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O Tempo - Política Presidente diz que não é ficando embaixo da cama ou em casa que vamos solucionar esse problema Veja Mais

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Vacinação reduz em 95% mortes por Covid-19 na Itália, diz estudo

O Tempo - Mundo A queda no risco é progressiva a partir de 14 dias após a primeira dose e atinge o máximo a partir dos 35 dias Veja Mais

PS4: Play At Home de maio traz vários brindes em microtransações

PS4: Play At Home de maio traz vários brindes em microtransações

Tecmundo A iniciativa Play At Home da Sony trouxe diversos jogos grátis para os jogadores de PlayStation, e hoje (14) foi anunciada mais uma leva de brindes que poderão ser resgatados na segunda quinzena de Maio!Até lá, essa é a sua última chance para resgatar o jogo Horizon Zero Dawn totalmente na faixa, já que ele ficará disponível apenas até a virada do dia 14 para o 15. Depois disso, o jogo dará lugar a uma série de brindes focados majoritariamente em moedas fictícias para você gastar em microtransações diversas.Leia mais... Veja Mais

Amazon divulga primeiras imagens de Camila Cabello como Cinderela

O Tempo - Diversão - Magazine A cantora e namorada de Shawn Mendes vai ser a protagonista de uma nova versão do conto clássico Veja Mais

Como encontrar grupos no Telegram

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Tecmundo O Telegram, mensageiro concorrente do WhatsApp, é conhecido por inúmeros recursos, entre eles a ferramenta de pesquisa, que permite aos usuários encontrar outros usuários, bots, canais de voz e, claro, grupos. Essa ferramenta é, como você pode notar, essencial para quem utiliza o aplicativo.Embora nem todos saibam, também é possível recorrer a um site externo para encontrar chats coletivos. A seguir, ensinaremos o que você precisa fazer para pesquisar grupos utilizando esses dois métodos.Leia mais... Veja Mais

População se divide sobre impeachment: 49% são a favor e 46% são contra

O Tempo - Política É a primeira vez que, numericamente, o números dos favoráveis à saída do presidente é maior, mas situação é de empate técnico Veja Mais

10 filmes baseados em quadrinhos que fracassaram nas bilheterias

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Tecmundo Pode ser difícil de acreditar, mas até algum tempo atrás os estúdios achavam arriscado investir em filmes de super-heróis ou baseados em HQs. Os últimos sucessos da Marvel e da DC provaram, todavia, como o gênero pode ser lucrativo, mas nem todos os tiros foram certeiros.Confira 10 filmes baseados em quadrinhos que fracassaram nas bilheterias:Leia mais... Veja Mais

Os 10 melhores filmes de faroeste para assistir em 2021

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Tecmundo As histórias sobre cowboys e pistoleiros do Velho Oeste dos Estados Unidos são a base do gênero faroeste. Bem popular nos anos 1950 e 1960, as produções seguem influenciando novos longas e outras mídias, como os videogames.Para quem deseja conhecer mais sobre essa vertente do cinema, separamos os 10 melhores filmes de faroeste para assistir em 2021. Conheça clássicos, remakes e outros títulos cheios de poeira e vingança!Leia mais... Veja Mais

Maísa Moura borda e costura canções no álbum 'O azul daqui' com a paz da voz da cantora mineira

G1 Pop & Arte Produzido por Makely Ka, o disco transita com afetividade entre as águas e as montanhas das Geraes. Capa do álbum 'O azul daqui', de Maísa Moura Pintura de Gisele Moura Resenha de álbum Título: O azul daqui Artista: Maísa Moura Edição: Edição independente da artista Cotação: * * * * ♪ É sintomático que o segundo álbum solo da cantora mineira Maísa Moura, O azul daqui, se encerre com abordagem de Sertão, bela canção de Caetano Veloso e Moreno Veloso lançada na voz de Gal Costa no álbum Aquele frevo axé (1998). Além de conter na letra o verso (“O azul do azul daqui”) que gerou o título do disco produzido pelo compositor e músico piauiense Makely Ka entre julho de 2019 e novembro de 2020, sob direção artística da própria Maísa Moura, Sertão sintetiza a geografia deste álbum que transita entre o mar e o chão das Geraes. Em cena desde 2001, ano em que debutou como intérprete ao gravar músicas de Makely Ka, com quem lançaria cinco anos mais tarde o disco Danaide (2006), Maísa Moura apresentou em 2009 o primeiro álbum solo, Moira, antes de interromper a carreira musical por anos para se dedicar a trabalho na área da educação. Com capa que expõe pintura da artista plástica Gisele Moura, irmã de Maísa, o álbum O azul daqui retoma o fio da meada, soando coerente com a trajetória pregressa da cantora. Também expostas ao longo do encarte da edição em CD do álbum, as telas de Gisele Moura reforçam o conceito de cada música. Nesse encarte, cada uma das 14 faixas do disco é ilustrada com telas azuis em que Gisele Moura retrata cada composição cantada com delicadeza por Maísa Moura. A propósito, a suavidade é traço dominante no disco e no canto da artista. É como se Maísa bordasse cada canção e o álbum resultasse, no todo, numa tela com impressões sensíveis e afetivas da geografia mineira. Basta ouvir a cantora recontar a história de Acalanto (1973) – canção do sertanista baiano Elomar ouvida por Maísa na gravação feita por Diana Pequeno em 1978 – para perceber como a voz de Maísa parece tecer cada nota com doçura que contrasta com a aridez do toque do baixo acústico de Rodrigo Quintela, orquestrado por Avelar Jr. para a faixa. O colorido onírico de Valsa azul (Nelson Ferreira com letra imagética de José Miguel Wisnik, 2002) reforça o tom airoso do álbum. A atmosfera lúdica da aliciante canção Faz de conta (Renato Villaça) e da música Grilo (Rodrigo Torino sobre poema e Renato Negrão) – cujo ar maroto é sublinhado pela marimba de vidro percutida por Leo Dias – contribui para a unidade desse disco conceitual que mantém o clima imaginativo de “faz de conta” em Transeunte, canção de Makely Ka de contorno buarquiano, como bem caracteriza a cantora ao discorrer sobre as músicas do disco. A cantora Maísa Moura dá voz a músicas de Elomar, Makely Ka e José Miguel Wisnik no álbum 'O azul daqui' Moreno Moura / Divulgação Com predominância de (inspiradas) composições com a assinatura de Makely Ka (oito em 14 músicas), o álbum O azul daqui sustenta essa unidade ao longo de 14 faixas alinhadas entre si com costura fina. As imagens da Ciranda longe do mar (Sérgio Andrade e Makely Ka), por exemplo, se banham na memória das águas que abrem o disco com a evocação de Senhora Janaína (Makely Ka), canção em feitio de oração. A reboque dessas mesmas águas, Eu sou do mar (Makely Ka) estende ponte com o interior de Minas em travessia iniciada na África. Atestado da inspiração de Makely, Valsa do bom buriti evoca conto do escritor mineiro Guimarães Rosa (1908 – 1967) enquanto desloca o disco para o interior montanhoso das Geraes em condução feita com o toque do bandoneón de Otto Hanriot. Esse sertão mineiro é encharcado de afetividade na canção Na beira do tempo (2016), cativante composição de Kiko Klaus e Makey Ka apresentada há cinco anos como música-título de EP lançado pelo pernambucano Klaus. Na rota do disco, um pau-de-arara conduz O azul daqui até o sertão cearense através da regravação de Araripe Ararat (Chico Saraiva e Mauro Aguiar, 2009). Música que anunciou o álbum O azul daqui ao ser apresentada em single editado em 9 de abril, Forró em Oeiras (Mário Sève e Makely Ka) transporta o disco para o sertão do Piauí com vivacidade e um sentimento de religiosidade popular recorrente na rota nacionalista do disco, como reforçam os versos de Comutação de promessas (Gustavo Souza e Makely Ka). Sem jamais se perder nessa rota, Maísa Moura propaga a “paz da voz” – como enfatiza no canto de Sertão ao fim do álbum O azul daqui – em percurso que, entre águas e montanhas, parece iniciar e culminar no coração da intérprete. Veja Mais

