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Juiz alega engano, e Lula volta a ser doutor honoris causa em universidade de Alagoas

Valor Econômico - Finanças O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a ser doutor honoris causa da Uneal (Universidade Estadual de Alagoas). Quatro dias após decidir anular o título, o juiz Carlos Bruno de Oliveira Ramos recuou alegando um "comando dado no sistema, de forma não voluntária" e arquivou o processo por prescrição. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ministério da Saúde prevê vacina contra coronavírus para abril e abre crise com estados

Valor Econômico - Finanças O Ministério da Saúde apresentou na tarde desta quarta-feira (14) um cronograma para vacinação contra covid-19 e abriu uma crise com secretários estaduais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bracher defende padronização de critérios para financiamentos sustentáveis

Valor Econômico - Finanças Para o presidente do Itaú, uma questão a ser discutida é como tratar o financiamento verde em países emergentes poluidores O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, defendeu a padronização dos critérios para financiamentos sustentáveis. De acordo com ele, hoje existem muitos critérios dispersos, mas uma regulação uniforme poderia dar impulso ao setor. "Criaria os estímulos certos para iniciativas verdes", disse o executivo em painel on-line no encontro anual do Institute of International Finance (IIF). De acordo com ele, muitas iniciativas relacionadas ao meio ambiente vêm sendo adotadas porque "é a coisa certa a ser feita", mas uma padronização dos critérios para definir o que é verde e o que não é ajudaria a criar os incentivos corretos para as boas práticas. Seria um incentivo, por exemplo, ao desenvolvimento de mercados de carbono, que Bracher disse considerar um instrumento fundamental para lidar com questões ambientais em países emergentes. O presidente do Itaú destacou que o combate ao desmatamento passa pela criação de estímulos para que a floresta tenha mais valor econômico de pé do que no chão. "A legislação não faz isso sozinha. Ela não cria todos os efeitos desejáveis", afirmou. "Você tem que ter estímulo econômico." Bracher afirmou que a pandemia elevou muito a consciência sobre questões ambientais nos países emergentes. No caso do Brasil, as queimadas no Pantanal e na Amazônia também contribuíram para essa percepção. Para o executivo, uma questão a ser discutida é como tratar o financiamento verde em países emergentes poluidores. Ele defendeu o estímulo a investimentos e financiamentos em projetos sustentáveis para reduzir emissões de gases poluentes nesses mercados. "Os bancos que atuam nesses países deveriam ter prêmio por investir em iniciativas ESG [sigla em inglês para critérios ambientais, sociais e de governança]." Segundo Bracher, seria uma visão estreita das autoridades bancárias penalizar instituições que atuem nesses países e estejam comprometidas com o financiamento sustentável. "Você pode dividir fronteiras, mas não pode dividir o planeta", disse. Questionado sobre o tratamento dos problemas ambientais no Brasil, o presidente do Itaú evitou críticas abertas ao governo, mas disse que "a falta de resultados fala por si mesma" e citou a alta nos índices de desmatamento neste ano. "O que quer que seja que estamos fazendo, precisamos fazer melhor", afirmou. No mesmo painel, Daniel Hanna, chefe global de finanças sustentáveis do Standard Chartered Bank, disse que será preciso fazer uma transição das economias baseadas em carbono para economias de baixo carbono. Na avaliação dele, o caminho terá de ser mais gradual nos países emergentes e mais rápida nos desenvolvidos. Veja Mais

Eleições em BH: Opositores criticam fala de Kalil sobre moradores de rua

O Tempo - Política Atual prefeito de Belo Horizonte disse que se der muito conforto, população em situação de rua vai aumentar Veja Mais

Apenas 13% dos brasileiros entendem o que é o Pix

Valor Econômico - Finanças Sondagem indica que experiência do cliente será principal diferencial para concorrentes A maioria da população brasileira nunca ouviu falar no Pix e uma fatia ainda menor sabe do que se trata, mostra levantamento da Globo. A sondagem, feita no fim de setembro, aponta que apenas 37% das pessoas têm alguma ideia sobre o novo meio de pagamentos instantâneos, e 13% entendem o que é. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Eleições em BH: Agenda dos candidatos a prefeito nesta quinta-feira (15)

O Tempo - Política 15 candidatos estão na disputa pela prefeitura de Belo Horizonte Veja Mais

Nilmário critica fala de Kalil sobre moradores de rua: 'absolutamente perversa'

O Tempo - Política Candidato do PT propõe usar prédios desocupados da capital para reinserção da população sem-teto Veja Mais

Dexter está de volta! Série terá continuação com 10 episódios

Dexter está de volta! Série terá continuação com 10 episódios

Tecmundo A série Dexter vai voltar para mais 10 episódios no canal Showtime. O serial killer favorito do público (interpretado por Michael C. Hall) poderá ser visto mais uma vez em sua melhor forma. A produção terá Clyde Phillips como showrunner e começará a ser filmada no início do próximo ano, com uma data de estreia prevista para o segundo semestre de 2021.Leia mais... Veja Mais

Zoom facilita vida de usuários com novas ferramentas

Zoom facilita vida de usuários com novas ferramentas

Tecmundo A plataforma de chat Zoom revelou, nesta quarta-feira (14), duas novas funções para facilitar a vida de seus usuários. A primeira delas, chamada OnZoom, tem objetivo de promover a descoberta de eventos virtuais, desde shows até aulas de exercício, por exemplo. Já o Zapps é focado em aperfeiçoar a experiência do ambiente de trabalho virtual com a integração de aplicativos. Zoom se tornou uma das principais ferramentas de comunicação durante o período de quarentena (Fonte: Pexels)Leia mais... Veja Mais

Universos fractais em expansão disforme poderiam existir nestes buracos negros

canaltech Muitas vezes, por falta de instrumentos capazes de observar objetos estranhos como buracos negros, a ciência se vê obrigada a trabalhar com hipóteses, modelos matemáticos e simulações de computador. Eventualmente, alguns cientistas extrapolam os modelos tradicionais e imaginam possibilidades para lá de exóticas — mas isso não significa que sejam impossíveis de serem reais. Este é o caso do novo e bizarro conceito de buracos negros fractais. Teoria de Einstein fica mais difícil de ser contestada com foto de buraco negro Nova análise do buraco negro fotografado em 2019 revela comportamento inesperado Astrônomos conseguem observar estrela sendo engolida por um buraco negro Trata-se de uma versão hipotética de buracos negros que poderiam existir em um universo diferente do nosso. Uma equipe de pesquisadores trabalhou com um conjunto matemático de uma categoria chamada “buracos negros carregados” e se deparou com algumas surpresas relacionadas ao espaço-tempo e paisagens fractais. Esses tais buracos negros carregados fazem parte de um dos vários tipos de buracos negros hipotéticos. Eles recebem esse nome porque possuem carga elétrica (enquanto há outro tipo hipotético que não possui carga elétrica). Embora seja um conceito puramente teórico, os cientistas querem explorar as possibilidades de que eles existam, e tentam deduzir como eles seriam — e eles fazem tudo isso sempre fundamentado em muita matemática, nada é meramente aleatório ou simplesmente imaginado. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Os buracos negros carregados estariam localizados em um universo de um formato peculiar, chamado espaço anti-de Sitter, ou hiperbólico, que possui uma curvatura geométrica negativa constante. Algo mais ou menos parecido com uma sela de cavalo. Hipóteses de possíveis formas do universo. A imagem do meio é a forma hiperbólica, que não é considerada possível para o nosso próprio universo (Imagem: Reprodução/NASA) Em nosso universo não existe nada como um espaço anti-de Sitter, já que ele se opõe à forma do espaço-tempo demonstrado por Einstein. Mas esse tipo de espaço poderia existir em um universo paralelo ao nosso, por exemplo. Ele teria uma constante cosmológica negativa e isso teria algumas implicações na astrofísica dali. Por exemplo, enquanto nosso universo se expande, nesse outro universo anti-de Sitter a matéria tenderia a se condensar em um buraco negro. Não sabemos se esses universos existem mesmo, mas se existirem, esses buracos negros carregados seriam bastante exóticos e teriam estruturas intrincadas, com possibilidades que encantaram as mentes dessa equipe de cientistas. Tanto que eles trabalharam com os cálculos necessários para saber mais sobre esses objetos hipotéticos. Eles encontraram algumas curiosidades, como o fato de que eles teriam muitas semelhanças com os buracos negros giratórios, um tipo que existe em nosso universo. E isso acabou sendo útil para ajudar a entender esses objetos do nosso cosmos real. Mas não ficou por aí. Os pesquisadores descobriram que quando esses buracos negros carregados se tornam relativamente frios, eles criam uma "névoa" de campos quânticos ao redor de suas superfícies. Essa névoa é então puxada para dentro pela gravidade imensa do buraco negro, mas também é empurrada para fora pela força de repulsão elétrica do mesmo buraco negro. Essa névoa de campos quânticos seria um supercondutor, algo que em nosso universo pode transmitir corrente elétrica sem nenhuma resistência. Calcular como supercondutores atuam nesses cenários exóticos também ajuda a entender estruturas matemáticas de modo que seja útil em aplicações reais, no nosso mundo. Então, essa equipe de cientistas decidiu ir mais a fundo nesse mundo da supercondutividade para descobrir o que existe abaixo da superfície desses buracos negros carregados — a partir de agora os chamaremos de buracos negros supercondutores. De acordo com o estudo, a física dentro desses buracos negros podem ser diferentes. Aliás, se entrarmos em um deles, os efeitos em nossos corpos difeririam dos efeitos que sofreríamos caso entrássemos em um buraco negro real de nosso universo. Conceito do coração da galáxia NGC 1068, que abriga um buraco negro supermassivo (Imagem: NRAO/AUI/NSF, S. Dagnello) Por exemplo, em buracos negros normais do nosso universo, nosso corpo sofreria algo chamado “espaguetificação”, caso entrássemos no horizonde de eventos nesses objetos. Trata-se de um processo em que esticaríamos à medida que o próprio espaço-tempo é distorcido e nossa noção de tempo deixa de fazer sentido. Nos buracos negros supercondutores, no entanto, não haveria espaguetificação. Infelizmente, no entanto, dentro desse buraco negro supercondutor a própria física também se destrói, levando embora qualquer vestígio do que poderia haver lá dentro. Há outras implicações interessantes em um buraco negro supercondutor, tais como a possibilidade de o interior deles ser um pouco espumoso. Normalmente, as partículas dos supercondutores do nosso universo real podem oscilar, criando ondas que se movem para frente e para trás. Então pode ser que nos buracos negros supercondutores próprio espaço vibre para frente e para trás. Se você cair dentro de um deles, será uma experiência um tanto esquisita dentro de um lugar ligeiramente espumoso que oscila em ondas de um lado para o outro. Mas e quanto às fractais mencionadas no início? Bem, é que se entrarmos ainda mais nesses buracos negros supercondutores, podemos nos deparar com um universo em expansão. Isso mesmo, um universo em miniatura se expandindo dentro do buraco negro — exatamente como uma fractal. Só que ao contrário da expansão do nosso cosmos real, onde tudo é constante e simétrico, seria um lugar bizarro onde o espaço pode se esticar e se deformar em taxas diferentes em direções diferentes. Ainda semelhante à matemática das fractais, esses buracos negros supercondutores poderiam, dependendo da temperatura, desencadear uma nova rodada de vibrações ondulares, que então criariam um novo ciclo de expansão do espaço, que por sua vez desencadeia uma nova rodada de vibrações, que então criam um novo ciclo de expansão, e… assim por diante, em escalas cada vez menores e potencialmente infinitas. Se você já viu uma fractal, entenderá o conceito. Se não viu, aqui está: Em uma fractal, as partes separadas repetem os traços e a aparência do todo completo, apresentando um padrão repetitivo, tornando difícil dizer se estamos olhando para uma parte ampliada ou para o objeto completo (Imagem: Reprodução/Wolfgang Beyer) Então, resumindo, neste universo anti-de Sitter, onde o tecido do espaço se forma de maneira oposta ao nosso, os buracos negros seriam do tipo carregado e supercodutores, e dentro deles poderiam existir um caminho para apreciarmos uma fractal de universos em expansões bizarras e distorcidas, repetindo-se infinitamente — ou quase, já que no centro dessa fractal, encontraríamos a singularidade, o ponto minúsculo e denso onde estaria cada pedaço de matéria que já caiu no buraco negro. Ali, já não é mais possível calcular o que poderia acontecer, pois toda a física se desintegra. O novo estudo foi publicado pelos pesquisadores no arXiv e aguarda a revisão de pares. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra iPhone 12 mini vs. iPhone SE (2020): qual compacto vale mais a pena? XDR e Ceramic Shield: entenda a tecnologia de ponta da tela do iPhone 12 OnePlus 8T é lançado com design renovado nas câmeras e carga super-rápida O céu (não) é o limite | Tesla perto de Marte, selfie de nave chinesa e mais! Veja Mais

Governo lança banco de dados que vai reunir informações genéticas de 100 mil brasileiros

