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Família Biden recebe Willow, a nova gata da Casa Branca; Veja FOTOS

G1 Pop & Arte A felina de olhos verdes e pelo listrado, da primeira-dama, fará companhia para Commander, cachorro adotado no ano passado pelo presidente Joe Biden. Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca A família Biden finalmente tem um gato – na verdade uma gata. A primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, anunciou que a família do presidente está empolgada com a chegada de Willow, uma gata cinza e branca listrada de dois anos de idade, à Casa Branca. Biden, que é professora universitária, batizou a felina em homenagem à sua cidade natal, Willow Grove, na Pensilvânia, segundo afirmou o porta-voz da primeira-dama, Michael LaRosa. Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca "Uma gata de uma fazenda da Pensilvânia, Willow conquistou a doutora Biden em 2020, quando pulou no palco e interrompeu um discurso seu durante a campanha", afirmou LaRosa. "Vendo a ligação imediata entre elas, o dono da fazenda sabia que Willow pertencia à doutora Biden", disse a porta-voz. Jill Biden anunciou em abril que a família tinha uma gatinha "esperando para chegar". Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca A felina de olhos verdes e pelo curto está se adaptando bem à Casa Branca com "seus brinquedos e petiscos favoritos e bastante espaço para cheirar e explorar", disse LaRosa. Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca Em dezembro, os Biden receberam um novo cachorro na família, um Pastor Alemão chamado Commander, que tinha quatro meses de idade na época. O cachorro da família, Champ, morreu no início de 2021. Major, um outro cachorro que a família havia adotado na Casa Branca, está morando em outro lugar com amigos da família, após alguns episódios em que mordeu funcionários da Casa Branca. Veja Mais

Pessoas trans vivem sob 'tolerância frágil', diz pesquisadora que contabilizou 140 mortes em 2021

G1 Pop & Arte Crimes contra essa população costumam ter requintes de crueldade, como no caso da travesti queimada viva no Recife, em junho. Casos de sucesso, como o de Linn da Quebrada, que está no BBB, ainda são distantes da realidade da maioria das trans, aponta Bruna Benevides. Relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra) contabilizou 140 assassinatos de pessoas trans e travestis em 2021 g1 Ainda que termos como “trans”, “transexual” e “travesti” estejam começando a ter mais alcance, em virtude do sucesso de nomes como o de Linn da Quebrada, que está no BBB, ou os das vereadoras eleitas em 2020, a maioria da população trans no Brasil continua vivendo em alta vulnerabilidade. "As pessoas têm medo de se aproximar das pessoas trans/travestis. (Vivemos) sob uma tolerância muito frágil. Somos vistas como ameaça", diz Bruna Benevides, mulher trans que, pelo quinto ano, produziu um dossiê sobre a violência contra essa população no país. A edição mais recente será entregue nesta sexta-feira (28) à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), em Brasília. O dia seguinte, 29 de janeiro, é Dia Nacional da Visibilidade Trans. O dossiê aponta que, em 2021, 140 pessoas trans foram assassinadas no país, sendo 135 travestis e mulheres transexuais, e 5 homens trans e pessoas transmasculinas. Como não há um dado oficial sobre o tema, a pesquisa é feita a partir de informações encontradas em órgãos públicos, organizações não-governamentais, reportagens e relatos de pessoas próximas das vítimas (leia mais ao fim da reportagem). Pelo 13º ano, o Brasil continuou sendo o país onde mais se mata essa população, seguido pelo México e os Estados Unidos, de acordo com a ONG Transgender Europe (TGEU, na sigla em inglês), que reportou 375 assassinatos em todo o mundo no ano passado. A vítima mais nova: 13 anos O relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra), da qual Bruna Benevides faz parte, mostra ainda que as vítimas morrem cada vez mais cedo. Keron Ravach é a vítima mais jovem nos relatórios da Antra, que contabiliza as mortes de transexuais no Brasil desde 2017 Arquivo pessoal Keron Ravach, de 13 anos, assassinada a pauladas no Ceará, ainda no começo de 2021, se tornou a vítima mais jovem conhecida nesses 5 anos de pesquisas da Antra. Foi também a mais jovem registrada em todo o mundo em 2021, pela TGEU. Uma idade bem abaixo da já curta expectativa de vida de uma pessoa trans no Brasil, que é de 35 anos. Só foi possível saber a idade de 100 das 140 assassinadas no ano passado; 53% delas tinham entre 18 e 29 anos. Crimes de ódio Muitos crimes relatados contra pessoas trans têm requintes de crueldade: houve ao menos 4 casos em que foi ateado fogo à vítima ainda viva, como aconteceu com Roberta Nascimento da Silva, em junho, em Pernambuco. Das 120 ocorrências onde havia informação sobre como a morte ocorreu, 47% foram por armas de fogo; 24% por arma branca; 24% por espancamento, apedrejamento, asfixia e/ou estrangulamento; e 5% de outros meios, como pauladas, degolamento e queimaduras. Em 14 ocorrências, houve a associação de mais de um método, como assassinato e sequestro/rapto e/ou desaparecimento da vítima. E ao menos 5 casos em que a vítima havia sobrevivido a uma tentativa de assassinato anterior. Marcadas para morrer O raio-X das vítimas não mudou nos últimos anos. Em 2021, 81% eram travestis/mulheres trans negras. Uma era indígena. E 78% dos crimes foram contra travestis e mulheres trans profissionais do sexo, a maioria atuando nas ruas. Não à toa, 77,5% dos assassinatos aconteceram em espaços públicos. Daí a avaliação de Bruna Benevides de que os casos de pessoas trans que conseguem "furar a bolha" e ter reconhecimento público não resolvem o problema como um todo. "Acreditamos que se mantém atual a estimativa de que apenas 4% da população trans feminina se encontra em empregos formais, com possibilidade de promoção e progressão de carreira”, escreveu no relatório da Antra. Ainda segundo a associação, 6% estão em atividades informais e subempregos. E 90% da população de travestis e mulheres transexuais utiliza a prostituição como fonte primária de renda. A resposta está no ciclo que envolve muitas dessas pessoas, passando pela expulsão de casa e da escola, que levam à necessidade de se sustentar a despeito do preconceito e da baixa escolaridade. Especial Mais que uma letra: ‘Empresas não estão preparadas para pessoas trans’, diz produtora Também foram identificados 5 assassinatos de defensores de direitos humanos, sendo 4 travestis e mulheres trans e 1 pessoa transmasculina, todas pessoas negras. São Paulo se manteve como o estado como o maior número de mortes, sendo 25 em 2021, seguido pela Bahia (13) e o Rio de Janeiro (12). Visibilidade torta Para a pesquisadora, não falta visibilidade para a população trans, mas é preciso mudar o que é evidenciado: uma imagem de abjeção e medo. Bruna Benevides, autora de dossiê sobre a violência contra a população trans no Brasil, diz que é preciso mudar o estigma que este grupo carrega Reprodução/Instagram "Precisamos de uma visibilidade que saia desse paradigma da dor, da violência. E não é só pegar casos excepcionais, de pessoas que se deram bem na vida. É um processo que envolve um esforço de toda a sociedade", explica Bruna Benevides. "Na verdade, as pessoas trans que são assassinadas, que têm esse perfil já conhecido, elas já são vistas como culpadas acima de qualquer coisa. Independente do que lhes aconteça. É isso que precisa ser vencido", conclui. Entenda as definições das identidades de gênero como ‘cis’, ‘trans’ e ‘não-binário’ Faltam dados oficiais A pesquisa realizada pela Antra é feita a partir de relatos obtidos junto a órgãos de segurança pública, organizações ligadas aos direitos humanos e à população LGBTQIA+, reportagens e redes sociais: não há dados oficiais sobre a população trans no país. Isso, segundo Bruna, pode significar um número ainda maior de vítimas que o contabilizado em 2021 e nos anos anteriores. Em 2020, foram 175, um recorde. "Por isso não é possível dizer que, na realidade, a violência está diminuindo", pontua. O Atlas da Violência 2021 trouxe dados relativos à quantidade de pessoas LGBTQIA+ que passaram pelo sistema de saúde em 2019, sem especificar, por insuficiência de informações, a motivação das violências sofridas por elas. O levantamento é feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Ministério da Economia, e o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), ligado ao governo do Espírito Santo. A base do Atlas são os registros do Sistema de Informação de Agravos de Notificação. "É assustador pensar que 98,8% dos registros (do Sinan) não possuem a informação sobre a identidade de gênero das pessoas", aponta o dossiê da Antra. Veja Mais

Disputa de Neil Young com o Spotify ressalta problemas de desinformação em podcasts

G1 Pop & Arte Polêmica aconteceu nesta semana quando artista deu ultimato no streaming. Entre Young e Joe Rogan, Spotify ficou com podcaster que divulga fake news e comentários preconceituosos. Neil Young durante apresentação em Washington em novembro de 2015 REUTERS/Joshua Roberts/Arquivo O ultimato de Neil Young ao Spotify, para que a plataforma escolhesse entre sua música e o famoso e controverso podcaster Joe Rogan, se tornou um ponto crítico no debate sobre desinformação digital e a responsabilidade corporativa de moderá-la. Esta semana, o roqueiro exigiu que o gigante do streaming retirasse suas músicas (com 2,4 milhões de seguidores e mais de seis milhões de ouvintes mensais), a menos que o Spotify estivesse disposto a se livrar de Rogan, cujo programa é o mais popular da plataforma, mas é repetidamente acusado de propagar teorias da conspiração. Rogan, 54, desaconselhou a vacinação em jovens e promoveu o uso não autorizado de medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid. "Percebi que não podia mais apoiar a desinformação no Spotify que ameaça a vida do público amante da música", disse Young, uma sobrevivente da pólio, em uma carta aberta. Sua contestação veio após uma ação judicial apresentada por centenas de profissionais médicos pedindo ao Spotify que impedisse Rogan de promover "várias falsidades sobre as vacinas contra a covid-19", que, segundo eles, estariam criando "um problema sociológico de proporções devastadoras". Rogan, que tem um contrato de exclusividade de US$ 100 milhões por vários anos com o Spotify, prevaleceu na decisão do Spotify. Na quarta-feira (26), os sucessos de Young, incluindo "Heart of Gold", "Harvest Moon" e "Rockin' In The Free World" foram retirados da plataforma. A empresa, que na quarta-feira lamentou a decisão de Young e citou a necessidade de equilibrar "tanto a segurança dos ouvintes quanto a liberdade dos criadores", não respondeu a um pedido de comentário da AFP. Joe Rogan Divulgação / Spotify No ano passado, o diretor executivo da plataforma, Daniel Ek, disse à Axios que não achava que o Spotify, que recentemente começou a investir pesadamente em podcasts, tivesse responsabilidade editorial por Rogan. Ek comparou o podcaster a "rappers realmente bem pagos", dizendo que "também não ditamos o que eles estão colocando em suas músicas". 'Preocupações comerciais' A atitude do Spotify atraiu aplausos virtuais de organizações como o Rumble, uma plataforma de streaming de vídeo popular entre a direita, que elogiou a empresa sueca por "defender os criadores" e "a liberdade de expressão". Mas Young, de 76 anos, também recebeu muitos elogios por se posicionar, inclusive do chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS). O músico pediu a outros artistas que sigam seu exemplo. Summer Lopez, diretora sênior de programas de liberdade de expressão da organização sem fins lucrativos PEN America, enfatizou que "Young é provavelmente uma dos únicos artistas que realmente podem se dar ao luxo de fazer esse tipo de ultimato". No entanto, Lopez expressou preocupação com "pedidos mais amplos para boicotar o Spotify", porque "é um lugar essencial para os artistas alcançarem seu público e uma fonte de receita". O papel de plataformas como o Spotify na moderação de conteúdo é complexo, destacou López, porque, diferentemente das redes sociais, é um serviço "projetado principalmente para amplificar a arte e as obras de arte". "Acho que o verdadeiro problema aqui é que o Spotify não tem uma política clara sobre isso", analisou, levantando questões sobre se "há alguma independência significativa" entre "o processo de tomada de decisão e suas preocupações comerciais". 'Experiência pessoal' Nos últimos anos, titãs da mídia online, incluindo Facebook e YouTube, foram criticados por permitir que teóricos da conspiração divulgassem seus pontos de vista. Mas, apesar de seu crescimento explosivo, o podcasting passou despercebido. Valerie Wirtschafter, analista de dados sênior da Brookings Institution que estuda a mídia contemporânea e o comportamento político, explicou que isso se deve principalmente ao fato do podcasting ser "um espaço tão grande e descentralizado". No entanto, ele admitiu que o áudio é um meio particularmente poderoso para espalhar inverdades: "Há um tipo de experiência pessoal acontecendo lá". A intimidade do som combinada com o estilo conversacional dos podcasts permite que os ouvintes processem a informação de uma forma que "potencialmente a torna um meio mais forte para essas falsidades". Veja Mais

Pop pós-Olivia Rodrigo? Cantora inspira nova cena com som indie e angustiado em 2022

G1 Pop & Arte Gayle, Baby Queen, Lauren Spencer Smith, Gracie Abrams e Holly Humberstone estão na lista. Olivia Rodrigo foi o começo de uma era do pop pós-Lorde, em que músicas antes consideradas mais alternativas, com letras sinceras e angustiadas sobre a vida de jovem adulta, passaram a ser comum no topo das paradas. Mas isso é muito ano passado. 2022 traz uma cena com jovens que seguem os passos da cantora americana. Três das cinco apostas abaixo (Gayle, Baby Queen e Gracie Abrams) vão abrir shows de Olivia e todas disseram ter a jovem como inspiração. Ouça análise no podcast acima e veja clipes no vídeo abaixo. Pop pós-Olivia Rodrigo? Veja clipes de novas cantoras apostas para 2022 Gayle A cantora Gayle Divulgação Taylor Gayle Rutherford é uma americana de 17 anos. Começou cantando em barzinhos da cidade americana Nashville, aos 10. Com uma voz pachorrenta e charmosa, fez com que a música "abcdefu" chegasse ao primeiro lugar nas paradas do streaming. É claro, depois de estourar no TikTok. O clipe tem uma vibe meio Avril Lavigne fazendo farra no shopping "Complicated", porque ela e amigos quebram tudo na casa do ex. Segundo a Gayle, porém, a grande inspiração para ela escrever essa letra sobre mandar o namorado se ferrar é Olivia Rodrigo. Lauren Spencer Smith A cantora Lauren Spencer Smith Divulgação/Facebook da cantora Outra cantora subindo nas paradas se chama Lauren Spencer Smith. Ela tem 18 anos, vem do Canadá e já participou do "American Idol", em 2020. Ela ficou no top 20, não foi tão bem, mas agora está indo bem demais, graças ao TikTok. De novo. Foi lá que surgiu o hit “Fingers Crossed”, bem confessional, como o resto do repertório. O arranjo é alternativo e arrastado, mas nem tanto. Lauren fala que se arrepende de ter se dedicado tanto a uma pessoa por tanto tempo, sem ter nada em troca. Diz ainda que gostaria de ter de volta todas as lágrimas que ela chorou. Bem intensa. Gracie Abrams A cantora Gracie Abrams Divulgação/Universal Esta lista deve seguir fazendo quem tem mais de 30 anos se sentir velho ou velha demais. Gracie Abrams é a filha do diretor J. J. Abrams, de “Lost” e de “Star Wars”. Sim, ele já tem uma filha com idade para ser aposta musical. A californiana Gracie Madigan Abrams tem 22 anos e faz um som mais suave do que o da Gayle e da Lauren. Ouvindo dá para notar uma vocação mais alternativa, uma coisa mais Billie Eilish, aquela angústia sussurrada jovem adulta. Desde 2019 lançando singles e clipes, ela também cita influências mais do folk como Elliott Smith e Joni Mitchell. Holly Humberstone A cantora Holly Humberstone Divulgação Angústia sussurrada jovem adulta é também uma forma boa de definir Holly Humberstone, de 22 anos. Depois de duas americanas e uma canadense, agora é a vez de uma inglesa. Holly começou tocando violino, mas largou o instrumento para ser cantora pop. Além de algumas composições próprias, chamou atenção em 2020 ao fazer uma cover de "Fake Plastic Trees", do Radiohead. Segundo ela, o álbum que a fez querer ser cantora foi "O" (2002), lançado pelo irlandês Damien Rice, conhecido pela canção "The Blower's Daughter", que estourou um ano antes. Baby Queen Baby Queen Divulgação Bella Latham adotou a alcunha Baby Queen para fazer um pop debochado, com o primeiro single ("Internet Religion") lançado em maio de 2020. Nascida na África do Sul, hoje ela mora em Londres e se diz fã de Taylor Swift e 1975. A ideia é fazer hits eletrônicos leves com letras sobre Instagram, séries ("Killing Eve", por exemplo), moda, saúde mental e outras questões da Geração Z. Ela é direta ao descrever o som que a fez ganhar elogios de MTV, BBC e "NME". "Anti-pop introspectivo e inteligente", definiu Baby Queen. Olivia Rodrigo faz sucesso já no seu primeiro álbum solo Veja Mais

Maria foi ouvida quase 1 bilhão de vezes no 'Poesia Acústica', mas carreira solo é de iniciante

G1 Pop & Arte Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. Maria estuda teatro desde criança e estreou como atriz em 'Amor de Mãe'. Em 2019, gravou singles que não emplacaram tanto. Maria Victor Pollak/TV Globo/Divulgação Maria é conhecida por alguns pela atuação em "Amor de Mãe", novela das 21h de Manuela Dias, mas já teve a voz ouvida 1 bilhão de vezes no "Poesia Acústica". Mesmo assim, a carioca de 21 anos entrou no "BBB22" como uma das artistas do camarote mais desconhecidas. Conheça história de Maria e dos outros cantores do 'BBB22' no podcast g1 ouviu: Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Apesar do nome artístico, Maria, de 21 anos, nasceu como Vitória Nascimento Câmara, na comunidade da Cidade Alta, no Rio. Em entrevista ao g1, ela não explicou muito bem o porquê desse nome artístico genérico de Maria, só diz que foi um nome que “a escolheu”. Antes era Maria Andrade, mas ela entrou no BBB só como Maria mesmo. Na música, ela é a única rapper mulher no Poesia Acústica #2 "Sobre Nós" e #3 "Capricorniana". O projeto é um fenômeno do YouTube, com milhões de visualizações, ao reunir rappers em gravações especiais. A ponte para entrar no projeto foi através do rapper carioca Delacruz, que ela conheceu tocando em barzinho aos 15 anos. Era o começo do projeto em 2017. Dois anos depois, Maria começou a lançar singles depois de assinar com a Sony Music. As músicas seguiam por um caminho pop com um pouco de funk, rap e R&B mas não decolou muito. A faixa "Perdão" foi a que teve melhor resultado. Verena (Maria) e Álvaro (Irandhir Santos) em cena de 'Amor de Mãe' Globo/Victor Pollak Maria estuda teatro desde aos 7 anos e via a música como uma habilidade complementar à carreira de atriz. O papel em "Amor de Mãe" foi a estreia na televisão, depois de cinco anos fazendo muitos testes. Ela interpretou a Verena, mulher que se casou com Álvaro, o grande vilão interpretado por Irandhir Santos. "No início, eu duvidei da minha capacidade, mas acho que isso é natural em qualquer ser humano. Agora estou começando a me acostumar, estou me jogando mais, abracei a parada", afirmou ao g1 quando a novela ainda estava no ar em 2020. Logo nos primeiros dias do reality, Pedro Scooby e outros brothers ficaram surpresos quando descobriram que ela era a "mina do Poesia Acústica" nas faixas que bombaram. Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

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Rock in Rio 2022 anuncia Racionais, Criolo, Xamã, Papatinho, L7nnon, MC Hariel e MC Carol

G1 Pop & Arte Eles serão as atrações do Palco Sunset, que será dedicado ao rap no dia 3 de setembro. Racionais MC's Divulgação / Klaus Mitteldorf O Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (27) que o dia 3 de setembro será dedicado ao rap no segundo maior palco do festival, o Sunset. As atrações serão: Racionais MC's, Criolo com a cantora de Cabo-Verde Mayra Andrade, Xamã com o grupo de rap indígena Brô MC's, Papatinho e L7nnon convidando os funkeiros MC Hariel e MC Carol. No dia 3 de setembro as atrações principais do maior palco, o Mundo, são Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok. O festival está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022. O funkeiro e o rebelde: o improvável elo entre MC Hariel e a música latina de protesto Xamã: hit 'Malvadão 3' surgiu de noite de drinks e versos livres, 'bem irresponsável mesmo' MC Carol conta como deu virada na carreira após anos 'de terror' com equipe: 'Eu era roubada' Veja os shows do Palco Mundo que já foram divulgados do festival em 2022: Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro) Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro) Justin Bieber, Demi Lovato e Iza (4 de setembro) Guns N' Roses e Måneskin (8 de setembro) Coldplay, Camila Cabello, Bastille e Djavan (10 de setembro) Dua Lipa e Ivete Sangalo (11 de setembro) Veja os shows do Palco Sunset que já foram divulgados do festival em 2022: Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro) Racionais MC's, Criolo + Mayra Andrade, Xamã + Brô MC's, Papatinho e L7nnon + MC Hariel e MC Carol (3 de setembro) Avril Lavigne (9 de setembro) CeeLo Green (10 de setembro) Ludmilla e Macy Gray (11 de setembro) Xamã Reprodução / Instagram do artista O Rock in Rio Card, ingresso antecipado para o festival de 2022, está esgotado. O cartão equivale a um ingresso antecipado para o Rock in Rio 2022, e dá ao comprador a chance de escolher em qual data pretende usá-lo. A escolha da data poderá ser feita entre 23 de novembro de 2021 a 1º de abril de 2022, antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril de 2022. A nona edição do Rock in Rio, que aconteceria em 2021, foi adiada para setembro de 2022 por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio da nova data foi feito em março de 2021. Pra matar a saudade: as 100 melhores fotos no Rock in Rio 2019 Veja Mais

Cantora Ludmila Ferber é enterrada no Rio

G1 Pop & Arte Ela tinha 56 anos e morreu na quarta-feira (26). Ludmila lutava contra um câncer. Cantora Ludmila Ferber é enterrada no Rio A pastora e cantora Ludmila Ferber, de 56 anos, foi enterrada nesta quinta-feira (27) no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Norte do Rio. Ela morreu na quarta-feira (26), também no Rio, após lutar contra um câncer. Ludmila Ferber era conhecida como uma mulher de alegria e fé inabaláveis, e deixa três filhas. “Uma grande cantora, intérprete, compositora, mãe, amiga, e ela simplesmente ignorava a dor. ela passava por cima. Ela era muito guerreira. As canções dela sempre tocaram meu coração”, disse a cantora Eyshila Santos Ludmila Ferber, cantora e pastora, morre aos 56 anos Ludmila tinha 56 anos, nasceu no Rio de Janeiro, mas foi em Goiás que começou a carreira, no grupo Koynonia, referência da música cristã no Brasil. Na década de 1990, seguiu carreira solo, com músicas de grande sucesso. Ludmila morava no Rio com as três filhas. Nas redes sociais, o prefeito Eduardo Paes, o governador Cláudio Castro e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, fizeram homenagens a ela. “A Ludmila era essa gigante, eu não tenho conhecimento de alguém que não tenha sido influenciada por ela”, disse Eyshila Filhas fazem homenagem nas redes sociais Mais cedo, as filhas da cantora Ludmila Ferber usaram as redes sociais para divulgar um comunicado que fala sobre a morte da matriarca, exaltar sua força e falar sobre um culto de ação de graças para celebrar sua vida. “Comunicamos que o Senhor Jesus levou nossa mãe, pastora, amiga, Ludmila Ferber, para a Sua glória. Apesar da tristeza que sua ausência física nos traz, não viemos aqui com pesar em nossos corações, porque sabemos que no Senhor temos a vida eterna, uma vida plena, cheia de saúde e alegria, e é lá que nossa mãe se encontra agora. Faremos um culto de ação de graças pela sua vida, pois mesmo nessa hora de luto, havemos de celebrar a vida dela. Uma vida honrada, com propósito, com uma fé INABALÁVEL e uma força que vinha diretamente do céu. Uma guerreira que combateu o bom combate até o fim”, diz trecho do comunicado. Ludmila Ferber com as filhas: Ana Lídia, Daniela e Vanessa Reprodução Em outro trecho do comunicado, as filhas pedem que não se enlutem pela mãe, mas a celebrem. “Usem roupas brancas, coloridas, mas não se vistam de preto. Não é um dia de lamentação, mas de celebração, pois há muito o que se agradecer, e o faremos no lugar preferido dela aqui na terra: a casa do Senhor. Divulgaremos o endereço e o horário em breve”, diz o comunicado assinado por Ana Lídia, Vanessa e Daniela. Veja Mais

'O Caso Celso Daniel': Contradições de morte de prefeito de Santo André viram série documental do Globoplay

G1 Pop & Arte Com rica pesquisa e entrevistados envolvidos no caso, produção reconta assassinato que surpreendeu país em 2002. Globoplay vai investir em outras 30 séries documentais nos próximos três anos. O prefeito Celso Daniel foi assassinado em janeiro de 2002 em um crime que surpreendeu o país. O caso foi um dos mais comentados na época e vira e mexe volta a ser falado diante de tantas contradições que surgiram ao longo das investigações. Exatamente 20 anos depois, as diferentes versões da morte do político são contadas na nova série documental do Globoplay, "O Caso Celso Daniel". Com oito episódios, o projeto que começou em 2017 estreia nesta quinta (27). A cada semana serão disponibilizados dois capítulos. Assista a um teaser abaixo. Veja teaser da série 'O caso Celso Daniel' A série documental tem o propósito de mostrar os fatos a partir de personagens relevantes para a história como familiares, colegas de partido, jornalistas, advogados, além de delegados e promotores. "Nosso foco foi esclarecer e montar uma história que desse conta dos fatos reais, dos fatos oficiais e das experiências vividas pelos personagens", afirma a produtora Joana Henning. Ela também é CEO do Estúdio Escarlate, produtora que desenvolveu a série em parceria com o Globoplay. Inicialmente, a ideia era fazer um filme, mas ao longo do tempo o projeto foi sendo ajustado até virar uma série documental. "A gente se depara com um história muito passional, com muita dor, para além da morte de uma pessoa querida, de um gestor público admirável, além de se deparar também com engenharias da política brasileira sensíveis", continua Joana. "É uma responsabilidade enorme. A nossa busca é pela informação acima da opinião", diz a produtora. Além de ótimos registros da cobertura de 2002, a produção também utiliza recursos como reconstituições e animações para recriar momentos com base em depoimentos e entrevistas. "O grande mérito é mostrar os fatos com muita precisão, de diferentes maneiras, seja por meio de entrevistas com os protagonistas da história e da investigação, com a família, companheiros e adversários políticos", diz Erick Brêtas, diretor de Produtos e Serviços Digitais da Globo. Celso Daniel foi prefeito de Santo André por dois mandatos Acervo documentário 'O Caso Celso Daniel' O executivo ainda ressalta o investimento no gênero do documentário por parte do streaming. Entre 2022 e 2024, o Globoplay deve lançar cerca de 30 títulos, que se somam às séries sobre a cantora Nara Leão e a do caso Celso Daniel lançadas neste mês. "Como plataforma, nós estamos abrindo espaço para os documentaristas brasileiros. A gente tem muito orgulho, porque o documentário é um gênero muito importante. Uma sociedade que consome documentário é uma sociedade mais informada", defende Brêtas. Quem foi Celso Daniel? Celso Daniel foi prefeito de Santo André por dois mandatos Reproduçaõ/Globonews O político do PT era um dos grandes líderes carismáticos da região do ABC. Filho de Bruno José Daniel, ex-prefeito de Santo André, ele enveredou na política depois de estudar filosofia e se formar engenheiro. Celso foi eleito prefeito de Santo André em 1988 e assumiu o cargo no ano seguinte. Depois, ele foi deputado federal por São Paulo e voltou à prefeitura da cidade natal em 1997. Ele estava o cargo quando foi assassinado. O prefeito era uma figura respeitada pelos membros do PT, como mostra o documentário com participações de José Dirceu, ex-presidente nacional do partido, e Gilberto Carvalho, secretário de comunicação de Santo André e posteriormente ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Fernando Henrique Cardoso, Mara Gabrilli e Eduardo Suplicy também estão entre os entrevistados. Segundo o Ministério Público de São Paulo, Celso Daniel foi morto porque descobriu a cobrança de propinas e tentou impedi-la. Os desvios abasteceriam o “caixa dois” do partido, segundo promotores. No entanto, para a polícia, o político foi morto em um crime comum. Vários narradores Bruno Daniel, irmão do prefeito Celso Daniel, em entrevista à série documental do Globoplay Divulgação/Clara Soria Com tantas contradições e visões diferentes, o documentário não tem apenas uma única voz que conduz a história ao longo dos episódios. São as entrevistas com os principais personagens que vão criando o fio condutor da narrativa. Foram mais de 100 horas de entrevistas, com 50 pessoas envolvidas com o caso ou com Celso, dos quais 30 aparecem no documentário. Bruno Daniel, irmão do prefeito de Santo André, é o primeiro depoimento e a participação é relevante aos longo dos capítulos. A entrevista que aparece no documentário durou um dia inteiro, e a equipe já tinha encontrado com o professor universitário dois anos antes para conversas iniciais. Ivone de Santana, viúva de Celso Daniel, durante entrevista para série documental sobre a morte do prefeito de Santo André Divulgação/Clara Soria "As entrevistas com os familiares foram as mais difíceis, porque a gente enfrentava uma grande emoção por parte deles", diz o diretor Marcos Jorge, conhecido pelo filme "Estômago" (2007). "É certamente um dos lados mais importantes da história, é muito emocionante ouvi-lo". Ele destaca também a emoção nas participações da ex-mulher, Miriam Belchior, que também foi ex-Ministra do Planejamento, e da viúva e socióloga Ivone de Santana. "A gente tem uma riqueza humana que dá uma camada a mais para o documentário. Não é só um 'true crime', são personagens fascinantes que você acompanha durante 20 anos. Acho que o público vai sentir isso", explica. 'Cascas de banana' por todos os lados Diretor Marcos Jorge e a produtora Joana Henning nos bastidores da série 'O Caso Celso Daniel' Divulgação/Clara Soria Explicar uma história tão complexa não é um trabalho fácil, mesmo quando se tem oito capítulos de 50 minutos. Mas as divergências de informações e caminhos deram um gás a mais para a equipe. Em conversa com jornalistas, a produtora Joana Henning lembra de uma reunião em que foi discutido o risco de cair em "cascas de bananas" e nas versões apaixonadas que cercam o caso. "Lembro de responder que a gente estava desbravando um bananal inteiro... Justamente o encontro com essas cascas de bananas que motivaram a equipe a ir atrás de informações não manipuladas sobre o caso", explica. "A gente sempre tentou ponderar quando a excitação da curiosidade não podia flertar com sensacionalismo desonesto, mas deveria flertar com as curiosidades interessantes da história". Joana também responde sobre a possibilidade de trechos do documentário serem tirados do contexto, ainda mais neste ano com eleições no segundo semestre. "Esse é um risco que qualquer obra comunicação está correndo", diz. "A melhor forma de ligar com notícias descontextualizadas é a certeza da fonte, a certeza da honestidade no trabalho apresentado". Veja Mais

Luciano recebe conselho de Rafa Kalimann após eliminação do 'BBB22': 'Fama é consequência demorada e árdua'

G1 Pop & Arte Ator e bailarino foi o primeiro eliminado no programa. Ele disputou o paredão desta terça com Naiara Azevedo e Natália. Luciano recebe conselho de Rafa Kalimann após eliminação do 'BBB22': 'Fama é consequência' Reprodução/Globoplay Luciano foi o primeiro eliminado do "BBB22" nesta terça (25), após receber 49,31% dos votos em um paredão triplo. O brother disputou a permanência na casa com Natália (34,89%) e Naiara Azevedo (15,8%). Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Em várias conversas na casa, Luciano disse que queria ser muito famoso, e suas falas geraram críticas dentro e fora do "BBB". Na conversa com o eliminado, Rafa Kalimann pediu licença para dar um conselho a ele. Ela disse que almejar a fama não é errado, mas que isso é uma consequência de muito trabalho. "É só uma consequência demorada e às vezes até árdua demais. Você vai ouvir coisas que não vai gostar de ouvir. Se submeter a cosias que tem que fazer pelo seu trabalho, mas é uma consequência linda de um trabalho muito bem feito. Demora, é difícil pra caramba, mas é genuíno que você deseje ser famoso." "Tem uma explosão de pessoas te acompanhando e te seguindo. O que você vai fazer com isso agora, Luciano, é o que vai fazer com que a sua estrela brilhe. Com que você realize seus sonhos", continuou a apresentadora. "Use disso a seu favor, use essa potência e essa força de querer. 'Quero ser famoso?' É digno, não tem problema. Pode querer ser famoso, sim." "Então não se sinta mal por sonhar com isso. Está tudo bem, várias pessoas sonham com isso. Só que use disso a seu favor para você construir isso." Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Luciano é o primeiro eliminado no 'BBB22' com 49,3% dos votos

G1 Pop & Arte Luciano, Naiara Azevedo e Natália disputaram primeiro paredão do programa. primeiro paredão do 'BBB22' Reprodução/TV Globo Luciano é o primeiro eliminado no "BBB22", com 49,31% dos votos. O paredão desta terça-feira (25) do "BBB22" foi disputado entre Luciano, Naiara Azevedo (15,8%) e Natália (34,89%). Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Naiara foi parar na berlinda por uma indicação direta do líder da semana, Douglas Silva, enquanto Luciano foi ao paredão no contragolpe de Naiara. Já Natália foi uma das mais votadas da casa. Além de Natália, Jade Picon e Pedro Scooby também foram os mais votados, cada um com 7 votos. O líder Douglas Silva livrou Scooby da prova bate e volta, que foi vencida por Jade. Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Charlotte Casiraghi, filha da princesa Caroline de Mônaco, abre desfile da Chanel montada a cavalo

G1 Pop & Arte Desfile com referências aos anos 1920 foi concebido pelo artista contemporâneo Xavier Veilhan e retomou elementos do mundo da equitação e do minigolfe no Grand Palais, em Paris. Charlotte Casiraghi abre desfile da Chanel montada a cavalo GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP A aristocrata Charlotte Casiraghi presidiu o desfile de alta-costura da Chanel, nesta terça-feira (25), montada em um cavalo, uma proposta com decoração construtivista e onírica, com referências aos anos 1920. O desfile foi concebido pelo artista contemporâneo Xavier Veilhan e retomou elementos do mundo da equitação e do minigolfe para este espetáculo realizado no Grand Palais, em Paris. Filha da princesa Caroline de Mônaco, Charlotte é embaixadora da Chanel e uma especialista em equitação que participou de vários campeonatos desta disciplina. O esporte fez parte do universo que inspirou a fundadora da casa, Gabrielle Chanel. Na primeira fila do desfile, estiveram a diretora de cinema americana Sofia Coppola, o cantor americano Pharell Williams, a atriz francesa Vanessa Paradis e a intérprete australiana Margot Robbie, entre outras personalidades. Depois que Charlotte abriu a passarela, as modelos desfilaram com sapatos bicolores com salto pequeno, no estilo dos anos 1920. Toda a decoração foi inspirada nas vanguardas das décadas 1920-1930 e na estética das exposições universais, explicou a diretora artística da marca, Virginie Viard. "Essas formas geométricas me deram vontade de marcar contrastes, com uma grande leveza e muito frescor: vestidos aéreos, flutuantes, como se estivessem suspensos", disse Viard. A construção rígida das jaquetas de tweed foi compensada pela leveza das saias esvoaçantes. Já os vestidos de noite, enfeitados com plumas, mostravam um jogo de contrastes com transparências. A noiva, que tradicionalmente fecha o desfile, mostrou uma proposta simples. Surgiu com um longo branco e um buquê de flores pretas, um sinal de luto e homenagem ao ator francês Gaspard Ulliel. Rosto da marca, ele faleceu na semana passada, aos 37 anos. Charlotte Casiraghi abre desfile da Chanel montada a cavalo GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP Veja Mais

O Assunto #629: A vez dos games nos grandes negócios

G1 Pop & Arte O recente movimento feito pela Microsoft chama a atenção primeiro pela cifra: quase US$ 69 bilhões (aproximadamente R$ 380 bilhões) para adquirir a Activision Blizzard. Vicente Martin Mastrocola detalha as implicações dessa compra, que levará a Microsoft ao terceiro lugar no ranking do setor, atrás apenas da chinesa Tencent e da japonesa Sony. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. O recente movimento feito pela Microsoft chama a atenção primeiro pela cifra: quase US$ 69 bilhões (aproximadamente R$ 380 bilhões) para adquirir a Activision Blizzard. Ela é responsável por franquias consolidadas no mundo dos jogos interativos (como Call of Duty, Candy Crush e WarCraft), mas a importância do acerto vai muito além: mostra o quão central, para as empresas de tecnologia, tornou-se um mercado que movimentou quase US$ 200 bilhões em 2021. Com quase 3 bilhões de usuários (mais de um terço da população do planeta), os games já superam em valor ramos tradicionais da indústria do entretenimento, como o cinematográfico. Neste episódio, Vicente Martin Mastrocola, professor de Sistemas de Informação da ESPM, detalha as implicações dessa compra, que levará a Microsoft ao terceiro lugar no ranking do setor, atrás apenas da chinesa Tencent e da japonesa Sony. "A Microsoft, proprietária do Windows e do Xbox, vai investir pesado na integração desses jogos dentro de sua plataforma", diz. “O objetivo é conectar várias telas, como computador, consoles, tablets e smartphones, em um ecossistema só.” Na conversa com Renata Lo Prete, ele discute também o papel dos games na aposta da indústria no metaverso (integração de universos virtuais com o físico por meio de tecnologia imersiva). O que você precisa saber: Microsoft vai comprar Activision Blizzard por US$ 68,7 bilhões, maior aquisição do mercado de games Activision Blizzard e Microsoft: após compra recorde, conheça maiores aquisições da indústria de games Funcionários da Activision Blizzard fazem greve e protestam contra empresa após processo por assédio sexual Metaverso: o que é a economia do mundo paralelo e como ela pode ser explorada nos próximos anos O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Eto Osclighter. Neste episódio colaborou também: Gustavo Honório. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo Veja Mais

Original, 'Spencer' tem atuação incrível de Kristen Stewart na pele da Princesa Diana; g1 já viu

G1 Pop & Arte Atriz de 'Crepúsculo' comprova talento que rendeu indicações a prêmios. Filme que conta episódio na vida da princesa Diana de forma não convencional é dirigido por Pablo Larraín, de 'Jackie'. Quando você vai ver uma produção sobre algum episódio da Família Real britânica, alguns elementos não podem faltar: Cenários luxuosos em belíssimas locações; Intrigas envolvendo integrantes da realeza; Figurinos incríveis; Cenas mostrando toda a pompa e circunstância dos monarcas; Fotografia de tirar o fôlego. "Spencer", que finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (27), tem tudo isso, mas trunfos na manga o diferenciam das cinebiografias tradicionais já feitas sobre a Princesa Diana. Um dos diferenciais é o uso de elementos de suspense e até de terror para contar a história. O outro (e mais importante) é a incrível interpretação de Kristen Stewart como a Princesa de Gales. 'Spencer': veja trailer A trama se passa durante os preparativos da festa de Natal de 1991 para a Família Real britânica, em sua casa de campo de Sandringham, em Norfolk, no Reino Unido. Neste cenário, a Princesa Diana (Stewart) chega ao local insatisfeita com a relação que tem com o Príncipe Charles (Jack Farthing). Está disposta a terminar seu casamento. Ela se sente pressionada em manter as aparências para não criar conflitos nem com o marido, nem com a Realeza, principalmente com a Rainha Elizabeth (Lore Stefanek). Isso e o assédio da imprensa são motivos para ela ficar angustiada e buscar uma saída para o seu sofrimento. Ela entra em conflito com Charles por não concordar com a forma que o marido quer criar os filhos William (Jack Nielen) e Harry (Freddie Spry). Sem contar com apoio da Família Real, a única pessoa com quem a princesa se sente bem é com a camareira Maggie (Sally Hawkins, de "A Forma da Água"), com quem troca confidências enquanto repensa a sua vida. Tensão Real Diana (Kristen Stewart) é arrumada para um jantar com a Família Real em "Spencer" Divulgação "Spencer", embora se inspire em fatos que realmente ocorreram, se permite ir mais para o território da imaginação. O filme se torna uma experiência bem mais artística, criativa e audaciosa. O grande mérito disso vai para a direção firme de Pablo Larraín ("Jackie") e do roteiro de Steven Knight (da série "Peaky Blinders" e indicado ao Oscar por "Coisas Sujas e Belas", de 2002). O diretor chileno já mostra sua excelência na sequência que abre o filme, com todos os rituais e formalidades da equipe da cozinha liderada pelo Chef Darren McGrady (Sean Harris, de "Missão Impossível: Efeito Fallout"). Ele prepara as refeições da Família Real, como se fosse uma operação militar. Kristen Stewart interpreta a Princesa Diana numa cena de "Spencer" Divulgação Larrín ganha pontos ao fazer com que o público sinta o sofrimento e a angústia da protagonista com cenas atordoantes. Em uma delas, Diana fica bastante incomodada com o clima sufocante imposto por Charles e seus parentes durante um jantar. A tensão culmina em um momento inusitado e tenso. O objetivo é levar o espectador a compreender melhor o que se passa na mente da princesa. O cineasta cria belíssimas sequências em que Diana começa a divagar sobre como ela era, como é e como seria se não se envolvesse com Charles. Amparado pela fotografia, Larrín faz um mergulho na alma de Diana com sequências que explicam de forma simbólica os sentimentos reprimidos. Knight desenvolve situações bem densas nos momentos solitários de Lady Di e em diálogos desconcertantes. O roteirista consegue aprofundar as camadas que formam seus personagens, em especial a protagonista. Diana (Kristen Stewart) sente-se sozinha e incompreendida em "Spencer" Divulgação Além disso, o roteiro cria um interessante paralelo entre a situação vivida por Diana e a Rainha Ana Bolena, também abandonada pelo marido, assim como Charles, que não consegue esconder seu caso com Camilla Parker-Bowles. O filme merece destaque ainda pela trilha sonora, assinada por Jonny Greenwood, habitual colaborador do diretor Paul Thomas Anderson. O membro do Radiohead contribui para a criação do clima sufocante dos momentos mais dramáticos. Verdadeira rainha No entanto, apesar das qualidades técnicas, o verdadeiro trunfo de "Spencer" está na fantástica atuação de Kristen Stewart como a Diana. A atriz da "Saga Crepúsculo" atinge seu melhor momento em sua carreira até então. É uma performance bem trabalhada e comovente, que rendeu indicação ao Globo de Ouro. Na pele da Princesa de Gales, ela passa no difícil teste do sotaque britânico e emposta a voz de uma maneira convincente e nada afetada, o que poderia acontecer com atrizes menos talentosas. Diana (Kristen Stewart) conversa com os filhos William (Jack Nielen) e Harry (Freddie Spry) em "Spencer" Divulgação Chama a atenção as cenas em que ela faz com os jovens atores que interpretam seus filhos, em que procura mostrar que há mais na vida do que a Realeza oferece para eles. As sequências são naturais, pois foram improvisadas pelo trio. Os três tiram de letra o desafio: ela parece que, de fato, é a mãe daquelas crianças. O mais incrível enquanto se assiste a "Spencer" é a sensação de que, aos poucos, a atriz "desaparece" para dar lugar a sua personagem. Com boa vontade, você vai se pegar pensando se quem está ali na tela é Kristen ou Diana Spencer. Kristen Stewart numa cena de "Spencer" Divulgação Além de Stewart, o filme tem ótimos atores como os já citados Sally Hawkins e Sean Harris, além de Timothy Spall (o Rabicho da franquia "Harry Potter") como o Major Alistar Gregory. Ele busca manter tudo sob controle, pelo bem da Família Real. "Spencer" pode causar estranheza para quem espera ver mais uma cinebiografia simples e burocrática como várias que são lançadas a cada ano, ou mesmo uma versão das séries como "The Crown" (que a própria Kristen Stewart confessou ter visto para se preparar sua atuação). Mas irá agradar aos que buscam por algo mais original sobre uma personagem tão emblemática quanto Lady Diana Spencer. Mesmo depois de 25 anos de sua morte, ela ainda é lembrada e adorada em todo o mundo e, neste filme, recebeu um tratamento digno de sua majestade. Veja Mais

g1 ouviu #177 - 'BBB', o musical: o som de Naiara Azevedo, Linn da Quebrada, Maria, Arthur Aguiar e Tiago Abravanel

G1 Pop & Arte Podcast mostra as principais faixas e a trajetória musical dos cinco participantes do reality em 2022 que também são cantores. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação A cantora Brisa Star Divulgação Veja Mais

Jade Picon é participante mais seguida do 'BBB22': Por que ela é famosa e como ficou tão rica?

