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'Prometo ser o presidente que não dividirá, mas sim unirá', diz Joe Biden em discurso

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Crítica | Missão Presente de Natal traz reflexão em forma de comédia romântica

canaltech   Há diversos clichês que funcionam quando se trata de comédias românticas, um dos mais populares já foi inclusive estudado pelo escritor Kurt Vonnegut em sua tese de antropologia que apresenta os formatos de histórias tanto no cinema, televisão e teatro quanto na literatura. No formato Garoto Encontra Garota, o estudioso oferece uma trajetória do personagem protagonista em que ele ou ela encontra alguém, perde essa pessoa e depois a conquista para sempre. Dá pra listar quantos filmes do gênero utilizam dessa premissa que funciona até hoje, e o caso de Missão Presente de Natal, mais recente lançamento natalino da Netflix, não é diferente. Os lançamentos da Netflix em novembro de 2020 Crítica | Amor com Data Marcada limita-se a agradar os fãs de comédia romântica Comédias românticas tendem a se reinventar desde que permaneçam na mesma zona de conforto e entregar para o espectador um conteúdo de aproximadamente 90 minutos que o entretenha sem deixar de mostrar o previsível: que o casal da capa do filme ficará junto no final. É válido dizer que Missão Presente de Natal conseguiu trazer algumas novidades quando se trata de um filme natalino, embora ainda traga os mesmos clichês que o público admite amar mesmo já ter visto repetidas vezes em outros títulos. Kat Graham, a Bonnie de The Vampire Diaries dá vida à competente e profissional Erica (Imagem: Divulgação / Netflix) O começo você já conhece bem: uma jovem super preocupada em entregar um bom trabalho que está disposta a abrir mão de parte da sua vida pessoal por uma carreira bem sucedida e claramente não tem tempo para pensar num relacionamento agora. Por outro lado, temos um jovem de bom coração, atraente e tudo o que envolve o que um cara "bom partido" deve ser. Eles são o oposto um do outro, embora você já saiba onde isso vai dar, mas vamos seguindo. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Logo na primeira cena o público é apresentado a Erica, interpretada por Kat Graham (The Vampire Diaries), assessora de uma deputada do Congresso norte-americano que está disposta a fechar três bases da Força Aérea dos Estados Unidos para cortar gastos públicos. Desconfiada de uma das tradições de fim de ano de uma das bases no meio do Oceano Pacífico, que organiza a Operação Presente de Natal, levando mantimentos, remédios, materiais escolares e brinquedos para os moradores das ilhas próximas, por meio dos aviões de guerra, a deputada interpretada por Virginia Madsen (que mais tarde torna-se a verdadeira antagonista da história) envia sua assessora com uma única tarefa: encontrar qualquer tipo de ineficiência na operação que justifique o fechamento da base. Assine Amazon Prime por R$ 9,90/mês e ganhe frete grátis, catálogo de filmes e séries que compete com a Netflix, livros, músicas e mais! Teste 30 dias grátis! Determinada a fechar uma das bases da Força Aérea dos Estados Unidos, a deputada Bradford é a verdadeira antagonista da história (Imagem: Divulgação / Netflix) E por quem a operação é gerenciada? Isso mesmo, pelo galã que divide o cartaz do filme com a protagonista. Alexander Ludwig, de Vikings e Jogos Vorazes traz seu papel mais simpático na carreira até então, dando vida ao capitão Andrew, que está encarregado a ser o guia turístico de Erica durante sua estadia na ilha, mostrando todo o trabalho da Base da Força Aérea norte-americana e se certificando que a tradição da Operação Presente de Natal não se quebre. O primeiro encontro da dupla é exatamente o que esperar desse tipo de clichê, afinal, ela já desembarcou do avião desconfiadíssima e determinada a encontrar qualquer irregularidade para fazer um bom trabalho e entregar um bom relatório, afinal, há uma promoção para ser Chefe de Gabinete em jogo, sem contar que a protagonista abriu mão de passar o natal com a família só por esse trabalho. Enquanto Andrew é todo hospitaleiro e só sorrisos, Erica é casca grossa, determinada a fazer seu relatório e conquistar a deputada, fazendo o máximo para ignorar toda a beleza paradisíaca que a cerca, mas como toda pessoa durona tem seu ponto fraco, o de Erica acaba sendo o próprio capitão da Base. Erica e Andrew são o oposto um do outro, mas que eu, você e todo mundo sabe que eles vão ficar juntos no final (Imagem: Divulgação / Netflix) Missão Presente de Natal ganha vários pontos por alguns fatores diferenciais em seu enredo, como por exemplo, trazer uma trama inteira ambientada no natal sem um floco de neve sequer, tornando a experiência até mais um pouco familiar para quem mora em regiões cujo clima não é frio nessa época do ano, como o Brasil. Outra coisa atrativa é justamente por girar em torno de toda uma causa humanitária, embora o desenvolvimento não seja tão sutil e algumas informações sejam literalmente jogadas na cara do espectador, a intenção é boa; além de mostrar uma operação que realmente acontece no Departamento de Defesa dos Estados Unidos desde 1952. As verdadeiras estrelas do filme são, realmente, Graham e Ludwig. Embora não seja cansativo, o filme leva seus 95 minutos para explorar e desenvolver toda a personalidade do casal principal, deixando os personagens coadjuvantes praticamente opacos. Além disso, embora os atores se esforcem muito, a química entre eles é morna, mas, mesmo assim a história não se torna totalmente dispensável, disposta a arrancar muitos Awww! dos fãs de comédia romântica. Graham e Ludwig não têm química, mas a tentativa é válida (Imagem: Divulgação / Netflix) O filme ainda assim comete alguns deslizes, problemas que foram apresentados logo no início, como a dificuldade de Erica em se relacionar com a família após a morte da mãe, são resolvidos como um passe de mágica (ou como a própria protagonista diz, Milagre de Natal). A produção também não é grande coisa, com elementos e paisagens que entregam claramente o fundo verde, mas, como comentado antes, a intenção acaba valendo, além do título cumprir muito bem seu papel de ser uma distração de fim de ano para casais apaixonados ou para fãs do bom, velho e ingênuo "água com açúcar". Missão Presente de Natal traz dois atores que merecem dividir o protagonismo e que, embora não entreguem tanta química, a mensagem de fazer o bem ao próximo e doar seu tempo para ações humanitárias acaba sendo clara e destacada várias vezes ao decorrer do filme. O título acaba não sendo o prato principal da ceia de Natal de filmes da Netflix, mas faz uma boa tentativa e consegue ocupar seu espaço ali nos aperitivos e agradar os fãs de comédias românticas, com alguns pontinhos diferenciais. Lançado na última quinta-feira (5), o longa está disponível no catálogo da plataforma de streaming. Missão Presente de Natal está disponível para todos os assinantes da Netflix. *Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Canaltech. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Johnny Depp é “gentilmente” afastado do elenco da franquia Animais Fantásticos Crítica | Convenção das Bruxas é uma diversão irresponsável COVID-19 | Anvisa emite nota sobre uso de ozônio contra o coronavírus Xiaomi Mi 11 deve trazer câmera ultra-wide de 48 MP e estabilização óptica Como um "sincericídio" do fundador do Alibaba suspendeu o maior IPO da história Veja Mais

Política externa de Biden não deverá ser tão diferente da de Trump

Valor Econômico - Finanças Existe um inventário de abacaxis para serem descascados pelo democrata a partir de sua posse, em 20 de janeiro AP Photo/Carolyn Kaster A vitória de Joe Biden recolocará os Estados Unidos no caminho de um multilateralismo benigno, e o conflito central do século 21, entre Washington e Pequim, será resolvido entre brindes festivos do democrata com Xi Jinping. A imagem, um chiste exagerado, ronda a mente dos entusiasmados com a saída do belicoso e incongruente Donald Trump da Casa Branca, sacramentada nas urnas neste sábado (7). Mas parece bastante longe da realidade. Existe um inventário de abacaxis para serem descascados por Biden a partir de sua posse, em 20 de janeiro. É consenso entre analistas que o tom geral será mais cordato e que, de fato, a busca por soluções de consenso deverá predominar. A volta à mesa de aliados na Europa e o incentivo a organismos multilaterais são praticamente uma certeza, especialmente no contexto da pandemia da Covid-19 e do desgaste da aliança transatlântica contra a Rússia. Isso naturalmente desconta os prováveis testes de estresse que a gestão democrata enfrentará. Da Guerra da Coreia ao 11 de Setembro, eventos externos independentes dos desígnios do presidente costumam moldar a ação Washington no exterior. A seguir, alguns dos mais espinhosos frutos geopolíticos à espera de Biden, que construiu fama de conciliador e pragmático enquanto foi vice-presidente do efusivo Barack Obama, de 2009 a 2017. China e Guerra Fria 2.0 Trump deverá ser lembrado, no campo externo, como o presidente que escancarou o mal estar de setores da sociedade americana com o que era visto como uma vantagem indevida dada aos chineses desde que Richard Nixon aproximou os dois países nos anos 1970. A leitura é distorcida, claro, dado que ambos os lados lucraram com as vantagens econômicas de suas parcerias, na forma de integração de cadeias produtivas e investimentos diretos. Seja como for, Trump elevou a crescente competição econômica e política, estimulada pela ascensão de Xi como um líder personalista na China. O caráter comercial exacerbou-se pela guerra tarifária, ora congelada, e principalmente pela disputa no campo da tecnologia de comunicação 5G. A dita internet das coisas é vista como o ativo estratégico mais vistoso das nações para as próximas duas décadas. Trump vinha sendo bem sucedido em obstruir a gigante chinesa Huawei em mercados ocidentais, e nada indica que Biden mudará esse curso. Também não se espera que o democrata passará a aceitar a repressão em Hong Kong ou a militarização do mar do Sul da China como normais. Críticas a esses itens, que só perdem em sensibilidade em Pequim para a questão do reconhecimento de Taiwan, acelerado por Trump, deverão continuar. O que deverá mudar é a beligerância da Guerra Fria 2.0 do republicano, que importou retórica da primeira versão desse embate, contra os soviéticos, para tachar a China como um império do mal –como diria Ronald Reagan nos anos 1980. A Rússia de Putin Donald Trump passou seu turbulento mandato com a sombra da acusação de que recebera ajuda de hackers russos a mando de Vladimir Putin em 2016. Inúmeras teorias conspiratórias surgiram disso, a principal transformando o americano numa espécie de teleguiado do czar do século 21. Na prática, a relação entre Washington e Moscou deteriorou-se perigosamente sob Trump, ainda que seja verdade que foi dada uma mão livre para Putin ocupar espaços em locais como o Oriente Médio. Até aí, nenhuma novidade: foi a lassidão do ex-chefe de Biden, Obama, que permitiu a ocupação do vácuo americano na Síria, por exemplo. Mas o americano deixou dois importantes acordos de limitação de armas nucleares com os russos, e o último remanescente, o Novo Start, irá caducar duas semanas após a posse de Biden. Ele já sinalizou que quer estendê-lo, no que foi cumprimentado por Putin, que fez questão de lembrar que a tradição dos democratas é serem mais linha-dura com o Kremlin. Se partirem de um denominador nesse setor, talvez os dois países possam retomar algum nível civilizado de conversa. Os rolos do filho de Biden na Ucrânia, país sempre sob a mira geopolítica russa, podem atrapalhar algo, contudo. Por outro lado, Putin não dispensaria ajuda para pressionar a Turquia, país da Otan (aliança militar ocidental) que estimula a guerra em curso em Nagorno-Karabakh ao lado do Azerbaijão, a restringir suas aventuras militares expansionistas –Recep Tayyip Erdogan está envolvido da Líbia ao Cáucaso. Irã e Oriente Médio Aqui, Biden estará numa bola dividida. Obama foi o patrocinador do acordo nuclear que visava evitar Teerã de adquirir a bomba, em 2015, que foi abandonado três anos depois por Trump. É possível argumentar que o acordo de fato só dava tempo aos aiatolás, mas o fato é que o americano empurrou o conflito com o país persa quase a uma guerra, no começo deste ano, ao matar no Iraque o principal general iraniano. Assim, Biden poderá tentar retomar a via diplomática com Teerã. Se o fizer, contudo, terá um problema para enfrentar: um dos únicos legados positivos de Trump na política externa, a paz entre Israel e países árabes. A qualificação desses acordos, claro, é relativa: se é boa para a paz mundial, foi feita às expensas do povo palestino, que foi rifado na sua disputa com Israel pelas monarquias do Golfo que estão se aconchegando com Tel Aviv em uma grande aliança regional contra o Irã. Lidar com o passado pacifista dos democratas, que remonta ao inaugural acordo patrocinado por Jimmy Carter entre Israel e Egito em 1979 e passa pelo famoso e hoje inócuo aperto de mão entre Yitzhak Rabin e Iasser Arafat sob o sorriso de Bill Clinton em 1994, e as realidades de 2020 serão um desafio para Biden. Coreia do Norte e a bomba Quando deixou o cargo, a lista de lavanderia de Obama para Trump tinha Kim Jong-un no topo. O ditador norte-coreano cumpriu o esperado e colocou o republicano na parede, com um sem-número de testes de mísseis ameaçadores para os EUA. Até uma nova bomba atômica explodiu em teste. O problema segue inconcluso, após Trump fingir que tinha dobrado o "pequeno homem-foguete" com uma série de "photo-opportunities" tão inéditas quanto dissimuladas. Claro, símbolos são importantes na política internacional, e Trump logrou avançar uma relação até então inexistente, mas na prática a situação na península coreana é tão perigosa quanto era no momento em que o republicano assumiu. Os democratas têm em sua conta a enrolação do pai de Kim em cima de Clinton, que permitiu ao país ganhar tempo e construir a bomba, nos anos 1990. Novamente, Biden terá de equilibrar seu DNA político com "realpolitik" da mais crua. O quintal da América Latina Trump buscou acentuar uma política intervencionista por meio de prepostos, no caso os aliados Brasil e Colômbia, na América Latina. A depender do presidente, teria havido uma ação militar desses vizinhos contra aquela que é percebido como o principal problema hoje na região para Washington, a ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela. Caracas seguirá sendo uma adversária, mas Biden já disse publicamente ser contra a ideia de mudança forçada de regime. Ainda é incógnita a relação com Jair Bolsonaro, mas o peso regional do Brasil o torna um parceiro incontornável, em especial para evitar a ocupação de espaços pela China e, em menor escala e só na Venezuela, pela Rússia. Recentemente, Trump rompeu uma tradição de décadas e conquistou para si a presidência do Banco Interamericano de Desenolvimento, que investiu US$ 12,9 bilhões (R$ 70 bilhões) na região no ano passado. A manobra foi duramente criticada, em especial pelo México de López Obrador, e Biden terá um problema ali a resolver. O vizinho diretamente ao sul dos EUA segue também como parte do destino americano, e Biden já disse que reveria a política agressiva anti-imigração de Trump. Há, claro, a questão perene de Cuba, e é previsível que o democrata retome o caminho de Obama, de normalização de laços. Veja Mais

