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Kamala Harris vende apartamento de luxo em Washington por R$ 11 milhões

Valor Econômico - Finanças O imóvel se valorizou um pouco após a compra pela vice-presidente, em 2017 Kamala Harris, 56 anos, passou a residir na Blair House, próxima à Casa Branca, enquanto o Observatório Naval, casa oficial da vice-presidência americana, passa por reformas. Sem precisar se preocupar com moradia pelos próximos quatro anos, ela está se desfazendo do apartamento em que morava em Washington. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Entenda como funciona uma CPI e os poderes da que investigará ações na pandemia

O Tempo - Política O objetivo dos senadores da minoria é apurar ações do governo Jair Bolsonaro na pandemia Veja Mais

Roda futurista se dobra feito origami e deve auxiliar na exploração espacial

canaltech Toda vez que se ouve "alguém quer reinventar a roda", a frase soa com um tom meio pejorativo, dando a ideia de que querem mexer com algo que já funciona muito bem. Neste caso, a reinvenção faz todo sentido: cientistas da Coreia do Sul criaram uma roda futurista inspirada na técnica do origami e que é capaz de se dobrar, facilitando a transição entre diferentes terrenos e com possíveis aplicações bem interessantes. Pneus de bikes do futuro não deverão conter ar Rumo a Marte: rover Perseverance terá rodas especiais e paraquedas de kevlar Robô russo que esteve na ISS vai ganhar rodas para explorar o Sistema Solar Em japonês ori significa "dobrar", e kami, "papel". Tradicionalmente, as figuras representadas são elementos da natureza, como animais e plantas, sendo que cada um tem um significado específico. No caso dos pneus, a “dobradura” acontece quando eles mudam de forma, alterando a própria estrutura enquanto rodam por determinados tipos de superfície, dando mais autonomia ao veículo já que não é necessário parar para fazer isso. Estrutura móvel torna as rodas dobráveis  (Imagem: Reprodução/Science Robotics) Como funciona Os pneus “dobráveis” utilizam bombas d’água para fazer a transição entre as formas de acordo com a pressão aplicada pelo sistema. O peso suportado pelo conjunto ultrapassa uma tonelada mesmo durante as mudanças nos formatos da estrutura que ocorrem em movimento. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.-   Rodas semelhantes já foram apresentadas no passado, mas elas não eram eficientes ao transportar grandes quantidades de carga e mudar de forma ao mesmo tempo. A novidade agora é que os “pneus origami” possuem membranas flexíveis que estufam como uma gaita de fole, dando flexibilidade às bordas da roda, enquanto o centro permanece rígido. Este novo conceito garante maciez e flexibilidade quando o pneu precisa absorver irregularidades e impactos vindos da superfície. É a mesma abordagem de um pneu de borracha comum, a diferença é que este tipo de banda de rodagem é capaz de lidar melhor com qualquer tipo de terreno. Se o veículo estiver rodando em uma estrada asfaltada e de repente precisar se aventurar por uma trilha off road, por exemplo, o pneu origami vai dar conta do recado. Rodas se adaptam a qualquer tipo de terreno (Imagem: Reprodução/Science Robotics) Já posso comprar? Por enquanto, a roda dobrável está em fase de testes e a aplicação dela em veículos convencionais ainda é improvável. O potencial desta nova tecnologia está no desenvolvimento do conceito e na ampla variedade de uso em futuras missões espaciais. “Se um rover lunar ou de Marte tivesse a capacidade de alternar entre os formatos de roda ao se mover de rochas para areia macia, isso poderia ajudar suas rodas a ter um desempenho mais otimizado e estender sua vida útil”, disse um dos responsáveis pelo projeto, o pesquisador Dae-Young Lee. Rodas podem ser usadas em missões espaciais  (Imagem: Reprodução/Science Robotics) A equipe de cientistas da Coréia do Sul, que também contou a ajuda de pesquisadores da Universidade de Harvard e da empresa Hankook Tire and Technology, acredita que ainda não é possível colocar o protótipo no mercado de forma competitiva. A ideia é integrar a tecnologia de rodas dobráveis à fabricação de pneus de borracha até que a produção em massa seja economicamente viável. Se no passado a fabricação de um objeto redondo, que podia se locomover com mais facilidade, fez a raça humana dar um passo adiante no desenvolvimento da tecnologia, agora os pesquisadores esperam que a descoberta revolucione o sistema de transporte, não só aqui na Terra, mas também em outros planetas. Você gostaria que seu próximo carro viesse com um “pneu origami” de fábrica? Comente. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Dois satélites podem ter colidido acima do Ártico nesta sexta-feira (9) Propulsão nuclear seria capaz de nos levar a Netuno em apenas 10 anos Ingenuity move suas hélices e se prepara para voar em Marte; veja o video 10 anos de Game of Thrones | HBO divulga novo trailer da 8ª temporada Como se tornar um astrônomo amador? Veja Mais

Argentina estuda controle de preço do petróleo em projeto de lei

Valor Econômico - Finanças Limite evitaria que ondas compradoras nos mercados elevem preços de combustíveis; além disso, piso desencorajaria grandes petroleiras de sair do depósito de gás de xisto no sul do país O governo da Argentina busca controles de longo prazo dos preços do petróleo, enquanto o país corre contra o tempo para desenterrar seu tesouro de gás de xisto na Patagônia. A ideia de estabelecer um teto e um piso para os preços domésticos do petróleo está sendo elaborada em projeto de lei que visa estimular investimentos em petróleo e gás, disse o ministro da Produção, Matias Kulfas, em entrevista na quinta-feira (8). Um limite evitaria que ondas compradoras nos mercados de petróleo elevem os preços dos combustíveis. Além disso - algo crucial para as ambições da Argentina para o gás de xisto -, um piso desencorajaria grandes petroleiras de sair de um ativo marginal como o depósito de Vaca Muerta se os mercados entrarem em colapso. “O que queremos estruturalmente é uma solução que preveja problemas de volatilidade”, disse Kulfas. O governo do presidente Alberto Fernández está em fase de elaboração do projeto de lei, que será enviado este ano ao Congresso para debate entre parlamentares. A aprovação de controles aprovados por lei enviaria um sinal claro sobre as regras sob as quais empresas podem produzir petróleo na Argentina nos próximos anos, quando o espectro de pico de demanda ameaça manter enormes recursos enterrados em Vaca Muerta. Petroleiras têm produzido 137.500 barris de petróleo por dia no depósito de gás de xisto praticamente inexplorado no sul do país, segundo o jornal Río Negro. Em comparação, a Bacia Permiana nos EUA deve produzir 4,6 milhões de barris de petróleo por dia em maio. A Argentina tem o hábito de interferir nos mercados de energia. No ano passado, quando as cotações do petróleo despencaram, o governo estabeleceu um preço mais alto para sua commodity. Recentemente, empresas também concordaram em ajudar refinarias pressionadas pelo governo a manterem os preços da gasolina sob controle. Projeto de exploração de gás em Vaca Muerta, Argentina Divulgação Veja Mais

Cinco saídas para desatar o nó do Orçamento “fictício” aprovado pelo Congresso

Valor Econômico - Finanças O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 22 de abril para sancionar o Orçamento Geral da União de 2021, aprovado com grande atraso no fim do mês passado pelo Congresso Nacional. O texto construído por deputados e senadores foi considerado “fictício” e “inexequível” pelo Ministério da Economia e por boa parte dos especialistas da área, por conta da redução da estimativa de despesas obrigatórias (principalmente Previdência) em R$ 26,5 bilhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

"FUTEBOL É F***!" Resenha ESPN com Gustavo Gómez, zagueiro do Palmeiras (Programa Completo)

Fox Sports Brasil Quer saber tudo sobre o melhor do esporte? Acesse o ESPN.com.br e inscreva-se no nosso canal! https://www.espn.com.br/ ➡ Facebook: https://facebook.com/foxsportsbrasil ➡ Twitter: https://twitter.com/foxsportsbrasil ➡ Instagram: https://instagram.com/foxsportsbrasil ➡ Facebook: https://www.facebook.com/espnbrasil ➡ Twitter: https://twitter.com/ESPNBrasil ➡ Instagram: https://www.instagram.com/espnbrasil Vamos JuntosNaTorcida! #Palmeiras #GustavoGomez #Futebol Veja Mais

Como Lil Nas X emplacou mais um hit comprando briga com igreja, políticos e até com a Nike

G1 Pop & Arte Depois de viralizar 'Old town road', rapper voltou ao topo da parada americana com provocação a religiosos e 'tênis do diabo. Semana Pop explica a polêmica da música 'Montero'. Semana Pop explica polêmica em torno do novo hit de Lil Nas X Lil Nas X conseguiu de novo: depois do viral "Old town road", emplacou mais um hit. Mas, dessa vez, o sucesso acabou o envolvendo em uma briga com conservadores famosos dos Estados Unidos. Neste sábado (10), o Semana Pop explica por que a música "Montero (Call me by your name)" causou tanta polêmica. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Alta dos juros pode se tornar ineficaz para controlar a inflação; entenda

