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Número de votos antecipados nos EUA em 2020 ultrapassa os de 2016

Valor Econômico - Finanças Mais de 59 milhões de eleitores americanos já votaram antecipadamente para a eleição presidencial de 2020, ante 58,3 milhões em 2016 Mais de 59 milhões de eleitores americanos já votaram antecipadamente para a eleição presidencial de 2020, segundo o site US Elections Project. O número supera o total de 58,3 milhões que votaram desta forma em 2016. De acordo com o site, criado pelo professor da Universidade da Flórida Michael McDonald, 39,85 milhões desses votos foram pelo correio e 19,18 milhões, presenciais. A marca foi alcançada a nove dias da eleição presidencial americana, marcada para 3 de novembro. Segundo o site FiveThirtyEight, que compila as principais pesquisas nacionais de opinião, o candidato democrata, Joe Biden, tem preferência de 53,4% dos eleitores, enquanto o republicano Donald Trump alcança 45,4%. Veja Mais

Alagamentos em São Paulo: capital entra em estado de atenção

Alagamentos em São Paulo: capital entra em estado de atenção

Tecmundo A cidade de São Paulo acordou em alerta neste domingo (25). As fortes chuvas que atingiram toda a capital deixaram o município em estado de alerta para possíveis alagamentos. Os avisos começaram às 11h28 da manhã, mas, com a queda de intensidade, foram retirados cerca de 3 horas depois.Os avisos de alerta foram emitidos pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura (CGE). As tempestades caíram em toda a capital do estado de SP. Em alguns bairros, como o Bela Vista e o Butantã, chegaram a ter chuvas de granizo por um período de tempo. Leia mais... Veja Mais

Corretora volta a ser ativo cobiçado no mercado

Valor Econômico - Finanças Licença para intermediar operações em bolsa e robustez em termos de clientela e tecnologia são atrativos Depois de anos sendo vistas como sinônimo de negócio que dá prejuízo, as corretoras e distribuidoras de valores mobiliários viraram ativos disputados no mercado. Seja por conta apenas da licença para intermediar as operações em bolsa, ou por uma operação robusta em termos de clientela e tecnologia, nos últimos meses teve de tudo: bancos tradicionais, digitais, empresas de pagamentos e outras corretoras voltaram os olhos para o segmento. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

8 séries do Amazon Prime Video que você ainda não viu (mas deveria)

8 séries do Amazon Prime Video que você ainda não viu (mas deveria)

Tecmundo O serviço de streaming Amazon Prime Video tem registrado uma audiência cada vez maior. O sucesso mais recente da plataforma foi a 2ª temporada de The Boys, que esteve presente no Top 10 de títulos mais vistos entre todos os serviços de streaming, se tornando a primeira produção que não é da Netflix a aparecer na lista.O sucesso da série criada por Erik Kripke é tão grande que a Amazon renovou The Boys para a 3ª temporada antes mesmo da estreia da 2ª, além de já encomendar uma série spin-off do universo de super-heróis.Leia mais... Veja Mais

“Erramos”, dizem fundadores do Nubank em carta

Valor Econômico - Finanças David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible dizem que a fintech errou no tratamento da questão racial e adotará "ações concretas" de transformação nessa área David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible, fundadores do Nubank, divulgaram carta neste domingo afirmando que a fintech errou no tratamento da questão racial e se propõe a adotar “ações concretas e ambiciosas” de transformação nessa área. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

JORNAL VALOR: Empresas fecham acordos coletivos com regras e estrutura para o home office

Valor Econômico - Finanças Após acordos nacionais de Bradesco e TIM, o setor farmacêutico de São Paulo prepara a assinatura de um aditivo à convenção coletiva sobre teletrabalho Empresas que adotaram o home office na pandemia e pretendem tornar a prática permanente têm feito acordos coletivos com os sindicatos de trabalhadores para estabelecer regras para o controle da jornada e a estrutura necessária — como mobiliário e internet. Bradesco e TIM fecharam recentemente acordos nacionais e está prevista para hoje a assinatura pelo setor farmacêutico em São Paulo de um aditivo à convenção coletiva somente sobre teletrabalho. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Chrome testa anúncios do Google Shopping na página de nova aba

canaltech A equipe do Google Chrome está experimentando uma mudança para a página de nova aba no navegador. O Chrome Canary recebeu, em fase de testes, um recurso que exibe ofertas do Google Shopping na página. Os anúncios exibidos seriam feitos de acordo com as preferências de pesquisa da conta. Chrome://flags: como acessar funções secretas do navegador Microsoft Edge testa recurso de inicialização rápida para rivalizar com Chrome Essa exibição precisa ser ativada nas preferências do Chrome Canary, a versão instável do navegador e voltada para testes. Acesse "chrome://flags" pela barra de pesquisa e, em seguida, marque "Enabled" para a opção "NTP Modules" ("Módulos para página de nova aba", em tradução livre") e "Enabled - Fake Data" para a opção "NTP Shopping Tasks Module". Como a opção revela, os anúncios são exibidos apenas com a seleção de dados falsos. Aviso sobre o uso de dados do Google na janela de anúncios (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Após habilitar todas essas funções, é possível visualizar dois anúncios de cadeiras. Selecionando o ícone de informações, o Chrome revela que os itens são visualizados com base na atividade anterior de pesquisas em serviços do Google. Há a possibilidade de remover esse destaque do Shopping em "Personalizar" > "Cartões" > "Ocultar cards", dentro da página de nova aba. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Ferramenta do Chrome promete apagar cookies, mas retém dados de buscas e YouTube No último dia 24, um porta-voz do Google entrou em contato com o portal Techdows para explicar o uso da função: "gostaríamos de esclarecer que esse experimento consiste em disponibilizar uma lista gratuita com produtos, não anúncios pagos. Regularmente testamos novos recursos desse tipo para ajudar usuários em tarefas como as compras e mais". Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

Salles se desculpa com Ramos após críticas ao ministro

Valor Econômico - Finanças Ministro do Meio Ambiente disse, neste domingo, que colocou um "ponto final" no desentendimento com o ministro da Secretaria de Governo Após críticas ao ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, o titular do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse há pouco que se desculpou com o colega de Esplanada e os dois colocaram “um ponto final” no desentendimento. “Conversei com o @MinLuizRamos, apresentei minhas desculpas pelo excesso e colocamos um ponto final nisso. Estamos juntos no governo, pelo Pres. Bolsonaro e pelo Brasil. Bom domingo a todos”, disse em publicação no Twitter. Na quinta-feira, o ministro do Meio Ambiente atacou Ramos pelas redes sociais, a quem chamou de “maria fofoca”. Salles se manifestava sobre nota publicada no jornal "O Globo" afirmando que ele, da ala mais ideológica, estava esticando a corda com a ala militar do governo. Ele compartilhou a notícia atribuindo a fonte da informação a Ramos. “Chega dessa postura de #mariafofoca", acrescentou. Ramos decidiu não responder diretamente ao ataque, mas na sexta-feira, em outra postagem, tentou reforçar a aproximação entre o presidente Jair Bolsonaro e as Forças Armadas. Hoje pela manhã, ele passeou por Brasília ao lado do presidente. Ontem, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), manifestaram apoio a Ramos. Maia chegou a dizer que “não satisfeito em destruir” o meio ambiente, Salles estava querendo destruir o próprio governo. Ricardo Salles, do Meio Ambiente, chamou o ministro Luiz Eduardo Ramos de “maria fofoca” nas redes sociais. Jorge William/Agência O Globo Veja Mais

Europa anuncia novas restrições contra a covid-19

Valor Econômico - Finanças Segunda onda de infecções na Europa já desacelera a recuperação econômica após a recessão iniciada pelo bloqueio no 2º trimestre. A França anunciou um recorde diário de infecções por coronavírus e a Itália impôs restrições mais duras à sua população desde o fim do bloqueio, entre março e junho, na primavera europeia, quando uma segunda onda da pandemia de coronavírus na Europa ameaçou sair de controle. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

PS5: PlayStation Brasil e Coca-Cola fecham parceria com possível sorteio a caminho

tudo celular Após troca de mensagens no Twitter, a PlayStation Brasil e a Coca-Cola anunciaram uma parceria com surpresas para esta semana, por meio da hashtag #CocaComPS5 Veja Mais

General Ramos nega crise, e Salles pede desculpas em meio a disputa no governo

O Tempo - Política Mnistro do Meio Ambiente faz publicação em que afirma ter se reconciliado com o colega Veja Mais

Luísa Barreto faz caminhada na Cabana do Pai Tomás para ouvir comerciantes

O Tempo - Política Tucana priorizou visitas a estabelecimentos comerciais neste fim de semana e diz que é importante ouvir o setor em virtude dos impactos da pandemia de coronavírus Veja Mais

Após atritos, Salles fala em bom senso e elogia Mourão

Valor Econômico - Finanças Após gerar crise interna com críticas a colegas da ala militar do governo, ministro do Meio Ambiente adota tom moderado em artigo no jornal Folha de S. Paulo Poucos dias após gerar uma crise interna com críticas públicas a colegas da ala militar do governo, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, adotou tom moderado em um artigo publicado neste domingo no jornal “Folha de S. Paulo”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Chilenos votam por mudança da Constituição da era da ditadura

Valor Econômico - Finanças Com mais de 82% dos votos contados, 78% dos chilenos votaram para redigir uma nova Constituição, contra 22% que desejam manter a mesma carta Os chilenos votaram esmagadoramente para mudar sua Constituição da era da ditadura em um referendo neste domingo, iniciando um processo que pode mudar o cenário político em uma das nações mais ricas da América Latina em meio a uma reação social contra o status quo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Detritos podem ocasionar 'explosões na órbita', alertam cientistas

Detritos podem ocasionar 'explosões na órbita', alertam cientistas

Tecmundo A órbita terrestre está prestes a vivenciar uma escalada sem precedentes no risco de colisões com detritos espaciais, afirmam especialistas. Holger Krag, líder do programa de segurança espacial da Agência Espacial Europeia (ESA), alerta que acidentes no espaço podem resultar em “explosões na órbita”, devido a resíduos de combustíveis e energia deixados para trás.“O maior contribuidor para o atual cenário de detritos espaciais são explosões na órbita, ocasionados por energia descartada — combustível e baterias deixados em espaçonaves e foguetes”, comentou o cientista em uma declaração. Krag afirma que muito foi feito para evitar esse tipo de escalada, mas as medidas não foram eficientes para reduzir o número de eventos na órbita.Leia mais... Veja Mais

Demência causada por príons está se tornando comum no Japão

Demência causada por príons está se tornando comum no Japão

Tecmundo Em 2030, um em cada três japoneses terá 65 anos ou mais. Esse dado é preocupante à luz do estudo de uma equipe de pesquisadores da Universidade de Okayama sobre a incidência e mortalidade da doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) no Japão. Mesmo considerada um transtorno cerebral raro, casos da doença quase dobraram em uma década.O tecido cerebral humano, visto sob microscópio, exibe os buracos esponjosos causados pela doença de Creutzfeldt-Jakob.Leia mais... Veja Mais

Corrida por vacina nacional contra a Covid tem Butantan, Fiocruz, USP, UFMG e UFPR em 11 projetos na fase inicial de estudos

