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#PorOndeAnda: Lauren Graham, a Lorelai de Gilmore Girls

#PorOndeAnda: Lauren Graham, a Lorelai de Gilmore Girls

Tecmundo A atriz Lauren Graham ficou conhecida por estrelar a série Gilmore Girls como a personagem Lorelai Gilmore, mãe de Rory (interpretada por Alexis Bledel). Ela viveu a personagem durante as sete temporadas regulares da série, e também esteve presente no especial Gilmore Girls: A Year in the Life, uma minissérie de 4 capítulos produzida pela Netflix em 2016.Após interpretar Lorelai, Lauren continuou a trabalhar em alguns programas de TV e também se tornou uma escritora de sucesso, com seus livros aparecendo na lista de mais vendidos do The New York Times.Leia mais... Veja Mais

Crédito cresce para famílias, mas recua para empresas

Valor Econômico - Finanças As concessões diárias de crédito para pessoas físicas cresceram na casa dos dois dígitos em outubro, na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto no caso das pessoas jurídicas o movimento foi inverso, com queda dos empréstimos. Os dados foram levantados pelo Valor em documentos enviados pelo Banco Central (BC) à comissão mista do Congresso que acompanha as medidas de combate à crise econômica. Os números completos do mercado de crédito referentes a outubro serão divulgados pela autoridade monetária na sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Peaky Blinders: 10 coisas que você ainda não sabia sobre a série

Peaky Blinders: 10 coisas que você ainda não sabia sobre a série

Tecmundo A série Peaky Blinders conquistou os espectadores da Netflix por tratar de uma história real, ocorrida no começo do século passado, de uma forma bastante profunda e repleta de conflitos interessantes. Criada por Steven Knight, vemos um retrato interessante acerca de uma organização criminosa completamente sem escrúpulos.Ao longo de cinco temporadas, o público assistiu a diversos jogos políticos, disputas de poder, intrigas envolvendo finanças e muitas cenas que chamaram a atenção de diferentes formas. Leia mais... Veja Mais

De fantasia de 'criança deportada' a ameaças, Carrefour acumula polêmicas fora do Brasil

Valor Econômico - Finanças Carrefour foi criticado por ações consideradas discriminatórias na França e na África O assassinato de João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, por dois seguranças da rede de supermercados Carrefour na noite da quinta-feira (19) é apenas a mais recente polêmica envolvendo a marca. E não só no Brasil. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Senadora Kátia Abreu é internada em São Paulo devido a complicações da Covid-19

O Tempo - Política Exames detectaram avanço na inflamação dos pulmões e febre; ela informou que passa bem Veja Mais

Com covid-19, senadora Kátia Abreu é internada no Sírio Libanês

Valor Econômico - Finanças Quadro de saúde é considerado normal para pacientes até o oitavo dia da infecção A senadora Kátia Abreu (PP) foi internada neste domingo (22) no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Ela foi até a unidade após apresentar febre e exames de imagem constarem uma inflamação em um dos pulmões. A parlamentar anunciou que está com a Covid-19 na última terça-feira (17). De acordo com a assessoria, Kátia Abreu está medicada e passa bem. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsonaristas hesitam, discutem voto forçado em Covas e até cogitam Boulos

Valor Econômico - Finanças Maior parte dos bolsonaristas acredita que a base do presidente acabará votando no prefeito Se os moradores de São Paulo ainda fiéis ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tivessem um pesadelo com o segundo turno, ele não seria tão ruim quanto o resultado imposto pelas urnas no domingo (15). Um representante do arquirrival João Doria (PSDB) contra um nome à esquerda do PT. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pandemia e novas regras dificultam acesso ao aborto legal no Brasil

Glogo - Ciência Pandemia de Covid-19 e novas regras tornaram o acesso ao aborto legal ainda mais difícil para as mulheres brasileiras. Muitos protestos a favor da legalização do aborto foram realizados nos últimos anos no Brasil Getty Images Renata (nome fictício) tinha acabado de juntar dinheiro suficiente para realizar um aborto clandestino quando a pandemia de coronavírus impôs as medidas de isolamento em grande parte do Brasil. A jovem de 27 anos foi estuprada no ano passado por um ex-namorado que continuava sendo próximo da família. Mãe de duas crianças, ela descobriu que estava grávida algumas semanas depois. "Não sabia o que fazer. A única coisa de que eu tinha certeza era que não queria aquela criança", lembra Renata. Nova portaria sobre aborto cita Código Penal e diz que médicos 'deverão' comunicar o estupro à polícia Doze estados fizeram menos de dez abortos legais no 1º semestre; portaria que obriga médicos a avisar polícia dificulta ainda mais o acesso, dizem especialistas No Brasil, o aborto é permitido em casos de estupro, quando a vida da mãe está em risco ou quando o feto apresenta anencefalia (condição rara que impede o desenvolvimento de parte do cérebro e do crânio). Embora Renata tivesse direito ao aborto por lei, como muitas mulheres no Brasil, ela não conhecia totalmente seus direitos. Ela receava ter que denunciar o estupro à polícia para ter acesso a um aborto legal — o que acaba afastando muitas mulheres do procedimento. E ela temia retaliações do estuprador. "Eu estava realmente preocupada com a segurança dos meus filhos", diz, ao explicar a decisão de economizar para fazer um aborto clandestino. Abortos clandestinos são arriscados: quando realizados sem uma boa supervisão médica, podem levar a complicações e colocar em risco a vida das mulheres. Se descobertas, elas também podem pegar até quatro anos de prisão. Mas Renata não sabia mais a quem recorrer e começou a economizar os R$ 3,7 mil que precisava para o procedimento clandestino. Um médico pegaria um voo no Rio de Janeiro, a mais de 900 quilômetros da casa de Renata, em Minas Gerais, para realizar o procedimento. Mas, em seguida, a pandemia de Covid-19 paralisou o Brasil, fechando aeroportos, rodoviárias e centros de saúde. No fim de abril, Renata estava grávida de 23 semanas. "Quando tudo fechou, ficou muito difícil viajar, tudo se tornou muito complicado", relembra. Diante dos atrasos, Renata recorreu à internet mais uma vez em busca de opções. E encontrou a rede Milhas pela Vida das Mulheres, que ajuda no acesso a abortos seguros. O grupo a ajudou a entender seus direitos e indicou uma das poucas clínicas de aborto legal ainda em funcionamento durante a pandemia. Para Renata, foi uma reviravolta. "Eu ia arriscar minha vida e poderia não estar viva hoje", diz ela sobre o aborto clandestino que planejava fazer. Acesso dificultado Muitas mulheres brasileiras não tiveram a mesma sorte durante a pandemia. No início, a crise restringiu drasticamente o acesso ao aborto legal, já que muitas clínicas de aborto fecharam. Dados coletados por ativistas sugerem que, das 76 clínicas cadastradas que oferecem aborto legal em todo o Brasil, apenas 42 permaneceram abertas durante a pandemia. Uma delas é a Nuavidas, em Uberlândia, que atende vítimas de violência sexual. "A pandemia se tornou uma desculpa para retirar direitos das mulheres", diz a obstetra Helena Paro, coordenadora da Nuavidas. Sandra Leite é coordenadora do Centro de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência do Hospital da Mulher do Recife, que também permaneceu aberto durante a pandemia. Segundo ela, a crise sanitária dificultou o acesso de mulheres vulneráveis ao atendimento médico. Sandra Leite trabalha no Hospital da Mulher do Recife Arquivo Pessoal Durante a quarentena, "as mulheres tiveram mais dificuldade de sair de casa" para procurar ajuda, acrescenta Leite. "E, em alguns casos, os agressores estavam dentro de casa com elas, então elas não podiam buscar atendimento médico." Ela afirma que o centro onde trabalha observou uma diminuição no número de pacientes, embora tenha sido um dos poucos a permanecer abertos. Mas, de acordo com ela, agora que as restrições devido ao coronavírus diminuíram, a demanda por abortos legais aumentou. "Estamos vendo que as mulheres sofreram mais violência enquanto estavam isoladas em casa com seus agressores", diz Leite. 'Limite arbitrário' Na clínica em que Paro trabalha, o número de mulheres que buscam o aborto legal dobrou recentemente. E muitas mulheres estão chegando com gestações mais avançadas, provavelmente porque não puderam buscar ou encontrar ajuda durante a pandemia. "Às vezes, essas mulheres têm que viajar longas distâncias para ter acesso a esse direito", explica Paro. "E é por isso, normalmente, que elas estão chegando com gestações mais avançadas". Médica Helena Paro diz que mais mulheres estão buscando o aborto após confinamento Arquivo Pessoal Isso pode representar mais uma barreira para as mulheres. Abortos após 22 semanas de gestação são controversos, e o Ministério da Saúde desaconselha, citando riscos elevados para a saúde da mãe. Paro diz que embora o limite de 22 semanas "não seja baseado na ciência", tampouco consagrado na lei brasileira, a maioria das clínicas se recusa a realizar o procedimento a partir desse ponto. A clínica em que Paro trabalha é uma das poucas em todo o Brasil que realiza abortos depois das 22 semanas de gestação. Ela classifica as 22 semanas como um "limite arbitrário" e argumenta que muitos médicos usam como "desculpa para se recusar a fazer um aborto que eles já são contra". "Portanto, se uma mulher passar (das 22 semanas), ela terá grande dificuldade de encontrar uma clínica de aborto no Brasil hoje" para realizar a interrupção da gravidez, conclui Paro. Dificuldade adicional Mesmo antes de a pandemia de Covid-19 atingir o Brasil, o direito ao aborto estava sob ataque. Com poucas clínicas em um país tão grande, a maioria das mulheres já lutava para ter acesso ao aborto legal, diz Gabriela Rondon, pesquisadora e advogada da Anis, organização que promove os direitos das mulheres. No norte do país, com áreas mais pobres, há apenas duas clínicas para uma região de mais de 17 milhões de pessoas. "Muitas mulheres não têm uma clínica perto delas, especialmente as mulheres nas áreas rurais", diz Rondon. "E também há falta de informação — muitas vezes, as mulheres não são informadas de que têm esse direito". Ela acrescenta que, na prática, muitas clínicas afirmam oferecer o serviço, mas "colocam uma série de barreiras, que atrasam ou impossibilitam o acesso ao aborto". Quando as mulheres chegam a uma clínica que oferece abortos legais, geralmente são tratadas com hostilidade ou questionadas de forma agressiva. Algumas são rejeitadas ​​por médicos que se recusam a fazer abortos por motivos de "consciência". Novas regras As mulheres que procuram o aborto legal agora também enfrentam um novo obstáculo. Em agosto, o governo lançou novas diretrizes instruindo clínicas a denunciar casos de estupro à polícia, mesmo quando as vítimas não querem registrar queixa ou identificar o agressor. Sandra Leite acredita que a orientação vai desencorajar mulheres que foram estupradas de procurar abortos a que têm direito por lei. "Todo esse trabalho que foi feito ao longo de anos, hoje estamos vendo desmoronar." Veja as novidades da vacina contra a Covid-19: Veja Mais

Como identificar um boleto falso na Black Friday

Como identificar um boleto falso na Black Friday

Tecmundo Marcada para acontecer no dia 27 de novembro, a Black Friday 2020 deve ser a maior de todos os tempos. De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), as vendas online devem crescer 77% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 6,9 bilhões. A explicação para o aumento tem a ver com a adesão de novos hábitos de consumo pelos brasileiros, que passaram a realizar compras em ambientes virtuais com mais frequência durante a quarentena.Junto com a temporada de promoções estão os golpes, que aumentam consideravelmente nessa época do ano. Segundo um levantamento feito pela Konduto, dos R$ 1,3 bilhão em pagamentos analisados pela empresa ao longo dos quatro principais dias de Black Friday no ano passado, mais de R$ 31 milhões eram de origem fraudulenta. Leia mais... Veja Mais

OnePlus Nord: teste de bateria em tempo real | Nesta segunda às 7h

tudo celular Autonomia de bateria do modelo intermediário da OnePlus foi colocada em prova para conferir quanto tempo o Nord consegue ficar longe da tomada. Veja Mais

Como se cadastrar no James Delivery

canaltech James Delivery (Android | iOS) é o serviço de entregas desenvolvido com o apoio do Extra e Pão de Açúcar. O aplicativo, oferece aos seus usuários uma plataforma para encontrar, adquirir e solicitar a entrega de diversos tipos de produtos. Precisa ir à farmácia? Basta pedir no James. Compras no Mercado? Peça diretamente através de seu celular. Receber sem contato físico: como usar no iFood, Rappi e Uber Eats Como usar o Rappi para pedir remédio em farmácias 24 horas Vale a pena assinar o Rappi Prime? A plataforma, possuí uma proposta similar a outros aplicativos no mercado como Rappi (Android | iOS) e iFood (Android | iOS). No entanto, você pode explorar novas opções de restaurante, farmácia, mercado e até mesmo lojas. Confira em nossa matéria como se cadastrar no James Delivery. Como funciona o iFood Loop, seleção de pratos a partir de R$ 10 Como cancelar seu pedido na Rappi iFood: como saber quais são as formas de pagamento de um restaurante Como se cadastrar no James Delivery Passo 1: ao acessar o aplicativo do James Delivery, toque em "Criar conta" para iniciar seu cadastro na plataforma; -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Toque em "Criar conta" para começar seu cadastro na plataforma - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 2: em seguida, algumas informações serão necessárias para prosseguir com seu cadastro como nome, sobrenome e e-mail. Além disso, também será necessário definir qual será sua senha de acesso para a plataforma. Ao finalizar o preenchimento, toque em "Entrar"; Preencha o formulário com algumas informações sobre você para prosseguir - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 3: feito isso, leia com atenção os termos e condições da plataforma. Então, marque a opção "Li e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade", para prosseguir, toque em "Continuar usando o app"; Marque a opção "Li e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 4: nessa página, você poderá escolher um método para definir sua localização e encontrar as opções mais próximas de você; Selecione um dos métodos de localização para encontrar as opções mais próximas de você - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 5: por fim, basta tocar em "Pronto" para finalizar seu cadastro na plataforma. Toque em "Pronto" para utilizar o serviço do James Delivery - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Pronto! Agora você sabe como se cadastrar no James Delivery e deixar a plataforma pronta para uso. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Veja Mais

Apenas 0,6% dos magistrados do TJ-SP se declaram pretos

Valor Econômico - Finanças Em números absolutos, são 15 pessoas em um universo de 2.508 se declaram pretos No Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o maior do país, apenas 0,6% dos magistrados se declaram pretos. Em números absolutos, são 15 pessoas em um universo de 2.508 homens e mulheres, ou menos da metade dos que se declaram amarelos, por exemplo – estes somam 36 juízes e desembargadores (1,4%). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Conheça os bastidores que explicam os altos e baixos dos X-Men no cinema