PSICÓLOGOS E PSIQUIATRAS JOGANDO AMONG US

PSICÓLOGOS E PSIQUIATRAS JOGANDO AMONG US

 Minutos Psíquicos Quem consegue ser mais cara de pau no Among Us: psicólogos ou psiquiatras? Hoje contaremos com as ilustres presenças de alguns dos psicólogos e psiquiatras mais legais da internet para jogar algumas partidas de Among Us! Essas feras da internet vêm desenvolvendo trabalhos sensacionais de divulgação da psicologia/psiquiatria e hoje vamos descobrir se eles são gamers de verdade! Sigam os nossos destemidos players nos seus canais do YouTube e redes sociais: André Rabelo - @minutospsiquicos @oandrerabelo Ana Arantes - @anaarantes_bcba Daniel Barros - @danielmbarros Guilherme - @theschooloflifebrazil Henrique e Luiz - @eurekka.me Felipe Epaminondas - @felipefrog @botecobehaviorista Marina Tavares - @marinatavarespsi Nilton Campos - @psicologo.niltoncampos Rodolfo - @maispsicologos @psirodolfosampaio INCENTIVE O MINUTOS PSÍQUICOS :) Torne-se um apoiador nosso no YoutTube, Apoia.se ou Patreon: ● https://www.youtube.com/channel/UCFiEI1kDHlO9UQtxx0wj-XA/join ● https://apoia.se/minutospsiquicos ● http://www.patreon.com/minutospsiquicos REDES SOCIAIS ● Facebook: https://www.facebook.com/minutospsiquicos/ ● Twitter: https://twitter.com/minutopsiquicos ● Instagram: https://www.instagram.com/minutospsiquicos/ CRÉDITOS ● Apresentação: André Rabelo (@oandrerabelo) #amongus #games #jogos #psicologia #psiquiatria Veja Mais

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O Tempo - Mundo Como Joe Biden, vice-presidente recém-eleita cobra ações contra a devastação da Amazônia Veja Mais

Conspiração da 'eleição roubada' deve manter base de Trump mobilizada

Valor Econômico - Finanças Apesar de ter perdido a eleição, o republicano teve ao menos 70 milhões de votos, a segunda maior votação da história Estados Unidos David J. Phillip/AP Photo Quem se apressar em escrever o obituário político de Donald Trump corre o risco de quebrar a cara. Não houve rechaço ao trumpismo, pelo contrário. Apesar de ter perdido a eleição, Trump teve ao menos 70 milhões de votos, a segunda maior votação da história Estados Unidos. Só perdeu para seu rival democrata, Joe Biden, e ficou à frente até de Barack Obama na eleição histórica de 2008. Republicanos devem ter um aumento no número de assentos na Câmara e detiveram um avanço maior dos democratas no Senado –o controle da casa só será determinado em janeiro, depois do segundo turno das eleições para duas vagas da Geórgia no Senado. O trumpismo veio para ficar. Com sua estratégia midiático-populista, Trump conseguiu conquistar uma faixa do eleitorado que se sentia esnobada pelos republicanos da velha guarda, defensores do livre comércio, globalização e exportação da democracia. O Partido Republicano ganhou a classe trabalhadora, os brancos sem ensino superior. Em 2020, ampliou seu apelo e cativou homens negros e hispânicos da mesma faixa, além de continuar avançando em cidades pequenas e médias. A depender da exatidão das pesquisas de boca de urna, Trump foi o republicano que obteve uma das maiores votações entre não brancos. A política do ressentimento –contra a China, contra os latinos, contra os progressistas– continua a ter grande eco entre os chamados órfãos da globalização, que viram seus empregos e sua renda minguarem com o avanço do livre comércio e a migração de fábricas e empregos para China e México. "Não tem como os republicanos abrirem mão dessa espetacularização da política que veio com o Trump. Ele democratizou a política republicana para as pessoas de classe média baixa, alargando sua base", disse à Folha um ex-alto funcionário do governo Trump. A ala moderada do partido vai continuar escanteada, segundo ele. Já o papel de Trump após a eleição depende de vários fatores, a começar por sua saída de cena. Continuar esperneando que a eleição foi roubada ajuda ou atrapalha? mídia de direita americana, que atuou como torcida organizada para Trump nos últimos quatro anos, tem deixado claro que não vai acompanhar o republicano em uma longa e quixotesca contestação da eleição. Com a bênção do dono, Rupert Murdoch, Fox News, New York Post e Wall Street Journal desertaram. "O legado do presidente Trump vai se tornar ainda mais significativo se ele se concentrar em deixar o pais seguir em frente... Assim, o amor e respeito de seus apoiadores vai só aumentar, e seu legado será historicamente mais significativo", disse Laura Ingraham, âncora da Fox e membro da tropa de choque trumpista. O tabloide New York Post, que publicou as reportagens sobre mensagens obtidas do laptop de Hunter Biden, filho de Biden, e chegou a chamar Trump de "um herói invencível, que sobreviveu não apenas aos golpes sujos dos democratas contra ele, mas também ao vírus chinês", passou a falar sobre "acusações infundadas de que opositores estão tentando roubar na eleição". O "Wall Street Journal", bíblia do establishment republicano, disse que "o legado de Trump vai encolher muito se o ato final dele for rejeitar de forma amarga uma derrota legítima". Alguns políticos republicanos também sinalizaram que não pretendem embarcar no chilique de Trump. O senador republicano Pat Toomey, da Pensilvânia, afirmou que o presidente havia feito "acusações muito sérias sem nenhuma prova". "Não soube de nenhuma fraude ou irregularidade significativa", disse. O senador Mitt Romney, que já havia votado a favor do impeachment de Trump, disse que "é errado dizer que uma eleição foi fraudada, corrupta ou roubada". Mas a maioria dos políticos republicanos fez apenas declarações anódinas sobre a importância de se contarem os votos e não haver fraudes. E muitos entenderam o recado de Donald Trump Jr, que tuitou que haverá consequências para os presidenciáveis de 2024 que não se manifestarem contra a "fraude". Aliados mais fieis como Josh Hawley, Tom Cotton, Nikki Haley, Lindsey Graham, Mike Pompeo e Kevin McCarthy acusaram a roubalheira na eleição e convocaram as pessoas a doarem recursos para pagar os advogados que lideram as contestações judiciais em vários estados. "A ala tradicionalista do partido vai continuar minoritária e marginalizada", diz o ex-integrante do governo Trump. Ou seja, o movimento QAnon trumpista continuará mais numeroso. O fato é que não houve desgaste da marca Trump entre seus apoiadores. O apoio dos eleitores republicanos a ele continua em cerca de 90%. Trump perdeu de Biden porque houve um aumento sem precedentes do comparecimento na eleição, que deve ficar em 66%, mais alto desde 1908. Trump teve ganho de votação, mas Biden simplesmente teve um acréscimo maior. O republicano compensou a perda das mães de subúrbios (que nos EUA são áreas nobres) e dos brancos com diploma com avanços sobre eleitorado hispânico, principalmente cubano-americanos e venezuelano-americanos na Flórida e mexicano-americanos no Texas, além de reforços em seu eleitorado branco da classe trabalhadora e das cidades pequenas e médias. "O trumpismo aumentou o comparecimento em cidades pequenas nos Estados Unidos. Os republicanos ganharam nesta eleição nas cidades pequenas e médias como nunca tinham ganhado, e obviamente perderam nas regiões metropolitanas", diz Mauricio Moura, pesquisador da Universidade George Washington e fundador da Ideia Big Data. "Para os democratas o problema é geográfico, eles vão ter que se reconciliar com a América Profunda das cidades pequenas e médias, e para os republicanos, a contribuição do trumpismo foi justamente aumentar a penetração republicana nessa América profunda." Já Biden conseguiu expandir mais o eleitorado democrata com voto maciço de jovens e pessoas com ensino superior, e garantiu estados com a Georgia com alto comparecimento de de eleitores negros. O último democrata a ganhar na Geórgia foi Bill Clinton, que era chamado de "presidente negro" . Isso aconteceu 28 anos atrás. Segundo Moura, o problema é demográfico, porque a nova geração, mais jovem e escolarizada, votou pesadamente nos democratas. A forma de republicanos e democratas equacionarem essas questões demográficas e geográficas vai orientar as próximas eleições. De qualquer maneira, os problemas que permitiram a ascensão do trumpismo –desigualdade de renda e de acesso a educação– não vão desaparecer, e o apelo vai se manter. O trumpismo não nasceu com Trump. Teve suas raízes no Tea Party, movimento populista do Partido Republicano que surgiu na esteira da crise financeira de 2008 e empurrou o partido para mais longe de suas convicções reaganescas. Trump apenas dobrou a aposta e acrescentou o poder de sua marca, e da Presidência-espetáculo. "Se não há um caminho para Donald Trump obter um segundo mandato, não significa o fim do movimento 'América em primeiro Lugar' ou o papel de Trump liderando esse movimento. Pelo contrário, é só o começo. No momento, é hora de contabilizar nossos ganhos, aprender com nossas derrotas e expandir um dos maiores movimentos politicos dos últimos cem anos", disse Laura Ingraham. Não se sabe exatamente como Trump vai liderar o trumpismo de fora da Casa Branca. Certamente, não é de seu feitio ficar longe dos holofotes, e ele pode ter a ambição de atuar como um presidente-sombra. Dependerá, em primeiro lugar, do andamento de seus inúmeros enroscos judiciais. Ele enfrenta investigações por potenciais violações de leis de financiamento de campanha (Stormy Daniels), sonegação de impostos e conflito de interesses por uso do cargo para obter vantagens. Quando era presidente, com os republicanos no controle do Senado, era fácil conter o avanço de investigações. Em um governo Biden, com democratas espumando de ódio por terem a legitimidade de sua vitória contestada, haverá bem menos boa vontade. Se superar esses obstáculos jurídicos, Trump pode arquitetar uma volta por cima, a narrativa preferida dos americanos. Ele pode usar a versão da "roubalheira na eleição" para se manter nos holofotes e convencer apoiadores de que não havia nada errado com seu governo e candidatura. Pode se tornar um mártir da direita –uma vítima da mídia, do Estado profundo, dos progressistas, da esquerda e da China, que não perdeu a eleição, foi trapaceado. Rei da narrativa, pode até se recandidatar em 2024, ou ser padrinho de um candidato. Alguém duvida que seria o favorito nas primárias do partido? Faz todo o sentido, para um político que ganhou proeminência espalhando a teoria da conspiração birther, de que Obama era um presidente ilegítimo por não tinha nascido nos EUA, voltar ao poder disseminando outra teoria da conspiração, a de que Biden é um presidente ilegítimo. Veja Mais