Glogo - Ciência Pesquisas envolvem instituições públicas de pesquisa em 4 estados; mas a maioria tem obstáculos por causa de limitações tecnológicas do país, segundo os pesquisadores. Ilustração mostra cientista com seringa na mão olhando para frascos Guilherme Luiz Pinheiro/G1 O Brasil tem, ao menos, 11 projetos de candidatas a vacina contra a Covid-19, de acordo com levantamento do G1. Todos estão sendo desenvolvidos em universidades e instituições de pesquisa públicas do país. Os projetos para criar um imunizante nacional contra a doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) ainda estão em fases iniciais de pesquisa. Não há previsão de que entrem em testes com humanos ou de que tenham seus estudos concluídos antes das candidatas estrangeiras que já passam por ensaios clínicos no país. Os entraves são vários: desde a dificuldade do acesso a parte da tecnologia necessária até a falta de vontade política, segundo os pesquisadores que lideram os projetos mapeados pelo G1. Outro fator é a a falta de parcerias com a iniciativa privada – em parte por causa do risco da empreitada, já que potenciais investidores não têm como prever se os estudos vão dar certo. Se uma das candidatas funcionar, será a primeira vacina desenvolvida totalmente do zero no Brasil. Nesta reportagem, você lerá sobre: Os projetos: quais são e onde estão os centros de pesquisa? As candidatas: como são os projetos de pesquisa? Os obstáculos: que cenário os cientistas precisam enfrentar para obter avanços? Abaixo, veja os detalhes: Onde estão? Os 11 projetos têm participação de ao menos 9 instituições de pesquisa – em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná: Instituto Butantan (SP): 3 projetos + 1. Este último é desenvolvido em parceria com a Fiocruz em Minas Gerais, a UFMG e o Instituto de Ciência e Tecnologia de Vacinas (INCTV), também em Minas. Também tem participação do Instituto de Ciências Biomédicas e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, ambos ligados à USP. Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP: 3 projetos Fiocruz/Manguinhos (RJ): 2 projetos Universidade Federal do Paraná (UFPR): 1 projeto Instituto do Coração (Incor) da USP: 1 projeto As candidatas As vacinas pesquisadas em todo o mundo (não só no Brasil) contra a Covid-19 apostam, basicamente, em quatro processos de manufatura, ou seja, quatro plataformas: vetor viral, proteínas, a genética e a de vírus inativado (que é a da maioria das vacinas no mercado hoje, contra qualquer doença). Entenda mais sobre elas. Infográfico mostra quatro plataformas de desenvolvimento de vacinas e quais institutos brasileiros trabalham em quais propostas Guilherme Luiz Pinheiro/G1 Apesar de ser uma referência mundial em produção de vacinas – com transferência de tecnologia, principalmente, para Butantan e Manguinhos –, o Brasil nunca conseguiu desenvolver, do zero, uma vacina 100% nacional. Os entraves são vários: desde a dificuldade do acesso a parte da tecnologia até a falta de vontade política, segundo os pesquisadores que lideram os projetos mapeados pelo G1. Também há a questão do risco para quem investe em uma vacina – que o faz sem saber se ela vai dar certo. Abaixo, você verá detalhes sobre as pesquisas em andamento no país. Ao final da reportagem, poderá ler mais informações sobre os entraves que elas precisam encarar. Butantan Foto mostra o Instituto Butantan, em São Paulo Marcos Santos/USP Imagens Dos 4 projetos do Butantan, 2 são baseados em ovo – um dos quais está mais adiantado e é feito em parceria com a rede de hospitais Mount Sinai, nos Estados Unidos, com apoio do governo americano e da fundação Bill e Melinda Gates. Essa versão usa o vírus inativado. "É o mesmo princípio da vacina da gripe – você inocula uma cepa viral no ovo, que cresce no ovo embrionado e, depois, ele [o vírus] é purificado a partir desse ovo. Então, na verdade, a fábrica da vacina é o ovo – o embrião da ave, o pintinho, que produz os vírus que depois são transformados em vacina", explica Dimas Covas, diretor do Butantan. O projeto em parceria com os americanos já foi testado em camundongos e aguarda a próxima fase, a ser feita em macacos. A vacina apresentou uma “resposta interessante” nos roedores, de acordo com Covas. A segunda proposta baseada em ovo está sendo feita em parceria com as institutições de Minas Gerais (veja abaixo). As outras apostas, menos avançadas, combinam uma proteína do coronavírus com uma da BCG – a vacina da tuberculose –, mas ainda está em fase bastante inicial, segundo o diretor. A quarta pesquisa recombina o coronavírus com o vírus Influenza, e também ainda é inicial. Butantan + Fiocruz-Minas: Foto da fachada da Fiocruz MG Fiocruz O foco da pesquisa é o uso de vetores virais, explica o pesquisador da Fiocruz-Minas e plataforma Fiocruz-FMRP/USP, Ricardo Tostes Gazzinelli, que lidera o grupo. A proposta da vacina inclui o gene da proteína S (de "spike"), que o Sars-CoV-2 usa para infectar as células, no genoma do vírus Influenza, que causa a gripe. Do Influenza são usadas duas outras proteínas: a hemaglutinina e a neuraminidase (na sigla H1N1, por exemplo, o H representa a hemaglutinina e o N, a neuraminidase). Ambas mudam muito de ano para ano, diz Gazzinelli, e, por isso, é preciso fazer a vacinação da gripe todos os anos. Ricardo Tostes Gazzinelli, pesquisador da Fiocruz-Minas e que lidera grupo da Fiocruz-FMRP/USP que pesquisa uma das potenciais vacinas brasileiras. Ricardo Tostes Gazzinelli/Arquivo Pessoal "A hemaglutinina é importante para o vírus entrar na célula, e a neuraminidase é importante para o vírus sair da célula", explica Gazzinelli. "Nós pegamos o gene da neuraminidase e cortamos. No lugar dele, colocamos o gene que codifica a proteína spike. Ele [o vírus] entra, mas não sai da célula, então não gera vírus de replicação – mas é capaz de induzir a resposta imunológica", afirma. A ideia, de acordo com o pesquisador, é que a vacina seja bivalente – que sirva tanto para o Influenza como para o Sars-CoV-2. Aluna de doutorado Julia Castro, que desenvolve tese sobre projeto da vacina influenza/SARS-CoV2, da Fiocruz-Minas. Ricardo Tostes Gazzinelli "Escolhemos o vírus Influenza porque ele infecta muito bem as células das vias aéreas. São as mesmas células que o coronavírus infecta. Se conseguir induzir uma imunidade local, talvez induza uma proteção maior", diz Gazzinelli. No momento, o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP faz testes de proteção com o Sars-CoV-2 em camundongos, que têm um gene alterado para que possam ser infectados com o novo coronavírus. A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, também da universidade paulista, testa o imunizante em roedores com comorbidades pulmonares. UFMG pesquisa uso da vacina BCG como base para imunização contra Covid-19 Os testes são necessários para que os pesquisadores definam a melhor forma de aplicar a vacina, o melhor vírus e o melhor regime de vacinação – em uma ou duas doses. Nas próximas semanas, a candidata será enviada para o Butantan para testes de farmacocinética e segurança. Instituto de Ciências Biomédicas da USP Prédio do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) no campus Cidade Universitária, em São Paulo Marcos Santos/USP Imagens O ICB tem 3 estratégias, todas em condição experimental e que estão sendo testadas em camundongos, segundo o diretor, Luís Carlos Ferreira: Os pesquisadores colocam a informação genética do Sars-CoV-2 em bactérias para que elas produzam três proteínas do vírus: A, S e N. A vacina é combinada com adjuvantes (que reforçam o efeito imunizante) e testada nos animais. As nanovacinas: as proteínas são organizadas em nanopartículas – em vez de ser a proteína "pura", é como se fosse um complexo – e testadas em animais. As vacinas genéticas: com material genético. São duas plataformas: uma usa DNA (de plasmídeos, uma molécula que ocorre normalmente em bactérias) e a outra, um tipo de RNA (mensageiro). "Todas foram testadas em camundongos e são seguras e geram uma resposta imunológica", afirma Luís Carlos Ferreira. "A próxima etapa é mostrar que a vacina confere proteção". Fiocruz/Manguinhos (RJ) Castelo da Fiocruz, em Manguinhos, Zona Norte do Rio de Janeiro Reprodução Em Manguinhos, há duas propostas: Uma é a de uma vacina sintética, com base em pequenas moléculas sintéticas de proteínas do Sars-CoV-2 capazes de induzir a produção de anticorpos específicos e ativar as células T, um tipo de célula de defesa do corpo, contra o coronavírus. A outra é uma vacina de subunidades, que utiliza (outros) pedaços de proteínas capazes de estimular a resposta imune. Essa versão testa diferentes construções da proteína S, que é a que o novo coronavírus usa para infectar as células do paciente. A ideia é que o corpo crie os anticorpos necessários para se defender quando tem contato com essa proteína. Segundo o vice-diretor de desenvolvimento tecnológico de Manguinhos, Sotiris Missailidis, ambas já passaram por uma primeira etapa de estudos pré-clínicos, com camundongos, e foram seguras para os animais. Agora, os cientistas avaliam a geração de anticorpos e as respostas das células de defesa dos animais. A melhor das construções e das doses testadas vai para estudo de desafio – quando cientistas infectam os animais com o vírus e verificam se a vacina conferiu proteção. O próximo teste será em hamsters, previsto para novembro, e depois vêm, possivelmente, os macacos. "Se a gente conseguir achar laboratório que faça, seria já em dezembro [o teste] em macacos. No final do ano ou em janeiro podia completar a fase pré-clínica", diz Missailidis. Ele avalia que é difícil dizer quando seriam os testes clínicos, porque pode haver atrasos. Universidade Federal do Paraná Prédio histórico da UFPR, em Curitiba WikiCommons/Reprodução O grupo da UFPR retira uma proteína do Sars-CoV-2, e transfere para uma bactéria, que produz mais proteínas. Depois, associa as proteínas a uma molécula grande (polímero) chamada de polihidroxibutirato (conhecida pela sigla PHB). Segundo o líder da pesquisa, o professor Marcelo Müller, o uso do PHB tem 3 motivos: Para que a proteína do vírus não entre "sozinha" nos animais. "Normalmente, quando você injeta o antígeno – no caso, essa proteína – sem estar fixada em algum material, ela pode ser rapidamente degradada", afirma Müller. Para que a proteína seja reconhecida mais facilmente pelo corpo. "Quando o antígeno está fixado em alguma superfície, ele vai ficar muito mais próximo do que naturalmente se encontra no vírus. Então é como se nós estivéssemos mimetizando o vírus sem utilizar o vírus", diz o pesquisador. O terceiro motivo ainda não é totalmente estabelecido, mas há estudos que indicam que o próprio PHB pode reforçar o efeito da vacina. Os cientistas já estão fazendo testes em camundongos para descobrir o melhor composto capaz de induzir a resposta imune. A previsão é que os resultados saiam até o final do ano. Depois, os pesquisadores vão precisar de parcerias para infectar os animais com o Sars-CoV-2 e descobrir se os anticorpos gerados protegem os animais (veja detalhes mais abaixo). Instituto do Coração (Incor) Fachada do Incor em São Paulo Divulgação/USP O projeto do Incor também aposta nas proteínas do Sars-CoV-2. "Nós estudamos a resposta de anticorpo e celular de mais de 200 pessoas que tiveram a doença e selecionamos os melhores alvos que desencadeiam uma resposta [imune] eficaz contra esses fragmentos virais – que chamamos de peptídeos. Tem pedaços da spike [proteína S] também", explica Jorge Kalil, que chefia o Laboratório de Imunologia do Incor e lidera a pesquisa. O composto ainda está sendo testado em camundongos para que os pesquisadores cheguem ao melhor protótipo. Depois, eles pretendem desenvolver uma versão nasal da vacina – ao invés de intramuscular – que Kalil pretende que seja a definitiva contra a doença. "A gente quer desencadear uma resposta bem forte, além de para todo o orgnanismo, para o sistema respiratório, tanto na produção de anticorpos que são específicos da resposta de mucosa – o tecido aveludado que forma todo o sistema respiratório – como também para estimular a resposta das células de defesa que estão no sistema respiratório", explica. "Buscamos uma vacina que dê uma grande cobertura – que tenha uma eficácia muito grande em muitas pessoas e que seja muito eficaz porque tem uma resposta local muito importante", afirma. Quais os obstáculos? Ricardo Tostes Gazzinelli avalia que o problema é estrutural: quem investe em vacinas – as farmacêuticas, os empresários, o Estado – não quer correr riscos, e, por isso, aposta em países que já têm experiência e expertise para desenvolver vacinas do zero. Ele afirma que esse temor é um erro. "Se tiver um investimento e sair com um produto seu, você vai ter um retorno grande. O empresário brasileiro não quer ter risco, quer garantia. Ninguém sabe se essas vacinas [de fora] vão funcionar e quão bem vão funcionar – por que não investir numa ideia brasileira?", questiona. O investimento é caro: o projeto de Gazzinelli, por exemplo, já recebeu financiamento de R$ 4,6 milhões – vindos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), da própria Fiocruz e das fundações estaduais de apoio à pesquisa de Minas (Fapemig) e São Paulo (Fapesp). Outros R$ 4,5 milhões, também do MCTI, foram destinados à pesquisa no Incor, e, no Paraná, o aporte do ministério foi de R$ 2,4 milhões. Em Manguinhos, são mais R$ 2 milhões. (A importação da tecnologia também sai cara: ao anunciar a compra da vacina da CoronaVac, o Ministério da Saúde previa um gasto de R$ 2,6 bilhões). Outro gargalo é a tecnologia, aponta Luís Carlos Ferreira, diretor do ICB-USP. "Por isso tanto Butantan como Fiocruz são totalmente dependentes de transferência de tecnologia: ou compram de fora ou licenciam e tentam produzir a vacina aqui. Todas as vacinas que nós produzimos são assim – ou compra ou importa tecnologia. Não tem condições de fazer a cadeia completa", afirma o diretor do ICB. Ele aponta como exemplo a falta de capacidade de produzir antígenos com o grau de pureza necessário para fazer testes da vacina. Segundo o diretor, apenas Butantan e Fiocruz têm condições de fazer isso – mas ambos estão comprometidos com a produção de vacinas de fora. Sotiris Missailidis, da Fiocruz, entende que é importante que o Brasil apareça na corrida pela vacina como um ator importante. "O Brasil tem cientistas de peso, com conhecimento tecnológico para levar esses produtos. Eu acho que é muito importante chegar, registrar, produzir nosso produto e ficar no mapa mundial como um dos grandes players que podem dar esse tipo de resposta para apoiar a saúde publica do país e da América Latina ou mundial nesse acordo de fornecimento", opina. Quem são as brasileiras que sequenciaram o genoma do novo coronavírus VÍDEOS: novidades sobre a vacina contra a Covid Veja Mais

10 séries que abordam a violência física e psicológica contra a mulher

canaltech A violência contra a mulher e o feminicídio sempre foram abordados no mundo do entretenimento, incrementados em outros elementos derivados do machismo. Porém, nos últimos anos, as pessoas estão mais atentas para a existência desse tipo de opressão, então o tema tem sido colocado em pauta de forma a criar debates e conscientizar pessoas que possam estar vivenciando ou tem contato com alguém que sofre esse tipo de abuso. 10 melhores séries de investigação criminal para maratonar na Netflix I May Destroy You | 6 motivos para largar tudo e assistir à nova série da HBO Muitas dessas produções não são nada fáceis de assistir, mas são necessárias por se tratar de uma temática que não pode ser esquecida. Por isso os criadores, diretores e roteiristas estão sempre incorporando a violência contra a mulher em histórias incríveis e muito bem construídas, sejam elas em um título que foca completamente no tema ou que apenas cita em alguns episódios, para que a experiência seja completa e não apenas algo informativo. Pensando nisso, o Canaltech selecionou 10 séries que, de alguma forma, abordam a violência física e psicológica contra a mulher para conscientizar quem está do outro lado da tela sobre essa realidade à medida que entretêm com grandes histórias. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Atenção: a lista abaixo contém spoilers das séries citadas! 10. Você A série Você, também conhecida pelo nome original em inglês, You, traz um tipo de violência contra a mulher que começa pelo psicológico e, infelizmente, tem um final terrível. Joe, interpretado por Penn Badgley, é um rapaz que parece ser a pessoa mais boazinha do mundo. Porém, ele fica tão obcecado pelas mulheres com quem se relaciona que começa a agir como se elas pertencessem a ele e, sem que elas saibam, consegue controlar suas vidas, o que elas fazem, com quem podem conversar, entre muitos outros detalhes perturbadores. A desculpa para agir dessa forma, segundo o próprio, é ser algo feito por "amor", afinal apenas ele sabe o que é melhor para a parceira. O mais curioso da segunda temporada é que ela traz uma história diferente, fazendo com que Joe conheça uma mulher tão psicopata quanto ele, como se fosse uma lição de como é estar na pele da pessoa oprimida, como havia sido anteriormente. Imagem: Divulgação/Netflix Crítica | Você mostra Joe tentando controlar seus instintos na temporada 2 Você conta com duas temporadas completas na Netflix. 9. Big Little Lies Big Little Lies é uma série baseada em um livro de mesmo nome que conta a história de mulheres que estão relacionadas de alguma forma e que, no final, se unem com a intenção de defender e proteger uma delas que vem sofrendo violência física do marido. Durante o andamento da trama, o relacionamento aparenta ser perfeito, mas o desequilíbrio emocional do homem começa a trazer indícios de que ele é perigoso e que sair dessa seria mais arriscado e desgastante ainda. A trama deveria ser uma minissérie, mas história foi tão impactante que acabou ganhando uma segunda temporada. Nos episódios mais recentes, essas mulheres se unem em mais um desafio de proteção a elas e à vítima do marido abusivo, contra a punição jurídica que elas podem receber após terem feito justiça com as próprias mãos. Imagem: Divulgação/HBO Big Little Lies está disponível em duas temporadas no HBO GO. 8. The Handmaid's Tale The Handmaid's Tale, ou O Conto da Aia, é uma adaptação literária de uma história assustadora de quando os Estados Unidos se tornam a República de Gilead. Com isso, o governo norte-americano chega ao fim e o país passa a ser comandado por extremistas religiosos que criam um regime totalitário baseado na Bíblia e que controla todas as mulheres. Neste novo governo, as mulheres são vistas apenas como máquinas de procriação, e as aias são constantemente estupradas para gerarem filhos às famílias estéreis. Na série, acompanhamos a luta da personagem June (Elizabeth Moss), que teve a sua filha retirada de seus cuidados com a transição de governo e que vem resistindo às novas medidas constantemente, ajudando as mulheres que estão a sua volta e descobrindo formas de derrubar Gilead. Imagem: Divulgação/Hulu The Handmaid's Tale está disponível em três temporadas no Globoplay. 7. Coisa Mais Linda As décadas de 1950 e 1960 não eram nada amigáveis às mulheres e isso é visto na série Coisa Mais Linda, brasileira e original da Netflix. Além de retratar o machismo escancarado da época, a trama aborda uma situação em peculiar bastante grave, envolvendo a personagem Lígia, interpretada por Fernanda Vasconcellos, que aparenta ter um casamento perfeito. Além do marido não deixar ela seguir seus sonhos, ele constantemente bebe e fica bastante violento, a agredindo. Assim como na realidade, a personagem chega a acreditar que as atitudes do homem acontecem devido a algo que ela fez ou por sua culpa, o que nem de longe deveria justificar uma agressão. Infelizmente, no final da primeira temporada, a história acaba de uma forma trágica e bastante chocante, alertando para possíveis similaridades com casos reais. Imagem: Divulgação/Netflix Crítica | Coisa Mais Linda busca a emancipação das mulheres em 2ª temporada Coisa Mais Linda conta com duas temporadas na Netflix. 6. Jessica Jones Jessica Jones, heroína do universo da Marvel, ganhou a sua própria série em 2015, protagonizada por Kristen Ritter. A personagem é o resultado de uma mulher que experienciou na pele o resultado do abuso físico e psicológico do seu parceiro, Kilgrave (David Tennant), um homem violento que a manipulou psicologicamente graças ao seu poder de controlar a mente das pessoas. Então, todas as suas ações são de uma mulher traumatizada, que teve parte de sua vida controlada por alguém que retirou a sua liberdade individual e que precisou concentrar todas as suas forças e energias para sair daquela vida e não deixar mais que o vilão a transformasse em uma pessoa forçadamente submissa. Imagem: Divulgação/Netflix A série Jessica Jones está disponível na Netflix em três temporadas. Crítica | Jessica Jones entrega um fim corajoso e imperfeito 5. The Fall The Fall é uma série britânica que acompanha o trabalho da detetive Stella Gibson, interpretada pela incrível Gillian Anderson, que está em missão de descobrir o paradeiro de um assassino em série que vem atacando mulheres da cidade de Belfast. O criminoso é uma pessoa que, por fora, aparenta ser um rapaz indefeso e prestativo com sua família, mas quando sai de casa busca jovens mulheres para cometer esses terríveis crimes. Mas a série não fala só da psicopatia e da frieza desse assassino, como também faz um alerta à misoginia, o ódio pelas mulheres, que o leva a cometer esses crimes, o que é visto também no tratamento recebido pela detetive, que é constantemente questionada por posturas que não são cobradas de homens. Imagem: Divulgação/BBC Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? The Fall está disponível em uma temporada no Now. 4. Inacreditável A série Inacreditável conta uma história real de quando uma jovem, Marie (Kaitlyn Denver), alega ter sido estuprada, mas ninguém acredita que o que ela diz aconteceu. Seus depoimentos são, muitas vezes, confusos, e não há muitas evidências que ajudaram a provar o que havia acontecido, o que dificultou ainda mais a sua situação, visto que os oficiais não aceitavam apenas a sua declaração. Felizmente, ela contou com a ajuda de duas detetives mulheres assumem a liderança do caso e com a dedicação e empatia necessárias, conseguem manter um bom diálogo com a vítima, principalmente acreditando no que ela diz. Imagem: Divulgação/Netflix Inacreditável conta com uma temporada na Netflix. 3. Orange Is The New Black Orange Is The New Black, uma das primeiras séries originais da Netflix, estreou em 2013 mostrando como é a vida em um presídio feminino, com foco na protagonista Piper (Taylor Schilling). A trama aborda muitas questões de homofobia, racismo, xenofobia, entre outros preconceitos, mas também foca em crimes de ódio contra as mulheres, que acontecem ali dentro. As presidiárias são constantemente assediadas verbal e fisicamente pelas pessoas que trabalham ali dentro, muitos deles cometendo estupros, violência física e até assassinatos. São sete temporadas com críticas ao tratamento recebido por essas mulheres, trazendo sempre referências a acontecimentos da vida real. Imagem: Divulgação/Netflix Orange Is The New Black se despede com temporada morna e missão cumprida Todas as sete temporadas de Orange Is The New Black estão disponíveis na Netflix. 2. Bom Dia, Verônica Uma das séries mais recentes da Netflix, Bom Dia, Verônica, conta uma história de serial killer junto à violência doméstica. Na trama, Tainá Muller é Verônica, uma escrivã da delegacia de homicídios de São Paulo que não aguenta ver um caso, que envolve uma mulher que teve a sua vida destruída por um aproveitador, ser negligenciado nas mãos de pessoas que não se importam com a situação. Além de ajudar as vítimas desse desconhecido, em paralelo ela tenta salvar a vida de Janete (Camila Morgado), uma mulher que sofre abuso psicológico do marido, Brandão (Eduardo Moscovis), que não só a prende em casa como também é um assassino em série que escolhe jovens mulheres como vítima e a obriga a participar de parte do processo. Imagem: Divulgação/Netflix A primeira temporada de Bom Dia, Verônica pode ser assistida na Netflix. Crítica | Bom Dia, Verônica traz anseio no combate à violência contra a mulher 1. I May Destroy You Para fechar a lista, uma das séries mais intensas sobre estupro dos últimos tempos: I May Destroy You. Criada e protagonizada por Michaela Coel, a trama original da HBO mostra como a vida da escritora amadora foi abalada após ela ter sido dopada e estuprada em um bar, sem saber por quem. Imagem: Divulgação/HBO Ao longo dos episódios a série mostra como são as conversas com a polícia, como a questão psicológica fica abalada após sofrer um crime do tipo e como é importante ter pessoas ao lado para ajudar nessa tão difícil superação, que muitas vezes não é acompanhada de justiça. Crítica | I May Destroy You reflete toda a genialidade de Michaela Coel I May Destroy You conta com uma temporada no HBO GO. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

