Mike Pence cancelaram discursos para o público “excedente”, que era esperado haver no lado de fora da arena. A campanha de Trump via o comício como uma maneira de revigorar a base do presidente e angariar apoio, com as pesquisas de opinião mostrando crescimento do rival, o democrata e ex-vice-presidente Joe Biden. Donald Trump retoma campanha com público menor que o esperado A campanha de Trump disse que a entrada era por “ordem de chegada” e que ninguém recebeu um ingresso de verdade. “Os esquerdistas sempre se iludem que estão sendo espertos. O registro ao comício significa apenas que você confirmou presença com um número de celular”, disse o porta-voz da campanha de Trump, Tim Murtaugh, em um comunicado. “Mas nós os agradecemos pelas informações de contato.” Initial plugin text Parscale disse em um comunicado que a campanha de Trump retira números falsos de telefone e que isso foi feito com “dezenas de milhares” para o evento de Tulsa, ao calcular a potencial presença. A deputada democrata Alexandria Ocasio-Cortez respondeu com escárnio a uma publicação no Twitter de Parscale que culpou a imprensa por desencorajar o público e citou o comportamento ruim de manifestantes no lado de fora. Initial plugin text “Na verdade, vocês foram simplesmente DERRUBADOS por adolescentes no TikTok que inundaram a campanha de Trump com reservas falsas de ingressos e os enganaram a acreditar que um milhão de pessoas queria seu discurso supremacista branco, o suficiente para encher uma arena durante a pandemia”, escreveu, no sábado. “Um salve para os Zoomers [adolescentes da Geração Z], vocês me deixam orgulhosa", acrescentou. Initial plugin text Na noite de sábado, houve alguma competição de gritos e tumultos no lado de fora do evento entre cerca de 30 manifestantes do Black Lives Matter e alguns apoiadores de Trump esperando para entrar. Um repórter da Reuters disse que, embora a polícia tenha temporariamente fechado o acesso aos portões depois que os manifestantes chegaram ao perímetro do comício, tropas estaduais ajudaram a desobstruir a área, e os portões foram reabertos por volta de três horas antes de o comício começar. Veja Mais

'Antes uma direita debilitada do que qualquer esquerda no poder', diz deputado

O Tempo - Política Filho do presidente Jair Bolsonaro afirma que os argentinos foram criticar Mauricio Macri e agora "comem nas mãos" da esquerda Veja Mais

Mandetta: 'Médicos não sabem fazer guerra, e generais não sabem fazer saúde'

O Tempo - Política Ex-ministro da Saúde chamou de "decepcionante" a militarização da pasta e não descartou candidatar-se à Presidência em 2022, até mesmo em chapa com Sergio Moro Veja Mais

Na costa espanhola, estrangeiros experimentam a 'nova normalidade' turística

O Tempo - Mundo Com a flexibilização, os espanhóis podem movimentar-se pelo território e os turistas europeus podem ir de férias Veja Mais

Fãs de k-pop ajudaram a esvaziar comício de Trump nos Estados Unidos

O Tempo - Mundo Menos da metade do lugares disponíveis estava ocupado em Tulsa Veja Mais

Fux será relator de processo que pode reabrir apuração da facada em Bolsonaro

O Tempo - Política Esta é a primeira vez que o atentado que aconteceu durante a campanha de 2018 é discutido oficialmente no âmbito do Supremo Tribunal Federal Veja Mais

Ataque com faca que matou três foi 'terrorista', diz polícia da Inglaterra

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em - Internacional Crime ocorreu pouco depois do fim de passeata do movimento Black Lives Matter; três pessoas ficaram feridas Veja Mais

'Queiroz apareceu voando na casa do senhor', questiona Andreia Sadi a Wassef

O Tempo - Política Jornalista da Globo entrevistou o advogado da família Bolsonaro, que disse não ter falado com Queiroz e emprestado a casa de Atibaia para ele morar Veja Mais

Paraná espera safra de pinhão menor este ano

G1 Economia Falta de chuvas impactou colheita, que deve ter entre 15% e 20% de redução. Paraná espera safra de pinhão menor este ano É temporada de pinhão no Paraná, mas, este ano, a safra está menor. Em 2019, o estado produziu 4,2 toneladas de pinhão e é esperada uma redução de 15% a 20% na colheita de 2020. A falta de chuva influenciou na colheita: cada pinheiro, que dava entre 50 a 60 pinhas, está rendendo entre 30 e 40 este ano. Depois de colhidas, as pinhas são abertas e é preciso separar os pinhões das falhas, que são sementes que não se desenvolveram. Os agricultores vendem o quilo do pinhão por cerca de R$ 5. Veja Mais

Polícia britânica considera ataque que matou três pessoas ato 'terrorista'

O Tempo - Mundo Um suspeito de 25 anos foi detido logo após o ataque que aconteceu na noite de sábado (20), na cidade de Reading, no Oeste de Londres Veja Mais

Veja receita do extrato de barbatimão, que tem efeito cicatrizante para a dermatite do cavalo