canaltech “Mas é sério que não existe um filme bom dos X-Men?” Essa foi uma pergunta que recebi na semana passada. Como sabemos, é lógico que há bons filmes dos X-Men. Mas a maioria foi bem abaixo da média e alguns foram realmente bem ruins — outros até “envelheceram mal”. Embora você possa acreditar que seja apenas uma questão de gosto, os bastidores das produções explicam bastante do sucesso e do fracasso de cada longa — e até das séries relacionadas. O mistério da animação dos X-Men que permanece sem resposta desde os anos 1990 10 X-Men esquecidos que merecem ganhar um filme solo no MCU 10 aspectos que mudaram radicalmente os X-Men na atual fase de Jonathan Hickman Para responder à pergunta que abre este texto, decidi revisitar toda a franquia para explicar a “história secreta” por trás de cada um dos filmes — e você vai notar como fica mais fácil compreender por que as coisas deram certo e errado. Essa trajetória remonta também como o mercado mudou e a maneira que os super-heróis se tornaram tão populares no cinema. E mais: destaca alguns elementos que podem fazer bem aos próximos projetos dos Filhos do Átomo. Então, vamos à história dessa franquia, desde o começo, lembrando que o texto terá spoilers sobre o que aconteceu nesses filmes. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- O início de uma nova era com X-Men Os anos 1990 foram de grande baixa no mercado de quadrinhos de super-heróis. Todas as principais tentativas de adaptação para o cinema e para a TV foram risíveis no período — O Corvo ou O Máskara, que foram bem, por exemplo, não se encaixam aqui. E, mesmo com a vontade dos estúdios em apostar em uma boa conversão para outra mídia, o próprio setor original de superseres com colantes coloridos estava em queda, com tramas bem aquém de outras épocas. Não à toa, a Marvel Comics abriu processo de falência no final daquela década. Isso a obrigou a vender algumas de suas propriedades mais populares, com obscenos contratos vitalícios. Até hoje não há detalhes precisos ou oficiais sobre essa documentação, mas sabe-se que muitos dos acordos envolvem o retorno dos direitos caso os compradores não utilizem esses personagens em determinado período de tempo. X-Men (2000) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Com uma proposta assim, a Fox, que já possuía um diálogo com a Marvel Entertainment devido à animação X-Men Animated e outros desenhos que produzia em parceria com a Casa das Ideias, foi uma das interessadas em explorar algumas das propriedades da editora nas telonas. Como os X-Men eram os que mais vendiam gibis nos anos 1990, não era difícil de escolher qual seria o “carro-chefe” desses projetos. Assim, em 1994, a Fox Films obteve os direitos sobre os mutantes; e levou junto o Quarteto Fantástico, o Demolidor e o Motoqueiro Fantasma — como sabemos, a Sony ficou com o Homem-Aranha, e a Universal pegou o Hulk; mas isso é história para outro dia. A vontade de levar os X-Men para os cinemas, na verdade, já existia na Marvel Entertainment, desde o final dos anos 1989, quando James Cameron estava atrelado ao projeto. Vale destacar que a trama do primeiro Exterminador do Futuro (1984) tem muita influência dos quadrinhos de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (1981), história sobre como Kitty Pride voltava ao passado para evitar um futuro distópico dominado pelos Sentinelas. A escolha de Bryan Singer Com a oferta da Marvel, a Fox, que havia adquirido os direitos em 1994, começou a “marinar” suas ideias para uma adaptação com nomes que transitavam com facilidade entre os corredores das editoras de quadrinhos e os bastidores de Hollywood, a exemplo dos roteiristas Joss Whedon e Michael Chabon. Paralelamente, os executivos buscavam algum cineasta jovem que conseguisse dialogar com a audiência, combinando o “drama sci-fi” com ação e irreverência. Eis que eles chegaram a Bryan Singer, que ganhou bastante destaque por conta do ótimo Os Suspeitos (1995). É preciso deixar claro que, nessa época, o cinema de super-heróis não era um gênero próprio como vemos hoje. Era um subgênero que ainda estava nascendo e precisava estar atrelado às outras fórmulas bem-sucedidas. Assim, para convencer os executivos como contaria a história dos X-Men, Singer atrelou sua trama à ficção científica, frente que havia sido revigorada por filmes como Matrix (1999). A partir daí, ele construiu a história de X-Men sobre o mais popular personagem da franquia, Wolverine. E, para que desse certo, era preciso que Logan fosse o mais fiel possível à sua contraparte de papel — afinal os fracassos anteriores estavam bastante associados à desaprovação dos fãs diante de muitas mudanças em relação ao material original. Como a virada do século trazia avanços em efeitos especiais, o momento também contribuiu para que os mutantes ganhassem vida com mais fidelidade. X-Men (2000) (Imagem: Reprodução/Fox Films) O passo seguinte de Singer e dos roteiristas foi convencer os executivos que Logan, “aquela máquina mutante de matar gente com seis facas afiadas saindo de seus braços”, poderia trazer uma boa história para um filme “família”. Vale destacar que Wolverine passava um bom tempo protegendo uma adolescente durante a história e não havia a possibilidade de fazer um longa com faixa etária proibitiva, pois, para a Fox, isso significava perder dinheiro — quanto menos crianças vendo, menor a bilheteria; essa sempre foi a lógica de Hollywood, especialmente com produtos infanto-juvenis. No final das contas, tudo deu certo, na medida do possível, muito graças à habilidade da produtora Lauren Shuler Donner de ter conseguido combinar um elenco de nomes consagrados, a exemplo de Patrick Stewart, Ian McKellen e Halle Berry; com jovens talentosos promissores, a exemplo de Hugh Jackman, Famke Janssen e Anna Paquin. Singer entregou um filme que, pela primeira vez, trazia os personagens com visual, poderes e comportamento muito semelhantes às suas contrapartes de papel — e até mesmo aos desenhos da própria Fox Animation. X-Men (2000) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Entre as curiosidades desse primeiro filme está a discussão sobre o uso de uniformes coloridos. Como Matrix era um hit na época, Donner decidiu propor algo nessa linha. Isso fazia sentido, pois na história os X-Men eram estudantes e agiam como vigilantes na surdina, então, trajes menos chamativos eram uma escolha natural. Isso também foi reproduzido nos quadrinhos, na fase de Grant Morrison, para “espelhar” o cinema nas revistas, aumentando assim a venda dos gibis e a popularidade com uma propriedade em outra mídia de massa. Outros dois fatos curiosos é que o roteirista do primeiro X-Men foi David Hayter, conhecido por ter dublado Solid Snake na franquia Metal Gear para PlayStation. E Kevin Feige, que viria a ser o criador do Universo Cinematográfico Marvel (MCU, na sigla em inglês), na época era um dos assistentes de produção de Donner. O sucesso com X2 e o fracasso com X-Men 3 X-Men custou US$ 75 milhões, valor relativamente baixo para o patamar de orçamento de blockbusters de super-heróis, que atualmente chega a US$ 300 milhões. A bilheteria global foi de cerca de US$ 297 milhões, o que animou os executivos, especialmente por conta do barulho que o filme fez junto aos fãs. Os mutantes estavam novamente em uma crescente e a receita da Fox inspirou a Sony a apostar no Homem-Aranha. Assim, estava dada a largada para o início de uma nova era de super-heróis no cinema. Com X-Men 2 (2003), Singer consolidou a invasão dos Filhos do Átomo e uma onda crescente de adaptações de quadrinhos. X-Men 2 aproveitou a ótima encarnação de Hugh Jackman no papel de Wolverine e foi inspirada por uma das mais bem vendidas edições da Marvel uma década antes. Quando a origem da Arma X foi publicada pela Casa das Ideias em 1991, as revelações caíram como uma bomba na comunidade nerd pré-internet. Então, trazer essa história era puro fan service no meio de uma boa história sci-fi de ação com ainda mais personagens que o filme anterior. A sequência foi maior e empolgou os fãs, aumentando o boom de adaptações de quadrinhos de super-heróis — para muitos, é o melhor título da franquia. X-Men 2 (2003) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Mas, a partir daí, o mercado começou a sentir um pouco a falta de consistência nesse movimento de adaptações, especialmente causado pela vontade de explorar as propriedades apenas para multiplicar os milhões de dólares. A Fox, por exemplo, começou a listar vários projetos para aproveitar o timing. Obviamente que não deu para a produção se dedicar com o mesmo carinho para tanta coisa em tão pouco tempo. Então, quando X-Men 3: O Confronto Final (2006) estava em desenvolvimento, a Fox substituia Singer às pressas, pois o diretor estava de olho em outros projetos e suas exigências, tanto em termos de trama quanto de tempo para conclusão, já não conversavam com a produção. O escolhido foi Bratt Ratner, que conseguiu bons resultados com A Hora do Rush 1 (1998) e 2 (2002) e Dragão Vermelho (2003). O diretor não teve muito tempo de trabalhar seu roteiro e os personagens, justamente em um continuação que vinha para fechar uma trilogia no mais popular arco dos X-Men nos quadrinhos. O resultado desperdiçou o potencial de vários personagens, a exemplo do Fanático e de Madrox; e encerrou a trinca de longas sem se dedicar o suficiente para o drama criado por Singer na dinâmica da equipe em seus anos anteriores — além de ter alterado drasticamente a chegada da Fênix Negra, em comparação com as HQs. Com o tempo, o roteirista e produtor Simon Kinberg virou praticamente um “faz-tudo” de Donner, transformando ideias grosseiras de adaptação em projetos de curta execução e menor orçamento possível. Vale destacar que escolhas ruins e a ausência de uma conexão maior com os prórios criadores da Marvel Comics trouxeram outras adaptações medíocres. Coloque nesta conta Quarteto Fantástico 1 (2005) e 2 (2007), Demolidor (2003) e Motoqueiro Fantasma (2007) — e Homem-Aranha 3 (2007), da Sony. X-Men 2 (2003) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Em todos esses fracassos, haviam elementos comuns que atendiam à tradicional fórmula hollywoodiana em filmes de gênero. Isso já não era mais suficiente para uma nova geração de leitores e fãs de quadrinhos, assim como para um público infanto-juvenil que passou a dividir a atenção do cinema e dos livros com a internet e a multiplicação massiva dos dispositivos móveis. O momento era disrupção no mercado de entretenimento, pois o setor sofria um impacto sem precedentes da tecnologia no consumo de conteúdo. Batman e Homem de Ferro ajudaram a criar o melhor filme dos X-Men Em 2005, enquanto a Fox tentava encontrar uma maneira mais decente de explorar os X-Men, e pensava em derivados para Wolverine, Magneto, Tempestade e Gambit; Christopher Nolan percebeu que a jovem audiência tinha mudado. Para mostrar um Batman para essa geração, ele tinha que “explicá-lo”: como um ser humano “comum” poderia ser um super-herói? Os novos cinéfilos dessa seara já não eram facilmente “enganados” por motivações ou explicações sem o mínimo de verossimilhança com a realidade da época. Enquanto isso, a Sony, que conseguiu bons resultados com Homem-Aranha 1 (2001) e 2 (2004), passou a ser engolida pela fórmula ultrapassada — algo que o próprio Nolan estava revigorando, sem nem mesmo chamar de “filme de super-herói”. Em outra ponta, Kevin Feige começavam a entender melhor como os personagens dos quadrinhos funcionariam no cinema. Para Feige, os filmes deveriam conseguir condensar vários gêneros em um completamente novo — que foi o que aconteceu com a literatura e as artes gráficas, assim como outras linguagens, na formação dos quadrinhos como Nona Arte. Assim, para a produção de Homem de Ferro, ele quis unir comédia de ação sci-fi com uma história que pudesse ser contada com outros personagens de destaque no mesmo universo. Dessa forma nascia Homem de Ferro e o Marvel Studios, em 2008, no mesmo ano em que Batman: O Cavaleiro das Trevas se tornava um sucesso de bilheteria e estabelecia um novo nível nas adaptações de quadrinhos. Para a Fox, era o momento certo de trazer os X-Men de volta. Embora a produção de um derivado de Wolverine já estivesse em andamento, muitos executivos e os próprios fãs tinham baixa expectativa com relação a esse lançamento. X-Men Origens: Wolverine (2009) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Isso porque X-Men Origens: Wolverine (2009) ainda estava preso ao modelo anterior que não vinha dando certo — e não tem como esquecer da participação pífia de um Deadpool completamente diferente das revistas, o que até hoje causa divertidas risadas entre Hugh Jackman e Ryan Reynolds, os intérpretes de Logan e Wade Wilson. A oportunidade era de aprender com o sucesso do Batman de Christopher Nolan e com os filmes do Marvel Studios para revigorar a franquia dos mutantes no cinema. E, assim, o melhor longa da série na Fox Films, na minha opinião, nasceu, em 2011. Matthew Vaughn, fã declarado de quadrinhos, tinha realizado um bom trabalho na conversão de Stardust — O Mistério da Estrela (2007) e Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010), duas obras que eram relativamente pouco conhecidas fora da Nona Arte e que tiveram uma boa aceitação na Sétima Arte. Para que seus X-Men dessem certo, ele decidiu por um "soft reboot", considerando os eventos passados, mas reformulando a equipe inteira. X-Men: Primeira Classe (2011) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Mesmo com Singer e Kingberg envolvidos na produção, os X-Men de Vaughn em Primeira Classe (2011) se distanciavam da ficção científica e estavam mais próximos de um filme de espionagem, com uma narrativa ágil e conectada com o cinema de ação. Seus personagens eram mais ousados, falíveis e sexy. Xavier deixou de ser o professor intocável e perfeito; e Magneto ficou mais próximo do público, com uma história que mostrava mais pontos de identificação com a audiência. A escolha do elenco, com o talento ascendente de Michael Fassbender, James McAvoy e Jennifer Lawrence; associado ao veterano Kevin Bacon, e um bom trabalho de design de produção, fez de X-Men: Primeira Classe um sucesso. O filme trocou a ficção científica pela espionagem e encontrou uma "voz" própria. Os X-Men ficaram mais descolados, sexy e intrigantes; e voltaram a abordar a equipe disfuncional que precisa aprender a ser uma escola e, acima de tudo, uma família — assim como nos quadrinhos. Mas… o sucesso subiu mais uma vez à cabeça do pessoal da Fox Films. A derrocada da Primeira Classe e a chegada de Logan e Deadpool Após o sucesso de X-Men: Primeira Classe, Donner esteve diante de decisões difíceis. Isso porque parte da Fox Films ainda queria apostar em elementos que deram certo no passado, lá com os dois primeiros X-Men; enquanto outra pensava no novo momento, que começava a ser dominado pelo Marvel Studios. Então, a fatia “conservadora”, ficou responsável pela franquia principal, enquanto os mais “modernos” buscavam uma maneira de tornar um filme do Wolverine e do Gambit um sucesso — e, entre as conversas, estava uma “ideia maluca” sobre um longa do Deadpool, a partir de uma ideia de Ryan Reynolds. A estratégia de Donner se provou quase que totalmente equivocada. Isso porque, ao trazer Simon Kinberg e Bryan Singer de volta ao comando, a Fox Films praticamente descontinuou o que Matthew Vaughn tinha feito de melhor. Embora X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014) tenha resquícios de história de época que Vaughn trouxe em Primeira Classe, Singer basicamente transformou o gênero que X-Men estava criando em uma ficção científica nos moldes tradicionais novamente. Ele interrompeu linhas de narrativas do soft reboot e reaproveitou ideias de sua passagem anterior. Isso não foi ruim no começo, e aqui estão dois exemplos. Quando os X-Men voltaram a ser uma escola em Dias de Um Futuro Esquecido, com Ciclope e outros personagens aprendendo seus poderes nos anos 1980, as interações ficaram muito mais interessantes e divertidas — algo que veio diretamente da pegada de Vaughn. E a excelente introdução de Mercúrio, uma das melhores sequências de toda a franquia, foi ideia de Singer. Deadpool (2016) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Mas os méritos de Singer pararam por aí, porque enquadrar os X-Men na visão que ele tinha em 2000 não fez bem para a franquia. E o pior: mesmo com críticas e inúmeros furos de roteiro e cronologia, com direito a diálogos preguiçosos, a dupla Singer e Kinberg insistiu em manter esse padrão para uma nova trilogia. X-Men: Apocalipse (2016) chegou já sem o charme da pegada introduzida por Vaughn e mais alinhado à visão retrógrada de Singer — foi um fracasso. O desenvolvimento ruim do próprio antagonista que dá o nome ao filme e a valorização forçada sobre Mística destruíram o que poderia ser algo muito melhor. Vale destacar que Jennifer Lawrence havia abocanhado um Oscar e seu “passe” estava supervalorizado. Embora a própria Lawrence reclamasse de passar horas para se pintar e entrar no personagem, ela era obrigada a liderar uma história rasa por força contratual. Enquanto isso, a fatia “menos conservadora” da Fox Films alinhava no mesmo ano o lançamento de um “projeto maluco”, muito menor: Deadpool (2016). Eis que este, que quebrava regras na empresa ao ignorar a audiência menor de idade ao ser lançado para maiores de 18 anos, abocanhou quase US$ 800 milhões de bilheteria, com um orçamento de “apenas” US$ 58 milhões. Para termos de comparação, X-Men: Apocalipse faturou menos de US$ 545 milhões e consumiu US$ 178 milhões. Logan (2017) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Essa foi a deixa para que Fox Films passasse a considerar mais mudanças na franquia X-Men e seus derivados. E foi o timing exato para que James Mangold pudesse brilhar, algo que ele não conseguiu com Wolverine — Imortal (2013). Com Logan (2017) liberado para ser produzido com faixa etária acima de 18 anos, Mangold, que construiu sua fama com o faroeste Os Indomáveis, pôde fazer o que faz de melhor, assim como um certo mutante canadense. Logan destaca o melhor do personagem, seu código de honra e seu lado cacador e sobrevivente, dois componentes básicos de uma boa história do Velho Oeste. A obra agradou público e crítica; e foi mais um indício de que os filmes dos X-Men tinham que mudar. O fundo do poço com Fênix Negra e a treta com Novos Mutantes A Fox viu que seus “projetos experimentais” estavam dando certo e aproveitou a “visão de quadrinhista” de Jeph Loeb para levar dois interessantes projetos para a TV: The Gifted (2017) e Legion (2017), que acontecem no mundo dos X-Men e tiveram relativo sucesso. Enquanto isso, ela já se preparava para mais quatro projetos envolvendo os mutantes no cinema: uma trama com a Fênix Negra, outra com os Novos Mutantes; mais uma com Gambit e uma sequência para Deadpool. Crítica | Novos Mutantes teria sido melhor com a ajuda da franquia X-Men Jovens, problemáticos e divertidos: As 10 melhores histórias dos Novos Mutantes Feige x Ike: Entenda como essa "Guerra Civil interna" afeta tudo na Marvel E, nisso, começaram as conversas entre a Disney e a Fox, sobre uma possível aquisição. Vale destacar que, nessa época a Marvel Entertainment, então liderada pelo executivo Ike Perlmutter, proibia a Marvel Comics de criar personagens ou destacar heróis ligados aos X-Men e ao Quarteto Fantástico. Era uma estratégia infame nos corredores da Casa das Ideias e foi usada por Ike para tentar minar as propriedades que não estavam com a Marvel — e evitar a criação de novos ativos para a Fox explorar. Quando a compra foi anunciada, no final de 2017, os filmes que já estavam em desenvolvimento mantiveram o calendário, mesmo diante das incertezas. Gambit, que seria interpretado por Channing Tatum e ainda patinava nos estágios iniciais, foi interrompido por tempo indeterminado. Já Deadpool 2, que estava com as gravações avançadas, seguiu para seu lançamento em 2018. X-Men: Fênix Negra (2019) (Imagem: Reprodução/Fox Films) Mas aí veio o golpe de misericórdia nos X-Men da Fox. A própria escolha de contar, novamente, a história da Fênix Negra, já era algo que desagradava os fãs. Além disso, Singer deixou o projeto para se dedicar à cinebiografia de Freddie Mercury — e as coisas ficaram ainda mais complicadas quando o diretor passou a ser associado a relatos de abuso sexual. Então, sobrou para Kinberg assumir, pela primeira vez, a cadeira de direção, justamente em um filme tão incerto e conturbado. Veja bem, a trama da Fênix Negra funcionaria bem como uma ópera espacial ou algo na linha dos Guardiões da Galáxia — é praticamente o “Star Wars” dos X-Men. Mas Kingberg optou por levar a história para o subúrbio, quase como uma repetição das cenas que vimos no medíocre X-Men 3. Além disso, Jennifer Lawrence deixava ainda mais claro sua vontade de abandonar a franquia — e ela morre nos momentos iniciais do longa, já sem maquiagem, justamente porque não aguentava mais passar por horas de “montagem” para viver Mística. Para completar houveram várias refilmagens, inclusive mudança na conclusão, pois Kinsberg achou que o final tinha ficado parecido com outros títulos do Marvel Studios. Os Novos Mutantes (2019) (Imagem: Reprodução/Fox Films) O resultado foi a pior bilheteria de um filme dos X-Men, com arrecadação de quase US$ 253 milhões — péssimo para um projeto que custou US$ 200 milhões. Foi uma despedida tão melancólica que muitos fãs sequer quiseram assistir. Para completar, Os Novos Mutantes (2020), que, aí sim, tinha uma boa premissa para explorar uma vertente do novo gênero de super-heróis, com terror atrelado à narrativa, teve seu orçamento podado e o lançamento ficou suspenso por conta da conclusão das negociações da Disney com a Fox. No final das contas, após diversos atrasos, o filme foi lançado recentemente, com um resultado, digamos, razoável, dadas às circunstâncias que envolveram seu desenvolvimento. O futuro no MCU Eis que chegamos ao momento atual, em que o MCU pode dar nova vida e roupagem aos mutantes que tanto adoramos. A ideia é de que eles sejam espalhados pelas histórias, sem que notemos, algo que já vem acontecendo. A própria história de Os Eternos, que será lançada no final do próximo ano, pode explicar a existência de genes diferentes. Os outros filmes de 2021 também devem abordar a chegada dos Filhos do Átomo. Há indícios de que Viúva Negra deva apresentar algo relacionado aos mutantes; e muitos vazamentos dão conta da presença de lutadores mutantes em Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings em uma competição de artes marciais — entre eles estaria Omega Red, famoso rival de Wolverine. E a própria franquia da Fox deve ser citada em alguma das Terras de Doctor Strange in the Multiverse of Madness — isso sem contar com o que vem aí nas séries do Disney+, WandaVision, Loki e Falcão e o Soldado Invernal. Filme de Shang-Chi deve ter mutantes e chega em 2021 (Imagem: Reprodução/Marvel Comics) Kevin Feige já adiantou que os mutantes devem aparecer antes do que muita gente espera, e vale destacar que Ryan Reynolds também vem conversando com o Marvel Studios há meses sobre a presença de Deadpool no MCU. Para completar, a ideia é que os integrantes dos X-Men apareçam antes de se tornarem uma equipe, de maneira semelhante ao que aconteceu com os Vingadores. Assine a Disney+ aqui e assista a títulos famosos da Marvel, Star Wars e Pixar quando e onde quiser! Então, após essa longa trajetória de altos e baixos, a expectativa é de que, agora, os Filhos do Átomo tenham novamente um filme que possa deixar seus ardorosos fãs satisfeitos. Vida longa aos X-Men! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Veja Mais