G1 Economia Analistas alertam que o país pode ver a política monetária perder eficácia, caso não corrija os rumos das contas públicas. Ou pior: entrar num quadro de dominância fiscal. A alta dos juros pode ser insuficiente para controlar a inflação no Brasil. Sem corrigir os rumos das contas públicas, alguns analistas alertam que o país pode ver a política monetária perder eficácia. Ou até caminhar para um cenário pior: entrar num quadro de dominância fiscal. A forma tradicional de o Banco Central controlar a inflação é pelo aumento da taxa básica de juros. Na prática, a alta da Selic encarece o custo do crédito para famílias e empresas, o que contribui para 'esfriar' a atividade econômica e, consequentemente, a inflação tende a perder força – menos investimentos e menos consumo desincentivam a alta de preços. O que muda no seu dia a dia com a alta da Selic? Mas o que é a dominância fiscal? Em um cenário de dominância fiscal, a desordem das contas públicas faz com que a alta dos juros não tenha o efeito esperado – ou seja, a crise fiscal passa a dominar a política econômica do país. Nesse ciclo perverso, o aumento da Selic não tem o efeito esperado sobre o controle da inflação. Em vez disso, ele eleva o endividamento do país e afugenta os investidores, diante do medo de insolvência – o que provoca a desvalorização do real e, consequentemente, contribui para o aumento dos preços, num efeito oposto ao desejado. Por ora, os economistas dizem que o Brasil não vive um quadro de dominância fiscal, mas o debate sobre a possibilidade desse cenário se concretizar ganhou força depois da aprovação do Orçamento pelo Congresso Nacional. O texto foi classificado pelos economistas como uma peça de ficção. "Eu não diria que o país está na antessala da dominância fiscal, mas o risco de caminhar nessa direção é muito grande", afirma José Júlio Senna, chefe do Centro de Estudos Monetário do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas. "Na verdade, o país já está caminhando (para a dominância fiscal) e o que precisa acontecer é um desvio de rota", acrescenta o economista, que também foi diretor do Banco Central. Teto de gastos na berlinda: por que orçamento para 2021 tem sido chamado de 'peça de ficção' Orçamento de 2021 aprovado pelo Congresso levará a forte bloqueio de gastos, dizem economistas VÍDEO: 4 pontos para entender o impasse no Orçamento 2021 A principal questão envolvendo o texto do Orçamento, que ainda precisa ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, é que ele subestimou os gastos obrigatórios. Ou seja, da forma como a peça foi aprovada pelo Congresso, faltam recursos para pagar as despesas básicas do governo. Na terça-feira (6), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reconheceu que a aprovação do Orçamento criou uma incerteza no mercado financeiro. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x "Eu não acho que esse seja o caso do Brasil neste momento (estar na dominância fiscal). O país teve sim um piora substancial do tamanho da dívida e também da sua estrutura. Hoje, a dívida é mais curta e mais dependente da taxa Selic", afirma Solange Srour, economista-chefe do banco Credit Suisse. "Mas a gente não vê nenhuma fuga de capitais ou as expectativas (de inflação) desancorando. Um país em dominância fiscal já esgotou os caminhos para colocar as contas públicas em ordem. O Brasil está longe de ter esgotado", diz a economista. O ciclo da dominância fiscal Elcio Horiuchi/Arte G1 O ciclo da dominância fiscal Alta dos juros para conter a inflação Os analistas de mercado consultados pelo relatório Focus, do Banco Central, avaliam que a Selic deve encerrar 2021 em 5% ao ano, e subir para 6% em 2022, na tentativa de controlar a alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No mês passado, pressionado pela inflação, o Comitê de Política Monetária já deu início ao ciclo de alta de juros ao subir a Selic em 0,75 ponto percentual, para 2,75% ao ano. Nos 12 meses até março, o IPCA chegou a 6,1% e superou o teto da meta estipulada pelo governo, que é de 5,25%. IPCA de março é o maior para o mês desde 2015 Para o fim de 2021, as projeções contidas no Focus mostram a inflação em 4,86%. Um mês atrás, estavam em 4,10% Há analistas, no entanto, que não descartam o risco de a inflação romper o teto em 2021. Na previsão do Credit Suisse, o IPCA deve terminar o ano em 5,1%, com “uma possibilidade de bater acima de 5,25%”, afirma Solange. Com esse risco, o banco projeta que a Selic vai encerrar o ano em 6,5%. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Endividamento elevado Ao aumentar a taxa básica de juros, o custo da dívida sobe. O Brasil já tem endividamento elevado para uma economia emergente, bastante indexado à Selic e com prazo de vencimento relativamente curto. No ano passado, com todas as medidas adotadas para minimizar os impactos da pandemia, a relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB) subiu para 89,3%, um recorde. Segundo o Credit Suisse, cada aumento de 1 ponto percentual da Selic representa uma alta de 0,4% do PIB no custo da dívida pública em 12 meses, o que é equivalente a R$ 32 bilhões. "Quando o país tem uma dívida alta, muito curta, com um prazo de maturidade pequeno e muito dependente da taxa Selic, ao subir os juros, o BC aumenta o custo do serviço da dívida", explica Solange. Aumento de incerteza e o impacto do câmbio O nível do endividamento de um país é um dos principais indicadores analisados pelos investidores e pelas agências de classificação de risco – o Brasil perdeu o grau de investimento em 2015. Com uma dívida maior, também cresce a incerteza dos investidores com o país, o que afugenta investidores e provoca uma desvalorização do real em relação ao dólar. Nos últimos 12 meses, o dólar acumula alta de 11,43% em relação ao real. Mais pressão na inflação A desvalorização do real provoca um efeito inflacionário em diversos setores da economia, por meio do repasse cambial. Hoje, além da alta do dólar, a economia brasileira sofre com o impacto do aumento dos preços das commodities e de bens industriais e intermediários das cadeias de produção. A turbulência econômica causada pela pandemia de coronavírus provocou um descompasso nas cadeias globais. A crise sanitária paralisou ou reduziu a produção em muitos setores de vários países. E essa interrupção provocou uma escassez de produtos. Mais de 70% da indústria está com dificuldade para conseguir insumo e matéria-prima Por que as montadoras estão suspendendo a produção no Brasil? Entenda Indústria brasileira enfrenta falta de matéria-prima Ao mesmo tempo, houve o que os economistas chamam de desvio de demanda. As famílias deixaram de adquirir serviços – o setor mais prejudicado pelas medidas de distanciamento social – e passaram a comprar mais bens físicos. "Esse desvio de demanda está sendo forte nos Estados Unidos, está sendo forte no Brasil e ajuda a pressionar os gargalos produtivos, colocando pressão sobre os preços", afirma José Júlio Senna. "No caso das commodities agrícolas, há complicações de natureza climática. É o que está fazendo o preço em dólar subir. E, com a taxa de câmbio do Brasil, esse movimento tem batido nos preços", diz. Como evitar o caminho da dominância Para os economistas, evitar que o Brasil caminhe para um quadro de dominância fiscal passa pelo ajuste das contas públicas. Com uma política fiscal mais acertada, as expectativas de inflação ficam mais comportadas e, portanto, a alta dos juros passa a ter uma eficácia maior. "Se a trajetória (fiscal) continuar ruim, a cada movimento de alta de juros a gente vai ter um pouco mais de estresse no mercado", afirma o economista do Ibre. Na lista de medidas apontadas pelos economistas para melhorar a área fiscal, está a realização da reforma administrativa. A equipe econômica chegou a enviar um projeto em setembro do ano passado, mas ele está parado no Congresso. Governo envia ao Congresso reforma administrativa com regras novas para futuros servidores "Não é que o Brasil precisa fazer um ajuste fiscal contracionista forte neste ano, no meio de uma pandemia", afirma Solange. "Mas a gente não pode expandir gastos sem ter uma contrapartida de médio prazo, porque, infelizmente, o país já começou a pandemia com uma dívida alta." Veja Mais

Sony WF-1000XM4 é certificado; anúncio deve acontecer em breve para concorrer contra AirPods Pro

tudo celular Sucessor de um dos melhores fones de ouvido com cancelamento de ruído do mercado chegará com novo design e recursos ainda melhores. Veja Mais

Com três câmeras traseiras, Realme 8 5G tem data de lançamento confirmada

tudo celular Novo intermediário será anunciado em 21 de abril e pode ser um modelo já conhecido no mercado chinês. Veja Mais

Aliados do governo querem atrasar instalação de CPI da Covid até decisão do STF

O Tempo - Política Com isso, partidos da base dariam tempo para que o Palácio do Planalto tente convencer a maioria dos ministros do Supremo a não impor a abertura da CPI Veja Mais

Teto de gastos e reforma da Previdência geraram economia de R$ 900 bilhões

Valor Econômico - Finanças A estimativa consta de relatório divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia A dívida pública líquida deixou de crescer R$ 900 bilhões desde o fim de 2016 com o teto federal de gastos e com a reforma da Previdência. A estimativa consta de relatório divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

34% dos que tiveram Covid-19 desenvolveram problemas psicológicos, mostra estudo inglês

Glogo - Ciência Não é só o corpo que sofre com o o vírus. Cada vez mais infectados, mesmo entre os casos leves, relatam sintomas como depressão, pânico e ansiedade, afirmam pesquisadores de Oxford. Pessoas que tiveram Covid desenvolveram problemas neurológicos até 6 meses depois. Divulgação / Pixabay Dificuldade para respirar, perda de paladar e olfato, fraqueza: sintomas físicos comuns entre infectados por covid-19. Caroline, uma médica da cidade alemã de Colônia, estava ciente dos riscos que o vírus representava. Mas diz que se preocupava mais com os idosos próximos a ela e outros grupos de risco. "Eu pensava: 'Sou jovem, não tenho pré-condições, sou atlética - se eu pegar, provavelmente não será tão ruim assim'", afirma a alemã de 39 anos. "Eu pessoalmente não tinha tanto medo de me infectar”. Estudo aponta que há 7 mil novos casos de ansiedade para cada 100 casos de Covid-19 Pesquisa da Uerj mostra que casos de ansiedade e estresse aumentaram durante a pandemia Caroline foi diagnosticada com covid-19 em janeiro. A doença não apresentava inicialmente sintomas graves. Ela teve febre leve, dores de cabeça, garganta irritada. O que ela não esperava eram os ataques de pânico e a depressão. Um estudo da Universidade de Oxford, publicado na revista The Lancet Psychiatry, mostrou que Caroline não está sozinha. Longe disso: os pesquisadores analisaram os registros eletrônicos de saúde de mais de 236 mil pacientes de covid-19, a maioria dos EUA, e descobriram que 34% haviam sido diagnosticados com problemas psiquiátricos ou neurológicos dentro de seis meses após terem sido infectados por coronavírus. Condições neurológicas como derrame e demência foram raras. Mas 17% dos pacientes de covid-19 foram diagnosticados com distúrbios de ansiedade e 14% com distúrbios de humor, incluindo depressão. Os pesquisadores de Oxford também analisaram dois grupos de controle de pacientes com gripe e pacientes com qualquer infecção do trato respiratório (exceto covid) para ter certeza de que seus números não refletissem apenas a experiência do público em geral vivendo em meio a uma pandemia. "Nossos dados realmente chamam a atenção para a escala do problema", disse o autor principal do estudo, Paul Harrison, da Universidade de Oxford, à DW. "Isso destaca a ideia de que a covid-19 tem consequências para as pessoas, mesmo que elas não vão parar no hospital". Psiquiatra alerta para risco de recaída em casos de ansiedade ou depressão durante a pandemia 'Comecei a ter ataques de pânico' Caroline nunca foi hospitalizada, mas ela lutou seriamente com problemas de saúde mental durante e após a infecção. Apesar de os sintomas físicos não terem sido sérios, ela diz que realmente teve que batalhar psicologicamente. Ela foi a única em sua família a pegar o vírus e teve que se isolar completamente do marido e dos filhos. Ela não conseguia adormecer sem comprimidos e disse que se tornou uma pessoa mais medrosa e deprimida do que antes. "Eu continuava pensando: 'Você tem uma doença da qual todas essas pessoas estão morrendo'", conta Caroline. "Eu acordava frequentemente à noite e entrava em pânico. Eu pensava que estava tendo um derrame cerebral, não podia me mover e estava presa neste mundo entre o sonho e a realidade. Eu nunca tinha tido estes ataques de pânico antes". O americano Lawrence, de 29 anos, também nunca havia lidado com problemas de saúde mental antes da pandemia. Quando a covid-19 começou a se espalhar nos EUA, ele passou a sentir ansiedade, mas "ainda era controlável neste ponto", afirma à DW. Então sua sogra morreu de covid -19, e em dezembro, Lawrence e seu marido pegaram o vírus também. Inicialmente, ele não estava muito mal, mas o vírus acabou afetando seus pulmões. "E, como eu tenho asma, começou a tomar conta", lembra. "Quando minha respiração se tornou mais difícil, comecei a ter ataques de pânico, o que eu nunca tinha tido antes", diz. Lawrence também sofria de ansiedade, e não conseguia mais se concentrar em seu trabalho. Depois de um mês de luta, ele finalmente foi ver um médico, que lhe prescreveu medicação antiansiedade. "Embora eu não possa dizer que isso estava diretamente relacionado à covid-19, a doença fez com que minha ansiedade chegasse ao auge, ao ponto de eu decidir que precisava buscar ajuda médica", diz. Caroline, que teve o apoio de sua irmã, uma psicóloga, também não conseguiu identificar o motivo exato da ansiedade. "Não tenho certeza se foi causada pela situação geral - quarentena, o diagnóstico e toda a cobertura da mídia", diz ela, "ou se foi causada pela própria doença". "Tomem a vacina", diz pesquisador O professor Harrison considera "ambas as explicações bem possíveis". "Para a ansiedade e a depressão, lidar com o estresse de saber que você tem covid, ter que se isolar, preocupar-se com seu trabalho, seu futuro, sua saúde: essa é a explicação mais provável para esses diagnósticos", analisa o pesquisador. A teoria de que as circunstâncias externas são as principais responsáveis pelas condições de saúde mental nos pacientes é de certa forma confirmada por outra pesquisa de Harrison. Não houve diferença significativa no número de pessoas com ansiedade e depressão encontradas em pacientes com covid-19 leve, aqueles que tiveram que ir ao hospital e aqueles que tiveram que ser colocados numa UTI. Harrison afirma que as possíveis consequências para a saúde mental são mais um motivo para estar atento às precauções e "evitar a covid por todos os meios possíveis". "Tome a vacina que lhe é oferecida", implora Harrison. "Os riscos da vacina, ao meu conhecimento, são infinitamente menores em comparação com os riscos da covid. E se lhe for dito para se isolar, eu sugeriria que você fizesse o que foi dito. Assim estaríamos todos melhor". Vídeos: tudo sobre as vacinas contra a Covid-19 e as novidades Veja Mais