G1 Economia Extrato desta árvore do Cerrado funciona também como adstringente para as feridas. Veja receita do extrato de barbatimão, que tem efeito cicatrizante a dermatite do cavalo Uma reportagem do Globo Rural deste domingo (21) abordou a dermatite nos cavalos, e a veterinária Suyan Bretel sugeriu usar extrato de barbatimão, que tem efeito cicatrizante e adstringente. Veja abaixo como preparar. Passo a passo da receita do extrato de barbatimão: Coletar a casca da árvore do Cerrado; Secar as cascas no sol e moer (cascas moídas também podem ser obtidas em lojas de produtos naturais ou raizeiros); Utilizar a proporção de 4 kg da casca do barbatimão para 20 litros de água; Ferver por uma hora; Coar, retornar ao fogo e cozinhar durante 3 horas. Como a água vai evaporando, pode-se completar com mais água; O rendimento é de 7 litros do extrato; Conservar em recipientes de vidro, de preferência na geladeira; O extrato pode ser aplicado diretamente nos ferimentos. Veja Mais

Brechó recupera parte de faturamento com parcerias e digitalização da loja

G1 Economia A transformação digital começou com lives nas redes sociais da loja. Depois, a partir do exemplo de grandes redes do varejo, partiram para o sistema de parceria, com quem está em casa parado, precisando de renda. Brechó recupera parte de faturamento com parcerias e digitalização da loja Reinvenção em um segmento muito afetado pela pandemia: a venda de roupas. Imagine então em um brechó, em que as pessoas querem ver de perto o estado de conservação e a qualidade das peças. O Pequenas Empresas & Grandes Negócios mostra uma ideia que pode ajudar outros pequenos empresários a continuar vendendo. De portas fechadas e sem conseguir desconto no aluguel do imóvel, as empresárias Siomara Leite e Danielle Kono perceberam que apostar as fichas no online era a saída. E, ao mesmo tempo, o desafio. “Existe a dificuldade das pessoas comprarem online, principalmente por ser brechó. A preocupação por ser brechó é muito maior, o estado que a roupa vai chegar”, conta Siomara. As empresárias estavam em ascensão. Agora, com queda de 50% no faturamento e quatro colaboradores afastados, elas precisavam urgente se reaproximar dos clientes. A transformação digital começou com lives no Instagram da loja. Depois, a partir do exemplo de grandes redes do varejo, partiram para o sistema de parceria, com quem está em casa parado, precisando de renda. “Você vai ser um parceiro, como se fosse um divulgador nosso. A gente disponibiliza o nosso site com todas as peças e você vai conseguir vender essas peças e daí, quando você vender, você ganha uma comissão de 12%”, explica Danielle. O projeto brechó amigo acabou de ser lançado e já tem 32 parceiros. A empresa cuida de toda a logística, com entrega no Brasil inteiro. Tanta movimentação trouxe resultado: em abril, o faturamento cresceu 30% em relação a março. E em maio, novo salto: 45% frente a abril. BRECHÓ AGORA É MEU Rua Martinico Prado, 372 – Higienópolis São Paulo / SP – CEP: 01224-010 Telefone: (11) 3129-4001 www.brechoagoraemeu.com.br Facebook: www.facebook.com/brechoagoraemeuoficial Instagram: @brechoagoraemeu_oficial Veja Mais

Wassef não é mais advogado de Flávio Bolsonaro no caso da 'rachadinha'

O Tempo - Política Senador disse que decisão foi tomada contra a sua vontade e que Wassef acredita que está sendo usado para prejudicar a ele e a Bolsonaro Veja Mais

Em velório, Bolsonaro diz que missão das Forças Armadas é defender a democracia

O Tempo - Política Presidente esteve na despedida do militar, que contou com a banda do Exército e estava bastante cheio, apesar da pandemia do novo coronavírus Veja Mais

