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TikTok: o que se sabe sobre empresa alvo de Trump e seu enigmático dono

G1 Economia ByteDance, criadora do aplicativo da moda é um dos 'unicórnios' mais valiosos do mundo hoje; seu dono, Zhang Yiming, tem um estilo muito diferente de outros magnatas chineses. ByteDance é a empresa matriz do TikTok Getty Images/BBC É provável que você não reconheça esse nome, mas a empresa ByteDance é hoje um dos mais valiosos "unicórnios" — como são chamadas as start-ups de tecnologia avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. A empresa já investiu em mais de 20 startups desde 2012, como a Lark (de mensagens) e a Flipchat (para conversas por vídeo). Mas nenhuma delas é mais popular do que o carro-chefe da ByteDance: o aplicativo de vídeos TikTok. Por outro lado, a empresa está envolvida em uma crescente tensão entre os Estados Unidos e a China. Neste sábado, o presidente Donald Trump anunciou que "está proibindo" o TikTok no país. Trump anuncia que irá proibir TikTok nos EUA TikTok proibido? O que está por trás do anúncio de Trump As autoridades de segurança americanas expressaram preocupação de que o aplicativo possa ser usado para coletar dados pessoais de usuários, e que as informações sejam enviadas ao governo chinês. O TikTok nega as acusações. Após a sinalização de Trump, a gerente-geral da plataforma nos Estados Unidos, Vanessa Pappas, afirmou que o aplicativo está "aqui (nos EUA) por um longo prazo". Em vídeo, ela disse que sua equipe está construindo "o mais seguro dos aplicativos." O TikTok é o aplicativo da moda, tendo sido o mais baixado no primeiro trimestre de 2020. Estima-se que ele tenha 800 milhões de usuários ativos por mês no mundo — 80 milhões deles apenas nos EUA. O app permite que usuários publiquem e compartilhem vídeos curtos, geralmente cômicos. Recentemente, o aplicativo virou alvo de autoridades americanas. O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse em uma entrevista que os dados de usuários do TikTok vão parar "nas mãos do Partido Comunista Chinês". Mas o que sabemos sobre a empresa que está por trás do TikTok? Cifras astronômicas O valor de mercado estimado da ByteDance é US$ 78 bilhões, segundo um relatório da Reuters do final do ano passado. Os investidores dizem que a ByteDance está perto de gerar US$ 30 bilhões de receitas em 2020 — uma cifra astronômica se comparada com os cerca de US$ 20 bilhões de 2019. TikTok está no centro de uma disputa entre China e EUA Getty Images/BBC Seu lucro líquido pode duplicar neste ano, atingindo US$ 7 bilhões, segundo cifras publicadas pela revista The Economist. A empresa nasceu em 2012, com sede em Pequim. Depois de investir em vários aplicativos, a ByteDance desenvolveu o precursor do TikTok, chamado Douyin, que foi lançado localmente em 2016. A ideia era criar vídeos musicais de 15 segundos para serem compartilhados na internet. Em 2017, o Douyin chegou ao mercado internacional rebatizado de TikTok. Isso foi no mesmo ano em que a ByteDance comprou o Musical.ly, herdando mais de 20 milhões de usuários ativos, que ajudaram na expansão do TikTok. Discreto Diferente de tantos outros magnatas chineses como Jack Ma (fundador do Alibaba) ou Pony Ma (criador do Tencent), o homem por trás do ByteDance não gosta muito de aparecer nos meios de comunicação. Ele praticamente não aparece nos meios ocidentais. Zhang Yiming nasceu em Longyan, no sudeste da China, em 1983. Antes de criar sua própria empresa, ele trabalhou na Microsoft e no Kuxun, um dos principais sites de busca de viagens e transporte da China, que depois foi adquirido pelo TripAdvisor. O engenheiro de software começou a trajetória de sua empresa com um agregador de notícias baseado em inteligência artificial que teve muito sucesso na China. Ele mesmo definiu seu agregador como "um negócio de buscas" ou uma "rede social", mais do que apenas uma empresa de notícias, em entrevista para a Bloomberg em 2017. Em 2019, Zhang foi nomeado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Segundo a revista Forbes, o empresário é a nona pessoa mais rica da China. Além do TikTok A ByteDance é muito mais do que só o TikTok. Em 2016, a empresa se converteu no maior acionista do serviço de notícias indianos BaBe. Entre outros aplicativos bem-sucedidos estão o Xigua Video (uma plataforma de vídeos semanais de cinco minutos de duração), o Lark (um serviço de comunicação online) e o Vigo Video (também de vídeos curtos, muito popular entre adolescentes chineses). A empresa também fabrica celulares e trabalha desde 2019 no lançamento do seu próprio smartphone. Nos últimos meses, as acusações de espionagem abalaram a empresa. O TikTok coleta uma enorme quantidade de dados sobre seus usuários, incluindo quais vídeos são assistidos e comentados, dados de localização, modelo de telefone e sistema operacional usado e até o ritmo de digitação dos usuários ao usar as teclas. O TikTok insiste que os dados são coletados e armazenados fora da China. "A insinuação de que estamos de alguma forma sob o controle do governo chinês é completa e totalmente falsa", disse Theo Bertram, chefe de políticas públicas da TikTok para a Europa, Oriente Médio e África, à BBC. Os argumentos contra o TikTok parecem se basear na possibilidade teórica de o governo chinês obrigar a ByteDance, de acordo com as leis locais, a entregar dados sobre usuários estrangeiros. A Lei de Segurança Nacional de 2017 na China obriga qualquer organização ou cidadão a "apoiar, ajudar e cooperar com o trabalho de inteligência do Estado". Bertram disse que, se o TikTok fosse abordado pelo governo chinês, "definitivamente recusaríamos qualquer solicitação de dados". Enquanto a empresa navega esta crise, há rumores de que investidores americanos podem vir a comprar o TikTok. Veja Mais

Covid-19: quais são os tratamentos mais eficazes até o momento?

Covid-19: quais são os tratamentos mais eficazes até o momento?

Tecmundo A pandemia do novo coronavírus trouxe ao mundo uma nova doença. A covid-19 se mostrou extremamente transmissível, contaminando mais de 17 milhões de pessoas até o momento. O número de vítimas fatais se aproxima dos 700 mil, enquanto médicos e cientistas procuram uma forma de frear o avanço da doença.Por ser uma enfermidade nova, não existe um tratamento específico para tratá-la. Médicos de diferentes países testaram diferentes medicamentos já conhecidos para minimizar os efeitos causados pelo novo coronavírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reforça que a melhor maneira de tratar a doença é previni-la, através do distanciamento social e do uso de máscaras e álcool em gel.Leia mais... Veja Mais

Adele aparece irreconhecível em postagem parabenizando Beyonce por novo álbum

O Tempo - Diversão - Magazine No Instagram, britânica aparece com cabelos encaracolados e usando uma roupa com estampa parecida com a da diva norte-americana Veja Mais

Gerárd Depardieu é acusado de estupro, e promotoria francesa abre investigação

O Tempo - Mundo Quem denuncia é uma atriz de cerca de vinte anos, que apresentou uma queixa; O advogado de Gérard Depardieu, Hervé Témime, não quis comentar o caso Veja Mais

Após denuncia de plágio, Taylor Swift muda logo de novo álbum, 'Folklore'

O Tempo - Diversão - Magazine A artista Amira Rasool usou o Instagram para acusar cantora de ter copiado o logotipo de sua marca online Veja Mais

Mercado Pago: como usar o saldo para compras no Mercado Livre

canaltech O Mercado Pago é a plataforma de pagamentos criada pelo Mercado Livre, utilizada para auxiliar proprietários de negócios e facilitar transações no meio digital. Possui uma carteira virtual para receber e realizar pagamentos, e seu saldo pode ser utilizado em compras online no popular sistema de e-commerce. Saiba como rastrear sua compra no Mercado Livre pelo celular Mercado Pago: como gerar link de pagamento para receber por vendas online Como transferir dinheiro do Mercado Pago para sua conta bancária A carteira virtual do Mercado Pago pode ser abastecida de diferentes maneiras. A plataforma disponibiliza transferências TED, pagamentos por boleto ou em lotéricas, e débito por cartão virtual CAIXA. Caso o saldo não seja suficiente para o pagamento no Mercado Livre, é possível pagar a compra usando dois formatos diferentes. Saiba como! Mercado Pago: como usar saldo pagar compras no Mercado Livre Passo 1: abra o Mercado Livre pelo site ou app (Android | iOS). Selecione o produto desejado e pressione "Comprar"; -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Inicie uma compra no Mercado Livre (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 2: após confirmar o valor do envio da mercadoria, o usuário será transferido para a seleção do método de pagamento. Escolha "Saldo no Mercado Pago"; Selecione a opção de pagar com o saldo do Mercado Pago (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 3: na próxima tela, verifique os detalhes de pagamento e envio e confirme a compra; Finalize a compra usando o saldo (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 4: em pagamentos com valor maior do que o saldo, é possível usar dois formatos diferentes. Marque a chave em "Com Mercado Pago" para descontar uma parte da quantia com o saldo. Pague um valor parcial com a plataforma (Foto: Reprodução/André Magalhães) Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Crew Dragon volta à Terra neste fim de semana; entenda os desafios do retorno Os lançamentos do Amazon Prime Video em agosto de 2020 Motorola libera Android 10 para One Zoom e G8 Plus em 'soak test'; entenda Os lançamentos da Netflix em agosto de 2020 Veja Mais

Juju Salimeni fala sobre problemas de saúde mental: 'fazia tudo por obrigação'

O Tempo - Diversão - Magazine A ex-panicat falou abertamente sobre depressão, ansiedade e crises de pânico, doenças que afirma sofrer há anos Veja Mais

Sean Penn se casa com atriz Leila George

O Tempo - Diversão - Magazine Astro, que já ganhou dois prêmios Oscar, assumiu namoro com a australiana em 2016 Veja Mais

Morre, aos 70 anos, a cineasta Dilma Lóes, sogra de Thiago Lacerda

O Tempo - Diversão - Magazine A artista era mãe da também atriz Vanessa Lóes e lutava contra um câncer Veja Mais

Entidade vai ao STF contra punição a servidor que criticar governo nas redes

O Tempo - Política Pedido é para que o dispositivo seja declarado inconstitucional uma vez que, segundo a Conacate, tem o objetivo de ‘reprimir e limitar os direitos dos servidores públicos’ Veja Mais

A poucos dias de estreia, Band adia novo programa de Mariana Godoy

O Tempo - Diversão - Magazine Atração iria ao ar nesta segunda-feira (3), mas, segundo a emissora, houve um atraso operacional; nova data ainda não foi definida Veja Mais

Associação de procuradores reage a 'agressão' de Aras a conselheiros do MPF

O Tempo - Política Integrantes do Conselho se envolveram em uma discussão acalorada com o procurador-geral da República, Augusto Aras Veja Mais

Chrome: como transformar o endereço de um site em QR Code

Chrome: como transformar o endereço de um site em QR Code

Tecmundo As versões mais recentes do Google Chrome para desktop (a partir da 84) e dispositivos móveis (a partir de 27 de julho) trazem o recurso de compartilhamento de sites via QR Code. O QR Code é uma maneira bem prática de compartilhar certos tipos de dados usando a câmera do smartphone, que lê uma imagem que possui uma espécie de link embutido. Dessa forma, ao gerar o QR em seu celular, outras pessoas que estão por perto poderão ler a informação sem a necessidade de trocar dados via internet.Ainda assim, o QR Code pode ser compartilhado com o uso de um mensageiro instantâneo qualquer.Leia mais... Veja Mais

Moto G9 a caminho, Tim, Claro e Vivo vão comprar a Oi? Huawei supera Samsung e mais | Plantão TC

tudo celular Novidades da semana incluem planos de Tim, Claro e Vivo comprarem a Oi Móvel, novos detalhes da linha Moto G9, Huawei passando a Samsung em vendas de smartphones e lançamentos da Xiaomi no Brasil. Veja Mais

Chances de um colapso social irreversível dentro 40 anos é de 90%

Chances de um colapso social irreversível dentro 40 anos é de 90%

Tecmundo De acordo com um estudo realizado por físicos do Instituto Alan Turing, no Reino Unido, e da Universidade Tarapacá, no Chile, a sociedade poderá entrar em um colapso total e irreversível, deixando de existir da forma como a conhecemos hoje, dentro de 20 a 40 anos. A pesquisa foi publicada na Scientific Reports no dia 6 de maio.Segundo os cientistas, se a taxa atual de desmatamento se mantiver nos próximos anos, todas as florestas do planeta desaparecerão dentro de 100 a 200 anos.Leia mais... Veja Mais

JESUALDO FERREIRA CORRE RISCO NO SANTOS; Veja todos os detalhes

JESUALDO FERREIRA CORRE RISCO NO SANTOS; Veja todos os detalhes

Fox Sports Brasil Durante o Debate Final, Marcel Capretz trouxe todas as informações dos bastidores do Peixe, que vive vive crise dentro e fora de campo. Confere aí, torcedor! Inscreva-se no nosso canal! Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Santos #Jesualdo #Paulistao Veja Mais

Polícia na Espanha comemora respeito do distanciamento na praia de Chipiona

O Tempo - Mundo Vista aérea registrada por um drone mostra organização entre os banhistas; agentes divulgaram as imagens nas redes sociais Veja Mais

Apple compra startup que pode transformar iPhone em maquininha de cartão

canaltech A compra de startups por grandes empresas é uma das práticas mais comuns no mercado de tecnologia, muitas vezes motivadas por patentes e produtos em desenvolvimento. E a Apple esse ano parece ter destinado uma boa verba de seus lucros para aquisições. Segundo informações da Bloomberg, após comprar uma startup especializada em IA para reconhecimento de imagens no início do ano e, no mês passado, outra com foco em gerenciamento de dispositivos corporativos, mais um pequeno negócio se junta à família da maçã: a Mobeewave Inc.. Documento sugere que Apple cobrou taxas menores da Amazon na App Store Patente da Apple sugere o uso de dois iPads como um notebook de duas telas Head da App Store diz que Apple sempre mirou condições iguais entre os devs Sediada em Montreal, no Canadá, a startup teria sido negociada pelo valor de US$100 milhões (algo em torno de R$550 milhões) e se destaca pelo desenvolvimento de uma tecnologia capaz de transformar iPhones em terminais de pagamento móvel, as conhecidas maquinhas de cartão. O sistema utiliza o NFC, presente desde o iPhone 6, e funciona via aplicativo, sendo necessário que os clientes utilizem cartões de crédito contactless ou suas carteiras digitais (como Apple Pay, Samsung Pay e Android Pay) em outro aparelho, que ficará responsável pela transação. Apple pagou cerca de US$100 milhões pela startup Mobeewave Inc. (Imagem: Reprodução) Procurada pela Bloomberg, a Apple se limitou a dar a seguinte resposta padrão: “A Apple compra pequenas empresas de tecnologia de tempos em tempos e geralmente não discutimos nossos propósitos ou planos”. Um dado interessante é que, ano passado, a Samsung fechou parceria com a Mobeewave para que seus dispositivos pudessem utilizar a solução em pagamentos móveis. A fabricante, inclusive, se tornou uma das investidoras da startup, levantando mais de US$20 milhões, segundo dados do PitchBook. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- O que esperar da Apple? Com a aquisição, a Apple se prepara para estar cada vez mais presente no mercado de pagamentos móveis, ainda mais em tempos que tais soluções apresentaram crescimento por conta das regras de distanciamento social, ocasionadas pela COVID-19. Vale ressaltar que a companhia de Cupertino já tem o Apple Card e o Apple Pay, ambos focados em compras e transações financeiras. Saiba quais são as diferenças entre Android Pay, Apple Pay e Samsung Pay A Apple adquiriu várias outras startups este ano até agora, incluindo o popular aplicativo climático Dark Sky, em março, que se integrou ao aplicativo de clima nativo do iOS 14, e a NextVR, focada em realidade virtual, em maio. Lembrando que na coleção de aquisições da Apple está a Beats, a mais custosa até então, pelo valor de US$3 bilhões, que posteriormente contribuiu para criação do Apple Music. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: AO VIVO | Acompanhe a volta dos astronautas da NASA a bordo da nave Crew Dragon Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (01/08/2020) As 10 melhores séries médicas para assistir no streaming App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Cientistas encontram 28 quasares escondidos atrás de camadas de poeira Veja Mais