G1 Pop & Arte Influenciadora, conhecida pela ostentação, é alvo de piadas pelo 'choque de realidade' no programa. Com mais de 15 milhões de seguidores, ela tem pai empresário e faz 'publi' desde criancinha; entenda no Semana Pop Jade Picon, a mais seguida do 'BBB22': Semana Pop explica por que ela é rica e famosa Um mistério ronda o "BBB22". Não para todo mundo, mas para muita gente - incluindo alguns dos participantes que estão dentro da casa. Por que Jade Picon é famosa? A influenciadora, integrante com mais seguidores do time Camarote e conhecida pela ostentação nas redes sociais, é alvo de piadas pelo "choque de realidade" que tem vivido no programa. Mas, afinal, como ela ficou tão rica? O Semana Pop deste sábado (22) desvenda esse enigma para quem ainda não entendeu nada. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Neta conta que, pouco antes de morrer, Elza Soares disse: ‘Eles estão chegando’

G1 Pop & Arte ‘E aí ela fechou o olho e foi indo’, emendou Vanessa Soares, em entrevista ao 'Encontro'. Dilma, filha de Elza Soares, chora durante o velório da cantora no Teatro Municipal do Rio de janeiro. REUTERS/Alexandre Loureiro Uma das netas de Elza Soares, que morreu no Rio nesta quinta-feira (20), contou que a avó não apenas sentiu que estava partindo. Momentos antes de falecer, a cantora afirmou a parentes: "Eles estão chegando". Vanessa Soares contou que, mais cedo, a avó chegou a fazer uma sessão de fisioterapia, “mas ela disse que estava se sentindo um pouco cansada”. “A gente achou que fosse cansaço da viagem. Era um corpo de 90 anos!”, pontuou. “Quando foi por volta de meio-dia, 13h, ela começou a passar mal (...). Ela virou para mim e disse assim: ‘Eu tô morrendo’. Eu falei: ‘Tá não, minha rainha.’”, recordou. Vanessa mandou mensagem para os médicos de Elza e pediu ajuda ao marido. “Eduardo chegou no quarto. ‘Fala aí, Elzão! E aí?’. Ela virou para ele e falou assim: ‘Eles estão chegando’. ‘E aí ela fechou o olho e foi indo’, emendou. “Elza foi no dia que ela quis, da forma que ela quis, sem sofrimento, cercada da família, despejando amor e recebendo muito amor”, continuou. Elza Soares Stephane Murnier/Divulgação Ao g1, Pedro Loureiro, empresário de Elza, contou que a quinta-feira "começou como outro qualquer". "Ela estava bem, gravou o DVD no dia 17 e 18 de janeiro. Acordou hoje e fez fisioterapia. Tudo normal. A gente até percebeu um leve cansaço nela, uma respiração mais ofegante, mas achamos que foi por causa da físio", lembra Pedro. Ele conta ainda que depois desse momento, Elza pediu para descansar e começou a apresentar a fala um pouco embolada. O fato chamou atenção de Pedro e de outros familiares que estavam com ela. Mas Elza brigou com eles garantindo que estava bem. Um tempo depois, a cantora dirigiu-se aos familiares e disse: "Eu acho que eu vou morrer". Elza Soares: um ícone da música brasileira A declaração acendeu o alerta, e os familiares foram checar sua pressão e oxigenação, e notaram uma pequena alteração. Ambulância foi chamada Pedro e os familiares da cantora chamaram o médico de Elza, que enviou uma ambulância para o local por precaução, mas 40 minutos depois, Elza foi mudando o semblante, até que apagou. "Foi uma morte tranquila, sem traumas, sem motivo. Morreu de causas naturais. Esse, aliás, era um grande medo dela: ter uma morte sofrida, por doença. Hoje, ela simplesmente desligou", conta Pedro. Ruy Castro fala sobre carreira de Elza Soares Saúde perfeita O empresário conta ainda que Elza estava bem, com a saúde perfeita e que estava no melhor momento da vida dela. "Seus últimos dias foram de uma rainha. Ela gravou DVD, cantou, estava de casa nova, uma cobertura que ela comprou. Estava superfeliz, superbem e morreu no auge de seus 70 anos de carreira. Com tudo que ela demorou uma vida inteira para conquistar", disse ele, que se emociona ao lembrar a última música cantada por Elza. "No DVD, a última música que ela cantou, cantou em vida, foi: 'Me deixem cantar até o fim'", lembra. Elza Soares Elas/Divulgação Veja Mais

Beyoncé presta homenagem a Elza Soares em site oficial: 'Inspirou muitos no Brasil e ao redor do mundo'

G1 Pop & Arte 'Descanse em paz, Elza Soares. Somos muito gratos', escreveu a cantora, que costuma usar sua página para prestar tributos a artistas de todo o mundo. Beyoncé presta homenagem a Elza Soares em site oficial: 'Descanse em paz' Reprodução/Instagram Beyoncé prestou uma homenagem a Elza Soares em seu site oficial. A cantora brasileira morreu nesta quinta-feira (20), aos 91 anos, no Rio de Janeiro. "Descanse em paz, Elza Soares. Sua música entreteve e inspirou muitos no Brasil e ao redor do mundo. Somos muito gratos", escreveu Beyoncé. A cantora costuma usar a página para homenagear, parabenizar aniversariantes e celebrar datas marcantes e especiais em sua página oficial. Em maio de 2021, a cantora havia usado a página para homenagear o ator e humorista Paulo Gustavo, que morreu vítima de Covid-19. PERFIL: Elza foi gigante e 'cantou até o fim' MAURO FERREIRA analisa 'voz transcendental' Veja falas marcantes de Elza Soares Velório no Theatro Municipal Elza Soares teve a morte atestada por causas naturais e será velada no Theatro Municipal do Rio, no Centro da Cidade, com cerimônia aberta ao público às 12h – o horário ainda será confirmado. O corpo será sepultado no Jardim da Saudade Sulacap, que também fará uma homenagem à cantora na capela VIP. O sepultamento será no setor do Cristo Redentor. "Vamos fazer um velório à altura dela, de rainha, para que os fãs possa se despedir dela", disse o empresário. Saúde perfeita O empresário conta ainda que Elza estava bem, com a saúde perfeita e que estava no melhor momento da vida dela. "Seus últimos dias foram de uma rainha. Ela gravou DVD, cantou, estava de casa nova, uma cobertura que ela comprou. Estava superfeliz, superbem e morreu no auge de seus 70 anos de carreira. Com tudo que ela demorou uma vida inteira para conquistar", disse ele, que se emociona ao lembrar a última música cantada por Elza. "No DVD, a última música que ela cantou, cantou em vida, foi: 'Me deixem cantar até o fim'", lembra. Relembre frases marcantes de Elza Soares Elza Soares morreu no mesmo dia de Garrincha, quase 40 anos depois Elza Soares foi referência para artistas de várias gerações e estilos musicais Veja Mais

Com 24 cães participantes, Big Dog Brasil faz paródia do BBB original: vamos dar aquela 'auspiadinha'?

G1 Pop & Arte Página na internet criou concurso, com prêmio de R$ 1 mil, que tem 'Cãomarote' e 'Pipocão', seguindo formato do sucesso televisivo. Big Dog Brasil tem participação de cachorros de vários estados brasileiros Na tevê, 20 participantes disputam um prêmio de R$ 1,5 milhão, na 22ª edição do BBB. E, na internet, 24 cachorros participam da primeira edição do Big Dog Brasil, que também foi lançado nesta semana – ainda que o prêmio tenha alguns "zeros" a menos. BBB22: Acompanhe tudo sobre o reality A paródia, que pode ser acompanhada pelo Instagram, brinca com o formato, que é sucesso na televisão, inclusive no vocabulário: os grupos são chamados, com trocadilhos, de Cãomarote, formado apenas por cães chihuahuas, e PipoCão, com animais de raças variadas, ou sem raça definida (SRD). A ideia foi do designer Daniel Almeida Ramos, de 37 anos, e da mulher dele, a engenheira ambiental Pollyana Rocha Franco Dutra, de 34. Até a logomarca do "programa" tem o mesmo tipo de letra e as cores do original. Ramos diz que acompanha o BBB e que um dia se perguntou: “E se a gente fizesse um Big Brother com cachorro?”. Aí surgiu o "programa". “É uma grande paródia do Big Brother". O casal mora no bairro Sagrada Família, na Região Leste de Belo Horizonte, e são tutores de dois chihuahuas: os irmãos Amora, de 2,6 anos, e Oreo, que completa 2 anos em fevereiro. Amora e Oreo 'apresentam' o Big Dog Brasil Reprodução/Tiquinininhos Os doguinhos fazem nada mais nada menos que a função do jornalista Tadeu Schmidt: “apresentam” o reality canino. E os minicachorros, e põe mini nisso, são pequeninhos: Oreo pesa 1,8 kg e Amora, 1,6 kg. Ramos conta que estruturou as ideias no papel com a ajuda da mulher e que já tem fila de interessados para a edição do ano que vem: “Para este ano foi convite [dos 24 cães participantes]. Ano que vem deve ter inscrição. Estou recebendo muitas mensagens falando da ideia no Instagram, e já tenho fila de interessados para 2023". Segundo ele, o BDB tem três patrocinadores e o participante campeão vai ganhar R$ 1 mil em prêmios em produtos pet. Amora e Oreo 'espiam' tudo no Big Dog Brasil Reprodução/Tiquinininhos “Ainda temos quatro cachorros na lista de espera. Quem sabe eles entram na casa de vidro”, diz Ramos. Antes do lançamento, ele também parodiou Boninho porque o big boss postou as mãos dos participantes, que teoricamente eram desconhecidos do público. “O Boninho deu spoiler com as mãos e eu fiz com as patinhas dos cachorros", diverte-se. Na “casa canina” tem cães dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul e, segundo Ramos, tem uma prova por semana, que pode ser feita pelos dogs ou por seus tutores – que marcam a página no Instagram e recebem a votação do público. “O que vale é a agilidade em responder. Ainda vai ter Prova do Líder, Anjo, Confessionário e Paredão. A gente vai sempre parodiando. No domingo tem paredão e na terça sai um participante”, explica. Veja quem são os 'confinados' 'Cãomarote Chihuahuas' Matilha de chihuahuas compõe o 'Cãomarote' Reprodução/Tiquinininhos 'PipoCão Dogs' Cães de várias raças estão no 'PipoCão' Reprodução/Tiquinininhos As provas Prova desta sexta-feira (21) Tiquinininhos/Divulgação Ramos fala que, como no reality original, no canino as provas envolvem os patrocinadores – perguntas sobre a marca – no Stories. As respostas são acompanhadas por ele, em ordem de cronológica. Ainda no mesmo espaço tem a dinâmica de toda a semana. A primeira prova foi relacionada a produtos de um patrocinador, no caso bolsas de luxo e acessórios para animais domésticos. A dinâmica Ramos diz que há um enigma matemático, com imagens das mercadorias e perguntas no Instagram, para os "participantes responderem". Assim, o "diretor do programa" tem a ordem de quem acertou primeiro, ou seja, prova de raciocínio e velocidade: 1º lugar: Líder; 2º lugar: Anjo (autoimune). Após estas duas posições, os dois melhores do Cãomarote e os dois melhores PipoCão também ficam imunes representando assim a mesma dinâmica da semana do BBB. No reality canino, o Anjo indica o Monstro, que tem como punição ficar fora das publicações durante o período que o participante do BBB fica com a fantasia. Confessionário Há também Confessionário, Paredão e Bate-volta. Todos os integrantes votam secretamente em dois participantes, por semana, via Direct. Paredão 1 indicado pelo Líder; 1 indicado pelo contragolpe do indicado pelo Líder; 2 mais votados pelo "canil". Bate-volta Tem sorteio, ao vivo, no Instagram com os emparedados, exceto o indicado pelo Líder que não pode se salvar. Assim o sorteado fica fora Paredão, já que quase sempre esta prova é de sorte no BBB. Vamos dar aquela "auspiadinha"? Mas cuidado para o fofurômetro não explodir! Os vídeos mais assistidos no g1 Minas: Veja Mais

TRF-3 nega recurso da AGU e tira efeito de portaria que proíbe passaporte da vacina em projetos da Lei Rouanet

G1 Pop & Arte Magistrada confirmou decisão em primeira instância, do fim de 2021, que já havia determinado que exigência de comprovante de vacina em São Paulo é parte das determinações válidas para conter disseminação da Covid-19. Justiça nega recurso da AGU e mantém exigência de passaporte vacinal Decisão da desembargadora Monica Nobre, da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) contraria portaria assinada pelo secretário nacional da Cultura, Mario Frias, que vetava a exigência do passaporte de vacina em projetos da Lei Rouanet. A magistrada confirmou uma decisão em primeira instância, do fim de 2021, que já havia determinado que o comprovante de vacina é parte das determinações válidas para conter a disseminação da Covid-19. A decisão da desembargadora Monica Nobre é do dia 20 de janeiro. O governo federal tentava suspender a exigência do certificado de imunização para a entrada no musical Dona Summer, realizado pela Rojo Entretenimento e que está sendo apresentado em São Paulo, no Teatro Santander. Secretaria de Cultura veta passaporte sanitário em projetos da Lei Rouanet A portaria foi publicada em novembro, vetando a exigência de passaporte sanitário em projetos financiados pela Lei Rouanet. "Fica vedado pelo proponente a exigência de passaporte sanitário para a execução ou participação de evento cultural a ser realizado, sob pena de reprovação do projeto cultural e multa", dizia o texto publicado no "Diário Oficial da União". Leia também: ENTENDA: Como funciona a Lei Rouanet e o que mudou nos últimos meses MAIS MUDANÇAS: Governo proibiu linguagem neutra em projetos da Rouanet Criada em 1991, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, autoriza produtores a buscar investimento privado para financiar iniciativas culturais. Em troca, as empresas podem abater parcela do valor investido no Imposto de Renda. O passaporte sanitário ou passaporte de vacina é uma medida adotada em algumas cidades para exigir que o acesso a determinados ambientes só possa ser feito por quem tomou a vacina contra a Covid. A GloboNews entrou em contato com a AGU, e o órgão afirmou que "só se manifesta nos autos, caso seja cabível". VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana Veja Mais

Steven Spielberg e Denis Villeneuve são indicados a prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA; veja lista

G1 Pop & Arte Jane Campion, Paul Thomas Anderson e Kenneth Brannagh completam lista de melhor diretor de 2021. Prêmio que acontece no dia 12 de março é um dos termômetros do Oscar. Steven Spielberg no painel de 'Ready player one' na Comic-Con San Diego 2017 Richard Shotwell/Invision/AP O Sindicato de Diretores da América (DGA, da sigla em inglês) anunciou a lista dos indicados à sua premiação de 2022 nesta quinta-feira (27). As premiações de sindicatos são consideradas bons indicadores das respectivas categorias no Oscar. Na categoria de melhor diretor de 2021 estão Kenneth Branagh ("Belfast"), Jane Campion ("Ataque dos cães"), Paul Thomas Anderson ("Licorice Pizza"), Steven Spielberg ("Amor, sublime amor") e Denis Villeneuve ("Duna"). Este ano, o prêmio acontece em 12 de março. Com muitos membros entre os integrantes da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas, o DGA "previu" 17 ganhadores da categoria de melhor diretor do Oscar nos últimos 20 anos. Steven Spielberg e Rachel Zegler falam sobre a nova versão de 'Amor, sublime amor' Já na categoria de melhor diretor estreante, que teve início em 2015, os indicados foram Maggie Gyllenhaal ("A filha perdida"), Rebecca Hall ("Passing"), Tatiana Huezo ("Reze pelas mulheres roubadas"), Lin-Manuel Miranda ("Tick, Tick … Boom!"), Michael Sarnoski ("Pig") e Emma Seligman ("Shiva Baby"). Melhor diretor em longa-metragem Kenneth Branagh ("Belfast") Jane Campion ("Ataque dos cães") Paul Thomas Anderson ("Licorice Pizza") Steven Spielberg for "Amor, sublime amor" Denis Villeneuve ("Duna") Melhor diretor estreante em longa-metragem Maggie Gyllenhaal ("A filha perdida") Rebecca Hall ("Passing") Tatiana Huezo ("Reze pelas mulheres roubadas") Lin-Manuel Miranda ("Tick, Tick … Boom!") Michael Sarnoski ("Pig") Emma Seligman ("Shiva Baby") Veja Mais

Raul Sampaio, compositor de 'Meu Pequeno Cachoeiro', hit de Roberto Carlos, morre aos 93 anos

G1 Pop & Arte Música mais conhecida do compositor fala da cidade natal dele e de Roberto, Cachoeiro de Itapemirim. Compositor Raul Sampaio morreu, na noite desta quarta-feira (26), aos 93 anos Reprodução/TV Gazeta O compositor Raul Sampaio morreu, aos 93 anos, na noite desta quarta-feira (26). A causa da morte não foi divulgada. Raul é autor da música "Meu Pequeno Cachoeiro", eternizada na voz de Roberto Carlos e que fala sobre a cidade natal de ambos, Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. Além de "Meu Pequeno Cacheiro", o compositor escreveu mais de 200 músicas, gravadas por vários artistas. "A Carta" foi sucesso na voz de Erasmo Carlos. Nos últimos anos, Raul vivia em Marataízes, também no Sul do ES. Exposição homenageou cantor e compositor Raul Sampaio em 2018 O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), lamentou a morte do artista em uma rede social. "Hoje a saudade veio visitar nossos corações. Raul Sampaio, cachoeirense, que tanto enriqueceu a cultura capixaba com suas composições, melodias e poesias, nos deixou. Seus versos e sua memória ficarão eternizados em nossa história. Meu abraço aos seus familiares e amigos", escreveu Casagrande. O prefeito de Cachoeiro, Victor Coelho (PSB), também homenageou o compositor e disse que vai decretar luto de três dias na cidade. "Notícia triste: Raul Sampaio, autor de 'Meu Pequeno Cachoeiro', que virou nosso hino, nos deixou essa noite. Tive a alegria de homenageá-lo nos seus 90 anos. Por sua história e amor por Cachoeiro, vamos decretar luto de 3 dias. Viva, Raul! E que Deus console familiares e amigos", postou. Raul Sampaio completou 93 anos em 2021 VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

China altera final do filme 'Clube da Luta'

G1 Pop & Arte Cinéfilos chineses perceberam durante fim de semana que versão do filme disponibilizada recentemente na plataforma Tencent Video tem mudança que altera a mensagem anarquista e anticapitalista. Cena de 'Clube da Luta', com Brad Pitt, filme que passava no cinema na hora do crime Divulgação Com uma mensagem anarquista, "Clube da Luta" se tornou um filme cultuado desde sua estreia em 1999. Mas agora chega às TVs da China com um final alternativo em que o governo vence e impede o caos. A censura rígida na China permite a estreia de poucos filmes estrangeiros por ano e, em vários casos, com importantes cortes. Entre as produções modificadas recentemente está o filme dirigido por David Fincher, com Brad Pitt e Edward Norton. Os cinéfilos chineses perceberam durante o fim de semana que a versão do filme disponibilizada recentemente na plataforma Tencent Video tem uma mudança que altera a mensagem anarquista e anticapitalista. No fim original, o personagem de Norton, o Narrador, mata seu alter ego imaginário Tyler Durden (Brad Pitt) e contempla a explosão de vários edifícios, sugerindo que o plano de seu personagem para acabar com a civilização moderna está em andamento. Na China, o longa-metragem termina com o assassinato de Durden. Em seguida aparece a mensagem: "A polícia rapidamente descobriu todo o plano e prendeu todos os criminosos, evitando com sucesso a explosão da bomba". E acrescenta que Tyler - um produto da imaginação do Narrador - foi enviado para um "manicômio" para tratamento psicológico e mais tarde recebeu alta. O novo final, com o triunfo do governo, provocou indignação entre muitos chineses, que assistiram versões piratas do filme original. "É ultrajante", afirmou um cliente da Tencent Video. "Não apenas eliminam cenas, também acrescentam novas ao roteiro", criticou outro cliente. A Tencent não fez nenhum comentário sobre o tema e não está claro se a mudança foi ordenada pelos censores do governo chinês ou decidida pelos produtores originais do filme. Os estúdios de Hollywood costumam lançar versões alternativas de suas produções com a esperança de driblar a censura chinesa e obter os lucros em um mercado de milhões de consumidores. Em 2019, por exemplo, várias cenas do filme "Bohemian Rhapsody" com referências à homossexualidade de Freddie Mercury (parte fundamental de sua biografia) foram eliminadas na versão para a China. Veja Mais

Presidente eleito chileno viraliza com mensagem de apoio a Taylor Swift em bate-boca virtual

G1 Pop & Arte Gabriel Boric elogiou a cantora no Twitter após Damon Albarn ter dito que ela não escrevia as próprias músicas. O presidente eleito do Chile, Gabriel Boric, comemora sua vitória no segundo turno da eleição presidencial chilena, com apoiadores, na capital Santiago, em 19 de dezembro de 2021 Luis Hidalgo/AP O presidente eleito do Chile, o millennial Gabriel Boric, tomou partido em seu primeiro incidente internacional: ficou ao lado da estrela do pop Taylor Swift em uma disputa nas redes sociais contra o vocalista da banda Blur, Damon Albarn, por conta de seu status como compositora.  LEIA MAIS: Swift rebate Albarn após cantor acusá-la de não escrever suas músicas Albarn, o britânico co-fundador e compositor da banda Gorilazz, sugeriu que Swift não compôs todas as suas canções em uma entrevista à imprensa, o que levou a uma reação da cantora norte-americana. Albarn pediu desculpas depois. Boric, de 35 anos, deu seu apoio a Swift em um tuíte que viralizou rapidamente em seu país, em um reflexo de como o ex-líder estudantil está estremecendo a política no Chile, tradicionalmente o país mais austero da América do Sul. "Aqui no Chile você tem um grande grupo de apoiadores que sabem que você escreve suas próprias canções com o coração", disse Boric, um autodeclarado fã de Swift, aos seus 1,4 milhão de seguidores no Twitter. A publicação teve mais de 74 mil curtidas.  Initial plugin text "Abraços do sul, Taylor", disse Boric, que se tornará o presidente mais jovem do Chile, quando tomar posse, em março. Semana Pop #64: Taylor Swift e seus empresários entram em guerra Veja Mais

Produtor de 'Minions' diz que Anitta integra elenco de nova animação 'Hitpig': 'Todo mundo vai amar a personagem dela'

G1 Pop & Arte Produtor Dave Rosenbaum está de férias no Brasil e falou sobre o novo filme. O g1 procurou a assessoria de Anitta, mas não teve resposta. Anitta deve integrar elenco de 'Hitpig', nova animação do produtor de 'Minions' Reprodução O produtor de cinema americano Dave Rosenbaum - responsável por sucessos como “Madagascar” e “Minions” - afirmou que a cantora a compositora brasileira Anitta faz parte do elenco da sua animação, "Hitpig". Segundo ele, ela vai dar voz à personagem Letícia dos Anjos, uma ativista dos direitos dos animais, no filme que está previsto para sair ainda em 2022. O g1 procurou a assessoria de Anitta, que ainda não se manifestou. O produtor, roteirista e diretor de cinema é casado com um chef paraibano e está de férias em João Pessoa. Ele conversou com exclusividade com a TV Cabo Branco e com o g1 e revelou detalhes sobre o filme e sobre a participação de Anitta no longa. “Nós estamos animados em ter Anitta no projeto. Ela própria é uma ativista dos direitos dos animais e defensora da Amazônia, que tem milhões de fãs ao redor do mundo e que a adoram. Ela é uma atriz extremamente talentosa e nós estamos amando trabalhar com ela”, disse Rosenbaum. Produtor Dave Rosenbaum diz que Anitta faz parte do elenco da animação 'Hitpig' Porco caçador de recompensas “Hitpig” conta a história de um porco caçador de recompensas, que dá nome ao longa, e que aceita um próximo trabalho: capturar Pickles, uma elefante que escapou das garras de um trilionário maligno. Apesar de Hitpig começar indo em busca de capturar o paquiderme fugitivo, eventualmente os dois acabam embarcando em uma aventura inesperada ao redor do mundo. Esboços da arte de "Hitpig" Cinesite/Divulgação O longa é baseado no livro infantil “Pete & Pickles” (2008), do premiado autor e ilustrador Berkley Breathed, ganhador de um Pulitzer em 1987. “Essencialmente, é um filme sobre direitos dos animais, porque o porco, como um animal, precisa aprender que não se deve capturar e prender os outros animais, e sim ajudá-los a serem livres”, conta o produtor da animação. Arte conceitual de "Hitpig" Cinesite/Divulgação Na trama, Anitta deve interpretar Letícia dos Anjos, uma humana que é a favor da libertação dos animais, ajudando a soltar os bichos encarcerados em todo o mundo. Além de Anitta, estão confirmados no elenco do filme Peter Dinklage (Tyrion, de Game of Thrones), que vai interpretar Hitpig; Lilly Singh, que vai fazer Pickles; RuPaul; Hannah Gadsby; Charlie Adler; e Rainn Wilson (Dwight, de The Office). Nome de Anitta consta no site do estúdio ao lado de atores e atrizes como Peter Dinklage, Lilly Singh, RuPaul, Hannah Gadsby, Charlie Adler e Rainn Wilson Aniventure/Reprodução Gravações com Anitta Segundo Dave Rosenbaum, as gravações com Anitta estão quase completas, faltando apenas uma sessão para concluir. “Nós gravamos com ela no Brasil e também em outros países em que ela está fazendo turnê. Porque nós precisamos gravar várias vezes com os autores e durante estas sessões conversamos bastante sobre a personagem dela”, conta. A voz de Anitta, após captada, é enviada para a equipe responsável pela animação, na Inglaterra, no Canadá e na Alemanha. “Os animadores estão se divertindo muito em trabalhar com a personagem, porque Anitta entrega nuances tão boas e tem uma performance tão incrível que acredito que o público brasileiro e de todo o mundo vai amar a personagem dela”, completa o produtor. Anitta no Grammy Latino 2021 Arturo Holmes/Getty Images via AFP Cinema de animação pós-pandemia Dave, que assina a produção e roteiro de “Hitpig”, é diretor de criação em uma produtora de cinema responsável por efeitos visuais de vários filmes e séries de sucesso nos últimos 30 anos, como as franquias “James Bond” e “Harry Potter”, alguns longas da Marvel e também “Game of Thrones”. Antes desta função, ele atuou como vice-presidente de talentos em uma produtora, sendo responsável por encontrar artistas e roteiros que deram origem a animações de sucesso como “Meu Malvado Favorito”, “Madagascar”, “Kung Fu Panda”, “Minions”, “A Vida Secreta dos Pets” e, mais recentemente, “Riverdance - Uma Aventura Dançante”, que estreou na Netflix no último dia 14. Cineasta americano Dave Rosenbaum está de férias em João Pessoa Rosenbaum também falou sobre o cenário do cinema de animação pós-pandemia de Covid-19. “Há uma diferença sísmica na indústria pós-Covid. Você não pode mais contar com 100% de participação de público em cinemas de todas as cidades do mundo. A maioria das salas só permite 50%. Então é 50% da receita possível que você costumava obter”, conta. Para ele, um dos reflexos da pandemia foi a migração de parte do público para serviços de streaming. “Quando as pessoas passam a ver os filmes exclusivamente em streaming, [os realizadores] precisam trabalhar seus orçamentos em torno deste público de streaming”, completa o cineasta. Vídeos mais assistidos da Paraíba Veja Mais

No 'BBB22', Linn da Quebrada explica tatuagem 'Ela' e diz: 'Quero ser tratada nos pronomes femininos'

G1 Pop & Arte Depoimento foi dado após pergunta de Tadeu Schmidt. Entrada da cantora no jogo gerou diversos debates sobre gênero com participantes. Especialista faz alerta sobre importância da educação para diversidade. Linn da Quebrada no "BBB22" Reprodução/Instagram Durante a exibição do "BBB22" ao vivo na noite deste domingo (23), Linn da Quebrada respondeu ao questionamento do apresentador Tadeu Schmidt e explicou a origem de sua tatuagem "Ela" acima da sobrancelha. A cantora ainda afirmou para os confinados que quer ser tratada com pronomes femininos. A chegada de Linn da Quebrada no "BBB22" trouxe debates sobre gênero logo em seu primeiro dia de reality. A cantora ingressou na casa na quinta-feira (20) com Arthur Aguiar e Jade Picon. Eles ficaram isolados por terem testado positivo para Covid-19. Em sua apresentação no jogo, Linn se emocionou e afirmou: "Não sou homem, nem sou mulher, sou travesti." Ao longo de seus primeiros dias no reality, Linn teve conversas sobre gênero com Eslovênia, Naiara Azevedo e Rodrigo. (leia mais logo abaixo). Tadeu começou a conversa perguntando aos participantes sobre o estado civil, enfatizando os pronomes "elas" e "eles" no questionamento: "Primeiro uma pergunta para elas: quem aí está solteira? Agora uma pergunta para eles. Quem aí está solteiro?". "Linna, você tem o pronome 'ela' tatuado acima da sobrancelha. Queria que você explicasse porque você fez essa tatuagem e também que você dissesse, mais uma vez, reforçando, como as pessoas devem se dirigir a você, devem tratar você", seguiu Tadeu. "Eu fiz essa tatuagem, na verdade, por causa da minha mãe. Porque no começo da minha transição, a minha mãe ainda errava e me tratava no pronome masculino. E eu falei: 'mãe, vou tatuar 'ela' aqui na minha testa que é pra ver se a senhora não erra", iniciou Linn. "E acho que também assim é uma indicação pra todas as outras pessoas. Então ficou na dúvida? Lê, e daí vocês lembram que eu quero ser tratada nos pronomes femininos." Veja o resumo do que aconteceu no BBB22: Linn corrigiu Eslovênia sobre qual gênero preferia ser chamada. A modelo e estudante de marketing repercutiu com outros participantes da casa que estava se sentindo mal após ter chamado a cantora de "ele". Linn tem o pronome "ela" tatuado na testa. "Eu me referi a ela de ele. E foi tão natural. Ela me corrigiu na hora. Ai depois, falei: 'desculpa'. Ela é muito bem resolvida, falou: 'acontece'". A equipe da participante usou as redes sociais para falar sobre o ocorrido (leia no final deste texto). Falando com Naiara, Linn disse: "Eu quero que me vejam como travesti, não quero que me vejam só como mulher.... É importante. Tudo é importante. Faz dez anos que não se apresenta um corpo trans aqui nesse reality. E quando se apresentou, saiu na primeira semana", afirmou Linn, relembrando da participação de Ariadna no "BBB11". O comentário foi feito após Naiara dizer que Linn "não chegou aqui como mulher, nem como homem, chegou como gente". Já na hora de dormir, Rodrigo perdeu o sono depois de usar o termo "traveco" para se referir a travesti. Rodrigo logo foi repreendido pelos colegas e pediu desculpas. No dia seguinte, o participante procurou Linn pedindo para que ela o ajude no aprendizado e a cantora explicou que o primeiro termo é usado de forma pejorativa. Em um dos torpedos secretos enviados pelos próprios participantes, surgiu um que perguntava: "Linn, você está solteiro? Tem alguém perguntando aqui". Durante a primeira festa da casa, Eslovênia chamou Linn de "amigo", e a cantora alertou: "Amiga, não dá mais pra ficar errando". Linn da Quebrada tem a tatuagem "Ela" na lateral da testa Reprodução/Instagram "Acredito que fica muito claro de que nós temos muito a aprender, muito a percorrer. E que todas as pessoas da sociedade têm um papel fundamental nessa jornada, nessa mudança, para posturas que acolham mais, que respeitem mais, que celebrem mais as diferenças com dignidade e pertencimento", afirma Guilherme Gobato, especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão, e Sócio-Fundador da Diálogos Entre Nós Diversidade e Inclusão em conversa com o g1. "A exemplo da Eslovênia, talvez ela nunca teria esse aprendizado caso não tivesse ali no 'BBB' convivendo com uma travesti, convivendo com a Linn da Quebrada. O que prova que a convivência com as diversidades é muito positiva para alcançarmos uma sociedade melhor, mais madura, mais respeitosa, mais acolhedora." Ele explica que, "o artigo e o pronome de gênero para pessoas que se identificam como travestis é sempre a/ela/dela". "Enquanto travestis, estamos falando sobre um conceito que é de identidade de gênero, que é a maneira com a qual as pessoas se enxergam e se identificam em termos de gênero." Elza Soares comemorou Linn da Quebrada no BBB "Se o gênero corresponde ao sexo biológico associado ao nascimento, é uma pessoa cisgênera. Agora se a pessoa não se identifica ao sexo atribuído ao nascimento, que é o caso da Linn, que biologicamente nasceu homem e ela passou a se identificar com o gênero feminino, com uma pessoa travesti, estamos falando de uma pessoa transgênera." Educação para diversidade Linn da Quebrada entra no 'BBB 22' TV Globo/Reprodução Para o especialista, a educação para diversidade é algo primordial para que situações semelhantes a enfrentadas por Linn no jogo sejam cada vez menos frequentes. "É algo revolucionário, que pode impulsionar respeito, acolhimento, crescimento, dignidade a todas as pessoas da sociedade." PERFIL: Linn é cantora, atriz e apresentadora E no processo de educação para a diversidade, Gobato enumera passos importantes para o aprendizado diante de situações semelhantes às que aconteceram no jogo: Temos que reconhecer que erramos. Nesse caso específico, quero ressaltar que estamos falando de viés ou preconceitos inconscientes, que são associações automáticas que nosso cérebro faz em frações de segundos com base em tudo o que nós já vimos, ouvimos, lemos, presenciamos na vida. Pedir desculpas. E que sejamos sinceros e respeitosos com as maneiras pelas quais as pessoas se identificam em termos de gênero. Trago uma situação bem prática: Imagina você ser chamado continuamente pelo pronome de gênero pelo qual não se identifica. Isso é mais do que uma microagressão, é um violência a nossa individualidade. Refletir sobre o que nos levou a errarmos. Se foi por falta de conhecimento, nós devemos perguntar a pessoa como ela mesma gostaria de ser chamada. Tanto em relação aos nomes quanto aos pronomes de acordo com o gênero que ela se identifica. Dessa forma, nós exercemos empatia e humildade e a gente acaba por nos colocar na posição de aprendizado. Trabalhar nossa autodisciplina. Prestarmos continuadamente atenção aos nossos próprios vieses, nossos próprios preconceitos inconscientes e procurarmos sempre reduzir ao máximo a sua ocorrência. Isso é uma postura tremendamente inclusiva, respeitosa, só que requer muito trabalho interno e atenção. Educar as pessoas ao nosso redor sobre seus próprios vieses, sobre formas de diversidades humanas e sobre o tratamento que nós devemos conferir a essas pessoas. Nós podemos e devemos educar sobre essas formas de mitigar, reduzir os preconceitos inconscientes, para que possamos todos, todas e todxs colheremos em conjunto uma sociedade com mais respeito às individualidades. O que dizem equipes de Eslovênia e Rodrigo Eslovênia "Aqui fora, no mundo real, Eslô é uma pessoa que sempre é ouvidos, ela sempre silencia para aprender. Diversas vezes, em conversas com amigos, ela aprendeu algo e não voltou a repetir. Sabemos o quão grave é chamar uma pessoa trans/travestis pelo pronome que ela não se identifica. Sabemos o quão isso pode atingir e machucar várias pessoas e não concordamos com isso. Nunca iremos colocar Eslovênia no papel de vítima diante dessa situação, mas cabe a gente também comunicar que no momento que ela percebeu o erro gigante. Ela arrependeu e se desculpou com a Linn e a participante entendeu e aceitou suas desculpas. Esperamos que todos os dias ela evolua para que atitudes como a de hoje não voltem a acontecer." Initial plugin text Rodrigo "O Rodrigo teve uma fala infeliz e errada nessa madrugada onde ele usa 'traveco'. Viemos por meio deste comunicado, pedir desculpas pela fala do Rodrigo e relembrar que esse termo é ofensivo e jamais deve ser usado para se referir a qualquer pessoa trans ou travesti. Após ter essa fala, Rodrigo foi repreendido pelos colegas, reconheceu o erro, pediu desculpas e disse que hoje iria conversar com a Linn. Esperamos que ele possa aprender com isso e evoluir como ser um humano." Initial plugin text VÍDEO: Big Brothers inusitados Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Naiara Azevedo fez sertanejo 'cachaceiro' e 'funknejo' com Catra até estourar '50 reais'

G1 Pop & Arte Cantora paranaense começou cantando em barzinho até gravar 1º DVD em 2011, mas sucesso veio mesmo com hit de traição. Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. Naiara Azevedo no programa 'Só Toca Top' Globo/Fábio Rocha Se os cantores do "BBB22" fizessem um festival de música, seria a plateia com o público mais diverso do Brasil. A começar pelas duas cantoras mais ouvidas, com estilo quase oposto, do sertanejo padrão com Naiara Azevedo à eletrônica alternativa com Linn da Quebrada. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada um. Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Cantora de '50 reais' Naiara Azevedo Divulgação Naiara de Fátima Azevedo tem 32 anos e nasceu em Farol, no interior do Paraná. Ela morava na fazenda, cantava no coral da igreja e foi estudar estética numa cidade maior, Umuarama. O desejo de cantar a levou a fazer shows em barzinhos da região, mas foi só em 2011 que lançou o primeiro álbum "Exclusividade". O pop-rock sertanejo lembrava o do conterrâneo paranaense Luan Santana, então recém-estourado. A música que mais apontava o futuro da Naiara era "Coitado", uma resposta ao funk "Sou Foda" e aos homens arrogantes. Naiara ainda se mudaria para outra cidade maior do Paraná e lá gravaria o DVD "Ao Vivo em Londrina" (2014). Este era mais bem produzido e tinha o som do "sertanejo pegação "da época, como o "funknejo" em parceria com Mr. Catra, “Mulher não trai”. A cantora já estava namorando Rafael Cabral, empresário sertanejo conhecido, que também teve no elenco Humberto e Ronaldo e Gabriel Gava. Eles se casaram em 2016 e se separaram em 2021. Sucesso com feminejo Naiara Azevedo no clipe de '50 reais' Reprodução/YouTube/NaiaraAzevedo Naiara foi para Goiânia e gravou "Totalmente Diferente", o DVD que tinha "50 Reais" em 2016, mesmo ano em que o feminejo explodiu. O g1 fez um levantamento na época com as estrelas do estilo para ver qual era a marca de cada uma. A Naiara era campeão das letras "cachaceiras". O DVD dela tinha até mais citação a bar e bebida do que o da Maiara e Maraísa. O DVD teve outras músicas conhecidas, como "Ex do Seu Atual". Mas nenhuma chegou perto do sucesso de “50 reais”, nem naquela época e nem até hoje na carreira dela. Entre os destaques seguintes estão parcerias no funk, como “Ó quem voltou”, com a Dani Russo e outra ex-bbb, a Pocah. A música dela que mais chegou perto do maior sucesso foi “Pegada que desgrama”, de 2017. A faixa tem o vozeirão da Naiara, mas um romantismo mais tradicional. Naiara Azevedo também compõe, mas uma parte pequena do seu repertório é assinada por ela. São 27 músicas registradas no Ecad, incluindo "Coitado", "50 reais" e "50 porcento", que ainda não foi lançada. Confusão com família de Marília Mendonça Naiara Azevedo e Marília Mendonça em 2020, em gravação de clipe para o projeto 'Juntas' Divulgação A música "50 porcento" causou a primeira treta do programa, antes mesmo de começar. Em 2020, ela estava produzindo um projeto chamado “Juntas”, que teria parcerias com várias cantoras. Ela gravou com a Marília Mendonça o clipe de "50 porcento”. Só que o projeto nunca saiu. Logo antes de entrar no BBB, Naiara anunciou que tinha regravado a música em dezembro de 2021, para o álbum que ela deixou pronto pra lançar ao longo do BBB. Na gravação, ela canta a música e coloca trechos do clipe com a Marília cantando. A estratégia parece com a do Rodolffo no "BBB21". O g1 já mostrou como isso deu certo e eles emplacaram “Batom de cereja”, estourada durante o programa, que virou a música mais tocada no ano passado no Brasil. Uma música póstuma com Marília era garantia de hit, só que virou a maior confusão. Entenda abaixo: O irmão da Marília, João Gustavo, postou no Twitter que a Naiara queria usar a irmã pra “se promover” e que “ia fazer de tudo pra ela sair do programa” A equipe da Naiara disse que a música era uma "homenagem", e que não havia problema Mas a família da Marília subiu o tom e se disse magoada porque Naiara nunca os procurou para falar da música A equipe da Naiara deu um passo pra trás e disse que, se a família não quisesse, eles não lançariam a música No meio disso tudo, a Naiara já estava confinada e não sabia de nada. Ela chegou a até a cantar a música na casa, dizendo aos colegas que ela vai sair em fevereiro. Na última sexta (21), a família de Marília Mendonça autorizou que a música seja lançada desde que o clipe com imagens editadas da cantora não seja utilizado. João Gustavo até pediu desculpas pela "forma impulsiva" como agiu ao criticar o lançamento, mas explicou o motivo. "Peço desculpas pela forma intempestiva como agi, criticando de uma forma dura a artista Naiara... quando minha mãe tomou conhecimento do vídeo que queriam lançar, ela ficou muito triste, e vê-la daquela forma me fez perder a cabeça e agir de uma forma impulsiva. Hoje, de cabeça fria, reconheço que fui duro nas palavras e por não ter compromisso com o erro, peço desculpas à Naiara e toda sua equipe." Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Veja Mais