Glogo - Ciência Iniciativa deve ajudar a identificar padrões de predisposição a doenças; governo quer usar banco para personalizar tratamentos do SUS. Projeto custará R$ 600 milhões em quatro anos. O governo federal lançou nesta quarta-feira (14) um programa que pretende armazenar em um banco de dados, nos próximos quatro anos, o sequenciamento genético de 100 mil brasileiros. Segundo o governo, isso permitirá, por exemplo, identificar predisposições de pacientes para determinadas doenças – o que, no futuro, pode resultar no acesso a tratamentos personalizados. O sequenciamento genético é um método utilizado na medicina de precisão que permite a leitura de todo o código genético do indivíduo. Com isso, é possível identificar as partes dessa sequência que podem levar ao aparecimento de determinadas doenças, por exemplo. Cientistas da USP concluem o maior sequenciamento genético de brasileiros De acordo com o Ministério da Saúde, o banco de dados terá genes de portadores de doenças raras, cardíacas, câncer e infectocontagiosas, como a Covid-19. Segundo a pasta, essas doenças foram escolhidas devido à elevada carga de casos no país e aos elevados custos que geram ao Sistema Único de Saúde (SUS). Recrutamento no SUS Os participantes da pesquisa, que terão seus genomas sequenciados, serão recrutados diretamente dos serviços do SUS que cuidam das doenças a serem investigadas. O projeto é inspirado no Projeto 100.000 Genomas do Reino Unido, iniciado em 2012. O programa terá investimento de R$ 600 milhões para nos primeiros quatro anos, segundo o governo. Denominado de Genomas Brasil, ele foi instituído pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em agosto, em uma portaria publicada no “Diário Oficial da União”. De acordo com o documento, o Genomas Brasil será financiado pelo orçamento do Ministério da Saúde, por emendas parlamentares destinadas a ações do setor e por recursos de programas de renúncia fiscal do ministério. O Genomas Brasil vai trabalhar, segundo o governo, com três frentes: fortalecer as áreas de ciência e tecnologia no Brasil, apoiando financeiramente a execução de pesquisas e formação de pesquisadores; estabelecer um projeto piloto de pesquisa para avaliar a viabilidade de implementação do serviço de genômica e saúde de precisão no SUS; e fortalecer e estimular a indústria brasileira de genômica e saúde de precisão. O Ministério da Saúde diz ter firmado acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), este ano, para disponibilizar mais de R$ 71 milhões do orçamento a ações de fomento à pesquisa e à capacitação de pesquisadores. A iniciativa também conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que trabalhará na atração e regulação de recursos privados para o programa. Pesquisadoras que estudam edição do genoma levaram Nobel de Química no início deste mês Banco de dados Em setembro, cientistas da Universidade de São Paulo (USP) concluíram a análise do material genético de 1.171 idosos de São Paulo. O estudo foi voltado para pessoas acima de 60 anos, e a média de idade dos participantes foi de 71 anos. O foco da pesquisa era entender como as células de idosos com mais de 90 ou 100 anos e saudáveis conseguiam se preservar durante tanto tempo. Coronavírus O sequenciamento genético também pode ser utilizado para obter informações sobre os organismos que causam doenças. O sequenciamento genético do novo coronavírus, causador da pandemia de Covid-19, foi feito por duas pesquisadoras brasileiras. As cientistas Jaqueline de Jesus e Ester Sabino usaram uma técnica trazida por Ester ao Brasil, há quatro anos. Na época, o método foi utilizado no enfrentamento à epidemia do vírus da Zika. Cientistas brasileiros sequenciam genoma do novo coronavírus no Brasil Veja Mais

Brasil é o país mais atingido por ataques de ransomware na América Latina

canaltech O Brasil é o país mais atingido por ataques de ransomware em toda a América Latina. Dos mais de cinco mil golpes desse tipo que acontecem todos os dias na região, 46,6% são registrados em nosso país, o que também nos coloca entre os territórios mais visados de todo o mundo. As peculiaridades regionais, entretanto, também fazem com que ameaças um bocado antigas, como é o caso do WannaCry, continuem perdurando como um perigo por aqui. Brasil registra alta de 40% em ataques de ransomware; setor da saúde virou alvo Cibercrime: na América Latina, empresas já são mais atacadas do que os cidadãos Novo malware bancário brasileiro se espalha pela Ásia e Europa Os números foram divulgados pela Kaspersky, empresa especializada em segurança digital, e colocam o Brasil com mais do que o dobro do índice de ataques do segundo colocado. No ranking, o México aparece como o segundo país que mais é alvo de hackers, com 22,5% das detecções da América Latina, sendo seguido de longe pela Colômbia, com 8%. De acordo com os especialistas, são mais de 1,31 milhão de golpes desse tipo por ano em nosso território, com prejuízos às empresas que variam na casa dos US$ 700 mil dólares, envolvendo desde o pagamento de um possível resgate até danos à imagem ou relações com os clientes. Brasil é o líder da lista de países mais atacados por ransomware na América Latina, com índice de pagamentos de resgate e obtenção de dados também em alta (Imagem: Divulgação/Kaspersky) De acordo com Santiago Pontiroli, analista de segurança da Kaspersky, o parque tecnológico desatualizado é um dos principais motivos para os altos números de ransomware vistos não somente no Brasil, mas também em toda a América Latina. Isso faz com que usuários finais e empresas daqui sejam vítimas de golpes, bem como permite que ameaças reconhecidas há anos continuem atingindo as corporações. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- As brechas em sistemas e servidores de acesso remoto aparecem no topo da lista de motivos pelos quais os hackers obtiveram sucesso em seus ataques, mas Pontirolli chama a atenção para a persistência do WannaCry entre os ransomwares mais eficazes da América Latina. A vulnerabilidade MS17-010, resolvida em servidores com Windows em 2017, segue sendo a segunda maior razão para intrusões no território, com a ameaça que parou o mundo há alguns anos ainda sendo um perigo real às empresas daqui. Além disso, chama a atenção a permanência do Windows 7 como o sistema operacional mais utilizado, acumulando 55% do território sem receber atualizações de segurança ou patches que corrigem brechas comuns, que podem ser utilizadas pelos atacantes. A versão atual do sistema operacional, o Windows 10, aparece em 21% dos registros da Kaspersky, seguido do Windows 8 (11% e com ciclo de vida marcado para ser encerrado em 2023) e do Windows XP (5%, com suporte estendido encerrado em 2014). Parque tecnológico desatualizado é citado como o principal motivo para o alto índice de ataques e, também, pela persistência de ameaças há alguns anos em atividade (Imagem: Divulgação/Kaspersky) O especialista cita, ainda, o alto índice de uso de softwares pirateados como mais um reflexo do alto número de golpes da região, com até mesmo versões correntes de sistemas operacionais e aplicações não recebendo updates por conta disso. De acordo com a Kaspersky, esse total é de 66% no território e, também, constitui o mais alto índice de alertas emitidos pelos softwares de segurança da companhia. “Começamos muito mal. Temos sistemas operacionais mal configurados e defasados, junto com uma adoção acelerada do trabalho remoto”, explica Pontirolli. Na visão dele, esse conjunto de aspectos faz com que os brasileiros e o restante dos latino-americanos fiquem vulneráveis não apenas aos ransomwares, mas a todo tipo de ameaça digital. “Cúmplice voluntário” Mais do que o parque desatualizado abrindo portas para os criminosos, a ideia é que a América Latina também se tornou um campo lucrativo para os ransomwares. De acordo com Pontirolli, as somas de pagamentos entregues aos bandidos é cada vez maior no território, enquanto a média dos pedidos também aumenta significativamente. Extorsões para não divulgação de dados roubados costumam acompanhar a perda das informações em si, aumentando a chance de criminosos receberem dinheiro das vítimas (Imagem: Divulgação/Kaspersky) Segundo o especialista, os pedidos de resgate circulam em torno dos US$ 84 mil, mas em ataques direcionados a grandes empresas, podem chegar a alguns milhões de dólares. Além disso, há uma aceleração no índice de tentativas desse tipo, com os criminosos disputando em um mercado cada vez mais concorrido. “Os hackers competem pelas vítimas mais desejáveis, já que quem chega primeiro tem mais chance de ter sucesso nos ataques e receber pagamentos”, completa. Os dados, novamente, corroboram esse tipo de afirmação. Apenas em 2020, foram de 700 a 1.000 empresas atingidas por diferentes famílias de ransomware somente na América Latina, algumas mais de uma vez, mostrando uma estratégia cada vez mais agressiva da parte dos criminosos, que não apenas travam os dados de suas vítimas até que recebam o resgate, mas também fazem o download destas informações para que sejam usadas em tentativas de extorsão. A Monero é a principal criptomoeda usada para o pagamento dos resgates, com um valor que mais do que dobrou desde março deste ano. No final das contas, o objetivo é não apenas se aproveitar da falta de atualizações e das dificuldades ainda existentes na adoção do trabalho remoto, mas também contar com a anuência das vítimas para que paguem o resgate. Mensagens agressivas enviadas por e-mail e pequenas provas de que o hacker efetivamente possui os dados são as principais armas para tornar os ataques lucrativos. Como diz o ditado... “Tomar atitudes preventivas ajuda a evitar ataques ou minimizar danos caso eles atenção. [Esse] é o melhor caminho, com as vítimas jamais devendo pagar caso sejam atacadas”, completa Pontirolli, indicando algumas melhores práticas para, se não evitar, reduzir os danos oriundos de um ataque de ransomware. Efetuar o resgate nunca é o melhor caminho, pois isso torna o crime lucrativo e pode ampliar as perdas, já que não existe garantia de que as informações serão devolvidas ou mantidas em sigilo depois disso. O uso de soluções de segurança em servidores e também nos dispositivos de usuários e colaboradores é essencial, juntamente com a realização de backups que reduzam a perda de informações em caso de um ataque. Além disso, vale a pena investir em iniciativas de educação para os funcionários e atualizações de computadores e infraestruturas, de forma que ameaças conhecidas não mais constituam um perigo. Pagar o resgate pedido pelos hackers não é recomendado por tornar a atividade lucrativa e não trazer garantias de que as informações serão devolvidas ou mantidas em sigilo (Imagem: Reprodução/Pixabay) O caminho ainda é longo, conforme os números da América Latina demonstraram, mas pelo menos, há esperança. De acordo com Claudio Martinelli, diretor-executivo da Kaspersky para o território, nossa região segue os padrões de despreparo para o trabalho remoto de todo o mundo, mas, ao mesmo tempo, também apresenta os índices de conscientização e adoção de ferramentas de proteção consistentes com o restante do globo. Apenas entre as soluções da empresa, por exemplo, houve um aumento de 13% na adoção em 2020, em relação ao ano anterior, com 45% mais downloads de soluções de segurança e crescimento de 22% nas parcerias com o setor corporativo. Por mais que as pequenas empresas ainda estejam correndo atrás do prejuízo, o panorama é de uma conscientização lenta, mas gradual, quanto às ameaças desta nova realidade. Sendo assim, Martinelli corrobora a ideia de Pontirolli, de que atitudes preventivas são o melhor caminho para garantir a proteção ou minimizar os riscos. “Não se pode pensar no cinto de segurança depois que o carro está pronto. A segurança deve estar presente desde o início de qualquer projeto, o que garante uma proteção nativa e integrada aos processos.” Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra iPhone 12 mini vs. iPhone SE (2020): qual compacto vale mais a pena? XDR e Ceramic Shield: entenda a tecnologia de ponta da tela do iPhone 12 OnePlus 8T é lançado com design renovado nas câmeras e carga super-rápida O céu (não) é o limite | Tesla perto de Marte, selfie de nave chinesa e mais! Veja Mais

Índice de preços ao consumidor da China sobe 1,7% ao ano em setembro

Valor Econômico - Finanças Deflação industrial da China continuou em setembro e o índice de preços ao produtor (PPI) caiu 2,1% em relação ao ano anterior, A inflação dos preços ao consumidor na China continuou a diminuir em setembro, uma vez que os preços da carne suína subiram em um ritmo mais lento, mostraram dados oficiais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

STF derruba leis estaduais de cadastro para chips pré-pagos; veja o que muda

canaltech O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta semana, revogar duas leis estaduais — uma no estado de São Paulo e outra em Santa Catarina — que obrigava as lojas e as operadoras de telefonia móvel a recolher dados pessoais de clientes que desejam adquirir um chip pré-pago. A maioria dos ministros votou positivamente para a derrubada das legislações; apenas dois votos contra foram registrados. Recadastramento de celulares pré-pagos termina nesta segunda-feira (18) Anatel vai exigir mais dados para habilitação de números pré-pagos Anatel lança site que permite consulta de linhas pré-pagas por CPF O argumento é que os textos são inconstitucionais, já que, conforme diz o inciso IV do artigo 22 da Constituição Federal, “compete privativamente à União legislar sobre águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão”. Mesmo assim, os únicos dois ministros que votaram pela permanência dos regulamentos debateram que tal responsabilidade pode sim ser dos estados, já que está ligada à segurança pública e proteção do consumidor. Na prática, porém, nada muda com a decisão. Afinal, já existe uma lei federal (10.703/2003) que obriga tais cadastros. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também possui um programa próprio de controle de cadastro de novos chips pré-pagos, exigindo as operadores façam com que o consumidor informe seu CPF e até mesmo responde algumas perguntas de segurança para ativar a linha. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Essas medidas, naturalmente, foram criadas para inibir a ação de criminosos — até poucos anos atrás, era possível registrar inúmeras linhas pré-pagas com um mesmo CPF e muitos golpistas usavam dados pessoais de terceiros para ativar números que seriam usados temporariamente para a aplicação de golpes. Por mais que tal controle possa parecer abusivo, vale lembrar que ele é necessário e o Brasil se destaca nesse quesito. Em muitos países, chips pré-pagos são sinônimo de atividade criminosa, pois não é necessário fazer qualquer cadastro ou procedimento de ativação para usá-los — tornando-os apropriados para quem deseja comunicar-se de forma anônima e impossível de rastrear. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Administradora de banda pop sul-coreana BTS estreia na Bolsa de Seul com forte demanda

Valor Econômico - Finanças As ações da Big Hit Entertainment, administradora da BTS, uma “boyband” do gênero pop sul-coreano (K-pop), dispararam em sua estreia na Bolsa de Seul na manhã desta quinta-feira (horário local), sinalizando uma forte demanda pelas ações. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena?