Com pandemia, vagas de estágio recuam 37% no país; confira lista com mais de 480 oportunidades

G1 Economia No ano passado, 191.500 vagas foram abertas contra 303 mil oportunidades em 2019. Por conta da crise, especialista aconselha jovem a aproveitar inscrições. Universitários sentem os impactos da crise econômica da Covid-19 Divulgação Um ano depois da Covid-19 chegar ao Brasil, os universitários ainda sentem os impactos da crise econômica na hora de buscar estágio e ingressar no mercado de trabalho. Levantamento realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) aponta que foram abertas cerca de 26 mil vagas ao mês de janeiro a fevereiro de 2021. O patamar é o mais alto desde o início da pandemia, mas ainda é 37,1% menor em comparação com os dois primeiros meses de 2020, quando a Covid-19 ainda não havia chegado ao país. O percentual é semelhante ao enxugamento de vagas em 2020. No ano passado, 191.500 vagas foram abertas para jovens estudantes — 36,7% a menos que em 2019, quando 303 mil oportunidades foram ofertadas aos universitários. "A gente estava conseguindo ver uma melhora no mercado de estágios de dezembro a janeiro, mas com o recente pico da Covid-19, as empresas começaram a retrair novamente. Tudo tem sintonia com a economia", disse Mônica Vargas, gerente de operações do CIEE. No Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), foi registrada queda de 8,5% no saldo de vagas ofertadas em janeiro, 8% em fevereiro e 7% em março, em relação aos mesmos meses de 2020. Segundo Yolanda Brandão, coordenadora de treinamento da empresa, o setor de estágios não deve se recuperar totalmente este ano, mas as empresas devem voltar a abrir vagas conforme a vacinação avançar pelo país. "Os jovens são a parcela dos jovens mais vulneráveis. Em abril do ano passado, com o impacto da pandemia no mercado, tivemos um redução de vagas de quase 90%", relembrou Yolanda. Impacto da pandemia nos estágios G1 Por conta desta instabilidade, Mônica, do CIEE, afirma que os jovens devem aproveitar para se inscrever nos processos seletivos que já estão com inscrições abertas e têm previsão para início no segundo semestre. "A fila de estudantes é muito maior do que o número de vagas, já que eles estão se lançando cada vez mais cedo no mercado porque os pais estão perdendo o emprego", acrescentou Mônica. Confira as vagas de estágio com inscrições abertas em todo país: Facebook (internacional) Abriu mais de 40 vagas para latino-americanos em seu programa de estágio internacional em tecnologia. As posições são para futuros engenheiros de software e engenheiros de front-end, nos escritórios dos Estados Unidos e do Reino Unido. É exigido um ou mais anos de experiência com Perl, Java, Php, Python ou C++ e matrícula em um programa de graduação ou mestrado em ciências da computação ou área relacionada. Remuneração: Salário, acomodação, custos dos trâmites de visto, viagem de ida e volta, transporte no país, academia, plano de saúde, eventos, mentoria, equipamentos (celular e computador). Inscrições: abertas até as vagas se esgotarem (por volta de junho) em www.facebook.com/careers/v2/jobs/1716969328451048/ (Inglaterra) e www.facebook.com/careers/v2/jobs/654496918442526/ (EUA). Americanas Podem se candidatar alunos de qualquer curso de graduação, com previsão de formatura de julho a dezembro de 2021 e disponibilidade para estagiar por 30 horas semanais flexíveis. Remuneração: Bolsa-auxílio compatível com o mercado, descontos em instituições de ensino, academias e em compras. Inscrições: até 25 de abril em http://estagioemlojalasa.gupy.io/. Cargill Anunciou a abertura de 200 vagas para estudantes de qualquer área de ensino superior com formação entre dezembro de 2021 a dezembro de 2022. A carga horária pode variar entre 30 e 40 horas semanais. Remuneração: Bolsa-auxílio, assistência médica e odontológica, seguro de vida, auxílio transporte, auxílio academia, cartão alimentação de Natal e vale-refeição ou refeitório no local de trabalho. Inscrições: até 4 de maio em http://novostalentoscargill.com.br/site/. Suzano São disponibilizadas 60 vagas para estudantes de diversas áreas com graduação prevista entre junho de 2022 e junho de 2023. Não é exigido um segundo idioma. Remuneração: Bolsa-auxílio, carga horária flexível (entre 30 e 40 horas semanais), assistência médica, seguro de vida, vale-refeição ou refeitório, vale-transporte ou fretado, auxílio academia e bolsa adicional vinculada ao desempenho e ao projeto do estagiário. Inscrições: até 27 de abril em www.grupociadetalentos.com.br/estagiosuzano20212. Ingredion Oferece 23 vagas em diferentes cidades para estudantes de nível superior em comércio exterior, engenharia, logística, marketing, recursos humanos, saúde, entre outras áreas, com formação prevista para agosto de 2022 a agosto de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio, vale-transporte, vale-refeição, auxílio academia, convênio farmácia, plano de saúde, plano odontológico e seguro de vida. Inscrições: até 17 de maio em https://ingredion.across.jobs/. Votorantim O Centro de Excelência da Votorantim, em Curitiba, tem 20 vagas para estudantes dos cursos (bacharel ou tecnólogo) de ciências contábeis, administração, ciências econômicas, gestão financeira, engenharia de produção e automação e tecnologia da informação. Remuneração: Bolsa-auxílio, assistência médica e seguro de vida, telemedicina, café da manhã e almoço no refeitório, fretado, dress-code flexível, open office e auxílio academia. Inscrições: Até 30 de abril em jobs.kenoby.com/estagiocoe. Genomma Lab Brasil Oferece seis vagas para estudantes matriculados em cursos superiores, como administração, economia, engenharia, química, marketing, com previsão de conclusão entre dezembro de 2022 e julho de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio de R$ 1.700, plano de saúde e dental, vale-refeição, seguro de vida, recesso remunerado, auxílio academia e trabalho remoto. Inscrições: até 12 de abril em www.ciadeestagios.com.br/vagas/genomma/. Paraná Banco Possui mais de dez vagas para mulheres que estejam cursando ensino superior ou tecnológico em tecnologia e morem em Curitiba (PR) ou região metropolitana do Paraná. Remuneração: Bolsa-auxílio com reajuste semestral, vale-refeição, vale transporte e atendimento psicológico sem custo. Inscrições: Até 12 de abril em jobs.quickin.io/paranabanco/pages/programa_estagio_pb_mulheres_tecnologia BP Bunge Bioenergia Reúne 124 oportunidades em suas 11 unidades distribuídas pelo país para estudantes de ensino superior em áreas como química, administração, ciências contábeis, economia e engenharia, com formação prevista entre julho de 2022 e julho de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio e benefícios. Inscrições: Até 16 de abril em https://linktr.ee/estagiobpbunge. Ambev Possui vagas abertas para universitários de diversas áreas com previsão de formação entre dezembro de 2021 e julho de 2023. Remuneração: Bolsa-auxílio, vale-refeição ou refeitório no local, vale-transporte ou fretado, auxílio academia, seguro de vida, desconto em farmácias, férias remuneradas, clube de benefícios e suporte social, financeiro, jurídico e psicológico. Inscrições: Até 12 de abril em www.ambev.com.br/carreiras/trabalhe-conosco/estagio/. VR Benefícios Tem vagas para estudantes do segundo ano de qualquer curso de ensino superior. O escritório está localizado em São Paulo (SP) e há possibilidade de trabalho 100% remoto após a pandemia. Remuneração: Bolsa-auxílio, fretado, vale-refeição, vale-refeição, assistência médica, academia e práticas esportivas e seguro de vida. Inscrições: Até 19 de abril em www.99jobs.com/vr-beneficios/jobs/128750-programa-de-estagio-vr-beneficios-2021. Veja Mais

'Passaporte da vacina' é boa ideia ou discriminação? Em sete pontos, entenda o que está em jogo