Internada com Covid, Elizangela tem 'melhora significativa', diz assessoria

G1 Pop & Arte Segundo a Prefeitura de Guapimirim, dosagem do oxigênio para auxiliar na respiração vem sendo reduzida. Ao dar entrada no hospital, atriz disse que não tomou vacina contra a Covid. Atriz Elizângela, de 67 anos, está internada com Covid, em estado grave, em Guapimirim, na Baixada Fluminense Reprodução/TV Globo A assessoria de imprensa da Prefeitura de Guapimirim informou neste sábado que a atriz Elizangela, internada no Centro de Tratamento para Covid do Hospital Municipal José Rabello de Mello, teve uma "melhora significativa no quadro". De acordo com a assessoria, Elizangela, de 67 anos, está interagindo com a equipe do hospital e a saturação só tem baixado em situações de esforço. A atriz ainda está internada na sala vermelha, mas a dosagem do oxigênio necessária para auxiliar na respiração vem sendo cada vez menor. Elizangela foi internada na quinta-feira (20), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da Covid. Segundo a prefeitura, no ato de sua internação, Elizangela informou que não tomou nenhuma dose da vacina que ajuda imunizar contra o vírus da doença. Elizangela é internada com sequelas da Covid; atriz não tomou vacina Elizangela, que positivou para Covid no dia 12 de janeiro, não tem mais o vírus ativo em seu organismo, mas sofre com a questão respiratória. Segundo seu empresário, nem ele, nem a filha de Elizangela, a bailarina Marcelle Sampaio, sabem se a atriz tomou as vacinas que imunizam contra a Covid. “Ela é uma pessoa muito alegre, alto astral, não gosta de falar sobre doença. Daí, não sabemos ou não. Nunca tivemos esse tipo de conversa”, diz. Elizangela: quadro é melhor Divulgação LEIA TAMBÉM: ÔMICRON: por que a variante é tão contagiosa e mais 6 perguntas 'VIVA O SUS': vídeo mostra a emoção de crianças vacinadas no Brasil MUNDO: o que revela a morte de cantora que pegou Covid de propósito A Prefeitura de Guapimirim disse que a atriz já tinha ido ao hospital uma semana antes de ser internada, após se sentir mal. Na ocasião, ela foi atendida, medicada e teve alta. Na quinta-feira, Elizangela retornou à unidade em estado mais grave. Ela foi encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la. Elizangela estreou na TV como criança, no programa "Clube do Guri", na extinta TV Tupi, em 1965. Logo depois passou ao programa infantil "Clube do Capitão Furacão", na TV Globo. Ela já participou de mais de 30 novelas. A última foi "A dona do pedaço", em 2019. VEJA VÍDEOS: Como funciona o autoteste de Covid: Entenda como funciona o autoteste para detectar Covid Crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação: Primeiras crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação Veja Mais

O Assunto #628: Vida e obra de Elza Soares, por Ruy Castro

G1 Pop & Arte Neste episódio especial, antecipado para homenagear uma de nossas maiores cantoras, O Assunto recebe o jornalista e escritor, profundo estudioso da música brasileira. Ele conduz o ouvinte por marcos da trajetória de Elza, que morreu na quinta-feira aos 91 anos. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. Neste episódio especial, antecipado para homenagear uma de nossas maiores cantoras, O Assunto recebe o jornalista e escritor, profundo estudioso da música brasileira. Ele conduz o ouvinte por marcos da trajetória de Elza, que morreu na quinta-feira aos 91 anos: da estreia no programa de rádio de Ary Barroso, em 1953, à colaboração com jovens compositores em anos recentes, passando pela histórica gravação de “Língua”, de Caetano Veloso, que a resgatou de um período de ostracismo na década de 80. "Ela cantava muito com o corpo. Impressionante como tinha mobilidade, uma potência não só vocal, mas do corpo todo”, diz. Biógrafo de Garrincha, com quem Elza viveu longo e conturbado casamento, Ruy a entrevistou dezenas de vezes para a feitura do livro, colhendo em primeira mão relatos das adversidades enfrentadas desde a infância de menina negra na favela até a luta, em vão, contra o alcoolismo do jogador. "Ela encarava tudo”, afirma. “É uma coisa espantosa que tenha ‘recomeçado’ a carreira aos quase 80". Elza realmente “cantou até o fim”, conforme letra da canção destacada no obituário do jornal americano “The New York Times”. Dessa extensa produção, Ruy não titubeia quando chamado a escolher sua fase favorita: é a dos sambas, em especial até o início dos anos 70. Nesse capítulo, diz, não teve pra mais ninguém. O que você precisa saber: Neta conta que, pouco antes de morrer, Elza Soares disse: ‘Eles estão chegando’ Velório é marcado por homenagens e emoção de fãs HOMENAGENS: Artistas lamentam VÍDEO: Relembre a carreira FOTOS: Palco, carnaval, discos O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Eto Osclighter. Neste episódio colaborou também: Gustavo Honório. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo Veja Mais

Empresário de Elza Soares diz que DVD gravado dias antes da morte da cantora está previsto para ser lançado em março

G1 Pop & Arte Corpo da intérprete, que morreu aos 91 anos, é velado no Theatro Municipal, no Centro do Rio de Janeiro. Coroa colocada ao lado do corpo da cantora foi presente da rainha Elizabeth II. Empresário diz que o Brasil demorou a reconhecer Elza Soares O empresário de Elza Soares, Pedro Loureiro, afirmou durante o velório do corpo da cantora que o DVD gravado por ela nos dias 17 e 18 deste mês no Teatro Municipal de São Paulo deve ser lançado em março. O show foi gravado dois dias antes da morte. O corpo da intérprete, que morreu aos 91 anos, é velado desde as 8h no Theatro Municipal do Rio, no Centro da cidade. Durante o velório, Loureiro disse que Elza demorou a ter sua grandeza reconhecida e deixa um grande legado para a música brasileira. "Elza amou. Ela ensinou este país a amar. Ela insistiu que a gente poderia amar. E este país demorou muito a reconhecer Elza Soares. Foram muitos anos para reconhecer Elza Soares. Ela ia fazer 70 anos de carreira e só nos últimos seis ela chegou ao apogeu que ela merecia", disse o empresário. "A gente não sabe ser país ainda. A gente ainda não sabe valorizar os nossos ídolos. A gente tem que aprender muito. Elza Soares deixou este legado. Ela nos ensinou a ser gente”, completou. Pedro Loureiro destacou ainda que a cantora sempre soube receber o carinho dos fãs. “Ela ensinou que, quando a gente descia no aeroporto, e vinha um vendedor de bala e queria um beijo dela, ela o beijava como beijava o Bam-bam-bam de qualquer lugar. Elza nunca teve disso", destacou. Além de flores, uma coroa foi colocada ao lado do corpo. Segundo Pedro, o adorno, de ouro e cravejado de diamantes, foi um presente da rainha Elisabeth II, que disse “nunca ter ouvido uma voz igual à dela”. Integrantes da Mocidade Independente de Padre Miguel, escola de samba que homenageou Elza Soares em 2020, colocam uma bandeira sobre o caixão e prestam últimas homenagens Matheus Rodrigues/ g1 O prefeito Eduardo Paes esteve no velório. Ele determinou três dias de luto na cidade por causa da morte. “Quero saudar a família, sempre quem mais sofre. Eu vou pedir desculpas ao mesmo tempo porque hoje é o dia de celebrar a vida dessa mulher. A gente vive um momento estranho no Brasil porque tudo que ela defendeu é atacado (…) A Elza representava muita coisa: mulher, preta, forte, resiliente, caía e se levantava”, afirmou o prefeito. Prefeito do Rio, Eduardo Paes, chega ao velório do corpo da cantora Elza Soares Matheus Rodrigues/ g1 O velório do corpo da cantora começou às 8h, fechado para familiares e amigos, e abriu para o público às 10h. Pouco antes, fãs faziam uma fila na porta do teatro. Dilma e Virna, filha e neta de Elza, foram as primeiras a chegar ao Theatro Municipal para se despedir. Elas não quiseram dar entrevistas. A cerimônia no Municipal está prevista para terminar às 14h, quando o Corpo de Bombeiros fará o traslado em carro aberto da Cinelândia até o Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. O cortejo passará pela Avenida Atlântica, em Copacabana, onde Elza morou por muitos anos. No Jardim da Saudade, mais um velório será realizado na Capela VIP, às 15h, restrito a familiares e amigos. O sepultamento está previsto para as 16h, no setor do Cristo Redentor. Fãs fazem fila para prestar as últimas homenagens para Elza Soares, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro Matheus Rodrigues/ g1 Veja Mais

Cachorro 'funcionaurio' de posto de combustíveis ganha dia de beleza em Teresina

G1 Pop & Arte História de Alfredo viralizou depois que ele ganhou um crachá do posto onde vive depois de ter sido adotado pelos funcionários. Alfredo, o "Funcionáurio" de um posto de combustíveis ganha dia de beleza O cachorrinho Alfredo, chefe de pista de um posto de combustíveis em Teresina, ganhou um dia de beleza nessa quinta-feira (20). A história do animal ganhou fama depois que ele, que vive há sete anos no estabelecimento, recebeu um crachá de funcionário. Segundo o funcionário do posto, John Lennon Gomes, a repercussão chamou a atenção de muitas pessoas, que passaram a visitar o local para conhecer Alfredo e tirar fotos, e de uma clínica veterinária, localizada na Zona Leste de Teresina. O animal foi convidado para viver um “dia de estrela”. Cachorro funcionário de posto de combustíveis ganha dia de beleza em Teresina Ilanna Serena/g1 Na clínica, Alfredo foi submetido a uma série de exames sanguíneos e cardiovasculares. Ao g1, o médico veterinário André Braga revelou que o animal está saudável, apesar de nunca ter feito um check-up antes. “A gente estima que ele tenha entre sete e oito anos, no máximo nove. O eletrocardiograma está bom, sem alterações. Geralmente a partir dessa idade, os cães passam a ter alterações de válvula ou contratilidade. Avaliamos o ritmo cardíaco, a pressão arterial, tudo dentro dos conformes. Isso reflete o cuidado dos meninos do posto”, comentou o médico. A previsão é que, nesta sexta-feira (21), resultados de outros exames estejam disponíveis e também sejam avaliados. Em seguida, o animal deve ser castrado. Cachorro funcionário de posto de combustíveis passou por bateria de exames médicos em Teresina Ilanna Serena/g1 “A gente vai finalizar com a castração para deixá-lo mais tranquilo. Às vezes o animal se acidenta ao atravessar a pista atrás de uma fêmea no cio, por exemplo”, alertou o médico veterinário André Braga. O secretário-geral da Associação dos Amigos Motoristas do Piauí (Aamapi), Francisco Batista, é um dos cuidadores de Alfredo. De acordo com ele, frequente, os funcionários do posto de combustíveis e alguns motoristas organizam vaquinhas para comprar produtos de higiene e medicamentos para o cão. Cachorro 'funcionaurio' de posto de combustíveis ganha dia de beleza em Teresina Divulgação “Só tenho a agradecer por esse ato com nosso cachorrinho Alfredo. A gente sabe das dificuldades de todos, dos meninos do posto e dos motoristas de aplicativo, que há mais de cinco anos conhecem o Alfredo. A gente não tinha condição em dar esse dia de celebridade pro Alfredo”, relatou Francisco. O “dia de príncipe” foi registrado e compartilhado em redes sociais pelos cuidadores do animal. Nas imagens, é possível observar Alfredo chegando na clínica, fazendo exames e tomando banho (veja o vídeo acima). “A gente tenta cuidar da forma que a gente pode, compra medicamento, compra o básico quando ele tem algum probleminha, mas pra proporcionar esse dia... é motivo de alegria e emoção. Algo que a gente tinha vontade, mas não tem condição financeira”, completou o funcionário John Lennon Gomes. Confira as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube Veja Mais

Cantor Meat Loaf morre aos 74 anos

G1 Pop & Arte Ele ficou conhecido pelo álbum 'Bat out of hell'. O cantor Meat Loaf Reprodução Facebook O cantor Meat Loaf morreu aos 74 anos, segundo comunicado divulgado em sua página oficial no Facebook nesta sexta-feira (21). Ele estava em casa ao lado da esposa, Deborah, quando morreu. A causa da morte ainda não foi divulgada. Ele ficou conhecido pelo álbum "Bat out of hell". Entre seus sucessos estão as músicas "Paradise by the dashboard light" (1977), "I'm gonna love her for both of us" (1981) e "I'd do anything for love (But I won't do that)" (1993). Além da carreira musical, Meat Loaf teve pequenos papéis em filmes e programas de TV, incluindo "Rocky Horror Picture Show" (1975) e "Clube da Luta" (1999). Veja Mais

'Tick, tick... Boom!' e 'King Richard' são indicados a prêmios do Sindicato dos Roteiristas dos EUA; veja lista

G1 Pop & Arte Premiação é considerada um dos principais indicadores do Oscar; evento da entidade acontece no dia 20 de março. 'Tick, tick... Boom!', 'King Richard' e 'O beco do pesadelo' são indicados aos WGA Awards 2022 Divulgação O Sindicato de Roteiristas da América (WGA, na sigla em inglês) divulgou nesta quinta-feira (27) os indicados à sua premiação anual. O evento é considerado um dos grandes indicadores das respectivas categorias no Oscar, já que muitos de seus membros fazem parte da Academia. Os indicados a melhor roteiro adaptado são "No ritmo do coração", "Duna", "O beco do pesadelo", "Tick, tick… Boom!" e "Amor, sublime amor". Já os concorrentes como roteiro original são "Being the Ricardos", "Não olhe para cima", "A crônica francesa", "King Richard: Criando campeãs" e "Licorice Pizza". A premiação do Sindicato dos Roteiristas acontece no dia 20 de março. Entre as principais entidades de classes de Hollywood, o WGA é uma das que apresentam a maiores exigências mínimas para que uma produção seja elegível à sua premiação. Por causa disso, alguns favoritos ao Oscar sempre ficam de fora. Em 2022, filmes como "Belfast" (roteiro original) e "Ataque dos cães" (roteiro adaptado) não puderam concorrer. Veja lista completa: Melhor roteiro original "Being the Ricardos" "Não olhe para cima" "A crônica francesa" "King Richard: Criando campeãs" "Licorice Pizza" Melhor roteiro adaptado "No ritmo do coração" "Duna" "O beco do pesadelo" "Tick, tick… Boom!" "Amor, sublime amor" Melhor roteiro de documentário "Being Cousteau" "Exposing Muybridge" "Like a Rolling Stone: The Life & Times of Ben Fong-Torres" Veja Mais

Levado pela polícia aos 14, aprovado na OAB aos 23: 'Graças ao teatro mudei minha vida'

G1 Pop & Arte Aos 13, Alex de Jesus saiu algemado da escola por ter levado um revólver na mochila. Depois de passar brevemente pela Fundação Casa, se envolveu com o teatro, que o ajudou a mudar sua cabeça, fazer faculdade e conseguir um emprego. Alex mora até hoje na comunidade onde cresceu, na zona norte de São Paulo Arquivo Pessoal via BBC Janeiro é um dos meses em que milhares de formados em direito que passaram na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) comemoram a aprovação, exigência para exercer a profissão de advogado e conhecida pela dificuldade. Descobrir o resultado foi um dos momentos mais felizes da vida do jovem Alex de Jesus, 23, que comemorou sua aprovação na OAB na laje de casa, com vista para a comunidade Filhos da Terra, na zona norte de São Paulo, onde mora desde que nasceu. Alex pulou e chorou de alegria ao lado do irmão e da mãe, que é empregada doméstica. Seu pai, que é pedreiro, também se emocionou com a notícia. O sucesso teve um sabor especial para o jovem não apenas por ser morador da comunidade ou por seus pais não terem educação formal - sua mãe, que aprendeu a ler depois de adulta, sempre disse que teria um filho que seria "doutor" - mas também porque Alex teve uma passagem da Fundação Casa, quando tinha 13 anos, por porte de arma de fogo. "Passar na OAB significa muito para mim não só porque foi um grande orgulho para a família, mas pensando nesse passado, nos envolvimentos errados, em como eu poderia ter acabado indo por um outro caminho. Mostra que é possível a gente voltar pro caminho certo na vida", diz ele à BBC News Brasil, antes de mostrar uma reportagem de 2013: Não há estatísticas oficiais sobre qual porcentagem de jovens com passagem pela Fundação Casa, cujo objetivo é ressocializar menores infratores, fizeram faculdade ou conseguiram se colocar com sucesso no mercado de trabalho. Mas a entidade está criando um programa para fazer esse acompanhamento. "Às vezes, o jovem só precisa de uma oportunidade, de uma chance, de um exemplo", diz Alex. Em 2020, 56 jovens que ainda estavam na Fundação tiveram nota suficiente no Enem para disputar vagas em instituições de ensino. Já o índice de reincidência em infrações foi de 26% em 2021. O jovem comemorou a aprovação na OAB na laje de casa Arquivo Pessoal via BBC Arma de fogo Quando era criança, Alex e seu irmão aprenderam a se virar sozinhos desde muito novos. "Assim que crescemos um pouquinho a gente já ficava sozinho em casa, porque meus pais tinham que trabalhar, a escola não era integral, eles não tinham ficar com a gente ou como pagar alguém para olhar a gente", diz Alex. Sem supervisão durante a tarde, Alex e o irmão passavam muito tempo na rua, onde, diz Alex, acabaram tendo maus exemplos e má influência. "A gente ficava na rua, e crescendo na comunidade você convive com tudo, desde os velhinhos simpáticos até com o maior bandido que tem ali." Quando era adolescente, conta Alex, a falta de dinheiro da família começou a gerar ainda mais angústias. "A gente via meus pais trabalhando pra danar, mas o dinheiro nunca dava. Quando eu era novo, perdemos quase tudo porque a casa, que era abaixo do nível da rua, inundou durante uma chuva", conta. "Às vezes eu me pegava chorando e comecei a pensar que precisava fazer alguma coisa. Consegui meu primeiro emprego de cobrador de lotação aos 13 anos." "Mas eu ganhava muito pouco. Aí infelizmente veio uma ideia errada... dá para seguir outro caminho, mas eu entrei numa esteira que levava pro caminho errado. A gente via os caras vendendo droga e ganhando em um dia o que minha mãe ganhava no mês", diz ele, que começou a vender também maconha e cocaína. "O problema é que a gente começou a usar também, fumar maconha e, mais tarde, a cheirar", conta Alex, hoje ciente dos danos de saúde física e mental resultantes do uso de drogas na adolescência. Os adolescentes também começaram a temer pela própria segurança, diz ele e, acabaram furtando um revólver - que nunca chegaram a usar, mas carregavam sempre na mochila. "A violência era muito ruim na época, estava uma bagunça. Aí pegamos o revólver para proteção pessoal." "Não era para roubar, eu não tinha coragem de fazer isso, eu sempre falava para o meu irmão: droga a gente não tá tirando de ninguém, a gente só vende para quem quer comprar. Mas roubar, não, vou tirar de outra pessoa que também trabalha, que também tá lutando pra viver", diz ele. "Mesmo assim era um pensamento errado de querer vender droga, hoje eu sei. Mas infelizmente a gente acabou se envolvendo com essas coisas, acabou tendo essas ideias, éramos jovens, com a cabeça fraca." Os irmãos revezavam o porte da arma, cada hora na mochila de um, mesmo quando iam para escola. "Foi muito pouco tempo depois, uma menina da escola viu o revólver e denunciou para a escola, que chamou a polícia", conta Alex, que foi levado para um DP e depois para a Fundação Casa ao lado do irmão. "Encheu de polícia na escola, eles me colocaram em algemas, eu saí da escola algemado, com todo mundo olhando. Fiquei morrendo de vergonha, fiquei mal pela minha mãe, que falava que não sabia o que tinha feito de errado pra gente fazer isso, porque não foi assim que ela educou", conta Alex. "No DP a gente conheceu um menino que era filho de um irmão (membro do PCC) e já tinha passado por várias unidades. A gente não sabia de nada sobre ser internado, né, ele explicou. Ele falou que algumas são comandadas pela facção, outras não. Explicou que tem algumas melhores, outras que são bem ruins", conta Alex. Sua passagem pela Fundação Casa foi breve, mas o marcou profundamente. Como os dois eram primários, frequentavam a escola, tinham responsáveis, e porte de arma é um ato infracional não violento, o juiz aplicou como medida socioeducativa prestação de serviços à comunidade (PSC) em vez de internação. "Me marcou muito porque tem um estigma. A PSC era fazer faxina em um lugar que era em frente à escola onde tudo aconteceu - da qual eu fui expulso. Imagina todo mundo olhando para mim, me vendo ali? Eu estava morrendo de vergonha, arrependido, e aí o juiz me enviou para outro lugar", diz ele. Ter conseguido se formar é um grande orgulho para Alex Arquivo Pessoal via BBC O poder da arte Foi essa pequena mudança autorizada pelo juiz que acabou mudando a vida de Alex para melhor. O novo local para o qual ele foi designado para fazer limpeza e outros serviços era uma Fábrica de Cultura, um equipamento do governo do Estado que oferece cursos e atividades culturais. "Ali era demais, tinha um monte de cursos, várias atividades que eu podia fazer. E antes eu nem conhecia. Então eu fazia o serviço e depois de terminar continuava por lá o dia inteiro", diz o jovem. Uma das oficinas das quais participou era a atuação em uma peça - que Alex amou. A oficina era oferecida pelos Satyros, grupo de teatro que atua há mais de 30 anos em São Paulo. Foi lá que Alex ficou sabendo do programa Satyros Teen - um curso com a companhia de teatro que oferecia uma bolsa auxílio de 600 reais. "No princípio eu estava na dúvida de me inscrever, porque era no centro, muito longe da minha casa, 4 horas para ir e para voltar. Mas quando soube da bolsa, eu fui. 600 reais era muito dinheiro, ia fazer muita diferença na minha casa, ajudar meus pais a pagar o aluguel. E eu ia poder ajudar sem fazer algo errado, fazendo inclusive uma coisa que eu tinha adorado". Alex conta que a oportunidade virou um ciclo virtuoso em sua vida. Na cia. de teatro, o jovem conheceu e fez amizade com os fundadores, Ivam Cabral e Rodolfo Garcia Vazquez. "Eles me ensinaram muita coisa, me ajudaram a lidar com os sentimentos. Eu tinha muita raiva dentro de mim, das injustiças, das dificuldades que meus pais passavam, tinha ressentimento que as pessoas tinham dinheiro e minha família não, apesar do quanto meus pais trabalhavam", conta. "Até que Luiza, que eu chamo de minha madrinha, me perguntou: por que você não usa isso para a arte?", conta Alex. "Então eu criei um personagem para uma peça, e aprendi a canalizar todos aqueles sentimentos para uma coisa boa." No programa de ensino de teatro para adolescentes da companhia., uma das atividades era apresentar a peça - criada com as histórias dos jovens - em escolas e outras instituições. No final, havia uma conversa onde os jovens conversavam com a plateia. "Sempre perguntavam se eu queria seguir carreira no teatro, mas no Brasil viver da arte é muito difícil, né? Então eu sempre comentava isso e dizia que agora meu plano era fazer uma faculdade, conseguir um emprego", conta. Alex então prestou direito no Enem. "Eu pensei, vou me formar e realizar o sonho da minha mãe, que sempre dizia que queria que seu filho fosse doutor." Mas o jovem não passou em nenhuma universidade pública. "Depois de ser expulso da escola, que já não era muito boa, eu fui para uma escola pior ainda, único lugar onde consegui vaga, que era uma escola para quem tinha repetido, sido expulso. Os professores nem ficavam na sala", conta Alex. O jovem não desistiu e começou a fazer direito na Unip, cuja mensalidade custava toda sua bolsa. Ele continuou trabalhando com a cia. de teatro, e, nas conversas com a plateia, começou a falar das dificuldades que sofria para conseguir estágio. Ao final de uma dessas conversas, um homem deixou um cartão com Alex. "Ele estava muito bem vestido, estava de roupa social, e me perguntou: 'você está falando sério que quer um estágio? Se estiver falando sério me liga amanhã nesse número'", conta o jovem. "Eu nem sabia o que falar na ligação, mas liguei. E ele me conseguiu uma entrevista em um escritório de advocacia", conta. Alex foi sincero - não falava inglês, não sabia mexer no computador direito porque nunca tinha tido um, não sabia usar e-mail, Word ou Excel. Mas contou sua história, suas dificuldades, sua passagem pela Fundação Casa. Contou como se esforçava na faculdade, que parecia ser muito mais difícil para ele do que para os outros por causa do seu ensino médio fraco. E conseguiu a vaga. "Eu era o único estagiário que não era da USP, do Mackenzie, da PUC. Lá eles me ensinaram tudo, tudo. De mexer no computador à prática do direito. Sou grato demais pela oportunidade que me deram", conta. "Eu tive que correr atrás de muita coisa, porque, por mais que eu estudasse, todo mundo tinha muita bagagem que eu não tinha, sabe? De cultura mesmo, de viajar, de conhecer as pessoas, falar várias línguas. Coisas muito básicas eram diferentes - como o almoço. Eu tentava ir almoçar com o pessoal, mas não dava para ir sempre. Os outros estagiários, que não ajudavam a família, que já tinham dinheiro, iam almoçar nos restaurantes da Vila Olímpia. Eu levava marmita", conta. "No começo eu me sentia um peixe fora d'água mesmo, mas todo mundo me recebeu muito bem, meu chefe fazia questão de me incluir" Quando se formou, Alex não passou direto na prova da OAB. "Não passei na primeira fase, que exigia conhecimento em todas as áreas. Fiquei arrasado, muito mal, e não podia pagar cursinho", conta. "Achei que todas minhas esperanças iam morrer." Foi então que os sócios do escritório deram um presente - R$ 800 para Alex pagar o cursinho para prestar OAB de novo. E dessa vez ele passou - e agora é oficialmente advogado. "Não tenho nem como colocar em palavras a importância que o teatro tem na minha vida, e a importância da chance que me deram no escritório", conta Alex, que apesar de todo o esforço que fez para mudar o rumo da sua vida, diz que não gosta quando atribuem seu sucesso à "meritocracia". "Eu me esforço muito mesmo, mas eu consegui porque tive uma oportunidade, me deram uma chance! Não existe meritocracia quando não existem oportunidades iguais, quando tantos jovens não têm oportunidade nenhuma", diz ele. Alex ainda mora na mesma comunidade onde cresceu e ainda demora quase duas horas para voltar para casa, na zona norte, do trabalho, na av. Brigadeiro Faria Lima. Às vezes, depois de descer do ônibus e começar a subir o morro em direção à sua casa - ainda vestido com as roupas sociais que usa no trabalho - ele reencontra no caminho antigos colegas "do corre", como diz, seus amigos da infância e da adolescência, alguns dos quais também chegaram a cometer atos infracionais. "Olha lá o doutor!", "Tá chique, hein?" eles cumprimentam. "Outro dia um dos caras me parou e perguntou 'como que é esse negócio aí de fazer faculdade' e contei que é muito da hora, que minha vida mudou, que também dá para ele fazer e tal", diz Alex, com clara alegria na voz. "Fiquei muito feliz. Às vezes as pessoas nem acham que têm essa possibilidade na vida, sabe? Falta oportunidade, informação, exemplos. E é muito bom sentir que eu estou sendo um exemplo positivo." Veja Mais

Spotify retira músicas de Neil Young após cantor exigir que plataforma apagasse podcast antivacina

G1 Pop & Arte Artista protestou contra relacionamento da empresa com o apresentador Joe Rogan, que ele acusa de espalhar desinformação sobre a Covid. Neil Young durante apresentação em Washington em novembro de 2015 REUTERS/Joshua Roberts/Arquivo O Spotify confirmou nesta quarta-feira (26) que começou a remover as músicas de Neil Young de seu catálogo. O cantor tinha exigido que a plataforma retirasse do ar um episódio de um podcast de Joe Rogan, que ele acusava de espalhar desinformação sobre a Covid. Young, que sobreviveu à pólio quando criança, publicou brevemente uma carta em seu site endereçada ao seu empresário e sua gravadora, Warner Music Group, exigindo que o Spotify não disponibilizasse mais suas músicas. A carta foi posteriormente apagada. Em uma segunda publicação, o cantor afirmou que a plataforma "se tornou o lar de desinformação que coloca vidas em risco" e que tem "mentiras vendidas por dinheiro". O Spotify se defendeu das acusações em declaração nesta quarta, na qual afirma que removeu mais de 20 mil episódios relacionados à Covid desde o começo da pandemia, mas que busca equilibrar a segurança dos ouvintes com a liberdade para criadores. "Sentimos muito pela decisão de Neil em remover sua música do Spotify, mas esperamos recebê-lo de volta em breve." Em seu site, Young afirmou que ficou sabendo do problema ao saber da união de centenas de cientistas, professores e especialistas em saúde pública em um pedido para que a plataforma retirasse do ar um episódio do podcast de Rogan. Nele, o apresentador conversava com imunologista que, segundo o grupo, divulgava "diversas mentiras sobre vacinas contra a Covid". O "The Joe Rogan Experience" é o podcast mais popular do Spotify, que tem direitos exclusivos do programa. Veja Mais

Arthur Aguiar foi o rebelde dos 'Rebeldes', mas carreira solo fica atrás de vídeos com Mayra Cardi

G1 Pop & Arte Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. Grupo autoral de Arthur não foi muito longe quando dedicação ficou dividida com lado de ator. O ator, cantor e compositor Arthur Aguiar no estúdio Matheus Rodrigues e Michelly Machado / Black Comunicação Arthur Aguiar segue o caminho do cantor solo com um violão e versos românticos, mas ficou conhecido na música em grupo, com a banda Rebeldes. Se no BBB do ano passado teve uma ex-Chiquititas, o "BBB22" tem um ex-"Rebelde". Dada a paixão que a novelinha adolescente despertou, que nenhum candidato se atreva a fazer piada com Arthur como Karol Conká tentou fazer no ano passado com a Carla Diaz. Arthur foi ídolo adolescente com o grupo da série que lançou dois álbuns na vida real, entre 2011 e 2012. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada artista no "BBB22". Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo O maior dos 'Rebeldes' Arthur Aguiar causou polêmica quando anunciou a saída do grupo em 2013 — o grupo acabou se desfazendo e nunca tocou sem ele. Ele dizia que queria se dedicar à sua banda, a F.U.S.C.A. O Rebeldes tinha todas as músicas com assinatura do Di Ferreiro e do Gee Rocha, do Nx Zero. Eram composições adolescentes simples, mas um pouco menos genéricas do que as do F.U.S.C.A. Arthur acabou focando na atuação e o grupo não foi para frente. Arthur Aguiar trabalhou em 'Malhação Sonhos' em 2014 Globo/Estevam Avellar Em seguida, a carreira solo na música até engatou e ganhou um pouco de personalidade. É um jeitinho de cantautor voz e violão, meio Jason Mraz, meio Tiago Iorc mais arrumadinho. “A Flor”, de 2016, foi a música mais tocada do primeiro e até agora único disco dele, “O que te faz bem”. Mas ela seria superada pelo vídeo de “O maior presente que deus me deu”, em 2018. A música foi feita para o nascimento da Sophia, filha dele com a ex-BBB Mayra Cardi. Hoje o relacionamento conturbado dos dois chama mais atenção do que a música do Arthur. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Tanto que os vídeos dele com a Mayra têm muito mais views do que a maioria das músicas que ele já publicou no YouTube. Talvez o público fique mais ligado no que ele vai falar da Mayra, ou se vai surgir alguma nova polêmica ligada ao casal, do que quando ele pegar o violão pra cantar suas baladas. Na televisão, ele participou de novelas como "Em Família", "Malhação", "Êta Mundo Bom" e "O Outro Lado do Paraíso". Conheça as histórias dos outros cantores do 'BBB22': Naiara Azevedo fez sertanejo 'cachaceiro' e 'funknejo' com Catra até estourar '50 reais' Maria ficou conhecida na música pela 'Poesia Acústica' e na TV em 'Amor de mãe' Maior hit de Linn da Quebrada veio de álbum lançado em promessa para Prior sair do 'BBB20' Tiago Abravanel ensaiou virar cantor pop, mas emplacou mesmo em musicais e na TV Veja Mais

Elton John testa positivo para covid e adia shows de turnê nos EUA

G1 Pop & Arte Músico de 74 anos diz que está bem: 'felizmente, estou completamente vacinado e com dose de reforço, e meus sintomas são leves'. Elton John volta aos palcos após quase dois anos em Nova Orleans, nos Estados Unidos Reuters/Jonathan Bachman O astro britânico do pop Elton John adiou nesta terça-feira (25) duas apresentações nos Estados Unidos, que fazem parte de uma longa turnê de despedida, depois de testar positivo para a covid-19. "É sempre uma grande decepção adiar os shows e sinto muito por qualquer pessoa afetada por isso, mas quero manter a mim e minha equipe em segurança", disse o músico de 74 anos em um comunicado nas redes sociais, em referência ao adiamento de duas apresentações em Dallas, no estado do Texas. "Felizmente, estou completamente vacinado e com dose de reforço, e meus sintomas são leves", disse o músico. Os shows, que são parte da turnê "Farewell Yellow Brick Road", estavam programados para os dias 25 e 26 de janeiro. Tanto Elton John como o American Airlines Center de Dallas, local onde aconteceriam as apresentações, disseram que os eventos serão remarcados e que os fãs devem manter seus ingressos. John garantiu que espera estar saudável o suficiente para seu próximo show, no dia 29 de janeiro, em Little Rock, no estado do Arkansas. A turnê, que está sendo considerada como a última do artista, tem se deparado com cancelamentos e adiamentos por causa da pandemia de coronavírus, assim como vem acontecendo com muitos outros eventos artísticos. A lenda do pop também se submeteu recentemente a uma operação no quadril que o obrigou a remarcar várias apresentações. Veja Mais

Samba Barretos confirma mais três atrações no festival que acontece em abril

G1 Pop & Arte Evento acontece de 21 a 23 de abril, no Parque do Peão, em Barretos, e recebe Zeca Pagodinho e Menos é Mais. Ingressos podem ser comprados pela internet. L7NNON, Matuê e Orochi são confirmados no Samba Barretos Divulgação A organização do Samba Barretos anunciou nesta terça-feira (25) mais três atrações no festival que acontece em abril. O line-up passa a contar com Matuê, L7NNON e Orochi, representantes da trap music. De acordo com a organização, cada artista fecha um dia de programação, uma espécie de after com mistura de ritmos. Ainda de acordo com a organização, os três artistas escolhidos bateram recordes de ouvintes nas principais plataformas de streaming do país e, segundo dados levantados pelo Spotify, entre 2016 e 2019, o consumo do gênero musical cresceu 61% ao ano. O festival ainda reúne famosos do samba e do pagode, como Zeca Pagodinho, Dilsinho e Menos é Mais. Programação 21 de abril: Dilsinho, Mumuzinho, os grupos Menos é Mais e Vou Zuar e L7NNON; 22 de abril: Sorriso Maroto, Ferrugem, Karinah, Di Propósito, Envolvência, Akatu e Orochi; 23 de abril: Zeca Pagodinho, Belo, Turma do Pagode, Pixote, Presença e Matuê. Pixote Divulgação Ingressos O público pode comprar as entradas pelo site Total Acesso. São três opções de ingressos, com preços que variam de R$ 35 a diária a R$ 410 o pacote para os três dias. Confira: Stage: área com bares e banheiros. Os ingressos diários custam R$ 35 (meia-entrada) e R$ 70 (inteira). O pacote para os três dias pode ser comprado por R$ 80 (meia) e R$ 160 (inteira). Front Stage: área em frente ao palco, com bares e banheiros exclusivos. Os ingressos diários custam R$ 90 e o pacote para todos os dias é vendido a R$ 200. Camarote Open Premium: setor com maior visibilidade do palco, acesso ao Front Stage, banheiros exclusivos e open bar de cerveja, vodka, whisky, gin, água e refrigerante. Os ingressos são vendidos por R$ 180 (diária) e R$ 410 (pacote para os três dias). O grupo de pagode Menos é Mais Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Saiba tudo sobre a região Veja Mais

Cirurgião francês tenta vender raio X de vítima de atentado no Bataclan como NFT

G1 Pop & Arte Emmanuel Masmejean vai ser processado na Justiça e denunciado ao Conselho Federal de Medicina da França. Ataque terrorista deixou 130 mortos e mais de 350 feridos em 2015. Casa de shows Bataclan, um dos alvos dos ataques terroristas que deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos em 2015 em Paris Reprodução GloboNews Um renomado cirurgião francês tentou vender um NFT da radiografia de uma jovem ferida no Bataclan, casa de shows que foi um dos locais atacados por terroristas nos atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, que deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos (veja mais abaixo). A revelação foi feita pelo site do jornal "Mediapart" no sábado (22), e agora o cirurgião ortopédico Emmanuel Masmejean vai ser processado pela APHP, rede que gerencia os hospitais públicos de Paris, e denunciado ao Conselho Federal de Medicina francês. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram A decisão de processar Masmejean foi anunciada pelo diretor dos hospitais públicos parisienses, Martin Hirsch, que classificou o comportamento de "odioso" e "contrário à deontologia", "que fere os valores da APHP e do serviço público". Em outra mensagem, enviada aos funcionários da APHP, Hirsch afirmou que a atitude de Masmejean é um "ato escandaloso cometido por um cirurgião, professor de universidade e médico do hospital europeu Georges Pompidou". A radiografia foi feita durante o atendimento da sobrevivente, que foi operada por Masmejean. Segundo a reportagem, o cirurgião tentou leiloar a radiografia no site OpenSea, especializado na venda de objetos NFT, e a imagem podia ser comprada por U$S 2.776 (cerca de R$ 15 mil). O NFT ainda estava disponível no OpenSea no domingo (23), e embaixo da foto do anúncio o médico conta que a vítima "perdeu seu namorado no ataque e tinha uma fratura exposta no antebraço esquerdo, com uma bala de kalachnikov encravada nos tecidos cutâneos". O que são NFTs? NFT é a sigla em inglês para "non fungible token" (ou "token não fungível", em tradução livre), uma tecnologia que permite o registro de qualquer tipo de arquivo digital. Com isso, o NFT transforma o arquivo em um objeto único (uma espécie de "selo de autenticidade digital"). A tecnologia transforma o arquivo digital em um criptoativo que pode ser comercializado e utiliza códigos numéricos que permitem a sua transferência, mas não a sua reprodução (veja mais sobre NTFs no vídeo abaixo). VEJA TAMBÉM: NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que transforma um arquivo digital em 'único' Vendas de NFT atingem US$ 25 bilhões em 2021, mas tendência aponta desaceleração O erro que fez uma arte digital NFT de R$ 1,7 milhão ser vendida por R$ 17 mil NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’ Intenção 'pedagógica' Procurado, o cirurgião afirmou que sua intenção era "pedagógica", mas depois questionou seu ato do ponto de vista "ético" e reconheceu que "errou" ao não ter pedido autorização para a paciente. A principal associação de vítimas do 13 de novembro, a "Vida por Paris", disse em um comunicado que "defenderá a vítima do atentado, que hoje também é vítima da ganância de um médico que se esqueceu do código de deontologia e não tem nenhum bom senso ou empatia". Outra associação, a "Fraternidade e Verdade", afirmou que o ato foi "odioso" e não representa o trabalho dos profissionais de saúde, em quem temos toda a confiança". O ataque terrorista Ataques simultâneos na casa de shows Bataclan, no Stade de France e em cafés e restaurantes deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos em Paris em 13 de novembro de 2015. A noite de horror foi o maior atentado terrorista da história da França e o pior ataque na capital francesa desde a 2ª Guerra Mundial. Primeiro, um homem-bomba detonou seus explosivos perto do estádio de futebol, onde acontecia um jogo amistoso entre as seleções da França e da Alemanha. Entre os milhares de torcedores presentes estava o então presidente francês, François Hollande. Outros dois terroristas continuaram a ação, matando um motorista de ônibus. Na região central da cidade, dois grupos diferentes dispararam contra pessoas que estavam em bares e restaurantes e no Bataclan, onde morreu a maioria das vítimas. Julgamento na Justiça A Justiça francesa começou a julgar os acusados pelos ataques em 8 de setembro de 2021. O processo tem 20 réus e quase 1,8 mil partes civis envolvidas. Dos 20 acusados, 11 estão presos, 3 respondem ao processo em liberdade e 6 estão mortos, mas serão julgados mesmo assim. Doze réus podem ser condenados à prisão perpétua. VEJA TAMBÉM: Ataque ao Bataclan: o relato de um sobrevivente do 'horror sem limites' em Paris 'Frase de Keith Richards me revelou que sobreviveria', diz brasileiro que sobreviveu aos atentados VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

'BBB22': Naiara, Luciano e Natália formam primeiro paredão

G1 Pop & Arte Trio disputa permanência no jogo após primeira semana de reality show. primeiro paredão do 'BBB22' Reprodução/TV Globo Naiara, Luciano e Natália formam o primeiro paredão do "BBB22". Clique aqui para votar Naiara foi parar na berlinda por uma indicação direta do líder da semana, Douglas Silva, enquanto Luciano foi ao paredão no contragolpe de Naiara. Já Natália foi uma das mais votadas da casa. Além de Natália, Jade Picon e Pedro Scooby também foram os mais votados, cada um com 7 votos. O líder Douglas Silva livrou Scooby da prova bate e volta, que foi vencida por Jade. O primeiro eliminado será conhecido no programa de terça-feira (25). Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Após polêmica, família de Marília Mendonça autoriza lançamento de música com Naiara Azevedo

G1 Pop & Arte O irmão de Marília Mendonça, João Gustavo, disse que ele e a mãe chegaram a um acordo com a equipe de Naiara Azevedo, reclamou de clipe "em tom apelativo e pediu desculpas a Naiara Azevedo. Marília Mendonça e Naiara Azevedo no projeto 'Juntas' Divulgação A polêmica envolvendo Naiara Azevedo e a música "50%", feita em parceria com Marília Mendonça pode ter chegado a um desfecho. O irmão de Marília, João Gustavo, disse, em post nas suas redes sociais na última sexta-feira (21), que ele e a mãe chegaram a um acordo com a equipe de Naiara Azevedo. Na publicação, João Gustavo explica que o que causou desconforto na família foi a produção de um novo clipe, "em tom apelativo", que teria sido feito após a morte de Marília. "Conforme foi noticiado, a equipe da Naiara Azevedo nos procurou e entendeu nossa posição contrária ao lançamento de uma gravação feita após a morte da Marília... um vídeo totalmente diferente daquilo que a Marília havia feito em vida, com um tom apelativo de tristeza e sofrimento", diz a publicação. De acordo com o irmão de Marília Mendonça, a família não é contrária ao lançamento da música e disse que a equipe de Naiara "se comprometeu a não utilizar o vídeo gravado após a morte da Marília". Serão utilizadas apenas as imagens gravadas em vida por Marília Mendonça para o lançamento da música em questão. Leia também Maior hit de Linn da Quebrada veio de álbum lançado em promessa para Prior sair do ‘BBB20’ 'BBB' musical: como é o som de Linn da Quebrada, Naiara Azevedo, Maria, Arthur Aguiar e Tiago Abravanel João Gustavo também pediu desculpas a Naiara e disse que agiu de forma intempestiva ao criticar o lançamento. "Peço desculpas pela forma intempestiva como agi, criticando de uma forma dura a artista Naiara... quando minha mãe tomou conhecimento do vídeo que queriam lançar, ela ficou muito triste, e vê-la daquela forma me fez perder a cabeça e agir de uma forma impulsiva. Hoje, de cabeça fria, reconheço que fui duro nas palavras e por não ter compromisso com o erro, peço desculpas à Naiara e toda sua equipe." Como a polêmica começou? No último sábado (15), uma entrevista com Naiara Azevedo falava sobre o álbum "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" que está pronto e deve ter faixas lançadas ao longo da participação da cantora no programa. Uma delas é "50 por cento", parceria com Marília Mendonça, que morreu em novembro do ano passado em um acidente aéreo. Ao ver o que estava saindo na mídia, João Gustavo, cantor sertanejo e irmão de Marília, fez uma série de tweets falando sobre Naiara. Initial plugin text Initial plugin text O que disse a equipe de Naiara? Depois dos primeiros posts de João Gustavo, a equipe de Naiara Azevedo descreveu ao g1 o projeto do álbum "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" e disse que "as duas cantoras sempre tiveram um relacionamento de respeito na música e no âmbito pessoal". LEIA MAIS: 'BBB22' estreia nesta segunda com Tadeu Schmidt na apresentação, emojis de torcidas e novo quadro Jade Picon, a mais seguida do 'BBB22': Semana Pop explica por que ela é rica e famosa Naiara Azevedo sabe da polêmica? Ela sabe que a música provavelmente não será lançada? Confinada na casa do BBB, a cantora não sabe da confusão envolvendo a música e a família de Marília. Procurada pelo g1, a assessoria da cantora sertaneja confirmou que "ela está confinada e não sabe de nada lá dentro". Sem saber da polêmica gerada, é possível que Naiara comente sobre a música ou cante trechos, bem como as outras faixas do DVD "Baseado em fatos reais", que foi gravado em outubro, em Goiânia. Na edição passada, Karol Conká cantou trechos da nova música "Louca e sagaz", que tinha previsão de lançamento para o primeiro semestre. Mas o lançamento foi adiado por conta do desempenho da rapper no BBB. Quais outras músicas estão no novo álbum de Naiara? "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" também tem participações especiais de Ícaro & Gilmar, Gabriel Gava e Humberto & Ronaldo. Veja Mais

