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Estilista japonês Issey Miyake morre aos 84 anos

G1 Pop & Arte Miyake foi o responsável pelo design do suéter de gola alta usado por Steve Jobs. O designer japonês Issey Miyake na exposição 'U-Tsu-Wa' em Tóquio, Japão em 2009 REUTERS/Kim Kyung-Hoon O estilista japonês Issey Miyake, famoso por seu estilo plissado de roupas que nunca amassa e que produziu o icônico suéter preto de gola alta preta de Steve Jobs, morreu aos 84 anos. Apesar de o anúncio ter sido feito nesta terça-feira (9) pela imprensa do Japão, Miyake morreu na sexta-feira (5), vítima de um câncer no fígado, segundo a agência de notícias Kyodo. Conhecido por sua praticidade, Miyake queria ser dançarino ou atleta antes de ler as revistas de moda de sua irmã que o inspiraram a mudar de rumo. Miyake nasceu em Hiroshima. Tinha sete anos e estava numa sala de aula quando a bomba atômica foi lançada sobre a cidade. O estilista sempre foi relutante em falar sobe o ocorrido. Em 2009, escrevendo para o "New York Times" como parte de uma campanha para conseguir que o então presidente dos EUA, Barack Obama, visitasse a cidade, disse que não queria ser rotulado como "o designer que sobreviveu" à bomba. "Quando fecho os olhos, ainda vejo coisas que ninguém deveria experimentar", escreveu ele, acrescentando que mãe morreu de exposição à radiação. "Tentei, embora sem sucesso, deixá-los para trás, preferindo pensar em coisas que podem ser criadas, não destruídas, e que trazem beleza e alegria. Isso é moderno e otimista." Depois de estudar design gráfico em uma universidade de arte de Tóquio, ele aprendeu design de moda em Paris, onde trabalhou com os famosos designers da área Guy Laroche e Hubert de Givenchy, antes de ir para Nova York. Em 1970 ele retornou a Tóquio e fundou o Miyake Design Studio. No final da década de 1980, desenvolveu uma nova maneira de plissar envolvendo tecidos entre camadas de papel e colocando-os em uma prensa térmica, com as roupas mantendo sua forma plissada. Testado por sua liberdade de movimento em dançarinos, isso levou ao desenvolvimento de sua linha de assinatura "Pleats, Please". Eventualmente, Miyake desenvolveu mais de uma dúzia de linhas de moda que incluem também bolsas, relógios e perfumes, antes de se aposentar em 1997 para se dedicar à pesquisa. Em 2016, quando perguntado sobre quais eram os desafios enfrentados pelos futuros designers, ele indicou ao jornal britânico "Guardian" que as pessoas provavelmente consumiriam menos. "Podemos ter que passar por um processo de desbaste. Isso é importante", disse ele. "Em Paris, chamamos as pessoas que fazem costureiros de roupas — eles desenvolvem novos itens de roupas — mas, na verdade, o trabalho do design é fazer algo que funcione na vida real." Suéter de Steve Jobs Segundo a revista "Times", os icônicos suéters de Stve Jobs não foram feitos pela St. Croix, e sim por Issey Miyake. Um trecho da biografia escrita por Walter Isaacson, ex-editor da publicação, afirma que Steve Jobs fez amizade com Miyake no início dos anos 1980 e pediu que lhe fizesse alguns suéter de gola alta preta. Miyake enviou "cem deles", teria dito Jobs. "Eu tenho o suficiente para durar pelo resto da minha vida." Steve Jobs na sede da Apple em Cupertino Lou Dematteis/Reuters Veja Mais

Últimos dias

Anne Heche está em coma e em 'condição extremamente crítica' após acidente de carro

G1 Pop & Arte Atriz dirigia veículo que bateu em uma casa e pegou fogo. Representante de Heche afirma que ela tem lesões 'significativas' nos pulmões e precisa de cirurgia. Anne Heche em cena de 'All rise' Divulgação Anne Heche ("Seis dias, sete noites" e "Chicago P.D.: Distrito 21") está em coma desde o acidente de carro que sofreu na sexta-feira (5). Ela dirigia o veículo que bateu uma casa e pegou fogo. "Neste momento Anne está em condição extremamente crítica. Ela tem lesões significativas no pulmão que exigem ventilação mecânica e queimaduras que precisam de intervenção cirúrgica", afirma um representante da atriz em comunicado nesta segunda-feira (8). "Ela está em coma e não recobrou a consciência desde pouco depois do acidente." De acordo com a revista "Variety", a atriz também se envolveu em outro acidente pouco antes de bater em uma casa, quando veículo e propriedade pegaram fogo. Ela foi a única ferida. A mulher que teve a casa destruída com o acidente está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. Os moradores do bairro organizaram uma "vaquinha" com o objetivo de arrecadar US$ 100 mil (cerca de R$ 522 mil). Veja Mais

Paes cria o Dia do Reencontro, que será ponto facultativo e coincide Rock in Rio 2022

G1 Pop & Arte Dia 2 de setembro celebra um ano do início das medidas de flexibilização em função da pandemia. Festival é lembrado como símbolo de retomada de grandes eventos que impactam positivamente a cidade. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, decretou que o Rio terá o Dia do Reencontro, que será ponto facultativo e vai ser comemorado no dia 2 de setembro, que coincide com o início do Rock in Rio. O festival não era realizado há três anos por conta da pandemia. O decreto foi publicado na sexta-feira (5) e marca um ano do início da flexibilização das medidas sanitárias restritivas em função da pandemia de Covid-19. A flexibilização que permitiu retorno de grandes eventos, como o festival que é "reconhecido como um dos maiores eventos de música e entretenimento do mundo", originado no Rio, e que impacta positivamente a cidade com geração de empregos, movimentando a economia e atraindo visitantes nacionais e estrangeiros. O ponto será facultativo nas repartições públicas municipais, excluídos os expedientes em órgãos com serviços que não podem ser paralisados. A Secretaria Municipal de Saúde vai editar uma resolução regulamentando o expediente nas unidades de saúde da rede municipal. Veja Mais

The Killers e Twenty One Pilots fazem show em São Paulo em novembro

G1 Pop & Arte Evento GPWeek ainda conta com apresentações de Hot Chip, The Band Camino e Fresno. The Killers foram atração principal do último dia de Lollapalooza Brasil 2018 Marcelo Brandt/G1 The Killers e Twenty One Pilots vão se apresentar em São Paulo em 12 de novembro. As bandas são destaque do Festival GPWeek, que vai contar com 7 horas de apresentações ao vivo. O evento ainda conta com apresentações Hot Chip, The Band Camino e Fresno, e acontece no Allianz Parque, na capital paulista. A pré-venda dos ingressos tem início nesta terça-feira (9) para clientes C6 Bank Mastercard. Já a venda para público geral acontece a partir de quinta-feira (11). Os ingressos variam de R$ 170 (referente a meia-entrada pra cadeira superior) até R$ 1.592,00 (Paddock C6 Bank Mastercard). Serviços: Data: 12 de novembro de 2022 Local: Allianz Parque Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo Ingressos: Paddock C6 Bank Mastercard: R$ 995,00 (meia-entrada legal) | R$ 1.592,00 (clientes C6 Bank Mastercard) | R$ 1.990,00 (inteira) Pista VIP Box: R$ 495,00 (meia-entrada legal) | R$ 990,00 (inteira) Pista: R$ 270,00 (meia-entrada legal) | R$ 540,00 (inteira) Cadeira Inferior: R$ 340,00 (meia-entrada legal) | R$ 680,00 (inteira) Cadeira Superior: R$ 170,00 (meia-entrada legal) | R$ 340,00 (inteira) Vídeo: Relembre entrevista com Twenty One Pilots em 2019: G1 entrevista Twenty One Pilots Veja Mais

VÍDEO: Cachorros participam de campeonato de surfe na Califórnia

G1 Pop & Arte Os cães competiram em categorias de acordo com o tamanho em grupos pequenos, médios e muito grandes. Cachorros surfam em campeonato na Califórnia Centenas de fãs se reuniram em uma praia da Califórnia, nos Estados Unidos, para acompanhar o Campeonato Mundial de Surfe de Cães. Os surfistas de quatro patas competiram em categorias de acordo com o tamanho, em grupos pequenos, médios e muito grandes. Os cães são julgados em várias categorias, incluindo a duração do passeio, técnica (ficar de quatro, sentado, deitado), confiança e tamanho ou força da onda. Jeffrey Niebor veio de San Diego com seu labrador Charlie, de sete anos e meio anos, que começou a surfar aos 2 anos. Ele conquistou o segundo lugar no grupo de cães grandes e muito grandes (veja o vídeo acima). "Eu nem consigo explicar a paixão dele e o quanto ele se diverte. Mesmo quando nós não estamos surfando para competir, vamos apenas para a praia e estamos apenas nos divertindo, ele leva a prancha de surfe para a água, late nas ondas, as pessoas adoram", contou Niebor. Veja Mais

Jô Soares já apareceu em HQ da Marvel ilustrada por Mike Deodato: 'grande perda para a cultura', diz

G1 Pop & Arte Jô Soares aparece como entrevistador de um dos personagens de "Thunderbolts". Ilustrador brasileiro Mike Deodato fala sobre homenagem e lamenta morte do apresentador e humorista. Jô Soares aparece em HQ 'Thunderbolts' da Marvel Arquivo pessoal/Mike Deodato/Marvel O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares, que morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos, já apareceu em uma revista em quadrinhos da Marvel, ilustrada pelo paraibano Mike Deodato. A revista é a "Thunderbolts", nº 110, de 2007. Jô Soares aparece como entrevistador de um dos personagens da história, falando sobre um acontecimento do enredo. Ao g1, Deodato disse que a ideia foi prestar uma homenagem despretensiosa ao apresentador. “Foi só uma homenagem pequena mesmo, sem muita pretensão”. O ilustrador paraibano diz ser fã de Jô Soares, tanto nas entrevistas quanto no humor, e sabe que o apresentador era fã de histórias em quadrinhos. Por isso, ele lamenta a morte do artista e considera uma grande perda para o Brasil. “É uma pena, uma perda muito grande para a cultura e TV brasileira. Sou muito fã dele como entrevistador, como humorista e admiro o fato dele gostar de quadrinhos, porque ele era um grande fã de história em quadrinhos”. Apesar de ser fã de Jô Soares, Mike Deodato conta que nunca conheceu o ídolo pessoalmente. Ele chegou a ser cogitado como entrevistado no "Programa do Jô", da TV Globo, mas os planos não se concretizaram. “Nunca conheci Jô pessoalmente. Algumas vezes, estava sendo planejada uma entrevista minha, mas nunca se concretizou”, concluiu. 'O medo da morte é um sentimento inútil', disse Jô Soares; relembre frases do apresentador, humorista e escritor Jô Soares morre em São Paulo; veja FOTOS da carreira Morte de Jô Soares Parentes, amigos, artistas e fãs lamentaram a morte de Jô Soares Jô Soares, apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. O enterro e velório serão reservados à família e aos amigos, em data e local ainda não informados. A causa da morte não foi divulgada. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Trajetória de Jô Soares A vida de Jô Soares José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho dos paraibanos Orlando Heitor Soares e Mercedes Leal Soares. Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Quando retornou ao Brasil, Jô Soares se aproximou do teatro e começou a sua carreira, que sempre teve o humor como marca registrada. Considerado pioneiro do stand-up, ele se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba Veja Mais

Religioso e vaidoso, Jô Soares tinha capela e barbearia dentro de apartamento em SP

G1 Pop & Arte Casa do apresentador em Higienópolis foi mostrada em 2011 no programa Estrelas, de Angélica, na TV Globo. Apresentador e humorista estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 28 de julho. Estrelas: Angélica entrevista Jô Soares Devoto de Santa Rita de Cássia, Jô Soares tinha uma capela dentro do apartamento onde morava em Higienópolis, no Centro de São Paulo. O apresentador, humorista, ator e escritor faleceu na madrugada desta sexta-feira (5). Ele tinha 84 anos. Ele estava internado desde 28 de julho no Sírio Libanês, na capital paulista. De acordo com a assessoria do hospital, a pedido da família de Jô, não foram divulgados os motivos da internação e da causa da morte. Jô abriu as portas do apartamento para a apresentadora Angélica durante o programa Estrelas, da Globo, em 2011. Jô brinca com a apresentadora Angélica na cadeira de barbeiro em seu apartamento em São Paulo; apresentador também tinha uma capela dentro da residência Reprodução/TV Globo "Aqui tem uma capelinha que eu fiz em homenagem a Santa Rita de Cássia de quem eu sou devoto", disse Jô. "Sempre me perguntam: 'Quando é que você começou?' Eu não me lembro. Não me lembro. Não teve nenhum motivo específico ou especial". O programa mostrou imagens sacras dentro da capela. "Tudo presente que me mandam", disse. "Tem algumas que são lindas realmente", disse Jô, que apontou uma imagem da santa feita em pano. "Eu adoro aquela pequenininha ali embaixo, de pano". Jô disse que gostava dessa imagem de Santa Rita de Cássia feita de pano Reprodução/TV Globo Vaidoso, Jô também tinha um barbearia em casa. No tour pelo apartamento, mostrou a cadeira de barbeiro num dos cômodos. "Aqui é minha barbearia", disse o apresentador a Angélica. "É antiquíssima". Jô ainda brincou com a apresentadora quando ela se sentou na cadeira e pediu um corte chanel a ele: "Olha, seu cabelo é intocável". No final da manhã desta sexta, o corpo de Jô deixou o hospital para seguir para uma cerimônia de despedida reservada aos amigos e parentes. A pedido da família, o local também não foi informado a imprensa. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo; fãs e amigos prestam homenagens Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5). Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. "Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. Leia a íntegra do texto aqui. Por causa do falecimento do artista, o governador de SP, Rodrigo Garcia (PSDB), decretou luto oficial de três dias no estado. LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô Fachada do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo. Kleber Tomaz/g1 Humor como marca registrada Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso. "Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre", afirmou em depoimento ao site Memória Globo. 'O medo da morte é um sentimento inútil'; relembre frases Personagens icônicos, entrevistas com ilustres; FOTOS mostram carreira Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares se emociona ao se despedir do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Adolescência na Suíça José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”. “Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.” Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.” Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos. "Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos." Jô Soares TV Globo Volta para o Brasil Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. "Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente", lembrou. O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga. A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental. Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo. Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record. “Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos. A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”. O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias. Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV". “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.” Trajetória na Globo Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo. Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto "Casseta & Planeta", de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou. Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite. Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”. "O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil", dizia. "Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo." Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”). Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 Zé Paulo Cardeal/Globo Talk-show Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora. "No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo... Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]", admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show "Jô Soares onze e meia" rendeu mais de 6 mil entrevistas. “E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso", aponta o Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô. Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”. "Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo." Literatura e teatro Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas. Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”. Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi "O astronauta sem regime" (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em "O Globo". O romance "O Xangô de Baker Street" (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram "O homem que matou Getúlio Vargas" (1998), "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" (2005) e "As esganadas" (2011). No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007). Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006). Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976). 'Hipocondríaco de doenças exóticas' Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor. Relembre no vídeo abaixo: Jô Soares conta o que viu da vida "Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou. "O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável." MAIS VÍDEOS SOBRE JÔ SOARES: Veja Mais

Governador de SP decreta luto oficial de três dias no estado em homenagem a Jô Soares

G1 Pop & Arte Apresentador e humorista faleceu às 2h30 desta sexta (5), aos 84 anos. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 28 de julho. Causa da morte não foi divulgada pela família. Jô Soares em março de 1997 durante as gravações do 'Jô Soares, Onze e Meia', programa exibido pelo SBT de 1988 a 1999 EPITÁCIO PESSOA/ESTADÃO CONTEÚDO O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), decretou luto oficial de três dias no estado em virtude da morte do apresentador e humorista Jô Soares nesta sexta-feira (5). O comediante faleceu às 2h30 da manhã no Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo, aos 84 anos. O corpo de Jô Soares deixou o hospital por volta das 10h38. O funeral do artista será em cerimônia reservada a familiares e amigos. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram "O Brasil acordou mais triste hoje. O Jô marcou gerações, um gênio do humor e da arte brasileira. Ele marcou a minha geração e a de tantos outros. O país perde um grande brasileiro e, por isso, ao lado do prefeito Ricardo Nunes, estamos decretando luto oficial de três dias em todo o estado", declarou o governador de SP. 'O medo da morte é um sentimento inútil'; relembre frases Personagens icônicos, entrevistas com ilustres; FOTOS mostram carreira Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo; fãs e amigos prestam homenagens Trajetória de vida Apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. A causa da morte não foi informada pela família. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. "Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. Leia a íntegra do texto aqui. Fachada do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo. Kleber Tomaz/g1 Humor como marca registrada Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso. "Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre", afirmou em depoimento ao site Memória Globo. Jô Soares se emociona ao se despedir do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Adolescência na Suíça José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”. “Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.” Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.” Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos. "Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos." Jô Soares TV Globo Volta para o Brasil Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. "Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente", lembrou. O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga. A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental. Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo. Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record. “Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos. A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”. O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias. Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV". “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.” Trajetória na Globo Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo. Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto "Casseta & Planeta", de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou. Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite. Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”. "O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil", dizia. "Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo." Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”). Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 Zé Paulo Cardeal/Globo Talk-show Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora. "No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo... Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]", admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show "Jô Soares onze e meia" rendeu mais de 6 mil entrevistas. “E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso", aponta o Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô. Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”. "Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo." Literatura e teatro Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas. Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”. Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi "O astronauta sem regime" (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em "O Globo". O romance "O Xangô de Baker Street" (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram "O homem que matou Getúlio Vargas" (1998), "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" (2005) e "As esganadas" (2011). No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007). Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006). Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976). 'Hipocondríaco de doenças exóticas' Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor. Relembre no vídeo abaixo: Jô Soares conta o que viu da vida "Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou. "O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável." MAIS VÍDEOS SOBRE JÔ SOARES: Veja Mais

Flavia Soares, ex-mulher de Jô Soares, lamenta morte do apresentador: 'Amor eterno'

G1 Pop & Arte Ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho. Jô Soares Reprodução/Instagram/Flavia Soares Flavia Pedras Soares, ex-mulher de Jô Soares, usou as redes sociais para lamentar a morte do apresentador, a quem chamou de "amor eterno". O ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho, e morreu às 2h30 desta sexta-feira (5). "Faleceu há alguns minutos o ator, humorista, diretor e escritor Jô Soares. Nos deixou no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, cercado de amor e cuidados. O funeral será apenas para família e amigos próximos", anunciou Flavia. Famosos lamentam morte de Jô Soares; leia homenagens "Assim, aqueles que através dos seus mais de 60 anos de carreira tenham se divertido com seus personagens, repetido seus bordões, sorrido com a inteligência afiada desse vocacionado comediante, celebrem, façam um brinde à sua vida." "A vida de um cara apaixonado pelo país aonde nasceu e escolheu viver, para tentar transformar, através do riso, num lugar melhor", escreveu Flávia. "Viva você, meu Bitiko, Bolota, Miudeza, Bichinho, Porcaria, Gorducho. Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você." "Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem." "Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo." "Obrigada para sempre, pelas alegrias e também pelos sofrimentos que nos causamos. Até esses nos fizeram mais e melhores. Amor eterno, sua, Bitika." Flavia e Jô foram casados por mais de uma década e, em uma entrevista, o apresentador chegou a declarar que foi uma "separação que não deu certo", pois os dois estavam sempre juntos. Initial plugin text Veja Mais

Famosos lamentam morte de Jô Soares; leia homenagens

G1 Pop & Arte Apresentador, humorista e escritor morreu aos 84 anos, em São Paulo, onde estava internado desde julho. causa da morte não foi divulgada. Jô Soares, em foto de março de 2016 Celso Tavares/G1 Famosos lamentaram, nas redes sociais, a morte de Jô Soares. O apresentador, humorista e escritor morreu, na madrugada desta sexta-feira (5), em São Paulo, aos 84 anos. Ele estava internado desde julho no hospital Sírio Libanês. A causa da morte ainda não foi divulgada. Veja homenagens: Ana Maria Braga "Eu tive a honra de conhecer e conviver com esse jornalista e humorista tão talentoso e querido de todos nós. Hoje o dia amanheceu mais sem graça. Vá em paz meu amigo." Initial plugin text Bárbara Paz "Obrigada por tudo Jô! Teus ensinamentos e tua risada ficam! Um homem inteligentíssimo engraçado humano! Vai fazer muitos falta! APLAUSOS E MUITAS RISADAS NO CÉU! Que lá vem história!!!" Initial plugin text Adriane Galisteu "Meu Deus o mundo sem você... Meu amado amigo , diretor, conselheiro , vizinho que tristeza… você sempre foi cercado de amor e sempre será assim ! Vou seguir te aplaudindo e através de suas obras aprendendo com vc! Obrigada por tantas risadas , tantas conversas por todos os ensinamentos ???????? te amo eternamente!" Initial plugin text Zélia Duncan "O Brasil perdeu hoje um artista único, um comediante que amava seu ofício acima de tudo, um ator fora de série. Um entrevistador brilhante. Um cidadão que amava seu país e seus amigos. Jô Soares, obrigada por tanto!" Initial plugin text Lexa "Gênio, gente boa, profissional… Jô Soares é O CARA e sempre será! Aqui ficam eternas lembranças e todas as suas magníficas obras." Initial plugin text Ana Carolina "Dia triste. Jô inesquecível Jô que acompanhei desde pequena, com o genial Viva o gordo, mais tarde tive a honra de sentar no seu concorrido sofá e me divertir com esse ser humano tão especial, inteligente e afetuoso." Initial plugin text Thaeme "Daquele tipo de notícia que dói a alma receber!" Thaeme lamenta morte de Jô Soares Reprodução/Instagram Thiaguinho "Foi uma honra te conhecer, ser entrevistado, bater papo e sentir de perto toda essa genialidade e educação." Initial plugin text Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo Veja Mais

Banda islandesa faz versão de 'Ilariê', hit de Xuxa, e viraliza nas redes sociais

G1 Pop & Arte Um dos maiores sucessos da carreira de Xuxa agita público em show do grupo Studla Bandid. 'Olha onde Ilariê chegou', escreveu a cantora sobre a versão. Banda islandesa faz versão de 'Ilariê e viraliza nas redes sociais A banda islandesa Studla Bandid viralizou nas redes sociais com uma versão de "Ilariê", hit do final dos anos 80 na voz de Xuxa. Assista no VÍDEO acima. A música parece ser um momento de animação no show do grupo Studla Bandid pelas imagens. A banda tem 1,4 mil seguidores no Instagram, mas já viu a força do público brasileiro. A descrição do perfil tem a seguinte mensagem: "lariê on Spotify ????????????". Depois de todo movimento nas redes, Xuxa viu a versão e compartilhou o vídeo do grupo com a mensagem: "Olha onde o ILARIÊ chegou?!? E diga-se de passagem chegou lindamente, todo mundo cantando nosso hino". Banda islandesa faz versão de 'Ilariê e viraliza nas redes sociais Reprodução/Instagram/Studla Bandid Gravada e lançada por Xuxa em 1988, "Ilariê" foi a música de mais sucesso do disco "Xou da Xuxa 3". A música foi composta por Cid Guerreiro, cantor baiano hoje com 62 anos. Além de carreira solo voltada para o axé, ele escreveu outras músicas infanto-juvenis de artistas como Atchim e Espirro, Angélica, Eliana e Mara Maravilha. Desde o lançamento, "Ilariê" já foi cantada em outros idiomas e virou grito de torcida pela América Latina, principalmente no futebol argentino. Veja Mais

Chrissy Teigen anuncia gravidez quase dois anos depois de perder bebê

G1 Pop & Arte A modelo é casada com o cantor John Legend. Em 2020, ela fez um desabafo sobre luto e depressão que enfrentou com a perda do filho Jack, que morreu depois do parto. Chrissy Teigen Reprodução/Instagram A modelo Chrissy Teigen e o cantor John Legend estão esperando um bebê, quase dois anos depois de terem perdido o terceiro filho, Jack, que morreu no parto. O anúncio da gravidez foi feito por Chrissy, nas suas redes sociais, na quarta-feira (3). "Os últimos anos foram um borrão de emoções para dizer o mínimo, mas a alegria voltou a encher nossa casa e nossos corações", disse na legenda da foto no Instagram, em que aparece com a barriga da gravidez. "1 bilhão de injeções depois (na perna por último, como vocês podem ver!) temos outro a caminho", disse ao mostrar a foto com uma marca roxa na perna. Segundo a revista "People", a modelo passou por um tratamento para engravidar. Chrissy e Legend já são pais de Luna, de 6 anos, e Miles, de 4. "Em todas as consultas eu disse a mim mesma: 'ok, se estiver saudável hoje eu anuncio', mas então dou um suspiro de alívio ao ouvir um batimento cardíaco e decido que ainda estou muito nervosa", contou a modelo no seu texto. Ela disse que está tudo indo bem, "lindo e perfeito", e se sente esperançosa. "Ok, ufa, tem sido muito difícil manter isso por tanto tempo!" Bebê de Chrissy Teigen e John Legend morre após parto Reprodução / Instagram / Chrissy Teigen Há quase dois anos, a modelo teve complicações durante uma gestação e passou um período internada. Nas redes, ela havia explicado que estava na metade da gravidez e com um sangramento significativo. Jack, nome que o casal tinha escolhido para o filho, morreu logo depois do parto. "Jack lutou tanto para fazer parte de nossa pequena família, e ele será, para sempre. Nós sempre te amaremos", disse ao postar uma imagem em que aparece com o bebê nos braços na época. A modelo chegou a falar sobre a perda do bebê nas semanas seguintes. "As pessoas dizem que uma experiência como essa cria um buraco em seu coração. Um buraco certamente foi feito, mas foi preenchido com o amor de algo que eu tanto amava. Não parece vazio, este espaço. Parece cheio", disse. Chrissy Teigen no dia em que perdeu o terceiro filho Reprodução/Instagram/ChrissyTeigen "Eu seguro minha barriga quando ando por aí. Eu tenho um momento de surto quando as crianças pulam na minha barriga inexistente. A clareza após esses momentos sempre me deixa triste", lamentou a modelo. O que dizer para alguém que perdeu um bebê Na mesma mensagem, Chrissy agradeceu ao carinho recebido e concluiu: "Escrevi isso porque sabia que precisava dizer algo antes de poder seguir em frente e voltar à vida, então, realmente agradeço por me permitir fazer isso". No mês seguinte, ela fez outro desabafo sobre o luto e a depressão que enfrentava. "Não estou tuitando muito porque, honestamente, estou em um poço de luto e depressão. Mas não se preocupem. Tenho bastante ajuda ao meu redor para ficar bem e me reestabelecer logo", escreveu na plataforma. "Estou em uma bolha muito escura, incapaz de expressar o que está acontecendo e fazendo o melhor que eu posso. Me sinto destruída e tudo que sei é que isso é o oposto de estar consertada - eu sei que não é tão fácil, mas é tudo que posso pensar no momento", respondeu a uma seguidora que tinha feito um comentário de apoio na postagem. Veja Mais

Alice Wegmann estrela série sobre feminejo com personagem inspirada em Marília Mendonça

G1 Pop & Arte 'Rensga Hits!' estreia no Globoplay nesta quinta (4). Atriz estudou vídeos da cantora, adotou sua voz 'afetiva, acolhedora e maternal', e 'chorou de não conseguir respirar' quando ela morreu. Alice Wegmann interpreta Raíssa Medeiros na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo Para criar a personagem da cantora sertaneja Raíssa Medeiros em "Rensga Hits!", a protagonista Alice Wegmann ficou assistindo stories de Marília Mendonça no Instagram para entender sua voz "afetiva, acolhedora e maternal". A série que estreia nesta quinta-feira (4) no Globoplay não conta a história de Marília nem de cantoras do feminejo. Mas a ficção, que mistura drama e comédia, se passa neste mercado da música sertaneja feminina. Raíssa é uma jovem do interior traída pelo noivo. Ela abandona o altar e segue o sonho de viver da música em Goiânia. O título da série vem de uma gíria goiana que demonstra espanto. É o nome da produtora de Marlene (Deborah Secco). A concorrente da Rensga Hits é a Joia Maravilha Records, de Helena (Fabiana Karla). No meio da disputa, Raíssa tem uma música roubada por Gláucia Figueira (Lorena Comparato). A criação de "Rensga Hits!' é de Carolina Alckmin e Denis Nielsen Roqueirinha em 'Malhação', sertaneja em 'Rensga' Alice Wegmann como a Lia de 'Malhação', em 2012, e como a Raíssa de 'Rensga Hits!', em 2022 Divulgação Alice já viveu uma cantora em seu primeiro papel como protagonista na TV, a Lia de "Malhação: Intensa como a Vida", entre 2012 e 2013. "Mas foi bem 'basiquinho'. Naquela época eu nem tocava muito. Tive que aprender uma coisa ou outra, mas acabou que deixei de lado o violão depois", ela conta. Ela só foi se reaproximar das seis cordas durante a quarentena. "Meu melhor amigo, o Francisco Gil [neto de Gilberto Gil] me deu um violão de aniversário", ela conta. Parece que o amigo adivinhou, pois logo depois ela recebeu o convite para atuar na série no universo do feminejo. Logo de cara, foram duas semanas só de aula de canto e violão. Para criar uma estrela de feminejo mais realista, ela foi estudar a grande referência do estilo - ainda no primeiro semestre de 2021, antes da morte de Marília Mendonça. "Não é uma série sobre a Marília", ela ressalta, "mas a personagem é muito inspirada nela. Ela foi meu maior ponto de referência. Eu ficava ali estudando a Marília em todos os stories. Ficava observando o jeito dela falar, onde estava, o que estava comendo, onde estava andando, tudo", conta Alice. A cantora foi referência até na hora de incorporar o sotaque goiano. "Ela tinha um jeito de falar com uma musicalidade muito afetiva, acolhedora e maternal. Assim, gostoso de ouvir, com um carinho na voz", descreve a atriz. Eles estavam terminando uma maratona de gravações no dia 5 de novembro de 2021, quando viram a notícia da morte de Marília Mendonça. "Foi um momento muito difícil, eu lembro que desabei ali mesmo. Eu chorava aquele choro de nem conseguir respirar direito, sabe?". "Muita gente da equipe é de Goiânia, e todos se conectaram muito com esse universo. Foi uma dor coletiva que a gente sentiu ali." Amor sertanejo ‘Rensga Hits’: série com Alice Wegmann, Deborah Secco e Fabiana Karla vai homenagear Marília Mendonça e feminejo Montagem/g1 As histórias de amor da música sertaneja deram origem a um romance real. Alice Wegmann e o produtor musical Dudu Borges, dono do projeto Analaga, do hit "Lençol dobrado", começaram a namorar durante as filmagens de "Rensga Hits!". Dudu Borges foi um dos compositores das músicas da série e ajudou a orientar as atrizes. "Ele conseguiu transformar a gente e cantoras. Nem a gente acreditava", elogia a namorada. "Ele já viveu muita coisa no sertanejo. Já trabalhou com Michel Teló, Luan Santana, Bruno Marrone, Paula Fernandes, e a própria Marília. Ele me ajudou muito a entender o que eu estava fazendo na série", diz Alice. Os namorados Alice Wegmann e Dudu Borges Reprodução / Instagram Veja Mais

'Maria - Ninguém sabe quem sou eu': veja teaser de documentário sobre Maria Bethânia

G1 Pop & Arte Filme tem imagens raras de ensaios e shows da cantora, e um depoimento inédito de Bethânia, com roteiro e direção de Carlos Jardim. Em documentário, Bethânia fala de infância, carreira e de amor por Caetano; teaser O documentário “Maria - Ninguém sabe quem sou eu” teve seu primeiro teaser divulgado nesta quarta-feira (3). Clique acima para assistir. O filme tem imagens raras de ensaios e shows da cantora, e um depoimento inédito de Maria Bethânia. A direção e o roteiro são de Carlos Jardim. A produção é uma parceria entre Turbilhão de Ideias, Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Noticiarte Produções. No filme, a artista fala sobre sua infância, o relacionamento com os pais e com o irmão Caetano Veloso, a fé, a ligação com a literatura e sua paixão pelo palco. O documentário chega em breve aos cinemas, ainda sem data de lançamento divulgada. Veja Mais

Simony revela diagnóstico de câncer no intestino: 'Estou muito confiante'

G1 Pop & Arte Cantora alertou para importância do exame de colonoscopia. 'Ele precisa estar no seu check-up todos os anos. Por esse exame, eu descobri um câncer', afirma. Simony revela diagnóstico de câncer no intestino: 'Estou muito confiante' Reprodução/Instagram/Simony A cantora Simony revelou, nesta quarta-feira (3), que foi diagnosticada com câncer no intestino. Ela compartilhou a notícia em um vídeo, no Instagram, ao lado do médico Fernando Maluf. "Por conta de uma íngua, eu fui fazer os exames que são importantíssimos. Fiz a colonoscopia que eu nem sabia que a gente tinha que fazer a partir dos 45 anos", afirma Simony. "Frisa bem isso: colonoscopia. Você precisa fazer esse exame, ele precisa estar no seu check-up todos os anos. Por esse exame, eu descobri um câncer". Ela continua falando que está bem e "forte" para começar o tratamento, que deve durar seis meses. Simony é mãe de quatro filhos. "Estou muito forte, estou muito confiante. Nunca entrei numa briga para não sair ganhando. Eu sou forte, estou com a maior animação para começar ". A cantora que fez história com a Turma do Balão Mágico vai fazer o tratamento no hospital HCor, em São Paulo. Segundo o doutor Fernando Maluf, o câncer está localizado na parte final do intestino, perto da região do ânus. "Esse é um tumor chamado epidermoide. É um tumor que começou nesta região e tem alguns gânglios. Foi por causa de um desses gânglios na região da virilha, que a Simony percebeu que alguma coisa estava errada", continua o médico. "Essa é uma situação que tem tratamento, que envolve quimio e radioterapia. A gente tem uma esperança muito grande baseado nos resultados da literatura e dos nossos grupos que essa princesa vai ter uma história feliz, para ela, para família, todos os fãs e para equipe médica que vai ter o privilégio de poder participar desse processo de cura dela", explica. Reveja entrevista com Simony sobre o 'Balão Mágico' em 2018: Simony fala da volta do Balão Mágico Veja Mais

'Cano serrado', último filme de Rubens Caribé, ganha trailer; ASSISTA

G1 Pop & Arte Dirigida por Erik Castro, thriller policial tem ainda Jonathan Haagensen, Paulo Miklos e Milhem Cortaz no elenco. Estreia está prevista para 25 de agosto nos cinemas. 'Cano Serrado', de Erik Castro, lança trailer; confira "Cano serrado", do diretor Erik Castro ("Federal"), ganhou novo trailer nesta quarta-feira (3). O filme é o último do ator Rubens Caribé, que morreu aos 56 anos em junho. O thriller policial tem no elenco ainda nomes como Jonathan Haagensen ("Cidade de Deus"), Paulo Miklos ("Estômago") e Milhem Cortaz ("Tropa de elite"). A estreia nos cinemas está prevista para 25 de agosto. No filme, um sargento de uma cidade do interior busca vingança depois da morte do irmão. Depois de confundir dois policiais com suspeitos, ele começa uma guerra com os colegas da capital. Veja Mais