canaltech A Apple apresentou nesta semana quatro novos modelos do iPhone 12, entre eles o inédito iPhone 12 mini. Projetado para ser uma versão mais compacta e igualmente potente da nova geração, o smartphone tem preços a partir de US$ 699 (R$ 3,8 mil em conversão direta) e compete em um segmento com modelos Android de peso, caso do recém-lançado Samsung Galaxy S20 FE. iPhone 12 mini vs. iPhone SE (2020): qual compacto vale mais a pena? Galaxy S20 FE vs Galaxy S20: quais as diferenças entre os celulares da Samsung? Motorola Edge vs. Galaxy S10 Lite vs. Mi Note 10: quais as diferenças? Como o lançamento da Samsung também é uma versão mais “básica” da linha Galaxy S20 e vem agradando tanto a mídia especializada quanto os consumidores, decidimos colocá-lo lado a lado com o iPhone 12 mini para ajudar você a decidir qual dos smartphones mais “acessíveis” da nova geração vale o investimento. Construção e design Tanto o iPhone 12 mini quanto o Galaxy S20 FE não oferecem uma evolução no design em relação ao que já vimos em outros modelos de ambas as marcas. A versão mini do Novo iPhone conta com o famoso notch em formato de “bigodinho” para abrigar a câmera frontal e sensores do Face ID, mas está ligeiramente menor em comparação com o iPhone 12. Na parte de trás, ele acompanha o estilo que ficou conhecido como “cooktop”. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Visual do iPhone 12 mini é basicamente o mesmo do iPhone 11, mas com elementos do iPhone 5 (Foto: Divulgação/Apple) O Galaxy S20 FE também herda características de outros smartphones da Samsung, mas a aparência bebe muito da fonte do Galaxy Note 20: o módulo de câmeras parece uma peça de dominó, enquanto a tela ocupa quase que toda área frontal do aparelho graças a um furo na região superior central para abrigar a câmera frontal. Visual do S20 FE é mais sóbrio, mas ainda assim bonito (Foto: Divulgação/Samsung) Uma vantagem do iPhone 12 mini em relação ao rival está na construção, onde o aparelho da Apple conta com a tecnologia Ceramic Shield para proteger a tela contra quedas, além de alumínio e vidro na composição, enquanto o Galaxy S20 FE aposta no polêmico e teoricamente inferior plástico em seu corpo. No entanto, ambos não devem decepcionar quem procura um smartphone com resistência contra água e poeira, já que eles contam com certificação IP68. A diferença, aqui, está nos detalhes: o iPhone 12 mini aguenta até 6 metros embaixo de água doce por até 30 minutos, contra até 1,5 m de profundidade por até 30 minutos do smartphone da Samsung. iPhone XR e 11 ficaram mais baratos nos EUA, mas no Brasil preços subiram Resumindo: o aproveitamento de tela do Galaxy S20 FE é superior ao do iPhone 12 mini graças ao furo no display para a câmera frontal, o que não deve comprometer muito a visualização na hora de assistir filmes e séries. No entanto, como o “mini” do novo iPhone já indica, ele é extremamente compacto para os padrões atuais, ideal para usuários que possuem mãos pequenas. Na prática, a decisão entre um e outro vai da preferência de cada um. Tela iPhone 12 mini: OLED de 5,4 polegadas, resolução de 2.340 x 1080 pixels, 60 Hz de taxa de atualização; Samsung Galaxy S20 FE: Super AMOLED de 6,5 polegadas, resolução de 2.400 x 1.080 pixels, atualização de 120 Hz. Muitos usuários estavam esperando taxas de atualização mais rápidas no novo iPhone 12, o que acabou não acontecendo. No entanto, apesar de ser o mais “básico” da nova geração, o iPhone 12 mini conta com tela OLED, que promete cores vivas, contraste mais intenso e pretos mais profundos. Além disso, o smartphone tem suporte a HDR e revestimento resistente a impressões digitais e oleosidade. XDR e Ceramic Shield: entenda a tecnologia de ponta da tela do iPhone 12 iPhone 12 mini tem corpo do tamanho do iPhone SE (2020), mas tela muito maior (Foto: Divulgação/Apple) Sua principal arma contra o Galaxy S20 FE e outros smartphones da mesma faixa de preço é a a tela de 5,4 polegadas, tamanho bastante raro hoje em dia — o Galaxy S10e foi o último modelo premium da Samsung com display abaixo das 6 polegadas. Seu rival, por outro lado, conta com 6,7 polegadas, 1,3 polegada maior. Assim como o aparelho da Apple, o S20 FE é equipado com resolução Full HD e painel Super AMOLED, mas leva vantagem na taxa de atualização, que é de 120 Hz. Na prática, o celular da Samsung oferece conteúdos e animações na tela com mais fluidez, embora tenda e gastar mais bateria por isso. Tela do S20 FE oferece aproveitamento maior na parte frontal (Foto: Divulgação/Samsung) Mais uma vez, a escolha entre a versão mini do iPhone 12 e o Galaxy S20 FE pode ser decidida pela preferência do usuário, pois ambos trazem painéis com ótimos recursos e tecnologias, mas a aposta da Apple deve agradar quem procura um smartphone mais compacto, enquanto o modelo da Samsung pode ser ideal para filmes e séries. Câmeras iPhone 11 mini: principal de 12 MP + ultra grande-angular de 12 MP + frontal de 12 MP; Samsung Galaxy S20 FE: principal de 12 MP + ultra grande-angular de 12 MP + telefoto de 8 MP + frontal de 32 MP. O iPhone 12 mini manteve as duas câmeras traseiras de 12 MP cada do irmão mais velho, mas a Apple garante que houve muitas melhorias em relação à geração passada. A principal novidade é a adição do modo noturno nas lentes grande-angular e ultra grande-angular, capturado até 27% mais luz que o iPhone 11, além do pós-processamento mais inteligente devido ao chip A14 Bionic. Além disso, o smartphone conta com o recurso Deep Fusion, que analisa várias exposições para aumentar os detalhes em cenários à meia-luz ou com pouca iluminação, sem contar com o HDR Inteligente 3 e modo retrato. As mesmas tecnologias estão presentes na câmera frontal de 12 MP. Inédito da linha de iPhones, a gravação de vídeo em 10 bits com resolução 4K e Dolby Vision está disponível no iPhone 12 mini, com possibilidade de edição no Fotos, iMovie ou Clips. Nesse modo, segundo a Apple, o iPhone 12 mini grava em até 30 fps. iPhone 12 tem duas câmeras traseiras, assim como o iPhone 11 (Foto: Divulgação/Apple) O Galaxy S20 FE também conta com duas câmeras traseiras de 12 MP cada, mas há a adição de um terceiro sensor com lente telefoto que oferece zoom óptico de 3x e híbrido de 30x. O smartphone traz autofoco com detecção de fase (PDAF), estabilização óptica de imagem (OIS), além de conseguir gravar em 4K a 60 fps. Cortesia da interface OneUI 2.5, os recursos de vídeo profissional, como Tomada Única e a possibilidade de ajustar configurações da câmera enquanto grava, também estão presentes. A câmera frontal de 32 MP também é capaz de gravar vídeos em resolução 4K. Qual dos conjuntos de câmeras é o melhor, infelizmente ainda é muito cedo para dizer, mas nas próximas semanas devemos ter uma visualização mais completa de todo poder fotográfico dos novos iPhone 12. Na teoria, o sensor extra do S20 FE deve melhorar as fotos com zoom, além da câmera frontal de 32 MP oferecer mais resolução selfies. Processador e memória iPhone 12 mini: Apple A14 Bionic Samsung Galaxy S20 FE: Qualcomm Snapdragon 865 (5G) ou Exynos 990 (4G) Ambos os smartphones são equipados com o que há de melhor nas suas respectivas plataformas. O iPhone 12 mini é equipado com o novo chip A14 Bionic, primeiro do mundo fabricado no processo de 5 nanômetros (nm), enquanto o S20 FE conta com o Snapdragon 865 de 7 nm, atualmente um dos melhores chips Android. Em testes de benchmark, o chip da Apple supera os concorrentes com certa folga, mas a diferença não deve ser tão sentida na prática, já que os dois entregam excelência em tarefas de inteligência artificial, aplicativos e jogos pesados. Em relação às opções de memória RAM e armazenamento interno, a Apple não tem o costume de divulgar números mais exatos do seu lançamento, mas oferece versões com 64 GB, 128 GB ou 256 GB de espaço interno. Vale lembrar que o sistema da Apple é extremamente otimizado, portanto dezenas de apps e jogos abertos simultaneamente não devem fazer o smartphone ficar lento. O Galaxy S20 FE oferece opções com 6 GB ou 8 GB de memória RAM, bem como 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno, números padrões de todo smartphone Android premium. Bateria A Apple também não costuma divulgar a capacidade exata das baterias de seus lançamentos, mas a promessa é de até 15 horas de reprodução de vídeo offline ou 10 horas online no iPhone 12 mini. Espera-se que o consumo de energia do novo smartphone seja consideravelmente menor em relação à geração passada, muito disso graças ao chip A14 Bionic de 5 nanômetros. Seu rival, por outro lado, oferece 4.500 mAh de bateria, quantidade muito satisfatória considerando a tela gigante e o processamento mais potente. Importante mencionar que, se você quiser utilizar o smartphone no modo de alto desempenho, ou seja, com tela de 120 Hz de frequência, jogando ou gravando vídeos em 4K, a tendência é que a bateria drene mais rápido. Recursos extras Embora o 5G não seja mais uma novidade entre os smartphones com Android, o iPhone 12 marcou a estreia da tecnologia nos modelos da Apple. A empresa prometeu compatibilidade às redes mmWave (ondas milimétricas) e sub-6GHz, mas somente em regiões que suportam ambas as faixas — o Brasil, por exemplo, deve ficar com a versão 4G da linha. O mesmo deve acontecer com o S20 FE, que foi lançado internacionalmente com suporte as novas redes, mas deve chegar aqui apenas como 4G. Características em comum dos dois aparelhos: NFC, Bluetooth 5.0, suporte a pagamento por aproximação, certificação IP68 contra água e poeira, dois alto-falantes estéreos. No caso do iPhone 12 mini, há suporte a recarga sem fio de até 15 W MagSafe, que recarrega através de um conjunto de ímãs presente no smartphone. O S20 FE também tem carregamento sem fio de 15 W, mas é feito da maneira “tradicional”. S20 FE tem corpo de plástico, mas carrega outros dispositivos (Foto: Divulgação/Samsung) Uma vantagem do S20 FE é o suporte ao carregamento reverso, ou seja, ele é capaz de recarregar outros dispositivos, como smartwatches, fones de ouvido e até outros smartphones. Assim como os últimos iPhones, a versão mini do iPhone 12 conta com o desbloqueio facial Face ID, bem como o sistema operacional iOS 14 de fábrica e todas as suas novidades, incluindo widgets e o modo Picture-in-Picture (PiP), também disponíveis no Android há alguns anos. Confira todos os detalhes do iOS 14 Já a aposta da Samsung acompanha um leitor de digitais na tela, o que é o método mais utilizado entre os smartphones premium, bem como a personalização OneUI 2.5 baseada no Android 10. iPhone 12 mini vs. Galaxy S20 FE: qual vale mais a pena? Tanto o iPhone 12 mini como o Galaxy S20 FE são dois dos melhores smartphones na faixa dos US$ 700, que possui grandes nomes como Mi 10T Pro e o recém-lançado OnePlus 8T. A versão mais "básica" do novo iPhone 12 oferece o chip mais rápido atualmente, 5G e o design já conhecido dos fãs da marca por um preço bastante competitivo. Por outro lado, a Samsung também acertou com o S20 FE e trouxe um smartphone com 5G, tela extremamente fluida e de ótima qualidade, além de desempenho exemplar graças ao Snapdragon 865 por quase o mesmo valor. Com tantas semelhanças e diferenças, o que pode pesar na escolha são as plataformas oferecidas pela empresa: de um lado, o iOS 14 e toda sua otimização nos aplicativos; do outro, o Android e todo seu poder de personalização. Independentemente da escolha, você terá o melhor dos dois mundos nas mãos. iPhone 12 mini vs. Galaxy S20 FE: ficha técnica iPhone 12 mini Galaxy S20 FE Tela 5,4'' OLED, Full HD, 60 Hz 6,5'', Super AMOLED, Full HD, 120 Hz Chipset Apple A14 Bionic Qualcomm Snapdragon 865 5G Exynos 990 4G RAM N/A 6 GB ou 8 GB ROM 64 GB, 128 GB, 256 GB 128 ou 256 GB Câmera traseira 12 MP (principal) + 12 MP (ultrawide) 12 MP (principal) + 12 MP (ultrawide) + 8 MP (telefoto) Câmera frontal 12 MP 32 MP Bateria N/A 4.500 mAh Extras Face ID, IP68, 5G, Bluetooth 5.0, Wi-Fi 6, NFC, wireless charging Leitor de digitais na tela, NFC, Bluetooth, 5G, IP68, carga rápida, recarga sem fio, recarga reversa OS iOS 14 Android 10 Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung STF derruba leis estaduais de cadastro para chips pré-pagos; veja o que muda Veja Mais

MPF pede suspensão de construção de unidade da Eletronuclear para armazenar rejeito nuclear

