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Universo da DC no cinema pode ter reboot baseado no projeto Renascimento

canaltech Em 2011, quando a DC Comics sofreu seu maior reboot em décadas, com os Novos 52, muitos leitores ficaram reticentes com relações às mudanças profundas em vários ícones da editora. As previsões se confirmaram e geral não curtiu essa fase. Somente com o projeto Renascimento, lançado por Geoff Johns em 2016, é que o Universo DC começou a voltar aos trilhos. E, segundo rumores recentes, isso também pode acontecer no cinema. 11 momentos mais emocionantes dos quadrinhos da DC Crítica: Watchmen na HBO ainda não convence na estreia, mas tem potencial Por que é um erro achar que Coringa “venceu” os Vingadores no Oscar Bem, como sabemos, o filme da Liga da Justiça deveria, em 2017, iniciar sua própria trilogia e servir de pilar para o crescente Universo Expandido DC (DCEU, na sigla em inglês). Contudo, tudo mudou com o fracasso de bilheteria (arrecadou US$ 657,91 milhões, com orçamento de US$ 300 milhões) e da trama, que se mostrou inconsistente e não agradou nem ao público em nem à crítica. Relógio do Juízo Final reúne os heróis do Universo DC com os de Watchmen (Reprodução/DC Comics) Agora, com o vindouro filme do Flash sendo baseado em Ponto de Ignição (ou Flashpoint na saga original), muitos fãs têm cogitado a possibilidade desse filme ser um reboot para a Liga da Justiça no DCEU. De acordo com o DCEU Mythic, o novo longa, que teria o nome Justice League: Rebirth, não seria conectado de forma alguma com Liga da Justiça de 2017 ou o com o Snyder Cut do HBO Max. Segundo os burburinhos, a Warner Bros já estaria de olho em alguém para supervisionar o projeto, enquanto busca nomes para a equipe criativa. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Vale destacar que Renascimento foi um marco recente na DC Comics, pois o projeto trouxe de volta importantes características da editora, especialmente os conceitos de legado e relacionamentos entre os heróis — duas coisas que foram abolidas durante os Novos 52. Além disso, foi o que trouxe à vida novas e interessantes fases para o Flash, a Sociedade da Justiça, a Legião dos Super-Heróis, a fantástica maxissérie Relógio do Juízo Final e a linhas de narrativa como a dos três Coringas. Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! Isso tudo faz sentido, de certa forma, pois se o filme do Flash deve escancarar o Multiverso DC nos cinemas, assim como o Arrowverse fez nas telinhas, seria bom termos um reboot com a definição de uma Terra principal. E isso cairia como uma luva no momento que a DC Films e o DCEU vivem. O jeito é aguardar um pouco mais para confirmar se essa conversa é verdadeira. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Astronautas na ISS fotografam aproximação do cometa NEOWISE; veja imagens

canaltech O Cometa NEOWISE, também chamado de C/2020 F3, tem sido motivo de entusiasmo para astrônomos e até mesmo para os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS). Enquanto se espera que ele se torne brilhante o suficiente para ser visto a olho nu, Bob Behnken e Ivan Vagner o fotografaram do espaço no último fim de semana. Novo cometa é descoberto pelo observatório espacial SOHO, que já encontrou 4 mil Brasileiros fotografam cometa recém-descoberto — e se aproximando da Terra! Objeto intrigante era um cometa "disfarçado" entre meteoros perto de Júpiter Quando foi descoberto no final de março, o cometa gelado estava com brilho bastante fraco, e os astrônomos não tinham certeza de que isso mudaria em algum momento. Mas, com o passar do tempo, o cometa se tornou cada vez mais luminoso, chamando a atenção dos observadores após a decepção com outros dois cometas promissores que desapareceram recentemente. Last night's fireworks, for real. Because Science. #NEOWISE #comet pic.twitter.com/IKcJ1wLFAl -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- — Bob Behnken (@AstroBehnken) July 5, 2020 Bob Behnken, astronauta que foi à ISS a bordo da Crew Dragon no final de maio, publicou suas fotos do cometa em sua conta no Twitter no domingo (5). O cosmonauta russo Ivan Vagner também fotografou o cometa, mas de uma perspectiva diferente, dando a impressão de que o cometa está caindo na Terra. A imagem de Vagner é particularmente fascinante porque nela podemos distinguir claramente a cauda do NEOWISE, que é formada pela radiação do Sol que empurra a poeira do coma, uma espécie de bolha ao redor do cometa, enquanto o gelo se aquece e se transforma em gás. Foto:  Ivan Vagner/Roscosmos/NASA Em 3 de julho de 2020, o cometa passou pelo seu periélio, ou seja, a maior aproximação do Sol durante seu trajeto orbital, a uma distância de 0,29 UA (equivalente a 43 milhões de km). No entanto, espera-se que ele se torne visível a olho nu quando fizer sua maior aproximação da Terra, o que acontecerá entre os dias 22 e 23 de julho. Por enquanto, os que tiverem um bom par de binóculos adequados para astronomia podem observar o cometa no céu noturno. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

IBM prestará consultoria gratuita ao governo de São Paulo durante a pandemia

canaltech A IBM anunciou na última quinta-feira (2) que prestará serviço voluntário de consultoria ao governo de São Paulo durante este período de pandemia da COVID-19. A empresa ajudará nas próximas etapas do projeto InovaHC - um movimento para incentivar a inovação dentro e fora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O objetivo é promover o desenvolvimento de um ecossistema que possibilite a transferência de conhecimento científico, tecnológico e cultural entre os setores público e privado. Além disso, os consultores também apoiarão o design, o planejamento e os recursos necessários para escalar um piloto para acelerar a adoção de novas tecnologias, como Internet das Coisas (IoT), Blockchain e Cloud, por pequenas e médias empresas do Estado. "Temos orgulho em anunciar que trabalharemos com o Governo do Estado de São Paulo para continuar desenvolvendo um ecossistema colaborativo que permita a transferência de conhecimento científico", afirma Thais Marca, gerente geral de IBM Services América Latina. "Isso inclui também o uso e aplicação de tecnologias disruptivas como Blockchain, Cloud e Inteligência Artificial em todo o estado". Trabalho voluntário Durante este período de pandemia, a IBM afirmou ainda que seus funcionários alocaram mais de 26 mil horas de trabalho voluntário, usando a tecnologia como um facilitador, para ajudar instituições educacionais, ONGs, governos e empresas a desenvolver iniciativas e programas que apoiem a sociedade e as comunidades em todo o estado de São Paulo. De acordo com a companhia, as horas gastas são equivalentes a mais de 12 anos de trabalho contínuo - se considerarmos uma jornada de trabalho individual de 8 horas por dia, 5 dias por semana. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Nessa linha, as horas de voluntariado dos 'IBMistas' foram dedicadas principalmente a programas de treinamento para professores e alunos, tradução de conteúdo, consultoria de negócios, desenvolvimento e adaptação de soluções que usam IA, Cloud ou Blockchain e orientação on-line, entre outros. Entre os programas desenvolvidos, está a localização da solução Watson Assistant for Citizens. No projeto, a IBM está entregando esse serviço globalmente e de forma gratuita para ajudar governos e entidades a responder perguntas frequentes sobre a COVID-19. Para oferecer a solução na região, os especialistas da IBM dedicaram seu tempo a treinar o assistente virtual, no idioma local, incluindo informações importantes para os cidadãos sobre cada cidade ou país. Atualmente, o Governo Nacional da Colômbia e a Sociedade Mexicana de Pneumologia e Cirurgia Torácica são algumas das instituições que já lançaram a solução. Educação Outro projeto envolve uma parceria entre a IBM e a Cisco para ajudar as instituições educacionais da América Latina a continuar com suas aulas regulares usando a plataforma Cisco WebEx. Usando o conhecimento dos voluntários da IBM, mais de 1.100 de seus colaboradores ministraram aulas para os professores, para que eles pudessem tirar o máximo proveito da plataforma, bem como ajuda telemática em tempo real para resolver quaisquer questões ou problemas técnicos. Mais de 9.300 professores e educadores foram treinados, atingindo mais de 164.000 estudantes em toda a região. Outro projeto também envolve localização e desenvolvimento da Open P-Tech, uma plataforma gratuita de educação digital, que disponível em espanhol, português e inglês. O objetivo da solução é oferecer a jovens e educadores treinamento em segurança cibernética, inteligência artificial e computação em nuvem, além de habilidades profissionais como redação de currículo e entrevistas. Os voluntários da IBM desenvolveram atividades relacionadas ao avanço do programa na América Latina, como a criação do plano de atividades, webinars, desenvolvimento de vídeo e tradução de conteúdo, para que a plataforma esteja localizada de acordo com as necessidades dos países da região. Atualmente, mais de 13.400 estudantes estão registrados na plataforma na América Latina. "A chave para fazer a diferença na transformação de nossa sociedade é acompanhar organizações, instituições educacionais, governos e empresas no caminho da digitalização", ressalta Ana Paula Assis, Gerente General de IBM América Latina. "Nesses momentos sem precedentes, como o que estamos vivendo, tenho orgulho de que os 'IBMistas' tenham se unido para colaborar com nossa comunidade, possibilitando o uso da tecnologia; fornecendo recursos, experiência, tempo e dedicação para fazer a diferença para os cidadãos e para nossa sociedade", completa. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Google Play Store recebe novos detalhes visuais nos menus de categorias

canaltech Os aplicativos do Google constantemente mudam de visual em testes que, não raro, limitam-se a apenas uma pequena parcela de celulares mundo afora. Às vezes, esses testes chegam a tantos aparelhos que acabam noticiados, como é o caso de uma aparente alteração na disposição e visual geral das abas Categorias e Família da Play Store. O que fazer quando a Play Store não abre Desativou a Google Play sem querer? Saiba como recuperar o ícone no Android Google explica como funciona a IA de recomendações da Play Store De acordo com o 9To5Google, alguns dispositivos passaram a mostrar uma mudança na interface da loja de aplicativos que, bem possível, é uma alteração final sendo liberada aos poucos a todo mundo. Os ícones das categorias foram redesenhados, deixando aquele visual circular para mostrar imagens mais discretas. Dentro de Apps, a sessão com as principais categorias foi abandonada, já que havia uma redundância — as mesmas ali mostradas se repetiam na lista abaixo. Já em Família, a mudança foi apenas nos ícones de cada menu. Compare abaixo como era e, depois, como ficou. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Visual antigo e novo da aba Categorias dentro de Apps na Google Play Store (Captura de tela: Canaltech) Na redação do Canaltech, ficou dividido: bastante gente já consegue ver o novo visual, enquanto outros seguem visualizando o antigo. O que apenas reforça que deve ser uma alteração geral, que chegará aos poucos, via servidor. O que você achou da mudança? Já está disponível aí na sua Play Store? Conta pra gente nos comentários abaixo. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

OMS vai receber em breve resultados de testes de medicamentos para a COVID-19

canaltech A OMS (Organização Mundial de Saúde) vai, em breve, obter os resultados de testes clínicos de medicamentos que podem ser efetivos no tratamento da COVID-19.  Segundo declaração de Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da organização, feita nesta sexta-feira (3), cerca de 5.500 pacientes em 39 países foram recrutados para trabalhar em seu programa de testes, o Solidarity, e os resultados devem ser divulgados em duas semanas. O programa Solidarity, ou Solidariedade em português, começou divido em cinco partes, testando medicamentos que possam combater o novo coronavírus. Entre os remédios testados estão o antimalárico hidroxicloroquina, ou cloroquina, o lopinavir/ritonavir sozinhos, usado contra a HIV, e o lopinavir/ritonavir combinado com interferon. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS (Foto: Reprodução) Mike Ryan, chefe do programa de emergências da OMS, falou à imprensa sobre a vacina contra a COVID-19, afirmando que seria imprudente de sua parte prever quando a prevenção estaria pronta para ser distribuída.  Caso alguma vacina funcione e seja aprovada até o fim do ano, a próxima questão a ser resolvida será a produção em massa, para que fosse distribuída à população o quanto antes. Cerca de 18 possibilidades da vacina estão sendo desenvolvidas, algumas já apresentando resultados positivos. Ryan aproveitou a coletiva de imprensa para lamentar as consequências trazidas com a pandemia. "Lamento que não houve o acesso justo e acessível às ferramentas da COVID. Lamento que alguns países tenham mais que os outros, e lamento que alguns países tiveram trabalhadores da linha de frente que morreram por causa disso", completou.   Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Chrome faz testes com abas para aumentar vida útil de baterias em notebooks

canaltech Apesar da confortável liderança entre os navegadores web, o Chrome segue conhecido pelo alto consumo de memória RAM e energia, algo pelo qual um de seus principais concorrentes, o Microsoft Edge, foi bastante elogiado ao ganhar nova versão baseada no Chromium. Alerta a essas movimentações, a Google tem focado em tornar o seu principal browser mais leve e dinâmico, investigando as principais causas desses problemas como o carregamento de anúncios pesados, por exemplo. Google testa recurso para esconder URLs na barra de endereços do Chrome Chrome agora suporta reconhecimento facial e biométrico do Windows Hello De acordo com informações obtidas pelo TheWindowsClub, a gigante das buscas está de olho nos processos em segundo plano das guias, apontada como um dos grandes vilões para o alto consumo de energia em notebooks. Para reduzir esse incômodo, a empresa está trabalhando para reduzir o timer de ativação do Javascript para 1 minuto nas guias em segundo plano, limitando assim o envolvimento das mesmas com tarefas desnecessárias, como verificar se a posição da rolagem mudou e interações com anúncios, por exemplo. Tarefas não essenciais em segundo plano resultam em consumo desnecessário de bateria (Reprodução: TheWindowsClub) Conforme divulgado pelos testes da Google, em um cenário mais realista, tal otimização dos timers Javascript é capaz de aumentar a duração da bateria em quase 36 minutos (13%) para um usuário que possui até 36 guias rodando em segundo plano, além de um vídeo do YouTube em primeiro plano. O recurso se aplica tanto para a versão do navegador para Windows, quanto para Mac, Linux, Android e Chrome OS. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.-   Safari também utiliza mesmo método O intervalo de pesquisa de 1 minuto no Javascript não é algo descoberto pela Google e já foi adotado pelo Safari, da Apple. Contudo, a Google está realizando inúmeros testes por conta do alto números de aplicativos web disponíveis no Chrome, algo que exige bastante da execução em segundo plano. A publicação cita que, caso a redução do tempo limite prejudique essas aplicações, a companhia pode optar por ativar esse limite de tempo somente após 5 minutos de inatividade. Chromium x Chrome: Afinal, qual é a diferença entre os dois navegadores? Aos interessados, a funcionalidade está em testes na versão 86 do Chrome em uma das flags, sem previsão de quando será liberada para o usuário final. Não se sabe também se o tal recurso será disponibilizado ao novo navegador Edge baseado no Chromium. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Games podem ficar (ainda) mais caros no Brasil com a nova geração

canaltech NBA 2K21 é o primeiro game da nova geração de videogames a subir o preço para a faixa acima dos US$ 60 típicos de lançamentos nos Estados Unidos. A versão do game de basquete foi anunciada para PlayStation 5 e Xbox Series X ao preço de US$ 69, equivalente a R$ 370 aproximadamente. Análise | A US$ 500, qual seria o preço do PlayStation 5 no Brasil? PS4 e Xbox One | Por que os preços disparam em meio à pandemia? Microsoft promete demo de até 100 jogos em evento marcado para julho Este pode ser o início de um novo padrão de preço para jogos. Desde 2005, na época do lançamento do Xbox 360 e PlayStation 3, os games AAA passaram a ser lançados ao preço de US$ 60 lá nos Estados Unidos, custo que se mantém até hoje. Há tempos as empresas vêm discutindo que o modelo não se sustenta e que um aumento de receita é necessário. Por conta disso, as publicadoras arrumaram outras formas de aumentar o faturamento, com microtransações, pacotes extras (DLCs) e itens vendidos separadamente dentro do jogo. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Outra questão é o custo de desenvolvimento dos jogos. Com tecnologias e mecânicas mais complexas, e jogos cada vez maiores, também se tornou mais caro fazer os chamados triple A. Com a nova geração chegando no final de 2020, tudo indica que o preço nas prateleiras deve ocorrer. NBA 2K21 é o primeiro a ser anunciado pelo novo preço, sendo que a versão par PlayStation 4 e Xbox One custa os convencionais US$ 60. Segundo a IDC, em pesquisa compartilhada com o Gamesindustry, o montante necessário para fazer um jogo subiu de 200% a 300% de 2005 para cá. Dos US$ 60 para os US$ 70, o aumento é de apenas 17% em 15 anos. A IDC disse que tem mantido contato com publicadoras, mas as empresas ainda não confirmaram se devem fazer o mesmo movimento que a 2K com o jogo da NBA.   E no Brasil?  Embora haja empresas que fabricam os discos e comercializam as versões digitais dos jogos no Brasil, o mercado nacional de games ainda é muito atrelado ao preço em dólar. Isso acontece porque boa parte do nosso mercado ainda ser abastecido pelo mercado cinza, importando do Paraguai. Isso quer dizer que, sim, o aumento de US$ 10 lá nos Estados Unidos pode refletir nos custos dos games aqui no Brasil, sobretudo caso outras companhias entrem nessa. Isso significa que os games serão lançados aqui a R$ 370 (relativo aos US$ 70)? A resposta é não. Atualmente, os jogos AAA no Brasil chegam ao preço médio de R$ 250, considerando a cotação do dólar acima dos R$ 5 e o jogo sendo vendido a US$ 60 lá nos Estados Unidos. Caso o preço no Brasil reflita diretamente o aumento lá fora, ou seja, dos 17%, isso jogaria o preço dos games aqui para cerca de R$ 290. Recentemente, a EA anunciou o preço do novo jogo da série FIFA no mercado brasileiro. FIFA 21 chegará por aqui por R$ 299 na edição padrão, embora o preço lá fora ainda seja US$ 60. Com o ajuste de 17%, o preço subiria para a casa dos R$ 350. Assim como lá fora, contudo, ainda não é possível saber qual será a variação do preço dos jogos para a próxima geração de consoles. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Encok W04 Pro TWS: Xiaomi lança novos fones com design dos AirPods

canaltech A Xiaomi já deu o pontapé inicial em seu cronograma de lançamentos para este segundo semestre do ano apostando em produtos com bom custo-benefício. Após os smartphones baratinhos Redmi 9A e Redmi 9C, a fabricante chinesa acaba de anunciar, neste final de semana, o Encok W04 Pro TWS, um fone de ouvido com design semi-auricular que lembra bastante o tradicional design dos Apple AirPods. Apostas elétricas! Xiaomi pode anunciar carro e carregador de 100W em breve Novos celulares da Xiaomi devem ter chip próprio com ajuda da MediaTek O produto foi desenvolvido com a parceira ecológica da Xiaomi chamada Baseus, conhecida pela fabricação de outros acessórios como cabos USB, adaptadores e mais, e está disponível para compra através da loja virtual Youpin. Com a missão de entregar boa qualidade de áudio a um preço competitivo, o Encok W04 Pro é equipado com Bluetooth 5.0 e placa de processamento dupla, permitindo assim que o fone esquerdo e direito se conectem ao mesmo tempo, além de reproduzir músicas com a distância máxima de 5 metros. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Baseus Encok W04 Pro TWS está disponível em quatro cores diferentes (Divulgação: Xiaomi) Áudio com alta definição e bateria de até 20 horas Outra especificação interessante encontrada no Baseus Encok W04 Pro para entregar uma qualidade de áudio está o alto-falante de bobina móvel de 13 mm, complementado por um diafragma composto de PU de alta elasticidade, além da velocidade de transmissão pode chegar a 24 Mbps que ajuda a evitar interferências na transmissão entre o fone e o celular. [Guia] Como escolher um fone de ouvido? No mais, o Baseus Encok W04 Pro também conta com controle capacitivo sensível ao toque, permitindo pausar as músicas da sua playlist com um clique duplo ao lado de um dos fones, e compartimento móvel de bateria com 400 mAh. De acordo com a fabricante, o gadget pode ser carregado até 4 vezes seguidas dessa forma e tem autonomia de até 20 horas. O Baseus Encok W04 Pro chega ao mercado com quatro opções de cores (branca, rosa, cinza e preto) e está disponível em duas versões: a padrão com preço de 158 yuan (R$ 118,50 em conversão direta) e outra com carregamento sem fio por 188 yuan (aproximadamente R$ 141). Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Qual a diferença entre smartwatch e smartband?

canaltech Apesar de, em muitos casos, serem visualmente parecidos e até mesmo possuírem funções semelhantes, um smartwatch e uma smartband são dispositivos do tipo wearable (vestível) que possuem diversas diferenças significativas. Além da independência de recursos, duração da bateria e do design, uma das maiores diferenças entre os dois dispositivos está no preço. Se você está pensando em adquirir um deles, deve ficar atento e avaliar qual dos gadgets melhor atende às suas necessidades. WatchOs 7: veja quais Apple Watch serão compatíveis com o sistema Como a tecnologia pode nos ajudar a ser mais saudáveis? Smartwatch: conheça modelos com funções variadas Confira abaixo neste artigo as principais diferenças entre um smartwatch e uma smartband: -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- 1. Independência dos recursos Uma das primeiras diferenças que pode ser elencada diz respeito à independência dos recursos de cada um dos gadgets. Um smartwatch funciona de forma mais independente, sem precisar ficar conectado todo tempo a um smartphone. Já uma smartband depende diretamente de conexão com o smartphone para realizar suas funções. Apesar de receber inúmeras notificações do celular como mensagens, ligações, uma smartband não é capaz de acessar nenhum dos apps de forma independente. Isso acontece porque a smartband acaba tendo um foco muito maior no monitoramento físico dos usuários. Uma smartband é mais voltada para funções de monitoramento de exercícios (Imagem: Divulgação/Xiaomi) O smartwatch consegue ser mais independente, permitindo acessar alguns apps e redes sociais sem que seja preciso tirar o celular do bolso. Apesar disso, o wearable ainda exige que os usuários façam a conexão Bluetooth com os seus celulares para exibir monitoramentos mais detalhados. 2. Duração da bateria Com mais recursos e mais autonomia, é natural que a bateria de um smartwatch acabe durando menos do que a de uma smartband. Ainda é preciso ficar atento, pois o uso constante de um smartwatch e a necessidade de várias cargas em curtos períodos de tempo pode impactar na vida útil do dispositivo. E isso indica um ponto positivo das smartbands: o tempo de duração da bateria é bastante alto. A bateria da linha Mi Band da Xiaomi, por exemplo, mesmo com uso constante, pode ter a duração aproximada de 30 dias sem precisar de uma carga extra. 3. Design É muito comum encontrar à venda diversos modelos de smartwatches e smartbands que são visualmente parecidos. Mas, ainda assim, outras características acabam ficando bastante em evidência, como o peso. Um smartwatch acaba sendo bem mais pesado que uma smartband, porque possui mais componentes internos que são capazes de permitir que o dispositivo funcione de forma mais independente. Um smartwatch acaba mantendo um design mais próximo de um relógio (Imagem: Reprodução) Apesar disso, muitos modelos de smartwatch tentam não sair do padrão de design que se pareça de fato com um relógio, com visores mais largos. Já uma smartband possui uma tela bem menor e tenta manter um visual mais parecido com uma pulseira. 4. Preço Um dos maiores diferenciais de um smartwatch e uma smartband está no preço. Um smartwatch possui mais opções de recursos, maior independência e até mesmo um visor maior. Todos estes fatores impactam diretamente no preço dos dispositivos, o que acaba tornando um smartwatch mais caro do que uma smartband convencional. Smartwatch ou smartband? Qual comprar? Se, ainda assim, você está na dúvida de qual destes dispositivos comprar, um dos principais fatores que pode ser decisivo para responder a esta pergunta é analisar: quais as suas necessidades e quanto você está disposto a gastar. Para usos mais autônomos, sem precisar destravar o celular ou tirá-lo do bolso, a melhor opção é comprar um smartwatch. Mas, fique atento, pois nem todos os smartwatches podem ser compatíveis com o seu celular Modelos como os da Apple são compatíveis apenas com os próprios dispositivos da empresa. Para mais informações sobre compatibilidade de smartwatch, você pode acessar o artigo abaixo: Como saber se um smartwatch é compatível com o seu celular Se o preço é um fator dominante na hora de comprar, considere comprar uma smartband. Além de baixo custo, uma smartband tem funções muito precisas de monitoramento de exercícios físicos e alguns modelos conseguem até mesmo monitorar o sono dos usuários. E você, possui um smartwatch ou uma smartband? Deixe nos comentários qual o modelo que você possui e se ele atende bem às suas necessidades. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Homologado pela Anatel: o que significa isso?

canaltech A Anatel, que é a sigla para Agência Nacional de Telecomunicações, é uma agência vinculada ao Governo Federal, que é responsável pela regulamentação, fiscalização, entre outras atribuições, de serviços e produtos de telefonia tanto fixa, quanto celular. Sendo assim, ela é a responsável por todo esse setor no Brasil. Ao pesquisar sobre marcas e aparelhos, você certamente encontrará matérias certificando que essas foram homologadas pela Anatel. Mas você sabe como isso funciona? O que significa a homologação pela Anatel? E por que ela é tão importante para o seguimento? Descubra essas e outras respostas em nossa matéria a seguir. Novo Portal do Consumidor da Anatel promete agilizar atendimento Tudo sobre a Anatel Serviço “Não Me Perturbe”, da Anatel, já teve mais de 600 mil registros Como funciona a Homologação?  O ato de homologar, é por definição um tipo de confirmação ou aprovação de uma sentença dada por uma autoridade. Nesse sentido, é um ato administrativo através do qual um órgão que tem poder de decisão pode aceitar um determinado pedido feito por uma entidade, atribuindo assim a aprovação daquele pedido. Mas como isso funciona para a Anatel? -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Qual é o papel da Anatel?   Em meados de 2018, era criada o Plano de Ação de combate à Pirataria (PACP) que almejava o fortalecimento da fiscalização no combate à comercialização de equipamentos de telecomunicações sem homologação. Ou seja, equipamentos e serviços comercializados de forma ilegal. Dessa necessidade, a Anatel é responsável pela fiscalização de serviços e dispositivos, que são testados e aprovados pela agência para serem liberados para o consumo no mercado brasileiro. Então a Anatel, atua como um órgão de proteção ao consumidor. Submetendo os aparelhos e serviços á serem testados antes de seu contato com os consumidores. Atualmente, a Anatel protege os consumidores de possíveis defeitos e problemas no uso de eletrônicos e eventuais falhas de qualidade de serviços de comunicação. Fachada da sede da Anatel - (foto: Divulgação do site Anatel.gov.br) O que significa a homologação da Anatel? Fabricantes que desejam vender seus produtos no Brasil, devem oferecer unidades de seus produtos para testes previstos pela Anatel. Nesses testes serão validados: chance de choques elétricos; exposição a campos eletromagnéticos acima dos limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS); possíveis vazamentos de materiais tóxicos; chance de explosão interferências em outros serviços regularmente estabelecidos como o controle de tráfego aéreo e as redes de comunicação móvel (redes de celulares) Dessa forma, a certificação e homologação da Anatel garante ao consumidor a aquisição e uso de produtos de telecomunicações que respeitam os padrões de qualidade, segurança e funcionalidades técnicas previamente regulamentados. Essa medida, pe um pré-requisito obrigatório para fins de comercialização e utilização no Brasil. Então, todas às vezes que for realizar uma compra de aparelhos ou serviços, é possível checar rapidamente se eles são seguros, apenas verificando se eles apresentam um certificado de homologação da Anatel. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Preços de smartphones subiram até 266% no primeiro trimestre brasileiro

canaltech Os preços dos smartphones subiram bastante no primeiro trimestre do mercado brasileiro e, como consequência, as vendas caíram. É o que diz o estudo Brazil Mobile Phone Tracker Q1 2020, publicado pela firma de consultoria IDC nesta semana. De acordo com o levantamento, o preço oficial dos aparelhos no cenário nacional subiu 15,1% em janeiro, fevereiro e março em relação ao ano passado, devido à alta do dólar, com média de R$ 1.473. Xiaomi ultrapassa Huawei em mês de forte queda nas vendas de smartphones LG volta a registrar queda nas vendas de smartphones Os mais vendidos, com 5,1 milhões de unidades, foram os intermediários premium, com preços entre R$ 1 mil e R$ 1.999, o que representas valores 53% mais caros do que em 2019. Os flagships tiveram 1,2 milhão de unidades comercializadas e ficaram entre R$ 2 mil e R$ 2.999, com aumento de 266,5% na comparação com o primeiro trimestre de 2019. Os feature phones, os mais simples, ficaram 62,1% mais caros, custando em média R$ 177. No primeiro trimestre de 2020 foram comercializados oficialmente no Brasil 10,4 milhões de celulares, 8,7% a menos do que no mesmo período do ano passado. Do total, 9,8 milhões foram smartphones (queda de 7,8% em relação a 2019) e 544 mil foram feature phones (-22,4%). O aumento geral de negócios de 14% em janeiro até animou setor, mas a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) começou a causar um impacto no mercado nacional já em fevereiro, com queda nas vendas de 4%. Em março, o desabastecimento do comércio também ajudou a diminuir ainda mais o consumo, com baixas de 27% em relação a 2019. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- No primeiro trimestre de 2020 foram comercializados oficialmente no Brasil 10,4 milhões de celulares (Reprodução/Pixabay) No mercado oficial, a receita dos smartphones no primeiro trimestre deste ano foi de R$ 14,5 bilhões, enquanto a de feature phones ficou em R$ 96 milhões — 6,2% e 25,9% maiores, respectivamente, do que no mesmo período de 2019. Já nas vendas paralelas não oficiais, de janeiro a março foram comercializados 1,1 milhão de celulares, com alta de 135% em relação ao primeiro trimestre de 2019 — a queda de 10% no preço ofertado no mercado cinza contribuiu para esses números. As contas do segundo trimestre ainda não foram fechadas, e o levantamento prevê uma queda de 32%, mesmo com datas importantes, como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. O fechamento do comércio deve trazer um grande impacto na receita geral. A busca dos consumidores por mais serviços de streaming e ensino à distância, contudo, teria aumentado a busca dos brasileiros por celulares com mais recursos, o que pode amenizar um pouco a crise no setor nacional. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Jurassic World 3 | Elenco de Jurassic Park terá papel importante no filme

canaltech Quem é fã de Jurassic Park tem apego a muitas coisas: a direção de Steven Spielberg, a trilha sonora de John Williams, os dinossauros e o elenco que evoca muita nostalgia e que fez falta nos novos filmes. Mas isso vai mudar! Sam Neill confirmou sua presença, assim como a de Jeff Goldblum e Laura Dern, em Jurassic World: Dominion. Isso nós já sabíamos, mas a notícia do ator é ainda mais empolgante, porque eles não farão apenas participações especiais e terão grande importância na trama reprisando seus papéis como Alan Grant, Ian Malcolm e Ellie Sattler. Embora a nova trilogia Jurassic World tenha desenvolvido um apreço pelos personagens de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, o retorno de Neill, Goldblum e Dern é motivo de comemoração, já que os três não aparecem juntos desde o original de 1993. Em entrevista ao Yahoo Movies UK, Neill prometeu que os atores poderão ser vistos "durante todo o filme” e brincou dizendo que provavelmente não irá correr tão rápido quanto corria há 27 anos. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Neill ainda disse que seus colegas de elenco de longa data estão “ansiosos para retornar”. “Nós todos vamos viver na mesma casa por três ou quatro meses, então isso vai ser divertido”, comentou. “E todo mundo ama Chris e Bryce também, então acho que seremos um grupo muito feliz”. Imagem: Universal Pictures Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Com essa informação, Jurassic World: Dominion deve marcar a união das duas trilogias, com a antiga geração tendo um encontro realmente significativo com os novos personagens. Antes disso, o único retorno havia sido uma pequena participação de Goldblum em Jurassic World: Reino Ameaçado. O terceiro Jurassic World foi descrito por Pratt como um Vingadores: Ultimato dos filmes Jurassic Park/World. O retorno dos três atores não deve ser algo forçado ou imposto ao filme para agradar os fãs que esperam esse momento desde Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros. Segundo Colin Trevorrow, roteirista da trilogia, a inserção dos personagens nos novos filmes é um sonho de longa data, mas ele estava aguardando o momento certo para fazer isso de forma mais orgânica. Jurassic World: Domination | Diretor compartilha imagem dos bastidores do filme Jurassic World: Domination retoma as gravações em julho no Reino Unido Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado e DNA modificado A trama de Jurassic World: Dominion tem sido mantida em segredo e, embora as gravações ainda estejam suspensas por causa da pandemia, a data de estreia no Brasil está marcada para acontecer em 10 de junho de 2021. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

WhatsApp: como converter mensagens de voz em texto no Android

canaltech Você com certeza já recebeu um áudio no WhatsApp, mas não podia ou não estava com muita vontade de ouvi-lo naquele momento. Nestes casos, é possível utilizar o app Transcriber para WhatsApp, que está disponível em acesso antecipado para dispositivos Android. Dominando o WhatsApp: aprenda 15 truques não tão conhecidos assim WhatsApp Web: como ser notificado quando um contato estiver online Como acelerar áudio no WhatsApp O app é gratuito e, com ele, é possível transcrever as mensagens de áudio diretamente no WhatsApp. Caso seja preciso, os usuários podem acessá-las diretamente no histórico do app e respondê-las depois com calma. Confira abaixo neste tutorial como: Whatsapp: como converter mensagens de voz em texto no Android Passo 1: baixe o app Transcriber para WhatsApp na Play Store e instale em seu dispositivo. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Baixe e instale o app Transcriber para WhatsApp (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: abra no WhatsApp o áudio que você quer transcrever, selecione-o pressionando o dedo por alguns segundos e clique no ícone de “Três pontos” no canto superior direito. Abra no WhatsApp o áudio que você quer transcever, selecione-o e clique no ícone de "Três pontos" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: com o menu aberto, clique em “Compartilhar”. Em seguida, clique em "Compartilhar" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: procure o app na lista e selecione-o. Procure o app na lista e selecione-o (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: uma pop-up será exibida pedindo permissão para acessar a mídia em seu dispositivo. Clique em “Permitir” para prosseguir. Clique em "Permitir" para que o app acesse as mídias do seu dispositivo (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: espere o app fazer a conversão. Dependendo do tamanho do áudio que você quer transcrever, pode demorar alguns minutos. Espere a conversão do áudio ser feita para texto (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 7: a transcrição foi feita e você pode visualizar diretamente no WhatsApp. Com a transcirção concluída, você pode vê-la diretamente no WhatsApp (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: caso não possa responder a mensgaem naquele momento, você pode visualizar o histórico de transcrições diretamente no app. Caso não possa responder na hora, pode abrir o app e ler a mensagem no histórico (Capture de tela: Matheus Bigogno) Pronto! Agora você pode transcrever os áudios que você recebe no WhatsApp. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