TikTok proibido? O que está por trás do anúncio de Trump

G1 Economia O presidente dos Estados Unidos anunciou neste sábado que 'está proibindo' o TikTok no país. O aplicativo de vídeos, que pertence a uma empresa chinesa, é acusado de compartilhar dados com o governo de Pequim — a companhia nega as acusações. Por outro lado, o anúncio foi feito em um momento de crescente tensões entre os dois países. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado que vai proibir o aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok. Ele afirmou que poderia assinar uma ordem executiva sobre o assunto ainda neste sábado. As autoridades de segurança dos Estados Unidos expressaram preocupação de que o aplicativo, de propriedade da empresa chinesa ByteDance, possa ser usado para coletar dados pessoais de americanos para compartilhá-los com o governo chinês. O TikTok nega as acusações. Trump anuncia que irá proibir TikTok nos EUA Após a sinalização de Trump, a gerente-geral da TikTok nos Estados Unidos, Vanessa Pappas, afirmou que o aplicativo está "aqui (nos EUA) por um longo prazo". Em vídeo, ela disse que sua equipe está construindo "o mais seguro dos aplicativos." A plataforma, que tem crescido rapidamente, tem cerca de 80 milhões de usuários mensais ativos nos Estados Unidos. A proibição seria um grande golpe para a companhia ByteDance. "No que diz respeito ao TikTok, estamos proibindo-o nos Estados Unidos", disse Trump, que estava a bordo do avião presidencial junto a repórteres que cobrem a Casa Branca. Ainda não está claro se o presidente americano pode proibir o TikTok, como essa proibição seria aplicada e quais desafios legais que a medida enfrentaria. A Microsoft está em negociações para comprar o aplicativo da ByteDance, mas Trump parece duvidar que esse acordo possa ser aprovado. Neste sábado, fontes citadas pela agência de notícias Reuters disseram que a ByteDance teria concordado em vender o controle do aplicativo nos EUA à Microsoft. O anúncio de Trump ocorre em um momento de tensões crescentes entre ele e o governo chinês em várias questões, incluindo disputas comerciais e a resposta de Pequim à pandemia do coronavírus. O que é o TikTok? TikTok está no centro de uma disputa entre China e EUA Getty Images/BBC O TikTok é um aplicativo gratuito, uma espécie de versão resumida do YouTube. Os usuários podem postar vídeos de até um minuto e escolher entre um enorme banco de dados de músicas e filtros. Geralmente, os vídeos têm sincronização labial de músicas, cenas engraçadas e truques de edição incomuns. A plataforma explodiu em popularidade nos últimos anos, principalmente com pessoas com menos de 20 anos. Esses vídeos são disponibilizados para seguidores, mas também para estranhos. Por padrão, todas as contas são públicas, embora os usuários possam restringir os uploads para uma lista aprovada de contatos. Quando um usuário tem mais de mil seguidores, ele também pode fazer transmissões ao vivo para seus fãs e aceitar presentes digitais que podem ser trocados por dinheiro. O aplicativo exibe tanto os vídeos dos perfis que o usuário segue e, com mais destaque, o conteúdo que o aplicativo escolhe com base no que ele assistiu antes. A possibilidade de trocar mensagens privadas também está disponível. A Índia já bloqueou o TikTok e outros aplicativos chineses. A Austrália, que já proibiu a companhia de tecnologia chinesa Huawei e a fabricante de equipamentos de telecomunicações ZTE, também está considerando proibir o TikTok. Desde o início de 2019, o aplicativo tem se mantido no topo dos rankings de downloads. Os confinamentos devido à pandemia também parecem ter causado um aumento no interesse, levando o TikTok e seu aplicativo irmão Douyin (disponível na China continental) a um número estimado de dois bilhões de downloads em todo o mundo, com cerca de 800 milhões de usuários ativos por mês. O aplicativo foi baixado com mais frequência na Índia, mas a proibição de Délhi significa que a China atualmente é seu principal mercado, seguida pelos Estados Unidos. O Brasil aparece em quinto lugar, depois da Indonésia. Com sua mistura eclética de dança, desenhos de comédia e sincronização labial, o TikTok se tornou um fenômeno entre os jovens. BBC Por que Trump não gosta de TikTok Análise de James Clayton, repórter especializado em tecnologia da BBC A antipatia de Trump pelo TikTok vai além do que apenas preocupações com a privacidade dos americanos. Na Índia, o TikTok foi banido após um conflito na fronteira com a China — a plataforma acabou envolvida em uma disputa geopolítica. E está acontecendo o mesmo nos Estados Unidos. Os olhares de Trump estão fixos na China — e é por meio desse cenário que se deve enxergar a situação do TikTok no país. O aplicativo diz que não mantém dados de usuários na China e nunca forneceria informações ao governo de Pequim. Mas, de muitas maneiras, não importa o que o aplicativo diga, o fato de ele pertencer à empresa de um chinês já suficiente. Também não deve ser esquecida a experiência anterior de Trump com o TikTok. No mês passado, usuários da plataforma disseram ter conseguido esvaziar um comício do presidente na cidade de Tulsa depois de conseguirem ingressos que não tinham intenção de usar. E, embora haja vozes republicanas e conservadoras no TikTok, o perfil de usuários nos EUA é geralmente jovem, liberal e de esquerda. É difícil acreditar que isso não seja um fator importante para Trump. Por que os EUA estão preocupados? Autoridades e políticos dos EUA levantaram preocupações a respeito do TikTok: os dados coletados pela ByteDance por meio do aplicativo podem acabar sendo repassados ​​ao governo chinês. O TikTok opera uma versão semelhante, mas separada, do aplicativo na China, conhecida como Douyin. Ele diz que todos os dados do usuário dos EUA são armazenados no próprio país, com um backup em Cingapura. O aplicativo coleta uma enorme quantidade de dados sobre seus usuários, incluindo quais vídeos são assistidos e comentados, dados de localização, modelo de telefone e sistema operacional usado e até o ritmo de digitação dos usuários ao usar as teclas. Os argumentos contra o sistema parecem se basear na possibilidade teórica de o governo chinês obrigar a ByteDance, de acordo com as leis locais, a entregar dados sobre usuários estrangeiros. A Lei de Segurança Nacional de 2017 na China obriga qualquer organização ou cidadão a "apoiar, ajudar e cooperar com o trabalho de inteligência do Estado". A empresa sempre negou que envie dados de usuários para o governo chinês. Nesta semana, o TikTok disse aos usuários e reguladores que seguiria um alto nível de transparência, inclusive permitindo revisões de seus algoritmos. "Não somos políticos, não aceitamos publicidade política e não temos agenda (política), nosso único objetivo é permanecer uma plataforma dinâmica e vibrante para que todos possam desfrutar", disse o CEO da TikTok, Kevin Mayer, em um post nesta semana. "O TikTok se tornou o alvo mais recente, mas não somos o inimigo." Quem é a dona do TikTok? ByteDance é a empresa matriz do TikTok Getty Images/BBC A empresa ByteDance é hoje um dos mais valiosos "unicórnios" — como são chamadas as start-ups de tecnologia avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. O valor de mercado estimado da companhia é US$ 78 bilhões, segundo um relatório da Reuters do final do ano passado. A empresa já investiu em mais de 20 startups desde 2012. Entre elas estão a Lark (de mensagens), Flipchat (para conversas por vídeo) e Toutia (um agregador de notícias). Os investidores dizem que a ByteDance está perto de gerar US$ 30 bilhões de receitas em 2020 — uma cifra astronômica se comparada com os cerca de US$ 20 bilhões de 2019. Seu lucro líquido pode duplicar neste ano, atingindo US$ 7 bilhões, segundo cifras publicadas pela revista The Economist. A empresa nasceu em 2012, com sede em Pequim. Depois de investir em vários aplicativos, a ByteDance desenvolveu o precursor do TikTok, chamado Douyin, que foi lançado localmente em 2016. Em 2017, o Douyin chegou ao mercado internacional rebatizado de TikTok. Isso foi no mesmo ano em que a ByteDance comprou o Musical.ly, herdando mais de 20 milhões de usuários ativos, que ajudaram na expansão do TikTok. A ByteDance é muito mais do que só o aplicativo de vídeos. Em 2016, a empresa se converteu no maior acionista do serviço de notícias indianos BaBe. Entre outros aplicativos bem-sucedidos estão o Xigua Video (uma plataforma de vídeos semanais de cinco minutos de duração), o Lark (um serviço de comunicação online) e o Vigo Video (também de vídeos curtos, muito popular entre adolescentes chineses). A empresa também fabrica celulares e trabalha desde 2019 no lançamento do seu próprio smartphone. Veja Mais

Governo argentino é informado sobre quarta nuvem de gafanhotos

G1 Economia Alerta foi feito por um produtor da cidade de Salta, no país vizinho. Ainda não se sabe o tamanho dessa nuvem. Senasa faz alerta para a província de Chaco para possível deslocamento da praga nos próximos dias Divulgação/Senasa O Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa, na sigla em espanhol), uma agência do governo argentino, foi informada sobre uma quarta nuvem de gafanhotos em Salta, na Argentina. Segundo o órgão, o alerta foi feito por um produtor na sexta-feira (31). [Veja o vídeo abaixo]. "Senasa ainda não a viu. Mas eles nos enviaram um vídeo. Oficialmente já anunciamos que existem quatro [nuvens de gafanhotos]", afirmou, ao G1, o engenheiro agrônomo e chefe do Programa Nacional de Gafanhotos do Senasa, Hector Emilio Medina. O governo argentino ainda não tem informações sobre o tamanho dessa quarta nuvem. Uma equipe do Senasa deve ir até o local para verificar a presença das pragas. Initial plugin text Pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) têm apresentado simulações e estimativas da trajetória das nuvens de gafanhotos, que estão se deslocando pelo Paraguai e Argentina desde maio. A instituição já havia informado, na sexta, que quatro nuvens de gafanhotos foram localizadas na América do Sul até o momento. Conforme a UFPel, a primeira nuvem, já acompanhada pela pesquisa, foi localizada em maio, vinda do Paraguai para a Argentina e foi praticamente exterminada na última semana em Federación, divisa da Argentina com o Uruguai. O município de Federación fica a aproximadamente 90 km, em linha reta, de Barra do Quaraí, cidade da Fronteira do Rio Grande do Sul. Segundo o governo argentino, a aplicação de inseticida eliminou 80% da nuvem de gafanhotos. Governo argentino diz ter reduzido em 80% a nuvem de gafanhotos. Senasa/Argentina A segunda nuvem de gafanhotos foi localizada no Paraguai, em 16 de julho, na província del Chaco, e se encontra atualmente em El Pintado. Simulações para esta nuvem foram apresentadas pelos pesquisadores no dia 22 de julho, quando a nuvem estava em General Güemes. Ma,s com a chegada do frio, a nuvem se manteve sem grandes deslocamentos desde então. Novas simulações são apresentadas. [Veja abaixo]. A terceira nuvem foi localizada pelo governo da Argentina em 21 de julho, e se encontra em Ingeniero Juárez, província de Formosa, na Argentina. A UFPel disse que passou a monitorar esta nuvem e as primeiras simulações são apresentadas. [Veja abaixo]. Simulações da trajetória O modelo WRF foi utilizado para fazer a previsão dos campos de vento, inicializada na quinta-feira (30) até segunda (3). Segundo a UFPel, os deslocamentos da nuvem são determinados em 80% dos casos pela direção do vento, e temperaturas acima de 20°C favorecem o voo dos insetos. Segunda nuvem Esta espécie pode viajar até 150 km/dia, mas desde o início desta pesquisa, tem apresentado um deslocamento que varia entre aproximadamente 40 e 80 km/dia. Estimativa de 3 possíveis trajetórias: Num primeiro cenário, supõe-se que a nuvem viaje aproximadamente 30 km/dia - Se esta previsão se confirmar, no domingo (2), estima-se que a nuvem fique próxima a cidade de Misión Nueva Pompeya, província del Chaco na Argentina, em torno de 620 km (em linha reta) da cidade de Itaqui (RS) Num segundo cenário, 60 km/dia - Se esta previsão se confirmar, no domingo (2), estima-se que a nuvem poderá atingir a região próxima à divisa das províncias del Chaco e Santiago del Estero, à aproximadamente 60 km da cidade de Miraflores, Argentina. O ponto fica a aproximadamente 610 km (em linha reta) da cidade de São Borja (RS). Num terceiro cenário, 100 km/dia - Se esta previsão se confirmar, no domingo (2), estima-se que a nuvem poderá atingir a região entre as cidades de Los Frentones (Província del Chaco) e Sachayoj (Província de Santiago del Estero), na Argentina. O ponto fica a aproximadamente 600 km (em linha reta) da cidade de São Borja (RS). Terceira nuvem Estimativa de 3 possíveis trajetórias: Nuvem se desloca aproximadamente 30 km/dia - Se esta previsão se confirmar, no domingo (2), estima-se que a nuvem fique próxima a cidade de Santa Rita, província del Chaco na Argentina, em torno de 750 km (em linha reta) da cidade de São Borja (RS). Nuvem se desloca aproximadamente 60 km/dia - Se esta previsão se confirmar, no domingo (2), estima-se que a nuvem poderá atingir a região próxima à cidade de Fuerte Esperanza, província del Chaco na Argentina, a aproximadamente 710 km (em linha reta) da cidade de São Borja. Nuvem se desloca aproximadamente 100 km/dia - Se esta previsão se confirmar, no domingo 2/8, estima-se que a nuvem poderá atingir a região próxima à cidade de El Cabure, província de Santiago del Estero, Argentina. O ponto fica a aproximadamente 680 km (em linha reta) da cidade de São Borja. Argentina consegue eliminar 80% da nuvem de gafanhotos Veja Mais

Felipe Neto aceita convite de Maia para discutir PL das fake news

O Tempo - Política No Twitter, o presidente da Câmara defendeu o influenciador digital, que tem sido alvo de ataques após se posicionar contra o presidente Jair Bolsonaro Veja Mais

32.912 vidas perdidas: julho foi o mês com mais mortes por Covid-19 no Brasil, apontam secretarias de Saúde