Valor Econômico - Finanças O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma ação civil pública contra a empresa para suspender as licenças de construção de uma unidade para o armazenamento do rejeito das usinas de Angra 1 e 2 O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma ação civil pública contra a Eletronuclear para suspender as licenças de construção de uma unidade para o armazenamento do rejeito nuclear das usinas de Angra 1 e 2, na cidade de Angra dos Reis, no sul do Estado do Rio. As licenças foram expedidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em 2019. De acordo com o MPF, os documentos teriam sido emitidos indevidamente, pois não houve realização de Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EIA-Rima). Também não foram feitas consultas públicas ou audiências prévias com comunidades indígenas, quilombolas e caiçaras da região localizadas próximas ao empreendimento. Além disso, os procuradores argumentam que a Unidade de Armazenamento Complementar a Seco de Combustível Irradiado (UAS) configuraria uma nova instalação nuclear, cuja construção demandaria autorização prévia do Congresso. “Cumpre ressaltar que os rejeitos mantêm a mesma natureza nuclear do processo produtivo a partir do qual foram obtidos, e, de conseguinte, implicam os mesmos riscos à vida, à saúde e à incolumidade humanas”, afirma a ação, que também cita a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Atualmente, o depósito inicial dos rejeitos das usinas nucleares é feito em piscinas no interior do prédio de contenção das usinas nucleares, denominadas Piscinas de Combustíveis Usados (PCUs). A unidade complementar funcionará como depósito final do rejeito atômico, após o esgotamento da capacidade das PCUs, previsto para 2021. A construção da nova unidade de armazenamento é conduzida pela empresa americana Holtec e teve custo estimado em R$ 239,26 milhões. O MPF pede a antecipação dos efeitos da ação, com uma multa diária pelo descumprimento que pode chegar a R$ 18 milhões. Já a Eletronuclear afirma que realizou ampla campanha de divulgação sobre o projeto, além de ter feito, em dezembro de 2018, uma reunião pública sobre o empreendimento. De acordo com a companhia, participaram da reunião representantes do Ibama, da CNEN e das prefeituras da região. A empresa afirmou que convidou o MPF, mas que o órgão não compareceu ao evento. “A construção de uma unidade de armazenamento a seco, como a que está sendo erguida pela Eletronuclear, permite que esse material seja guardado com toda a segurança até que o governo brasileiro defina sua destinação”, complementa a companhia. A usina de Angra 1 está em operação desde 1985, enquanto Angra 2 começou a operar comercialmente em 2001. Atualmente, a Eletronuclear conduz a construção da usina de Angra 3, cujas obras foram interrompidas em 2015. Na semana passada, o MPF também pediu a suspensão da construção da unidade, alegando descumprimento de condicionantes socioambientais das licenças prévia e de instalação do projeto. Veja Mais

A Apple reduzirá o impacto ambiental com iPhones 12 sem carregadores? Calma lá

canaltech Se você não foi descongelado nos últimos 45 minutos, deve saber que a Apple anunciou na última terça-feira o aguardado iPhone 12, nova versão do smartphone da marca. Apresentado em quatro versões, ele traz dois destaques: são os primeiros modelos da Maçã a trazer conectividade 5G e, o ponto mais polêmico: nenhum deles trará um carregador de bateria - apenas o cabo USB-C Lightining (e nem o tradicional fone de ouvido). Apple lança novos iPhone 12 e HomePod Mini em evento especial; veja os destaques O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? Apple libera o iOS 14: essas são as novidades do novo sistema A ausência do acessório já vinha sendo comentada há algum tempo, logo, sua confirmação não gerou tanta surpresa. E os motivos apresentados pela Apple para que o iPhone não traga um carregador são nobres. São eles: Existem mais de 2 bilhões de adaptadores de energia da Apple no mundo, sem contar os bilhões de adaptadores de terceiros; Os usuários da marca já têm mais de 700 milhões de fones de ouvido no Lightning e muitos clientes mudaram para uma experiência sem fio; Remover esses acessórios das caixas do iPhone reduziria as emissões de carbono e evita a mineração e o uso de materiais preciosos; Com menos itens incluídos, a embalagem do iPhone é menor. Logo, a Apple pode colocar até 70% mais produtos em um compartimento de transporte. Com isso, seriam cortadas mais de 2 milhões de toneladas métricas de carbono por ano. Segundo números da empresa, é como remover 450 mil carros das estradas anualmente. Todos esses números foram divulgados por Lisa Jackson, vice-presidente de Meio-Ambiente, Políticas e Iniciativas Sociais da Apple. E, sejamos justos, é uma ação louvável da empresa na direção de diminuir o impacto ambiental causado por seus produtos. Principalmente, quando sabemos que o mundo gerou 53,6 milhões de toneladas métricas de lixo eletrônico em 2019. Esses números foram divulgados no Global E-Waste Monitor 2020, relatório de co-autoria do cientista Ruediger Kuehr e patrocinado pela Universidade das Nações Unidas, com a colaboração de organizações como a União Internacional de Telecomunicações. E, segundo o documento, esse número continuará a aumentar para 74 milhões de toneladas métricas até 2030, quase o dobro do valor registrado em 2014. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Mas será que as tais medidas geram tanto impacto assim? Uma matéria publicada pelo site da prestigiada revista Wired mostra que especialistas em sustentabilidade estão bem céticos quanto a isso. Perspectivas De acordo com a publicação, um dos que minimizam as ações ambientais da Apple é o próprio Ruediger Kuehr. Ele afirma que é importante colocar o impacto da remoção do carregador e dos EarPods dos iPhones e Apple Watches mais recentes em perspectiva. "A porcentagem de carregadores provenientes de tablets, smartphones, entre outros dispositivos. é de apenas 0,1% do aumento total do lixo eletrônico no mundo", disse ele. "Isso representa cerca de 54 mil toneladas métricas de lixo eletrônico gerado. Se você considerar apenas a parte da Apple, é provavelmente a metade ou menos. No máximo, você, provavelmente, poderia dizer que é 25 mil toneladas métricas, ou 0,05% do aumento total do lixo eletrônico anualmente".  Para o especialista, a falta de um adaptador de carregamento na caixa não significa que as pessoas não precisarão mais deles. As pessoas podem usar o que têm disponível em casa, mas muitos ainda comprarão adaptadores da própria Apple ou de outras marcas. "Eles agora precisam ser embalados e enviados separadamente dos telefones, aumentando assim as consequências ambientais", afirmou.   A opinião de Kuehr é corroborada por Sara Behdad, pesquisadora de sustentabilidade da Universidade da Flórida. Para ela, "a análise da Apple é baseada na impressão de que muitos usuários realmente não precisam de carregadores e EarPods, porque eles já os têm. Mas muitos usuários não. Então, eles têm que comprá-los, e isso requer embalagem e transporte extra." Além disso, a relação entre um carregador e um iPhone também não é necessariamente um para um. Behdad afirmou a Wired que usou mais carregadores do que o número de telefones que possuía. Embora isso seja algo até normal, a pesquisadora disse que são necessárias pesquisas e mais pesquisas para fazer declarações conclusivas, "mas é bem possível que as pessoas comprem mais de um carregador da Apple ou de outros fabricantes de acessórios". Os iPhones 12 ocuparão menos espaço nos caminhões? Veja bem... A alegação da Apple de que os iPhones 12 sem carregador e fones de ouvido ocupariam menos espaço nos caminhões, já que as embalagens seriam menores, também gera controvérsia. Segundo Sara Behdad, a forma como o iPhone é distribuído não se baseia em quantos aparelhos a empresa pode colocar em um compartimento de transporte, mas sim na demanda dos usuários e ela não acreditra que essa demana mudará: Se eles já vendem 100 unidades de iPhones para uma loja específica, ainda assim o farão e enviarão esse número para o estabelecimento. Eles não enviam 200, assim, do nada para a loja. Eles enviam com base na demanda, não com base em quantos eles podem colocar em um compartimento de transporte" Já Ruediger Kuehr chama a atenção para o fato de que a Apple não usa um cabo de carregamento universal para sua gama de dispositivos, ao contrário do ecossistema Android, que adotou o USB-C como padrão. O iPad Pro e o iPhone, por exemplo, usam dois cabos diferentes, criando mais lixo eletrônico. Além disso, o iPhone 11, lançado em 2019, incluiu um adaptador de energia com uma porta USB-A. O iPhone 12 vem com apenas um cabo USB-C Lightning, que é incompatível com esse adaptador. Logo, a menos que o usuário tenha um adaptador USB-C de um fabricante de acessórios terceiro ou de outros eletrônicos, ele precisará de um novo item do gênero. Sim, mais lixo. E ainda temos o MagSafe Ainda no anúncio de lançamento dos iPhones 12, a Apple anunciou também a volta da tecnologia MagSafe, que permite ao dispositivo se conectar com segurança, e de forma magnética, a outros acessórios, como carregadores sem fio e outros itens. MagSafe: outro processo de carregamento que pode gerar mais lixo eletrônico (Foto: divulgação / Apple) Os carregadores sem fio existentes ainda conseguirão recarregar a gama do iPhone 12, mas é razoável pensar que muitos usuários, provavelmente, adotarão este novo sistema, se desfazendo de seus acessórios mais antigos. A Aira, uma empresa que fabrica tecnologia de carregamento sem fio exclusiva, que consegue detectar a localização de um dispositivo em vez de exigir um posicionamento específico por parte do usuário, diz que a MagSafe adiciona uma "camada de fragmentação e exclusão à mistura". Em um comunicado publicado em seu site, a empresa afirma: "A Apple criou agora dois caminhos divergentes para carregamento sem fio: um focado na colocação gratuita do dispositivo em uma superfície que suporta o padrão Qi adotado globalmente e outro que é proprietário de um produto e empresa específicos. Um fabricante de acessórios pode oferecer um carregador sem fio para proprietários de Android e iPhone, mas agora eles precisarão criar variantes MagSafe separadas para proprietários de iPhone 12" Ou seja, mais lixo. Os produtos da Apple não são dos mais amigáveis a reparos  O subtítulo acima é autoexplicativo para quem tem um produto da Apple. Seja um iPhone, um iPad, bem como outros dispositivos ou acessórios da marca, o fato é que consertar qualquer um deles é uma tarefa inglória. E, quase sempre, cara. Por isso, Kuehr que a Apple pode fazer mais para permitir aos consumidores a opção de consertar seus próprios dispositivos. E, com isso, evitar que eles comprem novos aparelhos ou acessórios sempre que um produto da marca seja danificado. E essa poderia ser uma outra forma interessante de diminuir o lixo eletrônico. No entanto, a própria Apple nunca se mostrou simpática a essa mudança. A empresa já realizou um lobby gigantesco contra a legislação nos EUA que exigiria que a marca concedesse aos clientes acesso aos recursos necessários para realizar suas próprias correções. A Apple deu alguns passos rumo à capacidade de reparo em 2019, quando começou a oferecer às empresas de reparos independentes os mesmos manuais e ferramentas usados ​​por prestadores de serviços autorizados. No entanto, os defensores dos reparos dizem que ela deveria disponibilizá-los também aos clientes. E quais são as soluções para reduzir o impacto ambiental? Bom, segundo a Wired, a primeira - e principal delas - é a Apple atingir um ciclo de produção de um iPhone usando materiais 100% recicláveis em todo o processo de fabricação - já que essa é a área onde o impacto ambiental do telefone é maior. Kuehr diz esse processo começa com a Apple configurando seu próprio sistema para ter os dispositivos usados de volta a suas mãos, reduzindo assim a necessidade de realizar mineirações na terra em busca de materiais. "Em seguida, eles projetarão as máquinas de uma forma que sejam mais fáceis de reciclar e reparar e onde os componentes podem ser reutilizados". A própria Apple anunciou essa iniciativa em 2017 com o objetivo de criar um circuito fechado de fornecimento e fez alguns progressos. A nova linha do iPhone 12 usa elementos de terra rara 100% reciclados para todos os ímãs internos, e o mesmo aconteceu para o Taptic Engine, que forneceu o feedback tátil da tela no iPhone 11. A Maçã também usa caixas de alumínio 100% reciclados há vários anos em produtos selecionados. Ela emprega bots de desmontagem para recuperar esses materiais preciosos a partir de dispositivos usados. Além disso, a empresa também recentemente decidiu se tornar neutra em carbono até 2030. No entanto, levará algum tempo antes que a Apple revele um iPhone feito totalmente de componentes e materiais totalmente reciclados.   Outro caminho para uma diminuição mais efetiva do impacto ambiental passa justamente pelos carregadores. Seja pela padronização de uma conexão para todos os dispositivos (como já acontece, em boa medida, com o USB-C), seja com um padrão único e aberto na entrega de energia para carregamento de bateria. A especificação mais recente permite que os adaptadores produzam até 100 watts, com a capacidade de reduzir essa entrega se o dispositivo conectado não aceitar tanta energia. Um bom exemplo disso é o protocolo Quick Charge 5, da Qualcomm, que suporta o padrão PD. A companhia afirma que pode recarregar totalmente um smartphone em 15 minutos. No entanto, os adaptadores incluídos em muitos telefones, hoje, não são adequados o suficiente para recarregar dispositivos maiores e que consomem muita energia. Mas, conforme chegam mais carregadores de alta potência, será possível carregar um único adaptador para carregar seu smartphone, tablet, laptop e outros dispositivos. Por fim, outra alternativa passa por um componente chamado Nitreto de Gálio (GaN), que é um composto com propriedades semicondutoras. O gálio e o nitrogênio, quando ligados, têm características que são vantajosas quando usados ​​para carregamento. Por exemplo, o composto pode esfriar mais rápido, ao mesmo tempo em que opera em temperaturas mais altas. Além disso, o GaN resulta em um adaptador de carregamento que é significativamente menor, oferecendo a mesma potência ou até mais. "Isso significaria menos plásticos, menos cerâmicas, menos fios de metal, menos processamento e menos reprocessamento para entregar a mesma função”, afirmou Huili Grace Xing, pesquisador de ciência dos materiais na Universidade Cornell. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

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Tecmundo Nesta semana, a Apple anunciou os novos aparelhos da linha iPhone 12 cheios de novidades para capturar fotos e vídeos. Cada modelo possui um conjunto distinto de sensores e capacidades técnicas que os distingue e também justifica a diferença de preço.Os modelos iPhone 12 Mini e iPhone 12 trazem dois sensores de câmeras cada um. O sensor principal ainda traz os mesmos 12 MP de modelos anteriores, mas ele conta com aprimoramentos importantes.Leia mais... Veja Mais