Como linguagem do dia a dia pode ofender pessoas com deficiência

Glogo - Ciência Perguntar se alguém 'está cego' porque não viu algo, dizer que 'deu uma de João sem braço' ou que fulano tem 'problema mental' para ofender, são alguns exemplos. Algumas expressões que usamos no dia a dia discriminam as pessoas com deficiência Alamy Gosto de ser surda. Gosto do silêncio, assim como da rica cultura e da língua que a surdez me proporciona. Quando vejo a palavra 'surdo' publicada, me vem à tona um sentimento de orgulho pela minha comunidade. É algo que fala comigo, como se eu estivesse sendo abordada diretamente, como se chamassem meu nome. Estudo feito com 'supercentenários' liga longevidade à regeneração do DNA Então, sempre dói quando sou lembrada de que, para muitos, a palavra 'surdo' tem pouco a ver com o que eu mais amo — na verdade, suas conotações são quase sempre negativas. Por exemplo, na imprensa do mundo todo não é raro ler que determinado governo ou autoridade "se fez de surdo". Este tipo de linguagem "capacitista" (que discrimina pessoas com deficiência) é onipresente em bate-papos. Perguntar se alguém "está cego" porque não viu algo, dizer que "deu uma de João sem braço" ou que fulano tem "problema mental" para ofender, chamar um chefe de "psicopata" ou "bipolar", falar para alguém "deixar de ser retardado" — são apenas alguns exemplos. E, na maioria das vezes, as pessoas que proferem essas frases não têm a intenção de machucar ninguém — em geral, elas não têm a menor ideia de que estão fazendo algo nocivo. No entanto, para pessoas com deficiência como eu, essas expressões comuns podem ser microagressões. Por exemplo, "se fazer de surdo" mostra que a maioria das pessoas associa a surdez com a ignorância intencional (mesmo que não seja conscientemente). Porém, muito mais do que insultos isolados, expressões como essas podem causar danos reais e duradouros às pessoas que se sentem desconsideradas por essas palavras e expressões — e até mesmo para quem as utiliza em conversas diárias. Não é um problema pequeno Cerca de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo — 15% da população global — tem algum tipo de deficiência documentada. No Brasil, segundo o Censo 2010 do IBGE, quase um quarto da população declarou ter algum grau de dificuldade em pelo menos uma das habilidades investigadas (enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus) ou possuir deficiência mental/intelectual. A incidência é semelhante nos EUA e no Reino Unido. Apesar desses números, as pessoas com deficiência sofrem discriminação generalizada em quase todos os níveis da sociedade. Esse fenômeno, conhecido como 'capacitismo' — discriminação com base na deficiência — pode assumir várias formas. O capacitismo pessoal pode ser um xingamento ou ato de violência contra uma pessoa com deficiência, enquanto a capacitismo sistêmico se refere à desigualdade que as pessoas com deficiência vivenciam como resultado de leis e políticas. Mas o capacitismo também pode ser indireto, até mesmo não intencional, na forma de microagressões linguísticas. Por mais que a gente goste de pensar que é cuidadoso na hora de escolher as palavras, o capacitismo linguístico está difundido no nosso vocabulário. Os exemplos estão por toda parte na cultura popular, e provavelmente você mesmo já usou algumas expressões. Muitas vezes, o capacitismo linguístico surge nas gírias que usamos, como falar para alguém "deixar de ser retardado" ou dizer que "fulano tem TOC" (transtorno obsessivo-compulsivo). Sara Nović discute o processo da escrita com alunos da Rocky Mountain Deaf School no Colorado, nos EUA SARA NOVIĆ Embora possam parecer insultos ou exclamações casuais, ainda assim causam danos. Jamie Hale, CEO da Pathfinders Neuromuscular Alliance, instituição de caridade do Reino Unido voltada e dirigida por pessoas com doenças neuromusculares, observa que o potencial de dano existe mesmo se as palavras não forem usadas contra uma pessoa com deficiência especificamente. "Há uma sensação de que, quando as pessoas usam a linguagem capacitista, estão buscando maneiras de inferiorizar", diz Hale. "Muitas vezes não é uma tentativa consciente de prejudicar as pessoas com deficiência, mas ajuda a construir uma visão de mundo na qual ser uma pessoa com deficiência é [negativo]." Usar uma linguagem que equipara a deficiência a algo negativo pode ser problemático de várias maneiras. Em primeiro lugar, essas palavras oferecem uma imagem imprecisa do que realmente significa ser deficiente. "Descrever alguém como 'aleijado', 'incapacitado' é dizer que ele está 'limitado' [ou] talvez 'aprisionado'", afirma Hale. "Mas não é assim que eu me sinto." Usar a deficiência como metáfora também é uma forma imprecisa de expressar o que realmente queremos dizer. A frase 'se fazer de surdo', por exemplo, perpetua estereótipos e, ao mesmo tempo, mascara a realidade da situação que descreve. Ser surdo é um estado involuntário, ao passo que as pessoas que "se fazem de surdas" diante de determinados apelos estão fazendo uma escolha consciente de ignorar essas solicitações. Rotulá-las como 'surdas' as enquadra como passivas, ao invés de pessoas ativamente responsáveis ​​por suas próprias decisões. Hale acrescenta que usar a deficiência para designar algo negativo ou inferior reforça atitudes e ações negativas e alimenta os sistemas mais amplos de opressão existentes. "Construímos um mundo com a linguagem que usamos e, enquanto nos sentirmos confortáveis ​​com essa linguagem, continuaremos a construir e reforçar estruturas capacitistas", diz. O que isso quer dizer? Se o capacitismo linguístico é tão prejudicial, por que é tão comum? Por que alguém que nunca insultaria propositalmente uma pessoa com deficiência diretamente ainda encontra expressões capacitistas em seu vocabulário? O capacitismo linguístico, como o coloquialismo, funciona como qualquer outra gíria: as pessoas a repetem porque ouvem outras dizerem, uma imitação que aparentemente sugere um uso sem discernimento. Porém, de acordo com DW Maurer, professor de linguística da Universidade de Louisville, nos EUA, embora qualquer pessoa possa criar uma gíria, a expressão só "ganhará popularidade conforme a unanimidade de atitude dentro do grupo". Isso sugere que os jargões capacitistas são onipresentes porque, em algum nível, aqueles que falam acreditam que seja verdade. É possível que as pessoas realmente não tenham consciência desses preconceitos dentro de si mesmas, tampouco do capacitismo que expressam no dia a dia. Mas o fato é que as discussões sobre o efeito negativo de palavras como "surdo-mudo", por exemplo, vêm acontecendo em círculos de pessoas surdas e com deficiência há séculos. Uma das maneiras mais eficazes de deixar para trás a linguagem capacitista é entendendo a comunidade com deficiência, conversando e ouvindo suas preocupações Alamy De acordo com Rosa Lee Timm, chefe de marketing da organização sem fins lucrativos Communication Service for the Deaf, em Maryland, nos EUA, essas discussões passaram batido pela maior parte da sociedade porque as pessoas sem deficiência acreditam que o capacitismo não as afeta, e a linguagem capacitista perpetua e justifica essa crença. "A linguagem capacitista incentiva uma cultura de segregação. Ela define, exclui e marginaliza as pessoas", explica Timm. Efeito bumerangue Embora essas palavras e expressões sejam obviamente prejudiciais aos grupos que marginalizam, as pessoas sem deficiência que casualmente usam a linguagem capacitista podem estar impactando negativamente a si mesmas. "O que vai acontecer com esse grupo de pessoas sem deficiência quando mais tarde na vida — seja por uma perda auditiva, um acidente, um problema de saúde, o próprio envelhecimento ou qualquer outra coisa —, eles passarem para a comunidade com deficiência?", questiona Timm. "A linguagem capacitista que eles usaram cria um ambiente opressor." Timm observa que esse 'ambiente' inclui um impacto na própria autoestima. "Os padrões de beleza são uma boa comparação, em termos do poder psicológico da linguagem", diz ela. "Como mãe, se eu digo, 'uau, isso é lindo' ou 'isso é feio', meus filhos observam e internalizam... Isso pode ter um impacto profundo, especialmente se eles olharem para si mesmos e sentirem que não correspondem aos padrões... O mesmo vale para habilidades." Hale também acredita que as pessoas sem deficiência que vivenciarem a deficiência mais tarde na vida serão prejudicadas pela retórica que usam hoje. E observa que a natureza divisiva do capacitismo linguístico pode até ter um impacto negativo sobre as pessoas que nunca vão ter deficiência. "Machuca a todos nós quando desumanizamos formas de ser, e as construímos totalmente no negativo", afirma. Desconstruindo estruturas capacitistas Dado o quão arraigado é o capacitismo em nossa sociedade, erradicá-lo pode parecer uma tarefa árdua. Estar ciente das palavras que você usa no dia a dia é uma etapa necessária no processo. "Desmantelar estruturas capacitistas não começa com a linguagem, mas construir um mundo sem elas requer que mudemos nossa linguagem", diz Hale. Analisar as próprias expressões e tentar substituí-las por sinônimos menos problemáticos é um bom começo. "Pense no que você quer dizer. Não repita uma expressão apenas porque a ouviu, pense no que você está tentando transmitir", sugere Hale. Muitas vezes, evitar eufemismos capacitistas significa apenas escolher uma linguagem mais direta e literal — ao invés de dizer que fulano "se fez de surdo", você poderia falar que ele "ignorou" ou "decidiu não se envolver". A linguagem está em constante mudança, portanto, eliminar o capacitismo do seu vocabulário será um processo contínuo, e não algo pontual. Você pode tropeçar no início, mas conversar com pessoas com deficiência é uma maneira eficaz de encontrar o equilíbrio e continuar a construir um vocabulário mais inclusivo. "Meu conselho é sempre ouvir", diz Timm. "Faça perguntas, evite suposições e comece escutando as pessoas que são mais impactadas. Reflita se a sua escolha de palavras está contribuindo para a opressão delas." Pode parecer desconfortável, mas o desconforto e a vulnerabilidade exigem introspecção, o que Hale aponta como chave para desmantelar atitudes capacitistas. "De acordo com a Scope [instituição voltada para deficiência e igualdade], dois terços da população britânica se sentem desconfortáveis ao falar com uma pessoa com deficiência", afirma Hale. "Por quê? Se você conseguir entender por que se sente desconfortável, você está no caminho certo para mudar isso." Veja Mais