Mercado de livros faturou mais em 2021 que antes da pandemia

G1 Pop & Arte Ao longo do ano, foram comercializados 55 milhões de livros, que movimentaram R$2,28 bilhões. Autoajuda, negócios e fenômenos do TikTok estão entre mais vendidos do ano. Livraria infantil Pé de Livro foi inaugurada em agosto de 2021, em São Paulo Fernanda Martinez O mercado de livros fechou 2021 com os saldos positivos tanto no faturamento quanto no volume de obras vendidas em relação ao ano passado. Ao longo do ano, foram vendidos 55 milhões de livros, que movimentaram R$2,28 bilhões. O que representa aumento de quase 30% em relação a 2020. Os números também foram maiores que os registrados em 208 e 2019, antes da pandemia de Covid-19 que impactou o funcionamento de livrarias e comércios. Veja, abaixo, o faturamento em bilhões de reais nos últimos quatro anos: Os dados foram levantados pela Nielsen BookScan e divulgados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Apesar do crescimento, os editores estão preocupados em como manter os bons resultados em 2022 diante do cenário econômico. "Para o ano que se inicia, a inflação em elevação traz um novo desafio, e precisaremos manter a resiliência demonstrada pelo setor até agora", diz Dante Cid, presidente do SNEL. A lista de livros mais vendidos do ano passado, segundo levantamento do site especializado PublishNews, foi dominada por negócios e autoajuda, o fenômeno de ficção "Torto arado" e sucessos do TikTok: "Mais esperto que o diabo" - Napoleon Hill "O poder da autorresponsabilidade" - Paulo Vieira "Mindset milionário" - José Roberto Marques "Torto arado" - Itamar Vieira Junior "Mulheres que correm com os lobos" - Clarissa Pinkola Estes "Do mil ao milhão" - Thiago Nigro "Vermelho, branco e sangue azul" - Casey McQuiston "A garota do lago" - Charlie Donlea "Pai rico, pai pobre" - Edição de 20 anos - Robert T. Kiyosak "Mentirosos" - E. Lockhart VÍDEO: Livros indicados no TikTok entram em listas de mais vendidos no Brasil Veja Mais

Alok lançou hits feitos por outros DJs sem dar crédito e sem pagar, dizem produtores; ele nega

G1 Pop & Arte Denúncia foi feita pela dupla de produtores Sevenn à revista americana 'Billboard'. Segundo eles, duo trabalhou em pelo menos 14 músicas sem ganhar royalties. O duo de produtores Sevenn Divulgação Alok lançou músicas produzidas por outros DJs sem dar crédito e sem pagar, disse o duo de irmãos americanos Sevenn. A denúncia foi feita pela dupla de produtores à revista americana "Billboard". Procurado pela publicação, Alok negou todas as acusações. O g1 entrou contato com a assessoria do DJ, mas não teve resposta até a última atualização deste texto. As músicas de Alok citadas na reportagem são: "Un ratito", Alok, Luis Fonsi, Lunay, Lenny Tavárez e Juliette “Piece of Your Heart”, Alok e Meduza “Suave”, Alok e Matheus & Kauan “Got To Get a Grip”, remix de Mick Jagger “BYOB”, remix de System of a Down “Fuego”, Alok e Bhaskar “Favela”, do Alok e Ina Wroldsen Segundo o Sevenn, eles trabalharam como "produtores fantasmas" em pelo menos 14 faixas para o DJ. Além de não terem sido creditados, a dupla não ganhou royalties ou qualquer remuneração. É normal no mercado da música eletrônica a função de "ghost writer" em que produtores atuam sem crédito, mas eles são remunerados pela função. Alok também acusa o Sevenn Alok Divulgação Segundo comunicado do DJ enviado à "Billboard", Alok tem "um processo em andamento contra o Sevenn no Brasil decorrente do fracasso do Sevenn em creditar e pagar o Alok por uma série de lançamentos do Sevenn". A ação de 12 de janeiro em um tribunal civil de São Paulo diz respeito a cinco músicas, incluindo "BOOM", gravada pelo Sevenn com o DJ holandês Tiësto. A parceria entre Sevenn e Alok começou em 2015. "Começamos a perceber que ele estava lucrando enormemente com o nosso trabalho sem oferecer nada substancial em troca", disseram os DJs. Sean e Kevin Brauer, que formam o Sevenn, foram criados na comunidade religiosa Meninos de Deus, do Rio. Ainda segundo os irmãos, Alok pagou por algumas das músicas. Em julho de 2017, ele disse que enviaria US$ 10 mil pela produção de uma música de uma propaganda e para um remix de "Got To Get a Grip", de Mick Jagger. Veja Mais

'BBB' musical: como é o som de Linn da Quebrada, Naiara Azevedo, Maria, Arthur Aguiar e Tiago Abravanel

G1 Pop & Arte Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. As mais populares são cantoras igualmente bravas, mas com som oposto, do sertanejo padrão à eletrônica alternativa. Linn da Quebrada, Naiara Azevedo, Tiago Abravanel, Arthur Aguiar e Maria Celso Tavares/g1, TV Globo/Raquel Cunha Maria/Divulgação Se os cantores do "BBB22" fizessem um festival de música, seria a plateia com o público mais diverso do Brasil. A começar pelas duas cantoras mais ouvidas, com estilo quase oposto, do sertanejo padrão à eletrônica alternativa. O "BBB" é um pouco "The voice" desde 2020, quando cantores invadiram a casa via camarote. Em 2022 são cinco cantores: Naiara Azevedo, Linn da Quebrada, Maria, Tiago Abravanel e Arthur Aguiar - exceto Naiara, todos também são atores. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada um. Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Naiara Azevedo Naiara Azevedo Divulgação Naiara de Fátima Azevedo tem 32 anos e nasceu em Farol, no interior do Paraná, terra do pernil à pururuca. Ela morava na fazenda, cantava no coral da igreja e foi estudar estética numa cidade maior, Umuarama. Ela gostava de cantar e fazia shows em barzinhos da região. Em 2011, lançou um álbum independente, mas bem produzido, "Exclusividade". O pop-rock sertanejo lembrava o do conterrâneo paranaense Luan Santana, então recém-estourado. Naiara ainda se mudaria para outra cidade maior do Paraná e lá gravaria o DVD "Ao Vivo em Londrina" (2014). Este era mais bem produzido e tinha o som do "sertanejo pegação "da época, como o "funknejo" em parceria com Mr. Catra, “Mulher não trai”. Em 2016, Naiara finalmente foi para Goiânia e gravou "Totalmente Diferente", o DVD que tinha "50 Reais". Foi o ano em que explodiu a paciência das mulheres de Goiânia com os homens sem vergonha - ou seja, foi o boom do feminejo. O DVD teve outras músicas conhecidas, como "Ex do Seu Atual". Mas nenhuma chegou perto do sucesso de “50 reais”, nem naquela época e nem até hoje na carreira dela. A música dela que mais chegou perto do maior sucesso foi “Pegada que desgrama”, de 2017. A faixa tem o vozeirão da Naiara, mas um romantismo mais tradicional. Linn da Quebrada Linn da Quebrada Wallace Domingues / Divulgação No início de 2020, Lina Pereira dos Santos estava altamente envolvida com o "BBB", assim como o resto do Brasil. Ela se engajou tanto no paredão de Manu Gavassi contra Felipe Prior que prometeu lançar um álbum caso o brother fosse eliminado. Prior perdeu, ela cumpriu a promessa e nasceu o "Pajubá Remix II". Deste álbum saiu o o remix de "Tomara", com o cantor Davi Sabbag, que acabou virando a música mais tocada da carreira dela. Ou seja, o maior hit veio na força da raiva do Prior, e graças ao BBB. Todo esse envolvimento com o reality veio antes mesmo de ela ser participante. Lina, ou Linn da Quebrada, tem 31 anos e começou a se destacar na música em 2016, com as faixas "Talento" e "Enviadescer", seguida por "Bixa preta", em 2017. Linn é travesti e uma grande ativista da comunidade LGBTQIA+. Ela nasceu em São Paulo, mas foi criada no interior do estado, entre as cidades de Votuporanga e São José do Rio Preto. A artista vem de uma família religiosa e já foi Testemunha de Jeová até começar a trilhar um caminho no funk. O álbum de estreia foi “Pajubá”, feito com financiamento coletivo e lançado em 2017. Um traço recorrente na carreira da Linn é ser direta nas letras e no discurso. Em 2019 ela estreou na TV como atriz na série "Segunda Chamada", da Globo, como a aluna trans Natasha. No mesmo ano saiu o documentário "Bixa Travesty". O filme mostra a luta recorrente pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça, e foi premiado no festival de Berlim. Em 2021 ela lançou o álbum "Trava Línguas". É música eletrônica de vanguarda, para brilhar em qualquer festival do mundo. Linn está expressiva como sempre, e tem a produção de Badsista, DJ em ascensão que faz colagens de techno, mandelão, tambor de umbanda e mais. Maria Maria Victor Pollak/TV Globo/Divulgação Maria é a artista menos conhecida do grupo do camarote. Ela interpretou a Verena em “Amor de Mãe” e já cantou em duas faixas da série de rap Poesia Acústica. “Sobre Nós” e Capricorniana. Somadas, as músicas têm quase 1 bilhão de views. Vitória Nascimento Câmara nasceu na comunidade da Cidade Alta, no Rio, e tem 21 anos. Você leu certo: o nome de registro não é Maria, é Vitória. Ela não explica muito bem o porquê desse nome artístico genérico, só diz que foi um nome que “a escolheu”. Antes era Maria Andrade, mas ela entrou no BBB só como Maria mesmo. Ela entrou no teatro quando era criança, aos 7 anos. A ex-Vitória via a música como um trabalho complementar ao da atuação, mas foi seguindo. Aos 15 anos, começou a cantar em barzinho e acabou conhecendo o rapper carioca Delacruz. Foi a partir dessa ponte que a Maria foi convidada para cantar naquelas duas faixas do Poesia Acústica. Mas o rosto dela ficou conhecido mesmo por “Amor de Mãe”. Ela interpretou a Verena que era casada com o Álvaro, personagem do Irandhir Santos. Foi a estreia dela na TV, depois de cinco anos fazendo muitos testes. Arthur Aguiar O ator, cantor e compositor Arthur Aguiar no estúdio Matheus Rodrigues e Michelly Machado / Black Comunicação Arthur Aguiar segue o caminho do cantor solo com um violão e versos românticos, mas ficou conhecido na música em grupo, com a banda Rebeldes. Se o BBB21 teve uma ex-Chiquititas, o 22 tem um ex-"Rebelde". Dada a paixão que a novelinha adolescente despertou, que nenhum candidato se atreva a fazer piada com Arthur como Karol Conká tentou fazer no ano passado com a Carla Diaz. Arthur foi ídolo adolescente com o grupo da série que lançou dois álbuns na vida real, entre 2011 e 2012. Nessa história breve, porém intensa, Arthur foi o mais rebelde dos Rebeldes. Ele causou polêmica quando anunciou a saída do grupo em 2013 - o grupo acabou se desfazendo e nunca tocou sem ele. Ele dizia que queria se dedicar à sua banda, a F.U.S.C.A. O Rebeldes tinha todas as músicas com assinatura do Di Ferreiro e do Gee Rocha, do Nx Zero. Eram composições adolescentes simples, mas um pouco menos genéricas do que as do F.U.S.C.A. Arthur acabou focando na atuação e o grupo não foi para frente. Em seguida, a carreira solo na música até engatou e ganhou um pouco de personalidade. É um jeitinho de cantautor voz e violão, meio Jason Mraz, meio Tiago Iorc mais arrumadinho. “A Flor”, de 2016, foi a música mais tocada do primeiro e até agora único disco dele, “O que te faz bem”. Mas ela seria superada pelo vídeo de “O maior presente que deus me deu”, em 2018. A música foi feita para o nascimento da Sophia, filha dele com a ex-BBB Mayra Cardi. Hoje o relacionamento conturbado dos dois chama mais atenção do que a música do Arthur. Tanto que os vídeos dele com a Mayra têm muito mais views do que a maioria das músicas que ele já publicou no YouTube. Talvez o público fique mais ligado no que ele vai falar da Mayra, ou se vai surgir alguma nova polêmica ligada ao casal, do que quando ele pegar o violão pra cantar suas baladas. Tiago Abravanel Thiago Abravanel chega para o primeiro dia de Rock in Rio 2019 Dilson Silva/AgNews "Agora, nesse momento, é encarar a música profissionalmente, no mercado musical", disse Tiago Abravanel em agosto 2014 ao "Fantástico", quando lançou o clipe de "Eclético". Parecia a estreia na música pop do cantor consagrado em musicais, em especial ao interpretar Tim Maia no teatro. Mas até hoje Tiago Abravanel não lançou um álbum. "Eclético" ficou só na turnê cheia de covers, seguida por poucos singles até hoje. Tiago até tem uma carreira longa na música, mas em espetáculos musicais. O neto do seu Sílvio Santos atua desde 17 anos na TeenBroadway. Ele fez musicais grandes, tipo "Miss Saigon" e o "Hairspray" do Miguel Falabella. O grande sucesso foi quando ele estrelou o musical "Tim Maia - Vale Tudo", em 2012. Até hoje é o trabalho mais conhecido dele na música. Tanto que em 2017 ele lançou o remix com o Make U Sweat de “Não quero dinheiro”. O artista também já mostrou sua habilidade como dançarino ao participar da “Dança dos Famosos”, em 2013, e da “Super Dança dos Famosos”, em 2021. No “Show dos Famosos”, outro quadro que apresentou suas vertentes artísticas, ficou em terceiro lugar em 2018, junto com Naiara Azevedo. Quem sabe as festas do BBB cheias de hits no som não depertem a vontade de seguir a trilha de "Eclético" e engatar a carreira de cantor pop de vez. Veja Mais

Despedida a Elza Soares: corpo será velado no Theatro Municipal e levado em carro aberto pela cidade

G1 Pop & Arte Velório será aberta ao público das 10h às 14h, após cerimônia fechada para amigos e familiares. Uma das maiores cantoras do Brasil, Elza morreu em casa, de causas naturais, aos 91. Corpo de Elza Soares será velado no Theatro Municipal na sexta: relembre a trajetória da cantora e veja a repercussão da morte O corpo de Elza Soares, que morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), será velado nesta sexta-feira (21), no Theatro Municipal do Rio, no Centro da cidade. A cerimônia começa fechada para familiares e amigos, das 8h às 10h, e abre ao público das 10h às 14h. Em seguida, um carro do Corpo de Bombeiros fará o translado em carro aberto pela Av Atlântica – onde ela morou por muitos anos – até o Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. O velório será na Capela VIP, às 15h (restrito a familiares e amigos) e o sepultamento, às 16h, no setor do Cristo Redentor. A informação da morte foi dada pela assessoria de imprensa da cantora: "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", disse o comunicado. Elza Soares: um ícone da música brasileira HOMENAGENS: artistas lamentam VÍDEOS: relembre a carreira FOTOS: palco, carnaval, discos Corpo de Elza Soares será velado no Theatro Municipal na sexta: relembre a trajetória da cantora e veja a repercussão da morte Do sambalanço à eletrônica Elza Gomes da Conceição é considerada uma das maiores cantoras da música brasileira, com carreira no samba que começou no final dos anos 50. O início veio como parte da cena do sambalanço com "Se Acaso Você Chegasse", em 1959. PERFIL: Elza foi gigante e 'cantou até o fim' Elza morreu exatamente 39 anos após Garrincha MAURO FERREIRA analisa 'voz transcendental' Elza Soares canta no palco do Fantástico Nos 34 discos lançados, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e dizia que a mistura era proposital. O último disco lançado foi "Planeta Fome", em 2019. A expressão era uma alusão ao episódio em que foi constrangida por Ary Barroso no programa de calouros que participou nos anos 50. "De que planeta você vem, menina?", ele disse. E ela respondeu: "Do mesmo planeta que você, seu Ary. Eu venho do Planeta Fome." Retrato de Elza Soares durante entrevista na capital paulista em março de 1986 Nem de Tal/Estadão Conteúdo/Arquivo "Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante", comparava Elza. "Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo." Desde que lançou o álbum "A mulher do fim do mundo", em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico. “Me deixem cantar até o fim”, pediu Elza em verso da música que batiza o álbum. Começo no samba Mais voltada para o samba, a primeira fase da cantora tem discos gravados nos anos 60 com o cantor Miltinho (1928–2014) e o baterista Wilson das Neves (1936–2017). Fazem parte desta era lançamentos como "O samba é Elza Soares" (1961), "Sambossa" (1963), "Na roda do samba" (1964) e "Um show de Elza" (1965). Mané Garrincha e Elza Soares no aeroporto do Aeroporto do Galeão ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO Outras fases vieram. Nos anos 70, escolheu cantar o samba de ritmo mais tradicional. A fase rendeu sucessos como "Salve a Mocidade" (Luiz Reis, 1974), "Bom dia, Portela" (David Correa e Bebeto Di São João, 1974), "Pranto livre" (Dida e Everaldo da Viola, 1974) e "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê, 1976). A cantora amargou período de ostracismo na década de 1980. Pensou até em desistir da carreira, mas resolveu procurar Caetano Veloso, em hotel de São Paulo, para pedir ajuda. Globo de Ouro: Elza Soares (1980) O auxílio veio na forma de convite para participar da gravação do samba-rap "Língua", faixa do álbum do cantor, "Velô" (1984). Essa participação mostrou a bossa negra de Elza Soares a uma nova geração e abriu caminho para que a cantora lançasse, em 1985, um álbum menos voltado para o samba. "Somos todos iguais" tinha música de Cazuza (1958–1990). Em 2002, com direção artística de José Miguel Wisnik, fez um dos álbuns mais modernos da discografia, "Do cóccix até o pescoço". No ano seguinte, foi a vez de "Vivo feliz", mais voltado para a eletrônica. Elza seguia fazendo shows até antes da pandemia da Covid-19 e cantou em lives. Ela estava produzindo um novo álbum de estúdio que pode ter lançamento póstumo. Nesta semana, ela também se apresentou em shows no Theatro Municipal de São Paulo que foram gravados para o lançamento de um DVD. VÍDEOS: ELZA SOARES / Veja Mais

'Duna' e 'Não olhe para cima' são indicados a prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA; veja lista

G1 Pop & Arte Considerada um dos melhores termômetros para o Oscar, premiação acontece no dia 19 de março. No total, dez filmes concorrem a melhor produção do ano. Duna', 'Não olhe para cima' e 'Amor, sublime amor' estão entre os indicados a melhor produção do Sindicato dos Produtores dos EUA Divulgação O Sindicato dos Produtores da América (PGA, na sigla original) anunciou nesta quinta-feira (27) os dez indicados à melhor produção cinematográfica do ano. O evento, que acontece em 19 de março, é considerado um dos grandes indicadores da categoria de melhores filmes do Oscar. Na categoria principal, os indicados são os produtores de "Being the Ricardos", "Belfast", "No ritmo do coração", "Não olhe para cima", "Duna", "King Richard: Criando campeãs", "Licorice Pizza", "Ataque dos cães", "Tick, tick… Boom!" e "Amor, sublime amor". Com grande parte dos membros votantes da Academia, e um sistema de votação parecido, o PGA é um dos melhores termômetros da categoria principal do Oscar. Melhor produção cinematográfica do ano (Prêmio Darryl F. Zanuck): "Being the Ricardos" "Belfast" "No ritmo do coração" "Não olhe para cima" "Duna" "King Richard: Criando campeãs" "Licorice Pizza", "Ataque dos cães" "Tick, tick… Boom!" "Amor, sublime amor" Melhor produção cinematográfica de animação do ano: "Encanto" "Luca" "The Mitchells vs. The Machines" "Raya e o Último Dragão" "Sing 2" Veja Mais

Em 'O Beco do pesadelo', Guillermo del Toro entrega thriller noir elegante e sangrento sobre moral; g1 já viu

G1 Pop & Arte Com um elenco fino liderado por Bradley Cooper e Cate Blanchett, diretor vencedor do Oscar lado sombrio de circos e truques criado por William Lindsay Gresham em 1946. Cate Blanchett e Bradley Cooper em 'O Beco do pesadelo' Divulgação/Disney Guillermo del Toro escalou um elenco fino para estrelar seu novo longa, “O Beco do pesadelo”. Ele tinha a difícil missão de readaptar um clássico underground da literatura americana que se tornou um excelente filme noir em 1947. Embora peque um pouco no ritmo, lento no começo, o diretor mexicano entrega uma obra elegante e atormentadora sobre moral e a psique humana. Del Toro cria um thriller noir sanguinário com sua assinatura fantástica ambientada na sujeira e no encantamento dos circos antigos americanos. O mundo vive o caos da Segunda Guerra Mundial, e os Estados Unidos, apreensão e contenção. Assista ao trailer de O Beco do Pesadelo' O filme, baseado na obra “O Beco das ilusões perdidas”, publicada em 1946 pelo autor William Lindsay Gresham, segue o misterioso Stan Carlisle (Bradley Cooper). Ninguém sabe de onde ou a que veio, mas sabemos que ele precisa passar uma borracha no passado e deixar a poeira baixar enquanto luta por alguns trocados. Ele ganha um emprego de faz tudo no circo de Clem, interpretado brilhantemente por Willem Dafoe. A ambientação do picadeiro decadente criado por Gresham e adaptado por del Toro é interessante e guarda truques que revelam o pior do ser humano. Willem Dafoe em 'O Beco do pesadelo' Divulgação/Disney O mais grotesco deles é a atração “Selvagem”: dezenas de pessoas pagam seus últimos centavos para ver um homem sujo e despido de qualquer humanidade matar, estraçalhar e devorar com a boca animais vivos. Mais desumano ainda é ver como Clem arma a armadilha perfeita para atrair bêbados, andarilhos e pessoas sem esperança para esse show de horrores. Stan é esperto e ambicioso e começa a subir degraus na hierarquia circense. Logo se torna ajudante de Zeena (Toni Collette) e Pete (David Strathairn) em um número de mentalismo. Stan descobre que o casal desenvolveu um sistema de códigos para ler os segredos de qualquer pessoa, a la Sherlock Holmes, e já ganhou rios de dinheiro com o truque no passado. Quando Pete morre, Stan herda seu código de ouro e convence a inocente Molly (Rooney Mara) a deixar o circo e ir com ele para a cidade grande atrás de grana e glória com uma versão melhorada do número antigo. A partir daí tem início a segunda etapa do filme, com um ritmo muito melhor que a anterior. Na cidade, Stan conhece a psiquiatra Lilith (Cate Blanchett), rica, cética e amiga dos poderosos. Ela topa ajudar o charlatão a ser uma espécie de mentalista mediúnico para os figurões mais importantes da cidade a troco de analisá-lo sem que ele pestaneje. A história de 2h30 sobrepõe peças de horror, romance, policial, melodrama e jogo psicológico para chegar a um quebra-cabeças final surpreendente e extremamente bem amarrado sobre nossos fantasmas, medos e erros passados que insistem em nos assombrar. Del Toro alterna do luxo à decadência com uma técnica impecável e nos convida para uma viagem pelo submundo dos circos e espetáculos, mas também para as arestas mais intrincadas da mente. Veja Mais

'BBB22': Luciano diz que está se divertindo com memes sobre querer ser famoso em conversa com Ana Maria Braga

G1 Pop & Arte Brother deixou reality após receber 49,31% dos votos em paredão contra Naiara Azevedo e Natália. Luciano participa do "Mais Você" após ser eliminado do "BBB22" Reprodução/Globo Após ser eliminado do "BBB22", Luciano foi o primeiro convidado do café da manhã com Ana Maria Braga no "Mais Você", na manhã desta quarta-feira (26). O dançarino e ator deixou o reality no paredão desta terça-feira (25) após receber 49,31% dos votos em uma disputa contra Naiara Azevedo (15,8%) e Natália (34,89%). Naiara foi parar na berlinda por uma indicação direta do líder da semana, Douglas Silva, enquanto Luciano foi ao paredão no contragolpe de Naiara. Já Natália foi uma das mais votadas da casa. Logo no primeiro contato com Ana Maria, Luciano comentou que ainda não havia dormido desde sua saída da casa. "Nem no carro dei uma piscadela", disse o ex-brother. Em seguida, ele reviu as cenas de sua eliminação e falou sobre o sonho de ser famoso, que repetiu diversas vezes no programa. "Primeiro de tudo, ela [minha mãe] sempre sentiu muito orgulho de mim. Vindo para cá, eu estava ouvindo um áudio dela e ela falava: 'Filho, não interessa o que os outros falem, você é famoso, sim. Você é meu famoso'", afirmou o bailarino. "Ela falava isso pra mim desde molequinho quando eu fazia minhas artes, dançava. Ela falava: 'você vai ser famoso, um astro'. Sempre teve um peso muito fofo, muito gostoso. Nunca vi de um jeito pejorativo, pretencioso. Então sempre levei ao pé da letra", explicou. Luciano ainda comentou que sempre que conhece alguém, costuma perguntar: "O que você quer da vida? Qual sua meta de vida?". "E a pessoa normalmente não sabe o que falar. A minha, desde os 9 anos de idade, eu sempre disse que queria ser muito rico e muito famoso." "Acabou virando meme dentro da casa e fora da casa e estou me divertindo horrores com isso", garantiu o brother. Durante conversa com a apresentadora, ele também falou sobre críticas construtivas de alguns membros do Camarote e disse que inspirava pessoas em suas redes sociais mesmo quando tinha poucos seguidores. "Agora quero fazer muito mais". Em seguida, Ana Maria questionou se Luciano já havia pensando sobre qual área trilhar para se tornar famoso. "Para as pessoas reconhecerem, admirarem... ou é fama por fama?". "Durante minha vida inteira, sempre trabalhei três áreas de minha trajetória como artista: Sou ator, dançarino e modelo. Quando veio a internet em peso, comecei a trabalhar como criador de conteúdo, digital influencer. Mas tenho 20 anos de caminhada como ator, modelo e bailarino. Inclusive, Globo, se quiser me chamar pra uma novela, tô aí", afirmou. Naiara Azevedo Luciano ainda falou sobre a mensagem deixada por Naiara Azevedo em sua saída. Ao se despedir, a cantora afirmou que iria deixar o telefone dela para que ele a procurasse após o programa. Vale lembrar que a sertaneja foi quem indicou Luciano ao paredão. "Eu estou aberto pra ela e sempre vou estar. Me chamando pra tomar um café já é uma grande ajuda. Me tendo como amigo, já é uma grandíssíssima ajuda", afirmou. Ele ainda comentou que não pretende levar os comentários negativos de outros participantes para fora da casa. "Cada um tem um ponto especial, detalhe que chamou atenção. Já vi pessoas que falarem mal de mim, mas quem nunca falou mal de pessoa que convive? Vou relevar tudo, porque jogo é jogo, vida real é vida real." Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Japãozin surge no piseiro com 'Carinha de Neném' depois de tentar carreira no funk e no rap

G1 Pop & Arte Cantor trabalhava em pastelaria antes de ser contratado pela Sua Música Records, gravadora do steaming forte no Nordeste. Hit já acumula mais de 58 milhões de views no YouTube. Antes de emplacar "Carinha de Neném", Japãozin fez de tudo um pouco. O último trabalho foi em uma pastelaria, mas ele já trabalhou em bares, restaurantes, boates e como pedreiro ajudando o pai. Natural de Embu-Guaçu (SP), mas criado em Campina Grande (PB), o cantor de 27 anos começou cantando funk e rap há sete anos, mas migrou para o piseiro por uma questão de mercado (e não tem problema em falar isso). "Vi a necessidade de mudar para buscar um ritmo diferente e levar meu funk, meu rap dentro do piseiro", diz Japãozin ao g1. "Em Campina Grande, o forró é muito presente então eu queria estar envolvido nisso. Tenho mais facilidade de encontrar as portas abertas, mais casas tocando forró e piseiro", continua. Além de Japãozin, o g1 ouviu destaca Felipe Amorim, Mc Danny e MD Chefe como apostas para 2022. Ouça podcast abaixo: Caio Alexandre Linhares de Souza Silva fazia músicas para times de futebol de Campina Grande, mas viu a vida mudar quando entrou para o Sua Música Records, gravadora do streaming forte no Nordeste. Foi lá que ele se tornou o "Brabo dos Paredões", nome que usa para se descrever, mas que também é o nome do primeiro álbum lançado em agosto. "Decidi representar essa galera dos paredões por gostar de som automotivo, por isso que eu levanto essa bandeira do Brabo dos Paredões e também para defender essa galera que nos ajuda muito divulgando nosso som". LEIA MAIS: Os planos do Sua Música para seguir antecipando sucessos do forró 'Carinha de Neném' Japãozin começou cantando rap e funk, mas seguiu pro piseiro por uma questão de mercado Divulgação/Calango A música nem era a aposta de Japãozin inicialmente, mas viralizou no Tik Tok e aí já viu... Começou a aparecer entre as mais ouvidas do Brasil, chegou a ficar semanas no Top 50 do Spotify e é uma música quase que obrigatória no repertório desse verão dos cantores de forró. A letra não é de Japãozin que também compõe, mas de seis compositores: Breno Lima, Daniel dos Versos, Filipe Gideão, Junyor Silva, Patrick Ferreira e Sueldo Lima. Ela bombou "por acaso" na rede social e rendeu uma agenda de 40 shows só em dezembro. Para o cantor que é fã de Racionais e Tribo da Periferia, o exercício de compor é natural e rápido. Ele assina "Amarok" e "Balança o Celtinha" no álbum de estreia. Japãozin, do hit 'Carinha de Neném', começou cantando rap e funk para equipes de futebol em Campina Grande (PB) Divulgação "A gente tem esse costume de rimar muito fácil, de juntar as palavras e rimar uma com a outra. Começo fazendo bregadeira, rap, batidão, termino no piseiro... trazendo para minha pegada, trazendo para a minha cara", diz. Japãozin também canta forró de vaquejada e canta de um jeito parecido com o de João Gomes. É forró, mas é meio falado como um rap. Do começo na música, o cantor traz as referências de rap e do funk para o repertório com "Solitário em Piseiro". Nada mais que uma versão do "Rap do Solitário", do Mc Marcinho. "Não podia perder a minha essência. Queria mostrar algo que eu gostava de fazer que era cantar funk. Deu um brilho", explica. No finalzinho de dezembro, Japãozin lançou o segundo álbum, "Pen Drive Atualizado", com 18 músicas e espera chegar perto do sucesso de "Carinha de Neném" outra vez. "Meu maior sonho é fazer com que o que eu estou vivendo hoje nunca acabe". Veja Mais

Luta pelo direito ao aborto é destaque no festival de Sundance

G1 Pop & Arte Documentário 'The Janes' e o filme repleto de estrelas 'Call Jane' retratam coletivo de mesmo nome que nos anos 1960 ajudava mulheres grávidas em Chicago a entrar em contato com médicos que trabalhavam escondidos. Fachada do Egyptian Theatre, onde costuma acontecer as exibições do Festival de Sundance, em Utah. Foto Arthur Mola/Invision/AP, Arquivo Com o direito ao aborto sob ameaça nos Estados Unidos, cineastas apresentam no Festival de Sundance três filmes que destacam os riscos históricos que as mulheres enfrentam ao passarem por procedimentos ilegais. O documentário "The Janes" e o filme repleto de estrelas "Call Jane" retratam o coletivo de mesmo nome que nos anos 1960 ajudava mulheres grávidas em Chicago a entrar em contato com médicos que trabalhavam escondidos, enquanto o premiado drama "Happening" fala sobre uma jovem que arrisca tudo para abortar na França nessa mesma década. "Tendo vivido essa época, acredite, não queremos voltar a isso", disse Sigourney Weaver, que protagoniza "Call Jane". Sigourney Weaver, estrela do filme "Call Jane". Na foto, atriz aparece na Comic-Con de San Diego em julho de 2017 REUTERS/Mario Anzuoni O festival traz essas produções no aniversário de 49 anos do caso Roe v. Wade, com o qual a Suprema Corte estabeleceu jurisprudência para endossar o direito ao aborto nos Estados Unidos. Esse direito constitucional está sob ataque, em um momento em que vários estados dominados pelo Partido Republicano aprovam leis que dificultam o acesso a um aborto para as mulheres. Os defensores do direito ao aborto temem que a atual configuração da Suprema Corte, que inclui três juízes conservadores indicados pelo ex-presidente republicano Donald Trump, restrinja ou até elimine esse direito. Entenda por que o direito ao aborto está sob ameaça nos EUA Phyllis Nagy, diretora de "Call Jane", disse que estava "impactada pela necessidade de contar uma história sobre as mulheres que permita outras mulheres se emanciparem, e queria fazer isso com humor, com um toque de leveza, e com certa urgência". "Acho que há muitos filmes, porque é um tema importante. Isso é extremamente necessário para que o nosso precioso direito de escolha não desapareça de imediato", comentou. O coletivo "Jane", que surgiu no final dos anos 1960 enraizado nos movimentos dos direitos civis e contra a guerra do Vietnã, operou até 1973, quando o aborto foi legalizado. Naquela época, voluntários, em sua maioria mulheres, forneciam conselhos telefônicos e ofereciam seus apartamentos para improvisar clínicas. Usavam seus carros para levar as mulheres grávidas e ajudavam quem não tinha recursos, arrecadando dinheiro para pagar por essas operações ilegais. Algumas das "Janes" inclusive aprenderam a realizar os procedimentos. "Sem essas mulheres, eu não teria conseguido aproveitar as liberdades das quais desfrutei por toda a minha vida", disse Elizabeth Banks, protagonista do filme. Elizabeth Banks, protagonista de "Call Jane" AP/Joel Ryan Vários membros do grupo foram entrevistados para a gravação do documentário da HBO "The Janes", que estreou na segunda-feira (24). Entre as entrevistadas está Heather Booth, que fundou o coletivo. "Até falar sobre fazer um aborto era considerado uma conspiração para cometer um crime", lembra Booth. Quando a decisão de Roe v. Wade foi anunciada e seu trabalho se tornou desnecessário, vários membros do grupo foram presos e julgados. "Estávamos emocionados e pensamos que havia acabado. Quem sabia o que viria depois? Pensamos que havíamos vencido", disse outra integrante do grupo, identificada apenas como "Jeanne". O festival de Sundance, que exibe o melhor do cinema independente, vai até 30 de janeiro. Veja Mais

Tiago Abravanel ensaiou virar cantor pop, mas emplacou mesmo em musicais e na TV

G1 Pop & Arte Tiago se destacou no musical 'Tim Maia - Vale Tudo', em 2012, mas ainda não lançou álbum como cantor, apenas singles. Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes; ouça. Tiago Abravanel em foto de outubro de 2015 Celso Tavares/g1 "Agora, nesse momento, é encarar a música profissionalmente, no mercado musical", disse Tiago Abravanel em agosto 2014 ao "Fantástico", quando lançou o clipe de "Eclético". Parecia a estreia na música pop do cantor consagrado em musicais, em especial ao interpretar Tim Maia no teatro. Mas até hoje Tiago Abravanel não lançou um álbum. "Eclético" ficou só na turnê cheia de covers, seguida por poucos singles até hoje. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada artista no "BBB22". Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Tiago até tem uma carreira longa na música, mas em espetáculos musicais. O neto do seu Sílvio Santos atua desde 17 anos na TeenBroadway. Ele fez musicais grandes, tipo "Miss Saigon" e o "Hairspray" do Miguel Falabella. O grande sucesso foi quando ele estrelou o musical "Tim Maia - Vale Tudo", em 2012. Até hoje é o trabalho mais conhecido dele na música. Tanto que em 2017 ele lançou o remix com o Make U Sweat de “Não quero dinheiro”. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? O artista também já mostrou sua habilidade como dançarino ao participar da “Dança dos Famosos”, em 2013, e da “Super Dança dos Famosos”, em 2021. No “Show dos Famosos”, outro quadro que apresentou suas vertentes artísticas, ficou em terceiro lugar em 2018, junto com Naiara Azevedo. Quem sabe as festas do BBB cheias de hits no som não despertem a vontade de seguir a trilha de "Eclético" e engatar a carreira de cantor pop de vez. Conheça também história de Jade Picon: Jade Picon, a mais seguida do 'BBB22': Semana Pop explica por que ela é rica e famosa Veja Mais

Vídeo de 'Un Ratito' é retirado do YouTube após briga entre Alok e o duo americano Sevenn

G1 Pop & Arte Plataforma informa que vídeo 'já não está disponível devido a uma notificação de violação de direitos de autor de Kevin Brauer'. Dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas de Alok, incluindo faixa que tem participação de Juliette e Luis Fonsi. O duo Sevenn e o DJ Alok Divulgação Após a briga entre Alok e o duo americano Sevenn, o vídeo de "Un ratito", single que tem a participação de Juliette e Luis Fonsi, foi retirado do YouTube. Segundo mensagem que aparece na plataforma, o "vídeo já não está disponível devido a uma notificação de violação de direitos de autor de Kevin Daniel Brauer de Oliveira". Kevin é um dos intergrantes do Sevenn e alega junto com o irmão, Sean Brauer, terem trabalhado como "produtores fantasmas" para Alok. A dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas do DJ brasileiro, incluindo a faixa "Un ratito" (veja lista completa mais abaixo). Vídeo de 'Un Ratito' é retirado de plataforma após briga entre Alok e o duo americano Sevenn Reprodução/Youtube Em conversa com o g1, Eduardo Senna, advogado do duo Sevenn, disse que eles vão entrar com uma ação contra Alok pelo uso sem crédito nem pagamento de 15 músicas do DJ. Eles dizem que eram "produtores fantasmas" e que Alok lucrou com o trabalho deles "sem oferecer nada em troca". O advogado também disse que Alok tentou impor uma cláusula de silêncio, que previa multa de R$ 2 milhões a cada vez que o duo falasse mal do DJ publicamente (ou o inverso, que o DJ falasse do duo), para evitar que a denúncia viesse a público. Alok nega as acusações. Veja abaixo os detalhes das versões de cada lado. A acusação do Sevenn surgiu em reportagem da "Billboard" nesta sexta-feira (21). Eles disseram à revista que estavam avaliando a situação jurídica. Agora, Eduardo Senna disse ao g1 que já está organizando as provas para entrar com o processo em até quatro semanas. As provas incluem arquivos de áudio das músicas gravados pelo Sevenn anos antes de terem sido lançadas por Alok, com registros de envio para o DJ, afirma o advogado. Alok se diz ameaçado e cita empresário sertanejo por trás Robson Cunha, advogado de Alok, disse ao g1 que o DJ está sendo ameaçado pela dupla, e que foram eles que lançaram 6 músicas feitas por Alok sem crédito para o brasileiro. Ele entrou com uma ação no dia 12 de janeiro de 2022 contra o duo citando estas músicas. O advogado questiona o fato de Sevenn ter feito a denúncia na "Billboard" e não na justiça. Ele vê a reportagem como uma ameaça a Alok. Robson também diz ter provas do uso indevido das 6 músicas do Sevenn, como mensagens e arquivos originais do computador de Alok, que será periciado. Ele afirma que Marcos Araújo, ex-empresário de Alok, incentivou o Sevenn a fazer as denúncias após romper com o DJ. No fim da tarde de sexta-feira (21), após o g1 falar com o Robson, Alok divulgou vídeos em que reproduz vários argumentos do advogado. Alok repete que nunca recebeu uma notificação do Sevenn, que eles deveriam ter procurado a justiça, que eles não o creditaram na música "Boom", que o Sevenn apenas fazia masterizações e dava "sugestões", mostra alguns projetos e diz que eles estão sendo manipulados por Marcos Araújo. Alok rebate acusações de que teria roubado músicas do duo Sevenn No início da manhã deste sábado (22), o duo Sevenn publicou uma série de vídeos em sua conta no Instagram (veja abaixo). Nos vídeos, os irmãos Kevin e Sean Brauer rebatem os argumentos publicados por Alok, também na rede social. Kevin diz que Alok já sabia sobre a reportagem desde pelo menos o dia 10 de novembro e questiona o por que de o dj não ter respondido aos questionamentos da revista "Billboard". O artista mostra ainda o que seria uma notificação do duo com as acusações, além de uma série de arquivos e versões de músicas para provar que as faixas teriam sido feitas quase que inteiramente por eles. Dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas de Alok e vai processar DJ Cada lado conta histórias opostas de ameaça e plágio. Veja o que disse a 'Billboard' e as versões dos dois lados para o g1: A acusação na 'Billboard' Segundo Sevenn, eles trabalharam como "produtores fantasmas". "Começamos a perceber que ele estava lucrando enormemente com nosso trabalho sem oferecer nada substancial em troca". É normal no mercado da música eletrônica a função de "ghost writer", em que produtores atuam sem crédito, mas eles são remunerados pela função. O Sevenn enviou à revista e-mails e mensagens trocadas com Alok por mais de 6 anos, e gravações do DJ discutindo detalhes das músicas e fazendo pedidos. As faixas citadas na reportagem são: "Un ratito" (Alok, Luis Fonsi, Lunay, Lenny Tavárez e Juliette) “Favela” (Alok e Ina Wroldsen) “Fuego” (Alok e Bhaskar) “Suave” (Alok e Matheus & Kauan) “Got To Get a Grip” (remix de Mick Jagger) “Piece of Your Heart” (remix de Meduza) “BYOB” (remix de System of a Down) "All I want" (Alok e Liu) "Favela" (Alok e Ina Wroldsen) "Suave" (Alok e Matheus e Kauan) "Piece of your heart" (remix de Alok para Meduza) A versão do Sevenn Sevenn Divulgação Os irmãos Sean e Kevin Brauer, que formam o Sevenn, foram criados na comunidade religiosa Meninos de Deus, do Rio. A parceria entre Sevenn e Alok teve início em 2015. Eles foram contratados pela empresa de agenciamento Artist Factory, uma sociedade de Alok com o empresário Marcos Araújo, dono de outra empresa, a AudioMix. Alok era parte do elenco da AudioMix, mas rompeu com a Marcos, assim como vários outros artistas. O contrato do Sevenn com a Artist Factory valia até 2027 e previa multa de recisão de R$ 20 milhões. Segundo Eduardo Senna, há três anos, quando o Sevenn começou a pedir informalmente a Alok para reconhecer a autoria deles nas músicas, a multa de recisão foi usada como fator de pressão. "Eles diziam: 'Se não quiser pagar a multa, assina esse documento reconhecendo que o Alok nunca roubou nenhuma música sua e a gente te libera. Caso contrário, a gente não vai lançar nada, fazer nenhum show, acabar com sua carreira'", descreve o advogado. "Eles não assinaram e me procurarm." "Eu liguei para o advogado do Alok e perguntei: afinal, vocês estão de acordo em liberar o Sevenn? Ele veio com um papo ensaboado, que queria liberar, mas tinha medo de saírem falando mal do Alok. Eu disse: não tem problema, a gente bota uma cláusula de ninguém dar declaração pública sobre o outro." "Fiz o texto do distrato e mandei para ele. Aí ele me mandou com considerações. Eu tinha colocado uma multa básica, mas ele passou para R$ 2 milhões por evento. Ou seja: a cada vez que alguém falasse mal do outro, a multa era de R$ 2 milhões". (O g1 voltou a procurar o advogado de Alok, Robson Cunha, para saber se ele realmente propôs este valor na cláusula de silêncio como condição para liberar o Sevenn do contrato. Ele disse que o acordo não foi feito, portanto a cláusula de silencio nunca existiu, e que cabe ao Sevenn provar o que diz.) Eduardo continua: "Ele inseriu outra cláusula dizendo que o Sevenn declarava que não tinha nenhuma demanda de direito autoral com o Alok, que ele não tinha pegado nada. Aí marcamos uma reunião, eu, o Robson e o Alok." "E eu disse para o Alok: "Deixa eu fazer uma pergunta clara: Você está condicionando liberar o contrato a dizer que não teve rompimento de direito autoral?'. Porque eu conversei com o Sevenn e ele disse que houve, que ele não tinha intenção de reivindicar, mas que se sentia chantageado.'" "O Alok me deixou muito claro, pessoalmente, com todas as letras, que ele não liberaria em nenhuma hipótese sem essa declaração, que ele usaria toda a popularidade e a máquina que ele tem para acabar com a carreira do Sevenn, e que não queria mais conversa." (Robson diz que Eduardo mente quando diz que conversou com Alok, e que partiu do advogado de Sevenn a proposta de incluir uma cláusula que declarava que não haviam disputas autorais. Ele mostrou um email com essa proposta de Eduardo e afirmou que ele fez isso para evitar que Alok questionasse as músicas que Sevenn teria usado sem crédito). Mas veio uma reviravolta: "O Marcos Araújo também é socio da Artist Factory, foi contra essa chantagem e assinou o distrato. Ele pode assinar sozinho, pois é sócio majoritário e o sócio-diretor. O Alok estava fazendo a chantagem pelas costas do sócio dele." (A equipe de Alok diz que Marcos não poderia assinar unilateralmente e que o Sevenn não está liberado do contrato com a Artist Factory). "Ele entrou com a ação [dizendo que o Sevenn tinha lançado seis músicas de Alok] no mesmo dia que eu informei para ele que o distrato estava assinado. Ele entrou com essa ação sem pé na cabeça, para ter alguma coisa para dizer para a mídia quando a matéria saísse." "O Sevenn vem pedindo reconhecimento da autoria há quase três anos, mas de forma amigável entre eles. Até pela história de vida deles (em uma comunidade cristã), alijados do mundo real, isso é totalmente compreensível. Eu entrei nesse circuito há menos de um mês.", ele afirma. "Vamos entrar com uma ação judicial séria, profissional e bem documentada, e isso não se faz de um dia para o outro.Todas essas músicas têm gravações de anos anteriores, com datas e registro do envio do arquivo para o Alok e para o time dele. Vamos entrar daquie a duas a quatro semanas." A defesa - e a acusação - de Alok Alok Divulgação "No ano passado, o Alok rescindiu o contrato com a Audiomix e com o Marcos Araújo. A partir daí ele vem sofrendo uma série de perseguições", diz o advogado Robson Cunha. "O Sevenn estava usando obras do Alok sem os devidos créditos, Nós entramos com o processo. Sofremos ameaça dizendo que não tirássemos a ação eles iam fazer isso aí, ia para a mídia causar esse tumulto. Acontece que nós nunca cedemos." "Depois disso, eles, sem nenhuma prova, nenhum documento, vão atrás da 'Billboard', muito possivelmente orientados pelo ex-empresário do Alok, que continua sendo deles, o Marcos Araújo. Isso só reforça a posição de que eles estão tentando fazer um ataque." (O g1 procurou Marcos Araújo, que não respondeu aos contatos). "Eu fiz uma notificação extrajudicial no dia 17 de dezembro", afirma o advogado. Ele enviou a notificação ao g1, que alega que o Sevenn lançou seis músicas feitas por Alok: "Boom" "Tam tam" "Beautiful tonight" "BYOB" "BYOB (Sevenn remix)" "It's always you" "Em momento algum usaram a via judicial, nem notificação, para fazer valer seu direito. Pelo contrário, vão num meio de comunicação. O que é correto, procurar a justiça ou ir atrás da imprensa para fazer alegações infundadas? Vamos entrar com uma ação por perdas e danos morais e materiais", ele diz. "[A acusação deles de que Alok roubou músicas] nunca chegou de forma muito concreta, era sempre de forma velada e especulativa. Mas essa semana chegou uma notificação formal de uma gravadora que teria sido procurada por um repórter da 'Billboard'. Tentaram entrar no circuito das gravadoras." "Eles falam que o Alok não creditou. Se pegar a música com a Juliette ('El ratito'), há um crédito, ainda que a obra tenha sido alterada. As músicas que nós acionamos, que são também de autoria dele, não há o crédito. Então eles não têm provas nem do que alegam. " "Eles falam de obras antes do Sevenn existir. Quando saiu "Fuego" [2016] sequer havia vinculação com o Sevenn. O direito autoral tem um vasto campo probatório. Basta mandar documentos que corroboram, e eu tenho certeza que eles não mandaram nenhum papel." "Se você for fazer um comparativo de histórias, eu os notifiquei [extrajudicialmente pelo uso das 6 músicas] e eles fizeram ameaças com acusações levianas sem o mínimo de provas." Veja Mais