Glogo - Ciência Número de óbitos cresce mês após mês, ao contrário de países como EUA, Itália e Espanha. Epidemiologista diz que é 'descabido' o 5º mês de pandemia ser o de mais mortes; há divergências sobre tendência de aumento daqui por diante. Mortes por Covid-19 até 31 de julho no Brasil e em outros países Guilherme Luiz Pinheiro/G1 O Brasil teve, em julho, 32.912 mortes confirmadas pela Covid-19, segundo dados apurados pelo consórcio de veículos de imprensa – do qual o G1 faz parte – junto às secretarias de Saúde do país. O número é o mais alto registrado em um único mês desde o início da pandemia. O dado foi calculado subtraindo-se as mortes totais no dia 30 de junho (59.656) do total de mortes até 31 de julho, que era de 92.568 até as 20h. Os números dos meses anteriores foram identificados com o uso da mesma metodologia. Desde que o primeiro caso de Covid-19 foi registrado no Brasil, a quantidade de mortes por mês segue crescente no país (veja gráfico abaixo). Julho foi o segundo mês seguido em que mais de 30 mil pessoas morreram em solo brasileiro devido à infecção pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O consórcio de veículos de imprensa começou o levantamento conjunto no início de junho. Por isso, os dados mensais de maio, abril, março e fevereiro são de levantamentos exclusivos do G1. A fonte de ambos os monitoramentos, entretanto, é a mesma: as secretarias estaduais de Saúde. Tendências Para o epidemiologista Pedro Hallal, reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a tendência de aumento nas mortes mostra o "total fracasso" do Brasil em combater a pandemia. "Não precisava ser assim. Não tem nenhum motivo para um país onde a pandemia chegou em março o quinto mês da pandemia ser o mês com mais mortes. Isso é completamente descabido. Só mostra o total fracasso do Brasil no combate à pandemia", afirma Hallal. O epidemiologista, que comanda a Epicovid, considerada o maior estudo brasileiro sobre prevalência do coronavírus, afirma que o pais falhou nas principais medidas que poderiam conter a transmissão da doença: a testagem massiva, a busca ativa dos casos e o distanciamento social. Homem é testado para a Covid-19 pelo Instituto Butantan no quilombo Peropava, em Registro, interior de São Paulo, no dia 29 de julho. Amanda Perobelli/Reuters CONTÁGIO: Cada pessoa infectada com Covid-19 transmitiu doença para outras 3 nos primeiros meses da epidemia no Brasil, mostra estudo As medidas para restringir o contato social, implantadas em março em várias partes do país, sinalizaram um bom início para o Brasil até abril, avalia Hallal, mas, desde maio, vêm sendo relaxadas. "Se o Brasil continuar não fazendo o distanciamento social nas cidades onde os números ainda estão estabilizados ou crescendo, agosto vai 'ganhar' de julho e vai ser, de novo, o mês com mais mortes", prevê. "A única forma de prevenir que agosto ultrapasse julho é se, nos lugares onde os números estão estáveis ou subindo, fazer lockdowns rigorosos, que nunca foram feitos no Brasil", afirma o epidemiologista. "Mas, se as pessoas ficarem saindo na rua como se fosse vida normal, enquanto o número diário de casos ainda é alto, o que vai acontecer é que essas pessoas vão transmitir para outras, é óbvio", diz. Movimento intenso no comércio marca 4ª fase de reabertura em Macapá, no dia 31 de julho Caio Coutinho/G1 Já o epidemiologista Paulo Lotufo, da Faculdade de Medicina da USP, avalia que a tendência é de redução no número de mortes daqui para a frente. Isso porque a Covid-19 não chegou a todos os estados brasileiros ao mesmo tempo, e, nos mais populosos, já se vê diminuição nos casos e óbitos. "Tem lugares muito populosos – Minas Gerais, interior de São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – que puxam [o número de mortes] para cima. Os outros [lugares] estão caindo, mas eles estão puxando para cima", explica Lotufo. "Os estados do Nordeste, o Amazonas e o Pará estão em queda [de mortes]. O Sul, Minas Gerais e o Centro-Oeste estão em aumento. Em São Paulo, a capital e a grande SP têm queda, mas o interior aumenta", lembra o epidemiologista. DESIGUALDADE: Percentual de pessoas infectadas com coronavírus nos bairros pobres da cidade de SP é 2,5 vezes maior do que nos ricos COR DA PELE: Mortes entre pretos e pardos por doenças respiratórias crescem mais do que entre brancos durante a pandemia Ele avalia que, mesmo nos estados onde as mortes estão aumentando, a tendência é que logo cheguem ao ponto máximo, e depois passem a cair. "E, aí, a nossa esperança é que os outros não subam. Ou, se vão subir, não vão subir na mesma intensidade com que subiram em abril ou maio. É praticamente impossível ter a mesma mortalidade de maio em agosto ou setembro", afirma. Nos EUA, queda Homem atravessa rua vazia perto da Times Square, em Nova York, em meio à pandemia do novo coronavírus nos EUA Mark Lennihan/AP País com mais mortes por Covid-19 no mundo, os Estados Unidos vêm registrando uma queda no número de óbitos por mês desde abril, tendência oposta à do Brasil (veja gráfico mais abaixo). Em julho, foram 23.851 mortes reportadas à Organização Mundial de Saúde (OMS). O número bateu recorde em abril, quando mais de 50 mil pessoas morreram em solo americano por causa da doença. Os números americanos também foram calculados usando a quantidade total de mortes no último dia de cada mês menos a quantidade total no último dia do mês anterior, conforme boletins da OMS. "É o normal, é o que seria observado em todos os lugares do mundo. Neste momento, a Suécia, a Alemanha, a Inglaterra – todos os lugares estão decrescendo muito o número de óbitos. Esse resultado do Brasil é inédito", compara Pedro Hallal, da UFPel. Apesar da redução no número de mortes que vêm ocorrendo nos EUA, ao longo do mês de julho, houve crescimento das infecções nos estados norte-americanos do Arizona, Califórnia, Flórida e Texas, o que obrigou governos a repensarem a reabertura da economia. ALTA: OMS registra novo recorde de casos de coronavírus no mundo, com mais de 292 mil infecções em 24 horas Ao mesmo tempo, na Europa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o aumento de contágios entre os jovens. Segundo o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom picos de transmissão registrados em vários países europeus recentemente foram provocados, em parte, por jovens que baixaram a guarda no verão do Hemisfério Norte. Na sexta-feira (31), o México se tornou o terceiro país com mais mortes pela Covid-19 no mundo, ultrapassando o Reino Unido e ficando atrás de Brasil e EUA. Em quinto lugar na lista está a Índia, seguida de Itália, França, Espanha, Peru e Irã, os dez países com mais óbitos na pandemia seundo monitroamento da Universidade Johns Hopkins. G1 no É de Casa: Brasil tem mais de 92,5 mil mortes por covid-19 Veja Mais

Astronautas da Nasa voltam à Terra neste sábado; acompanhe ao vivo

O Tempo - Mundo Robert Behnken e Douglas Hurley retornam à Terra após dois meses vivendo na Estação Espacial Internacional Veja Mais

Alemanha inicia testes grátis de covid-19 para viajantes

Glogo - Ciência Quem retorna de locais de baixo risco pode se submeter voluntariamente a exame de coronavírus dentro 72 horas. Para países como Brasil e EUA ou certas regiões da Europa, a quarentena na Alemanha é compulsória. Médico faz teste de covid-19 em um passageiro no aeroporto de Düsseldorf, Alemanha, segunda-feira, 27 de julho de 2020 Martin Meissner/AP No combate à propagação do novo coronavírus na época das férias de verão, o governo alemão oferece testes gratuitos de covid-19 aos viajantes de países não classificados como de alto risco. A partir deste sábado (01), quem retornar à Alemanha tem prazo de 72 horas para se submeter ao procedimento, mesmo que não apresente sintomas, segundo prevê uma portaria do Ministério da Saúde. Em Berlim, milhares protestam contra restrições impostas pela Covid-19 Novos surtos de coronavírus na Espanha suscitam temores de 'segunda onda' na Europa O ministro da pasta, Jens Spahn, exortou a população a fazer uso das novas possibilidades, frisando que "o vírus não tira férias", e que o aumento dos contágios no país é um sinal de advertência. Os testes seriam mais um instrumento para evitar que numerosos contaminados se espalhem pela Alemanha, explicou. Viajantes fazem fila na estação de teste para o coronavírus no aeroporto de Colônia / Bonn em Colônia, Alemanha, no dia 25 de julho de 2020 AP Os exames podem ser realizados em aeroportos, estações ferroviárias e outros centros de viagens, assim como nos departamentos de saúde ou consultórios médicos. Através do telefone 116 117, obtêm-se informações sobre outras possibilidades. Para beneficiar-se da gratuidade, basta provar que se acaba de retornar de uma viagem, através de um bilhete de embarque, passagem, conta de hotel ou outros documentos. Dependendo da carga de trabalho nos centros de testes, o resultado vem entre 24 e 48 horas. A paciente Heike Abicht posa para uma foto durante um teste para Covid-19 em uma estação de triagem no centro médico do aeroporto Franz-Josef-Strauss em Munique, no sul da Alemanha Christof Stache/AFP Um segundo teste de confirmação por pessoa também é gratuito. De início, os seguros de saúde públicos custeiam os procedimentos, porém o Ministério da Saúde já sinalizou que o governo federal assumirá os custos através de uma subvenção de vários bilhões de euros às caixas de saúde. Enquanto os exames são voluntários para turistas da maioria dos Estados da União Europeia, aplicam-se regras mais rigorosas para quem venha de regiões de risco, com altas taxas de contágio, baixo número de teste ou onde não há informações confiáveis sobre o decorrer da pandemia. Estes devem entrar imediatamente em quarentena de 14 dias e se apresentar ao Departamento de Saúde local, se não dispuserem de um teste negativo realizado, no máximo, 48 horas antes. O Brasil conta entre os numerosos locais de risco listados pelo Instituto Robert Koch (RKI), responsável pelo controle e prevenção de doenças infecciosas Alemanha, assim como os Estados Unidos, Argentina, Chile, ou Luxemburgo, que é membro da UE. Nesta sexta-feira, o RKI acrescentou a sua lista as regiões de Aragão, Catalunha e Navarra, na Espanha. Veja as principais descobertas de hoje sobre o coronavírus Spahn anunciou que a partir da próxima semana os testes serão compulsórios para os viajantes desses locais de risco, seja antes de iniciarem o retorno, seja num prazo de 72 horas após seu ingresso na Alemanha. O resultado deve ser apresentado ao Departamento de Saúde competente, também dentro de 72 horas. Enquanto o resultado não for negativo, eles deverão manter quarentena. Initial plugin text Veja Mais

Juíza condena União a pagar R$ 50 mil por fala de ex-ministro Weintraub

O Tempo - Política Abraham Weintrub, então ministro da Educação, afirmou que há plantações de maconha e laboratórios de produção de drogas em universidades federais do país Veja Mais

"CLARAMENTE O TIME SOFREU UM PREJUÍZO": FOX Sports Rádio debate erro nos exames do RB Bragantino

Fox Sports Brasil A galera do FOX Sports Radio comentou sobre o erro em 26 testes de coronavírus do clube de Bragança Paulista. Por conta disso, seis titulares ficaram de fora contra o Corinthians. Para o Pascoal, esse erro "explica a atuação" do time nas quartas de final. Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse nossas redes! http://www.foxsports.com.br Baixe o APP! https://bit.ly/3dhfI3I ➡ Facebook: http://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: http://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: http://instagram.com/foxsportsbrasil Torcemos Juntos! #Bragantino #Corinthians #FOXSports Veja Mais

Como ouvir músicas em grupo no Spotify mesmo à distância

Como ouvir músicas em grupo no Spotify mesmo à distância

Tecmundo Recentemente, o Spotify introduziu a ferramenta de “Sessão em grupo” em fase beta para Android e iOS. Sendo disponibilizado gradativamente entre os usuários, o recurso permite que amigos aproveitem uma mesma playlist simultaneamente e compartilhem descobertas no streaming de música.Antes, a ferramenta permitia o controle simultâneo sobre as reproduções somente no mesmo ambiente — tornando-a especialmente útil para festas ou momentos de descontração. Contudo, a distância imposta pela quarentena dificultou o uso dessa ferramenta, obrigando o Spotify a se adaptar à nova demanda. Quer entender como criar sua sessão em grupo? Acompanhe o artigo.Leia mais... Veja Mais

Comissária de voo mineira acusa Emirates de retaliação com demissões

em - Internacional Companhia aérea diz que demitirá até 15% de sua força de trabalho. Mas funcionária afirma que o total deve ser maior e sustenta que as decisões sobre quem despedir seriam arbitrárias Veja Mais

Donald Trump anuncia que irá proibir o TikTok nos EUA a partir deste sábado

O Tempo - Mundo Presidente norte-americano alega que é pela segurança nacional, já que a dona da rede social tem sede na China Veja Mais

Google Pixel 4a tem especificações e design revelados dias antes do anúncio oficial

tudo celular Além do Pixel 4a, novo Pixel 4a 5G deve ser anunciado nos próximos meses ao lado do Pixel 5. Veja Mais

As 10 melhores séries médicas para assistir no streaming

canaltech Emergências, cirurgias, raio-x, tomografia, transplante de órgãos, membros amputados, suturas, desespero, tragédias e vidas salvas. Tudo isso unido ao drama, comédia, vida real e ficção resultam em séries que abordam o mundo da medicina. As 10 melhores bandas fictícias de rock na TV e no cinema Netflix: como apagar filmes e séries da lista Continuar Assistindo Quem mexeu na minha Netflix? Entenda a bagunça que é usar perfil de outra pessoa Já são diversas as séries que falam sobre o mundo da medicina, seja em documentários mostrando casos reais, ou em ficção contando histórias de personagens em meio à situações apenas baseadas no mundo real. Essas produções acabam satisfazendo a curiosidade do espectador e alimentando a hipocondria de alguns, enquanto traz um ótimo entretenimento que adoramos acompanhar. Pensando nisso, o Canaltech selecionou 10 séries médicas incríveis para você acompanhar no streaming, -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- 10. Lenox Hill Lenox Hill, o "Grey's Anatomy da vida real", é uma série documental produzida originalmente pela Netflix que acompanha a rotina de quatro médicos que trabalham em um hospital de mesmo nome, localizado em Nova York. Esses médicos são dois neurocirurgiões, um especialista em pronto-socorro e uma obstetra, que mostram não só o dia a dia e a rotina de seus trabalhos, como também como é a conciliação com a vida pessoal. Imagem: Divulgação/Netflix Lenox Hill é uma série original da Netflix e está disponível em 10 episódios. 9. Nurse Jackie Lançada em 2009, Nurse Jackie é uma série que acompanha a vida da enfermeira Jackie (Edie Falco), uma das funcionárias da área de saúde mais dedicadas do hospital em que trabalha. Assim como todo bom drama médico, mas com uma boa pitada de comédia, a trama aborda a relação entre a vida pessoal e profissional de Jackie, enquanto ela precisa controlar o seu vício em drogas e rever as suas prioridades. Imagem: Divulgação Nurse Jackie já está completa e disponível em sete temporadas no GloboPlay. 8. The Good Doctor O astro de Bates Motel, Freddie Highmore, interpreta em The Good Doctor um médico que, apesar das adversidades, é extremamente competente. Dr. Shaun Murphy é um jovem cirurgião que possui um raro distúrbio psíquico chamado savantismo, em que a pessoa tem uma grande habilidade intelectual ao mesmo tempo em que conta com um déficit de inteligência. Isso faz com que ele seja subestimado, mas não é preciso de nenhum esforço para se provar, uma vez que tem talento de sobre para o seu trabalho. Imagem: Divulgação The Good Doctor conta com três temporadas que podem ser assistidas no GloboPlay. 7. Nip/Tuck Criada por Ryan Murphy, a série Nip/Tuck acompanha a vida dos cirurgiões plásticos Sean McNamara (Dylan Walsh) e Christian Troy (Julian McMahon), em seu trabalho na cidade norte-americana da Miami, na Flórida. O trabalho dos dois é o mesmo, mas suas vidas pessoais são distintas. Matt tem uma família complicada, formada por esposa e filho, e Christian é solteiro e viciado em "pegação". Imagem: Divulgação Nip/Tuck está disponível em seis temporadas no GloboPlay e uma temporada no Amazon Prime Video. Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! 6. Diagnóstico Diagnóstico também é uma série documental original da Netflix, baseada na coluna da Dra. Lisa Sanders para o The New York Times. A produção, que foi lançada no ano passado, mostra os desafios enfrentados pela médica na tentativa de diagnosticar doenças misteriosas, contando com a ajuda do público. Uma ótima opção para quem gosta de resolver mistérios, mesmo que esses sejam um pouco diferentes. Imagem: Divulgação/Netflix A série Diagnóstico é uma produção original da Netflix e conta com sete episódios. 5. Sob Pressão Sob Pressão é uma série brasileira, com Marjorie Estiano e Júlio Andrade no elenco, que mostra o dia a dia de funcionários de um hospital público localizado no subúrbio do Rio de Janeiro. Enquanto o Dr. Evandro é uma pessoa cética, a sua companheira de trabalho, a Dra. Carolina, encontra na fé um escape para os seus piores problemas. A trama também conta com um filme de mesmo nome, além de já ter se baseado em incidentes reais para produzir seus episódios. Imagem: Divulgação/Globo A série Sob Pressão está disponível em três temporadas no GloboPlay. 4. Chicago Med Desde 2015 no ar, Chicago Med é uma série derivada de Chicago Fire, produção que conta a história de bombeiros da cidade de Chicago. Esta, no entanto, tem o foco em outro tipo de salvadores de vida: os médicos, claro. A trama foca em acompanhar um grupo de profissionais em seu dia a dia agitado de trabalho, entre cirurgiões, enfermeiros, psiquiatras, entre outros. Imagem: Divulgação Chicago Med está disponível em quatro temporadas no GloboPlay. 3. Plantão Noturno Plantão Noturno é uma série para quem gosta de acompanhar o duro dia a dia de profissionais da emergência. A trama foca em um grupo de médicos que atua em um hospital civil da cidade de San Antonio, no Texas, no turno da noite, usando toda a sua experiência adquirida em campo de batalha para salvar a vida daqueles que chegam por lá. Imagem: Divulgação A série Plantão Noturno está disponível no Amazon Prime Video e GloboPlay em quatro temporadas. 2. House Em 2004, conhecemos a série House e o personagem Dr. House, interpretado por Hugh Laurie, um médico bastante peculiar e que tem bastante conhecimento na sua área de infectologia e nefrologia. O "problema", no entanto, é a sua personalidade cética e quase sempre mal-humorada, que acaba causando conflitos na rotina do hospital fictício Princeton-Plainsboro. Imagem: Divulgação House pode ser assistido no Amazon Prime Video, GloboPlay e Claro Video. 1. Grey's Anatomy Para fechar a lista, a série médica que nunca tem fim: Grey's Anatomy. Desde 2005 no ar, a trama tem foco na vida da protagonista Meredith Grey (Ellen Pompeo), uma residente que é filha de uma das cirurgiãs mais famosas dos Estados Unidos. Com o passar dos episódios, vemos a sua evolução ao seguir os passos da mãe, se tornando tão boa no que faz quanto a matriarca. Tudo isso, claro, recheado com bastante drama. Imagem: Divulgação Você pode assistir 15 temporadas de Grey's Anatomy na Netflix. Talvez você sentiu falta de séries como a clássica ER, ou ainda Private Practice, derivada de Grey's Anatomy, certo? Infelizmente, no momento, essas séries não estão disponíveis no streaming. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: AO VIVO | Acompanhe a volta dos astronautas da NASA a bordo da nave Crew Dragon Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (01/08/2020) App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Cientistas encontram 28 quasares escondidos atrás de camadas de poeira Destaques da NASA: fotos astronômicas da semana (25/07 a 31/07/2020) Veja Mais