Wikipedia em português completa 20 anos de vida fortalecida e relevante

canaltech Todo mundo com menos de 40 anos já viu algum professor vetar informações provenientes da Wikipédia por diversos motivos. A plataforma que se propõe a reunir conteúdos sobre absolutamente tudo que for “enciclopediável”, como conceitos, personalidades e assuntos relevantes, celebrou 20 anos de existência no Brasil e nos demais países de língua portuguesa no último dia 11 de maio com muito o que comemorar, mas também com desafios e incertezas sobre o futuro. Quais são os domínios de internet mais antigos do mundo e do Brasil? Wikipedia terá versão paga, mas você não poderá usá-la; entenda o motivo Para combater abusos em seus sites Wikipedia apresenta novas regras globais O site se mantém entre os 20 mais acessados do mundo e uma das principais fontes de consulta para assuntos diversos. Segundo o administrador da Wikipédia Rodrigo Padula, a Wiki fornece “informação atualizada não só para seus visitantes diretos como indiretamente em várias plataformas, redes sociais, mecanismos de busca e assistentes pessoais, como o Google Assistente e Alexa”. O Google usa informações da Wikipédia em seus cards informativos (Imagem: Captura de tela/Canaltech) Ele lembra que os principais mecanismos de busca exibem como resultados de topo as páginas da Wikipédia, além de extraírem informações direto dos verbetes para caixas informativas e resumos, o que ocorre também nas redes sociais, YouTube e dezenas de outros grandes sites. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Os mitos criados nos últimos 20 anos Com mais tempo de vida do que a maioria dos sites, a Wikipédia já se tornou parte da cultura popular. Em razão disso, há muitos mitos, boatos e informações (algumas verdadeiras, outras não) sobre a enciclopédia virtual. A primeira coisa que precisa ser desmistificada é sobre a suposta “falta de credibilidade” das informações “wikipedianas”. Para um artigo ser inserido lá é necessário um processo apurado de escrita, com fontes confiáveis (não adianta linkar para o "blog do zézinho") e imparcialidade no tratamento de temas. Quando a equipe nota que o autor pende para um dos lados, o artigo é questionado ou até excluido. Muita gente gostaria de ser referenciada na plataforma, mas poucas pessoas possuem notoriedade suficiente para figurar lá. Também não é possível usar a plataforma como fonte primária de divulgação, como um blog, já que ela apenas reúne conteúdos de outros locais confiáveis da web. “A Wikipédia acabou sendo muito estigmatizada devido aos seus primórdios, que coincide com a expansão da internet no Brasil. Quando o número de colaboradores e conteúdos ainda eram reduzidos, e as nossas regras incipientes, qualquer pessoa podia criar conteúdos de qualquer maneira, sem critérios de notoriedade e referências, o que levava a conteúdos imprecisos, de baixa qualidade e muito incompletos”, analisa o coordenador. Rodrigo Padula crê em avanços da Wikipédia nos últimos 20 anos (Imagem: Arquivo Pessoal/Campus Party Brasil) Era a época em que muitos estudantes plagiavam artigos na íntegra para trabalhos escolares e acadêmicos, o que levou a críticas por muitos professores e pesquisadores. Isso mudou muito de lá para cá e a comunidade tem buscado estabelecer laços com instituições acadêmicas e culturais por meio de eventos, como o International Wiki Scientific Conference e o Congresso Científico Brasileiro da Wikipédia. Ambos contaram com apoio e participação de várias universidades como as brasileiras UFF, UFRJ, Unirio e USP e as portuguesas Universidade Aberta de Lisboa, Universidade do Porto e Universidade de Coimbra. Todos podem editar, mas tudo é revisado O segundo ponto fundamental é sobre a ideia de que “qualquer pessoa pode editar”. Além de ser necessário ter um cadastro — edição anônima é proibida desde 2020 —, os mecanismos de controle de alterações na plataforma são extremamente rígidos. Quando algum criador de conteúdo possui conflito de interesse (ou seja, insere o conteúdo para promover alguém ou desvalorizar outra pessoa), o trecho é removido. Toda alteração é verificada por editores que podem restaurar artigos ou levar as discussões para a equipe do site analisar e chegar a um consenso. Não adianta vandalizar ou substituir o conteúdo de determinada página por outro: essa ação será vetada e o material original retornará para o site rapidamente. Jornalistas e políticos são vítimas do vandalismo na Wikipédia (Imagem: Reprodução/Wikipédia) “Nossos colaboradores diariamente bloqueiam contas e IPs por edições indevidas, desrespeito às nossas regras/políticas e reincidência no mal uso de recursos e ferramentas. Qualquer editor com mais de 300 edições passa a ter direito a voto e a participar da melhoria de nossas políticas e regras”, detalha o profissional. Em épocas sazonais o acesso a determinados temas costuma crescer juntamente com as tentativas de vandalizar o conteúdo — em fevereiro, por exemplo, o verbete mais acessado foi Karol Conká, que protagonizou diversas polêmicas no reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo. Rodrigo afirma que o período eleitoral é a época em que mais ocorrem atitudes ruins. “Sofremos tanto com as edições feitas por militantes bem como opositores e até mesmo assessores pagos por políticos que tentam manipular conteúdos dos artigos”, explica. Nestes casos, alguns artigos são bloqueados para que somente os editores mais reconhecidos possam ajustar. Ponto de partida, mas não ponto de chegada O terceiro ponto fundamental é sobre a "superficialidade das informações”. Esse é o único conceito verdadeiro sobre a plataforma, cujo objetivo é introduzir temas e não adentrar em debates, tomadas de posição ou se posicionar como autoridade no assunto. Lá, inclusive, há vários links referenciando para conteúdos mais técnicos e bem apurados, o que pode ajudar quem precisa fazer uma pesquisa sobre determinado tema. Mesmo artigos bem produzidos não possuem o nível de aprofundamento dos materiais didáticos (Imagem: Reprodução/Wikipédia) Apesar disso, há segmentos que se destacam, como palavras relacionadas a conceitos históricos. Há muitos historiadores notáveis que levam, com precisão, fatos e detalhes sobre acontecimentos do passado. Mesmo assim, não é correto pensar que isso seria capaz de substituir capitulos inteiros de livros com explicações bem mais aprofundadas. É por isso que a Wikipédia não pode ser considerada fonte de nada, porque a base do seu trabalho é apenas reunir informações dispersas. Mas ela pode, por exemplo, ser um excelente ponto de partida para o desenvolvimento de temáticas sobre quase todos os assuntos. Wiki em Português Uma curiosidade é que a Wikipédia não tem um conjunto de tem regras próprias, cabendo aos editores de cada um dos 321 idiomas definir as melhores práticas para gestão do conteúdo. Neste exato momento, são 1.066.036 artigos disponoíveis em português, número que aumenta todos os dias. A versão em português é a décima maior, atrás das compilações em inglês, alemão, francês, holandês, italiano, polonês, espanhol, russo e japonês. “Grande parte do conteúdo produzido e publicado na Wikipédia lusófona é feito por colaboradores de forma manual. Em algumas Wikipédias, boa parte dos conteúdos são criados com a utilização de bots que geram artigos de forma automatizada a partir de bases de dados estruturadas, sem a mesma criteriosidade da versão em português”, explica Rodrigo. Cada país tem regras próprias para produção de conteúdo (Imagem: Reprodução/Wikipédia) Isso explica porque o português, mesmo possuindo mais falantes no mundo do que o polonês e o holandês, por exemplo, ainda figura atrás na quantidade de textos hospedados. “Ainda temos a questão de que alguns idiomas são a segunda língua de um número grande de pessoas e países, como os caso de inglês, espanhol e francês, o que amplia o número de colaboradores potenciais”, complementa o especialista. O usuário Yanguas é um dos maiores contribuidores da pt.wiki de todos os tempos, tanto pela quantidade de artigos editados quanto pelas suas criações. Outro que se destaca é o usuário TUGA1143, o português Luis Almeida, que também contribuiu com dados para essa matéria, assim como o Stegop (José Mário Pires), outro “gajo” extremamente ativo. “São três exemplos a serem seguidos pelos demais editores e editoras”, ressalta Padula. Apesar da predominância masculina, as mulheres também contribuem ativamente para a plataforma. A brasileira Nice Poa é a maior editora do sexo feminino na Wikipédia Lusófona ate o momento. Desafios para o futuro Na Wikipédia em português, um dos principais desafios é a retenção de colaboradores. Por se tratar de um trabalho voluntário, muitas pessoas desisten no meio do caminho; outras pulam fora depois de desavenças com outros membros. Não é muito difícil encontrar longas discussões entre os colaboradores, com trocas de acusações e respostas mais ríspidas. “A Wikipédia Lusófona ainda é considerada por muitos um ambiente hostil e complicado, por mais que seja aberto e participativo. Aprendemos e evoluímos muito ao longo dos últimos anos, mas nem todos ainda se sentem confortáveis em contribuir ali”, assume o administrador. Um dos seus objetivos é justamente divulgar a Wiki e fazer com que mais pessoas conheçam o projeto e se interessem em participar. “Numa era em que a desinformação domina as redes sociais e a política, a Wikipédia e seus bons editores, bem como o jornalismo profissional, se tornam ainda mais importantes para informar a população”, crava. Vendo os artigos dá para ter uma ideia da importância do Brasil na comunidade lusófona (Imagem: Reprodução/Wikipedia) Outra dificuldade é promover a expansão da comunidade nos demais países que falam português: tirando Brasil e Portugal, todos os demais são pequenos e/ou possuem problemas socio-econômicos mais graves, e não raro o acesso à internet é precário e bem restrito. Completam o time de países lusófonos: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A ausência de publicidade nas páginas da Wikipédia é sempre um fator desafiador. Manter uma estrutura tão grande sem o apoio de um grande grupo econômico é uma tarefa complexa e é por isso que, de tempos em tempos, o site pede o apoio financeiro dos leitores. A Wikimedia Foundation coordena os esforços de captação de recursos com um calendário anual em vários países. Isso porque há custos também com o corpo de funcionários que trabalham no desenvolvimento dos softwares, programas, parcerias e projetos. “Captamos anualmente dezenas de milhões de dólares ao redor do mundo, onde todas as doações são centralizadas na Wikimedia Foundation e distribuídas através de projetos e programas de apoio às comunidades e organizações parceiras pelo mundo afora”, detalha o coordenador. Curiosidades sobre a Wikipédia Lusófona No total, há 2.583.105 contas registadas No dia 8 de maio de 2021, eram 1.066.759 artigos criados Há 10.687 editores ativos na comunidade lusófona, dentre os quais 71 são administradores e 718 são autorrevisores (editores que já sabem editar de acordo com as políticas do site) A média diária é de 5.370 edições em artigos Entram para plataforma cerca de 141 artigos por dia Desde que foi criada, a Wiki conta com 41.204.739 edições realizadas unicamente em artigos Por mês, há uma média de 8.231 editores ajustando a Wikipédia, contudo apenas 2.172 fazem mais de 5 edições, somente 250 executam mais de 100 edições e não mais do que 23 realizam mais de 1.000 edições O recorde de acessos a um único artigo ocorreu em 2018: 2.600.927 pessoas visualizaram o verbete Jair Bolsonaro em outubro. Foi neste período que ocorreram as eleições para presidente do Brasil. A Wikipédia Lusófona comemora 20 anos muito mais completa, confiável e madura. Ainda há vários obstáculos, mas a comunidade atuante parece bastante apaixonada pelo que faz. Para os interessados, Rodrigo Padula faz um convite: “Para contribuir com a Wikipédia, nem pessoas nem instituições precisam de autorização ou parceria específica, qualquer um pode chegar, criar uma conta e contribuir. Este é o meu chamado: venham editar a Wikipédia!” Parabéns à Enciclopédia Livre e a todos aqueles que participam na construção desta importante ferramenta de difusão do conhecimento. Leia a matéria no Canaltech. Trending no Canaltech: Lançamentos da Netflix na semana (14/05/2021) Fósseis vivos: conheça 10 animais pré-históricos que existem até hoje É ciência! Mamíferos podem respirar pelo ânus (e isso será avaliado na COVID) China ganha nova vantagem na corrida quântica com processador de 62 Qubits Rover Curiosity talvez "rasgue" suas rodas para proteger seus componentes Veja Mais