Redmi Note 9 Pro 5G: caixa surge mostrando visual colorido atípico

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Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil

canaltech A Realme está pronta para entrar no mercado brasileiro não apenas com celulares, mas com todo um ecossistema de produtos inteligentes, que incluem produtos de áudio, vestíveis e dispositivos de estilo de vida. Realme confirma chegada ao Brasil e quer acelerar popularização do 5G no país Realme é a marca de celular que mais cresce no mundo O Canaltech conversou com Sherry Dong, diretora de marketing da empresa, para entender a ambiciosa meta de ser uma das três maiores fabricantes de celulares do Brasil, conhecer melhor a companhia e, claro, descobrir um pouco melhor a estratégia da Realme no país. A executiva apresentou alguns pontos e mostrou um bom conhecimento do país, revelando que o foco é o público jovem. Dong acredita que o consumidors brasileiros, ao menos aqueles que já cresceram com a tecnologia à disposição, possuem um bom conhecimento tecnológico e anseiam pela presença de boas fabricantes no país. E para conquistar uma boa fatia, a Realme já tem parceria com varejistas como B2W e Amazon e também vai vender produtos no Mercado Livre. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Além disso, a empresa pretende dar início às operações inicialmente com produtos importados, mas já planeja passar a produzir localmente para “gerar empregos para os jovens brasileiros”. E não serão apenas celulares, mas também produtos AIoT, ou seja, dispositivos com inteligência artificial para casa conectada. Veja abaixo nossa conversa completa com Sherry Dong. Sherry Dong, diretora de marketing da Realme (Imagem: Divulgação/Realme) Canaltech: No anúncio, a Realme fala em ocupar o top 3 entre fabricantes de smartphones no Brasil, apesar de não ter deixado muito claro em quanto tempo pretende chegar a esse posto. Quais estratégias a empresa já traçou para atingir esse objetivo ousado? Sherry Dong: Planejamos nossa entrada no Brasil desde o início de 2020. A pandemia nos fez desacelerar nossos passos, mas estamos entrando no mercado com o objetivo de ser o Top 3 no Brasil em 5 anos. Baseamos nosso objetivo em nossa estratégia 5G e AIoT: a duas melhores oportunidades para a Realme no Brasil. Queremos ser os responsáveis por popularizar 5G e AIoT no Brasil, trazendo produtos 5G desde o início de 2021 e atualizar todos os produtos do 4G para 5G em dois a três anos. A Realme vai lançar mais de 20 produtos AIoT no Brasil em 2021, incluindo áudio inteligente, vestíveis e outros produtos de estilo de vida. Já somos revolucionários globalmente. Como a marca de celulares que cresceu mais rápido em cinco trimestres consecutivos, a Realme também foi a mais rápida a chegar a 50 milhões de usuários. Vamos agitar a indústria de smartphones do Brasil com os melhores produtos em desempenho e tendência em design para cada segmento de preço com valores mais razoáveis. CT: Tem alguma parceria em vista, ou a Realme chega ao Brasil por conta própria? SD: Sim, nós já estamos coordenando cooperação aprofundada com parceiros no Brasil para a melhor experiência do usuário. Apesar de sermos novos aqui, a Realme é uma companhia internacional e está montando uma equipe localizada em estreita colaboração com operadoras locais e parceiros para fornecer experiência mais adequada e premium para nossos consumidores brasileiros. Para nossa entrada no mercado brasileiro, já temos parceria com Mercado Livre, B2W e Amazon para vendas online. Estratégia da empresa inclui trazer não apenas celulares como também produtos de Internet das Coisas com IA (Imagem: Divulgação/Realme) CT: O brasileiro é um pouco reticente com marcas pouco conhecidas, o que pode dificultar a chegada da Realme no início. A empresa já tem uma ideia para driblar isso? SD: Os jovens brasileiros há muito já mostram ser bastante abertos a novas tecnologias e o nível de alfabetização tecnológica e entusiasmo no país é alto. Baseado no feedback de nossas redes sociais, acreditamos que os jovens brasileiros anseiam por um novo concorrente. Produtos, bons produtos, é por isso que temos tanta confiança no mercado. Com nossos produtos, somos os melhores competidores em vários mercados. 5G para o Brasil: 1) entrando no Brasil agora, a Realme mira principalmente trazer as tendências em 5G Para o país; 2) acreditamos que o 5G será uma oportunidade inesperada para a Realme, e planejamos ser os divulgadores do 5G aqui; 3) a Realme vai lançar produtos 5G desde o início de 2021 e atualizar todos os produtos no Brasil de 4G para 5G em dois a três anos; AIoT para todos: com a estratégia de dois núcleos ‘smartphone + AIoT’, vamos trazer mais de 20 produtos de casa conectada com design inovador e preço mais acessível para popularizar a tecnologia mais recente. CT: A Realme vai importar os produtos no primeiro momento para o Brasil. Existe algum plano de instalar uma fábrica no país para reduzir custos? Já tem algum estudo em andamento sobre isso? SD: Sim, esta é a nossa estratégia de longo prazo para operar no Brasil. Estamos trabalhando para abrir escritórios no país e pretendemos iniciar nossa operação total em breve para produzir nossos produtos e podermos criar mais empregos para os jovens brasileiros. CT: Dá para adiantar o preço de algum dos smartphones a serem lançados aqui? SD: Não posso falar de preços no momento, mas posso assegurar que estamos aqui para trazer os melhores valores para os jovens e acreditamos que, com produtos premium em cada segmento, vamos fazer da Realme Top 3 no Brasil em 5 anos. Fones de ouvido Buds Q serão lançados logo no início da operação no Brasil (Imagem: Divulgação/Realme) CT: O anúncio falou sobre as linhas de smartphones que devem chegar ao país. Mas e quanto aos outros produtos do ecossistema? Que tipos de dispositivos a empresa pretende trazer? SD: Entraremos no Brasil com mais produtos além de nossos smartphones. No início, vamos trazer produtos AIoT para nosso primeiro lançamento, como os Realme Buds Q, desenhado por José Lévy, designer da Hermès. Ele pesa só 3,6 g, mais leve que uma folha de papel A4, e tem até 20 horas de bateria. 5G e AIoT são as duas melhores oportunidades para a Realme no Brasil. Entrando no país agora, miramos principalmente as tendências de 5G no Brasil. E com nossa estratégia de ‘1+4+N’, vamos lançar mais de 20 produtos AIoT em 2021 aqui. 1+4+N é um ecossistema com celular, mais vestíveis e TV, mais uma infinidade de outros dispositivos inteligentes (Imagem: Divulgação/Realme) Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Análise | Nokia 5.3, intermediário competente e com Android "puro" Veja Mais

Brasil tem 6,8 milhões de testes de Covid-19 prestes a vencer em depósito, diz jornal

Glogo - Ciência Informação foi divulgada pelo jornal 'O Estado de S. Paulo'. Governo confirmou existência dos testes, sem informar número, e disse aguardar estudos sobre prorrogação da validade. Quase 7 milhões de testes de Covid comprados pelo Ministério do Saúde vencem em breve O Ministério da Saúde armazena em São Paulo um estoque com 6,86 milhões de testes para a Covid-19 que podem perder validade até janeiro de 2021, aponta reportagem publicada neste domingo (22) pelo jornal "O Estado de S. Paulo" Segundo a publicação, os exames são do tipo RT-PCR e estão estocados em um galpão em Guarulhos, na região metropolitana da capital paulista. Os testes custaram R$ 290 milhões à União, afirma o jornal. Em nota divulgada neste domingo (leia íntegra abaixo), o Ministério da Saúde confirmou a existência de testes com data de validade próxima – mas não informou a quantidade de kits e não confirmou o número divulgado pelo "Estado de S. Paulo". O ministério diz que espera receber, ainda esta semana, estudos de "estabilidade estendida" para os testes estocados, ou seja, estudos que indiquem a viabilidade de prorrogar essa data de vencimento. "Esses estudos serão analisados pela Anvisa, que é a agência que concede o registro de utilização do produto. Uma vez concedido esse parecer técnico, o Ministério da Saúde elaborará uma nota informativa quanto à extensão da validade e segurança da utilização dos testes", diz o governo. Na nota, o ministério também afirmou que os kits "são distribuídos de acordo com as demandas dos estados". O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) afirma, no entanto, que alertou o governo federal diversas vezes sobre a falta de materiais para processar as amostras do teste PCR. "Os entraves ainda não estão resolvidos. O contrato que permitia o fornecimento de insumos e equipamentos necessários para automatizar e agilizar a primeira fase do processamento das amostras foi cancelado pelo Ministério da Saúde. [...] É fundamental que uma nova contratação seja feita e a distribuição dos insumos seja retomada em tempo hábil", diz o conselho (veja íntegra abaixo). A importância do teste O teste RT-PCR é o de maior precisão para o diagnóstico da Covid-19. A análise é feita com base em amostras da região do nariz e da garganta, e indica o vírus ativo, ou seja, a infecção ainda em andamento. O total de testes RT-PCR realizados no Brasil caiu em outubro pelo segundo mês seguido, de acordo com dados do Ministério da Saúde compilados e divulgados pelo G1 na última semana. Até agora, pouco mais de 5 milhões de exames desse tipo foram feitos na rede pública. A queda no tipo de testes mais indicado para identificar pacientes com infecções recentes é vista com preocupação pelos especialistas. Os pesquisadores defendem que o Brasil deveria estar no caminho inverso: ampliando os testes para rastrear e frear o avanço da pandemia. TESTES: entenda os diferentes exames para detectar o coronavírus WEBSTORIES: O que ainda falta para a vacina da Covid-19 ficar pronta? CONTROLE: Rastreamento de infectados por Covid é fundamental, dizem especialistas Segundo especialistas, o teste RT-PCR é essencial para rastrear e frear o avanço da pandemia, porque os resultados indicam uma "fotografia" do nível de infecção naquele momento. O outro tipo de teste mais utilizado no Brasil é o sorológico, feito com amostras de sangue. Esse exame detecta a presença de anticorpos contra a Covid-19, mesmo que a infecção tenha ocorrido semanas antes. Saiba a diferença entre o PCR e o teste sorológico Íntegra Confira a íntegra das notas divulgadas pelo Ministério da Saúde e pelo Conass neste domingo: Ministério da Saúde O Ministério da Saúde informa que a exemplo do que ocorreu com outros lotes de testes utilizados em outros países, devem chegar ao Brasil, ainda esta semana, estudos de estabilidade estendida para os testes que a pasta tem em estoque. A empresa Seegene, fornecedora dos testes ao MS, já está em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o envio dos estudos, assim que disponibilizados pelo fabricante. Esses estudos serão analisados pela Anvisa, que é a agência que concede o registro de utilização do produto. Uma vez concedido esse parecer técnico, o Ministério da Saúde elaborará uma nota informativa quanto à extensão da validade e segurança da utilização dos testes. O Ministério da Saúde esclarece ainda que diante do ineditismo e imprevisibilidade da doença no Brasil e no mundo, não mediu esforços para garantir testes diagnósticos para COVID-19 à sua população. A pasta investiu na aquisição de testes e na estruturação da rede de laboratórios públicos do Brasil, além da implantação de 4 plataformas de alta testagem para dar suporte laboratorial aos estados e municípios quando a capacidade de produção dos laboratórios estaduais chegasse ao seu limite. Cabe ressaltar que os testes RT-qPCR são distribuídos de acordo com as demandas dos estados e que o Ministério se mantém à disposição dos entes para dar suporte às ações de monitoramento, diagnóstico, tratamento e acompanhamentos dos casos, além de incentivar as ações de prevenção e assistência precoce nos serviços de saúde do SUS. A pasta vem garantindo a disponibilidade de testes RT-qPCR para todo o país, permitindo que o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) possa procurar o serviço de saúde e ter garantido o seu teste, quando prescrito pelo profissional de saúde. O Brasil já testou mais de 10.491.142 pessoas, sendo 5.043.469 testes RT-qPCR realizados, dos 9.317.356 milhões de testes RT-qPCR distribuídos para os Laboratórios públicos dos Estados. É importante esclarecer ainda que o RT-qPCR não é a única forma de diagnóstico da doença. A análise clínica e o tratamento precoce são as estratégias que mais contribuem para impedir a evolução e possíveis complicações decorrentes da Covid-19, sendo complementares aos testes de diagnóstico. A pasta ressalta que nenhum teste de RT-qPCR perdeu sua validade e os mesmos estão prontos para serem utilizados conforme demanda dos estados e municípios, em consonância com a gestão do SUS, que é tripartite. Por fim, é importante destacar que a imprensa tem um papel importante em informar a população sobre os locais e serviços de saúde disponíveis em todo o país. E reforçar a importância de procurar uma unidade de saúde assim que aparecer o primeiro sintoma da doença. Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) O Conass alertou o Ministério da Saúde sobre os problemas de falta de materiais para a coleta e de insumos para a amplificação das amostras para o exame PCR por diversas vezes durante a pandemia, o que afetou a quantidade de exames realizados. O Conselho não tinha informações sobre o volume de testes nos estoques do ministério. Para realização do exame de PCR é preciso disponibilidade do material de coleta (como tubos e swabs, espécies de bastões usados para coletar mostras da secreção nasal), insumos para a extração do material genético e, por fim, insumos para amplificação. São etapas interligadas e interdependentes. Os insumos de amplificação somente podem ser usados na segunda fase do teste, depois que a extração do material genético foi concluída. Os insumos para a segunda parte do teste, de amplificação, estavam de fato disponíveis. Mas eles não podiam ser usados sem que a extração tivesse sido realizada. Ao longo dos últimos meses, o Conass alertou para o problema. Passamos boa parte da pandemia com dificuldade para aquisição de insumos de coleta. O repasse desse material para Estados só ocorreu a partir de agosto. Os insumos para extração do material genético viral e equipamentos desta etapa, por sua vez, somente foram repassados a partir de setembro. No caso dos equipamentos, apenas 10 Lacens foram contemplados. Os entraves ainda não estão resolvidos. O contrato que permitia o fornecimento de insumos e equipamentos necessários para automatizar e agilizar a primeira fase do processamento das amostras foi cancelado pelo Ministério da Saúde. Há o compromisso da pasta de manter o abastecimento durante o período de 3 meses, contados a partir do cancelamento. É fundamental, porém, que uma nova contratação seja feita e a distribuição dos insumos seja retomada em tempo hábil. Temos preocupação sobre essa disponibilidade e estamos acompanhando a situação. Veja Mais