Glogo - Ciência Israel já usa, e a União Europeia tem planos para adotar. No Brasil, debate sobre o tema não avançou, mas especialistas ouvidos pelo G1 listam problemas éticos em possível exigência do certificado. Os viajantes israelenses exibem as pulseiras eletrônicas de monitoramento que devem usar após retornarem do exterior, no aeroporto Ben-Gurion, perto de Tel Aviv, Israel, na segunda-feira (1º) AP Photo/Sebastian Scheiner Países devem distribuir certificados de vacinação para liberar acesso de cidadãos a eventos ou locais de comércio? O tema está ganhando relevância pelo mundo à medida que a vacinação contra a Covid-19 avança. Entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) já se posicionaram e no centro da discussão está o debate sobre a desigualdade no acesso às vacinas. O G1 ouviu três especialistas que são referência no tema e revisitou o que já está em prática no mundo. Abaixo, veja em detalhes o que você precisa saber sobre o tema em 7 pontos: Prática já é adotada em Israel e na Dinamarca, entre outros países, e há previsão de uso na União Europeia; OMS disse em março que estratégia não é justificada até acesso igualitário à vacina; Certificados do tipo já existem, como comprovante de vacinação contra a febre amarela em viagens internacionais; Analistas dizem que exigência dentro do Brasil só seria válida quando SUS assegurar vacina para todos; Restringir acesso a locais pode ser entendido como forma de discriminação e de ofensa aos direitos humanos, segundo análise de especialista; Passaporte pode significar aval para relaxamento da prevenção antes de que seja comprovada a efetividade das vacinas contra a transmissão ou até mesmo qual a eficácia contra variantes; Falta de acesso a vacina em países pobres e exigência de passaporte em viagens internacionais privilegiaria norte-americanos e europeus. Do restaurante ao dilema ético Um restaurante está aberto, funcionando normalmente, mas não para todos, somente para aqueles que completaram o esquema vacinal contra a Covid-19. Na porta, seguranças verificam a autenticidade do "passaporte da vacina" de cada um que deseja entrar. Certificar oficialmente pessoas que se vacinaram contra a Covid já é realidade em alguns locais onde a vacinação está avançada, como em Israel. Na União Europeia, a previsão é que o certificado comece a valer no início do verão no continente como estratégia para abrir as fronteiras entre os 27 Estados-membro. Na Dinamarca, o passaporte tem até nome: "Coronapas". Considerado uma esperança para volta às atividades e viagens ainda durante pandemia, especialistas afirmam que um "passaporte" ou "passe" da vacina deve ser avaliado com ressalvas, uma vez que esbarra em questões éticas e jurídicas, conforme explica o médico e advogado Daniel Dourado, do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da USP. "Só podemos exigir um certificado desse tipo quando o sistema de saúde conseguir assegurar a vacina para todos. Caso contrário, estaremos criando barreiras de acesso ao emprego e serviços às pessoas que não tiveram como se vacinar por falta de vacina" - Daniel Dourado, médico e advogado Compra de vacina por empresas: projeto de lei na Câmara enfraquece Anvisa e SUS, dizem especialistas Em março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que a estratégia dos "passaportes" não é justificada enquanto não houver equidade na vacinação contra o coronavírus. "Temos que ser excepcionalmente cuidadosos, porque agora estamos lidando com uma situação de iniquidade tremenda no mundo, em que a probabilidade de você receber uma vacina tem muito a ver com o país onde vive, a riqueza e a influência que você ou seu governo têm em mercados globais", disse o diretor de Emergências da OMS, Michael Ryan, em 15 de março. 'Ainda é cedo' No campo da saúde pública, a infectologista especialista em Biossegurança, Sylvia Lemos Hinrichsen, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), lembra que a estratégia de um certificado sanitário emitido contra uma doença específica não é novidade. "A ideia é parecida com certificação internacional de vacinação contra a febre amarela, exigida como documento para entrar em alguns países", diz Hinrichsen. No caso do coronavírus, contudo, utilizar um documento para garantir a livre circulação dos vacinados ainda não é uma estratégia segura. "Estamos no meio de uma pandemia, com altas taxas de transmissão e surgimento de novas variantes. Não temos evidências científicas suficientes para relaxarmos as medidas de prevenção entre os vacinados", afirma a infectologista. A variedade de vacinas contra a Covid que estão sendo aplicadas no mundo e até dentro de um mesmo país também pode dificultar a estratégia do passaporte. "Ainda estamos descobrindo como as vacinas contra a Covid funcionam. Todas serão eficazes contra as variantes do coronavírus que já conhecemos? E se só uma delas for eficaz e tivermos dado passaporte para todos? Em todas elas, a imunidade contra o vírus terá o mesmo tempo de duração? Adotar o um passaporte da vacina não é algo simples como parece", pondera Hinrichsen. Diante das incertezas, Hinrichsen considera que a principal preocupação dos países neste momento deve ser vacinar em massa e manter as medidas de controle do vírus. "O que a gente precisa agora é de mais vacinas e vacinação para todos". Nova Iorque implementa 'passaporte digital' para vacinados Questões éticas e legais A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), a advogada em Direito Médico Camila Vasconcelos, explica que, do ponto de vista da bioética, um passaporte ou passe da vacinação pode funcionar como uma forma de dividir a sociedade e segregar um grupo. "Classificar pessoas entre vacinadas ou não nos faz correr um grande risco de discriminação, de ofender os direitos humanos. Estaremos dizendo que uma pessoa tem mais direito que a outra por ter recebido a vacina antes e isso trará uma insegurança muito grande para a sociedade", afirma a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Bioética. "Também não é ético termos estabelecimentos e eventos que exijam um certificado de vacinação para deixar apenas um grupo de pessoas entrar", diz Vasconcelos, afirmando que a lógica deve ser a de prevenção e não controle. "É dever desses estabelecimentos aplicarem as medidas como uso de máscaras para todos, disponibilizar lugares para os clientes lavarem as mãos e etc., mas sem discriminação." Em Israel, onde o passaporte da vacinação funciona desde o começo do ano, a Associação de Direitos Civis se preocupa com a violação da privacidade dos cidadãos desde que o Parlamento israelense aprovou, em março, uma lei que permite ao Ministério da Saúde fornecer às prefeituras nomes e dados de israelenses que não tomaram a vacina. Israelenses mostram seu 'passe verde', que comprova que tomaram as duas doses de vacina contra Covid-19, antes de entrarem num concerto organizado em Tel Aviv apenas para idosos imunizados, em 24 de fevereiro AFP/Jack Guez No campo do trabalho, o advogado Dourado afirma que a ideia de um certificado da vacinação está sendo discutida no ambiente das empresas. “O Direito Internacional está observando um movimento em que empresas poderão emitir um certificado para os empregados vacinados poderem viajar e voltar às atividades normais." A exigência de vacinação pelo empregador em alguns casos específicos não é exatamente novidade. “Pessoas que queiram trabalhar em fronteiras, aeroportos e portos, por exemplo, precisam apresentar carteira de vacinação para determinadas vacinas”, explica Dourado. E em relação aos dados vacinais estarem disponíveis em um certificado para consulta de terceiros, o advogado esclarece que nossas informações sobre a vacinação já são públicas. “Pelo número do cartão SUS é possível consultar a situação vacinal de uma pessoa”, diz. Apesar de legal, Dourado ressalta que a medida pode ser antiética, principalmente em países onde a vacinação não é em massa. Ele cita o caso do Brasil, onde a pandemia está descontrolada e a vacinação segue lenta e escassa - cerca de 10% da população recebeu a primeira dose até o momento. “No Brasil, o ‘passaporte da vacina’ dialoga com a tentativa do setor privado de comprar vacinas para seus funcionários antes do SUS. O setor quer um selo de ‘empregados vacinados’ em um momento que não tem vacina para todos. Adotarmos uma medida assim, no nosso caso, aumentará as diferenças dentro do país”, analisa Dourado. Empresas, escolas e políticos consideram “passaportes de vacina” como um caminho para recuperar a economia, nos EUA Fronteiras internacionais A questão se torna mais complexa quando consideramos um "passaporte da vacina" nas fronteiras internacionais. “As vacinas não estão distribuídas entre os países de maneira igual: 75% delas estão em apenas dez países; 70 nações ainda nem têm vacinas. Nesse cenário, se os países centrais adotarem a estratégia de um passaporte vacinal como documento obrigatório, as fronteiras internacionais estarão abertas apenas para americanos e europeus, enquanto que os países periféricos estarão isolados”, ressalta Dourado. Para a advogada Vasconcelos, caso venha a valer um "passaporte da vacinação" como documento de viagem internacional, a população brasileira seria umas das mais prejudicadas e discriminadas no mundo. "Sem um passaporte de vacina para poder viajar, estaríamos sendo punidos por ações errôneas do nosso próprio governo, e isso não é justo nem ético (...) A vacinação contra a Covid tem a finalidade de proteger as pessoas, e não segregá-las e discriminá-las", completa Vasconcelos. VÍDEOS: tudo sobre a vacinação no Brasil Veja Mais

Robô Laura: uma IA está ajudando a combater a covid-19 no Brasil

Robô Laura: uma IA está ajudando a combater a covid-19 no Brasil

Tecmundo No mês passado, o Brasil completou um ano da pandemia e, durante o período, foram criadas diversas iniciativas para ajudar a mitigar o impacto da covid-19 no país. Entre as áreas que mais se destacaram na busca de soluções para combater o vírus está o setor de tecnologia, que proporcionou ferramentas mais eficientes para o diagnóstico e tratamento de pacientes.Um exemplo disso é a Robô Laura, uma inteligência artificial que já atuava em hospitais brasileiros originalmente para prevenir casos de infecções generalizadas, a chamada sepse. No entanto, com o início da pandemia, a startup Laura, proprietária da tecnologia, decidiu expandir seu serviço para atender a nova demanda e ajudar a evitar a superlotação dos hospitais.Leia mais... Veja Mais