Tatá Werneck desabafa sobre cobrança em relação à maternidade: 'é cruel'

O Tempo - Diversão - Magazine Ela disse que é 'a melhor mãe que consegue ser' e fez críticas a mulheres que julgam como outras cuidam dos próprios filhos Veja Mais

Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (01/08/2020)

canaltech Estamos sedentos. Entendemos demais a necessidade do isolamento, claro, mas queremos as grandes produções que foram prometidas para 2020. Enquanto os cinemas não abrem, a lista de melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online traz as principais estreias no Brasil nesta semana, além de alguns grandes títulos para saciar nossa sede de Tenet e Duna, cujo lançamento está prometido para ainda este ano. No primeiro grupo, o das produções fresquinhas, lançadas agora, temos filmes e séries excelentes que, em tempos de cinemas abertos, provavelmente não chegariam ao Brasil ou, se chegassem, passariam mais ou menos despercebidos. No segundo grupo, o do aquecimento, temos quatro sugestões para os amantes de dois dos maiores gênios da ficção científica contemporânea. Além disso, ainda temos mulheres fortíssimas em uma trama com muita música, mistérios para maratonar e uma história impactante de vingança. Ficou curioso para saber que filmes e séries são esses? Então dá uma olhada nas nossas dicas do que assistir online neste final de semana. Para facilitar ainda mais a sua vida, o Canaltech sempre acrescenta trailer e uma pequena descrição de cada produção, além de incluir os links para os serviços em que elas estão disponíveis, assim o seu trabalho é basicamente apenas apertar o play. Veja quais te agradam, prepare a sala, reúna toda a família e divirta-se! -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Os lançamentos da Netflix em agosto de 2020 Os lançamentos do Amazon Prime Video em agosto de 2020 Lançamentos da Netflix na semana (31/07/2020) 10. Fringe   Fringe foi uma série criada por J.J. Abrams, o que é suficiente para sabermos que tem um tanto de ficção científica, um tanto de fantasia que beira o horror e muito de mistério. Mas ele não criou essa delícia sozinho e os outros nomes também são motivos para conferir o seriado: Alex Kurtzman, roteirista de Transformers (2007) e de Star Trek (tanto do filme de 2009 quanto de algumas temporadas mais recentes da série); e Roberto Orci, roteirista de Star Trek: Sem Fronteiras (2016) e da nostálgica série Hércules. Descrita como uma mistura de Arquivo X e Além da Imaginação, como podemos ver no trailer acima, Fringe tem como protagonista Olivia Dunham (Anna Torv), uma agente do FBI que é escalada para tentar resolver casos que são no mínimo excepcionais. Muitas vezes premiada e indicada em premiações como o Emmy, a série foi ao ar entre 2008 e 2013, quando finalizou a 5ª temporada totalizando 100 episódios, o que garante uma excelente maratona. As cinco temporadas de Fringe acabaram de chegar ao GloboPlay. Leia também: As 10 melhores séries de ficção científica de todos os tempos 9. O Grande Truque   Tenet está prestes a estrear e os fãs de Christopher Nolan não aguentam mais esperar, mas enquanto a pandemia persiste e os cinemas seguem fechados, dois excelentes títulos do diretor ganharam mais espaço online. O primeiro a aparecer nesta lista é O Grande Truque, lançado em 2006, quando o diretor começava a ser cultuado após o lançamento de Batman Begins (2005). Em O Grande Truque, dois mágicos vão rapidamente da amizade à rivalidade, que os conduz a truques cada vez mais complexos. Mas como se trata de um filme do Nolan, isso vai muito além: o ilusionismo se torna mágica, no melhor sentido do racionalismo do diretor. A dupla de mágicos é também um motivo para assistir ao filme: Hugh Jackman e Christian Bale estão perfeitos em seus papéis. Será que você consegue descobrir qual é o truque? O Grande Truque está disponível para os assinantes do GloboPlay, além de poder ser comprado no iTunes ou comprado e alugado na Play Store. Leia também: 7 filmes com finais surpreendentes para ver na Netflix 10 dos filmes mais subestimados do século XXI 8. Incêndios   Incêndios foi o primeiro filme que fez o mundo olhar com mais atenção para Denis Villeneuve, o cineasta que viria a fazer Os Suspeitos (2013), Sicario: Terra de Ninguém (2015), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017), além do muito aguardado Duna, que talvez estreie em dezembro deste ano. Hoje, Villeneuve é um dos maiores diretores da nova geração. Sucesso de público e de crítica, Incêndios acompanha a jornada de autodescobrimento dos gêmeos Simon e Jeanne, que, ao perder a mãe, não só descobrem que têm um irmão, mas que seu pai, que tinham como morto, na verdade está vivo. O drama é pesadíssimo e ganhou um reconhecimento ainda maior quando se tornou um dos indicados ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2011. Incêndios pode ser assistido pelos assinantes da Globo Play ou comprado no iTunes. Leia também: Os 5 melhores filmes de drama disponíveis na Netflix 7. Elle   O diretor de RoboCop: O Policial do Futuro (1987), Paul Verhoeven, ficou alguns anos sem novos filmes, mas, quando retornou com Elle, chegou metendo o pé na porta. Estrelado pela maravilhosa Isabelle Huppert, cuja performance foi premiadíssima, Elle acompanha a intensa história de vingança de uma mulher abusada sexualmente, que descobre quem foi seu agressor e inicia um jogo cujo resultado você vai precisar assistir para saber. Chocante e imprevisível, Elle prende a atenção do espectador até o fim, se não pela história e pela direção, pelo menos será por Huppert, cuja personagem é absolutamente complexa e profunda. Elle está no catálogo da Globo Play, além de também poder ser comprado ou alugado na Play Store. Leia também: 8 filmes com mulheres que não têm medo de nada Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! 6. Interestelar   O outro Christopher Nolan da lista está mais próximo do que é esperado de Tenet e se a ideia é entrar no clima da próxima estreia, Interestelar é perfeito porque diz respeito ao ápice do perfeccionismo científico do diretor, que parece cada vez mais obcecado pela física do tempo. Interestelar é uma história incrível sobre sobrevivência, com direito a viagens espaciais deslumbrantes e todo o drama humano envolvido nisso. O ponto alto do filme certamente é o buraco negro rotativo, que não só é belíssimo, como é cientificamente certificado, já que o filme contou com consultoria científica de peso, o que resultou inclusive em documentários e livros falando sobre a ciência de Interestelar. Interestelar pode ser alugado no Looke e está disponível para aluguel ou compra no iTunes, na Play Store e na Microsoft Store. Leia também: Entenda por que a imagem real do buraco negro é tão importante, mesmo "borrada" 10 filmes de ficção científica excelentes para assistir no streaming do Telecine Dez filmes sensacionais de ficção científica que não são tão conhecidos assim 5. A Escolha Perfeita 3   A Escolha Perfeita chegou arrasando e fez tanto sucesso que já está no seu terceiro filme, com um quarto talvez a caminho. Mesmo que crítica e público em geral concordem que a cada filme a franquia vem enfraquecendo, as protagonistas continuam sendo o maior chamariz de A Escolha Perfeita 3. No terceiro filme, as Bella Bardens não estão bem como esperavam em suas vidas e decidem se unir novamente para competir no USO Tour. O evento, claro, é um novo desafio para o grupo, já que precisarão batalhar contra grupos que priorizam produções mais autorais e não são a cappella. A Escolha Perfeita 3 está disponível para os assinantes da Netflix, mas também comprado no Looke ou comprado e alugado no iTunes e na Play Store. Leia também: 10 melhores filmes e séries sobre música e artistas para assistir na Netflix 4. A Chegada   Incêndios colocou Denis Villeneuve no radar, mas foi A Chegada que deu a ele a moral de ser um dos maiores, se não o maior nome da ficção científica contemporânea. Moral suficiente para mexer em um clássico como Blade Runner - O Caçador de Androides (1982) e criar a obra-prima Blade Runner 2049. Moral suficiente para adaptar um clássico considerado inadaptável, Duna (e está difícil segurar a hype, porque o que foi divulgado até agora está incrível). A Chegada é uma ficção científica para não colocar defeitos e maravilhosamente única ao trabalhar temas como linguagem, tempo e invasão alienígena de um jeito que nunca tínhamos visto, mesmo nos maiores clássicos do gênero. Não espere por ação, porque, neste filme, os alienígenas não resolveram nos atacar. Quando eles invadem a terra, é trabalho da linguista Louise Banks (Amy Adams) entender o que esses seres querem com os habitantes da Terra. O resultado do entendimento é o ápice da história. A Chegada pode ser assistido na Globo Play, além de estar disponível para aluguel e compra na Play Store, no iTunes e na Microsoft Store. Leia também: Crítica | A Chegada: amor, dor e outras histórias 10 filmes sobre viagem no tempo que você deve assistir 10 filmes sobre presença alienígena na Terra para celebrar o Dia do Disco Voador 3. Agora Estamos Sozinhos   Sem cinemas para estrear os grandes blockbusters, 2020 tem sido marcado pelas estreias de indies com apelo popular: produções de brilhantes cineastas estreantes ou menos conhecidos, com orçamentos reduzidos, mas que conquistam a atenção do público com atores que amamos. Agora Estamos Sozinhos foi lançado em 2018, mas só chegou ao Brasil agora e a isca é Peter Dinklage, que ganhou muitos fãs ao interpretar Tyrion Lannister em Game of Thrones. O elenco tem ainda a presença de Elle Fanning, Charlotte Gainsbourg e Paul Giamatti, nomes que chamam a atenção de quem é mais cinéfilo e que adicionam muitas camadas à trama pós-apocalíptica de Agora Estamos Sozinhos. A direção de Reed Morano, que dirigiu também episódios de The Handmaid's Tale, é essencial para a construção do drama e do mistério, e o resultado é uma belíssima distopia indie. Agora Estamos Sozinhos pode ser comprado na Play Store, além de estar disponível para aluguel ou compra na Microsoft Store, no iTunes e no Looke. Leia também: Os 10 melhores filmes da década (do circuito mais restrito) 2. O Último Narc   Série fresquinha para maratonar em pouco tempo, The Last Narc (O Último Narc) tem apenas quatro episódios, mas não se deixe enganar, porque a história é intensa. Como o próprio título indica, o documentário tem a ver com narcóticos e traz relatos inéditos e perturbadores de três ex-informantes de um cartel mexicano sobre a história de Camarena, um agente do DEA que foi sequestrado, torturado e assassinado por poderosos chefes do tráfico do México. Em 1984, uma operação que destruiu uma plantação de maconha, uma produção que poderia render US$ 8 milhões, colocou Camarena na mira dos chefes do tráfico. Ele acabou sendo capturado por oficiais corruptos, torturado por 30 horas e depois assassinado. Quando seu corpo foi encontrado, os sinais da violência eram óbvios. A história que já era tensa e pesada, ganha novas camadas com o documentário O Último Narc e, mesmo com as novas revelações, não é absurdo dizer que muito da história provavelmente ainda segue sem ser contada. Original Amazon, O Último Narc está disponível para streaming no Amazon Prime Video. Leia também: 10 documentários sobre crimes obscuros e impactantes 1. Emma.   Em uma lista tão pesada, a comédia dramática de Emma. é praticamente um suspiro. Lançado em janeiro no Reino Unido, a nova adaptação do romance de Jane Austen acabou de chegar por aqui. Emma. é o primeiro longa-metragem de Autumn de Wilde, o que é um excelente cartão de visita para o diretor, já que o filme tem tido uma ótima recepção entre a crítica e o público. Como Emma, temos Anya Taylor-Joy, mais conhecida por seus trabalhos em A Bruxa (2015) e Fragmentado (2016). Típico das obras de Austin, Emma é uma mulher forte, e sua jornada romântica é reinventada nessa nova adaptação, que também é uma sátira social. Como é comum em filmes de época, Emma. ainda tem um trabalho de figurino deslumbrante e que pode garantir alguns prêmios importantes da categoria para ele. Emma. pode ser comprado no Looke ou comprado e alugado no iTunes e na Play Store. Leia também: 5 filmes de chorar de rir para assistir no streaming do Telecine As 5 melhores comédias românticas disponíveis na Netflix Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: AO VIVO | Acompanhe a volta dos astronautas da NASA a bordo da nave Crew Dragon As 10 melhores séries médicas para assistir no streaming App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Cientistas encontram 28 quasares escondidos atrás de camadas de poeira Destaques da NASA: fotos astronômicas da semana (25/07 a 31/07/2020) Veja Mais

Anomalia do Atlântico Sul existe há pelo menos 11 milhões de anos

Anomalia do Atlântico Sul existe há pelo menos 11 milhões de anos

Tecmundo Você já ouviu falar de uma anomalia estranha que existe no campo magnético terrestre sobre o Atlântico Sul? Trata-se de uma região desse escudo que protege a Terra da ação dos ventos solares e raios cósmicos cujo comportamento é um tanto quanto diferente e o campo magnético é mais fraco. A perturbação é uma velha conhecida dos cientistas e coincide com o local onde o anel mais interno do Cinturão de Van Allen fica mais próximo do nosso planeta e propicia um maior fluxo de partículas. Contudo, não se sabe desde quando ela existe.Para ajudar a solucionar o mistério de quando a anomalia surgiu, pesquisadores da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, conduziram análises em rochas vulcânicas coletadas na Ilha de Santa Helena – que, assim como parte da América do Sul, incluindo o sul do nosso país, fica posicionada sob o “furo” no escudo terrestre.Leia mais... Veja Mais