A planta que pode salvar a produção mundial de café

G1 Economia Uma espécie 'esquecida' que cresce em condições mais quentes pode ajudar a preservar a bebida das mudanças climáticas. Os grãos de Coffea Stenophylla têm um sabor naturalmente doce e frutado Royal Botanic Gardens/AFP/Arquivo Uma espécie de planta de café "esquecida", capaz de crescer em condições mais quentes, pode ajudar a salvar a bebida das mudanças climáticas. Cientistas preveem que, em breve, estaremos tomando Stenophylla, um café selvagem raro da África Ocidental que tem o sabor do tradicional café arábica, mas cresce em condições mais quentes. À medida que as temperaturas sobem, se torna cada vez mais difícil cultivar um bom café. Estudos sugerem que até 2050, cerca de metade das terras usadas para plantar café de alta qualidade será improdutiva. Encontrar um café selvagem que seja saboroso e tolerante ao calor e à seca é "o Santo Graal da produção de café", diz Aaron Davis, chefe de pesquisa de café no Kew Gardens, o jardim botânico de Londres. "Como alguém que provou vários cafés selvagens, posso dizer que em geral eles não são bons, não têm o gosto do arábica, então nossas expectativas eram muito baixas", conta ele à BBC News, falando sobre outros tipos que não o Stenophylla. "E ficamos completamente impressionados com o fato de que esse café tem um sabor incrível. Ele tem outros atributos relacionados à sua tolerância ao clima: cresce e pode ser colhido em condições muito mais quentes do que o café arábica." A Coffea stenophylla é uma espécie de café selvagem da África Ocidental que, até recentemente, acreditava-se estar extinta fora da Costa do Marfim. Recentemente, a planta foi redescoberta crescendo em meio à natureza selvagem em Serra Leoa, onde era cultivada em plantações há cerca de um século. Uma pequena amostra dos grãos de café de Serra Leoa e da Costa do Marfim foi torrada e usada para preparar a bebida, que depois foi degustada por um painel de conhecedores de café. Mais de 80% dos jurados não foram capazes de notar a diferença entre o café feito com Stenophylla e o café mais popular do mundo, o arábica, em degustações às cegas, segundo informaram os pesquisadores em estudo publicado na revista Nature Plants. Eles também modelaram dados climáticos para a planta, o que sugere que ela pode potencialmente tolerar temperaturas pelo menos 6 °C mais altas do que o café arábica. As primeiras mudas de Stenophylla serão plantadas neste ano. A ideia é começar a avaliar seu potencial para preservar o futuro do café de alta qualidade. Davis espera que a Stenophylla volte um dia a ser cultivada em Serra Leoa em larga escala. "(Este café) não vai estar nas cafeterias nos próximos dois anos, mas acho que dentro de cinco a sete anos, vamos vê-lo entrar no mercado como um café de nicho, como um café de alto valor, e depois disso eu acho que será mais comum", avalia. O estudo foi realizado em colaboração com o instituto de pesquisa francês Cirad e a Universidade de Greenwich, em Londres. O que é o café arábica? Os grãos arábica são considerados de sabor superior. São cultivados nas montanhas e correspondem a mais de 60% da produção mundial de café. O arábica tem resistência limitada às mudanças climáticas; e os agricultores já estão sofrendo os impactos das temperaturas elevadas e das precipitações baixas ou irregulares. Outras ameaças à produção de café incluem flutuações nos preços, pragas e doenças, além de condições climáticas extremas. Onde o café selvagem é encontrado? A grande maioria do café selvagem cresce nas florestas remotas da África e na ilha de Madagascar. Fora da África, o café selvagem é encontrado em outros climas tropicais, incluindo partes da Índia, Sri Lanka e Austrália. Que tipo de café nós tomamos? Mais de 100 tipos de cafeeiros crescem naturalmente nas florestas, mas apenas alguns são usados ​​para preparar a bebida. A indústria mundial de café é dominada por dois tipos principais — arábica (Coffea arabica) e robusta (Coffeea canephora). Uma terceira espécie — libérica (Coffea liberica) — é cultivada em todo o mundo, mas raramente é usada para bebidas. Veja Mais

Neon Genesis Evangelion: as 10 melhores cenas de luta do anime

Neon Genesis Evangelion: as 10 melhores cenas de luta do anime

Tecmundo Lançado em 1996, o anime Neon Genesis Evangelion chama a atenção do público até hoje por sua história inovadora para retratar questões importantes, ligadas principalmente à saúde mental, mas também por cenas de luta que nos deixam sem fôlego.Quais são as melhores batalhas do anime? Confira o nosso ranking!Leia mais... Veja Mais

Augusto Aras representa contra professor que o chamou de 'servo' de Bolsonaro

O Tempo - Política Procurador denunciou Conrado Hubner na Comissão de Ética da USP Veja Mais

Museu do Ipiranga: descobertas arqueológicas são reveladas em reforma

O Tempo - Diversão - Magazine Objetos foram encontrados em escavações na área externa do novo museu Veja Mais

Após pouso de robô em Marte, Nasa parabeniza China

Glogo - Ciência Com o feito, China se torna o segundo país a conseguir operar um robô no planeta vermelho, junto aos Estados Unidos. Robô chinês Zhurong pousou na superfície de Marte na sexta-feira (14). Noel Celis / AFP Photo O diretor de missões científicas da Nasa,Thomas Zurbuchen, usou o Twitter para parabenizar a Administração Espacial Nacional da China (CNSA, da sigla em inglês) pelo pouso bem-sucedido do robô chinês em Marte, na sexta-feira (14). A China é o segundo país a conseguir operar um robô no planeta vermelho. "Junto com a comunidade científica global, aguardo ansiosamente as importantes contribuições que esta missão trará para um maior conhecimento do Planeta Vermelho pela humanidade", disse Zurbuchen no Twitter. Robô chinês Zhurong pousa em Marte para iniciar investigações no planeta O robô, chamado Zhurong — deus do fogo, na mitologia chinesa — estava acoplado à Sonda Tianwen 1, que entrou na órbita de Marte em fevereiro deste ano. Diretor da Nasa parabeniza Administração Espacial Nacional da China por pouso de robô em Marte Twitter | Reprodução A China anunciou através de sua mídia estatal que seu primeiro robô pousou na sexta-feira (14) na superfície de Marte, às 20 horas no horário de Brasília. Com a missão bem-sucedida, a China se torna o segundo país a conseguir operar um robô no planeta vermelho, após os Estados Unidos, em 1976. Desde 1960, foram mais de 40 missões espaciais com destino a Marte, mas apenas metade delas teve sucesso. VÍDEO: Robô chinês pousa em Marte para iniciar investigações no planeta Veja Mais

Evento com temática LGBT é cancelado, e Mario Frias comemora decisão

O Tempo - Política "Parabenizo a prefeitura por reconhecer o equívoco, cancelando o edital, evitará que tomemos medidas jurídicas", disse o secretário de Bolsonaro Veja Mais

Mobilizações pró-palestinos na Europa e na Tunísia contra ataques de Israel

O Tempo - Mundo "A Palestina vive. A Palestina vencerá", gritavam os manifestantes Veja Mais

Em encontro com ruralistas, Bolsonaro, sem máscara, volta a causar aglomeração

O Tempo - Política O presidente visitou o CTG, Centro de Tradições Gaúchas, onde um grupo o recepcionou com duas panelas de risoto de carneiro. Veja Mais

Presidente municipal do PSDB visita Covas e diz que é preciso respeitar momento

O Tempo - Política Na saída do hospital, Alfredo conversou com jornalistas, onde destacou a carreira política do prefeito licenciado Veja Mais

Ausência de Alckmin em filiação de Garcia é vista por tucanos como sinal de possível saída do PSDB

Valor Econômico - Finanças A pré-candidatura do vice-governador prejudica os planos de Geraldo Alckmin de disputar um novo mandato no Estado pelo partido e isola o ex-governador na legenda A ausência do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) no evento de filiação do vice-governador Rodrigo Garcia ao PSDB, na sexta-feira, gerou desconforto dentro do partido e foi vista por dirigentes como um sinal de que o tucano poderá deixar em breve a legenda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

China veta escaladas ao Everest para evitar contaminação por coronavírus

Valor Econômico - Finanças Topo do monte também pode ser alcançado a partir do Nepal, que enfrenta um duro momento da pandemia A China vetou a escalada do monte Everest a partir de seu território, para evitar o risco de contágios pelo novo coronavírus. A escalada ao topo da montanha mais alta do planeta fica mais fácil no meio do ano, quando o clima melhora e há mais dias de céu claro. Com isso, a temporada de escaladas de 2021, a partir da China, fica suspensa. O veto não tem data para acabar. O topo do Everest, que fica a 8.849 metros de altura, pode ser alcançado também a partir do Nepal, que mantém a rota aberta. O país emitiu 408 autorizações para alpinistas, enquanto a China tinha autorizado apenas 21 neste ano, que agora foram anuladas. Monte Everest Pixabay O Everest já foi escalado por mais de 6 mil pessoas desde 1953, quando a primeira expedição atingiu seu cume. Ao menos 311 alpinistas morreram na jornada rumo ao topo. Devido à pandemia, a escalada do Everest estava proibida desde o ano passado, mas recentemente o Nepal voltou a liberar a atividade. A China foi o primeiro país a ser atingido pela covid-19, mas conseguiu controlar o contágio. Na sexta-feira, havia apenas 285 casos de coronavírus no país, segundo dados oficiais, em uma população de 1,4 bilhão. Ao todo, o país teve 103 mil casos e 4.858 mortes desde o início da crise. Já o Nepal enfrenta um momento duro da pandemia. O número de casos novos diários, que não alcançava 200 no início de abril, agora chega a quase 9 mil. No total, o país de 28 milhões de habitantes registrou 440 mil casos de coronavírus e 4.669 mortes. O Nepal também faz fronteira com a Índia, que registra recordes de casos há algumas semanas, além de cerca de 4 mil mortes diárias. De acordo com o jornal The New York Times, o acampamento onde os alpinistas ficam no Nepal antes de concluir a escalada teve, recentemente, um surto de coronavírus, e muitos foram contaminados. Dezenas de pessoas tiveram que ser resgatadas de helicóptero e levadas a hospitais da capital, Katmandu, após apresentarem sintomas enquanto subiam a montanha. A reabertura ajuda a movimentar o turismo do Nepal. Só a autorização para a escalada custa US$ 10 mil (R$ 52,7 mil) por pessoa. Fora isso, é preciso pagar pela ajuda de guias locais e alojamentos, em uma jornada que leva mais de um mês. Antes de subir ao topo, é preciso fazer um processo de aclimatação do corpo à altitude, por três semanas. Antes da pandemia, agências internacionais vendiam pacotes para a escalada por cerca de R$ 250 mil. No domingo passado, a China anunciou que pretende instalar uma barreira no topo do Everest, para impedir que alpinistas vindos do Nepal entrem em seu território, como forma de conter a entrada do coronavírus. Tradicionalmente, os viajantes dos dois lados se encontravam nesse espaço, sem restrições. No entanto, o governo chinês não detalhou como será essa barreira nem deu prazos para sua colocação. Em 2019, antes da pandemia, houve fila de alpinistas que tentavam chegar ao topo, e a situação gerou ao menos 11 mortes. O engarrafamento em rotas estreitas levou a paradas forçadas em áreas chamadas de "zonas da morte", que ficam a mais de 8 mil metros acima do nível do mar. Ali, não há oxigênio suficiente no ar, e é preciso usar cilindros próprios para respirar. Se a viagem leva mais tempo do que o planejado, o suprimento pode acabar, gerando morte por falta de oxigênio. Além disso, há risco de congelamento, exaustão e de outras doenças relacionadas à altitude. Veja Mais