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Adaptação de Monster Hunter com Milla Jovovich ganha primeiro trailer; assista

canaltech   O primeiro trailer da adaptação de Monster Hunter está entre nós, estrelando Milla Jovovich e Tony Jaa nos papéis principais. A trama mostra um grupo de militares que foi teleportado para outra dimensão onde encontram os monstros gigantes típicos da série da Capcom.  The Batman | Novas fotos mostram Colin Farrel irreconhecível como Pinguim News of the World, com Tom Hanks, ganha trailer emocionante; veja Imagina um universo compartilhado de filmes do Adam Sandler? Ele diz que topa O filme já tinha recebido um teaser, mas agora é possível entender mais sobre a história. Ao chegarem a este mundo desconhecido, os militares também entram em confronto com a população local e descobrem que suas armas não surtem efeitos contra a fauna regional. Assim, Natalie Artemis (personagem de Jovovich) e The Hunter (Tony Jaa) possivelmente devem se unir para eliminar os monstros gigantes.  O longa é desenvolvido pela Constantin Films, Capcom, além de contar com investimentos da Tencent Pictures. Paul W.S. Anderson assina como diretor. A quem não conhece, ele também é responsável pelas adaptações de Resident Evil e Mortal Kombat para as telonas. O trailer mostra alguns personagens icônicos da série, como o dragão Rathalos. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! Tony Jaa é conhecido pelas suas acrobacias marciais, estrelando um dos filmes mais respeitados do gênero atualmente: Ong Bak. Como The Hunter, ele será o personagem que vai ensinar Artemis tudo sobre como eliminar os monstros gigantes. Monster Hunter estava agendado para lançamento em abril do ano que vem, mas foi adiantado para 30 de dezembro de 2020. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra iPhone 12 mini vs. iPhone SE (2020): qual compacto vale mais a pena? XDR e Ceramic Shield: entenda a tecnologia de ponta da tela do iPhone 12 OnePlus 8T é lançado com design renovado nas câmeras e carga super-rápida O céu (não) é o limite | Tesla perto de Marte, selfie de nave chinesa e mais! Veja Mais

Alexandre acompanha Fux e vota para André do Rap retornar à prisão

O Tempo - Política Em seu voto, o ministro não só reforçou o entendimento de Fux de que o artigo 316 do CPP não implica na revogação automática de prisão preventiva Veja Mais

Saúde 5.0: ainda falta muito para a telemedicina alcançar todo o seu potencial

canaltech Não é segredo que a vida humana tem melhorado cada vez mais, graças ao salto tecnológico que a área médica deu nos últimos anos. Com a Saúde 5.0, os benefícios do avanço tecnológico já são e serão ainda maiores. Afinal, diferentes sistemas operacionais e wearables estão conectados e permitem o monitoramento de pacientes, em tempo real. Telemedicina, Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas na Medicina (IoMT) fornecem dados que médicos e enfermeiros nunca tiveram (ou sonharam) de seus pacientes, mas o quanto disso já é realidade? Saúde 5.0: é assim que a transformação digital atua contra a COVID-19 Como a Inteligência Artificial consegue diagnosticar COVID em exames de sangue? HACKMED | Como a IA está transformando a medicina brasileira Com tantas novas possibilidades, é preciso diferenciar o que, de fato, faz parte da área médica — no Brasil e no mundo — e o que está em processo de desenvolvimento dentro da medicina. Para entender as questões que envolvem a telemedicina, com foco na teleconsulta, o Canaltech acompanhou painel da segunda edição da Global Summit Telemedicine & Digital Health, que discutiu o tema. Na Saúde 5.0, a telemedicina ainda está longe do seu máximo potencial e do monitoramento dos pacientes (Imagem: Reprodução/ National Cancer Institute/ Unsplash)  Com atividades até sexta-feira (16), o evento digital é organizado pela Associação Paulista de Medicina (APM) em conjunto com o Transamerica Expo Center (TEC) e discute os rumos da área médica para os próximos anos. Na ocasião, estavam presentes João Galdino, CEO e co-fundador da Genesis, e Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini, mediados por Paulo Henrique Fraccaro, superintendente ABIMO. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Telemedicina e a pandemia da COVID-19   Somente com a pandemia da COVID-19, a telemedicina foi aprovada no Brasil. A manobra foi realizada, em caráter temporário, pelo Ministério da Saúde, em março deste ano, e pela Lei 13.989, em abril. Em outras palavras, a trajetória desse modelo ainda é muito recente no país e há muito espaço para avançar, principalmente, na democratização do acesso à saúde e em economia de recursos. No entanto, esse nem de longe é um caminho simples — e exigirá adaptações. “Um dos grandes benefícios da pandemia é a telemedicina e isso é inegável. Só que um médico praticar telemedicina sem acessar seu prontuário ou seus dados é um risco. É esse risco que a gente [da área de tecnologia] tem que mitigar e buscar uma solução para o médico se sentir confortável em tratar o paciente", pontua João Galdino, CEO da Genesis e professor de IA na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Uma coisa é eu analisar o João Galdino com base no que o João fala. Outra coisa são os sinais vitais do João. O João, aqui, não é cardiologista, como eu vou saber se meu batimento está irregular?", questiona Galdino sobre um dos entraves do atendimento 100% virtual. Análises como essas demandam a avaliação de um médico que pode ser feita de forma remota, desde que haja equipamentos disponíveis e, até mesmo, informações de um smartwatch em algumas circunstâncias. Essa é uma situação hipotética, mas não está distante dos desafios da telemedicina, como encontrar formas viáveis de monitorar os sinais de um paciente. “O hospital é um ambiente muito analógico, quando falávamos de telemedicina há dois anos, isso era um tabu até, dependendo da instituição, porque a instituição não tem nem uma rede estruturada para comportar a rede interna do hospital e, quem dirá, um ambiente de teleconferência", comenta o professor de IA. Em oposição a esse cenário, salas inteligentes, robôs cirurgiões, teleconferências também são realidade. Utopia: conexão total entre o médico e a rotina do paciente Esse desafio é brasileiro, mas se estende de forma global. Por exemplo, o Vale do Silício já se movimenta, através de grandes players — como a Microsoft, do Google, da Amazon e da Apple —, para criar um ecossistema de saúde unificado. Afinal, a medicina preventiva aplicada em larga escala pode ser um enorme benefício para a sociedade. Também se sabe que prever uma doença crônica é muito mais caro que tratar, mas para isso são necessárias grandes análises de dados. Wearables devem se tornar mais populares para turbinarem a telemedicina e a IoMT (Imagem: Reprodução/ Global Summit Telemedicine & Digital Health 2020) “Um tratamento médico de um diabético [com insulina] está em torno de 500 a 800 até 1.500 reais por mês. É muito mais barato se eu monitorar e tratar esse cara antes de ele se tornar diabético. Esse é um dos pontos em que falamos que a transformação digital vem muito forte", exemplifica Galdino. “Hoje, comumente, o IOMT está sendo aplicado em pulseiras inteligentes e há monitoramento através de dispositivos, como monitoramento de sono, frequência cardíaca, entre outros", lembra Galdino. Entretanto, de forma descentralizada, esses dados não ajudam médicos a prever processos. “Se eu tivesse um smartwatch, monitorando minha frequência cardíaca, minha pressão ou qualquer outra grandeza e isso ir direto para o meu médico, para o meu plano de saúde. Ele poderia recomendar que eu andasse mais, que eu mudasse minha alimentação, que eu tratasse meu sono", reflete o professor sobre a possibilidade desse monitoramento prever processos, além de ajudar no diagnóstico de uma consulta. “Obviamente que, quando falamos de estatísticas, nós não vamos tratar 100% da massa, mas se eu tratar 50 a 80% da massa de dados que estamos coletando das pessoas, já conseguimos uma economia estratosférica para o nosso universo", adianta Galdino sobre essas novas ferramentas para a área médica. Para explicar, seria como levar o monitoramento de uma UTI para o pulso da pessoa, onde ela será monitorada no dia a dia e a longo da vida. Para democratizar o acesso à saúde a partir dessas tecnologias, wearables também devem se tornar mais populares e só assim facilitarão o acompanhamento médico em áreas de pouco acesso. Isso não é um detalhe, porque os centros urbanos e pessoas com maior poder aquisitivo já contam com algum acompanhamento médico, provavelmente, de melhor qualidade. Foco no compartilhamento de dados “Na ponta do iceberg, esses dados estão sendo monitorados, mas eu tenho um plano de saúde X que não recebe essa informação. Essa informação fica, simplesmente, no meu celular de forma inútil, porque eu vou consultar ela e não meu médico. Um dos grandes desafios é interconectar", aponta Galdino. Nesse sentido, o prontuário também deve ser revisto e precisa ser mais que a transição apenas das informações do papel para o modelo virtual, incluindo esses novos dados. Há grandes desafios para a telemedicina percorrer (Imagem: Reprodução/ Anna Shvets/ Pexels) “Todo mundo fala de interoperabilidade, mas, na prática, a gente sabe que isso ainda é um pouco utópico. Principalmente, em conectar um equipamento da marca X com um sistema da marca Y com aplicativo da marca Z", comenta, sobre a dificuldade imposta pela interoperabilidade que deve ser resolvida nos próximos cinco anos. Depois que tecnologia superar esse desafio entre a coleta e possibilidade da análise desses dados, uma nova investigação será necessária. A questão é se as novas informações coletadas do paciente, principalmente a da sua rotina, trarão um benefício real para a medicina ou se demandam muito mias trabalho para o que fornecem. Galdino também faz uma ressalva importante quanto ao compartilhamento e coleta de dados, a segurança da rede hospitalar. Afinal, essas informações médicas de pacientes podem valer uma pequena fortuna na dark web. Menos conservadorismo na medicina? Mesmo que a pandemia da COVID-19 tenha acelerado a migração da medicina para operações virtuais, esse caminho ainda não está construído e muitas soluções ainda são necessárias, dependendo da demanda da telemedicina. “A tendência do setor, é um setor mais conservador, altamente regulado, porque, obviamente, visa preservar vidas. Dentro desse contexto, cabe, sim, acelerarmos as oportunidades. Vejo a telemedicina como uma grande oportunidade não apenas para reduzir custo, mas para democratizar a saúde de qualidade no Brasil", afirma Marco Stefanini... Uma das possíveis soluções para acelerar os processos na telemedicina é testes de formatos e um pouco de experimentalismo para o setor. “No conceito de transformação digital, tem o que chamamos de um piloto ou até mesmo de um MVP", comenta Stefanini. Por MVP, entende-se um projeto de alcance restrito, onde testes acontecem e os desenvolvedores e envolvidos analisam o que pode ser melhorado e de que forma. "Vamos ser honestos: você fazer uma cirurgia a distância é uma coisa, você fazer uma consulta a distância vai anos-luz de distância", lembra o CEO sobre a dificuldade em buscar inovação. Nesse sentido, alguns modelos de teleconsulta já são viáveis, enquanto algumas operações, principalmente, as mais delicadas, precisam ser melhores investigadas. Provavelmente, em alguns anos, esse panorama será totalmente outro, tanto nas possibilidades quanto nas soluções. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra iPhone 12 mini vs. iPhone SE (2020): qual compacto vale mais a pena? XDR e Ceramic Shield: entenda a tecnologia de ponta da tela do iPhone 12 OnePlus 8T é lançado com design renovado nas câmeras e carga super-rápida O céu (não) é o limite | Tesla perto de Marte, selfie de nave chinesa e mais! Veja Mais

Comissão debate impacto das queimadas na saúde dos animais e das pessoas - 14/10/20

Comissão debate impacto das queimadas na saúde dos animais e das pessoas - 14/10/20

Câmana dos Deputados A intoxicação do meio ambiente devido aos incêndios pode piorar as condições de saúde das populações afetadas. A comissão que acompanha as queimadas nos biomas brasileiros debateu o assunto com especialistas. Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: http://www.facebook.com/camaradeputados http://www.twitter.com/camaradeputados Conheça nossos canais de participação: http://www2.camara.leg.br/participacao/saiba-como-participar/institucional/canais #CâmaraDosDeputados Veja Mais

Dólar fecha em leve alta de olho em segunda onda da covid-19 na Europa

Valor Econômico - Finanças O noticiário doméstico ameno acabou não interferindo no pregão desta quarta-feira. Ainda assim, os riscos fiscais permanecem no radar A decisão da França de instituir novamente o estado de emergência e impor toque de recolher em grandes cidades do país reforça os temores sobre uma segunda onda da covid-19 na Europa. Diante desse cenário, o dólar comercial apagou a leve queda que sustentava mais cedo e encerrou com alta de 0,37%, a R$ 5,5991. O noticiário doméstico ameno acabou não interferindo no pregão desta quarta-feira. Ainda assim, os riscos fiscais permanecem no radar. Kiyoshi Ota/Bloomberg Veja Mais

Eleições em BH: João Vítor defende ampliação dos Centros de Assistência Social

O Tempo - Política O deputado afirma que os equipamentos serão de extrema importância no cenário pós-pandemia na capital mineira Veja Mais