Emissão de ações já supera R$ 101 bilhões em 2020

Valor Econômico - Finanças O mercado de capitais brasileiro vive um ano atípico em 2020. E não por causa da pandemia. Segundo dados da B3 e da Associação Brasileira das Entidades dos mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o volume captado por meio de emissões de ações ampliou ainda mais neste mês o recorde já atingido em outubro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Sem espaço fiscal e monetário, segunda onda seria desafio ainda maior para ativos

Valor Econômico - Finanças No momento em que o número de casos de covid-19 tem aumentado no Brasil, o debate em torno das possíveis implicações para os mercados ganha força. As evidências de infecções voltando a subir no país sugerem riscos crescentes para a economia brasileira, especialmente se medidas adicionais de estímulos forem adotadas, apontam analistas. Eles notam, inclusive, que a trajetória da dívida pública ficaria ainda mais complexa, o que geraria desafiados ainda maiores para a política monetária extraordinariamente estimulativa do Banco Central (BC). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

6 dicas para usar o Google Maps em suas viagens

canaltech O planejamento é uma parte importante de uma longa viagem, seja o motivo por trabalho ou lazer. Um bom planejamento ajuda a conhecer o trajeto e evitar atrasos. Aplicativos de navegação por GPS, como o Google Maps (Android | iOS), apresentam funções muito úteis para essas ocasiões. 5 funções do Google Maps que são pouco conhecidas 6 funções pouco conhecidas do Waze que facilitarão sua vida Como ver no Google Maps regiões com novos casos de COVID-19 O Maps não limita-se apenas a guiar o usuário: o aplicativo também possui ferramentas que identificam horários de pico, encontram restaurantes e postos de combustível ou até mesmo permitem o uso off-line dos mapas. Confira, abaixo, algumas dicas importantes de como usar o Google Maps em viagens! 1. Determine o horário de partida ou chegada Ajuste sua rota de acordo com horários (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) O Google Maps permite determinar uma rota de acordo com seus horários. Ao configurar a data, o aplicativo envia uma estimativa de acordo com a frequência de trânsito na rota. Na opção de escolher horário de chegada, o Maps informa quando você deve iniciar o trajeto para evitar atrasos. Para configurar, escolha os locais de partida e destino final e toque no ícone de três pontos. Em seguida, selecione "Definir horário de saída ou chegada". -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- 2. Adicione paradas Inclua uma parada no caminho (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Se você precisar passar por mais de um destino, uma opção envolve adicionar paradas no trajeto. Dessa forma, não é necessário configurar o aplicativo novamente para uma viagem até o endereço final – a plataforma já traça a próxima rota assim que a primeira parada for concluída. Para inserir, toque no ícone de três pontos ao planejar a rota e selecione "Adicionar parada". 3. Acompanhe os níveis de trânsito Descubra informações em tempo real sobre o trânsito (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Evitar congestionamentos sempre é importante. Ao pesquisar por uma rota no Google Maps, arraste a tela para cima para visualizar mais informações da rota. O aplicativo traz um gráfico informando o tempo médio para concluir o trajeto de acordo com a situação do trânsito. Dessa forma, é possível comparar quanto tempo a mais uma viagem pode durar. 4. Faça o download do mapa Acesse mesmo sem conexão à internet (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Na estrada, a conexão com a internet pode ser instável em algumas regiões. Para não depender apenas dos dados móveis, uma solução é baixar o mapa para acesso off-line. Ao selecionar uma localidade, arraste a tela para cima e pressione o ícone "Download". Em seguida, selecione o trecho desejado e armazene o mapa em seu aparelho. 5. Compartilhe sua localização Divida sua localização com outra pessoa (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Para maior segurança, é possível compartilhar a sua localização com outros contatos. Dessa forma, enquanto estiver no trajeto, a outra pessoa consegue acompanhar sua rota e o nível de bateria restante em seu aparelho. Para isso, abra o Maps, toque no ícone de seu perfil e selecione a opção "Compartilhar local". 6. Conheça estabelecimentos Descubra novos lugares (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Ao pesquisar por uma localização, o Google Maps traz informações sobre diversos estabelecimentos ao redor. As opções incluem restaurantes, postos de combustível, bares, atrações turísticas, entre outras. Caso não conheça um local e precise fazer uma parada, o aplicativo pode ser um guia útil para serviços básicos. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Os 10 filmes mais pirateados da semana (22/11/2020) WhatsApp libera recursos avançados de papel de parede para Android e iOS Veja Mais

O modelo matemático que diz ser possível voltar ao passado

Glogo - Ciência Viajar no tempo talvez seja teoricamente possível, mas um paradoxo pode complicá-la. Um novo estudo afirma que resolveu esse problema, pelo menos no mundo da matemática. Por enquanto, viajar é apenas um exercício mental que nos ajuda a entender as leis do universo Getty Images via BBC Imagine que você tem uma máquina do tempo com a qual pode viajar ao passado. Nesse momento, você teria a possibilidade de voltar ao final de 2019 e evitar o desencadeamento da pandemia do coronavírus. Sua missão seria encontrar o paciente zero, pouco antes de ele ser infectado. Parece bom, não? O problema é que um pequeno detalhe o impediria de completar essa missão. É verdade que algumas interpretações da física teórica afirmam que a viagem no tempo é possível. Albert Einstein, por exemplo, estava ciente de que suas equações permitiam, em princípio, viagens no tempo. Essa possibilidade teórica, entretanto, esbarra no que os cientistas chamam de "paradoxo", que tornaria logicamente impossível que a viagem acontecesse. Esses paradoxos são um desmancha prazeres para os entusiastas de viagens no tempo, mas agora novas pesquisas afirmam que eles podem ser evitados. Quais são esses paradoxos e por que este novo estudo afirma que é possível evitá-los para viajar ao passado? Ideia de viajar ao passado cria paradoxos que desafiam a lógica Getty Images via BBC Um neto que mata seu avô Para entender o que é um paradoxo, vamos voltar à história da pandemia Se você viajar ao passado e evitar que o paciente zero seja infectado, um paradoxo é criado imediatamente. Ou seja, se você conseguisse impedir o início da pandemia, hoje não teríamos uma pandemia, portanto, não haveria motivo para viajar ao passado. Assim, você não viajaria ao passado e não poderia evitar que a pandemia se desencadeasse. Esse é o paradoxo, um ciclo infinito que cria uma inconsistência lógica e destrói a ilusão da viagem no tempo. Existem muitos paradoxos, mas este é um dos mais famosos. É chamado de "paradoxo do avô", porque sua versão original apresenta um cenário em que um neto viaja ao passado para matar seu avô antes de ele ter seu pai. O problema é que se ele matasse o avô, o viajante jamais poderia ter nascido. E, se ele não nascesse, sua viagem no tempo também não seria possível. A partir da física teórica, vários exercícios foram propostos para explicar a possibilidade de viagem no tempo Getty Images via BBC Evitar o paradoxo Para resolver este paradoxo, vários exercícios mentais foram propostos, mas agora, dois pesquisadores na Austrália propõem uma solução matemática para evitá-lo. Os pesquisadores queriam analisar como a dinâmica de um corpo, ou seja, seu movimento no espaço-tempo, se comporta ao entrar em uma curva de viagem ao passado. Para isso, criaram um modelo matemático com o qual calcularam que um "agente" que entra em um ciclo de viagem ao passado poderia seguir caminhos diferentes sem alterar o resultado de suas ações. O exercício abstrato mostra que vários agentes podem se comunicar no passado e no presente, sem uma relação de causa e efeito. Isso significa que "os eventos se ajustam, de modo que sempre haverá uma solução única e consistente", diz Germain Tobar, estudante de física da Universidade de Queensland, na Austrália, e autor do estudo, supervisionado pelo professor Fabio Costa, filósofo e físico teórico. Você acha que um dia poderemos viajar no tempo? Getty Images via BBC E o que isso significa? Voltando ao exemplo da pandemia, o que o estudo diz é que se você viajar ao passado, poderia fazer o que quiser, mas seria impossível mudar o resultado dos eventos. Ou seja, você teria livre arbítrio, mas não conseguiria evitar que a pandemia se desencadeasse. Poderia acontecer, por exemplo, que enquanto você estivesse tentando deter o paciente zero, outra pessoa se contagiaria, ou mesmo você. De acordo com o modelo de Tobar, os eventos mais relevantes seriam calibrados constantemente para evitar qualquer inconsistência (paradoxo) e, assim, atingir sempre o mesmo resultado, neste caso, o início da pandemia. Entendendo o universo O estudo de Tobar é aplicável apenas de forma abstrata no campo da matemática. "É um trabalho interessante", diz Chris Fewster, professor de matemática da Universidade de York, no Reino Unido, que estuda modelos de viagem no tempo. Fewster, no entanto, adverte que agora "resta saber se as condições abstratas que (os autores) impuseram são satisfeitas nas teorias da física atualmente conhecidas". Segundo Tobar, esse é exatamente o desafio que eles têm agora: colocar seu modelo à prova. Por enquanto, embora seu trabalho esteja longe de tornar a viagem no tempo uma realidade, Tobar argumenta se tratar de um passo rumo à compreensão das leis que governam o Universo. Veja Mais

Yakuza: Like a Dragon prova que reinvenção não é defeito

Yakuza: Like a Dragon prova que reinvenção não é defeito

Tecmundo Eu particularmente só fui conhecer a série Yakuza há mais ou menos cinco anos, pois tinha a sensação que seria apenas um tipo de GTA, só que com a máfia japonesa - não que isso fosse ruim, mas não é meu tipo de jogo favorito.No fim das contas, acabei dando uma chance e tive alguns problemas com a jogabilidade travada da época, afinal o primeiro game é de 2006 e o segundo de 2008. Mas meus amigos, a história me fisgou de uma forma impressionante, com uma trama sobre honra e princípios, e um personagem cheio de personalidade e cativante, Kazuma Kiryu, nosso eterno Dragão de Dojima.Leia mais... Veja Mais

EUA espera iniciar vacinação contra Covid-19 no início de dezembro

O Tempo - Mundo País sofre com o avanço descontrolado da Covid-19, que infectou mais de 12 milhões de pessoas em seu território Veja Mais

O que é Machine Learning e quais são seus benefícios

O que é Machine Learning e quais são seus benefícios

Tecmundo Eventualmente o teclado de um smartphone é capaz de completar uma frase que iniciamos. Quem nunca, ao iniciar uma busca no navegador, viu o software indicar exatamente o que estava procurando? Esse é o conceito por trás do Machine Learning, um ramo da inteligência artificial que tem como finalidade fazer que sistemas aprendam a se comportar de maneira mais inteligente com base em uma grande quantidade de dados.Enquanto a ideia da IA é fazer as máquinas de certa forma "pensarem" como humanos, o Machine Learning automatiza os processos, criando atalhos e procurando antever as ações de acordo com o comportamento do usuário ou pela análise de informações de uma infinidade de origens.Leia mais... Veja Mais

Viu algo estranho no céu? Veja como descobrir se não é um satélite Starlink!

canaltech A SpaceX vem periodicamente lançando, desde maio de 2019, lotes com 60 satélites Starlink em cada, com o objetivo de criar uma constelação de pelo menos 12 mil unidades na órbita da Terra, tudo para oferecer internet banda larga de alta velocidade e baixa latência a toda a extensão do planeta. Esses satélites refletem um tanto de luz solar em nossa direção — o que vem causando problemas para a astronomia, por sinal —, mas, por outro lado, essa reflexividade faz com que eles também se tornem visíveis a olho nu. Ou seja: dependendo de onde estiverem, eles são facilmente avistados por qualquer pessoa observando o céu à noite. Brasileiros fotografam satélites Starlink passando no céu noturno Não são OVNIs! Satélites Starlink aparecem no céu brasileiro deste domingo (10) Satélites Starlink, da SpaceX, foram avistados no céu noturno (e tem vídeo!) Muita gente, por sinal, não sabe que os satélites Starlink aparecem eventualmente no céu e, quando isso acontece, as redes sociais costumam ficar repletas de relatos assustados, com algumas pessoas até mesmo achando que viram OVNIs. Mas é fácil descobrir se aquela luz estranha que você viu se movendo pelo céu é um dos satélites de Elon Musk — e, nesta matéria, a gente ensina como! Além disso, você também confere as datas e horários em que esses satélites passarão novamente por sua cidade, e pode se programar para observá-los com antecedência. Find Starlink O Find Starlink pode ser acessado gratuitamente pelo site, ou ainda em suas versões mobile para Android e iOS. Criado por um desenvolvedor de games chamado Shashank Shekhar, ele não tem relação oficial com a SpaceX, mas é uma ótima fonte para se descobrir onde estão os satélites, bem como quando você poderá vê-los em sua região. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Na página inicial, você encontra um campo onde deve selecionar a sua cidade. Se ela não constar ali, é só você selecionar o local mais próximo de sua região. Então, clique em "Find visible times". (Imagem: Captura de tela) A tela seguinte vai trazer uma lista com os próximos dias e horários em que algum Starlink passará na região pesquisada, tanto com boa visibilidade, quanto com má visibilidade. Os horários podem não ser 100% precisos, pois a órbita dos satélites é alterada com frequência. Ainda assim, a taxa de acertos costuma ser boa! Entre as informações exibidas, o site mostra por quanto tempo o satélite poderá ser visto, e indica para onde você deve olhar no céu — se na direção sudoeste, por exemplo —, bem como a altitude da passagem do objeto acima da linha do horizonte. Vale dizer que, como a SpaceX vem testando soluções para escurecer os satélites (e, assim, não prejudicar mais as observações astronômicas), é possível que algum satélite informado ali acabe não sendo visível, caso justo aquele faça parte dos testes em questão. Esses testes envolvem um revestimento escuro e visores para desviar a luz solar a outra direção. (Imagem: Captura de tela) Ainda assim, se você avistou algo estranho brilhando no céu, é só conferir no Find Starlink se não tem nenhum satélite da SpaceX passando pela sua região justamente neste dia. E se você quiser tentar observar a passagem de próximos satélites, já saberá que dias e horários isso vai acontecer. E onde estão os Starlink agora? No mesmo site Find Starlink, se você clicar no ícone "Live Map", localizado no topo da página inicial, você será direcionado a um mapa do planeta que mostra as trilhas por onde os satélites Starlink estão passando neste exato momento. (Imagem: Captura de tela) Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Veja Mais