Gkay diz que personagem na Netflix será mais doida que Jennyfer, de 'Os Roni'

O Tempo - Diversão - Magazine Humorista, que faz sucesso em atração do Multishow e tem bombado no TikTok, desenvolve projeto para a plataforma de streaming Veja Mais

Lula diz que Bolsonaro é que deve se preocupar com Moro, não ele

O Tempo - Política Petista afirmou ainda que gostaria de participar de um debate com o ex-juiz da Lava Jato Veja Mais

Como compartilhar seu contato do WhatsApp usando QR Codes

Como compartilhar seu contato do WhatsApp usando QR Codes

Tecmundo O WhatsApp Business é uma forma de pequenas e médias empresas ampliarem suas possibilidades de contato direto com antigos e novos clientes. Hoje, a plataforma já é usada por mais de cinco milhões de negócios em todo o país. Um recurso que foi introduzido há cerca de duas semanas facilita ainda mais o contato com novos clientes, pois permite que a empresa ou comerciante compartilhe um QR Code que, quando escaneado, abre uma janela direta para a comunicação entre os dois.O QR Code pode ser disponibilizado em sites e páginas de redes sociais, assim como pode ser impresso em embalagens, sacolas, cartões ou panfletos de anúncios, que serão distribuídos nas ruas ou em locais estratégicos. A vantagem do QR Code é que ele não expõe diretamente o número do anunciante, e também não expira.Leia mais... Veja Mais

Toffoli concede prisão domiciliar a conselheiro que fugiu da PF por escadarias

O Tempo - Política Waldir Teis foi preso do dia 1º de julho após ser flagrado fugindo pela escadaria do seu escritório em Cuiabá (MT) para jogar vários cheques em uma lixeira durante uma busca e apreensão da Polícia Federal Veja Mais

Tribunal mantém processo contra Delcídio Amaral na Justiça Eleitoral

O Tempo - Política Ex-senador do PT Delcídio Amaral é acusado de ter recebido propina em esquema que envolveu a compra de um refinaria de petróleo em Pasadena, nos Estados Unidos Veja Mais

Arícia Mess apronta álbum 'Versos do mundo' com samba em parceria com Dona Onete

G1 Pop & Arte Enquanto viabiliza a edição do disco, artista lança o single 'Viralata humana' com oito capas diferentes. ♪ Cantora e compositora de origem fluminense projetada na década de 1990, Arícia Mess apronta o terceiro álbum – o primeiro desde Onde mora o segredo (2010), lançado há dez anos. Intitulado Versos do mundo, o terceiro álbum de Arícia apresenta repertório composto e gravado entre São Paulo (SP), Lisboa (Portugal) e Londres (Inglaterra), cidades onde a artista viveu nos últimos três anos. Uma das músicas do álbum Versos do mundo é o samba Batuque é reza forte, composto e gravado pela artista com a paraense Dona Onete em Londres. A parceria nasceu quando Arícia encontrou Onete na capital da Inglaterra para entrevista para o programa de rádio Música negra do Brasil e do mundo, apresentado pela cantora niteroiense. Em vez de se deixar ser entrevistada, Onete surpreendeu Arícia ao improvisar melodias e cantos que, complementados posteriormente por Arícia, geraram o samba Batuque é reza forte. Gravado com a voz de Onete (captada na gravação da suposta entrevista), o violão de Aleh Ferreira e a percussão de Pupillo, o samba está sendo previamente apresentado na coletânea Brazil – Samba, bossa e beyond, editada na sexta-feira, 31 de julho, pelo selo norte-americano Putumayo. Uma das oito capas do single 'Viralata humana' Arte de Dedeia Rocha Enquanto procura meios de viabilizar a edição do disco Versos do mundo, Arícia Mess lança na próxima quinta-feira, 6 de agosto, single avulso e dissociado do álbum (embora previsto para entrar no disco como faixa-bônus). Trata-se de Viralata humana, single que apresenta música composta pela artista com Suely Mesquita nos anos 1990, mas até então inédita em disco. Arícia chegou a anunciar a edição do single Viralata humana em outubro de 2018 em rede social, mas o lançamento oficial da musica acabou ficando para este mês de agosto de 2020, com o charme de o single – produzido por Carlos Trilha e João Deogracias – chegar às plataformas de áudio com nada menos do que oito capas diferentes. Cada capa é assinada por uma mulher integrante de time de oito artistas convidadas a criar imagem tradutora de Viralata humana, música que mistura reggae e rap com a habitual pegada black da artista. Cinco – Ana Luiza Rodrigues, Dedeia Rocha (autora da colagem vista na capa exposta acima), Marcia Thompson, Mercedes Lachamann e Patricia Tavares – são artistas plásticas. Jô Hallack é jornalista e roteirista. Marcella Haddad é fotógrafa. Já Nina Miranda é cantora e compositora, além de artista visual. Veja Mais

Após nova ordem, Facebook cumpre bloqueio internacional de perfis bolsonaristas

O Tempo - Política Plataforma demorou dois meses para cumprir a ordem e o fez somente após intimação na semana passada Veja Mais

Filas para receber Auxílio Emergencial no Rio começaram na madrugada

G1 Economia Em Campo Grande, na Zona Oeste, fila deu a volta no quarteirão. Beneficiados chegaram cedo também para tentar resolver problemas nas contas. Nascidos em fevereiro e março fazem fila nas agências da Caixa para sacar o auxílio Terminou ao meio-dia deste sábado (1º) o atendimento na Caixa Econômica Federal para o pagamento da quarta parcela do Auxílio Emergencial. Desta vez, os beneficiados foram os nascidos em fevereiro e março. Nas agências do Rio, as filas começaram na madrugada. Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tire dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL No estado, 83 agências abriram as portas excepcionalmente. Só na capital, foram 34 agências em 30 bairros diferentes. Os trabalhadores nascidos em janeiro que tiveram o crédito do saque emergencial do FGTS e que não movimentaram a conta Poupança Social Digital ou que tenham saldo remanescente também puderam sacar o benefício em dinheiro neste sábado. Na agência de Campo Grande, na Zona Oeste, a fila deu a volta no quarteirão. E com tanta gente, foi difícil manter o distanciamento social. Por volta das 7h45, um fila já se formava no Méier Reprodução/TV Globo Mesmo com o reforço no atendimento, muita gente madrugou para sacar o benefício. Mas teve também quem procurasse a Caixa para resolver problemas no cadastro. A costureira Claudete Pestana Rocha foi para a fila às 5h30. Ela foi tentar desbloquear sua conta. "Já vim umas três ou quatro vezes e não resolvi nada. E agora tenho que enfrentar a fila. Tenho que comprar as coisas. O dinheiro que é nosso e a gente tem que passar por isso tudo", reclamou Claudete, quando estava na fila, antes de resolver o problema. O ambulante Ramon dos Santos Dias saiu aliviado da agência. "Até que enfim consegui. Estava precisando. Há pouco tempo agora acabou tudo dos meus filhos, tudo tudo mesmo. Estava com duas parcelas bloqueadas. Hoje, graças a Deus, consegui desbloquear e pegar o auxílio emergencial para compra as coisas para o meu filho", disse o ambulante. Auxílio Emergencial O Auxílio Emergencial poderá ser sacado em caixas eletrônicos, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. Também poderá ser transferidos para contas de quaisquer bancos, de acordo com o ciclo 1 do calendário de pagamentos. Esses ciclos de crédito em contas e liberação de dinheiro para saque seguirão até dezembro, com o pagamento de cinco parcelas para quem já era cadastrado no Cadúnico e para quem se cadastrou pelo aplicativo da Caixa ou pelo site do Auxílio Emergencial. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do Auxílio Emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Veja Mais

Fabiana Cozza faz oração ao orixá das folhas antes do álbum 'Dos Santos' 'baixar' em setembro

G1 Pop & Arte Single com música inédita de Pedro Luís e Carlos Rennó está programado para 7 de agosto. ♪ Oitavo álbum de Fabiana Cozza, Dos Santos vai baixar no mercado fonográfico em 4 de setembro. Antes, a cantora apresenta na próxima sexta-feira, 7 de agosto, Oração a Ossain, terceiro e último single antes do lançamento desse álbum conceitual de repertório inédito composto por saudações a divindades de religiões de matrizes africanas e indígenas. A música Oração a Ossain foi feita pelo compositor carioca Pedro Luís, com letra de Carlos Rennó, sob encomenda para a cantora paulistana – assim como todo o repertório do disco, com exceção de Senhora negra (2017), música já pré-existente do compositor mineira Sérgio Pererê, cantada por Cozza de forma sublime em gravação lançada em 19 de junho como o primeiro single do álbum Dos Santos. Composição de Moyseis Marques com letra de Luiz Antonio Simas (também autor dos versos de outras duas músicas do repertório), Bravum de Elegbara foi o segundo single do álbum Dos Santos, lançado em 10 de julho. Capa do single 'Oração a Ossain', de Fabiana Cozza Divulgação Mantendo o alto padrão de qualidade dos dois singles anteriores, Oração a Ossain tem como destaque do arranjo o suingue do toque da guitarra de Jurandir Santana, músico baiano residente em Barcelona, na Espanha. Produtor e arranjador do álbum Dos Santos, o baixista Fi Maróstica tira sons percussivos ao batucar o corpo do contrabaixo, instrumento que Fi toca na gravação de Oração a Ossain. Cabe lembrar que, na simbologia das religiões de matriz afro-brasileira, Ossain é o orixá das folhas sagradas com poder curativo. No álbum Dos Santos, cujo engenhoso título reproduz o último sobrenome de Fabiana Cozza dos Santos, a cantora dá voz a músicas de compositores como Alfredo Del-Penho, Douglas Germano, Giselle de Santi, Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Roque Ferreira e Tiganá Santana, além dos já mencionados Carlos Rennó, Luiz Antonio Simas, Moyseis Marques, Pedro Luís e Sérgio Pererê. Veja Mais

Oswaldo Montenegro faz 'A voz da tela' ressoar em single após 25 anos

G1 Pop & Arte Artista lança gravação inédita da canção apresentada em 1995 no álbum 'Aos filhos dos hippies'. ♪ Há 25 anos, Oswaldo Montenegro renovou o repertório autoral ao apresentar cancioneiro inédito do álbum Aos filhos dos hippies (1995). Uma das músicas desse disco foi A voz da tela, parceria do compositor carioca com Márcio Guimarães gravada originalmente pelo menestrel com a participação de Tânia Maya. Escrita na época em que Montenegro compunha a trilha sonora para balé sobre pintores, A voz da tela ressoa após 25 anos em gravação inédita lançada em single disponibilizado na sexta-feira, 31 de julho, duas semanas após o clipe ter entrado em rotação. Capa do single 'A voz da tela', de Oswaldo Montenegro Divulgação Nesse novo registro da canção, o arranjo e a mixagem são de Alexandre Meu Rei, músico que tocou guitarra e baixo no fonograma formatado com a voz e o violão de Montenegro. No embalo da edição do single A voz da tela, Oswaldo Montenegro estreia no Canal Brasil neste sábado, 1º de agosto, a série ficcional De sonhos e segredos, composta por seis episódios roteirizados, dirigidos, editados e sonorizados pelo próprio Oswaldo Montenegro, artista multimídia que entrou em cena na década de 1970. Veja Mais

André Brandão aceita convite do governo para ser o novo presidente do Banco do Brasil

G1 Economia De acordo com um integrante da equipe econômica, o governo considera que Brandão tem perfil 'experiente, técnico e apolítico'. André Brandão, atual presidente do banco HSBC no país, aceitou convite do governo para presidir o Banco do Brasil. Ele vai substituir Rubem Novaes, que deixou o cargo na semana passada. De acordo com uma fonte da equipe econômica, ainda faltam alguns detalhes burocráticos para o anúncio oficial de Brandão. Um dos pontos que pesaram a favor da escolha do executivo é o fato de ele ter um perfil considerado como semelhante ao do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. "Um banqueiro jovem, mas bastante experiente , técnico, discreto e apolítico", explicou o integrante da equipe econômica do governo. A informação de que o governo estava prestes a fechar com Brandão foi divulgada em primeira mão na sexta-feira (31), pela comentarista Cristiana Lôbo, na GloboNews, e no blog dela, no G1. André Brandão, presidente do HSBC, deverá ser o novo presidente do BB Perfil O presidente do HSBC, André Brandão, em audiência no Senado em 2015 Edilson Rodrigues/Agência Senado Brandão ingressou no Grupo HSBC no final de 1999, na área de renda fixa, vendas e câmbio. Em 2001, assumiu o cargo de diretor de tesouraria, e posteriormente, foi promovido a diretor-executivo de tesouraria. Com 26 anos no mercado financeiro, Brandão trabalhou por 11 anos no Citibank, entre São Paulo e Nova York. Veja Mais

Rússia promete vacinação em massa contra o novo coronavírus já em outubro

O Tempo - Mundo Informação de agências de notícias locais traz afirmação do ministro da Saúde do país Mikhail Murashko Veja Mais

Como comprar produtos na Amazon

canaltech Desde 2019, a Amazon tem estabelecido cada vez mais os seus serviços no Brasil. Atualmente, a loja possui seu próprio centro de distribuição, oferece entrega rápida de até dois dias e clientes Prime ainda têm frete grátis nas suas compras. 8 perguntas e respostas para entender o funcionamento do Amazon Prime no Brasil Amazon Prime Video vale a pena? Conheça o catálogo e planos Como rastrear entregas de compras da Amazon Se você quer comprar na Amazon pelo celular utilizando o app Amazon Shopping ou pela versão web no PC, confira abaixo o passo a passo! Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Como comprar produtos na Amazon Compre pelo app Amazon Shopping -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Passo 1: abra o app do Amazon Shopping (Android | iOS) em seu celular e faça o login com a sua conta da Amazon. Abra o app da Amazon Shopping e faça o login na sua conta (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: no campo de buscas, pesquise pelo produto que você quer comprar. Pesquise pelo produto que você quer comprar (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: selecione o produto que você quer comprar. Você também pode filtrar a sua pesquisa, selecionando o menu de "Filtros". Selecione o produto que você quer comprar (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: visualize os dados do produto e, caso ele possua outras versões, você pode alterá-lo diretamente nesta aba. Faça os ajustes do produto para prosseguir com a compra (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: no final da página, você pode clicar em “Comprar agora”, ou “Adicionar ao carrinho” e continuar comprando na loja. Role a página até o final e clique em "Adicionar ao carrinho" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: depois de finalizar os seus pedidos, acesse o seu "Carrinho" e clique em "Fechar pedido". Acesse o seu "Carrinho" e clique em "Fechar pedido" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 7: selecione o endereço para o qual você quer enviar o seu pedido. Clique em “Envie para este endereço” para prosseguir. Selecione o endereço de entrega e clique em "Envie para este endereço" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: selecione a opção de entrega e clique em "Continuar". Selecione a opção de entrega e clique em "Continuar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 9: selecione a forma de pagamento e clique em “Continuar”. Selecione a forma de pagamento e clique em "Continuar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 10: confirme todos os dados do seu pedido. Se estiver tudo certo, role até o final da página e clique em “Confirmar pedido” para finalizar o processo. Confirme todos os dados e clique em "Confirmar pedido" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Compre pelo site da Amazon no PC Passo 1: abra o site da Amazon e faça o login na sua conta. Abra o site da Amazon e faça o login na sua conta (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: no campo de buscas, pesquise pelo produto que você quer comprar. Você ainda pode selecionar o departamento para filtrar melhor a sua busca. Faça a pesquisa pelo produto que você gostaria de comprar (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: selecione o produto que você quer comprar. No menu lateral esquerdo, é possível filtrar a sua pesquisa. No menu lateral esquerdo, você pode aplicar filtros na sua busca (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: visualize os dados do produto e, caso ele possua outras versões, você pode alterá-lo diretamente nesta aba. Se estiver tudo certo, clique em “Adicionar ao carrinho” e continue efetuando as suas compras normalmente no site. Selecione o produto que você quer comprar e clique em "Adicionar ao carrinho" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: ao finalizar as suas compras, acesse o "Carrinho" no menu superior direito e clique em "Fechar o pedido". Acesse o seu "Carrinho" e clique em "Fechar pedido" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: selecione o endereço para o qual você quer enviar o seu pedido. Clique em “Envie para este endereço” para prosseguir. Selecione o endereço de envio e clique em "Envie para este endereço" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 7: selecione a opção de entrega e clique em "Continuar". Selecione a opção de entrega e clique em "Continuar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: selecione a forma de pagamento e clique em “Continuar”. Na aba seguinte, confira todos os dados da sua compra e, caso esteja tudo certo, clique em “Confirmar pedido” para finalizar. Verifique os dados do seu pedido e clique em "Confirmar o pedido" para finalizar (Captura de tela: Matheus Bigogno) Pronto! Agora você pode comprar os produtos do site da Amazon pelo celular e pelo PC. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: AO VIVO | Acompanhe a volta dos astronautas da NASA a bordo da nave Crew Dragon Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (01/08/2020) As 10 melhores séries médicas para assistir no streaming App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Cientistas encontram 28 quasares escondidos atrás de camadas de poeira Veja Mais