Piores malwares de setembro: Emotet continua liderando e Valak inaugura na lista

canaltech Como de praxe, os pesquisadores da Check Point acabam de divulgar o seu Índice Global de Ameaças, relatório mensal que lista os malwares mais populares e perigosos utilizados por criminosos cibernéticos ao redor do globo. Ao longo do último mês de setembro, o trono de ouro seguiu sendo do Emotet — uma botnet que é amplamente empregada para distribuir outros tipos de vírus, sendo, na maioria das vezes, inofensiva por si só. Piores malwares de agosto: Emotet segue no topo e Qbot ganha destaque Com 12 anos de idade, malware Qbot retorna evoluído e ainda mais perigoso Malware infectou mais de 45 mil smartphones Android e não some nem com reset O destaque fica para o estreante Valak, que nunca havia figurado no ranking e já chegou em nono lugar. Identificado pela primeira vez em 2019, o malware originalmente também só servia para entregar outras cargas maliciosas; porém, nos últimos meses, ele ganhou novos recursos para roubar informações pessoais e espionar empresas através da coleta de dados do Microsoft Exchange. Vale observar também que o Qbot, trojan bancário que apareceu pela primeira vez na lista do mês passado em décimo lugar, já subiu para a sexta posição em apenas um mês. Ele é capaz de roubar credenciais bancárias e vigiar suas conversas no Microsoft Outlook, criando campanhas de phishing altamente realistas usando como base conversas reais que você está tendo com seus contatos. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- “Essas novas campanhas que espalham o Valak são mais um exemplo de como os atacantes visam maximizar seus investimentos em formas comprovadas de malware. Com as versões atualizadas do Qbot que surgiram em agosto, o Valak se destina a permitir o roubo de dados e credenciais em grande escala de organizações e indivíduos”, explica Maya Horowitz, diretora de inteligência de ameaças & pesquisa e produtos da Check Point. “As empresas devem considerar a implementação de soluções antimalware que possam impedir que esse conteúdo chegue aos usuários finais e orientar seus funcionários a serem cautelosos ao abrir e-mails, mesmo quando eles parecem ser de uma fonte confiável”, finaliza a executiva. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Como otimizar o Genshin Impact para rodar no seu PC

canaltech Genshin Impact (Android | iOS | PS4 | PC) é a mais nova sensação em jogos de estilo RPG. O Jogo desenvolvido pela miHoY, oferece aos seus jogadores a experiência de um RPG em mundo aberto, onde o principal objetivo do jogador é explorar e fortalecer seus personagens. PS5 | Sony cria novo sistema de contas e unifica serviços PlayStation e mobile Como saber quem é o impostor no Among Us Ao logo do jogo, você deverá completar missões, encontrar novos personagens e explorar a história principal do jogo. Genshin Impact, tem algumas semelhanças em jogabilidade e aparência visual com The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mas ainda assim os jogos têm propostas bem diferentes. O que é Genshin Impact, jogo fenômeno comparado a Zelda: Breath of The Wild? Como baixar e jogar Genshin Impact Você pode jogar Genshin Impact de maneira totalmente gratuita em seu celular, computador ou PS4. No entanto, o jogo que foi lançado dia 28 de setembro de 2020, tem apresentado alguns erros que tem sido relatados pelos usuários. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Em seu site oficial, foi anunciado que duas grandes atualizações ainda serão realizadas em 2020, trazendo novidades e corrigindo bugs que foram descobertos após seu lançamento. A seguir em nossa matéria, confira um guia com algumas configurações que podem otimizar o Genshin Impact para rodar em seu PC. Como otimizar o Genshin Impact para rodar no seu PC Através do site oficial do Genshin Impact, foram divulgados quais são as especificações mínimas e recomendadas para executar o jogo sem preocupações. Confira a seguir; Especificações recomendadas  Sistema Operacional: Windows 7 SP1 64-bit ou Windows 8.1 64-bit ou Windows 10 64-bit Processador: Intel Core i7 ou equivalente Memória: 16 GB RAM Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 6GB ou superior Versão do DirectX: 11 Espaço de Armazenamento: 30 GB disponíveis Especificações minímas  Sistema Operacional: Windows 7 SP1 64-bit ou Windows 8.1 64-bit ou Windows 10 64-bit Processador: Intel Core i5 ou equivalente Memória: 8 GB RAM Placa de Vídeo: NVIDIA® GeForce® GT 1030 ou superior Versão do DirectX: 11 Espaço de Armazenamento: 30 GB disponíveis Mas ainda que seu computador corresponda somente aos requisitos mínimos, é possível ter uma boa experiência com Genshin Impact ajustando suas configurações visuais. A seguir aprenda como otimizar o Genshin Impact. Passo 1: dentro do jogo, ao apertar a tecla "Esc", você pode acessar o menu principal do jogador. Então toque em "Configurações"; Clique em "Configurações" - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 2: em seguida, acesse a aba "Graphics" (Gráficos, traduzido para o português) e então você poderá otimizar os efeitos visuais do jogo de acordo com o impacto de cada item. Configurações como V-Sync, Anti-Aliasing, Render Resolution e Visual Effects, ao serem desativas ou reduzidas, podem deixar o jogo mais leve, ao custo de um pouco de aparência visual; Você pode diminuir a qualidade de seus efeitos visuais para melhorar o desempenho do jogo - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 3: também é possível inciar o jogo através do console de desenvolvedor, para isso segure a tecla "Shift" e clique em "Iniciar Jogo" mantendo a tecla pressionada; Clique em "Iniciar Jogo" enquanto segura a tecla "Shift" - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 4: então será aberto o console de configuração, na categoria "Graphics" você pode editar os efeitos visuais e diminuir ou aumentar a resolução do jogo. Essa opção, pode deixar otimizar o jogo para ter um melhor desempenho em computadores mais antigos; Você pode fazer alterações através o console - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 5: em "Graphics quality", você pode colocar a configuração "Fastest" para rodar o jogo em sua configuração mais leve, deixando mais memória disponível seu computador; É possível alterar as configurações de gráficos fora do jogo - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 6: por fim, você também pode diminuir ou aumentar a resolução da tela para solucionar possíveis erros de desempenho. Você pode alterar a resolução de seu jogo - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Pronto! Agora você sabe como otimizar seu Genshin Impact para rodar de maneira mais leve em seu PC. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Juiz alega engano, e Lula volta a ser doutor honoris causa em universidade

O Tempo - Política Lula já recebeu 35 títulos de doutor honoris causa de universidades brasileiras e do exterior, entre elas o Instituto de Estudos Políticos de Paris, na França Veja Mais

AGU quer saber se criminalização da homofobia atinge liberdade religiosa

O Tempo - Política No julgamento do ano passado, o ministro Celso disse que a decisão do Supremo não interferiria nem comprometeria a liberdade religiosa Veja Mais

Gestores assumem cautela em juros

Valor Econômico - Finanças Incerteza com rumo das contas públicas no Brasil deixa mercado mais volátil A colocação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que a política fiscal é piloto e a monetária está como passageira pode ser usada para traduzir os movimentos recentes no mercado de juros. Diante de um ambiente incerto quanto ao rumo das contas públicas, muitos investidores reduziram ou até mesmo zeraram a exposição ao longo da curva de juros, o que contribuiu para elevar a volatilidade do mercado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Omar Aziz apresenta parecer favorável à indicação de Jorge Oliveira para TCU

O Tempo - Política Cargo a ser ocupado por Oliveira deve ser aberto no fim deste ano com a saída do atual presidente do órgão, José Mucio Veja Mais

Eleições 2020: Boulos usa caixa de som e banca de camelô para falar com eleitor

O Tempo - Política Com 17 segundos de programa eleitoral gratuito e sem poder participar de debates em rede nacional candidato vai às ruas da cidade falar diretamente com o eleitorado Veja Mais

HomePod: Intercom envia áudios até para carros com Apple CarPlay

HomePod: Intercom envia áudios até para carros com Apple CarPlay

Tecmundo A Apple apresentou ontem (13) uma nova edição do HomePod e, além do alto-falante com Siri, a firma também anunciou uma função chamada Intercom. A novidade permite enviar mensagens de áudio entre diferentes dispositivos em um ecossistema conectado, desde iPhones até carros compatíveis com o Apple CarPlay.De acordo com a Apple, o objetivo da função é trazer um novo meio de comunicação para casas conectadas que utilizam o sistema da empresa. O Intercom é feito para compartilhar mensagens entre diferentes HomePods espalhados pela casa, mas qualquer aparelho Apple pode ser utilizado para enviar e receber áudios.Leia mais... Veja Mais

Cazeca diz que experiência empresarial mostra sua postura em relação às mulheres

O Tempo - Política Candidato afirma que após problema com partido, programa eleitoral irá ao ar ainda nesta semana Veja Mais

Mostra da dupla Osgêmeos na Pinacoteca quebra o jejum da pandemia com uma festa

O Tempo - Diversão - Magazine Exposição "tira do baú" desde pesquisas dos primeiros trabalhos da dupla até uma obra em parceria com o artista de rua britânico Banksy Veja Mais

Programa federal de genomas prevê a criação de banco de dados de 100 mil brasileiros

Glogo - Ciência Projeto lançado hoje possibilitará acesso a tratamentos personalizados no SUS, segundo o Ministério da Saúde. principal meta do “Genomas Brasil” é a criação de um banco de dados nacional com 100 mil genomas completos de brasileiros. Crédito: Freepik O governo federal lançou nesta quarta-feira (14) o “Genomas Brasil”, programa que, segundo o Ministério da Saúde, aperfeiçoará o entendimento das variações genéticas típicas da população brasileira, possibilitando acesso a tratamentos personalizados no Sistema Único de Saúde (SUS). Projeto liderado por cientista da USP pretende mapear genoma de 15 mil pessoas para prever e tratar doenças Ainda de acordo com a pasta, o projeto de saúde de precisão permitirá, por exemplo, identificar suscetibilidades do indivíduo em desenvolver determinadas doenças antes mesmo dos primeiros sintomas. O investimento previsto para os primeiros quatro anos é de, pelo menos, R$ 600 milhões. A principal meta do “Genomas Brasil” é a criação de um banco de dados nacional com 100 mil genomas completos de brasileiros. Esse banco permitirá compreender a relação entre genes e doenças na população, trazendo para o SUS melhorias como o acesso a diagnósticos mais precisos, a capacidade de prever e prevenir doenças e a personalização do tratamento com base na informação genética. O projeto sequenciará genes de portadores de doenças raras, cardíacas, câncer e infectocontagiosas, como a covid-19. A escolha das doenças levou em conta a quantidade de casos no país e o alto custo que geram ao SUS. A primeira fase do “Genomas Brasil” é voltada ao fortalecimento de áreas de ciência e tecnologia no Brasil, apoiando financeiramente a execução de pesquisas e formação de pesquisadores. O Ministério da Saúde firmou acordo com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) este ano em que disponibilizou mais de R$ 71 milhões do seu orçamento para viabilizar ações de fomento à pesquisa e à capacitação de pesquisadores. A segunda etapa visa estabelecer um projeto piloto de pesquisa para avaliar a viabilidade de implementação de serviço de genômica e saúde de precisão no SUS, além de qualificar os profissionais da rede pública para a medicina personalizada e de precisão. Esse projeto é inspirado no 100.000 Genomas do Reino Unido, iniciado em 2012. A terceira fase consiste em fortalecer e estimular a indústria brasileira de genômica e saúde de precisão, com a criação de um programa de pré-aceleração de startups. A iniciativa irá criar um consórcio pré-competitivo de inovação com empresas nacionais e internacionais, a fim de agregar valor aos dados genômicos do programa. VÍDEOS: os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja Mais

Russomanno diz que não é 'negacionista' após associar falta de banho e covid-19

O Tempo - Política Além de nota, candidato afirmou que estava fazendo uma consideração de que a ciência tem que explicar por que moradores de rua são imunes Veja Mais

Xiaomi alfineta Apple após iPhone 12 sem carregador na caixa

Xiaomi alfineta Apple após iPhone 12 sem carregador na caixa

Tecmundo A Apple anunciou a linha iPhone 12 ontem (13) com uma grande mudança: os novos produtos não trarão fones de ouvido ou um carregador na caixa. A fabricante justifica a mudança com preocupações com o meio ambiente, mas a "boa vontade" da companhia virou motivo de piada nas redes sociais e a concorrente Xiaomi resolveu tirar proveito disso.Na manhã de hoje (14), o perfil principal da empresa no Twitter ressaltou que seus aparelhos ainda terão o carregador na embalagem. A companhia aproveitou a deixa para divulgar o Mi 10T Pro, lançado recentemente pela fabricante chinesa.Leia mais... Veja Mais

Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado ganhará série no Amazon Prime

Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado ganhará série no Amazon Prime

Tecmundo O clássico filme de terror Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado, dirigido por Jim Gillespie no final dos anos 1990, vai ser adaptado para série pelo Amazon Prime Video. Por enquanto, não há grandes informações acerca do elenco que o projeto terá, nem a quantidade de episódios.A produção será desenvolvida por Sara Goodman, que também vai assumir os roteiros. Além dela, os produtores Shay Hatten, Erik Feig, Neal Moritz, Pavun Shetty, James Wan, Rob Hackett, Michael Clear também vão participar da gestão da série. A expectativa é que ela seja um presente aos fãs do filme.Leia mais... Veja Mais

Eleições 2020: Covas reage a Russomanno e diz que sancionará programa de Suplicy

O Tempo - Política Projeto propõe o pagamento mensal de R$ 100 por membro das famílias de beneficiários do Bolsa Família e de ambulantes do comércio informal enquanto durar a pandemia Veja Mais

Filho de Elba Ramalho e Maurício Mattar ganha processo contra maternidade

O Tempo - Diversão - Magazine O casal acionou a justiça alegando que o centro médico permitiu que Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank contratassem uma fotógrafa profissional, hospital nega Veja Mais

Banco Mundial: crise tornou-se depressão para maioria dos países em desenvolvimento