Após melhora da sequela da Covid, Elizangela faz fisioterapia respiratória

G1 Pop & Arte Segundo empresário da atriz, Lauro Santanna, outros índices somo saturação também estão bons neste domingo (23). Atriz Elizângela, de 67 anos, está internada com Covid, em estado grave, em Guapimirim, na Baixada Fluminense Reprodução/TV Globo A atriz Elizangela, de 67 anos, segue se recuperando bem das sequelas da Covid no Hospital Municipal José Rabello de Mello, em Guapimirim, onde está internada desde o dia 20 de janeiro. Segundo seu empresário, Lauro Santanna, neste domingo (23), ela segue apresentando bons indicadores de saúde, como o de saturação. Além disso, se comunica, se alimenta bem e já faz fisioterapia pulmonar - que são exercícios que ajudam a expandir a capacidade do órgão. "Desde o sábado (22), ela foi liberada para fazer pequenos exercícios que não comprometam muito, porque ela ainda fica muito cansada, mas está muito bem, se recuperando cada vez mais", disse Lauro ao g1. No sábado (22), a assessoria de imprensa do hospital já havia confirmado a melhora significativa da atriz informando ainda que ela estava interagindo com a equipe do hospital, e que sua saturação só baixava em situações de esforço. Elizangela segue na sala vermelha, mas a dosagem do oxigênio necessária para auxiliar na respiração vem sendo cada vez menor. Lauro disse acreditar que a gravidade do estado de Elizangela tenha se dado por causa dos problemas respiratórios prévios que ela possui. A atriz já teve um efisema pulmonar e foi internada em agosto de 2019, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). "Como ela já foi internada sem Covid, acredito que o organismo dela tenha sofrido mais por causa desse histórico dela", disse ele. Internação pós-covid Elizangela foi internada na quinta-feira (20), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da Covid. Segundo a prefeitura, no ato de sua internação, Elizangela informou que não tomou nenhuma dose da vacina que ajuda a criar anticorpos contra o vírus da doença. Elizangela é internada com sequelas da Covid; atriz não tomou vacina Elizangela, que positivou para Covid no dia 12 de janeiro, não tem mais o vírus ativo em seu organismo, mas sofre com a questão respiratória. Segundo seu empresário, nem ele, nem a filha de Elizangela, a bailarina Marcelle Sampaio, sabem se a atriz tomou as vacinas que imunizam contra a Covid. “Ela é uma pessoa muito alegre, alto astral, não gosta de falar sobre doença. Daí, não sabemos ou não. Nunca tivemos esse tipo de conversa”, diz. Elizangela: quadro é melhor Divulgação LEIA TAMBÉM: ÔMICRON: por que a variante é tão contagiosa e mais 6 perguntas 'VIVA O SUS': vídeo mostra a emoção de crianças vacinadas no Brasil MUNDO: o que revela a morte de cantora que pegou Covid de propósito A Prefeitura de Guapimirim disse que a atriz já tinha ido ao hospital uma semana antes de ser internada, após se sentir mal. Na ocasião, ela foi atendida, medicada e teve alta. Na quinta-feira, Elizangela retornou à unidade em estado mais grave. Ela foi encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la. Elizangela estreou na TV como criança, no programa "Clube do Guri", na extinta TV Tupi, em 1965. Logo depois passou ao programa infantil "Clube do Capitão Furacão", na TV Globo. Ela já participou de mais de 30 novelas. A última foi "A dona do pedaço", em 2019. VEJA VÍDEOS: Como funciona o autoteste de Covid: Entenda como funciona o autoteste para detectar Covid Crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação: Primeiras crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação Veja Mais

Dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas de Alok e vai processar DJ; ele se diz ameaçado

G1 Pop & Arte Advogado do duo americano Sevenn diz que Alok quis impor cláusula de R$ 2 milhões para que não falassem mal dele; advogado do brasileiro diz que ele é alvo de 'acusações levianas'. O duo Sevenn e o DJ Alok Divulgação Eduardo Senna, advogado do duo Sevenn, disse ao g1 eles vão entrar com uma ação contra Alok pelo uso sem crédito nem pagamento de 15 músicas do DJ. Eles dizem que eram "produtores fantasmas" e que Alok lucrou com o trabalho deles "sem oferecer nada em troca". O advogado também disse que Alok tentou impor uma cláusula de silêncio, que previa multa de R$ 2 milhões a cada vez que o duo falasse mal do DJ publicamente (ou o inverso, que o DJ falasse do duo), para evitar que a denúncia viesse a público. Alok nega as acusações. Veja abaixo os detalhes das versões de cada lado. A acusação do Sevenn surgiu em reportagem da "Billboard" nesta sexta-feira (21). Eles disseram à revista que estavam avaliando a situação jurídica. Agora, Eduardo Senna disse ao g1 que já está organizando as provas para entrar com o processo em até quatro semanas. As provas incluem arquivos de áudio das músicas gravados pelo Sevenn anos antes de terem sido lançadas por Alok, com registros de envio para o DJ, afirma o advogado. Alok se diz ameaçado e cita empresário sertanejo por trás Robson Cunha, advogado de Alok, disse ao g1 que o DJ está sendo ameaçado pela dupla, e que foram eles que lançaram 6 músicas feitas por Alok sem crédito para o brasileiro. Ele entrou com uma ação no dia 12 de janeiro de 2022 contra o duo citando estas músicas. O advogado questiona o fato de Sevenn ter feito a denúncia na "Billboard" e não na justiça. Ele vê a reportagem como uma ameaça a Alok. Robson também diz ter provas do uso indevido das 6 músicas do Seven, como mensagens e arquivos originais do computador de Alok, que será periciado. Ele afirma que Marcos Araújo, ex-empresário de Alok, incentivou o Sevenn a fazer as denúncias após romper com o DJ. No fim da tarde de sexta-feira (21), após o g1 falar com o Robson, Alok divulgou vídeos em que reproduz vários argumentos do advogado. Alok repete que nunca recebeu uma notificação do Sevenn, que eles deveriam ter procurado a justiça, que eles não o creditaram na música "Boom", que o Sevenn apenas fazia masterizações e dava "sugestões", mostra alguns projetos e diz que eles estão sendo manipulados por Marcos Araújo. Alok rebate acusações de que teria roubado músicas do duo Sevenn Cada lado conta histórias opostas de ameaça e plágio. Veja o que disse a 'Billboard' e as versões dos dois lados para o g1: A acusação na 'Billboard' Segundo Sevenn, eles trabalharam como "produtores fantasmas". "Começamos a perceber que ele estava lucrando enormemente com nosso trabalho sem oferecer nada substancial em troca". É normal no mercado da música eletrônica a função de "ghost writer", em que produtores atuam sem crédito, mas eles são remunerados pela função. O Sevenn enviou à revista e-mails e mensagens trocadas com Alok por mais de 6 anos, e gravações do DJ discutindo detalhes das músicas e fazendo pedidos. As faixas citadas na reportagem são: "Un ratito" (Alok, Luis Fonsi, Lunay, Lenny Tavárez e Juliette) “Favela” (Alok e Ina Wroldsen) “Fuego” (Alok e Bhaskar) “Suave” (Alok e Matheus & Kauan) “Got To Get a Grip” (remix de Mick Jagger) “Piece of Your Heart” (remix de Meduza) “BYOB” (remix de System of a Down) "All I want" (Alok e Liu) "Favela" (Alok e Ina Wroldsen) "Suave" (Alok e Matheus e Kauan) "Piece of your heart" (remix de Alok para Meduza) A versão do Sevenn Sevenn Divulgação Os irmãos Sean e Kevin Brauer, que formam o Sevenn, foram criados na comunidade religiosa Meninos de Deus, do Rio. A parceria entre Sevenn e Alok teve início em 2015. Eles foram contratados pela empresa de agenciamento Artist Factory, uma sociedade de Alok com o empresário Marcos Araújo, dono de outra empresa, a AudioMix. Alok era parte do elenco da AudioMix, mas rompeu com a Marcos, assim como vários outros artistas. O contrato do Sevenn com a Artist Factory valia até 2027 e previa multa de recisão de R$ 20 milhões. Segundo Eduardo Senna, há três anos, quando o Sevenn começou a pedir informalmente a Alok para reconhecer a autoria deles nas músicas, a multa de recisão foi usada como fator de pressão. "Eles diziam: 'Se não quiser pagar a multa, assina esse documento reconhecendo que o Alok nunca roubou nenhuma música sua e a gente te libera. Caso contrário, a gente não vai lançar nada, fazer nenhum show, acabar com sua carreira'", descreve o advogado. "Eles não assinaram e me procurarm." "Eu liguei para o advogado do Alok e perguntei: afinal, vocês estão de acordo em liberar o Sevenn? Ele veio com um papo ensaboado, que queria liberar, mas tinha medo de saírem falando mal do Alok. Eu disse: não tem problema, a gente bota uma cláusula de ninguém dar declaração pública sobre o outro." "Fiz o texto do distrato e mandei para ele. Aí ele me mandou com considerações. Eu tinha colocado uma multa básica, mas ele passou para R$ 2 milhões por evento. Ou seja: a cada vez que alguém falasse mal do outro, a multa era de R$ 2 milhões". (O g1 voltou a procurar o advogado de Alok, Robson Cunha, para saber se ele realmente propôs este valor na cláusula de silêncio como condição para liberar o Sevenn do contrato. Ele disse que o acordo não foi feito, portanto a cláusula de silencio nunca existiu, e que cabe ao Sevenn provar o que diz.) Eduardo continua: "Ele inseriu outra cláusula dizendo que o Sevenn declarava que não tinha nenhuma demanda de direito autoral com o Alok, que ele não tinha pegado nada. Aí marcamos uma reunião, eu, o Robson e o Alok." "E eu disse para o Alok: "Deixa eu fazer uma pergunta clara: Você está condicionando liberar o contrato a dizer que não teve rompimento de direito autoral?'. Porque eu conversei com o Sevenn e ele disse que houve, que ele não tinha intenção de reivindicar, mas que se sentia chantageado.'" "O Alok me deixou muito claro, pessoalmente, com todas as letras, que ele não liberaria em nenhuma hipótese sem essa declaração, que ele usaria toda a popularidade e a máquina que ele tem para acabar com a carreira do Sevenn, e que não queria mais conversa." Mas veio uma reviravolta: "O Marcos Araújo também é socio da Artist Factory, foi contra essa chantagem e assinou o distrato. Ele pode assinar sozinho, pois é sócio majoritário e o sócio-diretor. O Alok estava fazendo a chantagem pelas costas do sócio dele." (A equipe de Alok diz que Marcos não poderia assinar unilateralmente e que o Sevenn não está liberado do contrato com a Artist Factory). "Ele entrou com a ação [dizendo que o Sevenn tinha lançado seis músicas de Alok] no mesmo dia que eu informei para ele que o distrato estava assinado. Ele entrou com essa ação sem pé na cabeça, para ter alguma coisa para dizer para a mídia quando a matéria saísse." "O Sevenn vem pedindo reconhecimento da autoria há quase três anos, mas de forma amigável entre eles. Até pela história de vida deles (em uma comunidade cristã), alijados do mundo real, isso é totalmente compreensível. Eu entrei nesse circuito há menos de um mês.", ele afirma. "Vamos entrar com uma ação judicial séria, profissional e bem documentada, e isso não se faz de um dia para o outro.Todas essas músicas têm gravações de anos anteriores, com datas e registro do envio do arquivo para o Alok e para o time dele. Vamos entrar daquie a duas a quatro semanas." A defesa - e a acusação - de Alok Alok Divulgação "No ano passado, o Alok rescindiu o contrato com a Audiomix e com o Marcos Araújo. A partir daí ele vem sofrendo uma série de perseguições", diz o advogado Robson Cunha. "O Sevenn estava usando obras do Alok sem os devidos créditos, Nós entramos com o processo. Sofremos ameaça dizendo que não tirássemos a ação eles iam fazer isso aí, ia para a mídia causar esse tumulto. Acontece que nós nunca cedemos." "Depois disso, eles, sem nenhuma prova, nenhum documento, vão atrás da 'Billboard', muito possivelmente orientados pelo ex-empresário do Alok, que continua sendo deles, o Marcos Araújo. Isso só reforça a posição de que eles estão tentando fazer um ataque." (O g1 procurou Marcos Araújo, que não respondeu aos contatos). "Eu fiz uma notificação extrajudicial no dia 17 de dezembro", afirma o advogado. Ele enviou a notificação ao g1, que alega que o Sevenn lançou seis músicas feitas por Alok: "Boom" "Tam tam" "Beautiful tonight" "BYOB" "BYOB (Sevenn remix)" "It's always you" "Em momento algum usaram a via judicial, nem notificação, para fazer valer seu direito. Pelo contrário, vão num meio de comunicação. O que é correto, procurar a justiça ou ir atrás da imprensa para fazer alegações infundadas? Vamos entrar com uma ação por perdas e danos morais e materiais", ele diz. "[A acusação deles de que Alok roubou músicas] nunca chegou de forma muito concreta, era sempre de forma velada e especulativa. Mas essa semana chegou uma notificação formal de uma gravadora que teria sido procurada por um repórter da 'Billboard'. Tentaram entrar no circuito das gravadoras." "Eles falam que o Alok não creditou. Se pegar a música com a Juliette ('El ratito'), há um crédito, ainda que a obra tenha sido alterada. As músicas que nós acionamos, que são também de autoria dele, não há o crédito. Então eles não têm provas nem do que alegam. " "Eles falam de obras antes do Sevenn existir. Quando saiu "Fuego" [2016] sequer havia vinculação com o Sevenn. O direito autoral tem um vasto campo probatório. Basta mandar documentos que corroboram, e eu tenho certeza que eles não mandaram nenhum papel." "Se você for fazer um comparativo de histórias, eu os notifiquei [extrajudicialmente pelo uso das 6 músicas] e eles fizeram ameaças com acusações levianas sem o mínimo de provas." Veja Mais

Wagner Moura entra para elenco de 'Civil War', com Kirsten Dunst

G1 Pop & Arte Filme vai ser dirigido e escrito por Alex Garland, indicado ao Oscar por 'Ex_Machina: Instinto Artificial'. Wagner Moura posa antes da estreia de 'Wasp Network' no festival de Veneza, neste domingo (1) Arthur Mola/Invision/AP Wagner Moura vai integrar o elenco do filme americano "Civil War", próximo projeto do diretor Alex Garland (indicado ao Oscar de melhor roteiro original por "Ex_Machina: Instinto Artificial"), segundo o site Deadline. O ator brasileiro, que recentemente estreou na direção com "Marighella" (2020), se junta a Kirsten Dunst ("Ataque dos cães") e Stephen McKinley Henderson ("Duna"). O filme ainda não tem previsão de lançamento e nem sinopse, mas o roteiro também será assinado por Garland. Veja Mais

Meat Loaf morre aos 74 anos: veja FOTOS da carreira

G1 Pop & Arte Cantor e ator vendeu mais de 100 milhões de álbuns e esteve em filmes como 'Clube da luta' e 'The Rocky Horror Picture Show'. Meat Loaf em capa de disco best of Reprodução Meat Loaf no filme 'Clube da Luta' Divulgação Capa do álbum 'Blind before I stop', de Meat Loaf, de 1986 Reprodução Meat Loaf em talk show nos anos 70 Reprodução Meat Loaf no filme 'The Rocky Horror Picture Show' Reprodução O cantor Meat Loaf Reprodução Facebook Brian May, do Queen, ao lado de Meat Loaf Divulgação/Facebook do artista Meat Loaf em show dos Estados Unidos em maio de 2013 Ferdy Damman / ANP / AFP Meat Loaf e o ator Verne Troyer Divulgação/Facebook do cantor Meat Loaf no filme 'The Rocky Horror Picture Show' Reprodução O cantor e guitarrista Meat Loaf Divulgação Veja Mais

Ex-bailarina do Faustão, Markelly Oliveira lucra com vídeos do 'câncer no coração' e mais dramas

G1 Pop & Arte Ela já foi ring girl de lutas, musa da Gaviões, dançarina na TV, morador da Mansão Maromba e agora se reinventa com vídeos amadores cheios de reviravoltas que bombam no app chinês Kawai. Conheça o melodrama de Kwai Markelly Oliviera foi bailarina do Faustão, musa da Gaviões da Fiel, "ring girl" em academias de luta e moradora da "Mansão Maromba". Mas seu rosto é conhecido hoje em vídeos dramáticos, cheios de reviravoltas e lições, que causam comoção no app Kwai e estranhamento outras redes (veja acima). "Temos duas notícias, uma ruim e uma boa. A ruim é que a senhora está com câncer no coração e vai morrer em duas semanas. A boa é que a gente conseguiu o senhor Kauan. Ele é o único voluntário a sacrificar sua vida para doar para a senhora." Ao som de "Love by grace", de Lara Fabian, Markelly deixa cair uma lágrima ao sentir o peso de ter desprezado, minutos antes, as roupas sujas do pobre desconhecido que ia doar nada menos do que o coração para ela. Produções amadoras como essa fazem sucesso no Kwai. A empresa ficou gigante na China com estes conteúdos populares e exagerados, e replica a estratégia no Brasil. 'È que a senhora tá com câncer no coração': momento forte dos melodramas de 2 minutos do Kwai Reprodução / Kwai Markelly foi uma das pessoas chamadas pela empresa chinesa. Ela pisou fundo no drama e começou a escrever, produzir e estrelar suas novelinhas ultrasentimentais. Mesmo com mais seguidores no Instagram e no TikTok, hoje a maior parte da renda dela vem do Kwai. Luta no Faustão, na pandemia e no Kwai A vida de Markelly não é tão dramática quanto a da personagem que tem câncer no coração e recebe o órgão de um desconhecido. Mas, aos 27 anos, já foram grandes desafios. Ela saiu de Icilínea, cidade de 11 mil habitantes no sul de Minas Gerais, aos 16 anos. O primeiro trabalho foi como a garota que conta os rounds em lutas em uma academia da região central de SP. Depois, conseguiu virar destaque da Gaviões, fez trabalhos de modelo e foi chamada, via Instagram, para o balé do Faustão. Integrante do balé do Faustão, Markelly Oliveira, diz que vai usar fantasia cara e ousada em desfile da Gaviões da Fiel Markelly Oliveira Arquivo Pessoal "Comecei no programa sem saber dançar. Estudei muito dança, em período integral, por um ano, até melhorar e chegar ao nível das meninas lá que dançam desde criança. Fiquei 3 anos, de 2017 a 2020." Os trabalhos diminuíram no início da pandemia e ela voltou para Minas Gerais. Com as gravações de TV paradas, ela voltou para São Paulo e resolveu se arriscar na internet. Entrou para a Mansão Maromba, casa de produtores de conteúdo para redes sociais. De novo, Markelly teve que aprender: "Quando eu entrei na mansão, não tinha muita experiência com esse universo digital. Fiquei morando três meses, depois fui para a Mansão Flash, e meus canais começaram a crescer." Markelly Oliveira, musa da Gaviões da Fiel, mostra fantasia Celso Tavares/G1 No fim de 2021 ela recebeu a proposta do Kwai para criar um canal com vídeos do tipo "novelinha". "Tinham que ter energia positiva. No Brasil só tem tragédia, e ninguém tinha pensado antes nessa forma de motivar as pessoas. Tem que passar uma vibe de volta por cima e aprendizado". "Eu me formei como atriz na escola Wolf Maia, fiz três anos e meio, tirei DRT, aí a pandemia chegou. Então esse convite se encaixou para mim, porque amo atuar". Mas ela também teve que pensar em tudo, de roteiro a cenografia. "É tudo meu, crio certinho e penso em como filmar". O canal foi criado há um mês e meio e já quer investir. "Quero montar uma equipe de editor, atores fixos e roteiristas." Por enquanto, ela segue gravando com os amigos do vídeo da doação cardíaca: Khaun Rodrigues, o "senhor Khauan", e Tatiana Alves, a médica. "A gente se junta todo dia para gravar". Assim como outros criadores, Markelly nota no Kwai um público mais velho e menos frenético do que no concorrente chinês TikTok. "Acho que eles foram muito inteligentes de incentivar esse tipo de conteúdo sentimental com os parceiros, e agora vejo pessoas criando espontaneamente". Kwai: o que é e como funciona concorrente do TikTok que tem mais de 1 bilhão de usuários Cenas das 'novelinhas' do Kwai Reprodução / Kwai Adnet pirou com Markelly Os vídeos são exclusivos para o Kwai, mas acabaram caindo em outras redes. Foram republicados sem autorização por perfis no TikTok e chegaram ao Twitter, onde causaram espanto com os exageros de roteiro e atuação. Marcelo Adnet, por exemplo, passou horas compartilhando as histórias inversossímeis, cheias de humilhados que acabam exaltados ou pessoas generosas recompensadas pelo destino. A reação é diferente no Kwai, onde eles geram milhares de comentários sérios, positivos e emocionados. "Gente, eu fui a única pessoa que chorou junto com ela?", diz um dos comentários mais curtidos no vídeo do doador de coração. Não é novela mexicana, é China profunda À primeira vista, a chave parece ser o gosto latino pelo melodrama. Mas a estratégia é chinesa. O Kwai cresceu em cidades menores e rurais da China. Nas metrópoles ele é considerado pouco refinado. Em vez de celebridades, mirou pessoas comuns. Hoje a empresa vale US$ 220 bilhões. Eles vão pelo mundo atrás de criadores menos visados, passam o modelo de vídeos chineses, dão apoio, pagam por resultado de audiência e buscam um retorno massivo. A mecânica do app é bem parecida à do rival chinês TikTok, mas o público é diferente. A estratégia é aberta: "Nos países de língua hispânica da América Latina foi lançado em 2021 o projeto TeleKwai, em parceria com pequenos e médios produtores de conteúdo audiovisual da região, para incentivar a produção roteirizada de histórias, sequenciais ou não, em um novo formato de dramas curtos", diz o comunicado enviado pela empresa ao g1. Quem se impressionou com as dezenas de vídeos com roteiros semelhantes que circularam no Twitter precisa ver a página do projeto TeleKwai. São mais de 30 mil vídeos, todos com este formato de reviravoltas, aprendizados e trilhas sentimentais. "No Brasil, o projeto foi iniciado no final do ano passado com o objetivo de construir uma comunidade de criadores de conteúdo especializados nesse formato inovador, o de adaptar as tão amadas novelas e séries para vídeos curtos e verticais", diz a empresa. Há outros formatos no Kwai, de dancinhas como as do TikTok, piadas e muitas pegadinhas ao estilo youtuber. Mas a linha é sempre essa, com um apelo popular do tipo que seus tios curtiriam no grupo da família no WhatsApp. Se a dramaturgia não é refinada, o resultado é um luxo: no Brasil, o Kwai tem média de 45,4 milhões de usuários ativos e foi o 3º aplicativo mais baixado do país em 2021, segundo o relatório do App Annie. No projeto do TeleKwai, os maiores produtores ganham tanto um pagamento fixo quanto bônus por visualizações. Veja Mais

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Adele chora ao cancelar residência em Las Vegas por causa da Covid

G1 Pop & Arte Cantora começaria série de shows nos EUA nesta sexta-feira (21), mas disse que 'metade da equipe estava com Covid' e foi impossível terminar a produção. Adele chora ao anunciar cancelamento de shows Reprodução Adele anunciou nesta quinta-feira o cancelamento da série de shows que faria em Las Vegas, nos EUA. A cantora chorou, pediu desculpas várias vezes e disse que não conseguiu terminar a produção porque metade de sua equipe tinha pegado Covid. Initial plugin text Os shows começariam nesta sexta-feira (21) aos fins de semana e iriam até abril. Não há novas datas anunciadas ainda. Ela lançou no final de 2021 seu quarto álbum, "30" - leia aqui a resenha do g1. 'Mulheres' x 'Million years ago': veja comparação entre canções de Geraes e Adele Veja Mais

Elza Soares deixa DVD gravado 2 dias antes de morrer e álbum que estava sendo produzido

G1 Pop & Arte Cantora morreu aos 91 anos nesta quinta (20). 'Estivemos com ela até o fim, do jeito que ela queria: cantar até o fim', afirma Mestre Dalua, percussionista que participou da gravação. Elza Soares quando foi enredo da Mocidade Reprodução "Eu quero cantar até o fim, me deixem cantar até o fim...". Elza Soares seguiu à risca os versos da música "Mulher do Fim do Mundo". A cantora morreu nesta quinta (20), de causas naturais aos 91 anos, mas gravou um DVD no Theatro Municipal de São Paulo na segunda e na terça. HOMENAGENS: artistas lamentam VÍDEOS: relembre a carreira FOTOS: palco, carnaval, discos MAURO FERREIRA analisa 'voz transcendental' de Elza Elza Soares gravou um DVD no Theatro Municipal de São Paulo dias antes de morrer; percussionista Mestre da Lua compartilhou imagem do camarim Reprodução/Instagram/MestredaLua O percussionista Mestre da Lua compartilhou uma imagem do camarim do show, que foi gravado sem que o público ou a imprensa soubessem. "Estivemos com ela até o fim, do jeito que ela queria: cantar até o fim", afirmou Dalua ao g1. Veja vídeo abaixo. Percussionista fala sobre última gravação de Elza: 'Cumpriu papel de cantar até o fim' O músico vinha tocando com Elza desde o lançamento de "Mulher do Fim do Mundo", álbum de 2015. Álbum em produção Além do DVD, Elza estava trabalhando em um novo álbum, mas não há muitas informações sobre a produção nem sobre data de lançamento. Durante a pandemia, a cantora participou de diversas lives com o rapper Flávio Renegado. Eles lançaram juntos "Negão Negra" em julho de 2020 quando Elza completou 90 anos. Elza Soares: Veja alguns momentos da trajetória do ícone da música brasileira Veja Mais

Elza Soares; FOTOS

G1 Pop & Arte Cantora morreu aos 91 anos de causas naturais, em casa no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (20). Retrato de Elza Soares durante entrevista na capital paulista em março de 1986 Nem de Tal/Estadão Conteúdo/Arquivo A cantora Elza Soares morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro. Ela estava em casa quando morreu de causas naturais. VEJA FOTOS DA CARREIRA: Mané Garrincha junto de Elza Soares, sua mulher, aprecia um cigarro no sofá de casa em maio de 1966 Estadão Conteúdo/Arquivo Elza Soares morreu no mesmo dia de Garrincha, quase 40 anos depois Elza Soares em foto de 1964 em São Paulo Domicio Pinheiro/Acervo Estadão Conteúdo Mané Garrincha e Elza Soares no aeroporto do Galeão, no Rio, em dezembro de 1971. Ela teve um relacionamento marcante com o craque por mais de 17 anos. Ele morreu no dia 20 de janeiro de 1983, exatos 39 anos antes Estadão Conteúdo/Arquivo Elza Soares, em foto de arquivo Globo Elza Soares durante entrevista no Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 2021 Ricardo Moraes/Reuters Elza Soares durante entrevista no Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 2021 Ricardo Moraes/Reuters Elza Soares durante entrevista no Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 2021 Ricardo Moraes/Reuters Elza Soares toma a segunda dose da vacina contra a Covid, em março de 2021 Reprodução/Twitter A cantora Elza Soares durante sessão de fotos em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em janeiro de 2018, enquanto preparava o sucessor do álbum 'A Mulher do Fim do Mundo', um dos melhores de 2015 Fábio Motta/Estadão Conteúdo A cantora Elza Soares Daryan Dornelles/Divulgação Elza Soares aguarda o início do desfile da Mocidade, que tem a vida da cantora como tema, no carnaval do Rio em 2020 Fábio Tito/G1 Elza Soares durante desfile da Mocidade no carnaval de 2020 Marcos Serra Lima/G1 Elza Soares desfilou no último carro da Mocidade no carnaval de 2020 Alexandre Durão/G1 Elza Soares é aplaudida pelo público no setor 1 da Sapucaí, no carnaval de 2020 Marcos Serra Lima/G1 Elza Soares desfila pela Mocidade Independente de Padre Miguel, no carnaval de 2020 Marcos Serra Lima/G1 Elza Soares durante entrevista a Jô Soares em setembro de 2015 Ramón Vasconcelos/Globo Elza Soares em participação na 3ª temporada de 'Mister Brau', em 2016 Tata Barreto/Globo Elza Soares entre Lázaro Ramos e Taís Araújo durante gravação de 'Mister Brau' em 2016 Tata Barreto/Globo Elza Soares Pedro Loureiro / Divulgação Elza Soares na capa do disco 'Sambas & mais sambas', de 1970 Divulgação Veja Mais

Elza Soares morre aos 91 anos

G1 Pop & Arte Cantora morreu de causas naturais em casa nesta quinta (20). Elza Soares morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro. "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", diz o comunicado enviado pela assessoria da cantora. HOMENAGENS: artistas lamentam VÍDEOS: relembre a carreira FOTOS: palco, carnaval, discos "Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação." "A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim." Do sambalanço à eletrônica Elza Gomes da Conceição é considerada uma das maiores cantoras da música brasileira, com carreira no samba que começou no final dos anos 50. O início veio como parte da cena do sambalanço com "Se Acaso Você Chegasse", em 1959. Nos 34 discos lançados, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e dizia que a mistura é proposital. O último disco lançado foi "Planeta Fome", em 2019. A expressão era uma alusão ao episódio em que foi constrangida por Ary Barroso no programa de calouros que participou nos anos 50. "De que planeta você vem, menina?", ele disse. E ela respondeu: – "Do mesmo planeta que você, seu Ary. Eu venho do Planeta Fome." Elza Soares canta no palco do Fantástico "Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante", comparava Elza. "Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo." Desde que lançou o álbum "A mulher do fim do mundo", em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico. “Me deixem cantar até o fim”, pediu Elza em verso da música que batiza o álbum. Começo no samba Mais voltada para o samba, a primeira fase da cantora tem discos gravados nos anos 60 com o cantor Miltinho (1928–2014) e o baterista Wilson das Neves (1936–2017). Fazem parte desta era lançamentos como "O samba é Elza Soares" (1961), "Sambossa" (1963), "Na roda do samba" (1964) e "Um show de Elza" (1965). Outras fases vieram. Nos anos 70, escolheu cantar o samba de ritmo mais tradicional. A fase rendeu sucessos como "Salve a Mocidade" (Luiz Reis, 1974), "Bom dia, Portela" (David Correa e Bebeto Di São João, 1974), "Pranto livre" (Dida e Everaldo da Viola, 1974) e "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê, 1976). Globo de Ouro: Elza Soares (1980) A cantora amargou período de ostracismo na década de 1980. Pensou até em desistir da carreira, mas resolveu procurar Caetano Veloso, em hotel de São Paulo, para pedir ajuda. O auxílio veio na forma de convite para participar da gravação do samba-rap "Língua", faixa do álbum do cantor, "Velô" (1984). Essa participação mostrou a bossa negra de Elza Soares a uma nova geração e abriu caminho para que a cantora lançasse, em 1985, um álbum menos voltado para o samba. "Somos todos iguais" tinha música de Cazuza (1958–1990). Em 2002, com direção artística de José Miguel Wisnik, fez um dos álbuns mais modernos da discografia, "Do cóccix até o pescoço". No ano seguinte, foi a vez de "Vivo feliz", mais voltado para a eletrônica. VÍDEOS: ELZA SOARES Veja Mais

Melodrama de Kwai: app rival do TikTok espalha vídeos caseiros com reviravoltas e lições de moral

G1 Pop & Arte Vídeos amadores e exagerados causam espanto em outras redes, mas são parte da estratégia de app que ficou gigante ao mirar audiência popular da 'China profunda' e agora investe no Brasil. Conheça o melodrama de Kwai "Temos duas notícias, uma ruim e uma boa. A ruim é que a senhora está com câncer no coração e vai morrer em duas semanas. A boa é que a gente conseguiu o senhor Kauan. Ele é o único voluntário a sacrificar sua vida para doar para a senhora." Ao som de "Love by grace", de Lara Fabian, Markelly deixa cair uma lágrima ao sentir o peso de ter desprezado, minutos antes, as roupas sujas do pobre desconhecido que ia doar nada menos do que o coração para ela. Produções amadoras como essa, com dois minutos em que cabem reviravoltas, atuações carregadas e sempre uma lição de moral, fazem sucesso no app de vídeos curtos Kwai. A empresa ficou gigante na China com estes conteúdos populares e exagerados, e replica a estratégia no Brasil. Kwai: o que é e como funciona concorrente do TikTok que tem mais de 1 bilhão de usuários As produções são exclusivas para o Kwai, mas acabaram caindo em outras redes. Foram republicados sem autorização por perfis no TikTok e chegaram ao Twitter, onde causaram espanto com os exageros de roteiro e atuação. Marcelo Adnet, por exemplo, passou horas compartilhando as histórias cheias de humilhados que acabam exaltados ou pessoas generosas recompensadas pelo destino. A reação é diferente no Kwai, onde eles geram milhares de comentários sérios, positivos e emocionados. "Gente, eu fui a única pessoa que chorou junto com ela?", diz um dos comentários mais curtidos no vídeo do doador de coração, visto mais de 4 milhões de vezes no canal "Markelly em ação". Cenas das 'novelinhas' do Kwai Reprodução / Kwai Não é novela mexicana, é China profunda À primeira vista, a chave parece ser o gosto latino pelo melodrama. Mas a estratégia é chinesa. O Kwai cresceu em cidades menores e rurais da China. Nas metrópoles ele é considerado pouco refinado. Em vez de celebridades, mirou pessoas comuns. Hoje a empresa vale US$ 220 bilhões. Eles vão pelo mundo atrás de criadores menos visados, passam o modelo de vídeos chineses, dão apoio, pagam por resultado de audiência e buscam um retorno massivo. A mecânica do app é bem parecida à do rival chinês TikTok, mas o público é diferente. A estratégia é aberta: "Nos países de língua hispânica da América Latina foi lançado em 2021 o projeto TeleKwai, em parceria com pequenos e médios produtores de conteúdo audiovisual da região, para incentivar a produção roteirizada de histórias, sequenciais ou não, em um novo formato de dramas curtos", diz o comunicado enviado pela empresa ao g1. Quem se impressionou com as dezenas de vídeos com roteiros semelhantes que circularam no Twitter precisa ver a página do projeto TeleKwai. São mais de 30 mil vídeos, todos com este formato de reviravoltas, aprendizados e trilhas sentimentais. "No Brasil, o projeto foi iniciado no final do ano passado com o objetivo de construir uma comunidade de criadores de conteúdo especializados nesse formato inovador, o de adaptar as tão amadas novelas e séries para vídeos curtos e verticais", diz a empresa. 'È que a senhora tá com câncer no coração': momento forte dos melodramas de 2 minutos do Kwai Reprodução / Kwai Há outros formatos no Kwai, de dancinhas como as do TikTok, piadas e muitas pegadinhas ao estilo youtuber. Mas a linha é sempre essa, com um apelo popular do tipo que seus tios curtiriam no grupo da família no WhatsApp. Se a dramaturgia não é refinada, o resultado é um luxo: no Brasil, o Kwai tem média de 45,4 milhões de usuários ativos e foi o 3º aplicativo mais baixado do país em 2021, segundo o relatório do App Annie. No projeto do TeleKwai, os maiores produtores ganham tanto um pagamento fixo quanto bônus por visualizações. 'As pessoas se envolvem muito' "Tem apelo emocional, a pessoa ajudando outra financeiramente. É como se fosse uma novelinha", diz Yasmin Moreira, de 22 anos, dona do canal Atentação. Ela nasceu em Rondônia, mora em São Paulo e também investe na carreira de cantora, com o nome artístico Yas. "A gente entende a audiência do Kwai. Fizemos um estudo e vimos que é um público um pouco mais velho e daí pensamos em roteiros que prendam essas pessoas. Elas se envolvem muito com vídeos de superação, de traição. É como ver uma série, só que você pode comentar", diz Yas. Ela faz parte de uma rede de donos de canais, que colaboram nos roteiros e aparecem nos vídeos um do outro. Os canais têm nomes igualmente dramáticos: "A escolha", "O preço do amanhã', "O destino" e "Suas faces". Yasmin Moreira, 22 anos, é cantora e também dona do canal 'Atentação' com 'novelinhas' no Kwai Divulgação Os namorados Cauê Fantin, 23 anos, e Alicia Marchi, 21, faziam sucesso no TikTok quando foram procurados por uma agência parceira do Kwai. O pedido era adaptar o estilo dos vídeos da Ásia para o Brasil. "Tem esse estilo de vídeo lá, mas os roteiros somos nós mesmos que criamos. Adaptamos as historinhas e as cenas de reviravolta, e a gente mesmo edita", diz Cauê. "O público é bem diferente. O TikTok eu sinto que são muito mais jovens. Até na rua, quando me reconhecem pelo TikTok são sempre crianças, e quando é pelo Kwai são sempre pessoas mais velhas." O canal dele, "Fora das telas", foi um dos primeiros no Brasil a entrar no projeto. Cauê diz que é remunerado através da agência, e agora também produz conteúdo para outras contas. "Gravo de 12 a 15 vídeos por dia", ele diz. "A gente treina pessoas que entra na campanha para a agência. Estou hoje no Rio aqui treinando um pessoal", ele conta, empolgado com novos recursos de filmagem e edição, usados em um vídeo gravado na praia, ainda no modelo de reviravolta e lição. Cauê Fantin e Alicia Marchi já têm quase 1 milhão de seguidores no canal 'Fora das telas' no Kwai Divulgação Assim como Cauê, Yas diz que a rotina é pesada. "Hoje a gente passou o dia inteiro gravando. É sempre uma sacada nossa, porque entendemos o que toca as pessoas no Kwai". O papo de Yas é técnico, mas ela complementa com um toque de aprendizado tocante que poderia ser de um personagem do TeleKwai: "Além de serem coisas em que a gente acredita. Falamos contra a violência doméstica, contra a homofobia. São vídeos que podem ajudar", ela diz. Veja Mais