Os 10 melhores filmes, séries e documentários sobre a família real

canaltech A família real britânica já é tema de produtos de entretenimento há bastante tempo, afinal nada desperta mais a nossa curiosidade do que entender como é a vida da monarquia em pleno século 21, não é mesmo? Principalmente quando a história é tão longa e que sempre acaba parando na mídia de alguma forma. The Crown | Veja quem são os novos personagens da 4ª temporada Easter-egg? Usuários encontraram um rato na nova temporada de The Crown Crítica | 4ª temporada de The Crown revive popularidade da Princesa Diana Rainhas, reis, princesas, príncipes, duquesas e duques estão aí, em filmes, séries e documentários fazendo com que o resto do mundo se aproxime mais desse universo diferenciado que, ao mesmo tempo em que aparenta impressionante e curioso, é um tanto quanto rígido e complicado, e nem mesmo isso é deixado de lado nas produções. Pensando nisso, o Canaltech preparou uma lista com 10 filmes, séries e documentários que tem a família real como o tema, sejam eles falando a verdade ou mergulhando no mundo da ficção em quase 100% do tempo. Confira a lista completa! -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- 10- The Windsors (2016) Em 2016, a família real se transformou em comédia com o lançamento da sitcom The Windsors. A série conta a história fictícia de Camilla (Haydn Gwyne), que tem o grande sonho de se tornar rainha. Também estão na história Pippa Middleton (Morgana Robinson), uma jovem rebelde que tem inveja de Kate Middleton (Louise Ford), sua irmã mais velha. A produção, com certeza, traz a família real de uma perspectiva que você nem imaginava. Imagem: Divulgação/NOHO Film and Television  The Windsors está disponível em três temporadas na Netflix. 9- The White Princess (2017) O próximo título da lista volta a falar sobre o tema em um tom mais sério. Em The White Princess, trama baseada em um livro de mesmo nome de Philippa Gregory, acompanhamos a história de Elizabeth, interpretada por Jodie Comer, também conhecida como a Villanelle de Killing Eve. Ela é uma jovem que, quando acaba a Guerra das Rosas, é obrigada a se casar com Henry, um dos maiores rivais da sua família, para que possa voltar ao país. Já casada, ela descobre que o seu irmão está criando um plano para comandar o trono. Imagem: Divulgação/Company Pictures Você pode assistir a The White Princess no Now. 8- Elizabeth: A Idade de Ouro (2007) Em Elizabeth: A Idade de Ouro, filme dirigido por Shekhar Kapur, vemos a atriz Cate Blanchett como uma Rainha Elizabeth I mais madura, no ano de 1585, já há quase três décadas no poder enfrentando diversas crises em seu reinado, como intrigas dentro da corte, casos de assassinato, além de conflitos também pessoais, envolvendo relacionamentos românticos. Agora, prestes a entrar em uma guerra, ela busca controlar as suas tarefas de poder enquanto tenta lidar com um amor proibido. Imagem: Divulgação/Universal Pictures O filme Elizabeth: A Idade de Ouro está disponível no streaming da Netflix. 7- The Story of Diana (2017) The Story of Diana, série documental de 2017, conferimos a história da jovem princesa, que se casou muito cedo com o Príncipe Charles, mais de 10 anos mais velho, com todos os conflitos que ela passou com a família real e as dificuldade enfrentadas na adaptação de deixar a sua liberdade de lado. A trama traz pessoas que conviveram com Lady Di até os seus últimos momentos em vida, quando tudo acabou em um trágico acidente. Imagem: Divulgação/Netflix A série documental The Story of Diana pode ser assistida na Netflix. 6- The Tudors (2007) Na série The Tudors, a história da família real que acompanhamos é lá do século 18, no reinado de Henrique VIII, interpretado por Johnathan Meyers, desde quando ele ainda lutava para conquistar o assento mais desejado da Inglaterra. Em meio a isso, ele acaba se apaixonando por Ana Bolena, papel da atriz Natalie Dormer, mesmo sendo casado com Catarine of Aragon (Maria Doyle Kennedy), precisando então descobrir uma forma de que essas polêmicas não prejudiquem a sua reputação. Imagem: Divulgação/Showtime A série The Tudors está disponível no Claro Video, Globoplay e Now. 5- Diana (2013) No ano de 2013, Naomi Watts recebeu a missão de interpretar Diana no cinema. Neste filme biográfico que leva o nome da princesa, conferimos os momentos em que a jovem está prestes a se divorciar do Príncipe Charles, enfrentando a solidão de sua vida sozinha no palácio em meio aos compromissos beneficentes. A sua história ganha uma reviravolta quando ela conhece o médico Hasnat Khan (Naveen Andrews) e fica encantada por ele a tratar como uma pessoa sem títulos reais. Imagem: Divulgação/Ecosse Films Diana pode ser assistido no Globoplay e Telecine Play. Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? 4- Elizabeth (1998) Antes do filme de 2007 comentado acima, Cate Blanchett interpretou Elizabeth de anos antes, em 1554, quando a Inglaterra estava dividida entre católicos e protestantes. Neste período, a meia-irmã de Elizabeth, Mary Tudor (Kathy Burke), enfrenta um tumor grave e está com os dias contados para a sua morte. Para piorar a situação, as irmãs possuem ideologias religiosas diferentes e entram em conflito em relação a qual será o destino do país nessa questão, com qualquer uma das decisões sendo de extrema importância. Imagem: Divulgação/PolyGram Filmed Entertainment O filme Elizabeth está disponível no streaming da Netflix, mas também pode ser alugado ou comprado no iTunes e Looke. 3- O Discurso do Rei (2010) O renomado filme O Discurso do Rei, que chegou aos cinemas em 2010, conta a história de George (Colin Firth), um integrante da realeza britânica que sofre com a gagueira desde que tinha quatro anos de idade. O problema o atrapalha nas atividades reais que envolvem o discurso e, para isso, ele busca a ajuda de diversos profissionais, mas sem sucesso. Tudo muda quando ele conhece o terapeuta de fala Lionel Logue, interpretado por Geoffrey Rush. Imagem: Divulgação/See-Saw Films Você pode assistir ao filme O Discurso do Rei no Amazon Prime Video, HBO GO, Claro Video, Now e Google Play. 2- Lady Di: Suas Últimas Palavras (2017) A história de Lady Di aparece mais uma vez na lista, visto que a princesa foi um das integrantes mais populares da realeza, conquistando fãs por onde quer que passasse. Neste documentário, vemos gravações reais dos depoimentos de Diana enquanto o autor Andrew Morton, que estava escrevendo um livro sobre a sua história, a entrevistava. As falas são acompanhadas por imagens reais da jovem e da sua vida que passou de simples a conturbada. Imagem: Divulgação/1895 Films O documentário está disponível na Netflix. 1- The Crown Para fechar a lista com os melhores títulos sobre a família real britânica, não podia faltar, claro, a série The Crown, uma das produções mais recentes e que ainda está acontecendo. A série conta a história desde o início das atividades de Elizabeth II (Olivia Colman) no poder, após a morte do pai, chegando até os dias de hoje. Na temporada atual, o destaque é para a Princesa Diana (Emma Corrin) e toda a sua popularidade, trazendo também questões políticas com Margaret Thatcher (Gillian Anderson). Imagem: Divulgação/Netflix The Crown é uma série original da Netflix. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Veja Mais

Ataque com mísseis em Cabul deixa ao menos dez civis mortos

Valor Econômico - Finanças Explosões ocorreram em horário de grande movimento na capital do Afeganistão Um ataque com mísseis matou ao menos dez civis e feriu cerca de 50 pessoas em uma área residencial de Cabul, capital do Afeganistão, neste sábado (21), segundo a agência de notícias AFP. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Supernatural: os 10 episódios mais assustadores da série

Supernatural: os 10 episódios mais assustadores da série

Tecmundo Supernatural esteve em exibição durante 15 anos. Ao longo de seus 327 episódios, divididos em 15 temporadas emocionantes, o público conseguiu acompanhar histórias dramáticas e muito assustadoras.Os primeiros anos da série apostaram fortemente em tramas macabras, com referências claras a histórias de terror já conhecidas. Além disso, com seus famosos personagens, distribuíram os medos latentes de muita gente por meio das caçadas dos irmãos Winchester em cada episódio.Leia mais... Veja Mais

Plantio de soja está quase concluído em Mato Grosso

Valor Econômico - Finanças De acordo com o Imea, 98,47% da área estimada para o Estado foi semeada Após iniciar a safra 2020/21 a passos lentos por causa do atraso nas chuvas, o plantio de soja em Mato Grosso, principal Estado produtor da cultura no país, alcançou na última semana a mesma área semeada em igual período do ciclo passado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Luana Carvalho regrava funks dos anos 1990 em disco anunciado pelo single 'Selfie'

G1 Pop & Arte ♪ Luana Carvalho anuncia a edição de álbum, Segue o baile, produzido por Kassin e programado para 19 de dezembro. O título do disco alude ao nome, Baile de máscara, do EP que a artista carioca lançou em junho com regravações de cinco sambas do repertório referencial da mãe de Luana, Beth Carvalho (1946 – 2019), e com produção do mesmo Kassin. O mote do disco Segue o baile são as regravações de sete funks propagados nas décadas de 1990. Contudo, entre as dez faixas do disco, há três inéditas músicas de autoria da artista, uma delas em parceria com Andreia Horta. Uma das músicas autorais, Selfie, foi escolhida para dar a primeira amostra do álbum Segue o baile em single apresentado neste domingo, 22 de novembro. Nos próximos dias, Luana Carvalho lançará o remix de Selfie, produzido com Sivuquinha. Capa do single 'Selfie', de Luana Carvalho Jorge Bispo com arte de Gabriel Martins Veja Mais

Blubell questiona o conceito de felicidade em composição gravada com Filipe Catto

G1 Pop & Arte Artista paulistana lança single avulso em dezembro enquanto prepara a edição, em 2021, do álbum e livro de crônicas 'Música solar para tempos sombrios'. ♪ “Felicidade não é euforia / Nem Carnaval / Nem gozo total / Felicidade / É quando a gente / Acerta o passo / No compasso do mundo”. As definições de felicidade, questionadoras do senso comum sobre o conceito de ser feliz, são alinhadas pela cantora e compositora Blubell na letra de Felicidade não é euforia. Música inédita de autoria da artista paulistana, Felicidade não é euforia entrar no compasso do mundo digital em single programado para 4 de dezembro. Cantada por Blubell com Filipe Catto, a música foi formatada em estúdio com produção musical da dupla Baticum Works. Integrantes do trio de jazz Atønito, o saxofonista Cuca Ferreira (também membro da big-band Bixiga 70) e o baixista Rodrigo Fonseca arregimentaram naipe de músicos – Amílcar Rodrigues no trompete, Douglas Antunes no trombone, Loco Sosa na bateria e Marcelo Dworek no baixo – para acentuar a latinidade jazzy da gravação de Felicidade não é euforia. Em sintonia com o título, a música é dançante, mas não se joga na pista em tom frenético. O ritmo envolve sem ser alucinante, sugerindo mundo de harmonia interior. O single Felicidade não é euforia é o primeiro lançamento fonográfico de Blubell em 2020. Em janeiro, a cantora começou a gravar na cidade de São Paulo (SP), sob direção musical do clarinetista Luca Raele, o sexto álbum de carreira fonográfica iniciada há 14 anos com a edição do álbum Slow motion ballet (2006). Intitulado Música solar para tempos sombrios, o sexto álbum de Blubell tem repertório formado por nove composições autorais, sendo uma, Bonjour, feita em parceria com Zélia Duncan. O lançamento de Música solar para tempos sombrios estava previsto para o segundo trimestre, mas, devido à pandemia, o disco foi adiado para 2021. A novidade é que o álbum será lançado com livro de crônicas. Também intitulado Música solar para tempos sombrios, o livro reunirá nove crônicas inspiradas nas faixas do disco e ilustradas pela artista Juliana Russo. Avulso na discografia da artista, o single Felicidade não é euforia está dissociado do vindouro sexto álbum de Blubell. Veja Mais

PATs ofertam 312 vagas de emprego em oito cidades da região de Campinas; veja cargos