Valor Econômico - Finanças A recessão provocada pela pandemia é menos severa do que se temia nas economias avançadas, mas na maioria dos países em desenvolvimento tornou-se uma depressão, especialmente para os mais pobres, de acordo com o presidente do Banco Mundial, David Malpass. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Astrônomos russos determinam com precisão a distância de 18 galáxias anãs

canaltech Em um novo estudo, astrônomos do Special Astrophysical Observatory (SAO), na Rússia, realizaram observações fotométricas de galáxias anãs que foram identificadas pelo projeto de pesquisa Arecibo Legacy Fast ALFA (ALFALFA). Com os resultados, eles puderam determinar a distância de 18 galáxias anãs de forma bastante precisa. Talvez existam mais de 100 galáxias desconhecidas orbitando a Via Láctea 18 gigantes vermelhas com pouquíssimo metal são encontradas em galáxia anã Descoberto grupo de estrelas na Via Láctea que não nasceram em nossa galáxia Elas podem ter papel importantíssimo para entendermos melhor como ocorre a formação das estrelas — principalmente no caso daquelas que têm hidrogênio e não têm vizinhas próximas. Assim, os astrônomos puderam identificar novas galáxias anãs através de observações de rádio, mas isso ainda não é o suficiente: é preciso conseguir medidas precisas da distância para poderem entender melhor a natureza das galáxias, e um método para obter essas medidas é utilizar a posição de gigantes vermelhas.  Imagens de nove galáxias do estudo (Imagem: Reprodução/Tikhonov et al., 2020.) Com a técnica, os astrônomos Olga Galazutdinova e Nikolay A. Tikhonov puderam determinar com precisão a distância dessas 18 galáxias anãs, que foram identificadas pelo ALFALFA enquanto as imagens foram obtidas pelo telescópio espacial Hubble. Então, com base nas imagens, eles construíram diagramas de magnitude de cores, onde um par de estrelas jovens — as supergigantes azuis e vermelhas — e uma velha população estelar de gigantes vermelhas podem ser vistas. “Assim, pudemos determinar as distâncias para as galáxias e a metalicidade de gigantes vermelhas nelas com base em equações”, explicam.  -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- De acordo com o artigo, as galáxias anãs têm distância entre 16,6 e 39,1 milhões de anos-luz da Terra. A precisão interna da distância de algumas galáxias anãs chegou aos 650 mil anos-luz, de modo que destacaram a precisão das medidas de distância que conseguiram. Enquanto isso, as restantes têm distância de pelo menos 20 milhões de anos-luz da Terra, enquanto 11 delas estão a mais de 27 milhões de anos-luz do nosso planeta. Por fim, seis das 18 estudadas foram classificadas como galáxias de baixa metalicidade.  Os pesquisadores finalizam a publicação apontando que quatro galáxias anãs descritas no artigo têm forma assimétrica que poderiam ser explicada em um primeiro momento por interações com galáxias vizinhas — apesar de não haver galáxias com distâncias semelhantes identificadas na região. O estudo foi publicado em um artigo pré-print no repositório arXiv. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Rotina de trabalho híbrido vai exigir novas abordagens de segurança digital

canaltech O futuro será híbrido, com o home office se tornando cada vez mais uma parte integrante da rotina de empresas e seus colaboradores. Essa é a visão de Gil Shwed, CEO e fundador da Check Point, que aponta uma tendência desse tipo para 60% dos trabalhadores, que já esperam passar a maior parte de suas rotinas semanais online, e não mais em um escritório. Mais de 47 milhões de tentativas de phishing foram registradas em 2020 Especialista sugere educação sobre cibersegurança desde o ensino médio no Brasil Chefe do FBI no Brasil promete apertar o cerco contra cibercriminosos Os números são ainda maiores quando se fala em companhias do setor digital, e na própria empresa especializada em segurança, esse total chega a 98%. De acordo com Shwed, quase todos os funcionários da Check Point acreditam que o regime atual de trabalho à distância deverá ser mantido. E essa, segundo ele, é uma concepção que parte da ideia de que tudo tem funcionado bem desta maneira; então, por que não seguir assim? “O futuro pós-coronavírus está sendo construído agora”, afirmou ele, em uma breve fala durante a abertura do Check Point Secure Cloud, mais um evento da companhia voltado para a segurança em cloud computing. Na visão dele, esse era um movimento que já vinha acontecendo há alguns anos, mas que foi acelerado de maneira forçada com as medidas de isolamento social. Agora, é um caminho sem volta. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Ele olha, novamente, para a própria Check Point como uma prova disso. “Compramos nossas licenças do Zoom há dois anos, jamais imaginaríamos [que o serviço] se tornaria o nosso novo escritório”, aponta, ao mesmo tempo, ponderando que a mudança se trata de mais do que apenas uma alteração na rotina ou de horários e locais de trabalho. Os regimes híbridos e remotos, também, estão relacionados a uma nova maneira de se fazer as coisas. Para Shwed, a computação na nuvem e os sistemas de conectividade estão mudando os serviços e embutindo uma nova maneira de pensar sobre os negócios. Aplicativos, serviços e, logicamente, soluções de segurança precisam acompanhar os novos modelos que, também, são híbridos, baseados em softwares rodando em máquinas locais e servidores, com uma sinergia entre diferentes sistemas, dispositivos e categorias de usuários que precisa funcionar pelo bem dos negócios. Gil Shwed, em evento pré-pandemia. Para o CEO e fundador da Check Point, desafios durante e após isolamento têm a ver com pensar diferente e entender que o regime híbrido vai além de, apenas, trabalhar de casa (Imagem: Divulgação/Check Point) Por isso, segundo ele, a velha abordagem de proteção digital também precisa ser deixada de lado. Baixar aplicações em dispositivos e servidores não é mais suficiente, mas ainda é uma ideia comum, que leva a resultados danosos. “Isso se baseia na premissa de que temos, na nuvem, uma infraestrutura melhor e mais segura. É verdade, mas também existem ressalvas”, explica. Uma delas é o entendimento de que não é porque a nuvem é adotada que ela é automaticamente mais segura. Empresas e provedoras de serviço do setor devem trabalhar em um regime de responsabilidade compartilhada, agindo juntas para garantir a proteção dos dados e também dos próprios servidores. Na ponta, iniciativas de educação, inteligência de ameaças e boas práticas também garantem a segurança. Shwed fala nos perigos do cenário atual como os da pandemia do novo coronavírus, em que a prevenção e as melhores práticas são as principais maneiras de se proteger. Nesta relação, também, está a própria disseminação de malwares em uma época de crimes e, também, as medidas do que chama de "higiene cibernética", na forma da conscientização e das práticas de monitoramento de redes, acessos e uso de dados. CEO da Check Point compara duas crises atuais e as enxerga de forma similar, com medidas e melhores práticas que também envolvem a prevenção e medidas para conter infecções (Imagem: Divulgação/Check Point) A maioria das empresas, porém, ainda trabalha na contramão dessa noção. A ideia, segundo ele, ainda é de que os ataques digitais são como os do passado, quanto a maior moeda, hoje, é a informação. “Ao contrário do crime ‘físico’, em que é possível avaliar valores e recuperar os itens, não funciona assim [na nuvem]. O seguro não vai te devolver o que foi perdido”, associa, citando danos à reputação, perda de propriedades intelectuais e a exposição de dados de parceiros ou clientes. O resultado é o caos — e é ele que vem sendo registrado ultimamente, como demonstra o aumento nos números de ransomwares e o fato de os golpistas entendem as vulnerabilidades do momento atual e estão se aproveitando delas. Na visão de Shwed, a mudança de postura também passa pelo aparato de segurança, e esse entendimento, ao contrário da alteração nas rotinas de trabalho em si, é um que ainda está por vir. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Fósseis de aves que viveram com os dinossauros estão reunidos em terreno de SP

canaltech A cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, está prestes a se tornar um abrigo de fósseis de aves que viveram junto aos dinossauros, que surgiram há 225 milhões de anos. A região, um terreno cercado de residências, vem sendo local de grandes descobertas de paleontólogos e pode se tornar a principal jazida da classe do Brasil. Nova espécie de dinossauro semelhante ao Tiranossauro Rex é descoberta na Europa Argentinossauro retoma o posto de maior dinossauro que já existiu Primeiros dinossauros botavam ovos moles como os de tartarugas, diz estudo Foi lá, inclusive, que os pesquisadores encontraram o primeiro crânio de uma dessas aves no país, que viveu entre 70 milhões e 80 milhões de anos atrás. A criatura tinha o tamanho aproximado de uma pomba atual, contando ainda com dentes no bico, assim como seus parentes dinossauros. Antes de aparição do crânio completo, os pesquisadores já haviam identificado também um pré-maxilar que mostrava não só seus dentes, como também outros materiais que estão relacionados aos pássaros pertencentes ao grupo extinto de aves voadores chamado Enantiornithes. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Presidente Prudente também apresentou milhares de outros fósseis de pássaros. De acordo com William Nava, cientista do Museu de Paleontologia de Marília, que vem atuando no sítio arquelógico desde 2004, são, ao menos, três as espécies não descritas ainda de aves deste material coletado. "Tudo indica que elas trocavam os dentes periodicamente, tal como os crocodilos de hoje", acrescenta. Imagem: Reprodução/Willian Roberto Nava/Arquivo pessoal Estas aves, infelizmente, acabaram desaparecendo há aproximadamente 65 milhões de anos, junto a dinossauros classificados como não sendo aves. Inclusive, os pássaros de hoje, de acordo com a classificação evolutiva, também são considerados dinossauros. Raridade Fósseis tão antigos como o destes pássaros descobertos em Presidente Prudente são bastante raros no Brasil, frequentemente encontrados em fragmentos, já que seus esqueletos são pequenos e delicados, bastante diferente daqueles dinossauros enormes que costumamos ver em museus. O exemplar de fóssil mais completo encontrado até hoje, no entanto, tem o tamanho de um beija-flor e foi descoberto em rochas do Ceará em 2015, mais precisamente na região da chapada do Araripe. Os fósseis descobertos no interior de São Paulo estão sendo estudados com dois paleontólogos argentinos: Luis Chiappe, do Museu de História Natural de Los Angeles, e Agustín Martinelli, do Museu Argentino de Ciências Naturais. Se junta ao time o brasileiro Herculano Alvarenga, com especialidade em aves extintas. Imagem: Reprodução/Willian Roberto Nava/Arquivo pessoal Uma das missões dos paleontólogos também é entender como esses ossos foram se concentrar em uma mesma região, que conta com tão pouco espaço. Nava acredita que pode ter acontecido um evento catastrófico que acabou transportando esses corpos por uma curta distância e os agrupando no terreno. Eles acabaram sendo cobertos com lama fina e de forma tranquila, permitindo a sua preservação até hoje. Também já foram encontrados ali fósseis de outras espécies de animais, como lagartos, crocodilos, anfíbios, além de escamas de peixe, fezes fósseis (coprólitos), e até dentes de dinossauros herbívoros e carnívoros. A região, felizmente, está protegida pelo município de Presidente Prudente, pertence à prefeitura e já foi tombado e cercado, o que acaba o tornando livre da possível construção de empreendimentos privados. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Justiça nega pedido para afastar Ricardo Salles do Ministério do Meio Ambiente

Valor Econômico - Finanças Na ação ajuizada em julho, os procuradores alegavam que a manutenção de Salles na pasta poderia tornar irreversível o desmatamento na Amazônia e trazer "consequências trágicas à proteção ambiental" O juiz Márcio de França Moreira negou liminar pedida pelo Ministério Público Federal (MPF) para afastar do cargo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, em razão de supostos atos de improbidade administrativa. Na ação ajuizada em julho, os procuradores alegavam que a manutenção de Salles na pasta poderia tornar irreversível o desmatamento na Amazônia e trazer "consequências trágicas à proteção ambiental". Porém, segundo o magistrado, a lei só permite o afastamento cautelar da função caso houver "prova robusta" de que o agente público esteja obstruindo investigações das quais é alvo — o que entende não ser o caso. "O MPF não apresenta elemento algum que demonstre possível embaraço do ministro de Estado à instrução desta ação civil, pautando seus argumentos tão somente nos danos causados ao meio ambiente em razão da política empreendida pelo atual governo", diz o despacho. O afastamento para evitar o cometimento de crimes, prosseguiu ele, só é previsto para processos da esfera penal, mas não no campo do Direito Civil, onde tramitam ações de improbidade. Nesse caso, a perda da função pública "só se efetiva com o trânsito em julgado da sentença condenatória". Veja Mais

Composto natural em satélites pode tornar reentrada atmosférica mais segura

canaltech Pensando em tornar a reentrada de satélites na atmosfera terrestre mais segura, a Agência Espacial Europeia (ESA) está trabalhando em um projeto que testa a aplicação de um composto de fibras de linho nesses equipamentos. Com este composto, os objetos poderiam se queimar mais rapidamente e seriam descartados de forma mais segura, reduzindo ou até mesmo eliminando o risco de pedaços acabarem atingindo o solo. O ponto de partida da equipe foi o composto de fibra natural produzido pela empresa suíça Bcom. Missão suicida: satélite queimará na atmosfera da Terra, mas por uma boa causa Vídeo registra satélite Starlink queimando como meteoro no céu de São Paulo Satélite aposentado pela NASA há 50 anos cairá na Terra neste sábado (29) O uso da fibra de linho não é nada recente: o linho é uma planta cultivada na Europa desde a pré-história, e já foi usado tanto em mumificações quanto em trajes de aristocratas romanos. A ESA detalhou os testes deste composto de fibra natural, que ajudou até a trazer usos mais amplos na Terra, como em carros da Fórmula 1. Assim, em um projeto da ESA com as empresas suíças Bcom e RUAG as substituiu por fibras de carbono, que são utilizadas no plástico reforçado de fibra de carbono (CRFP). Esse composto é leve e se assemelha ao concreto reforçado, e costuma ser bastante utilizado em satélites e nos setores marítimo e automotivo. Fibras de linho durante o teste de simulação de reentrada atmosférica (Imagem: Reprodução/ESA) Tiziana Cardone, engenheira estrutural da ESA, explica que a ideia do projeto era investigar o uso das fibras naturais no lugar de seus equivalentes feitos de carbono. “O projeto foi guiado por dois motivos principais: a redução dos impactos ambientais na produção espacial, uma das principais metas da iniciativa Clean Space também da ESA, e buscar materiais que se ‘destruam’ mais rapidamente na reentrada atmosférica”, finaliza. Isso faz parte de uma das exigências da política europeia de mitigação de detritos orbitais, que exige risco abaixo de 1 a 10 mil para pessoas e propriedades quando satélites encerram suas atividades. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Então, para analisar o desempenho do composto natural, os pesquisadores analisaram as fibras de linho dentro das exigências de voos espaciais. "Descobrimos que elas têm expansão térmica excepcionalmente baixa — o que é bom para a temperatura no espaço orbital — assim como a rigidez e força", disse Ugo Lafont, especialista em materiais e processos da ESA. "Essas fibras também podem reduzir a vibração, aumentar a resistência à radiação ultravioleta e têm menos interferência nos sinais de rádio do que as fibras de carbono". A equipe utilizou compostos de fibra natural para criar uma versão de testes do painel lateral do satélite Copernicus Sentinel-1, que foi feito originalmente em alumínio. Depois, os painéis foram utilizados em testes realistas dentro de um túnel com vento de plasma. O resultado deste teste de fogo foi positivo em relação ao CFRP: enquanto os fios de fibra de carbono tendem a permanecer no local enquanto sua matriz circundante é queimada, as fibras de linho se separam muito mais rapidamente. "Somos uma equipe pequena, e trabalhar com a ESA nos ensinou muito", acrescenta Régis Voillat, da Bcomp. "Pudemos aplicar os conhecimentos em muitos dos nossos outros projetos, e essa colaboração deu apoio à expansão de tecnologias sustentáveis para outros setores". De fato: a McLaren Racing atuou com a Bcomp para produzir o primeiro assento de corrida feito de composto de fibra natural, que trará mais segurança para os pilotos. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Em aproximação máxima com a Terra, Marte e é filmado por observatório mineiro Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? iPhone 12 mini vs. Samsung Galaxy S20 FE: qual pequeno notável vale a pena? Certificação revela dois novos celulares baratinhos da Samsung Veja Mais