Gilmar volta a criticar governo e diz que situação só não é pior em razão do SUS

O Tempo - Política Para ministro do STF, país está chegando ao "macabro" número de 100 mil mortos, em campeonato constrangedor de quem registra mais óbitos Veja Mais

Dona do TikTok pode vender operações nos EUA para impedir bloqueio do app

canaltech Após ser flagrado espionando dados da área de transferência no iOS 14, o TikTok está na mira do governo norte-americano. A história acaba de ganhar novos capítulos e promete repetir os mesmos acontecimentos da Huawei, alvo de inúmeras sanções no país. Na noite da última sexta-feira (31), o presidente norte-americano afirmou a repórteres que viajam com ele a bordo do avião “Air Force One”, a proibição da rede social já a partir deste sábado, 1º de agosto. Bloqueado nos EUA e na Índia, TikTok também pode ficar suspenso no Japão TikTok deve operar como uma empresa americana, diz consultor do governo dos EUA TikTok anuncia fundo de US$ 300 milhões para pagar influenciadores No decreto que deve ser publicado ainda hoje, Trump deve obrigar a ByteDance, avaliada em torno de US$ 100 bilhões (R$ 521 bi), a vender suas operações nos EUA. Sem saída para evitar o bloqueio do TikTok no país, segundo informações da agência de notícias Reuters, a empresa controladora da rede social, teria cedido às pressões de Donald Trump e aceitado o acordo de alienação (nome dado para a cessão ou transmissão de bens/direitos), conforme já previam os rumores. Até então, a ideia da companhia chinesa era manter uma participação minoritária nos negócios da TikTok nos EUA, acordo esse rejeitado pelo governo americano. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Para autoridades americanas o TikTok representa um risco nacional devido aos dados pessoais que ele manipula (Imagem: Reprodução) Declaração do TikTok A Casa Branca e a ByteDance, em Pequim, não se pronunciaram oficialmente sobre o assunto, porém, neste sábado (1), através de um vídeo curto publicado na rede social, Vanessa Pappas, gerente geral do TikTok nos EUA, fez o seguinte comentário: "Quero agradecer aos milhões de americanos que usam o TikTok todos os dias, mostrando criatividade e alegria. Estamos vendo todo o apoio, e queremos dizer que não planejamos ir a lugar algum". @tiktok A message to the TikTok community. ♬ original sound - tiktok "O TikTok é um espaço para criadores e artistas se expressarem e se conectarem com pessoas e histórias diferentes. Também temos muito orgulho dos 15 mil funcionários que trabalham nesse aplicativo, e dos 10 mil empregos adicionais que providenciaremos a esse país nos próximos 3 anos. Fico feliz em anunciar que temos um fundo de US$ 1 bilhão para apoiar nossos criadores e, quanto à segurança, estamos criando o aplicativo mais seguro possível, porque sabemos que é a coisa certa a se fazer", concluiu a executiva. O TikTok apareceu em 2017, após a ByteDance adquirir o aplicativo Musical.ly, com sede em Xangai, em um acordo de US$ 1 bilhão. No ano seguinte, o nome Musical.ly deu lugar ao nome TikTok e a rede social atingiu seu auge durante a pandemia do novo coronavírus. Hoje possui cerca de 80 milhões de usuários ativos somente nos Estados Unidos. Nessa semana, os rumores indicavam que a Microsoft poderia assumir a controladoria do TikTok nos Estados Unidos, o que foi confirmado à Reuters na manhã deste sábado por fontes ligadas à empresa. Porém, de acordo com o Wall Street Journal, as conversas entre a desenvolvedora do Windows e a ByteDance foram interrompidas neste sábado depois que o presidente Donald Trump manifestou ser contrário ao acordo. Mais cedo, a assessoria de imprensa do TikTok no Brasil entrou em contato com o Canaltech via e-mail e compartilhou o seguinte posicionamento referente à venda da empresa para a Microsoft: "Embora não comentemos rumores ou especulações, estamos confiantes no sucesso a longo prazo do TikTok. Centenas de milhões de pessoas vêm ao TikTok para entretenimento e conexão, incluindo nossa comunidade de criadores e artistas que estão construindo meios de subsistência a partir da plataforma. Somos motivados por sua paixão e criatividade e comprometidos em proteger sua privacidade e segurança, enquanto continuamos trabalhando para trazer alegria às famílias e carreiras significativas para aqueles que criam em nossa plataforma". Como podemos perceber, estamos apenas no começo desta que pode ser a segunda temporada da série de bloqueios a empresas chinesas pelo presidente dos EUA. E aí, qual é a sua opinião sobre a potencial proibição do TikTok nos EUA? Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: AO VIVO | Acompanhe a volta dos astronautas da NASA a bordo da nave Crew Dragon Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (01/08/2020) As 10 melhores séries médicas para assistir no streaming App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Cientistas encontram 28 quasares escondidos atrás de camadas de poeira Veja Mais

AO VIVO | Acompanhe a volta dos astronautas da NASA a bordo da nave Crew Dragon

canaltech Depois de apenas dois meses na Estação Espacial Internacional (ISS), chegou a hora de os astronautas Bob Behnken e Doug Hurley, da NASA, voltarem à Terra. A dupla protagonizou o histórico primeiro voo tripulado da SpaceX com a nave Crew Dragon, na missão Demo-2, que serviu para a empresa de Elon Musk provar à agência espacial dos Estados Unidos que está mais que pronta para assumir, de vez, o transporte de astronautas norte-americanos à órbita terrestre — desde o fim do programa dos ôbnibus espaciais em 2011, esses voos aconteciam nas naves russas Soyuz; portanto, o sucesso da SpaceX marca, ainda, o fim da parceria dos EUA com a Rússia nesse transporte. O que você precisa saber sobre o retorno da missão Demo-2, da SpaceX com a NASA Crew Dragon volta à Terra neste fim de semana; entenda os desafios do retorno 1ª missão tripulada operacional da SpaceX com a NASA na ISS acontece em setembro Missão Crew-2 | Conheça os astronautas que irão à ISS em nave da SpaceX em 2021 O retorno da missão Demo-2 começa neste sábado (1º), com a transmissão oficial e ao vivo da NASA sendo iniciada às 18h15 (horário de Brasília). Depois que os astronautas estiverem devidamente acomodados no interior da cápsula Endeavour na Crew Dragon, e depois que realizarem todos os testes de segurança e comunicações, a escotilha da nave será fechada aproximadamente às 18h45. Então, o processo de desacoplamento da nave na ISS está previsto para as 20h34. Eles viajarão de volta ao lar durante toda a noite de sábado e a manhã de domingo, com o "splashdown" acontecendo no Oceano Atlântico (especificamente na costa da Flórida) no domingo (2) às 15h42. No vídeo abaixo, você pode acompanhar a live da NASA (em inglês): -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!-   Mas se preferir ficar por dentro dos principais momentos ouvindo comentários em português, pode assistir à live do Mensageiro Sideral, no vídeo abaixo:   E, claro, você também pode acompanhar, em texto, tudo o que está rolando de mais importante. É só atualizar esta matéria de tempos em tempos para conferir as novidades logo abaixo: Conforme previsto, às 18h15 (horário de Brasília) Bob Behnken e Doug Hurley iniciaram as checagens de segurança na Crew Dragon, preparando-se para vestirem os trajes espaciais e se posicionarem nos assentos, o que acontece logo na sequência. Abaixo, vemos a atual tripulação da ISS, incluindo o comandante Chris Cassidy, da NASA, auxiliando Behnken e Hurley nos preparativos antes do fechamento da escotilha da cápsula. A bandeira escrito "ISS 20" celebra os 20 anos da chegada da primeira tripulação na estação orbital, o que aconteceu em 31 de outubro de 2000 Em desenvolvimento. Atualize para mais informações. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Crew Dragon volta à Terra neste fim de semana; entenda os desafios do retorno Motorola libera Android 10 para One Zoom e G8 Plus em 'soak test'; entenda Os lançamentos da Netflix em agosto de 2020 Simulação mostra o que acontece em colisões planetárias gigantes; veja vídeo! Veja Mais

Cinema drive-in dedicado a filmes brasileiros abre neste sábado em SP com ingressos gratuitos

G1 Pop & Arte Com curadoria da cineasta Marina Person, cine em São Paulo começa a funcionar neste sábado (1º) no estacionamento da Alesp e quer exaltar filmes nacionais clássicos e contemporâneos. Drive-in Paradiso estreia hoje na Alesp O cinema drive-in Paradiso, dedicado a filmes brasileiros, abre neste sábado (1º) no estacionamento da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na região do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, com ingressos gratuitos. O projeto é do Instituto Olga Rabinovich com parceria da Prefeitura de São Paulo por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Spcine, parceria do Cine Autorama, e apoio da Alesp. A curadoria é feita pela cineasta Marina Person. O evento possui capacidade para 100 carros, com até quatro pessoas por veículo, as quais serão submetidas à triagem que inclui medição de temperatura. Cinema drive-in: filmes, ingressos, programação e horários O filme escolhido para a abertura foi "Café com Canela", para celebrar o movimento "Vidas Negras Importam". A previsão é a de que o espaço funcione até o dia 23 de agosto. A programação vai mesclar clássicos do cinema brasileiro, como "Central do Brasil", comédias como "De pernas pro ar 3" e filmes mais novos, como o inédito "Meu Nome é Bagdá". A sessões serão realizadas aos sábados e domingos, às 17h, 20h e 23h e os ingressos deverão ser reservados pela plataforma Sympla. 16 de junho - Sessão para convidados do cinema drive-in no Memorial da América Latina, na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (16). O cinema drive-in estreia para o público nesta quarta-feira (17) com sessões esgotadas até julho Marcello Zambrana/Agif - Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo Programação 17h Sessão #vidasnegrasimportam Filme: Café com Canela Direção: Glenda Nicário e Ary Rosa Ano: 2017 Classificação: 14 anos Duração: 103 minutos Gênero: Drama 20h Filme: Meu Nome É Bagdá Direção: Caru Alves de Souza Ano: 2019 Duração: 100 minutos Gênero: Drama 23h Filme: Central do Brasil Direção: Walter Salles Ano: 1998 Classificação: 12 anos Duração: 120 minutos Gênero: Drama Domingo (02/08) 17h Filme: As Aventuras do Avião Vermelho Direção: Frederico Pinto e José Maia Ano: 2014 Classificação: Livre Duração: 100 minutos 20h Filme: Elis Direção: Hugo Prata Ano: 2016 Classificação: 14 anos Duração: 105 minutos Gênero: Drama 23h Filme: De Pernas pro Ar 3 Direção: Julia Rezende Ano: 2018 Classificação: 14 anos Duração: 108 minutos Gênero: Comédia Veja Mais

Festival de Inverno Estelar se despede com festa online

O Tempo - Diversão - Magazine Idealizado pelo Espaço Comum Luiz Estrela, o evento encerra sua programação com um rol de DJs mulheres, que mostrarão seu poderia no mundo virtual Veja Mais

Maior ataque hacker ao Twitter pode ser obra de jovem de apenas 17 anos

canaltech Há pouco mais de duas semanas, no dia 15 de julho, uma grave falha de segurança comprometeu contas no Twitter de personalidades como Bill Gates, Elon Musk, Jeff Bezos e Barack Obama, sendo considerada a maior na história da rede social. Eis que, na última sexta-feira (31), as agências de polícia norte-americanas conseguiram encontrar o possível mentor por trás da estratégia do golpe de bitcoins: Graham Clark, um jovem de apenas 17 anos. Hackers do Twitter tinham 130 perfis como alvo de ataques Funcionários do Twitter já espionavam celebridades desde 2017, diz jornal Twitter admite que hackers baixaram dados privados de pelo menos 8 perfis Conforme noticiado pelo The Verge, o adolescente foi detido na cidade de Tampa, na Flórida, acusado por esse e mais outros 30 crimes, entre eles falsidade ideológica, organização de fraudes, além de acesso não autorizado a computadores e demais dispositivos eletrônicos. Para o procurador do estado da Flórida, Andrew Warren, “esse não era um garoto comum de 17 anos” e tal crime “foi projetado para roubar dinheiro de americanos comuns de todo o país”. Conta do ex-presidente norte-americano Barack Obama está entre as hackeadas para divulgação de golpe envolvendo criptomoedas (Imagem: Reprodução) Junto ao adolescente, outros dois jovens foram formalmente acusados pelo departamento de justiça americano: Nima Fazeli, 22 anos, e Mason Sheppard, de 19 anos, que utilizavam os apelidos de "Rolex" e "Chaewon", respectivamente. Segundo os dados divulgados pela investigação, além de invadir e acessar mensagens diretas privadas de 36 usuários do Twitter, os hackers arrecadaram mais de US$ 100 mil (em torno de R$ 550 mil) em bitcoins apenas em um dia. Pelo fato de ser uma criptomoeda, esse dinheiro é difícil de ser rastreado e recuperado. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Twitter explica invasão e tranquiliza usuários Em publicação na última quinta-feira (30), o Twitter se manifestou sobre o caso em uma tentativa de esclarecer quais brechas de segurança favoreceram tais invasões. A thread na rede social explica que vários funcionários da rede social tiveram suas credenciais roubadas através do golpe “spear phishing”, em que mensagens habituais para verificação de segurança parecem vir de uma fonte confiável. We appreciate the swift actions of law enforcement in this investigation and will continue to cooperate as the case progresses. For our part, we are focused on being transparent and providing updates regularly. For the latest, see here ???? https://t.co/kHty8TXaly — Twitter Comms (@TwitterComms) July 31, 2020 “Agradecemos as ações rápidas da aplicação da lei nesta investigação e continuaremos a cooperar à medida que o caso avança. De nossa parte, estamos sendo transparentes e fornecendo atualizações regularmente”, revela trecho da publicação. O Twitter afirma ainda que usuários comuns não foram alvo do grande ataque cibernético e não tiveram o cache ou mensagens pessoais comprometidas. Sobre o perfil do presidente norte-americano Donald Trump não ter sido invadida no ataque, a rede social revela que o mesmo conta com proteções extras. A empresa diz ainda que fornecerá mais detalhes técnicos do hack em outro momento para não comprometer a investigação. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: App ultrapassa a marca de 10 bilhões de downloads na Play Store pela 1ª vez Crew Dragon volta à Terra neste fim de semana; entenda os desafios do retorno Os lançamentos do Amazon Prime Video em agosto de 2020 Motorola libera Android 10 para One Zoom e G8 Plus em 'soak test'; entenda Os lançamentos da Netflix em agosto de 2020 Veja Mais