Programação do Rock in Rio 2022: veja horários dos shows

G1 Pop & Arte Iron Maiden, Justin Bieber, Post Malone, Dua Lipa e Coldplay estão entre os headliners. Festival acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro no Rio; veja programação completa. Headliners do Rock in Rio, da esquerda; Iron Maiden, Justin Bieber, Post Malone, Guns N' Roses, Green Day, Coldplay e Dua Lipa Marcelo Brandt/g1; Flavio Moraes/g1; Fábio Tito/g1; Celso Tavares/g1; Kevin Winter/The Recording Academy/AFP O Rock in Rio anunciou a divisão por horários dos palcos Mundo e Sunset pelo aplicativo oficial do festival. Iron Maiden, Justin Bieber, Post Malone, Dua Lipa, Guns N'Roses, Coldplay e Green Day são os headliners do Rock in Rio 2022. O g1 lista abaixo todos os artistas por palco do evento que acontece nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022, no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio. Todos os ingressos da nona edição do festival estão esgotados. 'ESTICADINHA': Veja quem aproveita vinda ao Brasil para tocar em outras cidades AGENDA DE SHOWS 2022: Harry Styles, Rosalía e Slipknot tocam no 2º semestre O Palco Mundo estava com a programação completa, mas, com a desistência do Megadeth, a organização anunciou o Gorija como substituto no dia 2 de junho. Veja as atrações conformadas do Rock in Rio 2022 2 de setembro, sexta-feira Palco Mundo 00h10 - Dream Theater 22h20 - Iron Maiden 20h10 - Gojira 18h - Sepultura + Orquestra Sinfônica Brasileira Palco Sunset 21h15 - Bullet For My Valentine 19h05 - Living Colour + Steve Vai 16h55 - Metal Allegiance 15h30 - Black Pantera + Devotos New Dance Order 2h - Len Faki 0h30 - Renato Ratier Vs Diogo Aciolly 23h - Ananda 21h30 - Victoria Engel 20h - Valentina Luz 18h30 - Binaryh 17h - Flo Masse Vs Craig Ouar 16h - Chang Rodrigues Live Espaço Favela 20h05 - Gangrena Gasosa 17h55 - Affront 16h30 - Revengin Palco Supernova 19h30 - Ratos de Porão 18h30 - Matanza Ritual 17h30 - Surra 16h30 - Crypta Rock District 20h - Oitão 18h30 - Noturnall 16h30 - Eminence 15h -Sioux 66 3 de setembro, sábado Palco Mundo 00h10 - Post Malone 22h20 - Marshmello 20h10 - Jason Derulo 18h - Alok Palco Sunset 21h15 - Racionais MC's 19h05 - Criolo + Mayra Andrade 16h55 - Xamã + Brô MC's 15h30 - Papatinho e L7nnon + MC Hariel e MC Carol New Dance Order 03h - Chris Lorenzo 01h30 - Bhaskar 00h30 - Malifoo 23h30 - Carola 22h15 - Groove Delight 20h45 - Kvsh 19h15 - Illusionize 18h - Victor Lou 17h - Alamanac 16h - Fluxzone Espaço Favela 20h05 -PK convida Don Ruan 17h55 - Bin 16h30 - Azula Palco Supernova 19h30 - Teto 18h30 - MC Poze do Rodo convida Bielzin 17h30 - Yunk Vino 16h30 - Hiosaki Rock District 19h10 - Wilson Sideral - Tropical Blues 17h - Malvada 15h20 - Rock Street Band 4 de setembro, domingo Palco Mundo 00h10 - Justin Bieber 22h20 - Demi Lovato 20h10 - Migos 18h - Iza Palco Sunset 21h15 - Gilberto Gil com família 19h05 - Emicida e convidados 16h55 - Luísa Sonza com Marina Sena 15h30 - Matuê New Dance Order 02h30 - Lost Frequencies 01h - Liu 23h15 - Samhara 22h15 - Sickick 20h45 - Dubdogz 19h15 - Cat Dealers 18h - Gabe 17h - Öwnboss 16h - Maz Espaço Favela 20h05 - Funk Orquestra 17h55 - Buchecha 16h30 - Taylan Palco Supernova 19h30 - Lil Whind (Whindersson Nunes) 17h30 - Wc no Beat & Convidados Felp22, Hyperanhas e MC TH Rock District 19h10 - Rock Street Band 17h - Lucy Alves 15h20 - Fonk's Gang 8 de setembro, quinta-feira Palco Mundo 00h10 - Guns N' Roses 22h20 - Måneskin 20h10 - Offspring 18h - CPM 22 Palco Sunset 21h15 - Jessie J 19h05 - Corinne Bailey Rae 16h55 - Gloria Groove 15h30 - Duda Beat New Dance Order 02h - Adriatique 01h - Zac 00h - Sarah Stenzel 22h30 - Ben Böhmer 21h30 - Gui Boratto 20h - Du Serena Vs Junior C 18h30 - Leo Janeiro Vs Nepal 17h - Marta Supernova 16h - Nu Azeite Live Espaço Favela 20h55 - Drenna 17h55 - TH4I convida Lia Clark 16h30 -Izzra Palco Supernova 19h30 - Francisco, el Hombre 18h30 - O Grilo 17h30 - Scatolove 16h30 - Cali Rock District 20h30 - Rock Street Band 19h10 - Rodrigo Santos 17h - Stormsons 9 de setembro, sexta-feira Palco Mundo 00h10 - Green Day 22h20 - Fall Out Boy 20h10 - Billy Idol 18h - Capital Inicial Palco Sunset 21h15 - Avril Lavigne 19h05 - 1985: A homenagem 16h55 - Jão + convidado 15h30 - Di Ferrero + Vitor Kley New Dance Order 02h30 - Neelix 01h30 - Blazy 00h - Paranormal Attack C 22h30 - Vegas 21h30 - Rica Amaral 19h - Aly & Fila 17h30 - Antdot 16h - Meca Espaço Favela 20h05 - MD Chefe e Domlaike 17h55 - Choice 16h30 - Marvvila Palco Supernova 19h30 - Supercombo 18h30 - Castello Branco 17h30 - Sebastianismos 16h30 - Number Teddie Rock District 20h30 - Rock Street Band 19h10 - Fernando Badauí 17h - Deia Cassali 15h20 - The Lokomotiv 10 de setembro, sábado Palco Mundo 00h10 - Coldplay 22h10 - Camila Cabello 20h10 - Bastille 18h - Djavan Palco Sunset 21h15 - CeeLo Green 19h05 - Maria Rita + convidado 16h55 - Gilsons + convidado 15h30 - Bala Desejo + convidado New Dance Order 02h30 - Kaskade 01h - Jetlag 23h45 - Curol 22h30 - Gabriel Boni 21h30 - Makj 20h - The Fish House 18h30 - Chemical Surf 17h - Bruno Be Vs Fancy Inc 16h - Alexiz Bcx Espaço Favela 20h05 - Ferrugem 17h55 - Orochi 16h30 - El Pavuna Palco Supernova 19h30 - Jovem Dionísio 18h30 - Daparte 17h30 - João Napoli convida Ananda 16h30 - Macacko Rock District 20h30 - Rock Street Band All Stars Rock Band com Dinho Ouro Preto, Andreas Kisser, João Barone, PJ e Liminha 17h - Thiago Fragoso 11 de setembro, domingo Palco Mundo 00h10 - Dua Lipa 22h20 - Megan Thee Stallion 20h10 - Rita Ora 18h - Ivete Sangalo Palco Sunset 21h15 - Ludmilla 19h05 - Macy Gray 16h55 - Power! Elza Vive, um show em homenagem a Elza Soares 15h30 - Liniker + Luedji Luna New Dance Order 02h - Anna 00h - Eli Iwasa 22h30 - Blond:Ish 21h - Ella De Vuono 19h30 - Anabel Englund 18h - Aline Rocha 16h - Mary Olivetti Espaço Favela 20h05 - Lexa 17h55 - Azzy 16h30 - Ella Fernandes Palco Supernova 19h30 - Priscilla Alcântara 18h30 - Bianca 17h30 - Mariah Nala 16h30 - Muse Maya Rock District 20h30 - Rock Street Band 19h10 - Flausino e Sideral cantam Cazuza 17h - Di Ferreiro Pra matar a saudade: as 100 melhores fotos no Rock in Rio 2019 Justin Bieber e Demi Lovato estarão no Rock in Rio em 2022 Veja Mais

Ezra Miller, ator de 'The Flash', é indiciado por furto nos Estados Unidos

G1 Pop & Arte De acordo com relatório da polícia de Vermont, ator é acusado de roubar 'diversas' garrafas de bebidas alcoólicas de casa sem a presença dos proprietários. Ezra Miller em evento da 'Vogue', em 2018 Evan Agostini/Invision/AP Ezra Miller foi indiciado por furto nos Estados Unidos. De acordo com a polícia do estado de Vermont, ele é suspeito de ter roubado 'diversas' garrafas de bebidas alcoólicas de uma casa sem a presença dos proprietários. O crime aconteceu no dia 1º de maio, mas foi revelado apenas nesta segunda-feira (8), quando o ator foi encontrado e avisado de que precisa comparecer ao Tribunal Superior estadual para responder à acusação no próximo dia 26 de setembro. "Como resultado de uma investigação que incluiu vídeos de vigilância e testemunhos, a causa provável foi encontrada para acusar Ezra M. Miller do crime de roubo em uma residência desocupada", afirma relatório do Departamento de Segurança Pública do estado. O incidente é mais um problema recente enfrentado pelo ator, que protagoniza o filme "The Flash", com estreia prevista para junho de 2023. Entre março e abril, Miller foi preso duas vezes em menos de um mês no Havaí. Primeiro, por conduta imprópria em um bar. Depois, foi detido após jogar cadeira e acertar a testa de uma mulher. O ator também é acusado de ter enforcado uma mulher na Islândia e de assediar uma outra mulher na casa dela na Alemanha. Tudo isso causou dúvidas sobre o futuro do filme do herói da DC, mas o presidente-executivo da Warner Bros Discovery, David Zaslav, assegurou que a produção faz parte dos planos da empresa. Veja Mais

Kanye West publica post sobre fim de relacionamento de Kim Kardashian e Pete Davidson

G1 Pop & Arte Kim e West foram casados por seis anos e se separaram no início de 2021. No início do ano, o rapper fez uma série de ofensas a Davidson nas redes sociais. Montagem Kanye West e Pete Davidson Divulgação O rapper Kanye West publicou um post em seu Instagram, nesta segunda-feira (8), depois de a imprensa internacional noticiar o fim do namoro de Kim Kardashian com o humorista Pete Davidson. Kim e Kanye foram casados por mais de seis anos. A empresária pediu o divórcio no início do ano passado. No Instagram do músico, a imagem do perfil aparece em preto e tem apenas uma publicação: uma simulação da manchete do jornal "The New York Times" com a frase "Skete Davidson dead at age 28", algo como "Esquete Davidson, morto aos 28 anos." Kanye West Reprodução/Instagram Kim e Davidson começaram o relacionamento em outubro de 2021, quando a empresária participou do programa "Saturday Night Live". O namoro foi oficializado em março deste ano. West, por sua vez, passou a fazer uma série de posts ofensivos ao casal e, em fevereiro, chegou a ter a sua conta no Instagram suspensa por violar a política da plataforma sobre discurso de ódio, bullying e assédio. Ainda na imagem publicada pelo rapper nesta segunda-feira, aparece a frase "Kid Cudi meant to play funeral but fearful of bottle throwers" ("Kid Cudi pretendia tocar no funeral, mas tem medo de arremessadores de garrafas", em tradução livre). Em 2019, Kid, que também é rapper, fez uma festa de aniversário em que estavam na mesma mesa Kanye e Kim, ainda casados, e Pete Davidson. Kid já declarou que, apesar dos trabalhos feitos juntos, não é amigo de West. Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado Veja Mais

Carro da banda The Offspring pega fogo no Canadá

G1 Pop & Arte Segundo comunicado divulgado nas redes, algum objeto voou do veículo que estava em frente ao SUV da equipe e ficou preso embaixo do carro, pegando fogo em poucos segundos. Ninguém ficou ferido. Carro da banda The Offspring pega fogo no Canadá Reprodução/Instagram Parte da equipe da banda The Offspring passou por um susto na última sexta-feira (5). Segundo comunicado divulgado nas redes sociais do grupo, o veículo em que estavam pegou fogo durante viagem pelo Canadá. O incidente aconteceu após a apresentação do grupo em Sherbrooke, Quebec, local do primeiro dos três shows da banda agendados no país. "Enquanto viajávamos pelo Canadá ontem, alguma coisa voou de um veículo que estava em nossa frente e ficou preso embaixo de um de nossos SUVs, pegando fogo. Todos saíram em segurança, mas a bagagem, passaportes, laptops e quase todo o resto foi destruído." Fotos divulgadas pela produção mostram que o veículo ficou completamente destruído. Kevin "Noodles" Wasserman, guitarrista do grupo, também falou sobre o incidente e compartilhou um vídeo em que o carro aparece em chamas no meio da estrada. "Ninguém ficou ferido. Todos saíram do veículo ilesos. Infelizmente, cerca da metade de nossa equipe perdeu seus pertences no incêndio, incluindo bagagem, computadores e passaportes. Mas isso poderia ter sido muito pior", escreveu Noodles. "A banda e eu estamos agradecidos e aliviados que todos os envolvidos estão bem. Ninguém sabe exatamente ainda o que deu início ao incêndio, mas algo grande e pesado bateu no SUV, possivelmente um engate de reboque perdido, e, em segundos, o veículo estava em chamas." No texto, o guitarrista ainda afirma que não deu tempo nem de a equipe tirar o carro da rodovia e parar no acostamento. "Toda nossa equipe trabalha pesado para que estejamos e soemos o melhor possível quando subimos ao palco. Suas viagens e dias de trabalhos são sempre mais longos e árduos do que os nossos, e não podemos agradecer o suficiente por tudo o que eles fazem. Vê-los ter que passar por algo assim é de partir o coração e assustador. Estou tão feliz que estão todos bem", finalizou o músico. Initial plugin text Initial plugin text The Offspring durante apresentação em Sherbrooke, antes de incidente Reprodução/Instagram Veja Mais

g1 ouviu #206 - Que músicos apoiam Lula ou Bolsonaro? E como este apoio impacta artistas e candidatos?

G1 Pop & Arte Bolsonaro domina sertanejo; Lula é forte na MPB, pop e rap. Dos 100 cantores mais ouvidos, Lula tem mais apoio. Podcast mostra quem se posicionou e pergunta: que diferença isso pode fazer? Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Jô Soares é homenageado por cartunistas em exposição virtual; VEJA

G1 Pop & Arte Adão Iturrusgarai, Baptistão e Fábio Moon e outros artistas homenageiam apresentador e humorista na 'Expo do Jô'. Ele morreu aos 84 anos em São Paulo nesta sexta-feira (5). Pôster da exposição 'Expo do Jô', em homenagem a Jô Soares Jal/Associação dos Cartunistas do Brasil A Associação dos Cartunistas do Brasil organizou uma exposição virtual para homenagear Jô Soares, ícone do humor e da TV, que morreu nesta sexta-feira (5). Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Aos 85 anos, Jô estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. Confira abaixo a homenagem na íntegra: Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Baptistão faz homenagem a Jô Soares Baptistão/Associação dos Cartunistas do Brasil Fábio Moon faz homenagem a Jô Soares Fábio Moon/Associação dos Cartunistas do Brasil Adão Iturrusgarai faz homenagem a Jô Soares Adão Iturrusgarai/Associação dos Cartunistas do Brasil Cacinho faz homenagem a Jô Soares Cacinho/Associação dos Cartunistas do Brasil Alex Toon faz homenagem a Jô Soares Alex Toon/Associação dos Cartunistas do Brasil Afonso Carlos Fernandes faz homenagem a Jô Soares Afonso Carlos Fernandes/Associação dos Cartunistas do Brasil Alessandro Driê faz homenagem a Jô Soares Alessandro Driê/Associação dos Cartunistas do Brasil Alisson Affonso faz homenagem a Jô Soares Alisson Affonso/Associação dos Cartunistas do Brasil André Roibeiro faz homenagem a Jô Soares André Roibeiro/Associação dos Cartunistas do Brasil André Roibeiro faz homenagem a Jô Soares André Roibeiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Caó Cruz Alves faz homenagem a Jô Soares Caó Cruz Alves/Associação dos Cartunistas do Brasil Carol Cospe Fogo faz homenagem a Jô Soares Carol Cospe Fogo/Associação dos Cartunistas do Brasil Claudio Atílio faz homenagem a Jô Soares /Associação dos Cartunistas do Brasil Claudio Atílio faz homenagem a Jô Soares /Associação dos Cartunistas do Brasil Edra faz homenagem a Jô Soares Edra/Associação dos Cartunistas do Brasil Érico San Juan faz homenagem a Jô Soares Érico San Juan/Associação dos Cartunistas do Brasil Fernandes faz homenagem a Jô Soares Fernandes/Associação dos Cartunistas do Brasil Floreal faz homenagem a Jô Soares Floreal/Associação dos Cartunistas do Brasil Francisco Machado faz homenagem a Jô Soares Francisco Machado/Associação dos Cartunistas do Brasil Fred Osanan faz homenagem a Jô Soares Fred Osanan/Associação dos Cartunistas do Brasil Gilmar Fraga faz homenagem a Jô Soares Gilmar Fraga/Associação dos Cartunistas do Brasil Gilmar faz homenagem a Jô Soares Gilmar/Associação dos Cartunistas do Brasil Guilherme Bandeira faz homenagem a Jô Soares Guilherme Bandeira/Associação dos Cartunistas do Brasil Jeremias Castro faz homenagem a Jô Soares Jeremias Castro/Associação dos Cartunistas do Brasil Joaquim Monteiro faz homenagem a Jô Soares Joaquim Monteiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Joaquim Monteiro faz homenagem a Jô Soares Joaquim Monteiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Lucas faz homenagem a Jô Soares Lucas/Associação dos Cartunistas do Brasil Luciano Meskyta faz homenagem a Jô Soares Luciano Meskyta/Associação dos Cartunistas do Brasil Luciano Meskyta faz homenagem a Jô Soares Luciano Meskyta/Associação dos Cartunistas do Brasil Marcelo Magon faz homenagem a Jô Soares Marcelo Magon/Associação dos Cartunistas do Brasil Mauricio Rett faz homenagem a Jô Soares Mauricio Rett/Associação dos Cartunistas do Brasil Nico faz homenagem a Jô Soares Nico/Associação dos Cartunistas do Brasil Paffaro faz homenagem a Jô Soares Paffaro/Associação dos Cartunistas do Brasil Paulo Cid faz homenagem a Jô Soares Paulo Cid/Associação dos Cartunistas do Brasil Rafael Dourado faz homenagem a Jô Soares Rafael Dourado/Associação dos Cartunistas do Brasil Ricardo Soares faz homenagem a Jô Soares Ricardo Soares/Associação dos Cartunistas do Brasil Ro Kitahara faz homenagem a Jô Soares Ro Kitahara/Associação dos Cartunistas do Brasil Thiago Lucas faz homenagem a Jô Soares Thiago Lucas/Associação dos Cartunistas do Brasil Wilson Iguti faz homenagem a Jô Soares Wilson Iguti/Associação dos Cartunistas do Brasil Veja Mais

Cronologia: a vida de Jô Soares

G1 Pop & Arte Apresentador e humorista teve importante trajetória no cinema, no teatro, na literatura e na televisão. Ele morreu, nesta sexta (5), aos 84 anos. O apresentador, humorista, ator, dramaturgo e escritor Jô Soares morreu às 2h30 da madrugada desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do "Programa do Jô" estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. Jô Soares era especialista em criar personagens: do seu trabalho surgiam tipos curiosos, que retratavam com humor o cotidiano brasileiro. Foram tantos personagens que, segundo ele, parou de contar quando chegou no número 200. Na cronologia abaixo, veja a trajetória na vida pessoal e profissional de Jô Soares: LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô A vida de Jô Soares Veja Mais

Sylvia Bandeira, ex-mulher de Jô Soares, lamenta morte do apresentador: 'Muito triste'

G1 Pop & Arte Casamento durou dois anos na década de 1980. Apresentador morreu nesta sexta-feira (5); causa da morte não será divulgada pela família. Jô Soares e Sylvia Bandeira Reprodução/Instagram/SylviaBandeira Sylvia Bandeira, ex-mulher de Jô Soares, lamentou a morte do apresentador e humorista nesta sexta-feira (5). A atriz compartilhou uma foto antiga do casal no Instagram com a legenda: "Muito triste". Os dois foram casados por dois anos na década de 1980. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 28 de julho. A causa da morte não será divulgada a pedido da família. O enterro e velório serão reservados à família e aos amigos, em data e local ainda não informados. LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô Relembre momentos engraçados do Programa do Jô Soares Veja Mais

Jô Soares morre em São Paulo; veja FOTOS da carreira

G1 Pop & Arte “Sois rei, sois rei” - Jô Soares (personagem Reizinho) reprodução Globo News Jô Soares, em foto de março de 2016 Celso Tavares/G1 Roberto Carlos foi entrevistado por Jô Soares em 2011 TV Globo/ Zé Paulo Cardeal Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Em 2012, Fátima Bernardes celebrou 2 anos de "Encontro" e recebeu diversos convidados no programa, incluindo Pedro Bial e Jô Soares Globo/Renato Rocha Miranda Jô Soares recebe o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como entrevistado no 'Programa do Jô', em maio de 2016 Ramon Vasconcelos/Globo/Arquivo Miele e Jô Soares TV Globo/CEDOC Jô Soares TV Globo Jô Soares e Paulo Silvino interpretam de São Cosme e Damião no 'Viva O Gordo' Reprodução/Globo Jô Soares como Bô Francineide no programa "Viva o Gordo" Reprodução TV Globo Gravação do programa do Jô Soares, com a participação de Hebe Camargo em 2000 Almeida Rocha/Folhapress Retrato dos humoristas Jô Soares e Chico Anysio em 1985 Geraldo Guimarães/Estadão Conteúdo Jô Soares entrevista Pelé TV Globo/Zé Paulo Cardeal Erasmo Carlos durante entrevista ao programa de Jô Soares Globo/Ramón Vasconcelos Veja Mais

Lady Gaga confirma participação em 'Coringa 2'

G1 Pop & Arte Cantora publicou um teaser nas suas redes sociais. O filme está previsto para estrear em 2024. Lady Gaga se apresenta no Grammy 2022 Mario Anzuoni/Reuters A cantora Lady Gaga confirmou a sua participação no filme "Coringa 2". A artista postou um teaser de uma animação em que aparece com ao lado do personagem, novamente interpretado por Joaquim Phoenix. 'Coringa 2': Todd Phillips confirma desenvolvimento e título da continuação Na legenda da postagem, a cantora apenas escreveu "'Joker: Folie à Deux" e a data de lançamento, previsto para outubro de 2024. Initial plugin text O teaser, que tem a música "Cheek to Cheek" como trilha, também foi repostado pelo perfil oficial do filme no Twitter e pelo diretor e roteirista, Todd Phillips. Segundo a revista "Variety", Gaga estava interessada no papel de Harley Quinn nesta sequência, que deve ser um musical. Em junho, Phillips publicou a capa do roteiro no Instagram, revelando a legenda “Folie à Deux”. Nas imagens, também aparece Joaquin Phoenix, lendo o roteiro escrito por Phillips e Scott Silver, dupla responsável pela história do primeiro. Initial plugin text O filme de 2019, que contava uma alternativa para a origem do vilão dos quadrinhos do Batman, foi um sucesso comercial, com bilheteria de mais US$ 1 bilhão ao redor do mundo, e de crítica. Entre os dois Oscars recebidos pela produção está o de melhor ator para Phoenix. Veja Mais

Sequestrador de cães de Lady Gaga pega 4 anos de prisão nos EUA

G1 Pop & Arte Ryan Fischer, que passeava com os cachorros, foi gravemente ferido durante o roubo. Os dois cachorros sequestrados foram entregues à polícia dois dias depois do ocorrido. Cachorros de Lady Gaga são roubados durante passeio com 'dog walker' Reprodução/Instagram Um dos sequestradores dos cachorros da cantora Lady Gaga foi sentenciado a quatro anos de prisão em um tribunal de Los Angeles, informou, nesta quarta-feira (3), a promotoria (relembre o caso aqui). Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Jaylin White, de 20 anos, aceitou um acordo sob o qual desistiu de contestar a acusação de agressão em segundo grau em troca de que fossem retiradas as acusações de tentativa de homicídio e conspiração. Em seguida, ele foi sentenciado a "quatro anos de prisão em uma penitenciária estadual", informou a procuradora adjunta do distrito de Los Angeles, Michele Hanisee. Relembre o caso White, junto de James Howard Jackson, de 19 anos, e Lafayette Shon Whaley, de 28, foram denunciados em abril do ano passado pelo sequestro dos animais de estimação da cantora Lady Gaga em fevereiro de 2021. No momento do sequestro, o passeador de cachorros da artista, Ryan Fischer, acabou ferido por um disparo de arma de fogo. O passeador caminhava com Koji, Gustav e Miss Asia perto da Sunset Boulevard em Los Angeles, quando foi interceptado por dois homens que saíram de um carro. Fischer foi acertado por um tiro e os homens fugiram com Koji e Gustav. Miss Asia, por sua vez, conseguiu escapar e retornou depois ao local do crime, encontrando Fischer gravemente ferido. Ryan Fischer, passeador de cães de Lady Gaga, faz relato sobre noite em que foi baleado em Los Angeles Reprodução/Instagram/Valley of the Dogs "Você não roubou apenas os cachorros naquela noite, roubou meu meio de subsistência", disse Fischer a White durante audiência no tribunal, segundo a revista "Rolling Stone". "Quase morri naquela noite", disse a vítima entre lágrimas. "Mas o trauma mental e emocional que você causou naquela noite foi muito pior", acrescentou, citado pela revista. A polícia assinalou que não acredita que os suspeitos atacaram o passeador para roubar os cachorros por causa de sua dona famosa, mas porque são de uma raça cobiçada que pode ser vendida por milhares de dólares. Pequeno e, portanto, fácil de segurar e transportar, um buldogue francês é vendido por milhares de dólares no mercado negro por ser um dos cachorros preferidos das estrelas. LEIA TAMBÉM PARANÁ: Em 2018, buldogue francês foi furtado e pintado de cinza para não ser reconhecido MINAS GERAIS: Vídeo mostra furto de buldogue francês em 2020 Na época, Lady Gaga chegou a oferecer uma recompensa de US$ 500 mil (pouco mais de R$ 2,6 milhões) e, por fim, recuperou os dois animais, que foram entregues à polícia por uma mulher dois dias depois do roubo. James Howard Jackson, acusado de atirar contra o passeador, foi liberado em abril por "um erro administrativo". As autoridades ofereceram em julho uma recompensa de US$ 5 mil (cerca de R$ 26 mil) por informações que levem à sua captura. Veja Mais

'Sandman' adapta HQ clássica de Neil Gaiman após 30 anos: 'É mágico', diz autor

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, quadrinista e ator Tom Sturridge e Vanesu Samunya falam sobre trabalho para transformar história original na série que estreia nesta sexta-feira (5). Neil Gaiman e atores de 'Sandman' comentam adaptação da HQ para série A história da adaptação de "Sandman", clássico dos quadrinhos dos anos 1990 escrito por Neil Gaiman, é quase tão caótica e cheia de idas e vindas quanto a original. Depois de mais de três décadas de tentativas, ela finalmente chega a algum tipo de final feliz com a série de dez episódios que estreia nesta sexta-feira (5) na Netflix. Foram ao menos 28 anos desde a primeira vez em que alguém teve a ideia de levar a HQ para os cinemas ou para a TV e inúmeras tentativas. Algumas aprovadas pelo criador. Outras que o levaram a dizer que preferia jamais ver sua obra adaptada. Agora com 61 anos, mais do que o dobro da idade que tinha no lançamento da primeira edição em 1989, o britânico pôde contar com a experiência para modernizar o enredo e os personagens. "Estávamos eu e o Allan (Heinberg, o showrunner) agora olhando para o Neil Gaiman com 26, 27, 28, 29 anos e pensando: 'Eita. Ele fez isso e foi realmente esperto. Ele fez isso da forma certa. Ok. Mas como mantemos a integridade do que ele fez, mas também transformando em televisão?'", conta Gaiman em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Ele dá como exemplo o sexto episódio, que combina tramas de duas histórias diferentes dos quadrinhos e as mistura com elementos de uma terceira. "No fim do dia, criamos algo completamente novo, que eu sinto que é completamente fiel às suas origens, mas que é algo que ninguém viu antes. E a primeira vez que eu assisti a ele, me fez chorar", diz o quadrinista. "Eu pensei: 'Estou chorando. E eu escrevi essas palavras e construí essas coisas. Mas eu não tinha a Kirby Howell-Baptiste partindo o seu coração. Eu não fiz isso. Essa coisa é nova. E isso a que estamos assistindo é mágico'." Tom Sturridge e Kirby Howell-Baptiste em cena de 'Sandman' Divulgação O Sonho real de Gaiman A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, "Prelúdios e Noturnos" e "A casa de bonecas". Neles, o Senhor dos Sonhos (Tom Sturridge), membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado Também conhecido como Morfeu, o protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park). Gaiman assistiu a cerca de 200 testes para escolher o ator que interpretaria sua criação. E o britânico Sturridge, de 36 anos, foi um dos primeiros deles. Ele não conhecia os quadrinhos antes, mas se apaixonou pelo papel com o tempo. "Ao explorar uma história na qual há um ser que está traçando nossos sonhos, que os está criando – acho que você não consegue evitar em sentir uma proximidade a ele", afirma o ator. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação "Tem a ver com a nossa relação com nossos sonhos. Acho que nossos sonhos são o reflexo mais honesto de nós mesmos. Acho que nós podemos contemplar e nos expressar sem o tipo de infecção que alguém tem do mundo real." A atriz Vanesu Samunyai tem uma explicação menos nobre sobre a atração que Sonho exerce sobre o público mesmo 30 anos após as primeiras publicações. "Ele pode ser um canalha, às vezes. Mas as pessoas gostam de personagens assim. Ele é um canalha que não entende que é um canalha. Ele nem percebe. Ele é meio sem noção às vezes. E eu acho que pessoas muito obstinadas assim são muito atraentes para outras pessoas", diz a jovem do Zimbábue. "Também, uma coisa muito legal dos quadrinhos é que o Sonho está lá, mas ele não é necessariamente tudo o que 'Sandman' conta. Ele é o personagem que amarra tudo, mas às vezes ele nem está lá em algumas histórias, sabe? E eles focam em todas as pessoas ao redor dele." Stephen Fry e Vanesu Samunyai em cena de 'Sandman' Divulgação O sonho quase virou pesadelo A escalação da atriz de 21 anos para interpretar Rose Walker, garota central à trama, foi uma das criticadas na época do anúncio do elenco, ao lado de Howell-Baptiste e de Jenna Coleman, por um grupo pequeno mas barulhento nas redes sociais. As reclamações estavam relacionadas às trocas de etnia das duas primeiras (no caso, duas personagens brancas vividas por atrizes negras) e à mudança de gênero da personagem de Coleman (o detetive sobrenatural John Constantine, famoso nos quadrinhos, dá lugar a Johanna Constantine). Gaiman já deixou claro em diversas entrevistas e tuítes que os críticos às escolhas não são fãs de verdade de seus quadrinhos. Afinal, o espírito de representatividade fazia parte da obra desde as primeiras publicações. Jenna Coleman em cena de 'Sandman' Divulgação Este foi um dos motivos, aliás, para seu sucesso. Ao longo dos anos, a série de HQs e seus derivados ganhou mais de 25 prêmios Eisner, o mais importante do gênero, e foi uma das poucas a integrar a lista de mais vendidos do jornal "New York Times". Por essas que praticamente desde o começo sempre teve alguém interessado em levar a história para o cinema. A primeira ideia partiu dos estúdios da Warner Bros. em 1991, mas só foi avançar mesmo cinco anos depois. Gaiman tinha aprovado o roteiro, que unia as mesmas histórias apresentadas na série, mas desentendimentos pausaram o projeto. Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Em 2013, o produtor e roteirista David S. Goyer (da trilogia "Cavaleiro das Trevas") deu início à tentativa mais recente. Joseph Gordon-Levitt ("Os 7 de Chicago") chegou a ser anunciado como Sonho/Morfeu. Quando o ator deixou o filme por "diferenças criativas", o futuro de "Sandman" nos cinemas parecia cada vez mais distante. Tanto que o roteirista da produção, Eric Heisserer, basicamente se demitiu enquanto defendia que o enredo só poderia ser adaptado em formato de série. No fim, ele parecia estar certo. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Goyer continuou a conversar com o quadrinista sobre a ideia. Como ele estava envolvido em outro projeto, convidou então Allan Heinberg, produtor de séries como "Grey's Anatomy" e "Scandal" e apaixonado pelos quadrinhos, para comandar a adaptação. Em 2019, a Warner finalmente conseguiu acertar a parceria com a Netflix. E Gaiman está muito ansioso para que o público, em especial o brasileiro, assista à série. "Vocês no Brasil são tão importantes para mim. As primeiras traduções de 'Sandman' foram no Brasil. As primeiras respostas. O primeiro país fora dos EUA que pareceram entender 'Sandman' foi o Brasil. Então, vocês sempre vão ter um lugar no meu coração." Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Veja Mais

'Coringa 2' vai ser lançado em outubro de 2024 nos EUA

G1 Pop & Arte 'Joker: Folie à Deux', continuação do filme de 2019, deve ser um musical. Joaquin Phoenix em cena de 'Coringa' Divulgação O próximo filme do Coringa de Joaquin Phoenix, "Joker: Folie à deux", vai estrear em 4 de outubro de 2024 nos Estados Unidos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (3) pela Warner Bros., segundo a revista "Variety". O título da continuação ("Loucura a dois", em tradução livre) foi revelado pelo diretor e roteirista Todd Phillips em junho e faz referência a um termo médico em francês que descreve um distúrbio psicológico que afeta duas ou mais pessoas. A sequência deve ser um musical, e Phoenix volta ao papel do protagonista. Segundo a "Variety", o estúdio divulgou a data de lançamento para tentar mudar as atenções do cancelamento da estreia de "Batgirl", noticiado nesta terça-feira (2). Joaquin Phoenix lê roteiro de 'Coringa 2' em foto postada pelo diretor Todd Phillips Reprodução/Instagram Veja Mais

Esquema de trânsito do Rock in Rio contará com dispositivo para abrir cancelas em pontos de bloqueio

G1 Pop & Arte Cidade contará com 23 painéis informativos espalhados pelo Rio para informar detalhes sobre o fluxo de veículos. Palcos do Rock in Rio começaram a ser montados em maio Reprodução/TV Globo O esquema de trânsito do Rock in Rio contará com dispositivos que abrirão cancelas instaladas em pontos de bloqueio na região do festival. A informação foi dada na manhã desta quarta-feira (3), em uma entrevista coletiva concedida por vários órgãos públicos no Centro de Operações, na Cidade Nova, na região central da cidade. O evento acontecerá no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade, nos dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro. O controle de acesso às áreas fechadas para a realização do festival será por meio de cancelas colocadas nos pontos de bloqueio. Os moradores da região receberão dispositivos que abrirão automaticamente as cancelas. “Isso traz um benefício muito grande na velocidade com que você libera os veículos no bloqueio. Não tem mais aquele: ‘Olha a credencial’. Antigamente tinha uma dificuldade em verificar”, disse Joaquim Dinis, presidente da CET-Rio. Prefeitura do Rio de Janeiro detalhou em uma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira (3) para detalhar o esquema de trânsito e a organização da cidade para o Rock in Rio Reprodução/ Prefeitura do Rio Segundo Dinis, o processo de utilização de tag - como o dispositivo é chamado - reduz muito a possibilidade de fraudes, pois garante que apenas os veículos credenciados entrem na região. O prazo final de cadastramento dos moradores da região é o dia 8 de agosto o formulário poderá ser preenchido pela internet, no site da prefeitura. Até esta quarta, 17.372 carros foram cadastrados. A expectativa do poder municipal é cadastrar 35 mil veículos. Cada um deve receber um tag para entrar na área restrita. Operação A operação para o evento contará com 26 órgãos que atuarão de forma integrada no Centro de Operações Rio (COR), na Cidade Nova. São 2.036 agentes envolvidos. A cidade contará com 23 painéis informativos espalhados pelo Rio para informar detalhes sobre o fluxo de veículos. Não haverá estacionamento ao redor da Cidade do Rock. A prefeitura pede que os espectadores utilizem rotas e horários alternativos e privilegiem o transporte público. Os bloqueios acontecerão apenas à tarde, com o trânsito ficando livre ao longo da manhã. Esta reportagem está em atualização. Veja Mais