Devoção a Trump enfraquecerá Bolsonaro em negociações com Biden

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Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (07/11/2020)

canaltech É novembro... e a pandemia continua. Estamos nos encaminhando para dezembro, quando devem começar a aparecer as produções good vibes de final de ano, mas, enquanto isso, os cinemas seguem fechados e nosso consumo de filmes continua dependendo de plataformas de streaming e de VOD. A nossa lista de melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online desta semana está ótima como sempre, mas com poucas estreias de 2020. E qual o problema disso? Nenhum, porque estamos muito bem servidos de mais de um século de cinema para sobreviver aos cinemas fechados por muitos meses. Esta semana temos a estreia de duas novas séries e à chegada da quarta temporada de uma adaptação de um quadrinho vencedor do Prêmio Eisner. O resto da lista foi tomada pelos filmes, que vão desde uma das animações mais recentes da Warner Bros. Animation até um dos filmes mais psicologicamente pesados de Michael Haneke, passando por sucessos de bilheteria e filmes oscarizados. Ficou curioso para saber que filmes e séries são esses? Então dá uma olhada nas nossas dicas do que assistir online neste final de semana. Para facilitar ainda mais a sua vida, o Canaltech sempre acrescenta trailer e uma pequena descrição de cada produção, além de incluir os links para os serviços em que elas estão disponíveis, assim o seu trabalho é basicamente apenas apertar o play. Veja quais te agradam, prepare a sala, reúna toda a família e divirta-se! -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Os lançamentos da Netflix em novembro de 2020 Os lançamentos do Amazon Prime Video em novembro de 2020 Lançamentos da Netflix na semana (06/10/2020) 10. Preacher — 4ª temporada   Em agosto de 2019, Preacher chegou à sua quarta e última temporada, que acabou de chegar ao streaming e pode ser completamente maratonada. A série conseguiu agradar público e crítica e terminou com uma nota de 87% no Rotten Tomatoes e de 76 no Matacritic, o que supera muito as expectativas do lançamento da adaptação. Além do reconhecimento como incentivo para maratonar, vale lembrar ainda que a série é protagonizada por Dominic Cooper como Jesse Custer, Ruth Negga como Tulip O'Hare e Joseph Gilgun como Cassidy. Para quem não conhece a série e não está interessado na quarta temporada, mas precisa de um bom motivo para assistir todos os 43 episódios, a sinopse deve ser suficiente: “Depois de um evento sobrenatural em sua igreja, um pregador pede a ajuda de um vampiro e de sua ex para encontrar Deus.” Uma excelente história para maratonar nesse limbo que vivemos entre as obrigações fora de casa, a necessidade de isolamento e o desejo de aglomerar: quem não quer explicações da entidade que deixou 2020 acontecer? As quatro temporadas de Preacher estão disponíveis para os assinantes do Amazon Prime Video. Leia também: 'Preacher' é pura insanidade em seu primeiro episódio Primeira temporada de Preacher funciona como introdução do seu universo 7 séries que valem a assinatura do Amazon Prime Video 9. Pé Pequeno   Com a chegada do Disney+ e a retirada de muitos títulos Disney dos catálogos de streaming e VOD, o mundo de filmes família e de animações online ficou bastante reduzido e a chegada de qualquer produção nesses meios, além de ser uma oportunidade de ver algo que você talvez tenha perdido nos cinemas, ainda é também uma indicação para os pais que precisam de novidades para entreter as crianças que estão em casa. Pé Pequeno chegou aos cinemas no segundo semestre de 2018 e acaba de ganhar mais espaço na internet para contar uma história sobre diferenças e preconceitos a partir de um Yeti que não acredita na existência de humanos. Repleto de aventura e comédia, essa animação é ótima para ver em familia, podendo agradar todos os tipos de pés, dos pequeninos aos grandes. Pé Pequeno pode ser alugado no Looke, comprado na iTunes ou comprado e alugado na Play Store ou na Microsoft Store. Leia também: As 10 melhores animações de todos os tempos 10 animações que venceram o Oscar para ver na maratona de Carnaval na Netflix 8. Frida   Frida virou ícone de resistência e empoderamento e sua sobrancelha unida está em todos os lugares, desde estampas a pôsteres, passando por todo tipo de aplicação que você possa imaginar. Ela foi até mesmo personagem na animação Viva: A Vida é uma Festa, onde, com muito humor e respeito, as características da sua arte foram expostas, sobretudo o conteúdo autobiográfico. Nessa biografia estrelada por Salma Hayek o desafio é claro: é quase impossível não se apaixonar por essa artista, por sua trajetória e por sua força. Muito além da compreensão da sua obra, o filme dirigido por Julie Taymor vai além ao nos mostrar a artista e nos concede um vislumbre do que pode ter sido a mulher Frida Kahlo. Frida ficou tão incrível que chegou a ser premiado em alguns dos principais festivais de cinema, incluindo dois Oscars (Melhor Trilha Sonora e Melhor Maquiagem), além de quatro outras indicações à estatueta (Melhor Atriz, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino e Melhor Canção Original). Frida está disponível para o streamers do Claro Video, mas também pode ser comprado ou alugado no Looke e na Microsoft Store. Leia também: 10 filmes inspirados em mulheres reais para assistir no streaming 15 filmes dirigidos por mulheres que você precisa assistir 8 filmes com mulheres que não têm medo de nada 7. Pequena Miss Sunshine   Quando o indie ainda não era moda, Pequena Miss Sunshine definiu algumas das principais características desses filmes que contornam baixo orçamento com criatividade e qualidade no desenvolvimento da trama. É difícil definir Pequena Miss Sunshine, porque o filme é permeado por momentos de drama e comédia que se intercalam de uma forma muito sensível. Entendê-lo como um road movie ajuda a entender que se trata de um filme sobre desenvolvimento pessoal e é isso que deixa o filme ainda mais interessante, já que os personagens desenvolvidos são uma família. Centralizada na pequena Olive, interpretação que rendeu uma indicação ao Oscar para Abigail Breslin aos 10 anos de idade, o filme ainda consegue explorar muito bem os personagens dos pais, do tio, do irmão e do avô, que se reúnem em uma viagem de kombi para levar a pequena ao concurso de beleza Miss Sunshine. Esse é daqueles filmes que aquecem o nosso coração e abrem os nossos olhos, mas não se deixe enganar tanto pela leveza, porque esse filme pode arrancar muitas lágrimas para além das risadas. Pequena Miss Sunshine está nos catálogos do Telecine e do NOW, podendo também ser alugado no Looke ou comprado e alugado na Play Store, na Microsoft Store e na iTunes. Leia também: 10 filmes independentes que você precisa assistir Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? 6. Bohemian Rhapsody   Cadê o novo 007 que não estreia nunca? A hype com o novo filme tem um motivo extra dessa vez: rolam rumores de que a performance de Rami Malek como vilão está espetacular. Duvida? Talvez o ator ainda não tenha conseguido demonstrar a sua real potência, mas ele já ganhou muitos fãs com Mr. Robot e, posteriormente, ao ser o escolhido para viver um dos maiores ícones do rock no cinema: Freddie Mercury. Bohemian Rhapsody enfrentou muitos problemas de produção e não vou mentir para vocês dizendo que é um filme perfeito, mas certamente é bastante emocionante e muito disso se deve à performance de Malek. O filme conta a trajetória de Mercury desde o início do seu envolvimento com a música até o auge do reconhecimento do Queen como um dos pilares do rock. Bohemian Rhapsody está disponível para aluguel e para compra na Microsoft Store, na Play Store e na iTunes. Leia também: Crítica | Bohemian Rhapsody: você dançará o fandango? 10 filmes sobre rock disponíveis em plataformas de streaming As 10 melhores bandas fictícias de rock na TV e no cinema 5. A Forma da Água   Quando um filme fica muito comentado, há um grande número de pessoas que se sentem inclinadas a ver o filme, mas não o fazem porque querem evitar a hype do momento. Sucesso de 2017, sendo um dos filmes mais queridos do Oscar de 2018, A Forma da Água agora já é apenas um filme de catálogo e, para quem estava esperando o burburinho passar, eis que surge uma excelente oportunidade de assistir, sobretudo com a falta de novidades que reina no cinema atualmente. Um romance fantástico dirigido por Guillermo Del Toro, mestre das fantasias macabras, A Forma da Água é um filme que encanta em diversos aspectos: a direção é precisa e trabalha os mínimos detalhes, a direção de arte (incluindo figurino e maquiagem) é impecável e a atuação de Sally Hawkins é provavelmente uma das melhores características desse filme. Bom para rever, excelente para assistir pela primeira vez. A Forma da Água pode ser alugado no Looke, estando disponível também para aluguel ou compra na Microsoft Store, na Play Store e na iTunes. 7 filmes românticos para assistir no Dia dos Namorados Os 5 melhores filmes de drama disponíveis na Netflix Os 10 melhores filmes de fantasia disponíveis na Netflix 4. Alta Fidelidade — 1ª temporada   Enquanto não vemos Zoë Kravitz como Mulher-Gato no Batman de Matt Reeves, podemos conferir o sempre excelente trabalho da atriz na série Alta Fidelidade. Lançada em fevereiro deste ano (bem fresquinha!), a primeira temporada ganhou mais espaço na internet para conquistar o coração dos espectadores com comédia, romance e drama. Corações partidos ao som de uma trilha sonora para ninguém colocar defeitos, Alta Fidelidade é, em seu âmago, uma sofrência cult e descolada. A série foi premiada e muito elogiada por seus dez primeiros episódios e já foi cancelada em meio ao turbilhão de acontecimentos de 2020, mas ainda assim é imperdível. Assim como A Maldição da Mansão Bly nos ensinou que amor envolve o risco de perder a pessoa amada, analogamente ver uma série incrível é também correr o risco de ficar com ela para sempre inacabada, o que não é exatamente um problema para a geração Caverna do Dragão, mas pode ser difícil para muitas outras. Alta Fidelidade pode ser assistida pelos streamers do NOW. Leia também: As 10 melhores séries originais da Netflix 10 séries adolescentes incríveis para assistir na Netflix As melhores séries para maratonar no Amazon Prime Video 3. Amor   Como diria João Kleber: “PARA! PARA! PARA!” Você não está pensando em assistir esse filme sem um lençol queen size do lado para secar as lágrimas, está? O título “Amor” pode fazer muitos pensarem que esse é mais um romance, mas isso deve acontecer apenas com os desavisados que desconhecem a filmografia de Michael Haneke. Este é o filme mais cult da lista nesta semana, mas não é pela estrutura cult que este é um filme difícil de assistir. Haneke, um dos maiores diretores que já existiram, não consegue fazer um filme sem dar um soco no estômago do espectador e não seria diferente com Amor, que conta a sensível e profunda história de um casal de idosos que colocará seus sentimentos à prova depois que um deles tem um derrame. Não é fácil de assistir e vale o alerta de que talvez seja bom ver acompanhado, sobretudo nesses momentos de isolamento. Vencedor da Palma de Ouro em Cannes, Amor chegou a levar também uma estatueta do Oscar para casa, mas não o de Melhor Atriz, o que acabou sendo considerado uma das maiores injustiças do ano na premiação. Amor está no catálogo do Globoplay e pode também ser comprado ou alugado na Play Store e na iTunes. Leia também: Os 10 melhores filmes cults para assistir na Netflix 10 filmes cults que você precisa assistir no streaming do Telecine Os 10 melhores filmes da década (do circuito mais restrito) 2. The Undoing   Minissérie com Nicole Kidman. Isso deveria bastar como incentivo para qualquer apreciador de atuação correr para assistir The Undoing, já que Kidman não cansa de fazer um espetáculo em cada projeto que participa. Criada por David E. Kelley, de Big Little Lies, The Undoing passa a ser uma série quase obrigatória, mesmo que não saibamos sequer o assunto tratado. Mas, ok, agora chega de tietagem (ou não). Com o selo de qualidade HBO, The Undoing acompanha a vida de uma terapeuta de sucesso em Nova York, que começa a desmoronar na véspera da publicação de seu primeiro livro. Com uma história dessas, o drama é óbvio (e um parque de diversões para o talento de Kidman), mas também há muita tensão e suspense que promete deixar os espectadores atentos até o último momento. A série acabou de lançar o seu segundo episódio no HBO GO e até o final de novembro terá lançado todos os seis episódios da temporada para aqueles que gostam de esperar tudo para começar a maratonar. Leia também: 15 ótimos filmes para quem gosta de resolver mistérios Os 10 melhores filmes de suspense disponíveis na Netflix 5 filmes de suspense para ver no streaming do Telecine que vão te deixar aflito 1. Deadpool 2   Saudades de filmes de super-herói? Saudades de risadas, porrada e bomba? Nós também e é por isso que Deadpool 2 está no topo da lista, porque você pode até conhecer a história de traz para frente, mas Ryan Reynolds tem uma habilidade incrível de fazer comédias que não cansam, característica que casou perfeitamente com o anti-herói que ele interpreta. Agora que o personagem voltou para os braços da mãe Marvel, também é interessante revisitar os primeiros dois filmes para pensar em como a Disney poderá incorporar Deadpool ao MCU sem bombardear as criancinhas com conteúdo +18. Para quem não está interessado nos pormenores da indústria, a diversão de Deadpool 2 é garantida (se você gosta desse tipo de filme, claro) e tem custado a perder o brilho, o que significa que, além de ser um excelente filme para assistir pela primeira vez, também é uma ótima opção para ver e rever, de novo e de novo. Deadpool 2 está no catálogo do NOW, podendo ser alugado no Looke, comprado na iTunes ou comprado e alugado na Microsoft Store e na Play Store. Leia também: Crítica | Deadpool 2: tomando fôlego para seguir Deadpool pode aparecer em todos os próximos filmes da Marvel Deadpool é diversão em meio ao caos Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Johnny Depp é “gentilmente” afastado do elenco da franquia Animais Fantásticos Crítica | Convenção das Bruxas é uma diversão irresponsável COVID-19 | Anvisa emite nota sobre uso de ozônio contra o coronavírus Xiaomi Mi 11 deve trazer câmera ultra-wide de 48 MP e estabilização óptica Como um "sincericídio" do fundador do Alibaba suspendeu o maior IPO da história Veja Mais

Do Santander a ING, bancos cortam mais de 75 mil empregos

Valor Econômico - Finanças Embora dezenas de bancos globais estejam fazendo demissões, cerca de 80% dos cortes se concentram em instituições europeias Mark Lennihan / Associated Press Bancos europeus divulgaram perdas com empréstimos abaixo do esperado e fortaleceram índices de capital no terceiro trimestre. Ainda assim, os cortes de empregos continuam no continente. O Banco Santander, da Espanha, planeja demitir 2.000 funcionários na unidade polonesa. O britânico Lloyds Banking anunciou o corte de 1.070 empregos, principalmente nas unidades de tecnologia e varejo. O banco holandês ING comunicou a demissão de 1.000 pessoas até o fim de 2021. As medidas elevam o total de demissões anunciadas globalmente neste ano para 75.368, de acordo com números compilados pela "Bloomberg". O volume está a caminho de superar os cerca de 80.000 cortes do ano passado. Embora dezenas de bancos globais estejam fazendo demissões, cerca de 80% dos cortes se concentram em instituições europeias, cujos mercados domésticos enfrentam poucas perspectivas de crescimento bem como taxas de juros baixíssimas. Bancos europeus têm encolhido a força de trabalho desde 2008. Muitos bancos europeus destacam a solidez financeira para pressionar reguladores a liberarem dividendos, apesar do cenário de deterioração causado pelo aumento de casos de covid e restrições que ameaçam agravar a crise econômica. Dois dias antes de o Santander anunciar cortes de empregos, a presidente do conselho do banco, Ana Botín, pedia a retomada de dividendos. “Dado o desempenho atual do grupo, a força de nosso balanço, nosso perfil de liquidez e mix de negócios, estou confiante de que seremos capazes de retomar os pagamentos de dividendos assim que as condições regulatórias permitirem”, disse Botín em comunicado. Veja Mais