Facebook bloqueia bolsonaristas no mundo todo acatando STF

Facebook bloqueia bolsonaristas no mundo todo acatando STF

Tecmundo O Facebook anunciou em nota oficial neste sábado (01) que vai cumprir a ordem de bloqueio de 16 contas de apoiadores e aliados do presidente Jair Bolsonaro exatamente como determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).A ordem de bloqueio das contas faz parte do “inquérito das fake news”, que tenta desmontar e punir os responsáveis por uma rede de produção de notícias falsas com ataques a autoridades, inclusive a ministros do próprio STF.Leia mais... Veja Mais

Máscaras, cloroquina, correção: o que idas e vindas na pandemia ensinam sobre a ciência

Glogo - Ciência Usar ou não máscaras? Por que um estudo com resultados animadores sobre um medicamento pode ser 'derrubado' por outra pesquisa no dia seguinte? O coronavírus tem provocado questionamentos sobre o modo de fazer ciência, explicado nesta reportagem por pesquisadores por meio de noções básicas úteis a todos. Máscara para proteção contra o coronavírus. Tai's capture / Unsplash / Divulgação "Todo dia uma nova que cai no dia seguinte." "Estudos mostram que tem estudo demais sobre estudos." "É uma lenga lenga esta história que 'agora presta', 'agora é perigoso', 'agora há dúvidas' e 'agora mata'… até a décima informação sobre a mesma coisa." "Eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes. Assim está a OMS e essas pesquisas 'científicas' em meio à pandemia." Esses comentários vieram das rede sociais da BBC News Brasil, como reações de leitores a reportagens sobre tratamentos em estudo, recomendações de autoridades e pesquisas científicas na atual pandemia de coronavírus — mas, vale dizer, ao lado de muitos outros comentários de internautas que acrescentaram informações e opiniões ou que exaltaram o conhecimento científico das novas descobertas. Foto microscópica mostra célula humana sendo infectada pelo Sars Cov-2, o novo coronavírus NIAID via Nasa Pesquisadores, professores e pessoas dedicadas à divulgação científica que conversaram com a BBC News Brasil apontaram que a atual pandemia está explicitando desafios para a compreensão do público do que é a ciência e o seu "tempo" e, também, para que os especialistas se comuniquem bem para além de seus muros. E, claro, nesse meio do caminho está a mídia, que também passa por suas críticas e desafios. A atual pandemia de coronavírus é uma oportunidade em "tempo real" para que estes pontos sejam melhorados, dizem os entrevistados — um esforço, porém, que não é de hoje e nem deve se limitar ao momento crítico pelo qual o mundo passa. Médico faz teste de covid-19 em um passageiro no aeroporto de Düsseldorf, Alemanha, segunda-feira, 27 de julho de 2020 Martin Meissner/AP O que explica mudanças de posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao longo da pandemia, entidade que sempre verbaliza a importância das evidências científicas em suas decisões? Por que, em um dado momento, um remédio parece ser promissor para tratar a covid-19 e, depois, aparece um novo estudo indicando que não é bem assim? A BBC News Brasil debateu com entrevistados episódios polêmicos envolvendo o conhecimento científico nesta pandemia — e também lições que podemos tirar deles. Pedimos para "especialistas" e educadores apontarem ainda noções científicas que recomendam serem melhor conhecidas por mais pessoas, independentemente de idade, se está estudando no momento ou não, classe social ou…. posição política. Estas noções são apresentadas ao longo da reportagem. Confira. Ciência não produz dogmas Presidente do Instituto Questão de Ciência, dedicado ao uso das evidências científicas nas políticas públicas, a bióloga Natalia Pasternak destaca que mudar faz parte do processo científico, pois ele não é orientado por "dogmas" — no dicionário Aurélio, dogma aparece primeiro como algo associado à religião, mas não só. Segundo o dicionário, dogma é um "ponto fundamental e indiscutível de doutrina religiosa e, por extensão, de qualquer doutrina ou sistema". Algo diferente dos princípios científicos, aponta Pasternak. Uma mulher de máscara é vista em uma estação de metrô em São Paulo durante a pandemia de Covid-19 nesta quarta-feira (29) Nelson Almeida/AFP "A ciência não é dogmática, ela tem um processo contínuo de acúmulo de evidências. Neste momento, trabalhamos com as melhores evidências existentes. Esse processo às vezes passa a impressão de que o cientista não sabe o que está fazendo, que ele muda de ideia. A ciência muda de ideia, sim — tem que mudar, quando está diante das melhores evidências", diz a cientista, doutora em microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP). "Isso às vezes não transmite a segurança que as pessoas gostariam de ter, de uma verdade absoluta." Entre os médicos, inclusive, há um bordão que reflete essa mutabilidade do conhecimento e, ao mesmo tempo, a impossibilidade de se saber tudo: "na medicina, nem nunca, nem sempre". Noções básicas sobre o conhecimento científico sugeridas pelos entrevistados Ciência: Vamos entender aqui como uma organização metódica e racional de fenômenos do mundo, sejam naturais ou sociais. Ela também tem raízes históricas — apesar de ter descobertas e métodos que remontam à Antiguidade e com origem em várias parte do mundo, a ciência como conhecemos hoje ganhou corpo e maior importância, inclusive social e política, na Europa a partir do século 17. Hipóteses: Um esquema genérico do método científico, inclusive ensinado nas escolas, normalmente segue uma ordem parecida com esta: perguntas>hipóteses>teste>resultado. Perguntas costumam vir da simples observação, explica Ayanda Lima, bióloga e professora de ensino médio em Goiás. Pode ser algo simples, como observar que as folhas de uma árvore são verdes e perguntar: por que elas têm essa cor? Daí vêm as hipóteses, possíveis explicações a serem averiguadas, como: será que elas ficam verdes porque tem algo dentro das plantas que as deixa assim? Teste, método e resultados: Em seguida, vem um teste, que em alguns casos é um experimento em laboratório — mas nem sempre, dependendo da área ou objeto de pesquisa (a antropologia, por exemplo, desenvolveu ao longo tempo o método clássico da etnografia). O teste exige um método planejado e, de preferência, avaliado, aceito e capaz de ser repetido por outros cientistas. No exemplo das folhas verdes, um teste seria macerá-las e depois analisar, com microscópio, seus componentes. Spoiler! Como o acúmulo de pesquisas já nos mostrou, um teste como esse revela que há organelas nas células vegetais, os cloroplastos, que dão essa coloração às plantas. Assim, depois de um teste, pode haver um resultado satisfatório como esse — que, com o acúmulo de pesquisas semelhantes, forma um conjunto de evidências; mas também podem vir resultados que não correspondem à hipótese inicial, no entanto contribuem também para se pensar em pesquisas com novos caminhos. Teorias: Trata-se de um conjunto de evidências maior, não apenas amplamente aceito pela comunidade científica, mas uma referência para ela — como a Teoria do Big Bang para a criação do Universo e a Teoria da Evolução na biologia. As teorias conseguem explicar várias situações e exemplos relacionados. Por mais difícil que seja, teorias podem eventualmente ser superadas. Para Jarbas Barbosa, médico brasileiro e diretor-assistente da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço regional da OMS nas Américas, mudar diante de melhores evidências científicas é "absolutamente esperado" — ainda mais em uma pandemia como a atual, causada por uma doença nova como é a covid-19. Um homem usando uma máscara facial contra a propagação do novo coronavírus tem sua temperatura medida no prédio do Sejong Arts Group em Seul, na Coreia do Sul, nesta terça-feira (21) Lee Jin-man/AP "Estamos tratando de uma doença nova, completamente diferente de qualquer coisa que a gente viu antes nos últimos 100 anos na saúde pública. Com essa característica de disseminar rápido e produzir muitos casos graves, é a primeira que temos em 100 anos", destaca Barbosa, médico sanitarista e epidemiologista e doutor em saúde coletiva pela Universidade de Campinas (Unicamp). "Claro que em uma situação como essa, adaptar, mudar recomendações, é absolutamente esperado. O inesperado seria o contrário. Se você pegar o que se dizia em janeiro e o que se diz agora, quem não mudou ou adaptou foi só teoria da conspiração — eles continuam pensando exatamente igual. Mas quem se baseia em ciência viu em seis meses de pandemia coisas absolutamente inovadoras." O diretor-assistente da Opas menciona como exemplos teorias da conspiração de influência da China na OMS, acusação frequente partindo dos EUA; ou vice-versa. Ele destaca, entretanto, que a estrutura da organização "garante decisões técnicas e proteção à pressão de países em particular" — como a existência de um setor de controle de qualidade das recomendações e estudos produzidos pela entidade; a exigência de declaração de conflito de interesses em reuniões de alto escalão; uma rede com mais de 800 centros colaboradores em todo o mundo, como universidades e secretarias de saúde no Brasil; e a própria assembleia mundial da saúde, com mais de 190 países com votos equivalentes. "Às vezes vejo comentários como se a OMS fosse uma força de ocupação, que poderia ter entrado na China… Isso é ficção científica. Nenhum país vai abrir mão da sua soberania para nenhum organismo internacional", afirma. "No limite do que é possível, a OMS tem mecanismos de proteção contra influências bem estabelecidos." Apesar de a entidade afirmar sua independência, isso não foi suficiente para impedir que o presidente Donald Trump anunciasse a retirada dos EUA da OMS, acusando-a de sofrer influência desmedida da China e de ter falhado no combate ao coronavírus. Entretanto, apesar de ter sido formalmente iniciada, a saída dos Estados Unidos da OMS não necessariamente vai se concretizar. Mudança de recomendação sobre uso generalizado de máscaras A OMS classificou a crise sanitária causada pelo coronavírus como uma pandemia — disseminação mundial e simultânea de uma nova doença — em março. Desde então, a organização, um organismo multilateral vinculado às Nações Unidas, mudou por exemplo sua posição em relação ao uso generalizado de máscaras contra a covid-19. Até junho, a entidade afirmava não haver evidências científicas suficientes para dizer que pessoas saudáveis deveriam usar o item — que deveria, sim, ser prioridade para pessoas doentes e profissionais de saúde. Tedros Adhanom Ghebreyesus durante coletiva da OMS em fevereiro de 2020 Denis Balibouse/Reuters Mas, naquele mês, a OMS anunciou que, mediante novas evidências científicas avaliadas por um comitê e a consideração de preferências individuais e fatores sociais, como a dificuldade de realização do distanciamento físico, o uso disseminado de máscaras passou a ser encorajado. Mesmo assim, o documento que respaldou a novidade é modesto em relação ao uso de máscaras como medida de proteção: "No momento, o uso generalizado de máscaras por pessoas saudáveis em contextos comunitários ainda não é respaldado por evidências científicas diretas ou de alta qualidade, e existem possíveis benefícios e riscos a serem considerados (...)". Jarbas Barbosa afirma que, em todo esse período, a organização manteve uma posição: a preocupação de apontar que apenas o uso de máscara é insuficiente como medida preventiva. "Do que sabíamos até o começo do ano, não havia muitas evidências sobre o uso de máscaras — no caso da influenza, as evidências existentes falavam que ela praticamente não tinha muita importância. Agora, já temos evidências de que em determinadas circunstâncias, principalmente em ambientes com aglomeração quase natural, como transporte público e lojas, o uso de máscara pode ter um papel. Então, várias coisas surgiram neste período", lembra Barbosa, que já foi presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entre 2015 e 2018. "Mas mesmo hoje, quando a gente faz revisão sobre as máscaras, não encontra evidências fortes para recomendar o uso. Continuamos com a preocupação de que as pessoas achem que só com aquilo estão protegidas. O mau uso de máscara — a pessoa que toca muito, que faz o uso da mesma máscara uma semana seguida — pode ser até um fator agravante. Nas últimas recomendações, a OMS sugere que os países que estão adotando (a orientação) façam estudos para que possamos construir evidências mais robustas." Como também mostrou a BBC News Brasil em junho, uma fala da epidemiologista Maria Van Kerkhove durante coletiva de imprensa da OMS gerou confusão no público e reações de especialistas apontando que a fala foi mal colocada. Van Kerkhove afirmou que era "muito raro" que pessoas assintomáticas transmitissem a doença, mas depois a organização precisou esclarecer que ela estava se referindo a pessoas realmente assintomáticas — não incluindo pessoas pré-sintomáticas, por exemplo. O posicionamento oficial da organização diz que revisão da literatura científica mostra que os casos assintomáticos poderiam variar entre 6% e 41% dos casos de contaminação — ou seja, ainda há grande incerteza sobre qual a proporção de casos assintomáticos entre os contaminados. Cloroquina, Lancet e OMS Outro episódio de grande repercussão nesta pandemia envolvendo a OMS foi relacionada aos estudos com a cloroquina e hidroxicloroquina — um derivado mais brando da primeira. Estes medicamentos são usados hoje, respectivamente, para tratar malária; e, no caso da hidroxicloroquina, reumatoide, lúpus e outras doenças autoimunes. Imagem mostram cloroquina manipulada em laboratório Dirceu Portugal/Fotoarena/Estadão Conteúdo Inicialmente, a hidroxicloroquina foi escalada para o projeto Solidarity, da OMS, que está conduzindo estudos clínicos com potenciais tratamentos para a covid-19 em diversos países. No entanto, a organização anunciou em julho que, seguindo recomendação do conselho diretivo do projeto, os testes com a droga foram definitivamente descontinuados. "Resultados parciais (do projeto Solidarity) comprovaram o que vários outros outros estudos consistentes já tinham mostrado: em pacientes hospitalizados, a hidroxicloroquina não traz nenhum benefício e tem um risco, ainda que raro, de produzir arritmia cardíaca. Em um estudo, você não pode piorar — medicamente, é inaceitável. Este comitê diretivo tem o papel de revisar tudo o que é informação, como em relação à segurança (do medicamento). Então, não é que a OMS 'mudou de opinião' — ela agiu como deveria agir", afirma o diretor-assistente da Opas. Mas, antes que a OMS decidisse definitivamente retirar a hidroxicloroquina do Solidarity, houve uma grande pedra no meio do caminho envolvendo outra marca de renome — a revista científica Lancet, considerada o segundo periódico com maior fator de impacto (métrica composta por vários indicadores da influência de uma publicação científica) no mundo, atrás apenas do New England Journal of Medicine, segundo o relatório Journal Citation Reports 2018, da consultoria Clarivate Analytics. Em 22 de maio, foi publicado no Lancet um artigo do tipo observacional (entenda a definição abaixo) que afastou os benefícios do tratamento de covid-19 com a cloroquina e hidroxicloroquina usando informações de 96 mil pacientes em vários países, coletadas em uma base de dados da empresa Surgisphere. Logo após a publicação, a OMS anunciou a suspensão — naquele momento, ainda temporária — do estudo com hidroxicloroquina no Solidarity. Entretanto, no início de junho, veio um novo contratempo: os autores solicitaram a retratação de seu próprio artigo ao Lancet, um procedimento raro mas previsto nos protocolos de periódicos renomados quando há algum tipo de má conduta, fraude ou erro detectado. Após a publicação em maio, outros pesquisadores não envolvidos no estudo cobraram mais detalhes sobre os dados da Surgisphere, ao que os autores contrataram auditores independentes para atender à cobrança dos colegas. No entanto, a empresa se recusou a fornecer o conjunto de dados completo, pois isso violaria contratos com clientes e o compromisso com a confidencialidade. Assim, os autores escreveram ao Lancet que não poderiam garantir mais a qualidade dos dados primários — os dos milhares de pacientes envolvidos em testes com a cloroquina e hidroxicloroquina. Para a matemática Tatiana Roque, coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o episódio do Lancet reflete um descompasso que pode acontecer entre a pressão por respostas, como vemos na atual pandemia; e o tempo "natural" da ciência, que por vezes precisa de anos, décadas e até séculos para avançar. "O que aconteceu com o Lancet chama a atenção justamente