Veja concursos e seleções com editais publicados na PB de 21 a 28 de junho

G1 Economia Seis editais com inscrições abertas oferecem 585 vagas. Divulgação/UBM Pelo menos 585 vagas são oferecidas em seis editais de concursos e seleções publicados na Paraíba, nesta semana de 21 a 28 de junho. Concurso da prefeitura de Capim Vagas: 126 + 30 CR Níveis: todos Salários: R$ 1.045 a R$ 2,8 mil Prazo de inscrição: até sexta-feira (26) Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 75 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 115 (superior) Provas: 30 de agosto Edital do concurso da prefeitura de Capim Concurso da prefeitura de Congo Vagas: 56 Níveis: todos Salários: R$ 1.045 a R$ 4 mil mais R$ 8 mil de gratificação Prazo de inscrição: até domingo (28) Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Consultoria Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 75 (médio/técnico) e R$ 90 (superior) Provas: 2 de agosto Edital do concurso da prefeitura de Congo Concurso da prefeitura de Poço Dantas Vagas: 21 Nível: fundamental, médio e superior Salários: a partir de R$1.045 até R$ 8 mil Prazo de inscrição: até 3 de julho Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 60 (fundamental), R$ 80 (médio) e R$100 (superior) Provas: suspensas Edital do concurso da prefeitura de Poço Dantas Concurso da prefeitura de Mogeiro Vagas: 72 Nível: fundamental, médio e superior Salários: a partir de R$ 1.045 até R$ 6,9 mil Prazo de inscrição: 22 de junho a 7 de agosto Local de inscrição: site da organizadora, Facet concursos Taxas de inscrição: R$ 75 (fundamental), R$ 85 (médio) e R$ 115 (superior) Provas: 13 de setembro Edital do concurso da prefeitura de Mogeiro Concurso para Guarda Municipal de Pitimbu Vagas: 10 (sendo 5 para cadastro de reserva) Nível: médio Salários: R$ 1.045 Prazo de inscrição: até 19 de julho Local de inscrição: site da organizadora, Idib Taxas de inscrição: R$ 100 Provas: 20 de setembro de 2020 Edital do concurso para Guarda Civil de Pitimbu Concurso para Prefeitura de Pitimbu Vagas: 305 para contratação imediata e 305 para cadastro de reserva Nível: fundamental, médio e superior Salários: variam de R$ 1.045 a R$ 2.892,67 Prazo de inscrição: até 19 de julho Local de inscrição: site da organizadora, Idib Taxas de inscrição: entre R$ 70 e R$ 130 Provas: 27 de setembro de 2020 Edital do concurso para Prefeitura de Pitimbu Veja Mais

Bolsonaro retorna a Brasília após participar de velório de paraquedista no Rio

O Tempo - Política O presidente conversou rapidamente com apoiadores na porta do Palácio da Alvorada, mas não deu declarações à imprensa Veja Mais

JÔ FOI DEMITIDO POR JUSTA CAUSA? Entenda situação do atleta com clube do Japão

JÔ FOI DEMITIDO POR JUSTA CAUSA? Entenda situação do atleta com clube do Japão

Fox Sports Brasil O Nagoya Grampus, ex-clube do atleta no Japão, o jogador foi demitido por justa causa e, portanto, não tem valor nenhum para receber. O staff de Jô explica a situação. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #JogaEmCasa #Corinthians #Jô Veja Mais

Maisa desabafa e diz que não deve satisfação sobre sua vida sexual

O Tempo - Diversão - Magazine 'Não sou obrigada a dar qualquer satisfação a ninguém. É uma coisa que diz respeito a mim', declarou a apresentadora de 18 anos em suas redes sociais Veja Mais

Em três meses, Covid-19 mata tantos brasileiros quanto Guerra do Paraguai

O Tempo - Política Separados por 150 anos, situações têm em comum vítimas da fatia mais vulnerável da população e envolvimento dos militares na vida política do país Veja Mais

Pesquisadores chineses lançam segunda fase de testes de vacina contra Covid-19 em seres humanos

Glogo - Ciência Atualmente, mais de dez vacinas diferentes estão sendo testadas em humanos em todo o mundo. Mas, por enquanto, nenhuma dessas progrediu para a fase 3. Imagem ilustrativa mostra vacina contra Covid-19 Dado Ruvic/Reuters/Ilustração/Arquivo Pesquisadores chineses começaram uma segunda fase de testes, em seres humanos, de uma possível vacina contra o novo coronavírus, para melhor avaliar sua eficácia e segurança, informou neste domingo (21) o Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas. Atualmente, mais de dez vacinas diferentes estão sendo testadas em humanos em todo o mundo. Mas, por enquanto, nenhuma dessas progrediu para a fase 3. Veja como está a participação do Brasil na corrida pela vacina contra a Covid-19 Processo longo e resultado incerto: entenda o que mais de 140 candidatas a vacina de Covid-19 enfrentam na luta contra possível fracasso Essa almejada terceira etapa consiste em ensaios clínicos em grande escala, estágio necessário para obter uma luz verde por parte das autoridades para a disponibilização no mercado. OMS declara otimismo com possível vacina contra coronavírus nos próximos meses O estudo de fase 2 realizado atualmente na China deve determinar a dose necessária da vacina e é uma continuidade de avaliação que vem sendo feita sobre a capacidade de garantir, com segurança, as defesas imunológicas das pessoas saudáveis. A Covid-19, detectada pela primeira vez na China no final de 2019, já contaminou quase 9 milhões de pessoas em todo o mundo e deixou mais de 460.000 vítimas fatais. Initial plugin text Veja Mais

Trump volta a dizer que Brasil não está bem no combate ao coronavírus

O Tempo - Mundo Presidente dos EUA disse que conseguiu salvar milhões de vidas com o isolamento social Veja Mais

Ansel Elgort, de 'A culpa é das estrelas', nega acusação de estupro: 'Relação consensual'