Marcynho Sensação faz DVD com direção do DJ Ivis mesmo após caso de agressão: 'Artista que admiro’

G1 Pop & Arte Cantor paraibano é um dos mais ouvidos no Brasil com hits 'Rolê', 'Ameaça' e 'Revoada no colchão'. Novo DVD tem direção de DJ Ivis, que agrediu mulher, foi preso e volta ao mercado musical. DJ Ivis (esquerda) e Marcynho Sensação em 'Diferente das iguais' Divulgação Marcynho Sensação subiu rápido desde que apareceu em 2021 com o hit "Rolê". Aos 25 anos, ele saiu de Pilões (PB) para virar um dos cantores mais ouvidos no Brasil. Mas o maior parceiro do seu novo DVD não tem a mesma aprovação popular: DJ Ivis, preso em 2021 por agredir a ex-mulher. Com uma onda tão positiva de sucesso, será que Marcynho hesitou em trabalhar com Ivis? "Não, porque eu não conhecia de morar na casa dele, não convivia com a mulher dele. Eu via ele como um artista que eu era fã, que eu admiro. Admiro até hoje e vou admirar para sempre", ele diz ao g1. DJ Ivis foi diretor musical e coautor de novas músicas de "Marcynho Sensação em Fortaleza", primeiro DVD da carreira do cantor. A gravação aconteceu em Fortaleza, no final de julho. O DVD tem oito canções inéditas, que serão lançadas aos poucos, e participações de Menos é Mais, João Gomes, Mc Mari e Wesley Safadão. Depois de "Rolê", Marcynho teve outros grandes sucessos: “Ameaça”, com Paulo Pires e MC Danny, “Revoada no Colchão” com Zé Felipe, e “Parada Louca” com Mari Fernandes. Ele tem 5 milhões de ouvintes mensais no Spotify. De volta após agressões e prisão DJ Ivis é preso por agressão à ex-mulher: entenda o caso O DJ ficou três meses preso após a divulgação dos vídeos em que agride Pamella Holanda na frente da filha de nove meses, em julho de 2021. O artista perdeu contrato com a gravadora Sony, com a produtora Vybbe, e teve parcerias canceladas e apagadas das plataformas. Ele foi solto no dia 22 de outubro de 2021. Ivis já voltou ao mercado musical. Além de Marcynho, ele já: produziu um CD promocional de Wesley Safadão; gravou uma faixa com os Barões da Pisadinha (depois retirada do álbum); teve a música "Fala mal de mim" gravada e transformada em hit por Gusttavo Lima. Marcynho não é o único parceiro. Mas ele fez o trabalho com maior envolvimento do DJ até agora. E, ao contrário de Wesley e Gusttavo, que evitam comentar o assunto, Marcynho não fugiu de defendê-lo quando questionado pelo g1. DJ Ivis também foi procurado, mas não respondeu. A história de Ivis e Marcynho O primeiro sucesso na voz de Marcynho, "Rolê", é uma composição do DJ Ivis com Tarcísio do Acordeon. A música foi gravada pelo paraibano sem a autorização inicial dos autores. Mas os autores ouviram e liberaram o lançamento, com direito a participação de Tarcísio. "Quando eu vi que a música estava começando a tocar em todo canto, eu fiquei agoniado. Porque eu não queria ter uma coisa que não era minha. Mas graças a deus o DJ Ivis gostou da minha pegada. Aí aconteceu esse negócio com ele", diz Marcynho com referência à prisão. "Quando ele saiu da prisão, a primeira coisa que fiz foi procurar ele. Eu estava doido para falar com ele. Pedi desculpas e pensei que ele estava com raiva de mim. Só que não: ele estava muito feliz. Aí eu já tive a oportunidade de gravar com ele". Eles lançaram a música "Diferente das iguais" em janeiro de 2022. Agora fizeram o projeto do DVD. 'É uma banda, é?' Gravação de DVD de Marcynho Sensação Divulgação / kayquedesign Marcynho Sensação é conhecido pelo bordão: "É uma banda é? Não, é só teclado". É uma brincadeira com o formato da pisadinha, variação do forró que pode ser feita apenas com o teclado, sem outros instrumentos, de forma mais simples e acessível. Mas o novo DVD a resposta é diferente. É uma banda, é? "Sim", responde Marcynho. "Antes era só o tecladinho, e hoje eu tenho a minha banda com sanfona, baixo, guitarra e teclado", ele descreve. "Só Deus sabe explicar, porque antes quando eu tocava a única iluminação era uma luz que ficava girando. Hoje, graças a Deus cheguei para gravar o DVD e o palco tinha 29 metros, muita iluminação. Eu me emocionei só de ver. Não sei nem explicar", ele comemora. Veja Mais

John Amplificado lança EP com faixa em parceria com Tierry e celebra estreia na Festa do Peão de Barretos

G1 Pop & Arte 'Estou muito feliz e muito empolgado', diz cantor, que iniciou a nova fase de sua carreira artística há cerca de um ano. John Amplificado fala sobre emoção de estreia na Festa do Peão de Barretos 2022 John Amplificado canta desde a adolescência, mas foi em 2021, aos 25 anos, que iniciou a nova fase de sua carreira profissional e foi parar no primeiro lugar do ranking de streaming do Brasil com a faixa "Chega e senta". John Amplificado: novo astro do forró foi criado e planejado em escritório sertanejo de Goiânia Agora, com cerca de um ano de nova etapa -- e, inclusive, de novo nome artístico --, John Amplificado lança o EP "Amplifica Vol. 1" com 4 faixas, incluindo "Vagabundo Ama", em parceria com Tierry. "Parceria forte", escreveu John nas redes, celebrando o encontro. Outra comemoração do artista é poder subir ao palco da Festa do Peão de Barretos 2022. John Amplificado Reprodução/Instagram Estouro de artistas sertanejos durante pandemia altera tradição de palcos na Festa do Peão de Barretos O cantor é um dos exemplos de artistas que estouraram na pandemia e ajudaram a mudar a tradição de palcos do rodeio. "Tô muito feliz de estrear em um dos eventos que acho que vai se rum dos mais importantes da história justamente por essa fase que a gente passou e de a gente agora estar podendo confraternizar com nossos amigos, curtir pra caramba, juntar o povo, curtir muita música e fazer essa bagunça. Bagunça organizada, bagunça boa", afirmou o cantor em entrevista ao g1. Apesar da estreia usando o nome John Amplificado, o cantor já esteve no palco de Barretos em outras ocasiões. "Eu tenho um ano de carreira do John amplificado, mas tinha outros projetos", explica. "Sou nordestino e, pra você ver, a festa de Barretos é tão grande que inspira até a gente que é nordestino. A gente também sente aquela vontade de cantar lá. E estou muito feliz e muito empolgado." Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação John Amplificado na festa de lançamento da Festa do Peão de Barretos 2022, em São Paulo Fábio Tito/g1 Veja Mais

Museu de Londres vai devolver 72 objetos saqueados da Nigéria no século 19

G1 Pop & Arte A presidente do Museu Horniman disse que era "moral" devolver itens levados "à força" anos atrás. A placa do Benin do chefe Uwangue e comerciantes portugueses é um dos objetos que estão sendo devolvidos à Nigéria Museu Horniman/Divulgação via BBC Um museu em Londres anunciou que devolverá à Nigéria artefatos saqueados no século 19, ainda durante a época do Reino de Benin. O Museu Horniman disse que a propriedade de 72 objetos seria transferida para o governo nigeriano. Os itens incluem 12 placas de bronze, conhecidas como Bronzes do Benin, um galo de bronze e uma chave do palácio do rei. A decisão ocorreu após um pedido da Comissão Nacional de Museus e Monumentos da Nigéria (NCMM), feito em janeiro. O museu, no sudeste de Londres, diz que consultou membros da comunidade, visitantes, crianças em idade escolar, acadêmicos, profissionais da área de patrimônio e artistas baseados na Nigéria e no Reino Unido. "Todas as suas visões sobre o futuro dos objetos do Benin foram consideradas, juntamente com a proveniência dos objetos", explicou o museu. A presidente do museu disse que era "moral e apropriado" devolvê-los. Nos últimos anos, aumentou a pressão política sobre governos e museus europeus para devolver os artefatos saqueados - incluindo esculturas de marfim e esculturas de metal conhecidas como Bronzes do Benin. O Horniman foi recentemente nomeado Museu do Ano 2022 Divulgação/ Andrew Lee Alemanha também devolveu "É muito claro que esses objetos foram adquiridos à força, e a consulta externa reforçou nossa opinião de que é moral e apropriado devolver sua propriedade à Nigéria", disse Eve Salomon, presidente do museu. "O Museu Horniman está satisfeito por poder dar este passo e estamos ansiosos para trabalhar com o NCMM para garantir cuidados de longo prazo para esses artefatos preciosos." Os itens da coleção do Horniman são apenas alguns dos artefatos devolvidos à Nigéria nos últimos meses de museus em países ocidentais. No mês passado, o Jesus College em Cambridge (Inglaterra) e a Universidade de Aberdeen (Escócia) devolveram uma escultura de galo e outra da cabeça de um obá (rei). As autoridades alemãs também devolveram mais de 1.100 artefatos ao país da África Ocidental. O NCMM diz que algumas das esculturas de valor inestimável serão armazenadas no Museu Nacional do Benin assim que for ampliado e outras serão armazenadas no Museu de Lagos. O Museu Britânico possui a maior coleção de bronzes do Benin do mundo. Mas diz que está impedido de devolver itens permanentemente pela Lei do Museu Britânico de 1963 e pela Lei do Patrimônio Nacional de 1983. Veja Mais

Kim Kardashian e Pete Davidson terminam namoro, diz site

G1 Pop & Arte De acordo com a revista People, 'parte da razão pela qual eles se separaram foi a agenda lotada dos dois. Eles viajam o tempo todo e isso ficou difícil'. Kim Kardashian e Pete Davidson Dimitrios Kambouris/Getty Images via AFP A estrela de reality show Kim Kardashian e o comediante do programa "Saturday Night Live" Pete Davidson terminaram o namoro após nove meses de relacionamento, segundo informações de veículos internacionais. E! News, a revista People e outras mídias disseram que o casal se separou na última semana, citando fontes anônimas. Segundo uma fonte da revista People, "parte da razão pela qual eles se separaram foi a agenda lotada dos dois. Eles viajam o tempo todo e isso ficou difícil." O porta-voz de Kardashian não comentou o assunto e o representante de Davidson também não respondeu de imediato a um pedido de comentário. As celebridades começaram a namorar depois que Kardashian, de 41 anos, apresentou o "SNL" em outubro de 2021. Kardashian está no meio de uma disputa legal para finalizar seu divórcio do rapper Kanye West, e estrela um novo reality show com sua família na plataforma de streaming Hulu. Davidson, de 28, fez parte do elenco do programa de comédia norte-americano "SNL" por oito temporadas até anunciar sua saída em maio. Recentemente, ele tem gravado um filme chamado "Wizards!" na Austrália. Vídeo: Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado Vestido icônico de Marilyn Monroe usado por Kim Kardashian aparece danificado Veja Mais

Marco Mattoli, fundador do Clube do Balanço, morre aos 57 anos

G1 Pop & Arte Músico teve uma parada cardíaca neste domingo (7). Ele ficou conhecido pelo resgate dos bailes de samba-rock nos anos 2000. Marco Mattoli Reprodução/Instagram O músico Marco Mattoli, fundador e líder do grupo Clube do Balanço, morreu neste domingo (7), aos 57 anos. Segundo a nota de falecimento, ele teve uma parada cardíaca. O velório será nesta segunda-feira (8), fechado para amigos e familiares. Mattoli começou sua carreira musical nos anos 1990, quando criou Os Guanabaras. Em 1994, lançou o disco "Balanço é coisa rara". Já em 1999, fundou um segundo grupo, o Clube do Balanço, com o objetivo de resgatar os bailes de samba-rock da década de 1970. Na discografia da banda estão "Swing & samba-rock" (2001), "Samba incrementado" (2004), "Pela contramão" (2009), "Menina da janela" (2014) e "Balanço na quebrada", de 2019, que celebrou os 20 anos de carreira do grupo. Ele ainda trabalhou com nomes como Paula Lima, Ivo Meirelles, Seu Jorge, os irmãos Simoninha e Max de Castro, Bebeto e Erasmo Carlos. Antes de morrer, o músico se dedicava a um projeto com gravações da cantora de samba Bernadete. Ele deixa companheira e uma filha. VÍDEO Personalidades que morreram em 2022 Veja Mais

De 'Batgirl' a comédia perdida de Tarantino, relembre filmes abandonados antes do lançamento

G1 Pop & Arte Filme focado na heroína do universo do Batman custou US$ 90 milhões e já estava quase pronto, mas foi cancelado. Semana Pop conta outras histórias de projetos engavetados; assista. De 'Batgirl' a comédia perdida de Tarantino, Semana Pop relembra filmes abandonados "Batgirl", filme focado na heroína do universo do Batman, custou cerca de US$ 90 milhões e já estava quase pronto... mas teve seu lançamento cancelado pelo estúdio Warner Bros. Sempre que acontece algo assim, fica o mistério: o que leva um filme a ser abandonado às vésperas do lançamento? O Semana Pop deste sábado (6) conta essa e outras histórias de projetos engavetados e explica por que eles não deram certo. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Filhotes de gato abandonados na porta de Centro de Zoonoses ganham ‘mãe de leite’ no extremo sul da Bahia

G1 Pop & Arte Caso ocorreu às margens da BR-101, na cidade de Eunápolis. Filhotes de gato abandonados na porta de Centro de Zoonoses ganham ‘mãe de leite’ Doze filhotes de gatos foram abandonados na porta do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, no início desta semana. No local, os gatinhos ganharam uma "mãe de leite". De acordo com o diretor do CCZ, o médico veterinário Carlos França, não há informações sobre o que aconteceu com a gata que gerou os filhotes. Ela não estava no local quando eles foram encontrados. Filhotes de gato abandonados na porta de Centro de Zoonoses ganham ‘mãe de leite’ no extremo sul da Bahia Arquivo Pessoal Segundo o diretor, os filhotes foram resgatados pela equipe do órgão. Quando chegaram, os gatinhos se alimentaram com um leite específico para pets através de uma mamadeira. [Veja no vídeo abaixo] "Conseguimos essa gatinha para amamentar eles e a adaptação foi muito boa", explicou o diretor do CCZ. Gatinhos bebem leite direto de mamadeira Segundo Carlos França, alguns dos filhotes já foram doados. Os interessados nos gatinhos que seguem no local podem buscar no CCZ, que fica às margens da BR-101, no bairro Juca Rosa. O diretor do Centro de Controle de Zoonoses informou que, além desses gatinhos, existem muitos outros gatos e cachorros abandonados no local. As pessoas que quiserem adotar os animais devem ir ao CCZ, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e entre 14h e 17h. Eles saem do local castrados, vermifugados e vacinados contra raiva. No caso de filhotes, o CCZ se compromete a castrar o animal quando ele estiver na idade apropriada (cães devem ter, no mínimo, seis meses e gatos, 12 meses). Os interessados precisam ser maior de 18 anos e apresentar documento de identidade com foto e comprovante de residência. Depois disso, eles passam por uma triagem para comprovar que têm condições de cuidar do animal. Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia ???? Ouça 'Eu te explico' ???? Veja Mais

Elenco de última peça de Jô Soares lamenta morte: 'Maior homem de cultura que Brasil já teve'

G1 Pop & Arte Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas de 'Gaslight - uma relação tóxica', se emocionaram ao falar sobre trabalho ao lado do apresentador, escritor e diretor. Espetáculo estava previsto para estrear em 9 de setembro, em São Paulo. Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas da peça "Gaslight", dirigida por Jô Soares. Divulgação Erica Montanheiro e Giovani Tozi, protagonistas da peça "Gaslight - uma relação tóxica", a última dirigida por Jô Soares, lamentaram a morte do apresentador. Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira (5). O ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho. A causa da morte não foi informada. Escrita pelo inglês Patrick Hamilton e apresentada na Broadway na década de 1940, "Gaslight" é uma peça sobre uma relação abusiva. O espetáculo está com previsão de estreia para 9 de setembro, no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Jô foi responsável pela tradução, adaptação, e dividia a direção com Mauricio Guilherme. Sem segurar a emoção, Giovani não informou se a estreia segue agendada após a morte de Jô Soares, mas falou ao g1 sobre a parceria com o diretor. "Difícil, né? Mas acho que é importante nesse dia tão triste também exaltar a trajetória desse homem, que não tenho medo nenhum de afirmar que é o maior homem de cultura que o Brasil já teve, porque navegava na literatura, no teatro, na comunicação, de uma forma muito popular", afirma Giovani Tozi. O ator ainda relembrou um ensinamento do apresentador. "O Jô costumava dizer que o teatro é um trapézio sem rede. E eu acho bonito isso porque é a maneira como também ele sempre agiu na vida." Giovani Tozi com Jô Soares Reprodução/Instagram "O Jô nunca teve medo de novos desafios, de se colocar, de dizer o que pensa. Era um anarquista, como ele mesmo costumava dizer. Então acho que essa lição é importante na vida, pra gente nunca ter medo de dizer, de pensar, de agir, porque é isso." "A vida também é um trapézio sem redes. Se a gente ficar la em cima esperando segurança pra poder saltar, a gente nunca salta." Quatro peças dirigidas por Jô Soares Bastante emocionada, Erica Montanheiro conta que conheceu Jô em 2011 e já trabalhou outras três vezes com o apresentador. "É a quarta peça que faço com Jô. Fiz outras três desde 2011, desde que trabalho com ele em teatro, ele me dirigindo." "E foi um encontro sempre muito bonito, muito. Apesar de ele ser esse gênio maravilhoso, sempre falando com a gente de igual pra igual, com uma delicadeza extrema." Erica Montanheiro com Jô Soares Reprodução/Instagram Erica conta que, quando conheceu Jô, eles "se deram bem logo de cara". Sobre a peça, a atriz conta que já estava tudo alinhado por Jô. "A concepção é toda dele, as orientações, tudo já estava lidado por ele. E sempre com muito humor, uma delicadeza pra dirigir, muito certeiro, um homem de teatro." "E ele sempre muito democrático nas decisões. Sempre perguntando se estava bom pra fazer daquela forma, aberto pra escuta." Jô Soares morre aos 84 anos Veja Mais

Luis Alexander Rubio, o garçom Alex do 'Programa do Jô', lamenta morte do apresentador

G1 Pop & Arte Alex trabalhou 27 anos com Jô Soares. O apresentador morreu na madrugada desta sexta-feira (5). Luis Alexander Rubio, o garçom Alex do 'Programa do Jô', lamenta morte do apresentador Reprodução/Instagram Luis Alexander Rubio, conhecido como o garçom Alex do "Programa do Jô", usou as redes sociais para lamentar a morte de Jô Soares. O apresentador morreu na madrugada desta sexta-feira (5). O ator, diretor, escritor e humorista estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o fim do mês de julho. A causa da morte não foi informada. Famosos lamentam morte de Jô Soares; leia homenagens Alex repostou nos Stories um post que fez em 4 de março de 2021 no qual ele diz: "Para quem não lembra de mim, sou Alex. Trabalhei no programa do Sr. Jô Soares durante 27 anos como garçom, eu servia café, água e refrigerante para os convidados... E para os mais "nervosinhos" dava algumas bebidas mais fortes, então tive que me aperfeiçoar e aprender sobre drinks nacionais e internacionais... Foi aí que me apaixonei por esse fascinante mundo dos Drinks." Na repostagem feita na rede social, ele incluiu um emoji com carinha de choro. Initial plugin text Veja Mais

Morre Jô Soares: livros

G1 Pop & Arte 'O Xangô de Baker Street', de 1995, que virou filme, e 'O Homem que Matou Getúlio Vargas', de 1998, são suas obras mais populares. Jô Soares morreu nesta sexta-feira (5) em São Paulo, aos 84 anos, e, além de longa carreira na TV, cinema e no teatro, deixou ao menos sete livros autorais, além de duas biografias, um capítulo em obra de Álvaro de Moya e um livro traduzido. Dentre os livros mais populares de Jô estão "O Xangô de Baker Street", de 1995, que virou filme, e "O Homem que Matou Getúlio Vargas", de 1998. O Xangô de Baker Street Reprodução O Homem que Matou Getúlio Vargas Reprodução Os livros: Os dilemas do Fantasma e do Capitão América (1972) — capítulo no livro Shazam!, de Álvaro de Moya O Astronauta Sem Regime (1983) Humor Nos Tempos do Collor (1992) A Copa Que Ninguém Viu e a Que Não Queremos Lembrar (1994) O Xangô de Baker Street O Homem que Matou Getúlio Vargas Assassinatos na Academia Brasileira de Letras (2005) As Esganadas (2011) O Livro De Jô - Uma Autobiografia Desautorizada - Vol. 1 (2017) O Livro De Jô - Uma Autobiografia Desautorizada - Vol. 2 (2018) “Ricardo Iii” De Shakespeare - Tradução e Adaptação editada em livro pela Imprensa Oficial 5 dos livros Jô Soares Reprodução Livros de Jô Soares Reprodução Veja Mais

Jô Soares foi ator, humorista, apresentador de televisão, escritor e diretor

G1 Pop & Arte Filho único de um empresário paraibano e de uma dona de casa, Jô Soares queria ser diplomata e chegou a estudar na Suíça. Morreu aos 84 anos, em São Paulo. Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo José Eugênio Soares nasceu em 1 de janeiro de 1938 no Rio de Janeiro. Foi humorista, apresentador de televisão, escritor, diretor e ator. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Trabalhou nas emissoras Continental, TV Rio, Tupi, Excelsior, Record, SBT e na Globo. Jô Soares, como ficou conhecido, queria ser diplomata e chegou a estudar na Suíça antes de ficar famoso como artista. Morreu aos 84 anos, na madrugada desta sexta-feira (5), em São Paulo. Ator, humorista, entrevistador: relembre a carreira em FOTOS Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares, em foto de março de 2016 Celso Tavares/G1 Quem foi Jô A carreira como apresentador começou no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) com o programa "Jô Soares Onze e Meia", que foi ao ar entre 1988 e 1999. Em 2000, o humorista iniciou aquele que se tornou seu programa mais famoso, o "Programa do Jô", encerrado em 2016. Foi o único filho do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Pereira Leal. Pelo lado materno, foi bisneto do conselheiro Filipe José Pereira Leal, diplomata e político que, no Brasil Imperial, foi governador do Estado do Espírito Santo. Por parte de seu pai, foi sobrinho-bisneto de Francisco Camilo de Holanda, ex-governador da Paraíba. Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio de São Bento, no Rio de Janeiro; no Colégio São José, em Petrópolis; e em Lausana, na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata apontavam para outra direção. Jô Soares se emociona na despedida do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Carreira Detentor de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também foi um apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1 Rio de Janeiro. 1956 — Estreia na televisão no elenco da Praça da Alegria, na época na RecordTV, onde ficou por 10 anos. 1965 — Protagoniza a única novela de sua carreira, a comédia Ceará contra 007, a trama de maior audiência naquele ano no Brasil. Também na Record. 1967 — Em "Família Trapo", roteirizava ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega e atuava como Gordon, o mordomo atrapalhado e descompensado. Último trabalho na Record. 1971 — "Faça Humor, Não Faça Guerra" foi primeiro humorístico da TV Globo a contar a com a participação do comediante. O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietnã brincava com o slogan pacifista hippie "Make love, don't make war" (Faça amor, não faça a guerra). 1973 — "Satiricom", novo humorístico da TV Globo, com direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa. A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini - "Satyricon". Na promoção do programa, todavia, diziam que era a "sátira da comunicação" num mundo que tinha virado uma "aldeia global", expressão que esteve na moda depois dos primeiros anos da TV via satélite. 1976 — "Planeta dos Homens", nova sátira com o cinema - desta vez, a série cinematográfica "O Planeta dos Macacos", atuava com roteiros de Haroldo Barbosa. 1981 — "Viva o Gordo", com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo dele. Tinha roteiros de Armando Costa. Deu origem ao espetáculo do gênero "one man show" de Jô chamado "Viva o Gordo, Abaixo o Regime" (sátira explícita ao Golpe Militar de 1964 ainda vigente àquela época). As aberturas do programa brincavam com efeitos especiais usando técnica de inserção de imagens de Jô entre cenas famosas do cinema (como em "Cliente Morto Não Paga" e "Zelig") ou "contracenando" com políticos nacionais e internacionais, como Orestes Quercia, Jânio Quadros, Ronald Reagan etc. 1982 — Participação no "Chico Anysio Show". 1983 - Participação no musical infantil "Plunct, Plact, Zuuum" e comentarista no Jornal da Globo até 1987. 1988 — "Veja o Gordo", estreia no SBT com o mesmo estilo do "Viva o Gordo" da Rede Globo. Estréia nesse ano, ainda no SBT, o talk show "Jô Soares Onze e Meia" (1988–1999). 2000 — Trazido de volta para a Rede Globo, onde apresentou o Programa do Jô até 2016, e fez participação no especial de Natal do programa "Sai de Baixo" — episódio "No Natal a Gente Vem Te Mudar" (sátira ao título da peça de Naum Alves de Souza, "No Natal a Gente Vem Te Buscar") como Papai Noel. 2018 — Participa como comentarista do programa Debate Final, no Fox Sports, debatendo sobre a Copa do Mundo FIFA de 2018.[6] Retrato dos humoristas Jô Soares e Chico Anysio em 1985 Geraldo Guimarães/Estadão Conteúdo Vida pessoal Entre 1959 e 1979, Jô Soares foi casado com a atriz Therezinha Millet Austregésilo, com quem teve um filho, Rafael Soares (1964–2014), que era autista. Entre 1980 a 1983, foi casado com atriz Sílvia Bandeira, 12 anos mais nova. Em 1984 começou a namorar a atriz Claudia Raia, romance que durou dois anos. Já namorou a atriz Mika Lins e em 1987, casou-se com a designer gráfica Flávia Junqueira Pedras, de quem se separou em 1998. O apresentador admitiu sofrer de TOC. Em sua casa, os quadros precisam estar tombados levemente para a direita. Jô foi sobrinho de Togo Renan Soares, conhecido como "Kanela", ex-treinador da seleção brasileira de basquete. No dia 1 de outubro de 2012, levou ao ar um programa especial que reprisou uma entrevista com Lolita Rodrigues e Nair Bello em homenagem à apresentadora Hebe Camargo, com quem declarou ter vivido intensas alegrias. O apresentador falava, com diferentes níveis de fluência, cinco idiomas: português, inglês, francês, italiano e espanhol, além de bons conhecimentos de alemão. Traduziu um álbum de histórias em quadrinhos de Barbarella, criação do francês Jean-Claude Forest. Jô Soares era católico, sendo devoto de Santa Rita de Cássia. Jô Soares TV Globo/Zé Paulo Cardeal No dia 25 de julho de 2014, Jô Soares foi internado no Hospital Sírio-Libanês, para tratar de uma pneumonia, permanecendo no hospital por 22 dias. No dia 31 de outubro de 2014, morreu seu único filho, Rafael Soares, no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. No dia 3 de novembro, Jô dedicou o programa ao seu filho, em que fez um discurso contando um pouco da história dele. No dia 4 de agosto de 2016, foi eleito para a Academia Paulista de Letras, assumindo a cadeira 33, que pertenceu ao escritor Francisco Marins. Veja Mais

Imagine Dragons confirma shows no Brasil em outubro

G1 Pop & Arte Grupo apresenta a turnê Mercury World Tour em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Dan Reynolds, Daniel Wayne Sermon, Ben McKee e Daniel Platzman, do Imagine Dragons, no tapete vermelho do MTV EMA 2021 Marton Monus/Reuters Imagine Dragons confirmou três apresentações no Brasil em outubro. O grupo fará três apresentações da turnê Mercury World Tour: 25 de outubro, Curitiba 27 de outubro, São Paulo 29 de outubro, Rio de Janeiro A pré-venda de ingressos exclusiva para clientes do cartão Elo acontece nos dias 8 e 9 de agosto. Já a liberação de ingressos para o público geral acontece em 10 de agosto, começando às 10h pela internet e, às 11h, nas bilheterias oficiais. Ainda não há informações sobre valores. A Mercury World Tour celebra o álbum duplo "Mercury – Acts 1 & 2", que conta com 32 faixas e inclui singles como "Enemy", "Bones" e "Sharks". Além do Brasil, a turnê latino-americana do Imagine Dragons passa ainda pela Colômbia e a Argentina. Entrevista exclusiva: Imagine Dragons fala sobre o show no Brasil Veja Mais

Bichos na Escuta #63: Gisele Pinscher — a BFF de Luísa Sonza

G1 Pop & Arte A cantora, que está no topo das paradas do país com a música ‘Cachorrinhas’, conversa com Giuliana Girardi sobre a sua relação com suas três pinschers e sua gata: Gisele Pinscher, Britney Spinschers, Duda Beainscher e Rita Lee. “Cadelinha número um é a famosa Gisele Insuportável, inadestrável, essa é minha BFF” Ela e suas cachorrinhas são o momento! No episódio desta quinta (4) de ‘Bichos na Escuta’, você vai saber mais sobre as melhores amigas de Luisa Sonza. A cantora, que está no topo das paradas do país com a música ‘Cachorrinhas’, conversa com Giuliana Girardi sobre a sua relação com suas três pinschers e sua gata: Gisele Pinscher, Britney Spinschers, Duda Beainscher e Rita Lee. Luísa Sonza mostra suas cachorrinhas, inspiração de novo hit: 'São muito importantes na minha vida' Luísa explica que as personalidades que aparecem no clipe ‘Cachorrinhas’ são exatamente como as suas cachorrinhas são na vida real: Gisele, a primogênita, é ‘BFF’ de Luísa e acompanha a cantora para todos os lugares. Britney, a cadela número dois, ‘nunca dá a pata’ como diz a música, porque só responde à Luísa. E a Duda é a caçula do grupo. Além das três, a gata Rita Lee também é uma das estrelas do clipe. Luísa explica que a felina não apareceu nas imagens porque não curtiu muito as câmeras, e a cantora respeitou. Luísa Sonza com as 'cachorrinhas' Lethicia Amâncio/Fantástico A paixão de Luísa por animais começou ainda na infância, incentivada pelos pais. “Quem tem animal sabe que vai muito além de um bichinho de estimação, é realmente minha melhor amiga”, conta Luísa sobre a relação com Gisele. Luísa Sonza no podcast Bichos na Escuta Lethicia Amâncio/Fantástico Ouça outros episódios de 'Bichos na Escuta': Popi e Corn, as gatas unidas pelo nome — com Carol Barcellos 'Sempre fui cachorreiro, agora sou gateiro também' — com Frejat Malcom Salsicha, o cão artista Conheça Maria Rita, a cachorra de Marcela Ceribelli que rouba a cena Kiki — a lhama de estimação que faz sucesso nas redes sociais Conheça Ruby Fofa, a cadela que faz entregas com seu tutor A história de Farofa, o cachorro que pega o 'busão' para a escola A cachorra que viaja o mundo em uma kombi O gatil que ajuda detentos na ressocialização Conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense Ouça história de empresário do mercado pet que já morou nas ruas de São Paulo PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais LUTO: como lidar com a morte de um pet VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência O podcast 'Bichos Na Escuta' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o 'Bichos na Escuta' na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo. Veja Mais

Diretores relatam 'choque' com cancelamento de 'Batgirl' após investimento de US$ 90 milhões

G1 Pop & Arte 'Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não conseguimos acreditar', escreveram os diretores Adil El Arb e Bilall Fallah após a Warner Bros. Discovery abandonar filme quase pronto. Leslie Grace como a 'Batgirl' Reprodução/Instagram/lesliegrace Os diretores de "Batgirl" disseram, nesta quarta-feira (3), que ficaram "chocados" ao saber que o filme de US$ 90 milhões foi arquivado pelo estúdio e não será lançado em nenhum formato. A Warner Bros. Discovery anunciou que deixaria de lado a adaptação cinematográfica da personagem da DC Comics, protagonizada por Leslie Grace e com Michael Keaton no papel de Batman. O filme não será lançado nos cinemas ou na plataforma de streaming HBO Max. "Estamos tristes e chocados com a notícia. Ainda não conseguimos acreditar", escreveram os diretores Adil El Arb e Bilall Fallah em uma publicação no Instagram. "Como diretores, é fundamental que nosso trabalho seja visto pelo público e, embora o filme estivesse longe de estar pronto, desejávamos que fãs de todo o mundo tivessem a oportunidade de ver o produto final". A filmagem já estava finalizada e parte da pós-produção, onde são adicionados efeitos especiais, som e gráficos, também havia sido feita. Leslie Grace ("Em um Bairro de Nova York") havia comentado em uma entrevista sobre o quão empolgada estava em conseguir o papel e trabalhar ao lado de Keaton e outras estrelas. "Foi um sonho trabalhar com atores tão fantásticos como Michael Keaton, J.K. Simmons, Brendan Fraser (...) e especialmente a grande Leslie Grace, que interpretou a Batgirl com tanta paixão, dedicação e humanidade", escreveram El Arbi e Fallah. "De qualquer forma, como grandes fãs de Batman desde crianças, foi um privilégio e uma honra ter feito parte do Universo estendido da DC, mesmo que apenas por um breve momento". A decisão de arquivar o filme agitou Hollywood, onde especialistas da indústria apontaram que era inédito um filme não ser lançado tão perto de sua conclusão e com tanto dinheiro já investido. "Batgirl" parece ter sido vítima de uma mudança na estratégia corporativa após a fusão da Warner Bros. com a Discovery. A Warner Bros. havia se comprometido em produzir filmes para serem lançados diretamente no serviço de streaming HBO Max, como parte de um esforço para aumentar os assinantes nesse setor cada vez mais competitivo. Mas essa decisão parece ter sido revertida depois da parceria com a Discovery. A revista "Variety" citou especialistas da indústria que disseram que "Batgirl" não era deslumbrante o suficiente para um lançamento nos cinemas, com suas caras exigências de marketing, e, ao mesmo tempo, grande demais para fazer sentido econômico no cenário do streaming. Veja Mais

Ex-BBB Aline Gotschalg passa por cirurgia após diagnóstico de câncer de tireoide: 'Não foi fácil'

G1 Pop & Arte Em depoimento nas redes sociais, Aline afirmou que nunca havia feito um ultrassom na tireoide, importante exame para controle preventivo da doença. Ex-BBB Aline Gotschalg passa por cirurgia após diagnóstico de câncer de tireoide Reprodução/Instagram Aline Gotschalg, participante do "BBB15", passou por uma cirurgia após ser diagnosticada com câncer de tiroide. A ex-BBB usou as redes sociais para compartilhar sua situação atual com os fãs e afirmou que receber o diagnóstico da doença "não foi fácil. Tive muito medo e confesso que foram dias difíceis por aqui". "Eu nunca havia feito antes um exame de ultrassom na tireoide e ouvi uma voz (como não acreditar que temos nosso Anjo da Guarda?) para realizá-lo juntamente com todos os meus outros exames periódicos, muito importantes para um controle preventivo de doenças, principalmente as mais silenciosas", contou Aline "E foi então que descobrimos um tumor maligno na tireoide." Aline ainda deixou um alerta para seus seguidores: "Façam exames periódicos e estejam sempre atentos a sua saúde". Ela não informou quando descobriu a doença ou a data exata cirurgia, explicando que precisou "vivenciar tudo, entender e me fortalecer primeiro antes de dividir com vocês. Espero que me entendam." Aline finalizou o desabafo informando que está "viva e curada". Initial plugin text Veja Mais