Entenda se a empresa pode interromper, adiantar ou vender férias de funcionário

G1 Economia As tão esperadas férias têm regras definidas na CLT para trabalhadores com carteira assinada, que devem ser seguidas pelas empresas. As férias são um dos períodos mais esperados pelos trabalhadores – mesmo que, por enquanto, seja desaconselhável viajar. Mas até que ponto as empresas podem mexer no período de descanso dos funcionários, alegando necessidades ou dificuldades com a pandemia, por exemplo? De acordo com o advogado André Leonardo Couto, da ALC Advogados, as empresas não podem interromper o descanso dos funcionários por causa de urgências. E muitos empregados acabam não tendo a noção de que essa prática é ilegal, pois contraria a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). “Mesmo sendo um funcionário indispensável, ele deve descansar e aproveitar os 30 dias de descanso a que tem direito. A finalidade das férias é para o descanso e reparação física e mental do trabalhador, ou seja, norma legal ligada ao direito à saúde”, diz. Assim, no período de folga, nenhuma interrupção pode ser realizada, seja por telefone, e-mail, aplicativos de mensagens ou qualquer outra forma. De acordo com Couto, a empresa que interromper o período de descanso do funcionário previsto em lei deve arcar com os custos dessa ação. “O empregador pode ter uma dúvida e precisar entrar em contato, mas vale lembrar que, nesse caso, o empregado pode pedir na Justiça o pagamento das férias em dobro, não somente dos dias de interrupção, mas com direito ao pagamento em dobro do período total das férias objeto da interrupção”, explica. Quando pode adiantar O advogado trabalhista destaca que o período de descanso não pode ser adiantado pelo empregador, ou seja, o trabalhador não pode tirar férias sem ter completado 12 meses do contrato de trabalho. A única exceção se aplica no caso das férias coletivas. Couto lembra que o adiantamento também não se aplica para os casos de cargos de confiança, como gerentes e encarregados. Além disso, as férias deverão ser concedidas nos 12 meses seguintes à aquisição do direito, sob pena de o empregador ser obrigado a remunerar em dobro o período. Nessa hipótese, o empregado não terá direito a dois períodos de férias, mas à remuneração em dobro do período. “O prazo máximo para se tirar as férias é de até 12 meses subsequentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito. Já sobre a questão de se adiantar as férias para o funcionário, as férias somente podem ser adiantadas na modalidade de férias coletivas. Fora isso, elas jamais poderão ser adiantadas. Nos casos de cargos de confiança, como gerentes e encarregados, não existe uma flexibilidade em relação às férias. Ou seja, a regra é idêntica para todos, não havendo distinção de categoria de trabalhadores”, resume Couto. Quando pode vender A conversão de parte das férias em dinheiro é um direito do empregado, mas ele só pode vender 1/3 das férias – o equivalente a 10 dias – e não mais que isso, segundo a CLT. É o chamado abono pecuniário. “O que é permitido é tão somente a conversão de 10 dias de férias em abono, e sempre por iniciativa do empregado, não do patrão”, enfatiza Couto. O pagamento desse abono deve ser feito até dois dias antes do início das férias. O funcionário deve solicitar o abono pecuniário até 15 dias antes do término do período aquisitivo (o período de 12 em 12 meses cumprido pelo funcionário dentro da empresa). Após esse prazo, o empregador não é obrigado a aceitar o pedido. Segundo Couto, nem no trabalho em home office é permitida a interrupção, adiantamento ou a venda acima do período permitido das férias. Além disso, durante as férias, o contrato está interrompido e, portanto, o empregado não pode ser demitido. Quando pode dividir Antes da reforma trabalhista, as férias deviam ser concedidas por 30 dias corridos e podiam ser fracionadas em até duas vezes. Agora, o trabalhador poderá negociar diretamente com o patrão a possibilidade de dividir o período de descanso por até três vezes no ano. Segundo as regras, em vigor desde novembro de 2017, pelo menos uma das parcelas precisa ter, no mínimo, 14 dias. As outras duas não podem ser menores que cinco dias cada uma. Por exemplo, pode-se tirar 15 dias de férias, mais 10 dias e mais cinco. Contudo, não será permitido ao trabalhador tirar 10 dias de férias em cada um dos três períodos. As férias do trabalhador não podem começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos. Mas é o empregador quem determina o período das férias, como melhor lhe convier. O empregado deverá ser informado sobre o período de férias, por escrito, com antecedência de 30 dias. Porém, é habitual as empresas e seus empregados negociarem períodos de férias em comum acordo, muitas vezes com o intuito de facilitar o convívio familiar. Por exemplo: pais que possuem filhos podem sair no período de férias escolares, casais em períodos de lua de mel ou de nascimento de filho. Mas, se existirem impasses sobre o período de férias, devem prevalecer os interesses do empregador e as necessidades do serviço. Quando pode descontar O empregado tem direito, inicialmente, a 30 dias corridos de férias. Porém, esse período poderá ser reduzido em caso de faltas injustificadas ao trabalho durante o período aquisitivo das férias, ou seja, o período de 12 meses que o empregado precisa trabalhar para ter direito aos 30 dias. A proporção é a seguinte: até 5 dias de faltas: 30 dias de férias de 6 a 14 faltas: 24 dias corridos de 15 a 23 faltas: 18 dias corridos de 24 a 32 faltas: 12 dias corridos 33 dias ou mais: 0 dia Como as férias são pagas O empregado receberá, até dois dias antes do início das férias, o valor referente aos dias de remuneração devidos pelo período da ausência, acrescidos de 1/3. Portanto, os salários referentes ao período das férias serão antecipados, de forma que o empregado não receberá o valor equivalente a esse período no momento do pagamento do salário do mês. Na remuneração das férias estão incluídos os adicionais de horas extras, adicional noturno, insalubridade, periculosidade e outros adicionais ou vantagens recebidos pelo empregado, calculados pela média das verbas. O empregado poderá ainda converter até 1/3 das suas férias (o equivalente a 10 dias) em abono pecuniário (conversão em dinheiro de 1/3 dos dias de férias a que o empregado tem direito). Quando o empregado é demitido por justa causa, ele perde direito ao pagamento das férias proporcionais. O máximo que se pode cogitar será o pagamento de férias vencidas. Exemplo: se o empregado ficou 18 meses e não saiu de férias, ele receberá o dinheiro pelas férias, mas não terá direito ao proporcional pelo que trabalhou nos outros seis meses. Quando é demitido sem justa causa, o empregado receberá na razão de 1/12 avo por cada mês trabalhado ou fração igual ou superior a 15 dias. Exemplo: se o funcionário recebe R$ 12 mil por ano e trabalhou seis meses, ele terá direito ao valor proporcional aos seis meses. Quando pede demissão, o empregado também tem direito a férias proporcionais. Veja Mais

10 notícias mais importantes da semana (05/4 a 09/4)

10 notícias mais importantes da semana (05/4 a 09/4)

Tecmundo Bom dia! Para se manter atualizado nesse início de sabadão (10), o TecMundo separou tudo o que rolou de mais importante nesta semana (05 a 09 de abril). Além de várias notícias sobre tecnologia e ciência, o mundo do entretenimento e dos games também foi bastante movimentado no período.Logo na segunda-feira (05), a LG oficializou que realmente está abandonando o mercado de celulares. Na quarta-feira (07), nós noticiamos sobre as evidências que cientistas acharam de uma 5ª força na natureza. Já na sexta-feira (09), se popularizou nas redes sociais um site que indica quando os brasileiros serão vacinados contra a covid-19.Leia mais... Veja Mais

Quanto tempo dura a proteção das vacinas contra a Covid-19?

Glogo - Ciência Pesquisadores analisam o comportamento da imunidade nos vacinados e estão verificando que as vacinas seguem protegendo quem já tomou. A possibilidade de vacinação anual não está descartada, mas ainda não há dados concretos. Ainda não é possível prever a duração da proteção das vacinas contra a Covid-19. Getty Images/BBC Apesar do aumento na oferta de vacinas contra a Covid-19, ainda há uma importante pergunta que aguarda resposta: quanto tempo dura a imunidade produzida pela vacina? Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que ainda não é possível prever, mas tudo indica que essa imunidade não será breve e, em um dos cenários possível, talvez a imunização contra o novo coronavírus passe a integrar as campanhas anuais. “A vacina surgiu em meio a uma emergência sanitária e ainda estamos aprendendo e observando o tempo de duração do efeito protetivo”, explica Rodrigo Stabeli, pesquisador titular e diretor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de São Paulo. Por unanimidade, Anvisa aprova uso emergencial da vacina de dose única da Johnson Segundo ele, o processo de vacinação contra a Covid ainda é muito recente e não deu tempo para que os cientistas pudessem observar os efeitos e a eficácia da vacina a longo prazo. Em 8 de dezembro de 2020, o Reino Unido se tornou o primeiro país no globo a aplicar doses da vacina Pfizer/Biotec na população. De acordo com o levantamento feito pelo projeto Our World in Data, da Universidade de Oxford, o mundo já conta com aproximadamente 399 milhões de pessoas vacinadas. Anvisa nega autorização para que ministério importe 20 milhões de doses da vacina Covaxin “É o tempo que vai dizer isso”, afirma Carla Domingues, doutora em saúde pública com especialização na Universidade Johns Hopkins e na Universidade do Sul da Flórida, ambas nos EUA. Domingues acumulou anos de experiência em vacinas ao ser coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde entre 2011 e 2019. “É importante dizer que essa não é uma peculiaridade da vacina da Covid. É assim com todas”, explica Domingues. “A vacina da meningite é o exemplo completo. Quando a vacina foi introduzida, nós também não tínhamos esses dados. São os estudos vindos com o tempo que vão nos dizer isso. Toda vacina passou por isso”, completa. Os pesquisadores não excluem a possibilidade de ser necessário aplicar reforços vacinais para aumentar a proteção contra a Covid e as suas diferentes mutações. "Pode ser que a gente tenha que fazer um portfólio de vacinação anual, assim como fazemos com a gripe", comenta Stabeli. "Isso significa que não conseguimos erradicar o vírus da Influenza - causador da gripe. Mas, com a vacina, podemos conter a disseminação da doença", completa. "É preciso acabar com a pandemia" “O que precisamos fazer agora é acabar com a pandemia”, aponta Stabeli, que esteve à frente de estudo com anticorpos para a produção de uma vacina contra a Covid. Ele defende que, ainda que não seja possível estimar a duração da imunidade, é preciso promover a imunização em larga escala para conter o avanço do vírus. Pesquisadores brasileiros desenvolvem teste que identifica cepas do coronavírus “Há uma urgência dos cientistas brasileiros em promover a imunização de toda a população, sem distinção. Isso é necessário para que não haja novas linhagens do vírus que sejam imunes às vacinas já existentes”, afirma Stabeli. "Se a gente perde essa estratégia de imunização, a gente aumenta as chances de ter cepas que escapem totalmente das vacinas disponíveis no mercado”, completa. A cepa é uma variante ou um grupo de variantes dentro de uma linhagem que já se comportam um pouco diferente do vírus original. As cepas circulantes do vírus podem ser de linhagens diferentes (por exemplo, as do Brasil, da África do Sul e do Reino Unido). Devido à baixa cobertura vacinal contra a Covid no Brasil, os especialistas avaliam que ainda não é o momento de abandonar as medidas de segurança sanitária. Na sexta-feira (9), o percentual da população brasileira que tomou a segunda dose da vacina era de apenas 3%. “Nesse momento, para evitar a circulação de novas cepas, precisamos diminuir a circulação do vírus. Isso só será possível com a vacinação rápida e elevada ou diminuindo aglomerações. Neste momento, como não temos vacina, a forma de evitarmos as mutações do vírus é evitando aglomerações”, defende Domingues. Observação em tempo real Um estudo publicado no periódico científico The New England Journal of Medicine na terça-feira (6) mostrou que a vacina fabricada pela Moderna conseguiu manter eficácia de 94% na prevenção do Covid-19 seis meses após a aplicação da segunda dose. Para o estudo, 33 pessoas de diferentes idades tiveram acompanhamento médico por 180 dias após a aplicação da segunda dose. Os pesquisadores afirmaram que o grupo continuará a ser observado para a coleta de dados. "A atividade dos anticorpos permaneceu alta em todas as faixas etárias", disseram os pesquisadores à Reuters. A vacina mRNA 1273 – da Moderna – é feita como RNA mensageiro (mRNA), capaz de codificar a proteína S da coroa do vírus e induzir a proteção natural do corpo. Ela precisa ser armazenada em temperaturas baixas, inferiores a -20ºC (veja mais no vídeo abaixo). Que vacina é essa? Moderna Em abril, Pfizer Inc e a parceira BioNTech também anunciaram que sua vacina permaneceu altamente eficaz por pelo menos seis meses. Em ambos os casos, os participantes vacinados continuarão a ser acompanhados por uma equipe médica para analisar a duração da imunidade dos anticorpos pelos próximos seis meses. Veja mais VÍDEOS sobre vacinas contra a Covid-19 Veja Mais