porque, por conta da pressa, alguns critérios (de rigor científico) não foram observados: a origem e confiabilidade dos dados. Se para dar respostas rápidas a ciência queimar etapas, atropelar a temporalidade necessária para gerar resultados sólidos, pode acabar sendo pior — quando um resultado precisa ser revisto, por exemplo", avalia Roque, também doutora em história das ciências e epistemologia. Natalia Pasternak concorda. Ela avalia que potenciais remédios e vacinas, que em condições normais podem levar anos e até décadas para serem desenvolvidos, testados e aprovados para uso, estão no caso da covid-19 já sendo acelerados a uma velocidade talvez nunca antes vista. E isto, às vezes, beira a riscos. "Nem sempre dá tempo de fazer padrão ouro (ou máximo) — inclusive muitos estudos estão sendo feitos sem duplo cego, sem placebo. Pela pressa, a gente já está perdendo o rigor. Mas a gente não pode perder tanto o rigor a ponto de a resposta ser inútil", aponta a bióloga. "Na área de vacinas, há muita preocupação com a pressa. Porque com vacina, você não pode errar — milhões de pessoas vão receber as doses. E elas já estão sendo desenvolvidas em tempo recorde, principalmente por ter muita gente trabalhando junto. A gente não pode se dar o luxo de errar, porque estamos vivendo um ambiente mundial de desconfiança das vacinas." O rigor exigido hoje de vacinas e remédios, lembra Pasternak, não existia quando a penicilina foi usada na Segunda Guerra Mundial — este é um exemplo frequente apresentado como argumento por quem defende o uso da cloroquina contra a covid-19, fazendo uma analogia entre a urgência do conflito bélico com a pandemia do coronavírus. "Gosto muito deste exemplo da penicilina. Naquela época, realmente, nem se fazia estudo clínico controlado. A penicilina foi testada em camundongos, mas o tamanho do efeito foi tal que não poderia ser ignorado — simplesmente, todos os animais tratados com penicilina sobreviveram, e todos que não foram, morreram. Se você tem uma pessoa entre a vida e a morte e um remédio que funcionou 100% em camundongos, manda ver. Não podemos esquecer, porém: quantos soldados morreram porque eram alérgicos a penicilina, como foi descoberto depois?", questiona. "E, para a covid-19, pode não haver tratamento específico, mas ninguém está jogado à própria sorte. Existe protocolo de atendimento, com suporte de oxigênio, ventilação mecânica, entre outros", diz, criticando a analogia da atual pandemia com uma guerra. Como são feitos os estudos na área médica As definições se baseiam em um guia da Academia de Ciências Médicas do Reino Unido feito com o objetivo de melhorar a comunicação entre instituições de pesquisa e jornalistas, trazendo um sistema de classificação de tipos de pesquisa e suas explicações — documento que usamos frequentemente aqui, na BBC News Brasil. Estudo sobre coronavírus AP Photo/Kirsty Wigglesworth Estudo observacional: Autor investiga se X está correlacionado a Y, não sendo capaz de demonstrar causa e efeito pois não há manipulação de variáveis — diferente de um estudo do tipo RCT, por exemplo. Estudo clínico randomizado controlado, o RCT (randomised controlled trial, em inglês): Experimento que envolve pacientes (clínico), divididos aleatoriamente (randomizado) em um grupo que recebe o tratamento testado; e um grupo de controle, que não recebe o item testado — mas sim um placebo ou tratamento diferente. Experimentos assim podem ter ainda a característica de ter "duplo cego", quando nem pesquisadores nem participantes sabem quem está em qual grupo. Estudos RCT são considerados o "padrão ouro" em pesquisas com remédios e vacinas. O papel dos 'experts' e da mídia Tatiana Roque, que além de pesquisadora tem também passagem pela política, tendo sido candidata a deputada federal em 2018 pelo PSOL, acrescenta que o caso da cloroquina ensina mais uma coisa: a confusão entre ciência, política e experts — especialistas que frequentemente opinam na mídia e aconselham governos para embasar decisões. Pesquisadora de Oxford faz análise da vacina desenvolvida para o coronavírus, em 25 de junho John Cairns, University of Oxford via AP "A cloroquina mostrou uma confusão entre esses três âmbitos, porque eles têm temporalidades muito diferentes. Era completamente impossível ter resultados sobre a cloroquina a tempo do que exigia a pressão política. Mas acabou sendo muito urgente ter resultados rápidos, porque presidentes como Trump e Bolsonaro estavam defendendo o remédio para tratamento da covid-19. Os protocolos de estudos clínicos foram atropelados", diz Roque, que aponta, neste caso, o médico francês Didier Raoult no papel do expert — que vem defendendo o uso da cloroquina no tratamento de covid-19. "Muitas vezes, um especialista individualmente vai defender pontos que não são validados pela comunidade científica. Não adianta colocar um especialista contra o outro como se fossem opiniões pessoais. É preciso pensar nas instituições e na comunidade que validam este conhecimento." Publicações científicas Peer review, ou revisão dos pares: Etapa comum antes da publicação de um artigo em periódico, em que o material é avaliado de forma independente por pesquisadores da área, que recomendam sua rejeição ou aceitação — muitas vezes, nesse caso, com pedidos de alteração. A independência é garantida, por exemplo, por plataformas de envio de trabalhos que impedem a identificação dos autores e avaliadores. Preprint, ou pré-publicação: Como está sendo visto frequentemente na atual pandemia, há plataformas na internet para envio de preprints, ou seja, artigos que não passaram ainda pelo processo completo de avaliação dos pares e publicação em um periódico. Segundo a bióloga Natalia Pasternak, os preprints têm uma função de comunicação entre os cientistas — para que uns saibam o que outros estão produzindo, por exemplo, podendo levar a colaborações —, entretanto muitas vezes tendo o objetivo desviado quando lidos e divulgados pela mídia e pelo público leigo. Conflitos de interesse: Periódicos renomados costumam ter regras para tentar blindar pressões como, por exemplo, a de uma empresa farmacêutica interessada que uma droga em teste tenha bons resultados e, por outro lado, efeitos colaterais mostrando-se insignificantes. Um dos principais mecanismos para isso é a declaração de conflitos de interesse, um campo preenchido por autores e publicado no artigo em que estes apresentam eventuais financiamentos recebidos para pesquisa, expondo o nome dos financiadores e a forma com que eles interferiram no estudo. A participação e validação entre colegas, na comunidade científica, acontece a todo momento na rotina de um pesquisador. Para se entrar em um mestrado ou doutorado, e depois, para defender uma dissertação ou tese, há sempre bancas de pesquisadores para avaliar o trabalho do candidato. O mesmo acontece para alguém concorrendo a uma vaga de professor em alguma universidade. Um artigo publicado em periódico ou apresentado em um congresso frequentemente precisa passar antes pela avaliação de pares. Bancas, congressos, revisão de pares... a validação 'comunitária' do conhecimento faz parte da rotina de um cientista BBC/REPRODUÇÃO E, em todos tipos de publicação, de um artigo a uma tese, são presenças certas o chamado "estado da arte" — a apresentação de estudos anteriores naquela área ou assunto — e as referências bibliográficas, uma forma de destacar e reforçar pesquisas já feitas por outros estudiosos. Ao falar da diferença entre pesquisadores atuando individualmente ou em "comunidade", Roque menciona um vídeo que é um queridinho entre cientistas e pessoas que trabalham com divulgação científica — um episódio do programa Last Week Tonight, do comediante britânico John Oliver, em que ele brinca com a proporção de cientistas que concordam haver evidências do papel humano nas mudanças climáticas, versus os chamados negacionistas. O apresentador está na bancada com um representante de cada "lado" quando, de repente, em nome de um "debate estatisticamente representativo sobre as mudanças climáticas", convida mais 96 cientistas que reconhecem o papel humano nas mudanças climáticas — ou seja, mostrando que não há dois lados com mesmo peso sobre a questão, mas sim a preponderância de uma mesma avaliação entre os cientistas. A cientista diz que a mídia deve estar atenta à colocação dos experts e também para a cobertura de ciência a longo prazo. "Espera-se dos experts que eles enunciem certezas — ninguém chama um especialista para falar 'não sei' na TV. Mas é mais interessante que o especialista seja aquele que ajude a refletir, e menos alguém que vá dar respostas", sugere Roque. "Também é importante que a mídia faça um trabalho de divulgação científica de longo prazo — e não apenas na hora da pandemia. É importante passar para o público o gosto pela ciência, mostrar que ela tem uma história longa — em vez da afirmação de certezas absolutas, o que passa uma imagem às vezes arrogante." "Na verdade, a especificidade da ciência é ter métodos para lidar com as incertezas. Ela não elimina a incerteza. Método confiáveis vão sendo formados ao longo do tempo, validados e protocolados por uma comunidade ampla; seus resultados podem ser reproduzidos no ambiente ou em outras pesquisas. Mas a ciência não enuncia certezas absolutas." Natalia Pasternak também brinca que não existe cientista "a favor ou contra" a cloroquina — "o que tem são as evidências", diz. Cientistas criam banco de dados para ajudar a desenvolver vacinas Rede Globo/Reprodução "Se for um bom cientista, ele vai saber analisar essas evidências", aponta Pasternak, que aproveita para recomendar, para cientistas ou não, o livro O mundo assombrado pelos demônios, do biólogo e astrofísico Carl Sagan — segundo ela, "um dos melhores livros que ensina a pensar de forma científica". Parece mas não é Correlação: Trata-se de uma conexão entre duas coisas, mas não necessariamente com causalidade. "São eventos que acontecem de forma concomitante e dão a impressão de causa e efeito, principalmente se uma coisa acontece antes da outra — como observar que o galo canta logo antes do nascer do sol e deduzir que o sol só nasce porque o galo cantou", brinca Natalia Pasternak, dando o exemplo de uma correlação que poderia equivocadamente ser tomada como uma relação de causalidade. Ela, aliás, recomenda o site e um livro intitulados Spurious Correlations, ou em português, "correlações espúrias". Seu autor, Tyler Vigen, ficou famoso ao criar diversos gráficos divertidos com aparente causalidade, mas que não têm nada a ver, como o número de pessoas afogadas em piscinas relacionado ao número de filmes em que Nicolas Cage atuou; e a taxa de divórcios no Estado do Maine associada ao consumo de margarina. Causalidade: Aparentemente, é algo simples — um evento X causa Y, ou seja, Y é uma consequência de X. Mas, para ir além da correlação, é preciso coletar dados e fornecer evidências descrevendo esta conexão de causa e efeito. Por exemplo, há várias correlações entre tipos de câncer e estilo de vida, como na alimentação, prática de esportes e estresse. Mas como provar causalidade? 30 de julho - Homem fuma um cigarro ao lado de mural de outro homem com máscara protetora, em meio ao surto de coronavírus (COVID-19), em Quezon City, Manila, Filipinas Eloisa Lopez/Reuters No caso do tabagismo e câncer de pulmão, foi assim: nos EUA, começou-se a observar que a curva de cigarros fumados por pessoa no país acompanhava o padrão da taxa de mortes por câncer de pulmão. Quando uma crescia, a outra também. Depois, isso foi associado a outras evidências, como a de que pelo menos 70 substâncias químicas presentes na fumaça do cigarro causaram câncer em cobaias no laboratório ou em humanos. Assim, uma conexão de causalidade foi demonstrada. Jarbas Barbosa, ao mesmo tempo, considera problemática a postura de alguns médicos no Brasil. O sanitarista conta ter se surpreendido, na pandemia, com médicos brasileiros postando protocolos de tratamento no Facebook ou vídeos no Instagram recomendando medicamentos ainda não validados pela comunidade científica. Como mostrou recentemente a BBC News Brasil, entidades médicas no país estão preocupadas com esse comportamento de profissionais nas redes sociais na atual pandemia de covid-19. "Deveria estar mais presente no currículo de médicos brasileiros a separação do que é evidência do que é informação anedótica", conclui Barbosa. A ciência está ao alcance de todos Mas, antes do conhecimento especializado que se obtém nas faculdades, há um lugar em que o método científico pode e deve ser ensinado: as escolas. Doutora em biologia celular, a professora Ayanda Lima bem sabe disso — ela dá aulas de ciências no ensino fundamental e de biologia no ensino médio e já foi destaque, junto com seus alunos do Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Dom Veloso, escola estadual em Itumbiara (GO), em premiações nacionais para projetos científicos em escolas. No caso de trabalhos desenvolvidos sob sua orientação, já foram destaque em prêmios por exemplo um tijolo ecológico de alta durabilidade e um biofertilizante feito com soro de leite bovino reutilizado. "Não é clichê, não é utopia: a ciência realmente é para todos", disse à BBC News Brasil, por telefone. Professora lembra que a observação, uma capacidade humana, é um primeiro passo para o conhecimento EPTV/Reprodução "A metodologia científica pode ser aplicada por qualquer pessoa, independentemente da faixa etária e classe social. Todo mundo é capaz de observar uma problemática e levantar hipóteses", afirma, lembrando que o conhecimento antigo e popular também pode ser científico. "Por exemplo, quem cria aves e coloca uma galinha poedeira para cruzar com um galo bom, buscando uma linhagem muito boa — a pessoa observou, experimentou e viu que dava bons resultados. Isso é ciência. Ou quando você pergunta para uma pessoa se a mandioca dela cozinha bem e pede uma rama — ou seja, eu quero uma reprodução de um produto igual àquele." Das salas de aula, a professora aprendeu que na verdade é importante sair delas — para que o aprendizado dos livros se conecte com a observação e seja impulsionado pela curiosidade. Isso pode acontecer tanto em laboratórios quanto em uma simples volta na área externa da escola, onde tudo é passível de observação — de plantas a formigas e cupins. O antropólogo Gersem Baniwa, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), também lembra do valor do conhecimento não só dito popular — mas também daqueles saberem que vêm de outros lugares, povos e tempos algo distantes da origem europeia e racional que a ciência dominante carrega. Sua posição é de quem vive esse encontro — e às vezes desencontros — na pele. "A ciência de hoje, em grande medida, está fundamentada no racionalismo cartesiano, em uma visão positivista do homem. Isso de alguma maneira condiciona as possibilidades da própria ciência. Podemos perceber isso sobretudo quando vivemos outras lógicas, como é meu caso: estudei a ciência 'eurocêntrica' para me formar, mas também guio minha percepção do mundo com a lógica indígena, do meu povo Baniwa", conta o cientista social, graduado em filosofia e mestre e doutor em antropologia pela Universidade de Brasília (UnB). "Sim, claro, a ciência ocidental, eurocentrada, tem sua importância — até porque suas conquistas são gigantescas, dignas de comemoração civilizatória, não tenho a menor dúvida", diz, mencionando seu contato, nos últimos anos, também com filosofias orientais, negras e neoafricanas. "Mas quando percebemos essa pluralidade de perspectivas, acho fantástico: é isso que forma a grande ciência, esta sim a ciência universal. Se pensássemos na complementaridade entre elas, quem sabe ganharíamos velocidade para compreender mais o mundo." O antropólogo exemplifica como a perspectiva de seu povo difere da visão dominante de uma doença como a covid-19 — enquanto esta, representada pela medicina ocidental, tende a focar no elemento biológico (o vírus em si), a perspectiva indígena é mais holística ao considerar fatores espirituais e comunitários do adoecimento. E, ainda que reconheça que a ciência eurocentrada formou um método que se destaca por seu rigor, sobretudo ao se fechar em experimentos dentro de laboratórios, Baniwa lembra que saberes milenares também têm características dessa ciência dominante. "Como o pajé chega ao seu domínio de conhecimento? São décadas (de aprendizado). O saber indígena de modo geral é resultado de longos anos de história — de observação, experimentação, comprovação, contrapontos. Os índios conhecem hoje plantas que matam — são resultado de experimentações", aponta. Initial plugin text Veja Mais

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