Janet Yang é eleita nova presidente da Academia de Hollywood

G1 Pop & Arte Produtora é a quarta mulher a ser escolhida para o posto, e a primeira de origem asiática. Yang vai substituir David Rubin, no cargo desde 2019. Janet Yang é eleita nova presidente da Academia de Hollywood Robyn Beck / AFP A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, elegeu a produtora Janet Yang como sua nova presidente, anunciou o grupo nesta terça-feira (2). Yang, conhecida por seu repertório de sucesso que inclui "O Clube da Felicidade e da Sorte" (1993) e "O Povo contra Larry Flint" (1996), é a quarta mulher a ser escolhida para liderar a nata dos cineastas de Hollywood, e a primeira de origem asiática. A produtora de 66 anos substituirá David Rubin, no cargo desde 2019. Os membros da Academia, que recentemente inaugurou um museu em Los Angeles, votam todo ano para eleger os ganhadores do Oscar. Em um comunicado, o diretor executivo da Academia, Bill Kramer, elogiou o trabalho de Yang, em particular em áreas como "recrutamento de membros, governança, equidade, diversidade e inclusão". "Estou emocionado com ela assumindo esse papel e não vejo a hora de trabalhar junto com ela servindo a nossos membros, celebrando as colaborativas artes e ciências cinematográficas e inspirando a próxima geração de cineastas", escreveu. A Academia passou por várias controvérsias nos últimos anos, incluindo acusações de falta de diversidade racial. A ausência de indicados negros ao Oscar levou à criação do movimento #OscarsSoWhite em 2015. Desde então, o grupo cumpriu com o compromisso de duplicar o número de mulheres e representantes de minorias até 2020, expandido de 6 mil membros para quase 10 mil. Hoje, cerca de 19% dos integrantes da Academia são de comunidades étnicas e raciais com pouca representação. Veja Mais

Marcos e Belutti falam sobre importância de novas duplas: 'A música sertaneja tem que se renovar'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, dupla ainda cita 'preguiça' em retomada de ritmo de trabalho após pausa gerada pela pandemia. 'A quantidade de viagens, às vezes, no mês, deixa a gente um pouquinho mais irritado.' Marcos e Belutti levaram para São Paulo, no último final de semana, o show "Sem Hora Pra Acabar". Fazendo jus ao nome da apresentação, a dupla cantou ao longo de quatro horas -- mais do que o dobro do tempo de repertório pré-programado, que equivalia a cerca de 1h40 de show. No palco, os sertanejos apresentaram, além dos grandes hits da dupla ("Domingo de manhã", "Romântico anônimo", "Eu era", entre outros), o lado B da carreira de quase 15 anos. Incluindo também a nova faixa de trabalho "Insubstituível". Eles ainda atenderam ao público, que gritava pedidos musicais ("toca cavalo preto" e "toca Raul" não faltaram. Raul foi atendido). Antes da apresentação, a dupla conversou com o g1 e explicou o conceito do show. "Depende muito da energia das pessoas. A nossa energia depende da energia deles. A gente entra feliz, a gente entra com tesão de cantar aqui. E se a voz aguentar, enquanto eles estiverem a fim, a gente vai cantando", afirmou Belutti. Marcos e Belutti se apresentando em Iguaba Grande, no RJ Lorena Souza/PMIG "É um show maior que o normal. Não dá pra saber exatamente o tamanho porque a gente vai colocando música na hora. Tem um repertório pronto, que é um repertório grande, mas a gente vai na hora aumentando o repertório", explicou Marcos. Segunda voz da dupla, o cantor também teve seu momento solo no palco e, entre outras faixas, apresentou "It's My Life", de Jon Bon Jovi, ao lado da filha Larissa Marchioto, de 23 anos. Nova geração do sertanejo Prestes a completar 15 anos de carreira, Marcos e Belutti falaram sobre a importância da chegada de novos artistas sertanejos ao mercado. Ao longo dos dois anos de pandemia, muitas novas duplas e cantores se destacaram, seja pelas lives ou pela busca de novidades por parte do público nas plataformas de streaming, que por um período, ficou carente de lançamentos sertanejos. O movimento chegou a alterar uma tradição na Festa do Peão de Barretos, que antes colocava na arena principal apenas quem já havia passado em palcos secundários do evento em anos anteriores. "É muito importante a música sertaneja se renovar, isso sempre acontece. Isso é cíclico. Se não, nós também não teríamos surgido. Ia ser um nicho onde somente os mesmos estariam reinando", afirma Belutti. "A música sertaneja tem que estar em alta sempre. Se não surgir um sucesso através da gente ou de um artista que já é grande, que surja através do novo. Isso só fomenta o nosso segmento, só aumenta a execução das músicas nas rádios, e as pessoas ainda irem a shows sertanejos." Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação Marcos e Belutti Dani Valverde "Se há um interesse na música sertaneja, há contratantes querendo shows, rádios tocando, TV divulgando o nosso trabalho. A gente tem que pensar um segmento, não somente no produto artista", diz o cantor. "Quando o artista que veio antes, o mais veterano, se incomoda com isso, acaba se tornando um segmento morto", completa Marcos. "A gente tem obrigação de ter música nova, de tentar continuar fazendo sucesso, fazendo bons shows. Mas a gente já tem um certo nome. Dali pra frente os novos têm que continuar construindo a estrada. Inclusive pra gente percorrer." Retorno pós-pausa da pandemia Em entrevista recente ao g1, Vinícius, dupla de João Bosco, comentou sobre a dificuldade de se adaptar novamente ao ritmo dos shows após a pausa na pandemia e afirmou que quando precisa dar uma esticada maior no show, "a voz dá uma reclamada". Marcos e Belutti dizem não ter sentido qualquer problema com a voz nesse retorno, mas não escondem o sentimento atual: "A pandemia trouxe pra gente uma preguiça maior de sair de casa", diz Belutti. "Quando você vê a agenda cheia de compromissos, e a gente vê que a gente vai ficar mais fora de casa do que em casa na semana, principalmente pra mim, dá uma preguiça." "Isso é até ruim profissionalmente porque a gente tem que estar sempre em atividade para que a gente continue trabalhando e rendendo bem. Correndo atrás de repertório, produzindo coisas, e realmente a quantidade de viagens, às vezes, no mês, deixa a gente um pouquinho mais irritado." Por conta disso, o cantor afirmou que pediu ao escritório uma redução no número de shows. Marcos e Belutti se apresentam na festa dos 167 anos de Arujá. Victor Almeida/ Divulgação. Belutti ainda revelou que precisou de ajuda psicológica para lidar com a mudança de rotina. "A gente ficou muito tempo trancado, mas a gente ficou muito tempo na rua também pra que isso acontecesse e nos deixasse meio maluco." "Eu precisei de uma ajuda psicológica. Eu fiquei com depressão. Você [aponta para Marcos], uma época, também não ficou tão legal. É um mundo totalmente diferente do que a gente vivia, né? Uma hora você não para em casa, a outra hora você não pode sair de casa. E aí de repente você encontra uma vida totalmente diferente, no aspecto financeiro e no cotidiano." "E aí isso fez com que a gente curtisse mais a família, curtisse mais a vida, curtisse mais outras coisas, e o que a gente tenta fazer hoje é o equilíbrio." Marcos & Belutti Divulgação Veja Mais

Beyoncé vai retirar trecho ofensivo de música após protestos de comunidade de pessoas com deficiência

G1 Pop & Arte Representante da cantora disse à AFP que a faixa será regravada e o termo vai ser substituído. Beyoncé apresenta capa do álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram Beyoncé vai retirar de sua nova música "Heated" um termo depreciativo para pessoas com deficiência, garantiu nesta segunda-feira (1º) um porta-voz da cantora, após protestos de ativistas que o consideraram ofensivo. A estrela pop americana regravará o tema de seu último álbum "Renaissance", no qual originalmente cantava a letra "Spazzin' on that ass, spazz on that ass". Coescrita com o rapper canadense Drake, a letra parece utilizar a palavra "spaz" no sentido coloquial de perder temporariamente o controle ou atuar de forma errante. Mas defensores das pessoas com deficiência indicaram que a palavra deriva de "spastic", em tradução livre, espástico. A espasticidade é um transtorno que implica rigidez muscular e dificuldade de movimentação que afeta 80% das pessoas que sofreram paralisia cerebral. Beyoncé lança álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram/Beyoncé "A palavra, utilizada não intencionalmente de forma prejudicial, será substituída", disse o porta-voz de Beyoncé à AFP por e-mail. Beyoncé: por que acusações de capacitismo podem fazer cantora regravar letra Beyoncé lança 'Renaissance' e agradece aos fãs que não ouviram quando álbum vazou Em junho, a cantora americana Lizzo regravou a música "Grrrls" para eliminar o mesmo termo após queixas por considerá-lo depreciativo. Hannah Diviney, australiana defensora de pessoas com deficiência, disse que o uso da palavra por parte de Beyoncé "é como um tapa na cara da comunidade de pessoas com deficiência e dos avanços que tentaram fazer com Lizzo". "Suponho que continuarei a repetir a toda a indústria que 'trabalhe melhor' para que os insultos às pessoas com deficiência desapareçam da música", tuitou Diviney. "Renaissance", o esperado sétimo álbum solo de Beyonce, foi lançado para venda na sexta-feira. Com pitadas de disco e música eletrônica, a maioria das críticas à obra foi positiva. Beyoncé lança álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram/Beyoncé Nile Rodgers, Skrillex, a cantora nigeriana Tems, Grace Jones, Pharrell e Jay-Z, marido de Beyonce, são colaboradores do álbum, que vazou na internet nos dias anteriores a seu lançamento oficial. Em um post publicado no Instagram pouco depois do lançamento, Beyoncé disse que criar o álbum "me permitiu encontrar um lugar para sonhar e fugir de um momento de medo no mundo". "Minha intenção era criar um local seguro, sem julgamentos", escreveu. "Um lugar para liberar-se do perfeccionismo e do excesso de pensamento. Um lugar para gritar, libertar, sentir a liberdade". Veja Mais

'Minions 2: A Origem de Gru' segue na liderança da bilheteria nacional e renda ultrapassa R$ 100 milhões

G1 Pop & Arte No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 20,6 milhões e levaram 979,4 mil pessoas aos cinemas. Cena da animação "Minions 2: A Origem de Gru" Divulgação "Minions 2: A Origem de Gru" segue na liderança da bilheteria nacional e ultrapassou os R$ 103 milhões arrecadados desde sua estreia no país, em 30 de junho. Segundo dados coletados pela ComScore no período entre os dias 4 e 7 de agosto, a animação arrecadou R$ 4,2 milhões e foi assistida por 219 mil pessoas. "Thor: Amor e Trovão" (R$ 3,8 milhões) ficou com a segunda colocação na bilheteria, seguido pelo estreante "Trem-Bala" (R$ 3,7 milhões). g1 já viu: 'Minions 2: A Origem de Gru' conta com bom humor e diverte mais que o original No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 20,6 milhões e levaram 979,4 mil pessoas aos cinemas. Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 4 a 7 de agosto: "Minions 2: A Origem de Gru" – R$ 4,2 milhões "Thor: Amor e Trovão" – R$ 3,8 milhões "Trem-Bala" – R$ 3,7 milhões "DC Liga dos SuperPets" - R$ 2,6 milhões "O telefone preto" - R$ 2,1 milhões "Elvis" - R$ 2 milhões "O Palestrante" – R$ 1,2 milhão "Top Gun Maverick" - R$ 577 mil "Boa Sorte, Leo Grande" - R$ 144 mil "Pluft o Fantasminha" - R$ 77,8 mil 'Minions 2 - A Origem de Gru': veja o trailer Veja Mais

Após acidente com Anne Heche, moradora da casa atingida por carro da atriz recebe R$ 280 mil em 'vaquinha'

G1 Pop & Arte Financiamento coletivo foi organizado por vizinhos de Lynne Mishele, que perdeu todos os seus pertences com o incêndio causado pela colisão. A atriz continua em estado grave. Anne Heche Divulgação A mulher que teve a casa destruída com o acidente de carro causado pela atriz Anne Heche está recebendo ajuda dos vizinhos para recuperar seus pertences. De acordo com o portal Daily Mail, os moradores do bairro organizaram uma "vaquinha" com o objetivo de arrecadar US$ 100 mil (cerca de R$ 522 mil). Até o momento, o financiamento já angariou US$ 54 mil (pouco mais de R$ 280 mil). Segundo a revista "People", Lynne Mishele perdeu todos os seus pertences com o incêndio causado imediatamente após o carro da atriz atravessar a casa. Em entrevista para a publicação, Lynne Bernstein, uma das vizinhas de Mishele, disse que a moradora teve muita sorte por sair sem nenhum ferimento, assim como seus dois cachorros e uma tartaruga. Bernstein ainda disse que Mishele "estava em choque" e não tinha visto o veículo dentro do terreno, quando os vizinhos entraram na casa para ajudar todo mundo a sair com segurança. "Acho que ela não entendeu o que estava acontecendo. Ela dizia: 'O que aconteceu? O que aconteceu?' ", lembra. David Manpearl, outro vizinho, contou ao Daily Mail americano que Mishele pensou que alguma coisa tivesse caído do céu e explodido a sua casa. "Ela tem sorte de estar viva. Ela estava tremendo quando me disse que estava na sala de estar exatamente onde o carro havia batido”, disse ele à reportagem. A página do GoFundMe, que recebe as doações, foi colocada no ar por John e Jennifer Durand, donos da casa destruída e que Mishele aluga. No texto, a inquilina é descrita como uma pessoa simpática e generosa. Ela vivia no local com seus dois cachorros, Bree e Rueban, e a tartaruga Marley. Todos escaparam com vida e sem ferimentos, no entanto, a casa ficou completamente destruída e comprometida, o que fez com que Mishele tivesse de deixar a área. "Ainda mais angustiante é que Lynne perdeu todos os bens de uma vida, lembranças, todos os equipamentos para seus negócios, incluindo seu laptop e iPad, todas as suas roupas e itens de necessidades básicas, e todos os utensílios domésticos. Com a ajuda dos bombeiros, ela conseguiu retirar alguns pertences de valor sentimental danificados dos destroços. Todo o resto se foi", diz o texto. Na sexta-feira (5), a atriz Anne Heche dirigia seu carro em alta velocidade quando bateu na casa de Mishele em Los Angeles. Com a colisão, o automóvel e residência pegaram fogo imediatamente. Foi preciso 59 bombeiros e 65 minutos para extinguir as chamas. A artista foi levada ao hospital em estado grave, com queimaduras pelo corpo. Ela está estável, porém continua intubada. A família e equipe da atriz pediram aos fãs que fizessem orações. A artista é conhecida por "Seis dias, sete noites" e "Chicago P.D.: Distrito 21". Veja Mais

Ator Roger E. Mosley, da série 'Magnum', morre aos 83 anos

G1 Pop & Arte Segundo sua filha, ele sofreu um acidente de carro na semana passada. Mosley participou de mais de 150 episódios da série, onde interpretou o piloto de helicóptero Theodore "TC" Calvin. Roger E. Mosley (à esquerda) ao lado de Tom Selleck e Larry Manetti em foto de abril de 2009 Matt Sayles/AP Photo O ator Roger E. Mosley, de 83 anos, mais conhecido por seu papel como o piloto de helicóptero Theodore "TC" Calvin no seriado de sucesso dos anos 1980 "Magnum", morreu neste domingo (7), anunciou sua filha nas redes sociais. Segundo Ch-a Mosley, seu pai se envolveu em um acidente de carro na semana passada e desde então estava em estado crítico. Ainda de acordo com ela, o ator estava sem os movimentos dos ombros para baixo. "Ele odiaria qualquer choro feito em seu nome. É hora de celebrar o legado que ele deixou para todos nós", disse sua filha ao anunciar sua morte. "Eu te amo papai. Você me amou também. Vou cuidar da mamãe, seu amor por quase 60 anos. Você me criou bem e ela está em boas mãos. Descanse." Mosley participou de mais de 150 episódios de "Magnum" ao lado de Tom Selleck na série que foi ao ar por oito temporadas de 1980 a 1988. Mosley também fez uma aparição em uma remake mais recente do programa de sucesso, como outro personagem, John Booky, de acordo com sua página no IMDb. Veja Mais

Tom Sturridge explica como construiu protagonista em 'Sandman': 'Ele é a voz dentro da sua cabeça'

G1 Pop & Arte Britânico pediu ajuda ao criador dos quadrinhos, Neil Gaiman, para chegar ao personagem. Em entrevista ao g1, autor britânico se declara pelo ator: 'Vai ser uma estrela'. 'Ele é a voz dentro da sua cabeça', diz Tom Sturridge sobre 'Sandman' Foram mais de 30 anos até que "Sandman", um dos maiores clássicos dos quadrinhos, se materializasse na série que estreou nesta sexta-feira (5), na Netflix. Mesmo assim, a adaptação dificilmente aconteceria sem encontrar no relativamente desconhecido Tom Sturridge um ator à altura de seu protagonista – um ser eterno que controla os sonhos de todos os seres vivos da existência. G1 JÁ VIU: 'Sandman' mantém espírito da HQ com ótimos ajustes na história e elenco fantástico ENTREVISTA: 'Isso a que estamos assistindo é mágico', diz Neil Gaiman "Eu não sei se as pessoas vão amar 'Sandman'. Eu amo a série. Até agora, todos os jornalistas que viram amaram. Isso é ótimo. Eu não sei se vai ser grande ou esquecido", diz em entrevista ao g1 o quadrinista Neil Gaiman, que criou a HQ lançada em 1989. Assista ao vídeo acima. "Mas eu sei que, 24 horas depois da estreia de 'Sandman', Tom Sturridge vai ser uma estrela." Aos 61 anos, o britânico trabalhou junto da produção para tornar a série realidade. E foi ele quem aconselhou o ator, outro inglês, sobre como atingir um dos atributos mais importantes de seu personagem. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Nos quadrinhos o Senhor do Sonhar – também conhecido apenas como Sonho ou Morpheus, além de uma infinidade de nomes – tem suas peculiaridades, como olhos completamente pretos ou uma pele desumanamente branca. Mas é a voz uma das mais destacadas de forma gráfica nas páginas, com seus balões negros e extremidades irregulares. "É muito simples. Eu perguntei ao Neil como ele deveria soar", afirma Sturridge, sobre a entonação que o colega de série, Patton Oswalt (que já dublou o ratinho em "Ratatouille"), certa vez descreveu como "Ian Curtis gemendo debaixo de um grande cobertor molhado". "Neil me falou que ele é a voz dentro da sua cabeça. Ele é a voz que te leva ao sono. A voz que o guia pelos seus sonhos." Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Apresentando Morpheus A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, "Prelúdios e Noturnos" e "A casa de bonecas". Neles, Sonho, membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado O protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park). Gaiman assistiu a cerca de 200 testes para escolher o ator que interpretaria sua criação. E o ator de 36 anos foi um dos primeiros deles. Ele não conhecia os quadrinhos antes, mas se apaixonou pelo papel com o tempo. Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação "Há um aspecto em Morpheus que eu acho que, ao ler, tem meio que um poder e uma agressão. Um perigo. Ele é perigoso de explorar, porque, no fim, onde quer que ele te leve, seja no seu maior sonho ou o mais profundo pesadelo, ele tem que te levar lá", diz Sturridge. "Ele foi capturado por um século na forma mais desumana e se tornou endurecido em relação à humanidade", conta Vivienne Acheampong, que interpreta a bibliotecária (e principal conselheira) do reino de Morpheus. "Ela entende quão importante é este reino, porque é importante para todo mundo. É como o Tom falou, todo mundo tem isso em comum. Como o Coríntio (um dos vilões, interpretado por Boyd Holbrook) fala: 'Não são os homens governados por seus sonhos?'. Nós somos. Todos somos." Vivienne Acheampong, Sanjeev Bhaskar, Tom Sturridge e Asim Chaudhry em cena de 'Sandman' Divulgação O homem por trás do Perpétuo Nascido em Londres e filho de um diretor, Charles Sturridge, e de uma atriz, Phoebe Nicholls, Tom começou a atuar ainda criança, em 1996. Depois de algumas participações em produções britânicas e de Hollywood, como "Feira das vaidades" (2004) e "Adorável Júlia" (2004), ele teria finalmente seu primeiro papel de destaque para os americanos. Em 2006, ele foi escalado como o protagonista da ficção científica "Jumper", mas, já depois do início das gravações, foi demitido. O estúdio não queria se arriscar com um desconhecido. Assista ao trailer de 'Sandman' Sorte de Sturridge, provavelmente. Lançado em 2008, o filme foi um fracasso tão grande que basicamente foi o último papel de destaque de seu substituto, Hayden "Anakin Skywalker" Christensen. Desde então, o britânico atuou em pequenos sucessos como "Os Piratas do Rock" (2009) ou "Na estrada" (2012), mas se destacou mesmo nos palcos. Em peças da Broadway, foi indicado por duas vezes como melhor ator ao Tony, principal prêmio do teatro americano. A mais recente delas, por "Sea Wall/A life", em 2020. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Em "Sandman", ele tem mais uma chance de ganhar os corações do grande público. Gaiman já deixou claro que acredita no sucesso da empreitada, mas ele não é o único. "Foi a forma como ele interpretou as falas de Morpheus. A linguagem dele é levemente intensificada. Ela tem uma cadência quase shakespeariana. É muito difícil encontrar uma pessoa que possa falar as palavras na forma como foram escritas e soe extremamente natural. E Tom acertou logo de saída", diz Allan Heinberg, produtor responsável pela série (o "showrunner", como se diz em Hollywood). "Acho que muitas pessoas chegariam e o interpretariam de forma muito imperiosa e reservada emocionalmente. De uma forma que você nem sabe se há alguém por trás daqueles olhos. Com o Tom, sempre há a sensação de que ele está lá com você, mas também está em outro lugar, acompanhando os milhões de outros mundos onde ele deve fazer seu papel." Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Veja Mais

Claudia Raia fala sobre Jô Soares: 'Ele foi, e continuará sendo, um dos grandes amores da minha vida'

G1 Pop & Arte 'Não haveria hoje uma Claudia Raia sem o Jô', diz a atriz em post publicado nas redes sociais. Os dois tiveram um namoro de dois anos na década de 80. Claudia Raia e Jô Soares no 'Programa do Jô' Globo/Ramón Vasconcelos Claudia Raia lamentou a morte de Jô Soares nesta sexta-feira (5). O apresentador estava internado em São Paulo desde o dia 28 de julho. A causa da morte não será divulgada pela família. Ao g1, Claudia enviou um depoimento sobre o apresentador e ex-namorado. Eles tiveram um namoro de dois anos na década de 80. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram "Fiquei arrasada com a notícia da morte do Jô Soares. Ele foi, e continuará sendo, um dos grandes amores da minha vida. Jô não era só genial, ele era extremamente generoso. E por isso mesmo reconhecia outros talentos de longe. Ele era tão atencioso, tão conectado com o ser humano, que sabia se você estava ou não bem sem que você precisasse dizer. E com uma sensibilidade sem igual, sempre queria saber se poderia ajudar de alguma maneira. Era realmente impressionante. Ele era tão inteligente, tão talentoso. Marcou a história da arte e da cultura brasileira: grande entrevistador, diretor, autor e um ator com uma versatilidade incomparável. Eu amava sempre que tinha a oportunidade de ir aos seus programas, de mostrar publicamente a pessoa incrível que ele sempre foi" "Pessoalmente, ele é a pessoa que me batizou. É verdade mesmo. Ele que disse que eu deveria me chamar Claudia Raia. Eu ouvi, claro! Ele me convidou para entrar na TV, no programa dele, e sempre disse que sabia do meu futuro. Eu não tenho dúvidas de que não existiria Claudia Raia sem Jô Soares. Sua falta já está sendo muita sentida!" A atriz também publicou uma homenagem nas redes sociais na tarde desta sexta. "Conhecer o Jô foi um divisor de águas na minha vida: antes dele eu era Maria Claudia Motta Raia; depois dele, eu passei a ser Claudia Raia. Sim, foi ele quem me batizou artisticamente, e isso já diz tudo. Não haveria hoje uma Claudia Raia sem o Jô". Claudia Raia e Jô Soares (Ciça) Acervo Grupo Globo Ela diz ainda que Jô deu a primeira oportunidade na TV e até "salvou sua vida" ao levá-la ao médico para ver uma pinta que ela tinha na perna. "Lá descobri que era um melanoma. Ele salvou mesmo a minha vida!" Initial plugin text A vida de Jô Soares Veja Mais

James Franco vai interpretar Fidel Castro em filme sobre 'filha rebelde' do líder cubano

G1 Pop & Arte 'Alina de Cuba' será dirigido por Miguel Bardem, primo do ator espanhol Javier Bardem James Franco em cena de 'A balada de Buster Scruggs' Divulgação James Franco viverá Fidel Castro em "Alina de Cuba", filme independente que conta a história da "filha rebelde" do líder cubano, informou o produtor da obra. "O diretor queria alguém que parecesse fisicamente com Fidel Castro e que tivesse seu carisma", disse John Martinez O'Felan, à agência AFP. O produtor contou que analisou perfis de atores latinos com ascendência ibérica, mas no fim das contas decidiu por Franco. Trata-se do segundo trabalho do ator de 44 anos, indicado ao Oscar, desde que ele foi denunciado por assédio sexual e condutas impróprias em 2018. Franco foi acusado por cinco mulheres de explorá-las durante cenas de nu em sua escola de atuação Studio 4, em Hollywood. Segundo as acusações, ele pedia às estudantes para dançar ao seu redor de topless em uma cena sem roteiro, fazendo "crer que havia papeis disponíveis em troca de atos sexuais ou de tirar a blusa". Em uma entrevista em dezembro do ano passado, Franco rompeu o silêncio sobre o assunto e disse que reconhecia ter assediado alunas de sua escola de cinema. "Alina de Cuba" será dirigido por Miguel Bardem, primo do ator espanhol Javier Bardem. Com produção prevista para iniciar em 15 de agosto e terminar até o fim do ano, o longa será filmado na Colômbia. Ana Villafañe, conhecida por interpretar Gloria Estefan no musical de teatro "On Your Feet!", encarnará Alina Fernández, a filha extraconjugal de Castro com a também cubana Natalia Revuelta Clews, que será vivida pela argentina Mía Maestro. Alina Fernández, hoje com 66 anos, vive em exílio desde a década de 1990, quando deixou a ilha. A opositora da revolução cubana está radicada em Miami e é autora do livro autobiográfico "Alina: Memória da Filha Rebelde de Fidel Castro". Veja Mais

Corpo de Jô Soares deixa hospital em SP; velório e enterro serão restritos a familiares e amigos

G1 Pop & Arte Apresentador e humorista estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 28 de julho. Ele faleceu às 2h30 desta sexta (5), aos 84 anos. Causa da morte não foi divulgada pela família. Jô Soares morre aos 84 anos, em São Paulo; fãs e amigos prestam homenagens O corpo do apresentador Jô Soares deixou na manhã desta sexta-feira (5) o Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo, onde o humorista faleceu durante a madrugada. O hospital não informou o local do velório e do sepultamento do artista, que será restrito apenas a familiares e amigos íntimos do comediante. O corpo deixou o local, no bairro da Bela Vista, por volta de 10h38. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram Apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo. O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês. "Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. Leia a íntegra do texto aqui. Por causa do falecimento do artista, o governador de SP, Rodrigo Garcia (PSDB), decretou luto oficial de três dias no estado. LEIA TAMBÉM: PERFIL: Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 FRASES: 'O medo da morte é um sentimento inútil' PERSONAGENS: Capitão Gay, Reizinho, Ciça... FOTOS: Relembre carreira como apresentador e ator HOMENAGENS: Famosos lamentam morte de Jô Fachada do Hospital Sírio Libanês, no Centro de São Paulo. Kleber Tomaz/g1 Humor como marca registrada Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor... –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso. "Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre", afirmou em depoimento ao site Memória Globo. 'O medo da morte é um sentimento inútil'; relembre frases Personagens icônicos, entrevistas com ilustres; FOTOS mostram carreira Jô Soares sonhava em ser diplomata e estreou na TV em 1956 'Artista único', 'o cara': famosos lamentam a morte Jô Soares se emociona ao se despedir do 'Programa do Jô' Carol Caminha / Gshow Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido de 2000 a 2016. Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes. Adolescência na Suíça José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário Orlando Heitor Soares e da dona de casa Mercedes Leal Soares. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”. “Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.” Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.” Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos. "Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos." Jô Soares TV Globo Volta para o Brasil Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. "Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente", lembrou. O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga. A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental. Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo. Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record. “Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos. A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”. O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias. Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV". “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.” Trajetória na Globo Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo. Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto "Casseta & Planeta", de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou. Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite. Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”. "O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil", dizia. "Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo." Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”). Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 Zé Paulo Cardeal/Globo Talk-show Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora. "No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo... Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]", admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show "Jô Soares onze e meia" rendeu mais de 6 mil entrevistas. “E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso", aponta o Memória Globo. “Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô. Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”. "Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo." Literatura e teatro Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas. Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”. Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi "O astronauta sem regime" (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em "O Globo". O romance "O Xangô de Baker Street" (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram "O homem que matou Getúlio Vargas" (1998), "Assassinatos na Academia Brasileira de Letras" (2005) e "As esganadas" (2011). No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007). Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006). Jô Soares no JG, em 1984 Reprodução De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976). 'Hipocondríaco de doenças exóticas' Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor. Relembre no vídeo abaixo: Jô Soares conta o que viu da vida "Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou. "O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável." MAIS VÍDEOS SOBRE JÔ SOARES: Veja Mais

Dos 100 artistas mais ouvidos do país, 8 apoiam Lula, 4 são pró-Bolsonaro e 88 não declaram voto

G1 Pop & Arte Veja lista dos artistas no top 100 do streaming que declaram apoio ou seguem Lula e Bolsonaro. Podcast mostra como está o envolvimento dos músicos até agora e discute possíveis impactos. Dos 100 músicos mais ouvidos no Brasil atualmente em streaming, oito declaram apoio a Lula e quatro, a Bolsonaro. Os outros 88 artistas não declaram apoio na eleição para presidente de 2022. Dentro deste mesmo grupo de 100 músicos, há 12 artistas que seguem Lula no Instagram, e 11 que seguem Bolsonaro. Veja as listas nas artes abaixo. Os dados fazem parte de um levantamento do g1 sobre o apoio de músicos nas eleições de 2022 até agora. Outra reportagem destacou os apoios mais notáveis de Lula e Bolsonaro até agora entre artistas de cada estilo (não apenas os no top 100). O podcast de música g1 ouviu também mostra os apoios musicais da eleição de 2022 até agora e discute os possíveis impactos para os artistas e para os candidatos. Ouça abaixo: Entre os 100 artistas mais ouvidos (veja a lista completa mais abaixo), não há apoiadores de outros pré-candidatos a presidente em 2022 além de Lula e Bolsonaro. A mesma lista do 100 músicos mais ouvidos no Spotify foi base para outra comparação: quais destes artistas seguem Lula ou Bolsonaro no Instagram? O ato de seguir um político não indica, necessariamente, apoio à candidatura. Mas a comparação aponta, pelo menos, qual é o interesse por Lula e Bolsonaro entre os músicos mais ouvidos do país. A lista não inclui cantores que já defenderam um dos candidatos em eleições anteriores, mas reconsideram a posição. É o caso do ex-BBB Rodolffo, da dupla com Israel, que escreveu no Instagram que apoiou Bolsonaro em 2018 mas não necessariamente vai manter este apoio. Os dois lados do posicionamento A campanha eleitoral de 2022 já começou com alto índice de certeza de voto. Em maio deste ano o Datafolha já apontava que 69% dos brasileiros tinham o voto para presidente decidido. Já entre os 100 cantores brasileiros mais ouvidos, apenas 12% dos artistas declara apoio a um dos candidatos. Por que a maioria evita mostrar preferência política? "Normalmente, os artistas que se manifestam acabam atraindo muito 'hate' (ódio), xingamentos nas redes sociais e até perdem seguidores", diz a empresária Fátima Pissarra, dona da agência Mynd. Eles "evitam se posicionar exatamente para não atrair esses haters e não perderem 'jobs' (trabalhos), já que correm o risco de não serem contratados pelas marcas. Uma situação muito triste nos dias de hoje, na minha opinião, quando deveríamos estar sendo incentivados a nos posicionar", opina Fátima. "Acho que o caminho da neutralidade não é recomendável para ninguém. Acredito que todo ser humano precisa entender que é natural expressar sua opinião, sem correr o risco de morrer, não ter trabalho ou de atrair 'haters'", diz a empresária. "Quem você vai votar não deveria ser relevante para uma marca te contratar ou não, mas sim quem você é, os assuntos que você endossa e os temas que você discute", opina Fátima Pissarra. Pedro Tourinho, empresário e fundador da agência Soko, afirma que "o receio que ainda há em artistas se posicionarem politicamente vem de uma noção dos veículos de mídia de massa mais tradicionais, estabelecida principalmente durante a década de 90, de que qualquer posicionamento político poderia trazer problemas a artistas." "Isso criou uma classe artística pasteurizada, com medo de errar, que acha que não vale a pena entrar em política e alienada do debate público. Mas isso está mudando", analisa Pedro. Marcos Lauro, dono da agência Orfeu Digital, trabalha com artistas da MPB e do rap, onde o índice de posicionamento é maior do que a média. Ele diz que "manifestação política dá muito trabalho". "Não adianta o artista só falar que está junto na causa, que concorda ou discorda, sem traduzir isso em atitudes no dia a dia. As pessoas percebem muito facilmente quando a coisa não vem de dentro, quando não é a verdade do artista, só dizendo aquilo pra agradar ou pra ganhar público", diz Marcos. Apoio reforça 'pertencimento', mas 'vida real' conta mais O apoio público de um artista "não é o fator que está entre os primordiais na campanha", explicou Mauro Paulino, comentarista político da GloboNews, em participação no"Jornal das Dez" (veja o vídeo completo abaixo). "O que pesa mais, na elaboração do voto, é de fato o que o eleitor vive no seu dia a dia", afirma Mauro. "Mas o apoio de um artista, especialmente esses influenciadores, pode ajudar em um fator que tem um peso também na elaboração do voto, que é a sensação de pertencimento", ele explica. "O eleitor, ao perceber que determinados artistas, de uma determinada linha, apoiam um candidato, se gostam destes artistas, podem se sentir pertencentes ao grupo que esse candidato está associado", diz Mauro Paulino. "Mas, certamente, o cara que tem um pôster da Anitta na parede, mas por algum motivo não gosta do Lula, não é porque a a Anitta apoiou o Lula que vai votar nele. Da mesma forma, aqueles que gostam dos sertanejos, se tiverem alguma rejeição a Bolsonaro, vai pesar mais forte essa rejeição, que se dá principalmente a partir do que ele percebe da vida real", ele pondera. Mauro: Apoio de artistas ajuda na popularidade da campanha Veja os 100 artistas mais ouvidos do Brasil no Spotify na segunda semana de julho (excluídos os músicos estrangeiros e os brasileiros que não estão mais vivos): Henrique & Juliano Gusttavo Lima Jorge & Mateus Filipe Ret L7NNON Mari Fernandez Maiara & Maraisa Luan Santana João Gomes Luísa Sonza Hugo & Guilherme Mc Don Juan Wesley Safadão Matuê Teto Zé Felipe Anitta Matheus & Kauan MC Ryan SP Zé Neto & Cristiano NATTAN Dallass Ludmilla Xamã MC Hariel Mc Poze do Rodo Felipe Amorim Grupo Menos É Mais Alok MC Cabelinho MC Tairon Bruno & Marrone Dj Win Dilsinho Ana Castela Israel & Rodolffo Mc Davi Orochi Xand Avião Os Barões Da Pisadinha Baco Exu do Blues Pedro Sampaio Thiaguinho Chefin Diego & Victor Hugo Guilherme & Benuto Gloria Groove Zé Vaqueiro Dj Chris No Beat DJ Biel do Furduncinho Sorriso Maroto Tarcísio do Acordeon MC Rogerinho Matheus Fernandes Murilo Huff BIN Salve Malak Tz da Coronel Neo Beats MC G15 Hungria Hip Hop Mc Paiva ZS Turma do Pagode Bianca MC Mari Melody WIU Mc Vitin Da Igrejinha Jão Leo Santana MC Kevin o Chris Marcynho Sensação Mc Pedrinho Djonga Mc Frog Mc IG MC Braz Caio Luccas George Henrique & Rodrigo Mc Gabzin Vintage Culture Ferrugem ANAVITÓRIA Borges Gaab Bielzin Jovem Dionisio Davi Kneip Dj Gabriel do Borel Gustavo Mioto Melim Major RD Hunter Luan Pereira Mc Danny Racionais MC's Nagalli Léo & Raphael Ícaro e Gilmar Clayton e Romário Veja Mais