Gaspard Ulliel, ator francês, morre aos 37 anos após acidente de esqui

G1 Pop & Arte Ulliel participou de 50 filmes e séries e ficou conhecido por interpretar o jovem Hannibal Lecter em 'Hannibal, a origem do mal' e o estilista Yves Saint Laurent em cinebiografia. Gaspard Ulliel em foto de setembro de 2021 Valery Hache/AFP O ator francês Gaspard Ulliel morreu aos 37 anos após sofrer um acidente de esqui, de acordo com a agência AFP. Ele sofreu uma colisão na terça (18) nas encostas da região de Sabóia, no leste da França, bateu a cabeça e foi transportado de helicóptero para um hospital em Grenoble, mas não resistiu. Lea Seydoux, Bertrand Bonello, Gaspard Ulliel, Jeremie Renier, Amira Casar e Aymeline Valade chegam para a exibição do filme 'Saint Laurent' no Festival de Cannes, em maio de 2014 Thibault Camus/AP/Arquivo Com 50 filmes e séries no currículo, o ator ficou conhecido por interpretar o jovem Hannibal Lecter em "Hannibal, a origem do mal" e o estilista Yves Saint Laurent na cinebiografia "Saint Laurent". CARREIRA: Relembre personagens em FOTOS Ulliel venceu o prêmio César, "Oscar" do cinema francês, por duas vezes: em 2017, pelo filme "É Apenas o Fim do Mundo", na categoria de melhor ator; e em 2005, pelo filme "Eterno Amor", como melhor ator revelação. Nathalie Baye e Gaspard Ulliel em 'É apenas o fim do mundo' Divulgação Atualmente, estava na série da Marvel "Cavaleiro da lua", que teve seu trailer divulgado nesta terça (18). Ele interpreta o personagem Anton Mogart / Midnight Man ao lado de Oscar Isaac e Ethan Hawke. A série tem previsão de estrear ainda este ano. Sua primeira aparição nas telinhas foi aos 12 anos, no filme para TV "Une femme en blanc". Depois disso, trabalhou em diversas séries e filmes para televisão entre os anos 1997 e 2000. Em 2001, conseguiu um papel no longa "O pacto dos lobos", seu primeiro no cinema, e então foi chamado pelo cineasta Michel Blanc para o elenco de "Beije quem você quiser". O ator também ficou conhecido como garoto-propaganda do perfume Bleu de Chanel. Veja Mais

Produtora que nasceu na periferia de Contagem, na Grande BH, representa o Brasil em festival internacional de cinema

G1 Pop & Arte Dirigido por Gabriel Martins, da Filmes de Plástico, filme 'Marte 1' abre Festival Sundance, nos EUA, nesta quinta-feira (20). Cícero Lucas interpreta o garoto Deivinho, que joga futebol, mas sonha em seu astrofísico Filmes de Plástico/Divulgação "Marte 1" vai abrir, nesta quinta-feira (20), mais uma edição do Festival de Cinema Sundance, nos Estados Unidos, um dos principais festivais de cinema independente do mundo. O filme é dirigido pelo cineasta mineiro Gabriel Martins, da Filmes de Plástico, produtora que nasceu na periferia de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com ele, a previsão é que "Marte 1" chegue às telas de cinema no Brasil apenas no segundo semestre do ano. É a primeira vez que a Filmes de Plástico participa do Festival de Cinema Sundance, que, em função da pandemia, será exibido em formato on-line, dos dias 20 a 30 deste mês. "Só de o filme estar na Sundance, antes mesmo do lançamento no Brasil, já está abrindo portas de possíveis parceiros internacionais para a venda, como a Magnólia Pictures International, que vai ser o nosso agente de vendas. Tenho dado entrevistas, o que é uma coisa muito legal", disse Gabriel. Marte 1 vai representar o Brasil no Festival de Cinema Sundance. No vídeo, um trechinho do filme já legendado para o inglês. A história De acordo com o cineasta, o filme foi rodado em Belo Horizonte e Contagem e conta a história da família Martins: Wellington (pai), Tércia (mãe), Deivinho (filho) e Eunice (irmã). "O sonho do pai é que Deivinho se torne um jogador de futebol famoso e ele aposta todas as fichas nisso, mas o filho quer se tornar astrofísico e participar da missão Marte 1, a ser realizada em 2030 para conquistar o Planeta Marte", resume o cineasta. A história do filme, segundo ele, começa em 2018, com a eleição do atual presidente Bolsonaro, e segue os personagens por alguns meses, abordando os efeitos das mudanças políticas do país, como pano de fundo da história. No elenco, Carlos Francisco, Rejane Faria, Cícero Lucas e Camilla Souza. Filme "Marte 1" vai representar o Brasil no Festival de Cinema Sundance, nos Estados Unidos Filmes de Plástico/Divulgação Samba e futebol O ator protagonista do filme é o sambista Cícero Lucas, de 16 anos, nascido e criado no Aglomerado da Serra, na região Centro-Sul da capital mineira. O intérprete do personagem Deivinho é filho da professora de educação física Viviane Cruz e do cantor e compositor Dé Lucas. O pai de Cícero tem dois discos gravados e parcerias com artistas de renome, como o carioca Moacyr Luz, idealizador do "Samba do Trabalhador". Para Cícero, a vivência no samba e na periferia o ajudou a compor o personagem. "A gente mora em favela, já conhece essa realidade. Então tudo foi bem natural e me ajudou bastante", afirma ele. "Eu já conhecia ele (Cícero) das rodas de samba. Ele é percussionista e toca com o pai. Já tinha um roteiro, a ideia, mas estava longe de filmar. Fiquei com ele na cabeça, foi uma coisa instintiva. Na época, pesquisei garotos que jogavam futebol, mas acabei optando por ele, apesar de não ser um jogador profissional", conta Gabriel Martins. É a primeira vez que o adolescente participa de um longa-metragem e também de um festival de cinema. Filme "Marte 1" foi rodado em 2018 nas cidades de Belo Horizonte e Contagem Filmes de Plástico/Divulgação "Minha expectativa é que o filme alcance os principais festivais nacionais e internacionais, para que as pessoas vejam o tanto que o filme é bom, e pra dar mais oportunidades para nós do elenco e da produtora de fazer algo maior", afirma Cícero Pandemia A nova onda do coronavírus com a variante ômicron impediu a realização do Festival de Cinema Sundance de maneira presencial. A organização do evento optou por manter a mostra no formato on-line. Apesar da frustração, o diretor de "Marte 1" entende "que é muito importante as medidas de precaução à Covid, que ainda é algo muito presente em nossas vidas". "Ainda estamos em pandemia, então, de alguma forma, tem uma frustração por parte da equipe, mas também um entendimento que estamos em uma situação de exceção", completa Gabriel. Para o cineasta, a pandemia é um desafio muito grande para quem produz filmes. "Filmamos um longa no fim de 2021, tivemos essa situação tensa em função da pandemia. Temos projetos a serem filmados neste ano que também podem passar por essa tensão. É uma situação que não conseguimos controlar, tem a iminência de riscos. Seguimos temerosos e frustrados, isso (a pandemia) certamente dificultado muito a vida da produtora", conclui. Os vídeos mais vistos no g1 Minas: . Veja Mais

'BBB22' começa com Pipocas abrindo a casa e três integrantes do Camarote ainda isolados após testarem positivo para Covid

G1 Pop & Arte Linn da Quebrada, Jade Picon e Arthur Aguiar se juntam aos demais na quinta-feira (20), após testarem positivo para a Covid-19. Reality show reúne mais uma vez famosos e anônimos. Bárbara, Eslovênia e Jessilane no primeiro dia do 'BBB22' Reprodução/Globo O "BBB22" começou nesta segunda-feira (17) com a estreia de Tadeu Schmidt na apresentação e só o grupo dos Pipoca, formado por dez participantes anônimos, entrando na casa. Linn da Quebrada, Jade Picon e Arthur Aguiar, integrantes dos famosos do Camarote, ficarão isolados por alguns dias após testarem positivo para a Covid-19 e se juntam aos demais na quinta-feira (20). Veja lista completa dos participantes Os Pipoca do 'BBB22' realizam jogo no primeiro dia da edição Reprodução/Globo Eslovênia foi a primeira a entrar na casa. Ela foi seguida por Eliezer, Vinicius, Jessilane, Lucas, Bárbara, Luciano, Natália, Laís e Rodrigo. Até a primeira interação com o novo apresentador, o Camarote — os dez famosos que integram a edição — ainda não tinha entrado. Douglas Silva, Brunna Gonçalves, Tiago Abravanel e Pedro Scooby entram no 'BBB22' Reprodução/Globo Com isso, os Pipoca realizaram o primeiro jogo do ano. Ao contrário do famoso jogo da discórdia, a ideia era entregar placas com características positivas dos companheiros que tinham acabado de conhecer. A entrada de sete dos integrantes do Camarote aconteceu ao vivo. O primeiro foi Tiago Abravanel, seguido por Brunna Gonçalves, Pedro Scooby, Douglas Silva, Maria, Paulo André e Naiara Azevedo. Tadeu Schmidt em sua estreia na apresentação do 'BBB22' Reprodução/Globo Resumo do 'BBB22': Assim como aconteceu nas últimas edições, o time do reality está dividido entre participantes do Pipoca e do Camarote; As torcidas dos integrantes adotaram emojis para demonstrar em quais times estão; As polêmicas também já tiveram início. E uma delas envolve a cantora Naiara Azevedo e a família da cantora Marília Mendonça; E antes mesmo da estreia e das provas de resistência, Boninho também já contou que o botão de desistência do programa ficará na sala. Os participantes do 'BBB22' mais uma vez são divididos entre Pipoca e Camarote Divulgação Botão da desistência Nesta edição, quem quiser desistir do jogo não vai precisar ir até o confessionário. O botão para desistir do "BBB22" ficará à vista de todos os participantes: logo na sala da casa, como um lembrete constante de que o jogo traz momentos de muita alegria, mas também de tensão e de decisões importantes. "A decisão de sair é séria e, para apertar o botão, será necessário passar por algumas etapas, já que o item está protegido em uma caixa iluminada, fechada por escotilha. Além disso, ele só poderá ser acionado quando indicado pela luz verde, em horários determinados. Se estiver vermelho, não tem jeito. Pode até fazer a mala, mas vai ter que esperar." Boninho mostra novo botão para desistir do "BBB22" Reprodução/Instagram Mais detalhes do jogo O líder terá mais privilégios e ganhou um quarto novo. Dessa vez, ele vai ficar no segundo andar da casa e terá outras novidades; Prova Bate e volta segue no programa. VIP e Xepa ficarão frente a frente. Antes da festa do líder os brothers poderão comprar itens adicionais com suas estalecas para turbinar a comemoração. O público vai poder ver o Cinema do Líder em casa. O filme exibido para os brothers será transmitido na Sessão Cinema do Líder, nas noites de terça na TV Globo. A casa terá mudanças e novos ambientes. O banheiro principal é o único com chuveiro. O humor segue garantido, com um quadro que fará um resumo divertido do que rolou na semana. A editoria do BBB no Receitas.com vai ensinar a fazer pratos inspirados nos que os participantes consomem na casa. Na #RedeBBB, a programação chegará com atrações de segunda a sexta-feira: Bate-Papo BBB com o eliminado, Parada BBB e Mesa BBB, entre outros formatos, estão confirmados. O público não vai perder nenhum momento do BBB no Globoplay. Será possível acompanhar as câmeras ao vivo, trechos, programas na íntegra e o Click BBB na plataforma de streaming. Antes de a nova edição começar, o Aquecimento BBB vai trazer os melhores momentos do "BBB 21" em 16 episódios no Multishow. O momento de colocar as cartas na mesa também está confirmado, com mais uma edição extra – e especial – com o reencontro dos participantes da temporada na TV Globo. Veja Mais

Jamie Auld, atriz que interpretou Madonna em documentário, morre aos 26 anos

G1 Pop & Arte Informação foi confirmada pelo diretor de 'Madonna and the Breakfast Club' e pela página oficial do documentário. Causa da morte não foi divulgada. Jamie Auld no filme 'Madonna and the Breakfast Club'; atriz morreu aos 26 anos Reprodução/Instagram/JamieAuld Jamie Auld, atriz que interpretou Madonna no documentário "Madonna and the Breakfast Club", morreu aos 26 anos. A causa da morte não foi divulgada. A informação foi confirmada por Guy Guido, diretor, produtor e roteirista do filme lançado em 2019. Na página do longa também foi publicada uma homenagem à atriz na sexta-feira (14). "Aos nossos amigos e fãs, estamos muito tristes em dizer que nossa querida, linda e amada Jamie Auld se foi. Ela vai sempre ser nosso anjo e estará para sempre em nossos corações". Initial plugin text Já Guy Guido se referiu à atriz como "um anjo na Terra" ao homenageá-la. "Você foi um anjo na terra e sou eternamente grato por tê-lo conhecido. Nossos caminhos foram feitos para se cruzar nesta vida e eu nunca vou te esquecer. Eu te amo". Jamie Auld interpretou Madonna no documentário 'Madonna and the Breakfast Club' Reprodução/Instagram/Guy Guido Foi o diretor quem "descobriu" a atriz enquanto ela trabalhava em uma loja de Nova York e a convidou para o filme por conta da semelhança com a cantora pop. A última foto da atriz foi postada no Instagram no dia 26 de dezembro. Ela nasceu em Pasadena, na Califórnia, em 1995. O documentário sobre a vida de Madonna lançado há dois está disponível no streaming Hulu. Veja Mais

'Bolsonaro definitivamente diria às pessoas para não olhar para cima', diz diretor do filme com sátira negacionista

G1 Pop & Arte Em 'Não olhe para cima', Adam McKay retrata pessoas que ignoram um meteoro prestes a acabar com o planeta. No Twitter, ele comentou o artigo do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, que compara o PT a um cometa nas eleições. Jennifer Lawrence, Leonardo DiCaprio, Meryl Streep, Jonah Hill e o diretor e roteirista Adam McKay no lançamento do filme 'Não Olhe Para Cima' Evan Agostini/Invision/AP Adam McKay, diretor e roteirista do filme "Não olhe para cima", comentou um artigo do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, no qual ele compara o Partido dos Trabalhadores (PT) a um cometa nas eleições. No texto, publicado no jornal "O Globo" neste domingo (16), o ministro faz críticas à política econômica do PT, defende a reeleição do presidente Jair Bolsonaro e cita o filme como defesa de seu argumento: "Nada melhor que encerrar este artigo inspirado no título do filme que será o que o eleitor brasileiro fará cada vez mais quando chegar a hora: olhe para cima. Ao fazer isso e pensar no dia seguinte da eleição, não optará pelo cometa do PT", escreve. Em resposta a esse artigo, McKay fez uma postagem em seu Twitter nesta segunda (17), rejeitando a comparação. "Bolsanaro [sic] definitivamente diria às pessoas para não olhar para cima", publicou o diretor. Ele escreveu o nome do presidente com grafia errada. "Não olhe para cima" retrata pessoas que ignoram um meteoro prestes a acabar com o planeta. É uma sátira com negacionistas e crítica sobre a inação política diante das mudanças climáticas. Initial plugin text Com diversos queridinhos do Oscar, como Leonardo DiCaprio ("O regresso"), Jennifer Lawrence ("O lado bom da vida"), Meryl Streep ("A dama de ferro") e Cate Blanchett ("Blue Jasmine"), a produção estreou em dezembro na Netflix. "Não olhe para cima" conta a história de uma dupla de astrônomos americanos (DiCaprio e Lawrence) que lutam para alertar as autoridades após descobrir que um cometa está em rota de colisão com a Terra. Assista ao Trailer de 'Não Olhe Para Cima' De início, há um déjà vu inevitável com as tramas de "Impacto Profundo" e "Armagedom" (1998), mas as coisas mudam de rumo quando a presidente conservadora e falastrona interpretada por Streep se mostra menos preocupada com o fim do planeta do que com sua popularidade na próxima eleição. Desesperados com a falta de ação governamental, os protagonistas se perdem entre entrevistas para programas sensacionalistas e reações desconfiadas nas redes sociais enquanto tentam salvar a humanidade – e suas próprias vidas. Cate Blanchett, Tyler Perry, Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence em cena de 'Não olhe para cima' Niko Tavernise/Netflix Veja Mais

Novo 'Pânico' tira liderança de 'Homem-aranha' em bilheterias dos EUA

G1 Pop & Arte O novo "Pânico", da Paramount Pictures, estreou com US$ 30,6 milhões em vendas de ingressos neste fim de semana, de acordo com estimativas do estúdio feitas no domingo. Pânico Divulgação Depois de um mês na liderança, "Homem-aranha: Sem Volta para Casa" foi finalmente ultrapassado nas bilheterias dos Estados Unidos. O novo "Pânico", da Paramount Pictures, estreou com US$ 30,6 milhões em vendas de ingressos neste fim de semana, de acordo com estimativas do estúdio feitas no domingo. Novo 'Pânico' respeita legado do criador e revitaliza franquia de terror para nova geração; g1 já viu Incluindo as vendas de segunda-feira (17), dia do feriado de Martin Luther King no país, a Paramount prevê que o valor chegue a US$ 35 milhões. O filme, que é o quinto da franquia, custou cerca de US$ 24 milhões para ser feito, além de outros US$ 18 milhões em 50 mercados internacionais. Já o "Homem-Aranha: Sem Volta para Casa" acabou caindo para o segundo lugar, depois de ficar na liderança por quatro finais de semana nos EUA. De sexta a este domingo, o filme arrecadou US$ 20,8 milhões e a Sony Pictures prevê que com mais US$ 5,2 milhões de vendas na segunda, o filme acumule receita de US$ 703,9 milhões, superando “Pantera Negra” e passando para o quarto lugar de todos os tempos. Essa marca deve colocar o filme atrás apenas de “Avatar” (US$ 760 milhões), “Vingadores: Ultimato” (US$ 858 milhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 936 milhões). No mundo, “No Way Home” arrecadou US$ 1,6 bilhão. Veja a seguir as vendas de ingressos estimadas de sexta-feira a domingo nos cinemas dos EUA e do Canadá, de acordo com a Comscore: "Pânico", US$ 30,6 milhões. "Homem-Aranha: Sem Caminho para Casa", US$ 20,8 milhões. “Sing 2”, US$ 8,3 milhões. “Os 355”, US$ 2,3 milhões. “O Homem do Rei”, US$ 2,3 milhões. “Belle”, US$ 1,6 milhão. “American Underdog”, US$ 1,6 milhão. “West Side Story”, US$ 948 mil “Pizza de Alcaçuz,” US$ 880 mil. "As Ressurreições Matrix", US$ 815 mil Veja Mais

Corpo de Elza Soares será velado no Theatro Municipal e levado em carro aberto até o cemitério

G1 Pop & Arte Cerimônia será aberta das 10h às 14h; ela morreu de causas naturais, em casa. Uma das maiores cantoras do Brasil, lançou 34 discos com mistura de samba, jazz, eletrônica, hip hop e funk. Elza Soares: um ícone da música brasileira O corpo de Elza Soares, que morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), será velado no Theatro Municipal do Rio, no Centro da Cidade, na sexta-feira (21). A cerimônia será fechada para familiares e amigos, das 8h às 10h, e aberta ao público das 10h às 14h. Em seguida, um carro do Corpo de Bombeiros fará o translado pela Av Atlântica – onde ela morou por muitos anos – até o cemitério Jardim da Saudade Sulacap, onde haverá velório na Capela VIP às 15h (restrito aos familiares e amigos) e sepultamento, às 16h, no setor do Cristo Redentor, em homenagem à cantora. A informação da morte foi dada pela assessoria de imprensa da cantora: "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", disse o comunicado. HOMENAGENS: artistas lamentam VÍDEOS: relembre a carreira FOTOS: palco, carnaval, discos Corpo de Elza Soares será velado no Theatro Municipal na sexta: relembre a trajetória da cantora e veja a repercussão da morte Do sambalanço à eletrônica Elza Gomes da Conceição é considerada uma das maiores cantoras da música brasileira, com carreira no samba que começou no final dos anos 50. O início veio como parte da cena do sambalanço com "Se Acaso Você Chegasse", em 1959. PERFIL: Elza foi gigante e 'cantou até o fim' Elza morreu exatamente 39 anos após Garrincha MAURO FERREIRA analisa 'voz transcendental' Elza Soares canta no palco do Fantástico Nos 34 discos lançados, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e dizia que a mistura era proposital. O último disco lançado foi "Planeta Fome", em 2019. A expressão era uma alusão ao episódio em que foi constrangida por Ary Barroso no programa de calouros que participou nos anos 50. "De que planeta você vem, menina?", ele disse. E ela respondeu: "Do mesmo planeta que você, seu Ary. Eu venho do Planeta Fome." Retrato de Elza Soares durante entrevista na capital paulista em março de 1986 Nem de Tal/Estadão Conteúdo/Arquivo "Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante", comparava Elza. "Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo." Desde que lançou o álbum "A mulher do fim do mundo", em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico. “Me deixem cantar até o fim”, pediu Elza em verso da música que batiza o álbum. Começo no samba Mais voltada para o samba, a primeira fase da cantora tem discos gravados nos anos 60 com o cantor Miltinho (1928–2014) e o baterista Wilson das Neves (1936–2017). Fazem parte desta era lançamentos como "O samba é Elza Soares" (1961), "Sambossa" (1963), "Na roda do samba" (1964) e "Um show de Elza" (1965). Mané Garrincha e Elza Soares no aeroporto do Aeroporto do Galeão ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO Outras fases vieram. Nos anos 70, escolheu cantar o samba de ritmo mais tradicional. A fase rendeu sucessos como "Salve a Mocidade" (Luiz Reis, 1974), "Bom dia, Portela" (David Correa e Bebeto Di São João, 1974), "Pranto livre" (Dida e Everaldo da Viola, 1974) e "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê, 1976). A cantora amargou período de ostracismo na década de 1980. Pensou até em desistir da carreira, mas resolveu procurar Caetano Veloso, em hotel de São Paulo, para pedir ajuda. Globo de Ouro: Elza Soares (1980) O auxílio veio na forma de convite para participar da gravação do samba-rap "Língua", faixa do álbum do cantor, "Velô" (1984). Essa participação mostrou a bossa negra de Elza Soares a uma nova geração e abriu caminho para que a cantora lançasse, em 1985, um álbum menos voltado para o samba. "Somos todos iguais" tinha música de Cazuza (1958–1990). Em 2002, com direção artística de José Miguel Wisnik, fez um dos álbuns mais modernos da discografia, "Do cóccix até o pescoço". No ano seguinte, foi a vez de "Vivo feliz", mais voltado para a eletrônica. Elza seguia fazendo shows até antes da pandemia da Covid-19 e cantou em lives. Ela estava produzindo um novo álbum de estúdio que pode ter lançamento póstumo. Nesta semana, ela também se apresentou em shows no Theatro Municipal de São Paulo que foram gravados para o lançamento de um DVD. VÍDEOS: ELZA SOARES / Veja Mais

Elza Soares: relembre frases marcantes da cantora

G1 Pop & Arte Cantora, que morreu aos 91 anos nesta quinta-feira (20), era uma frasista nata e pensadora do seu tempo. Elza Soares dizia que vinha do "Planeta Fome" Cantora, símbolo para várias gerações e frasista emblemática para definir sua vida e o mundo. Essa era uma das facetas de Elza Soares, que morreu nesta quinta-feira (20) aos 91 anos. O g1 reuniu algumas dessas frases para relembrar o pensamento e a vida da cantora. “Venho do planeta Fome” – em 1953, ao se apresentar no programa de Ary Barroso e ser perguntada por ele de quem planeta a menina simples tinha vindo. Elza Soares em uma das suas primeiras apresentações Reprodução "Vim do planeta Fome e continuo no planeta Fome. É um país desigual, é uma coisa horrível, a gente vive nisso" – em entrevista ao G1 em 2020 ao comentar a situação do país. Elza Soares durante entrevista no Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 2021 Ricardo Moraes/Reuters “Pensei que era de comer” – explicando em entrevista à revista Isto É, em 2001, o que pensou ao ouvir pela primeira vez o nome de Louis Armstrong. Elza e Louis: ela cantou com os maiores Reprodução “A Mocidade para mim está no sangue” – sobre a escola de samba da qual era madrinha e apaixonada. Elza Soares durante desfile da Mocidade, da qual foi enredo Marcos Serra Lima/G1 “Minha primeira academia foi subir o morro carregando lata d’água na cabeça. Não existe academia melhor. As pernas ficam gostosas, o bumbum duro. Daí, quando me pergunta a minha idade, respondo que tenho a idade da bunda dura. Esse é o país das bundas” – em entrevista ao EGO, em 2009, sobre idade e boa forma. Elza Soares Reprodução “Na minha época, mulher só tinha o direito de apanhar calada” – em entrevista ao site EGO, em 2016, sobre ser feminista. A cantora Elza Soares Divulgação “Machistas não passarão" – durante sua apresentação no palco do Rock in Rio, em 2019. Rock in Rio 2019: Elza Soares faz show no palco Sunset neste domingo (29) Alexandre Durão/G1 Veja Mais

'BBB22': Jade Picon, Linn da Quebrada e Arthur Aguiar entram no reality após se curarem da Covid-19

G1 Pop & Arte Três membros do Camarote ficaram em isolamento após serem diagnosticados com a doença e por isso não entraram no jogo no início da semana com os outros 17 participantes do programa. Jade Picon, Linn da Quebrada e Arthur Aguiar entram no reality nesta quinta-feira (20), às 13h Reprodução/Instagram/Jade Picon-Globo/Mauricio Fidalgo-Matheus Rodrigues e Michelly Machado / Black Comunicação Jade Picon, Linn da Quebrada e Arthur Aguiar se juntaram aos outros participantes do "BBB22" no início da tarde desta quinta-feira (20). O trio ficou de fora da estreia do jogo por estarem isolados após serem diagnosticados com Covid-19. Agora, se unem aos outros 17 participantes do reality show. E de acordo com o site do "BBB22", eles se juntarão aos demais "de um jeito inovador e sem prejuízo das dinâmicas do jogo". 'BBB22': Veja lista completa dos participantes A chegada do trio foi transmitida ao vivo em um plantão exclusivo na TV Globo, além de seguir com exibição no Globoplay, para assinantes, e no pay-per-view do programa. Linn foi a primeira a entrar na casa, seguida de Arthur. A última foi Jade, que logo que encontrou a cantora, agradeceu por um momento musical ainda no isolamento: "Ontem eu estava muito triste e você ficou cantando. Obrigada". Jade Picon, Linn da Quebrada e Arthur Aguiar entram no "BBB22" Reprodução/Globo Com a chegada dos três, o time do Camarote fica completo. Assim, será a vez do grupo Camarote disputar sua primeira prova valendo imunidade. Na disputa com o time Pipoca, Bárbara e Lais levaram a melhor após uma prova que durou 12 horas. Saiba mais sobre os três participantes: Jade Picon: influenciadora e empresária tem mais de 13,7 milhões de seguidores no Instagram Linn da Quebrada: Cantora, atriz e apresentadora é referência na comunidade LGBTQIA+ Arthur Aguiar: ator e cantor foi nadador e tem relação conturbada com Mayra Cardi Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Após vazamento de vídeo íntimo, polícia pede à Justiça medida protetiva para Natália, do BBB22

G1 Pop & Arte Família de participante tomou conhecimento de imagens e registrou boletim de ocorrência em Belo Horizonte nesta terça-feira (19). Natália Deodato é designer de unhas em BH Redes sociais A Polícia Civil de Minas Gerais informou, nesta quarta-feira (19), que requereu à Justiça uma medida protetiva para Natália Deodato, participante do BBB22, que teve um vídeo íntimo vazado nas redes sociais. O suspeito de ter divulgado as imagens é um homem de 39 anos. Ainda conforme a polícia, um procedimento investigatório foi instaurado para apuração dos fatos. BBB22: Acompanhe tudo sobre o reality Nessa terça-feira (18), a família da jovem de 22 anos, que é modelo e designer de unhas, procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Belo Horizonte, para registrar um boletim de ocorrência. A reportagem do g1 Minas aguarda um posicionamento do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para saber se alguma decisão já foi tomada. Natália entrou na casa do BBB22 na última segunda-feira Reprodução/Globoplay Veja a nota na íntegra da Polícia Civil: "A Polícia Civil recebeu a denúncia, ontem (18/1) à noite, na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em BH, e foi instaurado procedimento investigatório para apuração dos fatos. O suspeito, de 39 anos, é investigado por injúria, mas os trabalhos policiais seguem em andamento para identificar eventuais crimes praticados no âmbito da violência doméstica. A autoridade policial, responsável pela investigação, requereu medida protetiva para a vítima ao Judiciário". A Polícia Civil não explicou por que o crime de injúria foi incluído neste momento. LEIA TAMBÉM: Mineira escolhida no BBB é designer de unhas em BH e usa as redes sociais para falar sobre vitiligo Modelo mineira que está no BBB já foi musa de escola de samba em Belo Horizonte Conforme a lei 13.718/18, em caso de "oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio – inclusive por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática – que contenha cena de sexo sem o consentimento da vítima", a pena pode variar de um a cinco anos de reclusão. "A pena é aumentada de 1/3 (um terço) a 2/3 (dois terços) se o crime é praticado por agente que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o fim de vingança ou humilhação", diz ainda. Natália Deodato é designer de unhas em BH Redes sociais 'É maldade coletiva', diz mãe de Natália Na noite dessa terça-feira (18), a mãe da jovem, Daniela Rocha, começou a receber o vídeo e montagens através do WhatsApp. "Um indivíduo fez um grupo, colocou o vídeo, montagens e começou a espalhar. Eu, como mãe, me senti indignada em saber que existem pessoas sujas que não gostam de ver o sucesso dos outros. É muito triste isso tudo, outras pessoas espalhando. É uma maldade coletiva", desabafou ao g1 Minas a mãe da jovem, Daniela Rocha, que recebeu as imagens pelo WhatsApp. Segundo Daniela, após o registro do boletim de ocorrência, a família ainda pretende tomar outras medidas. "A Natália já é uma vencedora de estar lá, uma negra com vitiligo. Estamos felizes com a entrada dela, é tudo muito novo para gente. Faço um apelo para que as pessoas não compartilhem as imagens, é crime. Isso não vai ser cobrado só pela Justiça, tem um Deus que tudo vê", afirmou. Suspeito de divulgar vídeo já tinha ameaçado publicar imagens Conforme consta no registro policial, o suspeito de ter divulgado o vídeo já tinha ameaçado mostrar as imagens há cerca de dois anos. No entanto, à época, ele não o fez, mas teria jogado o vídeo nas redes sociais após a entrada de Natália no BBB22. Além disso, ainda de acordo com o boletim, outros perfis em redes sociais ofereceram enviar as imagens caso recebessem dinheiro via PIX. A reportagem do g1 tentou contato no número que estaria divulgando o vídeo, mas ele está "temporariamente programado para não receber chamadas". Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Equipe de participante se pronuncia nas redes sociais Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe responsável pelas redes sociais da participante se posicionou através do Twitter. Veja: Equipe de Natália se posicionou no Twitter Redes Sociais / Divulgação "Procuramos saber de onde veio o vídeo e, junto com a família, já tomamos as providências necessárias. Assumimos as redes da Natália na última segunda-feira com um total de 25 pessoas. Estamos acompanhando tudo e pedimos que esse vídeo não seja repassado", disse Frederico Freitas, que faz parte do grupo. Perfil de Natália Natália trabalha em um salão de beleza em Belo Horizonte com a mãe. No vídeo de apresentação do BBB22, ela contou que começou a trabalhar aos 8 anos fazendo bombons para vender e, desde criança, sonha em trabalhar na TV como atriz ou apresentadora. Aos 15 anos, ela se casou e se divorciou aos 18. Atualmente, está solteira e tem crush no rapper Xamã. Além de designer de unhas, a jovem trabalha como modelo e usa as redes sociais para falar sobre vitiligo, que descobriu aos 9 anos. Em 2020, ela desfilou na Acadêmicos de Venda Nova no Carnaval de 2020 em Belo Horizonte. Mineira que está no BBB foi musa em escola de samba de BH Redes sociais Outra BBB mineira já teve vídeo íntimo vazado Não é a primeira vez que uma participante mineira tem um vídeo íntimo vazado nas redes sociais. Em 2012, a modelo Renata Dávila também teve imagens divulgadas. À época, pelo Twitter, a jovem disse que o caso já estava com advogados. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas: Veja Mais

Família de Natália, do BBB22, denuncia à polícia vazamento de vídeo íntimo da participante: 'Maldade coletiva'

G1 Pop & Arte Conforme registro policial, há dois anos, uma pessoa já havia ameaçado expor as imagens, não fez, mas soltou após o início do programa. Polícia iniciou apuração nesta quarta-feira (19) e já pediu medida protetiva para a vítima. Natália entrou na casa do BBB22 na última segunda-feira Reprodução/Globoplay A família da modelo e designer de unhas Natália Deodato, participante do 'BBB22', procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Belo Horizonte, para registrar um boletim de ocorrência após a participante ter um vídeo íntimo vazado nas redes sociais. Nesta quarta-feira (19), a Polícia Civil informou que foi instaurado procedimento investigatório para apuração dos fatos e que também já foi feito pedido de medida protetiva (leia mais abaixo). 'BBB22': acompanhe tudo sobre o reality Confira a lista completa de participantes Na noite dessa terça-feira (18), a mãe da jovem, Daniela Rocha, começou a receber o vídeo e montagens através do WhatsApp. "Um indivíduo fez um grupo, colocou o vídeo, montagens e começou a espalhar. Eu, como mãe, me senti indignada em saber que existem pessoas sujas que não gostam de ver o sucesso dos outros. É muito triste isso tudo, outras pessoas espalhando. É uma maldade coletiva", desabafou ao g1 Minas. Natália Deodato é designer de unhas em BH Redes sociais Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Segundo Daniela, após o registro do boletim de ocorrência, a família ainda pretende tomar outras medidas. "A Natália já é uma vencedora de estar lá, uma negra com vitiligo. Estamos felizes com a entrada dela, é tudo muito novo para gente. Faço um apelo para que as pessoas não compartilhem as imagens, é crime. Isso não vai ser cobrado só pela Justiça, tem um Deus que tudo vê", afirmou. LEIA TAMBÉM: Sem saber de críticas, Naiara Azevedo canta trecho de música com Marília Mendonça Naiara Azevedo, Marília Mendonça e 'BBB22': entenda a polêmica Natália Deodato é designer de unhas em BH Redes sociais Suspeito de divulgar vídeo já tinha ameaçado publicar imagens Conforme consta no registro policial, o suspeito de ter divulgado o vídeo já tinha ameaçado mostrar as imagens há cerca de dois anos. No entanto, à época, ele não o fez, mas teria jogado o vídeo nas redes sociais após a entrada de Natália no BBB22. Além disso, ainda de acordo com o boletim, outros perfis em redes sociais ofereceram enviar as imagens caso recebessem dinheiro via PIX. A reportagem do g1 tentou contato no número que estaria divulgando o vídeo, mas ele está "temporariamente programado para não receber chamadas". LEIA TAMBÉM: VITILIGO: entenda a doença que afeta Natália e 1% da população mundial PERFIL: Natália é designer de unhas em BH e usa redes sociais para falar sobre vitiligo Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Medida protetiva e o que diz a lei Além de instaurar o procedimento investigatório, a Polícia Civil também requereu à Justiça uma medida protetiva. Veja a nota na íntegra da instituição: "A Polícia Civil recebeu a denúncia, ontem (18/1) à noite, na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em BH, e foi instaurado procedimento investigatório para apuração dos fatos. O suspeito, de 39 anos, é investigado por injúria, mas os trabalhos policiais seguem em andamento para identificar eventuais crimes praticados no âmbito da violência doméstica. A autoridade policial, responsável pela investigação, requereu medida protetiva para a vítima ao Judiciário". A Polícia Civil não explicou por que o crime de injúria foi incluído neste momento. Conforme a lei 13.718/18, em caso de "oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio – inclusive por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática – que contenha cena de sexo sem o consentimento da vítima", a pena pode variar de um a cinco anos de reclusão. "A pena é aumentada de 1/3 (um terço) a 2/3 (dois terços) se o crime é praticado por agente que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o fim de vingança ou humilhação", diz ainda. Equipe de participante se pronuncia nas redes sociais Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe responsável pelas redes sociais da participante se posicionou através do Twitter. Veja: Equipe de Natália se posicionou no Twitter Redes Sociais / Divulgação "Procuramos saber de onde veio o vídeo e, junto com a família, já tomamos as providências necessárias. Assumimos as redes da Natália na última segunda-feira com um total de 25 pessoas. Estamos acompanhando tudo e pedimos que esse vídeo não seja repassado", disse Frederico Freitas, que faz parte do grupo. Perfil de Natália Natália trabalha em um salão de beleza em Belo Horizonte com a mãe. No vídeo de apresentação do BBB22, ela contou que começou a trabalhar aos 8 anos fazendo bombons para vender e, desde criança, sonha em trabalhar na TV como atriz ou apresentadora. Aos 15 anos, ela casou e se divorciou aos 18. Atualmente, está solteira e tem crush no rapper Xamã. Além de designer de unhas, a jovem trabalha como modelo e usa as redes sociais para falar sobre vitiligo, que descobriu aos 9 anos. Em 2020, ela desfilou na Acadêmicos de Venda Nova no Carnaval de 2020 em Belo Horizonte. Mineira que está no BBB foi musa em escola de samba de BH Redes sociais Outra BBB mineira já teve vídeo íntimo vazado Não é a primeira vez que uma participante mineira tem um vídeo íntimo vazado nas redes sociais. Em 2012, a modelo Renata Dávila também teve imagens divulgadas. À época, pelo Twitter, a jovem disse que o caso já estava com advogados. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas: Veja Mais

'Wordle' e 'Termo': história de amor se transformou em jogo de palavras que é sensação em 2022

G1 Pop & Arte Jogo feito por engenheiro de software para namorada passou de 90 para 2 milhões de jogadores diários em quatro meses. Jogador precisa acertar a palavra do dia em 6 tentativas e sem dicas. Wordle, jogo de palavras que virou sensação mundial Brandon Bell / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP Junte um desafio simples, a chance de se exibir na internet e pertencer a um grupo e terá a nova sensação do momento: "Wordle", um jogo de navegador em que o jogador precisa acertar a palavra do dia, com cinco letras, seis tentativas e zero pistas. Depois de completar o desafio, o usuário pode compartilhar seu resultado nas redes sociais. O jogo já se tornou febre e viu seus números crescerem de maneira meteórica: Em novembro, eram 90 jogadores por dia No começo de janeiro, escalou para mais de 300 mil No meio de janeiro, o número de jogadores diários ultrapassava 2 milhões Ele fez tanto sucesso que ganhou uma versão brasileira: "Termo". Os dois funcionam da mesma forma. LEIA TAMBÉM: Qual a maior aquisição do mercado de games? Conheça maiores aquisições da indústria de games Como jogar 'Termo', versão brasileira do 'Wordle', é jogo simples em que usuário precisa descobrir palavra do dia em 6 tentativas Reprodução/Termo O jogador precisa acertar a palavra do dia, sempre com cinco letras. Para isso, ele tem seis tentativas. Depois de cada tentativa, o jogo indica se a letra está na palavra na posição certa. Se sim, ela aparecerá pintada de verde. Caso a letra esteja na palavra, mas na posição errada, ela ficará pintada de amarelo. Se a letra não estiver na palavra, ela não ganha cor. Se o jogador errar após as seis tentativas, o jogo revela a palavra do dia. Uma nova palavra só surge no dia seguinte. Uma história de amor O Wordle é uma brincadeira com o nome de seu criador: o engenheiro de software Josh Wardle. O ex-engenheiro do Reddit criou o jogo em 2021 como uma forma de presente para a namorada Palak Shah, que ama games com palavras. Então, ele resolveu fazer criar o Wordle só para os dois. O link se espalhou no grupo de Whatsapp da família deles e deixou todo mundo viciado no desafio. Vendo o potencial de sua brincadeira, Wardle liberou o jogo para o mundo em outubro de 2021. Ele ganhou mais popularidade quando alguns fãs famosos passaram a compartilhar seus resultados, como o apresentador Jimmy Fallon e o baterista da banda The Lumineers, Jeremiah Fraites, que acerta quase todas em pouquíssimas tentativas. Initial plugin text Initial plugin text O compartilhamento dos resultados de maneira enigmática - apenas quadradinhos nas redes - é um dos motivos que mais desperta curiosidade e atrai jogadores, acredita Wardle. Ele teve a ideia depois de ver uma jogadora da Nova Zelândia publicar seus resultados com emojis coloridos no Twitter. Apesar de ter virado febre, o jogo mantém sua essência simples: sem aplicativo, banners de propaganda ou meios de fazer o jogador gastar dinheiro. Em entrevista ao jornal "The New York Times", Wardle revelou que tinha criado o protótipo do jogo em 2013, mas seus amigos não ficaram empolgados com a ideia. O engenheiro retomou o projeto em 2020, quando ele e a namorada passaram a maior parte da pandemia jogando palavras cruzadas. Versão brasileira A versão brasileira do jogo de sucesso foi desenvolvida pelo engenheiro do Google Fernando Serboncini. Ele é paulistano, mas trabalha no Canadá. Serboncini criou seu primeiro jogo em 2012 e fez outra tentativa em 2015. A partir de 2018, pegou gosto pela coisa e criou um jogo por ano até 2020, dois em 2021 e, finalmente, Termo em 2022. Ele foi lançado em 5 de janeiro. Menos de 10 dias depois, alcançou 100 mil jogadores por dia. O volume derrubou o servidor do jogo, que teve de ser trocado por um com quatro vezes o tamanho do anterior, segundo Serboncini. O jogo criado pelo brasileiro também é sucesso em Portugal. Semana Pop fala sobre games 'play to earn', um novo modelo de jogos com blockchain e NFTs Veja Mais

Gabriel García Márquez teve filha fora do casamento, diz jornal

G1 Pop & Arte Artigo do jornal colombiano 'El Universal' afirma que o escritor teve filho com a jornalista mexicana Susana Cato, 33 anos mais jovem. Indira Cato tem hoje 31 anos. O escritor Gabriel García Márquez, em foto de março de 2014 AP Photo/Eduardo Verdugo Um segredo do escritor colombiano Gabriel García Márquez foi revelado quase oito anos após a sua morte: Indira Cato, uma filha que Gabo teve fora do casamento com uma jornalista e escritora mexicana, segundo o jornal colombiano 'El Universal'. Casado por 50 anos com Mercedes Barcha, já falecida, García Márquez manteve um relacionamento até hoje publicamente desconhecido com Susana Cato, uma mexicana 33 anos mais jovem que ele e a quem conheceu em Cuba. Eles escreveram juntos roteiros para o cinema e ela o entrevistou para uma publicação colombiana. De seu relacionamento nasceu Indira, hoje uma produtora de cinema de 31 anos, revelou Gustavo Tatis em um artigo no "El Universal". "Um pouquinho antes da morte de Gabriel García Márquez, chegou até mim o boato, e ao longo destes oito anos, o boato me perturbava e verifiquei se a informação era verdadeira", contou o jornalista nesta segunda-feira (17) à W Radio. Em seu extenso artigo intitulado "Una hija, el secreto mejor guardado de Gabriel García Márquez", (Uma filha, o segredo mais bem guardado de Gabriel García Márquez, em tradução livre), o jornalista garante ter confirmado a notícia com o biógrafo, familiares e um dos melhores amigos do escritor. Segundo seu relato, durante este tempo, ele manteve a informação em sigilo por respeito à esposa do autor de "Cem anos de Solidão". "Esperamos que Mercedes morresse para divulgá-la", acrescentou. Tatis, citando sempre pessoas próximas do Nobel de Literatura, não explica se Barcha soube da existência de Indira. "É muito provável que Mercedes intuísse o que tinha acontecido entre Susana e García Márquez, mas até o final de sua vida, manteve discrição e silêncio. No entanto, a revelação da existência de Indira foi um cataclismo familiar", acrescenta no artigo. "Até o final, García Márquez esteve de olho nela", assegura Tatis. O Nobel de Literatura de 1982 dizia nos anos 1990 que "todo escritor tinha três vidas: uma pública, uma privada e outra secreta". E que em seu caso, "em cada uma de suas três vidas, as mulheres tinham sido chave", lembrou o jornalista. García Márquez morreu no México em abril de 2014 aos 87 anos e sua esposa, Mercedes, em 2020, com a mesma idade. Eles deixaram dois filhos, Gonzalo e Rodrigo, que publicou no ano passado o livro "Gabo y Mercedes, una despedida", sobre os últimos dias do escritor. Veja Mais