YouTube implementa respostas automáticas a comentários para criadores de vídeos

canaltech Criadores de conteúdo recebem milhares de comentários a cada vídeo novo e, humanamente falando, é impossível respondê-los um por um. Mas uma novidade do Google para influenciadores com canais de alto tráfego no YouTube pode ajudar a minimizar isso. A empresa anunciou em seu blog oficial o sistema de smart reply, basicamente, um algoritmo que sugere respostas automáticas para determinados tipos de comentário sem que o dono do vídeo tenha que digitar nada. Pelo post, os criadores do novo recurso informaram que esse sistema não é o mesmo visto pelo Smart Compose implementado no Gmail, ressaltando até que tiveram que construir uma tecnologia de processamento de linguagem específica para que o Smart Reply do YouTube contemplasse o uso de emojis — sim, emojis estarão entre as sugestões de respostas. Sistema Smart Reply para responder automaticamente a comentários no YouTube foi anunciado pelo Google via postagem no blog oficial (Imagem: Divulgação/Google) “Comparado aos e-mails, que tendem a ser longos e dominados por um discurso mais formal, os comentários do YouTube trazem padrões complexos de troca de linguagem, abreviações, gírias, pontuação inconsistente e muito emprego de emojis”, diz o texto. Eles também informam que o sistema de Smart Reply não se limita à geração de respostas (algo que se vê, por exemplo, em um chatbot), mas “interpreta” quais são os comentários com maior probabilidade de receberem interação direta do criador do vídeo — ou seja, nem todo comentário será respondido e há o emprego de aprendizado de máquina no processo. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! “Nosso objetivo é o de ajudar criadores, então temos que ter a certeza de que o Smart Reply só faça sugestões em momentos onde elas serão realmente úteis”, diz a postagem no blog. “De forma ideal, as sugestões só serão exibidas quando é provável que o criador do conteúdo responderia ao comentário por conta própria e o sistema traz uma chance alta de oferecer uma sugestão sensível e específica”. No mesmo post, o Google aproveitou para anunciar que está estudando formas de levar o Smart Compose para aplicativos de mensagem como Telegram e WhatsApp. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Missão indiana levará sonda para investigar efeitos do vento solar em Vênus

canaltech Em 2005, o Instituto Sueco de Física Espacial (IRF) enviou à órbita de Vênus a sonda ASPERA-4, através da missão Venus Express, da agência espacial europeia ESA. A sonda estudou o planeta até 2014, medindo as propriedades do plasma ao redor de Vênus e os átomos neutros que escapam da atmosfera. Agora, o IRF está pronto para enviar uma nova missão venusiana. Serve como aviso | Vênus já foi semelhante à Terra e sofreu catástrofe climática Explorar Vênus é um desafio e tanto, mas a NASA está empenhada nessa missão Teoria de antiga habitabilidade de Vênus visa explicar por que ele "morreu" Dessa vez, a missão será em parceria com a Índia. O novo satélite do IRF se chama Venusian Neutrals Analyzer (VNA), e ele foi projetado para estudar como as partículas carregadas do Sol (ou vento solar) interagem com a atmosfera e a exosfera do planeta. O instrumento viajará para o espaço a bordo da missão indiana Venus Shukrayaan-1. Ilustração do ASPIRA-4, enviado a Vênus pelo IRF em parceria com a ESA, na missão Venus Express (Imagem: ESA/C. Carreau) As duas missões estão de certo modo relacionadas, pois ao analisar os átomos energéticos neutros (ENAs, na sigla em inglês), os cientistas puderam entender um pouco melhor sobre a interação entre o vento solar e a atmosfera de Vênus. Além disso, as duas missões estão sob o comando do professor associado do IRF, o pesquisador Yoshifumi Futaana. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Conforme explica Futaana, embora Vênus seja o irmão gêmeo da Terra, os dois planetas são muito diferentes. “A atmosfera [de Vênus] é densa e quente, mas é sem água. A água existia 4 bilhões de anos atrás quando Vênus foi formada, mas está perdida, provavelmente no espaço”, disse o pesquisador. A sonda ASPERA-4 provou que a pouca água venusiana restante ainda está escapando para o espaço através da energia que o planeta recebe do vento solar. A missão indiana também levará outros instrumentos do ao espaço, um total de 16 cargas úteis indianas e mais algumas cargas internacionais para clientes de diversos países. Essa não é a primeira vez que o IRF conta com a organização espacial da Índia, a ISRO. O diretor do IRF, professor Stas Barabash, o principal pesquisador do VNA, disse que “a colaboração com a equipe indiana foi a chave” para experimentos anteriores bem-sucedido, mostrando que a parceria entre os países tem tido bons resultados e deve continuar em futuras missões. O foguete GSLV Mk III, que lançará a missão Shukrayaan-1 ao espaço (Imagem: ISRO) Os resultados dessas missões em Vênus também devem fornecerar informações importantes para ajudar os pesquisadores a entender exoplanetas, ou seja, mundos que orbitam outras estrelas que não o Sol, de acordo com Futaana. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Fallout terá série produzida pela Amazon com os criadores de Westworld

canaltech O mundo pós-apocalíptico do game Fallout, da desenvolvedora Bethesda, já esteve cotado a ser adaptado para filmes e séries anteriormente. Agora o projeto finalmente sairá do papel, pelas mãos dos mesmos criadores da prestigiada Westworld, Lisa Joy e Jonah Nolan, na Kilter Films. A atração está em desenvolvimento pela Amazon e, antes que seja realmente efetivado, ainda precisa da aprovação dos executivos da própria companhia. Russo viciado em Fallout 4 processa a Bethesda Gamer cria versão bizarra de robô em 'Fallout 4' "Fallout é uma das melhores séries de jogos de todos os tempos. Cada capítulo desta história insanamente imaginativa nos custou inúmeras horas que poderíamos ter gasto com a família e os amigos. Por isso, estamos incrivelmente empolgados em fazer parceria com Todd Howard e o resto dos brilhantes lunáticos da Bethesda para trazer esse maciço, subversivo e universo sombrio e engraçado ao Amazon Studios”, disseram Joy e Nolan em comunicado conjunto. #PleaseStandBy. @Fallout @BethesdaStudios #KilterFilms pic.twitter.com/IEDr7AkVvD -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- — Amazon Studios (@AmazonStudios) July 2, 2020 Para quem não conhece, Fallout, que teve seu primeiro título lançado em 1997, acontece em um futuro previsto pelos norte-americanos no final da década de 1940, quando o país foi devastado por uma guerra nuclear em 2077. A série mostra a humanidade tentando se reconstruir enquanto vive as consequências de um mundo utópico sustentado pela energia nuclear. Por enquanto, não há a confirmação de quem serão os roteiristas e nem detalhes sobre a trama. Série deve ter investimento pesado Fallout é o mais recente projeto de TV que Joy e Nolan têm em obras na Amazon. O casal atualmente está em estágio de pré-produção de uma adaptação do romance The Peripheral, de William Gibson, enquanto tem outras atrações em desenvolvimento. O contrato da dupla na Amazon gira em torno de US$ 200 milhões. Como Fallout se encaixa nos investimentos de destaque, a expectativa é de que seja considerado um dos carros-chefes do Amazon Prime Video — caso seja aprovado, claro. Lembrando que o chefão da gigante varejista, Jeff Bezos, é fã declarado de ficção científica. Reprodução/Bethesda "Na última década, vimos várias maneiras de trazer Fallout para a TV", disse Howard, produtor executivo da Bethesda Game Studios. "Mas ficou claro desde o momento em que conversei com Jonah e Lisa, há alguns anos, que eles e a equipe de Kilter foram os que fizeram o certo. Somos grandes fãs do trabalho deles e não poderíamos estar mais animados em trabalhar com eles e com o Amazon Studios.” Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Vale destacar que Fallout chega com a promessa de ser mais uma conversão de sucesso de games para a TV — algo que não acontecia no passado. Além da série animada de Castlevania, a Netflix emplacou The Witcher. A HBO vem preparando uma versão de The Last of Us e o Showtime vem desenvolvendo uma série de Halo já há alguns anos. Ainda não há previsão de estreia para Fallout no Amazon Prime Video. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Coronavírus | Brasil registra 1,49 milhão de casos; SP tem mais de 300 mil

canaltech A partir dos dados compartilhados pelas secretarias de saúde dos estados, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) atualiza a situação do Brasil no combate ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) nesta quinta-feira (2). Até o momento, 1.496.858 casos da COVID-19 já foram notificados no país, sendo que 48.105 foram registrados nas últimas 24h. Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo Estados Unidos notificam recorde diário de novos casos do novo coronavírus COVID-19: por que o caixão é enterrado lacrado? Entenda como é o último adeus No total, são 61.884 óbitos acumulados em decorrência da infecção respiratória, sendo 1.252 novos registros feitos nas últimas 24h. No entanto, isso não significa que as mortes aconteceram, exatamente, de ontem para hoje — somente que foram notificados nesse intervalo. A taxa de letalidade da doença no Brasil é de 4,1%. Já a taxa de mortalidade no país é de 29,4 para cada 100 mil habitantes, enquanto a de incidência da infecção respiratória é de 712,3 para cada 100 mil pessoas. Por outro lado, 826.866 pacientes (cerca de 55%) já tinham se recuperado da COVID-19 até ontem (1), segundo o Ministério da Saúde.  -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Brasil registra quase 1,5 milhão de casos do novo coronavírus (Imagem: reprodução/ Conass) No globo, o Brasil é a segunda maior nação em número de casos totais da COVID-19 e em óbitos pela doença respiratória. Nas duas posições, está atrás apenas dos Estados Unidos, com 2,8 milhões de casos confirmados e 131 mil mortes, segundo os dados armazenados pela plataforma Worldometer. Em terceiro lugar, está a Rússia, com 661 mil casos e 9,6 mil mortes. Mundialmente, mais de 10,9 milhões de pessoas já foram contaminadas, sendo que 521 mil morreram em decorrência da infecção. Entretanto, 6,1 milhões sobreviveram a essa doença, ou seja, mais da metade dos infectados, segundo a mesma plataforma. Coronavírus nos estados No total, quatro estados brasileiros ultrapassaram a marca dos 100 mil casos da doença respiratória. São Paulo registra os maiores números totais desde a chegada do coronavírus em fevereiro. São 302.179 casos da COVID-19 e 15.351 mortes acumuladas até hoje. Em seguida, o estado do Rio de Janeiro notifica 116.823 contaminados pelo coronavírus, sendo 10.332 mortos. O Ceará conta com 115.524 casos e 6.284 óbitos, enquanto o Pará registra 108.067 casos e 5.004 mortos.  Além desses, sete outros estados ou distritos registram mais de 50 mil casos confirmados do novo coronavírus, cada. São eles: Maranhão (86.025 casos e 2.119 mortes); Bahia (79.349 casos e 1.947 mortes); Amazonas (73.530 casos e 2.862 mortes); Pernambuco (61.119 casos e 4.968 mortes); Distrito Federal (52.281 casos e 631 mortes); Minas Gerais (50.707 casos e 1.059 mortes); e Espírito Santo (50.240 casos e 1.728 mortes).  Em oposição a esse quadro, somente um estado brasileiro continua a notificar menos de 10 mil casos. É o Mato Grosso do Sul, com apenas 9.062 casos e 91 mortes. A seguir, confira a lista completa do Conass com casos e óbitos da COVID-19 entre os estados do país: Mais de 825 mil brasileiros já se recuperaram da COVID-19 (Imagem: reprodução/ Conass) Quanto à situação nacional do coronavírus, o Ministério da Saúde divulga na plataforma SUS Analítico atualizações diárias sobre a epidemia, incluindo casos, recuperados e óbitos acumulados pela doença respiratória no Brasil. Para acessar, clique aqui. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

FGV e NIC.br oferecem cursos online gratuitos sobre Direitos Humanos na Web

canaltech De olho em questões como preocupações sobre o uso da Internet, segurança e privacidade na rede - temas que ganharam ainda mais destaque nessa pandemia - o Centro de Pesquisa e Ensino e Inovação da FGV Direito SP (FGV Direito SP/CEPI) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) fizeram uma parceria que resultou na 12 cursos online e gratuitos. Neles, os especialistas versarão sobre diferentes temas de direitos humanos na Internet, desde segurança e proteção de dados pessoais, até como lidar com discurso de ódio, cyberbullying e uso não autorizado de imagens, entre muitos outros. O objetivo de ambas as entidades é contribuir e responder a preocupações sobre uso da Internet estimulando um aproveitamento mais positivo da ferramenta. O público-alvo são educadores e estudantes, mas o programa é aberto a qualquer cidadão que procure informações e análises sobre esses assuntos. Segundo Guilherme Forma Klafke, líder do projeto e pesquisador do CEPI."há uma parte introdutória de cada tema, depois um trecho destinado a adolescentes e, ao final, um complemento aos educadores". "Os cursos em parceria com a FGV são mais uma das iniciativas do NIC.br que contribuem para desenvolver um uso mais consciente, ético e responsável da Internet", reforça Kelli Angelini, gerente da Assessoria Jurídica do NIC.br. "O NIC.br disponibiliza ainda, de forma gratuita, diversos materiais e conteúdo sobre o assunto no portal Internet Segura, voltado aos mais diferentes públicos, além de promover eventos e programas de capacitação, entre outras atividades que visam a estimular a promoção de um ambiente on-line mais seguro para todos". -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Curso desenvolvido entre FGV e NIC.br é gratuito e pode ser acessado por todos Outros quatro cursos serão oferecidos até julho, todos gratuitos e interativos. Haverá aos participantes uma declaração de carga horária entre 4 a 5 horas. Para inscrições e mais informações acesse a seção de cursos e eventos do Nic.br. Webinars Complementando o desenvolvimento do Projeto de Formação em Educadores em Direitos Humanos Digitais, as instituições promoverão, nos dias 6, 8 e 10 de julho, seis webinars gratuitos no canal da FGV no YouTube, que tratarão de alguns dos temas trabalhados nos cursos. Os diálogos serão conduzidos por especialistas, que abordarão questões relativas a direitos humanos na relação dos jovens com a Internet. Terão como público-alvo os educadores, mas, assim como os cursos, eles também estarão abertos para qualquer pessoa interessada em discutir a educação de adolescentes e adultos para o uso consciente, seguro e responsável da Internet. Mais informações e inscrições nos webinars podem ser feitos nessa página. Acesso a cinco mil pessoas O projeto começou em janeiro de 2019, numa parceria entre Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação da FGV Direito SP (FGV-CEPI) e o NIC.br. Desde então, contou com mesas em eventos, produção dos cursos online, publicações e oficinas de formação docente. Cerca de 5.000 pessoas já completaram o curso antes de seu lançamento oficial e, segundo os responsáveis pelo programa, o índice de satisfação foi de quase 95%. As telas dos cursos foram desenvolvidas por Guilherme Klafke, Stephane Lima e Tatiane Guimarães, pesquisadores do FGV-CEPI; as apostilas de conteúdo foram desenvolvidas por Jéssica Botelho e César Machado de Morais; a coordenação da equipe ficou sob responsabilidade de Marina Feferbaum (FGV-CEPI) e Kelli Angelini (NIC.br); a produção dos cursos foi realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional da FGV, por meio da FGV Soluções. Para entender as principais questões e necessidades na elaboração dos cursos, oficinas foram realizadas com docentes de instituições que abriram suas portas ao projeto: Instituto Singularidades, Colégio Miguel de Cervantes e EMEF Almirante Ary Parreiras, em São Paulo. Na seção de Cursos e Eventos do NIC.br é possível conferir todos os cursos já disponíveis e os que serão incluídos em julho: Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo

canaltech Desde o começo de 2020, não há assunto mais comentando que o novo coronavírus, conhecido como SARS-CoV-2. Descoberto na China no final de dezembro de 2019, o vírus é responsável por milhares de internações e óbitos. A doença COVID-19 chegou a pelo menos 188 países — inclusive, ao Brasil —, é oficialmente uma pandemia, como anunciou a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Nas últimas duas semanas, o número de casos da COVID-19 fora da China aumentou 13 vezes e o número de países afetados triplicou", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, a respeito da mudança de classificação. Isso acontece porque muitos países são afetados ao mesmo tempo por essa enfermidade. Para organizar todos os dados e fontes sobre o tema, pesquisadores da Johns Hopkins University construíram e atualizam regularmente um painel online que rastreia a disseminação mundial do surto de coronavírus, conhecido como SARS-CoV-2. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Universidade lança mapa interativo sobre os casos do coronavírus no mundo (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech) Entenda o mapa do coronavírus Segundo Lauren Gardner, professora de engenharia civil e co-diretora da CSSE, na Johns Hopkins, "criamos esse painel porque achamos importante que o público entenda a situação do surto à medida que ela se desenvolve com fontes de dados transparentes". "Para a comunidade de pesquisa, esses dados se tornarão mais valiosos à medida que continuarmos a coletá-los ao longo do tempo", completa uma das responsáveis pelo projeto. Por isso mesmo, o site exibe estatísticas sobre mortes e casos confirmados de coronavírus em um mapa mundial. Nele também é possível que os visitantes baixem os dados gratuitamente. Fique por dentro: Adianta usar máscaras para se proteger contra o coronavírus? Novo coronavírus: tire suas dúvidas e descubra como se proteger da infecção Tá sentado? Este é o preço do tratamento com remédio aprovado para a COVID-19 Para Gardner, disponibilizar os dados para download é "crítico" para os pesquisadores. Por enquanto, a plataforma ainda não prevê para onde o vírus, provavelmente, se espalhará. Essa função que depende de estáticas e algoritmos mais calibrados. No ano passado, Gardner e uma equipe de pesquisadores identificaram 25 regiões dos EUA com maior probabilidade de sofrer com os surtos de sarampo. Essa análise preditiva foi publicada na revista The Lancet Infectious Diseases e estava baseada no volume de viagens aéreas internacionais, isenções não médicas de vacinas infantis, dados populacionais e informações relatadas sobre surtos de sarampo. Como funciona? As estatísticas que permitem a visualização de dados são coletadas de diferentes fontes, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, da Comissão Nacional de Saúde da República Popular da China e do Dingxiangyuan — uma espécie de rede social chinesa para profissionais de saúde que fornece, em tempo real, informações sobre novos casos. Gardner explica que esses levantamentos, provenientes de diferentes fontes, "podem fornecer avaliações mais oportunas do surto, em comparação com as organizações de relatórios ao nível nacional, que levam mais tempo para filtrar." Inclusive, alguns veículos de imprensa como Newsweek, PBS News Hour e ABC News já citaram o novo painel em seus relatórios sobre o surto. Atualmente, o site registra mais de 10,5 milhões de casos da COVID-19 e mais de 500 mil óbitos em decorrência da infecção no mundo todo. De acordo com o que pode ser visto, a maioria dos casos da COVID-19 registrados estão concentrados nos Estados Unidos (mais de 2,6 milhões). Em segundo lugar está o Brasil, com 1,4 milhão de contaminados pelo novo coronavírus. Confira o mapa aqui. Mais opções mundiais Plataforma da OMS detalha casos do novo coronavírus no mundo todo (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech) Mapa da Organização Mundial da Saúde (OMS): a plataforma considerada como mais oficial da pandemia permite acompanhar os últimos casos da COVID-19 no mundo. Com dados alimentados pelas próprias organizações da saúde de cada nação, o mapa identifica, com marcação alaranjada, os países que possuem casos confirmados e, quanto maior a circunferência, maior é o número de infecções daquele país. Clicando em um dos países, como a Espanha, o mapa entrega, de forma mais detalhada, o número do total de casos, além de um gráfico que demonstra como o vírus está se comportando. Buscador da Microsoft, o Bing atualiza o número de casos da COVID-19 no mundo (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech)   Mapa do Bing: na plataforma projetada pelo buscador da Microsoft, o usuário consegue monitorar tanto a progressão dos casos da COVID-19 no Brasil quanto no mundo. Com uma pegada semelhante ao da OMS, a maior diferença está nas informações mostradas quando se clica em uma localidade específica, já que aparecem o número total de casos ativos, recuperados e fatais. Isso sem falar que divide os países por estados e também destaca algumas notícias e vídeos relacionados ao avanço da pandemia globalmente. Mapa The Base Lab destaca regiões com maior volume de casos do novo coronavírus (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech)   Mapa The Base Lab: na plataforma, as regiões (marcadas com azul-marinho) têm os maiores números de casos, enquanto os países com tons mais claros são os menos afetados pelo novo coronavírus, além de detalhar casos e óbitos. A ferramenta também traz recurso para distinguir os continentes e há possibilidade de conferir a curva de crescimento do vírus nas regiões escolhidas. Atualizada em tempo real, a plataforma Worldometer permite comprações rápidas da COVID-19 entre os países (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech) Tabela da plataforma Worldometer: o site é uma referência para estatísticas em tempo real, como as da COVID-19. Entre as informações agrupadas pela plataforma, estão os casos e óbitos acumulados em decorrência do novo coronavírus. Além disso, o site recebe inúmeras atualizações diárias e dados sobre casos ativos em determinada localidade ou ainda sobre o total de casos a cada um milhão de pessoas em um país. O diferencial, sem dúvidas, é a exibição detalhada e em formato de tabela da situação dos países na pandemia, o que faz dela uma ferramenta bastante prática para análises e comparações entre os cenários de diferentes nações. COVID-19 no Brasil Para entender a complexidade do novo coronavírus no Brasil, que já atinge todos os estados do território e contaminou mais de 1,4 milhão de brasileiros, a startup paranaense SIGA Geomarketing, fundada em 2018, desenvolveu um mapa interativo que detalha os casos confirmados da doença tanto na esfera nacional quanto regional, além do número de óbitos. Sem anúncios e de consulta gratuita, esse rastreador de casos da COVID-19 foi construído, com bibliotecas de mapa com código aberto e amplia, assim, o acesso à informação da população brasileira a respeito da epidemia nacionalmente. Além disso, o mapa é calibrado, diariamente, com os dados oficiais do Ministério da Saúde, que são um levantamento de casos enviados pelas secretarias da saúde estaduais. Startup paranaense cria mapa interativo com casos da COVID-19 no Brasil, a partir de dados do Ministério da Saúde (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech) Clicando aqui, o usuário tem acesso a uma página com o mapa do Brasil em um fundo preto e uma ferramenta de zoom. Para entender sua legenda, em vermelho estão o número de casos confirmados e em preto os óbitos. Junto a essas informações, está um gráfico, do lado direito, que detalha evolução de casos, de maneira comparativa. Nessa tabela, é visivelmente expressivo que a maioria dos diagnósticos da COVID-19 estão concentradas no estado de São Paulo e, em segundo lugar, está o Rio de Janeiro. Mais opções sobre o Brasil No Brasil, conselho formado por secretárias de saúde atualizam sobre a COVID-19 nos estados (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech) Painel do Conass: desenvolvido pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), o painel é atualizado diariamente com a situação do novo coronavírus no Brasil. Essa plataforma apresenta informações sobre o total de casos e óbitos acumulados, além de dados sobre a taxa de letalidade, mortalidade e incidência da infecção respiratória no país e nos estados da federação. Ponto importante dessa fonte de informações é que os números são compartilhados pelas próprias secretárias de saúde dos estados. Com atualização diária, Ministério da Saúde alimenta plataforma sobre a COVID-19 no Brasil  (Imagem: Fidel Forato/ Canaltech) Mapa do SUS Analítico: atualizando a população sobre a situação do novo coronavírus país, o Ministério da Saúde alimenta diariamente a plataforma SUS Analítico. O mapa recebe atualização de casos, pacientes recuperados e óbitos acumulados pela doença respiratória no Brasil. Também compartilha os números adicionados nas últimas 24h, como os novos casos do estado de São Paulo. Além disso, importante diferenciação é que, em um dos gráficos, aponta ainda os casos e óbitos por dia de notificação. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

8 dicas para fazer a bateria do celular durar mais

canaltech As fabricantes de celulares estão finamente aumentando a carga da bateria, e de uma maneira que compensa o gasto maior por conta do aumento do tamanho de tela e do uso geral. Mesmo assim, ainda não chega aos pés do início da telefonia móvel, quando uma carga apenas era suficiente para vários dias de uso. 10 celulares com melhor autonomia de bateria Como calibrar a bateria do celular ou tablet Claro, os telefones de antigamente não faziam muito mais do que chamadas telefônicas, enquanto os smartphones modernos nos permitem navegar na web, jogar diversos games com ótimos gráficos, tirar fotos com boa resolução, editar vídeos, conversar com amigos de uma centena de maneiras diferentes, entre uma série de outras coisas. Infelizmente, tanta tecnologia afeta diretamente a duração da bateria e até hoje as gigantes da indústria tentam melhorar esse aspecto em seus dispositivos. Mas saiba que existem algumas formas de fazer a bateria do seu celular durar mais tempo e, para ajudá-lo nessa tarefa, separamos algumas dicas e truques que podem fazer a diferença na hora de aumentar o intervalo entre as recargas. Confira: -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- 1. Ative o modo de economia de bateria A primeira dica não poderia ser outra. As versões mais atuais do Android possuem uma função de economia de bateria que, dependendo da fabricante, pode até ter diferentes níveis. Em boa parte dá para escolher uma economia mais suave ou mais agressiva, sendo que nesta última praticamente todas as funções secundárias são desativadas, o que garante um tempo de uso bem maior do que você geralmente consegue. Mas só sugerimos essa economia mais radical para casos em que você vai ficar muito tempo longe da tomada e vai precisar usar bastante o aparelho. Lembre-se que isso pode afetar notificações, já que processos em segundo plano acabam desativados, o que desliga atualizações do e-mail até que você abra o aplicativo, por exemplo. O ideal seria usar a versão mais suave, que já reduz bastante os processos desnecessários e aumenta bem o tempo de uso do aparelho. 2. Diminua o brilho da tela Busque sempre utilizar o brilho mais baixo possível no seu celular (Foto: Pathum Danthanarayana/Unsplash) Talvez essa seja a dica mais importante, já que a tela é um dos componentes que mais drena energia do celular. A maioria dos aparelhos possui a opção de adaptação automática do brilho da tela de acordo com os níveis de luz do ambiente, mas costumam entregar um brilho alto ainda assim. O ideal seria você mesmo ajustar sempre que achar necessário, tentando manter o mais baixo possível, de modo que ainda consiga enxergar o conteúdo no display. Há alguns modelos que “aprendem” com a sua preferência e passam a entregar brilho reduzido se você mantiver o automático e sempre der uma baixada para garantir iluminação mínima e ainda confortável para cada ambiente. Os da Samsung, por exemplo, são assim. 3. Reduza o tempo limite da tela É mais ou menos o mesmo princípio: assim como o brilho alto é um grande vilão da autonomia de seu celular, manter a tela acesa por muito mais tempo do que o necessário também consome energia sem precisar. Provavelmente você já utiliza o recurso de bloqueio automático da tela do seu smartphone quando ele não está em uso, mas diminuir esse tempo limite pode ser bastante eficaz para economizar ainda mais energia. O ideal é configurá-lo para o menor tempo possível, mas nem todo mundo se adapta a isso. Especialista da Motorola dá dicas de como cuidar melhor da bateria do celular 4. Desligue o modo vibração O motor de vibração do seu celular precisa ser potente o bastante para garantir um movimento perceptível em diversas situações. Usar sons para toques e notificações é uma opção mais adequada para quem quer o máximo de economia de energia possível, pois o gasto de energia é menor para carregar e emitir o som do que para o motor vibrar o aparelho. Ou seja, desligue a vibração nas situações em que puder. Lembre-se que esse recurso foi feito, basicamente, para nos alertar que o telefone está tocando ou recebendo algum tipo de notificação quando não conseguimos ouvir o toque comum. Em casos de reunião ou local de trabalho, por exemplo, o ideal é optar pelo modo silencioso na hora de economizar bateria. Também pode ser uma boa ideia reduzir ou até desligar a vibração de retorno quando você digita. 5. Cuidado com papel de parede e widgets Papéis de parede com tons mais escuros ajudam a economizar bateria em celulares com tela OLED (Foto: Matheus Argentoni) Celulares mais modernos permitem o uso de papéis de parede animados que, apesar de serem bacanas por darem um aspecto mais, bem, animado à sua tela inicial, consomem mais energia para que o movimento não pare. Há até quem diga que o ideal é usar papéis de parede com poucas cores, ou mesmo apenas uma cor de fundo, mas não é para tanto: basta usar uma imagem discreta. O mesmo princípio vale para os widgets. Quanto mais você tiver na tela inicial, mas energia será consumida para manter movimento ou informações atualizadas. Use o mínimo possível para garantir um bom tempo de sua bateria. 6. Reduza as buscas por conexão Hoje em dia é essencial que seu celular esteja sempre conectado a alguma rede, e o Android evoluiu de modo que, se estiver logado no Wi-Fi, não há busca por rede de dados móveis, o que já economiza bastante carga. Mas há várias outras conectividades que você pode repensar para economizar bateria. Por exemplo, recursos como Bluetooth, NFC e localização, além de outros como Quick Share e Smart Things (Samsung) podem ficar desligados até o momento que você realmente precisar de algum deles. Também pode valer a pena desativar os assistentes de voz como Google Assistente, Bixby, Siri e afins. 7. Desligue (ou reduza) as notificações Manter os apps sincronizados pode ser muito útil principalmente para receber e-mails e mensagens no WhatsApp e afins com frequência, em vez de precisar abrir o app para que ele busque por novidades. Mas há vários aplicativos que não precisam ficar constantemente buscando rede e atualizando para te notificar. Não é uma tarefa simples, mas você pode abrir as configurações de notificação de cada app para desligar os dados em segundo plano. Você pode fazer isso para cada aplicativo que não faz questão de estar sempre atualizado, como redes sociais e jogos, por exemplo. Neste segundo caso, e vale também para alguns aplicativos, desativar dados em segundo plano tem um bônus de evitar o consumo de dados desnecessário com propagandas. É um trabalho árduo, mas você vai sentir a diferença logo no primeiro dia depois que desativar esse mundo de notificações e dados em segundo plano do seu dispositivo. 8. Mantenha apps e sistema atualizados Mantenha seu sistema atualizado (Imagem: Reprodução) E, para finalizar, uma dica que nem sempre garante o melhor desempenho, mas é melhor seguir: mantenha sempre todos os seus apps e o sistema atualizados. Um update não raro traz melhorias no consumo de energia do aplicativo e também do Android ou iOS, além de garantir a maior segurança do seu dispositivo. Mas vamos com calma: não basta apenas ativar atualizações constantes. O melhor é configurar seu celular para atualizar os aplicativos somente quando estiver conectado a uma rede Wi-Fi. Afinal, não adianta muito economizar bateria e gastar dados móveis a toa. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Gigantes de tecnologia vão testemunhar perante o Congresso dos EUA

canaltech Os principais executivos das quatro gigantes da tecnologia dos EUA, Amazon, Facebook, Google, Apple, vão testemunhar perante o Congresso dos Estados Unidos, no final de julho, como parte de uma investigação antitruste em andamento nas empresas, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto. Jeff Bezos, da Amazon, Mark Zuckerberg, do Facebook, Sundar Pichai, do Google, e Tim Cook, da Apple, aparecerão como parte da investigação do painel antitruste do Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados. A audiência será em 27 de julho, ou perto desta data, e terá pelo menos algumas testemunhas e parlamentares, disse uma das fontes. Não ficou claro se os quatro homens compareceriam perante o comitê completo ou o subcomitê antitruste. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- As quatro companhias estão sendo investigadas por um painel do Comitê Judiciário da Câmara, que deve emitir um relatório nas próximas semanas, e pelo Departamento de Justiça dos EUA. A Federal Trade Commission está investigando o Facebook e Amazon, e os procuradores gerais dos EUA investigam Facebook e Google. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Coroas de buracos negros supermassivos podem ser fonte de "partículas fantasmas"

canaltech Nas profundezas do gelo antártico, estão enterrados mais de 5.000 sensores de luz, que fazem parte do Observatório IceCube, um detector de neutrinos. Em 2018, este observatório recebeu a atenção da comunidade científica de todo o mundo ao detectar uma possível origem dessas “partículas fantasmas”. Agora, um novo artigo reforça a hipótese de que elas vieram de buracos negros supermassivos em centros galácticos. Cientistas detectam "partícula fantasma" proveniente do espaço profundo Pesquisadores que descobriram a massa de neutrinos levam Nobel de Física FAKE! Não é verdade que a NASA descobriu evidências de universos paralelos! Neutrinos são um tipo de partícula subatômica elementar, ou seja, que não é composta por partes menores. Eles são semelhantes aos elétrons, exceto pelo fato de que neutrinos não têm carga elétrica e são muito menores, tendo cerca de 4 milionésimos da massa do elétron. Além disso, são altamente voláteis e quase nunca interagem com a matéria do universo. Também não são afetados por campos magnéticos. Tudo isso torna os neutrinos extremamente difíceis de detectar. Se eles não interagem com a matéria, significa que eles simplesmente atravessam qualquer coisa - incluindo o planeta Terra. Por isso, são capazes de percorrer bilhões de anos-luz atravessando corpos celestes, sem nunca mudarem de direção. Não podemos “pegar” um neutrino, podemos apenas ver o rastro deles quando passam por nós. São como fantasmas microscópicos. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Apesar de não podermos detectá-los, eles estão em toda parte. Na verdade, estão passando por você agora mesmo - estima-se que trilhões de neutrinos passem pelo corpo de uma pessoa a cada segundo. Normalmente, eles passam pelos corpos celestes sem deixar rastros de que estiveram por lá, mas os sensores subterrâneos do IceCube, no Polo Norte, conseguiu encontrar algumas pistas da passagem dessas partículas. Instalação do IceCube, no Polo Norte (Foto: IceCube Neutrino Observatory) Em setembro de 2017, o IceCube conseguiu, pela primeira vez, rastear um neutrino o suficiente para traçar uma possível rota, sugerindo de onde ele veio. A origem dos neutrinos ainda é um mistério, por isso os pesquisadores trabalharam nos dados do IceCube para tentar deduzir onde as partículas poderiam ter surgido. O resultado, publicado no ano seguinte, foi que os neutrinos teriam surgido em uma galáxia hiperativa com um buraco negro supermassivo no centro. Agora, um artigo publicado na última terça-feira (30) na revista Physical Review Letters, apresentou um novo modelo capaz de ajudar a explicar o fluxo inesperadamente grande de algumas dessas partículas que apareceram nos dados recentes, junto a detecções de raios gama. Os pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia descreveram o modelo, que, assim como o estudo anterior, aponta para os buracos negros supermassivos encontrados nos núcleos de galáxias ativas como fontes de neutrinos. Kohta Murase, professor assistente de astronomia e astrofísica da Penn State, e líder da nova pesquisa, explica que “os neutrinos cósmicos de alta energia são criados por aceleradores energéticos de raios cósmicos no universo, que podem ser objetos astrofísicos extremos, como buracos negros e estrelas de nêutrons”. Por isso, as “partículas fantasmas” acabam sendo acompanhadas por raios gama ou ondas eletromagnéticas em energias mais baixas. Partículas estranhas e raios gama são algumas das coisas que astrofísicos chamam de “mensageiros cósmicos”. Os estudos desses elementos deram origem a um novo e crescente campo da astrofísica, chamado astrofísica multimensageira, que ajuda os cientistas a descobrirem eventos cósmicos extremos, como explosões estelares massivas e jatos de buracos negros supermassivos. Essa abordagem permite também identificar as origens distantes, e cada elemento mensageiro fornece pistas a mais sobre os detalhes dos fenômenos. A energia dos neutrinos cósmicos é medida em TeV, ou seja, elétron-volt. Para aqueles acima de 100 TeV, as pesquisas anteriores da equipe de cientistas mostraram que é possível ter concordância com raios gama de alta energia e raios cósmicos de energia ultra alta, tudo de acordo com as regras da astrofísica multimensageira. No entanto, existem evidências crescentes de uma quantidade grande de neutrinos abaixo de 100 TeV, o que os cientistas não podem explicar com facilidade. Impressão artística do coração da galáxia NGC 1068, que abriga um buraco negro supermassivo (Imagem: NRAO/AUI/NSF, S. Dagnello) Uma das perguntas que os pesquisadores querem responder é: onde estão os raios gama que deveriam acompanhar esses neutrinos? Os melhores lugares para se procurar são ambientes cósmicos densos, onde os raios gama seriam bloqueados por causa da interação com radiação e matéria. Os neutrinos, diferente dos raios gama, podem escapar facilmente desse bloqueio. Assim, o novo modelo proposto pelos pesquisadores mostra que os sistemas de buracos negros supermassivos são locais mais interessantes para essa busca, e poderiam explicar os neutrinos abaixo de 100 TeV. O novo modelo sugere que a coroa - a aura de plasma que envolve estrelas e outros corpos celestes - existente em torno de buracos negros supermassivos poderia ser uma fonte. Essa coroa dos buracos negros supostamente existe acima do disco de acreção, que se forma com o acúmulo de matéria em torno do buraco negro por causa da intensa atração gravitacional. Com uma temperatura de cerca de um bilhão de Kelvin, a coroa também seria magnetizada e turbulenta. Ali, as partículas podem ser aceleradas, o que leva a colisões que criariam os neutrinos e os raios gama. Além disso, o modelo também prevê contrapartes eletromagnéticas das fontes de neutrinos em raios gama “suaves” em vez de raios gama de alta energia. “Os raios gama de alta energia seriam bloqueados, mas este não é o fim da história. Eles acabariam caindo para energias mais baixas e liberados como raios gama 'suaves'”, disse Murase. A maioria dos nossos detectores de raios gama não estão ajustados para detectar esse tipo com energias baixas, então acabam não sendo percebidos nas detecções dos neutrinos. Todos esses obstáculos podem estar prestes a serem superados por projetos em desenvolvimento, como os detectores de neutrinos como o KM3Net, no Mar Mediterrâneo, e o IceCube-Gen2, na Antártica, que serão mais sensíveis. Os alvos de observação incluem a galáxia NGC 1068, uma das mais próximas e luminosas, que possui em seu centro um buraco negro supermassivo. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Motorola Edge e Egde+ são anunciados no Brasil com 5G a partir de R$ 5.499