'Sandman' mantém espírito da HQ com ótimos ajustes na história e elenco fantástico; g1 já viu

G1 Pop & Arte Série que estreia nesta sexta-feira (5) supera problemas de ritmo graças à força da história e dos personagens de Neil Gaiman e às atuações dos sonhos de seus atores. Para a maioria dos leitores de quadrinhos das últimas três décadas, a estreia da série "Sandman" nesta sexta-feira (5) é a realização de um sonho. A adaptação de um dos maiores clássicos do gênero faz ótimos ajustes para atualizar a história com a ajuda de seu criador, Neil Gaiman, e de um elenco muito perto da perfeição. ENTREVISTA: 'Sandman' adapta HQ clássica de Neil Gaiman após 30 anos: 'É mágico', diz autor Os dez episódios da primeira temporada, que chegam de uma vez à Netflix, conseguem algo considerado quase impossível por anos – a reprodução do espírito da HQ, uma mistura de fantasia, contos de fadas, filosofia e terror. Tamanho respeito e atenção com o material original, sofrem com pequenos problemas de ritmo e de tom em breves momentos. Os defeitos, no entanto, não são suficientes para tirar o sono dos fãs de longa data. A brilhante atuação do relativamente desconhecido Tom Sturridge ("Toda arte é perigosa") como o protagonista e a força e a beleza da história rapidamente afastam qualquer angústia. Neil Gaiman e atores de 'Sandman' comentam adaptação da HQ para série Um sonho em liberdade A temporada adapta os dois primeiros arcos dos quadrinhos, "Prelúdios e Noturnos" e "A casa de bonecas". Neles, o Senhor dos Sonhos (Sturridge), membro de uma família de seres imortais que personificam diferentes aspectos da natureza humana, precisa recuperar seus poderes e reconstruir seu reino após passar mais de um século aprisionado Também conhecido como Morpheus, o protagonista não é um deus, mas um dos Perpétuos – um grupo de entidades que sempre existiram e que sempre vão existir, como Morte (Kirby Howell-Baptiste) ou Desejo (Mason Alexander Park). Assista ao trailer de 'Sandman' Talvez graças à supervisão direta de Gaiman, a série faz um trabalho sublime em aprofundar a jornada de Sonho, que no fundo busca reencontrar seu propósito e sua ligação com a humanidade. O quadrinista teve uma ligação tão próxima à produção que chegou a escrever o roteiro do primeiro episódio com os produtores Allan Heinberg ("Grey's anatomy") e David S. Goyer (da trilogia "Cavaleiro das Trevas"), além de participar da seleção do elenco. Tom Sturridge e Kirby Howell-Baptiste em cena de 'Sandman' Divulgação Mais Morte, por favor Gaiman é, então, um dos principais responsáveis pelo sucesso na escalação inspirada de nomes como Boyd Holbrook ("Narcos"), em uma das melhores atuações de sua carreira como um pesadelo fugitivo, ou do sempre excelente David Thewlis (o Lupin, dos filmes de "Harry Potter"). Mas o grande trunfo de "Sandman" está mesmo em Sturridge, que enfrenta com desenvoltura o desafio de interpretar um dos personagens mais icônicos dos quadrinhos em todos os tempos, e em Howell-Baptiste ("Killing eve"). Juntos, a dupla constrói uma dinâmica deliciosa entre os irmãos Sonho e Morte, naquele que é de longe o melhor episódio da temporada. Aliás, se há um grande defeito nesta primeira leva de capítulos é a presença limitada da personagem. Boyd Holbrook em cena de ' Sandman' Divulgação Enquanto o ator transmite a presença sobrenatural do protagonista com uma naturalidade espantosa, sua colega parece ter nascido para dar vida à irmã mais velha de Morpheus. O material original tem mérito, é claro, mas em Howell-Baptiste a Morte das HQs encontra alguém à altura de sua leveza e humanidade – atributos que gritam em contraste com sua missão. Rachaduras no reino do sonhar Há problemas no reinado de Morpheus, é claro. A música tema criada por David Buckley deve entrar para o hall de composições icônicas da TV, mas o resto da trilha sonora do britânico é inconstante e às vezes se sobrepõe em momentos desnecessários. Ela é, inclusive, um bom exemplo de como a produção às vezes se perde na necessidade de parecer grandiosa ou dramática, quase como se não confiasse plenamente na força da narrativa. Gwendoline Christie e Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Por sorte, esses instantes são passageiros e até fazem certo sentido. Afinal, o "Sandman" original atingiu seu enorme sucesso exatamente pela constante experimentação de recursos e de formatos – algo que a série consegue reproduzir surpreendentemente bem. Há episódios inteiros que se sustentam com participação muito limitada do protagonista. Outros, que parecem não ter qualquer ligação com a trama central. Todos eles, sob orientação de Gaiman e do material original, conseguem diferentes graus de sucesso, mas são vitais ao êxito da adaptação. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação E "Sandman" é, sob qualquer ponto de vista, um êxito enorme. Funciona como a realização de um desejo de longa data dos fãs, ao mesmo tempo em que deve atrair um gigantesco público novo ao rico universo criado pelo quadrinista. Com as melhores – e mais alucinadas – histórias das HQs ainda por vir, o reinado de Morpheus e de sua família disfuncional deve ser longo. Tom Sturridge em cena de 'Sandman' Divulgação Veja Mais

Lauana Prado, Allana Macedo e Maria Cecília falam sobre baixa presença feminina na Festa do Peão de Barretos

G1 Pop & Arte Cantoras são algumas das poucas vozes femininas no evento, que trará dezenas de cantores e duplas masculinas. Evento acontece de 18 a 28 de agosto. Lauana Prado, Maria Cecília e Allana Macedo falam sobre vozes femininas em evento Apesar do estouro do feminejo nos últimos anos, apenas seis atrações anunciadas no palco principal da Festa do Peão de Barretos 2022 são femininas. O evento acontece de 18 a 28 de agosto, e marca o retorno da festa presencial após uma pausa de dois anos por causa da pandemia. Entre os mais de 50 nomes de atrações já anunciadas oficialmente na programação da grande arena do evento, apenas seis são de mulheres: A dupla Maiara & Maraisa Lauana Prado Allana Macedo Ana Castelo Gabi Martins e Maria Cecília (que faz dupla com Rodolfo) Maiara, dupla e irmã de Maraisa, já tinha falado sobre o assunto ao g1, e afirmou que não via a seleção como preconceito a vozes feminina no mercado sertanejo, como já aconteceu no passado. "Não entendemos como preconceito. De uns tempos para cá, as mulheres conseguiram mostrar a que vieram e isso não tem volta", afirmou a cantora. O próprio diretor cultural da festa também garantiu não se tratar de preconceito. "Só que ainda, na minha opinião, deixa uma falta. Não é um preconceito, mas existe uma falta, que não estão no mesmo nível que os outros artistas se encontram", afirmou Pedro Muzeti. Uma das convocadas para cantar na festa, Lauana Prado também conversou com o g1 e disse acreditar que, para os próximos anos do evento, "a gente vai ter uma quantidade mais legal de meninas". Circuito Sertanejo reúne eventos até novembro; veja programação Leia também: Ana Castela: 'boiadeira' de 18 anos estoura 'Pipoco' na onda do sertanejo que exalta o agro Lauana Prado durante gravação de DVD no Hopi Hari, em São Paulo, em outubro de 2019 Divulgação A cantora afirmou ficar sempre atenta aos novos nomes da música sertaneja e garantiu: "Tem muitas meninas talentosas, tem muita gente boa. Duplas femininas que estão aí já trabalhando há muitos anos e em busca de uma notoriedade nacional." "Acho que a gente está caminhando pra um lugar muito bacana. As oportunidades são escassas, mas elas existem. Acho que é muito mais de consistência de trabalho, de busca. De repertório, lançar produto", destacou Lauana. "Quero muito poder fazer parte desse movimento de responsabilidade, de trazer novos nomes. Até porque a gente sabe o quanto isso é cíclico, o quanto o nosso mercado é dinâmico, e acredito que pros próximos anos, a gente vai ver muita gente nova aí aparecendo." "Não sinto esse peso" Parceira do cantor Rodolfo, Maria Cecília garantiu não levar como "peso" o fato de ser uma das poucas a representar as mulheres do sertanejo no evento. "Não consigo sentir esse peso, porque eu nunca trouxe esse peso pra mim. A nossa carreira, quando aconteceu, eu fui a primeira mulher nesse novo sertanejo. Abrir a porta pras outras, nunca me passou pela cabeça", afirmou a cantora. "As coisas aconteceram. Mas eu falo muito que esse peso não veio comigo porque as pessoas ouviam a gente por curiosidade." "Não tinha aquilo de 'ai, é mulher, não vai cantar'. 'Ai, será que ela canta bem?'. Não. As pessoas queriam escutar. Era muito bacana. Ainda mais do lado de um homem, era mais diferente ainda", relembra ela, que ao lado do parceiro musical, está completando 15 anos de carreira. Maria Cecília e Rodolfo se apresenta na programação de Natal de Agudos no dia 23 de dezembro Divulgação Preconceito no início da carreira Com 8 anos de carreira musical, Allana Macedo diz que já sentiu preconceito por ser uma voz feminina no sertanejo. "Senti que, no começo, tinha um certo preconceito não só dos homens, mas também das mulheres. Quando subia no palco, sentia aquela coisa: 'mas é uma mulher cantando?'." Para ela, a entrada de Marília Mendonça no mercado mudou o cenário. "Acredito que a Marília abriu as portas pra gente." "Lógico que ainda não está igual. Barretos tem uma grande diferença de cantoras para cantores, mas acho que um dia a gente chega lá. E isso está acelerando, está chegando." "Eu torço demais pra que novas mulheres venham pro sertanejo. Porque está abrindo esse espaço e quanto mais cantoras tiver, mais espaço a gente tem." A cantora Allana Macedo durante lançamento da Festa do Peão de Barretos 2022 Fábio Tito/g1 VÍDEOS: Circuito Sertanejo tem Guilherme e Benuto, Marcos e Belutti , Lauana Prado e mais: Veja Mais

'Meu urubu não é meu animal de estimação, é meu filho'

G1 Pop & Arte Israel Mendes adotou o urubu Urú depois de encontrá-lo em uma lixeira quando ele era apenas um filhote. Mendes ensinou Urú a voar, levando-o a lugares cada vez mais altos Arquivo pessoal/Israel Mendes Israel Mendes sempre sonhou em cruzar os céus do nordeste brasileiro em seu parapente ao lado de uma ave de rapina. Graças a um encontro casual com um filhote de urubu órfão encontrado em uma lixeira, seu sonho se tornou realidade. Assim como os parapentes, os pássaros usam térmicas — correntes espirais ascendentes de ar quente — para ganhar altura e planar longas distâncias. Agora, Mendes é quase inseparável de seu novo companheiro, que ele chegou a acreditar que não sobreviveria. Um ninho perdido e um 'filho' ganho O ecoguia Israel Mendes e Urú, o urubu, formaram uma amizade improvável Arquivo pessoal/Israel Mendes Em dezembro de 2021, o guia do ecoturismo que mora próximo à serra da Aratanha, na periferia de Fortaleza, foi contatado pelo Instituto Pró-Silvestre. A ONG de bem-estar animal tinha um problema: um filhote de urubu macho havia sido encontrado em uma lixeira e os esforços para localizar seu ninho falharam. Isso significava que o jovem pássaro morreria se fosse deixado por conta própria. Ele precisava urgentemente de um cuidador humano. Mendes, que mora perto de uma reserva natural nas montanhas, estaria disposto a adotar o filhote? "A primeira vez que o vi, ele parecia em um estado tão ruim que pensei que ele não sobreviveria", disse Mendes, de 35 anos, à BBC. "Então eu o adotei, o que incluiu um processo legal e fiscalização das autoridades ambientais brasileiras. Eles achavam que quando o pássaro crescesse, ele teria muito espaço para passear." Sete meses depois, homem e pássaro voaram juntos várias vezes, resultado de uma incrível história de ligação humano-animal. Aulas de vôo e sustos Urú adora voar junto com paragliders Arquivo pessoal/Israel Mendes Mendes fez mais do que só alimentar e cuidar da ave, que ele chamou de Urú. Ele ensinou o animal a voar. "Os peixes nascem sabendo nadar, mas os pássaros precisam criar penas e desenvolver sua estrutura óssea antes de voar. Além disso, embora voar seja instintivo para eles, os pássaros precisam de incentivo para decolar", explica Mendes. Urú, no entanto, não tinha pai ou mãe para empurrá-lo para fora do ninho e bater as suas asas para evitar uma queda desagradável. O urubu precisou confiar em seu tutor humano, que o levou a um ponto mais alto e o encorajou a alçar voo. "Eu levava o Urú ao ponto de decolagem de parapente para que ele sentisse o vento e começasse a entender que foi feito para voar", diz Mendes. As aulas incluíam passeios de parapente onde ele carregava Urú em uma cesta especialmente adaptada. Após quatro meses, chegou a hora de um teste mais longo e mais alto. Quando voava a 400 metros de altitude, Mendes abriu a porta do cesto. "Ele já estava voando por conta própria e fazendo algum 'reconhecimento'. Eu sabia que não o estava colocando em perigo." Depois de alguns minutos, o Urú decolou, mas foi imediatamente atacado por abutres adultos próximos. "Descobri que os urubus podem ser bastante territoriais", diz Mendes. "Eles assustaram o Urú e ele desapareceu por quatro dias. Fiquei arrasado e muito preocupado com ele", diz Mendes. Para rastrear o pássaro, ele recorreu às redes sociais. Ele conseguiu encontrar Urú depois que membros de uma tribo indígena local, os Pitaguary, postaram no WhatsApp sobre um "urubu curioso" perto deles. "Foi um alívio encontrar o Urú. Quando o peguei, ele beliscou meu braço com o bico", lembra Mendes. Urú vive no quintal de Mendes Arquivo pessoal/Israel Mendes "Eu ainda não entendi se ele estava com fome ou só com raiva de mim." Hoje em dia Urú não se perde mais. Na verdade, o urubu é às vezes carente demais. Mendes diz que o Urú costuma segui-lo "como um cachorro" quando vai trabalhar ou encontrar amigos, obrigando-o a recorrer a truques. "Às vezes tento distraí-lo com um pedaço de carne e depois saio sem fazer barulho, mas logo percebo a sombra de um pássaro na pista quando estou na minha moto", diz ele com um sorriso. De acordo com Karine Montenegro, diretora do Instituto Pró-Silvestre, esse tipo de comportamento não é muito comum entre urubus resgatados e pessoas, mesmo que essas aves às vezes se apeguem a humanos como se fossem filhotes deles. "De alguma forma, o Urú teve uma ligação muito forte com Israel, o que significa que o pássaro pensa que Israel é seu pai", disse ela à BBC. "Já tivemos outros casos de adoções de urubus e em todos eles a ave manteve uma relação muito mais distante, às vezes mal reconhecendo o hospedeiro humano e apenas passando por ali para comer", diz Montenegro. Pegando outras caronas O problema com esse tipo de ligação é que os especialistas em animais ainda não sabem se esse processo é reversível — o que significa que Urú e Mendes podem estar, como Montenegro acredita, "unidos para toda vida". O novo "pai" do urubu não parece se importar. Mendes chama Urú de "filho", inclusive na conta que criou para a ave no Instagram, que tem mais de 23 mil seguidores. Initial plugin text "Urú e meu cachorro Marley são meus únicos filhos", brinca Mendes. Mais recentemente, o urubu tem se mostrado confiante o suficiente para voar ao lado de alguns colegas de Mendes, o que levantou algumas preocupações com Montenegro, especialmente depois que viralizaram vídeos de Urú pousando em outro parapente. "Eu já aconselhei Israel a ter muito cuidado com Urú, pois não sabemos se todos os humanos que se aproximam dele têm boas intenções", disse ela. Em muitas culturas, os urubus têm má reputação e são retratados como animais ameaçadores. Na realidade, eles são trituradores naturais de resíduos: necrófagos que se alimentam da carne em decomposição de animais mortos e que protegem as pessoas de doenças transmitidas por carne podre. Mas as aves de rapina têm muito mais a temer das pessoas do que o contrário. A ONG Birdlife International diz que 14 das 22 espécies de urubu em todo o mundo estão ameaçadas de extinção. Um dos maiores fatores de diminuição da população é o envenenamento, principalmente acidental, porque os urubus alimentados com carcaças de gado tratadas com medicamentos como anti-inflamatórios são perigosos para outros animais. Mendes chama Urú de seu filho Arquivo pessoal/Israel Mendes 'Eu nunca vou explorá-lo' Outro perigo para as aves de rapina é a exploração, como a polêmica prática do "parahawking", em que as aves de rapina são treinadas para guiar os parapentes às melhores correntes ao seu redor. Nos últimos anos, essa prática tornou-se comum em alguns países — o que despertou preocupações sobre o tratamento das aves. Mas Mendes diz que sua relação com o urubu, que ele cria desde filhote, é bem diferente. "O Urú vive solto no meu quintal e só entra em casa quando quer dormir perto de mim." "Eu nunca vou explorá-lo", diz. "O Urú não é meu animal de estimação. Ele é meu filho." Veja Mais

Show de Lauryn Hill é confirmado no Festival Planeta Brasil, em BH

G1 Pop & Arte Evento ocorre nos dias 24 e 25 de setembro na Esplanada do Mineirão. Lauryn Hill Daigo Oliva / G1 Lauryn Hill, diva do rap e do soul, é a mais nova atração confirmada do Planeta Brasil. O festival vai acontecer em Belo Horizonte, nos dias 24 e 25 de setembro, na Esplanada do Mineirão. Dona de uma das vozes mais poderosas da música norte-americana, Lauryn Hill desembarca em BH com dezenas de sucessos na bagagem. Ela estourou nos anos 90 com o grupo Fugees, ao lado de Wyclef Jean e Pras Michael. Em 1998, Lauryn lançou o premiadíssimo álbum "Miseducation of Lauryn Hill",eternizando hits como "Doo wop (The Thing)". 50 Cent confirmado O rapper 50 Cent vai se apresentar em Belo Horizonte em setembro Mark J. Rebilas-USA TODAY Sports O rapper americano 50 Cent confirmou sua presença no Festival Planeta Brasil no dia 27 de julho. Initial plugin text Além de 50 Cent, outras atrações confirmadas são: Iza, Filipe Ret, Planet Hemp, entre outros. Ainda conforme a organização serão dois dias de shows em seis palcos. Os ingressos estão sendo vendidos aqui. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas: Veja Mais

Klara Castanho retorna às redes sociais e diz que está de volta ao trabalho

G1 Pop & Arte Atriz agradeceu o apoio que recebeu e conta sobre os próximos passos na carreira, como a estreia na segunda temporada de 'Bom dia, Verônica' Klara Castanho retorna às redes sociais e ao trabalho A atriz Klara Castanho usou o seu perfil de Instagram para contar que está retornando às redes sociais e ao trabalho. Em uma sequência de stories publicada na noite desta terça-feira (2), ela agradeceu "todo o amor, carinho, cuidado e todo acolhimento" que recebeu depois de ter a sua história revelada para o público sem a sua autorização. 'Minha história se tornar pública não foi um desejo meu': leia o relato de Klara Castanho Klara Castanho Reprodução/Instagram Em junho, ao ver a sua situação exposta em perfis e sites de fofoca, Klara escreveu uma carta aberta em que contou ter sido vítima de um estupro, engravidou e optou pela entrega voluntária para adoção. Entrega voluntária para adoção: entenda o processo feito por Klara Castanho "Eu estou retomando e retornando um pouco às redes sociais. Eu voltei a trabalhar, eu estou em início de processo do 'De volta aos 15'", contou nos stories. "Eu e minha família, a gente está se recuperando, recuperando a nossa força, a gente está vivendo um dia após o outro", disse. Klara Castanho Reprodução/Instagram Klara também falou sobre seu papel na segunda temporada da série "Bom dia, Verônica", que estreou na madrugada desta quarta-feira (3). "A Angela é muito importante para mim, e espero que vocês a recebam muito bem. E eu quero muito saber o que vocês acham. É um trabalho que eu me orgulho muito. E espero que vocês gostem. Muito obrigada." Entenda o caso Na carta que publicou em junho, Klara conta que não queria expor esse episódio traumático. Mas sites e redes de fofocas trouxeram não só a história a público, mas também especulações e ataques à atriz. Klara Castanho repudia vazamento e revela que foi estuprada e entregou bebê para adoção Tudo começou com um post do jornalista Matheus Baldi no dia 24 de maio, dizendo que Klara havia dado à luz uma criança. O post foi apagado a pedido da atriz. Um mês depois, a apresentadora Antonia Fontenelle incitou ainda mais os comentários contra Klara na internet. Sem citar o nome da atriz, ela disse em uma live, em tom bastante agressivo, que uma atriz de 21 anos teria engravidado e entregue o bebê para adoção. Foi depois disso que Klara decidiu se manifestar pela primeira vez, por meio da carta. Em seguida, o colunista Léo Dias, do site Metrópoles, publicou um texto detalhando o caso. Segundo especialistas, tanto Léo Dias como Antonia Fontenelle podem responder por difamação. Em post publicado no dia 25 de junho, a diretora de redação do Metrópoles, Lilian Tahan, afirmou que o site expôs de maneira inaceitável os dados de uma mulher vítima de violência brutal e que a matéria foi retirada do ar. No dia seguinte, o colunista Léo Dias publicou um pedido de desculpas à atriz. Ele disse que não deveria ter escrito nem uma linha sobre a história ou ter feito qualquer comentário sobre algo a respeito do qual não tem o direito de opinar. Em vídeo, Antonia Fontenelle tentou se eximir de responsabilidade e não pediu desculpas. Trajetória Klara Castanho estreou na televisão criança, na série “Mothern”, do GNT, em 2006. Antes disso, desde bebê, ela já fazia campanhas publicitárias. Foi em 2009 que os maiores sucessos começaram, quando a atriz fez parte do elenco de "Viver a Vida", trama de Manoel Carlos na Globo, no papel de Rafaela, filha da personagem de Giovanna Antonelli. No mesmo ano, a atriz fez sua estreia no cinema em "Quanto dura o amor?". Também fez a novela "Morde & assopra", de 2011, quando viveu Tonica, filha do personagem de Marcos Pasquim. Em 2013 viveu a menina Paulinha, filha de uma das protagonistas de "Amor à vida", a médica Paloma, interpretada por Paolla Oliveira. A atriz ainda participou de outras tramas na Globo: "Morde & assopra", de Walcyr Carrasco (2011), e "Amor eterno amor" (2012) e "Além do tempo" (2015), ambas de Elizabeth Jhin. Klara Castanho também participou do reality show de música "Popstar", na Globo, na temporada de 2018 Veja Mais

Após reclamação de Kelis, Beyoncé muda música de novo álbum nas plataformas de streaming

G1 Pop & Arte 'Energy' usava elementos de 'Milkshake', faixa de Kelis com Pharrell. Cantora reclamou e Beyoncé subiu nova versão da música. 'Reinassance' também deve ter mudança em letra de outra faixa, 'Heated'. Beyoncé lança álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram/Beyoncé Beyoncé mudou a música "Energy" nas plataformas de streaming nesta terça-feira (2), quatro dias após o lançamento da faixa, parte do álbum "Reinassance". Ela apagou a versão anterior e subiu uma nova mixagem, retirando elementos da música "Milkshake", da cantora Kelis com o duo Neptunes. Além desta mudança, "Reinassance" deve ter outra faixa alterada após o lançamento. Seus representantes dizem que ela vai mudar a letra da música "Heated", considerada ofensiva por pessoas com deficiência. Qual foi o problema em 'Energy'? A questão começou quando Kelis reclamou do uso da faixa, que ela diz ter sido feita sem sua autorização. Veja ponto a ponto: Beyoncé havia dado o crédito de composição aos Neptunes, duo formado por Pharrell Williams e Chad Hugo, que são autores de "Milkshake" (da qual Kelis é apenas intérprete, não coautora). No site de "Reinassance", Beyoncé diz que "Energy" tem uma interpolação (trechos de uma música reinterpretados dentro de outra) de "Milkshake", e informa que a versão original foi gravada por Kelis. Como a música usou uma interpolação, e não um sample (que seria um trecho da gravação original, e não outra interpretação), a voz de Kelis não estava em "Energy", apenas a reprodução da melodia vocal. Mesmo assim, após a reclamação, Beyoncé decidiu retirar todos os elementos de "Milkshake" da nova música "Energy", e retirar os créditos aos Neptunes da composição. LEIA A RESENHA: Beyoncé dá uma guinada dançante com o atrevido e festivo 'Renaissance'; g1 ouviu Veja Mais

Luedji Luna prepara 'Deluxe' com 10 inéditas e 4 remixes de 'Bom Mesmo é Estar Debaixo D'água'

G1 Pop & Arte 'São canções que falo em uma perspectiva mais do desejo, são mais sexuais, mais sensuais', antecipa ao g1. Cantora faz seis shows na Europa a partir desta sexta (5). Em "Bom Mesmo é Estar Debaixo D'Água", Luedji Luna cantou sobre o amor e suas dores em um álbum muito inspirado no jazz, mas muitas canções ficaram de fora. A cantora baiana vai resolver essa questão com o "Deluxe", uma versão estendida do álbum que, dado o tamanho, parece mais um terceiro disco. Ao g1, Luedji antecipou que, no novo trabalho, serão dez músicas inéditas e quatro remixes de canções do "Bom Mesmo". "A maioria são coisas que eu já tinha e que eu não tive condições ou coragem até de gravar e colocar no álbum. São canções que eu falo em uma perspectiva mais do desejo, são canções mais sexuais, mais sensuais". "O 'Bom Mesmo' traz muito esse amor nessa perspectiva mais filosófica, reflexiva, crítica e o Deluxe não, ele é mais humano mesmo, muito mais literal. Surge muito como lado B". Luedji Luna é uma cantora baiana que despontou na cena da MPB em 2017 com "Banho de Folhas", hit obrigatório em festas de brasilidades desde então. Depois do elogiado álbum de estreia, "Um Corpo no Mundo", que tem muita influência da Bahia e da mudança de vida para São Paulo, Luedji falou sobre o amor a partir da perspectiva da mulher negra no segundo álbum lançado no meio da pandemia em 2020. O álbum foi gravado por músicos do Quênia, Burundi e Madagascar, com produção da cantora e do guitarrista queniano Kato Change, enquanto ela esperava Dayo, primeiro filho com o rapper Zudizilla. Luedji Luna Divulgação Change também está trabalhando com Luedji no "Deluxe", além do produtor carioca Theo Zagrae. Poetas negras, como Conceição Evaristo e Tatiana Nascimento, também participam do disco que foi indicado ao Grammy Latino na categoria álbum de música popular brasileira em 2021. LEIA TAMBÉM: MAURO FERREIRA: Luedji Luna firma parcerias com escritoras e poetas negras em álbum imerso em referências aquáticas Se em "Bom Mesmo", a África foi fisicamente lugar de inspiração, no "Deluxe" o foco se volta para o R&B e eletrônico após trocas com produtores dos Estados Unidos. "Pela temática das letras, faz sentido ir para uma coisa mais R&B. Nas minhas viagens, fui para Nova York, fiz trocas com produtores de lá e acabei recebendo muitos beats. Então também é esse momento de experimentar essa linguagem". Por falar em letras, ela já vem dando spoilers nas redes sociais com trechos de músicas inéditas. "Fiquei na vontade, deve ser maldade, me entregar pro tempo, dormir no teu colo, dormir na tua cama, sobre a tua carne", é um dos versos no Instagram da cantora. Turnê na Europa Luedji Luna no Mita Festival 2022 Divulgação/Ariel Martini Por conta da pandemia, Luedji só começou a rodar com o show de "Bom Mesmo é Estar Debaixo D'água" nos últimos meses e ela segue descobrindo o que funciona ou não no palco. "Já sinto que é um show mais maduro, já estou mais à vontade com disco. Foram dois anos sem cantar, então é como aprender a fazer tudo de novo", explica. "Estar no palco, fazer show, viajar, o meu corpo é outro, já sou mais velha, virei mãe. Muita coisa mudou nesses dois anos e a gente está agora se adaptando a esse novo corpo, essa nova Luedji junto com esse novo disco que me traz outra demanda também". Ela fez festivais no Brasil como Rock the Mountain e Queremos, no Rio, Mita Festival em São Paulo, Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco, e embarca para Europa nesta semana. Na segunda turnê na Europa, serão seis shows na Inglaterra, Alemanha, República Tcheca, Espanha, e Portugal entre os dias 5 e 12 de agosto. "Tenho público europeu muito querido. Também vou lançar o álbum como LP por um selo português. A expectativa é a melhor possível, verão europeu. Estou pronta para ir", finaliza Luedji. Luedji Luna faz segunda turnê na Europa em agosto de 2022 Reprodução/Instagram/Luedji Luna Veja Mais

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Incêndio atinge lendários estúdios de cinema Cinecittà em Roma

G1 Pop & Arte Fogo já está controlado e não há feridos. Filmes como 'Ben Hur', de William Wyler, e 'Dolce Vita', de Federico Fellini, foram rodados no espaço, que ficou associado à era de ouro do cinema italiano. Cinecittà Studios Reprodução/Instagram Um incêndio atingiu nesta segunda-feira (1º) os lendários estúdios de cinema Cinecittà de Roma, aumentando o medo pelos ventos e altas temperaturas na capital italiana - informaram à AFP fontes dos estúdios e testemunhas. O incêndio, que liberou espessa fumaça preta, visível a vários quilômetros, começou à tarde em uma área externa onde a Florença renascentista foi reconstruída e estava sendo desmontada. "O fogo já foi controlado. Não há feridos, intoxicações, ou danos materiais graves", disse à AFP Marlon Pellegrini, da assessoria de imprensa do Cinecittà. Cinecittà Reprodução/Instagram "Havia muito vento e fazia muito calor, tipo 40 graus. O fogo foi apagado muito rapidamente. Mas também se desenvolveu em dois minutos. Não sabemos como", explicou Natalia Barbosa, coordenadora de produção do filme "Devon House", que atualmente está sendo filmado em Cinecittà. "Alguns trabalhadores, que estavam preparando o set para nós, ficaram com medo. Felizmente, o vento estava indo na outra direção. Perdemos dois dias de filmagens. Isso é muito caro", explicou. "O produtor decidiu retirar a equipe. Depois de amanhã teríamos que filmar naquele espaço", acrescentou. Em 2007, um grande incêndio destruiu um armazém que abrigava alguns sets do blockbuster anglo-americano "Roma", sobre o nascimento do Império Romano. Os estúdios romanos ficarão eternamente associados à era de ouro do cinema italiano. Obras-primas foram filmadas na chamada "cidade do cinema", como "Ben Hur", de William Wyler (1959), e "Dolce Vita", de Federico Fellini (1960). Na década de 1970, a crise na produção cinematográfica afetou negativamente os estúdios, que passaram por uma longa crise. Sob controle público desde 2017, Cinecittà recebeu fundos com o objetivo de se tornar "um importante centro cinematográfico europeu", apostando em séries e filmes na televisão. Este plano prevê a duplicação da superfície dos estúdios, a criação e renovação de cenários, a construção de uma piscina interna e de um teatro com tela verde (ou "chroma key") de 360°. Veja Mais

Ônibus da dupla Bruno & Barretto se envolve em acidente com carro na Santos Dumont, em Campinas

G1 Pop & Arte Acidente ocorreu na noite deste domingo (31), durante viagem da dupla de MG para o PR. Ônibus com 23 pessoas, incluindo sertanejos, atingiu traseira de veículo. Ninguém ficou ferido. Ônibus da dupla Bruno & Barretto se envolve em acidente em Campinas Paulo Bernardino O ônibus da dupla sertaneja Bruno e Barretto se envolveu em um acidente de trânsito no km 66 da Rodovia Santos Dumont (SP-075), em Campinas (SP), na noite deste domingo (31). Segundo a Polícia Rodoviária, o coletivo onde estavam os sertanejos e mais 21 pessoas estava na pista Sul às 19h30 quando atingiu a traseira de um carro, após este reduzir a velocidade. Ninguém ficou ferido. A assessoria da dupla informou que os sertanejos estavam em viagem para casa no momento da colisão, entre as cidades de Matipó (MG), onde fizeram show no sábado, e Maringá (PR). Bruno e Barretto durante show Érico Andrade/G1 "Apesar do grande susto de todos no ônibus, ninguém se machucou, estão todos bem e já continuaram viagem", destacou a assessoria de Bruno & Barretto. A corporação informou que os dois veículos tiveram danos "de pequena monta" e nenhum dos condutores consumiu bebida alcoólica antes de dirigir. O carro de passeio, entretanto, foi levado ao pátio do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) porque estava com licenciamento vencido. Não há informações sobre reflexos no trânsito. Veja, em tempo real, a situação da via. Ônibus da dupla Bruno & Barretto atingiu traseira de carro, em Campinas Paulo Bernardino Vidro de ônibus da dupla Bruno & Barretto ficou danificado após acidente em Campinas Paulo Bernardino Carro atingido por ônibus da dupla Bruno & Barretto, em Campinas Paulo Bernardino Bruno & Barretto seguiram viagem após acidente em Campinas Paulo Bernardino VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região no g1 Campinas. Veja Mais

Família Bin Laden doou um milhão de libras à fundação do príncipe Charles, diz imprensa

G1 Pop & Arte Segundo jornal inglês "Sunday Times", herdeiro da coroa britânica aceitou doação apesar de assessores terem desaconselhado operação. Fundação está sendo investigada pela polícia britânica. Príncipe Charles em carruagem com seu filho William. Segundo 'Sunday Times', herdeiro da coroa britânica recebeu doação milionária da família Bin Laden para sua fundação. Toby Melville/Pool/Reuters O príncipe Charles, herdeiro da coroa britânica, aceitou uma doação para sua fundação de um milhão de libras (cerca de R$ 6,3 milhões) da família Bin Laden, segundo o Sunday Times. Vários de seus assessores teriam aconselhado para que a fundação não aceitasse essa doação da abastada família do mandante dos atentados de 11 de setembro de 2001, Osama bin Laden, segundo as fontes citadas no artigo do jornal britânico. Embora os membros da família saudita - que repudiaram Osama Bin Laden - não sejam suspeitos de qualquer crime, essa informação aumenta a atenção em torno da fundação do príncipe Charles, que está sob uma investigação da polícia lançada em fevereiro. Esta investigação visa estabelecer se as doações para a fundação do príncipe Charles foram recompensadas com títulos honoríficos e se foram usadas para apoiar um pedido de naturalização por um empresário saudita, Mahfuz Marei Mubarak bin Mahfuz. O acordo sobre a doação de um milhão de libras do patriarca da família saudita, Bakr Bin Laden (meio-irmão de Osama Bin Laden) e seu irmão Shafik, data de 2013 durante uma reunião em Londres entre Bakr Bin Laden e o príncipe Charles, segundo o Sunday Times. Ian Cheshire, presidente da fundação, diz que a doação foi aceita na época por todos os cinco curadores. O caso, sobre o qual a Scotland Yard iniciou uma investigação, foi revelado no ano passado e pesou sobre o herdeiro do trono britânico de 73 anos. Suspeita-se que seu antigo ajudante de camareiro Michael Fawcett, conhecido por ser muito próximo de Charles, tenha usado sua influência para ajudar o empresário saudita Bin Mahfuz, generoso doador de instituições de caridade ligadas à monarquia britânica, a obter uma condecoração. Mahfuz, que nega qualquer irregularidade, teria doado grandes somas de dinheiro para projetos de restauração. Michael Fawcett renunciou em novembro de 2021. Uma investigação também foi lançada em novembro passado pelo regulador inglês de instituições de caridade para apurar se a fundação Mahfuz, do rico empresário saudita, recebeu doações destinadas à do príncipe Charles. "A investigação vai analisar se certas doações recebidas pela fundação Mahfuz foram destinadas à organização, se foram usadas de acordo com a intenção dos doadores e se devem ser devolvidas", explicou a comissão na época. A fundação do príncipe Charles, criada em 1986, não é regulada por esta comissão, mas depende do regulador escocês de instituições de caridade. Este último também abriu uma investigação, mas desta vez por doações de várias centenas de milhares de euros de um doador russo. O Grupo Bin Laden, o maior império de construção da Arábia Saudita fundado pelo pai de Osama bin Laden em 1931, enriqueceu por décadas graças à sua proximidade com a família real. Mas agora está cheio de dívidas. Veja Mais