G1 Pop & Arte Jovem publicou relato, em que diz ter sido agredida pelo ator quando tinha 17 anos. Ele confirma que se relacionou com ela, mas diz que não houve crime. Ansel Elgort como Caleb no filme 'Divergente' Divulgação Ansel Elgort, ator famoso por filmes como "A culpa é das estrelas" e "Ritmo de fuga", falou pela primeira vez sobre o relato de uma jovem, que diz ter sido estuprada por ele em 2014. Ele negou o crime. A mulher, que se identificou como Gabby, fez a acusação na sexta-feira (19), em uma publicação no Twitter. Ela afirma que tinha 17 anos e o ator, 20, quando a agressão aconteceu. "Ele não perguntou se eu queria parar, mesmo sabendo que era a minha primeira vez e vendo que eu estava chorando de dor. As únicas palavras que saíram da sua boca foram: 'Precisamos fazer você se acostumar com isso'." Em um post no Instagram, Elgort confirmou que se relacionou com Gabby, em Nova York, naquele ano. "Tivemos um relacionamento breve, legal e totalmente consensual", escreveu. Initial plugin text "Eu não posso dizer que entendo os sentimentos de Gabby, mas as descrições dela dos eventos simplesmente não aconteceram. Eu nunca ataquei ou atacaria alguém." Entenda a acusação No relato, Gabby diz que estava prestes a completar 17 anos quando começou a trocar mensagens com o ator. Ela compartilhou prints de supostas conversas e fotos em que aparece ao lado de Elgort. Ela conta ter ficado em choque no momento da agressão. "Eu não estava mais presente naquele momento, mentalmente. Eu simplesmente me dissociei, deixei minha mente ir embora. Sabia que não conseguiria sair de lá." "Ele me fez pensar que era isso que sexo deveria ser", acrescentou. Ainda segundo a jovem, o ator lhe pediu nudes e sugeriu fazer sexo a três com ela e uma amiga, também menor de idade na época. Gabby diz que, ainda hoje, tem ataques de pânico e precisa fazer terapia para lidar com o trauma do episódio. Na resposta à acusação, Elgort pediu desculpas pela forma como o relacionamento com Gabby terminou. "Eu não lidei muito bem com a separação. Parei de respondê-la, o que é uma coisa imatura e cruel a se fazer com alguém." "Eu sei que essas desculpas não me absolvem do meu inaceitável comportamento. Quando olho para minha atitude, fico com nojo e profundamente envergonhado pela maneira como agi. Eu realmente sinto muito", escreveu. "Eu sei que devo continuar refletindo, aprendendo e trabalhando para crescer em empatia." Veja Mais

Com alta de preços, Goiás diminui regime de engorda do gado por confinamento

G1 Economia Milho mais caro, alta do dólar e incerteza sobre a venda da boiada impactaram criação. Com alta de preços, Goiás diminui regime de engorda do gado por confinamento A estiagem e a escassez de pasto marcam o início da temporada de confinamento do gado em Goiás, estado líder desse tipo de criação no país. Nesse período, a boiada fica fechada em baias, em regime de engorda. O boi chega para o confinamento com cerca de 350 kg e, depois de 90 dias, está pronto para o abate, com uma média de 550 kg. O estado estima que vai manter 750 mil bois nesse regime neste ano, número 20% menor do que em 2019. Para agricultores, a redução está relacionada com a pandemia de coronavírus, que levou o pecuarista a decidir se venderia os animais mais cedo ou levaria para o confinamento. Os custos da engorda desse tipo de criação são altos: 80% do investimento está relacionado à alimentação. No início da temporada, são consumidos cerca de 300 mil kg de ração por dia. Em 2020, o preço da alimentação foi impactado, especialmente pelo milho, um dos principais componentes da ração, que está mais caro. A alta do dólar e do preços dos insumos também pesaram na conta. No ano passado, o valor diário gasto com alimentação de cada animal era de R$ 7,98. Agora já está em R$ 9,17. Em compensação, a arroba do boi gordo também subiu de preço, chegando a R$ 203 em Goiás, ante R$ 150 nesse mesmo período do ano passado. Veja Mais

Mulher de Queiroz segue foragida e pode entrar no radar da Interpol

O Tempo - Política Justiça do Rio de Janeiro autorizou a prisão de Márcia Oliveira Aguiar, ex-funcionária do atual senador Flávio Bolsonaro Veja Mais