CRAQUE NETO ESCALA CORINTHIANS IDEAL PARA SEMIFINAL CONTRA O PALMEIRAS | BAITA AMIGOS

CRAQUE NETO ESCALA CORINTHIANS IDEAL PARA SEMIFINAL CONTRA O PALMEIRAS | BAITA AMIGOS

Band Sports Apresentador do Baita Amigos escolheu sua equipe titular para o dérbi deste domingo pelo Paulistão. Inscreva-se no nosso canal para ficar por dentro de todas as novidades do BandSports! Nos siga também na redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/bandsports/ Twitter: https://twitter.com/bandsports Facebook: https://www.facebook.com/BandSportsTV Veja Mais

Advogados mostram relevância de novas regras de privacidade do WhatsApp

Valor Econômico - Finanças Novas diretrizes de política de privacidade entram em vigor a partir de hoje O WhatsApp, que possui mais de 2 bilhões de usuários no mundo, colocou em vigor a partir deste sábado as novas regras de política de privacidade, que preveem o compartilhamento de dados com o Facebook. Essa medida foi apontada como relevante por advogados especializados nesta área. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

O que é a tecnologia TWS dos fones de ouvido

O que é a tecnologia TWS dos fones de ouvido

Tecmundo Recentemente, os fones de ouvido totalmente sem fio estão se tornando cada vez mais populares. Contudo, há pequenos detalhes em suas tecnologias que podem se tornar um grande diferencial na qualidade sonora. Entre eles, destaca-se a presença do True Wireless Stereo ou simplesmente TWS, que pode tornar a experiência do usuário mais rica e completa.Infelizmente, esses recursos não são bem apresentados aos usuários e, por este motivo, tornam-se pouco conhecidos e deixam de influenciar no momento da escolha de um bom par de fones de ouvido. Assim, o TecMundo preparou um pequeno guia para detalhar o que exatamente é a tecnologia TWS e o propósito de sua presença nos dispositivos, a fim de facilitar a decisão do consumidor antes de uma possível compra. Confira:Leia mais... Veja Mais

Fluctua, trio que inclui dois filhos de cantores do MPB4, promove EP autoral

G1 Pop & Arte ♪ São Salva, título do EP apresentado pela banda carioca Fluctua neste mês de maio, evoca a origem desse trio formado pelo cantor e compositor Moreno Leon com filhos de dois integrantes já falecidos do grupo fluminense MPB4. Foi a convite do tecladista Eduardo Waghabi – filho de Antônio José Waghabi Filho (1943 – 2012), o Magro – que o baixista João Faria, filho da união de Ruy Faria (1937 – 2018) com Cynara (voz do Quarteto em Cy), se juntou à turma de músicos que promoviam jams para tocar soul em estúdios situados ao redor da Praça São Salvador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Por razões diversas, o grupo original foi sendo reduzido até que se restringiu a um trio formado por Edu e João com o vocalista Moreno Leon. É como trio que o Fluctua foi criando repertório próprio com temas autorais criados pelo trio, alguns a partir de ideias antigas de Moreno para compor músicas. Com quatro músicas, o EP São Salva apresenta duas composições até então inéditas em disco, Céu do teu olhar e Do que vi. As outras duas músicas, Loteria e O tempo dirá, já tinham sido apresentadas oficialmente em singles editados em setembro de 2020 e março deste ano de 2021, respectivamente. Capa do EP 'São Salva', da banda Fluctua Divulgação Veja Mais

Apoio aos palestinos

em - Internacional Veja Mais

Henry Cavill rebate críticas ao namoro dele: 'Muito feliz no amor e na vida'

O Tempo - Diversão - Magazine Astro, que assumiu namoro com Natalie Viscuso, vem se dedicando atualmente ao bruxo Geralt, do seriado "The Witcher" Veja Mais

Motociclistas fazem ato pró-Bolsonaro em Belo Horizonte

O Tempo - Política Segundo um dos organizadores do ato, a iniciativa tem o intuito de garantir apoio  ao presidente nas eleições de 2022 Veja Mais

Começa a valer hoje nova política de privacidade do Whatsapp

Começa a valer hoje nova política de privacidade do Whatsapp

em - tecnologia Especialistas avaliam que as mudanças podem trazer riscos à proteção de dados dos usuários do aplicativo Veja Mais

FHC diz que prefere Tasso a Doria como candidato do PSDB ao Planalto

O Tempo - Política Ex-presidente afirmou que o senador cearense conhece mais o Brasil e pode se tornar mais popular Veja Mais

Príncipe Harry diz que Orlando Bloom o ajuda a fugir dos paparazzi

O Tempo - Mundo Os dois moram na região de Montecito, próximo a Los Angeles, na Califórnia, e vêm trocando informações Veja Mais

Como criar um mídia kit para Instagram

Como criar um mídia kit para Instagram

Tecmundo O mídia kit é um documento de apresentação profissional muito utilizado por produtores de conteúdo, sobretudo em plataformas como Instagram e Youtube. A ideia deste documento é apresentar o criador à empresa ou cliente em potencial, destacando o seu desempenho na rede social.Embora seja algo popular atualmente, uma vez que muitos digital influencers abordam esse assunto em seus perfis, nem todos os profissionais da área possuem um mídia kit. Seja por desconhecer a sua importância na hora de buscar trabalhos de publicidade ou parcerias, ou ainda por achar sua elaboração muito complexa. Nesta matéria, vamos apresentar uma forma fácil e prática de criar um mídia kit, além de dicas do que não pode faltar neste documento.Leia mais... Veja Mais

Pazuello pretende responder a todas as perguntas na CPI da Covid, diz advogado

O Tempo - Política Nessa sexta, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski concedeu habeas corpus que garante que o ex-ministro possa ficar em silêncio Veja Mais

Enjoei eleva aposta na captação de usuários e prejuízo cresce 23 vezes

Valor Econômico - Finanças Para seguir no plano de expansão, empresa fez novos parceiros de serviço logístico, pois antes só operava com os Correios O Enjoei, marketplace de compra e venda de itens usados e novos de moda e decoração, registrou um salto de 23 vezes no prejuízo líquido do primeiro trimestre de 2021, ante mesmo período do ano anterior, para R$ 31,8 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Nova biografia de Ney Matogrosso sai em julho com aval de Caetano Veloso

G1 Pop & Arte Livro chega ao mercado uma semana antes de o cantor sul mato-grossense completar 80 anos. Capa do livro 'Ney Matogrosso - A biografia' Divulgação ♪ “Leitura emocionante, Julio Maria vai fundo no retrato do artista que marcou para sempre a vida brasileira. […] Tudo no livro mostra um ser humano fascinante, que engrandece a percepção da nossa vida como sociedade”, avaliza Caetano Veloso em texto escrito para Ney Matogrosso – A biografia, livro que a editora Companhia das Letras põe no mercado literário a partir de 23 de julho. Seis anos após ter apresentado a melhor biografia da cantora Elis Regina (1945 – 1982), Elis Regina – Nada será como antes (2015), o jornalista paulistano Julio Maria conta a vida de Ney de Souza Pereira, sujeito estranho que se tornou um dos maiores cantores do Brasil a partir de 1973 e que está a caminho dos 80 anos, a serem festejados em 1º de agosto deste ano de 2021, uma semana após o lançamento do livro. Ney Matogrosso – A biografia é resultado de cinco anos de pesquisa e da realização de quase 200 entrevistas. O jornalista visitou a casa em que Ney nasceu em Bela Vista (MS), cidade do Mato Grosso do Sul, e a vila militar de Campo Grande (MS) em que o futuro artista passou a adolescência, às voltas com relacionamento conflituoso com o pai. Para recontar com maior profundidade uma história já apresentada por Denise Pirez Vaz na primeira (boa) biografia de Ney Matogrosso, Um cara meio estranho (1992), Julio Maria também esteve no quartel da aeronáutica em que Ney atuou como soldado, já na cidade do Rio de Janeiro (RJ), encontrou um irmão mais velho do cantor (irmão de quem nem a família de Ney tinha notícias) e levantou documentos da época em que agentes da repressão federal do Brasil dos anos 1970 vigiavam os movimentos libertários do cantor como vocalista do grupo Secos & Molhados. Veja Mais

DEM decide expulsar ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia, diz Arthur Maia

O Tempo - Política "O DEM deliberou pela expulsão de Rodrigo Maia. Depois que perdeu todo o apoio dentre os deputados, não havia mais clima para ele no partido", afirmou Veja Mais

VEJA OS PALPITES DO BAITA AMIGOS PARA CORINTHIANS X PALMEIRAS

VEJA OS PALPITES DO BAITA AMIGOS PARA CORINTHIANS X PALMEIRAS

Band Sports Rivais se enfrentam neste domingo valendo vaga na decisão do Campeonato Paulista. Inscreva-se no nosso canal para ficar por dentro de todas as novidades do BandSports! Nos siga também na redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/bandsports/ Twitter: https://twitter.com/bandsports Facebook: https://www.facebook.com/BandSportsTV Veja Mais

Em evento, Ricardo Nunes diz que manter trabalho é forma de homenagear Bruno Covas