canaltech Pouco mais de dois meses desde que a Motorola anunciou o seu retorno ao mercado de flagships, os novos celulares da marca finalmente foram oficializados no Brasil. Tanto o Motorola Edge quanto o Edge+ chegam às prateleiras do país neste início de julho, mas o preço não é muito animador. Motorola Edge Plus é o poderoso topo de linha que muitos aguardavam Motorola Edge+ se sai bem em teste da câmera com vídeo e fotos Motorola Edge+ é bom, mas não convence, apontam análises de sites internacionais Os celulares são os primeiros com suporte à tecnologia 5G a chegarem ao Brasil. Ainda hoje (2), a Claro lançou a nova tecnologia de redes móveis no país por meio de compartilhamento de redes. Alem disso, caso você viaje para algum país com a rede 5G, já pode se conectar a ela se tiver um Motorola Edge ou Edge Plus no bolso. Preço e disponibilidade Os dois aparelhos entram em pré-venda nesta terça-feira (2), com as vendas em si previstas para começar no dia 14 de julho. O Edge custa R$ 5.499, enquanto o Edge+ sai por R$ 7.999 — quem fizer o pedido na pré-venda (ou seja, até o dia 13) ganha um fone de ouvido Bluetooth Motorola VerveEbuds 100, lançado exclusivamente no Brasil. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Os aparelhos já podem ser encontrados no site da Motorola e em alguns dos principais varejistas do e-commerce nacional. O Edge+ chega na cor Thunder Grey (cinza) e o Edge tem duas opções: Solar Black (preto) e Midnight Red (vermelho). O grande destaque da dupla fica com a tela OLED de 6,7 polegadas com laterais curvas, lembrando os modelos topo de linha de Samsung e Huawei, principalmente. A diferença é que a Motorola trouxe recursos que tornam as laterais mais úteis, com alguns controles de software e animações para informar quantidade de carga quando o aparelho está na tomada, por exemplo. Com relação ao hardware, o Edge+ traz Snapdragon 865, 12 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento e bateria de 5.000 mAh, enquanto o Edge "básico" tem Snapdragon 765, 4 GB ou 6 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento e bateria de 4.500 mAh. O conjunto de câmeras também tem diferença no sensor principal — 108 MP no Edge+, 64 MP no Edge, mas ambos possuem uma ultrawide de 16 MP e uma teleobjetiva de 8 MP, além da frontal de 25 MP. Os dois modelos contam ainda com um sensor de profundidade ToF para fotos com fundo desfocado. Motorola Edge+: ficha técnica Tela: OLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD (2520x1080 pixels) 90 Hz HDR10+; Chipset: Snapdragon 865; Memória RAM: 12 GB LPDDR5 Armazenamento interno: 256 GB UFS 3.0; Câmera traseira: tripla de 108 MP Quad Pixel (f/1,8, wide) + 16 MP (f/2,2, ultra-wide + macro) e 8 MP (f/2,4 teleobjetiva) + sensor ToF; Câmera frontal: 25 MP (f/2,0); Dimensões: 161,64 x 71,1 x 9,6 mm (AxLxP); Peso: 203 gramas; Bateria: 5.000 mAh com TurboPower 18 W com fio, 15 W sem fio e 5 W compartilhamento; Extras: Bluetooth 5.1, design repelente de água, leitor de impressão digital na tela, Moto Ações, conector P2, NFC, som estéreo; Cores disponíveis: Smoky Sangria, Thunder Grey; Sistema operacional: Android 10. Motorola Edge: ficha técnica Tela: OLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD (2520x1080 pixels) 90 Hz; Chipset: Snapdragon 765; Memória RAM: 4GB ou 6 GB Armazenamento interno: 128 GB expansíveis via microSD (até 1 TB); Câmera traseira: tripla de 64 MP Quad Pixel (f/1,8, wide) + 16 MP (f/2,2, ultra-wide + macro) e 8 MP (f/2,4 teleobjetiva) + sensor ToF; Câmera frontal: 25 MP (f/2,0); Dimensões: 161,64 x 71,1 x 9,2 mm (AxLxP); Peso: 188 gramas; Bateria: 4.500 mAh com suporte a carregador de 18 W; Extras: Bluetooth 5.1, certificação IP54, leitor de impressão digital na tela, Moto Ações, conector P2, NFC, som estéreo; Cores disponíveis: Solar Black, Midnight Magenta; Sistema operacional: Android 10. Curtiu os preços dos novos Edge e Edge+? Acha que a Motorola vai conseguir bater de frente com os topos de linha à venda no Brasil? Deixe a sua opinião nos comentários. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Microsoft Edge vai permitir salvar links e imagens diretamente no OneNote

canaltech A ferramenta Coleções do Microsoft Edge, que permite salvar grupos de links, textos, imagens e páginas da web, vai ganhar suporte ao OneNote, app de criação de notas da empresa. A integração ainda não foi oficializada e usuários do navegador que quiserem experimentá-la terão que instalar a versão de testes. Como baixar o Microsoft Edge para Windows, Mac, Android e iOS Conheça 10 extensões do Google Chrome que tornarão seu dia a dia mais produtivo Microsoft Edge: confira 4 dicas incríveis para explorar o novo navegador A novidade é mais uma adição ao Coleções, que ganhou integração com o Pinterest no último mês de maio. Sendo assim, usuários do Edge vão poder salvar sites favoritos, imagens e anotações diretamente na nuvem — o ícone aparecerá em formato de cartões na lateral superior direita, onde ficam as extensões. Word, Excel e Pinterest também possuem integração à ferramenta (Foto: Reprodução/Techdows) A integração se junta a outros serviços da Microsoft que possuem suporte para a ferramenta, como o Word e o Excel. Além disso, vale lembrar que o Coleções também está disponível no Edge para dispositivos Android. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Você usa o Microsoft Edge? Conte-nos sua experiência com o Coleções nos campos abaixo! Baixe o Microsoft Edge: Android | iOS | PC Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Mais de 300 leis travam a expansão das antenas de telefonia e internet no Brasil

canaltech O Brasil atingiu nessa semana a marca de 100 mil antenas de telefonia e internet móvel ativas em todo território nacional. O número representa um crescimento de 6% em comparação a maio de 2019, o que significa a instalação de 5.612 antenas no período. No entanto, a quantidade ainda é considerada insuficiente para atender a demanda no país, afirmam especialistas. E isso acontece, em boa parte, por causa da burocracia que emperra sua expansão.  “Instalar antenas no Brasil, mesmo tendo investimentos disponíveis para tal, não é tarefa fácil. Há no País mais de 300 leis municipais que dificultam e, muitas vezes, impedem a instalação dessa infraestrutura", afirmou o Marcos Ferrari, presidente executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) "Em muitos municípios faltam legislações mais modernas, o que impede o avanço ainda mais rápido das redes. Em algumas cidades o licenciamento leva até dois anos para sair". Segundo a entidade, o ritmo do licenciamento de antenas pelas prefeituras precisa ser acelerado para acompanhar a crescente demanda da população pelos serviços. A cada minuto, 33 novos chips de 4G são ativados no País e o uso da internet tem sido essencial na vida dos brasileiros, principalmente pela exigência de quarentena causada pelo coronavírus.   -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Para Marcos Ferrari, da Sindtelebrasil, burocracia emperra expansão do 4G no Brasil (Foto: Divulgação) Ainda segundo a SindiTelebrasil, em grandes metrópoles brasileiras, existem mais de 4 mil pedidos de instalação de antenas apresentados pelas operadoras e aguardando licenciamento pelas prefeituras. Esses pedidos representam cerca de R$ 2 bilhões em investimentos. “O número de antenas, apesar do avanço expressivo, ainda está muito aquém da necessidade de cobertura no País para promover uma maior inclusão digital”, comentou Ferrari. Reconhecendo o problema Caso os mais de 4 mil pedidos de instalação de antenas tivessem sido aprovados pelas prefeituras de grandes cidades, o ritmo de expansão seria praticamente o dobro do que é registrado atualmente. Mas uma série de legislações municipais antigas tem dificultado a expansão das redes. E esse é um problema que as autoridades públicas já admitem.  Antenas de telefonia e internet: 4 mil pedidos de instalação estão parados em prefeituras em todo país  Porto Alegre é uma das cidades que já reconheceu a importância da conectividade para a expansão da economia e desenvolvimento municipal. Por isso, o município está modernizando suas leis para a instalação de antenas. Mais recentemente, a capital gaúcha implantou licenciamento de antenas 100% digital, dando ainda mais agilidade aos processos.  Redes 4G A SindiTelebrasil afirma, no entanto, que há uma evolução. Apesar das dificuldades em alguns municípios, nas cidades onde a burocracia é menor, a expansão  ela está ocorrendo. Das antenas instaladas nos últimos 12 meses, o maior avanço se deu na tecnologia 4G, com a instalação das redes em 477 novos municípios no período de 12 meses. Atualmente, as redes de 4G estão operando em 4.950 cidades brasileiras, onde moram 97,3% da população.  Ainda de acordo com levantamento da entidade, no País, foram ativados 17,3 milhões novos chips 4G em 12 meses, o que representa um crescimento de 12% no período entre maio de 2019 a abril de 2020. Ao todo, 157,2 milhões de chips 4G estão em operação no Brasil.  A cobertura das redes e o mapa de antenas por município podem ser encontrados na página Fique Antenado! , que reúne conteúdos e dicas sobre a instalação de antenas de celular e internet móvel, incluindo estudos, entrevistas, vídeos, cartilha, gráficos, legislação e os rankings das Cidades Amigas da Internet e de Serviços de Cidades Inteligentes. Mais conteúdos sobre o tema podem ser acessados no site da Agência TeleBrasil. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Brasileiros pretendem comprar menos com dinheiro em espécie, aponta pesquisa

canaltech A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) tem mudado bastante os hábitos dos consumidores, que vêm optando por diferentes tipos de compra para driblar o contato físico e diminuir os riscos de contaminação. Agora, uma pesquisa realizada pela MasterCard mostra que esse comportamento deve ser mantido, mesmo com a COVID-19 controlada no futuro. Banco Inter anuncia R$ 550 mi de crédito para empreendedores Google Pay e Itaú incentivam débito online com entregas grátis no Rappi Rodovias do Estado de São Paulo agora aceitam pagamentos por aproximação Segundo o levantamento, mais da metade dos brasileiros (53%) dizem que pretendem comprar menos com dinheiro em espécie e 52% afirmam que devem comprar mais on-line. E mais: o estudo revelou que 63% dos usuários no país veem o pagamento por aproximação (também conhecido por NFC) como uma tendência que veio para ficar. As informações foram divulgadas pela bandeira de cartões de crédito e débito nesta segunda-feira (6), com os resultados obtidos por meio de uma coleta de dados junto a 6.750 pessoas de 15 países, entre eles o Brasil. A pesquisa foi realizada entre os dias 27 de abril e 17 de maio, para analisar os impactos da crise do coronavírus nos meios de pagamento e no comércio eletrônico. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Vulcões podem ter trazido a vida de volta à Terra após extinção dos dinossauros

canaltech Uma nova hipótese sobre a extinção dos dinossauros vem sendo estudada no Reino Unido. O que se sabe, até então, é que o impacto de um asteroide teria sido o causador do sumiço dessas criaturas. Estudos chegaram a especular que atividades vulcânicas também teriam colaborado para com a tragédia, mas, agora, um novo estudo mostra que a atividade de vulcões não contribuiu para esses efeitos negativos — muito pelo contrário. Paleontólogos encontram registro de carnívoro tão grande quanto o T. Rex Polo Sul está aquecendo três vezes mais rápido que o resto do mundo, diz estudo O impacto do asteroide em nosso planeta, que resultou na Cratera de Chicxulub, provocou uma terrível explosão de 100 milhões de megatons e, como consequência, afetou a vida na Terra provocando tsunamis e aquecimento de rochas. Há evidências, inclusive, que muitos animais morreram instantaneamente. Com a destruição de rochas carbonáticas, uma enorme quantidade de carbono foi levada à atmosfera, provocando automaticamente um efeito estufa. A poeira do impacto permaneceu no ar por no mínimo uma década, causando o esfriamento da temperatura e encerrando o processo de destruição com 75% da vida na Terra sendo varrida. As novas informações relacionadas aos vulcões vêm do estudo Asteroid impact, not volcanism, caused the end-Cretaceous dinosaur extinction ("Impacto de asteroide, e não o vulcanismo, causou a extinsão dos dinossauros", em tradução livre), publicado na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS). Alessando Chiarenza, do departamento de geociência e engenharia do Imperial College, de Londres, é o principal autor da pesquisa. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Foto: Jonathan Blair Houve uma atividade vulcânica na época da extinção dos dinossauros, que é conhecida formalmente como Extinção do Cretáceo-Paleogeno (K-Pg). Os Basaltos de Decão, na Índia, são uma das maiores características vulcânicas na Terra e as erupções que as formaram se iniciaram há cerca de 66 milhões de anos, um pouco antes de o asteroide chocar a Terra. O estudo, então, descarta a atividade vulcânica como uma causa ou um fator contribuinte para extinção K-Pgl. Chiarenza contou à imprensa que o estudo mostrou que o asteroide causou o inverno de impacto por décadas, e que os efeitos provocados no meio ambiente foram cruciais para dizimar os ambientes adequados aos dinossauros. "Em contraste, os efeitos das erupções vulcânicas não foram fortes o suficiente para, substancialmente, interferir nos ecossistemas globais", completa. O pesquisador diz ainda que o estudo confirma, "quantitativamente pela primeira vez, que a única explicação plausível para a extinção é o inverno de impacto que erradicou os habitats dos dinossauros em todo o mundo". Para chegar a esta conclusão, os cientistas usaram modelos matemáticos poderosos que, combinados com outras informações sobre o ambiente, como chuvas e temperaturas necessárias para que diferentes espécies de dinossauros possam sobreviver. Então, a equipe fez o mapeamento dos dados em dois mapas diferentes. O primeiro mapa mostrava as localizações com maiores condições de sobrevivência após o impacto do asteroide, e o segundo exibia a atividade vulcânica massiva após o acontecimento. Os resultados mostraram que somente a queda do asteroide destruiu os habitats dos dinossauros, enquanto os efeitos do vulcão deixaram algumas regiões ainda habitáveis no Equador. A animação abaixo mostra em vermelho as áreas que permaneceram habitáveis, e em azul as inabitáveis: via GIPHY Por mais que os vulcões na Índia tenham enviado poeira e gases para a atmosfera, eles também produziram dióxido de carbono que, a longo prazo, ajudou o planeta a se aquecer mais uma vez. Sendo assim, os vulcões foram os responsáveis a ajudar na recuperação da vida na Terra. "Esse aquecimento induzido pelos vulcões ajudou a aumentar a sobrevivência e recuperação dos animais e das plantas que sobreviveram à extinção, com muitos grupos se expandindo imediatamente, como pássaros e mamíferos", conta Chiarenza. O sumiço dos dinossauros, no entanto, não foi o evento mais catastrófico já registrado e os vulcões já foram vilões. Há cerca de 252 milhões de anos aconteceu a Extinção do Permiano-Triássico, quando 96% das espécies marinhas e 70% da vida terrestre foram dizimadas, provavelmente por causa por vulcões. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Smart TV Samsung 4K de 58 polegadas está pelo menor preço do varejo no Magalu!

canaltech *IMPORTANTE: fique atento à data de publicação desta matéria, pois todos os preços e promoções estão sujeitos à disponibilidade de estoque e duração da oferta, que tem tempo limitado. Alterações de preço podem ocorrer a qualquer momento, sem prévio aviso. O preço ou valor total do produto poderá ser alterado de acordo com a localidade considerando frete e possíveis impostos interestaduais. Esta matéria é fruto de uma parceria com o Magazine Luiza e traz uma oferta especial para os leitores do Canaltech. Saiba tudo sobre a loja Magazine Você do Canaltech neste vídeo em gravamos a visita de Adriano Ponte, nosso apresentador, ao escritório sede do Magalu, em São Paulo (capital):   Chegou a hora de trocar de TV, e nada como uma boa oferta de um modelo 4K com tela grande... O Magazine Luiza está com uma ótima promoção em um dos modelos mais recentes da Samsung, com 58 polegadas e repleta de tecnologia! -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Sobre a Smart TV Samsung RU7100 A Smart TV da Samsung tem 58 polegadas e resolução 4K, e com o HDR Premium exibe imagens de qualidade incrível, com fidelidade de cores RGB. E tudo garantido em certificado emitido pelas principais associações do setor. O televisor possui acabamento preciso, com bordas bastante finas, contando ainda com soluções para minimizar a exposição dos fios no ambiente, deixando-o mais leve, funcional e organizado. A TV ainda permite controlar diversos aparelhos conectados à mesma rede usando apenas seu controle remoto — fones de ouvido, teclados, soundbars e demais equipamentos Bluetooth fazem parte desta possibilidade. E, claro, por ter Wi-Fi integrado, a TV dá acesso a uma loja online de aplicativos de informação, esportes e entretenimento, levando as possibilidades de diversão em frente à telinha a um outro patamar. Ainda, o modelo também se conecta ao iTunes e é compatível com o Airplay 2 da Apple, além de ter 3 conectores HDMI e 2 USB. Melhor preço, só hoje! A Samsung RU7100 de 58 polegadas sai por apenas R$ 2.799,65 à vista, com opção de parcelamento em até 10x de R$ 294,70. O produto ainda é elegível para frete grátis para a maior parte das regiões do Brasil. Aproveite e confira também outras ofertas de televisores no Magalu. A TV Samsung RU7100 está no menor preço disponível no varejo online hoje, como você pode conferir no comparador de preços Zoom: *O Canaltech Ofertas tem como objetivo informar seus leitores e publicar as melhores ofertas encontradas no varejo brasileiro. Entretanto, não nos responsabilizamos por alterações posteriores nos preços informados, uma vez que as ofertas aqui apresentadas podem ter diferentes períodos de vigência. Recomendamos aos nossos leitores que sigam nossas publicações e participem do nosso grupo de descontos no WhatsApp para receber as melhores indicações de ofertas assim que elas forem publicadas. O que é o Magazine Você? Acessou os links e não entendeu o que é o Magazine Você? Trata-se do canal de divulgação das ofertas do site Magazine Luiza, conforme consta em comunicado oficial. Somos um dos parceiros oficiais de divulgação e nossa loja chama-se Magazine Canaltechbr. Todo o processo de cobrança, faturamento e logística é feito pelo próprio Magazine Luiza que, além do site, possui mais de 800 lojas físicas espalhadas pelo Brasil. Uma dúvida comum de nossos leitores é o motivo dos preços em nossa loja serem muitas vezes diferentes dos anunciados no site principal do Magazine Luiza. O motivo é que o Magazine Você recebe ofertas exclusivas que não são divulgadas no site principal. Então aproveite as promoções e acesse nossa loja para garantir ofertas exclusivas. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

COVID-19 | Ministro da Ciência e Tecnologia lança estudo usando vermífugo Annita

canaltech O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, inaugurou o Projeto “Sarita-2|#500 voluntários” em Juiz de Fora, Minas Gerais, na semana passada. Trata-se, basicamente, de um estudo clínico para tratamento precoce da COVID-19. O objetivo é avaliar a carga viral, assim como os sintomas respiratórios, a taxa de internação hospitalar e os parâmetros inflamatórios em pacientes, após o tratamento com a nitazoxanida, princípio ativo dos antivirais mais conhecidos como Azox ou Annita. COVID-19 | Aplicativo de jogos monitora saúde de idosos e avisa familiares Vacina da COVID-19 produzida no Brasil será distribuída em dezembro, se aprovada Aparelho da UERJ pode detectar carga de coronavírus no ambiente Juiz de Fora é o segundo município brasileiro a participar da pesquisa, coordenada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O projeto tem direção do Hospital Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), apoio da Prefeitura de Juiz de Fora e pretende verificar os efeitos do uso precoce da medicação em pacientes de Covid-19 com sintomas gripais. Os trabalhos deverão se estender por um mês, e de acordo com a assessoria do HMTJ, a equipe da UPA atuará na sensibilização e preparo dos voluntários. “O projeto é um ensaio clínico intervencionista prospectivo randomizado controlado por placebo, duplo-cego, comparando-se nitazoxanida com o placebo em pacientes que apresentem pelo menos dois dos sintomas mais comuns de Covid-19 (febre e/ou tosse seca e/ou fadiga), até o terceiro dia do início da apresentação dos sintomas”, disse a assessoria do hospital responsável. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Vermífugo Annita (Imagem: Fernando Bergamo) O estudo clínico foi dividido em três etapas e teve aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). Sendo assim, a primeira etapa aconteceu por meio de inteligência artificial, enquanto a segunda foi realizada com testes in vitro. Já a terceira etapa do estudo clínico foi autorizada em abril pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realização de testes clínicos em 500 pacientes, internados em 21 hospitais. No dia 15 de abril, o ministro Pontes divulgou que um estudo brasileiro com a nitazoxanida indicava eficácia de 94% de sucesso do medicamento contra células infectadas pelo novo coronavírus. Na ocasião, anunciou: "No máximo na metade de maio, teremos uma solução de tratamento. Um remédio sem efeitos colaterais, [com estudo] desenvolvido pela pesquisa brasileira com todo o rigor científico", afirmou na época. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Conheça a síndrome relacionada à COVID-19 que pode afetar crianças

canaltech As consequências de uma infecção causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) ainda são investigadas por pesquisadores em todo o mundo. Entre os possíveis quadros desencadeados pela COVID-19 está o aparecimento de um síndrome rara em crianças, chamada de PMIS. Imunidade ao coronavírus pode ser maior do que a prevista, aponta pesquisa Criaram um robô que enfia um cotonete no nariz das pessoas para testar COVID-19 Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo Até o momento, alguns relatórios têm apontado que o coronavírus pode desencadear o aparecimento de doenças auto-imunes e auto-inflamatórias, como essa. Conhecida oficialmente por síndrome inflamatória pediátrica multissistêmica, a PMIS ativa uma resposta imune que afeta vasos sanguíneos e artérias. Casos da COVID-19 podem estar relacionados com síndrome rara em crianças (Imagem: reprodução/ Msn) Por outro lado, a maioria das crianças contaminadas pelo novo coronavírus é assintomática ou apresenta apenas sintomas leves da infecção. Em números, crianças e adolescentes menores de 18 anos são apenas 1,7% dos casos reportados nos Estados Unidos, 1% na Holanda e 2% no Reino Unido. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- O que é PMIS? Se a COVID-19 é uma doença respiratória, a PMIS afeta o sistema circulatório e, principalmente, os vasos sanguíneos, sem ser contagiosa. Entre os seus principais sintomas, estão: febre prolongada; dor abdominal e diarreia; olhos vermelhos; erupções cutâneas; dificuldade para se alimentar; dor no peito ou coração acelerado. De forma generalizada, os pacientes são acometidos por disfunção de um ou vários órgãos. Quando testadas para o novo coronavírus, grande parte das crianças identificadas com a síndrome apresentaram testes de anticorpos positivos para a COVID-19, o que mostra que em algum momento (recente) elas foram infectadas pelo vírus. Entre os casos avaliados pelo serviço de saúde inglês, apenas uma minoria apresentou exames de PCR positivo para o coronavírus. Diferente do teste sorológico, esse exame aponta se há presença do coronavírus nas vias respiratórias do paciente, no exato momento da coleta da amostra. Mais casos no mundo Relatos de casos da síndrome são feitos em diferentes localidades do mundo, sempre associados às crianças em áreas com elevadas taxas de contágio da COVID-19, como no Reino Unido. Em um relatório de maio, a Agência Nacional de Saúde Pública da França documentou 125 casos de PIMS atípicos, desse total, 65 das crianças afetadas testaram positivo para o novo coronavírus até o momento. Nos Estados Unidos, pelo menos 17 estados já relataram o diagnóstico de crianças com sintomas de PMIS. Mais especificamente, na cidade de Nova York, 55 dos 100 casos identificados foram em crianças com resultado positivo para COVID-19 ou anticorpos virais relacionados a essa doença. Em casos graves da síndrome, as crianças que desenvolveram o quadro podem precisar de cuidados em unidades de terapia intensiva (UTIs), além de serem medicadas para dar suporte à pressão sanguínea. Em alguns casos, é necessário ventilação mecânica. Por isso, o atendimento médico deve ser urgente. No entanto, o diagnóstico da síndrome nem sempre é simples, fora dos casos extremos. "É difícil dizer se uma criança tem PMIS devido à febre e erupção cutânea, porque muitas outras infecções podem causar febre e erupção cutânea", explica a Dra. Lauren Henderson, reumatologista da Boston Children's, nos Estados Unidos. Enquanto mais estudos são efeitos para analisar as relações da PMIS com a COVID-19, é importante entender que é uma síndrome tratável e a maioria dos pacientes pediátricos que tiveram COVID-19 não desenvolveram PMIS, observa Dra. Roberta DeBiasi, chefe de doenças infecciosas do Children's National Hospital. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Como convidar um contato para participar de grupo no WhatsApp usando QR Code

canaltech O QR Code é um código que pode ser facilmente escaneado utilizando diversos modelos de celulares. Eles podem ser utilizados para que os usuários acessem links, páginas e até mesmo grupos do WhatsApp. Deste modo, não será preciso mais enviar o link do grupo para todos os contatos. Basta apenas acessar a rede social, gerar o QR Code e enviar para os seus amigos. Assim, eles poderão apontar a câmera do celular para o código e acessar o grupo sem precisar de um link. WhatsApp: como enviar mensagem para um número fora da sua agenda Erro no WhatsApp? Veja os problemas mais comuns e suas soluções Como usar o WhatsApp Web pelo celular Se você quer utilizar o QR Code para convidar outros contatos para os seus grupos do WhatsApp, confira abaixo neste tutorial. O procedimento foi realizado em um celular Android, porém, ele também pode ser realizado em dispositivos iOS. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- WhatsApp: como usar QR Code para convidar pessoas para grupos Passo 1: abra um grupo do WhatsApp e clique em cima do nome dele para acessar o menu de "Configurações". Você também pode tocar sobre o ícone de "Três pontos" no canto superior direito e selecionar a opção "Dados do grupo". Abra um grupo do WhatsApp e clique no nome, ou em "Dados do grupo" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: clique no item “Convidar via link”. É importante lembrar que, para ter acesso a este recurso, você deve ser o administrador do grupo. Clique na opção "Convidar via link" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: clique no ícone de “Três pontos” no canto superior direito e selecione o item “Imprimir o código QR do grupo”. Cique no ícone de "Três pontos" no canto superior direito" e selecione o item "Imprimir código QR do grupo" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Em dispositivos iOS, já está disponível o item “Código QR” na aba “Convidar via link”. Clique nesta opção para gerar o QR Code do grupo. Em dispositivos iOS, clique na opção "Código QR" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: o QR code foi gerado com sucesso. Em dispositivos Android, você pode salvar o código em PDF. Para isso, clique em “Selec. impressora” no canto superior. Em um dispositivo Android, clique em "Selec. impressora" no canto superior (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: com o menu aberto, clique em “Salvar como PDF”. Com o menu aberto, selecione a opção "Salvar como PDF" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: em seguida, clique no ícone circular "PDF" para realizar o download. Você também pode tirar o print do QR Code e recortar somente a área específica que ele está inserido. Em seguida, clique no ícone circular de "PDF" para fazer o download, ou tire um print da tela (Capture de tela: Matheus Bigogno) Pronto! Agora você pode gerar e criar QR Code para convidar outros contatos para os seus grupos do WhatsApp. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Múltiplas contas: Prime Video finalmente ganha recurso popular da Netflix

canaltech Em tempos de distanciamento social por conta da pandemia do novo coronavírus, não só os aplicativos de videochamadas e redes sociais que notaram crescimento no tráfego e base de usuários, mas as plataformas de streaming também. Com tal movimento, muitos desenvolvedores implementaram algumas mudanças para fidelizar ainda mais assinantes, como é o caso mais recente do Amazon Prime Video. Fallout terá série produzida pela Amazon com os criadores de Westworld Amazon cria sistema que busca erros e otimiza códigos de seus serviços em nuvem De acordo com informações do XDA Developers, a Amazon finalmente liberou a criação de perfis em uma mesma conta. A novidade era aguardada há tempos pelos usuários, já que permite várias pessoas de uma única família ou grupos de amigos utilizem apenas um login, cada um tendo as suas recomendações personalizadas e histórico organizado. Além disso, agora também é possível destinar um acesso exclusivo para as crianças terem acesso somente a conteúdos adequados para a idade. Chegou ao Brasil o Amazon Prime, maior concorrente mundial da Netflix. Teste grátis por 30 dias! É possível criar até 6 perfis distintos no Amazon Prime Video (Reprodução: XDA Developers) E no Brasil... funciona? A novidade está presente na Netflix há um bom tempo, sendo bastante popular por lá, já que muitas pessoas costumam compartilhar (algo não visto com bons olhos pela plataforma por questões de segurança e lucro) suas contas com parentes, colegas e até desconhecidos. A publicação cita que é possível adicionar até seis perfis com um mesmo e-mail, sendo necessário que um deles seja o administrador do perfil e adulto. Crianças são permitidas até 12 anos de idade e não há como alterar o avatar. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Confira os lançamentos do Amazon Prime Video em julho de 2020 Nos testes realizados aqui no Canaltech, tanto no aplicativo para Android quanto na versão web do Prime Video, o recurso ainda não apareceu disponível e, segundo a apuração da fonte, está sendo liberado gradualmente por regiões. Vale ressaltar que há poucos dias a Amazon liberou outras duas importantes novidades ao seu serviço de streaming: uma versão do app para o Windows 10 e o "Watch Party", que permite assistir a conteúdos simultaneamente com até 100 pessoas. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Análise | Nissan Leaf é a experiência genuína do carro elétrico