Vice-líder do governo no Senado escondeu dinheiro nas nádegas, diz revista

O Tempo - Política Segundo a Crusoé, Chico Rodrigues (DEM-RR) causou constrangimento a agentes que cumpriam mandados de busca e apreensão Veja Mais

Spin-off de JoJo's Bizarre Adventure ganhará minissérie live-action

Spin-off de JoJo's Bizarre Adventure ganhará minissérie live-action

Tecmundo Nesta quarta-feira (14), a emissora NHK anunciou que já está produzindo uma minissérie live-action baseada na spin-off de JoJo's Bizarre Adventure. Thus Spoke Kishibe Rohan (Kishibe Rohan wa Ugokanai, no original em japonês) terá três episódios baseados no mangá homônimo de Hirohiko Araki.A produção terá Issei Takahashi no papel de Rohan Kishibe e os episódios estão previstos para terem sua estreia nos dias 28, 29 e 30 de dezembro. O elenco ainda inclui Marie Iitoyo, Fuga Shibazaki, Mirai Moriyama, Kumi Takiuchi e Tomoya Nakamura. Leia mais... Veja Mais

Marcelo Souza e Silva quer aulas de robótica e programação nas escolas

O Tempo - Política Candidato do Patriota diz que Educação foi esquecida pela atual gestão Veja Mais

STF forma maioria para revogar habeas corpus concedido a André do Rap

O Tempo - Política Traficante transnacional e chefe do PCC foi beneficiado com a soltura pelo ministro Marco Aurélio Mello, no sábado (11), e está foragido desde então Veja Mais

Como configurar o YouTube para seguir o modo escuro/claro do navegador

canaltech O modo escuro é uma opção que ganha cada vez mais força entre aplicativos e interfaces. Muito popular em aplicativos mobile, o tema também está disponível em versões web de diferentes plataformas. O YouTube é uma delas, oferecendo três opções diferentes. YouTube com erro no Chrome? Saiba como resolver esse problema Como acessar a aba Aprender do YouTube no PC e no celular YouTube Activate: como conectar sua conta do YouTube na TV Pelo site da plataforma de vídeos, é possível escolher entre o tema claro, o tema escuro e o tema de acordo com as configurações de seu navegador. É comum que os softwares de navegação acompanhem o tema configurado como padrão no sistema operacional, seja Mac ou Windows. Confira, abaixo, como ativar o modo no YouTube e configurá-lo de acordo com seu dispositivo! YouTube: como configurar o tema de acordo com o dispositivo No navegador Passo 1: abra o YouTube em seu navegador e selecione o ícone de seu perfil para abrir um menu de opções; -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Abra seu perfil no YouTube (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 2: em seguida, clique na opção "Aparência"; Menu oferece a opção de alterar os temas (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 3: por fim, selecione seu tema preferido. É possível selecionar os modos claro e escuro ou "Usar tema do dispositivo" para seguir as configurações padronizadas. Configure a visualização do YouTube (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Nos celulares Passo 1: abra o app do YouTube (Android | iOS) e selecione o ícone de seu perfil; Abra o menu de opções (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 2: em seguida, toque em "Configurações"; Abra as preferências do app (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 3: selecione a aba "Geral" para visualizar mais opções; Acesse opções gerais (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 4: escolha a opção "Aparência" para alterar os temas; Selecione suas opções de aparência no YouTube (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 5: para finalizar, marque a opção "Usar o tema do dispositivo". Escolha o tema (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Campo magnético do tamanho de um buraco negro pode ser criado na Terra iPhone 12 mini vs. iPhone SE (2020): qual compacto vale mais a pena? XDR e Ceramic Shield: entenda a tecnologia de ponta da tela do iPhone 12 OnePlus 8T é lançado com design renovado nas câmeras e carga super-rápida O céu (não) é o limite | Tesla perto de Marte, selfie de nave chinesa e mais! Veja Mais

SENTIR VERGONHA DA VERGONHA, VERGONHA ALHEIA E SUGESTÕES INÉDITAS - MP RESPONDE #15

SENTIR VERGONHA DA VERGONHA, VERGONHA ALHEIA E SUGESTÕES INÉDITAS - MP RESPONDE #15

 Minutos Psíquicos Hoje irei reagir a alguns comentários de vocês nos nossos vídeos! Diz pra gente o que achou na sessão de comentários e clique em gostei se tiver achado o vídeo bom ;) Agradecimento especial aos nossos apoiadores no YouTube, no Patreon e no APOIA.SE: Uriel Marx Josue Caetano Juliana Pereira Masashi Inoue Gabriel Tamassia Martinez Fernando da Silva Trevisan Cláudio Toma Angelo Thomazini Anderson Santos da Silva Mathias Gheno Azzolini Marco Aurélio Roncatti Ingrid Philigret de Brito Paulo André Batista Araújo Adinael Fernandes da Silva Tatsuo Adachi Ana Carolina Alves Feitosa Kleber Pereira Thaís Canto Renan Fernandes Elisangela de Moura Gonçalves Mônica Almeida Roger Hendryo de Oliveira Simone Souza Raquel Aquino Débora Medeiros Antonio Rosasse William Oliveira ingridpsi Ana Cláudia Tiago Cruz Jose Luis Fernandes Maísa Barbosa Brum Michel Rezende Artur Luft Gacha Trevisani Josi Silva Andre Elton Mayara Silva Rafael Haruin Nanci Cuozzo Luciana Santa Fé Antonio Neto André Timm LUCIANA SANTOS Heloisa Moura Antonia Braz Danilo Oliveira Ana Carolina Zortea Suellen Santos Vanessa Ariane Ribeiro Ana América Oliveira de Arruda rigen doragon Sawabonas Joao Freire Franca Murilo Juliana Belko Ines Cozzo Fernanda Wanderlind Leandra Garcez Sabrina Morais Adriana Araújo Bruno Andrade Nildson Loki Karen Castro Carmen Adell André Luiz Thieme Robson Tulio Furtado Roberta Coeli Neves Moreira Mírian Batista LEONARDO AUGUSTO DE FREITAS Flávio Wilson Campos de Carvalho Núbia Cristina Cardoso Fernanda Wanderlind Luciano Mesquita de Sousa Marcia Solange Braz Sobrinho Telma de Souza Castelan Keila Cristina Grassi Lourenço Rafael Marques dos Santos Marcia Miyuki Noda Livi Fernanda Regina Mistieri INCENTIVE O MINUTOS PSÍQUICOS :) Torne-se um apoiador nosso no YoutTube, Apoia.se ou Patreon: ● https://www.youtube.com/channel/UCFiEI1kDHlO9UQtxx0wj-XA/join ● https://apoia.se/minutospsiquicos ● http://www.patreon.com/minutospsiquicos REDES SOCIAIS ● Facebook: https://www.facebook.com/minutospsiquicos/ ● Twitter: https://twitter.com/minutopsiquicos ● Instagram: https://www.instagram.com/minutospsiquicos/ CRÉDITOS ● Apresentação e edição: André Rabelo (@oandrerabelo) ● Música: Nothing On Me - Patrick Patrikios #vergonha #culpa #mpresponde Veja Mais

Spider-Man: Miles Morales ganha gameplay inédito

Spider-Man: Miles Morales ganha gameplay inédito

Tecmundo A revista norte-americana Game Informer publicou um gameplay inédito de Spider-Man: Miles Morales. Situado no inverno, o breve teaser mostra Miles e Peter Parker acompanhando a transferência de um vilão para a famosa prisão na Balsa.Entretanto, o aprendiz de Homem-Aranha se atrapalha ao tentar evitar um acidente durante o comboio. No fim, ao salvar rapaz inexperiente, o herói veterano impede que uma tragédia maior aconteça.Leia mais... Veja Mais

J&F faz acordo nos Estados Unidos e pagará US$ 128 milhões de multa em caso derivado da Lava Jato

G1 Economia Segundo promotores dos EUA, o montante de propinas pagas por executivos da J&F para autoridades governamentais de alto escalão superou os US$ 150 milhões. JBS estão oferecendo 600 vagas em MS JBS/Divulgação A holding controladora da JBS, J&F, acertou acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos em que se declarou culpada de violar legislação norte-americana contra corrupção e pagará cerca de US$ 128 milhões às autoridades do país. O acordo, anunciado junto com outros envolvendo unidades do grupo, retira parte de incertezas que pairavam sobre os planos da JBS em abrir capital de suas operações internacionais nos Estados Unidos. As ações da JBS subiram nesta quarta-feira após a divulgação do acordo e da própria JBS e da controlada norte-americana Pilgrim's Pride terem anunciado acordos semelhantes para resolverem investigações sobre violação de leis dos Estados Unidos. MPF pede à Justiça que determine à JBS a apresentação de contratos com advogado Frederick Wassef A JBS explicou que o valor da multa acordado pela J&F é de cerca de US$ 256,5 milhões, mas 50% desse valor já foi pago a autoridades brasileiras e foi abatido do total a ser pago nos EUA. Procurada, a J&F afirmou que não comenta o assunto. Segundo promotores dos EUA, o montante de propinas pagas por executivos da J&F para autoridades governamentais de alto escalão superou os US$ 150 milhões. Os promotores afirmaram ainda que a empresa teve um lucro de 178 milhões com o pagamento dos subornos. O acerto da holding com o Departamento de Justiça dos EUA é um desdobramento do acordo de leniência acertado pela companhia com o Ministério Público Federal no Brasil e dos acordos de colaboração premiada assinados pelos executivos Wesley e Joesley Batista com a Procuradoria-Geral da República, desencadeados pela operação Lava Jato, afirmou a JBS em fato relevante ao mercado. JBS se recusa a fornecer ao MPF contratos com Wassef Por sua vez, a JBS, maior processadora de carne do mundo, afirmou que assinou acordo com a autoridade fiscalizadora do mercado de capitais norte-americano, SEC, que prevê pagamento de multa de cerca de US$ 27 milhões. Este acordo com a SEC é relacionado a falhas da controlada Pilgrim's Pride no registro de suas informações contábeis, afirmou a JBS. A Pilgrim's Pride já havia informado mais cedo que aceitou pagar multa de 110,5 milhões de dólares por ter criado restrições à competição que afetou três contratos de venda de produtos de frango de corte a um cliente nos EUA. A JBS acrescentou que como parte do acordo com a SEC, deverá por três anos prestar esclarecimentos sobre "a efetividade das políticas anticorrupção, procedimentos, práticas, controles internos e manutenção de registros e processos de reportes financeiros da JBS" e de quaisquer empresas que estejam sob controle do grupo. Segundo a JBS, o acordo com a SEC encerra qualquer outra pendência legal da companhia e suas afiliadas relacionadas à contabilidade da Pilgrim's. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Veja Mais

Commodities: Nova venda dos EUA à China faz soja subir em Chicago

Valor Econômico - Finanças Cotações de milho e trigo também registraram altas Os preços da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na bolsa de Chicago, apoiados em um novo reporte de venda americana para a China. A valorização dos contratos para janeiro de 2021 foi de 0,98% (10,25 centavos de dólar), para US$ 10,5725 o bushel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

ONS define plano decenal de desenvolvimento tecnológico

Valor Econômico - Finanças Para os anos de 2020 e 2021, a prioridade será a expansão das fontes renováveis, principalmente eólica e solar O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou o seu plano diretor de desenvolvimento tecnológico de 2020 a 2030. O plano é responsável por nortear os projetos de inovação e ganho de eficiência do operador durante a década. Para os anos de 2020 e 2021, a prioridade será a expansão das fontes renováveis, principalmente eólica e solar. De acordo com o ONS, as fontes trazem aumento de complexidade da operação para as equipes que atuam na sala de controle e na elaboração dos modelos de previsão. 2022 a 2024 Já para os anos de 2022 a 2024, o foco estará na modernização do setor elétrico, atualmente em discussão por meio do PLS 232/2016 no Congresso. O operador precisará definir questões associadas ao despacho e formação de preço. 2025 e 2027 Entre 2025 e 2027, as ações serão voltadas principalmente para a difusão da geração distribuída, modalidade na qual o consumidor gera sua própria energia, localmente ou de forma remota. 2028 a 2030 A partir de 2028, o ONS deverá tratar prioritariamente de temas ligados à mobilidade elétrica. “O recurso será usado em maior escala, exigindo mais previsibilidade do ONS e do sistema elétrico brasileiro”, explicou o órgão. Veja Mais

Lucid Air: carro elétrico de entrada da marca custa US$ 70 mil

Lucid Air: carro elétrico de entrada da marca custa US$ 70 mil

Tecmundo Com cada vez mais destaque no setor de carros elétricos, a montadora Lucid confirmou a versão mais acessível do Lucid Air, o veículo de luxo da companhia.O Lucid Air "de entrada" custará a partir de US$ 69.900 (mais US$ 300 de reserva, sem contar eventuais taxas nacionais) e será entregue aos clientes só em 2022. Você pode saber mais sobre o carro e até fazer uma reserva no site oficial da fabricante, mas as entregas são limitadas a poucos países e não incluem o Brasil.Leia mais... Veja Mais