Cinema drive in oferece entretenimento durante a pandemia

G1 Economia Comum nos anos 50 e 60, esta maneira de oferecer sessões de filmes faz sucesso durante o isolamento social porque oferece segurança. Cinema drive in oferece entretenimento durante a pandemia Deve demorar para o Brasil e outros países liberarem a volta do público às salas de cinema, por causa da Covid-19. Enquanto isso, alguns empresários trouxeram de volta uma velha maneira de fazer as sessões com segurança: o drive in. O cine drive in é uma maneira de assistir a filmes dentro do carro, comum nos anos 50 e 60. Com a pandemia, voltou pela segurança que oferece. Se quiser pedir pipoca ou guloseimas, é só ligar o pisca alerta do carro e lá vem a garçonete de máscara. Você aponta o celular para o QR Code do cardápio plastificado e paga com a tecnologia de aproximação. Do lado de fora do carro, é tudo silencioso. O áudio do filme é sintonizado no rádio. Em São Paulo, o drive in é resultado de uma parceria que aproveitou espaço e equipamentos ociosos de duas empresas. De um lado, o Centro de Tradições Nordestinas (CTN), famoso pelos restaurantes típicos, que estava com estacionamento vazio por causa da quarentena. Do outro, uma rede de cinemas que tinha encostado o telão pelo mesmo motivo. “A gente viu que lá no exterior o pessoal já tem feito esses eventos dentro de carro, é uma modalidade nova, porém não muito e foi uma alternativa que a gente encontrou pra manter o mercado de entretenimento ativo e trazer alegria pras pessoas num momento tão difícil”, conta Christiane Abreu, presidente do CTN . Foi preciso apenas fazer algumas adaptações, como suporte para o telão e remarcação das vagas dos carros para garantir a visibilidade. As duas empresas dividem a bilheteria. O drive in lotou nas três sessões do primeiro dia. Os ingressos custam R$ 20 por pessoa. Na Praia Grande, litoral de São Paulo, uma grande rede de cinemas, com 160 salas em todo o Brasil, transferiu o projetor de um dos cinemas fechados no shopping da cidade para o estacionamento. “O shopping separou uma área, de maneira isolada, com segurança, que não se misture com outros carros, de maneira reservada. É focado na família, respeitando toda a questão do isolamento, com uma alimentação legal, oferecida para o nosso consumidor. E principalmente, com um catálogo de filmes atualizado”, conta o diretor comercial e marketing da Cinesystem, Sherlon Adley. Mais de quatro mil pessoas já foram às sessões. A empresa previa 40% de ocupação, mas ela está em 70% da capacidade. A meta do mês foi alcançada na terceira semana e 20% do faturamento vem da bomboniere. Um percentual do faturamento total vai para o shopping, o mesmo acerto de antes da pandemia. E já tem marcas querendo patrocinar o projeto. “A gente está olhando com muita atenção se esse projeto tem vida própria pós pandemia. A gente tem uma leitura que talvez ele pode ser uma opção de entretenimento paralelo a outros entretenimentos”, diz Sherlon. CTN Rua Jacofer, 615, Bairro do Limão São Paulo – SP – CEP: 02712-070 Telefone: (11) 3488-9400 www.ctn.org.br E-mail: atendimento@ctn.org.br Redes sociais: @ctnsp Centerplex Cinemas Shopping Center Lapa Rua Guaicurus, 72, Lapa São Paulo - SP –CEP: 05033-000 www.centerplex.com.br E-mail: marketing@centerplex.com.br Facebook: /centerplexcinemas Instagram: @centerplexcinemas Cinesystem Cinemas https://www.cinesystem.com.br/ https://www.facebook.com/Cinesystem https://www.instagram.com/cinesystem https://www.youtube.com/CinesystemCinemas Litoral Plaza Shopping Av. Ayrton Senna da Silva, 1511 - Xixová, Praia Grande – SP – CEP: 11726-000 Telefone: (13 )3476-2000 E-mail: sac@litoralplaza.com.br https://www.facebook.com/litoralplaza/ https://www.instagram.com/litoralplazashopping https://www.instagram.com/litoralplazashopping Veja Mais

Startup usa tecnologia para produzir shampoos e condicionadores personalizados

G1 Economia A venda de cosméticos em canais digitais cresceu em média 59% no período da quarentena. Nesta startup, o crescimento chegou a 100%. Startup usa tecnologia para produzir shampoos e condicionadores personalizados Já pensou em usar um produto de beleza feito exclusivamente para você? Quase como uma marca própria? Uma startup de São Paulo usou tecnologia para desenvolver shampoos e condicionadores totalmente personalizados. Ficar trancado em casa não significa se descuidar. Uma pesquisa mostrou que o item beleza foi um dos mais procurados no maior portal de busca do mundo. A startup foi criada em 2019 por Caio de Santi e mais dois sócios, com investimento de R$ 800 mil. Eles lançaram shampoos e condicionadores sustentáveis, feitos com ingredientes naturais, e personalizados. “Fizemos MVP em 1500 mulheres e aprendemos hábitos de consumo e como o algoritmo deveria trabalhar. Hoje já tem produto bem evoluído”, conta o empresário. Para ter o produto personalizado, o primeiro passo é responder um questionário no site da empresa. São perguntas sobre tipo de cabelo, mas também sobre rotina de estilo de vida. Com tudo respondido, um software com inteligência artificial vai desenvolver uma fórmula específica para cada cliente. A venda de cosméticos em canais digitais cresceu em média 59% no período da quarentena. Na startup do Caio, o crescimento chegou a 100%. Cada shampoo ou condicionador é vendido por R$ 65 e o público alvo são os chamados millennials, com idade entre 18 e 35 anos. Just For You https://www.justfor.com.br/ E-mail: you@justfor.com.br Whatsapp (11) 9.9845-5582 Telefone comercial: (19) 3201-9609 (horário comercial) Instagram: @justforbr Facebook: https://www.facebook.com/JustForBR Veja Mais