canaltech Falar que o Brasil não está preparado para os carros elétricos é chover no molhado. Por mais que as empresas que vendem esses produtos até tentem passar a ideia de que dá, sim, para ter um veículo desses, a realidade é bem diferente, ainda mais em lugares mais afastados e fora dos grandes centros urbanos. Evidente que um produto como o Nissan Leaf beira a perfeição quando pensamos em mobilidade, tecnologia e futuro, mas é impossível ignorar esse fato quando analisamos um produto desses no Brasil. É assim com todo e qualquer segmento, e com o Leaf não será diferente. Entretanto, passar uns dias com o carro elétrico da Nissan, com tudo muito bem planejado e dentro da estrutura que a cidade de São Paulo oferece, dá a impressão de que, quando tivermos tudo preparado para a popularização dos veículos do tipo, é mais do que certo que eles dominarão as nossas ruas. É um caminho sem volta. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Leia também: Audi e-Tron: passamos um dia com o primeiro SUV 100% elétrico da marca Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Sai da frente que eu quero passar A primeira coisa que precisamos dizer sobre os carros elétricos é que o torque é imediato. Ou seja, ao pisar no acelerador, a força do motor é passada para as rodas no mesmo instante e isso torna as coisas muito mais divertidas. Portanto, para aqueles mais puristas que dizem que veículos elétricos não são divertidos, pode ir tirando o cavalinho da chuva – principalmente com o Leaf. O elétrico da Nissan é um carro extremamente ágil e gostoso de guiar. O hatch entrega 149cv e 32,6kgf/m de torque que, na prática, seria como guiar um esportivo de entrada com muito mais potência. Traduzindo em números, o 0 a 100 do Leaf é de 7,9 segundos. Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech Isso, no trânsito, nos permite ultrapassagens e retomadas muito ágeis e seguras, além de um rodar macio e silencioso, algo que só pode ser visto em carros elétricos. Para ilustrar melhor para o leitor do Canaltech como é guiar um veículo desses, pense naqueles carrinhos de bate-bate; assim que pisamos, ele logo responde aos nossos comandos, só que, claro, com muito mais força. Outras coisas, porém, ajudam o Nissan Leaf a ter esse desempenho e sensação esportiva de dirigir. Uma delas é a aerodinâmica, já que o carro possui um desenho agressivo e curvado que facilita a passagem de ar e o torna mais “rasgador”, por assim dizer. Além disso, por mais que ele pese 1582kg, sua bateria é alocada no assoalho, o que faz com que seu centro de gravidade seja baixo e, consequentemente, o torne mais preso ao chão. Isso pode ser sentido nas curvas e em manobras mais audaciosas. Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech A direção elétrica do Leaf casa bem com o estilo ágil do carro e foi calibrada de modo muito seguro, ficando mais firme sempre que pisamos um pouco mais no acelerador. Já para manobras e estacionamento, sua leveza impressiona e é uma das melhores que pudemos testar aqui no Canaltech. Ainda com relação ao comportamento do carro, sua suspensão também foi ajustada para que o conforto fosse privilegiado, mesmo com seu comportamento de esportivo não indique sua maciez. Ou seja: nas curvas, o carro não dobra tanto e, nos inúmeros buracos e valetas da cidade, ele não quica de modo violento. Traduzindo: ele é uma delícia. É necessário se planejar Agora vamos ao que interessa quando falamos de um carro elétrico: consumo e autonomia. Segundo a Nissan, o Leaf é capaz de rodar 240 quilômetros pelos padrões americanos (mais estrada do que cidade) e 350 quilômetros em circuito Europeu (mais cidade do que estrada), que é bem parecido com o que adotamos aqui no Brasil e é o que nos baseamos para calcular o quanto ele aguenta rodar com carga completa. Fizemos um trajeto de 15 quilômetros com dois modos de condução diferentes e ar-condicionado ligado: o primeiro, no tradicional, com o carro solto; o segundo, no modo Eco e com o câmbio no B, que faz com que o Leaf use ainda mais a energia motora das rodas e freios para dar mais carga à bateria. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech No primeiro caso, o mostrador de capacidade da bateria indicou que, ao final dos 15 quilômetros, gastamos pouco mais de 12 quilômetros de carga. Já no modo econômico, a surpresa: a economia foi pouca coisa maior, algo em torno de 11,5 quilômetros gastos. A explicação para isso se dá no comportamento do Nissan Leaf nesses dois modos, com o câmbio no D e no B. Quando deixamos o carro no modo tradicional, o carregamento passivo da bateria se dá a partir do momento em que deixamos de pisar no acelerador e, em um nível maior, quando pisamos no freio. Com o carro solto, ele segura menos a rolagem e faz com que não tenhamos que pisar muitas vezes para fazer ele andar, o que economiza bateria. Agora, quando deixamos o carro rodar com o câmbio no B, aliado ao modo Eco, por mais que o restante do funcionamento do carro seja de fato mais econômico, como a climatização, por exemplo, ele fica muito mais preso no seu comportamento, fazendo com que tenhamos que pisar no acelerador para fazer com que ele continue andando antes de quase parar por completo, seja em uma via reta, seja em uma descida. Sim, a bateria regenera com mais vigor, mas, ao termos que pisar para acelerar, a economia acaba não sendo tanta assim. Com isso em mente, chegamos ao seguinte relatório de economia do Leaf: conseguimos rodar, com segurança, algo em torno dos 330 quilômetros sem a necessidade de bater o desespero para recarregar o carro. Nos planejamos para eventuais necessidades e, claro, não fomos para muito longe no quesito estrada. Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech A diferença ínfima de consumo, porém, não se justifica não apenas pelos números irrisórios, mas também por um dos pouquíssimos pecados que o Nissan Leaf tem: ao rodar no modo Eco + B, o carro fica muito, mas muito preso, como se estivesse, no jargão popular, correndo de calça jeans. Isso incomoda até mesmo os passageiros. Ter um Leaf na cidade para pequenos deslocamentos é o ideal. Ao adquirir o veículo, a Nissan fornece uma Wallbox para ser instalada em casa e garante carga máxima em no máximo oito horas e com um acréscimo justo na conta de luz: algo em torno dos 20% em um mês de uso normal. Porém, se você precisar de um carregamento na cidade, é necessário pesquisar estabelecimentos que façam isso, além de algumas concessionárias Nissan, que oferecem o serviço gratuitamente. Leia também: O Brasil está preparado para os carros elétricos? Muita tecnologia e conforto No interior, o Nissan Leaf é digno de um hatch médio das antigas, só que com muita tecnologia embarcada. O cluster principal é digital e fornece todas as informações necessárias, como velocímetro, autonomia e o status das tecnologias de segurança como o sensor de proximidade frontal e o piloto automático adaptativo. A central multimídia, na versão que testamos, era de 7 polegadas, mas era bem completa e fazia o espelhamento com Android Auto e Apple Car Play. Além disso, todas as informações referentes ao funcionamento do carro poderiam ser checadas ali. Já há uma versão do Leaf com o interior completamente remodelado e será testada pelo Canaltech futuramente. O acabamento do Leaf, apesar de simples, era bem encaixado e transparecia modernidade, sobretudo no console central, que abriga o câmbio em formato joystick. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech O destaque entre os equipamentos do Leaf e que o diferencia de modelos concorrentes é a câmera 360º, que vimos na Nissan Frontier, e no e-Pedal, o acelerador especial do carro. A versão da câmera que foi instalada no Leaf, além de fornecer imagens da parte frontal e traseira, faz a simulação do entorno do veículo e nos dá uma percepção clara da lateral do carro, algo muito útil em balizas. Leia também: Análise | Nissan Frontier esbanja tecnologia, poder e robustez Já o e-Pedal é uma solução encontrada pela Nissan para tornar a condução mais prática. Ao acionar esse recurso, você não tem mais necessidade de frenar o carro com o pedal de freio tradicional, bastando pisar ou soltar o acionamento do acelerador para fazer com que o carro ande ou pare. Apesar de prático, isso vai demandar uma boa dose de paciência do proprietário, já que os solavancos poderão ser frequentes nesse modo. Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech Completam os itens de segurança e conforto o Alerta Inteligente de Mudança de Faixa, Sistema Inteligente de Prevenção de Mudança de Faixa, Assistente Inteligente de Frenagem de Emergência, Controle Inteligente de Velocidade, Sistema de Advertência de Ponto Cego, Alerta Inteligente de Atenção do Motorista, Sistema de Monitoramento de Pressão dos Pneus, Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro e ar condicionado digital. Som com assinatura BOSE Algo que chama muito a atenção nos veículos que testamos para o Canaltech recentemente é o esmero que algumas empresas têm tido com os sistemas de som. Com o Nissan Leaf não foi diferente. O modelo elétrico da montadora japonesa conta com a tecnologia da BOSE: são seis alto-falantes e um subwoofer para deixar os graves ainda mais vibrantes. Tudo isso fica potencializado com o excelente isolamento acústico, digno de carros premium. Ainda por cima, é lindo Quando temos que falar pouco sobre o design do veículo é porque ele acertou em cheio. A Nissan caprichou no estilo do Leaf, com requintes que misturam o auge dos hatches médios com a modernidade exigida para um carro elétrico. Como falamos acima, suas linhas lhe proporcionam uma aerodinâmica privilegiada e um visual mais agressivo, o que ajuda no desempenho. A grade frontal, por sua vez, possui um detalhe em azul e é fechada, afinal, estamos falando de um carro elétrico. O conjunto óptico, por sua vez, é feito inteiramente em LED. Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Nissan Leaf Ainda não estamos preparados A experiência com o Nissan Leaf foi a melhor possível, mas dentro de situações controladas e com o propósito de análise para essa matéria. Entretanto, se você quer mesmo comprar um carro elétrico, seja ele qual for, atente-se para a sua estrutura local, principalmente se você mora em cidades interioranas e não quer desprender de muito dinheiro para instalar carregadores na sua casa. O produto em si dispensa comentários. Bonito, eficiente, divertido, conectado, espaçoso e econômico. Com um Leaf, você nunca mais irá a um posto de gasolina na vida, principalmente se o seu uso for estritamente urbano. Mas, como dissemos, ainda não estamos preparados para que um carro desse se torne popular, principalmente por seu preço e infraestrutura tímida, para dizer o mínimo. Quando esse dia chegar, preparem-se, pois os elétricos irão dominar as ruas. O Nissan Leaf pode ser encontrado nas principais cidades brasileiras pelo preço de R$ 195 mil. Ao comprá-lo, a Nissan disponibilizará uma Wallbox, que será instalada em sua residência mediante análise local de amperagem e espaço físico. O Nissan Leaf analisado pelo Canaltech foi gentilmente cedido pela Nissan do Brasil. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Os melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online (13/06/2020)

canaltech Uh, gurl! O planeta Terra não é apara amadores. Ainda no isolamento, as notícias que chegam envolvem nuvem de areia que dá para ver do espaço, nuvem de gafanhotos, ciclones, preocupações com novas pandemias e a certeza de que estamos vivendo uma versão remasterizada das pragas do Egito. A lista de melhores lançamentos de filmes e séries para assistir online desta semana é para quem quer sashay away da Terra para dar um rolê nos planetas vizinhos ou em uma galáxia mais distante e além da imaginação. A lista de melhores lançamentos para assistir online traz séries para maratonar por dias no espaço, inspirações para crianças viajarem para outros lugares sem sair de casa, mulheres poderosas, mas principalmente excelentes títulos de ficção científica, já que, apesar de nos levarem para outros mundos, os melhores do gênero sempre nos ajudam a refletir sobre o nosso próprio mundo (e é uma pena que os streamings não tragam Plano 9 do Espaço Sideral para que todos conheçam Ed Wood e suas mensagens para a humanidade). Quanto ao Ed Wood, um alerta: It’s a trap! -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Dê uma olhada nas nossas dicas do que assistir online neste final de semana. Para facilitar ainda mais a sua vida, o Canaltech sempre acrescenta trailer e uma pequena descrição de cada produção, além de incluir os links para os serviços em que elas estão disponíveis, assim o seu trabalho é basicamente apenas apertar o play. Veja quais te agradam, prepare a sala, reúna toda a família e divirta-se! Os lançamentos da Netflix em julho de 2020 Os lançamentos do Amazon Prime Video em julho de 2020 Lançamentos da Netflix na semana (03/07/2020) 10. Hanna   Suspense. Drama. Ação. Hanna foi criada na floresta e precisa fugir de um implacável agente da CIA que tenta descobrir a verdade por trás de quem ela é. Mas isso foi apenas o início. A segunda temporada acabou de estrear e, agora, Hanna continua sua jornada para encontrar seu lugar no mundo, amadurecendo cada vez mais. Em termos de crítica, se você não deu uma chance para a primeira temporada, talvez agora seja o momento de reconsiderar, já que a segunda temporada recebeu críticas muito mais favoráveis que a primeira. E não só isso. A nova temporada eleva a história a um nível que deixa o espectador querendo mais e mais, o que é excelente em uma série. Original Amazon, Hanna tem as duas temporadas disponíveis no Amazon Prime Video. Leia também: Novo no Prime Video? Confira 10 séries da Amazon que você precisa assistir As melhores séries para maratonar no Amazon Prime Video As 6 melhores séries britânicas para assistir no Amazon Prime Video 9. Uma Aventura LEGO   São muitas as formas de viajar sem sair do lugar e Uma Aventura LEGO é lindo ao lidar com essa perspectiva. Excelente entretenimento para toda a família, a animação ainda incentiva todo mundo a valorizar a imaginação, ou seja, é um filme que faz valer o tempo em frente à tela e de bônus ainda estimula a busca por outras formas de diversão em que a única coisa que importa é o quanto nossa criatividade pode ser louca. A trama ainda traz mensagens de otimismo e união que são muito importantes e nos mostra que, apesar das coisas ruins que podem acontecer, “tudo é incrível”. Para as crianças, diversão colorida, animada e engraçada. Para os adultos, vale a pena conferir os subtextos e referências a clássicos como 1984, de George Orwell, e Metrópolis, de Fritz Lang. É para todos os gostos mesmo. Ah, um aviso: a música tema é bem chiclete. Para deixar tudo incrível, Uma Aventura LEGO está disponível no streaming do Telecine, além de poder ser comprado e alugado no iTunes, na Play Store e na Microsoft Store. O título ainda está disponível para aluguel no Looke. Leia também: Crítica | Uma Aventura Lego 2: uma descomprometida volta da vitória Os 10 melhores filmes da Disney para assistir no Prime Video As 10 melhores animações de todos os tempos 8. Contato   Antes de Neil deGrasse Tyson, havia Carl Sagan, um cientista muito preocupado em popularizar a ciência e que foi capaz de fazer as pessoas verem a ciência como algo mágico no melhor sentido possível: existem coisas tão incríveis quanto magia e elas fazem parte do nosso cotidiano. Baseado em um livro de Carl Sagan, Contato é uma sci-fi indispensável e com um belíssimo discurso sobre fé e ciência. Achou pouco? O filme é uma ficção-científica porque tem a ver com ETs, já que a Dra. Ellie Arroway consegue encontrar provas da existência de vida fora da Terra. Ellie é interpretada por ninguém menos que Jodie Foster e a “contraparte”, a fé, vem através do personagem de Matthew McConaughey, Palmer Joss. Contato é filosofia pura transformada em algo absolutamente instigante e acessível. Cinematograficamente, ele ainda traz uma montagem que, de tão mindblowing, tornou-se uma das mais comentadas em vídeos que mostram como a magia do cinema é feita. Contato pode ser comprado ou alugado no iTunes e na Play Store. Leia também: 10 filmes sobre presença alienígena na Terra para celebrar o Dia do Disco Voador Dez filmes sensacionais de ficção científica que não são tão conhecidos assim 7. Mad Men   Está com as novidades em dia? Já viu todas as novas temporadas das suas séries favoritas? Que tal se aventurar pelos 98 episódios das 7 temporadas do sucesso Mad Men? Estrelada pelo cativante Jon Hamm, Mad Men acompanha décadas de uma empresa de publicidade, o que poderia ser muito enfadonho se a série não fosse simplesmente genial. Além dos momentos chocantes de como a publicidade é feita para nos manipular, a série é muito mais um drama de época, que acompanha as evoluções sociais, como a presença de mulheres em certos setores, sobretudo na personagem da maravilhosa Elisabeth Moss, mais conhecida hoje por seus papéis em The Handmaid's Tale e O Homem Invisível. O protagonista é controverso e faz com que o espectador alimente por ele um misto de amor e ódio, que faz com que todas as intrigas da série fiquem ainda mais emocionantes. As sete temporadas acabaram de ficar disponíveis no Amazon Prime Video. Leia também: 10 séries clássicas para maratonar no streaming durante o isolamento 10 séries com mulheres inspiradoras no elenco 6. Cowboys do Espaço   Clint Eastwood, Tommy Lee Jones, Donald Sutherland e James Garner são os Cowboys do Espaço. Se esses nomes e esse título não são suficientes para fazer você assistir ao filme, vale lembrar que a Academia de ficção científica, fantasia e filmes de terror dos EUA premiou Cowboys do Espaço nas categorias de Melhor Ficção Científica, além de Melhor Ator e Melhor Diretor para Clint Eastwood. Na trama, esses senhores (que em 2000 ainda não eram tão senhores) formam um grupo de aposentados que precisam ir ao espaço para resgatar um satélite. Quem conhece os atores, sabe que eles não são exatamente idosos fofinhos e o termo "cowboys" casa perfeitamente com a ideia do filme, um western no espaço (e vale lembrar que de faroeste o Eastwood tem conhecimento de causa). Cowboys do Espaço pode ser assistido pelos assinantes do Globoplay, pode ser alugado no Looke ou pode ser comprado e alugado no iTunes ou na Play Store. Leia também: Os 5 melhores filmes de ficção científica disponíveis na Netflix Chegou ao Brasil o Amazon Prime, maior concorrente mundial da Netflix. Teste grátis por 30 dias! 5. Prometheus   Quem somos? De onde viemos? A lista da semana passada trouxe as respostas científicas para essas perguntas, mas esta semana queremos fantasia, porque a realidade já está pegando pesado demais. Prometheus é uma prequela de Alien - O 8.º Passageiro pelas mãos do mesmo diretor, Ridley Scott, e que divide opiniões. Prometheus acompanha um grupo que está em busca das origens da humanidade, mas acaba dando de cara com a espécie que posteriormente chamamos carinhosamente de Alien. Apesar de nomes de peso como Guy Pearce, Idris Elba, Charlize Theron e Noomi Rapace, o grande destaque do elenco é Michael Fassbender como o androide David, personagem que faz valer o filme mesmo para quem acha que Prometheus não faz jus à franquia. Para instigar, abaixo você pode conferir um vídeo promocional em que David se apresenta (e não é spoiler, pois esse trecho não faz parte do filme). Prometheus está no catálogo do streaming do Telecine, além de poder ser comprado ou alugado na Microsoft Store, no iTunes, na Play Store ou no Looke. 4. 2001 - Uma Odisseia no Espaço   Um dos maiores clássicos do cinema, 2001 - Uma Odisseia no Espaço não é um filme fácil, mas marcou a ficção científica para sempre, não sendo poucos os filmes que fizeram referência a essa produção icônica de Stanley Kubrick. Com duas horas e meia de duração, este não é um filme para ver com sono e requer certa preparação do espectador. Quem avisa, amigo é. A trama do filme tem a ver com um artefato que é encontrado, mas o mais incrível é que o filme perpassa praticamente toda a história da humanidade, desde nossas origens pré-históricas até um futuro supertecnológico que nos conduz a grandes descobertas. Trilha sonora e imagens que marcaram a cultura contemporânea talvez não sejam o suficiente para ver esse filme, mas aqui há uma motivação extra: gostando ou não, tê-lo assistido é quase um pré-requisito para poder apreciar o episódio sobre 2001 - Uma Odisseia no Espaço do Choque de Cultura. 2001 - Uma Odisseia no Espaço é uma ficção científica diferente, mais racional, com menos ação e que aposta muito na estética para segurar a atenção do espectador, um deleite para os olhos e para os neurônios. O filme pode ser encontrado no catálogo do streaming do Telecine e pode ser alugado no Looke, além de estar disponível para aluguel e compra no iTunes, na Play Store e na Microsoft Store. Leia também: A ficção científica e as previsões do futuro incerto da humanidade - Parte 1 A ficção científica e as previsões do futuro incerto da humanidade - Parte 2 A ficção científica e as previsões do futuro incerto da humanidade - Parte 3 3. O Planeta dos Macacos   É muito mais conhecida do público contemporâneo a nova trilogia iniciada por Planeta dos Macacos: A Origem (2011), que é excelente, mas não seria possível se não houvesse algo do qual ser a origem. O original de 1968 estrelado por Charlton Heston é obrigatório para os fãs de ficção científica e uma excelente escolha para quem adora finais impactantes. Se você não viu o original, garanto que os novos filmes irão ganhar camadas ainda mais interessantes após essa experiência, já que as histórias mais recentes são justamente a parte que faltava nos filmes anteriores. Planeta dos Macacos é uma franquia há muito cultuada e chegou a ganhar um remake não muito agradável pelas mãos de Tim Burton, que fez um filme com uma maquiagem impecável, mas um roteiro que deixou a desejar. A grande estreia é Planeta dos Macacos (1968), que está disponível para aluguel e compra no Looke e no iTunes, mas Planeta dos Macacos (2001) também estreou esta semana, e se você quiser conferir, basta acessar o streaming do Telecine ou, para comprar e alugar, o Looke, o iTunes e a Play Store. Leia também: 10 filmes sobre aventuras e viagens no espaço 2. Oito Mulheres e um Segredo   Não é ficção científica, mas tem tecnologia e ciência como parte de um plano para roubar um colar caríssimo e super bem guardado. Oito Mulheres e um Segredo reúne mulheres incríveis, respeitando aquilo que as faz únicas e criando um grupo bastante heterogêneo de personagens que funcionam muito bem juntas. A trama de roubo é empolgante e o filme brinca muito bem com estereótipos, então prepare-se para ser enganado também, o que faz parte da diversão. No elenco estão as musas Sandra Bullock, Cate Blanchet, Anne Hathaway, Mindy Kaling, Sarah Paulson, Awkwafina, Rihanna e Helena Bonham Carter. Oito Mulheres e um Segredo está disponível para streaming no Telecine, podendo ser comprado ou alugado na Play Store e na Microsoft Store, alugado no Looke ou comprado no iTunes. Leia também: Crítica | Oito Mulheres e um Segredo consciente 8 filmes com mulheres que não têm medo de nada 1. Star Trek - Sem Fronteiras   Esqueça as tretas sobre quem é melhor, Star Trek ou Star Wars: os dois são incríveis e não tem porque brigar se todo mundo sai feliz do cinema, mesmo que seja um feliz por estar reclamando. O terceiro filme Star Trek estrelado por Chris Pine como Capitão Kirk e Zachary Quinto como Spock é, na pior das hipóteses, um maravilhoso espetáculo visual. Os elementos mais queridos de Star Trek, a ação e as reflexões filosóficas de ficção científica, assim como as relações entre os membros da Enterprise, estão no filme que conta ainda com pitadas do humor de Simon Pegg, tanto na sua personificação do Scotty, quanto em seu trabalho como co-roteirista. Star Trek - Sem Fronteiras pode ser comprado ou alugado na Play Store, na Microsoft Store ou no iTunes, além de estar disponível no catálogo do Telecine. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Steam aparece em código do Chrome OS e indica chegada de jogos ao sistema

canaltech Após referências no começo do ano de que o Google preparava a chegada da plataforma de jogos Steam ao sistema Chrome OS, as primeiras referências ao serviço de games foram encontradas no código-fonte do sistema operacional. Além do Steam, o código do projeto Chromium revelou que o Google estuda mudar a distribuição usada para rodar apps do Linux no Chrome OS. Google anuncia suporte para alguns programas de Windows no Chrome OS Conhecendo o Chrome OS: entenda o sistema operacional do Google As revelações foram publicadas pelo site 9to5Google, que identificou a nova plataforma de apps Linux do Chrome OS com o codinome “Borealis”. Atualmente, o Chrome OS oferece a opção (em alguns dispositivos) de rodar programas Linux em uma máquina virtual conhecida como “Crostini” e baseada na distribuição Debian. O Borealis seria uma alternativa em estudo ao Crostini, substituindo o Debian pelo Ubuntu (que é baseado no Debian, curiosamente). Além da mudança da distribuição Linux, o site encontrou uma diferença entre os aplicativos pré-instalados na máquina virtual: o serviço de jogos Steam. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Suporte a jogos do Steam deve ser exclusividade de Chromebooks com processadores mais potentes (imagem: Acer) Jogos no Chromebook A adoção da plataforma de jogos poderia ser uma das razões por trás da mudança da distribuição no Chrome OS. Afinal de contas, o Ubuntu é a distribuição Linux recomendada pela Valve, responsável pelo Steam. Outra descoberta feita pelo site é que a compatibilidade do Steam no Chrome OS está sendo testada em uma linha específica de equipamentos, equipados com processadores da 10ª geração da Intel. A família de CPUs, lançada no ano passado, inclui um processador gráfico duas vezes mais rápido que o usado na 9ª geração. Como tudo se trata de linhas de código sem confirmação oficial de qualquer plano de lançamento, não há como saber quando todas essas mudanças serão efetivadas. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Como desconectar jogos e aplicativos do Facebook

canaltech Fazer login com a conta do Facebook em apps ou jogos pode auxiliar muito os usuários que não querem criar uma conta extra só para isso. No entanto, a longo prazo, muitos aplicativos podem acabar ficando acumulados na sua conta e isso pode se tornar algo inconveniente. Por isso, o Facebook permite que os usuários possam desconectar a conta de alguns ou de todos os apps e jogos que foram utilizados. Para fazer isso, basta apenas acessar o menu de Configurações da rede social através do app ou do navegador. Segurança no Facebook: confira 7 dicas para se manter protegido na rede social 12 dicas e truques do Facebook que todos deveriam conhecer Como relatar um erro no aplicativo do Facebook Confira abaixo neste tutorial como desconectar a sua conta do Facebook de apps e jogos para celular. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Como desconectar a conta de jogos para celular no app do Facebook Passo 1: abra o Facebook (Android | iOS) e clique no ícone de “Três linhas” no canto superior. Abra o app do Facebook e, no canto superior esquerdo, clique no ícone de "Três linhas" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: no item “Configurações e privacidade”, clique em “Configurações”. No item "Configurações e privacidade", clique em "Configurações" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: selecione o item “Aplicativos e sites”. Role a página e clique em "Aplicativos e sites" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: você pode selecionar a opção “Conectado com o Facebook” para editar um ou mais apps, ou pode remover o recurso clicando no item “Aplicativos, sites e jogos”. Clique em "Conectado com o Facebook" ou "Aplicativos, sites e jogos" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: na aba “Conectado com o Facebook”, você pode marcar um ou mais apps e jogos, e clicar em “Remover”. Selecione um app ou jogo, e clique em "Remover" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: na aba “Aplicativos, sites e jogos”, você pode clicar em “Desativar” para que nenhum app ou jogo acesse a sua conta do Facebook. Para ativar o recurso novamente, basta acessar a mesma página e clicar em “Ativar”. Para desativar qualquer app e jogo de acessar sua conta do Facebook, clique em "Desativar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Importante: todas as suas publicações destes aplicativos serão removidas e você não poderá mais utilizar a conta do Facebook para acessar outros apps e jogos, a menos que ative a função novamente. Como desconectar a conta de jogos para celular no Facebook clássico Passo 1: abra o Facebook em seu navegador e, no canto superior direito, clique no ícone de “Seta para baixo”. Abra o Facebook em seu navegador e clique no ícone de "Seta para baixo" no canto superior direito (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: com o menu aberto, clique em “Configurações”. Com o menu aberto, clique em "Configurações" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: no menu lateral esquerdo, clique em “Aplicativos e sites”. No menu lateral esquerdo, clique em "Aplicativos e sites" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: você pode remover um ou mais apps e jogos, marcando-os e clicando em “Remover”. Em seguida, com a pop-up aberta, clique novamente em “Remover”. Selecione um ou mais apps e clique em "Remover" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: para permitir que mais nenhum app ou jogo acesse a sua conta do Facebook, localize o item “Aplicativos, sites e jogos” e clique em “Editar”. Para bloquear qualquer app ou jogo de acessar a sua conta, clique em "Editar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: clique em “Desativar” para que esta função seja desativada. Para ativar o recurso novamente, basta acessar o mesmo item e clicar em “Ativar”. Com a pop-up aberta, clique em "Desativar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Importante: todas as suas publicações destes aplicativos serão removidas e você não poderá mais utilizar a conta do Facebook para acessar outros apps e jogos, a menos que ative a função novamente. Como desconectar a conta de jogos para celular no novo Facebook Passo 1: abra o Facebook em seu navegador e, no canto superior direito, clique no ícone de “Seta para baixo”. Abra o Facebook no seu navegador e clique no ícone de "Seta para baixo" no canto superior direito (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: com o menu aberto, clique em “Configurações e privacidade”. Com o menu aberto, clique em "Configurações e privacidade" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: clique em “Configurações” para prosseguir. Clique em "Configurações" para prosseguir (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: no menu lateral esquerdo, clique em “Aplicativos e sites”. No menu lateral esquerdo, clique em "Aplicativos e sites" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: você pode remover um ou mais apps e jogos, marcando-os e clicando em “Remover”. Selecione um ou mais apps e clique em "Remover" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: com a pop-up aberta clique novamente em “Remover”. Com a pop-up aberta, clique novamente em "Remover" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 7: para permitir que mais nenhum app ou jogo acesse a sua conta do Facebook, localize o item “Aplicativos, sites e jogos” e clique em “Editar”. No item "Aplicativos, sites e jogos", clique em "Editar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: clique em “Desativar” para que esta função seja desativada. Para ativar o recurso novamente, basta acessar o mesmo item e clicar em “Ativar”. Com a pop-up aberta, clique em "Desativar" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Importante: todas as suas publicações destes aplicativos serão removidas e você não poderá mais utilizar a conta do Facebook para acessar outros apps e jogos, a menos que ative a função novamente. Pronto! Agora você pode desconectar a sua conta do Facebook de um ou de todos os apps e jogos que você utiliza. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Crítica | Force of Nature é um atentado prepotente contra si e contra todos

canaltech   Não vou preparar o terreno me dispendendo em uma introdução que comenta sobre o caos provocado por um furacão e sobre o quanto o ser humano pode se aproveitar dos piores momentos para sair no lucro. Porque existe um combo aqui que torna a desgraça generalizada: há aquela causada pelo furacão, outra causada pelos vilões estereotipados do filme e a última que abraça tudo, que é o próprio filme. Force of Nature não é somente ruim: é dos trabalhos mais sem traços de qualidade dos últimos anos; é um forte candidato para listas de piores filmes do século XXI – talvez de todos os tempos; é uma produção com um roteiro tosco, sem consistência na linguagem, com situações que provocam vergonha alheia braba e com uma onça (ou pantera negra?) que foi treinada para atacar policiais. Como? Quem sabe? Atenção! Esta crítica contém spoilers sobre o filme! -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Sem subtexto A história, que é indecisa entre acompanhar uma espécie de gangue que planeja um assalto multimilionário durante a passagem de um furacão e o trabalho de um policial marcado por ter vitimado sua parceira e namorada, parece ter sido jogada ao vento e ter, como guia, um boneco de posto. Voláteis e sem ritmo definido, os acontecimentos não obedecem a nenhuma lógica interna (do universo do filme) ou externa (da vida real). Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Nesse sentido, as situações e a estética – crua e plastificada ao mesmo tempo – falham em querer abraçar dois mundos (o fílmico e a nossa realidade). Assim, existem situações – uma, em especial, relatada por Griffin (William Catlett) – que remetem a uma crítica necessária sobre preconceito racial, mas, ao mesmo tempo, parecem ter sido tiradas da cartola. Isso acaba por promover um efeito inverso, como se a breve abordagem sobre racismo tivesse sido inserida como obrigação. Não há subtexto para o roteiro debutante em longas-metragens de Cory Miller e, muito menos, para a direção de Michael Polish (de Nona – filme de 2017): é tudo em primeiro plano, exposto, gratuito, pobre. Crítica | A Ilha da Fantasia é um coice Por essa perspectiva e no meio de tudo, corpos caem de costas do quarto andar, direto no chão duro, e se levantam para lutar; um alemão colecionador de artes e filho de nazista cuida dos ferimentos de Griffin; e a própria personagem de Catlett criou e cuidou de um misterioso animal que permanece aprisionado e que, segundo sua história expositiva, foi treinado para atacar pessoas com fardamento policial. É claro que, a partir desse último ponto, em algum momento, Cardillo (Emile Hirsch) tiraria seu uniforme por qualquer motivo aleatório para que o vilão interpretado por David Zayas o vestisse e fosse guiado aos aposentos da fera. A gangue liderada pela personagem de David Zayas. (Imagem: EFO) Tinta guache Mas poderia ser convincente a inserção de uma pantera negra atacando um sujeito vestido de policial, ainda mais com tudo o que socialmente tem sido exposto em 2020. As feridas abertas da sociedade precisam dessas alegorias na arte. O problema é que nada no trabalho de Polish é consistente ou convincente. A impressão pode ser a de que ele mesmo não acredita no que está fazendo e, por isso, transforma tudo em uma porcaria praticamente intragável. Em um momento, John (Zayas) manda seu refém (Cardillo) abrir a porta e ir na frente, mas em outro (uns dois minutos depois) acredita em tudo que o então policial desfardado diz, abrindo, inclusive, a misteriosa porta-cofre que esconde o felino – que deve ser mudo ou, cirurgiado, não ter mais as pregas vocais. Isso tudo, porém, é somente a ponta do iceberg que é Force of Nature. Porque um roteiro infértil pode conceder uma prole de qualidades a partir da visão imposta pela direção. Mas o que Polish faz é potencializar as grosserias e a estupidez do trabalho de Miller. Parece existir uma necessidade por irrelevâncias. O início, por exemplo, que talvez tivesse a intenção de fundamentar a ação, já apresentando Ray (Mel Gibson) no meio de uma cena de tiroteio, nada mais é do que um fragmento do meio do filme – um trecho que, no final das contas, tem tendências românticas. Essa mesma sequência tem um trato com questões feministas bem parecido com o que faz racialmente, revelando muito mais do seu diretor do que da obra. Ao inserir uma mulher salvando seu par romântico, alguém que a personagem de Gibson – de longe e no meio do temporal – não conseguiu, Polish não consegue dar peso algum ao momento. Na sequência, Cardillo, com a panturrilha atravessada por uma bala, caminha normalmente e é costurado sem sentir dor aparente. Crítica | The Silence: que a memória consiga ser amena Crítica | Verdade ou Desafio – ou um produto ruminado Necessidade por irrelevâncias... (Imagem: EFO) O diretor, inclusive, parece indisposto a pensar na decupagem do filme, intercalando planos que pouco dizem e pouco constroem. É como se no meio das artes que a gangue liderada por John quer roubar existisse uma bem maior, dadaísta de tinta guache (que se dissolve no meio da chuva toda), incompreensível e, simultaneamente, expositiva, tosca e prepotente que é o próprio filme. *Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Canaltech Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Sony lança três fones de ouvido intermediários no Brasil

canaltech A Sony anunciou novidades em seu catálogo de fones de ouvido para o Brasil! O que temos aqui é um update da linha intermediária da japonesa, que traz modelos com três focos diferentes, mas aliando o melhor do conforto e da tecnologia dentro do que a faixa de preços pode alcançar. Os novos fones são o WF-XB700, WH-CH710N e WI-SP510, voltados para a galera que está trabalhando em home-office e também para aqueles que não dispensam a prática de atividade física. WF-XB700 O novo integrante da linha WF traz como atrativos a tecnologia EXTRA BASS dentro de um in-ear e bateria com autonomia de 9 horas, com mais outras 9 horas no case de carregamento e transporte. Com visual um pouco diferentão, a Sony procurou proporcionar neste modelo graves potentes e estrutura ergonômica. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Com tecnologia de carregamento rápido, bastam 10 minutos de carga para que o fone consiga entregar 60 minutos de reprodução de áudio. O modelo conta com esquema de comandos (botões) intuitivo, o que facilita tanto na hora de ouvir música, quanto para fazer e receber ligações no modo mãos-livres, oferecendo acesso rápido ao assistente de voz do seu smartphone. O WF-XB700 tem classificação IPX4, que protege contra suor e respingos de água. Está disponível nas cores preto e azul, em lançamento no e-commerce oficial da Sony pelo preço de R$ 999,99. WF-XB700 (Imagem: Sony/Divulgação) WH-CH710N Mais próximo do design dos fones premium da Sony, o novo circumaural da japonesa traz tecnologia Noise Cancelling, com inteligência artificial (AINC) que analisa os componentes sonoros do ambiente e seleciona automaticamente o filtro de cancelamento de ruído mais eficaz para cada situação. Isso o torna versátil tanto para quem está trabalhando em home office quanto para quem precisa manter as atividades físicas em dia. O fone traz drivers de 30 mm com boa resposta de frequência e nitidez em graves e agudos, segundo a Sony, além de NFC, Bluetooth 5.0 e uma senhora bateria: são 35 horas de autonomia com uma única carga, com o ANC ligado. A carga rápida, aqui, também oferece 60 minutos de playtime com apenas 10 minutos de carregamento. Compatível com assistentes de voz, o novo integrante da família WH está disponível para venda no site oficial da Sony, por R$ 799,99, nas cores preta, azul e branca. WH-CH710N (Imagem: Sony/Divulgação) WI-SP510 Para fechar o trio de lançamentos, o novo WI-SP510 é um intra-auricular com neckband, voltado para quem pratica atividades físicas mais pesadas, seja por esforço e suor, seja debaixo de sol, ou debaixo de chuva forte. O bacana do modelo é que ele pode ser lavado com água e detergente ou sabão após o treino — o que o torna ideal em tempos de higienização de pertences na pandemia COVID-19, já que tem certificação IPX51. Ele também conta com EXTRA BASS para trazer um som intenso nos graves, ajudando o atleta a manter foco e ritmo enquanto malha. Sua bateria garante 15 hroas de autonomia e seus comandos são simples e fáceis de usar, tanto para curtir músicas quanto para atender ou realizar chamadas telefônicas. Ele está disponível apenas na cor preta aqui no Brasil, pela pedida de R$ 499,99. Sony SP510 (Imagem: Sony/Divulgação) Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Homem-Aranha: No Aranhaverso 2 usa novas técnicas de animação, diz produtor

canaltech Com uma história maravilhosa, personagens cativantes e uma estética inovadora, Homem-Aranha: No Aranhaverso foi um dos melhores filmes de super-herói já feitos e deixou um tremendo desejo por mais. Recentemente, foi anunciado que os trabalhos da sequência foram iniciados e, agora, o produtor fez uma publicação mais que animadora. No Twitter, Christopher Miller disse ter sido surpreendido pela qualidade da animação. “O desenvolvimento de novas técnicas artísticas inovadoras que estão sendo feitas para o próximo filme do Aranhaverso já está me surpreendendo”, disse ele, acrescentando que isso fará com que o primeiro filme pareça antiquado, ainda que permaneça encantador. The development of new groundbreaking art techniques being done for the next Spider-Verse movie are already blowing me away. It’s going to make the first movie look quaint -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- — Christopher Miller (@chrizmillr) July 1, 2020 Amazon Prime chegou ao Brasil e está todo mundo assinando. Já fez seu teste grátis de 30 dias? Clique aqui! Ao invés de investir em formas cada vez mais realistas da tradicional técnica de animação em 3D, Homem-Aranha: No Aranhaverso optou pela criação de algo muito original, nunca antes visto, e bastante estilizado, o que certamente contribuiu para o destaque da animação, que tem tudo isso aliado a um roteiro excelente. Imagem: Reprodução/Sony Pictures Animation Ainda não há informações sobre a trama de Spider-Man: Into the Spider-Verse 2, mas a produtora Amy Pascal chegou a comentar que a sequência poderia explorar um romance entre Miles Morales (Shameik Moore) e Gwen Stacy (Hailee Steinfeld). Há também planos para um spin-off focado nas heroínas do Aranhaverso e Amy Pascal confirmou que, além da Gwen-Aranha, a trama terá também a presença de Cindy Moon (Teia de Seda) e Jessica Drew (a primeira Mulher-Aranha). Homem-Aranha no Aranhaverso 2 confirma data com teaser de retorno aos trabalhos Crítica | Homem-Aranha no Aranhaverso e a humanidade necessária Sony quer patentear estilo de animação usado em Homem Aranha: No Aranhaverso Spider-Man: Into the Spider-Verse 2 deve chegar aos cinemas dos EUA em 7 de outubro de 2022. Ainda não há título oficial em português, nem data de estreia oficial no Brasil. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