Presidente do Azerbaijão recusa cessar-fogo incondicional

Valor Econômico - Finanças Ilham Aliyev disse que a Armênia deve retirar suas forças armadas do território de Nagorno-Karabakh para que as hostilidades terminem O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, disse que não aceitará apelos por um cessar-fogo imediato e incondicional contra a vizinha Armênia. Os combates se estendem há cinco semanas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Eleições em BH: Rodrigo Paiva defende redução de impostos para auxiliar empresas

O Tempo - Política Postulante comemorou aniversário de 57 anos no Mercado Novo, na região centro-sul de Belo Horizonte, ao lado do governador Romeu Zema e de amigos Veja Mais

Zema sinaliza para parcelamento do décimo terceiro dos servidores do Estado

O Tempo - Política Governador afirmou neste domingo que executivo estadual vai tentar fazer pagamento o quanto antes, mas 'que é pouco provável que aconteça devido a situação financeira do Estado' Veja Mais

Nintendo discute retorno ao Brasil e revela que não deve trazer jogos físicos ao país; veja mais

tudo celular Em entrevista ao Tecmundo, a Nintendo revelou as etapas para seu retorno ao Brasil, os obstáculos que enfrenta para trazer games físicos ao país e muito mais Veja Mais

5 séries parecidas com The Mentalist para fãs de investigação

5 séries parecidas com The Mentalist para fãs de investigação

Tecmundo The Mentalist é uma das principais séries de investigação da televisão mundial. O seriado fez um enorme sucesso de 2000 a 2010, conquistando uma imensidão de fãs. A série terminou em 2015, mas muitas pessoas conheceram o programa recentemente por meio das plataformas de streaming. Assim como a maioria dos programas de TV, um dos principais temperos de The Mentalist é o protagonista. Patrick Jane, interpretado por Simon Baker, é um pacote completo de um investigador excêntrico. Leia mais... Veja Mais

Covid-19: Espanha entra em estado de emergência e Itália endurece regras

O Tempo - Mundo Países europeus voltam a apresentar altas nos números relacionados ao novo coronavírus Veja Mais

Novo sensor do iPhone 12 Pro permitirá medir a altura das pessoas

canaltech A presença de um sensor LiDAR foi uma das grandes novidades nas câmeras do iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max. Esse tipo de sensor facilitará a medição da distância de objetos e pode ser muito útil para uso de realidade aumentada. Além disso, foi revelado que esse recurso também conseguirá medir, com precisão, a altura das pessoas. Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos O que muda nas câmeras dos novos iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max? Certificação do iPhone 12 Pro Max revela bateria menor do que a do 11 Pro Max Através do app Medida (iOS), que transforma o aparelho em uma fita métrica, será possível posicionar a câmera para medir a altura de uma pessoa em poucos segundos. De acordo com a Apple, o cálculo pode ser feito até se a pessoa estiver sentada em uma cadeira. Há, ainda, a possibilidade de tirar uma foto com a sinalização da altura e compartilhar. Para isso, basta abrir o aplicativo, apontar a câmera de uma forma que a pessoa apareça da cabeça aos pés. Depois de um tempo, uma linha será exibida com a altura. Exemplo do uso de sensor LiDAR para medir altura (Imagem: Divulgação/Apple) Esse recurso só estará disponível em dispositivos da Apple com o sensor LiDAR. Atualmente, os modelos disponíveis são o iPad Pro 11 polegadas (2ª geração), IPad Pro 12,9 polegadas (4ª geração), iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

Eleições em BH: Nilmário faz carreata e aposta em sua chegada ao 2° turno

O Tempo - Política Em um carro de som, o candidato do PT percorreu ruas da região Nordeste da capital na manhã deste domingo Veja Mais

iPhone 12 sobrevive a teste extremo de resistência à água por mais de 20 minutos

tudo celular O iPhone 12 e seu antecessor foram colocados à prova em mais de 9 metros de profundidade, tendo sido capazes de resistir por mais de 20 minutos Veja Mais

Lee Kun-hee, presidente da Samsung, morre aos 78 anos

canaltech Lee Kun-hee, presidente da Samsung, faleceu no último sábado (24), aos 78 anos. A empresa, em comunicado oficial, confirmou a notícia e reforçou que estava acompanhado da família no momento de sua morte. Lee estava hospitalizado, mas a causa do falecimento não foi revelada oficialmente até o momento. O executivo precisou fazer uma cirurgia em 2014, em decorrência de um ataque cardíaco, e fez tratamento contra câncer de pulmão na década de 1990. Galaxy S21 Plus tem suposto visual revelado; confira as imagens Galaxy Note 20 e Note 20 Ultra começam a receber beta da One UI 3.0 Samsung registra patente de celular com uma curiosa tela destacável A Samsung, em nota oficial, afirmou que "O presidente Lee foi um verdadeiro visionário que transformou a Samsung em líder mundial de inovação e potência industrial através de um negócio local. Sua declaração de 'Nova Administração' em 1993 foi a motivação para a visão da empresa de fornecer a melhor tecnologia para ajudar no avanço da sociedade global. Seu legado será eterno". Seu filho, o vice-presidente Jay Y. Lee, assumirá o comando da empresa. Lee Kun-hee transformou a Samsung Lee Kun-hee foi responsável pela transformação e crescimento da Samsung, colocando a empresa em um patamar global. No começo da década de 1990, liderou uma série de mudanças com a missão de criar produtos com a maior qualidade disponível, mesmo que isso significasse um número baixo de vendas. Sua fortuna foi estimada em U$ 20,7 bilhões, de acordo com o índice de bilionários do Bloomberg, classificando-o como a pessoa mais rica da Coreia do Sul. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

Prefeito de Caeté, Lucas Coelho (Avante), testa positivo para Coronavírus

O Tempo - Política Político, que é candidato à reeleição, afirmou em vídeo pelas redes sociais que sente dores no corpo Veja Mais

Toquinho amplia a parceria visual com Elifas Andreato na capa do álbum 'A arte de viver'

G1 Pop & Arte ♪ O nome de Elifas Andreato é recorrente na discografia de Toquinho como artista visual e como compositor. Além de ser parceiro letrista do artista paulistano nas 10 músicas compostas para o álbum infantil Canção de todas as crianças (1987), Elifas Andreato já assinou capas para alguns álbuns de Toquinho. No álbum que lança em 6 de novembro, A arte de viver, Toquinho amplia a parceria visual com Elifas, autor da capa. Na arte dessa capa, um homem maduro – Toquinho, sentado em cadeira e visto de costas na imagem – se defronta com um espelho que reflete nuvens brancas. Ao redor deste espelho, fotos de Toquinho em diversas épocas da vida sugerem um homem no exercício da arte de (bem) viver. Precedido por dois singles que apresentaram as gravações do samba Papo final e da estilizada modinha Rainha e rei, músicas interpretadas por Toquinho com as cantoras Maria Rita e Camilla Faustino, respectivamente, o álbum A arte de viver será lançado pela gravadora Deck em edição digital e no formato de CD. Assim como Mosaico (2005), disco lançado há 15 anos, o álbum A arte de viver apresenta somente músicas inéditas composta por Toquinho com letras de Paulo César Pinheiro. A gravação do disco foi feita em 2019, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com produção musical de Rafael Ramos. Veja Mais

Ator de Spider-Man: Miles Morales sabia do novo jogo desde 2018

Ator de Spider-Man: Miles Morales sabia do novo jogo desde 2018

Tecmundo Talvez você não conheça Nadji Jeter de nome, mas ele é o ator que deu vida a Miles Morales no jogo Marvel's Spider-Man, e que retornará ao papel, agora como protagonista, em Marvel's Spider-Man: Miles Morales para PS5.Miles MoralesLeia mais... Veja Mais

Inflação traz dúvida a futuro da Selic

Valor Econômico - Finanças IPCA-15 acima do esperado e fragilidade fiscal se tornam desafios para o Copom Embora seja consenso entre economistas a avaliação de que a Selic deve se manter nas mínimas históricas e a normalização da política monetária será gradual, o mercado começa a mostrar insegurança em relação a essa tese. Os juros futuros encerraram a semana passada na B3 precificando uma taxa básica de 5,5% no fim de 2021 — processo que ganhou ainda mais força após a divulgação do elevado IPCA-15 de outubro na sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

O que fazer antes de trocar o Xbox One pelo Xbox Series X ou S

canaltech Por mais que a Microsoft tenha prometido uma transição fácil da atual para a nova geração de consoles, ainda existem algumas dúvidas a serem sanadas quanto à entrada nessa nova era dentro do ecossistema do Xbox Series X e do Xbox Series S. Talvez a principal delas seja: vou levar todo o meu progresso para os novos consoles? Xbox Series X e Series S | Tudo o que sabemos sobre os sucessores do Xbox One Xbox Series X e S: conheça a tecnologia da nova geração de consoles A resposta é: sim, mas existem várias maneiras de isso ser feito. Aqui no Brasil os preços dos consoles não são tão convidativos, então, muitas pessoas, antes de comprarem o Xbox Series X ou o Series S, venderão seus atuais Xbox One para ajudar no custeio dos novos videogames. Por padrão, existem alguns passos que devem ser realizados antes disso e que também podem ser feitos mesmo que você mantenha o aparelho antigo. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Veja abaixo o que você precisa fazer antes de trocar seu Xbox One, Xbox One S ou Xbox One X pelos Xbox Series X ou Series S: Transferir os arquivos para o novo console Se você decidir manter o seu Xbox One antigo, tudo o que precisará fazer é transferir tudo o que estiver nele para o Xbox Series X ou Series S. Para isso, existem dois modos: guardar em um HD externo ou transferir tudo pela rede. Para fazer isso é simples: com o menu do Xbox aberto, vá em Configurações > Sistema > Armazenamento. Lá vocês devem escolher uma das duas opções: Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech Restaurar o Console Ao restaurar o console você simplesmente apaga todo o conteúdo existente nele, independentemente do modo de backup que você escolheu. Como seus saves e progressões dos jogos estão todos salvos na nuvem, deletar todos os arquivos do seu Xbox One não oferece perigo algum, principalmente porque será possível jogar tudo de onde você parou no Xbox Series X ou no Series S. Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech Para realizar a restauração, o processo também é simples. Acesse Configurações > Sistema > Informações do Console > Redefinir Console. Ao selecionar essa opção, você apagará não somente os jogos do seu videogame, mas também os perfis logados, capturas de tela e todas as contas de redes sociais e aplicativos que estiverem instalados. Ao adquirir seu Xbox Series X ou Series S e efetuar o login, tudo o que for digital estará pronto para ser instalado diretamente pela internet. Para o caso de você ter os jogos em mídia física, a transferência de arquivos pode poupar o trabalho de instalação de CD por CD de jogo no seu Xbox novo. Para quem comprar o Xbox Series S, essa transferência de arquivos será fundamental, uma vez que o console não possui entrada para CDs. A Microsoft ainda não especificou se há a possibilidade de instalar os jogos que você possui em mídia física de outra maneira. O Xbox Series X e o Xbox Series S estão em pré-venda no Brasil por R$ 4.999 e R$ 2.999 respectivamente. O lançamento nacional acontecerá na mesma data do lançamento global: dia 10 de novembro. Compre o PS5 e o Xbox Series X | S no Brasil E aí, você já decidiu se vai de PS5 ou de Xbox Series? Independentemente da sua escolha, ambos os consoles já estão disponíveis no Brasil em pré-venda. Ao comprá-los antecipadamente, você garante que terá algum dos novíssimos dispositivos antes de 2020 acabar. Que tal aproveitar agora? Basta seguir as nossas dicas pelos links abaixo e esperar a entrega chegar: Compre o PS5 padrão com entrada para mídia física Compre o PS5 Digital Edition, o mais barato da Sony Compre o Xbox Series X com todo o poder da Microsoft Compre o Xbox Series S, o melhor custo-benefício Black Friday é no Canaltech Ofertas Está chegando a época com as melhores promoções do ano! A Black Friday 2020 vai acontecer no dia 27 de novembro e promete grandes descontos em várias categorias cobiçadas pelos brasileiros, como smartphones, smart TVs, notebooks, smartwatches, pulseiras inteligentes, monitores e muitos outros eletrônicos. Para ajudá-lo a encontrar os menores preços da internet, o Canaltech Ofertas fará a cobertura em tempo real da Black Friday, e você pode receber os descontos diretamente no seu celular ao entrar em nossos grupos de WhatsApp e Telegram. Não deixe para se preparar em cima da hora, clique no link abaixo e comece a economizar imediatamente! Entre no grupo de WhatsApp e Telegram do Canaltech Ofertas Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