Epidemia persiste nos Estados Unidos, e 12 Estados batem recorde de casos

O Tempo - Mundo Os casos mais graves são Flórida, Texas e Arizona, que registram entre 3.500 e 4.000 novos casos de Covid-19 todos os dias Veja Mais

FEDERAÇÃO DO RIO FAZ NOVA MUDANÇA NA TABELA DO CARIOCA; Veja detalhes

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Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Rio #Futebol #FERJ Veja Mais

GOLAÇO 'BRASILEIRO'; Melhores momentos de Valencia 2 x 0 Osasuna pela La Liga

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LG K40s vs Galaxy A20: ser mais barato não significa ser pior | Comparativo

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'Guerra fria' entre Estados Unidos e China é 'ameaça global maior que coronavírus', diz Jeffrey Sachs

G1 Economia Em entrevista à BBC, economista americano diz também que o mundo está caminhando para um período de "grande ruptura sem nenhuma liderança" após a pandemia. O aprofundamento da guerra fria entre os EUA e a China será uma preocupação maior para o mundo do que o coronavírus, segundo o influente economista Jeffrey Sachs. O mundo está caminhando para um período de "grande ruptura sem nenhuma liderança" após a pandemia, disse ele à BBC. A divisão entre as duas superpotências vai exacerbar isso, alertou. O professor da Universidade de Columbia culpou o governo dos EUA pelas hostilidades entre os dois países. "Os EUA são uma força de divisão, não de cooperação", afirmou à BBC. "É uma potência que tenta criar uma nova guerra fria com a China. Se isso prosperar - se esse tipo de abordagem for usado, não voltaremos ao normal; na verdade, entraremos em uma controvérsia maior e em um maior perigo de fato." As tensões crescem Os comentários de Sachs ocorrem quando as tensões entre os EUA e a China continuam a crescer em várias frentes - não apenas no comércio. Nesta semana, o presidente Trump assinou legislação autorizando sanções dos EUA contra autoridades chinesas responsáveis ​​pela repressão aos muçulmanos na província de Xinjiang. E, em entrevista ao "Wall Street Journal", Trump disse acreditar que a China pode ter incentivado a propagação internacional do vírus como uma maneira de desestabilizar as economias concorrentes. O governo Trump também tem como alvo empresas chinesas, em particular a gigante chinesa de telecomunicações Huawei, que Washington diz estar sendo usada para ajudar Pequim a espionar seus clientes. A China nega isso, assim como a Huawei. Mas a posição dura do presidente Trump sobre a China e a Huawei pode ter sido parte de uma manobra política para ser reeleito - pelo menos de acordo com um novo livro do ex-conselheiro de Segurança Nacional John Bolton. Sachs concorda que atingir a Huawei nunca foi simplesmente uma preocupação de segurança. "Os EUA ficaram para trás em relação ao 5G, que é uma parte crítica da nova economia digital. E a Huawei estava ganhando uma participação cada vez maior dos mercados globais. Os EUA inventaram, na minha opinião, a visão de que a Huawei é uma ameaça global. E se apoiaram muito nos aliados dos EUA ... para tentar romper as relações com a Huawei", disse ele. A tensão aumenta Os EUA não são o único país com o qual a China está em conflito. Nesta semana, as tensões aumentaram na fronteira Índia-China, com pelo menos 20 soldados indianos mortos em alguns dos piores casos de violência que os dois lados viram em quase cinquenta anos. E a China tem ativamente financiado projetos econômicos no Paquistão, Mianmar, Sri Lanka e Nepal - vizinhos mais próximos da Índia. Por isso, a Índia teme que Pequim esteja tentando interromper sua influência na região. Sachs diz que a ascensão da China é preocupante para seus vizinhos na Ásia - especialmente se ela não fizer mais para mostrar que está tentando crescer de maneira pacífica e cooperativa. "Se eu acredito que a China poderia fazer mais para aliviar medos que são muito reais? Acredito que sim", afirmou. "A grande escolha, francamente, está nas mãos da China. Se a China for cooperativa, se envolver em diplomacia, cooperação regional e multilateralismo, em outras palavras, "soft power", porque é um país muito poderoso... Daí acho que a Ásia tem uma incrível futuro brilhante." Veja Mais

Ansel Elgort nega acusação de estupro e diz que teve relação legal e consensual

O Tempo - Diversão - Magazine Uma fã com quem o astro de 'A Culpa é das Estrelas' se relacionou garantiu que ele abusou sexualmente dela quando a garota tinha 17 anos Veja Mais

Bolsonaro embarca para o Rio de Janeiro e deve ir a funeral de paraquedista

O Tempo - Política De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, o presidente vai cumprir compromissos pessoais ligados à Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Veja Mais

Polícia cumpre mandado de busca em chácara de grupo bolsonarista em Brasília

O Tempo - Política Integrantes são investigados por milícia privada, ameaças e porte de armas e com eles foram apreendidos fogos de artifício, cartazes, celulares e um cofre Veja Mais