Jamie Campbell Bower e Joseph Quinn roubam a cena como os novatos em 'Stranger Things'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, atores britânicos falam sobre se tornarem favoritos dos fãs após se juntarem à série na quarta temporada, o destino de Eddie e a mitologia da história. Joseph Quinn e Jamie Campbell Bower falam sobre 'Stranger things' Quando o quarto ano de "Stranger things" estreou no final de maio, os fãs ficaram felizes ao reencontrar a turma de protagonistas e, principalmente, o xerife Jim Hopper (David Harbour), considerado morto ao final da temporada anterior. Ao longo dos nove episódios divididos em duas partes, no entanto, o público se apaixonaria de verdade por dois novatos. ENTREVISTA: 4ª temporada fala sobre traumas e apresenta respostas e terror A reação da audiência pegou os atores britânicos Jamie Campbell Bower e Joseph Quinn de surpresa. Quando se juntaram à série, nenhum dos dois imaginava que roubariam todas as atenções – por mais que todo esse amor dos fãs seja a única grande semelhança entre seus personagens, ou até mesmo entre os processos de seleção pelos quais passaram. Juntos no Brasil no começo de julho para divulgar a temporada após a estreia da segunda parte, eles riem ao dizer ao g1 que não se sentem culpados por ficarem com os holofotes, mas logo ficam sérios. Assista à entrevista no vídeo acima. "Acho que só de me juntar a uma série como essa é meio que loucura. Fazer parte de algo pelo qual as pessoas têm um sentimento tão forte. É um presente de verdade", diz Quinn. "Acho que, para mim, quando eu entro em um projeto, não estou necessariamente consciente sobre a aceitação geral do que eu vou fazer. Claro que, obviamente, você espera que as pessoas se conectem com seja lá o que você estiver fazendo, mas grande parte disso vem do roteiro", completa Bower. Vilão veterano Jamie Campbell Bower em cena de 'Stranger things' Divulgação Aos 33 anos, Bower não é estranho a grandes universos pop. Nascido em Londres, ele atuou em três filmes da saga "Crepúsculo" e deu vida a uma versão jovem do vilão Gerardo Grindelwald em "Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1" (2010). Em "Stranger things", ele primeiro foi visto como um dos enfermeiros do laboratório onde Eleven (Millie Bobby Brown) era mantida na infância. Apesar de uma postura calma e amigável, com o tempo ele revelou que era na verdade o primeiro a ter sido estudado no local. Depois de perder um embate psíquico com a protagonista, ele foi jogado para a dimensão paralela conhecida como o mundo invertido. Com isso, foi revelado que Bower já dava as caras – por trás de muita maquiagem e próteses – desde o começo da temporada como o vilão monstruoso Vecna. Jamie Campbell Bower e Millie Bobby Brown em cena de 'Stranger things' Divulgação Peça central da principal reviravolta da trama, o ator participou de um processo de seleção tão misterioso quanto o seu personagem. Tanto que realizou seus testes sem saber quem interpretaria, lendo cenas de filmes como o terror "Hellraiser - Renascido do Inferno" (1987) e o suspense "As duas faces de um crime" (1996). "Foi um pouco arrastado pela época do Natal. Então, acabou durando, tipo, um mês. E eu estava apavorado no processo inteiro", diz o ator. "E a última parte ia ser encontrar o Matt e o Ross (Duffer, irmãos criadores da série) e sentar com eles. E eles me mostraram muito sobre o personagem e onde tudo iria. Esse tipo de coisa." Metaleiro de bom coração Gaten Matarazzo e Joseph Quinn em cena de 'Stranger things' Divulgação Do outro lado do confronto entre Bem e Mal está Eddie Munson, o metaleiro/mestre de RPG/traficante de drogas de bom coração interpretado por Quinn. Também de Londres, o ator de 29 anos tem em seu currículo trabalhos em séries britânicas e alguns papéis pequenos em Hollywood, como uma participação rápida em "Game of thrones". "O meu (processo de seleção) foi bastante direto, mas de uma forma inesperadamente tranquila. Eu fiz dois testes lá de casa. Meu flat, em Londres. Não sei. Os irmãos são um tanto estranhos. Eles meio que só me deram o trabalho. E isso é muito muito raro", diz ele. Com uma bela amizade com Dustin (Gaten Matarazzo), um dos favoritos dos fãs entre a turma original, o personagem rapidamente conquistou corações – entre eles o da cantora Doja Cat. Com direito a uma grande apresentação na guitarra – que garantiu ao ator um encontro com o Metallica – nas cenas finais e um grande sacrifício que dificulta seu retorno na quinta e última temporada, Eddie se tornou o grande herói da história. Initial plugin text O destino do metaleiro, é claro, deixou Quinn triste, mas ele não guarda mágoa dos irmãos Duffer. Acho que, como um ator, você meio que sempre quer um arco de história que pareça completo. E eu sinto que consegui isso de sobra com esse personagem. Acho que há um começo e meio muito fortes e um final lindo", afirma o britânico. "Então, enquanto eu meio que estava jogando dardos nas caras de Matt e de Ross por um tempo, eu me sentia tão grato, porque é uma concepção extraordinária pensar em algo assim. Ele só poderia existir nesse mundo que eles criaram. Ter um show do Metallica em qualquer série poderia ser tipo: 'isso é meio estranho'. Mas parece algo certo aqui." Veja Mais

UcconX: Como dívidas, cancelamentos e desorganização impactaram o evento em SP

G1 Pop & Arte Ex-funcionários acusam antiga organização de meses de salários atrasados. Evento viralizou nas redes sociais por espaço vazio, poucas atrações e artistas cancelados. Mulher faz cosplay de Coringa na UcconX Divulgação Quando começou a ser promovida para jornalistas e para o público em outubro de 2021, a UcconX prometia ser "o maior festival de cultura pop da América Latina". Logo que começou na última quarta-feira (27) em São Paulo (SP), o evento foi alvo de acusações de dívidas trabalhistas, teve a presença de dois de seus principais convidados cancelada e viralizou no Twitter por imagens de um local vazio e com poucas atrações. Ao g1, cinco pessoas, que trabalharam na organização da convenção antes da venda para os donos atuais, e uma consultora relataram meses de salários atrasados – com valores que chegam a R$ 20 mil e até R$ 129 mil – e promessas vazias para a equipe e o público. Entre os problemas básicos para uma feira do tipo estava a dificuldade em conseguir grandes atrações. De acordo com eles, em janeiro ainda não havia qualquer nome para ser anunciado – algo diferente de quando alguns deles se juntaram ao projeto. Hugo Melo diz que se mudou de Recife (PE) para a capital paulista para trabalhar na organização e começou em julho de 2021. "Eles faziam muitas promessas. Diziam que já tinha até um contrato fechado com o Chris Hemsworth", conta ele, sobre o ator que interpreta mais uma vez o deus nórdico da Marvel em "Thor: Amor e Trovão" (2022). Os ex-funcionários entraram em diferentes momentos na empresa como pessoas jurídicas (PJs), todos entre junho de 2021 e janeiro de 2022, e agora movem ações para receber os salários atrasados. Eles contam que foram atraídos pela chance de entrar para a área de cultura pop. Por isso, continuaram a trabalhar "sem horário para ir embora", mesmo depois de os salários pararem de ser pagos, em novembro. "A desculpa recorrente é que o dinheiro estava em um fundo no Safra e que não conseguiam retirar", diz Melo. A UcconX manteve o plano de se dividir em seis partes no Complexo do Anhembi Divulgação Novembro também foi o mês de outro sinal de que as coisas iam mal. A organização insistia em abrir uma pré-venda, antes de qualquer atração ser contratada ou do site de vendas estar pronto. Foram vendidos seis ingressos. "A estrutura não estava pronta. Então deu problema em cada uma das vendas", afirma Rafaela Guerra, que foi contratada para o cargo de social media no mesmo mês e, por isso, não recebeu um salário sequer. Depois de muitas promessas de que os pagamentos viriam, a situação mudou em uma reunião em janeiro de 2022 convocada pelos donos da organizadora do evento. Em seu quadro de sócios, a UcconX Marketing Ltda. tem Luciano Martinez e os irmãos Wagner Gustavo Gonçalves Ventura e Nivaldo Gomes Ventura Junior. No encontro, os então funcionários contam que ouviram dos chefes que não eram prioridade para receber os salários. Com isso, eles se desligaram da empresa sem um rompimento oficial do contrato. "Nessa reunião, eles disseram basicamente pra gente continuar a trabalhar por amor. Queriam que a gente continuasse gerando conteúdo, mas sem conteúdo para produzir", afirma o ilustrador Derick Guilherme, que usa o nome artístico "DerickRed". Uma colaboradora, que pediu para não ser identificada, diz que passou meses cobrando Martinez diretamente. As mensagens trocadas pelos dois foram mostradas ao g1. O g1 entrou em contato com Martinez, que não respondeu até a publicação desta reportagem. Venda e acordo Com tantos problemas, os sócios venderam o evento para a BBL, um grupo do mercado de games e eSports. De acordo com a assessoria de evento do UcconX, a aquisição aconteceu em novembro – mesmo mês em que os ex-funcionários pararam de receber os salários –, mas "começaram a operar em fevereiro". Guilherme foi um dos que recebeu contato de um representante da BBL meses depois de se desligar. Ele conta que tinha feito críticas à organização nas redes sociais, e que outras pessoas com comportamento parecido também foram lembradas. A ideia era que a empresa mediaria um acordo com os antigos donos. Segundo ele, o valor estava bem abaixo do que deveria receber, mas decidiu aceitar. A primeira das quatro prestações foi paga, ele apagou suas críticas, e depois ele não recebeu mais nada. A antiga colaboradora conta que o mesmo aconteceu com ela. Um valor muito abaixo do contrato original e pagamento apenas da primeira parcela. "Sumiram", afirma. Questionada se havia explicação para a compra ter acontecido no mesmo mês em que os funcionários pararam de receber, a assessoria de imprensa respondeu apenas com o comunicado oficial sobre as dívidas e acordos. Leia abaixo a íntegra: "A BBL, empresa one-stop-shop que opera desde 2018 no mercado de games e esports, assim que tomou ciência da situação da falta de pagamento, se colocou à disposição dos antigos colaboradores para intermediar acordos com os antigos donos, porém sempre deixando claro que não tinha qualquer responsabilidade relacionada à antiga administração. Alguns acordos chegaram a ser negociados, mas em nenhum momento a BBL constou como parte. Vale destacar que a operação de compra limitou-se somente à marca, o que significa que a empresa adquiriu a propriedade intelectual do UcconX (Universal Creators Conference Experience) somada aos direitos relacionados aos contratos relevantes com o Anhembi. A BBL não tem nenhuma responsabilidade referente às relações da antiga administração do evento." Críticas e cancelamentos Millie Bobby Brown em cena da quarta temporada de 'Stranger things' Divulgação De janeiro até o começo da primeira edição da UcconX, alguns dos ex-funcionários criticavam a organização nas redes sociais, mas só passaram a receber atenção maior a partir desta quarta. No começo do dia, o evento anunciou que a atriz Millie Bobby Brown, de "Stranger things", e George Takei, de "Jornada nas estrelas", não viriam mais ao país. Até a divulgação do cancelamento das atrações sofreu desencontros. Primeiro, foi informado que ambos tinham Covid. O anúncio foi apagado pouco depois. Em um vídeo publicado por parceiros do evento ao longo da tarde, o ator afirmou que na verdade era seu marido quem tinha sido diagnosticado com a doença e lamentava a situação. Somente no fim do dia, a organização afirmou que Brown não viria por "compromissos profissionais" e que antes havia acontecido "um equívoco". Initial plugin text Quem tinha ingresso para algum evento com um desses atores, como tirar uma foto com eles, seria transferido automaticamente para outra atração. O evento afirmou também que seria possível pedir reembolso. As entradas são vendidas por valores entre R$ 125 (a meia, no primeiro dia) e R$ 5.400. Entre as atrações que não cancelaram estão os atores Ian Somerhalder ("Vampire Diaries"), que esteve na feira na quinta e na sexta, e Dacre Montgomery ("Stranger things") e Rupert Grint ("Harry Potter"), programados para sábado (30) e domingo (31). O Procon determinou que a empresa precisa informar, até 5 de agosto, "quantos ingressos foram vendidos e por quais razões o evento com os atores foi cancelado". A entidade também solicitou evidências de quando os organizadores tiveram ciência da impossibilidade da participação dos atores. Artists' Alley A Artists' Alley da UcconX Luiz Henrique Albuquerque/Acervo Pessoal A UcconX não teve problemas apenas com suas principais atrações. O evento também sofreu para povoar sua Artists' Alley, área tradicional desse tipo de convenção que reúne ilustradores e outros artistas. Ali, eles podem expor e vender seus produtos, além de se aproximar do público. No Complexo do Anhembi, onde acontece a feira, o espaço tinha 32 mesas. De acordo com artistas que estiveram lá desde quarta-feira, o número de expositores nunca passou de sete. Muitos artistas veteranos não se sentiram atraídos principalmente pela taxa inicial cobrada pela organização. No começo, a ideia era que os participantes da Artists' Alley pagassem R$ 800 por mesa e uma taxa de 30% de seus rendimentos no evento. Depois de críticas, a taxa caiu para 5%, mas ainda assim o interesse foi pequeno. O ilustrador Luiz Henrique Albuquerque conta que esse ainda era o preço cobrado em maio. Ele se inscreveu, mas sem interesse real. Esta seria sua segunda feira do tipo, mas ele ainda achava o valor elevado. A situação só mudou há pouco tempo. Cerca de uma semana antes do início da UcconX, os organizadores avisaram que não cobrariam os R$ 800 – mas que os artistas ainda deveriam utilizar o sistema de pulseiras da convenção para cobrar o público. Dessa forma, eles devem receber o que conseguirem arrecadar, menos os 5%, em até 60 dias. Esse período de espera pode diminuir para 5 dias, caso eles concordem em pagar uma nova taxa de 1,2%. De acordo com a assessoria de imprensa, no entanto, os valores cobrados vão apenas para a ticketeira da feira, a FutebolCard, e "o evento não tem participação nesses percentuais". Com o movimento fraco no primeiro dia, Albuquerque afirma que só pretende voltar no fim de semana, que costuma ser mais movimentado. A ilustradora Coralina Santos foi em todos os dias e diz que a quinta teve público ainda menor, mas que esta sexta melhorou. "Pra mim tá valendo a pena sim", diz ela. "Consegui vender e as pessoas parecem estar interessadas na nossa área, apesar da estrutura não estar como imaginávamos e ter poucos artistas." Veja Mais

Promotoria espanhola pede oito anos de prisão para Shakira por fraude fiscal, diz jornal

G1 Pop & Arte Segundo o El Pais, o órgão também pede uma multa de mais de 23 milhões de Euros. Na quarta-feira (27), cantora anunciou que havia recusado um acordo com o Ministério Público. Shakira durante evento em São Paulo. Foto de dezembro de 2016 Celso Tavares/G1 A Promotoria espanhola pediu mais de oito anos de prisão para a cantora colombiana Shakira por fraude fiscal, segundo o jornal El Pais desta sexta-feira (29). Ainda de acordo com a publicação, o Ministério Público espanhol pede uma multa de mais de 23 milhões de euros (cerca de US$ 23,5 milhões). Segundo o jornal, o escritório da promotoria espanhola e os representantes de Shakira ainda não comentaram o caso. Na quarta-feira (27), Shakira anunciou que havia recusado um acordo com o Ministério Público e pretende ir a julgamento. Seus advogados indicaram que a possibilidade de um acordo segue sendo possível até a abertura do eventual julgamento, em um tribunal de Barcelona, no nordeste da Espanha. "Com a plena convicção de sua inocência (...), Shakira não aceita um acordo" com a Promotoria e "decide seguir adiante" com o processo, disseram seus representantes legais em um comunicado em Barcelona, mesma cidade que a cantora reside. Ela se mostra confiante que "a justiça lhe dará razão". Contatada pela AFP, a acusação não se pronunciou. Ao denunciar "uma total violação de seus direitos", Shakira afirmou em comunicado que "a promotoria tem insistido em recolher o dinheiro ganho em (suas) turnês internacionais e no 'The Voice'", programa de televisão americano em que foi jurada enquanto "ainda não era residente da Espanha". A intérprete de "Waka Waka" e "Hips don't lie" lembrou que pagou "imediatamente" os 17,2 milhões de euros (US$ 17,4 milhões) reivindicados pelo Tesouro e, portanto, considera que "desde muitos anos não existe nenhuma dívida pendente com o Ministério das Finanças". A Procuradoria atribui à cantora e compositora colombiana uma fraude fiscal de 14,5 milhões de euros, entre os anos de 2012 e 2014. Segundo sua versão, Shakira vivia na Espanha desde 2011, quando tornou sua relação com o jogador do Barcelona, Gerard Piqué, pública. Entretanto, manteve até 2015 sua residência fiscal nas ilhas Bahamas, considerada um paraíso fiscal. O casal, pai de dois filhos, anunciou o divórcio em junho. Em sua defesa, os advogados de Shakira alegam que até 2014 a maior parte de seus rendimentos vinham das turnês internacionais e até esse ano ela não permaneceu mais que seis meses na Espanha, tempo necessário para considerar esse país sua residência fiscal. Em maio, um tribunal em Barcelona rejeitou um recurso interposto por Isabel Mebarak Ripoll, nome completo da artista, ao solicitar o arquivamento da investigação. Shakira apareceu na chamada 'Pandora Papers', uma extensa investigação dos milhares de documentos vazados publicamente em 2021 pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos. Neles, centenas de personalidades recorrem a paraísos fiscais para fins de evasão tributária. Acusada de sonegação fiscal, Shakira presta esclarecimentos a tribunal Veja Mais

Final do festival que vai selecionar banda para o Rock in Rio terá entrada gratuita no Circo Voador

G1 Pop & Arte A última etapa do JUV Rock Festival, no dia 3 de agosto, terá shows das oito bandas que ainda estão na disputa pela chance de tocar na Cidade do Rock em 2022. Final do festival que vai selecionar banda jovem para o Rock in Rio terá entrada gratuita no Circo Voador Divulgação Cariocas e turistas poderão curtir, de graça, a final do JUV Rock Festival, evento que vai levar a banda vencedora do concurso ao palco do Rock in Rio. As oito bandas finalistas da competição vão se apresentar no Circo Voador, no Centro, na próxima quarta-feira (3), às 19h. O JUV Rock Festival, uma inciativa da Secretaria Especial da Juventude Carioca (JUVRio), é uma competição musical entre bandas de rock da Cidade Maravilhosa formadas por jovens de 18 a 29 anos. O conjunto campeão terá a chance de se apresentar no palco Rock District do Rock in Rio 2022. A última etapa do JUV Rock Festival, no dia 3 de agosto, terá shows das oito bandas que ainda estão na disputa pela chance de tocar na Cidade do Rock em 2022. Divulgação Os vencedores da disputa também vão ganhar uma gravação no estúdio Toca do Bandido, responsável por discos de grandes artistas brasileiros, como Milton Nascimento, Gilberto Gil, Marisa Monte, Lenine e O Rappa. Finalistas Estão na final do JUV Rock Festival as seguintes bandas: Bellasigma; Carminium; John Bianchi Lamutes; Lenhadores da Galáxia; Madre Ravena; Radioativa; Radio Front. Além dos finalistas, o público presente também vai curtir o show da banda Drenna, uma novidade na cena rock carioca. A banda Drenna já está confirmada no Rock In Rio 2022 Divulgação Já confirmada no Rock in Rio 2022, a Drenna surgiu no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. A paixão pela guitarra motivou a cantora a formar sua própria banda e cair na estrada, em 2009. Acompanhada pelo baterista Milton Rock e o baixista Bruno Moraes, a Drenna segue ativamente de forma independente movimentando o rock brasileiro. O festival Bandas de variadas vertentes, ritmos e estilos do rock se inscreveram no JUV Rock Festival, que teve sua etapa inicial realizada durante o mês de julho, com apresentações no palco do Teatro de Câmara da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Ao todo, 89 grupos e 229 músicos participaram do projeto. Para o secretário especial da Juventude Carioca, Salvino Oliveira, a criação do festival foi uma forma de aquecer a cena rock no Rio de Janeiro mais uma vez. "A música, para a juventude, é uma importante forma de expressão dos desejos, sonhos e mudanças que queremos na sociedade. Garantir espaços para eles se comunicarem por meio da arte é um dos objetivos da Secretaria da Juventude e o JUV Rock Festival chega na cidade para trazer emoção e vida para a cena rock que merece ser valorizada", disse o secretário. Final do festival que vai selecionar banda jovem para o Rock in Rio terá entrada gratuita no Circo Voador Divulgação A comissão julgadora do festival é composta pela musicista Constança Scofield, pelo jornalista Bernardo Araújo, pelo músico, diretor técnico do estúdio Toca do Bandido e sócio-diretor do selo Toca Discos, Felipe Rodarte, e Marisa Menezes, diretora artística da Rock District e da Rock Street do Rock in Rio. Serviço: Final do JUV Rock Festival Data: 3 de agosto Horário: às 19h (portões abrem às 18h) Local: Circo Voador - Rua dos Arcos, s/n, Centro Entrada gratuita, mediante apresentação do documento de identidade Veja Mais

'Blonde' ganha primeiro trailer com Ana de Armas como Marilyn Monroe

G1 Pop & Arte Filme do diretor Andrew Dominik estreia no dia 28 de setembro. ASSISTA ao trailer. Assista ao trailer de 'Blonde' "Blonde", filme sobre a vida de Marilyn Monroe, ganhou o primeiro trailer nesta quinta-feira (28). ASSISTA acima. Ana de Armas interpreta o ícone do cinema no longa dirigido por Andrew Dominik e baseado no romance de Joyce Carol Oates. No trailer, há cenas em que Marilyn se mostra cansada com a fama e o personagem criado em volta dela. "Eu sei que você deveria me acostumar com isso, mas simplesmente não consigo", diz. Depois, ela ainda fala: "Eu não posso encarar outra cena com Marilyn Monroe". A produção será lançada pela Netflix no dia 28 de setembro. Ana De Armas como Marilyn Monroe em 'Blonde' Reprodução/Netflix Ana de Armas também está em "Agente Oculto", filme no qual contracena com Chris Evans. Veja abaixo entrevista ao g1: Chris Evans e Ana de Armas falam sobre 'Agente oculto' Veja Mais

Bichos na Escuta #62: histórias de passeadores e cat sitters

G1 Pop & Arte Neste episódio, Giuliana Girardi conversa com a passeadora Larissa Magalhães e a cat sitter Julia Horocovitz, profissionais especializadas em cuidar de animais de estimação. Quando os tutores precisam se ausentar de casa, entra em cena um profissional que cuida dos felinos como se fossem dele. Essa profissão tem nome: se chama cat sitter ou, em português, babá de gato. Mas se falta tempo para levar os bichos na rua, o serviço oferecido pelos passeadores promete ajudar na rotina com os pets. Neste episódio de Bichos na Escuta, Giuliana Girardi conversa com a passeadora Larissa Magalhães e a cat sitter Julia Horocovitz, que contam detalhes sobre os cuidados com os animais e relatam histórias curiosas com os tutores, que até ciúme sentem dos seus pets. "Primeiro, estude. É muito ruim achar que é só pegar um cachorro, colocar a coleira e sair. Com gato é só colocar água e comida. São vidas, inclusive de uma família.", afirma Larissa. A cat sitter Julia Horocovitz e uma das suas clientes. Reprodução/Instagram Especialista em comportamento animal, a veterinária Rita Ericson é presença constante no podcast. Neste episódio, ela alerta sobre a falsa ideia de que gatos são animais que não sentem a solidão e que, por isso, podem passar dias sozinhos dentro de casa. Segundo ela, a destruição de objetos em casa é consequência do nervosismo. "O ser humano tende a achar que tudo gira em torno dele, mas o gato pode estar apenas aliviando a tensão ao cavar uma almofada. Os gatos sentem a ausência e ficam entediados sozinhos.", ela explica. Ouça outros episódios de 'Bichos na Escuta': Popi e Corn, as gatas unidas pelo nome — com Carol Barcellos 'Sempre fui cachorreiro, agora sou gateiro também' — com Frejat Malcom Salsicha, o cão artista Conheça Maria Rita, a cachorra de Marcela Ceribelli que rouba a cena Kiki — a lhama de estimação que faz sucesso nas redes sociais Conheça Ruby Fofa, a cadela que faz entregas com seu tutor A história de Farofa, o cachorro que pega o 'busão' para a escola A cachorra que viaja o mundo em uma kombi O gatil que ajuda detentos na ressocialização Conheça Pretinha, a cadela tricolor que comemora os gols do Fluminense Ouça história de empresário do mercado pet que já morou nas ruas de São Paulo PRIMEIROS SOCORROS: o que fazer em caso de acidente com animais ADESTRAMENTO DE GATOS: aprenda truques e dicas práticas VOZES DE PET: conheça os dubladores que fazem sucesso nas redes sociais LUTO: como lidar com a morte de um pet VIAGEM DE AVIÃO: ouça dicas de como transportá-lo ALIMENTAÇÃO NATURAL OU RAÇÃO: descubra as vantagens de cada tipo de comida GATOS OU CACHORROS: entenda vantagens e diferenças de cada pet CHAMA OS CACHORROS: descubra os bastidores dos pets de Ana Maria Braga ADOÇÃO NA PANDEMIA: ouça dicas em novo podcast para apaixonados por pets PETS EM CONDOMÍNIO: quais as regras para boa convivência O podcast 'Bichos Na Escuta' está disponível no g1, no Globoplay, no Deezer, no Spotify, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Amazon Music ou no seu aplicativo favorito. Siga, assine e curta o 'Bichos na Escuta' na sua plataforma preferida. Toda quinta-feira tem episódio novo. Veja Mais

'Minions 2: A Origem de Gru' segue na liderança da bilheteria nacional e soma R$ 97 milhões desde estreia

G1 Pop & Arte No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 29,4 milhões e levaram 1,38 milhão de pessoas aos cinemas. Cena da animação "Minions 2: A Origem de Gru" Divulgação "Minions 2: A Origem de Gru" segue na liderança da bilheteria nacional e já soma R$ 97 milhões desde sua estreia no país, em 30 de junho. Segundo dados coletados pela ComScore no período entre os dias 28 e 31 de julho, a animação arrecadou R$ 8,06 milhões e foi assistida por 407 mil pessoas. "Thor: Amor e Trovão" (R$ 7,2 milhões) ficou com a segunda colocação na bilheteria, seguido por "DC Liga dos SuperPets" (R$ 5,65 milhões). g1 já viu: 'Minions 2: A Origem de Gru' conta com bom humor e diverte mais que o original No total, os 10 filmes mais vistos no final de semana somaram R$ 29,4 milhões e levaram 1,38 milhão de pessoas aos cinemas. Confira, abaixo, os dados de bilheteria coletados pela ComScore entre os dias 28 a 31 de julho: "Minions 2: A Origem de Gru" – R$ 8,06 milhões "Thor: Amor e Trovão" – R$ 7,2 milhões "DC Liga dos SuperPets" - R$ 5,65 milhões "Elvis" - R$ 3,4 milhões "O telefone preto" - R$ 3,1 milhões "Top Gun Maverick" - R$ 1,04 milhão "Pluft o Fantasminha" - R$ 359 mil "Boa Sorte, Leo Grande" - R$ 242 mil "Jurassic World: Domínio" - R$ 145 mil "Tudo em Todo o Lugar ao mesmo tempo" – R$ 132 mil 'Minions 2 - A Origem de Gru': veja o trailer Veja Mais

Nichelle Nichols, a Uhura de 'Jornada nas estrelas', morre aos 89 anos

G1 Pop & Arte Segundo seu filho, a atriz faleceu de causas naturais no último sábado (30). Ela fez parte do elenco original da série e de outros filmes da franquia de ficção científica. Nichelle Nichols interpretou a tenente Uhura em 'Jornada nas estrelas' Reprodução/Instagram A atriz americana Nichelle Nichols, famosa por interpretar Uhura em "Jornada nas estrelas" ("Star Trek"), morreu no sábado (30) aos 89 anos. Segundo seu filho Kyle Johnson, ela faleceu de causas naturais. "Ontem à noite, minha mãe, Nichelle Nichols, sucumbio a causas naturais e faleceu", escreveu Johnson no perfil da atriz no Instagram neste domingo (31). "Sua luz, no entanto, como as galáxias antigas agora sendo vistas pela primeira vez, permanecerá para nós e as gerações futuras desfrutarmos, aprendermos e inspirarmos", continuou. "A vida dela foi bem vivida e, como tal, um modelo para todos nós". Nichelle interpretou a tenente Uhura no elenco original da série "Jornada nas estrelas", transmitida entre 1966 e 1969. Ela repetiu o papel em outros filmes da franquia lançados nos anos seguintes. A atriz realizou com o ator William Shatner, que interpretava Capitão Kirk, uma das primeiras cenas de beijo interracial da televisão americana. O momento foi ao ar no episódio "Plato’s Stepchildren", exibido em 1968. Ela também trabalhou com a Nasa, agência especial americana, para estimular mulheres e afro-americanos a se tornarem astronautas. A atriz Nichelle Nichol interpreta a tenente Uhura em 'Jornada nas estrelas' Divulgação Veja Mais

Mulher levada pelos policiais por racismo contra filhos de Giovanna Ewbank já foi liberada, diz jornal português

G1 Pop & Arte A polícia considerou que ela estava alcoolizada. A atriz e seu marido, Bruno Gagliasso, ainda devem prestar depoimento. Giovanna Ewbank denuncia racismo em Portugal A mulher que deferiu frases racistas contra os filhos dos atores Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso já foi solta pela polícia, segundo informações conseguidas pelo portal português "Público". Eles falaram com a Divisão de Comunicação e Relações Públicas da polícia que confirmou a soltura após atestar condição de alcoolismo. As testemunhas do caso ainda devem ser ouvidas pela polícia e o caso deve ganhar mais capítulos. Entenda o caso Da esquerda: Giovanna Ewbank, os filhos Zyan e Bless, Bruno Gagliasso e o filho Titi Reprodução / Instagram Giovanna Ewbank Giovanna Ewbank disse que seus filhos foram vítimas de racismo em um restaurante na Costa da Caparica, em Portugal, neste sábado (30). Segundo a atriz, uma mulher xingou Bless e Titi, seus filhos com Bruno Gagliasso, e um casal de turistas angolanos que estava no lugar. "Confirmamos, conforme videos que já circulam no Brasil, que Giovanna reagiu e enfrentou a mulher, enquanto Bruno Gagliasso, seu marido, chamou a polícia", diz a assessoria de imprensa da atriz ao g1. A assessoria afirma que Bruno Gagliasso chamou a polícia e que a mulher foi levada escoltada e detida. Os atores, que estão passando férias no país, dizem que vão prestar queixa contra a mulher em uma delegacia portuguesa. Veja o comunicado completo abaixo: "Comunicamos que os filhos do casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso foram vítimas de racismo no restaurante Clássico Beach Club, na Costa da Caparica, em Portugal, neste sábado, dia 30 de julho, onde a família passa férias. Uma mulher branca, que passava na frente do restaurante, xingou, deliberadamente, não só Títi e Bless, mas também a uma família de turistas Angolanos que estavam no local - cerca de 15 pessoas negras. A criminosa pedia que eles saíssem do restaurante e voltassem para a África, entre outras absurdos proferidos às crianças, tais quais “pretos imundos”. Confirmamos, conforme videos que já circulam no Brasil, que Giovanna reagiu e enfrentou a mulher, enquanto Bruno Gagliasso, seu marido, chamou a polícia. A mulher foi levada escoltada e presa. Informamos ainda que Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank prestarão queixa contra a racista formalmente na delegacia portuguesa. A Trigo Casa de Comunicação lamenta as agressões sofridas por Títi, Bless e os turistas angolanos e apoia integralmente as ações tomadas por Giovanna e Bruno. Racismo é crime." Veja Mais

Giovanna Ewbank diz que filhos foram vítimas de racismo em Portugal

G1 Pop & Arte Atriz diz que uma mulher branca, que passava na frente a restaurante, xingou Títi e Bless, filhos dela com Bruno Gagliasso, e uma família de turistas angolanos que estavam no local. Giovanna Ewbank denuncia racismo em Portugal Giovanna Ewbank disse que seus filhos foram vítimas de racismo em um restaurante na Costa da Caparica, em Portugal, neste sábado (30). Segundo a atriz, uma mulher xingou Bless e Titi, seus filhos com Bruno Gagliasso, e um casal de turistas angolanos que estava no lugar. Compartilhe no WhatsApp Compartilhe no Telegram "Confirmamos, conforme videos que já circulam no Brasil, que Giovanna reagiu e enfrentou a mulher, enquanto Bruno Gagliasso, seu marido, chamou a polícia", diz a assessoria de imprensa da atriz ao g1. A assessoria afirma que Bruno Gagliasso chamou a polícia e que a mulher foi levada escoltada e detida. Os atores, que estão passando férias no país, dizem que vão prestar queixa contra a mulher em uma delegacia portuguesa. Leia também Entenda a diferença entre racismo e injúria racial Em 2017, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso prestaram queixa de racismo por ofensas contra Titi O assessor da atriz também enviou ao g1 um vídeo feito pela própria Giovanna Ewbank, que mostra uma mulher sendo levada escoltada na frente do restaurante (veja acima). Veja o comunicado completo abaixo: "Comunicamos que os filhos do casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso foram vítimas de racismo no restaurante Clássico Beach Club, na Costa da Caparica, em Portugal, neste sábado, dia 30 de julho, onde a família passa férias. Uma mulher branca, que passava na frente do restaurante, xingou, deliberadamente, não só Títi e Bless, mas também a uma família de turistas Angolanos que estavam no local - cerca de 15 pessoas negras. A criminosa pedia que eles saíssem do restaurante e voltassem para a África, entre outras absurdos proferidos às crianças, tais quais “pretos imundos”. Confirmamos, conforme videos que já circulam no Brasil, que Giovanna reagiu e enfrentou a mulher, enquanto Bruno Gagliasso, seu marido, chamou a polícia. A mulher foi levada escoltada e presa. Informamos ainda que Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank prestarão queixa contra a racista formalmente na delegacia portuguesa. A Trigo Casa de Comunicação lamenta as agressões sofridas por Títi, Bless e os turistas angolanos e apoia integralmente as ações tomadas por Giovanna e Bruno. Racismo é crime." Da esquerda: Giovanna Ewbank, os filhos Zyan e Bless, Bruno Gagliasso e o filho Titi Reprodução / Instagram Giovanna Ewbank Veja Mais