Enchentes e secas destroem lavouras e puxam inflação de alimentos

Valor Econômico - Finanças Problemas climáticos causam grande impacto na economia global, que ainda tenta recuperar o equilíbrio após as paralisações decorrentes da pandemia O clima imprevisível devasta colheitas ao redor do mundo e impulsiona os preços. Em plantações de trigo nos Estados Unidos e na Rússia, é a seca que causa estragos. Campos de soja no Brasil também estão secos, tendo recebido um pouco mais do que chuvas ocasionais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cenovus Energy compra a Husky Energy por US$ 2,9 bilhões

Valor Econômico - Finanças Negócio combinará dois dos maiores participantes da indústria de areias petrolíferas do Canadá, que enfrenta dificuldades após a queda nos preços do petróleo A Cenovus Energy Inc. vai adquirir a Husky Energy Inc. em um acordo envolvendo US$ 2,9 bilhões em ações, que combinará dois dos maiores participantes da indústria de areias petrolíferas do Canadá. O país enfrenta dificuldades após a queda nos preços do petróleo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Eleições em BH: Wendel Mesquita discute problemas de trânsito na região Oeste

O Tempo - Política Candidato do Solidariedade também participou de uma carreata no Buritis, na mesma localidade, neste domingo Veja Mais

Bolsonaro diz não querer repetir com vacina escândalos com verba para respirador

O Tempo - Política Presidente evita perguntas da imprensa durante passeio por Brasília realizado neste domingo (25) Veja Mais

Por que tem tanto gado na Amazônia?

G1 Economia Pecuária foi incentivada pelo governo federal em uma época em que não havia preocupação com desmatamento. Na década de 1970, anúncios convocavam produtores a ocupar 'o maior pasto do mundo'. Publicidade do governo em que incentivava a migração para a Amazônia, de dezembro de 1971 Reprodução/ Acervo O Globo "Toque sua boiada para o maior pasto do mundo", dizia uma propaganda do governo federal nos anos 1970, que incentivava produtores rurais a ocuparem a Amazônia. A iniciativa deu certo. Atualmente, os estados da região concentram 41,6% do rebanho bovino do Brasil, segundo o IBGE. Criação de gado no Brasil em 2019 Rodrigo Sanches/G1 A chegada da produção agropecuária na Amazônia já era estimulada pelo governo desde a década de 1950, segundo pesquisadores. A intenção era ocupar uma região extensa do país, para evitar que fosse invadida por estrangeiros. Na época, não havia a preocupação com o desmatamento e seus efeitos, diferentemente do que ocorre desde os anos 1990. A plataforma Mapbiomas aponta que, entre 1985 e 2018, 41,9 milhões de hectares de floresta viraram pastagem. Isso significa que 88% do incremento da área de pecuária na região veio da derrubada de florestas. Desmatamento na Amazônia entre 1985 e 2018 Rodrigo Sanches/G1 Os dados não separam o que foi desmatamento ilegal e o que foi abertura de área, como é chamado o desmatamento legal. Produtores e especialistas ouvidos pelo G1 dizem que foi o incentivo do governo brasileiro no passado que contribuiu para o crescimento da pecuária na região. Ocupação Com o lema "integrar para não entregar", a ditadura militar (1964-1985) prometia facilidades para a compra de terras públicas para quem migrasse para a região amazônica. “O governo tinha uma política de ocupação da Amazônia e as pessoas iam para lá por causa da terra barata. Você teve uma ocupação mais ou menos desordenada, isso é uma das raízes do problema”, contextualiza Marcelo Stabile, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Entre 1985 e 2018, 41,9 milhões de hectares, uma área maior do que a Alemanha, de florestas viraram pastagens, segundo a plataforma Mapbioma. Quando o sistema mostra aparecimento de pastagens é um indicativo de que há atividade pecuária no local. Atualmente, segundo o Mapbioma, a Amazônia tem 52,9 milhões de hectares em pastos, cerca de 10% da área total do bioma (cerca de 550 milhões de hectares). Os pesquisadores do Mapbioma estimam que 80% das áreas desmatadas na Amazônia nos últimos 33 anos foram usadas para a formação de pastos. Os dados do Mapbiomas não separam o que foi desmatamento ilegal e o que foi abertura de área, como é chamado o desmatamento legal. Stabile, do Ipam, explica que, na época da ocupação, não havia preocupação com os efeitos ao meio ambiente que o desmatamento poderia provocar, consciência que começou a surgir nos anos 1980 e que ganhou fôlego após a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente no Rio de Janeiro (Rio 92). Em 1981, o governo federal começou a monitorar o desmatamento da Amazônia por satélite, para avaliar o avanço da derrubada da floresta e seus efeitos Nos anos 2000, a ocupação da Amazônia e as consequências do desmatamento começaram a ser ainda mais estudadas e o tema ganhou urgência. Em 2012, o governo federal aprovou o novo Código Florestal, que é a legislação ambiental do país. Ele trouxe regras para a produção agropecuária na Amazônia. De acordo com a lei, o produtor rural da região tem direito a desmatar 20% da fazenda para a atividade. Os outros 80% devem ser preservados. O Código Florestal também deu anistia de multas e punições para produtores rurais que desmataram antes do dia 22 de julho de 2008. Depois desta data, o agropecuarista que desmatou ilegalmente deverá ser punido. A pecuária e o desmatamento Guilherme Pinheiro e Amanda Paes/G1 Já em 2019, a ligação entre agropecuária e o desmatamento da Amazônia ganhou proporções internacionais. Ameaças de boicote e até o fim das compras de produtos brasileiros foram vistos no ano passado. E para evitar a fuga de investidores no país, o governo anunciou no início do ano o Conselho da Amazônia, comandando pelo vice-presidente Hamilton Mourão. O objetivo do colegiado é organizar ações entre ministérios para "proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia". A criação do conselho foi comemorada por lideranças do agronegócio. Elas acreditam que a medida mostrará o compromisso do Brasil contra o desmatamento, especialmente o associado ao setor. Desde a criação do Conselho da Amazônia, Mourão se reuniu com investidores e empresários que pediram mais rigor no combate ao desmatamento. Tática comum para a grilagem Um dos motivos apontados pelos produtores rurais é de que a pecuária é escolhida porque é a forma de produção mais simples de se implementar, devido à falta de infraestrutura da região amazônica. O setor pecuário argumenta que esses grileiros não são produtores profissionais e não fazem criação de gado com objetivo comercial. Desmatamento na Amazônia Paulo Whitaker/Reuters Segundo Marcelo Stabile, pesquisador do Ipam, a maior parte da ocupação ilegal de terras costuma ser feita com a criação de gado. "O gado vem andando, para produzir soja, neste caso, não teria infraestrutura para levar maquinário e insumos", afirma Stabile. Neste contexto, grileiros usam o gado para “esquentar” a área, ou seja, para escapar da fiscalização e conseguir o título da terra, eles simulam que a área é uma propriedade rural sem registro. “Desmatar não é fácil e nem barato. A pecuária acaba sendo a forma menos complicada e de baixo investimento para ocupar uma área para especulação e grilagem. É uma desculpa para o grileiro justificar o uso da terra (e conseguir o título da área)”, explica Stabile. Conquistando a posse da terra, o grileiro consegue vender a área para um produtor rural ou empresa do setor. Tornando a prática lucrativa. “No fim, o ganho dele (grileiro) não é com a produção de carne, mas com a venda da terra”, diz o pesquisador. Neste cenário, a medida provisória de regularização fundiária – que o governo editou em dezembro e que perdeu validade em maio – gerou temor de brecha para legalizar grileiros na região. O texto agora é discutido em forma de projeto de lei e restringe boa parte das críticas feitas por ambientalistas. Após o vencimento da MP, o governo anunciou que vai começar a fazer a regularização fundiária de produtores rurais da Amazônia com o uso de georreferenciamento e baseada na lei atual (que foi criada em 2009). Mais boi do que gente Hoje, mais de 40% do rebanho brasileiro está nos estados que compõem a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão). São mais de 89 milhões de animais e cerca de 29 milhões de pessoas. O Brasil tem, segundo dados do IBGE, mais de 214 milhões de bovinos, isso dá quase mais de um animal por cidadão do país (somos 212 milhões de pessoas). Homens tocam gado em fazenda ao longo da Rodovia Transamazônica perto de Uruará (PA) Nacho Doce/Reuters A pecuária é a principal atividade do agronegócio no bioma Amazônia (característica de vegetação que compreende boa parte dos estados da Amazônia Legal). 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Como foi a última morte de Wolverine? E o que aconteceu depois disso?

canaltech Depois de uma série de mortes chocantes nos quadrinhos de super-heróis dos anos 1990, em especial a do Superman, o óbito de um personagem nessa seara passou a ser uma coisa, digamos, mais banal. Atualmente, a Marvel Comics já deixou claro, publicamente, que, embora mortes continuem acontecendo em suas páginas, elas não são definitivas e apenas funcionam como ferramentas em arcos dramáticos. Ou seja, ninguém mais efetivamente vai dessa para uma melhor nas páginas da Casa das Ideias. Quadrinhos e super-heróis | Confira os destaques da Marvel e DC em setembro Por que Henry Cavill não será Wolverine em Capitã Marvel 2? O Canaltech explica Keanu Reeves admite que sempre quis interpretar Wolverine Pouquíssimas mortes continuam intocadas na Marvel, como a do Capitão Marvel original, que, ainda assim, de vez em quando aparece “vivo” em uma ou outra saga. Nos X-Men de Jonathan Hickman, há um processo constante de “ressurreição”, que envolve um grupo de mutantes e o próprio Professor Xavier. Mas, antes mesmo dessa nova fase dos Filhos do Átomo, houve uma última morte que foi “mais sentida”, por assim dizer: a de Wolverine. Imagem: Reprodução/Marvel Comics O querido anti-herói canadense já foi dado como morto em outras ocasiões, mas esta última realmente foi tratada como “morte oficial”, inclusive com um arco na revista mensal que “preparou o leitor” e uma minissérie chamada A Morte de Wolverine — tudo para tornar a coisa toda mais séria. E lá se foram seis anos de lançamento deste evento, dos quais quatro Wolverine ficou fora de cena — o que pode ser considerado uma eternidade para o mutante mais popular da Marvel Comics. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Como foi que isso aconteceu? E quais foram as consequências? As respostas você pode ler logo abaixo. Desgaste de três décadas Wolverine nasceu na revista The Incredible Hulk #180, de novembro de 1974. Mas seu desenvolvimento se deu mesmo nos anos 1980, quando conhecemos mais sobre seu passado no Japão, pelas mãos de Frank Miller e Chris Claremont; e quando ele passou a ser uma referência maior nos X-Men, em arcos históricos, a exemplo da Saga da Fênix. Nos anos 1990, Logan chegou ao seu auge, especialmente com a nova fase de Jim Lee e com a popularidade da animação dos X-Men na TV. O personagem ganhou mais estofo em seu passado, em especiais como Arma X; e passou a ser um carro-chefe da Marvel. Só que aí começou sua queda: em uma década especialmente frágil para os quadrinhos de super-heróis, somente os mutantes saíram “ilesos” das baixas vendas — e parte desse sucesso está atrelado a Wolverine, que praticamente se tornou onipresente nos títulos da Marvel, e não somente os dedicados aos Filhos do Átomo. Imagem: Reprodução/Marvel Comics Assim, Wolverine teve seu adamantium arrancado de seu corpo, foi dado como morto diversas vezes, retornou a Japão, virou agente da SHIELD e se tornou fugitivo da mesma entidade, tornou-se arauto do Apocalipse, entre várias outras aventuras. Já no final dos anos 2000, um dos “arquitetos” da Casa das Ideias explorou, então, um lado inédito que mudou a visão sobre o personagem, considerado virtualmente imortal, dado os seus poderes regenerativos, capacidade de luta e adamantium. Mark Millar, ao lado do ilustrador Steve McNiven, imaginou um cenário em que Logan já não tem um fator de cura tão regular e está extremamente abatido, cansado por perder tantas batalhas e que não tira mais suas garras de seus punhos. Old Man Logan se tornou um clássico instantâneo, uma espécie de “Cavaleiro das Trevas do Wolverine”. Nesse momento, sua versão idosa se tornou muito mais interessante que a original, que estava se sobrecarregando de histórias ruins, devido ao desgaste do personagem. Imagem: Reprodução/Marvel Comics Foi aí que a Marvel e os próprios leitores passaram a concordar que talvez fosse melhor dar um fim à atual versão e ficar um pouco com seu modelo do futuro, como forma de “reboot” de Wolverine. E foi exatamente isso que aconteceu em novembro de 2014, justamente no aniversário de 40 anos da primeira aparição de Logan na batalha entre Hulk e Wendigo. Como foi a Morte de Wolverine? O quinto e o sexto volume da série mensal do Wolverine se tornou basicamente “o caminho” para a trama principal. Vale destacar que o título já não vendia muito na época e os mutantes, em geral, sofriam com uma fase ruim que parecia nunca acabar — e mais tarde, veio a revelação que Ike Perlmutter, executivo da Marvel Entertainment, na época tinha “segurado” o desenvolvimento dos X-Men por conta da treta envolvendo os direitos vendidos para a Fox, que se rejeitava em negociar com o crescente Marvel Studios. Imagem: Reprodução/Marvel Comics Em 2013, Wolverine vinha revisitando seu passado, enquanto Old Man Logan já começava a aparecer com mais frequência nos títulos mutantes. Foi então que nosso Logan da cronologia atual teve seu corpo contaminado por um vírus do Microverso, que tornou seu fator de cura inativo. Seu corpo passou a se deteriorar com mais facilidade e, claro, sem os ossos inquebráveis, ele se transformou em um alvo muito mais vulnerável para seus inimigos. Feige x Ike: Entenda como essa "Guerra Civil interna" afeta tudo na Marvel O Senhor Fantástico se dispôs a tentar ajudar Wolverine, mas ele decidiu que continuaria a viver dessa forma mesmo, pois, além de teimoso, o baixinho canadense passou a aceitar sua nova condição como destino — afinal, ele mesmo sabia que qualquer que viva tanto tempo talvez considere uma rara possibilidade de morte como um final mais comum e apropriado para sua própria história. 10 aspectos que mudaram radicalmente os X-Men na atual fase de Jonathan Hickman Nova HQ da Marvel deve colocar os Vingadores contra os X-Men mais uma vez Disney+ pode lançar continuação da animação clássica dos X-Men Nessa época, Wolverine dividia seu tempo entre os Vingadores e os X-Men, não somente como herói, mas também no papel de diretor da Escola Jean Grey para Jovens Superdotados. E, mesmo assim, decidiu encarar seus maiores rivais, que, claro, também já estavam sabendo que o anti-herói não andava mais o mesmo. No final, Logan enfrenta o Doutor Cornelius, um dos responsáveis pelo projeto Arma X e pela injeção de adamantium no corpo do X-Man. Imagem: Reprodução/Marvel Comics Após um combate feroz, Cornelius perece e, antes de ir, ele questiona a Logan quais foram suas grandes realizações na vida. Wolverine, então, decide fica sob um tanque de adamantium quente, que cobre seu corpo. Ele morre por sufocamento, após o endurecimento do metal que o salvou por tantos anos. O que aconteceu depois da morte de Wolverine? Vários personagens conectados a Wolverine, como Dentes-de-Sabre, X-23, entre outros, passaram a seguir seu legado e, no final, X-23 é que acabou se tornando a detentora desse nome. A Marvel Comics aproveitou a popularidade da personagem no filme Logan, que já havia se inspirado na trama de Old Man Logan, para tornar a “filha do Wolverine” como sua sucessora oficial. Essa também foi uma oportunidade de apresentar mais diversidade e dar ao público feminino sua própria versão do famoso anti-herói. Old Man Logan se tornou mais presente e seu estilo de “Wolverine clássico”, com instinto assassino e um passado ainda mais sombrio, foi um sucesso. Ele passou a fazer parte dos X-Men de nossa era e teve a oportunidade de encontrar com seu “eu” mais jovem antes de se despedir em sua própria linha cronológica. Imagem: Reprodução/Marvel Comics Wolverine voltou aos poucos aos Universo Marvel, em meados de 2018. Ele começou reaparecendo com seu corpo jovem e completamente renovado, ainda mais poderoso que o anterior. Logan, inicialmente, ressurgiu em algumas “cenas pós-créditos” de títulos da Marvel, portando a Joia do Tempo. Mais tarde, ele deixou de lado a gema e ficamos sabendo, em uma trama que não vale muito a pena contar agora, que, basicamente, Wolverine teve seu corpo e mente trazidos de volta por conta de um processo criado pela vilã Persephone, com participação de Sotera. A trama de retorno foi, em geral, bem ruim e cheia de buracos e saídas mirabolantes de roteiro. Mas, o que importava, naquele momento, era que o Logan de nossa época deveria, definitivamente, voltar ao Universo Marvel. Imagem: Reprodução/Marvel Comics Inicialmente, Wolverine demorou um pouco para se restabelecer e veio até com um poder diferente, o de aquecer suas garras em momentos de muita fúria. Mas com o iminente reboot dos X-Men nas mãos de Jonathan Hickman e o começo da jornada de um novo Logan no Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês) pela frente, a Casa das Ideias decidiu trazer de volta seu mais popular mutante novamente no auge de seu temperamento e porte físico. Assine Amazon Kindle Unlimited por apenas R$ 19,90/mês e tenha acesso a mais de 1 milhão de livros digitais! E, assim, temos de volta aquele assassino impiedoso com seu próprio código de honra, em referência aos anti-heróis de filmes de faroeste. Ele continua amável com as crianças, teimoso e agora até aceita fazer parte de um “trisal” com Ciclope e Jean Grey — amando Scott, inclusive, com a mesma intensidade que ama Jean. Este é o Wolverine “2.0”, um clássico atualizado que voltou a fazer sucesso nas mãos de Hickman. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