G1 Economia Devido à pandemia, unidades atendem pela internet, telefone ou com horário agendado. PATs da região oferecem XX oportunidades de emprego em XX cidades da região de Campinas (SP). Divulgação/Reprodução As unidades de atendimento ao trabalhador de Americana (SP), Campinas (SP), Espírito Santo do Pinhal (SP), Indaiatuba (SP), Itapira (SP), Jaguariúna (SP), Louveira (SP) e Mogi Guaçu (SP) divulgam 312 oportunidades de emprego nesta segunda-feira (23). Existem vagas para diversos níveis de escolaridade e algumas são exclusivas para pessoas com deficiência (PCDs). Veja lista de cargos por município abaixo. As prefeituras alertam que as vagas podem ser preenchidas ao longo do dia. Por isso, é recomendado o acompanhamento do quadro de oportunidades nos sites oficiais. Também, em virtude da pandemia do novo coronavírus, os atendimentos ocorrem pela internet, por telefone ou presencialmente - porém com horário agendado. Americana Americana oferece 22 oportunidades de emprego. Os interessados devem realizar o cadastro do currículo no site da prefeitura. Auxiliar administrativo de obras - 2 vagas; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Carpinteiro (a) - 2 vagas; Coordenador (a) de qualidade - 1 vaga; Eletricista predial - 1 vaga; Encanador (a) de obras - 1 vaga; Estoquista - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pintor (a) de obras - 1 vaga; Serralheiro (a) - 1 vaga; Servente de obras - 1 vaga; Vendedor (a) - 1 vaga; Ajudante de açougue - 1 vaga; Auxiliar de expedição têxtil - 1 vaga; Auxiliar de manutenção de eletrodomésticos - 1 vaga; Auxiliar de montagem - 2 vagas; Auxiliar fiscal/administrativo - 1 vaga; Montador (a) mecânico (a) - 1 vaga; Torneiro (a) mecânico (a) - 1 vaga. Mudanças com relação às vagas podem ser acompanhadas na página do PAT de Americana. Campinas O Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT), em Campinas, tem 43 vagas de emprego disponíveis. Por conta da pandemia do coronavírus, os interessados devem agendar o atendimento pelo telefone 156. Açougueiro (a) - 1 vaga; Ajudante de cozinha - 1 vaga; Ajudante de obras - 3 vagas; Assistente de serviço de contabilidade - 2 vagas; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Auxiliar de limpeza em hospital - 1 vaga para PCDs; Auxiliar de mecânico de autos - 1 vaga; Costureiro (a) - 2 vagas; Eletricista de autos - 2 vagas; Eletricista de manutenção em geral - 1 vaga; Encarregado (a) de limpeza - 1 vaga; Mecânico (a) de automóvel - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção de bicicletas - 2 vagas; Motorista carreteiro - 1 vaga; Motorista de caminhão - 1 vaga; Operador (a) de telemarketing - 10 vagas; Pintor (a) de edifícios - 10 vagas; Torneiro (a) mecânico (a) - 1 vaga; Zelador (a) - 1 vaga. Mudanças no quadro de vagas podem ser conferidas no site do CPAT. Espírito Santo do Pinhal Em Espírito Santo do Pinhal, há 22 vagas de emprego em aberto. Por conta da pandemia, o PAT solicita que os candidatos interessados entrem em contato com a unidade pelo telefone (19) 3661-2114 ou pelo e-mail vagas.patpinhal@gmail.com. Recepcionista de hotel - 1 vaga; Auxiliar de açougue - 1 vaga; Operador (a) de hortifruti - 1 vaga; Repositor (a) de mercadorias - 1 vaga; Ajudante de depósito - 1 vaga; Cortador (a) (tecido) - 1 vaga; Ajudante geral - 1 vaga; Costureiro (a) industrial - 1 vaga; Líder de setor de limpeza - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Gerente de farmácia - 1 vaga; Vendedor (a) pracista - 1 vaga; Cozinheiro (a) - 1 vaga; Operador (a) de produção industrial - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção industrial - 1 vaga; Costureiro (a) de máquina reta - 1 vaga; Costureiro (a) - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção de eletrodomésticos - 1 vaga; Funileiro (a) de veículos - 1 vaga; Torneiro (a) mecânico (a) convencional - 1 vaga; Operador (a) de produção - 2 vagas. Alterações nas vagas ofertadas podem ser consultadas no site do PAT Espírito Santo do Pinhal. Indaiatuba Há 117 vagas de emprego no PAT de Indaiatuba. Apesar de continuar com o atendimento presencial das 7h às 15h45, a unidade pede aos interessados que entrem em contato pelo telefone (19) 3816-9252 durante a pandemia. A prefeitura também ressalta que a unidade mudou de endereço e está localizada na Rua 24 de Maio, nº 1.670. Acabador (a) de pedras - 1 vaga; Açougueiro (a) - 1 vaga; Ajudante de eletricista - 1 vaga; Ajudante de obras - 1 vaga; Ajudante de pizzaiolo - 1 vaga; Analista de PCP - 1 vaga; Apontador (a) de produção - 1 vaga; Armador (a) de telhados - 1 vaga; Assistente de vendas - 2 vagas; Atendente de lanchonete - 3 vagas; Atendente de lanchonete - 2 vagas; Atendente de lojas - 1 vaga; Auxiliar de confecção - 1 vaga; Auxiliar de cozinha - 4 vagas; Auxiliar de encanador - 1 vaga; Auxiliar de enfermagem - 2 vagas; Auxiliar de expedição - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 3 vagas; Auxiliar de linha de produção - 6 vagas; Auxiliar de manutenção predial - 1 vaga; Auxiliar marceneiro - 1 vaga; Auxiliar mecânico de ar condicionado - 1 vaga; Auxiliar mecânico de refrigeração - 1 vaga; Caldeireiro (a) de chapas - 1 vaga; Caseiro (a) - 2 vagas; Chapista de lanchonete - 2 vagas; Controlador (a) de entrada e saída - 1 vaga; Costureiro (a) - 1 vaga; Cozinheiro (a) - 1 vaga; Desenhista copista - 1 vaga; Eletricista - 2 vagas; Eletricista de instalação de veículos automotores - 1 vaga; Eletricista de manutenção industrial - 1 vaga; Encanador (a) - 1 vaga; Faxineiro (a) - 3 vagas; Ferramenteiro (a) - 1 vaga; Garçom/garçonete - 1 vaga; Gerente de marketing - 1 vaga; Jardineiro (a) - 1 vaga; Líder de bombeiros - 1 vaga; Manobrista - 1 vaga; Marceneiro (a) - 2 vagas; Mecânico de ar-condicionado e refrigeração - 1 vaga; Mecânico de auto em geral - 1 vaga; Mecânico de caldeiras - 1 vaga; Mecânico de manutenção de máquinas em geral - 1 vaga; Mecânico eletricista de automóveis - 1 vaga; Mestre de obras - 2 vagas; Montador (a) de móveis de madeira - 3 vagas; Motorista de caminhão - 2 vagas; Motorista segurança - 1 vaga; Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações - 3 vagas; Oficial de serviços gerais - 2 vagas; Operador (a) de caixa - 1 vaga; Operador (a) de empilhadeira - 1 vaga; Operador (a) de vendas 2 vagas; Pedreiro (a) - 1 vaga; Perfurador (a) de poços artesianos - 1 vaga; Pintor (a) de casas - 2 vagas; Pizzaiolo (a) - 3 vagas; Promotor (a) de vendas - 3 vagas; Retificador (a) - 1 vaga; Serralheiro (a) - 2 vagas; Soldador (a) - 1 vaga; Supervisor (a) de cozinha - 1 vaga; Técnico de enfermagem - 2 vagas; Técnico em suporte de TI - 1 vaga; Técnico mecânico em ar condicionado - 1 vaga; Torneiro mecânico - 1 vaga; Tratorista operador de roçadeira - 1 vaga; Vendedor (a) - 8 vagas; Vigilante - 2 vagas; Zelador (a) - 1 vaga. Acesse o site do PAT de Indaiatuba para conferir mudanças nas vagas. Itapira O PAT de Itapira possui 23 chances. Para se candidatar, o interessado deve enviar o currículo para o e-mail postoatendimentoitapira@gmail.com, informando o número do PIS e a vaga pretendida. Alimentador (a) de linha de produção - 1 vaga; Alinhador (a) de pneus - 1 vaga; Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga; Auxiliar de contabilidade - 1 vaga; Balconista - 1 vaga; Calandrista de borracha - 1 vaga; Cozinheiro (a) de restaurante - 1 vaga; Empregada (o) doméstica (o) - 1 vaga; Encarregado (a) de restaurante - 1 vaga; Estagiário (a) auxiliar administrativo (a) - 1 vaga; Estagiário (a) em engenharia industrial - 1 vaga; Estagiário (a) técnico em segurança do trabalho - 1 vaga; Mecânico (a) automotivo (a) - 1 vaga; Mecânico (a) de manutenção - 1 vaga; Motorista de caminhão - 1 vaga; Operador (a) de caldeira - 1 vaga; Operador (a) de centro de usinagem - 1 vaga; Operador (a) de máquinas - 1 vaga; Operador (a) de injetora de plástico - 1 vaga; Operador (a) de torno CNC - 1 vaga; Soldador (a) - 1 vaga; Técnico (a) ou bacharel em contabilidade - 1 vaga; Vendedor (a) de motos - 1 vaga. Jaguariúna O PAT de Jaguariúna oferta 40 oportunidades. Os interessados devem encaminhar o currículo para o e-mail pat.jaguariuna@gmail.com, colocando no campo "Assunto" a oportunidade pretendida. Acabador (a) de mármores e granitos - 1 vaga; Ajudante de eletricista - 1 vaga; Ajudante de obra - 1 vaga; Analista de suprimentos - 1 vaga; Atendente de mesa - 1 vaga; Auxiliar de almoxarifado - 1 vaga; Auxiliar de cozinha - 1 vaga (exclusiva para PCD); Auxiliar de escritório - 1 vaga; Auxiliar de limpeza - 1 vaga; Auxiliar de mecânico de refrigeração - 1 vaga; Balconista de açougue - 1 vaga; Barman - 1 vaga; Chefe de cozinha - 1 vaga; Cozinheiro júnior - 1 vaga; Cozinheiro (a)/meio (a) oficial - 1 vaga; Diarista - 1 vaga; Eletricista industrial - 1 vaga; Eletricista predial - 1 vaga; Encanador (a) - 1 vaga; Fisioterapeuta - 1 vaga; Fonoaudiólogo (a) - 1 vaga; Frentista - 1 vaga; Gerente de restaurante - 1 vaga; Líder de equipe de atendimento/lanchonete - 1 vaga; Mecânico (a) de auto e/ou diesel - 1 vaga; Montador (a) industrial de estruturas metálicas - 1 vaga; Motorista de carreta - 1 vaga; Operador (a) de mini escavadeira ou mini carregadeira - 1 vaga; Operador (a) de retroescavadeira - 1 vaga; Operador (a) de serra de madeira - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pintor (a) de alvenaria - 1 vaga; Polidor (a) de veículos - 1 vaga; Promotor (a) de produtos de perfumaria - 1 vaga; Técnico (a) em alinhamento e balanceamento de pneus - 1 vaga; Terapeuta ocupacional - 1 vaga; Torneiro (a) CNC - 1 vaga; Tratador (a) de animais - 1 vaga; Vendedor (a) para loja de roupa e confecção - 1 vaga; Vigia - 1 vaga. Louveira O Serviço de Apoio ao Trabalhador (SAT) de Louveira (SP) está com 12 vagas disponíveis. Para se candidatar à vaga, o interessado deve enviar o currículo preferencialmente pelo e-mail sat@louveira.sp.gov.br. Ajudante de expedição - 1 vaga; Armador (a) - 1 vaga; Auxiliar de eventos - 1 vaga; Encarregado (a) de obras - 1 vaga; Extrusorista de perfil - 1 vaga; Líder de expedição - 1 vaga; Mâitre - 1 vaga; Marceneiro (a) - 1 vaga; Mecânico (a) diesel - 1 vaga; Preparador (a) de máquina injetora - 1 vaga; Serralheiro (a) - 1 vaga; Tecelão - 1 vaga. Mogi Guaçu O PAT de Mogi Guaçu possui 33 vagas em aberto nesta segunda. Os candidatos devem agendar atendimento no Paço Municipal às segundas, quartas e sextas-feiras, das 9h às 16h, pelo telefone (19) 3841-7323 ou (19) 3891-5300. Ajudante de montador de automóveis - 1 vaga; Assistente administrativo (a) - 1 vaga; Atendente de locação - 1 vaga; Auxiliar administrativo (a) - 1 vaga; Auxiliar de contabilidade - 1 vaga; Auxiliar de cozinha - 1 vaga; Auxiliar mecânico (a) de refrigeração - 1 vaga; Auxiliar técnico (a) de refrigeração - 1 vaga; Carpinteiro (a) - 1 vaga; Chapeiro (a) - 1 vaga; Cozinheiro (a) industrial - 1 vaga; Estagiário (a) designer gráfico (a) - 1 vaga; Fiscal de piso - 1 vaga; Garçom/garçonete - 1 vaga; Jardineiro (a) - 1 vaga; Mecânico (a) de automóvel - 1 vaga; Mecânico (a) de motor a diesel - 1 vaga; Mecânico (a) de refrigeração industrial - 1 vaga; Mecânico (a) de suspensão - 1 vaga; Mecânico (a) de suspensão - 1 vaga; Montador (a) de móveis - 1 vaga; Motorista de caminhão truck - 1 vaga; Motorista operador (a) de betoneira - 1 vaga; Operador (a) de furadeiras - 1 vaga; Operador (a) de guindaste móvel - 1 vaga; Operador (a) de retroescavadeira - 1 vaga; Pedreiro (a) - 1 vaga; Pintor (a) de automóveis - 1 vaga; Polidor (a) de automóveis - 1 vaga; Recepcionista atendente - 1 vaga; Repositor (a) de mercadorias - 1 vaga; Vendedor (a) de serviços - 1 vaga; Vendedor (a) interno (a) - 1 vaga. Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas Veja Mais

Cielo aposta em venda maior no e-commerce e investe em TI

Valor Econômico - Finanças A Cielo espera que as transações no e-commerce realizadas na Black Friday superem o movimento visto em 2019, que já foi a data com melhor resultado para o segmento. O presidente da companhia, Paulo Caffarelli, afirmou ao Valor que o volume capturado via e-commerce cresceu 120% em 12 meses, até outubro — excluindo-se o segmento de turismo e transporte, bastante afetado pela pandemia do coronavírus. Mas, mesmo ao incluir estes setores, houve avanço, de 18%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Agenda visa acelerar financiamento privado

Valor Econômico - Finanças Anbima e B3 lançam propostas para incentivar emissões, investimentos e securitização Quando a primeira agenda para impulsionar o mercado de capitais elaborada em conjunto pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e pela B3 chegou às mãos dos então candidatos à presidência em 2018, o Brasil tinha pouco mais de 800 mil investidores pessoas físicas na bolsa. Naquele ano, as empresas do país tiveram uma captação doméstica de R$ 196 bilhões, na maior parte — R$ 126,7 bilhões — por meio de debêntures. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ministério da Saúde se reuniu com cinco laboratórios que estão preparando vacina para a covid-19

Valor Econômico - Finanças Pfizer, Janssen, Bharat Biotech, Fundo Russo de Investimento Direto e Moderna participaram de reunião O Ministério da Saúde informou que se reuniu na semana passada com cinco laboratórios cujas vacinas para a covid-19 encontram-se em fase avançada de desenvolvimento. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mudanças em lei renovam defesa de empresas em disputas sobre PLR

Valor Econômico - Finanças Advogados pedem em processos aplicação retroativa de nova norma O prazo mínimo de 90 dias para assinar acordos de participação em lucros e resultados (PLR) antes do seu pagamento, explícito na Lei nº 14.020, e o fato de o empate no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) passar a ser uma vitória para o contribuinte, com a entrada em vigor da Lei nº 13.988, podem beneficiar centenas de empresas. A estratégia de advogados tributaristas é combinar as duas leis, aprovadas este ano, para derrubar cobranças de contribuições previdenciárias sobre a PLR. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Como agendar uma viagem no aplicativo Uber

canaltech Não quer se atrasar para um compromisso importante? A Uber (Android | iOS) permite agendar viagens com antecedência pelo próprio aplicativo, determinando o dia e o horário de partida. Dessa forma, reduz o risco de não conseguir encontrar motoristas disponíveis na hora da viagem, além de evitar problemas com o trânsito. Vale a pena assinar o Uber Pass? Veja prós e contras Como pagar viagens no Uber usando o Pix Uber ou 99: saiba qual oferece mais vantagens para você Ao deixar uma corrida agendada, o aplicativo enviará a solicitação de viagem para motoristas próximos com alguns minutos de antecedência para o horário determinado. Para isso, no momento do agendamento, é possível escolher um intervalo de tempo para a partida, reduzindo o risco de atrasos. Veja o passo a passo para utilizar o recurso em seu app! Uber: como agendar uma viagem Passo 1: abra o app da Uber e, na busca por uma viagem, selecione o campo "Agora"; -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Toque para agendar uma viagem (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 2: em seguida, toque nas abas para alterar o dia e o horário; Escolha as opções de agendamento (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 3: selecione o dia desejado no calendário e pressione "Ok"; Confirme o dia da viagem (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 4: depois, informe o horário de partida e confirme; Selecione o horário da corrida (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 5: toque em "Definir horário de partida". Na tela seguinte, escolha os locais de partida e chegada. O aplicativo indicará que essa viagem está sendo agendada, aplicando um intervalo de dez minutos para o início; Escolha os endereços de partida e chegada (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Passo 6: confirme a estimativa de valor, selecione a forma de pagamento e toque em "Agendar". As viagens agendadas ficam armazenadas na seção "Viagens", no menu principal. Confirme o pedido (Imagem: André Magalhães/Captura de tela) Qual seu aplicativo de viagens favorito? Deixe sua opinião nos comentários! Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Veja Mais

Mineira de Juiz de Fora será a primeira brasileira a presidir Tribunal da ONU

O Tempo - Política Martha Halfeld de Mendonça Schmidt está na corte internacional desde 2015 Veja Mais

Justiça da Pensilvânia rejeita ação de Trump que alegava 'fraude eleitoral'

O Tempo - Mundo Democrata Joe Biden deve ser certificado como vencedor no Estado nesta segunda-feira (23) Veja Mais

Malha de carbono pode triplicar vida útil de pontes e viadutos

Malha de carbono pode triplicar vida útil de pontes e viadutos

Tecmundo Reparar estruturas de concreto é um trabalho constante por conta da ação do tempo e das intempéries – aumentar a vida útil não somente das construções como também dos reparos é o que faz o método de reforço estrutural desenvolvido por pesquisadores do Instituto Coreano de Engenharia Civil e Tecnologia de Construção (KICT), usando uma malha de carbono não inflamável e uma argamassa de cimento 50% reforçada com escória de alto-forno (um subproduto da produção de ferro gusa, que é seco e moído).O produto foi pensado para a situação da Coreia do Sul (mais de 90% da infraestrutura do país foi erguida em concreto, de edifícios a pontes, postes e túneis), mas pode ter aplicações em qualquer lugar. Leia mais... Veja Mais

Bolsonaro diz, no G20, que Brasil vai assumir compromisso com a sustentabilidade

O Tempo - Política "Estamos cientes de que os acordos comerciais sofrem cada vez mais influência da agenda ambiental", afirmou o presidente Veja Mais

As 5 categorias mais esperadas pelos consumidores na Black Friday

As 5 categorias mais esperadas pelos consumidores na Black Friday

Tecmundo A Black Friday está chegando, e muitos são os consumidores que estão se preparando para as compras. Os mais organizados já fizeram uma lista dos itens que estão precisando, compararam preços e até pediram aumento de limite no cartão de crédito. Já outros podem ainda não saber o que comprar nesse período de promoções.Se você é um dos que ainda não pensou com que gastar o seu suado dinheiro, aqui vai uma boa notícia: com base em um estudo realizado pelo NZN Intelligence, definimos quais são as cinco categorias mais esperadas pelos consumidores nesta Black Friday. Estamos falando dos produtos que serão mais disputados e provavelmente receberão mais atenção por parte dos comerciantes e lojistas. Se você ainda não sabe o que comprar, considere ficar de olhos nos itens dessas categorias para não errar nas compras.Leia mais... Veja Mais

Huawei desistiu: P40 Pro em Aurora Green vaza no Weibo mostrando elegância

tudo celular Sexta cor para o flagship ficou de fora do circuito comercial, mas deu as caras na rede social chinesa. Veja Mais

Países em desenvolvimento precisam de trilhões de “trade finance”, diz OMC

Valor Econômico - Finanças No G20, organização pediu uma forte cooperação entre as instituições financeiras internacionais O financiamento às exportações e importações para países em desenvolvimento precisa ser restaurado com urgência, conclamou a Organização Mundial do Comércio (OMC) durante a cúpula virtual do G20. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

G20 apoia amplo acesso global a vacinas contra covid-19

Valor Econômico - Finanças Com 13% da população mundial, os países ricos já encomendaram mais da metade das doses Os líderes das maiores economias desenvolvidas e emergentes, reunidos no G20, se comprometem a assegurar acesso equitativo globalmente a vacinas, terapias e diagnósticos contra o covid-19, e atenuar o peso da dívida das nações mais pobres. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Candidato passa mal e debate é encerrado em Blumenau; veja o vídeo

O Tempo - Política Mário Hildebrant (Podemos) se debruçou na mesa quando comentava fala de seu adversário João Paulo Kleinübing (DEM) Veja Mais

Quilombolas do interior de SP aliam produção orgânica com preservação da origem africana