Sandra Bullock com Scarlett Johansson, Robert Pattinson com Taylor Lautner e mais: Os beijos mais marcantes de premiações

G1 Pop & Arte Boca Rosa e Gkay se beijaram no MTV Miaw, entrando para a lista de celebridades que já protagonizaram cenas do tipo em premiações. Semana Pop mostra as mais lembradas; assista. Semana Pop relembra beijos mais marcantes de premiações As influenciadoras Boca Rosa e Gkay se beijaram no MTV Miaw 2022, entrando para a longa lista de celebridades que já protagonizaram cenas do tipo em premiações. Alguns beijos, no entanto, são mais lembrados do que outros. O Semana Pop deste sábado (30) faz uma lista dos mais marcantes. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Beyoncé lança 'Renaissance' e agradece fãs que não ouviram quando álbum vazou

G1 Pop & Arte 'Significa o mundo para mim', escreveu cantora no Instagram. Álbum é o primeiro de nova trilogia e vazou dois dias antes do lançamento oficial. Beyoncé apresenta capa do álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram Beyoncé lançou "Renaissance", o primeiro álbum de uma nova trilogia, nesta sexta-feira (29). As músicas, no entanto, já estavam na internet há dois dias. O sétimo álbum de estúdio da cantora vazou na internet, mas houve um movimento de fãs para não ouvir as faixas enquanto elas não fossem oficialmente lançadas. Ao lançar o álbum na madrugada desta sexta, Beyoncé agradeceu aos fãs por isso no Instagram. "Então, o álbum vazou e vocês realmente esperaram até o momento de lançamento apropriado para que todos pudessem curtir juntos", começa o texto. "Nunca vi nada parecido. Não tenho como agradecer o suficiente por seu amor e proteção. Agradeço por chamar a atenção de quem estava tentando entrar no clube mais cedo. Significa o mundo para mim." Beyoncé lança álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram/Beyoncé "Obrigada pelo apoio inabalável", continuou ela. "Obrigado por ser paciente. Vamos tirar um tempo e curtir a música. Vou continuar a dar tudo de mim e fazer o meu melhor para trazer alegria para vocês." O projeto é o primeiro após o aclamado álbum "Lemonade", lançado pela cantora em 2016. Ele também marca o retorno ao trabalho solo, já que em 2018 Beyoncé saiu em turnê com o marido. Ao longo da "On The Run II Tour", o casal faturou US$ 253,5 milhões (cerca de R$ 936,91 milhões, segundo dados da Billboard Boxscore. Como anunciado no primeiro single, "Break My Soul", o álbum evoca uma era club voltado para as pistas de dança com faixas dedicadas à house music e ao dance. "Break My Soul" foi produzida por Beyoncé, Tricky Stewart e The-Dream, os mesmos produtores de "Single Ladies", um dos maiores hits da carreira da rainha do pop de 2008. Eles também são responsáveis por "Touch My Body", de Mariah Carey, "Umbrella", de Rihanna, e "Baby", de Justin Bieber. Projeto de três atos Horas antes do álbum sair, Beyoncé confirmou que "Renaissance" é o primeiro de um projeto de três atos. Em nota, ela reafirmou que o processo criativo do álbum levou três anos e detalhou o trabalho durante a pandemia, chamando-o de "tempo para ficar quieto, mas também um tempo que achei criativo". Pouco se sabe sobre como as três partes serão divididas ou qual tempo levará até a segunda ser divulgada. Tracklist de 'Renaissance' Beyoncé divulga nomes das 16 faixas do álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram Na quarta-feira (20), faltando oito dias para o lançamento de "Renaissance", Beyoncé divulgou os nomes das 16 faixas que fazem parte de seu novo álbum. São elas: I’m That Girl Cozy Alien Superstar Cuff It Energy Break My Soul Church Girl Plastic Off the Sofa Virgo’s Groove Move Heated Thique All Up in Your Mind America Has a Problem Pure/Honey Summer Renaissance A divulgação das canções acontece 20 dias após Beyoncé divulgar a capa de seu sétimo álbum de estúdio, na qual aparece em cima de um cavalo. Na ocasião, ela publicou um breve texto falando um pouco sobre o processo de criação do disco. "Criar esse álbum me permitiu um lugar para sonhar e encontrar uma válvula de escape durante o momento assustados para o mundo. Ele me permitiu me sentir livre e aventureira em um momento em que pouca coisa se movimentava", escreveu a cantora no post nas redes sociais. "Minha intenção foi criar um lugar seguro, um lugar sem julgamentos. Um lugar para ser livre do perfeccionismo e de pensar demais. Um lugar para gritar, soltar, sentir a liberdade." "Foi uma linda jornada de exploração. Espero que encontrem alegria nessa música. Espero que inspire vocês a se soltar. E a se sentirem únicos, fortes e sexies como vocês são", finalizou a cantora. Durante a divulgação do álbum, a cantora deu poucos detalhes, mas incluiu "Act I", o que indica que a artista deve dividir o lançamento em algumas partes. Beyoncé já lançou a primeira faixa de trabalho do disco, "Break My Soul", que traz uma levada house. A música é a sexta faixa de "Renaissance". Leia também: Nova canção de Beyoncé representa 'grande resignação' de geração de trabalhadores nos EUA Beyoncé lança 'Break My Soul', primeiro single de 'Renaissance' Reprodução/Instagram Veja Mais

Procon de SP notifica organizadores da Ucconx; evento deverá explicar cancelamento de Millie Bobby Brown e George Takei

G1 Pop & Arte Feira afirmou que atores estavam com Covid, mas depois mudou justificativa. Procon de SP acionou empresa organizadora, pedindo esclarecimentos sobre cancelamentos, e citou reportagem do g1 com reclamações de clientes em notificação. Millie Bobby Brown em cena da quarta temporada de 'Stranger things' Divulgação O Procon de São Paulo notificou nesta quinta-feira (28) a empresa MW Promoções e Eventos – Ucconx pedindo esclarecimentos sobre o cancelamento da participação de atores no evento. O Ucconx é uma feira de cultura pop que acontece até domingo (31) no Anhembi, em São Paulo. Os organizadores anunciaram nesta quarta-feira (27) o cancelamento da participação de Millie Bobby Brown ("Stranger Things"), e George Takei ("Star Trek"). Inicialmente, o evento afirmou nas redes sociais que ambos estavam com Covid e não poderiam vir ao Brasil. Pouco depois, o aviso foi apagado. O Procon determinou que a empresa precisa informar, até 5 de agosto, "quantos ingressos foram vendidos e por quais razões o evento com os atores foi cancelado". A entidade também solicitou evidências de quando os organizadores tiveram ciência da impossibilidade da participação dos atores. Na notificação, o Procon citou a reportagem do g1 com reclamações de clientes do evento insatisfeitos com os cancelamentos. "Deverá também explicar como os consumidores que adquiriram ingressos foram informados do cancelamento; qual a política adotada para as solicitações de reembolso; quais canais de atendimento foram disponibilizados para realização da solicitação e como estão sendo divulgados", disse o Procon. Justificativas de atores Em vídeo publicado ao longo da tarde pelo fã-clube de "Star Trek" Nova Frota, que mediaria o painel sobre a série, Takei afirmou que seu marido foi diagnosticado com Covid. "Meu marido, Brad, ontem mesmo recebeu diagnóstico positivo para Covid. Ele está tossindo muito e sentindo muito mal, e eu não posso deixá-lo aqui sozinho", afirmou o ator. "Por sorte, eu não contraí, para mim deu negativo. É um milagre maravilhoso." De noite, o evento publicou que Millie não viria por causa de "compromissos profissionais" e também pelo "risco de exposição à Covid", e que se enganou quando afirmou que ela estava com a doença. "O time de social mídia do UcconX informa que houve um equívoco no comunicado anterior sobre o motivo real do não comparecimento da atriz, atrelado ao cancelamento de outro artista." Veja entrevista com os irmãos Duffer, os criadores de 'Stranger things' Os novos comunicados reafirmam que os ingressos para eventos relacionados aos atores foram transferidos para outras atrações, mas que o público pode pedir reembolso. Quem iria ver Millie foi transferido para Dacre Montgomery, que também participou de "Stranger Things". Já os ingressos de Takei foram passados para o ator Ian Somerhalder, de "Vampire Diaries". "Para mais solicitar reembolso do ingresso e mais informações o UcconX disponibiliza o e-mail relacionamento@ucconx.com ", diz a assessoria em comunicado. Nas redes sociais, fãs reclamam da desorganização e da falta de informação sobre o cancelamento. O site oficial do evento está desatualizado e ainda mostra Millie Bobby Brown e George Takei como atrações. Esta é a primeira edição da Ucconx (Universe Creative Convention). O evento acontece entre esta quarta-feira (27) e o domingo (31). Takkei estaria presente nos dias 28 e 29 e Brown, nos dias 30 e 31. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Telão cai em cima da boyband Mirror durante show em Hong Kong

G1 Pop & Arte Segundo a imprensa local, três pessoas foram atingidas. Vídeos postados nas redes sociais mostram o momento do acidente. Telão cai em cima da boyband Mirror durante show em Hong Kong Um telão caiu sobre o palco e atingiu três membros da boyband MIRROR durante a apresentação do grupo em Hong Kong nesta quinta-feira (28), segundo informações da imprensa local. Vídeos postados nas redes sociais mostram o momento do acidente. (veja acima) Telão cai em cima da boyband Mirror durante show em Hong Kong Reprodução/Redes sociais O Hospital da cidade "Queen Elizabeth" informou que um homem com uma lesão no pescoço estava em estado grave, enquanto outro estava em condição estável após um ferimento na cabeça, publicou a mídia de Hong Kong. O show foi interrompido após o acidente. Telão caiu sobre membros do grupo Mirror durante show em Hong Kong Divulgação via South China Post Telão caiu sobre membros do grupo Mirror durante show em Hong Kong Divulgação via South China Post Segundo informações da France 24, mais de 10.000 fãs assinaram uma petição pedindo aos organizadores que cuidassem melhor dos artistas depois que um membro sofreu um outro acidente na última terça-feira. Frankie Chan caiu a cerca de um metro da borda do palco, embora mais tarde tenha dito nas redes sociais que apenas machucou o braço esquerdo, de acordo com o South China Morning Post. Veja Mais

Ucconx anuncia cancelamento de Millie Bobby Brown e George Takei

G1 Pop & Arte Evento afirma que atriz está com Covid. Em vídeo, Takei diz que seu marido foi diagnosticado com a doença. Fãs reclamam da falta de informações. Millie Bobby Brown em cena da quarta temporada de 'Stranger things' Divulgação A Ucconx, feira de cultura pop que acontece no Anhembi, em São Paulo, anunciou nesta quarta-feira (27) o cancelamento da participação de Millie Bobby Brown ("Stranger Things"), e George Takei ("Star Trek"). De acordo com o evento, a atriz está com Covid e por isso não pôde vir ao país. Em vídeo publicado pelo fã-clube de "Star Trek" Nova Frota, que mediaria o painel sobre a série, Takei afirmou que seu marido foi diagnosticado com a doença. "Meu marido, Brad, ontem mesmo recebeu diagnóstico positivo para Covid. Ele está tossindo muito e sentindo muito mal, e eu não posso deixá-lo aqui sozinho", afirmou o ator. "Por sorte, eu não contraí, para mim deu negativo. É um milagre maravilhoso." O anúncio do cancelamento foi feito nos perfis oficiais da Ucconx em redes sociais, mas depois foi apagado. O g1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do evento, que disse que a participação deles estava realmente cancelada por causa do teste positivo para Covid. Segundo a assessoria, o primeiro anúncio foi apagado pois eles estão preparando um comunicado mais detalhado. Até a última atualização deste texto, o comunicado não foi divulgado nas redes. "Os ingressos adquiridos para os painéis, VIP PASS, FAN PASS da Millie Bobby Brown e George Takei permanecem válidos e foram transferidos automaticamente para os painéis do Dacre Montgomery e Ian Somerhalder, respectivamente. Para mais solicitar reembolso do ingresso e mais informações o UcconX disponibiliza o e-mail relacionamento@ucconx.com ", diz a assessoria em comunicado. Nas redes sociais, fãs reclamam da desorganização e da falta de informação sobre o cancelamento. O site oficial do evento está desatualizado e ainda mostra Millie Bobby Brown e George Takei como atrações. Esta é a primeira edição da Ucconx (Universe Creative Convention). O evento acontece entre esta quarta-feira (27) e o domingo (31). Takkei estaria presente nos dias 28 e 29 e Brown, nos dias 30 e 31. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Rapper 6ix9ine joga dinheiro para o alto no Morro da Mangueira, Zona Norte do Rio

G1 Pop & Arte Na publicação, o artista afirma que, diferente do que fez em outros países, como no Equador, não poderia distribuir dinheiro para a população, porque estava muito caótico e precisava de uma rota de fuga para deixar a comunidade. Em um vídeo gravado no último sábado (30) na Mangueira, o rapper 6ix9ine aparece jogando dinheiro para o alto em uma visita à favela. Na publicação, o artista afirma que, diferente do que fez em outros países, como no Equador, não poderia distribuir dinheiro para a população, porque estava muito caótico (tumulto) e precisava de uma rota de fuga para deixar a comunidade. O rapper ainda aproveitou para fazer uma declaração de amor ao Brasil: "Obrigado, Brasil, eu amo vocês! Vocês são um país lindo, me senti mais seguro na favela mais perigosa! Obrigado, Brasil, Deus abençoe vocês!" Initial plugin text Veja Mais

Artistas apoiam Giovanna Ewbank após atriz defender filhos de racismo em Portugal

G1 Pop & Arte Atriz relatou que filhos Titi e Bless foram xingados em um restaurante na costa portuguesa; mulher acusada das ofensas racistas já foi liberada. Da esquerda: Giovanna Ewbank, os filhos Zyan e Bless, Bruno Gagliasso e o filho Titi Reprodução / Instagram Giovanna Ewbank Vários artistas e famosos foram às redes sociais para prestar apoio à atriz Giovanna Ewbank, que precisou defender os filhos de ofensas racistas em Portugal no sábado (30). Segundo a atriz, uma mulher xingou Bless e Titi, seus filhos com Bruno Gagliasso, e um casal de turistas angolanos enquanto eles estavam em um restaurante na Costa da Caparica, no litoral português. A mulher acusada das ofensas racistas já foi liberada. Veja alguns dos artistas que se manifestaram: Camilla de Lucas, ex-BBB: A ex-BBB Camilla de Lucas prestou apoio a Giovanna Ewbank no Twitter Reprodução/Twitter "Gostaria de dizer que É NECESSÁRIO você enquanto homem e mulher branca, ter a mesma atitude da Giovanna e do Bruno. E também dar o mesmo apoio para pessoas negras que tem essa atitude, porque numa situação como essa, nós seríamos expulsos do local, porque até nisso NÃO TEMOS DIREITO!" escreveu Camilla na rede social Twitter. Initial plugin text "Quando uma pessoa negra TAMBÉM reclamar de racismo ou apontar vocês parem de dizer que é mimimi", completou Camilla, que participou do BBB em 2021. Eliana Alves Cruz, escritora: A escritora Eliana Alves Cruz, autora de romances como "Água de Barrela" e "O Crime do Cais do Valongo", também se manifestou no Twitter: A escritora Eliana Alves Cruz, autora de romances como 'Água de Barrela' e "O Crime do Cais do Valongo", também manifestou apoio a Giovanna Ewbank no Twitter Reprodução/Twitter "Eu queria poder gritar na cara de um monte de gente o que a Giovanna Ewbank muito bem cuspiu na cara daquela mulher, com a certeza de que no final não seria eu a acusada de algum crime. Deve ser delicioso não precisar ser estratégica o tempo todo e simplesmente ex-plo-dir", escreveu a autora. "E, cara gente branca, é assim que se faz luta antirracista. Com aquele grau ali de indignação", completou. Maíra Azevedo, 'Tia Má': Felipe Neto, Reprodução/Twiter A jornalista e humorista baiana Maíra Azevedo, conhecida como "Tia Má", também escreveu sobre o caso no Twitter: "O posicionamento de Giovanna foi possível por ela ser uma mulher branca, e ela sabe disso! Ter ciência dos privilégios é saber usar quando é necessário! Uma mulher preta, mãe de crianças pretas teria sua denúncia relativizada! Que racistas sejam sempre tratados como racistas!", disse. Lumena, ex-BBB: A também ex-BBB Lumena publicou um tuíte apoiando Giovanna Ewbank: Initial plugin text e "Que satisfatório a Giovanna Ewbank macetando uma mulher que foi racista com seus filhos", escreveu. Felipe Neto, influencer: O influencer Felipe Neto manifestou apoio a Giovanna Ewbank no Twitter Reprodução/Twitter "Racista se trata na porrada ou na humilhação pública. Não há outro caminho. Parabéns, Gioh. Serei sempre seu fã", escreveu Neto no Twitter. Veja Mais

Funk faz sucesso no exterior, mas continua a ser atacado no Brasil, diz pesquisador

G1 Pop & Arte Danilo Cymrot, autor de 'O Funk na Batida', avalia que a popularidade de artistas como Anitta não impede que o ritmo ainda seja associado à criminalidade e alvo de repressão policial e projetos de lei para reprimi-lo. A funkeira Anitta é atualmente a artista brasileira mais famosa no exterior EPA/via BBC Para o pesquisador Danilo Cymrot, embora o funk faça um estrondoso sucesso no Brasil e no exterior, o gênero musical continua enfrentando um processo de ataques e perseguição inclusive da lei. Para ele, a ascensão de funkeiros como Anitta, hoje a artista brasileira mais conhecida fora do país, não impedem que o estilo sofra com criminalização e repressão policial. "Acho que existe uma síndrome de vira-lata também, que não valoriza nossa produção", disse em entrevista à BBC News Brasil. Danilo Cymrot é mestre e doutor em Direito Penal e Criminologia pela Faculdade de Direito da USP. Desde 2013 ele é pesquisador do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo. No mês passado, Cymrot lançou o livro O Funk na Batida (Edições Sesc), sobre a história da criminalização do funk por meio de projetos de lei que tentam disciplinar, proibir e censurar o gênero. A obra mostra como o ritmo, desenvolvido nas periferias do Rio de Janeiro e de São Paulo, passou a ser associado à criminalidade e à violência, sofrendo perseguição da mídia e de parlamentares - tanto de direita como de esquerda. Na entrevista, o autor falou sobre o histórico de estigmatização do funk nos anos 1990, o papel de parlamentares na criação de leis que dificultaram a realização dos bailes e o chamado funk proibidão, que aposta em letras sobre a violência na periferia e facções criminosas. Por outro lado, Cymrot também comentou como os rolezinhos (encontro de jovens funkeiros em shoppings centers de São Paulo) desagradaram parte da periferia e de ambos os espectros políticos, sendo classificado tanto como "vendido ao capitalismo" como "fútil" por causa do perfil de baixa renda de seus participantes. Confira a entrevista abaixo. BBC News Brasil - Hoje o funk é o ritmo brasileiro de mais sucesso fora do país, ao mesmo tempo que ainda se diz perseguido por aqui. Por que essa contradição? Danilo Cymrot - Mesmo com sucesso no exterior, ele continua atacado e desvalorizado no Brasil. Claro que um cantor de proibidão não vai fazer o mesmo sucesso da Anitta. Os funkeiros sabem que precisam moldar o discurso para atingir determinados públicos. Veja o caso da música Deu Onda, do MC G15, que surgiu como um funk com linguagem explícita. Quando ela começou a fazer sucesso, ele mudou a letra para uma versão mais suave. Baile de Favela tocou na Olimpíada de Tóquio na apresentação da ginasta Rebecca Andrade, mas também foi uma música que teve sua versão original "adaptada" para atingir outros públicos. Acho que existe uma síndrome de vira-lata também, que não valoriza nossa produção. Alguns artistas, mesmo quando são valorizados no exterior, são atacados aqui. O sucesso não traz necessariamente o reconhecimento. Eles são acusados de terem traído suas origens, como a Carmem Miranda, ou porque "estão manchando" a imagem do Brasil ao reforçar o "apelo sexual e vulgar dos brasileiros", como a Anitta e outros artistas. O pesquisador Danilo Cymrot estudou a criminalização do funk em seu mestrado na Universidade de São Paulo ARQUIVO PESSOAL/via BBC BBC News Brasil - Por que você aponta um "arrastão" de 1992 como o início da criminalização do funk? Cymrot - O primeiro baile funk, o Baile da Pesada, acontecia no Canecão, no Rio de Janeiro, antes da casa virar o "templo da MPB". Os bailes saíram de lá e passaram a acontecer em favelas e na periferia do Rio. Nos anos 1980, a elite intelectual na Zona Sul do Rio não sabia o que era funk. O primeiro contato foi nesse episódio conhecido como "arrastão". Na verdade, o que aconteceu foi um encontro de duas galeras (grupo de jovens da periferia que se reuniam nos bailes). Elas saíram da Parada de Lucas e foram para a praia de Ipanema, que, embora fosse um ambiente democrático, era privatizada por hotéis e restaurantes voltados às classes altas. Os jovens começaram a brigar em uma espécie de capoeira que misturava briga, brincadeira e dança. Algo parecido com o que acontece em um show de punk. Quem não estava familiarizado com a cena ficou muito assustado. Essa imagem de jovens negros correndo foi interpretada como um arrastão, porque já havia todo uma imagem construída do jovem negro periférico como um potencial assaltante. Os participantes foram identificados pela imprensa como funkeiros, nome que virou quase um sinônimo de arruaceiro, marginal e ladrão. Vários pesquisadores, como o antropólogo Hermano Vianna, consideram esse episódio como o início da criminalização do funk. BBC News Brasil - Além de um gênero musical, o funk também costuma ocupar o espaço público, e isso gera reações. Como essa característica influenciou a criminalização? Cymrot - Historicamente, a reunião de jovens negros sempre causou desconfiança e medo na elite brasileira. No século 19, havia regulamentos que proibiam a circulação de ajuntamentos de negros escravizados ou até libertos. Existia a suspeita de que as aglomerações poderiam ensejar revoltas. A capoeira foi criminalizada por isso. Na República Velha, negros circulando pela cidade eram acusados de vadiagem. O samba não foi proibido, mas sambistas foram presos e acusados desse delito. Então, a criminalização se repete com manifestações culturais da população negra e periférica, não é uma novidade no Brasil. Por medo de uma 'revolta dos negros', autoridades brasileiras tornaram a capoeira crime no final do século 19 AMANDA OLIVEIRA/GOVBA/via BBC BBC News Brasil - Os chamados rolezinhos, quando jovens da periferia se juntavam em shoppings centers de São Paulo no início de 2014, também se enquadram nesse contexto? Cymrot - Naquele momento, o shopping center tinha uma simbologia especial, porque o Brasil vivia um bom momento econômico, o ápice da era do consumo. Parte da população ascendeu socialmente por meio do consumo. Isso se refletiu no funk ostentação. São Paulo não tem praia e os jovens se organizaram pelas redes sociais para se encontrar nesses locais. É importante dizer que eles já frequentavam esses lugares, era parte do cotidiano deles. E não eram shoppings da elite, mas na periferia mesmo, como Itaquera e Aricanduva. E não são só pessoas brancas e ricas têm hostilidade ao funk, mas também gente das próprias periferias, que convive com o barulho, com os bailes nas ruas, com letras consideradas imorais pela religião evangélica que é muito presente na periferia. Como eles faziam barulho, cantavam e se divertiam em grupo, essa aglomeração foi reprimida por seguranças e pela polícia. BBC News Brasil - Os rolezinhos podem ser considerados um movimento de protesto? Cymrot - Alguns pesquisadores tentaram relacioná-los às manifestações de junho de 2013. Elas foram organizadas pelas redes sociais por jovens que tinham demandas sobre mobilidade e direito à cidade, mas também havia diferenças. Embora não tivessem um discurso político explícito, os rolezinhos expressavam o direito de circular pela cidade, contra o assédio policial e contra o racismo. Outro ponto é que eles mostravam a necessidade de serem integrados por meio do consumo e, curiosamente, foram criticados por isso. Os rolezeiros foram criticados pela esquerda, que os chamavam de alienados e de se venderem ao capitalismo. E à direita, por ostentarem marcas e desejos de um luxo que não são associados a essa classe social. BBC News Brasil - Os chamados pancadões também costumam incomodar muito parte da população da periferia, por causa do barulho. Como esse conflito gera repressão e leis que tentam disciplinar o funk? Cymrot - Com a crise econômica a partir de 2015, os jovens que já não tinham muito dinheiro para frequentar baladas e shows de funk fechados passaram a fazer os bailes no meio da rua, colocando uma caixa de som com volume alto. É um lazer barato. Drogas e bebidas também são consumidas ao ar livre. Esses bailes então passam a ser reprimidos pela polícia, também porque são frequentados pelo público historicamente marginalizado. Essas mesmas drogas são usadas em baladas fechadas da classe média, mas essas não passam por repressão. É claro que os pancadões causam uma série de transtornos, como poluição sonora e interrupção do tráfego. A questão é se a repressão policial aconteceria da mesma forma se fosse outra manifestação cultural em outras regiões. Essa repressão gerou, por exemplo, 9 mortes em uma operação da PM em um baile de Paraisópolis em 2019. Mas o funk não é homogêneo. Muitos reconhecem que as pessoas da periferia têm direito ao sossego e não querem um baile funk na sua porta quatro dias por semana. Outros não querem o diálogo com o poder público porque há uma resistência e desconfiança em se submeter às regras. Jovens dançam funk em baile no Capão Redondo, zona sul de São Paulo JARDIEL CARVALHO/R.U.A FOTO COLETIVO/via BBC BBC News Brasil - Seu trabalho mostra que projetos de lei que tentam disciplinar o funk e os pancadões foram produzidos por parlamentares de esquerda e de direita. Cymrot - Tentei não ser maniqueísta dizendo que o funk foi criminalizado pelo estado policial e pela burguesia de direita. É mais complexo. De fato, os projetos desfavoráveis ao funk em maioria vêm da direita, de parlamentares ligados à polícia. Mas a esquerda também participou. Políticos de direita criaram projetos de lei que pediam uma série de exigências que praticamente tornava impossível a realização dos bailes. Diziam: "O problema não é o funk, mas o barulho". Ao mesmo tempo, esses parlamentares também aprovaram leis que reconheciam o funk como manifestação cultural e reservavam espaços para a realização dos bailes, como o sambódromo do Anhembi e o autódromo de Interlagos. É aquela coisa: "Não tenho nada contra o funk desde que ele não aconteça na minha porta". Já no Rio é uma salada mais complexa, porque o funk está tão enraizado que se inseriu em várias instâncias da sociedade e dos partidos. A vereadora Verônica Costa (PL), por exemplo, é uma das parlamentares que mais têm projetos a favor do funk. E ela fez sua carreira política em vários partidos de direita. Nove jovens morreram durante um baile funk na favela de Paraisópolis, em São Paulo, em 2019 GETTY IMAGES/via BBC BBC News Brasil - Mas como a esquerda também perseguiu o funk? Cymrot - Primeiro, o funk sempre foi visto com certa antipatia por ser um "gênero alienado", principalmente em relação ao rap, que era mais politizado e respeitado artisticamente. É claro que isso não corresponde à realidade, porque sempre houve "funks conscientes" e com crítica social. Segundo: muitos intelectuais de esquerda enxergam como manifestações populares ricas aquelas mais folclóricas, ou mesmo o rap, por conta de suas letras engajadas. O funk é visto como uma música pobre em termos de qualidade, descartável, um gênero imposto goela abaixo pela indústria cultural. Eu me pergunto se é uma 'música pobre' ou uma 'música de pobre'. Mas essa ideia de imposição da indústria também não é verdadeira: o sucesso de um funk sempre começa nos bailes de rua, e só depois a indústria corre atrás para tentar tirar uma lasquinha. O terceiro elemento que gera muita crítica da esquerda é a acusação de que o funk tem letras machistas e homofóbicas. Isso é verdade, mas também há muitos sambas, raps, forrós e sertanejos que também são machistas e homofóbicos. Os funkeiros são seres em uma sociedade que é assim, e isso acaba se refletindo em algumas letras. Não dá para generalizar e tratar isso como um problema só do funk. O que a gente vê são muitas cantoras que questionam e respondem a esse machismo nas letras. Mas essas funkeiras são vistas com desconfiança por parte do feminismo mais ortodoxo porque elas reforçariam a objetificação do corpo da mulher, tendo em vista que muitas letras humilham os homens usando argumentos sexistas. Então, o cenário é que o feminismo está rachado em relação ao funk, a esquerda também está rachada, e direita, idem. O funk gera todos esses conflitos. BBC News Brasil - Como avalia o fenômeno do funk proibidão, que aposta em letras sobre crimes e facções criminosas? Cymrot - Muita gente tem dificuldade de separar o autor do eu lírico. Não é porque uma pessoa está cantando uma coisa que ela viveu aquilo de fato, que aquelas histórias narradas aconteceram exatamente daquele jeito. Em várias culturas existe essa prática de contar vantagens nas músicas. Isso vale tanto pro funk proibidão quanto o chamado funk de putaria, com letras pornográficas. Em muitas culturas, há essa valorização da figura do criminoso. Quando o Chico Buarque faz uma música sobre um traficante ninguém questiona se ele tem ligação com alguma facção. Mas se for um jovem negro, morador de favela, ele é sempre visto como alguém suspeito de ter envolvimento com o crime, vai ser chamado a prestar esclarecimento na polícia. Os pancadões são bailes funk que ocupam ruas e avenidas da periferia de São Paulo JARDIEL CARVALHO/R.U.A FOTO COLETIVO/via BBC A verdade é que vários MCs já disseram que só fizeram funk proibidão por uma questão mercadológica, de vendas mesmo. Essas músicas contam uma realidade, ou são uma forma de exorcizar esse terror pelo qual esses artistas passam desde criança. É uma memória subterrânea da história do Brasil. E essa é uma realidade violenta com a qual a sociedade não quer conviver. Prefere matar o carteiro em vez de lidar com a mensagem. BBC News Brasil - Isso não acaba glamourizando uma vida que não é boa para os próprios jovens? Cymrot - Sim, muitos cantam o funk de facção não porque têm envolvimento com o crime, mas porque de certa forma a vida de um traficante é glamourizada como a de um sujeito que tem poder, dinheiro, contatos… Por outro lado, em comunidades que sofrem muito com a violência e corrupção policiais, cantar sobre as facções é uma espécie de revide simbólico. É como se o funkeiro dissesse à polícia: "Você pode me humilhar todos os dias, mas eu te respondo com uma batida e um funk". Muitos funkeiros se incomodam quando um proibidão fica famoso, pois eles dizem que as músicas são feitas da comunidade para a comunidade, ou seja, o objetivo é que ele fique ali. BBC News Brasil - Poderia falar um pouco sobre o pornográfico? Cymrot - Existe uma tradição da música brasileira em falar sobre sexo, mas normalmente usando o duplo sentido. Na história, houve outras manifestações da população negra perseguidas por conteúdo tipo por sexual, como o lundu. O funk falar sobre isso de maneira tão explícita é quase uma novidade. Curiosamente, muitos MCs dizem que começaram a cantar esse estilo porque foram reprimidos quando cantavam o proibidão. O auge do funk com apelo sexual no Rio de Janeiro, nos anos 2000, surgiu como uma resposta aos bailes de corredor, que sempre terminavam em brigas entre o público. Também surgiu com grande participação de mulheres, que dançavam e subiam ao palco para cantar sobre o que gostavam de fazer, que também tinham direito de gozar etc. Esse movimento foi até chamado de "neofeminista". Muitas funkeiras reclamaram disso publicamente, dizendo que só conseguiam espaço se cantassem esse estilo. E muitas não tinham nada a ver com esse universo, eram mais conservadoras e até evangélicas. Mas há também um papel político de questionar os bons costumes. Então, quando fala sobre sexo de maneira explícita, o funk choca setores mais conservadores da sociedade. BBC News Brasil - Nos anos 1990, no Rio, repercutiu muito o fato de jovens brancos de classe média passaram a subir os morros para ir aos bailes. Cymrot - É aquela coisa: "Você não gosta de mim, mas sua filha gosta". Houve uma grande influência da mídia. Enquanto o mesmo canal mostrava no jornal o funk como uma cultura violenta, um programa vespertino, como o da Xuxa, convidava MCs para cantar e mostrar um "funk da paz", como a dupla Claudinho e Buchecha. Os jovens da Zona Sul carioca se deixam contagiar pela batida e resolvem subir o morro. Isso gera um pânico nos pais. Eles achavam que o funk estava levando seus filhos para o mau caminho, para lugares perigosos. Este texto foi publicado originalmente em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62355983 Veja Mais

Metallica surpreende fãs com cena de 'Stranger Things' no Lollapaloza Chicago; ASSISTA

G1 Pop & Arte Ator Joseph Quinn conheceu os integrantes da banda de heavy metal no festival, que acontece neste fim de semana em Chicago, nos Estados Unidos Metallica surpreende fãs com cena de 'Stranger Things' no Lollapaloza Chicago Cenas de 'Stranger Things' foram mostradas no meio do show da banda Metallica no festival de música Lollapalooza Chicago, na última quinta-feira (28). As imagens apareceram durante a apresentação da clássica Master of Puppets, música que faz parte da trilha sonora da série de ficção científica. O fãs - da banda e da série - foram à loucura quando cenas do personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) tocando a mesma música na guitarra apareceram nos telões do festival. A cena mostrada durante o show do Metallica é considerada uma das mais icônicas da quarta e última temporada de 'Stranger Things'. Assista: Initial plugin text Nos bastidores do festival, o ator Joseph Quinn, que deu vida ao personagem Eddie, também conheceu os integrantes do Metallica. O astro tocou Master of Puppets junto com a banda e ainda ganhou uma guitarra autografada. As imagens do encontro foram compartilhadas pela banda no Twitter. O Lollapalooza acontece neste fim de semana em Chicago, nos Estados Unidos. Metallica compartilhou nas redes o encontro da banda com o astro de 'Stranger Things' Reprodução/Twitter Veja Mais

Kevinho diz que rompeu tendão de Aquiles após jogo de futebol: 'Lesionei feio'

G1 Pop & Arte Cantor compartilhou imagens no hospital na madrugada desta sexta (29). Kevinho diz que rompeu calcanhar de aquiles após jogo de futebol Reprodução/Instagram/Kevinho Kevinho se machucou em um jogo de futebol com os amigos nesta quinta-feira (28). O cantor compartilhou imagens no hospital na madrugada desta sexta. "Galera, fui jogar bola hoje e lesionei feio o meu tornozelo. Vou atualizando vocês aqui", escreveu o funkeiro. Horas depois, ele postou que tinha rompido o tendão de aquiles e que teria que passar por uma cirurgia. O g1 procurou a assessoria para saber atualizações do estado de saúde de Kevinho, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. Novo escritório Depois de anos com a Kondzilla Records, Kevinho deixou o escritório para integrar a Portuga Records, produtora que pertence a Marcelo Portugal que era um dos sócios de Kondzilla. Além de Kevinho, Jottapê, Fioti, Tainá Costa, MM, Matheuzinho e Hollywood estão entre os maiores artistas que passam a fazer parte da nova empresa de Marcelo. Lexa, Kekel, Livinho, Davi Kneip, Mila, MC Lynne e Vinny estão entre os principais cantores que continuam na Kondzilla Records, de Konrad. Entenda divisão no mercado do funk aqui. Veja Mais

Steven Spielberg lidera retorno de astros do cinema ao Festival de Toronto

G1 Pop & Arte 'The Fabelmans', novo filme do diretor, é um dos mais aguardados da programação. Festival começa em 8 de setembro. Steven Spielberg no prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA em 2022 Jesse Grant/Getty Images North America/Getty Images via AFP Steven Spielberg, Jennifer Lawrence e Harry Styles levarão suas estreias mundiais para Toronto, depois que o maior festival de cinema da América do Norte anunciou, nesta quinta-feira (29), um retorno a todo o vapor, com uma programação repleta de astros. O Festival Internacional de Cinema de Toronto (Tiff), que se autodenomina "o maior festival público de cinema do mundo" e já revelou inúmeros vencedores do Oscar, voltará a receber celebridades em seu tapete vermelho e em festas exclusivas, após duas edições reduzidas devido à pandemia . "The Fabelmans", um longa aguardado de Spielberg, será uma das principais atrações do festival, que terá início em 8 de setembro. Baseado na infância do venerado diretor no Arizona, o filme explora os segredos familiares de um jovem apaixonado por cinema e é estrelado por Michelle Williams, Paul Dano e Seth Rogen. O diretor Rian Johnson lançará "Entre Facas e Segredos 2", uma sequência da Netflix repleta de astros. Já Peter Farrelly, cujo drama racial de 2018 "Green Book - O Guia" iniciou seu caminho para a glória do Oscar em Toronto, trará "The Greatest Beer Run Ever", outra estreia mundial, estrelada por Zac Efron, Bill Murray e Russell Crowe. O Tiff é uma parte-chave da programação dos festivais de outono, nos quais os filmes que esperam obter um impulso para o Oscar costumam ter estreias com pompa. O prêmio anual People's Choice de Toronto se tornou um indicador cada vez mais preciso do Oscar, prevendo os possíveis vencedores na categoria melhor filme. Entre os astros que devem retornar ao tapete vermelho de Toronto neste ano estão os ganhadores do Oscar Jessica Chastain e Eddie Redmayne, em "The Good Nurse", e a celebridade do pop Harry Styles, que interpreta um policial dos anos 1950 em "My Policeman". Já Jennifer Lawrence protagoniza "Causeway", drama sobre um soldado que sofre uma lesão cerebral traumática. Veja Mais

Deborah Secco diz que se inspirou em Marília Mendonça e Maiara & Maraisa para série 'Rensga Hits!'