"Quando um não quer, dois não brigam", diz Ramos

Valor Econômico - Finanças Em passeio com o presidente Jair Bolsonaro neste domingo, ministro da Secretaria do Governo respondeu a críticas de Ricardo Salles, do Meio Ambiente O presidente Jair Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada na manhã deste domingo de moto, ao lado dos ministros da Secretaria do Governo, Luiz Eduardo Ramos, e da Casa Civil, Braga Netto, entre outros acompanhantes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pocah se junta ao cantor OIK e ao produtor Mãolee no single 'Toda sua'

G1 Pop & Arte ♪ Quatro meses após ter apresentado o single Depois da quarentena, editado em 18 de junho, a funkeira Pocah lança o inédito single Toda sua. Disponível desde sexta-feira, 23 de outubro, com capa que expõe a artista em foto de Ernna Cost, o single Toda sua junta Pocah ao cantor OIK e ao produtor musical Mãolee. Toda sua é composição de autoria de OIK – autor dos versos cantados por Pocah com o próprio OIK – e Mãolee, responsável pelo beat e pela formatação da gravação em estúdio. A intenção foi misturar funk com rap e com R&B para gerar som de estilo caracterizado como urbano no universo pop. Cabe ressaltar que Mãolee, além de produtor musical, é DJ, beatmaker e empresário que vem ascendendo na cena carioca de hip hop. Veja Mais

Como clonar o Whatsapp e usar dois perfis ao mesmo tempo

Como clonar o Whatsapp e usar dois perfis ao mesmo tempo

Tecmundo Para pessoas que necessitem ou queiram ter em seus smartphones, é possível “clonar” o WhatsApp e utilizar duas contas separadas. Isso pode ser útil para usar um perfil pessoal e outro do trabalho, por exemplo.Alguns aparelhos da Samsung, por exemplo, trazem o chamado Dual Messenger, mas o recurso não está disponível em todos os modelos. Alguns dispositivos Android já trazem o recurso de forma nativa, enquanto outros aparelhos necessitam de apps de terceiros para habilitar a funcionalidade.Leia mais... Veja Mais

Xiaomi disponibiliza MIUI 12 para o Redmi Note 9S europeu; variante global pode ser a próxima

tudo celular O modelo europeu do Redmi Note 9S já começou a receber a MIUI 12, o que pode indicar que a variante global do smartphone também pode estar prestes a ser atualizado Veja Mais

Simone faz live neste domingo em homenagem ao aniversário de Milton Nascimento

O Tempo - Diversão - Magazine Apresentação que celebra os 78 anos de Bituca vai trazer uma seleção de canções de um dos compositores que a artista mais gravou em sua trajetória Veja Mais

Black Friday: Pontofrio e Casas Bahia têm 40 dias de ofertas

Black Friday: Pontofrio e Casas Bahia têm 40 dias de ofertas

Tecmundo Se você detesta a Black Friday, a oportunidade de procurar boas ofertas pode estar na promoção que a Via Varejo, controladora das Casas Bahia e do Pontofrio, lançou na última sexta (23), e que se estenderá até o início de dezembro (a Black Friday deste ano cai no dia 27 de novrmbro).Segundo a empresa, a ideia é evitar aglomerações nas lojas físicas por conta da pandemia de covid-19. “Vamos fazer um trabalho em que o consumidor não precisa esperar e correr para aproveitar as ofertas”, afirmou o COO da Via Varejo, Abel Ornelas. Leia mais... Veja Mais

Netflix: as 8 melhores séries para assistir em um único fim de semana

Netflix: as 8 melhores séries para assistir em um único fim de semana

Tecmundo Relaxar no fim de semana é algo que quase todo mundo anseia, não é mesmo? E para deixar esse descanso ainda mais legal, listamos algumas séries rápidas, porém imperdíveis, que estão disponíveis no catálogo da Netflix para você assistir.Além de essas produções serem curtas, podem ser assistidas do começo ao fim em um único final de semana, sem aquela pressão de terminar logo.Leia mais... Veja Mais

Mortes por covid passam de 157 mil neste domingo, mostra consórcio de imprensa

Valor Econômico - Finanças Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.393.759 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.535 desses confirmados no último dia O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (25). O país registrou 237 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 157.163 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 468, variação de -17% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de queda nas mortes por covid. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.393.759 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 12.535 desses confirmados no último dia. A média móvel de novos casos nos últimos 7 dias foi de 23.031 por dia, uma variação de -1% em relação aos casos registrados em 14 dias. Apenas dois Estados apresentam indicativo de alta de mortes: Amazonas e Amapá. Outros 12 Estados têm curvas que apontam queda. Não houve publicação de números novos do Rio Grande do Sul e, portanto, considera-se a situação do dia anterior, que era estável. Vale ressaltar que há Estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Veja Mais

Ministro-astronauta usa compromisso oficial para passar férias nos EUA

O Tempo - Política Procurado pela reportagem, Marcos Pontes não respondeu aos questionamentos sobre ida a Houston, onde mora sua família Veja Mais

Leilão de biodiesel tem 1,1 bilhão de litros arrematados para novembro e dezembro

Valor Econômico - Finanças Do volume total arrematado, 99,58% vieram de produtores detentores do Selo Combustível Social O leilão L-76 de biodiesel, para atendimento da demanda de novembro e dezembro, encerrou com 1,105 bilhão de litros arrematados para a mistura obrigatória, reduzida de 12% para 11% temporariamente, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Startup desenvolve "versão mini" de animais robôs da Boston Dynamics

canaltech O "cão-robô" Spot, desenvolvido pela Boston Dynamics, constantemente surpreende – e assusta – na internet com suas habilidades motoras e capacidade de movimentação. Caso você queira ter uma versão desse robô que caiba na palma de sua mão, isso é possível. A startup Petoi criou o Bittle, um pequeno cão-robô que se movimenta de forma autônoma e que pode realizar diferentes ações. Oito perguntas sobre: Inteligência Artificial na educação Plataforma de IA corporativa da NVIDIA bate novos recordes de desempenho Duplex | IA do Google já consegue agendar corte de cabelo sozinha O robô é desenvolvido em código aberto e modelado com peças encaixáveis feitas em impressão 3D: a montagem completa leva, em média, uma hora. Além de possuir um formato muito parecido com o Spot, o Bittle vem acompanhado de uma cabeça de plástico para deixá-lo mais simpático. Depois de montado, o robô pode ser ativado ao baixar os códigos de demonstração pelo GitHub.   O objetivo do Bittle é criar uma opção acessível, reduzindo as barreiras técnicas e financeiras para quem deseja estudar e aprender com esses robôs. Além da estrutura original, é possível aplicar novos módulos e sensores, como uma placa Raspberry Pi e outros chips de inteligência artificial. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- O projeto é liderado pelo cientista da computação chinês Rongzhong Li e foi adicionado para crowdfunding na plataforma Indiegogo. Com meta inicial de US$ 50 mil no Kickstarter, o projeto já acumulou mais de U$ 580 mil – cerca de R$ 3,2 milhões em conversão direta. Em pré-venda, cada kit custa US$ 250 e o produto tem previsão de envio a partir de janeiro de 2021. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

O que é Thread?

O que é Thread?

Tecmundo É muito comum vermos termos específicos das redes sociais crescerem e se popularizarem, chegando até mesmo a romper essa bolha e atingir a vida real, deixando as pessoas confusas sobre o que eles representam. Um caso que tem-se tornado cada vez mais comum é o uso da palavra thread.Você é do time que já usa o termo com frequência ou acabou de descobri-lo? Seja qual for o caso, reunimos aqui algumas informações importantes para quem não sabe o contexto em que thread é usado, explicando essa ferramenta tão fundamental para quem usa redes sociais, em específico o Twitter. Leia mais... Veja Mais

Toyota Corolla x Honda Civic: qual o melhor sedã japonês?