Valor Econômico - Finanças "O que ele [Bruno Covas] sempre nos orientou e cobrou da gente, mesmo quando teve essa última internação, foi que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas", diz prefeito em exercício de São Paulo Em ação para marcar a aplicação de 4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 neste sábado (15), o prefeito em exercício de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou que a manutenção da agenda é uma forma de homenagear o prefeito Bruno Covas, internado no Hospital Sirio-Libanês para o tratamento de um câncer. Na noite de sexta-feira, a equipe médica anunciou que seu quadro clínico é irreversível. "O que ele [Bruno Covas] sempre nos orientou e cobrou da gente, mesmo quando teve essa última internação, foi que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas. A equipe tem seguido e continuará seguindo as orientações do prefeito", disse Nunes em coletiva na escola Dona Chiquinha Rodrigues, no Campo Belo, zona sul. O local é um dos mil pontos abertos no sábado para o Dia D da vacinação contra a gripe. Ricardo Nunes, prefeito em exercício de São Paulo Reprodução Nunes estava visivelmente emocionado enquanto falava com a imprensa e deixou a escola chorando. Ele assumiu a prefeitura interinamente no dia 2, quando Covas anunciou que licenciaria do cargo para cuidar de sua saúde. Segundo Nunes, a informação mais recente que recebeu sobre o estado de saúde de Covas é a que foi divulgada na noite de sexta. O texto divulgado informava que ele estava sedado e com a família. Os dois se viram pela última vez na quinta (13), mas Nunes diz que conversou com o prefeito também na sexta por telefone e mensagens. Presente na ação, o secretário Municipal de Educação, Fernando Padula, também se emocionou ao falar do prefeito. "Eu conheço o Bruno há 30 anos. Ele ficaria muito bravo com a gente se cancelasse essa agenda." Titular da Saúde, o secretário Edson Aparecido destacou a trajetória recente de Covas. "O Bruno enfrentou a pandemia, a doença, uma campanha eleitoral de cabeça erguida. A melhor homenagem, e ele quer que seja assim, é trabalhar e cuidar da população." Veja Mais

Economia disse à Pfizer em agosto que compra de vacinas não cabia ao ministério

O Tempo - Política Informação consta de um despacho encaminhado pelo ministério à CPI da Covid-19 Veja Mais

Venezuela denuncia 'sequestro' de oito soldados por colombianos irregulares

O Tempo - Mundo Crime teria ocorrido durante "ações de combate" em uma área de fronteira onde confrontos foram registrados desde 21 de março Veja Mais

NASA: missão revela formação de nuvens brilhantes no céu noturno

NASA: missão revela formação de nuvens brilhantes no céu noturno

Tecmundo A NASA revelou que a missão Super Soaker, um pequeno foguete suborbital lançado no Alasca, pode ajudar na compreensão de nuvens brilhantes na atmosfera terrestre. A constatação foi feita após um estudo financiado pela agência espacial compartilhar os resultados do projeto. No caso, o trabalho mostrou que o vapor de água na atmosfera superior pode baixar de modo rápido a temperatura e iniciar a formação desse tipo de nuvem.O fenômeno foi identificado pela primeira vez no final dos anos 1800 e pode ser mais facilmente observado nas horas de crepúsculo — momento em que o Sol as ilumina além do horizonte contra um céu escuro. Porém, cientistas alertam que o vislumbre se tornou mais frequente nos últimos anos com o avanço da exploração espacial. Isso porque essas nuvens tendem a se formar em áreas de grande altitude, região em que há abundância de vapor de água logo após o lançamento de foguetes.Leia mais... Veja Mais

A pé, a cavalo e de helicóptero, Bolsonaro participa de ato em Brasília

O Tempo - Política Presidente esteve presente em ato organizado por produtores rurais alinhados ao governo Veja Mais

Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (16/05/2021)

G1 Economia O programa deste domingo mostra um projeto que pode levar tratamento de esgoto de baixo custo para zona rural. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (16/05/2021) O Globo Rural deste domingo (16) vai mostrar um projeto pode levar tratamento de esgoto de baixo custo para áreas da zona rural que não têm acesso a esse recurso. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda a suspensão da compra de carne de frango do Brasil pela Arábia Saudita, a alta do preço do ovo, o cultivo de milho verde no Ceará e muito mais. Não perca, o Globo Rural começa a partir das 8h30. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural Veja Mais

Histórico: nave da China pousa em Marte com sucesso

Histórico: nave da China pousa em Marte com sucesso

Tecmundo A nave de pousa que carrega o rover Zhurong pousou com sucesso em Marte na manhã de hoje (15). O feito, inédito e histórico para a China — é o terceiro país a encostar no planeta vermelho —, foi confirmado pela Agência Espacial Chinesa (CNSA). O rover Zhurong faz parte da missão Tianwen-1, composta por sonda orbital, lander o rover. Ela teve início em julho de 2020, quando decolou do centro de lançamento de foguetes, chegando à órbita de Marte em fevereiro de 2021, dias antes do rover estadunidense Perseverance. Leia mais... Veja Mais