ROG Phone 3 tem data de lançamento confirmada

canaltech A Asus iniciou nesta quinta-feira (2) em seu site oficial a contagem regressiva para o lançamento do ROG Phone 3. Com a promessa de revolucionar o modo como jogamos no celular, a terceira geração da linha gamer da marca taiwanesa será apresentada no dia 22 de julho. Mercado de PCs tem a maior queda trimestral desde 2013 devido a COVID-19 Fornecedores da Apple não estão otimistas com o iPhone 12; entenda por quê Suposto Snapdragon 865+ aparece em plataforma de testes com pontuação recorde O evento, que respeitará as recomendações de organizações de saúde para evitar aglomerações, acontecerá online às 12h (horário de Brasíla). Até o momento, não há informações se o Zenfone 7, também previsto para julho, será lançado ao lado do ROG Phone 3. Contagem regressiva do evento para o lançamento do ROG Phone 3 (Captura de tela: Diego Sousa/Canaltech) O que esperar do ROG Phone 3 Segundo diversos rumores, o próximo celular da ASUS será equipado com o ainda não anunciado chip Snapdragon 865+, versão mais potente do 865 — esse modelo deve saltar de 2,84 GHz para 3,09 GHz, sendo o primeiro a ultrapassar a barreira dos 3 GHz. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Além disso, ele deve contar com as tecnologias mais novas para competir com os rivais nubia Red Magic e o BlackShark 3. Isso inclui memória RAM LPDDR5, armazenamento flash UFS 3.1 e recursos exclusivos para gamers — saiba o que devemos esperar do smartphone. ROG Phone 3: ficha técnica (não confirmada) Tela: 6,59″ AMOLED full HD+ (1.080 x 2.340 Pixel), 120 Hz; Chipset: Qualcomm Snapdragon 865 com overclock para 3,09 GHz; Memória RAM: até 16 GB LPDDR5; Armazenamento interno: 512 GB flash UFS 3.1; Câmera traseira: 64 MP + 13 MP + Zoom; Câmera frontal: não especificada; Dimensões: 171 x 78 x 9,85 mm Peso: 240 gramas Bateria: 6.000 mAh como carregamento rápido de 30 W; Extras: leitor de digitais na tela, recursos para gamers; Cores disponíveis: não informado; Sistema operacional: Android 10 com interface própria da ROG. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Como usar o Discover Lists do Twitter e seguir assuntos do seu interesse

canaltech O Discover Lists é um recurso novo do Twitter, que permite encontrar listas e seguir tópicos de seu interesse para se manter sempre atualizado sobre notícias na área. Twitter: como selecionar e seguir tópicos de sua preferência Aprenda como pesquisar postagens antigas no Twitter Como acessar os Trending Topics do Twitter em qualquer celular Usar a ferramenta é bem simples: basta escolher listas sobre o assunto desejado e clicar no botão “Seguir”. Você também pode usar o Discover Lists para criar listas de sua autoria - e reunir nela diversos usuários do Twitter, prática que já existia, mas que foi reformulada e permite organizar melhor assuntos e contas que são seguidas por você. Discover Lists: como usar Passo 1: na página inicial do Twitter, toque em “Show more recommendations” (Mostrar mais recomendações) abaixo de “Discover new lists” (Descubra novas listas). -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Passo 2: acima de “Choose your list”, use a barra de pesquisas e digite um assunto que seja de seu interesse (exemplo: tecnologia). Depois, toque em uma lista e selecione “Follow” para segui-la. A partir desse momento, você terá acesso a todos os tweets de pessoas que estejam nessa lista. Passo 3: no menu localizado no canto superior direito da tela, você pode denunciar uma lista inapropriada, bloquear o dono dela ou desativar os tweets da lista de sua timeline. Discover Lists: criando a sua própria lista Você também pode usar o recurso “Discover Lists” para criar a sua própria lista. Para isso: Passo 1: toque em "Get Started" (Começar) abaixo de "Create your own list" (Crie a sua própria lista). Passo 2: dê um nome e uma descrição para a lista. Você também pode adicionar uma foto de capa para torná-la mais completa. Passo 3: em “Adicione à sua lista”, digite o username das pessoas que você quer mostrar na sua lista. Pronto! A sua lista foi criada. Agora você já pode reunir tweets de diferentes pessoas sobre o mesmo assunto em um só lugar. Você sabia que era tão fácil usar o Discover Lists? O que acha da ferramenta? Conte pra gente nos comentários. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Apple torna obsoleto o primeiro MacBook com Retina Display

canaltech Oito anos após seu lançamento, o primeiro MacBook a chegar ao mercado com Retina Display estás sendo considerado obsoleto pela Apple. Isso significa que, a partir de agora, o produto não será mais aceito em assistências oficiais da empresa para a realização de reparos ou substituição de peças, com os usuários que ainda utilizam o produto tendo de procurar técnicos independentes ou realizarem os consertos pelas próprias mãos. Por que a Apple trocou processadores Intel pela arquitetura ARM? iPhone 12: tudo o que podemos esperar dos próximos lançamentos da Apple iOS 14 vs Android 11: velhas novidades e recursos inéditos O computador já havia sido descontinuado pela Apple em fevereiro de 2013, cerca de oito meses após seu lançamento original, deixando de ser fabricado em prol dos modelos seguintes do notebook. O produto continuou recebendo suporte oficial, entretanto, até 2018, quando foi considerado oficialmente “vintage” pela Maçã, uma classificação que indica produtos antigos que até podem receber reparos pelas mãos oficiais, mas os centros da empresa não tinham mais a obrigação de receber os equipamentos devido à falta de peças, ferramentas ou conhecimento para fazer o conserto. É uma classificação que vale, hoje, por exemplo, para o iPhone 4 e seu sucessores 4S e 5. Apesar de lançados entre 2010 e 2012, ou seja, há ainda mais tempo que o MacBook com Retina Display, eles ainda são aceitos devido à sua popularidade, na época do lançamento, e à ampla base de usuários. Da mesma forma, porém, as assistências podem recusar o serviço com base na falta de componentes ou outros aspectos. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.-   O modelo foi anunciado, à época, como “o melhor laptop já fabricado”, com um design mais fino que os anteriores devido à remoção do drive de disco e da porta Ethernet. O dispositivo também foi citado como um dos últimos trabalhos de Steve Jobs, lançado cerca de um ano depois de seu falecimento, e seria a derradeira visão dele para a linha de notebooks da Apple. O grande destaque, claro, era a introdução do display Retina, um conceito que já era comum nos celulares da marca e que prometia maior definição das imagens. O segredo estava na densidade de pixels por polegada, com uma concentração tão grande que o olho humano não seria capaz de diferenciar os pontos na imagem — no caso do MacBook, esse total era de 220 ppi, em uma tela de 15,4 polegadas com resolução de 2880 x 1800 pixels. Leia mais: O que é Retina Display? No campo do hardware, o equipamento contava com um processador Intel Core i7 de 2,3 GHz e arquitetura Ivy Bridge de 22 nm, ao lado de 8 GB de RAM, uma placa de vídeo Nvidia GeForce GT 650M 1 GB e 256 GB de memória flash. Ao ser analisado por dentro, o MacBook recebeu críticas devido à sua dificuldade em ser consertado mesmo por centros especializados da Apple, principalmente devido ao fato de a memória RAM ser soldada na placa-mãe, impedindo upgrades posteriores e dificultando eventuais trocas. À época, o modelo chegou às lojas dos Estados Unidos custando US$ 2.199, e, apesar do preço tradicionalmente alto mesmo para um dispositivo da Apple, tornou-se sucesso de vendas e um percussor de elementos de design e estéticas que vemos até hoje na linha de computadores da fabricante. Ele também, curiosamente, foi vendido pela Maçã de forma oficial até 2018, com uma única configuração disponível e foco nos usuários que preferiam dispositivos antigos e mais baratos, ainda que já fossem considerados como tal pela companhia. É claro, o trem dos lançamentos e do avanço tecnológico não para, e agora, a empresa deixa para trás um modelo que moldou a forma como ela trabalha com notebooks até a atualidade, em prol de propostas mais modernas e recentes. Ainda é possível encontrar o modelo sendo vendido por aí, até mesmo em versões novas e na caixa, com uma busca rápida em e-commerces brasileiros indicando valores entre R$ 5 mil e R$ 8 mil para modelos em diferentes estados de conservação. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Nos EUA, câmeras da polícia geram preocupações com privacidade em protestos

canaltech As câmeras acopladas aos uniformes dos policiais nos Estados Unidos — as chamadas bodycams — são o centro de uma nova discussão que vem tomando forma em meio aos protestos sócio-políticos que ocorrem no país. Inicialmente usadas para assegurar maior transparência nas abordagens de oficiais da lei, especialistas em segurança argumentam que elas podem acabar limitando o direito à liberdade de expressão, caso sejam empregadas para identificar e perseguir manifestantes que tomem parte nos movimentos. 10 filmes importantes para refletir sobre racismo e Consciência Negra Anthony Mackie fala sobre racismo nas produções do Universo Marvel Desenvolvedora de Final Fantasy vai doar US$ 250 mil para combate ao racismo Para começar, diversas grandes metrópoles norte-americanas, como Seattle, Boston, New York e Minneapolis foram palco de protestos contra o preconceito racial, movidos por grupos denominados antifascistas, cujo principal (porém não único) estopim foi o assassinato de George Floyd por um policial branco, no início de junho. A situação foi toda capturada em vídeo por pedestres nas imediações da ocorrência e acabou viralizando e desencadeando manifestações por todo o território, contando até com o apoio de celebridades negras, como o ator John Boyega (o Finn de Star Wars) e o lutador e campeão do UFC Israel Adesanya. Israel Adesanya e John Boyega: celebridades mostraram apoio às manifestações do último mês, alavancadas pelo movimento social Black Lives Matter (Montagem: Rafael Arbulu/Canaltech/NewsDay/Shutterstock) O problema: as cidades acima referidas ou tinham, ou implementaram legislações que coíbem a gravação de abordagens policiais por mecanismos terceiros: basicamente, a lei conta com a premissa de que apenas o material da bodycam é suficiente, mas com diversos casos registrados de policiais deliberadamente desligando-as em algumas abordagens, representantes de grupos de protesto acabaram por ignorar a normativa. Não para menos: diversos vídeos viralizados na internet mostram uso excessivo da força policial, o que indica a necessidade de se capturar abordagens e evitar injustiças. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- O sistema de vigilância policial, porém, não se limita exclusivamente às bodycams, já que elas são apenas uma ponta de toda uma rede de alta tecnologia que empresa inteligência artificial (IA) e capacidades de reconhecimento facial. É neste ponto que especialistas argumentam um risco: "Às vezes, isso tudo revela parte dos problemas, mas a dinâmica de poder permanece inalterada”, disse ao CNET Andrew Guthrie Ferguson, autor do livro The Rise of Big Data Policing e professor de Direito da Universidade do Distrito de Columbia. “As mesmas tensões vão permanecer com as câmeras em uniformes durante protestos. Quem as controla? Quem é que pode assistir às gravações?” Tais câmeras foram introduzidas por lei federal nos EUA em 2014 durante os protestos de Ferguson, Missouri, após um policial branco atirar e matar o jovem negro Michael Brown, de 18 anos. A ideia era a de trazer maior transparência no relacionamento da polícia com o público. Na prática, a situação acabou piorada. Segundo canais globais, como a Associated Press; e canais locais, como a emissora de notícias dos Queens, em Nova York, sindicatos de defesa da categoria policial entraram na justiça para impedir que o conteúdo das gravações das bodycams fosse disponibilizado ao público, ao passo que vítimas de uso excessivo da força por parte da polícia tiveram que processar o estado em que viviam para ter o direito de ver os materiais em juízo. As câmeras acopladas aos uniformes dos policiais nos EUA vieram no intuito de trazer transparência, mas especialistas em segurança e lideranças sociais temem que elas também possam ser usadas para perseguir manifestantes (Foto: Mary Altaffer/Associated Press) A situação não melhora quando mudamos o contexto para a imprensa: em Chicago, no ano de 2014, um policial branco atirou e matou o jovem universitário negro Lacquan McDonald — a autópsia contou 16 disparos, sendo alguns efetuados após seu corpo ir ao chão. O relatório policial dizia que ele portava uma faca, o vídeo, que preferimos não mostrar aqui por ter um conteúdo bem forte e pode trazer gatilhos a algumas pessoas, mostra que Lacquan caminhava na direção oposta à da viatura. Uma jornalista do New York Times teve que abrir um processo para ter acesso à gravação da bodycam. Em casos recentes, durante os protestos de junho, a polícia abriu fogo e matou David McAtee durante uma manifestação no Kentucky, mas os oficiais envolvidos na ocorrência estavam com as câmeras desligadas. Como consequência, o prefeito demitiu o chefe de polícia Steve Conrad. Adicione a isso tudo um relatório da OneZero que revelou mais de 1,5 mil organizações que assinaram contratos de licitação para tecnologia de reconhecimento facial ao vivo em bodycams, o que causou alarmes para algumas pessoas: “Se uma câmera de uniforme estiver equipada com reconhecimento facial, ela facilmente se torna uma ferramenta que a polícia pode usar para identificar pessoas sem máscara que lhe opõe durante manifestações”, disse o analista político da Electronic Frontier Foundation (EFF), Matthew Guariglia. A necessidade de um meio termo Em reação às questões levantadas por diversos especialistas ao longo do tempo, várias cidades mostraram uma flexibilidade na legislação que envolve as bodycams, todas em relação à Primeira Emenda, que rege a liberdade de expressão e o direito à livre manifestação na Constituição Federal dos Estados Unidos. Metrópoles como Baltimore e Nova Iorque, por exemplo, regem que a polícia não pode utilizar a tecnologia para identificar manifestantes em caso de protestos pacíficos. Em contrapartida, vídeos que capturem escalada de violência ou crimes em flagrantes devem ser usados como evidência contra o réu e em favor da polícia. Já cidades como Washington e Dallas exigem que as câmeras façam a captura a todo tempo, seja em manifestações pacíficas ou casos de violência. “As câmeras da polícia se tornam evidência, mas não necessariamente do que a polícia está fazendo e sim do que os manifestantes fazem”, disse Guariglia”. Outros especialistas concordam que deve haver uma certa nuance em como abordar legalmente este assunto: “Entendemos que há riscos e benefícios em ambos os lados e formas diferentes de posicionar o assunto publicamente”, diz Rachel Levinson-Waldman, conselheira sênior do programa de Liberdade e Segurança Nacional no Centro Legal Brennan. "Independentemente, é essencial que tenhamos uma linguagem que diga que as pessoas não estão sendo gravadas devido ao seu envolvimento em atividades relacionadas à Primeira Emenda". Atualmente, diversas propostas de reforma parecem encontrar uma argumentação comum: bodycams não precisam ser acionadas em abordagens de rotina, mas devem ser imediatamente ligadas quando for identificado o uso da força por parte da polícia para desarmar uma situação mais explosiva. Entretanto, considerando que a maior parte dos registros em vídeo de má conduta policial vêm de celulares de terceiros e não das bodycams, todos os especialistas recomendam que abordagens sejam registradas com smartphones. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

CT News - 02/07/2020 (Motorolas Edge e Edge+ têm preços anunciados no Brasil)

canaltech No CT News de hoje: Motorola Edge e Edge+ são anunciados no Brasil com 5G a partir de R$ 5.499; Caixa Tem não funciona? App volta a apresentar instabilidade e usuários reclamam; Uber estende a exigência de máscara para seus motoristas por tempo indefinido e mais. Ouça ao podcast. Veja Mais

Aplicativo fechando sozinho? Saiba como resolver esse problema em 5 passos

canaltech Se um aplicativo fecha sozinho em seu smartphone, existem diversos problemas que podem estar levando à sua interrupção, que vão desde memória cheia até a necessidade de atualização no próprio app, o que é comum. Aprenda a detectar e resolver problemas no seu dispositivo Android Problemas no WiFi: uma lista dos mais comuns e como consertá-los Como lidar com uma conexão lenta à Internet em 10 passos Resumindo: resolver o problema de um aplicativo que fecha sozinho não é nada difícil: basta que a raíz dele seja localizada. A seguir, confira alguns motivos que podem estar levando ao mau funcionamento de um aplicativo em seu smartphone. Aplicativo que fecha sozinho: armazenamento cheio O armazenamento cheio é responsável por diversos problemas no funcionamento do celular, que vão desde arquivos que não abrem a aplicativos que fecham sozinhos. Por isso, a primeira coisa que deve ser feita é checar o espaço ocupado em seu smartphone. Isso pode ser feito diretamente no menu ‘’Configurações” e, depois, em "Assistência do aparelho", acessar a opção “Armazenamento”. No caso do iPhone, acesse “Ajustes” > “Geral”. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Sempre que possível, apague ao máximo todos os arquivos desnecessários que estão ocupando o armazenamento do dispositivo, sejam eles imagens, documentos ou vídeos. Desinstale aplicativos que não estejam em uso, já que eles também podem comprometer oo andamento do sistema. Um aplicativo pode fechar sozinho devido a um armazenamento cheio (Captura de tela: Ariane Velasco) Aplicativo que fecha sozinho: cache cheio Limpar o cache do aplicativo que fecha sozinho pode ser uma boa solução, uma vez que ele pode ocupar demais o armazenamento de seu smartphone e fazer com que ele apresente problemas. Assim, além de arquivos e aplicativos indesejados, limpe também o cache do app que está funcionando erroneamente e também de outras ferramentas que também são igualmente usadas. Isso pode ser feito nas configurações de seu smartphone, acessando a opção "Aplicativos > Armazenamento" e selecionando o aplicativo desejado. No iPhone, a opção é encontrada em "Ajustes > Geral > Aplicativos". Evite limpar o cache de um aplicativo com muita frequência (Captura de tela: Ariane Velasco) Aplicativo que fecha sozinho: software desatualizado As atualizaçõe servem para corrigir possíveis bugs em aplicativos e também em sistemas operacionais, além de trazer novidades na interface e no funcionamento de seu Android ou iOS. Por isso, se um aplicativo fecha sozinho, isso pode estar acontecendo porque o software de seu smartphone está desatualizado. Para verificar atualizações no Android, acesse as configurações e toque na opção “Atualizações de software”. Já, no iOS, basta acessar “Ajustes > Geral > Atualização de Software”. Atualize o software de seu smartphone para evitar que um aplicativo feche sozinho (Captura de tela: Ariane Velasco) Aplicativo que fecha sozinho: aplicativo precisa ser atualizado Se um aplicativo fecha sozinho, pode ser que ele não esteja mais funcionando da maneira devida e precise ser atualizado. Nesse caso, basta acessar a Google Play Store ou a App Store, no caso do iPhone, e procurar pelo nome do aplicativo para fazer a atualização necessária. Você também pode verificar se existem atualizações pendentes nas configurações do smartphone, acessando o menu “Aplicativos”. Outra opção bem simples é reinstalar o aplicativo, já que a desinstalação irá remover todos os dados armazenados nele e, assim, excluir possíveis falhas no funcionamento. Verifique se a opção "Atualizar" está disponível (Captura de tela: Ariane Velasco) Aplicativo que fecha sozinho: problema pode estar na plataforma Se um aplicativo fecha sozinho, somos levados automaticamente a pensar que o problema está em nosso smartphone. No entanto, nem sempre esse é o caso. Pode ser que o erro esteja no próprio aplicativo - e que os desenvolvedores já estejam trabalhando para corrigi-lo. Para verificar se um aplicativo ou site está com falhas internas, acesse o Downdetector (que também está disponível no formato de aplicativo para Android e iOS) e pesquise pelo app para verificar se mais pessoas detectaram falhas em seu funcionamento. Também vale perguntar para amigos que tenham o mesmo app ou até mesmo nas redes sociais. Toque no aplicativo que está fechando sozinho ou pesquise por ele (Captura de tela: Ariane Velasco) Bônus: sua internet pode estar com problemas Por fim, essa é a solução mais simples. Se um aplicativo fecha sozinho, pode ser que você esteja com problemas na internet. Por isso, verifique sua conexão 3G, 4G ou WiFi. Também vale reiniciar o seu smartphone caso a conexão demore muito para ser restabelecida. Verifique sua conexão com a internet - se preciso, ligue na operadora (Captura de tela: Ariane Velasco) Essas são algumas soluções para aplicativos que fecham sozinho - que podem ser facilmente executadas. Você conhece alguma outra que deu certo em seu dispositivo? Conte pra gente nos comentários! Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Estudante é preso após ameaçar jogar bombas na sede da Konami no Japão

canaltech Existe “não gostar de um jogo” e existe “detestei com tanta força que vou te matar por isso”. Um deles pode ser considerado um exagero. Um estudante do segundo ano do ensino médio no Japão foi preso após ameaçar atacar a sede da Konami com bombas após supostamente enfrentar problemas de conectividade ao abrir o aplicativo móvel do jogo Pro Evolution Soccer. Entre os dias 16 e 18 de junho, o jovem, cujo nome vem sendo mantido em segredo pelas autoridades, disse na seção de avaliação do app na Play Store japonesa que “terrorismo é uma possibilidade” no Japão e que ele “iria explodir o quartel-general da Konami”, bem como “matar as pessoas que trabalham na Konami”. Preso, ele confessou ser o autor das ameaças e explicou o motivo. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- (Imagem: Divulgação/Konami) A situação felizmente acabou de forma simples e agora podemos até rir do caso, mas a questão do terrorismo no Japão é levada muito a sério. Em 2019, um incêndio criminoso tirou a vida de 36 pessoas e feriu outras 33 na sede do estúdio Kyoto Animation. Segundo relatos da mídia internacional, um homem que aparentava ter mais de 40 anos de idade foi visto despejando um líquido “parecido com gasolina” em diversas áreas da empresa e ateando fogo com um isqueiro. Cerca de 30 caminhões dos bombeiros e ambulâncias foram direcionados ao local, que contava com mais de 70 pessoas presentes na hora do incidente. Muitos acabaram se ferindo em graus variados de queimaduras. O suspeito acabou ferido durante o incêndio e, depois de levado ao hospital pela polícia, acabou preso. Moral da história: não tem problema você não curtir um jogo, mas quando isso acontecer, limite-se a dar uma estrela de pontuação, ok? Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

App Store rejeita app de ioga porque ele não força assinatura após avaliação

canaltech Os desenvolvedores do aplicativo Down Dog publicaram em sua conta no Twitter uma das explicações mais estranhas já conhecidas para não ser aprovado em uma loja de apps. A conta oficial do app compartilhou um print de um e-mail recebido da Apple em que a justificativa dada para a remoção foi a de que o app não força uma assinatura após o fim do período de teste grátis. iOS 14 vs Android 11: velhas novidades e recursos inéditos Google Play terá várias novidades para facilitar fidelização de usuários Na publicação, os responsáveis pelo aplicativo de ioga deixaram claro que consideram a prática um roubo — no caso, para os usuários que se esqueceram de cancelar a assinatura — e que isso é algo que eles não pretendem implementar. A captura de tela da mensagem atribuída à Apple indica que o app foi rejeitado por não oferecer um período de testes pelo sistema padrão da App Store. A mensagem explica que o uso de tal sistema “garante que quando a avaliação termina, o usuário é automaticamente cobrado”. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Wow! Apple is rejecting our latest update because we refuse to auto-charge at the end of our free trial. They can choose to steal from their customers who forget to cancel, but we won't do the same to ours. THIS IS A LINE THAT WE WILL NOT CROSS. pic.twitter.com/s9HwD4ay4h — Down Dog (@downdogapp) June 30, 2020 Sem qualquer especialização em legislação é possível perceber que as regras de avaliação de aplicativos na App Store não parecem proibir a oferta de períodos de teste por outros meios. Tiro no pé Os responsáveis pelo Down Dog publicaram que já testaram a opção de renovação automática após o período gratuito, mas que isso levou a: menos pessoas experimentando o aplicativ,; um grande número de pedidos de estorno por usuários que esqueceram de cancelar a assinatura a tempo e uma saia justa ao tentar explicar que a Apple não permite reembolsos por parte dos desenvolvedores. Outros motivos alegados pela conta do app no Twitter incluem a dificuldade para encontrar a tela de cancelamento de assinaturas da Apple, a exigência de que a solicitação seja feita 24 horas antes do fim do período de avaliação e problemas técnicos — supostamente recorrentes — na página da App Store onde devem ser feitos os pedidos de reembolso. Perfil publicou print de problemas técnicos no site para solicitação de reembolsos da App Store (imagem: DownDog/twitter) Pelo jeito, os desenvolvedores do Down Dog vão ter a chance de colocar à prova a nova política da Apple para protestar contra rejeições de apps. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Como adicionar seu canal de podcast no Google Podcasts

canaltech Ao longo dos anos, os podcasts têm ganhado cada vez mais espaço entre o público. Além de ser uma mídia de fácil consumo, que pode ser acessada em grandes plataformas de streaming como Spotify, Deezer e Google Podcasts, produzir um podcast também ficou mais fácil. Com um celular, um microfone e um programa de edição de áudio, já é possível expressar suas ideias e criar um programa com diversos episódios. No entanto, para distribuir o conteúdo que você criou para outras plataformas, como o Google Podcasts, é preciso ter um Feed RSS. Google Podcasts: como explorar o app e ouvir seus episódios favoritos no celular Como fazer um podcast do zero: tutorial completo Como colocar o seu podcast no Spotify Confira neste artigo o que é, como criar um Feed RSS e como você pode utilizar um agregador para distribuir o seu podcast para diversas plataformas. -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- O que é um Feed RSS RSS ou Really Simple Syndication é um formato que distribui informações em tempo real, utilizando XML. Ele serve para agregar conteúdos da Web e pode ser acessado por programas ou sites que são conhecidos como “agregadores”. O RSS é comumente utilizado em sites de notícias, mas, tem um valor muito grande para quem trabalha com podcast. Com um Feed RSS, é possível que os usuários façam o upload de uma faixa do podcast em um agregador, e, através do Feed, este agregador já faz a distribuição das faixas para outras plataformas. Existem plataformas agregadoras conhecidas, como o SoundCloud e o Anchor, que são bastante acessíveis para os usuários, não só em termos de praticidade, mas em termos monetários. Como criar um Feed RSS no Anchor Agora que você compreendeu a importância de um Feed RSS, você pode utilizar o Anchor, que é um agregador de podcasts, para criar um e distribuir o seu conteúdo para outras plataformas. Passo 1: abra o site do Anchor e clique em “Make your podcast”. Acesse o site do Anchor e clique em "Make your podcast" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: preencha o seu nome, o seu e-mail, crie uma senha, marque a opção “Não sou um robô” e clique em “Sign up”. Preencha os seus dados e clique em "Sign up" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: antes de publicar o seu primeiro episódio, clique em “Go to podcast setup” no item “Set up your podcast”. Clique em "Go to podcast setup" para configurar o seu podcast (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: preencha o nome, a descrição do seu podcast, escolha a categoria, o idioma dele e clique em continue. Selecione e faça os ajustes da foto de capa do seu podcast. Feito isso, o Anchor irá informar que pode distribuir o seu podcast para várias plataformas. Preencha os dados e clique em "Continue" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: confirme seu e-mail para que você possa publicar seu primeiro episódio. Carregue um áudio ou grave direto na plataforma e siga os passos até publicá-lo. Agora é hora de postar o seu primeiro episódio no Anchor (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: assim que você publicar o seu primeiro episódio, o Anchor irá te informar que ele pode distribuir o seu podcast para várias plataformas, incluindo o Google Podcasts. Para que o Anchor faça a distribuição, clique em “Yes, distribute my podcast”. Clique em "Yes, distribute my podcast" para que o Anchor distribua o seu podcast (Captura de tela: Matheus Bigogno) Dica: se você quiser fazer a distribuição manual do seu podcast, clique em “I’ll do it myself”. Passo 7: para ver em quais plataformas o seu podcast aparece, clique em “Settings” no canto superior direito e, com o menu aberto, clique em “Distribution”. Clique em "Settings" no canto superior direito e, em seguida, em "Distribution" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: nesta aba, você poderá ver a URL do seu Feed RSS e quais as plataformas o Anchor já distribuiu. Sempre que seu podcast for aprovado em uma plataforma, ela será automaticamente inserida nesta lista, fique sempre atento a ela. Nesta aba, você irá encontrar a URL do seu feed e onde o seu podcast está (Captura de tela: Matheus Bigogno) Como adicionar seu podcast no Google Podcasts Você pode esperar que o Anchor faça a indexação do seu podcast, ou pode criar um feed diretamente no Google Podcasts e fazer a distribuição manual do seu conteúdo. Para fazer isso, basta apenas ter um link de Feed RSS válido. No Anchor, deixe o seu e-mail público para que o Google saiba que aquele RSS está associado a um e-mail válido. Acesse a aba “Distribution” e habilite a função “Display personal email address publicly in RSS feed”, que vai tornar o seu e-mail público. Não se esqueça de salvar esta alteração. Habilite a função do Anchor que irá deixar o seu e-mail público (Captura de tela: Matheus Bigogno) Agora que você tem um RSS válido, precisa criar um feed no Gerenciador de Podcasts do Google. Passo 1: acesse o Gerenciador de Podcasts do Google com a sua conta e insira o link do seu Feed RSS. Acesse o Gerenciador de Podcasts e close o link do seu Feed RSS (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: visualize o seu Feed e clique em “Próxima etapa”. Clique em "Próxima etapa" para prosseguir (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: se você estiver utilizando o mesmo e-mail do seu Feed RSS, clique apenas em “Enviar” para finalizar o processo. Clique em "Enviar" para confirmar a validade do seu Feed (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: o seu feed do Google Podcasts foi criado. O seu podcast já poderá ser acessado no Google Podcasts (Captura de tela: Matheus Bigogno) É muito importante ressaltar que pode ser que o seu podcast ainda não esteja disponível no Google Podcasts, pois ele precisa de um certo tempo para ser indexado no Google. Quando isso acontecer, ele estará disponível na plataforma. Pronto! Agora que você sabe o que é e como criar um Feed RSS, pode criar um podcast e distribuí-lo diretamente no Google Podcasts. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Galaxy Note 20 Ultra | Visual "ostentação" é revelado em site russo da Samsung

canaltech A Samsung costuma caprichar no design de seus smartphones premium, especialmente na série Galaxy Note, que normalmente tem como alvo os bolsos mais abastados. Algumas renderizações do Galaxy Note 20 chegaram à web em maio, e o possível design do Galaxy Note 20 Ultra apareceu por aí um pouco depois, com uma tela ainda maior. Nesta quarta-feira (1), a Samsung teria publicado por engano fotos reais do “visual ostentação” deste dispositivo, com a cor Mystic Bronze. Galaxy Note 20 Ultra tem câmera de 108 MP "confirmada" por jornalista Galaxy Note 20: tudo o que podemos esperar dos próximos lançamentos da Samsung Segundo o jornalista Max Weinbach, do XDA Developers, as imagens foram flagradas no próprio site russo oficial da Sammy. Além da cor “diferentona”, o corpo chama bastante atenção, pelos seus 1,65 mm de comprimento, 77,2 mm de largura e 7,6 mm de espessura. As especificações da tela aparentemente não estavam disponíveis, contudo, é bem possível que seja de 6,9 polegadas e resolução Quad HD+. Umas das grandes novidades seria a taxa de atualização a 120 Hz. O sensor de selfies ficaria alojado no “buraco” central na parte superior do painel. Reprodução/Android Police A protuberância das câmeras traseiras mostra um conjunto triplo, possivelmente a principal de 108 MP e zoom de até 50x. Como dá para notar, os botões laterais de volume e liga/desliga continuam na posição padrão e a foto também destaca um acabamento caprichado da S-Pen, que terá um slot dedicado na parte inferior, perto da porta USB-C — a entrada para fone de ouvido não está confirmada. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Reprodução/Android Police A série Galaxy Note 20 deve ter as variantes Plus e Ultra e, segundo os rumores de bastidores, pode ser apresentada em um evento no dia 5 de agosto, que pode também apresentar a segunda geração do Galaxy Fold, um derivado 5G do Galaxy Z Flip e novas versões do Galaxy Watch e Galaxy Buds. Confira abaixo as possíveis configurações dos dois modelos: Galaxy Note 20 Tela: 6,42 polegadas, resolução Full HD+ (2345 x 1084 pixels), 60 Hz, Super AMOLED; Chipset: Qualcomm Snapdragon 865+ e Exynos 992; Memória RAM: até 12 GB; Armazenamento interno: 128 GB com suporte a microSD; Câmera traseira: não informada; Câmera frontal: não informada; Dimensões: 161,8 x 75,3 x 8,5 mm; Peso: não informado; Bateria: entre 4000 e 5000 mAh; Extras: leitor de digitais sob a tela, S Pen melhorada; Cores disponíveis: Cinza, Verde, Cobre Sistema operacional: Android 10 sob interface One UI 2.5. Galaxy Note 20+ (Ultra) Tela: 6,89 polegadas, resolução Quad HD+ (3096 x 1444 pixels), 120 Hz, LTPO Panel Chipset: Qualcomm Snapdragon 865+ e Exnos 992; Memória RAM: até 12 GB; Armazenamento interno: não informado; Câmera traseira: tripla, com principal de 108 MP e zoom de até 50x; Câmera frontal: não informada; Dimensões: 165 x 77,2 x 7,6 mm; Peso: não informado; Bateria: entre 4000 e 5000 mAh; Extras: leitor de digitais sob a tela, S Pen melhorada; Cores disponíveis: cobre, branco e preto; Sistema operacional: Android 10 sob interface One UI 2.5. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