canaltech Não tem como negar: no mercado automotivo, poucos embates são mais acirrados quanto o de Toyota Corolla e Honda Civic. Os sedãs japoneses são dois dos carros mais vendidos e respeitados do mundo há décadas e, aqui no Brasil, possuem uma clientela fixa, que ainda resiste às imposições do cenário nacional, que se entregou de vez aos SUVs. Análise | Toyota Corolla 2020 Hybrid dá show em consumo, tecnologia e conforto Análise | Toyota Corolla continua reinando em terra de SUVs Análise | Honda Civic Touring é purista e divertido, mas precisa se atualizar Tanto o Corolla quanto o Civic apresentaram inovações e melhorias significativas ao longo dos anos, mas, nas atuais gerações de cada um, tanto Toyota quanto Honda optaram por seguir caminhos diferentes para tentarem atingir o mesmo público, seja apelando para pacotes tecnológicos mais modernos, ou para um motor mais apimentado. Em termos de vendas, o Corolla segue dominando o segmento há anos e com ampla vantagem. Para termos ideia, em 2020, até o mês de setembro, mesmo com a pandemia, o sedã médio da Toyota emplacou 26.770 unidades, enquanto o Honda somou 12.766, segundo a FENABRAVE. Muitos carros populares não chegam nem aos pés desses dois, o que mostra que o consumidor desses modelos é bem fiel e sabem bem o que estão procurando -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Nós testamos as versões topo de linha de ambos os carros para esse comparativo. Eventualmente utilizaremos as demais versões para alguns parâmetros. Da mesma forma como fizemos com o comparativo de picapes, dividiremos em critérios e, na soma dos pontos, o veredicto final. Lembrando que a pontuação é: Vitória - 3 Pontos 2º lugar com pouca desvantagem - 2 pontos 2º lugar absoluto - 1 ponto 1. Design e Acabamento O bicho já começa a pegar por aqui. Como falamos acima, por mais que sejam concorrentes ferrenhos, Corolla e Civic tentam atingir o mesmo público, mas com propostas bem diferentes, e isso inclui o design. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Sempre conhecido como "Vovôrolla", o Toyota mudou bastante essa visão na atual geração e apresenta um estilo mais agressivo em seu design, mas ainda sim mais "tradicional" se compararmos com o Civic. Já o modelo da Honda optou pela esportividade, e traz uma aparência mais arrojada e moderna. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Quando vamos para o interior, o jogo se inverte. Por mais que a evolução do Civic para a geração 9 tenha sido brutal, o Corolla apresenta um painel e detalhamento mais refinado e elegante, com materiais de mais qualidade. Como não podemos ficar em cima do muro, a vitória vai para o Honda Civic, mas podemos dizer, sem dúvidas, de que não existe mais Vovôrolla. Vencedor: Honda Civic - 3 pontos 2º lugar: Toyota Corolla - 2 pontos 2. Conforto Este é um quesito que vai causar polêmica. Ambos os automóveis são confortáveis, mas aqui é onde, talvez, a proposta de ambos se torne mais distinta. O Toyota Corolla é, há décadas, sinônimo de conforto e maciez, e isso parece ser chegado ao auge na atual geração. A cabine, além de extremamente silenciosa, recebe poucos impactos do solo devido à suspensão independente com braço multilink (na traseira). Por mais que seja o mesmo tipo de equipamento do Civic, o acerto de ambos é bem diferente. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech O Civic, até por seu apelo esportivo, privilegia uma condução mais firme e robusta. Não que ele não seja confortável, mas a diferença para o Corolla é bem evidente, sobretudo na maneira como nosso corpo se posiciona no hip line. Se estivéssemos falando sobre dirigibilidade, talvez até o Honda pudesse vencer, mas, o que torna o Corolla absoluto neste quesito é que o modelo da Toyota, por mais macio e confortável que seja, também é capaz de proporcionar uma condução ágil se necessário. Aqui, não há muitos questionamentos. Dá Corolla. Vencedor: Toyota Corolla - 3 Pontos 2º lugar: Honda Civic - 1 ponto 3. Desempenho Aqui, por mais que tenhamos um vencedor, haverá polêmica, claro e, de novo, entenderemos os motivos pelos quais as propostas são bem diferentes. Não há dúvida: o Civic anda mais do que o Corolla. O Honda, em sua versão topo de linha, ostenta um motorzão 1.5 turbo de 173cv, enquanto o Corolla ainda aposta em uma solução 2.0 aspirada, que entrega 177cv. A diferença, contudo, vai para a oferta de torque, que é superior, nesse caso, no Civic, graças ao seu motor turbo. O Civic traz os 22,4 kgf/m de torque já a 1700rpm, enquanto o Corolla vem com 21,4 a 4400rpm. Por mais que o Toyota esteja longe, bem longe, de ser chato de guiar, o Honda é superior e mais ágil, além de ser um pouco mais econômico. A única desvantagem, contudo, é ser movido apenas à gasolina. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Neste quesito, a vitória vai para o Honda Civic, mas devemos fazer algumas ponderações. O motor Dynamic Force, que equipa a versão topo de linha do Corolla, é a mesma em todos os modelos do carro, inclusive a de entrada, a GLi. Já o Civic só possui o 1.5 turbo na versão Touring, uma vez que nas demais, é o mesmo e cansado 2.0 de 150cv. Isso sem falar que o Corolla possui uma versão híbrida, muito eficiente, ágil e, claro, econômica. Portanto, no campo do desempenho, o Civic Touring reina absoluto, mas nas demais versões, o Toyota se sai melhor. Vencedor: Honda Civic - 3 Pontos 2º lugar: Toyota Corolla - 1 ponto 4. Conectividade e Tecnologia Em nossa análise do Honda Civic, abordamos que o sedã médio, apesar de agradar mais aos puristas, estava bem defasado em termos de tecnologia quando o comparávamos não apenas ao seu principal rival, mas também aos demais veículos de sua categoria e, até, de segmentos inferiores. Por isso, por aqui, sem mistérios. Dá Corolla. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Apesar de bem equipado e seguro, o Civic não possui o pacote tecnológico que equipa o Corolla. O sedã da Toyota, em sua nova geração, incorporou sistemas de segurança que, em breve, serão padrão da indústria, como o piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de frenagem de emergência e o alerta de saída de faixa com correção ativa. No campo da conectividade, porém, ambos possuem centrais multimídia equilibradas, com suporte ao Android Auto e Apple Car Play, além de um som de extrema qualidade. A Honda talvez equilibre as coisas com a nova geração do Civic, que deve chegar ao Brasil apenas em 2022. Vencedor: Toyota Corolla - 3 Pontos 2º lugar: Honda Civic - 1 Ponto 5. Custo-benefício Aqui é páreo duro. Corolla e Civic reinam absolutos no mercado brasileiro não apenas por serem automóveis espetaculares, mas também pelo pós-venda impecável de suas respectivas montadoras. Aqui, a diferença é pelo fio de cabelo e dá Toyota Corolla. Explicamos. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Hoje, o Toyota Corolla Altis, em sua versão 2.0, custa na casa dos R$ 130.390, com todos os opcionais. Já o Honda Civic, mesmo defasado tecnologicamente, pode ser adquirido por R$ 142.200, também com todos os pacotes opcionais. É uma diferença considerável de preço de levarmos em conta o que cada um entrega aos seus proprietários. Ambos são veículos extremamente confiáveis e duradouros, mas o que dá ao Civic a vantagem em termos de desempenho, pode tirá-la depois de anos de uso, já que o motor turbo exige uma manutenção mais delicada e complicada. Além disso, a tabela de revisões, que até os 30 mil quilômetros é bem equilibrada, apresenta uma discrepância quando vamos para os 40 mil. Veja abaixo: Quilometragem Toyota Corolla Altis Premium Honda Civic Touring 10 mil km R$ 347,56 R$ 353,15 20 mil km R$ 699,00 R$ 573,71 30 mil km R$ 621,00 R$ 584,15 40 mil km R$ 960,00 R$ 1.696,32 Com isso em mente, na ponta do lápis, o custo-benefício do Corolla se mostra superior ao do Honda Civic, ao menos, neste momento. Com a nova geração, claro, tudo pode mudar. Vencedor: Toyota Corolla - 3 Pontos 2º Lugar: Honda Civic - 2 pontos Veredicto Com fãs pelo Brasil e pelo mundo, é sempre muito arriscado fazer um comparativo entre Honda Civic e Toyota Corolla. Mas, aqui no Canaltech, procuramos levar em conta todos os aspectos possíveis para este tipo de análise, e cada detalhe conta, afinal, são produtos extremamente equilibrados e bem sucedidos há décadas. Porém, analisando ponto a ponto, a vitória vai para a atual geração do Toyota Corolla. Mesmo sendo inferior em desempenho, o sedã médio mais vendido do Brasil e do mundo reúne predicados que o colocam no topo sem maiores questionamentos. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Com design correto, muita tecnologia e conforto, mecânica confiável e custo-benefício justo, o Corolla segue na ponta sem risco de ser ultrapassado, mesmo tendo concorrentes como o Honda Civic. Já pelo lado do Honda, o Civic é um carro extremamente gostoso de guiar e com desempenho mais do que divertido, porém seu atual projeto já precisa passar por uma atualização urgentemente, sobretudo no campo tecnológico. Pontuação Toyota Corolla - 12 pontos Honda Civic - 10 pontos Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais

As 7 maravilhas do Mundo Antigo: quais são, quem as escolheu e o que aconteceu com elas?

Glogo - Ciência Convidamos você a explorar cada uma delas, da sua construção até seu destino final. A torre de sinalização do porto de Alexandria nos deu a palavra 'farol' e uma das 7 maravilhas do mundo antigo Science Photo Library via BBC Elas são o ápice da engenharia, da arquitetura e da beleza artística da Antiguidade. Cada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo pode ser considerada, individualmente, uma obra arquitetônica surpreendente ou um feito da imaginação e engenharia humanas. Juntas, formam um guia de viagem da Antiguidade que desafia as limitações do tempo e, literalmente, almeja os céus. Tratam-se de uma pirâmide, um mausoléu, um templo, duas estátuas, um farol e um jardim quase mítico: a Grande Pirâmide de Gizé, o Mausoléu de Halicarnasso, o Templo de Ártemis, a Estátua de Zeus, o Colosso de Rodes, o Farol de Alexandria e os Jardins Suspensos da Babilônia. A maioria teve uma existência breve. A última a ser concluída, o Colosso de Rodes, se manteve de pé por menos de 60 anos. E os Jardins Suspensos da Babilônia possivelmente nunca existiram. Atualmente, apenas uma resiste praticamente intacta: a Grande Pirâmide de Gizé. Mas as Maravilhas do Mundo Antigo continuam a povoar nossa imaginação. E sua importância segue até hoje: foram elas que estabeleceram as bases para o que o homem poderia alcançar. Mas, apesar da fama, há muitas perguntas que rondam essas obras clássicas. Quem decidiu, por exemplo, o que constitui uma 'maravilha'? Quando os viajantes gregos exploravam outras civilizações, como os egípcios, persas e babilônios, eles compilavam guias com as atrações mais notáveis ​​para se ver, que pretendiam servir de recomendação a futuros turistas, razão pela qual as Sete Maravilhas se encontram por toda a costa do Mediterrâneo. Eles as chamavam de theamata ('vistas'), que logo evoluiu para algo mais grandioso, thaumata, que significa 'maravilhas'. Por que há apenas sete maravilhas? As Sete Maravilhas que conhecemos hoje são um amálgama de todas as diferentes listas existentes de obras grandiosas na Antiguidade. As versões mais conhecidas são do poeta Antípatro de Sidon, do século 2 a.C., e do matemático Filão de Bizâncio, mas outros nomes incluem Calímaco de Cirene e o grande historiador Heródoto. O que entrava na lista de cada um era baseado nos lugares para os quais haviam viajado e, claro, na sua opinião pessoal. Portanto, embora reconheçamos hoje o Farol de Alexandria como uma "maravilha", há quem o tenha deixado de fora na época e preferido incluir o Portão de Ishtar da Babilônia. Mas por que há apenas sete? Apesar de haver uma infinidade de estruturas e estátuas no Mundo Antigo dignas de serem incluídas, os gregos escolheram este número por acreditar que tinha um significado espiritual e representava a perfeição, talvez por ser a soma dos cinco planetas conhecidos na época mais o Sol e a Lua. A seguir, convidamos você a explorar cada uma delas. 1. A Grande Pirâmide de Gizé A Pirâmide de Gizé foi a estrutura mais alta do mundo construída pelo homem até o século 14 Getty Images via BBC Se você pedir a um grupo de pessoas para listar as Sete Maravilhas do Mundo Antigo, é bem provável que a maioria cite primeiro a Grande Pirâmide de Gizé. A razão? É simples: enquanto as outras seis desapareceram séculos atrás, a pirâmide segue de pé no norte do Egito. Construída por volta de 2.500 a.C. como tumba do faraó Quéops da quarta dinastia, é a maior das três pirâmides de Gizé. A altura original de 146,5 metros fez dela a estrutura mais alta do mundo construída pelo homem até o século 14, quando a Catedral de Lincoln foi erguida na Inglaterra. Com o passar dos anos, a camada externa de calcário sofreu erosão, reduzindo-a em quase oito metros de altura. Mas a pirâmide continua sendo uma dos pontos turísticos mais extraordinários do planeta. Estimativas recentes sugerem que demorou cerca de 14 anos para transportar e colocar no lugar os 2,3 milhões de blocos de pedra. Como as pirâmides foram construídas, ou como, há 4 mil anos, os egípcios alinharam suas estruturas com os pontos cardeais permanece uma questão em aberto. 2. Mausoléu de Halicarnasso Tamanho era o esplendor do túmulo de Mausolo que a palavra 'mausoléu' deriva de seu nome Getty Images via BBC Ao longo da vida, o poderoso governante Mausolo construiu uma nova e magnífica capital para ele e sua esposa Artemísia em Halicarnasso (na costa oeste da atual Turquia), sem poupar gastos para enchê-la de belas estátuas e templos de mármore. Não havia dúvida de que ele, sendo o sátrapa (governador) do Império Persa e governante de Caria, desfrutaria de luxo semelhante após sua morte em 353 a.C. Artemísia (também irmã de Mausolo) teria ficado tão triste com a morte do marido que misturou as cinzas dele com água e bebeu, antes de supervisionar a construção de seu túmulo extravagante. Feita de mármore branco, a estrutura monumental ficava em uma colina com vista para a capital que ele havia construído. Projetada pelos arquitetos gregos Satyros e Pythius, ela tinha três níveis, combinando os estilos arquitetônicos lício, grego e egípcio. O nível mais baixo tinha cerca de 20 metros de altura, formando uma base de degraus que conduzia ao segundo nível, rodeado por 36 colunas. O teto tinha a forma de pirâmide, com a escultura de uma carruagem sendo puxada por quatro cavalos no topo, o que elevava a altura da tumba para cerca de 41 metros. Quatro dos artistas mais famosos da Grécia criaram esculturas para cercar o túmulo, cada um decorando um dos lados. É possível que a tumba tenha sido destruída por terremotos na época medieval, mas uma parte dela resistiu. Tamanho era o esplendor do túmulo de Mausolo que a palavra "mausoléu" deriva de seu nome. 3. Estátua de Zeus A estátua de Zeus era tão grande, quase 12 metros de altura, que mal cabia dentro do templo Getty Images via BBC Olímpia era um santuário na Grécia antiga, local dos primeiros Jogos Olímpicos e lar de uma das "maravilhas". Que melhor maneira de homenagear o principal deus dos gregos antigos do que construir uma estátua gigante dele? Foi o que fez o escultor Fídias ao erguer sua obra-prima no Templo de Zeus em Olímpia, por volta de 435 a.C. Era Zeus resplandecente sentado em um trono feito de madeira de cedro e decorado com ouro, marfim, ébano e pedras preciosas. O deus do trovão segurava uma estátua de Nike, a deusa da vitória, em sua mão direita, e um cetro com uma águia na ponta na outra. A estátua era tão grande, quase 12 metros de altura, que mal cabia dentro do templo. Um dos sacerdotes encarregados de passar óleo regularmente na escultura para protegê-la do calor e da umidade observou certa vez: "Parece que, se Zeus se levantar, vai destelhar o templo". Durante oito séculos, as pessoas viajavam para Olímpia apenas para ver a estátua. Embora tenha sobrevivido ao imperador romano Calígula, que queria levá-la para Roma para substituir o rosto da mesma por sua própria imagem, a estátua de Zeus acabou se perdendo. Pode ter sido na destruição do templo em 426 d.C., ou talvez tenha sido consumida pelo fogo depois de ser transportada para Constantinopla. 4. Jardins Suspensos da Babilônia Não há evidências conclusivas de que os Jardins da Babilônia tenham existido Getty Images via BBC Apesar de haver descrições detalhadas em muitos textos antigos, tanto gregos quanto romanos, nenhuma outra maravilha é mais misteriosa do que os Jardins Suspensos da Babilônia. O problema é que todos os relatos são de terceiros, e ainda não há evidências conclusivas de que tenha existido. Caso seja real, apresentava um nível de engenharia muito à frente de seu tempo, uma vez que manter um jardim exuberante e vivo no deserto do que hoje é o Iraque teria sido uma grande façanha. Uma teoria é que o rei babilônico Nabucodonosor 2º mandou criar os Jardins Suspensos em 600 a.C. para confortar sua nostálgica esposa, que sentia falta da vegetação de sua terra natal. É possível que tenha havido uma série ascendente de jardins em telhados, com alguns terraços atingindo supostamente uma altura de cerca de 23 metros. Isso dava a impressão de ser uma montanha de flores, plantas e ervas que cresciam no coração da Babilônia. A vegetação exótica seria irrigada por meio de um sofisticado sistema de bombas e tubulações que trazia água do Rio Eufrates. O escritor e engenheiro grego Filão de Bizâncio descreveu o processo de irrigação dos jardins dizendo que "os aquedutos contêm água que corre de lugares mais altos, permitindo que parte do fluxo desça encosta abaixo, enquanto força outra parte para cima, correndo para trás, por meio de um parafuso". "Exuberante e digna de um rei é a engenhosidade e, acima de tudo, a força, porque o trabalho árduo do cultivador paira sobre a cabeça dos espectadores", acrescenta. Supõe-se ainda que os jardins suspensos existiram, mas não na Babilônia. Stephanie Dalley, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, afirma que os jardins e o sistema de irrigação foram uma ideia do rei assírio Senaqueribe para seu palácio em Nínive, 480 km ao norte. 5. Farol de Alexandria Acredita-se que o Farol de Alexandria tinha pouco menos de 140 metros de altura, o que o torna a segunda maior estrutura feita pelo homem na Antiguidade Getty Images via BBC Navegar até o porto de Alexandria era complicado, devido às águas rasas e às rochas. Era imperativo encontrar uma solução para o próspero porto mediterrâneo (na costa do Egito), fundado por Alexandre, o Grande em 331 a.C., e a solução chegou na forma de uma imponente torre de sinalização luminosa construída na ilha vizinha de Pharos (daí o nome farol). No reinado de Ptolomeu 2º, o arquiteto grego Sóstrato de Cnido foi contratado para construir o farol e levou mais de uma década para terminar. Acredita-se que o farol tinha pouco menos de 140 metros de altura, o que o torna a segunda maior estrutura feita pelo homem na Antiguidade, depois da Grande Pirâmide de Gizé. A torre era composta por uma base quadrada, uma seção intermediária octogonal e uma parte superior cilíndrica, todas conectadas por uma rampa em espiral para que uma fogueira pudesse ser acesa no topo, supostamente visível a 48 quilômetros de distância. "A torre, em linha reta e vertical, parece partir o céu durante a noite, um marinheiro sobre as ondas verá uma grande fogueira queimando no seu topo", segundo o poeta grego Posidipo. Seu design se tornou modelo para todos os faróis que foram construídos desde então. Como algumas das outras "maravilhas", o Farol de Alexandria foi vítima de terremotos. Conseguiu sobreviver a vários abalos, mas não sem sofrer grandes danos, que o levaram a ser abandonado. As ruínas desabaram definitivamente no século 15. No entanto, aquele não foi o último vestígio do farol, uma vez que arqueólogos franceses descobriram pedras enormes nas águas ao redor da Ilha de Pharos em 1994, que alegaram fazer parte da antiga estrutura. Em 2015, as autoridades egípcias anunciaram sua intenção de reconstruir a "maravilha". 6. Templo de Ártemis Em sua forma mais impressionante, o Templo de Ártemis tinha uma área de 6 mil m² e era adornado com esculturas, estátuas e 127 colunas Getty Images via BBC Você pode ter sua opinião sobre qual das 'maravilhas' era mais grandiosa, mas poucos tiveram mais certeza do que Antípatro de Sídon. "Pus os olhos nas elevadas muralhas da Babilônia, em que há uma estrada para carruagens, e a estátua de Zeus junto a Alfeu, e os Jardins Suspensos, e o Colosso do Sol, e o trabalho árduo das altas pirâmides e a vasta tumba de Mausolo, mas quando vi a casa de Ártemis que subia às nuvens, aquelas outras maravilhas perderam o brilho, e eu disse: 'Fora o Olimpo, o Sol nunca viu algo tão grandioso", disse ele em tributo ao Templo de Ártemis. Dito isso, o templo teve uma existência conturbada e violenta, tanto que houve vários templos, construídos um após o outro em Éfeso, atual Turquia. A "maravilha" foi destruída repetidas vezes: por uma inundação no século 7 a.C., por um incendiário chamado Herostratus, que queria alcançar a fama de qualquer custo, em 356 a.C., e por uma invasão dos godos, tribo germânica, no século 3. A destruição final ocorreu em 401 d.C., e restou muito pouco da sua estrutura. Há alguns fragmentos no Museu Britânico, em Londres. Em sua forma mais impressionante, a versão que inspirou o relato de Antípatro, o templo de mármore branco tinha uma área de 6 mil m², e todo o seu comprimento era adornado com esculturas, estátuas e 127 colunas. Em seu interior, havia uma estátua da deusa Ártemis, um santuário para muitos visitantes de Éfeso, que deixavam oferendas aos seus pés. 7. Colosso de Rodes Voltado para o porto, Hélio tinha cerca de 32 metros de altura, e possivelmente segurava uma tocha ou lança Getty Images via BBC Erguido em 282 a.C., o Colosso de Rodes foi a última das Sete Maravilhas do Mundo Antigo a ser construída e uma das primeiras a ser destruída. Permaneceu de pé menos de 60 anos, mas isso não o impediu de ser considerado uma "maravilha". A imponente estátua do deus sol, Hélio, foi construída durante 12 anos pelo escultor Cares de Lindos para celebrar um triunfo militar após um cerco de um ano. Reza a lenda que o povo de Rodes vendeu os pertences deixados para trás pelo inimigo derrotado para ajudar a pagar pelo Colosso, derreteu as armas abandonadas para aproveitar o bronze e o ferro na construção, e usou uma torre de cerco como andaime. Voltado para o porto, Hélio tinha cerca de 32 metros de altura e possivelmente segurava uma tocha ou lança. Em algumas representações, ele aparece com as perna abertas na entrada do porto, permitindo que os navios navegassem entre suas pernas, mas isso teria sido impossível com as técnicas da época. O Colosso não foi forte o suficiente para resistir a um terremoto em 226 a.C., e a estátua foi destruída. Os cidadãos de Rodes não quiseram reconstruí-la, uma vez que um oráculo teria dito a eles que haviam ofendido Hélio. Assim, os pedaços gigantes do que havia sido uma escultura colossal permaneceram no chão onde haviam caído por mais de 800 anos, atraindo visitantes. O historiador Plínio, o Velho, escreveu: "Mesmo deitada, desperta nosso espanto e admiração. Poucos conseguem segurar o polegar com os braços, e seus dedos são maiores do que a maioria das estátuas." Quando as forças inimigas finalmente venderam os restos do Colosso no século 7, foram necessários 900 camelos para carregar todos os fragmentos. Veja os vídeos mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias: Veja Mais