Projetos sociais levam produtos de pequenos agricultores a famílias de baixa renda do país

G1 Economia Em SP, o Campo Favela do Insper já beneficiou 250 famílias de agricultores e 23 mil lares de baixa renda das periferias. Ideia é ampliar essas iniciativas e torná-las sustentáveis. Projetos sociais levam produtos de pequenos agricultores a famílias de baixa renda do país Projetos sociais estão levando produtos dos pequenos agricultores aos lares das famílias de baixa renda do país. Com isso, essas iniciativas estão conseguindo melhorar, ao mesmo tempo, a vida das populações mais pobres das cidades e a dos pequenos produtores rurais, que foram fortemente impactados pela crise provocada pandemia do coronavírus. É o caso, por exemplo, do projeto Campo Favela, criado por professores e alunos do Instituto de Ensino e Pesquisa de São Paulo (Insper). Com a chegada da pandemia, eles passaram a arrecadar dinheiro na internet para comprar alimentos de pequenos produtores rurais e levá-los para as regiões mais pobres da cidade de São Paulo. Até o momento, a iniciativa do Insper conseguiu arrecadar mais de R$ 1 milhão e comprar quase 300 toneladas de alimentos direto do produtor rural. Com isso, foram beneficiadas, de um lado, 250 famílias de agricultores e, de outro, 23 mil lares de baixa renda das periferias. "Se você recebe algo que vem direto do campo e chega aqui pra nós com a qualidade que tem chegado esses alimentos, de forma organizada, isso transforma a vida das pessoas. O que eu espero é que essa parceria se perpetue, por muitos e muitos meses e por anos", diz a arquiteta Ester, de 25 anos, moradora do Jardim Colombo, uma comunidade que faz parte do conjunto de favelas de Paraisópolis e que está sendo beneficiada pelo projeto Campo Favela. A história dela se entrecruza com a produção de alimentos. Em sua comunidade, ela transformou um terreno abandonado em um projeto de horta urbana que, inclusive, seria apresentado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, se não fosse a chegada da pandemia. A 100 km de onde mora Ester, em Piedade, o produtor rural Danilo também participa do Campo Favela, mas fornecendo alimentos. Ele cultiva alface junto com outras duas famílias. A verdura era vendida para a Ceagesp, a maior central de distribuição de alimentos do Brasil. Porém, com a pandemia, as vendas deles caíram 80%. Para conter os prejuízos, eles tiveram que tomar uma decisão difícil: destruir mais de 20 mil pés de alfaces. "Querendo ou não, a gente tem custos né? Seja de transporte, seja para cortar. A gente precisa de funcionários ali para fazer esse serviço. Foi uma tristeza sabendo que muita gente precisa de algum alimento". Porém, por meio do projeto Campo Favela Danilo conseguiu escoar a produção de alface. Eles venderam mais de 15 mil pés para o projeto. Doação para famílias do campo Projetos sociais levam produtos de pequenos agricultores a famílias de baixa renda do país Reprodução/Globo Rural Com a pandemia de Covid-19, os produtores rurais José Agenor Correa e Ivan Júnior Correa, que são pai e filho, respectivamente, tiveram muito medo da renda das famílias do assentamento onde vivem diminuir. O assentamento fica em Ipero, a duas horas de São Paulo. Mas o medo durou pouco tempo. A partir de uma parceria com o Armazém Terra Viva, em Sorocaba (SP), eles passaram a trabalhar para encontrar canais de venda para os seus produtos e, com isso, passaram a fazer entregas de cestas de orgânicos em condomínios particulares, por exemplo. Além disso, eles começaram a atuar como uma ponte entre os agricultores que precisam vender e institutos que querem comprar alimentos para doar para quem mais precisa. Parte dos produtos foi vendida para o Instituto Auá, que utiliza verba da Fundação Banco do Brasil para apoiar a agricultura familiar. Algumas dessas doações foram parar em Inhaiba, um bairro rural de Sorocaba. Parte das cestas de orgânicos foi distribuída para uma iniciativa chamada Ação Comunitária Inhayba que, além de atividades educativas, fornecia refeições diárias em seu refeitório. Porém, com a chegada da pandemia, o local passou a ser um ponto de doação de alimentos. Ampliação das iniciativas Muita gente tem se empenhado para ampliar iniciativas como essas. É o caso do economista e professor do Insper, Lars Meyer. Ele, que criou o projeto Campo Favela, estuda os custos de produção e distribuição na agricultura familiar. "O que a gente vê é de um lado da cadeia o produtor recebendo um valor abaixo do que seria um valor justo para todo o seu trabalho e, do outro lado, você vê famílias com dificuldade para pagar por um produto saudável", diz Lars. Por conta dessa situação, o próximo passo do economista é tornar este tipo de parceria sustentável no futuro, mesmo sem doações. "Nessas regiões pobres, você tem os mercadinhos locais, sacolões, os hortifrutis. Eles não conseguem negociar uma quantidade grande e, consequentemente, acabam tendo que comprar mais caro. A nossa ideia é criar um modelo de distribuição que permita que os produtos saiam com menor número de intermediários direto do produtor para as favelas", explica o professor do Insper. Veja Mais