JPMorgan vê ‘ponto ideal’ em mercados emergentes com dólar fraco

Valor Econômico - Finanças Os títulos do México e da China, que foram afetados pelas guerras comerciais do governo Trump, devem se valorizar Andrew Harrer/Bloomberg Ativos de mercados emergentes estarão no “ponto ideal” nos próximos meses devido aos juros baixos globais, dólar mais fraco e um presidente dos EUA potencialmente menos combativo, de acordo com o JPMorgan Chase. Diana Amoa, gestora do braço de investimentos do banco, disse que a dívida de países em desenvolvimento será beneficiada com a vitória de Joe Biden na presidência e o controle dos republicanos no Senado. A perspectiva de menos estímulo fiscal sugere juros mais baixos por mais tempo e um período prolongado de fraqueza do dólar, o que pode atrair mais investidores para a classe de ativos, disse. Os títulos do México e da China, que foram afetados pelas guerras comerciais do governo Trump, se valorizaram em antecipação a uma abordagem mais convencional sob Biden. Amoa disse que essa tendência pode durar. “Esses dois são provavelmente os principais beneficiários”, disse a gestora por telefone de Greenwich, Connecticut. Enquanto isso, “Rússia e Turquia podem ser mais suscetíveis se houver sanções”. Assim que houver uma decisão sobre as eleições nos EUA, Amoa disse que investidores em mercados emergentes se concentrarão em duas coisas: o coronavírus e a vacina. Quaisquer ocorrências positivas aumentariam ainda mais o apetite por risco. Por enquanto, ela vê como um incentivo a recuperação dos índices de gerentes de compras em países em desenvolvimento. Em relação à dívida em moeda forte, Amoa disse que prefere títulos com nota BB, que ainda parecem muito baratos. Suas maiores apostas incluem títulos domésticos do México, Indonésia e África do Sul. “Com a desvalorização do dólar nos próximos trimestres”, a dívida local de mercados emergentes é uma de nossas principais apostas, disse. Veja Mais

Stadia deve receber suporte para rodar em iPhones, sugere código

canaltech O canal do YouTube Gem Stadia encontrou neste sábado (7) evidências de que o Stadia, serviço de streaming de jogos do Google, deve ganhar suporte para rodar no iPhone e no iPad em breve. Até o momento, somente o navegador Google Chrome para Windows, MacOS, ChromeOS e Linux suporta a plataforma. Stadia: como funciona o sistema de streaming de jogos do Google Google Stadia ganha jogo de Pac-Man em battle royale para 64 jogadores Como podemos observar nas mudanças de código na página do aplicativo, há referências sobre o Safari, navegador padrão dos produtos da Apple, sugerindo que o Stadia passará a rodar nele em breve. Isso será possível porque, segundo o canal, o iOS 14, nova versão do sistema operacional mobile da Apple, adicionou as funções necessárias para o funcionamento da plataforma em browsers baseados em WebKit, como a solução da Maçã. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Mudança de código encontrada pelo canal Gem Stadia (Foto: Reprodução/Gem Stadia) Outra referência descoberta pelo canal menciona que a "jogabilidade, aqui, ainda está em desenvolvimento, enquanto testamos o desempenho e adicionamos mais funcionalidade". Ao que tudo indica, o Google estaria planejando disponibilizar o suporte do Stadia para iPhone e iPad em caráter de testes, para que os usuários possam passar o feedback posteriormente. No momento da data de publicação desta matéria, no entanto, o Google ainda não confirmou quando pretende disponibilizar o suporte. Continue acompanhando o Canaltech para não perder nenhuma novidade.   Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Johnny Depp é “gentilmente” afastado do elenco da franquia Animais Fantásticos Mulher com leucemia pegou COVID-19, ficou assintomática e contagiosa por 70 dias COVID-19 | Anvisa emite nota sobre uso de ozônio contra o coronavírus Falta de vitamina D é novamente relacionada a sintomas graves de COVID-19 Como um "sincericídio" do fundador do Alibaba suspendeu o maior IPO da história Veja Mais

Fabiano Cazeca: candidato apresenta melhora, segundo novo boletim médico

O Tempo - Política Segundo comunicado da assessoria do candidato, ele pode retirar dispositivo de oxigenação ainda neste sábado (07) Veja Mais

Bolsonaro silencia enquanto líderes mundiais parabenizam Biden

Valor Econômico - Finanças Aliado de Donald Trump, o líder brasileiro não fez nenhuma manifestação de felicitação ao presidente eleito dos Estados Unidos Pablo Jacob/Agência O Globo Horas depois de o democrata Joe Biden ser eleito presidente dos Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o assunto. Bolsonaro é aliado do atual presidente americano, Donald Trump, concorrente de Biden na disputa. O presidente brasileiro vinha, inclusive, fazendo campanha abertamente por Trump, do Partido Republicano. Por meio de sua conta no Twitter, Bolsonaro fez anúncios ao longo da tarde a respeito das medidas de combate à crise energética no Amapá, como o deslocamento de navios da Marinha para a região. Também disse que 62% da distribuição de energia no Estado já havia sido restabelecida. No entanto, não teceu nenhum comentário a respeito do resultado das eleições nos Estados Unidos. Enquanto isso, tanto aliados de Trump, como o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, quanto outros presidentes da América do Sul, como o argentino Alberto Fernandéz, cumprimentaram e reconheceram publicamente a vitória de Biden. O Itamaraty também não se pronunciou. O chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, é um dos principais integrantes da chamada "ala ideológica" do governo, que tem forte alinhamento com Trump. Por sua vez, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), General Augusto Heleno, um dos principais assessores de Bolsonaro, destacou no Twitter a visita do vice-presidente Hamilton Mourão à Amazônia. Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente brasileiro, fez uma postagem na mesma rede social minutos depois do anúncio da vitória de Biden, criticando o youtuber Felipe Neto. Eduardo é uma espécie de embaixador informal do pai no exterior. Nos Estados Unidos, já foi fotografado com um boné que tinha a mensagem "Trump 2020". Além disso, já teve agendas públicas com políticos republicanos próximos do presidente americano, como o senador Marco Rubio, da Flórida. Também foi um dos organizadores da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês) Brasil no ano passado. A CPAC é um dos maiores e mais tradicionais eventos conservadores dos Estados Unidos. Veja Mais

Análise/FT: O que uma presidência de Biden significa para o resto do mundo?

Valor Econômico - Finanças Tentativa do governo Biden de restaurar a liderança americana exigirá tempo e capital político Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Biden diz que quer unificar e não dividir os americanos

Valor Econômico - Finanças "Me comprometo a ser um presidente que buscará unificar", afirmou o ex-vice-presidente Andrew Harnik/AP Photo Em sua primeira fala como presidente eleito, o democrata Joe Biden disse que sua prioridade é controlar a pandemia de covid-19 e sua missão é unificar os EUA - e não dividir o país. Em discurso em Wilmington, no Estado de Delaware, Biden disse na noite deste sábado que combater as mudanças climáticas e o racismo sistêmico na sociedade americana estará no centro de seu mandato. “Não medirei esforço para conter a pandemia de covid-19”, disse, ao afirmar que os EUA não podem retomar a atividade econômica por completo até que o coronavírus esteja sob controle. “Na segunda-feira nomearei um grupo de cientistas e especialistas para ajudar (Biden e a vice-presidente eleita, Kamala Harris) a elaborar um plano contra covid-19.” O ex-vice-presidente se comprometeu ainda a ser um presidente que buscará unificar, e não dividir os EUA. “Não há Estados azuis (democratas) ou vermelhos (republicanos), há os Estados Unidos”, disse. “Para quem votou no presidente [Donald] Trump, entendo a frustração, já perdi algumas vezes na minha vida. Mas para avançar temos de não tratar nossos oponentes como inimigos. Vamos dar uns aos outros uma chance.” O democrata disse ainda que recebeu “mais votos do que qualquer presidente desta nação - 74 milhões - " e que “o povo lhe concedeu uma vitória convincente”. “Temos de fazer as promessas para todos. Não importa raça, identidade. Vou governar como um presidente americano, não um democrata.” Biden disse ainda que uma agenda que visa combater mudanças climáticas e o “racismo sistêmico” dos EUA está no centro de seu mandato. “Temos de restaurar a alma dos EUA”, disse. “Há 12 anos, Barack Obama nos lembrou: Sim, podemos!” “Os EUA enviaram o arco do universal moral mais para a Justiça”, disse Biden, ao parafrasear Martin Luther King. A vitória de Biden foi confirmada após vários veículos declararem que o democrata conquistou os 20 votos da Pensilvânia, onde ele já havia superado Donald Trump no início da manhã de sexta-feira. Pelo perfil dos votos que ainda precisam ser apurados – enviados pelo correio e de áreas controladas pelos democratas – o ex-vice-presidente não pode ser mais alcançado pelo adversário republicano, de acordo com as projeções. Sem a Pensilvânia é matematicamente impossível para Trump atingir os 270 votos necessários para prevalecer no Colégio Eleitoral. Em suas primeiras palavras como presidente eleito, postadas no Twitter, Biden afirmou que será presidente “de todos os americanos”. “O trabalho adiante será duro, mas prometo isso: serei o presidente de todos os americanos - se você votou em mim ou não. Manterei a fé que vocês colocaram em mim”, escreveu. Trump, por sua vez, voltou a dizer que não aceita o resultado da eleição. Em comunicado divulgado por sua campanha, o ainda presidente dos EUA disse que “o fato é que esta eleição está longe de acabar”. O republicano disse que Biden está “posando falsamente como vencedor” porque, junto com a mídia, “não quer que a verdade seja exposta. Com a vitória na Pensilvânia e em Nevada, já projetada por alguns veículos, Biden chega a 279 votos no Colégio Eleitoral, três a mais do que os 270 suficientes para conquistar a Casa Branca. Ele ainda lidera as disputas na Geórgia (16 votos), onde haverá recontagem devido à pequena margem de diferença entre os candidatos, e no Arizona (11) . Se vencer nesses dois Estados também, Biden pode terminar a eleição com 306 votos no Colégio Eleitoral, o mesmo número conseguido por Trump em 2016 na vitória sobre a democrata Hillary Clinton. Veja Mais

Em primeiro discurso, Biden fala contra racismo e defende ciência e união

O Tempo - Mundo Presidente eleito não fez críticas diretas a Donald Trump Veja Mais

Apoiadores de Trump denunciam fraude nas eleições dos EUA

O Tempo - Mundo Em cidades como Phoenix, Filadélfia e Atlanta, apoiadores do presidente se reuniram sob o slogan #StopTheSteal (Pare o roubo) Veja Mais

Fortunas em private equity sobem com cenário de impasse nos EUA

Valor Econômico - Finanças Gestores de private equity e seus investidores estão aliviados que o cenário de “onda azul” agora parece improvável Scott Eells/Bloomberg Para alguns, um impasse nem sempre é uma má notícia. Gestores de private equity e seus investidores, que estavam preocupados com planos de aumento de impostos e regulamentação para o setor, estão aliviados que o cenário de “onda azul”, que teria entregado aos democratas o controle da presidência e das duas câmaras do Congresso, agora parece improvável. Essa perspectiva elevou o patrimônio de cinco dos titãs mais ricos do setor de private equity em empresas de capital aberto desde a eleição americana, devido à valorização das ações. Leon Black, da Apollo Global Management, Steve Schwarzman, da Blackstone, David Rubenstein, do Carlyle Group, Tony Ressler, da Ares Management, e Henry Kravis, da KKR & Co., tiveram ganhos. O aumento combinado das participações dos cinco investidores foi de US$ 2,2 bilhões, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg. Os preços das ações das empresas aumentaram entre 6% e 12% desde terça-feira, superando o avanço de 3,3% do índice Russell 1000 Financials. “Parte da razão pela qual alguns podem ver a possível presidência de Joe Biden e um Senado controlado pelo Partido Republicano como algo positivo para a indústria de private equity é porque esse cenário traz um impasse”, disse Nathan Dean, analista da Bloomberg Intelligence. “E o impasse pode não ser uma coisa ruim quando você olha para as possíveis políticas que poderiam ter acontecido sob uma onda azul.” Nesse cenário, uma ampla revisão da regulamentação do setor de private equity provavelmente não acontecerá, disse a Jefferies Financial na quinta-feira em relatório (Com a colaboração de Jack Witzig e Melissa Karsh). Veja Mais

Política externa de Biden não deverá ser tão diferente da de Donald Trump

O Tempo - Mundo Anúncio da vitória do democrata para a Presidência dos EUA foi feito neste sábado (7) Veja Mais

Biden, 2° católico eleito presidente dos EUA, terá de lidar com evangélicos de Trump