G1 Economia São mais de 30 famílias que vivem no quilombo Cafundó, onde produzem alimentos para merenda escolar, feiras e cestas para o consumidor. Quilombolas do interior de SP aliam produção orgânica com preservação da origem africana A agricultura está transformando a vida de quilombolas no interior de São Paulo. Na comunidade Cafundó, em Salta de Pirapora, os moradores buscam formas para sair da condição de isolamento. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Os quilombos no Brasil se originaram como comunidades formadas por escravizados, refugiados ou quem tinha sido libertado. No caso do Cafundó, ele surgiu em 1876, quando um fazendeiro doou aos negros uma porção de terras. Com o passar do tempo, parte da área foi sendo perdida, ocupada por grileiros, e os quilombolas ficaram apenas com a vila de casas. O Cafundó foi reconhecido pelo Instituto de Terras de São Paulo (Itesp) como comunidade quilombola, em 1999. O título definitivo das áreas ainda não saiu, mas os quilombolas já conseguem, desde 2012, usar as terras, com a concessão por parte do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Atualmente, a comunidade ainda briga na Justiça para reaver parte das terras que foram griladas. Por lá, mais de 30 famílias vivem hoje no quilombo, em uma área de 218 hectares, parte deles usados para a atividade agrícola. As áreas são coletivas, mas cada quilombola cuida de um pedaço. Além da renda obtida na agricultura, a comunidade recebe recursos de programas de governo e indenização de uma empresa que extrai areia de uma área do quilombo. Com essas rendas, já conseguiram investir em galpões, estufas e trator, por exemplo. A produção A produção agrícola do quilombo sempre foi feita de forma mais natural, sem uso de produto químico, mas também sem tecnologia. Foi aí que os jovens fizeram a diferença. Foram atrás de conhecimento e trouxeram o conceito de agricultura orgânica. Produzir alimentos sem nada de agrotóxicos e, ao mesmo tempo, ganhar mais pelo produto. Foi isso que motivou o Alex, morador que é nascido e criado no quilombo. Há quatro anos, deixou o serviço na construção civil para se dedicar à roça. “Foi na curiosidade mesmo, foi quebrando a cabeça, na verdade. Fiz alguns cursos. Eu sou aquela pessoa que tem a mente aberta... vou, converso…”, explica. A horta dele ocupa 1,5 hectare com irrigação. Será o primeiro do quilombo a receber o selo de produtor orgânico, já está na fase final do processo e vai poder vender para supermercados. De olho no futuro, eles vão diversificando e já produzem milho, mandioca e colheram sua primeira safra de feijão. Do que é arrecadado, 23% fica com a associação que gere o quilombo. O dinheiro serve para pagar os custos do local e também para pagar o salário de um técnico agrícola. As vendas Até a pandemia começar, a renda do quilombo era garantida. Isso porque eles vendiam boa parte da produção para merenda escolar e outra parte ia para feiras. Porém, de um dia pro outro, tudo mudou por causa da pandemia de coronavírus, já que escolas fecharam e as feiras livres ficaram meses sem ocorrer. Só que, ao mesmo tempo, uma surpresa: os pedidos de cestas orgânicas dispararam. “É até engraçado porque, em uma semana, a gente teve só 5 pedidos. Veio a pandemia e, na outra semana, foi para 60 pedidos. A gente ficou em choque, mas, graças a Deus, conseguimos”, relembra a quilombola Amanda Pires, que cuida das contas da associação. Com as vendas de cestas indo bem, em dias de entrega, tem mutirão na comunidade. E as entregas são feitas com a única caminhonete da associação. “Muitos ficam curiosos... ‘o que esses negrinhos estão fazendo nessa caminhonete, entregando uma cesta?’ Tem aquela desconfiança. Em um condomínio onde eu vou, o segurança chegou até a revistar a caminhonete”, diz Alex. Preservação da origem Se o quilombo Cafundó se transformou, muito tem a ver com uma mulher: Regina Pereira, que vive há 17 anos na comunidade e assumiu a causa. “Eu nasci e cresci na cidade, mas quando eu vim aqui para o Cafundó, eu reconheci a minha história. Conversando com eles, eu tive a consciência de que eu também sou quilombola, eu não sabia disso”, conta Regina. Ela liderou as ações para recuperar as terras e ajudou a resgatar a autoestima dos quilombolas, principalmente dos jovens. “Eu procuro falar com os meninos que não tem que ter vergonha de ser negro, afinal de contas a gente fez uma história. Não só aqui no Cafundó, o negro tem uma história importante”, diz. Já os mais velhos da comunidade guardam uma relíquia: a língua dos escravizados, usada por eles até hoje. E a descoberta dessa forma de se comunicar foi fundamental para o reconhecimento do Cafundó como quilombo. Para eles, a língua é uma questão de resistência e sobrevivência. O dialeto se chama cupópia, uma mistura de português com palavras de línguas da região de Angola, uma herança dos antepassados que o quilombo tenta preservar. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural Veja Mais

Covid-19: com mais 181 mortes em 24h, Brasil tem 169.197 óbitos, diz consórcio de imprensa

Valor Econômico - Finanças O Brasil registrou 181 novas mortes por covid-19 e mais de 18 mil novos casos nas últimas 24 horas. Ao todo, o país já tem mais de 6,1 milhões de pessoas infectadas pela covid-19 e 169.197 mortes desde o início da pandemia. O levantamento foi feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de números consolidados até 20h deste domingo (22). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

MGC compra Credigy e se torna terceira em recuperação de ativos

Valor Econômico - Finanças A MGC Holding, especializada em recuperação de crédito, vai se tornar a terceira maior do setor com a aquisição da Credigy Brasil, filial da subsidiária de crédito “distressed” do National Bank of Canada. Segundo o sócio do grupo brasileiro, Eduardo Martins, com a aquisição a holding passa a deter R$ 40 bilhões em direitos creditórios e 19 milhões de contratos. A carteira faz ainda a casa ser a maior gestora independente, ou seja, não vinculada a bancos, de ativos estressados de consumo do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Os 10 filmes mais pirateados da semana (22/11/2020)

canaltech Depois de uma semana de pausa, o ranking com os 10 filmes mais pirateados da semana está de volta. E olha, tá tudo diferente de 15 dias atrás: ao todo, seis filmes novos entraram para a lista. Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Ainda vemos alguns conhecidos, como Borat 2 e Convenção das Bruxas, mas eles estão com bem menos força que duas semanas atrás e ocupam as posições mais baixas do Top 10. A exceção é Mulan, que vem conseguindo se manter no miolo da lista há algum tempo, numa clara demonstração que existe um interesse constante do público pela produção da Disney. Na outra ponta estão três filmes inéditos e que sequer estrearam nos cinemas brasileiros. A medalha de bronze vai para um filme de suspense e terror estrelado pela sempre excelente Sarah Paulson, enquanto a prata ficou com um filme de Natal (se é que podemos falar assim) inusitado estrelado por Mel Gibson. Já o lugar mais alto do pódio fica com um filme de catástrofe e cataclisma global estrelado por Gerard Butler e a brasileira Morena Baccarin. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Os lançamentos da Netflix em novembro de 2020 Os lançamentos do Amazon Prime Video em novembro de 2020 Os lançamentos do Globoplay em novembro de 2020 Ficou curioso? Então confira a lista completa com os 10 filmes mais pirateados da semana que o Canaltech prepara com exclusividade para você com fins meramente informativos. 10. Borat – Fita de Cinema Seguinte   Gravado em sigilo e recebido como uma bomba quando foi revelado, Borat – Fita de Cinema Seguinte dá sequência às peripécias do segundo melhor repórter do glorioso Cazaquistão nos Estados Unidos. Desta vez, o pano de fundo da trama é uma missão "diplomática", com o jornalista incumbido de entregar um macaco, que também é o maior ator pornô do Cazaquistão, ao vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence. A premissa é surreal, mas serve para criticar o governo de Donald Trump e ironizar a cultura de preconceitos dos Estados Unidos. Crítica | Borat 2 mostra que a realidade é mais assustadora que a ficção 9. Convenção das Bruxas   Remake do clássico da fantasia dos anos 1990, Convenção das Bruxas segue um menino órfão que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Lamentavelmente, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a Grã-bruxa do mundo reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos. Crítica | Convenção das Bruxas é uma diversão irresponsável 8. Love and Monsters   Faz sete anos que o mundo foi completamente destruído por monstros gigantescos e quem sobreviveu tem de viver no subsolo para se proteger. É nesse cenário que Joel consegue contatar por rádio sua namorada do colégio, Aimee, que está a 130 km de distância. O sentimento ainda existe e o rapaz percebe que não há mais nada para ele no subsolo. Por isso, decide se aventurar e reencontrar Aimee, enfrentando todos os monstros perigosos que estão em seu caminho. 7. Lego Star Wars: Especial de Festas   Neste especial de final de ano, Rey, Finn, Poe, Chewbacca, C3PO, Darth Vader, Luke e muitos outros personagens da franquia criada por George Lucas viraram bonecos Lego e estão revivendo suas lembranças no Dia da Vida, uma festividade que acontece em Kashyyyk, terra natal dos Wookiees. 6. Mulan   Hua Mulan é a espirituosa e determinada filha mais velha de um guerreiro honrado guerreiro, que já não está mais nos seus melhores dias. Mesmo assim, quando o Imperador da China emite um decreto e determina que um homem de cada família sirva ao exército imperial, ele precisa se apresentar. Mas Mulan decide tomar o lugar do pai e assumir a identidade de Hua Jun, disfarçando-se de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação e provar que também é uma grande guerreira. Crítica | Mulan é um filme 100% independente da animação Assine a Disney+ agora e pague menos de R$ 20 por mês no pacote anual 5. Os Novos Mutantes   Presos em um hospital isolado, cinco jovens mutantes são monitorados por psiquiatras enquanto tentam lidar com traumas do passado. Porém, situações estranhas começam a acontecer e eles finalmente têm noção da extensão de seus poderes e habilidades, que logo são colocados a prova enquanto lutam para tentar sobreviver. Crítica | Novos Mutantes teria sido melhor com a ajuda da franquia X-Men Novos Mutantes | 8 maiores diferenças entre o filme e as HQs da Marvel 4. Jiu Jitsu   A cada seis anos, uma ordem antiga de lutadores especializados em Jiu-jitsu enfrenta uma invasão alienígena numa batalha para salvar a Terra e a humanidade. Mas tudo pode estar por um triz, pois Jake Barnes, um famoso herói de guerra de mestre da arte marcial, foi encontrado ferido e com amnésia pelo exército e se recusa a enfrentar o líder dos invasores. Caberá a Wylie e uma equipe de companheiros de Jiu-jitsu ajudá-lo a recuperar a memória e suas forças. 3. Fuja   O filme acompanha uma adolescente que passou a vida inteira reclusa com sua mãe e agora descobriu um segredo terrível que foi mantido longe dela por anos. Mas será que o tal segredo é algo real ou apenas fruto da imaginação de alguém que ficou tantos anos trancafiado? 2. Fatman   E se, em vez do bom velhinho, o Papai Noel for um sujeito doido por uma pinga, sedento por violência e amargurado por seus negócios estarem indo ralo abaixo? É esse o Papai Noel interpretado por Mel Gibson: um velho desordeiro e nada ortodoxo que está lutando contra a falência. Enquanto isso, um garoto de 12 anos contrata um assassino para matar o Bom Velhinho para vingar o último presente de Natal que recebeu: um pedaço de carvão. 1. Destruição Final - O Último Refúgio   Uma família está lutando para sobreviver enquanto um cometa está perto de colidir com a Terra. O clima é de terror e a histeria está por todos os lados, revelando o melhor e o pior da humanidade enquanto John, sua esposa Allison e seu filho Nathan embarcam numa jornada em busca de um lugar para se protegerem do apocalipse global. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) WhatsApp libera recursos avançados de papel de parede para Android e iOS Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Veja Mais

Ao menos 13 pessoas morrem em dois massacres na Colômbia neste domingo

O Tempo - Mundo Guerrilheiros do ELN, dissidentes das FARC, paramilitares e narcotraficantes estão lutando pelas receitas do narcotráfico e da mineração ilegal no departamento de Cauca Veja Mais

OEA faz críticas em série à Justiça Eleitoral após primeiro turno

Valor Econômico - Finanças Missão de observadores sugeriu a criação de um sistema de registro de violência política Uma missão de observadores da OEA (Organização dos Estados Americanos) que acompanhou as eleições municipais no primeiro turno elogiou os esforços para a realização do pleito no Brasil em plena pandemia, mas fez uma série de críticas à Justiça Eleitoral em pontos como acompanhamento público do uso do fundo eleitoral e a análise jurídica das candidaturas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Guedes diz que Brasil tem mantido suporte e faz retirada gradual de estímulos

Valor Econômico - Finanças Ministro da Economia afirma que o país está praticando a recomendação do FMI O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao Valor que o Brasil está praticando a recomendação do FMI, reiterada na reunião de hoje do G20, de manter suporte para a economia enquanto se tem crise de saúde. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Concurso de animais mais engraçados anuncia campeão nesta terça; veja as fotos

O Tempo - Mundo A iniciativa deriva do “Comedy Wildlife Photography Awards”, promovida pelos mesmos autores, e pagará 3.000 libras esterlinas à fotografia mais divertida submetida Veja Mais

Após recordes de desmatamento e queimadas, Bolsonaro diz no G20 que sofre 'ataques injustificados' de 'nações menos competitivas e menos sustentáveis'