G1 Pop & Arte Atriz vai interpretar Marlene, a dona de uma casa de composições, no projeto que estreia em 4 de agosto no Globoplay. Série de oito episódios ainda conta com Alice Wegmann, Lorena Comparato, e mais estrelas no elenco. Deborah Secco interpreta Marlene na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo Deborah Secco é uma das estrelas do elenco de "Rensga Hits!", série com oito episódios que estreia no Globoplay em 4 de agosto e retrata o feminejo. A atriz afirmou em entrevista que Marília Mendonça e as irmãs Maiara & Maraisa foram algumas de suas referências para dar vida à empresária Marlene, dona da casa de composições que leva o nome da série. "Acho que a Marlene simboliza um pouco de todas nós, mulheres brasileiras, que no fundo temos que ser fortes, mas também somos muito sensíveis", afirma a atriz. "Para compor a Marlene, tive uma grande inspiração: as meninas do feminejo de Goiânia, como Maiara & Maraisa e a eterna Marília Mendonça." Para Deborah, sua personagem "representa a 'Rensga', o sonho de cantar, de fazer sucesso, mas sem passar por cima de quem você verdadeiramente é, dos seus princípios, dos seus valores." "É sobre se realizar dentro do seu limite, e com muito amor. Marlene é trabalho, é sonho, realização, mas sobretudo ela é amor", diz a atriz, sobre a personagem, que tem uma vibe "mãezona". "Rensga Hits!" "Rensga Hits!", série que retrata o feminejo, vai estrear Globoplay em 4 de agosto. O projeto conta com oito episódios e tem Alice Wegmann, Lorena Comparato, Deborah Secco e mais estrelas no elenco. A série conta a história de Raíssa Medeiros (Alice Wegmann), uma jovem do interior que descobre que é traída pelo ex-noivo e o abandona no altar, partindo rumo ao sonho de viver da música sertaneja na grande Goiânia. No trajeto, Raíssa atola o carro e, com tudo dando errado, usa seu talento musical para expressar seus sentimentos e compor o que, depois de um tempo, vem ser o maior hit do feminejo brasileiro. Assim como aconteceu com muitas estrelas do feminejo, Raíssa vê sua composição virar sucesso na voz de outra artista: na da estrela em ascensão Gláucia Figueira (Lorena Comparato). Alice Wegmann interpreta Raíssa Medeiros na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo O nome da série vem de uma das casas de composição retratadas na obra e comandada por Marlene (Deborah Secco). O segundo espaço de composições retratado é a Joia Maravilha Records, de Helena Maravilha (Fabiana Karla). Nos dois ambientes se desenrolam as histórias de verdadeiras estrelas da música sertaneja na série. "É tão gostoso ler um roteiro, se identificar com as histórias e perceber: eu já passei por isso, por isso, e por isso também", afirma Alice Wegmann, que também comenta o destaque do feminejo na obra. "As mulheres ganharam muita força no universo sertanejo, e ganham cada vez mais. Então, é muito significativo contar essas histórias nesse momento. Tem muita coisa na série: muita risada, muito chororô, tem de tudo que você possa imaginar." "As pessoas verão em 'Rensga Hits!' muita música boa, humor, diversão, drama e uma história que vai pegar! Eu tenho certeza de que as pessoas não vão conseguir parar de assistir", completa Lorena Comparato. Veja fotos do elenco da série: Lorena Comparato interpreta Gláucia Figueira na série "Rensga Hits!" Gleik Suelbe/Globo Fabiana Karla interpreta Helena Maravilha na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo Lúcia Veríssimo interpreta Maria Abadia na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo Jeniffer Dias interpreta Thamyres na série 'Rensga Hits!' Gleik Suelbe/Globo Veja Mais

Bernard Cribbins, ator de 'Doctor Who', morre aos 93 anos

G1 Pop & Arte Ator, comediante e cantor britânico tinha quase oito décadas de carreira. Causa da morte não foi informada. Bernard Cribbins em foto de novembro de 2014 Grant Pollard/Invision/AP/Arquivo O ator, comediante e cantor Bernard Cribbins morreu aos 93 anos. Segundo o jornal Deadline, o agente do ator confirmou a informação através de um comunicado. "O amado ator Bernard Cribbins morreu aos 93 anos. Sua carreira durou sete décadas com um diverso trabalho variando de filmes como 'The Railway Children' e a série 'Carry On', o hit dos anos 1960 'Right Said Fred', o notório convidado de 'Fawlty Towers', e narrando 'The Wombles'." O texto também informou que a mulher de Cribbins, com quem o ator foi casado por 66 anos, morreu no ano passado. "A contribuição de Bernard para o entretenimento britânico é inquestionável. Ele era único, tipificando o melhor de sua geração, e fará muita falta a todos que tiveram o prazer de conhecê-lo e trabalhar com ele", finalizou o comunicado. A causa da morte do ator não foi informada. Nascido em Oldham, na Inglaterra, Bernard Cribbins teve uma longa carreira artística de quase oito décadas. O ator estrelou inúmeros filmes e séries, incluindo "Doctor Who". Outro trabalho pelo qual Cribbins ficou bastante conhecido foi na série "The Wombles", na qual foi o narrador. "Jackanory", "Coronation Street" e "Fawlty Towers" foram outros projetos com participações do ator. Em 2011, o ator foi homenageado com a Excelentíssima Ordem do Império Britânico por seu trabalho na atuação. Bernard Cribbins em foto de novembro de 2014 Nicholas.T.Ansell/PA via AP/Arquivo Veja Mais

Show de 50 Cent é confirmado no Festival Planeta Brasil, em BH

G1 Pop & Arte Evento ocorre nos dias 24 e 25 de setembro na Esplanada do Mineirão. Vendas dos ingressos começam nesta quinta-feira (28). O rapper 50 Cent vai se apresentar em Belo Horizonte em setembro Mark J. Rebilas-USA TODAY Sports Vocês estão prontos? O rapper americano 50 Cent está confirmado como uma das apresentações no Festival Planeta Brasil, que acontece em Belo Horizonte, nos dias 24 e 25 de setembro. A divulgação foi realizada, nesta quarta-feira (27), através das redes sociais do artista e do evento. Veja a postagem: Initial plugin text As apresentações vão ocorrer na Esplanada do Mineirão. Além de 50 Cent, outras atrações confirmadas são: Iza, Filipe Ret, Planet Hemp, entre outros. Ainda conforme a organização serão dois dias de shows em seis palcos. Os valores dos ingressos e o dia que 50 Cent vai se apresentar ainda não foram divulgados. As vendas começam nesta quinta-feira (28) Comemoração Pelas redes sociais, a participação do rapper no festival foi comemorada pelos fãs. Até o início da tarde, mais de cinco mil comentários foram registrados na postagem. "Zeraram o game! Melhor line up da história", escreveu fã.  "Se vocês forem justos, vão colocar ele nos dois dias", pediu outro usuário da rede social. Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas: Veja Mais

'Um anjo caiu do céu' estreia no Globoplay: relembre novela com Tarcísio Meira e Caio Blat

G1 Pop & Arte Novela de 2001 conta a história de um fotógrafo que ganha mais seis meses de vida após atentado e a companhia de um anjo da guarda. "Um anjo caiu do céu", novela de 2001 protagonizada por Tarcísio Meira e Caio Blat, estreia nesta segunda-feira (1º) no Globoplay. Escrita por Antonio Calmon, a obra contava a história da amizade entre um fotógrafo e seu anjo da guarda. Para quem não conseguiu ver a novela na época, o g1 relembra alguns dos principais momentos, além de curiosidades dos bastidores, com dados do Memória Globo. Um Anjo Caiu do Céu: Rafael se apresenta para João Na comédia, Meira interpretava o fotógrafo João Medeiros, que sofre um atentado em uma viagem na República Tcheca após fotografar um líder neonazista. À beira da morte, ele recebe uma segunda chance dos céus e mais seis meses de vida para tentar resolver os problemas de sua família, deixada sempre em segundo plano por causa de sua profissão. De volta à Terra, o veterano é acompanhado pelo anjo Rafael vivido por Blat, que se disfarça como seu assistente e vive um pouco da experiência mortal, chegando a se apaixonar pela personagem de Débora Falabella no processo. Um Anjo Caiu do Céu: João recebe segunda chance "Antonio Calmon mandou do céu pra mim o João Medeiros. Caiu do céu mesmo, uma delícia de personagem. Uma ótima comédia, um personagem descontraído, um cara que carregava um monte de brinco na orelha, alegre, divertido, mulherengo, brincalhão. Uma delícia de fazer", afirmou Meira em depoimento ao Memória Globo. "Eu queria fazer a história do homem que tem uma segunda oportunidade. Todo mundo gostaria de ter uma segunda oportunidade de consertar a sua vida. E a partir daí o resto veio. Foi maravilhoso ter conseguido o Tarcísio. Foi uma jogada genial do Dennis Carvalho, porque o Tarcísio é o grande ícone da TV. É uma pessoa que não envelhece, não tem idade, que representa", disse Calmon. "Houve essa felicidade de temática com esse ator. Consegui o elenco que eu queria, lutei muito para ter o Caio Blat. Meu anjo tem que ser um ator de palco, jovem, um ator que possa contracenar com o Tarcísio Meira, que é uma fera. Eu sabia que ia dar certo. O forte era a trama do Tarcísio com o anjo, e a simbiose que ficou entre os dois atores, ele e o Caio Blat." Um Anjo Caiu do Céu: Cuca conhece o anjo Rafael Curiosidades O autor Antonio Calmon se inspirou nos filmes "A Felicidade Não se Compra" (1946) e "Do Mundo Nada se Leva" (1938), ambos de Frank Capra, e "Nas Profundezas do Mar sem Fim" (Ulu Grosbard, 1999) para criar as tramas da novela. Seu protagonista é uma mistura de dois amigos seus, José Medeiros, um ex-correspondente de guerra já falecido, e o fotógrafo e artista Miguel Rio Branco, reconhecido internacionalmente. O nome do personagem é uma homenagem a um tio, o senador João de Medeiros Calmon. "Prêt-à-Porter" (1994), de Robert Altman, e "Missão Impossível" (1996), de Brian de Palma, filmado em Praga, serviram de referência para a direção de Dennis Carvalho; "Um Anjo Caiu do Céu" foi o primeiro trabalho de Dennis Carvalho como diretor de uma obra de Antonio Calmon. Ele trabalhou como ator na minissérie "Sex Appeal" (1993), também de Calmon, no papel do vilão Wálter, e interpretou o personagem Jaime na novela; A obra marcou a primeira participação da apresentadora Angélica em novelas da emissora. Ela interpretou Angelina; Antonio Calmon homenageou Cassiano Gabus Mendes com o personagem Paulinho (Cássio Gabus Mendes), que finge ser um costureiro efeminado, mas no fundo ama as mulheres. Em 'Ti-Ti-Ti' (1985), escrita por Cassiano, Reginaldo Faria interpretou um personagem com esse perfil, o costureiro Jacques Léclair; Renata Sorrah destaca que nunca tinha interpretado duas personagens – a manicure Shirley e Naná, ex-mulher de João Medeiros –, em uma mesma novela e que foi desafiador fazer cenas em que uma contracenava com a outra. A atriz destaca a cena em que Shirley fazia as unhas de Naná, trabalho que demandou flexibilidade por parte da atriz; O nome da boate LZ-129 foi retirado do prefixo do dirigível Hindenburg, que explodiu sobre Nova Jersey em 1937, quando estava prestes a concluir o voo entre a Alemanha e os EUA. O Hindenburg era um orgulho do regime nazista, fazendo parte do mesmo universo de referências que os neonazistas da trama; 'Um Anjo Caiu do Céu' foi vendida para Portugal em 2001, no mesmo ano de sua exibição no Brasil. Veja Mais

Ritmo dos apoios: veja artistas que defendem Lula e Bolsonaro em cada estilo musical

G1 Pop & Arte Bolsonaro domina sertanejo; Lula é forte na MPB, pop e rap. Dos 100 cantores mais ouvidos do país, Lula tem mais apoio declarado, mas Bolsonaro tem quase o mesmo número de seguidores no Instagram. Em que ritmo anda o apoio a Lula e Bolsonaro para as eleições de 2022? Se a pergunta for musical, a resposta mostra uma divisão desigual com relação aos estilos dos apoiadores mais populares. O apoio a Bolsonaro (PL) está quase todo concentrado nos cantores sertanejos. A boa notícia para o presidente é que este é o estilo mais ouvido do Brasil. A má notícia, para ele, é que este é o único ritmo em que ele se destaca. Lula (PT) predomina entre os artistas mais conhecidos dos outros gêneros, em especial na MPB, rap e pop. O quadro abaixo, feito a partir de declarações recentes destes músicos em redes sociais e na imprensa, mostra alguns defensores mais conhecidos de Lula e Bolsonaro em cada gênero: O ritmo dos apoios musicais Veja os músicos que apoiam Lula ou Bolsonaro em cada estilo. O quadro não é uma pesquisa entre todos os músicos do país. O objetivo foi buscar artistas conhecidos, com ao menos 100 mil seguidores no Instagram, que deram declarações públicas e de repercussão em favor de Lula ou Bolsonaro, para saber como é o apoio em cada ritmo. A comparação foi feita entre Lula e Bolsonaro pois os dois candidatos são os mais bem colocados nas pesquisas mais recentes, como a do Datafolha. Ciro Gomes, que está em terceiro lugar nas pesquisas, tem dois apoios notório na música pop com voto declarado em 2022 até agora: o roqueiro Tico Santa Cruz e a sambista Alcione. E entre os artistas mais ouvidos atualmente? Além da divisão por estilos, o g1 também procurou saber qual é o apoio a Lula e Bolsonaro entre os artistas mais ouvidos no Brasil atualmente. A lista considerada foi a dos 100 artistas brasileiros em atividade mais ouvidos no país no Spotify na segunda semana de julho. Confira quem defende Lula ou Bolsonaro: A lista não inclui cantores que já defenderam um dos candidatos em eleições anteriores, mas reconsideram a posição. É o caso do ex-BBB Rodolffo, da dupla com Israel, que escreveu no Instagram que apoiou Bolsonaro em 2018 mas não necessariamente vai manter este apoio. Quem tem mais seguidores em alta? A mesma lista do 100 músicos mais ouvidos no Spotify foi base para outra comparação: quais destes artistas seguem Lula ou Bolsonaro no Instagram? O ato de seguir um político não indica, necessariamente, apoio à candidatura. Mas a comparação aponta, pelo menos, qual é o interesse por Lula e Bolsonaro entre os músicos mais ouvidos do país. Veja abaixo: Os dois lados do posicionamento A campanha eleitoral de 2022 já começou com alto índice de certeza de voto. Em maio deste ano o Datafolha já apontava que 69% dos brasileiros tinham o voto para presidente decidido. Já entre os 100 cantores brasileiros mais ouvidos, apenas 12% dos artistas declara apoio a um dos candidatos. Por que a maioria evita mostrar preferência política? "Normalmente, os artistas que se manifestam acabam atraindo muito 'hate' (ódio), xingamentos nas redes sociais e até perdem seguidores", diz a empresária Fátima Pissarra, dona da agência Mynd. Eles "evitam se posicionar exatamente para não atrair esses haters e não perderem 'jobs' (trabalhos), já que correm o risco de não serem contratados pelas marcas. Uma situação muito triste nos dias de hoje, na minha opinião, quando deveríamos estar sendo incentivados a nos posicionar", opina Fátima. "Acho que o caminho da neutralidade não é recomendável para ninguém. Acredito que todo ser humano precisa entender que é natural expressar sua opinião, sem correr o risco de morrer, não ter trabalho ou de atrair 'haters'", diz a empresária. "Quem você vai votar não deveria ser relevante para uma marca te contratar ou não, mas sim quem você é, os assuntos que você endossa e os temas que você discute", opina Fátima Pissarra. Pedro Tourinho, empresário e fundador da agência Soko, afirma que "o receio que ainda há em artistas se posicionarem politicamente vem de uma noção dos veículos de mídia de massa mais tradicionais, estabelecida principalmente durante a década de 90, de que qualquer posicionamento político poderia trazer problemas a artistas." "Isso criou uma classe artística pasteurizada, com medo de errar, que acha que não vale a pena entrar em política e alienada do debate público. Mas isso está mudando", analisa Pedro. Marcos Lauro, dono da agência Orfeu, trabalha com artistas da MPB e do rap, onde o índice de posicionamento é maior do que a média. Ele diz que "manifestação política dá muito trabalho". "Não adianta o artista só falar que está junto na causa, que concorda ou discorda, sem traduzir isso em atitudes no dia a dia. As pessoas percebem muito facilmente quando a coisa não vem de dentro, quando não é a verdade do artista, só dizendo aquilo pra agradar ou pra ganhar público", diz Marcos. Apoio reforça 'pertencimento', mas 'vida real' conta mais O apoio público de um artista "não é o fator que está entre os primordiais na campanha", explicou Mauro Paulino, comentarista político da GloboNews, em participação no"Jornal das Dez" (veja o vídeo completo abaixo). "O que pesa mais, na elaboração do voto, é de fato o que o eleitor vive no seu dia a dia", afirma Mauro. "Mas o apoio de um artista, especialmente esses influenciadores, pode ajudar em um fator que tem um peso também na elaboração do voto, que é a sensação de pertencimento", ele explica. "O eleitor, ao perceber que determinados artistas, de uma determinada linha, apoiam um candidato, se gostam destes artistas, podem se sentir pertencentes ao grupo que esse candidato está associado", diz Mauro Paulino. "Mas, certamente, o cara que tem um pôster da Anitta na parede, mas por algum motivo não gosta do Lula, não é porque a a Anitta apoiou o Lula que vai votar nele. Da mesma forma, aqueles que gostam dos sertanejos, se tiverem alguma rejeição a Bolsonaro, vai pesar mais forte essa rejeição, que se dá principalmente a partir do que ele percebe da vida real", ele pondera. Mauro: Apoio de artistas ajuda na popularidade da campanha Veja Mais

g1 ouviu #205 - Lembra desses hits? Por onde andam Semisonic, Fastball e Counting Crows

G1 Pop & Arte Saiba o que os donos de 'Closing time', 'The way' e 'Mr. Jones' estão fazendo agora. Eles contam como foi viver o auge há três décadas e descrevem como é sair dos holofotes para os bastidores. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Beyoncé dá uma guinada dançante com o atrevido e festivo 'Renaissance'; g1 ouviu

G1 Pop & Arte Sétimo álbum espanta o isolamento com uma celebração poderosa da música negra, do soul ao afrobeats. Ela faz de tudo com a voz e organiza a melhor balada do pop em 2022; leia resenha. Beyoncé lança álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram/Beyoncé "Renaissance", sétimo disco da Beyoncé, é de longe a melhor balada para se frequentar na música pop em 2022. Seis anos após "Lemonade", a cantora lança um disco festivo, que celebra a música negra dançante, do soul ao afrobeats. Ela diz que fez as músicas "observando todo o isolamento e a injustiça do ano passado". O álbum foi anunciado como parte de uma trilogia. Tudo indica que Beyoncé está no felizardo grupo de pessoas que não tiveram bloqueio criativo na pandemia. O tom político vinha aumentando nos últimos trabalhos, e até no primeiro single deste álbum, ""Break my soul". É uma pedrada com base de diva da house dos anos 90 e letra que remete ao fenômeno da "great resignation" - a onda de pessoas que largaram seus empregos após a quarentena. Mas é um pedido de demissão comemorativo, em que Beyoncé rejeita o trabalho e diz que vai construir uma nova base para ela. A surpresa é que, no álbum, ela finca essa base na pista de dança e assume o trabalho de comandar uma sequência poderosa de músicas sem respiro entre elas. Se há uma política é a da diversão como resistência. Beyoncé apresenta capa do álbum 'Renaissance' Reprodução/Instagram Não dá para chamar de "escapista" - ao contrário, Beyoncé encara o mundo. "Energy" zoa a derrota de Trump, observa que as mulheres brancas conservadoras estão virando terroristas, mas responde em forma de música pulsante, com produção de Skrillex e ótimo vocal do rapper jamaicano Beam. Na abertura, em "I'm that girl", ela encara a contramão dos valores atuais dos EUA (ela se diz "un-American"). Em "Cuff It", com base disco, ela fala sobre ficar chapada de desejo, brinca com sadomasoquismo e avisa "Você vai levitar e conhecer Deus." "Move" é uma afirmação positiva da mulher negra, ao lado da veterana Grace Jones e da revelação nigeriana Tems, com toque bombada música da nova cena eletrônica da Nigéria, o afrobeats. Os brasileiros vão achar um gosto especial em "America has a problem". A base é o miami bass, a que teve influência no funk carioca. O vocal debochado e expressivo seria perfeito para qualquer melô dos anos 90. O título da música aumentou a expectativa de que o álbum tivesse o tal teor político. No fim das contas, ela usa um sample de “Cocaine”, de Kilo Ali. Na faixa original, o "problema da América" é a cocaína. Na nova música, o problema é o excesso de sensualidade de Beyoncé. Beyoncé lança 'Break My Soul', primeiro single do álbum 'Renaissance' Reprodução/Vogue A ousadia também está na produção, como em "All up in your mind", com a base etérea do hyperpop. A faixa tem coautoria e produção de A.G. Cook, referência do maximalismo moderninho. "Alien superstar" tem sample de "I'm too sexy", do Right Said Fred. Mas o atrevimento chega ao nível máximo em "Church girl". Ela mistura um sample do grupo gospel Clark Sisters e uma base de house e de bounce, variação de rap dos sul dos EUA. A letra reflete o encontro de religião e pancadão. Sobre a base firme da música eletrõnica negra, da house (o bate-cabelo de "Pure/honey") ao dancehall ("Heated", hit em potencial com coautoria de Drake), Beyoncé passeia com uma segurança e uma versatilidade vocal impressionantes. A voz é macia e sensual em "Plastic off the sofa", um comando grave e desafiador em "Thicke", uma viagem funkadélica em "Virgo's groove" e um transe disco em "Summer Renaissance", que interpola "I feel love", de Donna Summer. Em outras cantoras seria pretensioso; nela é natural. Após vazar na internet, Beyoncé lança álbum 'Renaissance' Veja Mais

MP espanhol pede mais de 8 anos de prisão por fraude fiscal para Shakira

G1 Pop & Arte Cantora colombiana, que vive em Barcelona, é acusada de fraudar mais de 14 milhões de euros do Tesouro espanhol. Estrela pop nega as acusações. A cantora Shakira, em entrevista ao Fantástico. Reprodução O Ministério Público de Barcelona, na Espanha, pediu nesta sexta-feira (29) mais de oito anos de prisão e uma multa de cerca de 24 milhões de euros (cerca de R$ 125 milhões) para a cantora colombiana Shakira, acusada de fraudar 14,5 milhões de euros (cerca de R$ 76 milhões) do Tesouro espanhol entre 2012 e 2014. O documento com a dura sentença foi apresentado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público provincial de Barcelona depois que a cantora, que vive em Barcelona e se declara inocente, rejeitou um acordo com o Ministério Público na quarta-feira (27) e disse que estava disposta a ir a julgamento. Agora o Tribunal de Barcelona deve decidir se vai abrir um julgamento oral para a artista de 45 anos, que poderia chegar a um acordo com o Ministério Público até o último momento. O desentendimento entre as partes é, no entanto, quase total por enquanto. Em sua carta, o Ministério Público acusa Shakira de ter usado uma "estrutura corporativa" criada anos antes para evitar o pagamento de impostos na Espanha nos anos de 2012, 2013 e 2014, apesar de já residir no país por mais que os 183 dias por ano estipulado por lei. Por isso, pede para a cantora penas de mais de oito anos de prisão e o pagamento de uma multa de quase 24 milhões de euros. A carta chega dois dias depois que os advogados da cantora anunciaram que rejeitaram um acordo com o Ministério Público e que pretendiam ir a julgamento. "Com a plena convicção de sua inocência (...) Shakira não aceita acordo" com o Ministério Público e "decide avançar" com o processo, disseram seus representantes jurídicos em nota em Barcelona, onde reside a cantora, que se mostrou confiante de que "a justiça vai provar que ela está certa". Denunciando "uma total violação de seus direitos", Shakira afirmou em nota que "o Ministério Público tem insistido em recolher o dinheiro ganho em [suas] turnês internacionais e no 'The Voice'", o programa de televisão americano em que foi juíza, no período em que "ainda não era residente na Espanha". Shakira não reconhece dívida Shakira durante evento em São Paulo. Foto de dezembro de 2016 Celso Tavares/G1 A intérprete de "Waka Waka" e "Hips don't lie" lembrou que pagou 17,2 milhões de euros (R$ 90 milhões) que o Tesouro reivindicou e, por isso, considera que "não há dívida pendente". A artista sempre afirmou que agiu seguindo critérios e recomendações precisas de seus assessores. De acordo com a denúncia, no entanto, Shakira morava na Espanha pelo menos desde o ano fiscal de 2012, logo após sua relação com o jogador do FC Barcelona Gerard Piqué se tornar pública, mas manteve sua residência fiscal nas Bahamas até 2015, considerada um paraíso fiscal. O casal, que tem dois filhos, anunciou a separação em junho deste ano. A estrela foi declarada acusada neste caso em junho de 2019 perante um tribunal nos arredores de Barcelona. Em maio passado, um tribunal de Barcelona rejeitou um recurso interposto por Isabel Mebarak Ripoll, nome completo da artista, que pediu o arquivamento da investigação. Shakira apareceu nos chamados Pandora Papers, uma extensa investigação de milhões de documentos vazados publicados em 2021 pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, que acusou centenas de personalidades de terem recorrido a paraísos fiscais, principalmente para fugir do Tesouro. Veja Mais

Paolla Oliveira diz que 'Papai é pop' trouxe novo entendimento sobre maternidade: 'Com o filme, ela se aproximou de mim'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, atriz falou sobre trabalho no longa e contou qual seu sonho de carreira: 'Que eu consiga envelhecer e ainda viver do meu trabalho'. Paolla Oliveira diz que se aproximou da maternidade com o filme 'Papai é pop' Antes de se transformar na dublê Pat, da novela "Cara e Coragem", Paolla Oliveira teve uma experiência com a maternidade com a personagem Elisa, do longa "Papai é Pop". O filme, previsto para estrear em 11 de agosto nos cinemas, é livremente inspirado no livro homônimo, de Marcos Piangers, e conta a história de Tom (Lázaro Ramos), um homem que vê sua vida mudar ao se tornar pai. Ao lado da esposa Elisa (Paolla Oliveira), ele precisa aprender a cuidar da filha, tudo em meio a situações divertidas e emocionantes do cotidiano. Apesar de ser um trabalho de ficção, a personagem deu um novo entendimento à atriz sobre maternidade. "Com esse filme, eu consigo entender mais. Eu consigo entender as responsabilidades, entender que isso faz mais parte da maternidade que eu acredito, e por isso a maternidade se aproxima de mim." Paolla Oliveira é Elisa em "Papai é pop" Stella Carvalho/Divulgação A afirmação foi feita por Paolla em entrevista ao g1, ao ser questionada sobre como o trabalho com o filme mexeu com ela em relação à maternidade. "Quando eu quando eu fiz o congelamento de óculos, foi exatamente para que isso fosse uma possibilidade para mim, pra que eu tivesse alguma escolha." "Eu sei que não é uma realidade para todo mundo, é um super privilégio, mas quando eu fiz isso, é porque a maternidade tá no meu tempo, nas minhas decisões." "Mas com esse filme, ela se aproximou. Eu acredito que o que é mostrado no filme é mais real: parceria, sem romantização, uma vida real e muito amor." Lázaro Ramos e Paolla Oliveira com Malu Aloise Stella Carvalho/Divulgação "Papai é pop" foi gravado em 2020, durante o primeiro "respiro" de pandemia. "A gente gravou tudo muito cheio de regras ainda, novas regras", conta a atriz. "Foi muito especial a gente poder ter voltado para um trabalho falando de família, falando de relacionamento, falando da educação de novos pais, a desconstrução dessa maternidade idealizada." "Tudo isso dentro de protocolos novos, cheio de regras, onde o custo aumenta. É uma vitória para audiovisual a gente ter esse trabalho agora feito e com esse resultado tão bacana", celebra a atriz. Paolla Oliveira e Lázaro Ramos em cena de "Papai é pop" Stella Carvalho/Divulgação Um pouco de Elisa em Paolla Paolla diz se identificar em alguns pontos com Elisa. Logo de cara, a atriz cita que a personagem é afetuosa e que pede a colaboração de Tom nos cuidados com a família e divisão das atividades. "Eu não acredito em parceria, em relacionamentos, se a gente não tem responsabilidades equilibradas dentro de um relacionamento, seja ele familiar, ou um relacionamento amoroso." "Ela é gente boa, é fácil de se identificar", segue Paolla. "Ela gosta do trabalho, acho que ela sente falta daquele momento mulher, sabe, que muitas vezes é fundido, né?" "A gente erroneamente faz isso de fundir a mulher com a maternidade. E a hora que ela fala: 'mas, espera aí. Preciso de um momento para mim', a mulher dela surge ali, que tá sentindo falta de que ela tem um espaço para ela. Isso eu me identifico também." Paolla Oliveira e Lázaro Ramos em cena de "Papai é pop" Stella Carvalho/Divulgação "Envelhecer e viver do meu trabalho" Depois do trabalho de divulgação do longa, Paolla segue focada nas gravações da novela "Cara e coragem", que segundo a atriz, vão até o final do ano. Depois, deve focar nas férias. Para o futuro, Paolla diz que tem um sonho de carreira. Mas que não envolve nenhum personagem em específico. "Eu sou tão grata por conseguir pagar as minhas contas e viver do meu trabalho em mundos tão difíceis, onde a cultura está sendo tão massacrada, tão mal entendida, mal utilizada, que o meu desejo não é um trabalho, nenhum personagem, mas que eu consiga envelhecer e ainda viver do meu trabalho." "Vai ser um prazer muito grande estar bem mais velhinha e falar: 'não é que eu continuo fazendo o que eu gosto?'." Paolla Oliveira é a rainha que abraçou a Grande Rio Reprodução/Fantástico Veja Mais

Belo e Gracyanne Barbosa recebem ordem de despejo por falta de pagamento do aluguel de casa em área nobre de SP

G1 Pop & Arte O aluguel, somado ao IPTU, totalizava R$ 16 mil mensais. O advogado Marcelo Passos, que representa o cantor, afirmou que a ordem de despejo não procede. Segundo a ação, casal deve mais de R$ 260 mil. Gracyanne Barbosa e o marido, Belo Marcos Serra Lima/G1 O cantor Belo e a mulher Gracyanne Barbosa receberam uma ordem de despejo do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) por falta de pagamento do aluguel de uma casa em Moema, região nobre da capital. Segundo a decisão, o casal deixou de pagar o aluguel mensal de R$ 14,3 mil desde outubro de 2018. O contrato foi fechado no nome da empresa Central de Shows e Evento Ltda., que pertence ao cantor, pelo prazo de 30 meses em novembro de 2017, que, com R$ 1,7 mil de IPTU, chegava a R$ 16 mil mensais. Justiça de SP manda bloquear até R$ 7 milhões de show de Belo no Pacaembu por dívida com ex-jogador Denilson Com a quebra do contrato, eles devem pagar aluguéis, IPTU e contas de consumo que estão em atraso no valor de R$ 221.159,86, além do pagamento da multa de rescisão contratual de R$ 46.139,85. No valor da rescisão, deverá ser abatido o depósito de caução de R$ 42.900 realizado pelo casal no fechamento do contrato. Eles também foram condenados a pagar R$ 38.667,09 de indenização por danos materiais. Procurado pelo g1, o advogado Marcelo Passos, que representa o cantor, afirmou que a ordem de despejo não procede, já que "Belo e Gracyane sequer assinaram qualquer contrato de locação residencial" e que o casal também não foi citado no processo. Os nomes dos dois constam no processo. Passos alega também que a empresa citada na ordem de despejo não pertence ao cantor. "Ingressaremos com a medida judicial cabível para fins de validação dos fatos", afirmou Marcelo. Vídeos: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana Veja Mais

'Muito satisfatório', diz Katie Holmes sobre escrever, dirigir e atuar em novo filme

G1 Pop & Arte 'Alone Together' conta a história de dois desconhecidos que passam uma semana juntos no interior do estado de Nova York. Katie Holmes Caitlin Ochs/Imagem de arquivo/Reuters A atriz Katie Holmes compartilha um de seus passatempos favoritos com o mundo em seu novo longa-metragem, "Alone Together", que escreveu, dirigiu e estrelou. VÍDEO "Pinóquio", stop-motion de Guilhermo del Toro, ganha trailer VÍDEO "Pantera Negra: Wakanda para sempre" ganha 1º teaser com Namor interpretado por Tenoch Huerta O filme, gravado enquanto as primeiras vacinas contra a Covid-19 eram lançadas, é centrado em torno de dois desconhecidos que acabam passando uma semana juntos em uma casa no interior do estado de Nova York após uma reserva dupla. Os dois começam como inimigos, mas rapidamente desenvolvem um laço. Holmes disse que ver seu nome nos três principais créditos do filme é muito satisfatório. "É muito satisfatório. É o segundo filme que dirijo e sinto como se aprendesse a cada vez. E com isso tenho uma sensação especial de orgulho, pois o filme é todo nosso, e houve tantas colaborações", disse Holmes. O ator Jim Sturgess coestrela o filme e explicou como se beneficiou da atuação de Holmes em tantas frentes. "Eu fiquei curioso e um pouco apreensivo. Eu não vou mentir. E então virou algo que eu sempre gostaria que fosse no set. Você tem todas as pessoas mais importantes para o filme em uma pessoa só", explicou. "Alone Together" foi lançado em cinemas selecionados nos Estados Unidos no dia 22 de julho. Veja Mais