Valor Econômico - Finanças Democrata será o segundo católico a assumir a Presidência dos EUA, 60 anos após o pioneiro JFK AP Photo/Carolyn Kaster "Ganhei a eleição disparado!" Essa sentença é verdade na cabeça de Donald Trump, que a tuitou neste sábado (7), dia em que Joe Biden foi confirmado como seu sucessor na Casa Branca, e também se contássemos apenas um dos eleitorados que lhe é mais fiel. Pesquisas estimam que, como em 2016, o voto evangélico branco foi em massa para Trump: três em cada quatro eleitores desse segmento. E essa fatia americana pode dar dor de cabeça para o presidente eleito, tido como uma pedra progressista num caminho até então florido para o conservadorismo nacional. Segundo o Pew Research Center, principal instituto de pesquisa a medir a divisão religiosa nos EUA, evangélicos compõem a maior fé do país: 25% da população –outras linhas do protestantismo são contadas à parte, como as igrejas históricas (metodista, batista etc.) e as de tradição negra (essas votaram em peso no democrata, aliás). Biden será o segundo católico a assumir a Presidência dos EUA, 60 anos após o pioneiro JFK. Em entrevista de 2015, o democrata falou sobre o encontro que teve com papa Francisco dois anos antes. "Ele é a personificação da doutrina social católica com a qual fui criado", disse sobre aquele tido como o mais progressista dos pontífices da história moderna. "A ideia de que todos têm direito à dignidade, que os pobres devem ter preferência especial, que você tem a obrigação de estender a mão e ser inclusivo." Uma visão de mundo que se contrapõe àquela cultivada por Trump, um presbiteriano pouco cordial com o papa. Há sinais de que a recíproca é verdadeira. Na eleição de 2016, Francisco afirmou que uma pessoa "não é cristã" se "só pensa na construção de muros, onde quer que seja", e o mundo entendeu como um recado para o então pré-candidato republicano que prometia uma muralha para separar seu país do México. No ano passado, comparou a ideia com outro muro, "o de Berlim, e isso nos trouxe dor de cabeça e sofrimento suficientes". Biden ganhou o apoio de alguns pastores ao longo da campanha, mas o maior pedaço desta torta evangélica foi para o adversário. Mais ou menos como aconteceu no Brasil em 2018, quando o petista Fernando Haddad conseguiu no máximo endossos pontuais entre a liderança dessa ala do cristianismo. Trump tem como conselheira espiritual a pastora pentecostal Paula White, amiga de longa data, que já havia orado com a equipe de "O Aprendiz", reality que o empresário comandava antes de migrar para a política –talvez você a tenha visto num vídeo que viralizou nos últimos dias, em que ela prega pela vitória republicana repetindo trechos em looping, como um sobre a vinda de anjos da África e da América do Sul para ajudar a reeleição. Se no Brasil a bancada evangélica tem a estima de Bolsonaro, nos EUA "esse é um lobby que não existe enquanto bloco, mas como alinhamento entre parlamentares conservadores, majoritariamente protestantes e católicos", diz o teólogo Ronilso Pacheco, pesquisador da Universidade Columbia. Trump também conta com seu pelotão de fé, a começar por seu vice, Mike Pence, que se descreve como "um cristão, um conservador e um republicano, nessa ordem". Outro escudeiro é Tony Perkins, presidente do conservador Family Research Council. Ele costuma dizer que desastres naturais são enviados por Deus para punir gays e, em 2016, abandonou sua casa de canoa após enchentes inundarem o sul americano. Também aliado, Jerry Falwell Jr. presidia a Liberty University, uma das maiores faculdades evangélicas do país. Renunciou após dois escândalos sexuais: primeiro compartilhou no Instagram uma foto com a braguilha aberta, deletada em seguida, depois, um sócio disse que por anos manteve relações com Falwell Jr. e sua esposa. Ele é filho do televangelista Jerry Falwell, que em 1979 fundou a Maioria Moral, movimento que uniu a direita cristã e o partido que décadas mais tarde acolheria Trump. "O ecumenismo neoconservador é uma invenção republicana. Eles queriam mobilizar forças para restaurar a ordem", diz Sonia Correa, codiretora da Sexuality Policy Watch que estuda grupos conservadores. O contexto, Correa lembra, era o avanço de direitos LGBTI (a revolta de Stonewall ocorrera dez anos antes) e reprodutivos (em 1973, o caso Roe versus Wade levou a Suprema Corte a legalizar o aborto ao considerá-lo um direito constitucional da mulher). Trump conseguiu galvanizar evangélicos e católicos mais à direita, um bloco ansioso para restabelecer a Maioria Moral. E esse grupo ficou particularmente feliz com a indicação de Amy Barrett Trump para a mesma Suprema Corte, uma católica que engrossará a maioria conservadora no tribunal. Outro passo foi dado pelo secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, que criou em 2019 a Comissão de Direitos Inalienáveis e a deixou sob guarda de Mary Ann Glendon, ex-embaixadora americana no Vaticano. Durante a corrida eleitoral, Trump tentou tachar Biden, que carrega um rosário no bolso e vai à missa aos domingos, como um homem sem Deus no coração. O desafio do democrata será desfazer essa imagem que colou para parte do eleitorado vermelho, a cor associada aos republicanos. "Um dos erros que os democratas cometeram por décadas é ser muito reservado sobre valores que os movem na vida pública", disse à rádio NPR o senador democrata Chris Coons, de Delaware. "Se nós escondermos or não falarmos a respeito, milhões de americanos ficarão se perguntando sobre o que nos motiva." Veja Mais

Eleições em BH: Agenda dos candidatos a prefeito neste domingo (08)

O Tempo - Política 15 candidatos estão na disputa pela prefeitura de Belo Horizonte Veja Mais

Luísa Barreto reafirma compromisso com diálogo na reta final da campanha

O Tempo - Política Candidata do PSDB esteve na Pedreira Prado Lopes e no Mercado Central neste sábado (07) Veja Mais

Estacionamento de local onde Biden discursará após vitória é palco de festa

Valor Econômico - Finanças Entre bandeiras e cartazes com o nome do democrata, centenas de americanos sorriam por debaixo das máscaras, dançavam, cantavam –e buzinavam! Andrew Harnik/AP Photo Ninguém tinha certeza, mas a decisão era ficar ali. Como se as horas de ansiedade e indefinição pudessem passar mais rápido se as pessoas estivessem juntas, entre os carros ou mesmo sentadas no meio fio, na expectativa de um resultado que se arrastou por quatro longos dias. Na manhã deste sábado (7), enfim puderam comemorar: Joe Biden foi declarado eleito presidente dos EUA. Entre bandeiras e cartazes com o nome do democrata, centenas de americanos sorriam por debaixo das máscaras, dançavam, cantavam –e buzinavam!– no estacionamento do Chase Center, o centro de convenções em Wilmington, onde Biden discursaria no início da noite. As lágrimas e gritos que combinavam alívio e felicidade deixavam para o dia seguinte a preocupação com problemas que não vão desaparecer com a troca de comando na Casa Branca. Mas, naquele momento, todos concordavam, as dificuldades ficariam para domingo (8). "Hoje é só celebração. Temos que comemorar nossa vitória e amanhã a gente pode pensar como progredir e curar o país", disse Kana Morgan. "Estamos tão felizes. Trump estragou muita coisa e esperamos que Biden as arrume e nos coloque de novo no caminho certo." Aos 15 anos, Kana resumia o sentimento que se espalhava entre grupos de jovens, velhos, negros e brancos e era uma das mais entusiasmadas quando passavam os carros buzinando em demonstração de apoio. Em razão da pandemia, os eventos de Biden durante a campanha tiveram o acesso ao público e aos jornalistas bastante restrito, e os comícios de multidões foram trocados por discursos drive-in, com os carros em frente ao palco, tocando buzinas que faziam as vezes de aplausos. Sophie Poindexter sabia que havia gente se reunindo no estacionamento do centro de convenções desde quinta-feira (5), quando a vitória de Biden começou a se desenhar, mas se emocionou quando viu a festa pessoalmente. Ao lado do irmão, Remy, falou também sobre a divisão do país, que tanto atinge sua comunidade negra, alvo da retórica divisionista e racista de Trump. "A gente tem estado tão dividido nos últimos quatro anos e é muito importante a gente se unir de novo. Então hoje é sobre compartilhar a alegria, a energia boa." Remy concorda com a irmã e diz que não está preocupado com a recusa de Trump em aceitar o resultado ou, caso aconteça, de não sair da Casa Branca. "A lei diz que o Serviço Secreto pode literalmente tirá-lo de lá." A poucos metros de Remy e Sophie, um homem negro que fazia a segurança do centro de convenções, juntava-se ao coro: "Nós conseguimos." Biden virou o jogo em estados simbólicos e decisivos, como Pensilvânia e Geórgia, principalmente por causa de votos por correio em cidades grandes, mais diversas e progressistas.Trump, por sua vez, diz que a eleição não acabou e, sem apresentar provas, afirma que cédulas enviadas por correspondência –prática comum nos EUA– podem gerar fraude. O presidente já entrou com ações judiciais para contestar o resultado em diversos estados, mas não tem obtido sucesso na maior parte deles. A estudante Emily Tulsky acha triste ver pessoas defendendo a tese do republicano. "É como se Trump estivesse lutando para que os números mudem por causa do seu ego. Acho triste como tantas pessoas estão defendendo isso, revoltando-se contra números, estatísticas, e pedindo que parem a apuração. Todos os votos precisam ser contados." Eleonora Thomas, 41, não vê problemas nas ações judiciais que, na sua avaliação, serão enterradas no fim do processo. "Deixem o povo falar, é assim que a democracia funciona." Biden marcou hora e local para seu discurso deste sábado. Falará pela primeira vez como presidente eleito às 20h (22h de Brasília) em Wilmington, cidade em Delaware onde vive desde 1953. Entre guindates que erguiam duas bandeiras gigantes dos EUA, subirá num palco montado a alguns metros do estacionamento que recebe seus apoiadores há dias, mas poucos poderiam entrar para vê-lo de perto. O jeito será ouvi-lo no que virou o ponto de concentração democrata da cidade, embalados no mantra que emanava entre os carros na placa carregada pela jovem Kana: "Você está demitido, Trump." Veja Mais

Nas últimas 24 horas, Brasil tem 251 mortes causadas pela covid-19, segundo consórcio de imprensa

Valor Econômico - Finanças Total de óbitos provocados pela doença desde o início da pandemia subiu para 162.286 Gabriel de Paiva/Agência O Globo O Brasil registrou 251 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos provocados pela doença para 162.286 desde o início da pandemia, de acordo com os dados divulgados neste sábado pelo consórcio de veículos de imprensa. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias foi de 341, uma queda de 27% em comparação à média de 14 dias atrás. De acordo com o levantamento, houve 20.352 novos casos de covid-19 em todo o país de ontem para hoje, com um total de 5.652.857 diagnósticos positivos para o novo coronavírus desde o início da pandemia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 16.875 por dia, uma queda de 27% em relação aos casos registrados nos últimos 14 dias. Amapá, Roraima e São Paulo não divulgaram dados até às 20h deste sábado. O Amapá está no seu quarto dia consecutivo sem novos dados devido ao apagão no estado. Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre “G1”, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e “UOL”, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. Dados do governo Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registrou 254 óbitos causados pela pandemia da covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim divulgado neste sábado. Com isso, as mortes provocadas pelo novo coronavírus no país somaram 162.269. Segundo os dados da pasta, houve ainda 22.380 novos casos de ontem para hoje, elevando o total de diagnósticos confirmados para 5.653.561. São Paulo é o Estado com mais mortes (39.717) e casos confirmados (1.125.936). Minas Gerais é o segundo Estado com mais casos (368.609) e o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos (20.904). Veja Mais

Evo Morales se diz alegre com a derrota de Trump na eleição dos EUA

O Tempo - Mundo Ex-presidente da Bolívia diz que derrota o alegra ainda mais que vitória de Biden, já que, segundo ele, presidente é facista e racista Veja Mais

Rodrigo Paiva tem agenda apertada em penúltimo sábado de campanha

O Tempo - Política Candidato do Novo fez caminhada, carreata e arriscou passos de samba em festa de bloco Veja Mais

'NY Times' usa imagem do 7 a 1 para dizer a Trump que 'é preciso saber perder'

O Tempo - Mundo Vídeo do jornal norte-americano mostra vários esportistas, crianças e políticos para pedir que presidente aceite a derrota para Joe Biden Veja Mais

Cineasta argentino Fernando 'Pino' Solanas morre aos 84, vítima da Covid-19

O Tempo - Diversão - Magazine "Faleceu enquanto cumpria suas obrigações como embaixador da Argentina na Unesco", disse o ministério das Relações Exteriores da Argentina Veja Mais

'Nós mantivemos a República', diz presidente da Câmara dos EUA após eleição

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O Tempo - Mundo Ídolos do esporte se disseram felizes pela vitória de Joe Biden e Kamala Harris. Para o astro do basquete, resultado é 'histórico' Veja Mais

'Elegemos um presidente que representa o melhor de nós', diz Kamala Harris

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em - Internacional Harris, que será a mulher de maior posição na história dos Estados Unidos, subiu ao palco em Wilmington, Delaware em um terno branco em homenagem ao movimento sufragista feminino Veja Mais

Multidões comemoram em Washington vitória de Biden na eleição dos EUA

O Tempo - Mundo Reduto democrata recebeu milhares de pessoas perto da Casa Branca durante todo o sábado (7); houve manifestações por todo o país Veja Mais