Plano Safra 2020/21 terá 6% mais recursos do que o atual

G1 Economia Serão disponibilizados R$ 236 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores. Plano Safra 2020/21 terá 6% mais recursos do que o atual O Plano Safra 2020/21, lançado pelo governo federal na última quarta-feira (17), terá um valor recorde para financiar a safra que promete ser a maior da história: R$ 236 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores. São R$ 13 bilhões a mais do que ano passado. Desse montante, R$ 170 bilhões irão para os grandes produtores e cooperativas. E R$ 33 bilhões, para os médios. A maior parte dos recursos (R$ 179 bilhões) será destinada a custeio e comercialização. O restante, a investimentos em infraestrutura. Os recursos estarão disponíveis a partir de 1º de julho. Todas as linhas de crédito tiveram redução nas taxas de juros. Para os grandes, caiu de 8% para 6% ao ano. E, para os médios, de 6% para 5%. Repercussão Para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o volume deve ajudar a manter o setor produtivo em tempos de pandemia. Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, a CNA, o plano é satisfatório. "Neste momento, em que ele está tendo uma dificuldade de tomar crédito generalizada, você aumentar os recursos públicos, você disponibilizar mais recursos públicos, você ajuda principalmente o pequeno e o médio produtor que tem mais dificuldade de acesso a crédito no mercado financeiro", disse Bruno Lucchi, superintendente técnico da entidade. Por sua vez, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que representa o pequeno produtor, alega que o setor enfrenta prejuízos nesta pandemia, com perda de produção e dificuldade na comercialização. Por isso, esperava juros mais baixos, já que a Selic - taxa básica da economia brasileira - caiu para 2,25% - menor patamar da história. O valor destinado à agricultura familiar será de R$ 33 bilhões, sendo R$ 2 bilhões a mais do que na safra passada. A taxa de juros vai variar de 2,75% a 4% ao ano, o que desagradou o setor. Pandemia e aversão ao risco dificultaram queda de juros do Plano Safra, diz ministra "O governo passa uma mensagem para a agricultura familiar e para a sociedade de que não vai subsidiar, de que não vai apoiar a agricultura familiar, porque nós vamos pagar uma taxa de juros mais alta do que a Selic. Ou seja, não vai haver incentivo, não vai haver subsidio do estado brasileiro pra a agricultura familiar", criticou Aristides Santos, presidente da Contag. Veja Mais

Empresários gaúchos estão em alerta com novas restrições para o comércio

G1 Economia Quatro regiões do Rio Grande do Sul estão com risco alto de contaminação por Covid-19. Empresários gaúchos estão em alerta com novas restrições para o comércio Enquanto São Paulo flexibiliza a abertura do comércio, empresários gaúchos estão em alerta. O Rio Grande do Sul voltou a restringir o acesso em lojas e restaurantes depois de um período de funcionamento. O estado adotou um modelo de distanciamento controlado, onde cada região é marcada com uma cor. Esta semana, quatro delas passaram para a cor vermelha, risco alto de contaminação, porque aumentou o número de casos da Covid-19. O comércio que já tinha reaberto voltou então a restringir o acesso do público. Wiilson Pereira tem uma unidade de franquia especializada em calzone, em Novo Hamburgo. A cidade fica numa região que continua com bandeira laranja, nível médio de contaminação. O comércio pode abrir ao público com restrições. “A bandeira laranja é alerta. É importante deixar claro que não é algo para se desesperar, mas se preocupar. De um ponto pra outro, laranja pra vermelho, é rápido pra acontecer. Depende da conscientização das pessoas de se cuidar e de sua família e sair pra rua se for de extrema necessidade mesmo e não sair família toda pra passear”, alerta o empresário. Quando começou a quarentena, em março, a empresa tinha apenas quatro meses de funcionamento. Wilson logo adotou o delivery e renegociou custos. Com a reabertura depois da Páscoa, ele adotou medidas rígidas de higiene e segurança para receber o público. Agora, o faturamento não passa de 60% do que era antes. “Como empresários, sabemos que vamos sofrer bastante com isso. Vários amigos vejo que acabaram quebrando. É uma situação nova pra todos. Essa crise se instalou. Ninguém sabe como vai evoluir nos próximos dias. Teremos dois meses de extremo frio. Não sabemos como isso irá funcionar”, diz Wilson. CALZOON SUCOS E CALZONES Rua Júlio de Castilhos, 109 - Sala 4 – Centro Novo Hamburgo / RS, 93510-130 Telefone: (51) 99459-2566 www.calzoon.com.br Veja Mais

Pequim registra 22 novos casos de coronavírus neste domingo (21)

O Tempo - Mundo Dezenas de bairros foram colocados em quarentena na cidade, as escolas foram fechadas e os moradores foram aconselhados a viajar apenas em casos imprescindíveis Veja Mais