Projeto solidário de Fábio Porchat 'socorre' pequenos empresários na pandemia

G1 Economia Pequenos negócios que foram ameaçados pela crise provocada pela pandemia registraram crescimento após campanha estrelada pelo ator e humorista. Projeto chegou à segunda edição com promessa de continuidade. Fábio Porchat fala do projeto de apoio a micro e pequenas empresas diante da pandemia Um “empurrãozinho”. É assim que o ator, apresentador e comediante Fábio Porchat classifica o projeto que criou para socorrer pequenos e microempresários diante da crise provocada pela pandemia do coronavírus. Cinco empreendimentos foram beneficiados pela iniciativa em 2020 e outros três foram selecionados para a segunda edição, lançada no final de abril deste ano. Batizado Divulga Porchat, o projeto consiste em tornar o ator - que tem mais de 5,9 milhões de seguidores nas redes sociais - o garoto-propaganda de marcas desconhecidas pelo grande público. Além de contarem com o uso da imagem de Porchat sem ter que pagar cachê, as pequenas e microempresas (PMEs) selecionadas ganharam toda a campanha publicitária, que foi desenvolvida por uma agência profissional. Três pequenos negócios foram selecionados para ter, gratuitamente, Fábio Porchat como garoto-propaganda em 2021 Reprodução/Instagram VÍDEO: Fábio Porchat anunciou no Encontro que faria propaganda de graça para PMEs O projeto é modesto, se considerado o alcance dele: em maio de 2020, havia cerca de 17,2 milhões de PMEs ativas no país. De acordo com uma pesquisa realizada em fevereiro deste ano pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mais da metade destes pequenos negócios relatou muita dificuldade em se manter após quase um ano de pandemia e seis em cada dez deles viram o faturamento anual ser reduzido em pelo menos 1/3 no ano passado. (veja mais detalhes da pesquisa ao final desta reportagem) Mas, para as oito PMEs selecionadas, o projeto representou mais que a garantia de sobrevivência – todas as cinco atendidas em 2020 registraram crescimento dos negócios e as três que participam da atual segunda edição experimentaram aumento da demanda tão logo foram anunciadas pelo ator. É o caso da Mei Mei Produtos Naturais, empresa paulista especializada na produção de chás e artigos diversos feitos com ervas. Ela foi apresentada pelo ator durante uma live em seu perfil no Instagram no dia 22 de abril e, segundo os donos, imediatamente começou a registrar aumento nas vendas. “A nossa demanda aumentou consideravelmente e já está perto do que era antes da pandemia. Não só clientes novos, mas os antigos também voltaram a fazer pedidos com a gente”, contou o empresário Carlos Lopes, que comanda a empresa junto com a mulher, a naturopata Mei Machado – ambos com 43 anos de idade. 'Pânico' na pandemia Havia cinco anos que o casal mantinha a Mei Mei. Sem loja física, a empresa contava com 39 pontos de revenda espalhados pelo Brasil. Com a pandemia, caiu para seis o número de revendedores – impacto direto das medidas de restrição ao funcionamento de comércio e serviços pelo país para conter o avanço da Covid-19. “A gente entrou em pânico, porque estávamos em um ritmo de crescimento anual. Mesmo com o mercado dizendo o contrário, a gente crescia. De repente, a gente se viu sem nada”, destacou Carlos. Questionada, Mei confidenciou que, diante do revés provocado pela pandemia, “todos os dias” pensava em desistir do negócio. Em vários períodos, a empresa ficou sem vender nada durante 15 dias. “Teve momento de não querer levantar da cama. Desde a live [com Fábio Porchat], não teve um dia que a gente ficou sem vender algo”, enfatizou a naturopata. Live com os donos da Mei Mei foi realizada no dia 22 de abril e, desde então, empresa registra aumento nas vendas Reprodução/Instagram A seleção para participar do Divulga Porchat pegou o casal de surpresa. A inscrição no projeto foi realizada em junho do ano passado e durou apenas 24 horas. Os interessados tinham que gravar um vídeo dizendo por que a empresa merecia ter Fabio Porchat como garoto-propaganda. Segundo Porchat, mais de 8 mil inscrições foram recebidas, mas apenas cinco foram selecionadas para a primeira edição. Para 2021, o ator decidiu não reabrir inscrições e selecionar outras três empresas dentre as que se candidataram no ano passado. “Foi uma surpresa muito boa, porque a gente nunca imaginou que seríamos selecionados. O Porchat falou que faria de novo uma seleção em 2021, mas a gente não estava esperando por ser chamados”, contou Mei. Campanha foi criada com base em briefing definido pelos próprios donos do negócio Divulga Porchat/Divulgação Depois de contatado pela equipe de Porchat, o casal teve duas semanas para se preparar para a live com o ator, ocasião em que a Mei Mei foi apresentada aos seguidores dele. Este período serviu para a elaboração, por parte dos dois empresários, da proposta de campanha que desejavam para a empresa. “Ele [Porchat] deu total liberdade para a gente fazer o briefing e determinar o tipo de campanha que a gente queria fazer. A gente decidiu usar o nome dele para brincar com o nosso negócio – pôr chá. E a agência está tratando a gente como cliente”, contou Mei. As outras duas PMEs selecionadas para esta edição do Divulga Porchat são: Era uma vez o Mundo – startup carioca de educação que fabrica brinquedos e cria representatividade afro-brasileira para crianças. Naturale – loja de alimentos naturais em Santa Catarina que produz refeições saudáveis Startup carioca fabrica brinquedos com identidade afro-brasileira Divulga Porchat/Divulgação Empresa de Santa Catarina especializada em produção de refeições saudáveis é uma das três selecionadas para o projeto Divulga Porchat/Divulgação Virada de chave: ‘empurrãozinho’ levou pizzaria a abrir filial Uma das cinco PMEs selecionadas para a primeira edição do projeto foi a Fitzza, pizzaria idealizada por três jovens cariocas com o objetivo de “promover reeducação alimentar” a partir de versões “fit” da clássica iguaria italiana. A marca começava a se firmar quando começou a pandemia e colocou o negócio em risco. Um ano depois do “empurrãozinho” do Porchat, no entanto, ela se prepara para abrir uma filial e já planeja uma terceira loja ainda em 2021. “Quando estourou a pandemia, a gente ainda era uma marca nova e a loja teve que ser fechado. A gente então começou a batalhar para se estabelecer no delivery enquanto via muita pizzaria mais velha fechando com seis meses de pandemia. A gente nunca chegou a pensar em desistir, mas o Divulga Porchat foi a grande virada de chave do nosso negócio”, contou Rodolpho Bandeira, de 30 anos, o mais velho do trio de empreendedores. A Fitzza começou em 2017, quando os três amigos tiveram a ideia de fazer uma pizza fit. O primeiro passo para o negócio aconteceu no ano seguinte, com o trio “colocando a mão na massa, literalmente”. Segundo Rodolpho, eles produziam a massa na bancada da cozinha de um deles e a levava para assar e servir em eventos pelo Rio. “A logística era difícil, porque a gente fazia tudo, da massa à operação nas festas”, enfatizou. Foi só em junho de 2019 que a Fitzza ganhou uma loja física. Ela foi instalada no Arpoador, um dos endereços mais nobres da Zona Sul carioca. Nove meses depois teve início a pandemia – bares e restaurantes ficaram proibidos de funcionar na capital fluminense por mais de três meses. Divulga Porchat garantiu visibilidade e credibilidade para marca carioca de pizza fit, que cresceu a ponto de abrir filial um ano após campanha Reprodução/Instagram O anúncio da seleção para o Divulga Porchat surgiu como oportunidade de mudar os rumos do negócio que tendia a naufragar como muitos dos concorrentes. Os sócios se debruçaram na produção do vídeo de inscrição durante a madrugada. Uma vez selecionada, a pizzaria registrou um verdadeiro salto – o faturamento aumentou em quase 40% entre agosto e outubro, período em que a campanha estrelada por Porchat foi ao ar. “[O resultado da campanha] surpreendeu a gente porque foi uma ‘key chance’, uma verdadeira virada de chave para o nosso empreendimento. A gente vive num mundo de influências e essa transferência de autoridade [visibilidade e credibilidade de Porchat] é um negócio que tem muito poder”, enfatizou Rodolpho. Mais do que o aumento no faturamento, a Fitzza alcançou, segundo os sócios, reconhecimento e credibilidade da marca. “A gente passou a ter outra maneira de falar com fornecedores e parceiros e acabamos fazendo uma ampliação da sociedade. Entraram dois novos sócios, um deles investidor, e agora a gente pode expandir o negócio”, comemorou Rodolpho. A loja do Arpoador segue aberta, toda remodelada. A primeira filial será aberta ainda neste semestre na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e os sócios planejam abrir a segunda filial, até o fim do ano, na Zona Norte da cidade. Resultados das outras PMEs que participaram do projeto em 2020: Cocadas da Vovó Lina, empresa familiar especializada em produção de cocadas caseiras: triplicou o número de seguidores nas redes sociais em cinco meses; aumentou o faturamento em mais de 1000% em três meses. Labareda Boutique, loja que inovou o conceito de sexshop no Mato Grosso do Sul: registrou aumento de quase 31% no número de seguidores em cinco meses; contratou mais duas pessoas para conseguir atender ao aumento da demanda e viu o faturamento aumentar em quase 39%. Bem Feito Carteiras, marca que produz carteiras artesanais e veganas: registrou salto do número de seguidores e viu o faturamento voltar a patamar semelhante ao período pré-pandemia. Clube de Brinquedos Tum Tum, clube de assinatura de brinquedos especializados para crianças com autismo: viu os acessos ao site triplicarem e pessoas não ligadas à causa do autismo se interessarem pelo negócio. Seleção criteriosa Ao G1, Fábio Porchat contou que sua equipe teve muito trabalho para selecionar as empresas que participariam do projeto dentre as mais de 8 mil inscrições. A primeira filtragem foi para selecionar apenas PMEs que estavam funcionando e de forma regular. Outros critérios e restrições foram aplicados até que chegar a uma lista de 30 pequenos negócios. “Dessas 30, a gente entrou em contato com algumas, fizemos encomendas, pedimos algumas coisas, sem estar no meu nome, lógico, para ver como é que chegavam os produtos”, destacou o ator. Além do teste como cliente oculto, as 30 empresas também tiveram a reputação checada nas redes sociais “para saber como elas lidavam com os clientes”. Porchat ressaltou que das cinco selecionadas ao final da checagem, “uma delas acabou sendo descartada, e a gente chamou outra, justamente porque teve algum tipo de problema”. Porchat destacou que, ao convocar as pequenos e microempresários selecionados, procurou, desde o início, minimizar as expectativas. “Eu falava ‘gente, não esperem que porque eu vou ser o garoto propaganda que vocês vão vender 1 milhão de coisas, a gente está numa pandemia, as pessoas estão sem dinheiro, as pessoas estão necessitadas’”, contou. Mas o ator tinha a segurança de que iria oferecer a eles algo que é fundamental nos dias de hoje: visibilidade. Além de usar seu próprio perfil nas redes sociais para divulgar as marcas e doar a sua imagem para a campanha publicitária de cada uma delas, ele também fez propaganda delas nos mais diversos meios. “Eu fiquei muito feliz de ver a repercussão que deu, como isso ajudou essas empresas e como incentivou outras pequenas empresas a continuarem”, contou. Diante do sucesso do projeto, Porchat garantiu que fará uma terceira edição dele e que pretende continuar a fazer ações semelhantes mesmo após a pandemia. “Com toda a certeza haverá uma terceira edição, porque funcionou. É uma coisa que eu quero continuar fazendo mesmo depois da pandemia. Claro que a pandemia é um ponto muito crítico, muito imediato, mas mesmo pós-pandemia as pessoas ainda vão estar necessitadas, ainda vão estar sobrevivendo, ainda vão estar catando os cacos do que foi a pandemia”, disse. Impacto da pandemia sobre as PMEs Em fevereiro, o Sebrae, em parceria com a FGV, realizou a 10ª edição da pesquisa “O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios". Mais de 6,2 mil pequenos empresários, de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal foram ouvidos. Os principais resultados do levantamento foram: 65% das PMEs tiveram redução de 1/3 no faturamento anual em 2020; Para a maioria (66%) das PMEs, vendas de fim de ano foram piores que as de 2019; Extensão de linhas de crédito (45%) e extensão do auxílio emergencial (26%) são as medidas governamentais mais importantes para 2021, segundo as PMEs; 79% das PMEs afirmaram que estão sofrendo diminuição do faturamento em 2021; 11% das PMEs tiveram que fazer demissões 49% das PMEs buscaram empréstimo e 39% conseguiram o crédito; 57% das PMEs relataram muitas dificuldades para manter seu negócio. Veja Mais

Governo usará R$ 25 milhões para colocar em ação estatal criada por Bolsonaro

O Tempo - Política Com o início da operação da NAV Brasil, passará a ter 47 empresas controladas diretamente pela União, uma a mais que no governo anterior Veja Mais

Chicago Fire 9x15: Severide parece preocupado com Stella (promo)

Chicago Fire 9x15: Severide parece preocupado com Stella (promo)

Tecmundo A 9ª temporada de Chicago Fire está chegando ao fim. Na próxima semana, os espectadores poderão conferir seu penúltimo episódio, intitulado como “A White-Knuckle Panic”. Para deixar os fãs ainda mais ansiosos com o que vem por aí, a NBC divulgou um preview inédito do episódio 9x15.Ao que tudo indica, Kelly Severide (Taylor Kinney) demonstrará grandes preocupações com o futuro de sua parceira, Stella Kidd (Miranda Rae Mayo). Leia mais... Veja Mais

TITE E CBF PREJUDICARAM O FLAMENGO??? DEBATE PEGA FOGO NA ESPN! | Futebol na Veia

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MotoGP 21 mostra evolução em gráficos, mas peca na simulação

MotoGP 21 mostra evolução em gráficos, mas peca na simulação

Tecmundo O primeiro jogo de motociclismo que eu me diverti foi GP Rider, game que vinha na memória do Master System. Desde então, minha leitura para corrida começou a ficar mais aguçada e sempre procurei pelos simuladores. Seja com veículos ou motos. É notório o trabalho feito ano após ano com a série MotoGP, pela italiana Milestone, que lançou o primeiro game da série em 2007. Desde então, um serviço bem intenso vem sendo feito no quesito simulação. Tive a oportunidade de testar o recém-lançado MotoGP 21 e vou contar para vocês o que achei do jogo. Leia mais... Veja Mais