Percepção da esquerda brasileira sobre Biden está errada, diz Glenn Greenwald

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Como personalizar o fundo de videochamadas no Google Meet

canaltech No último dia 30 de outubro, o Google Meet recebeu o recurso para alterar o plano de fundo em videochamadas. Anteriormente, a única possibilidade era de desfocar o fundo do vídeo, e o serviço de chamadas do Google ganhou mais uma funcionalidade para concorrer com o Zoom. Google Meet: como fixar participantes, removê-los de uma reunião Google Meet: como gravar uma reunião e salvar no Google Drive 5 erros comuns do Google Meet e como resolver O recurso está funcionando no ChromeOS e pelo Google Chrome em computadores com Windows ou Mac. São disponibilizados 26 planos de fundo diferentes, que incluem uma foto do espaço sideral, um escritório e paisagens naturais. Além disso, é possível carregar uma imagem salva em seu computador. Confira o passo a passo para utilizar a função! Google Meet: como personalizar o fundo de videochamadas Passo 1: entre em uma chamada do Google Meet no Google Chrome e selecione o ícone de três pontos na tela; -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Clique no ícone para abrir opções (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 2: em seguida, escolha a opção "Alterar plano de fundo"; Selecione para modificar o plano de fundo (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 3: um painel lateral será exibido. Além dos fundos personalizados, é possível escolher entre duas opções para desfocar a tela; Use os dois ícones para apenas desfocar o fundo (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 4: clique em qualquer uma das opções para carregar um fundo personalizado em seu vídeo. Para inserir uma imagem de seu computador, clique no ícone de "+"; Use uma das imagens disponibilizadas pelo Google (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 5: escolha uma imagem e, automaticamente, o Google Meet irá inseri-la no plano de fundo. Para remover, selecione o ícone de um círculo com uma faixa diagonal. Customize seu plano de fundo (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Johnny Depp é “gentilmente” afastado do elenco da franquia Animais Fantásticos Crítica | Convenção das Bruxas é uma diversão irresponsável COVID-19 | Anvisa emite nota sobre uso de ozônio contra o coronavírus Xiaomi Mi 11 deve trazer câmera ultra-wide de 48 MP e estabilização óptica Como um "sincericídio" do fundador do Alibaba suspendeu o maior IPO da história Veja Mais

Matéria escura teria se formado no caos borbulhante pós-Big Bang

Matéria escura teria se formado no caos borbulhante pós-Big Bang

Tecmundo Mesmo abundante, ela não pode ser vista, coletada, analisada, mas está lá – o efeito gravitacional que a matéria escura exerce é tão grande que foi possível estimar que ela constitui 80% da massa do Universo. Investigar como ela surgiu pode dar pistas sobre o que ela é e qual seu papel no equilíbrio cósmico."A matéria escura é uma coleção de partículas elementares? Em caso afirmativo, quais são as propriedades dessas partículas? Que forças elas exercem e quais interações experimentam? Quando a matéria escura foi criada e quais estruturas desempenharam um papel importante na sua formação?" disse o astrofísico Andrew Long, da Universidade Rice, coautor do estudo publicado agora no The Physical Review Letters.Leia mais... Veja Mais

Trump diz ter ganhado a eleição e obtido 71 milhões de 'votos legais'

Valor Econômico - Finanças Sem provas, o republicano retomou as insinuações de corrupção no processo eleitoral e a narrativa de fraude na contagem dos votos Evan Vucci/AP Photo O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tuitou neste sábado que é o verdadeiro vencedor da eleição no país e que obteve 71 milhões de "votos legais". Sem provas, Trump retomou as insinuações de corrupção no processo eleitoral e a narrativa de fraude na contagem dos votos. "OS OBSERVADORES [de sua campanha] NÃO FORAM PERMITIDOS NAS SALAS DE CONTAGEM. EU VENCI A ELEIÇÃO, TIVE 71.000.000 DE VOTOS LEGAIS. ACONTECERAM COISAS RUINS QUE OS NOSSO OBSERVADORES NÃO TIVERAM PERMISSÃO PARA VER. NUNCA ACONTECERAM ANTES. MILHÕES DE CÉDULAS POR CORREIO FORAM ENVIADAS A PESSOAS QUE NUNCA AS PEDIRAM!", escreveu. Initial plugin text Horas atrás, ele havia divulgado uma nota com conteúdo similar, na qual afirmava que sua campanha iria aos tribunais já na segunda-feira para contestar o resultados e "garantir que as leis eleitorais sejam completamente cumpridas". O republicano voltou a dizer mais cedo que venceu a eleição presidencial deste ano, apesar de a reta final da apuração apontar justamente o oposto. "Eu venci esta eleição, de lavada", escreveu ele no Twitter. Quase instantaneamente, a rede social incluiu um aviso de que a publicação não tinha base em fontes oficiais. Initial plugin text Trump aparece atrás de seu adversário democrata, Joe Biden, em quatro dos seis estados que ainda não tiveram um resultado definitivo. O republicano lidera no Alasca e na Carolina do Norte, enquanto Biden se mantém à frente em Nevada, Pensilvânia, Geórgia e Arizona. Esta não é a primeira vez que Trump de autodeclara vencedor da eleição. Na última quarta-feira (4), horas depois do fechamento das urnas nos EUA, o atual presidente fez um discurso na Casa Branca afirmando a própria vitória e acusando os democratas de fraude, como fez durante toda sua campanha.As declarações, porém, não têm validade legal. Veja Mais

Aliado de Trump, Bolsonaro faz ‘live’ nas redes e mantém silêncio sobre vitória de Biden nos EUA

Valor Econômico - Finanças O mais perto que o presidente chegou de abordar o tema foi ao afirmar que "cada um tem a sua opinião" sobre a política mundial Divulgação O presidente Jair Bolsonaro não abordou a vitória do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, durante 'live' realizada na noite deste sábado. Bolsonaro falou por aproximadamente 30 minutos, mas não citou em nenhum momento a vitória do candidato do Partido Democrata. O presidente brasileiro é aliado do atual presidente americano, Donald Trump, concorrente de Biden na disputa. O mais perto que Bolsonaro chegou de abordar o tema foi ao afirmar que "cada um tem a sua opinião" sobre a política mundial. "Vocês têm visto como está a política no mundo, cada um tem a sua opinião", disse. "Na América do Sul vários países estão sendo pintados de vermelho." O presidente também afirmou que ainda não decidiu se será candidato novamente à Presidência da República. "Não sei se vou ser candidato a reeleição em 2022", disse. Ele revelou, no entanto, que a partir de segunda-feira realizará uma 'live' diária para apresentar candidatos que têm o seu apoio a prefeito e vereador de todo o Brasil. Bolsonaro reforçou, por exemplo, o apoio a Marcelo Crivella (Republicanos) no Rio de Janeiro, Celso Russomanno (Republicanos) em São Paulo e Delegada Patrícia (Podemos) no Recife, entre outros. O presidente pediu comparecimento às urnas. "O apelo que faço a vocês: votem", disse. "O pior voto é o branco, o nulo." Na 'live', Bolsonaro também abordou a crise energética do Amapá. Segundo ele, 63% da distribuição de energia no Estado já foi restabelecida. A expectativa é que em dez dias o restabelecimento esteja completo. O presidente elogiou a atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, no caso. Ele voltou a abordar a difícil situação fiscal do Brasil, afirmando que o país está "no limite" e que tem conversado sobre o assunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Por fim, afirmou que a aprovação de qualquer vacina contra a covid-19 não será feita "a toque de caixa" pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Veja Mais

Barões da Pisadinha apostam em single com sertanejos Fernando & Sorocaba em ano de conquistas

G1 Pop & Arte ♪ É impossível fazer a retrospectiva musical do Brasil em 2020 sem mencionar o sucesso massivo da dupla baiana de forró intitulada Os Barões da Pisadinha. Mal apresentaram as últimas músicas do álbum ao vivo e DVD Conquistas (2020), registro audiovisual de show gravado em São Paulo, em fevereiro, diante de público de cerca de dez mil pessoas, o tecladista Felipe Barão e o vocalista Rodrigo Barão se unem com a dupla sertaneja Fernando & Sorocaba para promover a gravação conjunta da música Amor da despedida. Lançada em single na sexta-feira, 6 de novembro, a gravação da composição de Jeff da Sanfona, Kito e Matheus Junio é a nova aposta dos Barões em consagrador ano de conquistas no mercado e nas paradas nacionais. Felipe e Rodrigo criaram a dupla em dezembro de 2015 em Heliópolis (BA), cidade do interior da Bahia, mas foi a partir de 2019 que Os Barões do Forró se transformaram n'Os Barões da Pisadinha, aludindo no novo nome ao ritmo derivado do forró que garantiu projeção nacional ao duo. Caracterizada pelo toque agudo dos teclados, motores do som que saem dos paredões nordestinos, essa vertente do forró já existia desde meados dos anos 2000, mas foi burilada pela dupla e ganhou corpo – e público – nas mãos dos Barões, tendo ganhado também adesões de astros do forró como Wesley Safadão. No rastro do estouro da gravação da música Tá rocheda (2018), propagada em vídeo postado pelo jogador de futebol Neymar Jr., a pisadinha transformou os Barões em reis do forró, sobretudo nas cidades do interior do nordeste do Brasil. Veja Mais

Disparada do IGP-M eleva em R$ 10 bilhões custo da dívida pública

Valor Econômico - Finanças O IGP-M acumulou no ano, até setembro, alta de 14,4%. O volume já supera o registrada em todo o ano passado Marcos Santos/USP Imagens Além do estrago que tem feito nos preços dos aluguéis, a disparada do IGP-M está impondo um custo maior na dívida pública. De janeiro a setembro deste ano, o gasto com juros na parcela do endividamento bruto atrelado ao IGP-M dobrou, atingindo a marca de R$ 20 bilhões. O volume já supera o registrada em todo o ano passado. O governo não emite mais esse título (oficialmente chamado de NTN-C) desde 2006. Ela tem uma participação residual na dívida, da ordem de R$ 99 bilhões, cerca de 1,7% do total – segundo dados do Banco Central - , com a maior parte (R$ 59 bilhões) vencendo só em 2031 e o restante no ano que vem. Mesmo assim, o movimento chama a atenção. O IGP-M acumulou no ano, até setembro, alta de 14,4%. Esse índice de inflação, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), tem muita influência da taxa de câmbio, que teve forte desvalorização neste ano, e reflete melhor os preços no atacado, antes de eles chegarem ao consumidor final. Apesar da disparada desse índice, os encargos da dívida atrelada à inflação de forma geral cresceram pouco. Isso se deve ao fato de que a maior parte dela está vinculada ao IPCA, que no acumulado do ano até setembro estava ainda bem comportado, com alta de apenas 1,34%. Esses papéis vinculados à inflação ao consumidor continuam sendo emitidos e os gastos com seus encargos caíram quase R$ 9 bilhões de janeiro a setembro, para R$ 62,9 bilhões. Mas nos últimos três meses (julho, agosto e setembro) essa conta ficou mais salgada do que em iguais meses do ano passado, já refletindo as surpresas negativas do IPCA. Só nesse período, o gasto com juro na dívida atrelada ao índice oficial de inflação foi R$ 6,4 bilhões maior. O analista independente da Omninvest e ex-chefe do departamento de mercado aberto do Banco Central, Sergio Goldenstein, aponta que o repique inflacionário tem, além do aumento nos encargos decorrentes da indexação, outro impacto negativo na dívida. Isso ocorre porque, com as altas de preços acima do esperado, os investidores cobram mais prêmios para adquirir títulos públicos. Para ele, esse efeito ajuda explicar a maior “inclinação da curva de juros”, jargão econômico para explicar taxas mais elevadas nos diferentes prazos de vencimentos dos títulos. “O fato de a inflação ter subido afeta a inclinação porque, à medida que a inflação surpreende para cima, espera-se ajuste na política monetária no futuro”, disse, avaliando que o juro básico no Brasil está abaixo do que deveria. Para ele, contudo, o principal motivo para as taxas mais elevadas nos títulos de médio e longo prazos é a incerteza fiscal. “Um juro real cada vez mais negativo não é condizente com situação fiscal do país”, disse o economista. O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto, afirmou que o custo maior da dívida na parcela atrelada ao IGP-M reflete a conjuntura macroeconômicas negativa, com muita instabilidade. “A gente está deixando a inflação acelerar, por conta da taxa de câmbio. É uma situação que preocupa, pois aumenta o custo da dívida nessa parcela, ainda que o custo total da dívida em uma trajetória mais longa esteja caindo”, disse. Salto também chamou a atenção para a questão fiscal como um elemento necessário para reduzir os custos das novas emissões dívida. Segundo ele, é preciso avançar na construção do orçamento de 2021, hoje ainda incerto, com medidas para “apagar o incêndio” e viabilizar o teto de gastos para o próximo ano. “É preciso dar uma sinalização de médio prazo, está faltando saber qual o horizonte de sustentabilidade da dívida e quais instrumentos serão utilizados para isso”, disse. Além do impacto na dívida, a alta recente da inflação promete fazer outro estrago para o governo. Com as recorrentes surpresas negativas, os preços mais altos devem levar também a uma elevação na despesa primária obrigatória mais relevante: a Previdência. Isso porque o INPC (índice de preços ao consumidor que referencia esses benefícios) estimado no projeto de orçamento enviado em agosto será revisto para cima em pelo menos um ponto percentual – hoje está previsto em 2,4% para 2020. Nas contas do economista Manoel Pires, ex-secretário de política econômica e pesquisador do Ibre/FGV, essa revisão pode significar cerca de R$ 12 bilhões a mais de despesas. Além de significar mais aumento na dívida, isso também será um dificultador para a gestão pública, já que com o teto de gastos outras despesas precisarão ser cortadas na mesma magnitude para que o limite constitucional não seja estourado. Veja Mais

Gretchen, Valeska Popozuda e Geisy Arruda reagem à vitória de Biden nos EUA

O Tempo - Mundo Famosos brasileiros usaram suas redes sociais para comemorar - alguns de modo sério, outros com piada - vitória do democrata sobre Donald Trump Veja Mais