Polícia do Paraguai identifica sete corpos encontrados em container

O Tempo - Mundo No entanto, investigador que conduz o caso pede cautela quanto a esta informação para não gerar falsas expectativas Veja Mais

O que criadores de gado e frigoríficos fazem para evitar o desmatamento na Amazônia

G1 Economia Pecuária é a principal atividade do bioma, e falta de controle em etapas da atividade associa o setor ao desmatamento. Criação de gado em Alta Floresta, norte de Mato Grosso, dentro do bioma Amazônia Divulgação/Pecsa A pecuária é a principal atividade econômica da Amazônia, e, por consequência, é a que mais utiliza áreas desmatadas da região. Essa ligação entre criação de gado e Amazônia é antiga, surgiu na década de 1950 e contou com incentivo do governo federal (clique aqui e saiba mais). Atualmente, 41,6% do rebanho brasileiro está nos estados que compõem a Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão). São mais de 89 milhões de animais e cerca de 29 milhões de pessoas. O Brasil tem, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 214 milhões de bovinos, isso dá quase mais de um animal por cidadão do país (somos 212 milhões de pessoas). De 1950 para cá, a preocupação com a floresta aumentou e o crescimento da atividade pecuária na Amazônia – especialmente em casos em que há desmatamento ilegal – abalou a imagem do setor perante os consumidores. A Amazônia Legal, região que compreende 8 estados, corresponde a 59% do território brasileiro e teve 964 km² sob alerta de desmatamento em setembro, segundo dados Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde 2019, esse índice está crescendo. Por outro lado, pesquisadores e produtores afirmam que o uso da criação de gado é uma tática comum para a grilagem e para a especulação imobiliária, não sendo assim uma atividade ligada ao agronegócio. Preocupados com a repercussão negativa, pecuaristas, indústrias, restaurantes e varejo tentam mostrar que é possível conciliar floresta com atividade econômica. O setor diz que apoia a preservação e afirma que tem sido cada vez mais exigente em relação à carne produzida na Amazônia. Além disso, afirma que pretende criar um "cadastro positivo da pecuária" na região até 2025. Ainda assim, hoje em dia, o Ministério Público Federal afirma que ainda não é possível garantir que a carne bovina que chega aos consumidores está livre do desmatamento. Segundo produtores, ambientalistas, procuradores e empresas ouvidos pelo G1, as principais medidas que têm sido tomadas para tornar a atividade mais sustentável são: Investimento em técnicas de produção que aproveitem melhor a propriedade, sem a necessidade de abertura de novas áreas (desmatamento legal); Aumento da exigência dos frigoríficos aos pecuaristas, como garantir desmatamento zero da propriedade; Ministério Público e empresas assumiram compromissos para monitorar e aperfeiçoar a compra de gado na região; Início do monitoramento dos fornecedores indiretos, que são aqueles que podem cometer irregularidades; Discussão de um sistema de pagamento por serviços ambientais que incentive o produtor a preservar áreas acima do que a lei permite. Está mais sustentável, porém... Os criadores profissionais explicam que, dos anos 1950 para cá, a coexistência de pastos e florestas tem se tornado menos danosa em alguns casos, com o surgimento da pecuária sustentável. Mas os problemas não foram eliminados. "Não temos como afirmar que a carne no supermercado está livre do desmatamento", diz o procurador da República Ricardo Negrini, responsável por um dos principais acordos sobre compra de gado do Brasil, feito no Pará. O Pará faz parte da Amazônia Legal e tem o município com o maior rebanho do país (São Félix do Xingu). O estado concentra quase 10% de todo rebanho bovino do país (20,6 milhões de cabeças de gado). Negrini reconhece que, na última década, a fiscalização dos frigoríficos e a mobilização do setor reduziram a associação entre carne e derrubada de árvores. “A compra é muito mais sustentável que há 10 anos, não tem comparação. Cada vez mais imune ao desmatamento, mas não está completamente imune”, afirma Negrini. O secretário-executivo da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (MPF), Daniel Azeredo, diz que é necessário "reconhecer o esforço" dos frigoríficos. Segundo ele, as compras diretas, aquelas entre empresa e pecuaristas, estão praticamente livres do desmatamento. Mas Azeredo aponta que triangulações e fornecimento indireto de gado ainda podem ter ligação com crimes ambientais. É possível ter mais carne sem desmatar? Segundo especialistas, sim. Existem técnicas para intensificar a criação de animais com produtividade e que gere custo-benefício para o pecuarista. Mas ainda são poucos os que adotam por causa do alto investimento. Não existem dados específicos para a Amazônia, mas, segundo levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em 2016, cerca de 5% das áreas de pastagens do Brasil (11,5 milhões de hectares) adotam métodos de pecuária sustentável. Como normalmente os pecuaristas têm aversão ao risco, a adesão acaba sendo pequena e demorada. Mas empresas e pesquisadores tentam convencer o homem do campo de que essas iniciativas são comprovadamente mais lucrativas e sustentáveis. Ou seja, vale a pena apostar. O início de tudo vem da ideia de uma pecuária intensiva, que é aquela que se aproveita melhor a área já existente. Pecuária extensiva, intensiva e integrada Roberta Jaworski, Rodrigo Sanches e Aparecido Gonçalves/G1 Vale lembrar que o "arroto" dos bovinos é rico em metano, um gás associado ao efeito estufa. Mas estudos mostram que, com um pasto bem cuidado, é possível capturar boa parte desta emissão. Por fim, se a propriedade não tem condições dessa integração ou o pecuarista não tem como fazer o investimento, existe o modelo de pecuária intensiva, que é muito incentivado por pesquisadores. Neste modelo, a ideia é trabalhar o melhor aproveitamento do pasto. “Existem milhões de hectares de pasto degradado e com produtividade baixa. É possível produzir mais. Não precisa desmatar”, afirma Laurent Micol, diretor da Pecuária Sustentável da Amazônia (Pecsa), fornecedora do McDonald’s. De acordo com a Embrapa, dos pouco mais de 200 milhões de hectares no Brasil, 130 milhões estão degradados. Na Amazônia, pelo menos metade da área de pasto está desgastada ou em processo de degradação. Isso significa que existe muita área de criação que pode ser recuperada, sem a necessidade de abrir novas áreas. Dentro dessa lógica, baseada na pecuária intensiva, a Pecsa é gestora de 6 fazendas na região de Alta Floresta, na divisa entre Mato Grosso e Pará, cujos proprietários viraram sócios da empresa. Pecsa utiliza métodos de pecuária intensiva na sua produção de gado Divulgação/Pecsa "Uma fazenda degradada não produz nada. Se a propriedade perde seu potencial, o produtor não tem dinheiro para investir e nem para onde correr. Nós atendemos fazendeiros que estão nesta situação", explica Micol. Além disso, Pecsa se encarrega de ir atrás da regularização ambiental e checar se o registro do imóvel não foi "grilado". A área ocupada por animais nas fazendas do grupo está em torno de 3 animais por hectare, o triplo da média nacional. E a produtividade também é muito superior. Em Mato Grosso, os pecuaristas produzem 51 kg (3,4 arrobas) por hectare (10 mil m²) anualmente. Nas áreas geridas pela empresa, são 450 kg (30 arrobas) por hectare ao ano. Outro exemplo de que é possível é o do pecuarista Mauro Lúcio Costa, de 55 anos, que cria gado em Paragominas, no Pará. Ele faz uma das etapas da pecuária que é conhecida como recria, ou seja, ele compra bezerros e gado magro e os engorda para vender para os frigoríficos. Mauro está em um ponto sensível da cadeia, pois é nesta fase onde costumam existir mais problemas de desmatamento ilegal associado à pecuária. Segundo procuradores que atuam na Amazônia, o desafio está nos chamados fornecedores indiretos (entenda mais abaixo). Pecuarista da Amazônia conta história na atividade “Quando eu compro o animal, eu peço o CAR (Cadastro Ambiental Rural), faço consulta da propriedade, se está na lista do trabalho escravo, embargo do Ibama…”, conta. Não é prática comum um pecuarista checar a procedência dos animais de outro produtor. “Ninguém costuma fazer isso, eu já faço desde 2017, em um trabalho conjunto com o Ministério Público Federal”, explica Mauro, que mostra produtividade 10 vezes maior do que a média nacional. Alto custo X pequenos produtores Fazenda de Mauro consegue aliar preservação com a criação de gado Arquivo pessoal É possível produzir mais sem desmatar, mas também é mais caro. A recuperação do pasto tem custo estimado em R$ 2 mil por hectare. Se somar a instalação de cercas, bebedouros e outros itens para que a fazenda adote o modelo intensivo, O investimento fica em torno de R$ 3,5 mil por hectare. Ou seja, são necessários cerca de R$ 350 mil para recuperar uma área de 100 hectares. Para um pequeno produtor, é um valor alto com retorno incerto, já que o preço do boi é incerto. Além disso, uma propriedade rural na Amazônia possui outros gastos, sendo o ambiental um dos mais pesado. Como só é possível produzir em 20% da área da fazenda, de acordo com o Código Florestal, o produtor precisa estar bem regularizado, qualquer avanço errado pode ser um crime ambiental. “Os grandes estão no topo da pirâmide de gestão e regularização. Mas existe uma base dessa pirâmide que está à margem de todo esse sistema (de pecuária intensiva)", explica o pecuarista Caio Penido, presidente do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável. Este grupo reúne empresas de alimentos e organização de produtores, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). "Se um grande produtor enfrenta dificuldades para estar regular, imagina um pequeno produtor? Não é que ele quer ficar à margem, ele quer uma forma simples de se regularizar", completa Penido. “A gente corre o risco de tanta exigência ambiental para ter um risco social, um êxodo, ficando apenas os maiores e mais tecnificados." Mas o investimento é inevitável Você sabe a diferença entre a pecuária extensiva e a intensiva? O investimento é inevitável, mas é um problema da atividade. Primeiro porque os pecuaristas não costumam ter valores tão altos em mãos e, também, por causa da aversão ao risco dos criadores. "O pecuarista é investidor que preza pela segurança, o perfil de investimento é diferente. Na agricultura, o produtor tem mais capacidade de gerenciamento financeiro e facilidade em captar recursos", explica o analista do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea) Caio Monteiro. "Já o pecuarista não. Ele trabalha com a liquidez, que é o gado, que ele pode vender a qualquer momento de aperto", completa Monteiro. Porém, os especialistas acreditam que os criadores que não investirem na sustentabilidade da produção vão ficar para trás. O motivo é que a pecuária convencional vai se tornar inviável ao ponto de o criador ter que abandonar a atividade. "A pecuária na Amazônia evoluiu muito. Estamos agora no final da terceira fase (iniciada em meados da década de 1980), na qual a característica principal é a predominância de sistemas menos extensivos e mais eficientes", afirma o pesquisador da Embrapa Moacyr Bernadino Filho. "Já estamos em transição para uma quarta fase na qual predominarão sistemas mais intensivos e menos amadores... seria a 'pecuária profissional', propriamente dita", continua o pesquisador, que acredita que a assistência técnica será fundamental neste processo. Custo-benefício para o pecuarista Além do investimento para tornar a produção mais sustentável, existe também o custo de manutenção da área. O Cepea-USP calculou a diferença no custo-benefício para um pecuarista médio da Amazônia que faz todas as etapas da criação de gado (do bezerro ao abate). Se o pecuarista investe apenas no básico, sem se preocupar em melhorar a qualidade do pasto ou aumentar a quantidade de animais por hectare, o custo fica em torno de R$ 170 por hectare ao ano. Ou seja, se o produtor tiver uma fazenda com 1.000 hectares (uma propriedade considerada de tamanho médio), o gasto dele será em torno de R$ 170 mil por ano. Se o mesmo criador fizer a integração lavoura-pecuária com o cultivo de milho e soja, o custo sobe para R$ 1.600 por hectare. Porém, a margem de lucro líquida da fazenda mais sustentável chega a ser 11 vezes maior em relação a extensiva. Veja o comparativo: Pecuarista extensivo: custo de R$ 170 mil por ano com lucro de R$ 200 mil; Pecuarista intensivo: custo de R$ 500 mil por ano com lucro de R$ 800 mil; Pecuarista integrado: custo de R$ 1,6 milhão por ano com lucro de R$ 2,2 milhões. O custo-benefício de cada tipo de pecuária G1 Agro Ao investir em uma produção intensiva, o gasto é maior, mas o lucro e a sustentabilidade a longo prazo compensam, avaliam os especialistas. Melhor uso da área A pecuária intensiva também expõe um problema da pecuária comum, que é o mal aproveitamento de espaço. Um boi demora cerca de 18 meses para engordar o suficiente para o abate. É um processo demorado e, quanto mais animais, melhor para a preservação e para o criador. Atualmente, a média brasileira é de 1 boi gordo para um 1 hectare. Ou seja, um animal ocupando por 18 meses sozinho uma área maior do que um campo de futebol. É por isso que aumentar o número de animais em um mesmo espaço é necessário. "A gente consegue dobrar ou triplicar a produção de carnes sem precisar abrir áreas. Rotação de pastos, adubação, melhoria de manejo e, na Amazônia, é possível", explica o pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) Marcelo Stabile. "O produtor, ele quer produzir carne, e o mundo deve aumentar a demanda por proteínas em 60% nos próximos 30 anos. Deve vir do Brasil essa oferta, mas de uma pecuária eficiente", completa. O papel dos frigoríficos Se os produtores buscam soluções no campo, frigoríficos e grandes restaurantes têm o desafio de acompanhar esses fornecedores dentro de um bioma que tem cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados — uma área um pouco menor do que a dos 27 países da União Europeia. Atualmente, essas empresas se valem do monitoramento via satélite do sistema Prodes, do Inpe, para verificar se os pecuaristas estão cumprindo com a legislação brasileira. O acompanhamento precisa ser diário. Algumas exigências dos grandes frigoríficos são: Não desmatar a fazenda após 2009, seja o desmatamento legal ou ilegal; Apresentar a documentação de posse da propriedade; Fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR); Propriedade não pode estar em área de terra indígena, terra pública ou unidade de conservação; Não pode estar embargada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Não pode estar na lista suja do trabalho escravo da Secretária do Trabalho, antigo Ministério do Trabalho O Ministério Público Federal possui Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com produtoras de carne em 5 estados da Amazônia Legal (Acre, Mato Grosso, Rondônia, Pará e Amazonas). É um compromisso de que não haverá compras de gado de fazendas que estejam irregulares, seja por desmatamento ou por não seguir outros itens da legislação ambiental. As empresas não são obrigadas a entrar no acordo, mas, em caso de irregularidades, podem ter as vendas embargadas e serem multadas. O primeiro TAC foi realizado no Pará, em 2009, onde estão os maiores rebanhos de gado do país, e que conta com 31 empresas. Os dados mais recentes das auditorias foram divulgados em novembro de 2019 e se referem a 2017. Foram vistoriadas 23 empresas e analisadas as compras de 2,19 milhões de cabeças de gado. Do total, 137 mil animais vieram de propriedades que tinham alguma irregularidade (6,25%). Maior produtora de carnes do mundo, a JBS diz que suas compras passam por auditoria externa e que a conformidade é próxima de 100%. “Na Amazônia Legal, nós monitoramos diariamente 50 mil fazendas. Juntando as informações, o sistema cobre 45 milhões de hectares, a área de um país como a Alemanha, são 400 municípios”, afirma Márcio Nappo, diretor de sustentabilidade da empresa. De acordo com os dados mais recentes da JBS, dos 50 mil fornecedores de gado monitorados, 8.875 foram bloqueados, quase todas (8.238) na região do bioma Amazônia. A JBS anunciou neste ano uma parceria com MPF e Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) para aprimorar a checagem dos fornecedores indiretos por meio da plataforma "Boi na Linha", que vai criar diretrizes para melhor checagem dos pecuaristas. A Marfrig, segunda maior empresa de carnes e maior produtora de hambúrgueres do mundo, adotou ainda o monitoramento de focos de calor nas propriedades fornecedoras após a crise das queimadas na Amazônia, ocorridas no meio de 2019. Se for localizado algum ponto de incêndio, o pecuarista deverá checar e informar à empresa qual era o problema, e mostrar provas de que já foi solucionado. Ele não poderá mais vender para o frigorífico até resolver a questão. Das 13.589 propriedades fornecedoras da empresa no bioma Amazônia, 3.194 estão embargadas. “A maioria dos nossos fornecedores que estão no bioma cumpre os critérios. Em grande medida, a produção de carne na Amazônia que vai para a indústria já opera neste sentido. O que é crime, fica clandestino e foge do que é a produção normal”, diz o diretor de sustentabilidade da Marfrig, Paulo Pianez. O problema das compras indiretas O procurador da República Ricardo Negrini, um dos responsáveis pelo TAC com os frigoríficos no Pará, confirma que as compras diretas, entre frigoríficos e pecuaristas, estão, em sua maioria, regulares. O problema, de acordo com a auditoria do MPF, são os fornecedores indiretos: fazendas que estão em situação irregular produzem bezerro ou boi magro e vendem para que outros criadores, estes em dia com a lei, possam fazer a venda para as indústrias. “Nós colocamos um teto de compras: agora as empresas só podem comprar até 2,5 cabeças de gado por hectare, muito acima da média nacional, que é 0,8 cabeça por hectare. Havia casos com fazendas com mais 30 a 50 cabeças de gado por hectare.... Claramente uma fraude”, explica Negrini. Outro problema está relacionado a fraudes no Cadastro Ambiental Rural. O produtor adultera a área da fazenda dentro do sistema do governo, para eliminar a parte do terreno que está irregular. "Grandes frigoríficos têm o poder de influenciar positivamente o comportamento dos produtores diretos e indiretos e de dar o exemplo para todo o setor pecuário. É isso que estamos cobrando deles", afirma Mariana Abreu, pesquisadora da ONG internacional Global Witness. Neste ano, Marfrig e JBS, respectivamente, decidiram criar programas para checar as compras indiretas. As empresas esperam que, até 2025, toda a cadeia de fornecedores na Amazônia esteja monitorada. A ideia é criar um “cadastro positivo da pecuária” (saiba mais aqui). "Os frigoríficos devem estimular o produtor a melhorar produtividade, dar assistência técnica e cobrar a regularidade do imóvel", pede Stabile, pesquisador do Ipam. Restaurantes e supermercados A origem da carne também é cobrada de quem vende o produto diretamente ao consumidor. A Arcos Dourados, responsável pela operação do McDonald’s no Brasil, tem uma política de compras restrita, que segue a linha de exigência dos frigoríficos. Toda a carne utilizada pela rede no Brasil é produzida no país. Em 2010, a empresa decidiu proibir a compra de qualquer produto, como soja e carne, que tivesse origem no bioma Amazônia, mesmo em áreas regularizadas. Elas foram retomadas, gradualmente, a partir de 2016. A empresa não divulga os números, mas disse que, desde 2016, as compras de carne na Amazônia aumentaram em 4 vezes. A gigante tem apenas um fornecedor no bioma: a empresa Pecuária Sustentável na Amazônia (Pecsa). “Vimos projetos que queriam conciliar os aspectos social, econômico e ambiental”, explica o diretor de Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dourados, Leonardo Lima. “Porque, no bioma, vivem mais de 25 milhões de pessoas. Isso significa que é necessário ter uma economia que sustente essa população. Ao mesmo tempo, temos que preservar a floresta e os biomas existentes”, completa Lima. Mariana, da Global Witness, entende que, além dos restaurantes, as redes de supermercados deveriam ter um papel mais ativo nessa discussão, exigindo mais de seus fornecedores de carne. "Os varejistas têm se comprometido muito pouco e é preciso que eles façam mais”, diz a pesquisadora. "Temos que chamar os supermercados (para a discussão). Hoje, temos tecnologia e instrumentos que poderiam ser implementados com os frigoríficos. Rastreabilidade não é difícil e nem caro", afirma Daniel Azeredo, procurador do MPF. Os varejistas ouvidos pelo G1 dizem que seguem políticas de compra parecida com a dos frigoríficos: com o monitoramento via satélite da área, a exigência de desmatamento zero e o cumprimento das legislações ambiental e trabalhista. O Grupo Pão de Açúcar (GPA) afirma que, desde 2016, tem indicadores específicos para a compra de carne bovina. Os fornecedores que não seguirem a política de compras têm as aquisições bloqueadas. Segundo o grupo, até hoje, 19 fornecedores foram suspensos. "Nossos fornecedores de carne têm o dever de informar a origem da carne ou do gado que ele processa para abastecer as nossas lojas", afirmou o GPA, em nota, completando que, em 2018, mais de 98% do volume de carne vendido teve a origem monitorada. Já o Grupo Carrefour Brasil afirmou que mantém o compromisso de desmatamento zero, por meio de um sistema. Essa plataforma, segundo a empresa, gerencia, entre outras coisas, o desmatamento, a procedência da carne e se o fornecedor segue a legislação ambiental. "Quando inconformidades são identificadas, o fornecedor é notificado para adotar medidas corretivas e, se preciso, bloqueado", disse o Carrefour, também em nota. Outro item que poderia diminuir a relação entre pecuária e desmatamento é a implementação completa do Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), um sistema do Ministério da Agricultura que monitora todas as fases da criação de gado, do bezerro ao abate. Uma espécie de "brinco" mostra que o boi foi cadastrado no Sisbov, sistema de monitoramento do governo sobre a origem do gado Divulgação/Pecsa Hoje, os pecuaristas não são obrigados a utilizar o sistema e a reclamação do setor é de que o custo de implementação é muito alto. Pagamento pela proteção da floresta Caio Penido, presidente do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável, diz que a crise das queimadas na Amazônia de 2019 e a ameaça de boicotes levantaram um tema que considera importante para a manutenção das florestas e o equilíbrio com a atividade agropecuária: o pagamento por serviços ambientais. Produtores querem mostrar que é possível conciliar preservação e pecuária na Amazônia Divulgação/Pecsa A ideia é que produtores rurais possam receber dinheiro por preservar áreas acima do que a lei exige, com o objetivo de capturar o carbono emitido por multinacionais e países poluidores. “Grandes países poluidores devem remunerar o Brasil, que abriu mão de áreas altamente produtivas para preservar o meio ambiente. A floresta, se ela é tão importante para a sobrevivência da humanidade, para a sobrevivência do planeta, ela tem que ter um valor”, opina o pecuarista. O projeto que trata do assunto avançou no Congresso como resposta à crise de imagem provocada pelas queimadas. A proposta foi aprovada em setembro de 2019 na Câmara dos Deputados e está estacionado no Senado. O Ministério do Meio Ambiente anunciou em julho deste ano a criação do programa Floresta+, que prevê R$ 500 milhões para atividades que melhorem, conservem e recuperem a natureza. O governo afirma que ainda está definindo os critérios de pagamento para colocar a iniciativa em prática. “A gente tem que transformar a biodiversidade em uma fonte de renda. Hoje, ela tem custo e traz muita dor de cabeça. Se a floresta tiver mais valor de pé do que derrubada, ela, consequentemente, vai ser mais preservada”, conclui Penido. Veja Mais