Vereador quer igrejas evangélicas como postos de vacinação em BH

O Tempo - Política Juliano Lopes (PTC), também sugere a quadra de esportes da qual é proprietário como opção Veja Mais

Alibaba recebe multa antitruste de US$ 2,8 bilhões na China

Valor Econômico - Finanças Alegação foi de abuso de sua posição dominante sobre rivais e comerciantes em suas plataformas de e-commerce O regulador antitruste da China impôs uma multa equivalente a US$ 2,8 bilhões ao Alibaba Group Holding sob alegação de abuso de sua posição dominante sobre rivais e comerciantes em suas plataformas de e-commerce, uma penalidade recorde no país que surge em meio a uma onda de investigações sobre o império empresarial de Jack Ma, fundador do Alibaba. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Nações islâmicas se preparam para vacinação noturna durante o Ramadã

Valor Econômico - Finanças Período começa nesta terça-feira Governos de países de maioria muçulmana estão planejando medidas inovadoras para administrar vacinas e conter a disseminação de covid-19 durante o mês sagrado do Ramadã, que começa na terça-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

IP67 e IP68: conheça os diferentes graus de certificação

IP67 e IP68: conheça os diferentes graus de certificação

Tecmundo Entre as mais diversas especificações técnicas de um smartphone, existe uma que é muito importante para garantir a durabilidade do aparelho e a resistência dele para o caso de contato com poeira ou líquidos: a certificação IP.Por mais que você cuide do seu dispositivo, acidentes acontecem e ele pode cair em uma piscina ou estar próximo de um copo derramado, por exemplo. Felizmente, diversos modelos recentes de celulares, tablets e outros eletrônicos contam com uma estrutura que permite o contato rápido com líquidos ou ambientes carregados de poeira sem trazer danos permanentes e graves.Leia mais... Veja Mais

Confira o que pode ser votado no Plenário nessa semana – 10/04/21

Confira o que pode ser votado no Plenário nessa semana – 10/04/21

Câmana dos Deputados Conheça nossos termos de uso: https://www.camara.leg.br/tv/562840-termos-de-uso/ Siga-nos também nas redes sociais: https://www.facebook.com/camaradeputados https://twitter.com/camaradeputados https://www.instagram.com/camaradeputados/ https://www.tiktok.com/@camaradosdeputados? https://cd.leg.br/telegram Conheça nossos canais de participação: https://www2.camara.leg.br/participacao #CâmaraDosDeputados #Perspectiva #Plenário #Votação Veja Mais

Biografia mostra uma Sylvia Plath maior que o suicídio

Valor Econômico - Finanças Poeta "não é uma figura sombria, sinônimo de loucura e tragédia”, escreve Heather Clark Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

60 anos do voo de Yuri Gagarin é celebrado em evento online e gratuito hoje

canaltech O dia 12 de abril é uma data especial para a exploração espacial. No mesmo dia, em 1961, o cosmonauta Yuri Gagarin tornou-se o primeiro ser humano a ir ao espaço. E, desde de 2001, acontece anualmente o evento Yuri’s Night, em comemoração a este grande feito para a nossa história — neste ano, completam-se 60 anos. Diante da pandemia, o evento será totalmente virtual realizado com a participação aberta ao público — já é a segunda edição neste formato. Hoje, 10 de abril, a partir das 20h (horário de Brasília), o Yuri’s Night será transmitido através do canal do evento no YouTube. A noite de comemoração é uma iniciativa da defensora de voos espaciais Loretta Hidalgo Whitesides e o diretor espacial da Virgin Glactic, George Whitesides. Além das seis décadas do primeiro passeio humano no espaço, a “Noite do Yuri” também completa sua 20ª edição. Astronauta que pisou na Lua crê que explorar Marte é o futuro da humanidade Próxima nave russa Soyuz que irá à ISS receberá novo nome em homenagem a Gagarin Há 57 anos, Yuri Gagarin se tornava o primeiro homem a ser lançado no espaço Buzz Aldrin, a segundo pessoa a pisar na Lua, durante o evento de 2006 (Imagem: Reprodução/Susan Karlin) O tema da festa deste ano é “Earthseed”, em referência a um clássico da ficção científica Parábola do Semeador, da escritora Octavia E. Butler. A equipe responsável pela noite explica que o livro compartilha uma visão poderosa para um caminho espiritual que pode unir comunidades durante tempos difíceis. "Essa visão parecia adequada este ano", acrescentou a co-criadora Loretta Whitesides. Entre as atividades da Yuri’s Night deste ano, a banda Ok Go lançará seu videoclipe produzido com a participação voluntária dos fãs durante a pandemia. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Na lista de convidados especiais, marcam presença nomes como: Cady Coleman, astronauta da NASA; o produtor executivo de Star Trek, Rod Roddenberry; o explorador da National Geographic, Wasfia Nazreen; a construtora de veículos Tesla, Simone Giertz; a diretora de design da SpaceX, Hillary Coe; entre outros. O evento é gratuito, mas, para garantir uma participação ainda mais aprofundada, você deve comprar seu ingresso no site da Yuri’s Night. Existem dois tipos de entrada: o ingresso “Backstage Pass” inclui uma espécie de pré-evento, com bate-papo com os convidados especiais, e o ingresso "pacote VIP" é para um momento para depois da festa, que inclui brindes e um encontro virtual com o astronauta Richard Garriot. Para não perder esta noite de celebração recheada de celebridades, é só conferir o evento a partir das 20h no vídeo abaixo:   ✖ Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Dois satélites podem ter colidido acima do Ártico nesta sexta-feira (9) Propulsão nuclear seria capaz de nos levar a Netuno em apenas 10 anos Ingenuity move suas hélices e se prepara para voar em Marte; veja o video 10 anos de Game of Thrones | HBO divulga novo trailer da 8ª temporada Como se tornar um astrônomo amador? Veja Mais

Pixel 5a terá lançamento limitado devido à escassez de chips

Pixel 5a terá lançamento limitado devido à escassez de chips

Tecmundo O Pixel 5a terá um lançamento limitado por conta da escassez global de chips. Em nota, a Google desmentiu os recentes rumores de que o smartphone intermediário teria sido cancelado.“O Pixel 5a 5G não foi cancelado. Ele estará disponível ainda este ano nos Estados Unidos e no Japão. Tal como, ele será anunciado de acordo com a data em que o telefone da série a do ano passado foi lançado”, revelou o porta-voz da companhia.Leia mais... Veja Mais

China aplica multa bilionária a Alibaba por prática de monopólio no comércio online

G1 Economia Gigante do comércio online foi multada em US$ 2,78 bilhões. A empresa é acusada de exigir exclusividade dos que queiram vender seus produtos na plataforma. As autoridades chinesas multaram o gigante do comércio online Alibaba em 18,2 bilhões de yuans, cerca de US$ 2,78 bilhões, por abuso de posição dominante, informou a imprensa oficial neste sábado (10). A empresa é acusada de exigir exclusividade dos comerciantes que queiram vender seus produtos na plataforma, impedindo-os de figurar em sites concorrentes. A multa é resultado de uma investigação da Administração Estatal de Regulamentação do Mercado que começou em dezembro, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua. O valor foi definido como resultado da decisão dos reguladores de infligir uma multa de 4% sobre as vendas de 2019, que totalizaram 455,7 bilhões de yuans, cerca de US$ 69,5 bilhões, de acordo com a Xinhua. "Desde 2015, o grupo Alibaba abusou de sua posição dominante no mercado" para obter uma vantagem injusta por meio da exigência de exclusividade, disse o regulador. Esse comportamento tem restringido a concorrência e a inovação no setor e violado direitos e interesses de empresas e consumidores, acrescentou. A multa recorde é quase três vezes superior ao valor de cerca de US$ 1 bilhão infligido à Qualcomm em 2015, de acordo com a Bloomberg. A Alibaba e outras grandes empresas nacionais de tecnologia enfrentam pressão crescente pela preocupação com o aumento de sua influência na China, onde usuários usam essas plataformas para se comunicar, fazer compras, pagar contas, reservar táxis, solicitar empréstimos e realizar uma infinidade de tarefas diárias. Os gigantes do comércio eletrônico Alibaba e JD.com, bem como a Tencent, conglomerado de mídia, telecomunicações e jogos, responsável por algumas das maiores redes sociais e apps de troca de mensagens do país (QQ, WeChat e Qzone), se beneficiaram com o boom digital na vida dos chineses e com a proibição do governo dos principais concorrentes dos Estados Unidos atuarem no mercado local. No caso da Alibaba, a empresa se vê em situação delicada desde outubro, quando seu cofundador Jack Ma criticou os reguladores chineses por estarem vivendo no passado, depois que eles expressaram preocupação com as atividades do Ant Group, braço financeiro da Alibaba, em empréstimos, gestão de fortunas e seguros. Ingresso na bolsa de valores vetado Em novembro, os reguladores chineses impediram na última hora o ingresso do Ant Group na bolsa de valores por um montante colossal de US$ 34 bilhões, antes de ordenar que a financeira retornasse às suas atividades originais como provedor de serviços de pagamentos online. As ações de grandes players de tecnologia chineses têm sofrido com a intensificação da supervisão das principais plataformas de tecnologia. O Wall Street Journal informou no mês passado que o grupo Alibaba também estava sob pressão para se desfazer de uma ampla gama de ativos de mídia, incluindo uma potencial venda do South China Morning Post de Hong Kong. Veja Mais