Mundo respira aliviado com a vitória de Biden, diz Lula

Valor Econômico - Finanças O ex-presidente Michel Temer também desejou "muito êxito" ao presidente eleito dos Estados Unidos AP Photo/Andrew Medichini O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que "o mundo respira aliviado com a vitória" do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. "Neste momento tão importante em que o povo norte-americano se manifestou contra o trumpismo e tudo o que ele representa, de rejeição de valores humanos, ódio, abandono da vida e agressões contra nossa querida América Latina, saúdo a vitória de Biden e manifesto a esperança de que ele não só internamente, mas também em suas relações com o mundo e com a América Latina, se paute pelos valores humanistas que caracterizaram a sua campanha", escreveu Lula em sua conta no Twitter. Initial plugin text O ex-presidente Michel Temer desejou neste sábado "muito êxito" ao presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden. "Cumprimento o prezado amigo Joe Biden por sua eleição. Recordo com alegria os encontros que mantivemos, em particular a visita que você me fez na ONU, quando assumi a Presidência da República. Desejo-lhe votos de muito êxito", escreveu Temer em sua conta no Twitter. Initial plugin text Veja Mais

A presidência de Donald Trump, derrotado nas eleições dos EUA, em datas-chave

O Tempo - Mundo Relembre momentos conturbados e polêmicos da administração do republicano, como o processo de impeachment, a guerra comercial e o coronavírus Veja Mais

Mesmo com pacote de estímulos menor, PIB deve ser revisto para cima com Biden, diz Capital Economics

Valor Econômico - Finanças Dada a incerteza sobre a composição do Congresso, consultoria ainda não incorpora qualquer estímulo fiscal adicional em seu cenário base Andrew Harnik/AP Photo A consultoria Capital Economics, em nota sobre a vitória de Joe Biden para a presidência dos EUA, comenta que dada a incerteza sobre a composição do Congresso ainda não incorpora qualquer estímulo fiscal adicional em seu cenário base. Sendo assim, diz que “mesmo se o Congresso concordasse apenas com um pacote fiscal menor de US$ 1,0 trilhão a US$ 1,5 trilhão, ainda estaríamos revisando nossas previsões econômicas para cima, e não para baixo”, escreve Paul Asworth, economista-chefe para os Estados Unidos. Mesmo assumindo um multiplicador de orçamento relativamente modesto (de 0,60, considerando cálculos do Congressional Budget Office), diz Asworth, esse “pequeno” estímulo ainda acrescentaria entre 3,0% a 4,5% ao PIB. “Com o PIB agora apenas 3,5% abaixo de seu nível pré-pandemia, estamos falando sobre um estímulo que ainda seria suficiente para eliminar toda a perda do produto com a pandemia.” O resultado final é que, com o PIB se recuperando e a taxa de desemprego caindo abaixo de 7%, “a economia simplesmente não precisa do tamanho do estímulo que estava sendo falado em uma ‘varredura democrata’ [com presidência e Congresso com maioria do partido]”. A consultoria alerta, contudo, que isso pode mudar nos próximos meses se o último aumento nos casos de covid-19 desencadear outra rodada de bloqueios generalizados. Por enquanto, a expectativa é de que o crescimento do PIB seja de 4,5% em 2021, sendo que qualquer estímulo fiscal precipitaria uma revisão para cima. Veja Mais

Advogados de Trump questionam 600 mil votos enviados pelo correio na Pensilvânia

Valor Econômico - Finanças Estado chancelou a vitória do candidato democrata Alex Brandon/AP Photo Minutos após o anúncio da vitória de Joe Biden nas eleições americanas, advogados da campanha de Donald Trump questionaram a validade de mais de 600 mil cédulas de votação na Pensilvânia, estado que chancelou a vitória do candidato democrata. Em entrevista coletiva neste sábado (7), na Filadélfia, Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York e advogado pessoal de Trump, disse que o republicano "não vai conceder [a vitória] quando há ao menos 600 mil cédulas questionadas". Segundo a equipe do atual presidente, os votos em xeque não foram inspecionados por observadores do Partido Republicano. Giuliani disse que os casos suspeitos são de cédulas que vieram pelo correio, ecoando a narrativa de Trump -sem evidências- segundo a qual os votos nessa modalidade são "ilegais" e fazem parte de um golpe do Partido Democrata. "Temos muitas testemunhas. Não são casos pequenos", disse Giuliani, acrescentando que recebeu denúncias também de outros estados, como Geórgia e Michigan. Um morador da Filadélfia foi chamado para dar seu relato sobre uma fraude que teria flagrado. "Eles nos deixaram a 20 pés [cerca de sete metros] da contagem dos votos", afirmou, referindo-se à distância que os observadores deveriam guardar dos funcionários que processavam as cédulas. Segundo Giuliani, o Partido Republicano deve continuar a enxurrada de questionamentos na Justiça na segunda-feira (9). Veja Mais

Vocês escolheram esperança, ciência e verdade, diz Kamala Harris

Valor Econômico - Finanças Em seu primeiro discurso como vice-presidente eleita, a democrata disse que governará para todos os americanos, independentemente do espectro político Andrew Harnik/AP Photo Em seu primeiro discurso como vice-presidente eleita, a democrata Kamala Harris disse que governará para todos os americanos, independentemente do espectro político. Ao discursar para apoiadores em Wilmington, no Estado de Delaware, na noite deste sábado, Harris agradeceu autoridades eleitorais dos EUA por zelarem pela lisura da apuração dos votos e homenageou mulheres que a inspiraram. “Não importa em que você votou, tentarei ser uma vice-presidente pensando todo dia em você e sua família”, disse. Harris afirmou que “proteger a democracia americana requer esforço e sacrifício” e que ela e Biden são “as pessoas com o poder para construir um futuro melhor”. “Elegemos um presidente que representa o melhor de nós, um presidente para todos os americanos”, afirmou. “Vocês escolheram esperança, unidade, decência, ciência, verdade.” Ela agradeceu autoridades eleitorais dos EUA por “protegerem nossa democracia” e seguirem com a apuração de votos enviados por correio até o fim, após pedidos do presidente Donald Trump para parar a contagem depois de terça-feira, dia da eleição. Harris é a primeira mulher eleita para o cargo de vice-presidente nos EUA. Em seu discurso, feito minutos antes da primeira fala de Joe Biden como presidente eleito, ela agradeceu a todas as “mulheres que a formaram e a inspiraram profundamente”. “Serei a primeira mulher neste cargo, mas não a última”, disse. “Toda garota que nos assiste hoje vê que esse é um país de possibilidades.” Ao lembrar da mãe, que emigrou da Índia para os EUA, Harris homenageou “mulheres que tanto lutaram por igualdade”. “As mulheres são a espinha dorsal da nossa democracia”, disse, ao se referir a mulheres negras e latinas. Veja Mais

Kamala Harris, em discurso da vitória nos EUA, fala em 'novo dia para a América'

O Tempo - Mundo Ela, que será a mulher de maior posição na história dos Estados Unidos, subiu ao palco ao som de Mary J. Blige Veja Mais

Lucifer: 7 coisas que não fazem sentido na série sobrenatural

Lucifer: 7 coisas que não fazem sentido na série sobrenatural

Tecmundo Por mais que a série Lucifer, da Netflix, seja uma das mais celebradas pelos assinantes, há algumas pequenas incoerências vistas no decorrer dos episódios que, quem observar mais atentamente, vai perceber que não fazem muito sentido. A série, derivada de um personagem de Neil Gaiman nos quadrinhos, inicialmente foi exibida na Fox, mas ao ser cancelada, passou a integrar o catálogo da Netflix com novas temporadas e conflitos. Leia mais... Veja Mais

Trump fica no cargo até 20 de janeiro, e controle do Senado ainda é incerto

O Tempo - Mundo Configuração da Casa será decidida em eleições parciais na Geórgia em janeiro, uma disputa crucial para o futuro da presidência de Biden Veja Mais

Ministério das Comunicações propõe recondução de Vicente Aquino para diretoria da Anatel

Valor Econômico - Finanças Aquino encerrou seu primeiro mandato no comando da agência na última quarta-feira Edilson Rodrigues/Agência Senado/Arquivo O Ministério das Comunicações confirmou neste sábado, por meio de sua assessoria de imprensa, que o ministro Fabio Faria propôs ontem ao presidente Jair Bolsonaro a recondução do advogado Vicente Bandeira de Aquino Neto no cargo de diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Aquino encerrou seu primeiro mandato no comando da agência na última quarta-feira. Na última reunião pública da diretoria da Anatel, realizada em 29 de outubro, os demais diretores despediram de Aquino já sinalizando que sua recondução estava acertada com o governo. Confirmada a indicação, ele deverá enfrentar nova sabatina na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado e votação no plenário da mesma casa legislativa. Em sua primeira passagem pela Anatel, Aquino relatou processos de grande repercussão, como a anuência prévia da operação de compra do conglomerado de mídia Time Warner (atual WarnerMedia) pela gigante americana do setor telecomunicações, a AT&T. Como relator, também elaborou a primeira versão do edital de venda de licenças de serviços da quinta geração de celular (5G), que sofreu ajustes ao ser levado à consulta pública -- o leilão está previsto para 2021. Veja Mais

Migrantes celebram vitória de Biden na fronteira de México e EUA

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em - Internacional A esperança é de que ele reverterá as políticas agressivas de imigração de Donald Trump Veja Mais

Trump diz no Twitter que teve o máximo de votos para um presidente em exercício

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em - Internacional Donald Trump também questionou a apuração dos votos em outra publicação Veja Mais

Eleições em BH: Professor Wendel intensifica agenda e crê em segundo turno

O Tempo - Política Candidato do Solidariedade afirma que “pesquisas nos últimos anos tiveram muitas variações” e o segundo lugar segue indefinido em BH Veja Mais

Trump apela à justiça para virar resultados a seu favor, mas com pouca chande de sucesso

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em - Internacional Poucos minutos após o anúncio pela imprensa da vitória do democrata Joe Biden, o presidente republicano considerou que a eleição não "acabou" e disse que na segunda-feira irá à Justiça Veja Mais

Biden tem como desafio impedir o aumento da desigualdade

O Tempo - Mundo Em 40 anos, o 1% mais rico passou a capturar o equivalente a toda a renda que antes ficava com a metade mais pobre, que viu sua participação nos rendimentos reduzida à metade, para 12,5% Veja Mais

Marido de Kamala Harris publica foto para celebrar vitória na eleição dos EUA

O Tempo - Mundo Doug Emhoff será o primeiro "segundo-cavalheiro" do país, uma vez que Kamala é a primeira mulher eleita vice-presidente Veja Mais

Conheça 6 séries parecidas com Euphoria, da HBO

Conheça 6 séries parecidas com Euphoria, da HBO

Tecmundo Os dramas adolescentes sempre foram bem explorados pelos produtores, tanto nos cinemas quanto na TV. Essa é uma fase da vida que traz muitos elementos que podem render boas histórias. São várias descobertas, várias dúvidas — e também várias falsas certezas.Em 2019, estreou na HBO a série Euphoria, que consegue se aprofundar na conturbada vida dos adolescentes, abordando vários temas polêmicos, como o uso de drogas, a descoberta da sexualidade, os problemas dos relacionamentos, sejam eles familiares, amorosos ou de amizade.Leia mais... Veja Mais