'Maysa - Quando fala o coração': série estreia no Globoplay nesta segunda-feira (17)

G1 Pop & Arte Série sobre a cantora e compositora foi dirigida pelo filho, Jayme Monjardim, e exibida pela primeira vez em 2009. Saiba mais sobre a produção estrelada por Larissa Maciel. Laryssa Maciel em 'Maysa' Renato Rocha Maciel / Globo A minissérie "Maysa - Quando fala o coração", estreia no Globplay nesta segunda-feira (17). A produção conta a história da cantora e compositora Maysa, escrita por Manoel Carlos e dirigida por Jayme Monjardim, filho da artista. A minissérie relembra a trajetória da artista inovadora, que causou escândalo ainda na adolescência ao usar calças compridas, fumar na rua e se maquiar aos 13 anos. Em entrevista ao Memória Globo, Manoel Carlos conta como a atriz Larissa Maciel foi selecionada para interpretar a protagonista: “A escolha da Larissa foi uma sorte grande. Desde a elaboração da minissérie, esbarrava-se sempre nisso: quem fará a Maysa? Porque ela tinha uma presença física muito familiar para uma geração toda, os olhos dela inspiraram poemas do Manuel Bandeira." "Os olhos da Maysa eram muito especiais. Eu, que a conheci pessoalmente, convivi um tempo com ela, me lembro muito bem desse fascínio que ela exercia nos homens, ela era muito sedutora. Então, a escolha da atriz tinha que bater nesses pontos todos, coincidir." "O Jayme me contou quando foi conhecer a menina em Porto Alegre, começou a conversar com ela e ficou bem impressionado. Ela veio para o Rio e, na maquiagem, no figurino, no texto que eu já tinha escrito, ela começou a encontrar a Maysa. E ela tinha os olhos da Maysa. E isso foi o que o Jayme disse: ‘Bom, já temos uma atriz que tem os olhos da minha mãe, agora o resto a gente vai conseguir’. E conseguimos mesmo, ela ficou muito parecida. Então, foi uma escolha muito feliz. Deu tudo certo”. Laryssa Maciel em 'Maysa' Renato Rocha Miranda / Globo Maysa começou a compor desde cedo, mas suas composições ficavam restritas aos diários e anotações íntimas. Cantava apenas em casa, nas muitas festas oferecidas por seus pais, Inah (Ângela Dip) e Monja (Nelson Baskerville). Boêmio, o pai convivia com muitos artistas e sempre promovia saraus em sua casa. Aos 17 anos, Maysa casou-se com o bilionário André Matarazzo (Eduardo Semerjian), poderoso empresário da indústria brasileira, quase 20 anos mais velho do que ela. Com ele, teve seu único filho: Jayme Monjardim Matarazzo (André Matarazzo / Jayme Matarazzo Filho). Encantado por Maysa desde a primeira vez que a viu, André Matarazzo sempre esteve presente na vida da amada – desde que ela ainda era uma criança. Os anos se passaram, e a jovem Maysa foi se apaixonando por André. Os dois assumiram publicamente o compromisso na festa de aniversário de 17 anos da jovem. Pouco tempo depois, em uma sessão de cinema, ele a pediu em casamento. Maysa - Quando Fala o Coração: Maysa e André em lua de mel na Europa A relação, porém, não foi suficiente para deixar Maysa feliz. Ela tinha outros sonhos. Além disso, sentia-se sozinha na mansão dos Matarazzo, não conseguindo se adaptar ao ambiente tradicional, diferente do clima festivo da casa dos pais. A repressão ostensiva, os compromissos profissionais do marido e as críticas da sogra, a matriarca Amália Matarazzo (Denise Weinberg), agravaram sua solidão. A mãe de André era radicalmente contra os anseios artísticos da nora, cujo talento foi descoberto quando Maysa ainda estava grávida. Na época, ela recebeu uma proposta para gravar um disco com letras e músicas de sua autoria. O marido imediatamente se opôs, mas acabou cedendo, desde que a gravação fosse beneficente e realizada somente após o nascimento do filho. Maysa - Quando Fala o Coração: Maysa e André brigam O disco foi lançado e fez enorme sucesso. Logo surgiram convites para apresentações, participações em programas e gravações de novos discos. Os conflitos do casal se acirraram, culminando com a separação, um grande escândalo para uma época em que não existia o divórcio. Casada em regime de separação total de bens, Maysa não herdou nada nem quis receber mesada do ex-marido. Partiu em busca da sua realização profissional. Maysa viveu um período conturbado após a separação. Suas músicas eram um sucesso – ela era uma das cantoras mais bem pagas do Brasil na época –, mas a artista se excedia nas noitadas, na bebida alcoólica, nos moderadores de apetite e nos romances, que se tornavam públicos. Um desses relacionamentos amorosos foi com o compositor Ronaldo Bôscoli (Mateus Solano). Embora o romance tenha durado poucos meses, o personagem aparece em oito dos nove capítulos da minissérie. Maysa - Quando Fala o Coração: Maysa dispensa Ronaldo Bôscoli Segundo o autor Manoel Carlos, Bôscoli teve grande importância na carreira musical de Maysa ao apresentá-la à Bossa Nova, que a fez mudar sua maneira de cantar. A música O Barquinho, de Bôscoli e Roberto Menescal, foi uma das muitas músicas gravadas por ela. Maysa foi uma das primeiras grandes cantoras a abraçar o novo ritmo brasileiro e a divulgá-lo no exterior. Além de André Matarazzo e Ronaldo Bôscoli, mais dois homens que passaram pela vida de Maysa ganharam personagens na trama: o espanhol Miguel Azanza (Pablo Bellini), que a cantora conheceu quando ele ainda era casado e com quem viveu por quase dez anos; e o ator Carlos Alberto, interpretado por Marat Descartes. Ele conviveu com a cantora em seus últimos anos de vida, quando ela construiu uma casa em Maricá, cidade do litoral do Rio de Janeiro, transformada em seu refúgio. Na trama, Miguel rompeu com Maysa e decidiu voltar para a Espanha ao perceber que ela se interessara por Carlos Alberto. Maysa - Quando Fala o Coração: Maysa briga com Miguel e toma muitos comprimidos Apesar de Maysa ter se relacionado com outros homens, a minissérie mostrou que o amor de sua vida foi André Mattarazo. Em cena exibida na trama, ela estava em turnê na Europa, consolidando sua carreira internacional, quando, durante um show no Cassino Estoril, em Portugal, ficou sabendo da morte do ex-marido. Maysa contou o que aconteceu à plateia e pediu licença para cantar a música preferida de André: Hino ao Amor (Hymne à l’Amour), eternizada por Edith Piaf. A minissérie também abordou o sofrimento e a culpa de Maysa em relação ao filho, Jayme. O menino sempre se ressentiu da ausência da mãe na infância, já que ela vivia viajando em turnês. Depois da morte do pai, Jayme passou sete anos em um internato na Espanha, dois deles vivendo sozinho até descobrir que a mãe voltara a morar no Brasil e nem o avisara. Ele resolveu voltar ao seu país e, ao chegar ao aeroporto, encontrou um taxista o esperando, no lugar da mãe. Na casa de Maysa, em Maricá, os dois tiveram uma discussão séria, e Jayme disse que não a considerava mais sua mãe. Determinado, rompeu com ela e pediu a emancipação aos 15 anos. Passado algum tempo, Jayme voltou à casa de Maricá para entregar à mãe seu convite de casamento. Maysa argumentou que ele ainda era muito jovem para casar, mas ele estava decidido. Quando o rapaz foi para o aeroporto viajar em lua de mel, Maysa apareceu no saguão, e eles tiveram uma conversa emocionante, de perdão e arrependimento. Os dois se abraçaram, e Jayme viajou. Foi a última vez que mãe e filho se viram. Maysa - Quando Fala o Coração: Maysa e Jayme conversam pela última vez Maysa morreu prematuramente em um acidente de carro na ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro, aos 40 anos, no dia 22 de janeiro de 1977. Curiosidades Participaram da série dois filhos do diretor Jayme Monjardim, que interpretaram o próprio pai em diferentes momentos da história: André Matarazzo, de 10 anos, filho do diretor com a atriz Daniela Escobar, e Jayme Matarazzo, de 22 anos, filho do diretor com Fernanda Lauer. O rapaz também trabalhou como assistente de direção da minissérie. A atriz Larissa Maciel, intérprete da protagonista, nasceu exatamente no ano em que Maysa morreu, em 1977, e tem uma grande semelhança física com a cantora. Ela foi escolhida em testes entre mais de 200 atrizes. "Maysa – Quando Fala o Coração" é considerada pelo diretor Jayme Monjardim como o trabalho mais importante de sua vida. À época das gravações, ele afirmou que se preparou a vida toda para esse projeto. Maysa não fez sucesso apenas no Brasil. Seu talento conquistou fãs pelo mundo inteiro. A cantora morou muitos anos fora do país e viajou em turnês internacionais pela América do Sul, América Central, Estados Unidos, vários países da Europa e da África. Culta e muito bem informada, apesar de não ter cursado além do 2º ano ginasial, cantava e falava fluentemente francês, inglês, espanhol e italiano. Manoel Carlos contou que Maysa teve pelo menos sete romances palpitantes, mas, por questões dramatúrgicas, ele escolheu apenas quatro para explorar na trama. Críticos da minissérie lamentaram a ausência da cantora Nara Leão na história. Na vida real, ela rompeu com o noivo Ronaldo Bôscoli (Mateus Solano) ao saber que ele estava tendo um caso com Maysa. Na ficção, porém, Nara Leão foi renomeada e virou uma atriz de teatro amador. Segundo Manoel Carlos, a mudança foi pedida pela família da cantora. A Globo Livros editou uma obra com fotos da cantora e bastidores da minissérie, nos moldes em que Jayme Monjardim desenvolveu outras produções, como a novela "O Clone" (2001) e o filme "Olga" (2004). Na esteira do programa, foram relançados dois livros sobre a cantora: "Maysa", uma edição independente, de José Roberto Santos Neves; e "Meu Mundo Caiu – A Bossa e a Fossa de Maysa", de Eduardo Logullo. Veja Mais

Após anúncio no 'BBB22', vídeos de Douglas Silva fazendo dancinhas do TikTok com a filha viralizam

G1 Pop & Arte Filha mais velha do ator, Maria Flor chamou a atenção dos internautas com sua desenvoltura frente às câmeras. Douglas Silva com a filha Maria Flor Reprodução/Instagram O anúncio de Douglas Souza como um dos participantes do "BBB22" atraiu olhares para outra estrela da família: Maria Flor. Filha mais velha do ator, que também é pai de Morena, de 1 ano e 5 meses, a pequena criadora de conteúdo digital chama a atenção com vídeos em que repete as dancinhas que estão em alta no TikTok. Em boa parte deles, Maria tem a companhia do pai famoso. Após o anúncio do ator no reality show, os vídeos viralizaram. Maria Flor tem 10 anos e atualmente já soma mais de 68 mil seguidores no Instagram. Em 2020, pra sua festinha de aniversário de 9 escolheu o tema "TikTok". "Foi ou não a minha cara?", comentou. Entre as faixas que pai e filha mostraram sintonia na coreografia estão "Bipolar" (MC Davi, Mc Pedrinho e Mc Don Juan), "My Bestie" (Justin Wellington feat Small Jam) e "Up" (Cardi B). Maria Flor mostra talento nas dancinhas ao lado do pai, o ator Douglas Silva Douglas Silva no "BBB22" Acerola, Dadinho, Dodói. Douglas Silva parece atrair personagens com nomes e histórias marcantes. O ator carioca foi confirmado no "BBB22" nesta sexta-feira (14). Douglas Silva tem 33 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Foi revelado como o personagem Dadinho, na fase da infância, no filme “Cidade de Deus”, que recebeu quatro indicações ao Oscar em 2004. Ele também ficou conhecido como o Acerola na série "Cidade dos Homens", papel que rendeu a Douglas uma indicação ao Emmy Internacional e que depois foi adaptado para o cinema. Na Globo, também interpretou papéis em "Caminho das Índias", "Amor de Mãe" e fez parte do elenco dos programas "Esquenta!" e "Divertics". No cinema, participou de “Última Parada 174”, “Malasartes e o Duelo com a Morte”, “As Melhores Coisas do Mundo” e outros. Ele estrelou ao lado de Emanuelle Araújo a série "Samantha!", na Netflix, na qual interpretou o ex-jogador de futebol Dodói. No 'BBB' No comunicado sobre sua participação, Douglas diz que é “gente como a gente”. Considera-se um cara divertido, alto astral e prestativo. Criado no Complexo da Maré, por mãe e avó, conta que teve uma infância feliz apesar das dificuldades. Casado há 13 anos, ele tem duas filhas e conta que suas decisões são tomadas sempre pensando na família. Justamente por isso, aceitou o convite para participar do reality. No BBB, situações de conflito podem tirá-lo do sério: “Prezo pela paz, detesto discutir, mas depois que entro [em uma briga], é difícil sair”, analisa ele, que diz que gosta de opinar. O ator também adianta seu principal objetivo ao entrar na casa: “Eu vou para competir, para jogar, óbvio, sem desmerecer ninguém porque não é da minha índole”. Douglas Silva em 'Cidade de Deus' Divulgação Veja Mais

Naiara Azevedo vai desistir de lançamento se família de Marília Mendonça quiser, diz equipe

G1 Pop & Arte '50 porcento' foi gravada em 2020 com Marília Mendonça e regravada agora. Equipe de Naiara cita 'homenagem carinhosa'; família diz que não foi procurada e que cantora 'força liberação'. Naiara Azevedo e Marília Mendonça em 2020, em gravação de clipe para o projeto 'Juntas' Divulgação A equipe de Naiara Azevedo divulgou uma nota neste domingo (16) dizendo que vai desistir de lançar a música "50 porcento", gravada em parceria com Marília Mendonça, se a família da cantora quiser. A faixa foi motivo de polêmica após Naiara anunciar que iria lançar e a família de Marília criticá-la. A equipe de Naiara Azevedo diz que tem "respeito e admiração" por Marília e sua família, que "entende toda a delicadeza da situação" e que, "em respeito" aos familiares, não irá lançar a canção se eles não desejarem (veja a nota completa abaixo). A primeira controvérsia musical do "BBB22" começou ainda no confinamento. Naiara Azevedo anunciou que tem 12 músicas prontas, que podem ser lançadas ao longo do reality. A faixa em parceria póstuma com Marília Mendonça foi alvo de críticas do irmão da cantora, João Gustavo. A equipe de Naiara Azevedo disse que foi uma "homenagem carinhosa". Mas a família se diz magoada com a cantora por não ter sido procurada e afirma que não há liberação para o lançamento. A entrada de Naiara na casa com um álbum pronto lembra o plano do sertanejo do BBB anterior, Rodolffo. Ele chegou om um DVD pronto com o companheiro Israel. A dupla se deu bem, com a música "Batom de cereja" no posto de mais tocada do ano no Brasil. A inclusão da faixa "50 porcento" no projeto de Naiara foi alvo de críticas de João Gustavo. Ele disse, no Twitter, que Naiara entrou no BBB para "se promover", que ela não iria "tirar o nome da minha irmã da boca" e que não iria aceitar "ninguém ganhar em nome dela". Initial plugin text Equipe de Naiara explica projeto A assessoria de Naiara Azevedo, ao rebater as críticas do irmão, descreveu ao g1 o projeto do álbum "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" e disse que "as duas cantoras sempre tiveram um relacionamento de respeito na música e no âmbito pessoal". Segundo a equipe de Naiara, o clipe de "50 porcento" foi gravado em 2020, para um projeto dela chamado "Juntas", que teria parcerias com outras mulheres. Mas o lançamento ficou aguardando autorização da gravadora de Marília, diz a assessoria. Este projeto acabou não saindo. A autorização para o lançamento de "50 porcento" teria sido dada só no final de 2021, sem uma data definida (o que a família nega; leia mais abaixo). Naiara decidiu incluir a faixa no álbum e "optou por regravar a canção como uma forma carinhosa de homenagear a cantora, inserindo imagens do videoclipe no telão de seu novo DVD", diz a assessoria. Naiara Azevedo é coautora de "50 porcento", junto com Dener Ferrari, Vinni Miranda, Rafael Quadros e Waleria Leão. Por enquanto, há data certa para o lançamento apenas da primeira faixa, "Nem Te Culpo", que chegará às plataformas digitais no dia 19 de janeiro. "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" também tem participações especiais de Ícaro & Gilmar, Gabriel Gava e Humberto & Ronaldo. Família reafirma críticas Após a publicação deste texto a família de Marília Mendonça divulgou um comunicado em que reafirma as críticas a Naiara Azevedo e afirma que não há liberação para o lançamento da faixa com a voz e a imagem de Marília. Leia a nota divulgada no sábado (15): "Estamos aqui com a missão de cumprir a vontade da Marília, todas as músicas autorizadas por ela em vida serão lançadas, como ela queria. O que nos magoa é usar a mídia de maneira estratégica para forçar a liberação, sem ao menos nos comunicar. Todos os artistas, têm tido o respeito de nos procurar. Nunca fomos contatados pela Naiara ou por ninguém da equipe dela. Os motivos para a negativa sempre coube a Marília. E nós iremos respeitar sempre a vontade dela, outras músicas ainda serão lançadas porque era o desejo dela. Infelizmente, temos lidado com este tipo de coisa diariamente. Não peçam para quem vive a dor se conformar com tudo, porque o que temos é muito maior, lidamos com a perda da filha, da irmã e da mãe, não se trata única e exclusivamente da artista Marília Mendonça". Equipe de Naiara ressalta 'admiração e respeito' e diz que não lançará se eles não quiserem Leia a nota completa divulgada neste domingo (16): "A equipe de Naiara Azevedo tem toda admiração e respeito por Marília Mendonça e sua família, e entende toda a delicadeza da situação. O trâmite da gravação da música "50 por cento" foi feito através das duas artistas. Para o lançamento, se faz necessário uma burocracia por parte da gravadora - o que é comum com qualquer feat gravado. A autorização para participação das artistas veio somente no primeiro semestre de 2021, e a liberação de lançamento para início do ano de 2022. Com o convite para Naiara participar do reality show com maior visibilidade do Brasil, foi pensada uma estratégia de carreira para a cantora e gravou-se um DVD, que todos sabem o quanto é importante para um artista. Neste projeto, foi incluída a faixa "50 por cento", uma canção muito especial para Naiara, e se manteve a participação da Marília através das imagens do videoclipe já gravado, como forma de carinho e admiração. Reiteramos que tudo foi sempre feito dentre os trâmites legais. Mas, em respeito a família de Marília, e se for da vontade deles não quererem esse lançamento, iremos entender e não lançar a canção. E fica aqui frisado, novamente, toda admiração e respeito que sempre existiu entre as artistas." Marília Mendonça e Naiara Azevedo no projeto 'Juntas' Divulgação Veja Mais

Empresário conta que Elza Soares falou a familiares em seus últimos momentos: 'Acho que vou morrer'

G1 Pop & Arte Cerca de 40 minutos após a fala, a cantora foi perdendo as forças, fechou os olhos e morreu, segundo Pedro Loureiro: 'Foi uma morte tranquila, sem traumas, sem motivo'. Elza Soares Stephane Murnier/Divulgação Um dia que começou como outro qualquer. É assim que Pedro Loureiro, empresário de Elza Soares, descreve os últimos momentos da cantora, que morreu nesta quinta-feira (20) aos 91 anos. "Ela estava bem, gravou o DVD no dia 17 e 18 de janeiro. Acordou hoje e fez fisioterapia. Tudo normal. A gente até percebeu um leve cansaço nela, uma respiração mais ofegante, mas achamos que foi por causa da fisio", lembra Pedro. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Ele conta ainda que depois desse momento, Elza pediu para descansar e começou a apresentar a fala um pouco embolada. O fato chamou atenção de Pedro e de outros familiares que estavam com ela. Mas Elza brigou com eles garantindo que estava bem. Um tempo depois, a cantora dirigiu-se aos familiares e disse: "Eu acho que eu vou morrer". Elza Soares: um ícone da música brasileira A declaração acendeu o alerta, e os familiares foram checar sua pressão e oxigenação, e notaram uma pequena alteração. Relembre frases marcantes de Elza Soares Elza Soares morreu no mesmo dia de Garrincha, quase 40 anos depois Ambulância foi chamada Pedro e os familiares da cantora chamaram o médico de Elza, que enviou uma ambulância para o local por precaução, mas 40 minutos depois, Elza foi mudando o semblante, até que apagou. "Foi uma morte tranquila, sem traumas, sem motivo. Morreu de causas naturais. Esse, aliás, era um grande medo dela: ter uma morte sofrida, por doença. Hoje, ela simplesmente desligou", conta Pedro. Ruy Castro fala sobre carreira de Elza Soares Velório no Theatro Municipal Elza Soares teve a morte atestada por causas naturais e será velada no Theatro Municipal, com cerimônia aberta ao público às 12h – o horário ainda será confirmado. O corpo será sepultado no Jardim da Saudade Sulacap, que também fará uma homenagem à cantora na capela VIP. O sepultamento será no setor do Cristo Redentor. "Vamos fazer um velório à altura dela, de rainha, para que os fãs possa se despedir dela", disse o empresário. Saúde perfeita O empresário conta ainda que Elza estava bem, com a saúde perfeita e que estava no melhor momento da vida dela. "Seus últimos dias foram de uma rainha. Ela gravou DVD, cantou, estava de casa nova, uma cobertura que ela comprou. Estava superfeliz, superbem e morreu no auge de seus 70 anos de carreira. Com tudo que ela demorou uma vida inteira para conquistar", disse ele, que se emociona ao lembrar a última música cantada por Elza. "No DVD, a última música que ela cantou, cantou em vida, foi: 'Me deixem cantar até o fim'", lembra. Elza Soares Elas/Divulgação Veja Mais

Elza Soares, um dos maiores ícones da música brasileira, 'cantou até o fim'

G1 Pop & Arte Aos 91 anos, cantora lançou álbum em 2019, fazia shows até o começo da pandemia e continuou fazendo música em lives. Ela morreu nesta quinta-feira (20) de causas naturais. Elza Soares é considerada uma das maiores cantoras da música brasileira, com carreira no samba que começou no final dos anos 50. Ela morreu aos 91 nesta quinta-feira (20), de causas naturais, no Rio de Janeiro. Nascida Elza Gomes da Conceição no Rio de Janeiro em 1930, lançou 34 discos ao longo da vida e nunca deixou de criar. "A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim", afirma o comunicado enviado por sua assessoria. Durante a carreira, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e dizia que a mistura é proposital. O último disco lançado foi "Planeta Fome" em 2019. "Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante", disse Elza ao g1, em entrevista de 2020. "Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo." Desde que lançou o álbum "A mulher do fim do mundo" em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico que. “Me deixem cantar até o fim”, pediu Elza em verso da música que batiza o álbum. Pautada sobretudo pelo suingue da cadência do samba, a primeira fase áurea da cantora abarca discos gravados por Elza nos anos 60 com o cantor Miltinho (1928 – 2014) e com o baterista Wilson das Neves (1936 – 2017). Fazem parte desta era lançamentos como "O samba é Elza Soares" (1961), "Sambossa" (1963), "Na roda do samba" (1964) e "Um show de Elza" (1965). Outras fases vieram. Nos anos 70, escolheu cantar o samba de ritmo mais tradicional. A fase rendeu sucessos como "Salve a Mocidade" (Luiz Reis, 1974), "Bom dia, Portela" (David Correa e Bebeto Di São João, 1974), "Pranto livre" (Dida e Everaldo da Viola, 1974) e "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê, 1976). A artista amargou período de ostracismo na década de 1980 e, quando pensou em desistir de cantar, bateu literalmente na porta de Caetano Veloso, em hotel de São Paulo, para pedir ajuda. O auxílio veio na forma de convite para Elza participar da gravação do samba-rap Língua (Caetano Veloso, 1984), faixa de álbum pop do cantor, "Velô" (1984). Essa participação mostrou a bossa negra de Elza Soares a uma nova geração e abriu caminho para que a cantora gravasse e lançasse, em 1985, um álbum menos voltado para o samba, "Somos todos iguais", com música de Cazuza (1958 – 1990). Em 2002, sob a direção artística de José Miguel Wisnik, apresentou um dos álbuns mais modernos dela, "Do cóccix até o pescoço". No ano seguinte, foi a vez de "Vivo feliz", mais voltado para a eletrônica. Veja Mais

Elza Soares morreu no mesmo dia de Garrincha, quase 40 anos depois

G1 Pop & Arte 'Eu sonho muito com o Mané. O maior amor da minha vida foi ele', disse Elza em entrevista a Bial há quatro anos. Craque do Botafogo também faleceu no dia 20 de janeiro, mas em 1983. Mané Garrincha e Elza Soares no aeroporto do Galeão. ARQUIVO/ESTADÃO CONTEÚDO A morte da cantora Elza Soares nesta quinta-feira (20), aos 91 anos, acontece no mesmo dia da de Garrincha, com quem teve um relacionamento por 17 anos. O craque do Botafogo também morreu no dia 20 de janeiro, mas quase 40 anos antes: em 1983. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Elza se declarou ao jogador em entrevista de 2018 no programa Conversa Com Bial (veja vídeo abaixo). "Eu sonho muito com o Mané. O maior amor da minha vida foi ele." Elza Soares revela que sonha com Garrincha e afirma que ele foi o maior amor de sua vida Também no programa, ela disse que Garrincha prometeu a ela o título da Copa de 1962. Na época, Pelé era o craque do time, mas acabou se contundindo — e quem brilhou foi o "marido de Elza", como ela mesma se referiu. "Ele me prometeu e disse: 'Olha criola, essa Copa eu vou dar pra você, vou fazer gol pra você (...) Eu nunca gostei de ser mulher de fulano. Eu sou eu. Não era preciso ser mulher do Garrincha pra ser a Elza Soares. O Garrincha era marido da Elza Soares." LEIA MAIS: HOMENAGENS: artistas lamentam VÍDEOS: relembre a carreira FOTOS: palco, carnaval, discos Elza e Garrincha tiveram um filho em 9 de julho de 1976: Manoel Francisco dos Santos Júnior, o Garrinchinha. Aos 9 anos, a criança morreu em um acidente de carro. Elza Soares fala sobre parceria com Mané Garrincha e sua relação com o craque A informação da morte da cantora no Rio de Janeiro foi confirmada pela assessoria de imprensa de Elza. "É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15 horas e 45 minutos em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais", diz o comunicado enviado pela assessoria da cantora. A carreira Elza Gomes da Conceição é considerada uma das maiores cantoras da música brasileira, com carreira no samba que começou no final dos anos 50. O início veio como parte da cena do sambalanço com "Se Acaso Você Chegasse", em 1959. Nos 34 discos lançados, ela se aproximou do samba, do jazz, da música eletrônica, do hip hop, do funk e diz que a mistura é proposital. O último disco lançado foi "Planeta Fome" em 2019. "Eu sempre quis fazer coisa diferente, não suporto rótulo, não sou refrigerante", comparava Elza. "Eu acompanho o tempo, eu não estou quadrada, não tem essa de ficar paradinha aqui não. O negócio é caminhar. Eu caminho sempre junto com o tempo." Desde que lançou o álbum "A mulher do fim do mundo" em 2015, a cantora viveu mais uma fase de renascimento artístico que. “Me deixem cantar até o fim”, pediu Elza em verso da música que batiza o álbum. Elza Soares e Garrincha Redes sociais Pautada sobretudo pelo suingue da cadência do samba, a primeira fase áurea da cantora abarca discos gravados por Elza nos anos 60 com o cantor Miltinho (1928 – 2014) e com o baterista Wilson das Neves (1936 – 2017). Fazem parte desta era lançamentos como "O samba é Elza Soares" (1961), "Sambossa" (1963), "Na roda do samba" (1964) e "Um show de Elza" (1965). Outras fases vieram. Nos anos 70, escolheu cantar o samba de ritmo mais tradicional. A fase rendeu sucessos como "Salve a Mocidade" (Luiz Reis, 1974), "Bom dia, Portela" (David Correa e Bebeto Di São João, 1974), "Pranto livre" (Dida e Everaldo da Viola, 1974) e "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê, 1976). A artista amargou período de ostracismo na década de 1980 e, quando pensou em desistir de cantar, bateu literalmente na porta de Caetano Veloso, em hotel de São Paulo, para pedir ajuda. O auxílio veio na forma de convite para Elza participar da gravação do samba-rap Língua (Caetano Veloso, 1984), faixa de álbum pop do cantor, "Velô" (1984). Essa participação mostrou a bossa negra de Elza Soares a uma nova geração e abriu caminho para que a cantora gravasse e lançasse, em 1985, um álbum menos voltado para o samba, "Somos todos iguais", com música de Cazuza (1958 – 1990). Em 2002, sob a direção artística de José Miguel Wisnik, apresentou um dos álbuns mais modernos dela, "Do cóccix até o pescoço". No ano seguinte, foi a vez de "Vivo feliz", mais voltado para a eletrônica. Veja Mais

'Eduardo e Mônica': Alice Braga e Gabriel Leone defendem diferenças em 'amor real'

G1 Pop & Arte Atores dizem que filme é 'coincidentemente' lançado em momento que o país precisa falar de amor e aceitação do outro. Longa baseado em música da Legião Urbana estreia nesta quinta (20) nos cinemas. Eduardo e Mônica formam um dos casais queridinhos do Brasil, sobre o qual quase todo brasileiro já criou teorias e se inspirou para viver seu próprio romance improvável. Eles surgiram na divertida música da Legião Urbana lançada em 1986 e finalmente chegam ao cinema nesta quinta (20), com uma carga dramática bem mais intensa que o casal da canção. Alice Braga é Mônica e Gabriel Leone é Eduardo no filme dirigido por René Sampaio ("Faroeste caboclo"), brasiliense apaixonado e fã da Legião. O "Edu" e a "Moni" da música são muito diferentes, mas suas contradições são divertidas. Filme inédito ‘Eduardo e Mônica’ ganha prêmio internacional no Canadá LEIA TAMBÉM: 'Eduardo e Mônica' ganha prêmio de melhor filme internacional em festival no Canadá Filme é fiel ao espírito amoroso da canção escrita por Renato Russo Leone fala sobre romances com mulheres mais velhas: 'Tentamos tirar o tabu da frente' No filme, seus conflitos são mais tensos e ganham até dimensão política, com embate polarizado e discussão acalorada à mesa. Para os atores, as diferenças são inevitáveis na vida de um casal e lidar com elas, mesmo as mais cabeludas e aparentemente intransponíveis, é a mensagem da letra de Renato Russo. "É a essência da música. Ela fala de um amor que é real, palpável. Não é um conto de fadas, as pessoas se identificam", diz Leone. Alice Braga e Gabriel Leone, que vivem o casal Eduardo e Mônica Reprodução/TV Globo Os atores sentem que as diferenças, hoje, são muito menos toleradas, e tratadas de maneira mais "pesada, agressiva e odiosa" entre as pessoas. "Hoje em dia, infelizmente, principalmente na política, mas em geral também, muita gente não respeita as escolhas do outro. A gente vive um momento de muita agressividade, muito ódio, muito por conta das redes sociais", diz o ator. Para Braga, o filme é "coincidentemente" lançado em um momento em que o país precisa falar de amor e aceitação do outro. "A história se repete. A gente está falando de ditadura militar de uma forma muito específica no filme, mas seguimos falando sobre isso até hoje. É importante ter essa memória, mas também entender as diferenças e falar sobre amor", analisa. 'Não é um clipe' Gabriel Leone e Alice Braga em cena de 'Eduardo e Mônica' Reprodução Os roteiristas e a equipe do filme tiveram liberdade para criar as histórias que quisessem para os personagens a fim de preencher o que não foi dito na canção de pouco mais de quatro minutos. Mesmo jovem e inexperiente, Eduardo parece mais bem preparado para o amor do que Mônica. Alice achou interessante essa opção do roteiro de inverter as expectativas sobre os dois. "Ele, que é um garoto, traz coisas pra vida dela e um amadurecimento gigantesco sobre amor e vida. Ele a ensina a olhar o outro", diz a atriz. Eles apostam justamente na dramatização de uma história de amor complexa e "real" para atrair o maior público possível, inclusive que não curte tanto assim a Legião. "Duvido que se estiver numa pista de dança e tocar 'Será', a pessoa não vai estar cantando. O filme vai além da música e da Legião. É um filme sobre encontro", diz Alice. No vídeo abaixo, Gabriel Leone fala sobre ser par romântico de duas mulheres mais velhas: Alice Braga, no filme, e Andréa Beltrão, na novela "Um lugar ao sol": Gabriel Leone fala sobre papéis em que é par de mulheres mais velhas Veja Mais

Gaspard Ulliel morre aos 37 anos após acidente de esqui; FOTOS

G1 Pop & Arte Ator ficou conhecido por interpretar o jovem Hannibal Lecter em 'Hannibal, a origem do mal' e o estilista Yves Saint Laurent em cinebiografia. Relembre carreira. Gaspard Ulliel na coletiva do filme 'Saint-Laurent' no Festival de Cannes, em maio de 2014 Loic Venance / AFP O ator francês Gaspard Ulliel morreu aos 37 anos após sofrer um acidente de esqui, de acordo com a agência AFP. Ele sofreu uma colisão na terça (18) nas encostas da região de Sabóia, no leste da França, bateu a cabeça e foi transportado de helicóptero para um hospital em Grenoble, mas não resistiu. Relembre carreira no cinema em FOTOS. Gaspard Ulliel em 'Hannibal, a Origem do Mal' Divulgação Gaspard Ulliel em 'Saint Laurent' Divulgação Gaspard Ulliel posa para fotos antes do desfile da Chanel, em Paris, em janeiro de 2020 Francois Guillot/AFP/Arquivo Gaspard Ulliel em foto de setembro de 2021 Valery Hache/AFP/Arquivo Gaspard Ulliel recebe o prêmio César por sua atuação como melhor jovem ator em 'Eterno Amor', em Paris, em 26 de fevereiro de 2005 Jacques Brinon/AP/Arquivo Gaspard Ulliel em foto de maio de 2016 Jean-Paul Pelissier/Reuters/Arquivo Gaspard Ulliel participa de uma coletiva de imprensa do filme "Sibyl" na 72ª edição do Festival de Cinema de Cannes em Cannes, sul da França, em 2019 Laurent Emmanuel/AFP Lea Seydoux, Bertrand Bonello, Gaspard Ulliel, Jeremie Renier, Amira Casar e Aymeline Valade chegam para a exibição do filme 'Saint Laurent' no Festival de Cannes, em maio de 2014 Thibault Camus/AP/Arquivo Gasparrd Ulliel em cena de 'Saint Laurent', de Bertrand Bonello Divulgação Veja Mais

André Leon Talley, ex-diretor criativo da Vogue, morre aos 73 anos

G1 Pop & Arte Além de ser um dos pioneiros no mundo da moda, estilista também se destacou pelos esforços para a inclusão de modelos negras na passarela. André Leon Talley em foto de dezembro de 2016 Seth Wenig/AP/Arquivo André Leon Talley, ex-diretor criativo da Vogue, morreu aos 73 anos, nesta terça-feira (18), em Nova York. Segundo o site TMZ, Talley estava internado em um hospital, mas não foi informado o motivo da internação nem a causa da morte. A confirmação da morte foi feita através de um comunicado nas redes do estilista, que ao longo de mais de cinco décadas de carreira foi confidente de Yves Saint Laurent, Karl Lagerfeld, Paloma Picasso, Diane von Furstenberg, Bethann Hardison, Manolo Blahnik, entre outros ícones do mundo da moda. Talley se tornou diretor artístico da Vogue em 1988, permanecendo no posto por cerca de sete anos. O fashionista deixou a companhia em 2013, onde trabalhou lado a lado com a editora chefe Anna Wintour, mas seguiu contribuindo com a publicação de diversas formas, incluindo participações em podcast. O fashionista é considerado um dos primeiros grandes formadores de opinião afro-americanos nos EUA. Ao longo da carreira, Talley também se destacou pelos esforços para a inclusão de modelos negras na passarela. Ele também fez trabalhos de consultorias para a família Obama e foi jurado do reality show "America's Next Top Model". A história de Talley foi contada no documentário "The Gospel According to André". Em 2020, ele lançou um livro de memórias ("The Chiffon Trenches: A Memoir"), que se tornou destaque na lista de best sellers do New York Times. Anna Wintour e André Leon Talley durante a Semana de Moda de Nova York, em fevereiro de 2007 Diane Bondareff/AP/Arquivo Initial plugin text Veja Mais

Rachel Reis: a revelação baiana que colocou MPB e arrocha para bailar

G1 Pop & Arte Cantora virou uma das maiores apostas da música brasileira para 2022 com a voz macia de 'Maresia' e agora finaliza seu primeiro álbum completo; conheça. "As pessoas que me escutam me associam a 'brasilidade'. Não sei, isso não é nem um gênero, né?", pergunta Rachel Reis, cantora de 24 anos, de Feira de Santana (BA). Ela se destacou com a faixa "Maresia" em 2021 e finaliza o primeiro álbum completo para 2022. O tal rótulo "brasilidade" parece amplo, mas na prática é usado para delimitar uma MPB um pouco pop, um pouco tropicalista. Tem a ver com o som da Rachel. Mas ela faz mais: bota arrocha e pagodão no baile - mais brasileira do que muito colega de rótulo. A cantora de voz macia colocou "Maresia" de última hora no EP "Encosta", como faixa-bônus. Ela temia botar esse romantismo descarado na mistura. Mas deu onda. Rachel Reis é uma das apostas musicais de 2022 do podcast g1 ouviu. Escute abaixo: A gastação e o louco "A gente queria botar pagodão e arrocha no EP, mas minha ideia Inicial era que não fosse tão explícito, que fosse mais puxado assim pro lado da MPB. Mas aí a gente entrou na 'gastação': 'Vamos meter. Vamos jogar valendo." O guitarrista Cuper, parceiro de Rachel no álbum, estava na ilha de Boipeba, na Bahia, quando ouviu um cara andando de bicicleta enquanto cantava com a voz arrochada parecida com a de Pablo. Era uma figura local, Fredinho O Louco. O vocalista convidado engrossou a mistura da faixa. Rachel Reis Divulgação "Maresia" foi a mais tocada dela no ano passado, mas Rachel também foi bem com as outras faixas de "Encosta". O EP tem belas melodias com toques eletrônicos do produtor Zamba, que também trabalha com o Àttoxxá, e o gosto por sons caribenhos de Cuper. A mistura está no sangue: a mãe, Maura Reis, foi cantora de seresta em Feira de Santana. A irmã, Sara Reis, foi para o forró. Rachel poderia tocar em rádio de MPB, no boteco, em festa de "brasilidades" ou na seresta sem perder a identidade. As mais tristes do Caetano A carreira teve idas e vindas. Aos 18 anos, ela se rendeu ao destino familiar musical e começou a cantar em barzinhos da região. Foram dois anos na função. Mas Rachel perdeu o gosto pelos bares - e vice-versa: "Tinha barzinho que não me chamava mais porque o meu repertório era muito triste. Eu botava as mais tristes de Adriana Calcanhoto, Caetano e Peninha", diz aos risos. Ela foi estudar Direito por um semestre e depois trocou por Publicidade. Mas a ideia de ser artista - desta vez com um trabalho autoral - voltou durante a pandemia, com faixas avulsas em 2020 e o EP em 2021. A voz com leve melancolia que os barzinhos rejeitaram brilha nestas músicas. Mais que número de plays, ela fica feliz ao achar gente que quer acompanhar sua carreira: "As pessoas chegaram mais em mim, e sem aquela coisa de se empolgar e sair. Elas acabam ficando comigo". Aos 24 anos, ela ainda faz os 3 últimos períodos da graduação em Publicidade enquanto prepara o 1º álbum completo. A produção é de Guilherme Assis e Barro, parceiros das primeiras faixas. Tudo indica que vai faltar tempo para o curso em 2022. Rachel Reis Divulgação Veja Mais

Leilão de mural de Caravaggio gera protestos em Roma

G1 Pop & Arte Imprensa italiana batizou evento em torno da obra de 1597 como 'leilão do século'. Lance inicial é de cerca de R$ 2,3 bilhões. 'Júpiter, Netuno e Plutão (ou alegoria da criação alquímica)', obra de Caravaggio no teto da Villa Aurora, que vai a leilão em Roma Leemage via AFP/Arquivo O leilão na próxima terça-feira (18) de um excepcional mural de Caravaggio, que se encontra na residência romana dos príncipes Ludovisi Boncompagni, provocou fortes protestos do mundo da cultura italiana, que exigem a intervenção do Estado. A obra de Caravaggio (Michelangelo Merisi, 1571-1610), importante pintor italiano do estilo barroco, é de 1597 e representa Júpiter, Plutão e Netuno, em meio a um globo terrestre cercado pelos signos do Zodíaco. A pintura está no monumental Casino da Aurora, mais conhecido como Villa Ludovisi, um imponente palácio de 2,8 mil metros quadrados, distribuídos em seis andares com um suntuoso jardim. O monumento fica no coração de Roma, a poucos passos da famosa Via Veneto e da Villa Borghese, um dos setores mais nobres da capital. A residência campestre de uma das famílias aristocráticas mais ricas e poderosas da Itália também preserva afrescos de Guercino (1591-1666), um reconhecido pintor barroco da Bolonha, assim como antigas estátuas. O leilão começará na terça-feira, às 15h no horário local, 11h em Brasília, e vai durar 24 horas. O preço mínimo inicial foi fixado em 353 milhões de euros, cerca de R$ 2,3 bilhões. Serão admitidas apenas quem tiver depositado 10% do valor inicial. A presença da obra em uma pequena sala do primeiro andar valoriza ainda mais o Casino da Aurora. "Digamos que você está comprando um Caravaggio com uma casa", disse a princesa Rita Boncompagni Ludovisi, proprietária do lugar, ao jornal "The Times". Possíveis compradores A imprensa italiana, que batizou o evento como "o leilão do século", especula sobre os possíveis compradores deste tesouro artístico e arquitetônico. Entre os potenciais interessados, citou o bilionário Bill Gates, fundador da Microsoft, e o sultão de Brunei, Muda Hassanal Bolkiah. O Cassino da Aurora, uma verdadeira joia do barroco romano, está avaliado em 471 milhões de euros, o que representa 25% do orçamento anual do Ministério italiano da Cultura. Se a residência for vendida por um preço próximo ao valor de partida do leilão, será uma das vendas de imóveis mais caras já registradas publicamente na história. Uma petição lançada pela página change.org, intitulada "SOS Vende-se cultura com desconto", coletou 35 mil assinaturas para pedir a intervenção do Estado. Seus signatários pedem que a Itália exerça seu direito de compra, já que, segundo especialistas, o afresco de Caravaggio tem um valor incalculável, provavelmente superior ao fixado para a Villa Ludovisi. Foram convidados bilionários do mundo todo, uma lista de potenciais compradores que é mantida em segredo. Veja Mais