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Tecmundo “Pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”. A frase de Heródoto, um dos grandes historiadores e pensadores do nosso mundo, sempre foi marca nas aulas de geografia e história. Quando passamos para o lado dos videogames, que tentam contar boas histórias, é impossível se desvencilhar da Paradox.A empresa é responsável por mexer muito com o passado, colocando no mercado games como os da série Europa Universalis e Crusader Kings. Conhecidos como títulos de “Grande Estratégia”, os dois dominam o gênero no planeta. Com a chegada da segunda edição de CK, em 2012, o primeiro passo para uma grande evolução começou a ser traçado.Leia mais... Veja Mais

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O Tempo - Política Um dos membros da equipe de Lúcio Bocão, que concorre à CMBH e tinha agenda conjunta, estourou o foguete antes da hora Veja Mais

Presidente global da Samsung, Lee Kun-Hee, morre aos 78 anos

Valor Econômico - Finanças Hospitalizado desde 2014, Lee transformou a Samsung em gigante global de eletrônicos, mas sua liderança também envolveu condenações por corrupção. Morreu neste domingo o presidente da Samsung Electronics, Lee Kun-Hee, aos 78 anos. O executivo transformou a pequena fabricante de televisores em uma gigante global de eletrônicos de consumo, mas sua liderança também foi prejudicada envolvendo condenações por corrupção. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Wesley Safadão faz apelo a políticos e diz que 'não pode show, mas pode comício'

O Tempo - Política Cantor pede que autoridades olhem para a questão do entretenimento Veja Mais

MMX e OSX encaram semana decisiva para manterem recuperação judicial

Valor Econômico - Finanças Primeira quinzena de novembro será decisiva para mineradora e empresa de construção naval que ainda estão sob o controle de Eike Batista A primeira quinzena de novembro será decisiva para duas empresas que ainda estão sob o controle de Eike Batista. No dia 3 de novembro termina o prazo para a recuperação judicial da empresa de construção naval OSX, que já dura sete anos na 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. No dia seguinte, a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) julga o recurso contra a falência da MMX, decretada em agosto de 2019 e que paralisou a recuperação judicial da mineradora, iniciada em 2016. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Como baixar e jogar Scribble Rider

canaltech Scribble Rider (Android | iOS) é um jogo de corrida no qual cabe ao usuário desenhar o tipo de roda que será utilizado. Qualquer formato pode ser utilizado, desde o tradicional círculo até triângulos, estrelas e outras formas livres. O objetivo é, com essas rodas, vencer o veículo da inteligência artificial no circuito, que pode incluir diferentes obstáculos. O que é Among Us e como baixar o game Quer jogar os games de Xbox no seu iOS? Veja como O jogo ganhou grande popularidade nos últimos meses. De acordo com a consultoria Sensor Tower, foi o jogo mobile mais baixado de agosto em todo o mundo e o segundo mais baixado de setembro, atrás apenas de Among Us. Veja, abaixo, como baixar e jogar! Scribble Rider: como baixar e jogar Passo 1: abra a App Store ou a Google Play Store e procure pelo jogo. Toque em "Instalar" para fazer o download em seu aparelho; -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Baixe o app em seu celular (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 2: ao abrir, o jogo disponibilizará um tutorial rápido para conhecer sua mecânica. Use a área pontilhada para desenhar uma roda com os dedos e confira uma corrida de testes; Desenhe o formato da roda (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 3: em seguida, desenhe qualquer forma dentro da caixa para determinar a roda usada no circuito. As provas possuem obstáculos diferentes e o objetivo é vencer o veículo adversário; Inove nas criações (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 4: ao final de cada prova, o jogador recebe moedas e outros itens de bônus, que podem ser usados para liberar novos equipamentos; Ganhe recompensas a cada vitória (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 5: toque no ícone em destaque no canto esquerdo para abrir a loja; Acesse a loja do jogo (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 6: com as moedas acumuladas, compre novos personagens, veículos e materiais para rodas. O conteúdo é desbloqueado, também, de acordo com o progresso no jogo. Customize personagem e veículo (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Saiba como aumentar FPS no Free Fire O que achou de Scribble Rider? Deixe sua opinião nos comentários! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Imunidade duradoura? Pesquisa encontra anticorpos da COVID-19 depois de 7 meses Hacker misterioso “Eris Loris” está arruinando milhares de partidas de Among Us Em entrevista, executiva da Apple recomenda carregar iPhone 12 com cabos antigos Stranger Things | Fotos revelam o exato ano em que acontece a 4ª temporada Saiba quais são os melhores processadores de celular em 2020 Veja Mais