Vitória de Biden renova expectativa de algum freio no aumento da desigualdade

Valor Econômico - Finanças Nos últimos 40 anos, o 1% mais rico passou a capturar o equivalente a toda a renda que antes ficava com a metade mais pobre Andrew Harnik/AP Photo A vitória de Joe Biden nos Estados Unidos ajuda a renovar a expectativa de que, desta dez, os democratas colocarão algum freio no aumento da desigualdade, acompanhada do encolhimento da classe média, que tem marcado os últimos 40 anos no país. No período, o 1% mais rico passou a capturar o equivalente a toda a renda que antes ficava com a metade mais pobre, que viu sua participação nos rendimentos reduzida à metade, para 12,5%. Já as famílias de classe média (renda de US$ 78,5 mil ao ano) encolheram de 60% para 50%. No mandato do democrata Barack Obama (2009-2017) houve tentativas para conter essa escalada, como programas para valorizar o emprego e a renda e a criação de um sistema de saúde pública abrangente para reduzir gastos dos mais pobres na área. Mesmo assim, seu legado na diminuição do fosso entre ricos e pobres foi frustrante. Donald Trump venceu em 2016 falando justamente o que os mais pobres queriam: fazer a América grande novamente. Apesar de planos já delineados em algumas áreas -sobretudo para atender alas mais incisivas do Partido Democrata-, Biden enfrentará, assim como Obama, um cenário que favorece a continuidade da concentração de renda. Os primeiros anos de Obama foram marcados pela saída da crise financeira global de 2008, que teve seu epicentro nos EUA. O mandato de Biden começará sob as consequências da pandemia da Covid-19, que, novamente, tem nos EUA os maiores números de casos e mortes. Há ainda grande chance de piora, já que muitos estados populosos, até aqui, foram relativamente poupados -e onde a epidemia agora ganha força. Assim como a crise de 2008, a Covid-19 obrigou os EUA a injetarem trilhões de dólares de dinheiro público na economia. Embora o recurso tenha ajudado, há dez anos e agora, a conter demissões e o fechamento de empresas, boa parte dele "vazou" para o mercado financeiro e para a Bolsa de Valores, onde a classe média alta e os mais ricos investem. Apesar da pandemia e da recessão global, a Bolsa nos EUA e os preços de outros ativos detidos pelos mais ricos vêm batendo recordes, inflados justamente pela enxurrada de dólares gerada por programas federais. As empresas norte-americanas também já vinham se aproveitando do corte de impostos para corporações dos anos Trump, de 35% para 21%, para recomprar, no mercado, suas próprias ações -e acentuaram esse movimento agora. De resto, a saída da crise provocada pela Covid-19 tem se dado em forma de "K", com os mais ricos e escolarizados, além das grandes empresas, recuperando-se bem mais rápido do que os seus opostos. A fim de tentar mitigar essa tendência concentradora, Biden promete elevar novamente a alíquota de imposto para empresas a 28%, pelo menos. Segundo algumas estimativas, isso reduziria em quase 10%, em média, os ganhos das 500 maiores companhias norte-americanas. Em contrapartida, o democrata prevê usar boa parte do dinheiro obtido com esse aumento na tributação para financiar grandes projetos de infraestrutura. Gastos maiores nessa área são multiplicadores de empregos e de renda para trabalhadores mais pobres e menos escolarizados, o que pode levar a menos desigualdade. Os democratas também vêm prometendo há alguns anos medidas para limitar o poder econômico e a influência de grandes empresas nos EUA, sobretudo na área de tecnologia. A senadora Elizabeth Warren, que concorreu com Biden pela nomeação do partido e que depois o apoiou, chegou a propor a fragmentação de algumas delas, como a Amazon, a fim de ampliar a ação de concorrentes e diminuir a concentração de ganhos no mercado corporativo. Nesse sentido, as grandes empresas de petróleo também poderão ser afetadas, com a diminuição de subsídios para óleo e gás e a criação de outros incentivos para companhias menores de energia limpa. Todas essas mudanças prometidas são de caráter estrutural e podem levar tempo. A dúvida é sobre o que o democrata fará de mais imediato para a parcela negra e hispânica da população norte-americana -mais pobre e que foi fundamental para sua vitória. Segundo o Pew Research Center, cerca de 70% dos adultos negros e hispânicos não têm reservas financeiras suficientes para três meses, percentual que cai a 47% na população branca. Enquanto em agosto a taxa de desemprego entre brancos foi de 7,2%, ela alcançou 10,5% entre hispânicos e 13% entre negros. Durante a campanha, Biden prometeu criar fundos equivalentes a US$ 70 bilhões para escolas e universidades historicamente voltadas à população negra. Também delineou planos para linhas de crédito de US$ 30 bilhões a pequenas empresas administradas por minorias e outro, de US$ 50 bilhões, para alavancar negócios em áreas degradas dos Estados Unidos. Outra proposta é oferecer créditos tributários de US$ 15 mil para ajudar famílias de baixa renda a comprar um primeiro imóvel, além da construção de 1,5 milhão de novas moradias destinadas a essa faixa da população. Na educação, o democrata propôs liberar de pagamentos alunos de escolas e universidades em famílias com renda anual inferior a US$ 125 mil, além de criar um programa para reduzir em até US$ 50 mil as dívidas estudantis (que somam US$ 1,5 trilhão) em troca de trabalhos comunitários. Para atender boa parte dessas promessas, Biden terá de contar com o apoio do Congresso e enfrentar um Senado que pode não lhe ser favorável. Mas, acima de tudo, o democrata precisará encontrar espaço em um orçamento com déficit recorde de US$ 3,1 trilhões neste 2020, rombo que jogou a dívida pública para US$ 21 trilhões, a mais alta da história. O grosso dos gastos extras deste ano foram para combater a pandemia, justamente um dinheiro que acabou ajudando deixar os ricos ainda mais ricos. Veja Mais

USP cria aparelho que dá diagnóstico de COVID-19 em menos de um minuto

canaltech Para facilitar o processo de diagnóstico da COVID-19, pesquisadores da USP criaram um dispositivo portátil que faz a análise da presença do vírus SARS-CoV-2 no organismo em tempo real. Batizado de GRAPH Covid-19, o aparelho foi construído com base na plataforma DoC (Diagnostic On a Chip), uma tecnologia de biossensores avançados com nanocompósitos de óxido de grafeno. "Dedos de COVID" podem ser um sinal persistente da doença; saiba identificá-los Elmo | Capacete para tratamento da COVID-19 tem eficácia comprovada; confira COVID-19: ligar o ar condicionado aumenta o risco de contágio? O GRAPH promete detectar e monitorar diversas doenças, principalmente a COVID-19, usando um baixo volume de amostra biológica, como apenas uma gota de sangue. O dispositivo será produzido em escala nacional não só para agilizar o processo de detecção, como também para evitar os gastos com a importação de insumos. Imagem: Divulgação/USP Imagens Fabiana Medeiros, doutora em biotecnologia pelo Programa de Tecnologia Nuclear do IPEN (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares) da USP, também sócia-fundadora da Biosintesis, conta que a associação dos biossensores avançados com os nanocompósitos de grafeno são ideais para o diagnóstico em tempo real. "Esta tecnologia traz benefícios significativos em relação a metodologias analíticas convencionais, tais como rapidez, alta sensibilidade e especificidade. Sua portabilidade permite diagnosticar o SARS-CoV-2 em qualquer local", explica a cientista. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Medeiros revela ainda que os biossensores são capazes de detectar diferentes tipos de biomarcadores prognósticos e diagnósticos relacionados ao câncer, diabete e alzheimer, além de infecções virais e bacterianas. O método, atualmente, é o mais rápido disponível no mercado, apresentando os resultados em menos de um minuto, de acordo com os pesquisadores. Imagem: Divulgação/USP Imagens O objetivo do projeto, que conta com potencial de exportação, é reduzir o custo dos testes e também levar a tecnologia a hospitais e postos de saúde, principalmente nas regiões em que a população é mais vulnerável ao contágio. Por enquanto, os pesquisadores estão trabalhando na obtenção de resultados efetivos em relação ao diagnóstico da COVID-19, e isso deve acontecer ainda no primeiro trimestre de 2021. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Johnny Depp é “gentilmente” afastado do elenco da franquia Animais Fantásticos Como um "sincericídio" do fundador do Alibaba suspendeu o maior IPO da história Falta de vitamina D é novamente relacionada a sintomas graves de COVID-19 COVID-19 | Anvisa emite nota sobre uso de ozônio contra o coronavírus Mulher com leucemia pegou COVID-19, ficou assintomática e contagiosa por 70 dias Veja Mais

Mesmo com centrista Biden, polarização deve seguir como nota dominante nos EUA

Valor Econômico - Finanças A era dos extremos nos Estados Unidos está longe de terminar, dizem observadores da vida americana Matt York/AP Photo A era dos extremos nos Estados Unidos está longe de terminar, dizem observadores da vida americana. Correntes profundas na sociedade, difíceis de explicar por categorias sociais, econômicas e políticas mais tradicionais, tendem a fazer com que o confronto polarizado permaneça uma nota dominante no país e emperre o governo de Joe Biden. Trata-se de um extremismo motivado por um ressentimento contra o "sistema", de uma nostalgia racista e xenófoba de uma América "pura". Também de uma revolta contra "elites" e minorias; contra a ameaça do mundo exterior (globalização, "comunistas", cosmopolitas). Floresce devido ao desaparecimento de um terreno comum de diálogo e da empatia -o outro é inimigo. É uma revolta irracional, no sentido de que muitas vezes não é orientada pelo cálculo do interesse, pessoal ou de classe, de perdas e ganhos, e também pela recusa do diálogo baseado em evidências. Enfim, o caráter cada vez mais indiferenciado das políticas dos partidos que se sucedem no poder provoca revolta com a política. "Não importa se a vitória é de Biden ou de [Donald] Trump. A mesma dinâmica vai continuar em operação, a do jogo de soma zero", afirma o sociólogo americano Richard Sennett, estudioso do declínio da vida pública e das transformações do trabalho, ora professor na London School of Economics. Esse "jogo de soma zero" seria a noção de que o próprio progresso pessoal depende do rebaixamento de um outro grupo, ideia comum em quase um terço da sociedade, a base mais fiel do eleitorado de Trump. Essa atitude não estaria associada a uma revolta de classe, negligenciada ou decadente em termos socioeconômicos, ou não apenas. Seria a nostalgia de uma América pura, branca, traída por membros da elite e pelo "sistema", até do serviço público preocupado com a ideia de bem comum, observa Sennett. Como tal atitude social e política não redunda em melhorias reais ou no aumento da auto-estima, o ressentimento se agrava. Uma derrota de Trump tenderia a levar essa massa de adeptos ainda mais para a extrema direita racista e animada por teorias da conspiração, do gênero QAnon, e incentivaria milícias. De resto, há uma identificação forte com a pessoa de Trump, opinião também do embaixador Rubens Ricupero. "Para pelo menos metade do país, não importa se Trump é um fracasso na pandemia, na redução do déficit comercial, no emprego industrial. A identificação é com o líder, não há juízo de realizações. Nisso, temos uma situação parecida com a do Brasil de Jair Bolsonaro. A identificação da massa com o líder lhe dá certa imunidade", diz Ricupero. Para Matias Spektor, professor de relações internacionais na FGV, a explicação de fenômenos como a polarização e Trump pode estar em três correntes de fundo, diz: 1) a "elasticidade da realidade": desde o início deste século, governos mentem ou distorcem sistematicamente fatos essenciais; 2) as polarizações fazem com que as pessoas se tornem mais e mais impermeáveis a evidências empíricas, ainda mais se apresentadas pelo "outro lado" do espectro político; 3) a reemergência do racismo aberto, baseada na ideia de que grupos majoritários estão sob ataque de minorias (negros, imigrantes). Spektor observa que desigualdade de renda, a oposição entre a vida em áreas rurais e cidades pequenas e metrópoles bem-sucedidas, zonas industriais decadentes versus grandes cidades integradas na economia global, brancos versus não brancos contariam apenas parte da história, se tanto. As divisões estão dentro também desses grupos: o rico britânico favorecido pela integração econômica mundial que vota pelo brexit e o latino adepto de Trump. Para Sennett, o extremismo atravessa classes e se deve a uma perda do sentido de propósito da vida, que nota entre trabalhadores brancos há décadas. "Tanto na eleição de 2016 como na de 2020, o que fica evidente é o sentimento de alienação dos brancos remediados ou mais pobres, para quem o governo não faz diferença na vida. Têm certa razão, pois a diferença prática de políticas tem sido pequena, quando existe ou funcionam" diz Ricupero. O diplomata diz que Trump sabe explorar o sentimento de insegurança ou revolta dos evangélicos em relação a mudanças de comportamento moral e deu voz e coragem ao racismo velado. "Explorou ainda mais esses medos durante os protestos do Black Lives Matter, com as derrubadas de estátuas e ideias de acabar com a polícia", afirma Ricupero. A indisposição para o debate realista de problemas em um terreno comum de diálogo é um drama, diz Spektor. Como sair disso? Difícil, pois teria havido perda de legitimidade da classe política (tida como corrupta), uma incapacidade de empatia (o adversário se torna inimigo) e um aumento da demanda de soluções mais radicais, fora do consenso partidário. "Houve um colapso da autoridade legítima, uma ausência de lideranças críveis e capazes de dizer algo que faça sentido, que se sobreponha a divisões sociais, que esteja acima delas", diz Spektor. Uma coalizão reformista pode atenuar diferenças, com melhorias socioeconômicas? Em parte. É preciso também restaurar a "política da realidade" dos fatos. Mas mesmo com políticas menos iníquas, as pessoas podem continuar a se sentir não representadas e por vezes votar contra seus próprios interesses (como americanos pobres contra sistema de saúde público ou programas sociais que beneficiam o "gueto" e minorias). O sucesso de Trump, sua votação expressiva, tende a reforçar a radicalização e minar a política centrista, diz Sennett. Como o extremismo mostrou ter grande valor no mercado eleitoral, os republicanos devem fazer uma oposição "terra arrasada", diz Spektor, que não acredita em renovação de lideranças no partido. Para Spektor, uma mudança importante conduzida pelos democratas exigiria uma liderança do tamanho e do carisma de Franklin Roosevelt, presidente de 1933 a 1945, e de um programa de reforma social e econômica amplo, que dependeu de um momento muito particular, o dos EUA entre a Grande Depressão e a Segunda Guerra. A opção restante seria um movimento de massa, como sugere a ala esquerda dos democratas, o que, no entanto, teria apoio minoritário da população e a oposição do establishment do partido, ligado à finança. "Biden cometeu um erro estratégico. Acreditou que Trump era um ponto fora da curva. 2020 mostrou que não é, o que ficou reforçado pelo grande comparecimento às urnas dos dois lados", diz Ricupero. Como um presidente sem maioria decisiva, Biden teria muita dificuldade de promover reforma social que atenuasse esse sentimento de exclusão. "Ele sempre foi cauteloso e não tem a estatura dos presidentes reformistas americanos, nem a de um Lyndon Johnson [1963-1969], que levou adiante os direitos civis e reformas da seguridade social. Ele mesmo diz que será um presidente de transição." A vitória de Biden reforçaria a tendência centrista do comando dos democratas, de iniciativas limitadas tendo em vista a manutenção do poder no curto prazo, na eleição de 2022, um tanto fisiológicas, sem remediar fissuras profundas. Combinaria o uso da máquina da Casa Branca para reforçar presença no Congresso a alguns programas que vendeu na campanha, como combate à crise climática e obras de infraestrutura "verde", alguma reforma da polícia e alguma ênfase em políticas de ação afirmativa. Uma provável maioria republicana dificultaria ainda mais as reformas. Veja Mais

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O Tempo - Mundo Mais de uma hora depois de divulgado o resultado, nem o Palácio do Planalto nem o Ministério das Relações Exteriores se pronunciaram Veja Mais