The Mandalorian terá séries de livros de arte, romance e quadrinhos

canaltech The Mandalorian é, com certeza, a mais bem-sucedida obra na nova fase de Star Wars. A Disney já vem fazendo um bom trabalho de expansão de suas franquias ligada à saga em outras mídias fora dos cinemas e da TV e agora aplica a mesma fórmula com a série de seu serviço de streaming. A companhia anunciou uma série de livros de arte, romances e quadrinhos relacionados à atração dos caçadores de recompensas. Crítica | The Mandalorian é a melhor história de Star Wars da última década The Mandalorian surpreende até os maiores fãs de Star Wars The Mandalorian | Diretora revela como guardou segredo sobre o Bebê Yoda The Art of The Mandalorian (Season One), escrito pelo gerente de arte criativa da Lucasfilm, Phil Szostak, trará centenas de ilustrações, peças de artes conceituais e detalhes sobre o processo criativo pelo qual sua equipe passou para criar a identidade visual da série. O autor já assinou obras semelhantes de Star Wars: O Despertar da Força, Os Últimos Jedi e A Ascenção Skywalker. A previsão é de lançamento no dia 15 de dezembro. Divulgação/Star Wars The Mandalorian: Original Novel foi escrito por Adam Christopher, que anteriormente contribuiu para A Certain Point of View, uma série de antologia de Star Wars publicada em homenagem ao 40º aniversário da saga. O enredo e a história do livro ainda são desconhecidos e a previsão é de que também esteja nas prateleiras em dezembro -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- The Mandalorian: The Ultimate Visual Guide, escrito por Pablo Hidalgo, mostra mais detalhes sobre toda a construção do visual da série. Estão previstos também dois livros infantis com o nome The Mandalorian: Junior Novelization, pelas mãos de Brooke Vitale e Joe Schreiber, ainda sem datas de estreia. Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! E há também uma linha de quadrinhos dedicada à atração do Disney+, com produção conjunta entre a Marvel Comics e a IDW. Vale ressaltar que a Marvel vem realizando um ótimo trabalho de revisão do cânone, incluindo vários subtextos e personagens à trilogia original e a personagens que ganharam popularidade recentemente, a exemplo de Poe Dameron. Como a IDW normalmente assume projetos casuais para leitura simples, sem as amarras complicadas de cronologia, é bem possível que esse título baseado em The Mandalorian seja algo nessa direção. Vale lembrar que a segunda temporada já está a caminho do Disney+, com estreia prevista para outubro. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Nova parceria prevê adaptações das criações de Stan Lee fora da Marvel

canaltech Muita gente não sabe que Stan Lee, embora tenha sido a “cara” do grupo Marvel em décadas, não tinha mais elos econômicos ou administrativos com a companhia há mais de 20 anos. Isso porque, no final dos anos 90, ele deixou a mesa acionária e criou a POW! Entertainment, com seus próprios novos super-herói — o que levou a litígio e discussões públicas com sua ex-empresa. Agora, Genius Brands International anunciou que assume essas propriedades para futuro conteúdo de quadrinhos, séries, filmes, entre outros projetos. Há um ano morria Stan Lee, o pai dos heróis mais humanos dos quadrinhos Sangue de Stan Lee é supostamente roubado para servir como tinta para autógrafos O legado de Stan Lee, o Shakespeare do século XX Depois de brigar com a Marvel na Justiça e nos bastidores, Lee passou a se tornar um embaixador da empresa novamente com a ascensão do Marvel Studios e o estágio avançado de problemas de saúde. Enquanto isso, a POW! Entertainment arriscava adaptações para a TV de franquias como Stripperella, que tinha como destaque a atriz Pamela Anderson; e o reality show Who Wants to be a Superhero. Mas, ultimamente, isso tudo andava meio abandonado, principalmente após a morte de Lee em novembro de 2018. "É quase impossível conceber que uma mente tenha criado toda essa riqueza. Somente os spin-offs desafiam a imaginação. Desde animações, brinquedos, roupas, videogames a todos os produtos licenciados imagináveis, os personagens de Stan Lee preenchem as telas e as prateleiras do mundo inteiro. Não há criador que influencie a cultura pop e criou entretenimento de maior sucesso. Nem mesmo Walt Disney", disse Andy Heyward, presidente da Genius Brands. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Animação com Pamela Anderson era uma das propriedades mais famosas da POW! Entertainment(Reprodução/Pow! Entertainment) Como a Disney possui parte da POW! Entertainment, o acordo prevê que a parceria da Genius Brands seja um empreendimento conjunto. Segundo Heyward, a joint venture é o “Santo Graal de Hollywood, com mais de 100 propriedades originais inexploradas", a exemplo de Tomorrow Men, Stringbean, Black Fury e Virus. Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! De acordo com a Genius Brands, o Stan Lee Universe pretende "desenvolver e licenciar aproximadamente sete propriedades por ano". A exibição do conteúdo deve ser distribuída no Kartoon Channel!, que terá uma programação especial dedicada a essas adaptações. Ainda não há previsão de quando as primeiras atrações devam estrear. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Saiba como colocar links em arquivos PDF

canaltech Desde sua criação em 1993, o PDF se tornou um formato que já está incorporado ao cotidiano das pessoas. Para manter a integridade e a compatibilidade do formato com outros dispositivos, um arquivo em PDF não pode ser alterado sem auxílio de outros softwares de edição. Se você não possui mais o arquivo original no MIcrosoft Word, no Google Drive ou em outro editor de texto e, ainda assim, quer editá-lo, pode utilizar a ferramenta PDFEscape para colocar links em documentos PDF de forma rápida e fácil. iLovePDF: conheça o site que permite converter seu PDF para vários arquivos Aprenda a juntar dois ou mais arquivos PDF em um só Confira 5 leitores de PDF para smartphones Confira neste tutorial como inserir links clicáveis no seu documento PDF sem precisar instalar nenhum programa em seu PC. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Como colocar links clicáveis em PDF Passo 1: abra o site do PDFEscape e clique em “Free Online”. Abra o site do PDFEscape e clique em "Free Online" (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: clique em “Upload PDF to PDFEscape”. Você também pode criar arquivos novos, inserir arquivos diretamente da internet ou acessar outros arquivos que você já editou na plataforma. Clique em "Upload PDF to PDFEscape" para carregar o arquivo na plataforma (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: com a pop-up aberta, você pode arrastar ou escolher um arquivo diretamente do seu PC. Arraste para o local indicado ou faça o upload manual do documento (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: espere o documento carregar. Dependendo do tamanho dele, pode demorar alguns minutos. Fique atento, pois o PDFEscape permite arquivos com até 100 páginas ou até 10 KB. Espere o documento ser carregado e você poderá editá-lo (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: no menu lateral esquerdo, clique em “Link” para poder inserir os links no seu documento. No menu lateral esquerdo, clique em "Link" para inserir links clicáveis no documento (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: localize a parte do documento que você quer inserir o link, pressione o botão esquerdo do mouse e arraste o cursor para ajustar a área. Selecione a área que você quer inserir o link (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 7: insira o link no local indicado e clique em “OK”. Você também pode fazer link de uma página do documento. Cole no local indicado o link e clique em "OK" para prosseguir (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: se a área não ficou do tamanho correto, você ainda pode ajustar o tamanho e a posição do link. Para remover o link, clique no ícone de “Lixeira”, no menu superior. Faça os ajustes necessários na área do link que você inseriu (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 9: repita o processo quantas vezes for preciso até inserir todos os links que você deseja. Finalizando o processo, clique no ícone de “Duas setas para baixo” para fazer o download do seu arquivo. Para baixar o arquivo PDF, clique no ícone de "Duas setas para baixo" no menu lateral esquerdo (Capture de tela: Matheus Bigogno) Passo 10: espere o arquivo ser baixado, então você poderá abri-lo e acessar todos os links que inseriu nele. Espere o arquivo ser baixado e você poderá acessar os links que inseriu (Capture de tela: Matheus Bigogno) Pronto! Agora você pode inserir links clicáveis em documentos PDF sem precisar instalar nenhum programa em seu PC. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Imagina um avião que voa com propulsão elétrica? É o que este invento propõe!

canaltech Pense em poder usar eletricidade para gerar uma propulsão a plasma, sem a necessidade de enormes tanques de combustível — sim, semelhante ao que o Reator Arc faz nas armaduras do Homem de Ferro ou ao que Doc Brown construiu na DeLorean de De Volta Para o Futuro. Para, Jau Tang, professor da Universidade de Wuhan, isso está mais perto da realidade. Seu invento usa micro-ondas para energizar o ar comprimido em um estado de plasma, disparando-o com um jato na sequência. Os motivos são nobres. "Essencialmente, o objetivo dessa tecnologia é tentar usar a eletricidade e o ar para substituir a gasolina. O aquecimento global é uma grande ameaça à civilização humana. Essa tecnologia sem combustível fóssil, usando plasma de ar de micro-ondas, pode ser uma solução”, detalhou Tang. SpaceX lança relógio atômico, propulsor "verde" e vela solar de Carl Sagan Ele acredita que, caso hajam investimentos e mais pesquisas em seu estudo, em dois anos a tecnologia pode ser capaz de alimentar drones e, em uma década, um avião. E mais: seria possível aplicá-la também no setor espacial e na indústria automotiva. "Acho que o motor a jato é mais eficiente que o motor elétrico; você poderia dirigir um carro em velocidades muito mais rápidas. É isso que tenho em mente: combinar o motor a jato de plasma com uma turbina para dirigir um carro", disse — embora isso pudesse gerar um trânsito um tanto confuso, pois ninguém iria querer estar atrás do veículo desses e ser torrado por um jato de fogo. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- A ideia de motores de plasma, na verdade, já vem sendo explorada há décadas (Reprodução/Hyperscience) Tang também imagina outras possibilidades, como armas de projéteis, barcos a motor e até um novo tipo de fogão para cozinhar. Ele já construiu um protótipo deste último, com uma tocha de plasma alimentada por ar de micro-ondas — mas faz tanto barulho que parece uma trovoada constante. Se é tão incrível, por que ninguém está falando disso? O criador da “propulsão elétrica a plasma” ocupou várias posições de professor, fez pesquisas nos Laboratórios Caltech e Bell, publicou dezenas de artigos amplamente citados, editou várias revistas científicas e ganhou vários prêmios. Ele possui uma patente nos Estados Unidos para um dispositivo chamado de "obturador síncrotron", projetado para capturar elétrons que viajam perto da velocidade da luz. Seu currículo traz estudos avançados e bem diferentes um do outro, como microscopia eletrônica em 4D, lasers de pontos quânticos, nanotecnologia, fotossíntese artificial, transições de fase e oscilação plasmônica em estado sólido. Tang diz que teve a ideia do propulsor de plasma quando estava tentando criar diamantes sintéticos. Ao fazer isso usando micro-ondas, começou a se perguntar se a mesma tecnologia poderia ser usada para produzir empuxo. Motor de propulsão sem combustível EmDrive será testado mais uma vez Acontece que, quando ele tornou isso público, no início de maio, a pandemia e, por incrível que pareça, o curioso nome do bebê de Elon Musk, X Æ A-12, ofuscaram quase que completamente sua invenção. Apenas alguns veículos especializados no tema, como New Atlas, Popular Mechanics e Ars Technica, chegaram a citar essa história, mas ninguém chegou a entrevistá-lo na época. E essa ideia é realmente viável? Se nos meios populares o “Tang Jet” não ficou conhecido, o mesmo não se pode dizer nos círculos científicos, que passaram a olhar com cuidado para esse conceito. Michael Heil, engenheiro aeroespacial e de propulsão aposentado da Força Aérea dos Estados Unidos e da NASA, disse ao Futurism que essa pesquisa de o lembra de várias outras tentativas de construir tecnologia de propulsão a ar ao longo de sua carreira. Propulsores de plasma como os que acionariam um Tang Jet, na verdade, já existem há algum tempo. A NASA lançou um satélite equipado com propulsores de plasma em 2006, mas suas capacidades estão muito longe do que Tang está propondo com sua pesquisa. Engenheiros há muito tempo sonham com um avião a jato de plasma, mas todas as tentativas anteriores fracassaram devido a limitações tecnológicas. Por exemplo, a New Scientist relatou em 2017 que uma equipe da Universidade Técnica de Berlim tentou construir um propulsor semelhante, mas, como os esforços vistos na década anterior, o trabalho nunca se concretizou fora do laboratório. O conceito de gerar empuxo com uma tocha de plasma é bastante sólido, o problema é que a logística para a construção de um veículo para isso torna o projeto inviável. Tang não tem interesse em ganhar dinheiro com isso, apenas quer o reconhecimento pela descoberta e também inspirar líderes e gigantes da indústria a abraçarem sua ideia. Por isso, ele talvez não pense em realmente como sua propulsão a plasma seria aplicada em um modelo econômico sustentável. O Reator Arc do Homem de Ferro poderia gerar energia suficiente para o projeto (Reprodução/Marvel Studios) "Os passos para a realização de um motor a jato de plasma cheio custariam muito dinheiro, tempo e energia. Esse investimento está além dos nossos recursos atuais. Essas tarefas devem ser realizadas por indústrias aeroespaciais ou agências governamentais”, afirmou Heil. Christopher Combs, pesquisador de aerodinâmica da Universidade do Texas em San Antonio concorda. "É isso que nós acadêmicos fazemos, descobrimos a física e dizemos 'Bem, não quero fazer um produto'. É meio comum ver pessoas na academia que tiveram algo que chama muita atenção.” Segundo Combs, é improvável que o projeto atinja a proporção necessária para levantar um avião. Aliás, essa tem sido a principal razão pela qual as tentativas de propulsão a plasma anteriores falharam. O protótipo atual do Tang Jet produz apenas cerca de 10 Newtons de empuxo, quase o mesmo que um modelo de foguete de tamanho médio. "Você está falando sobre escalar algo em cinco ordens de magnitude — mais de 100 mil vezes!”, afirmou Além disso, há a questão da potência e armazenamento. O Reator Arc é uma peça muito compacta e poderosa no traje do Homem de Ferro, assim como o “Mr. Fusion” do Delorean. Ambos conseguem criar gigawatts, mas só existem na ficção. Os combustíveis fósseis armazenam muito mais energia em peso do que as baterias, e é improvável que isso mude tão cedo. E isso o Tang Jet precisa de muita energia. O Mr. Fusion, da DeLorean de De Volta Para o Futuro, também poderia fornecer energia suficiente (Reprodução/Kevin Lim) Segundo um artigo que Tang e seus colaboradores publicaram sobre o protótipo do propulsor na revista AIP Advances em maio, a tecnologia produz cerca de 28 Newtons de empuxo por quilowatt de energia. Os motores do Airbus A320, um jato comercial comum, produzem cerca de 220 mil Newtons de empuxo combinados, o que significa que um avião a jato de tamanho comparável movido pelos Tang Jets exigiria mais de 7,8 mil quilowatts. Isso seria o mesmo que carregar uma aeronave com mais de 570 unidades de baterias Tesla Powerwall 2 por uma única hora de voo — essa carga seria impraticável, pois um Airbus A320 só pode transportar cerca de 130 unidades. Ou seja, nenhuma bateria existente poderia fornecer tamanha energia. Baterias mais poderosas podem viabilizar o projeto Tang sabe disso e aposta em melhorias na tecnologia de baterias nos próximos anos e décadas. Pesquisadores da Universidade Técnica de Berlim especularam uma solução com fusão nuclear, mas as respostas podem demorar décadas. Vale ressaltar que existem reatores de fissão nuclear compactos, como o KLT-40S da Rússia, que produzem energia suficiente e pesam pouco — e poderiam ser utilizados em avião de passageiros ou foguetes. Mas as implicações ambientais e de segurança de aeronaves movidas a energia nuclear são delicadas, e Heil lembrou que gerar energia suficiente não é o único problema enfrentado pelo Tang Jet. Levar a eletricidade da fonte para os propulsores exige materiais supercondutores que ainda não existem. “Você precisa de energia para gerar impulso. E como você move esse poder no interior da aeronave? Mover e controlar megawatts do reator para o jato é um grande desafio. Você precisa usar fios de cobre grandes e grossos, que agregam muito peso”, destacou. Ainda assim, Combs e Heil disseram estar fascinados com a pesquisa e esperavam ver progressos no futuro. Ambos acreditam que não teremos uma utilidade realmente prática para o Tang Jet enquanto o inventor e seu grupo avalie e experimentem melhor essa ideia. "Estou torcendo por isso e adoraria ver tudo acontecer. Mas o cientista em mim tem algumas perguntas e algumas preocupações”, complementou Combs. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

LG também deve apostar em um celular intermediário com 5G

canaltech Um dos 13 celulares intermediários registrados pela LG em maio deste ano, pertencentes à linha Q, vai contar com conectividade 5G. Segundo informações do blog coreano Naver, a fabricante estaria planejando em expandir seu catálogo com a tecnologia com um produto mais acessível que o Velvet, seu principal lançamento até o momento em 2020. Novo dobrável LG Folder 2 tem tela dupla e 4G, mas não é o rival do Galaxy Fold K41S, K51S e K61 | LG traz novos celulares intermediários para o Brasil Chineses esperam alcançar sul-coreanos no mercado de telas OLED em até 3 anos O modelo em questão se chamaria Q92 5G e faria parte da linha Q9x — que seriam os modelos mais premium da família intermediária. Como é possível conferir na imagem abaixo, o celular teria uma versão com 128 GB de memória interna, além das cores verde, vermelho, branco e preto. Além disso, o 5G estaria disponível na Coreia do Sul e em outras partes do mundo (sem menção a quais países). Suposto Q92 5G teria 128 GB de memória (Foto: Reprodução/Naver) Mesmos passos dos rivais Aparentemente, a LG pretende adotar a mesma estratégia da Samsung ao unificar todos os seus smartphones intermediários em apenas uma linha — lembra quando os populares Galaxy J foram extintos para dar lugar à linha A? -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Caso a previsão esteja correta, é possível que a linha Q30 (mais básica) substitua a K10, estabelecendo um novo esquema de numeração mais interessante do que lançar um novo smartphone com o mesmo número de modelo seguido no ano em que foi lançado. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Equipe de L.A. Noire trabalha em game VR de mundo aberto com a Rockstar

canaltech A Team Bondi, estúdio que desenvolveu L.A. Noire, fechou após o lançamento do título. Contudo, o mesmo grupo fundou uma nova empresa chamada Video Games Deluxe e já trabalha com a Rockstar em um projeto de realidade virtual. Games podem ficar (ainda) mais caros no Brasil com a nova geração PS4 e PS5 | Conheça 9 games anunciados em novo selo indie da Sony Microsoft promete demo de até 100 jogos em evento marcado para julho A equipe responsável pelo novo título será a mesma que fez a versão L.A. Noire: The V.R. Case Files, lançada em 2017 e que adicionava ferramentas em realidade virtual para o game. Segundo publicação oficial da companhia pelo LinkedIn, o título será um AAA em parceria com a Rockstar. “Depois de terminar o bem recebido L.A. Noire: The V.R. Case Files, estamos agora em um novo projeto, um título em mundo aberto em VR com a Rockstar. 2020 marca o sétimo ano trabalhando exclusivamente com a Rockstar em Sydney e estamos animados em pegar esse projeto inovador”, informou a empresa. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- A publicação foi feita no LinkedIn exatamente porque a Video Games Deluxe está com vagas de emprego abertas para o novo projeto. Entre as funções, há necessidade de programadores, designers e animadores. Além disso, não há mais informações sobre o novo game em desenvolvimento. Vale lembrar que, apesar de ser uma das publicadoras mais rentáveis, o braço de realidade virtual ainda é pequeno dentro da Rockstar. Lançado em 2011, L.A. Noire é um game em mundo aberto que envolve uma estética de filme noir no qual é preciso investigar crimes em Los Angeles. O título foi bem recebido pela qualidade de detalhes e história envolvente, mas nunca recebeu uma continuação. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

YouTube Music incorpora mais um recurso presente no Google Play Music

canaltech Com o anúncio de descontinuação do Play Music ainda este ano, a Google segue investindo no YouTube Music para torná-lo ainda mais competitivo frente a concorrentes como Spotify, Apple Music e Deezer. Além da opção de salvar álbuns em pré-lançamento na biblioteca pessoal, por exemplo, mais recentemente foi implementado no app um recurso de respostas automáticas a comentários para criadores de vídeos. YouTube prepara recurso de vídeos curtos para concorrer com o TikTok Lives de cantores no YouTube começam a ser taxadas por direitos autorais Agora, segundo informações do site 9to5Google, a gigante das buscas testa uma seção chamada "Atividade recente", que funciona de forma idêntica à página "Recentes" no Google Play Music. Esse novo carrossel de atividades recentes ainda não foi amplamente divulgado e nem está no changelog de alterações da última versão do app na Play Store, mas foi identificado justamente por um usuário brasileiro da plataforma de streaming, que compartilhou a novidade em sua conta no Twitter: YTM now displays the latest additions to the library in the history pic.twitter.com/rGUWw3ROXk -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- — Tô com fome (@aquelequenfala) July 4, 2020 Mudança pequena, porém significativa Como é possível observar na publicação acima, a grande diferença em relação ao que é exibido atualmente na parte superior da guia "Biblioteca" é que em breve esse espaço ficará mais amplo, incluindo não somente a última música a qual você escutou, como também álbuns e listas de reprodução salvas na biblioteca pessoal. As adições das músicas tocadas recentemente são feitas na guia "Explorar" e aparecem automaticamente na seção após uma atualização no app. Comparação do recurso no YouTube Music e Google Play Music (Reprodução: 9to5Google) Por mais simples que pareça, essa mudança é muito bem-vinda, já que torna a navegação pelo app mais intuitiva e próxima ao que os principais concorrentes oferecem. Caso você seja usuário do YouTube Music e essa novidade também tenha aparecido no seu aplicativo, compartilhe conosco o que achou dela no espaço abaixo dedicado a comentários! Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Oito perguntas sobre...como a Inteligência Artificial está mudando os esportes

canaltech O uso de estatísticas nos esportes não é, exatamente, uma novidade. Já há algumas décadas, profissionais da área já fazem uso, em maior ou menor grau, dos dados gerados nessas atividades. No entanto, de alguns anos para cá, houve uma revolução: a inteligência artificial e o aprendizado de máquina passaram a fazer parte de algumas das principais modalidades e ligas esportivas do mundo, como baseball, Fórmula 1, futebol americano, alguns times da NBA, rugby e, agora, o mais popular de todos: o futebol, mais precisamente na Bundesliga, que você conhece popularmente como o campeonato alemão. Oito perguntas sobre: open banking! Oito perguntas sobre: criptomoedas! Oito perguntas sobre: lawtechs! Oito perguntas sobre: bike nas ruas! E o uso dessas tecnologias elevaram o uso das estatísticas a um novo patamar. Isso porque essas modalidades geram um volume quase infinito de informações. E isso permite que cientistas de dados, engenheiros, membros de confederações, comissões técnicas, entre outros profissionais possam criar novos treinamentos, desenvolver medidas de segurança e saúde para os atletas, avaliar o adversário em detalhes, enriquecer as transmissão televisivas, fornecer dados em tempo real aos espectadores e até mesmo prever quando poderá sair um gol! -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- E para entender melhor como tudo isso funciona, a edição deste domingo do "Oito perguntas sobre..." conversou com a Dra. Priya Ponnapalli, cientista de Deep Learning e diretora do Amazon ML Solutions Lab, da Amazon Web Services - a divisão de cloud computing da Amazon e a empresa que mais vem investindo nesse setor. Dra. Priya Ponnapalli da AWS - a empresa lidera o uso de IA nas principais modalidades esportivas do mundo Confira como foi o papo. 1 - Quando começou e em quantas modalidades esportivas a tecnologia de processamento de dados e estatísticas da AWS já está presente? Ligas e equipes esportivas, incluindo NFL, Seattle Seahawks (NFL), Fórmula 1, Bundesliga, Six Nations Rugby, NASCAR, LA Clippers (NBA), Pro Football Focus (PFF), Second Spectrum e muitos outros confiam na AWS resolver problemas de negócios e aumentar seu ritmo de inovação. Como em todos os setores, aprendizado de máquina (machine learning, ML), inteligência artificial (AI) e computação de alto desempenho (HPC) estão dando início à próxima onda de inovação técnica nos esportes. Equipes, ligas, emissoras e parceiros estão usando a AWS para criar soluções baseadas em dados, ajudando organizações como a Fórmula 1 a redesenhar seus carros, as equipes da NFL a treinar seus jogadores e a garantir sua segurança, as equipes da Bundesliga a se conectarem com seus torcedores, além de muitas outras formas de uso. A tecnologia da AWS está mudando o negócio esportivo e ajudando nossos clientes a resolver problemas reais. Estamos aumentando o ritmo da inovação e mudando a maneira como coletamos, automatizamos, analisamos e alavancamos dados de ligas e equipes, além de partes interessadas secundárias, como parceiros de transmissão, integradores de sistemas esportivos e arquitetos de soluções. Análise de dados detalhados em tempo real e aprendizado de máquina ajudam a enriquecer os comentários da transmissão e a fornecer informações preditivas. Com o uso de dados valiosos, a AWS está ajudando as equipes a inovar em treinamento, saúde e segurança para desenvolver componentes-chave do jogo, como o futuro carro da F1 recém-projetado e o "Atleta Digital da NFL". 2 - A tecnologia da AWS se transforma em estatísticas interessantes para os fãs de um esporte. Mas os dados coletados também são usados pelos participantes dessa modalidade, como é o caso de times de futebol, baseball ou engenheiros de uma equipe de Fórmula 1? O esporte serve como um ótimo meio para dar vida aos benefícios do aprendizado de máquina. Embora ligas como a NFL tenham rastreado uma ampla variedade de estatísticas desde o início, o aprendizado de máquina está ajudando a liberar todo o potencial dos dados para proprietários, técnicos, juízes, jogadores, emissoras, fãs e qualquer outro público que ame esportes. A AWS aprimora e enriquece a experiência dos fãs antes, durante e depois dos jogos por meio de dados avançados, insights e experiências de segunda tela. A tecnologia da AWS tem uma ampla gama de aplicações, desde a interpretação de ações em campo até a previsão de oportunidades de gols na Bundesliga; passando por previsões de chutes no Campeonato Guinness Six Nations Rugby e conclusão de passes na NFL, incluindo até mesmo a possibilidade de ajudar a analisar simulações aerodinâmicas para projetar a próxima geração de carros de corrida para a Fórmula 1. De todas as formas, muitos clientes do mercado esportivo estão se beneficiando do poder da AWS para desenvolver melhor os insights de dados em seus respectivos esportes, assim como o desempenho de cada jogador. A IA já invadiu também o futebol americano Com o Next Gen Stats da NFL, por exemplo, os fãs em casa podem ver qual é a probabilidade de uma recepção notável e realmente entender o grau de dificuldade naquela jogada. Com o F1 Insights desenvolvido pela AWS, somos capazes de entender melhor as decisões de fração de segundo de cada piloto e equipe de box, enquanto a Fórmula 1, o órgão dirigente, utiliza o poder da nuvem para aprimorar o design dos veículos. Juntas, essas informações ajudam a promover a inovação e a melhorar o esporte como um todo. 3 - De forma prática, como essa tecnologia da AWS é usada dentro das competições esportivas? Você pode nos dar um ou dois exemplos práticos? Na instância do recente lançamento do F1 Insights da AWS, a Fórmula 1 está usando o Índice de Desempenho do Carro para mostrar como cada carro de corrida se compara diretamente a um rival. Essa pontuação isola individualmente o desempenho de um carro, levando em consideração parâmetros como desempenho nas curvas, desempenho em linha reta e equilíbrio ou manuseio do veículo para produzir uma pontuação que seja compreensível pelos fãs em casa. Além dos dados individuais das corridas, o projeto Computational Fluid Dynamics (CFD) da F1 utilizou a computação de alto desempenho (HPC) da AWS para reduzir o tempo de desenvolvimento do carro de corrida da próxima geração da F1. O projeto CFD usou mais de 1.150 núcleos de computação para executar simulações detalhadas, compreendendo mais de 550 milhões de pontos de dados que modelam o impacto da esteira aerodinâmica de um carro em outro. Usando a escalabilidade incomparável da AWS, a Fórmula 1 conseguiu reduzir o tempo médio para executar simulações em 70% - de 60 horas para 18. 4 - O uso de estatísticas e análise de dados em diversos esportes já é algo relativamente comum. Onde a tecnologia da AWS se diferencia do que já era usado anteriormente? Nossa estratégia no esporte não é diferente da de outros setores - trabalhamos com nossos clientes para ajudar a resolver problemas de negócios por meio da inovação. Por exemplo, em 2020, a NFL havia investido milhões de dólares na criação de uma grande experiência para o Draft daquela temporada, e o COVID-19 colocou todo esse investimento em risco. Eles procuraram a AWS para desenvolver uma maneira confiável e segura de hospedar seu primeiro draft virtual durante a quarentena global, e fizemos uma parceria com eles para criar o que se tornou o draft da NFL mais assistido da história. Da mesma forma, estamos inovando com a NFL para ajudar a cuidar da saúde e da segurança dos jogadores. A liga está trabalhando conosco para melhorar o jogo e a segurança dos atletas, à medida que quebram novos recordes e melhoram a experiência dos fãs do esporte ao redor do mundo. Desejamos trabalhar em conjunto com nossos clientes do setor esportivo para aumentar o ritmo da inovação e mudar a maneira como coletamos, automatizamos, analisamos e alavancamos dados de ligas e times, além das partes interessadas secundárias, como parceiros de transmissão. Uso da IA da AWS no baseball A NFL acompanhou uma grande variedade de estatísticas desde seu início. Mas, por décadas, essas métricas eram relativamente rudimentares. Desde 2017, a NFL usa a AWS para rastrear escala, velocidade e complexidade desses dados. É chamado de Next Gen Stats (NGS). Com o aprendizado de máquina da AWS e a tecnologia de Inteligência Artificial, a liga desenvolveu maneiras de visualizar a ação em campo, descobrir insights mais profundos e expandir a experiência dos fãs, oferecendo uma ampla variedade de estatísticas avançadas. Em dezembro de 2019, a AWS e a NFL anunciaram uma nova iniciativa para melhorar a saúde e a segurança dos atletas da liga. Ao combinar o vasto acervo de dados da NFL e o profundo conhecimento sobre futebol americano com o aprendizado de máquina e o conhecimento em computação em nuvem da AWS, essa parceria transformará a saúde e a segurança dos jogadores, gerando novos insights sobre lesões, regras da partida, equipamentos, reabilitação e recuperação. Esses dados estarão eventualmente disponíveis para pesquisadores, fabricantes de equipamentos, técnicos, preparadores físicos e profissionais médicos para servir como estrutura para futuras inovações. 6 - A Bundesliga é a primeira liga de futebol do mundo a usar essa tecnologia de IA e eles afirmam que será possível, por exemplo, oferecer insights que permitam prever a probabilidade de quando um gol acontecerá. Como a tecnologia da AWS de forma que seja possível gerar esse tipo de informação? A Bundesliga está construindo uma plataforma de estatísticas avançadas da próxima geração que cobre dados de mais de dez mil jogos da história do campeonato. O Bundesliga Match Facts da AWS será a fonte oficial, fornecendo dados em tempo real e proporcionando uma nova experiência de uso e visualização do usuário em dispositivos móveis. Além disso, estamos trabalhando juntos para criar uma experiência personalizada para os torcedores, para aprimorar o envolvimento e a retenção desse público, aproveitando os dados existentes, dados de interação e outras fontes de dados abertas relevantes da AWS. A solução permitirá fazer recomendações e ajustes em tempo real com base nas interações do usuário com as plataformas da Bundesliga, levando o torcedor a uma experiência mais personalizada e envolvente. IA na Bundesliga: já é possível até mesmo prever quando um time fará um gol(Foto: Divulgação) Na questão de prever quando um gol pode acontecer, isso pode feito usando o Amazon SageMaker, um serviço totalmente gerenciado para criar, treinar e implantar modelos de aprendizado de máquina, a Bundesliga agora pode avaliar a probabilidade de um jogador marcar um gol ao fazer uma jogada de qualquer lugar no campo. Chamamos isso de xGoals. A probabilidade de gol é calculada em tempo real para cada chute, a fim de fornecer aos espectadores uma visão da dificuldade de um chute e da probabilidade de um gol. Para calcular a precisão do xGoals, os modelos de aprendizado de máquina foram treinados analisando 40 mil chutes a gol da história do campeonato, além de uma variedade de recursos derivados de dados posicionais, incluindo distância ao gol, ângulo ao gol, velocidade do jogador, número de defensores na linha e cobertura do goleiro. Para xGoals, aproveitamos o poder do Amazon SageMaker, Amazon DocumentDB, Amazon DynamoDB, AWS Lambda, AWS Fargate e Amazon S3. 7 - Além das estatísticas, como o uso das tecnologias da AWS pode aprimorar o fornecimento de conteúdo dentro das ligas esportivas onde a empresa está presente? Como em qualquer esporte, é a ação em campo que impulsiona a paixão do torcedor. Usando a AWS, ligas e equipes esportivas são capazes entender essa ação em tempo real, além de oferecer pontos de dados valiosos para os espectadores em casa por meio de transmissões de televisão. Por exemplo, com a Bundesliga, para dar vida ao Match Facts, várias verificações e processos acontecem antes, durante e após uma partida. Muitas partes interessadas estão envolvidas na aquisição de dados, processamento de dados, gráficos, criação de conteúdo (como edição para TV) e comentários ao vivo. Cada um dos estádios da Bundesliga está equipado com até 20 câmeras para rastreamento óptico automático das posições dos jogadores e das bolas. Uma equipe editorial processa dados de vídeo adicionais e escolhe os ângulos e cenas ideais da câmera para a transmissão. Isso também inclui a decisão do momento exato de exibir o Match Facts na TV. Quase todos os eventos da partida, como chutes de pênalti e chutes a gol, são documentados ao vivo e enviados aos sistemas DFL para verificação remota. Os anotadores humanos categorizam e complementam eventos com informações adicionais específicas da situação. Por exemplo, eles podem adicionar atribuições de jogadores e equipes e o tipo de jogada realizada (como bloquear um chute ou dar assistência). Eventualmente, todos os dados brutos da partida são incluídos no sistema Bundesliga Match Facts na AWS para calcular os valores de xGoals, que são distribuídos em todo o mundo para transmissão. No caso do aplicativo e site oficial da Bundesliga, o Match Facts é exibido continuamente nos dispositivos do usuário final o mais rápido possível. O mesmo se aplica a outros clientes externos da DFL com plataformas digitais de terceiros, que também oferecem as informações mais recentes e estatísticas avançadas para torcedores de futebol em todo o mundo. 8 - O uso da tecnologia da AWS em ligas esportivas já existe há algum tempo, a partir de 2015 na MLB e, em 2018, na Fórmula 1, por exemplo. Nos esportes onde essas tecnologias já estão presentes há alguns anos, que tipo de evolução já podemos notar no uso de dados e estatísticas? A tecnologia está mudando este negócio, e a AWS é o caminho. Com o uso de dados valiosos, ajudamos as equipes a inovar em treinamento, saúde e segurança para desenvolver ainda mais os componentes-chave do jogo, como o novo carro de corrida da F1 recém-projetado e o "Atleta Digital da NFL". Com a Fórmula 1, impactamos o projeto Computational Fluid Dynamics (CFD), que alavancou a computação de alto desempenho (HPC) da AWS para reduzir o tempo de desenvolvimento do próximo carro de corrida da categoria. O projeto CFD usou mais de 1.150 núcleos de computação para executar simulações detalhadas, compreendendo mais de 550 milhões de pontos de dados que modelam o impacto da esteira aerodinâmica de um carro em outro. O projeto levou seis meses para refinar o uso das instâncias c5n do Amazon Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) e apresentou desempenho equivalente ao de um supercomputador que custa milhões de dólares. Usando a escalabilidade da AWS, a Fórmula 1 conseguiu reduzir o tempo médio para executar simulações em 70% - de 60 horas para 18. Com base nas simulações de CFD, a Fórmula 1 projetou um carro para a temporada 2022 que reduz a perda de força nas corridas roda a roda de 50% para 15% e oferece uma experiência mais emocionante para os fãs. O novo carro de corrida contará com um novo design de carroceria com uma nova forma de asa dianteira, suspensão simplificada, novo layout da extremidade traseira, túneis no piso, dispositivos de controle de ativação das rodas e rodará com rodas de 18 polegadas com pneus baixos pela primeira vez. A Fórmula 1 foi uma das primeiras modalidades esportivas a usar inteligência artificial No futebol americano, juntamente a NFL, anunciamos o desenvolvimento do "Atleta Digital". O “atleta digital” é uma representação virtual de um jogador da NFL composto que nos permitirá prever as trajetórias de lesão e recuperação. O “atleta digital” tem o potencial de revolucionar a detecção e a prevenção de lesões na NFL e muito mais. Minha equipe, o Amazon ML Solutions Lab, procurará ajudar a detectar e prevenir lesões, impulsionando avanços em equipamentos e desenvolvendo regras do jogo para beneficiar jogadores, equipes, treinadores, treinadores e torcedores. A AWS treinará modelos de aprendizado profundo para identificar detectar, classificar (blocks vs. tackles) e identificar (vinculado a um jogador e hora específicos) eventos e colisões significativas de lesões (principalmente impactos na cabeça). Também desenvolveremos a capacidade de rastreamento de capacete, usando a detecção de objetos baseada em visão computacional. 8 - O público norte-americano, principalmente, já está mais habituado com o uso de estatísticas em seus esportes favoritos. Nas ligas esportivas onde a AWS está presente já é possível notar um uso maior de segunda tela (smartphones, por exemplo) para acompanhar as estatísticas de uma partida, por exemplo? A Bundesliga, assim como a NFL nos Estados Unidos, está aproveitando as informações do Match Facts da AWS para aprimorar a experiência dos fãs por meio de parceiros de transmissão e na segunda tela. A Bundesliga está construindo uma plataforma de estatísticas avançadas da próxima geração, desenvolvida pela AWS, que não apenas cobre dados ao vivo, mas também dados históricos de mais de 10.000 jogos da Bundesliga. Essa próxima geração de estatísticas é a única fonte oficial que fornece dados em tempo real, fornecendo uma nova experiência do usuário otimizada para dispositivos móveis. No caso do app e do site oficial da Bundesliga, o Match Facts é exibido continuamente nos dispositivos do usuário o mais rápido possível. O mesmo se aplica a outros clientes externos da DFL com plataformas digitais de terceiros, que também oferecem as informações mais recentes e estatísticas avançadas para fãs de futebol em todo o mundo. Nos próximos meses e anos, os clubes da Bundesliga se beneficiarão de um profundo envolvimento com os torcedores. O fornecimento de estatísticas, dados e conteúdo de vídeo de arquivo da próxima geração ajudará a aumentar o número de torcedores da Bundesliga graças à entrega de conteúdo exclusivo e personalizado que fornece uma compreensão e uma visão abrangentes sobre cada clube, seus jogadores e o campeonato. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Mi 10 Pro fracassa em teste de câmera frontal e fica longe do top 10