Máscaras não causam danos neurológicos irreversíveis; mensagem falsa circula nas redes sociais

tudo celular Além do lockdown e distanciamento social, uso de máscaras é considerado um dos principais métodos para evitar o contágio da Covid-19. Veja Mais

Mineiro Eduardo Damasceno integra equipe de animação que disputa o Oscar

O Tempo - Diversão - Magazine Quadrinista com trajetória reconhecida em Belo Horizonte é o supervisor de arte-final de cenários de 'Wolfwalkers', produção do estúdio irlandês Cartoon Saloon Veja Mais

Demonizar trabalho de madeireiro só vai aumentar desmatamento, diz Salles

Valor Econômico - Finanças Ministro do Meio Ambiente afirma que as informações dos empresários são 'coerentes de não haver a propagada ilegalidade' Em atrito com a Polícia Federal por causa da apreensão recorde de madeiras, no Pará, Ricardo Salles (Meio Ambiente) diz à reportagem que uma "demonização" indevida do setor vai contribuir para aumentar o desmatamento ilegal. O ministro critica a demora para a investigação ser concluída e afirma que as informações dos empresários são "coerentes de não haver a propagada ilegalidade." "Será talvez a primeira vez na história que um grupo que dá as caras pode ser chamado de organização criminosa. Mas isso quem vai dizer é a investigação. Não tem sentido a gente não ter resposta conclusiva depois de cem dias de apreensão do material", diz Salles. Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo$ na segunda (5), o chefe da PF do Amazonas, Alexandre Saraiva, disse o oposto: que todo o material apreendido é produto de crime e que as investigadas não são empresas, mas uma organização criminosa. O ministro foi pela segunda vez ao local da ação policial nesta quarta-feira (7). A primeira visita foi o estopim do atrito com a polícia. A reportagem acompanhou a viagem a convite do ministério. Depois de um sobrevoo de helicóptero e parada em um dos pátios com os produtos apreendidos, ele foi a uma reunião em um hotel em Santarém, a um encontro entre a PF e proprietários de madeira, para entrega de documentos requisitados pela investigação. No local, empresários apresentaram cópias dos papéis e apelaram pela liberação do material apreendido. Eles dizem que as madeiras podem estragar e que podem falir. O chefe da perícia do Amazonas, um delegado e um escrivão estavam presentes. Eles receberam os documentos, mas fizeram um registro: as milhares de folhas entregues não têm validade para fins de investigação. Os policiais que estavam na reunião descartaram a possibilidade de colocar uma data para finalizar o processo de apuração. Ainda assim, Ricardo Salles fixou prazo de uma semana para que investigadores apresentem as ilegalidades mencionadas ou libere o material. Pergunta: Essa é a segunda vez que o sr. foi ao Pará para fazer verificação da investigação da Polícia Federal. Por que o sr. está fazendo isso? Ricardo Salles: O governo recebeu através dos ministérios da Justiça, Secretaria de Governo e Meio Ambiente um grupo de senadores e deputados acompanhados de proprietários. Eles cobraram uma resposta rápida. É obrigação do governo encontrar resposta célere. Pergunta: Isso não é uma interferência? O sr. falou em falhas na investigação e cobra rapidez. Salles: Não entrei em detalhes da investigação. O que me parece é que as informações [dos empresários] são bastante coerentes de não haver a propagada ilegalidade. Mas não estou fazendo juízo de valor. A nossa posição é que não pode ter insegurança jurídica. Pergunta: O sr. disse na entrevista ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’ que parecia ter erros na investigação. O que faz o sr. achar que as empresas estão certas? Salles: A presunção no setor público quando há documentos é de legalidade. No momento em que eles levam a escritura de propriedade da área, os planos de manejo, as autorizações para cortes, a presunção é de legalidade e não de que seja uma grande organização criminosa. Não me parece que é o caso. Pergunta: O delegado Alexandre Saraiva, chefe da PF do Amazonas, disse à ‘Folha de S. Paulo’ que trata-se de uma organização criminosa. Por que o sr. coloca em dúvida isso? Salles: Recebemos hoje [quarta-feira] na presença da imprensa, da Polícia Federal, do Ibama, do ICMBio e da secretaria do Pará os proprietários das áreas, que apresentaram documentos. O engenheiro florestal responsável pelos planos de manejo assinou uma declaração atestando a veracidade dos documentos. Isso não é uma atitude comum a um grupo que pode ser chamado de organização criminosa. Será talvez a primeira vez na história que um grupo que dá as caras pode ser chamado de organização criminosa. Mas isso quem vai dizer é a investigação. Não é um juízo de valor jurídico. Mas não tem sentido a gente não ter resposta conclusiva depois de cem dias de apreensão do material. Pergunta: Por que só depois de cem dias as empresas apresentaram as cópias desses documentos? Salles: Segundo a explicação que foi dada pelos empresários, porque os investigadores não pediram a eles, mas pediram para a secretaria do Pará, sob o argumento de que não conseguiram achar os documentos. Hoje [quarta-feira], curiosamente, o secretário do Pará e as empresas falaram que os documentos apresentados foram retirados dos próprios processos na Secretaria do Meio Ambiente do Pará. Portanto, os documentos estavam lá. Há uma inconsistência de informações. Essa talvez seja a principal queixa dos proprietários, que queriam apresentar documentos, mas não lhes foi dada a oportunidade. Pergunta: O sr. deu um prazo de uma semana para que os peritos apresentem os laudos em relação à documentação. Os peritos disseram ao sr. ali que não era possível dar prazo. Por que o sr. fixou um prazo? Salles: Foi uma sugestão. Parece razoável por dois motivos. Primeiro, foi confirmado na reunião que todos os documentos necessários foram apresentados. E, segundo, é a maior força-tarefa ambiental em termos de quantidade de peritos. Considerando que isso já está sendo analisado há cem dias, nos parece que uma semana é razoável. Pergunta: Ouvi de pessoas da polícia que o trabalho pode demorar meses. Os proprietários não entregaram documentos originais, apenas cópias, que não têm validade para fins de investigação. A polícia ainda vai ter que acessar as versões originais no Pará. Como fazer isso em uma semana? Salles: Veja, o secretário do Pará já disponibilizou a chave [do sistema digital] para a PF acessar os originais. Os documentos não são de alta complexidade. São escrituras de propriedade, inventário florestal, planos de manejo. Se as cópias corresponderem ao original, não são documentos que exigem análises de grande profundidade. Pergunta: Essa não é a primeira vez que existe embate de empresários com a Polícia Federal. As disputas envolvem o delegado Saraiva, que é chefe de superintendências há dez anos na região. O sr. acha que a PF está equivocada? Salles: Acho que a PF faz um grande trabalho. O Brasil reconhece isso. É preciso tomar cuidado para que visões pessoais, preconceitos pessoais não sobreponham análise independente de isonomia dos trabalhos. O setor, se for demonizado e criminalizado indevidamente, vai colocar muitas pessoas em situação de fragilidade econômica ainda maior, só vai contribuir para aumentar o desmatamento ilegal na região. Pergunta: Sobre a possibilidade de as empresas quebrarem, que é o que sr. está falando, o delegado Saraiva diz que ou se faz um país baseado na lei ou se faz baseado no crime. O sr. concorda? Salles: A lei é para todos. Inclusive para quem tem a incumbência de fazê-la cumprir. Por isso existe a lei de abuso de autoridade. A legislação deve ser observada por todos, com bastante bom senso e equilíbrio. Existe o devido processo legal. A imparcialidade é fundamental nessas horas. Pergunta: No pátio de madeiras, o sr. me mostrou madeiras que, em tese, estão deteriorando e não teriam mais o mesmo valor. Os empresários argumentam isso para reclamar. O sr. tem comprovação disso e o que pode acontecer com elas? Salles: Há um ditado que a justiça que tarda também falha. A madeira está exposta a intempéries há mais de cem dias, claramente estragando, com brocas e fungos. Depois do período de chuvas, que é quando os rios estão cheios, não se poderá transportar essa madeira, ainda que se reconheça a legalidade depois. Por isso, é preciso uma resposta rápida. Pergunta: O delegado disse que é a primeira vez que ele vê um ministro do Meio Ambiente se colocar contra uma ação de preservação da floresta amazônica. Como o sr. vê isso? Salles: Se a ação estiver correta, e não houver reparo a ser feito, a ação será apoiada por nós e eu serei o primeiro a apoiar. Mas se realmente for reconhecido que há equívoco e excesso e que as empresas não deveriam ter tido a atividade econômica restringida, essa ação será contrária à preservação do meio ambiente, porque você vai quebrar pessoas que trabalham de maneira honesta e vai jogar toda a região para a ilegalidade, aumentando o desmatamento ilegal. Pergunta: O sr. usa a ênfase dada pelos empresários para dizer que eles podem ter razão. A PF está dizendo de forma tão enfática quanto que se trata de uma organização criminosa. Por que olhar de maneira mais solidária à argumentação dos empresários e não para a da polícia? Salles: Nossa crítica não é sobre o que a polícia está dizendo, mas, sim, sobre a ausência de uma posição definitiva sobre o assunto, seja pela legalidade ou ilegalidade. A pior situação para esse caso é a não resposta. Pergunta: O delegado diz que não vai passar boiada na PF. Esse foi um termo usado pelo sr. na reunião ministerial. Como o sr. vê hoje a frase que disse um ano atrás? Salles: A minha frase foi retirada de contexto. Era uma reunião interna, chamando a atenção para excesso de burocracia que tem no Brasil, em todo os ministérios. Continuo entendendo que excesso de barreiras atrapalha a melhoria do país, inclusive no meio ambiente. Pergunta: E sobre a declaração dele, qual a sua opinião? Salles: Totalmente descabida, para um delegado da Polícia Federal falar de um ministro de Estado. Pergunta: O sr. acha que é possível estar na mesma frase a necessidade de preservação do meio ambiente e a defesa de afrouxar normas, que, nas suas palavras, burocratizam o Brasil? Salles: A frase é racionalidade, bom senso, desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Essas palavras resumem a necessidade. Veja Mais