'BBB22': Decoração da casa traz muitas cores e chuveiro único; FOTOS

G1 Pop & Arte Inspirados nas décadas de 1970, 1980 e 1990, ambientes refletem era pré-BBB. Academia segue sendo espaço para treinos e debates de jogo, jardim conta com dois big fones e cozinhas da Xepa e do Vip são instaladas frente e frente. Piscina do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Parte externa da casa do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Parte externa do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Cozinha da casa do "BB22": Xepa e Vip frente a frente Globo/ Sergio Zalis Casa do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Banheiro do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Um dos quartos do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Parte interna da casa do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Parte interna da casa do "BBB22" Globo/ Sergio Zalis Cozinha da casa do "BB22": Xepa e Vip frente a frente Globo/ Sergio Zalis Área externa da casa do "BBB2" Globo/ Sergio Zalis Veja Mais

No 'BBB22', Naiara Azevedo não sabe sobre polêmica com música com Marilia Mendonça, diz assessoria

G1 Pop & Arte Confinada, cantora entra no reality sem saber que faixa em parceria póstuma com Marília Mendonça foi alvo de críticas do irmão da cantora, João Gustavo, e que lançamento pode ser cancelado. Com isso, há possibilidade de Naiara comentar sobre música no reality. Naiara Azevedo e Marília Mendonça em 2020, em gravação de clipe para o projeto 'Juntas' Divulgação Pronta para entrar no "BBB22", Naiara Azevedo não sabe sobre a polêmica envolvendo a música que gravou com Marilia Mendonça. Procurada pelo g1, a assessoria da cantora sertaneja informou que "ela está confinada e não sabe de nada lá dentro". Logo após o anúncio do nome da cantora como participante do reality show, a faixa "50 porcento" em parceria póstuma com Marília Mendonça foi alvo de críticas do irmão da cantora, João Gustavo. A equipe de Naiara Azevedo disse que foi uma "homenagem carinhosa". Mas a família se diz magoada com a cantora por não ter sido procurada e afirma que não há liberação para o lançamento. No domingo (16), a equipe de Naiara Azevedo disse que ela vai desistir de lançar a música "50 porcento", gravada em parceria com Marília Mendonça, se a família da cantora quiser. Sem saber da polêmica gerada, é possível que Naiara comente sobre a música ou cante trechos, bem como as outras faixas do DVD "Baseado em fatos reais", que foi gravado em outubro, em Goiânia. Na edição passada, Karol Conká cantou trechos da nova música "Louca e sagaz", que tinha previsão de lançamento para o primeiro semestre. Mas o lançamento foi adiado por conta do desempenho da rapper no BBB. Isso também pode acontecer com Naiara, caso se confirme o cancelamento do single. Ela cantaria no programa uma música polêmica, que pode não ser lançada, sem saber de tudo o que aconteceu. Desde o envio dos comunicados da equipe de Naiara e a família de Marília (leia abaixo a integra), os dois times ainda não se reuniram para definir se a faixa será ou não lançada. O que já está certo, segundo a assessoria de Naiara, é o lançamento da faixa "Nem te culpo", do mesmo álbum, na quarta-feira (19), dois dias após a estreia do reality. A entrada de Naiara na casa com um álbum pronto lembra o plano do sertanejo do BBB anterior, Rodolffo. Ele chegou om um DVD pronto com o companheiro Israel. A dupla se deu bem, com a música "Batom de cereja" no posto de mais tocada do ano no Brasil. O disco de Naiara conta com 12 faixas e tem participações de Humberto & Ronaldo, Ícaro & Gilmar e Gabriel Gava. Polêmica com música A primeira controvérsia musical do "BBB22" começou ainda no confinamento. Naiara Azevedo anunciou que tem 12 músicas prontas, que podem ser lançadas ao longo do reality. A inclusão da faixa "50 porcento" começou a virar polêmicas após críticas de João Gustavo no Twitter. Ele disse que Naiara entrou no BBB para "se promover", que ela não iria "tirar o nome da minha irmã da boca" e que não iria aceitar "ninguém ganhar em nome dela". Equipe de Naiara explica projeto A equipe de Naiara Azevedo, ao rebater as críticas do irmão, descreveu ao g1 o projeto do álbum "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" e disse que "as duas cantoras sempre tiveram um relacionamento de respeito na música e no âmbito pessoal". Segundo a equipe de Naiara, o clipe de "50 porcento" foi gravado em 2020, para um projeto dela chamado "Juntas", que teria parcerias com outras mulheres. Mas o lançamento ficou aguardando autorização da gravadora de Marília, diz a assessoria. Este projeto acabou não saindo. A autorização para o lançamento de "50 porcento" teria sido dada só no final de 2021, sem uma data definida (o que a família nega; leia mais abaixo). Naiara decidiu incluir a faixa no álbum e "optou por regravar a canção como uma forma carinhosa de homenagear a cantora, inserindo imagens do videoclipe no telão de seu novo DVD", diz a equipe. Naiara Azevedo é coautora de "50 porcento", junto com Dener Ferrari, Vinni Miranda, Rafael Quadros e Waleria Leão. Família reafirma críticas A família Marília Mendonça divulgou na noite de sábado (15) um comunicado em que reafirma as críticas do irmão. Leia: "Estamos aqui com a missão de cumprir a vontade da Marília, todas as músicas autorizadas por ela em vida serão lançadas, como ela queria. O que nos magoa é usar a mídia de maneira estratégica para forçar a liberação, sem ao menos nos comunicar. Todos os artistas, têm tido o respeito de nos procurar. Nunca fomos contatados pela Naiara ou por ninguém da equipe dela. Os motivos para a negativa sempre coube a Marília. E nós iremos respeitar sempre a vontade dela, outras músicas ainda serão lançadas porque era o desejo dela. Infelizmente, temos lidado com este tipo de coisa diariamente. Não peçam para quem vive a dor se conformar com tudo, porque o que temos é muito maior, lidamos com a perda da filha, da irmã e da mãe, não se trata única e exclusivamente da artista Marília Mendonça". Equipe de Naiara ressalta 'admiração e respeito' e diz que não lançará se eles não quiserem Leia a nota completa divulgada neste domingo (16): "A equipe de Naiara Azevedo tem toda admiração e respeito por Marília Mendonça e sua família, e entende toda a delicadeza da situação. O trâmite da gravação da música "50 por cento" foi feito através das duas artistas. Para o lançamento, se faz necessário uma burocracia por parte da gravadora - o que é comum com qualquer feat gravado. A autorização para participação das artistas veio somente no primeiro semestre de 2021, e a liberação de lançamento para início do ano de 2022. Com o convite para Naiara participar do reality show com maior visibilidade do Brasil, foi pensada uma estratégia de carreira para a cantora e gravou-se um DVD, que todos sabem o quanto é importante para um artista. Neste projeto, foi incluída a faixa "50 por cento", uma canção muito especial para Naiara, e se manteve a participação da Marília através das imagens do videoclipe já gravado, como forma de carinho e admiração. Reiteramos que tudo foi sempre feito dentre os trâmites legais. Mas, em respeito a família de Marília, e se for da vontade deles não quererem esse lançamento, iremos entender e não lançar a canção. E fica aqui frisado, novamente, toda admiração e respeito que sempre existiu entre as artistas." Marília Mendonça e Naiara Azevedo no projeto 'Juntas' Divulgação Veja Mais

Luana Piovani comenta aumento de seguidores após confirmação de Pedro Scooby no 'BBB22': 'É sério isso?'

G1 Pop & Arte Atriz relata um aumento de 300 mil seguidores após a confirmação do ex-marido na edição de 2022 do reality show. Luana Piovani comenta aumento de seguidores após Pedro Scooby entrar no BBB A atriz Luana Piovani comentou no sábado (15) um aumento no seu número de seguidores após a confirmação de Pedro Scooby, seu ex-marido, no "BBB22". Desde o anúncio de Scooby – na última sexta-feira (14) – como um participante da nova edição do reality show da TV Globo, Piovani afirma ter ganhado 300 mil seguidores em seu perfil no Instagram. "Ô gente, é sério isso? Vocês estão levando isso a sério mesmo? Eu fui la ver o meu feed (...) e eu aumentei em 300 mil seguidores? Gente...", disse a atriz em um Stories. Pedro Scooby desfila pela Mocidade em 2020 Marcos Serra Lima/G1 Quem é Pedro Scooby? O surfista e apresentador Pedro Scooby, participante do "BBB22", nasceu Pedro Henrique Vianna, mas ficou conhecido pelo apelido do personagem de "Scooby Doo". Um dos principais atletas do "free surf" do mundo, reconhecido por pegar ondas gigantes, ele também ficou conhecido pelo casamento com a atriz Luana Piovani. Eles foram casados por seis anos e têm três filhos. Pedro Scooby também namorou Anitta em 2019. No mesmo ano, começou a namorar a modelo Cintia Dicker, com quem se casou em 2020. Pedro Scooby dá beijão em Cintia Dicker na Sapucaí Reginaldo Teixeira/CS Eventos Ele tem 33 anos, nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e foi iniciado no surfe aos 5 anos. Ainda em 2012, participou do reality "Nas Ondas", exibido no "Esporte Espetacular". E em 2014, ganhou uma série no canal OFF, chamada "Pedro Vai Pro Mar", na qual mostra sua rotina de viagens, aventuras e muito surfe. No BBB Acostumado a encarar grandes desafios, Scooby avalia que o mais importante é ter o pé no chão, amor no coração e estar cercado de pessoas que o amam, diz o comunicado sobre a sua participação. No Big Brother Brasil, assim como na vida, ele adianta que não vai levar o espírito competitivo. “Sou um cara que gosta de viver”, afirma. Habituado à liberdade, os limites do confinamento podem incomodá-lo. Mas as festas serão momentos de muita diversão para ele, que diz ser da noitada e adianta que gosta de curtir. Para Scooby, o Big Brother Brasil é uma chance de aproveitar uma experiência diferente de tudo o que já fez. E deixa claro que não pretende disputar: “Ali é uma convivência pessoal, não uma corrida que, quando acaba, cada um vai para o seu lado”. Veja Mais

Aos 89 anos, Elza Soares fez show marcante no Rock in Rio, com mensagens de combate ao racismo e à violência contra a mulher

G1 Pop & Arte Cantora fez sua estreia no festival em 2017 e voltou a se apresentar em 2019. Aos 89 anos, Elza Soares fez apresentação marcante no Rock in Rio Em sua última participação no Rock in Rio, em 2019, Elza Soares, que morreu nesta quinta-feira (20) aos 91 anos, fez um show marcante. A apresentação misturou ritmos como samba, rock, reggae e música eletrônica, além de passar fortes mensagens sobre temas como o racismo e violência contra as mulheres. Elza Soares no Rock in Rio 2019; FOTOS O show manteve as características das apresentações de Elza desde o lançamento do álbum “A mulher do fim do mundo”, lançado em 2015. Elza fez sua estreia no Rock in Rio em 2017 e voltou a se apresentar em 2019, então aos 89 anos. Elza Soares dá selinho em Jéssica Ellen durante show no Rock in Rio Alexandre Durão/G1 "Mulheres, gemer só de prazer. A realidade agora é outra. Chega de sofrer calada. Ligue 180", disse a cantora durante o show de 2019. Ela se apresentou no Palco Sunset no dia 29 de setembro, em show que contou com a participação de artistas mais jovens como Jéssica Ellen e Kell Smith. Público durante show de Elza Soares no palco Sunset do Rock in Rio 2019 Alexandre Durão/G1 A apresentação começou com “Libertação”, “Menino/Brasis” e uma versão de “Comportamento geral”, de Gonzaguinha, carregada de ritmos eletrônicos. “A Carne” trouxe a primeira participação especial do show - a canção foi defendida por Elza em parceria com Jéssica Ellen. Logo em seguida, foi a vez de Mike cantar em “Não tá mais de graça”. Já com o público nas mãos, Elza - que durante todo o tempo permanece sentada em um praticável na parte central e posterior do palco - inicia o hino feminista “Maria da Vila Matilde” acompanhada por Kell Smith - neste momento, Elza conclamou o público a denunciar a violência contra as mulheres no Brasil. Durante a apresentação, o público fez protestos contra o presidente Jair Bolsonaro. Clássico do repertório da cantora, “Se acaso você chegasse” foi apresentada em companhia de Assucena Assucena e Raquel Virgínia, da banda As Bahias e A Cozinha Mineira. A parte final da apresentação trouxe uma carga política bem mais intensa. Seguiram-se “A mulher do fim do mundo”, “Pequena memória de um país sem memória”, “País dos sonhos” e “Blá-blá-blá”, com participação do rapper Edgar. O fim chegou com “Volta por cima”, clássico de Paulo Vanzolini tornado famoso por Beth Carvalho, foi cantado por Elza e todos os convidados. Rock in Rio 2019: Elza Soares faz show no palco Sunset neste domingo (29) Alexandre Durão/G1 Elza Soares fala sobre sua apresentação no Rock in Rio: ‘Para as mulheres’ Veja Mais

Elza Soares comemorou a entrada de Linn da Quebrada no 'BBB22': 'Arrebenta menina'

G1 Pop & Arte Cantora morreu aos 91 anos nesta quinta (20) e se relacionava bem com novos artistas da geração. Elza também fez post de torcida pela cantora Maria. Elza Soares durante entrevista no Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 2021 Ricardo Moraes/Reuters Elza Soares comemorou quando Linn da Quebrada foi anunciada no "BBB22" na sexta (14). A cantora morreu aos 91 anos nesta quinta (20), de causas naturais, no Rio de Janeiro. "Minha Linn entrou no 'BBB'. Arrebenta, menina. Te amo", dizia o post no Twitter da cantora que acabou se tornando o último em vida. Elas cantaram juntas na faixa "Meu Bairro Minha Língua", ao lado de Vinicius Terra, Dino d'Santiago e Sara Correia, em julho do ano passado. Initial plugin text Além da cantora trans, Elza também fez um post declarando torcida pela cantora e atriz Maria. "Gentem, já tô me vendo no BBB. Me enxergo inteirinha na maravilhosa Maria. E esse piercing igual a minha pinta da boca?! Amooo. Mulher, preta, artista, do subúrbio. E olha euzinha ali atrás dela no vídeo. Sucesso no programa, my love". Considerada uma das maiores cantoras do Brasil, Elza Soares permanecia ativa na carreira na música e dialogava com novos artistas a todo tempo. Nas últimas apresentações em lives, a "Mulher do Fim do Mundo" dividia o palco com Flávio Renegado. Veja Mais

Elza Soares morre aos 91 anos; veja repercussão

G1 Pop & Arte Cantora morreu de causas naturais em casa nesta quinta (20). Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 11/01/2018. A cantora Elza Soares durante sessão de fotos cedida ao Grupo Estado, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Elza está preparando o sucessor do álbum 'A Mulher do Fim do Mundo', um dos melhores de 2015. FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO Artistas e personalidades lamentaram a morte da cantora Elza Soares, aos 91 anos nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro. Mano Brown, Zeca Pagodinho, Marcelo Adnet, Paulo Vieira, Pabllo Vittar, Luiza Sonza e outros homenagearam a cantora. Veja as mensagens abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Pabllo Vittar, Luisa Sonza e Djamila Ribeiro lamentam a morte de Elza Soares Reprodução Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Felipe Amorim transforma forró em rave e conquista as paradas e a Gkay

G1 Pop & Arte Músico cearense entrou em 2022 em alta com hits de pisadinha e pagodão, shows que parecem festival de música eletrônica com pop nordestino e beijo na anfitriã da Farofa da Gkay. Felipe Amorim Divulgação Os shows de Felipe Amorim têm um momento com palco baixo no meio do público com laser, sirene e fumaça disparados em sincronia com as batidas. Não se trata de um novo DJ das baladas de house de Jurerê In. O cantor cearense de 24 anos faz um show que parece rave, mas é de pop eletrônico nordestino. Em vez de subgêneros da música eletrônica em inglês, as bases do cearense são pisadinha, pagodão, brega, batidão romântico, arrochadeira e todo som dançante que a cultura pop brasileira ofereça hoje. Ele entrou em 2022 em alta nas paradas e ainda foi notícia no evento mais pop do final de 2021, a Farofa da GKay, ao ser um dos homens (mas não o único) a ganhar beijo na boca da anfitriã - e rumores de um romance. Felipe Amorim é uma das apostas musicais de 2022 do podcast g1 ouviu. Escute abaixo: De compositor a estrela A origem da carreira do Felipe Amorim lembra a de Marília Mendonça, que escreveu muito para outros artistas antes de estourar. Felipe passou anos assinando hits como "Tá rocheda", para os Barões da Pisadinha, e outros para Xand Avião, Zé Vaqueiro, Raí Saia Rodada e o saudoso Gabriel Diniz Eles mandavam música em gravações demo, com a voz de Felipe, para os artistas conhecerem a composição. Foi Raí Saia Rodada que ajudou a perceber que dali poderia sair uma carreira. "Até ali cantar não era um sonho para mim, não era uma coisa que eu levava a sério", ele afirma. Mas a ideia, de início levada na brincadeira, foi crescendo. Ele tinha tudo para se lançar como cantor. Aí foi chutar para o gol, com ajuda de Caio DJ e Kaleb Junior, seus parceiros de composições e produções há oito anos. Felipe Amorim Divulgação Composições rejeitadas e estouradas Primeiro veio "Sem Sentimento", com a MC Danny. Depois, "Putariazinha", o hit atual. As duas foram escritas pelo trio para outros artistas (a primeira para MC Matheuzinho; a segunda para o DJ Guuga). Os clientes desistiram da compra, Felipe assumiu e o sucesso veio. Hoje, Felipe tem contrato com a produtora Vybbe, de Xand Avião, que também tem no elenco Zé Vaqueiro, Nattan, Priscila Senna, Zé Cantor e Ávine Vinny. Sanfona, zabumba e bass drop Algumas produções brincam com a sanfona, triângulo e zabumba do forró pé-de-serra. Outras usam o "bass drop" dos DJs gringos (momentos em que a música muda de linha e fica mais calma, antes de explodir, típicos da EDM estrangeira). Em "Piserave" ele põe efeitos na batida típica de teclado e pede "balinha na língua" no "piseiro rave". Um sucesso nos seus shows é a versão do funk "12 molas" ("Doze mola diferente, doze litros transparente / Doze garrafas de uísque e doze balas, doze doces"). "Sempre perguntam para a gente: 'O que vocês fazem é forró?'. Falamos que não. A gente não se considera forró, nem pisadinha. A gente se considera pop. Fazemos o que combina com cada música", ele diz. Sua vantagem é escrever e produzir as próprias músicas com Caio e Kaleb. A desvantagem: quando mais sucesso, menos tempo os três têm para parar, escrever e gravar. O jeito é apertar o passo do piseiro. A festa continua Para 2022, ele tem parcerias encaminhadas com MC Mari, MC Loma, DJ Guuga, Flay e outros. Mas outro objetivo é aprimorar o show de rave brasileira. "A galera abraçou muito a ideia do nosso show de fazer uma rave e montar um palco no meio do público, botar máquina de fumaça, música para cima e fogos. Então estamos bolando coisas tanto na questão musical como de shows". Veja Mais

Harry Styles remarca shows no Brasil para dezembro de 2022

G1 Pop & Arte Cantor se apresenta em São Paulo, no Rio e em Curitiba entre 6 e 10 de dezembro. Harry Styles Divulgação Harry Styles anunciou nesta quarta-feira (19) as novas datas para os shows no Brasil, após o adiamento por conta da pandemia. A turnê "Love On Tour" vai passar pelo Brasil em dezembro de 2022, em São Paulo e no Rio. O anúncio desta quarta inclui Curitiba na agenda do cantor inglês São Paulo - 06 de dezembro - Allianz Parque Rio de Janeiro - 08 de dezembro - Área Externa da Jeunesse Arena Curitiba - 10 de dezembro - Pedreira Paulo Leminski Inicialmente, o plano era fazer os shows em outubro de 2020, mas a pandemia fez com que a turnê fosse suspensa. Ingressos comprados naquela época continuam válidos para as novas datas. A cantora jamaicana Koffee fará os shows de abertura na América Latina. Styles canta também no México, Peru, Chile e Argentina a partir de novembro. Novas datas da turnê 'Love On Tour', do cantor inglês Harry Styles Divulgação Abertura das vendas Ingressos para o show na capital paulista começam a ser vendidos nesta quinta (20) às 10h pelo site oficial. Já a venda para as apresentações do Rio e de Curitiba começa na próxima quarta (26). Os ingressos vão de R$ 164 a R$ 860 (Veja mais informações abaixo). Harry Styles em São Paulo Quando: 06 de dezembro de 2022 Onde: Allianz Parque Ingressos: De R$ 164 a R$ 668 no site oficial Harry Styles no Rio Quando: 08 de dezembro de 2022 Onde: Área Externa da Jeunesse Arena Ingressos: De R$ 164 a R$ 628 no site oficial Harry Styles em Curitiba Quando: 10 de dezembro de 2022 Onde: Pedreira Paulo Leminski Ingressos: De R$ 235 a R$ 860 no site oficial Veja Mais

Elis Regina é a 'régua pela qual se mede' cantores, diz autor de biografia; morte completa 40 anos

G1 Pop & Arte Uma das maiores artistas do país, Elis aliava o talento extraordinário tanto no canto quanto na interpretação. Cantora morreu no dia 19 de janeiro de 1982. Elis Regina GloboNews Mesmo 40 anos após sua morte, Elis Regina segue sendo referência para cantores e intérpretes no Brasil, diz o músico e escritor Arthur de Faria, autor de "Elis: Uma Biografia Musical", publicada em 2015. "Ela consegue esse fenômeno 40 anos depois de morta, de ser o parâmetro, a régua pela qual se mede todos os outros intérpretes. Isso não é pouca coisa", afirma, ao g1. Nara Leão, nascida há 80 anos, e Elis Regina, morta há 40, personificam saudades de um Brasil de futuro A cantora nascida em Porto Alegre faleceu em 19 de janeiro de 1982, em São Paulo, meses antes de completar 37 anos. Deixou três filhos e um legado de apresentações históricas, discos que venderam milhões e a popularidade de uma das artistas mais famosas dos anos 60 e 70. Para o biógrafo, Elis pode ser comparada a nomes como Mercedes Sosa e Frank Sinatra pelo domínio não somente no canto, mas também da interpretação. "É uma combinação muito rara nesse nível, de cantor e intérprete. A Elis tinha no nível 10 as duas coisas, é muito difícil", diz. O cantor está ligado ao ofício, ao instrumento, que é a voz, explica Arthur. "Preocupado em emitir essa voz da forma mais perfeita possível, com a qualidade da respiração, da emissão, do timbre. A Elis tinha isso no nível dez", afirma. Elis também tinha ouvido absoluto, que é a capacidade de identificar imediatamente uma nota ao ouvi-la, o que o biógrafo descobriu entrevistando Rita Lee, enquanto escrevia a biografia. "Não tem nada a ver com ser músico ou não. Um monte de gente que não é músico e tem, maioria dos músicos não tem. Isso é muito raro. Não à toa Elis gravava os discos junto com os músicos. A rapidez com que os discos eram gravados é conhecida. "Sempre matava discos em 4 horas 'Falso Brilhante' foi gravado em 4 horas, um take pra cada música, a única que precisou de dois takes foi Velha Roupa Colorida'". "Mesmo na época da Elis tinha pelo menos outras duas grandes cantoras, que são a Gal e Maria Bethânia e uma grande intérprete que é a Nara Leão", Já o intérprete envolve a forma com que o cantor apresenta a música. "Pode ser um cantor, bailarino interpretando uma coreografia, um ator interpretando texto. [o intérprete] Tá focado no texto, no que tá se dizendo, tá inteiro ali. Tem grandes intérpretes que não são grandes cantores. É outra coisa", afirma. Quando Elis se apresentava, deixava o público vidrado. Arthur lembra um show no Festival Midem, na França, em 1969, antes do grupo Supremes. "Ficou ruim pra Supremes. Com Diana Ross e tudo", diz. Elis Regina Paulo Kawall / Divulgação Warner Music Relação do RS com Elis No país, não se discute que Elis foi uma das maiores cantoras da história da música. Mas no Rio Grande do Sul, há certa resistência com a cantora, como observa Arthur de Faria. "O RS tem uma coisa muito idiossincrática em relação a Elis. Eu fico acompanhando alguns grupos tanto no Facebook quanto Instagram. Sempre que tem alguém falando alguma estupidez, pode ter certeza que essa pessoa é gaúcha, mais ainda de Porto Alegre". Não são raros comentários falando que Elis teria "vergonha da terra" ou "não valorizou o Rio Grande", por ter deixado o estado ainda na juventude. "Me dá uma preguiça. Até pouco tempo atrás eu ainda me dava trabalho de argumentar. Entre as pessoas que têm alguma capacidade cognitiva, eu acho que não tem como ignorar a Elis", afirma. Mesmo assim, o biógrafo acredita que algumas artistas do RS levam adiante o legado de Elis, como Adriana Calcanhoto, Adriana Deffenti, Vanessa Longoni e Paola Kirst. "Ela definiu o que seria MPB, é um termo muito polêmico, mas eu sempre brinco: MPB é o que a Elis cantasse", afirma. VÍDEOS: Tudo sobre o RS Veja Mais

Catnip: perguntas e respostas sobre erva que alivia estresse e deixa gatinhos relaxados

G1 Pop & Arte 'Maconha do gato' serve ainda para estimular uso de brinquedos, facilitar transporte e ajudar na socialização. Veja onze questões e VÍDEO sobre a substância. Conheça Catnip, erva que ajuda gato a relaxar Catnip é uma erva poderosa para gatos. Basta uma "cheirada" para que a maioria deles fique eufórica ou super relaxada, rendendo imagens engraçadíssimas de bichos "brisadinhos". Ela é usada há muito tempo com felinos e está por aí à venda em várias formas, inclusive no meio de brinquedos. Mas ainda gera dúvidas quanto ao seu funcionamento. Para ajudar a entender melhor o que é o catnip e como ele age, o g1 separou 11 perguntas e respostas sobre a erva. O que é o Catnip? Quais são os efeitos? Como dar ao gatinho? Quantas vezes na semana é recomendado? Como ela funciona? Quanto tempo dura o efeito? Todos os gatos são sensíveis ao catnip? O bicho pode ficar dopado? Tem contraindicação? Funciona com outros animais? E com humanos? Veja perguntas e respostas sobre o Catnip. Gatos sob efeito do Catnip Reprodução 1. O que é o Catnip? Ela é uma plantinha com flores brancas e roxas, tem o nome Nepeta cataria e é da família da menta e da lavanda. "Também é popularmente conhecida como erva-do-gato, erva-gateira ou gatária. É uma espécie de planta aromática da família Lamiaceae, que engloba a hortelã e menta. É nativa da Europa e da Ásia. Seu nome, erva-do-gato, tem origem no efeito que exerce sobre os gatos domésticos e alguns felinos selvagens, incluindo leões, pumas, tigres e leopardos", explica a membra do Núcleo de Estudos em Felinos Domésticos da Universidade Federal de Lavras, Jackeline Moreira. 2. Quais são os efeitos? A planta pode estimular dois comportamentos nos gatos: relaxados e alegres ou excitados e agressivos. Normalmente os gatos vão salivar, lamber, mastigar, se esfregar e rolar sobre a erva no chão durante alguns minutos. Além da brincadeira, ela pode ser usada para aliviar estresse e depressão nos bichinhos, estimular o uso de brinquedos, facilitar o transporte e ajudar na socialização. "Toda essa energia estimulada vai ser utilizada para a brincadeira e isso vai estimular a cognição, a atividade física e aliviar a tensão. É benéfico tanto para saúde mental quanto para a física do gatinho", explica Moreira. 3. Como dar ao gatinho? Para o uso com os bichinhos, é vendida líquida ou desidratada. Ela pode ser espirrada ou colocada em arranhadores, brinquedos ou superfícies em que eles costumam ficar. "Colocar em arranhadores faz com que o gato aprenda que ali é um local bom para arranhar, então ajuda a ensinar o gato onde ele deve arranhar", explica. 4. Quantas vezes na semana é recomendado? Segundo a veterinária, o ideal é oferecer o catnip para os gatinhos uma vez na semana. Se for utilizada com muita frequência, eles podem perder a sensibilidade à planta. Dicas de presentes de até R$ 150 para pets Entenda: como transportar os pets em viagens de carro 5. Como ela funciona O segredo dos gatos está em seu "segundo sistema olfativo" , que capta feromônios. "A erva dos gatos possui um óleo volátil chamado Nepetalactona. Ele penetra no tecido nasal e estimula neurônios sensitivos, que por sua vez estimulam o bulbo olfatório, a amígdala e o hipotálamo, regiões no cérebro relacionadas a sentidos, emoções e comportamento, inclusive o comportamento sexual", explica Moreira. "Também há indícios de que a nepetalactona atue nos receptores opioides do cérebro. Por isso, causa um efeito de relaxamento nos gatos e, em alguns casos, euforia", diz. 6. Quanto tempo dura o efeito? O efeito é muito breve, cerca de cinco a 20 minutos. Pode levar até duas horas para que ele se torne suscetível ao catnip novamente. O efeito começa a surgir entre os três e seis meses de vida. Antes disso, eles não conseguem responder ao óleo. 7. Todos os gatos são sensíveis ao catnip? Segundo os estudos sobre o tema, cerca de 70% dos felinos são sensíveis à Nepetalactona. E essa é uma condição hereditária. 8. O bicho pode ficar dopado? A erva não tem efeito de deixar os bichos dopados, explica a veterinária. A substância é um óleo volátil e, por isso, se dissipa rapidamente no ambiente. "Eles ficam alegres e relaxados, mas não dopados", afirma a veterinária. 9. Tem contraindicação? Segundo pesquisas sobre o uso da erva, ela não causa dependência e nem malefícios aos gatinhos. Mas alguns podem ficar agressivos. Nesses casos, é preciso oferecer o catnip com cautela e sempre observar o comportamento deles. É importante ter a orientação de um veterinário antes de começar a usar. EUA mudam regras para entrada de cães de países com alto risco para raiva; Brasil está na lista 10. Funciona com outros animais? Essa reação é uma exclusividade dos felinos domésticos e de alguns selvagens, como leão, puma, tigre e leopardo. "Isso muito provavelmente se deve à fisiologia desses animais", explica Moreira. Mas a erva não é prejudicial para outros animais. 11. E com humanos? A planta pode ser usada para fazer chás e traz benefícios como alívio da tosse, melhoras de problemas digestivos e auxílio na digestão, alívio de cólica, dores de cabeça e febre. "Embora hoje a planta seja mais usada com gatos, na antiguidade, ela foi muito utilizada pelos romanos para diversas finalidades. Na Idade Média, as folhas eram usadas para condimentar carnes. Na França, como tempero para molhos e sopas. Como chá, também possui efeito antipirético. E na forma natural, tem efeito repelente", conta Moreira. A Nepetalactona concentrada tem alto poder para repelir mosquitos. Veja Mais

Naiara Azevedo, Marília Mendonça e 'BBB22': entenda a polêmica com parceria entre as cantoras

G1 Pop & Arte '50 por cento' foi gravada em 2020 com Marília Mendonça e regravada agora. Veja como situação incomodou família da cantora, que pode não autorizar o lançamento da música. Marília Mendonça e Naiara Azevedo no projeto 'Juntas' Divulgação Naiara Azevedo deixou um DVD pronto antes de entrar no "BBB22", e a música "50 por cento" já vem causando polêmicas antes mesmo do programa começar ou de ser lançada oficialmente. A faixa é uma parceria com Marília Mendonça, que morreu em um acidente de avião em novembro do ano passado. Quando a equipe de Naiara anunciou que a música poderia ser lançada, o irmão da cantora sertaneja criticou Naiara em uma série de posts no Twitter. O assunto foi um dos mais comentados na rede social neste final de semana. 'BBB22': Veja lista completa de participantes Entenda a polêmica nas perguntas e respostas abaixo: Quando a polêmica começou? No sábado (15), uma entrevista com Naiara Azevedo falava sobre o álbum "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" que está pronto e deve ter faixas lançadas ao longo da participação da cantora no programa. Uma delas é "50 por cento", parceria com Marília Mendonça que morreu em novembro do ano passado em um acidente aéreo. Ao ver o que estava saindo na mídia, João Gustavo, cantor sertanejo e irmão de Marília, fez uma série de tweets falando sobre Naiara. Initial plugin text Initial plugin text Como a equipe de Naiara se defendeu das acusações? A equipe de Naiara Azevedo, ao rebater as críticas de João Gustavo, descreveu ao g1 o projeto do álbum "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" e disse que "as duas cantoras sempre tiveram um relacionamento de respeito na música e no âmbito pessoal". LEIA MAIS: 'BBB22' estreia nesta segunda com Tadeu Schmidt na apresentação, emojis de torcidas e novo quadro Segundo a equipe de Naiara, o clipe de "50 por cento" foi gravado em 2020, para um projeto dela chamado "Juntas", que teria parcerias com outras mulheres. Mas o lançamento ficou aguardando autorização da gravadora de Marília, diz a equipe. Este projeto acabou não saindo. A autorização para o lançamento da música teria sido dada só no final de 2021, sem uma data definida (o que a família nega). Naiara decidiu incluir a faixa no álbum e "optou por regravar a canção como uma forma carinhosa de homenagear a cantora, inserindo imagens do videoclipe no telão de seu novo DVD", diz a equipe. Naiara é coautora de "50 por cento", junto com Dener Ferrari, Vinni Miranda, Rafael Quadros e Waleria Leão. A família de Marília continuou comentando o assunto? Sim, por meio de nota oficial, além de novos tweets de João. No comunicado, a família reafirma as críticas a Naiara Azevedo e diz que não há liberação para o lançamento da faixa com a voz e a imagem de Marília. Eles dizem que a cantora anunciou o lançamento póstumo sem procurar a família, ao contrário de outros artistas. O texto afirma que todas as músicas autorizadas por ela serão lançadas e cita mágoa pela "maneira estratégica de usar a mídia para forçar a liberação". Leia: "Estamos aqui com a missão de cumprir a vontade da Marília, todas as músicas autorizadas por ela em vida serão lançadas, como ela queria. O que nos magoa é usar a mídia de maneira estratégica para forçar a liberação, sem ao menos nos comunicar. Todos os artistas, têm tido o respeito de nos procurar. Nunca fomos contatados pela Naiara ou por ninguém da equipe dela. Os motivos para a negativa sempre coube a Marília. E nós iremos respeitar sempre a vontade dela, outras músicas ainda serão lançadas porque era o desejo dela. Infelizmente, temos lidado com este tipo de coisa diariamente. Não peçam para quem vive a dor se conformar com tudo, porque o que temos é muito maior, lidamos com a perda da filha, da irmã e da mãe, não se trata única e exclusivamente da artista Marília Mendonça". Além disso, João fez os seguintes posts no Twitter no final da noite de sábado: Initial plugin text No final das contas, a música será lançada? Ainda não se sabe. Com a confusão que foi parar entre os assuntos mais comentados do Twitter, a equipe de Naiara voltou atrás ao afirmar que a cantora pode desistir de lançar a música, se a família de Marília quiser. "Com o convite para Naiara participar do reality show com maior visibilidade do Brasil, foi pensada uma estratégia de carreira para a cantora e gravou-se um DVD, que todos sabem o quanto é importante para um artista. Neste projeto, foi incluída a faixa "50 por cento", uma canção muito especial para Naiara, e se manteve a participação da Marília através das imagens do videoclipe já gravado, como forma de carinho e admiração", diz um trecho do comunicado deste domingo (16). "Reiteramos que tudo foi sempre feito dentre os trâmites legais. Em respeito a família de Marília, e se for da vontade deles não quererem esse lançamento, iremos entender e não lançar a canção", continua a nota. Até a publicação desta reportagem, a família de Marília não tinha decidido ou se manifestado sobre a autorização para o lançamento de "50 por cento". Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Naiara Azevedo sabe da polêmica? Ela sabe que a música provavelmente não será lançada? Confinada para entrar no reality nesta segunda (17), a cantora não sabe da confusão envolvendo a música e a família de Marília. Procurada pelo g1, a assessoria da cantora sertaneja informou que "ela está confinada e não sabe de nada lá dentro". Sem saber da polêmica gerada, é possível que Naiara comente sobre a música ou cante trechos, bem como as outras faixas do DVD "Baseado em fatos reais", que foi gravado em outubro, em Goiânia. Na edição passada, Karol Conká cantou trechos da nova música "Louca e sagaz", que tinha previsão de lançamento para o primeiro semestre. Mas o lançamento foi adiado por conta do desempenho da rapper no BBB. Isso também pode acontecer com Naiara, caso se confirme o cancelamento do single. Ela cantaria no programa uma música polêmica, que pode não ser lançada, sem saber de tudo o que aconteceu. Quais outras músicas estão no novo álbum de Naiara? "Naiara Azevedo - Baseado em fatos reais" também tem participações especiais de Ícaro & Gilmar, Gabriel Gava e Humberto & Ronaldo. A primeira faixa "Nem Te Culpo" chegará às plataformas digitais no dia 19 de janeiro, dois dias após a estreia do programa. Veja Mais

'Homem-aranha' segue na liderança da bilheteria no Brasil e acumula R$ 283 milhões

G1 Pop & Arte 'Pânico' assume segundo lugar no final de semana de estreia e derruba 'Sing 2' para terceira posição. Dez maiores bilheterias somaram R$ 21,9 milhões. 'Homem-Aranha: Sem volta para casa' ganha novo trailer; ASSISTA 487 mil pessoas foram aos cinemas ver "Homem-aranha: Sem Volta para Casa" entre quinta (13) e domingo (16). O filme arrecadou R$ 10 milhões em bilheteria no período. A estreia do quinto filme da franquia de "Pânico" ficou em segundo lugar, com público de 232 mil e renda de R$ 4,4 milhões, e derrubou "Sing 2" para a terceira posição no ranking. g1 já viu: 'Homem-Aranha: Sem volta para casa' supera expectativas com equilíbrio de nostalgia e emoção Maratona 'Pânico': Veja estatísticas da franquia de terror ao longo de 5 filmes, como mortes e sustos Alfred Molina e Tom Holland em cena de 'Homem-Aranha: Sem volta para casa' Divulgação As dez maiores bilheterias somaram mais R$ 21,9 milhões e reuniram 1 milhão de pessoas. O valor foi inferior ao da semana anterior que teve o bom resultado de R$ 32 milhões. Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre quinta (13) e domingo (16): "Homem-aranha: Sem Volta para Casa" - R$ 10 milhões "Pânico" - 4,4 milhões "Sing 2" - R$ 3,1 milhões "Juntos e enrolados" - R$ 1,4 milhão "Turma da Mônica - Lições" - R$ 1,2 milhão "Matrix Resurrections" - R$ 724 mil "King’s Man: A Origem" - R$ 661 mil "Benedetta" - R$ 86 mil "O festival do Amor" - R$ 82,3 mil "Casa Gucci" - R$ 75 mil Veja trailer de novo filme da franquia 'Pânico' Veja Mais

Palavra Cantada analisa 'Baby Shark': por que música passou de 10 bilhões de views no YouTube?

G1 Pop & Arte Com repetições e dança engraçada, música sobre família de tubarões se tornou vídeo mais visto da plataforma há dois anos. Dupla hit da música infantil brasileira analisa sucesso. Palavra Cantada reage a Baby Shark Duas crianças, uma animação bem produzida, uma família tubarão e um ritmo chiclete já tinham conseguido um grande feito: eram a música mais vista no Youtube. Nesta sexta-feira (14), "Baby shark" quebrou outro recorde: o vídeo da música infantil se tornou o primeiro do YouTube a chegar a 10 bilhões de visualizações. Gravado em 2016, o hit ganhou fama internacional em janeiro de 2019. Naquele ano, o g1 conversou com o duo Palavra Cantada, hit da música infantil brasileira.nCantando para crianças desde 1994, Sandra Peres e Paulo Tatit, do Palavra Cantada, analisaram a música. Assista ao vídeo acima. A fórmula deste pop chiclete mirim é simples: Repetição Brincadeira com sons Repetição de sílabas Ritmo de fácil memorização Dancinha engraçada Crianças fofas É quase como qualquer outra música infantil, mas com números impressionantes. Já foi adaptada mais de 100 vezes, para diversos estilos e idiomas (incluindo português); ganhou o desafio #babysharkchallenge; e conquistou - ou enlouqueceu - pessoas de todas as idades. Por que 'Baby shark' é tão hipnótica? Cena de 'Baby Shark' Reprodução “É meio irresistível ver criança se expressando. Tem essa coisa graciosa no jeito de falar, o jeito de dançar”, explica o músico. A dança inocente com os bracinhos ajuda a criar o fenômeno. Ela não muda a melodia nem o ciclo rítmico, explicam os músicos. “Baby Shark” tem os mesmos acordes sempre: sol e lá menor. A simplicidade alavanca o sucesso. A comunicação simples facilita a compreensão e a reprodução, colando de maneira natural na cabeça. A incorporação dos personagens conforme a alteração de tonalidade da voz dá dinamismo e cria uma história. Isso torna a canção mais atrativa do que se cantada em um único tom. E, claro, a repetição, rainha das músicas chicletes. "A criança aprende uma vez e só vai trocando os nomes. Acaba grudando”, avalia Sandra. “Atirei o Pau no gato” já usava esses recursos. “Por que as crianças gostam? Não é porque vão matar os gatos, mas porque podem repetir as últimas sílabas e é um desafio”, explica Sandra. Como criar um hit infantil? O duo Palavra Cantada faz carnaval antecipado para crianças no Rio e em SP Daryan Dormelles/Divulgação Para criar uma música chiclete é preciso não pensar muito no fator grudento dela, garante o duo: “Nós não compomos pensando nisso, mas têm coisas que sabemos que funcionam”. 1,2, 3, 4... Reparou como rola esse tipo de progressão nos hits das crianças? “Como elas vão acertar a contagem, gera encantamento e expectativa”, diz Sandra. Jogos de palavras e rimas também funcionam. “É legal sempre ter um elemento da fala que a criança e a família vão levar para a casa. Ela pode não lembrar nada da música, mas vai se lembrar desse pedacinho e levá-la como companhia.” Além da letra, arranjos dinâmicos e instrumentos variados despertam a atenção. Misturar instrumentos mais "alegres" como pandeiros com a "tristeza" de violinos e oboés educam o ouvido da criança, dizem eles. Existe música certa para criança? Existe música de criança? No fim de 2018, Anitta lançou o “Clube da Anittinha” de olho nos fãzinhos. MC Bruninho, Enzo Rabelo e Ruanzinho cantam funk e sofrência com uma abordagem do amor inocente da infância. Os pequenos consomem muita música, mas existe a certa para eles? “Certa não sei, mas existe muita errada”, brinca Tatit. "A música é um mantra, ela sempre vai ser repetida. Então a criança vai repetir frases que não são do universo dela, se nutrindo desses elementos." Anitta e os personagens do desenho 'Clube da Anittinha' Divulgação Mas música para criança não se resume a educação. Ensinar a contar, a soletrar, mostrar animais e falar sobre respeito estão nas letras infantis, mas não são o único caminho. “A Palavra Cantada tem muitos elogios por causa da letra, por ser uma música inteligente. Têm músicas com letras bem sacadas, mas não são todas, têm brincadeiras também”, explica Tatit. Tratar a criança como um ser complexo é fundamental para criar uma música que dialogue com elas. “A gente sempre encarou a criança como um ser que tem amor, medo, angústia, alegria, mas o mundo a encarava como um ser alegre e saltitante o tempo todo. Se você tem criança em casa, sabe que não é assim”, resume Tatit. Veja Mais

g1 ouviu #176 - Conheça as apostas da música para 2022: Gayle, MD Chefe, Tems, Japãozinho e mais

G1 Pop & Arte Podcast mostra Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação A cantora Brisa Star Divulgação Veja Mais