canaltech Embora as fotos com as câmeras traseiras do Mi 10 Pro tenham se destacado positivamente, as selfies não foram pelo mesmo caminho. Segundo análise do site DxO Mark, referência no que diz respeito à fotografia mobile, o topo de linha da Xiaomi foi equivalente a celulares de 2018, estreando em 22º lugar. Suposto Mi 10 Pro+ 5G vaza e destaca especificações técnicas poderosas Galaxy S20 Ultra "decepciona" em teste de câmera e fica fora do top 5 global Huawei P40 Pro ganha título de melhor câmera de celular do mundo Equipado com um sensor frontal de 20 MP, abertura de f/2.0 e foco fixo, o Mi 10 Pro alcançou apenas 83 pontos na média, sendo 84 para fotos e 81 para vídeos. A pontuação é a mesma feita pelo intermediário Galaxy A71, da Samsung, mas ligeiramente inferior ao Galaxy Note 9, lançado há dois anos. Pontos positivos e negativos As principais críticas citam o alcance dinâmico (HDR) limitado, que deixou a maioria das fotos sem muito contraste, e pela reprodução de cores, pecando principalmente em ambientes internos. As selfies com o Mi 10 Pro também ofereceram baixa saturação em fontes de luz dura, como a luz do sol, resultando em tons de pele ligeiramente artificiais em relação ao iPhone 11, por exemplo. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Da esquerda para direita: Mi 10 Pro, iPhone 11, Huawei P40 Pro (Foto: Reprodução/DxO Mark) Outro ponto negativo das imagens é o alto índice de ruído em praticamente todas as condições de iluminação, além de um reflexo bastante intrusivo em fotos contraluz. Possuindo foco fixo, a câmera frontal do Mi 10 Pro usa o software para ajudar no famoso modo retrato (que desfoca o fundo e destaca o objeto principal). No entanto, a análise percebeu que o sistema não faz o desfoque corretamente, com borrões em objetos no mesmo plano focal. Em relação à gravação de vídeos, o Mi 10 Pro, o DxO Mark destaca bons níveis de exposição e detalhes aceitáveis sob boas condições de luz, mas com problemas com o HDR limitado e os tons de pele artificiais. Além disso, o sistema de estabilização foi classificado como "pouco eficaz para neutralizar a trepidação do movimento de caminhada".   No entanto, nem tudo foi criticado negativamente. O site registrou fotos com boa exposição e profundidade de campo decente na maioria dos cenários testados, além de uma nitidez agradável — melhores do que no iPhone 11 e no P40 Pro. Apesar da artificialidade, as fotos em pouca luz apresentaram "detalhes aceitáveis", registra a publicação. Texturas em fotos externas são agradáveis (Foto: Reprodução/DxO Mark) No geral, o DxO Mark concluiu que a câmera frontal do Mi 10 Pro não deve ser um problema para uso casual por pessoas que desejam tirar fotos para redes sociais, basicamente. Agora, se você é criador de conteúdo e deseja imagens e vídeos de alta qualidade, há alternativas melhores disponíveis no mercado. Tem um Mi 10 Pro? Conte pra gente nos comentários o que você acha das selfies do celular! Se desejar, confira a análise completa do DxO Mark.   Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Galaxy M41: Samsung pode lançar intermediário com bateria de tablet

canaltech Agora para o segundo semestre do ano a Samsung prepara vários lançamentos para aquecer o mercado em meio à pandemia do novo coronavírus. Além dos novos membros da linha Galaxy Note, a segunda geração do Galaxy Fold, um derivado 5G do Galaxy Z Flip e novas versões do Galaxy Watch e Galaxy Buds, também pode estar nos planos da companhia o Galaxy M41 - anteriormente cancelado, um smartphone de bateria robusta com quase 7.000 mAh. Samsung deve pular o processo de 4nm e ir direto para o de 3nm, diz site Samsung lança carregador que desinfecta e carrega o celular ao mesmo tempo De acordo com informações do site SamMobile, o aparelho em questão, especificado como EB-BM415ABY, foi certificado na China com bateria de 6.800 mAh (capacidade nominal), marcando um recorde para a Samsung em termos de smartphones e mais comum entre os tablets. O Galaxy Tab S6 Lite e o Tab S5e, por exemplo, são equipados com bateria de 7.040 mAh e contam com telas na casa das 10 polegadas, o que justifica a alta capacidade. Galaxy M41 teria sido cancelado, mas foi certificado na China recentemente (Reprodução: SamMobile) Vale ressaltar que outros rumores recentes - o do Galaxy M31s, por exemplo, já apontavam que a Samsung pode seguir apostando em baterias potentes em seus próximos lançamentos, especialmente da linha Galaxy M, cujo último lançamento foi o Galaxy M40 em junho do ano passado, como forma de chamar a atenção dos consumidores. Caso se concretizem, é esperado que esses aparelhos contem com a tecnologia de carregamento de 15W da fabricante. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- O que esperar da ficha técnica do Galaxy M41? À época de seu lançamento, o Galaxy M40 ficou conhecido pela bateria considerada grande, de 3.500 mAh, característica no qual o seu sucessor tende a também ser reconhecido. Os rumores apontam que a Samsung aposte em um dos processadores intermediários da Qualcomm, da série Snapdragon 7xx ou em um Exynos de fabricação própria. O sensor fotográfico seria quádruplo, sendo a lente principal com pelo menos 64MP. 10 celulares com melhor autonomia de bateria O Galaxy M41 recebeu apenas a certificação da sua bateria e não há nenhuma pista de quando pode chegar ao mercado (se realmente será lançado). De qualquer forma, fica a expectativa de como será a duração de bateria de um smartphone com 7.000 mAh. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Trabalhar analisando tecnologia - PODCAST PORTA 101 #14

canaltech Pedro Cipoli e Adriano Ponte reviveram suas rotinas diárias para explicar como funciona analisar smartphones e todo tipo de itens que não tem nada a ver com celulares. Quem trabalha com tecnologia só usa do bom e do melhor? Confira neste episódio do Porta 101! Ouça ao podcast. Veja Mais

Microsoft Office: brecha corrigida há dois anos continua sendo usada por hackers

canaltech Uma brecha de segurança corrigida em 2018 apareceu nesta semana no topo de uma lista do governo dos Estados Unidos, que cita as 10 vulnerabilidades mais utilizadas por hackers em ataques contra empresas. A falha foi localizada no pacote Office, da Microsoft, em um editor de equações que permite a inserção de fórmulas matemáticas em qualquer documento criado pela suíte de aplicativos. De acordo com a Agência de Segurança em Infraestrutura e Cibersegurança (CISA, na sigla em inglês), um órgão oficial vinculado ao FBI, a abertura está no topo da lista tanto de criminosos locais quanto internacionais, que podem estar trabalhando a serviço de regimes estrangeiros. Campanha de ransomware focado em empresas paralisou a Honda Hackers usam servidores e serviços legítimos para aplicar golpes com Office 365 Hackers usam LinkedIn para iniciar operação de espionagem internacional A falha CVE-2017-11882, como o nome indica, foi localizada no final de 2017 e está disponível em todas as versões do Office desde 2007. Por meio dela, hackers seriam capazes de executar códigos maliciosos a partir de documentos aparente inofensivos, explorando o acesso que o editor de equações possui à memória do sistema operacional. A partir daí, as explorações podem envolver desde a interceptação de dados até o sequestro de informações em troca de resgate ou a instalação de softwares para mineração de criptomoedas. Ainda que tenha sido corrigida há dois anos, com atualização gratuita disponível para usuários de todas as versões, as autoridades americanas citam a vulnerabilidade como a mais utilizada ainda em 2019, resultando em ataques contra empresas dos setores financeiro, imobiliário e de entretenimento. Os relatos ocorreram não apenas nos Estados Unidos e Canadá, mas também em Hong Kong, resultando em prejuízos financeiros e vazamentos de dados. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Outras falhas ainda mais antigas também aparecem na listagem das autoridades americanas, que não trazem números de vítimas ou informações mais precisas sobre casos específicos. O top 3, por exemplo, é completado por uma brecha também descoberta em 2017, atingindo o pacote Office e versões do Windows entre o Vista e o 7, enquanto, em terceiro, está uma vulnerabilidade em servidores Apache. Aberturas ainda mais antigas surgem mais abaixo no relatório, como uma brecha datada de 2012, também no Office, e explorações que atingem produtos notoriamente inseguros como o Flash Player, da Adobe. Os dados divulgados pela CISA compreendem um período de 2016 a 2019 e trazem, também, conclusões preliminares sobre falhas já mitigadas que continuam a ser uma ameaça ainda neste ano. Leia mais: Empresas precisam adotar postura proativa sobre segurança, afirma Microsoft Para Vinay Pidathala, diretor de pesquisa em segurança da Menlo Labs, a permanência da brecha na lista de vulnerabilidades mais exploradas é uma evidência de dois aspectos um bocado negativos. De um lado, está a dificuldade das empresas em aplicar atualizações a todas as suas máquinas, utilizando softwares defasados no dia a dia e colocando em risco as informações; de outro, a confiabilidade de brechas desse tipo, que juntamente com o aspecto anterior, continuam sendo um prato cheio para hackers nos sempre devastadores golpes contra estruturas corporativas. A recomendação mais básica, então, é que os administradores de TI se certifiquem que todos os dispositivos utilizados na corporação estão atualizados e utilizando as versões mais recentes de softwares de segurança. Além disso, outras dicas envolvem o uso de sistemas de controle de acesso e campanhas de informação para que funcionários não caiam em golpes de phishing, já que os e-mails fraudulentos, muitas vezes se passando por superiores da própria empresa, são a principal arma dos criminosos nesse tipo de intrusão. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Telescópio Espacial Hubble é homenageado em moeda de ouro de 1 dólar

canaltech O Telescópio Espacial Hubble será homenageado nos Estados Unidos com uma moeda oficial de 1 dólar. A Casa da Moeda do país divulgou na última terça-feira (30) o design oficial nova moeda, que estampa a imagem do telescópio sobrevoando a órbita terrestre, com parte do globo de nosso planeta logo abaixo. Telescópio Hubble: 30 anos de história, descobertas e revolução na astronomia Hubble 30 anos | 10 das maiores descobertas feitas com este telescópio espacial Hubble 30 anos | 10 fotos incríveis tiradas pelo telescópio espacial Esta moeda será um dos quatro dólares de ouro que serão emitidos este ano como parte de uma série especial de moedas para "homenagear a engenhosidade americana e celebrar os esforços pioneiros de indivíduos ou grupos de todos os 50 estados", de acordo com a Casa da Moeda dos EUA. O Hubble foi o selecionado para representar o estado de Maryland. A moeda foi criada e esculpida por Joseph F. Menna, escultor e principal gravador da Casa da Moeda, que também trabalhou diversas mídias digitais e tradicionais de escultura. O logotipo da NASA está incluído na moeda, no corpo do telescópio. As inscrições na parte superior e inferior da moeda - "Estados Unidos da América", "O Telescópio Espacial Hubble" e "Maryland", foram desenhados em uma fonte com o mesmo estilo do logotipo da NASA. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Moeda de 1 dólar em homenagem ao Hubble (Imagem: U.S. Mint) Essa obra de arte que representa o Hubble foi recomendada à Casa da Moeda dos EUA pela Comissão de Belas Artes e pelo Comitê Consultivo para a Cunhagem dos Cidadãos. Além dela, havia outros 16 projetos candidatos, sendo seis deles quais focados no telescópio espacial. O Gabinete do Governador de Maryland também sugeriu o mapeamento do genoma humano como um possível tema. Apesar de outros temas propostos terem sua importância, a escolha coincidiu com o aniversário do Hubble, que completou 30 anos no último mês de abril. Do outro lado da moeda, está a tradicional representação da Estátua da Liberdade, que aparece em toda a série American Innovation. A moeda de US$ 1 em homenagem ao Hubble será a segunda da série American Innovation a apresentar um tema de espaço ou astronomia. A primeira, emitida em 7 de novembro de 2019, homenageou a astrônoma Annie Jump Cannon, que inventou um sistema de classificação de estrelas. Um terceiro design com tema espacial foi apresentado por Nova York, homenageando o Módulo Lunar Apollo. O secretário do Tesouro dos EUA tomará a decisão final sobre a próxima moeda da série, que deve ser emitida em 2021. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Samsung deve pular o processo de 4nm e ir direto para o de 3nm, diz site

canaltech Com o mercado de fabricação terceirizada de processadores restrito a duas empresas — TSMC e Samsung —, analistas de mercado acompanham com atenção os planos de ambas para o futuro. Fontes consultadas pelo site DigiTimes indicam que a Samsung deve migrar sua tecnologia de fabricação de 5 nm direto para 3 nm, pulando o processo intermediário. TSMC já compensou encomendas perdidas da Huawei nas sanções impostas pelos EUA Acordo entre Samsung e Huawei para burlar sanções dos EUA é improvável, diz site A medida teria como objetivo acompanhar o progresso da rival taiwanesa TSMC, que já estaria com o seu processo de 5 nm em uso — supostamente para a fabricação da CPU do novo iPhone e da linha de Macs com chip Apple, ambos esperados para o segundo semestre. A própria Samsung informou em um balanço financeiro que iniciaria a fabricação em massa de chips em 5 nm no segundo trimestre do ano. O celular esperado para equipar o primeiro processador Samsung fabricado com a tecnologia é o Galaxy Note 20, aguardado para agosto. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- No mesmo relatório de abril, a empresa já tinha deixado de fora menções ao processo de 4 nm. Após a ativação das linhas de produção de 5 nm, os sul-coreanos informaram que se dedicariam ao desenvolvimento do processo de 3 nm. Processo 3GAE/3GAA é o próximo passo da Samsung Foundry (imagem: Samsung Foundry Forum 2019) Apesar de não citado diretamente, nada impede que a Samsung ofereça uma evolução do atual processo de ponta com o nome de “4 nm”, assim como os próprios processos de 5 e 6 nm são refinamentos da tecnologia de 7 nm, como mostra um slide apresentado pela Samsung Foundry na metade de 2019. De qualquer maneira, os próximos meses devem ser agitados no mercado de tecnologia de processadores mobile. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Lembra do “Konami Code”? Dead By Daylight traz easter egg nostálgico

canaltech O Konami Code se tornou um ícone na história dos videogames. Introduzido pela Konami há mais de 30 anos, o famoso “cima”, “cima”, “baixo”, “baixo”, “esquerda”, “direita”, “esquerda”, “direita”, “B”, “A” e “Start” foi utilizado em diversos jogos. Era uma forma dos gamers mais antenados conseguir vidas ou “continues” extras — era especialmente usado em Contra e em Gradius, já que os títulos eram difíceis e ter essa ajuda era quase essencial para chegar ao fim da aventura. Agora, o DLC de Silent Hill em Dead By Daylight traz um mimo para os saudosistas que usarem esse código no conteúdo baseado na franquia de terror da KONAMI. Dead by Daylight é lançado para celular; confira as primeiras impressões Silent Hill está de volta como DLC de Dead by Daylight; veja o trailer O youtuber Paulie Esther fez um vídeo explicando como o Konami Code funciona no PC Windows: na tela de menu, digite a combinação, adaptada para o teclado, com W, W, S, S, A, D, A, D, botão direito do mouse, botão esquerdo do mouse e ENTER — não precisa ser muito rápido, mas tem que manter o ritmo durante a inserção. Se der certo, você vai ouvir uma versão sintetizada do tema de Dead By Daylight.   Depois disso, os jogadores ganham um amuleto raro que tem o formato da lendária espaçonave Vic Viper, a estrela de Gradius na luta contra a invasão Bacteriana — aliás, onde foi parar a franquia espacial da Konami nas duas últimas gerações? O “Gradius Memento” é uma homenagem ao criador do Konami Code, Kazuhisa Hashimoto, que inventou a “trapaça” porque achou o título espacial, lançado em 1986, muito difícil. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! Hashimoto morreu em fevereiro deste ano, aos 61 anos. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Golpe do FGTS volta a circular e já atingiu mais de 100 mil pessoas no WhatsApp

canaltech Alguns tipos de golpes virtuais são recorrentes, principalmente porque os criminosos apenas ajustam suas mesmas táticas com mudanças discretas e, claro, a urgência do contexto. Isso já aconteceu na época do lançamento do Auxílio Emergencial e com a promessa de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no mês passado. Mais recentemente, aconteceu algo semelhante com uma oferta do Super Almanaque da Mônica grátis. E, nesta semana, muita gente que ficou de olho na liberação do saque emergencial do FGTS, na segunda-feira (29), acabou caindo novamente em uma cilada. Cuidado! Golpe promete dinheiro de FGTS e coleta seus dados pessoais Golpe promete auxílio de R$ 500 durante pandemia e faz 850 mil vítimas Golpe que promete almanaques grátis da Turma da Mônica faz quase 100 mil vítimas De acordo com o laboratório especializado em segurança digital dfndr lab, da PSafe, de segunda até quarta (1), o novo golpe do FGTS já havia atingido pelo menos 100 mil pessoas. A estratégia é a mesma: os criminosos enviam um link malicioso enviado como uma oferta de saque de no valor de R$ 1.045, em troca dos dados pessoais. Essa prática de phishing costuma enganar muita gente porque as mensagens costumam se parecer bastante com um anúncio oficial. Dessa vez, o site enganoso simula até a interface do Facebook, com comentários que viriam da própria Caixa Econômica Federal. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Reprodução/PSafe A página é aberta quando o usuário responde a uma mensagem no WhatsApp, que convida a vítima a consultar seu saldo no FGTS. Reprodução/PSafe Este tipo de golpe tem grande proporção nas redes sociais, principalmente no WhatsApp, pois, para finalizar o cadastro no site falso, é necessário compartilhar o link malicioso com outros contatos. Quais os prejuízos e como me precaver? Fornecer detalhes sobre sua vida para bandidos nunca é uma boa, ainda mais especialistas no uso disso para os mais diversos fins ilícitos. Ao ceder detalhes, você fica vulnerável ao vazamento de mais dados, que podem ser usadas para assinatura de serviços online e até para abrir contas em bancos. A diferença desse golpe do FGTS para os anteriores está na permissão de notificações que a vítima pode conceder aos cibercriminoso. Quando isso acontece, o usuário passa a receber propagandas indesejadas, o que alimenta a rede de golpistas. Além disso, o canal fica aberto para o dispositivo receba outras mensagens maliciosas. Para se manter seguro, sempre desconfie dessas ofertas. Evite clicar em links que cheguem por redes sociais e mensageiros instantâneos, principalmente quando eles forem relacionados a promoções ou benefícios governamentais. Prefira buscar as informações por conta própria antes de acessar sites desse tipo. Tome cuidado com cadastros e preste atenção no destino de seus dados pessoais. Certifique-se de estar lidando com páginas oficiais e mantenha soluções de segurança ativas e atualizadas no celular e computador, já que muitas delas são capazes de detectar e bloquear o acesso a golpes dessa categoria. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Amostras de esgoto indicam que coronavírus já estava no Brasil antes da pandemia

canaltech Nesta quinta-feira (2), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou uma descoberta: partículas de SARS-CoV-2 encontradas em duas amostras do esgoto de Florianópolis colhidas em 27 de novembro de 2019, dois meses antes do primeiro caso clínico ser relatado no Brasil. Coronavírus: quais os riscos de se contaminar num banheiro público? Coronavírus no esgoto? Sim, tem coronavírus no esgoto (e isso pode ser bom) Cuidado com cheiro de cocô! É possível contrair COVID-19 só de inalar; entenda De acordo com a professora da UFSC Gislaine Fongaro, foram analisadas amostras de esgoto do final de outubro até o início de março. “Acessamos amostras congeladas do esgoto bruto para investigar o material como ferramenta epidemiológica”, afirma. Esse é o relato da primeira presença confirmada do vírus nas Américas. No entanto, estudos semelhantes encontraram o SAR-CoV-2 no esgoto de Wuhan, na China, em outubro. Na Itália, a primeira delas datava do início de dezembro. Universidade Federal de Santa Catarina encontra coronavírus em amostra de esgoto colhida em Florianópolis em novembro de 2019 (Imagem: Unsplash) “É um trabalho do LVA, com parcerias interlaboratoriais. Ficamos um pouco desconfiados com os primeiros resultados, mas a gente repetiu todos os dados, fazendo testes no laboratório do Hospital Universitário, e rastreamos o genoma do vírus. Tivemos o cuidado de realizar um teste interlaboratorial, e não foi feito um único marcador viral, vários marcadores do vírus foram usados para reconfirmar. Estamos bem tranquilos quanto ao resultado”, explica a orientadora. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- A carga constatada em 27 de novembro foi de 100 mil cópias de genoma do vírus por litro. Depois disso, novas amostras deram positivo em doses mais elevadas em 11 de dezembro e 20 de fevereiro, até que em 4 de março a carga de SARS-CoV-2 chegou a um milhão de cópias de genoma por litro de esgoto. “As pessoas não precisam ficar apavoradas com contaminação. O esgoto só é uma representatividade do que já tem na população”, relembra a professora. A descoberta só foi possível porque pôde acessar amostras que já eram coletadas por outros estudos. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Estamos em uma nova era para o áudio, diz responsável pelo som do Motorola Edge+

canaltech Além de marcar a volta da Motorola ao segmento de smartphones topo de linha, o Moto Edge+ faz parte do movimento renovado das empresas em busca de uma melhor qualidade de áudio. Um dos destaques do aparelho é o seu sistema de som estéreo — ajustado pelo produtor musical vencedor do Grammy Jack Joseph Puig —, que funciona em conjunto com um pacote de tecnologias da empresa especializada em processamento de áudio Waves. Motorola Edge e Egde+ são anunciados no Brasil com 5G a partir de R$ 5.499 Motorola Edge+, a volta dos topos de linha [Unboxing/Hands-on] O Canaltech conversou com o diretor de marketing e desenvolvimento de negócios da Waves, Adam Levenson, para saber um pouco mais sobre o processo que promete uma "nova era para o áudio" dos celulares. O executivo lembrou que, ao ver o modelo pela primeira vez, ficou impressionado com o design. Mais do que isso, porém, ele percebeu o potencial dos componentes de áudio do aparelho. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- "Sabíamos que por trás do belo exterior, os alto-falantes tinham o potencial de produzir o áudio mais potente já oferecido por um celular", afirmou Levenson em entrevista ao CT, antecipando-se à afirmação usada pela Motorola na divulgação do Edge+. Ajuste fino O engenheiro de som e produtor musical Jack Joseph Puig — que já trabalhou com artistas como Guns N’ Roses, Lady Gaga e Pharrell Williams — foi o responsável pela calibração do sistema de áudio do Edge+. Um dos desafios apontados para oferecer uma boa qualidade de som foi o fato de que nenhum celular é projetado para ser um dispositivo acústico, especialmente por apresentarem um formato fino. A tarefa exigiu uma série de testes e viagens aos escritórios da Motorola para ajustar a reprodução de som do aparelho, monitorando e avaliando diferentes configurações de equalização. Software ao trabalho Além da configuração do sistema de som do aparelho e da maneira como o celular utiliza os componentes, o Edge+ inclui um pacote de algoritmos da Waves, o MaxxAudio Mobile, para processamento de áudio, projetados para aproveitar a capacidade do smartphone. Os algoritmos foram desenvolvidos para uma gama variada de equipamentos — já foram vistos ouvidos no Brasil, por exemplo, com o intermediário Alcatel Idol 4s —, não exigindo um componente específico no celular. Mais do que ajustes de equalização, as ferramentas de processamento do MaxxAudio trabalham as características espaciais e dinâmicas do som. Para equalização, o pacote oferece no Edge+ as opções tradicionais para reforço de graves e agudos — batizados pela Waves como Psychoacoustic Bass e Dynamic Treble —, e inclui ainda três novidades: Wider Stereo, para melhorar a percepção espacial do áudio; Dialog Clarity, responsável por destaca as falas em vídeos (seria como a caixa central de um sistema de home theater); Fuller Mix, que aplica algoritmos para suavizar os picos e vales das ondas sonoras. Não só nas caixas No Edge+, o MaxxAudio leva em consideração a orientação do celular para ativar ajustes específicos. Apesar de otimizado para reprodução de áudio na horizontal, aproveitando as caixas de som estéreo do aparelho, abrir um vídeo ou jogo com o celular na vertical aplica uma configuração apropriada. "A tecnologia ativa automaticamente ajustes otimizados com base nas informações dos sensores do aparelho", respondeu Levenson, ao ser perguntado se a tecnologia tira algum proveito de recursos como o giroscópio do celular. Segundo o executivo, uma pesquisa feita pela Motorola descobriu que, em seis de sete categorias de uso pesquisadas, os consumidores preferiam utilizar os alto-falantes do celular. A exceção foi para música, conteúdo em que os fones de ouvido venceram. Durante o uso com os acessórios, os algoritmos de som do Edge+ procuram trabalhar em conjunto com os fones, evitando entrar em conflito com o processamento feito por eles, por exemplo, no reforço de graves. O ajuste de áudio com o uso de fones busca complementar as características acústicas do acessório. Levenson não entrou em detalhes, mas deu a entender que os sons de baixa frequência, por exemplo baixos, são menos processados nesse caso, ficando à cargo do tratamento aplicado pelos fones. Áudio em primeiro plano Ao ser perguntado sobre como a adoção do MaxxAudio pela Motorola se relaciona com o interesse renovado do mercado em áudio — caso da popularidade de sistemas de som tridimensional como o Dolby Atmos ou até mesmo o uso de um processador dedicado no PlayStation 5 — o executivo respondeu que acredita estarmos em uma nova era. "Na Waves, compartilhamos a crença com a Motorola de que esta é uma nova era para o áudio. Que grandes experiências de entretenimento são incompletas sem um som de alta qualidade", afirmou Levenson. Apesar dos consumidores terem se conformado com o som fraco associado aos celulares, o executivo da Waves afirmou que as limitações para isso já ficaram para trás e que a parceria entre as empresas é só o começo. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Tangi: como publicar vídeos na plataforma de DIY do Google

canaltech Desenvolvido pela Area 120, uma divisão do Google, o Tangi é um app de vídeos e imagens que é inspirado em plataformas como o TikTok e o Pinterest. Voltado para tutoriais e vídeos de “faça você mesmo”, o app foi desenvolvido para que os usuários possam compartilhar sua criatividade com outras pessoas. A ferramenta pode ser utilizada no PC e no celular, mas, para que os usuários possam postar seus próprios vídeos, precisam preencher um formulário e receber aprovação da equipe do app para poderem fazer parte do grupo de criadores. Confira as melhores opções de apps para fazer vídeos com música e fotos Como usar o Tangi, app de vídeos do Google no celular e no PC Android: 5 aplicativos para criar vídeos com efeito time-lapse Se você gostaria de compartilhar a sua criatividade com outros usuários do Tangi, confira neste tutorial como preencher o formulário e postar seus próprios vídeos na plataforma. É importante ressaltar que o app está disponível apenas em inglês e ainda não possui tradução para o português. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Tangi: como publicar vídeos na plataforma Passo 1: baixe, instale o Tangi (Android | iOS) em seu celular e faça o login com a sua conta do Google. Com o app aberto, clique no seu “Perfil” no canto inferior direito. Abra o Tangi em seu celular e clique no seu "Perfil" no canto inferior direito (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 2: no seu Perfil, selecione a aba de “Videos”. No seu pefil, selecione a aba "Videos" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 3: para postar vídeos, você precisa preencher um formulário e ser aprovado. Clique em “Apply now!”. Clique em "Apply now!" para preencher  formulário (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 4: com o formulário aberto, preencha o e-mail que você está utilizando na sua conta do Tangi e o seu nome. Preencha o e-mail que você usa na sua conta Tangi e o seu nome (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 5: insira no campo o link de uma rede social sua. Fique atento, pois, se o link for inválido, a sua candidatura pode ser rejeitada. Cole no campo indicado um link válido de uma rede social sua (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 6: conte um pouco o motivo pelo qual a equipe deve selecionar você como um criador para o app. Fique atento, pois o texto deve ser escrito em inglês. Elabore um texto explicando por que você deve fazer parte da equipe de criadores do Tangi (Captura de tela: Matheus Bigogno) Dica: a plataforma é voltada para vídeos de tutoriais e vídeos de “faça você mesmo”, então, use a sua criatividade. Passo 7: você pode preencher o campo “Onde ouviu falar do app”, porém, ele é opcional. Finalizando o preenchimento do formulário, clique em “Enviar”. O processo pode demorar até uma semana para ser processado. Clique em "Enviar" ao finalizar o preenchimento do formulário (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 8: se você for aprovado, receberá um e-mail da equipe do Tangi com um código. Acesse a aba de vídeos do seu perfil, cole o código que você recebeu e clique em “Enter”. Insira o código que você recebeu no local indicado e clique em "Enter" (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 9: o ícone para postar vídeos será adicionado no canto superior direito do app. Clique nele. Após ser adicionado, clique no ícone de adicionar vídeos no canto superior direiro (Captura de tela: Matheus Bigogno) Passo 10: faça o upload do seu vídeo de até 1 minuto, preencha todos os campos e clique em “Submit” no canto superior direito ou no final da página para publicar o seu vídeo. Faça o upload do vídeo, preencha todos os campos e clique em "Submit" no canto superior direito (Captura de tela: Matheus Bigogno) Pronto! Agora você poderá fazer parte da equipe de criadores do Tangi e compartilhar seus vídeos de tutoriais com outros usuários. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Dreams vai ganhar suporte a realidade virtual e nova fase autoral

canaltech Dreams vai ganhar suporte para realidade virtual neste mês. A Media Molecule informou em publicação oficial no blog do PlayStation 4 que será possível criar experiências para o PS VR dentro da plataforma. Análise | Dreams reinventa a roda sobre fazer jogos Mario criado dentro de Dreams, no PS4, é removido depois de pedido da Nintendo Os lançamentos de jogos mais aguardados para julho de 2020 Dreams é uma mistura de motor gráfico com game lançado em fevereiro deste ano para PlayStation 4, dentro do qual jogadores podem criar e compartilhar seus mundos. A partir de 22 de julho, também será possível fazer jogos em realidade virtual.   O anúncio foi feito no Inside The Box, um evento dedicado do game sobre expansões do título. Com a compatibilidade para realidade virtual, chega também à plataforma novos tutoriais e kits iniciais de criação de games. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? A Media Molecule criou algumas pequenas histórias e narrativas para incentivar o jogador a conhecer as principais ferramentas do game. Segundo comunicado, não será necessário ter o PS VR para criar os mundos, embora seja muito mais difícil. Ainda, o programa é compatível com os controles Moves que facilita a criação dos mundos. A empresa também adicionou alguns modos para evitar tontura e dor de cabeça na hora de fazer os cenários. Por fim, a companhia também promete um novo jogo autoral chamado Box Blaster, uma experiência de tiro em caixas de papelão. A atualização chega gratuitamente para quem já tem o game em sua biblioteca em 22 de julho. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Empresa dribla Justiça brasileira para manter disparos em massa no WhatsApp