G1 Economia Presidente ressaltou que Brasil dedica uma pequena área do território para agricultura e que tem grande área de vegetação ainda preservada. Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que exemplos citados pelo presidente não credenciam o país como exemplo de preservação. O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (22), em discurso no segundo dia de reunião de cúpula do G20, que seu governo vai "continuar protegendo" a Amazônia, o Pantanal e todos os outros biomas do país. A declaração ocorre em meio à divulgação de dados que apontam para aumento do desmatamento da floresta e para número recorde de queimadas no Pantanal neste ano. A aceleração da destruição dos dois biomas gerou críticas ao governo dentro e fora do país. Em seu discurso, Bolsonaro citou dados para afirmar que se baseia na "realidade dos fatos" e não em "narrativas", mas especialistas ouvidos pelo G1 contestam as afirmações do presidente. "O hino nacional de meu país diz que o Brasil é gigante pela própria natureza. Estejam certos de que nada mudará isso. Vamos continuar protegendo nossa Amazônia, nosso Pantanal e todos os nossos biomas", afirmou Bolsonaro. Em carta, órgãos ambientais e empresários responsabilizam o governo federal pelo comércio ilegal de madeiras STF começa a julgar ações que questionam decisão do Conama de revogar proteção a manguezais O discurso do presidente não foi transmitido pelo G20, mas sim divulgado pela Palácio do Planalto. A reunião do grupo, que reúne as 20 maiores economias do mundo, está sendo presidida pela Arábia Saudita e ocorre neste ano de maneira virtual, devido à pandemia do novo coronavírus (leia a íntegra do discurso ao final desta reportagem). No sábado (21), primeiro dia de reunião do G20, Bolsonaro também discursou. O presidente abordou questões comerciais e a vacina para a Covid-19, mas também falou sobre as manifestações antirracismo que vêm sendo registradas no país depois do espancamento e morte de um cidadão negro no Rio Grande do Sul. Críticas à política ambiental A política ambiental do governo Bolsonaro e os números que apontam para aumento do desmatamento e das queimadas no país têm gerado pressões internacionais e ameaças de países de boicote a produtos brasileiros. Também têm dificultado o andamento do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. O governo brasileiro vem apontando interesses comerciais nas críticas e que elas têm objetivo de prejudicar produtos nacionais, especialmente os ligados ao agronegócio. No discurso deste domingo, Bolsonaro voltou a atacar os críticos. Afirmou que o Brasil, com sua produção agrícola e pecuária, alimenta "quase um bilhão e meio de pessoas" enquanto mantém mais de 60% do território preservado, e que os ataques ao país partem de "nações menos competitivas" no agronegócio. "Ressalto que essa verdadeira revolução agrícola no Brasil foi realizada utilizando apenas 8% de nossas terras. Por isso, mais de 60% de nosso território ainda se encontra preservado com vegetação nativa. Tenho orgulho de apresentar esses números e reafirmar que trabalharemos sempre para manter esse elevado nível de preservação, bem como para repelir ataques injustificados proferidos por nações menos competitivas e menos sustentáveis", afirmou. Agropecuária foi responsável por 90% da perda de vegetação natural do Brasil, aponta levantamento O engenheiro florestal Tasso Azevedo, coordenador da ONG Mapbiomas, diz que na verdade o Brasil tem 67% do seu território com vegetação nativa, considerando o que está degradado e que está regenerando. "A gente estima que, desse total [de vegetação nativa] que existe no Brasil, pelo menos um terço já foi desmatado alguma vez ou já foi fortemente degradado. Então o número correto seria mais ou menos alguma coisa como 45%, 50%" - Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas "[Dizer que] se encontra preservado não é uma frase correta - se encontra coberto com vegetação nativa. Parte já foi desmatada e parte já foi muito degradada - com fogo, exploração ilegal", conta Tasso. Como o G1 mostrou na série Desafio Natureza, mesmo áreas que deveriam contam com preservação garantida em demarcação sofrem com desmatamento. Áreas da Amazônia que deveriam ter 'desmatamento zero' perdem 6 cidades de SP em três décadas O especialista em gestão ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Raoni Rajão também rebate a afirmação. "É errado dizer que mais de 60% do Brasil está preservado. Mais de 60% do Brasil está com vegetação nativa. E isso inclui, por exemplo, os pampas, onde você tem pecuária. Isso inclui os campos gerais onde você tem pecuária. Inclui também, por exemplo, todas as áreas florestais onde tem extrativismo", diz Rajão. "Quando uma área é de preservação, voltada para a preservação integral, isso significa que ela não pode ser explorada (para fins econômicos). E essas áreas elas são muito pouco do território nacional". As unidades de conservação de proteção ambiental integral alcançam 9,9% do território nacional, segundo um levantamento da UFMG, com dados ICMBio, Incra, Funai, SFB e MMA. Área usada pela agropecuária Sobre a fala de Bolsonaro de que a revolução agrícola no Brasil "foi realizada utilizando apenas 8% de nossas terras", o professor Raoni Rajão diz que o dado é "distorcido". "De fato, por volta de 8% a 10% do território nacional é voltado para culturas agrícolas, soja, milho, e etc. Mas você precisa somar mais uns 20% das áreas voltadas para a pecuária. Então falar que foi 8% que deu independência alimentar para o Brasil é errado. E os outros 20% da pecuária?", questiona Rajão. Mirante mostra a Floresta Nacional do Tapajós e o Rio Tapajós ao fundo Marcelo Brandt/G1/Arquivo 'Firme compromisso' Em outro ponto do discurso, Bolsonaro disse que o governo brasileiro "mantém o firme compromisso de continuar a preservar nosso patrimônio ambiental" e de "buscar o desenvolvimento sustentável em sua plenitude, de forma a integrar a conservação ambiental à prosperidade econômica e social." Ele defendeu o esforço dos países na redução das emissões de carbono, que são responsáveis pelo processo de aquecimento global. E afirmou que o Brasil tem "a matriz energética mais limpa entre os países integrantes do G20" e responde hoje "por menos de 3% da emissão de carbono" apesar de ser "uma das 10 maiores economias do mundo." "O que apresento aqui são fatos, e não narrativas. São dados concretos e não frases demagógicas que rebaixam o debate público e, no limite, ferem a própria causa que fingem apoiar" - Jair Bolsonaro Tasso Azevedo aponta que o percentual de 3% é um fato, mas ele isoladamente não credencia o Brasil como um bom exemplo. O especialista aponta a comparação da emissão média per capita: a do mundo é de 7,1 toneladas de CO² e a do Brasil é de 10,4 toneladas de CO². "Falar que a gente tem 3% das emissões globais, embora seja uma das 10 maiores economias, não quer dizer absolutamente nada. Basta pegar o tamanho do nosso PIB versus o PIB global, é muito menos do que 3%. (...) O que importa é a emissão per capita - a emissão per capita do Brasil é maior do que a do mundo. A gente ajuda a piorar a média do mundo, não o contrário." - Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas No mais recente levantamento do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG), divulgado pela organização não-governamental Observatório do Clima (OC), foi verificado que as emissões dos gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 9,6% em 2019, em comparação com 2018. Emissões de gases do efeito estufa sobem 9,6% em 2019 na comparação com 2018, aponta Observatório do Clima Agricultura e acordos comerciais Bolsonaro também disse que, nos últimos 40 anos, o Brasil passou da condição de importador de alimentos para ser um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. "Esse processo de transformação da agricultura brasileira resulta de décadas de inovação e desenvolvimento, incorporando grandes ganhos tecnológicos em eficiência e produtividade", afirmou. Durante sua fala, Bolsonaro destacou os acordos comerciais firmados entre o Brasil e os EUA sobre facilitação do comércio, boas práticas regulatórias e combate à corrupção. "Estamos construindo um país aberto para o mundo, disposto, não apenas a buscar novos acordos comerciais, mas também a assumir novos e maiores compromissos nas áreas do desenvolvimento e da sustentabilidade", disse. Ao mesmo tempo em que o governo busca uma maior abertura econômica, com aumento no volume de comércio, ele afirmou estar ciente de que "os acordos comerciais sofrem cada vez mais influência da agenda ambiental". Em junho, um grupo responsável por investimentos de cerca de R$ 20 trilhões enviou uma carta aberta às embaixadas brasileiras de oito países. Eles se mostraram preocupados com o aumento do desmatamento no Brasil. Nos últimos meses, nações europeias, como a França, têm se manifestado contra o acordo comercial fechado com o Brasil. Em conjunto com outros países da União Europeia, o país pretende impor condições ambientais para que as negociações prossigam. O professor Raoni Rajão ainda pondera que, se por um lado há interesse da indústria europeia de limitar as importações, essas iniciativas não ocorrem como alegada pela diplomacia brasileira. "Por exemplo, a Europa quer limitar a importação de carnes in natura, porque compete com produtos de alguns países, como a França. Mas o agronegócio europeu quer continuar comprando soja, porque essa carne bovina, suína, produzida na Europa, ela depende da soja barata brasileira para poder produzir. Então fazer uma acusação de que tudo isso faz parte de um complô é uma visão muito simplista", analisa Rajão. Leia a íntegra do discurso "Senhoras e Senhores, Primeiramente, parabenizo a Arábia Saudita por ter escolhido como tema central de sua presidência o lema “Realização das Oportunidades do Século 21 para Todos”. Aproveito para também parabenizar os demais membros do G20 pelas oportunas iniciativas desenvolvidas ao longo do ano. Além dos muitos instrumentos acordados, houve frutífera troca de experiências e disseminação de melhores práticas sobre diversos temas. Destacamos o acesso universal à saúde, à educação e à economia digital, bem como a inclusão financeira de todos os cidadãos. Senhoras e Senhores, O Brasil é um país resiliente. Queremos um futuro de desenvolvimento sustentável e repleto de oportunidades para a nossa população. Meu governo tem promovido a abertura de nossa economia, com vistas a uma maior integração do Brasil aos fluxos de comércio e investimento mundiais. São demonstrações do nosso empenho os acordos comerciais negociados pelo MERCOSUL com a União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio, a EFTA. Também já iniciamos tratativas com a Coreia do Sul e com o Canadá. Destaco, igualmente, os recentes acordos firmados entre o Brasil e os EUA sobre facilitação do comércio, boas práticas regulatórias e combate à corrupção. Estamos construindo um país aberto para o mundo, disposto, não apenas a buscar novos acordos comerciais, mas também a assumir novos e maiores compromissos nas áreas do desenvolvimento e da sustentabilidade. Ao mesmo tempo em que buscamos maior abertura econômica, estamos cientes de que os acordos comerciais sofrem cada vez mais influência da agenda ambiental. Por isso, vamos à realidade dos fatos. Nos últimos 40 anos, o Brasil passou da condição de importador de alimentos para o patamar de um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. Esse processo de transformação da agricultura brasileira resulta de décadas de inovação e desenvolvimento, incorporando grandes ganhos tecnológicos em eficiência e produtividade. Hoje, nosso País exporta volume imenso de produtos agrícolas e pecuários sustentáveis e de qualidade. Alimentamos quase um bilhão e meio de pessoas e garantimos a segurança alimentar de diversos países. Ressalto que essa verdadeira revolução agrícola no Brasil foi realizada utilizando apenas 8% de nossas terras. Por isso, mais de 60% de nosso território ainda se encontra preservado com vegetação nativa. Tenho orgulho de apresentar esses números e reafirmar que trabalharemos sempre para manter esse elevado nível de preservação, bem como para repelir ataques injustificados proferidos por nações menos competitivas e menos sustentáveis. Durante os desafiadores meses da pandemia, nossa agropecuária se manteve ativa e crescentemente produtiva. Honramos todos os nossos contratos. Para promover o desenvolvimento sustentável, reconhecemos a contribuição do conceito de Economia Circular de Baixa Emissão de Carbono, baseada nos “4Rs”: Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Remover. Entendemos que esforço deve ser concentrado no primeiro “R”, que é a “Redução” das emissões de carbono. No cenário mundial, somos responsáveis por menos de 3% da emissão de carbono, mesmo sendo uma das 10 maiores economias do mundo. Por isso, também nesse aspecto, mais uma vez tenho orgulho de dizer que o Brasil possui a matriz energética mais limpa entre os países integrantes do G20. Mantemos o firme compromisso de continuar a preservar nosso patrimônio ambiental. Também mantemos a determinação de buscar o desenvolvimento sustentável em sua plenitude, de forma a integrar a conservação ambiental à prosperidade econômica e social. O que apresento aqui são fatos, e não narrativas. São dados concretos e não frases demagógicas que rebaixam o debate público e, no limite, ferem a própria causa que fingem apoiar. O hino nacional de meu país diz que o Brasil é gigante pela própria natureza. Estejam certos de que nada mudará isso. Vamos continuar protegendo nossa Amazônia, nosso Pantanal e todos os nossos biomas. Contem com o meu país e com o meu povo para tornar o mundo realmente mais desenvolvido e mais sustentável. Muito obrigado." VÍDEOS: mais vistos dos últimos 7 dias Veja Mais

Eduardo Bolsonaro pressiona para que voto impresso seja pauta prioritária

O Tempo - Política No Twitter, deputado federal defendeu conversar com candidatos à presidência da Câmara para tratar da matéria Veja Mais

Como subir capa no Free Fire

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Tecmundo Free Fire é um dos jogos grátis de maior sucesso nos celulares graças ao seu gameplay battle royale extremamente acessível. Ainda assim, para vencer as partidas e se destacar, é preciso aprender habilidades e técnicas mais avançadas, como subir capa!Subir capa consiste no ato de ajustar a mira manualmente a fim de deslocar o cursor até a cabeça dos rivais, garantindo que os seus tiros sejam ainda mais letais. Basicamente você se adianta ao recuo de mira causado pelos disparos, garantindo que já no primeiro tiro cause o máximo de dano com um headshot.Leia mais... Veja Mais

Críticas ambientais ao Brasil são feitas por países menos competitivos, diz Bolsonaro

Valor Econômico - Finanças Presidente discursou neste domingo para a cúpula do G20, que se reuniu virtualmente Em discurso à cúpula do G20, o presidente Jair Bolsonaro disse que as críticas de outros países à política ambiental brasileira são “ataques injustificados proferidos por nações menos competitivas e menos sustentáveis”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Empresa brasileira desenvolve plástico filme que inativa o coronavírus

canaltech De roupas antivirais até um saco de lixo que inativa o novo coronavírus (SARS-CoV-2), a indústria adotou — e ainda adota — a inovação para combater a COVID-19. Agora, uma empresa brasileira apresenta um filme plástico de PVC, transparente e esticável, para embalagem de alimentos e capaz de inativar este agente infeccioso através do contato. Roupas antivirais: entenda como funciona a proteção extra contra a COVID-19 COVID-19 | Primeira frota de ônibus com tecido antiviral chega a São Paulo Saco de lixo "made in Brazil" é capaz de eliminar o coronavírus Comercializado pela indústria de plásticos Alpfilm, esse polímero é composto por micropartículas de prata e sílica que conseguem inativar o coronavírus. Antes da pandemia, o produto já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas, mas evoluiu — com a inclusão de partículas de prata — para assegurar a capacidade antiviral. Plástico filme tem ação antiviral contra o coronavírus (Imagem: Divulgação/Alpfilm) Essa tecnologia antiviral foi, inicialmente, desenvolvida e licenciada pela empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas. Somente depois, adotada para o uso de plástico filme. Nesse formato, por exemplo, pode auxiliar supermercados na hora de expor produtos, como carnes e frios, evitando a contaminação das emabalagens. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Plástico filme contra a COVID-19 Para verificar a eficácia do material, os pesquisadores conduziram testes no laboratório de biossegurança de nível 3, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). Nos experimentos, o plástico filme conseguiu eliminar 79,9% de partículas do novo coronavírus em três minutos e 99,99% em até 15 minutos. “A eliminação do vírus pelo material foi extremamente eficaz e em um curto tempo. É uma aplicação bem diferenciada dos mais de 40 produtos com ação contra o novo coronavírus que já testamos desde o começo da pandemia”, comenta Lúcio Freitas Júnior, pesquisador do ICB-USP. De forma geral, os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram uma redução de quase 100% das cópias do SARS-CoV-2 que entraram em contato com amostras do filme plástico, após 15 minutos de exposição ao material. “Levando em conta que o filme é utilizado para embalar alimentos que ficam expostos e são muito manipulados em supermercados, 15 minutos para eliminar totalmente o novo coronavírus na superfície do material é um tempo bastante satisfatório”, afirma Luiz Gustavo Pagotto Simões, diretor da Nanox. Tecnologia contra o coronavírus “Como as micropartículas de prata têm registro da FDA [agência regulamentadora de alimentos e fármacos dos Estados Unidos] e integram uma lista positiva da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], há um limite máximo do aditivo que pode ser incluído em materiais usados como embalagens de alimentos para impedir a migração da prata. Por isso, a concentração do aditivo nesse tipo de material plástico tem que ser um pouco menor”, explica Simões. Para o futuro da tecnologia, “também estamos obtendo boas respostas em estudos para avaliação da aplicação da solução em matérias-primas utilizadas no setor de construção civil, como MDF para pisos laminados e tintas”, completa Simões. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: O universo é realmente escuro? Sonda que viaja além de Plutão ajuda a responder Sistema do Google rival do WhatsApp, RCS é lançado globalmente Realme promete celulares a preços acessíveis em todas as categorias no Brasil Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (21/11/2020) Lançamentos da Netflix na semana (20/11/2020) Veja Mais

Dois em cada três policiais assassinados são pretos ou pardos

Valor Econômico - Finanças 65,1% dos 172 policiais assassinados no Brasil em 2019 eram negros O soldado Vitor de Oliveira Farias, 33, estava de serviço na região do Jardim Ângela, extremo sul da capital paulista, na manhã de 23 de junho do ano passado, quando recebeu a comunicação de um roubo em andamento. Foi até o local e conseguiu render um ladrão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

'Smart City' é tipo aquela cidade dos Jetsons?

'Smart City' é tipo aquela cidade dos Jetsons?

Tecmundo Existem algumas reações comuns quando alguém escuta pela primeira vez o termo cidade inteligente: "Minha cidade é burra?" ou "Smart city é tipo aquela cidade dos Jetsons?". Esse é o problema dos rótulos, e nada é mais natural na cabeça das pessoas do que criar um rótulo para uma palavra ou situação desconhecida. Cidade inteligente deriva do inglês smart city. A tradução para inteligente não reflete exatamente o que a palavra smart carrega.Leia mais... Veja Mais

Brasil não participa de evento no G20 sobre preservação do planeta

Valor Econômico - Finanças Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi um dos oradores do encontro virtual Depois de não ter participado de um evento paralelo no G20 sobre a pandemia de covid-19, o Brasil tampouco participou neste domingo (22) de um evento sobre questões ambientais no qual um dos oradores foi o presidente dos EUA, Donald Trump. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pesquisa do Ibope registra virada de Davi Almeida em Manaus

Valor Econômico - Finanças Ex-governador lidera intenções de voto com 47%; Amazonino Mendes aparece com 32% O ex-governador Davi Almeida (Avante) ultrapassou o ex-governador Amazonino Mendes (Podemos) e lidera agora a disputa pela prefeitura de Manaus, segundo pesquisa do Ibope divulgada neste sábado (21). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Plataforma disponibiliza 160 vagas de TI com salários de até R$ 12 mil

Plataforma disponibiliza 160 vagas de TI com salários de até R$ 12 mil

Tecmundo Nos próximos cinco anos, as profissões envolvendo a área da Tecnologia da Informação (TI) estarão entre as 15 mais demandadas pelo mercado de trabalho. O cenário divulgado recentemente pela consultoria Guia de Carreira é um termômetro que demonstra o crescimento contínuo do setor. Na trampos.co - plataforma que conecta talentos de comunicação e tecnologia à empresas de todo o Brasil - por exemplo, hoje há mais de 160 oportunidades de emprego disponíveis com salários até R$ 12 mil. As vagas abertas são voltadas para profissionais de todo o País, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Existem também ocupações para trabalho remoto (home office).Para os adeptos ao formato de prestação de serviço (PJ), atualmente estão disponíveis três oportunidades para Arquiteto(a) da Informação, em São Paulo (SP), com remuneração entre R$ 11 mil e R$ 12 mil. Para se candidatar, é necessário ter profundo conhecimento e experiência prática com arquitetura de informação e usabilidade, além de conhecimento em Sketch, Adobe XD, Axure, Miro, Photoshop e pacote Office. Leia mais... Veja Mais