Pazuello pretende responder a todas as perguntas na CPI, diz advogado

Valor Econômico - Finanças Segundo relator da CPI, comissão pleiteará que ex-ministro da Saúde fale sobre a atuação de outras pessoas no governo, sem que produza provas contra si mesmo Após o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello fique em silêncio em seu depoimento previsto na CPI da Covid, o advogado Zoser Hardman, que auxilia o general, diz que Pazuello pretende responder a todas as perguntas dos senadores, no próximo dia 19. “Já era esperado (o habeas corpus). O ministro Pazuello pretende responder todas as perguntas. Porém, como toda e qualquer testemunha tem o direito ao tratamento digno, urbano e respeitoso — disse ao Globo Hardman. Pablo Jacob/Agência O Globo A autorização de Lewandowski para que Pazuello fique em silêncio atendeu ao pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU). O presidente Jair Bolsonaro deu aval para que o órgão do governo apresentasse o pedido em favor do ex-auxiliar. A expectativa é que outros integrantes do governo recorram ao mesmo expediente para tentar se blindar, segundo membros da área jurídica do Executivo. Lewandowski, porém, consignou na sua decisão que o direito concedido ao ex-ministro é para ser exercido apenas em perguntas que possam incriminá-lo, sendo “vedado faltar com a verdade relativamente a todos os demais questionamentos não abrigados nesta cláusula”. Assim, ele terá que responder a perguntas sobre a conduta de outras pessoas, como Bolsonaro. No recurso, a AGU alegava que Pazuello, por ser investigado pela condução da crise sanitária em Manaus, não pode produzir prova contra ele mesmo. Na decisão, Lewandowski afirmou que esse fato empresta “credibilidade ao receio” de que ao responder algumas perguntas ele possa “incorrer em autoincriminação, razão pela qual se mostra de rigor o reconhecimento de seu direito ao silêncio”. Mas ressaltou que, sobre terceiros, “permanece a sua obrigação de revelar, quanto a eles, tudo o que souber ou tiver ciência, podendo, no concernente a estes, ser instado a assumir o compromisso de dizer a verdade”. Pazuello também pediu que não fosse alvo de “constrangimentos físicos ou morais”. A defesa citou como argumento os depoimentos do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e do ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Fabio Wajngarten — que teve a prisão pedida pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e negada pelo presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM). Lewandowski concordou, também dando direito de ser acompanhado por um advogado. Bolsonaro concordou com a apresentação do habeas corpus (HC) pela AGU após uma reunião com Pazuello no domingo, no Palácio da Alvorada. Os termos do pedido começaram a ser definidos ali. Pazuello foi ao encontro do presidente após ter adiado seu depoimento na CPI alegando precisar fazer quarentena, devido a contato com pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Antes, já tinha recebido o ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência) no Hotel de Trânsito de Oficiais, onde mora. A decisão do presidente foi baseada no receio de que Pazuello, sem o HC, abrisse mão da defesa da AGU e se distanciasse do governo. O temor era que, para se proteger, ele pudesse expor Bolsonaro. Um dia antes da reunião no Alvorada, o Globo mostrou que o militar havia recusado um cargo na Secretaria-Geral da Presidência e avaliava ser representado pelo advogado Zoser Hardman, seu ex-assessor jurídico no Ministério da Saúde. A combinação dos fatos acendeu o alerta no governo. Havia divergência interna sobre a medida. Ministros como o advogado-geral da União, André Mendonça, e Onyx eram contra por temer os efeitos políticos. Onyx, que tem ajudado a preparar Pazuello para depor, argumentava que o ex-ministro não tinha nada a temer. Há seis anos, durante a CPI da Petrobras, o ministro afirmou que “só bandido” se valia desse tipo de instrumento. Outros integrantes do governo tinham temor que a medida municiasse a oposição. Filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também defenderam que Pazuello prestasse esclarecimentos. Em 2016, na CPI da Funai e do Incra, Eduardo disse que quem pede habeas corpus para não falar é “covarde” e “não tem um pingo de vergonha na cara”. Relator da CPI, Renan afirmou ao Globo que a decisão do STF “não anula” o depoimento do militar à comissão. Segundo Renan, a CPI pleiteará que Pazuello fale sobre a atuação de outras pessoas no governo, sem que produza provas contra si mesmo. “A decisão do STF não anula a fala. O que queremos dele (Pazuello) é que, como importante testemunha, diga o que observou nos outros, como ministro da Saúde e secretário-executivo, nos outros que participaram do ministério e das conversações”, disse Renan. “Com certeza, ao longo dos nossos trabalhos, alguém vai citar o ex-ministro. Mas não queremos que ele o faça, que ele se autoincrimine. Mas que dê testemunho do que presenciou ou não presenciou da conduta de terceiros”, concluiu o relator. O presidente da CPI criticou a decisão: “O Supremo tomou uma decisão para que o Senado abrisse a CPI. E agora um ministro do Supremo impede a gente de investigar”, reclamou Aziz. Veja Mais

Novos ataques deixam mais mortos em Gaza e Israel

Valor Econômico - Finanças As Forças Armadas israelenses destruíram um edifício em Gaza que abrigava veículos de imprensa, como a Al Jazeera e a agência de notícias AP Israel voltou a atingir Gaza com ataques aéreos, e militantes palestinos lançaram mais foguetes contra o território israelense neste sábado (15), em um sinal claro de que o fim da pior escalada de violência na região desde 2014, após seis dias de conflito e em meio a um crescente número de mortos, está distante. Leia também: Entenda o que deflagrou o mais recente confronto entre Israel e palestinos Diplomatas americanos e árabes tentam acalmar a situação depois de mais uma noite de violência em que militantes dispararam cerca de 200 foguetes contra cidades de Israel, cujos aviões atingiram o que eles disseram ser alvos usados pelo Hamas, o grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza. Ao menos 139 pessoas foram mortas em Gaza desde o início desta nova fase de hostilidades, incluindo 39 crianças e 21 mulheres, e outras 950 ficaram feridas, segundo médicos palestinos. Neste sábado, um israelense de 50 anos foi morto em Ramat Gan, nos arredores de Tel Aviv, após um ataque lançado de Gaza, de acordo com serviços de emergência e o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld. Agora, a cifra de mortos do lado israelense chegou a nove – um soldado na fronteira e oito civis, dois dos quais crianças. Durante a noite, o bombardeio israelense matou ao menos 12 palestinos em Gaza, ainda de acordo com médicos, incluindo uma mulher e quatro de seus filhos, que morreram após a casa deles, em um campo de refugiados, ser atingida. Em Israel, milhares de israelenses correram para abrigos enquanto sirenes de alerta soavam. Um foguete lançado de Gaza atingiu um prédio residencial em Beersheba, no sul de Israel, segundo a polícia. Há relatos de que, na cidade, pessoas que correram para se proteger ficaram feridas. Em Gaza, Akram Farouq, 36, deixou sua casa às pressas com a família depois de um vizinho contar que um oficial israelense ligou para avisar que seu prédio seria atingido. "Não dormimos a noite toda devido às explosões, e agora estou na rua com minha esposa e filhos, que choram e tremem." Ariel Schalit/AP De acordo com militares israelenses, os bombardeios atingiram locais de lançamento de foguetes – um deles teria sido a base de um disparo contra Jerusalém – e apartamentos que pertencem a militantes do Hamas, facção radical que iniciou a ofensiva após tensões em torno de um processo judicial que determinou o despejo de famílias palestinas de Jerusalém Oriental e em retaliação aos confrontos entre a polícia israelense e palestinos na mesquita de al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã. As Forças Armadas israelenses, porém, também destruíram um edifício em Gaza que abrigava veículos de imprensa, como a Al Jazeera e a agência de notícias Associated Press (AP). Os militares, assim como descreveu o palestino Farouq, telefonou para avisar os ocupantes do prédio de que o local seria atacado em uma hora e enviou um míssil que não provoca danos graves como um alerta para evacuação. Os esforços diplomáticos regionais e internacionais ainda não mostraram sinais de interrupção das hostilidades. O Egito enviou ambulâncias por meio de sua fronteira com Gaza para levar palestinos a hospitais egípcios, e Hady Amr, subsecretário-assistente dos EUA para Israel e assuntos palestinos, voou para Israel na sexta, antes da reunião do Conselho de Segurança da ONU marcada para este domingo. Washington diz que pretende "reforçar a necessidade de trabalhar em prol de uma calma sustentável". Desde sexta-feira, as baixas palestinas se estendem além de Gaza. Após manifestantes e forças israelenses entrarem em confronto, houve o relato de 11 mortos na Cisjordânia ocupada. Em Israel, de pequenas cidades na fronteira com Gaza a Beersheba e Tel Aviv, muitos correm para se proteger ao receberem avisos na rádio e na TV e mensagens de alerta em seus telefones celulares. Em uma praia de Tel Aviv, houve correria após o disparo de sirenes que avisam do perigo de foguetes. As hostilidades entre Israel e Gaza foram acompanhadas de violência nas comunidades mistas de judeus e árabes de Israel. Sinagogas foram atacadas, lojas de propriedade de árabes e de judeus foram vandalizadas e brigas ocorreram de rua. O presidente de Israel, Reuven Rivlin, que desempenha um papel essencialmente cerimonial, alertou sobre a possibilidade de uma guerra civil. O Egito vem pressionando por um cessar-fogo para que negociações pudessem começar, de acordo com duas fontes de segurança do país. Cairo tem apoiado o Hamas e pressionado outros atores do conflito, como os Estados Unidos, para garantir um acordo com Israel. Os chanceleres egípcio e jordaniano discutiram os esforços para encerrar o confronto em Gaza e evitar "provocações" em Jerusalém. Segundo uma autoridade palestina, as negociações tomaram um caminho "real e sério" na sexta-feira, com os mediadores do Egito, do Qatar e da ONU intensificando contatos de todos os lados numa tentativa de restaurar a calma na região, ainda que um pacto não tenha sido alcançado. Os Emirados Árabes Unidos também pediram a interrupção dos ataques e negociações. Em setembro, o país e o Bahrein se tornaram os primeiros estados árabes em um quarto de século a estabelecer laços formais com Israel. As companhias aéreas emiradenses Etihad Airways e FlyDubai, que passaram a operar em Israel após os acordos diplomáticos, anunciaram o cancelamento de voos para Tel Aviv a partir deste domingo, acompanhando a decisão de empresas americanas e europeias para evitar as hostilidades na região. O Exército israelense disse neste sábado que cerca de 2,3 mil foguetes foram disparados de Gaza contra Israel desde segunda-feira, com cerca de 1 mil deles interceptados por defesas antimísseis, e 380 caindo na Faixa de Gaza. A agitação civil entre judeus e árabes em Israel desferiu um golpe nos esforços da oposição israelense para destituir o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu após uma série de eleições inconclusivas, aumentando a perspectiva de uma inédita quinta eleição em pouco mais de dois anos. Naftali Bennet, líder do partido ultranacionalista Yamina, anunciou ter abandonado as negociações para formar um novo governo com uma coalizão de siglas de centro e com partidos de esquerda. O cenário pós-eleitoral continua basicamente o mesmo: Netanyahu teve a chance de formar um novo governo e falhou. Agora, o principal bloco de oposição a ele, liderado pelo centrista Yair Lapid, da legenda Yesh Atid, também não tem um caminho claro para reunir maioria no Parlamento de 120 membros. Bennett disse ter abandonado as conversas por uma coalizão para priorizar um governo de união mais amplo, que atenda ao interesse da nação em tempos de crise. Analistas dizem que o colapso da parceria entre Lapid e Bennett no contexto da violência atual em Israel dá a Netanyahu tempo extra para fazer um movimento político para se manter no poder. "A partir do momento em que o fogo começou, o governo de mudança morreu, e Netanyahu, ressuscitou", escreveu o comentarista Ben Caspit no jornal Maariv na sexta-feira. Lapid tem mais três semanas para formar um governo de coalizão. Um "acordo rotativo", em que Lapid e Bennett se revezariam como premiês, foi cogitado, mas precisaria do apoio de legisladores árabes para obter maioria. Veja Mais

Israel bombardeia prédio onde AP e Al Jazeera funcionavam

O Tempo - Mundo Repórteres da rede de televisão "Al Jazeera" e a "Associated Press", por exemplo, trabalhavam no local, conhecido como "Al Jalaa" Veja Mais