Como deixar o notebook ligado com a tela apagada

canaltech Quando você aperta o botão de energia ou fecha a tampa do notebook, o Windows 10 automaticamente entra em modo de espera. Isso pode ser algo bastante útil para economizar bateria e auxiliar no resfriamento, caso você utilize-o com muita frequência. 6 dicas que podem fazer seu notebook durar mais Como prolongar a autonomia da bateria de seu notebook? "Meu notebook não liga, e agora?" Confira dicas que podem resolver o problema Apesar deste recurso ser muito útil, pode ser que você queira que o seu PC continue funcionando mesmo com a tela desligada, para que não seja necessário interromper algumas atividades como downloads ou reprodução de músicas. 5 coisas que você não deve fazer no computador do trabalho Se você quer deixar o notebook ligado mesmo com a tela desligada, saiba que este procedimento pode ser realizado de maneira rápida e prática no “Painel de Controle”. Confira abaixo o passo a passo! -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Como deixar o notebook ligado mas com a tela desligada Passo 1: na barra de pesquisa da Barra de Tarefas do Windows 10, procure por “Painel de Controle” e clique na opção exibida. No campo de buscas da Barra de Tarefas do Windows, procure por "Painel de Controle" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: com o painel aberto, clique em “Sistema e Segurança”. Em seguida, selecione o item "Sistema e Segurança" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: em seguida, selecione o item “Opções de Energia”. Na aba seguinte, clique sobre o item "Opções de Energia" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: no menu lateral esquerdo, acesse a opção “Escolher função dos botões de energia”. No menu lateral esquerdo, selecione a opção "Quando eu pressionar o botão de energia" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: na seção "Quando eu pressionar o botão de energia", troque de "Suspender" para "Desligar vídeo" nos itens "Na bateria" ou "Conectado". Desta maneira, ao apertar o botão de energia do seu notebook, a tela será desligada, mas ele continuará ligado. Troque "Suspender" para "Desligar vídeo" para manter seu notebook ligado mesmo com a tela desligada (Captura de tela: Matheus Bigogno) Caso você queira manter o notebook ligado mesmo com a tampa desligada, pode utilizar o nosso tutorial abaixo: Como manter o notebook ligado com a tampa fechada Pronto! Com essas configurações, agora você pode manter o notebook ligado mesmo com a tela desligada. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Dois satélites podem ter colidido acima do Ártico nesta sexta-feira (9) Propulsão nuclear seria capaz de nos levar a Netuno em apenas 10 anos Ingenuity move suas hélices e se prepara para voar em Marte; veja o video 10 anos de Game of Thrones | HBO divulga novo trailer da 8ª temporada Como se tornar um astrônomo amador? Veja Mais

Paulinho Barcellos expõe na guitarra sentimentos do mundo do artista no álbum solo autoral 'My world'

G1 Pop & Arte ♪ Compositor e músico gaúcho que já foi militante na cena roqueira do sul do Brasil nos anos 1980, mas que também transita pelo território do blues, o guitarrista Paulinho Barcellos é reconhecido como virtuose no toque do instrumento. Tanto que, ao gravar o primeiro álbum solo autoral, My world, o artista convidou, sem se intimidar, outros feras da guitarra – como Ciro Moreau, Grecco Buratto, Jamie Glaser, Leandro Boeira, Pedro Tagliani e Sidney Linhares – para tocar no disco. Músico norte-americano que já tocou com nomes como Chick Corea (1941 – 2021) e Jean-Luc Ponty, Jamie Glaser – por exemplo – faz o solo de guitarra de Virtual talk, uma das 13 composições reunidas por Barcellos no álbum My world. Disco inteiramente instrumental, My world está disponível desde 18 de dezembro de 2020 nos players digitais e também circula no formato de CD, distribuído no mercado fonográfico neste ano de 2021. Embora My world seja disco concebido para expor as diversas formas de expressão da guitarra, Paulinho Barcellos também toca teclados e/ou sintetizadores em faixas como Always with you, Groove street, Irish smile, Just one more time e Sharing your heart, temas que compõem o universo musical de My world, álbum em que o artista expressa sentimentos desse mundo particular através da guitarra. Capa do álbum 'My world', do guitarrista Paulinho Barcellos Divulgação Veja Mais

Conheça o Shopify, sistema para criar sua loja online

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Tecmundo Quem pretende iniciar um negócio de e-commerce ou quer aumentar as vendas de uma loja física pode contar com a plataforma Shopify. Os usuários podem acessar por desktop ou aplicativo para os sistemas operacionais Android e IOS (iPhone).Criada há pouco mais de 10 anos no Canadá  como uma loja virtual para vender equipamentos de snowboard, a plataforma oferece ferramentas para iniciar uma loja virtual, expandir mercado e gerenciar um negócio de varejo de qualquer tamanho, em qualquer lugar. Os interessados podem experimentá-la gratuitamente por 14 dias. Leia mais... Veja Mais

Como a cultura do cancelamento pode abafar a liberdade de expressão

Valor Econômico - Finanças Prática é alimentada pela ambiguidade entre o ‘nada’ e o ‘muito’ relevante Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pandemia fez brasileiro perder quase 2 anos na expectativa de vida ao nascer, aponta estudo preliminar

Glogo - Ciência Pesquisa da Universidade Harvard mostra que alta mortalidade ocasionada por Covid-19 em 2020 fez país retornar ao índice observado em 2013. Mais uma vítima da Covid-19 é enterrada no Cemitério Vila Formosa, em SP Andre Penner/AP O Brasil é o segundo país com maior número de mortes de Covid-19 no mundo, ficando apenas atrás dos Estados Unidos. Segundo um novo estudo, os efeitos da letalidade da doença aqui foram mais drásticos: os autores estimam que houve uma redução média nacional de 1,94 ano na expectativa de vida do brasileiro ao nascer -- queda 72% mais acentuada do que no país da América do Norte. O estudo “Redução na expectativa de vida no Brasil em 2020 após a Covid-19” foi liderado pelo Departamento de Saúde Global e População da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e publicado como pré-print, ou seja, uma versão preliminar ainda sem revisão de outros especialistas da área. O Departamento de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também participou da investigação. Mapa da vacinação contra Covid-19 no Brasil Veja o que é preciso para se imunizar A pesquisa teve como foco observar o impacto da pandemia na expectativa de vida não só no momento do nascimento, mas também aos 65 anos de idade, uma vez que os idosos foram apontados como as maiores vítimas da pandemia. Para chegar a esses números, os pesquisadores utilizaram modelos matemáticos baseados no número total de mortes por Covid-19 em 2020. Os cálculos levaram em consideração o gênero da pessoa e a sua localidade. Redução na expectativa de vida De acordo com a pesquisa, nos últimos 20 anos o Brasil havia ganhado cerca de 6,94 anos em expectativa de vida ao nascer. Isso significa que uma pessoa que nasceu em 2019 tinha expectativa de viver quase sete anos a mais do que quem nasceu no final dos anos 90. A alta mortalidade ocasionada pela pandemia fez com que a expectativa de vida ao nascer diminuísse 28%, fazendo com que o país retornasse aos níveis observados em 2013. Entre os estados, o Amazonas foi o mais prejudicado. O ganho de 5,51 anos na expectativa de vida ao nascer conquistado nos últimos 20 anos, foi perdido em 60% devido aos efeitos da Covid-19. De acordo com a demógrafa responsável pelo estudo, Marcia Castro, os níveis são ainda piores se observados aos 65 anos de idade. “Entre os homens, o ganho havia sido de 2,8 anos em duas décadas e a perda em 2020 foi 3,54. Ou seja, retrocesso a níveis anteriores a 2000”, comentou Castro em rede social. Dependendo do estado analisado, a pandemia fez com que a expectativa de vida ao nascer retornasse a níveis observados entre 5 e mais de 20 anos atrás. “Embora essas descobertas sejam perturbadoras, argumentamos que elas são quase certamente subestimadas”, apontam os pesquisadores no estudo. Para eles, o cenário real pode ser ainda mais dramático, já que nem todas as vítimas da pandemia foram testadas e muitas mortes não foram registradas como ocasionadas pelo coronavírus. Veja mais VÍDEOS sobre a Covid-19 Veja Mais

DMX, rapper morto aos 50 anos, deixou dois filmes inéditos

G1 Pop & Arte Ele se destacou na cena de Nova York dos anos 90 e foi um dos nomes mais importantes do rap com letras pesadas. Além do hip hop, ele atuou em filmes e deixou dois longas filmados. DMX no filme 'Fast and Fierce: Death Race' Divulgação DMX, rapper que morreu aos 50 anos nesta sexta-feira (9), também tinha uma carreira como ator, e ele deixou cenas filmadas para dois longas ainda não lançados. "Fast and Fierce: Death Race" conta a história de uma corrida ilegal de carros realizada entre o México e a California. Um jovem ajuda a namorada de um gangster a fugir de problemas, alguns deles releacionados a esses rachas. Outro filme de ação com DMX no elenco é dirigido pelo primo do rapper, Antonio Simmons. "Doggmen" tem Tara Reid ("American Pie") como protagonista. Obituário: DMX morreu aos 50 anos Fotos: relembre a carreira do rapper Repercussão: artistas lamentam DMX e Jet Li em 'Contra o tempo' (2003) Divulgação Antes desses dois filmes, DMX contracenou com Steven Seagal em "Rede de Corrupção" (2001) e com Jet Li em "Contra o tempo" (2003) e "Romeu tem que morrer" (2000). Os três filmes foram dirigidos pelo polonês Andrzej Bartkowiak. Maior legado é na música DMX foi um dos principais rappers da prolífica cena de hip hop de Nova York dos anos 90. Ele fazia um som pesado com letras agressivas sobre a realidade das ruas. Ele cresceu em Nova York e teve uma infância marcada por abusos familiares e problemas com a polícia. Earl Simmons, mais conhecido DMX, se apresenta no palco principal do festival de música e artes de Woodstock, em 23 de julho de 1999 Joe Traver/Reuters/Arquivo No início dos anos 90, ele se tornou mais ativo na cena e colaborou com artistas como Jay-Z, LL Cool J e Ja Rule. Ele se destacou com letras sobre violência e ficou famoso no final da década. Entre 1998 e 2003, cinco de seus álbuns estiveram no topo das listas de vendas nos Estados Unidos. Os mais marcantes foram a estreia "It's Dark and Hell is Hot", e a sequência "... And Then There Was X". Entre as músicas de maior sucesso dele estiveram "Get me a dog" (1998), "Party Up (Up in Here)" (2000) e "Money, Power & Respect", com The Lox e Lil' Kim (1998). Veja Mais

Samsung inicia desenvolvimento de firmware do Galaxy Z Fold 3; dobrável deve adotar câmeras sob as telas

tudo celular Novo dobrável da Samsung deve adotar mudanças importantes no visual, como o uso de câmeras frontais sob as duas telas do modelo. Veja Mais

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