canaltech Mesmo depois de ser bloqueada do WhatsApp e até mesmo impedida pela Justiça de continuar atuando, a Yacows ainda opera normalmente, agora sob nova direção e nome. A empresa, que faz disparos em massa no mensageiro e teria feito envios de mensagens durante a campanha presidencial em 2018, segue com o mesmo número de telefone e oferece os mesmos serviços. 5 sites para checar se a notícia é verdadeira ou falsa 62% dos brasileiros não sabem reconhecer fake news, diz pesquisa O WhatsApp processou tanto a Yacows quanto a SallApp para tentar, na Justiça, impedir que as empresas utilizem a plataforma para realizar disparos em massa. Como o envio de spam não é ilegal no Brasil, o mensageiro alegou uso não autorizado de identidade visual e nome da plataforma para evitar que elas continuassem atuando. E conseguiu decisão favorável por liminar, que segue em vigor. Porém, como constatou uma reportagem do UOL, a Yacows continua funcionando normalmente, utilizando até o mesmo número de telefone que já tinha na época das eleições. A empresa, no entanto, teria mudado de nome após ter sido supostamente comprada por uma ex-funcionária, que manteve o modus operandi, incluindo o sistema para disparo das mensagens. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- A companhia atende agora como Message Flow, nome fantasia da Unifour Marketing, empresa aberta apenas 22 dias após a decisão judicial que impediu a atuação da Yacows e tem Andressa Campo Ferreira como sócia-proprietária. Ferreira disse ser ex-funcionária da Bulk Service, antiga proprietária da Yacows, e alega ter comprado a empresa e dado seguimento à operação. “A Message Flow comprou a Yacows, a Bulk Service, e hoje ela está no meu nome. Peguei a operação da Bulk para mim, porque já entendia, e decidi dar sequência nisso”, explicou ela. A operação que ela menciona, Bulk Services, é o nome da plataforma utilizada pela Yacows para fazer os disparos em massa. Ou seja, a operação segue praticamente idêntica, incluindo os serviços prestados, de disparos em massa. Que era justamente o que o WhatsApp queria bloquear, mas a empresa conseguiu driblar a Justiça para seguir funcionando normalmente. Novo nome, mesmo sistema A Yacows oferecia o mesmo tipo de serviço, também com o diferencial de baixar o preço por crédito dependendo do pacote adquirido. O mais barato é de R$ 600, que dá direito a 5.000 créditos de R$ 0,12 cada. O mais caro, com 1 milhão de disparos, custa R$ 62 mil, ou R$ 0,062 o crédito. Segundo uma atendente, mensagens apenas com texto custam um crédito, enquanto disparos com anexos como vídeos, áudio ou imagem custam dois créditos. Além disso, não há documentação na Junta Comercial que comprove a transação da Yacows para a Unifour Marketing. Ferreira também não explicou como uma empresa com capital de R$ 5.000 conseguiu adquirir outra com capital de R$ 100.000. Hans River, funcionário da Yacows, fala à CPMI das Fake News (Foto: Jane de Araújo/Agência Senado) Não só número de telefone e serviços prestados, mas o site também permanece praticamente igual, apenas em novo domínio — boa parte dos clientes da Yacows continua com a nova empresa. De acordo com juristas, há fortes indícios de uma manobra para driblar a Justiça: uma empresa proibida de atuar é supostamente vendida a outra, e mantém a mesma operação. “Há uma transferência de clientela e modus operandi. Isso aplicado a outra empresa, agregado ao direito de uso da plataforma, pode indiciar para uma continuidade das atividades empresariais”, explicou Luciano Bresciani, sócio do escritório de advocacia Rennó, Penteado, Reis & Sampaio. “Como as quatro companhias estão sofrendo os efeitos da decisão judicial, aparentemente há uma tentativa de desvio, de não atendimento da decisão judicial por uma via transversa, por uma forma que se construiu para que o novo CNPJ não estivesse debaixo dessa decisão judicial”, observou o especialista em direito processual André Bruni. WhatsApp não consegue barrar Celulares que teriam sido usados para disparos massivos de mesangens no WhtasApp (Foto: Reprodução/Folha de S.Paulo) Não é que o WhatsApp goste que essas empresas utilizem o mensageiro para espalhar mensagens em massa, até porque são muitos disparos simultâneos, o que sobrecarrega os servidores. A empresa conseguiu impedir algumas de atuarem ao alegar uso irregular da identidade da plataforma, o que ainda é fácil de driblar, apesar de a Yacows ter optado, ao que parece, por apenas deixar de mencionar o mensageiro em seu material promocional. O disparo de mensagens em massa não é ilegal no Brasil, apesar de o TSE ter decidido que o uso deste recurso não será permitido durante a campanha eleitoral de 2020. Os infratores poderão ser multados entre R$ 5.000 e R$ 30.000 pela Justiça Eleitoral, e espera-se que a plataforma não seja responsabilizada, mas sim quem contratar e oferecer o serviço. Para tentar barrar esses disparos, o WhatsApp já limitou os encaminhamentos a até cinco reenvios (e apenas um em alguns casos), monitora contas com comportamento suspeito para tentar bloqueá-las e permitiu que o próprio usuário decida quem pode adicioná-lo a grupos. Mas essas medidas foram ineficazes até o momento para impedir o espalhamento de notícias falsas na plataforma. Para combater, é necessário que a legislação brasileira preveja punição a quem espalha spam e crie mecanismos para identificar os responsáveis. O projeto de lei das fake news, cujo texto-base foi aprovado nesta semana no Senado, não agrada muito às empresas do setor nem especialistas. Um outro PL, que prevê até 10 anos de prisão para quem criar e divulgar notícias falsas, foi apresentado recentemente na Câmara, mas ainda será debatido e é necessário ficar de olho como ele define o que é fake news e como identificar quem criou e quem espalhou. Por enquanto, o problema segue aparentemente longe de ter solução, mesmo que paliativa. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Análise | TP-Link Deco M5 é o melhor roteador mesh do mercado, mas custa caro

canaltech No mercado internacional, os roteadores mesh já não são novidade há algum tempo e estão cedendo espaço para aparelhos com suporte a Wi-Fi 6 e padrão AX. No Brasil, entretanto, esses produtos ainda têm um certo frescor e praticamente fazem parte do imaginário popular — muito devido aos preços que são praticados por aqui. Como justificativa para as cifras que facilmente passam dos R$ 1.000 nos modelos mais simples, as fabricantes alegam que eles têm alguns diferenciais. Além de ampliar o sinal Wi-Fi com qualidade, os roteadores mesh têm design diferenciado pensado para se integrar a qualquer ambiente e oferecem instalação e configuração orientadas pela experiência do usuário. Em outras palavras, eles são bem mais fáceis e simples de configurar que um dispositivo de rede padrão. No caso do Deco M5, o principal roteador mesh da chinesa TP-Link, tudo isso é verdade, mas vem a um custo alto. Será que que o produto tem qualidade, recursos e diferenciais que justifiquem um investimento tão alto assim? É isso que vamos conferir na análise de hoje. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Deco M5 é a principal oferta de roteador mesh da TP-Link, voltado para quem quer expandir rede Wi-Fi com qualidade e facilidade (Foto: Sergio Oliveira/Canaltech) O produto Passar uma boa impressão para o consumidor é essencial e muitas vezes é fator decisivo na hora da compra. A TP-Link sabe disso e trabalhou muito bem a embalagem do Deco M5 para exibir o aparelho de uma maneira clean e ao lado de suas principais características e qualidades. Basta olhar para ela para saber exatamente não só o que é o produto, mas qual sua proposta. Temos diante de nós um kit com três roteadores mesh capazes de cobrir até 510 m² com Wi-Fi e eliminar os chamados "pontos cegos". A indicação da companhia é de que isso é suficiente para atender casas de 3 a 5 quartos, com até 100 dispositivos conectados. É coisa para caramba! Dentro da caixa, encontramos os três Deco M5 que compõem o kit padrão vendido pela TP-Link no Brasil. A primeira impressão é extremamente positiva, já que nem de longe os aparelhos lembram as naves espaciais que são os roteadores de médio e grande porte, grandalhões e cheios de antenas. Em vez disso, temos um dispositivo discreto, com quatro antenas internas, construído com plástico branco em formato de disco. O minimalismo visual aliado às dimensões de apenas 12 cm de diâmetro por 3,8 cm de espessura ajudam a integrar o produto a diferentes ambientes — ninguém conseguirá apontar para ele e cravar que é um roteador logo de cara, pode confiar. O design do Deco M5 reforça a opção da TP-Link pelo minimalismo. As luzes indicadoras de status comumente empregadas nos roteadores foram substituídas por um único LED posicionado na parte superior. Cada cor indica um estado diferente de funcionamento, o que é bem legal, mas pode ser pouco prático até aprendermos o significado de cada uma: Amarelo piscante: o roteador está se reconfigurando Amarelo: o roteador está iniciando Azul piscante: o roteador está pronto para configuração Azul: o roteador está se configurando Vermelho piscante: o roteador está desconectado do Deco principal Vermelho: o roteador está com um problema Verde piscante: atualização de firmware Verde: roteador funcionando normalmente São muitas possibilidades e decorar tudo pode ser um problema. Por isso a TP-Link incluiu uma tabelinha explicativa na caixa. Kit padrão vendido pela TP-Link traz três unidades do Deco M5 para cobrir áreas de até 510m² (Foto: Sergio Oliveira/Canaltech) Na parte traseira de cada Deco M5 estão duas portas Gigabit Ethernet e a entrada para alimentação. A passagem de ar para refrigerar o roteador fica na parte inferior para não prejudicar o visual. É nessa região que também vemos o botão reset e pés de borracha que ajudam a fixar bem as unidades sobre qualquer superfície. Não há furação para instalação vertical. Internamente, a TP-Link empregou um SoC Qualcomm Atheros IPQ4019 quad-core de 638MHz para dar poder de fogo ao roteador mesh. Além disso, ele conta com 256 MB de memória RAM, 32 MB de memória flash, transceptor dual-port Qualcomm Atheros QCA8027, Bluetooth 4.2 e amplificador de banda 5 GHz Qorvo RFMD RFPA5542. Finalmente, além dos três roteadores, a caixa contém: 3 fontes de alimentação 5V Cabo ethernet Manual de instalação rápida Instalação e interface Todo roteador mesh oferece um processo fácil e intuitivo de instalação, geralmente todo feito através de um app móvel. O Deco M5 não é diferente. Tanto é que o manual de instalação rápida que acompanha o produto basicamente contém apenas QR codes que levam o usuário para a página de download do aplicativo Deco na Play Store e na App Store. Com o app instalado no celular, basta seguir as instruções exibidas na tela para instalar toda sua nova infraestrutura de rede: Conectar o Deco M5 principal à energia e ao modem Definir onde o roteador está instalado Definir um nome para a rede (SSID) e senha Adicionar outros Deco à "malha" Luz azul vai piscar até o app encontrar o Deco satélite e conectá-lo ao principal Seguindo esses passos, é possível criar uma rede mesh com até 10 Decos diferentes. Embora seja pouco provável que você precisará de mais de três unidades para cobrir 100% da sua casa com Wi-Fi, é importante alertar que quanto mais Decos interligados, menor será a qualidade do sinal. Passo a passo de instalação é bastante autoexplicativo, ajudando qualquer usuário a montar a rede Wi-Fi de casa em poucos minutos (Capturas de tela: Sergio Oliveira/Canaltech) Isso acontece porque o Deco M5 é um roteador dual-band, oferecendo sinal nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz. Comumente, ambas são utilizadas para trafegar dados numa rede, mas, no caso de uma rede mesh, também podem ser usadas para o chamado "tráfego de retorno", que é a forma que roteadores desse tipo se comunicam uns com os outros. Há alguns modelos que possuem um terceiro canal exclusivo para esse tipo de comunicação, mas isso não acontece nesse produto da TP-Link. Em vez disso, os Decos M5 se comunicam entre si usando as bandas 2,4 GHz e 5 GHz utilizadas pelos dispositivos conectados a eles. Numa infraestrutura montada com até 3 roteadores, não há qualquer impacto; porém, à medida que expandimos a rede com mais unidades do roteador, mais congestionada ela se torna e maior a latência. O problema pode ser contornado conectando os produtos entre si usando cabo de rede, que automaticamente passa a ser o canal principal do tráfego de retorno, mas, além de ser pouco prático, isso ofusca um pouco a ideia de uma rede mesh. Unidados do Deco M5 se comunicam entre si usando a mesma banda do tráfego de dados, o que pode congestionar a rede (Imagem: Reprodução/TP-Link) Tecnicidades a parte, o fato é que, além da instalação, toda a administração da rede é feita pelo app Deco. Com uma interface extremamente amigável, ele permite o usuário fazer praticamente qualquer coisa em até quatro ou cinco toques, nunca mais do que isso. A ideia é facilitar ao máximo a vida das pessoas, dispensando qualquer conhecimento técnico prévio numa abordagem orientada ao plug and play — basicamente, é só ligar tudo e sair usando. Os benefícios disso são claros, mas também há alguns problemas perceptíveis e que podem incomodar quem já é velho de guerra aqui. Nesse ponto, talvez a maior ressalva seja a interface web: ela existe, mas só serve para acompanhar o status da rede e dos equipamentos online. Em outras palavras, se você não estiver com o celular nas proximidades, não conseguirá ajustar absolutamente nada, mesmo estando usando o laptop ou o desktop. Para os usuários avançados, ficar limitado a apenas uma interface é um revés considerável. Recursos e funcionalidades Até aqui, vimos que o Deco M5 foi feito realmente pensando em simplificar as coisas para os usuários e isso é visto em todos seus aspectos. Todavia, isso não significa que ele é um roteador simples — pelo contrário. Por baixo da pintura e do reboco, o roteador mesh da TP-Link esconde uma série de recursos interessantes que passam despercebidos justamente porque não há manual apropriado na caixa e o app simplifica as coisas a ponto de não explicá-las adequadamente. Um desses recursos é o seamless roaming, o principal responsável por fazer a mágica dos roteadores mesh acontecer. Em conjunto com a tecnologia de roteamento adaptativo (ART, na sigla em inglês), ele faz os Decos trabalharem juntos numa Wi-Fi de nome único e indica aos dispositivos conectados à rede qual roteador é capaz de fornecer o melhor sinal e a melhor velocidade, além de determinar qual o melhor caminho para o tráfego de dados — tudo de forma transparente, sem o usuário ter de se preocupar em ficar mudando de rede ou algo do tipo. Deco M5 é capaz de indicar aos dispositivos a qual unidade do roteador conectar para obter o melhor sinal e velocidade possíveis (Foto: Sergio Oliveira/Canaltech) O Deco M5 também é compatível com beanforming. Graças a essa tecnologia, em vez de distribuir o sinal Wi-Fi de maneira uniforme para todos os cantos da casa, o roteador concentra-se em enviá-lo para as zonas onde há mais dispositivos e maior demanda. O resultado é uma experiência de uso aprimorada. Outro recurso bacana que retira das mãos do usuário a responsabilidade de manutenção do equipamento é o self-healing. Graças a ele, o Deco M5 é capaz de identificar automaticamente quando está com algum problema, redirecionando as conexões para outro ponto de rede antes de dar início a medidas corretivas como reinicialização e atualização de firmware, por exemplo. Também vale mencionar o band steering, um recurso que suprimiu a possibilidade de ativar/desativar manualmente as bandas e canais que serão usados na rede. Como a ideia é automatizar a maior quantidade de configurações possíveis, o band steering fica responsável por determinar se um dispositivo se conectará à banda de 2,4 GHz ou 5 GHz de acordo com a especificação técnica dele e da qualidade do sinal. Quanto às funcionalidades, o Deco M5 possui praticamente tudo que qualquer outro roteador, incluindo: Reserva de endereço Redirecionamento de porta Clonagem de MAC UPNP VLAN Modo de operação (Bridge ou Roteador) WPS Lista negra Além disso, cabe elogios à dashboard do aplicativo para celulares, que permite acompanhar em tempo real quanto cada dispositivo está consumindo de banda e a qual roteador ele está conectado. As funcionalidades de controle e segurança também merecem destaque à parte por se aproveitarem muito bem da abordagem simplista da TP-Link para este produto. A partir da dashboard do app Deco é possível ver em tempo real o consumo de banda por dispositivo e por roteador (Captura de tela: Sergio Oliveira/Canaltech) O Quality of Service (QoS), por exemplo, executa um teste de velocidade de internet e define automaticamente os limites e prioridades de cada equipamento conectado à rede com base no perfil que o usuário selecionar: Jogos, Transmitir, Navegar, Bate-Papo e Padrão. Quem quiser ter mais controle sobre isso, pode selecionar o modo Personalizado e setar os limites manualmente. O Controle Parental é outro que tem configuração amigável, permitindo selecionar perfis preestabelecidos de bloqueio a redes sociais, mensageiros, conteúdo adulto e horários de acesso antes de atribui-los a dispositivos conectados à rede. Além disso, é possível acompanhar um relatório para saber se tudo está correndo dentro dos conformes. Configuração do controle parental é prático e intuitivo, com perfis preestabelecidos e ampla possibilidade de personalização (Captura de tela: Sergio Oliveira/Canaltech) Por fim, o Deco M5 vem com proteção embutida contra ameaças e invasões fornecida pela Trend Micro gratuitamente por três anos. O funcionamento é semelhante a qualquer antivírus e antimalware no PC: o software monitora constantemente os dados trafegados e é capaz de pôr dispositivos infectados em quarentena. Nesse caso, eles ficam impedidos de enviar quaisquer dados para fora da rede doméstica até que os problemas sejam corrigidos. Sinal e velocidade Até aqui analisamos todos os aspectos do Deco M5, mas ainda não o submetemos ao teste de fogo para saber como ele se comporta no dia a dia. Então vamos lá! Por duas semanas substitui toda a infraestrutura da minha casa para utilizar única e exclusivamente a rede mesh do roteador da TP-Link. Para isso, posicionei o roteador base no escritório, que fica no centro da casa de cerca de 100m², e instalei as duas unidades satélites na cozinha e no quarto ao lado do escritório — conforme mostrado no gráfico abaixo. A primeira escolha tem a ver com a distância e a quantidade de barreiras entre os dois pontos, o que acaba comprometendo a intensidade e qualidade do sinal. A segunda, foi pensando na solução de um problema curioso que ocorre aqui: o quarto de cima é uma zona morta, onde, por algum motivo, a rede sem fio chega com uma qualidade péssima. Assim, a ideia era testar a promessa da fabricante de "eliminar pontos cegos". Dito isso, os testes foram conduzidos de duas maneiras diferentes: a primeira com o auxílio de ferramentas e a segunda focada em experiência de uso. Na primeira categoria, foram feitos testes de velocidade de conexão à internet com um iPhone 7 Plus para aferir as taxas de download e upload com o Deco M5 em cada um dos principais cômodos da casa. Nesses mesmos locais, usei um notebook conectado à Wi-Fi para baixar e enviar um arquivo de 150 MB para um desktop conectado por cabo ao Deco M5 no escritório — com isso, a ideia era simular a comunicação entre estações de trabalho numa LAN doméstica. Os resultados foram os seguintes: Testes do Deco M5 numa casa de 100m² (Imagem: Sergio Oliveira/Canaltech) Resumidamente, os números mostram que o Deco M5 distribuiu o sinal por toda a casa sem qualquer perda de qualidade ou intensidade. As diferenças de velocidade de download e upload estão dentro de uma margem de variação mais que aceitável e dentro da perda de 10% prevista pelo provedor de internet (aqui, meu plano é de 100 Mbps), então é seguro dizer que o roteador da TP-Link entregou 100% da velocidade em conexão à internet. O mesmo vale para a transferência do arquivo de 150 MB, que ficou na casa dos 25 segundos. Nesse quesito, o local mais crítico foi a região da cozinha e da lavanderia, mais distante e suscetível à depreciação do sinal. Mesmo assim, o tempo está bem abaixo dos registrados com o Cosmo, da Multilaser, e o Covr, da D-Link. Leia também: Roteador mesh Multilaser Cosmo distribui bem internet, mas não dá conta da rede Análise | D-Link Covr C1203 cobre grandes locais, mas aguenta poucos gadgets O produto também se saiu excepcionalmente bem nos testes práticos focados na experiência do usuário. Aqui, em vez de números e ferramentas para medir o desempenho, o que conta é o comportamento do aparelho no dia-a-dia, lidando com demandas diferentes de trabalho, estudo e diversão. Durante o dia, com três pessoas em casa, o cenário era o seguinte: trabalho no Canaltech com navegação intensa na internet, trabalho de professor transmitindo videoaulas ao vivo para alunos e consumo de videoaulas ao vivo por estudante em ano de ENEM. À noite, a demanda por infraestrutura era completamente diferente e envolvia consumo de conteúdo 4K da Netflix e YouTube, mensageiros, redes sociais, downloads de filmes e séries e jogatina online com aproximadamente 10 dispositivos conectados simultaneamente à rede. Confesso que a experiência com outros roteadores mesh me fez ter receio do teste prático. Na infraestrutura padrão da minha casa, todos os videogames são conectados à rede por cabo e isso dá uma boa aliviada ao Wi-Fi; então, sempre que testava um roteador mesh e confiava todos os dispositivos à conexão sem fios, havia congestionamento, a latência ia para as alturas e ocasionalmente rolavam algumas quedas. Felizmente, e pela primeira vez, esse cenário apocalíptico não aconteceu. Foi possível assistir à Netflix em 4K e jogar Fortnite simultaneamente com ping na casa dos 45 ms (padrão para a região de Natal, no Rio Grande Norte) enquanto o desktop servia arquivos multimídia para outros dois dispositivos da casa via Plex sem qualquer dificuldade. O Deco M5 segurou o rojão com muita folga, dispensando até mesmo a definição de regras de QoS. No fim das contas, nem eu, nem os participantes do experimento aqui em casa passamos perrengue. Deco M5: vale a pena? Sendo curto e grosso: o Deco M5 é o melhor roteador mesh que testamos no Canaltech até agora. Bonito, prático, confiável, competente... São muitos os adjetivos que podemos usar para descrevê-lo. Mas tudo isso tem um preço, e ele não só é bem alto como também é o principal defeito do produto: R$ 1.900. Por esse valor, não importa quantos recursos, funcionalidades e qualidades o Deco M5 tenha... É difícil convencer qualquer pessoa a investir esse tanto no equipamento. A situação fica mais crítica quando fazemos uma análise fria do público-alvo desse tipo de produto: usuários mais leigos que não querem ter trabalho nem para instalar, nem para configurar ou manter uma rede com um bom sinal Wi-Fi. O preço a mais cobrado pela praticidade, usabilidade e cobertura extras está muito acima do que esse tipo de consumidor pode julgar aceitável — ainda mais quando a maioria enxerga repetidores na casa dos R$ 150 como uma opção tão boa quanto (embora sejam produtos completamente diferentes). Os usuários avançados, então, esbarram justamente na simplicidade: porque pagar mais se não dá para mexer tanto assim? Esse não é um problema exclusivo do Deco M5, mas de todos os roteadores mesh de qualidade aceitável à venda no mercado brasileiro. A maioria custa a partir dos R$ 1.300, acima dos novos modelos com suporte a Wi-Fi 6 e padrão 11ax que estão chegando ao mercado prometendo velocidades além do gigabit, mais funcionalidades e recursos novos e aprimorados e à prova de futuro — a própria TP-Link anunciou recentemente o Archer AX10, que tem preço sugerido de R$ 900. Compre o Deco M5 pelo melhor preço possível aqui Por mais que de um lado da balança tenhamos dezenas de aspectos positivos, o preço colocado no outro lado pesa demais, sobretudo em um mercado como o brasileiro. Por isso, mesmo que tenhamos em mãos o melhor roteador mesh que já testamos no Canaltech, é difícil indicá-lo enquanto ele continuar custando acima dos R$ 1.000 e houver soluções mais robustas e/ou mais baratas que se propõem a resolver o mesmo problema que ele, mas custando centenas de reais a menos. Caixa do Deco M5 (Sergio Oliveira) Kit vem com três unidades do Deco M5 (Sergio Oliveira) Kit vem com três unidades do Deco M5 (Sergio Oliveira) Abaixo dos roteadores, três fontes de alimentação, cabo Ethernet e manual (Sergio Oliveira) O Deco M5 da TP-Link (Sergio Oliveira) Cada Deco M5 vem com apenas duas portas Gigabit (Sergio Oliveira) Porta de alimentação do Deco M5 (Sergio Oliveira) Parte inferior do Deco M5 (Sergio Oliveira) TP-Link Deco M5 (Sergio Oliveira) *O Deco M5 utilizado nesta análise foi gentilmente cedido ao Canaltech pela TP-Link Brasil. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Google abre inscrições para programa de pesquisas com foco em COVID-19

canaltech Nesta quinta-feira (2), foram abertas as inscrições para a edição de 2020 do LARA (Latin American Research Awards), o programa de bolsas de pesquisas do Google. O diferencial dessa oitava edição é uma categoria exclusiva para projetos relacionados à COVID-19. As inscrições estarão abertas de 2 a 30 de julho de 2020 e as instruções podem ser encontradas aqui. Google lança página para apresentar dúvidas sobre COVID-19 Google lança site com informações e mapa em tempo real do coronavírus Google amplia aba de informações sobre o coronavírus na barra de busca Em um momento em que o Brasil e o mundo enfrentam tantos desafios, profissionais de diversas áreas têm se dedicado a estudos e análises diárias para tentar encontrar as melhores soluções para entender esse novo vírus e criar formas de combate à doença. Visto o potencial da América Latina como um grande polo de inovação, o Google quer incentivar a pesquisa em diversas áreas e buscar projetos que sejam também relevantes localmente. Com o novo campo de pesquisa, sobre a COVID-19, a ideia é incentivar pesquisadores do Brasil e de toda a América Latina a otimizar seus estudos e chegar mais a fundo em um assunto que afeta a população diretamente. "Como nos anos anteriores, vamos contemplar projetos em várias áreas, mas se o pesquisador submeter esse projeto relacionado à COVID-19, esse projeto vai ser tratado com preferência", explica o diretor de engenharia do Google para América Latina, Berthier Ribeiro-Neto, durante coletiva de imprensa. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Berthier Ribeiro-Neto e orientadores beneficiados pela bolsa de pesquisa durante painel no LARA 2019 (Imagem: Divulgação) Questionado sobre a importância da presença do Brasil nesse programa, Berthier Ribeiro-Neto afirma: “Cerca de dois terços do projeto são brasileiros. O Brasil tem um peso no programa, e o fato do Google estar voltado à região é importante para os pesquisadores do pais. É um programa é muito importante no cenário nacional, embora seja modesto em volume de dinheiro, em comparação com outros". Neste ano, o LARA distribuirá US$ 500 mil (o que equivale a R$ 2,6 milhões aproximadamente) para projetos de estudantes de mestrado ou doutorado e também a seus orientadores acadêmicos. As bolsas mensais variam de US$ 1,2 mil (R$ 6,3 mil) para estudantes de doutorado e US$ 750 (o equivalente a R$ 3,9 mil) para seus orientadores. Quanto ao mestrado, a bolsa é de US$ 750 para alunos e US$ 675 (R$ 3,5 mil) para orientadores. Os campos de pesquisa contemplados são Saúde/COVID-19; Geo/Maps; Interação entre humanos e computadores; Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica); Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes); Machine learning (aprendizado de máquinas ) e data mining (mineração de dados ); Dispositivos móveis; Processamento natural de línguas; Interfaces físicas e experiências imersivas; Privacidade; Outros tópicos relacionados a pesquisas na web. Basicamente, os projetos serão selecionados por um comitê formado por engenheiros do Centro de Engenharia em Belo Horizonte. "Os projetos tem que ser concisos, e o LARA se preocupa mais com o impacto social do que projetos que sejam, por exemplo, sobre uma técnica pra resolver um problema em computação. Não significa que estes não serão considerados, mas sim que precisam ser ter mais qualidade", explica o diretor de engenharia. Diretor de engenharia do Google para América Latina, Berthier Ribeiro-Neto (Imagem: Divulgação) Em sua sétima edição, realizada em novembro de 2019, o LARA contou com 679 inscrições foram recebidas, e o Google selecionou 25 projetos distribuídos por 5 países latino-americanos (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e Peru), sendo que a maior parte deles esteve focada para uma área específica: a saúde. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

União Europeia quer novas regras para diminuir domínio das big techs no bloco

canaltech Avessa a qualquer tipo de monopólio - ou algo muito próximo a isso - uma das obsessões da União Europeia é diminuir o domínio do Google no mercado de buscas. Apesar de já ter aplicado mais de US$ 8 bilhões em multas contra a empresa, a UE agora está criando novas regras para equilibrar a briga da "Big G" e seus concorrentes. Nos mesmos moldes da GDPR - a lei europeia de proteção de dados e que inspirou a LGPD no Brasil - a UE começa aplicar novos regulamentos para controlar não apenas o Google, mas também Facebook e Amazon. Impulsionada em grande parte pela conclusão de que várias ações antitruste contra o Google foram ineficazes, a nova estratégia do bloco visa estabelecer regras básicas para o compartilhamento de dados e como os mercados digitais operam. "É realmente para evitar uma situação como a que tivemos nos casos do Google, para que ainda tivéssemos concorrência", afirmou Margrethe Vestager à agência de notícias Reuters. Ela é chefe digital da UE e considerada uma das principais agentes antitruste do bloco. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Mais concorrência Apesar das ações por conduta anticompetitiva no setor de mecanismos de busca, o Android, sistema operacional mobile também do Google, bem como seus negócios relacionados à publicidade online, também precisam ter mais concorrência no continente europeu, afirmam agentes antitruste. E tal declaração, claro, conta com o apoio de rivais. Dessa forma, a Lei de Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) da UE pode forçar grandes empresas de tecnologia a oferecer aos rivais menores acesso a dados em termos razoáveis, padronizados e não discriminatórios. Segundo Ioannis Kokkoris,, professor de direito da Universidade Queen Mary, em Londres, a aplicação de regras mais rígidas competitividade é outro sinal da UE para fortalecer sua liderança na criação e observação dessas regras nos mercados do bloco. "Além disso, várias outras agências nacionais de concorrência estão seguindo seu exemplo", afirmou. "No enrtanto, alguns críticos temem que os novos e amplos poderes possam permitir que os reguladores ignorem os padrões estabelecidos pelos tribunais da própria UE e misturem o direito da concorrência com a política". Apple também na mira Outro conjunto de regras que visa termos e práticas contratuais consideradas injustas pode afetar a Amazon e a Apple. Após reclamações de traders, a primeira pode ser investigada por seu duplo papel de mercado, para comerciantes e como concorrente. A Apple também é alvo de quatro investigações antitruste da União Europeia. Isso ocorre depois que a sueca Spotify reclamou de supostas restrições injustas impostas aos rivais de seu serviço de streaming de música - o Apple Music. Além disso, há reclamações a respeito da taxa de 30% cobrada pela Maçã pelo uso de seu sistema de compras no aplicativo Apple Store. Um outro rival, mas no setor de livros eletrônicos também faz queixas semelhantes contra a criadora do iPhone. O Spotify acusa a Apple de concorrência desleal Nesta quarta-feira (1), a Apple disse que não tinha comentários a fazer, além do que disse quando a UE lançou investigações contra a App Store e Apple Pay no mês passado. Além disso, na ocasião, o head da App Store na Europa afirmou que a empresa não é dominante em nenhum mercado e também enfrenta inúmeros rivais. Desinformação na mira da UE Enquanto isso, outras plataformas online também podem ter que fazer mais para eliminar conteúdo e produtos nocivos às regras da UE. A DSA visa especificamente as empresas de publicidade onlinet que lucram com desinformação ou declarações falsas de publicidade. E isso pode um tiro certeiro no Facebook, que vem enfrentará um severo boicote de anunciantes de grande porte no mês de julho, por sua ineficácia no combate à conteúdos que fomentam discursos de ódio. Em comunicado a Reuters, um porta-voz do Facebook afirmou: "Apoiamos a introdução de uma estrutura harmonizada da UE para regulamentação de conteúdo e apoiamos a regulamentação de conteúdo ilegal e prejudicial na UE". "As novas regras propostas refletem um reconhecimento crescente de que os governos precisam de novos poderes para lidar com os gigantes da tecnologia", disse Alec Burnside, sócio do escritório de advocacia Dechert e que assessorou vários concorrentes do Google nos casos antitruste da União Europeia. “A conclusão geral é que ações antitruste e regulamentação têm um papel. O antitruste pode precisar aprimorar suas ferramentas, mas a regulamentação será complementar ”, completa. Mark Zuckerberg: seu Facebook está na mira da UE Já Margrethe Vestager também pode reforçar seu manual antitruste, adotando uma ferramenta semelhante à usada no Reino Unido. Essa regra permite às autoridades investigar um mercado e solicitar mudanças nas práticas comerciais, mesmo que nenhuma irregularidade seja provada. Tanto os reguladores da União Europeia, quanto dos EUA compartilham informações regularmente, embora muitas vezes tomem ações diferentes com base em suas respectivas condições de mercado e legislações. Por isso, enquanto o Departamento de Justiça dos EUA investiga grandes empresas de tecnologia digital, e espera-se que apresente um caso contra o Google, na Europa espera-se que o setor de tecnologia faça um lobby duro para atenuar as regras do bloco, que estão em fase de consulta. O fato é que os observadores esperam que novas regras sejam adotadas de alguma forma após o Vestager entregar um rascunho final de seu documento, ainda antes do final do ano. Procurado pela Reuters, o Google não respondeu a uma solicitação de comentário. Uma pessoa próxima à empresa, no entanto, disse que o esforço legislativo da UE foi claramente motivado em parte pelos casos anteiores contra a companhia. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

O que é Discord e como criar uma conta para usar no celular e no PC

canaltech Discord (Android | iOS | Linux | Mac | Windows | Web) é uma plataforma de comunicação instantânea que permite a troca de mensagens em texto, áudio e vídeo. Concorrente ao Skype e ao TeamSpeak, alcançou grande popularidade entre gamers, mas continua expandindo seu público, chamando a atenção pela simplicidade e boa qualidade de áudio. Como adicionar amigos no bate-papo do Discord Dentro da plataforma, é possível criar servidores, reunindo várias pessoas em um chat sobre determinado assunto ou em um espaço para um determinado grupo. Dentro desses servidores, por exemplo, há uma capacidade de segmentação por temas ou outros fatores em comum. Além das conversações, é possível compartilhar a tela e adicionar bots para os grupos. Como compartilhar telas no Discord O Discord é um aplicativo gratuito para download e criação de contas. É um aplicativo versátil, seja para auxiliar na comunicação durante uma sessão de games, para gravar um podcast ou simplesmente trocar mensagens. Saiba como criar uma conta! -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- Discord: como criar uma conta no computador Passo 1: acesse o Discord através do site oficial ou baixando a versão para desktop. Para instalar, siga esse tutorial; Passo 2: clique no botão "Entrar", no topo da tela. Na tela de login, clique em "Registre-se"; Faça o registro na plataforma (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 3: insira o nome de usuário, e-mail, data de nascimento e senha para prosseguir; Insira informações sobre a conta (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 4: com a conta criada, o Discord oferece a opção de criar um servidor próprio. É possível criar desde o início em "Create My Own" ou seguir alguns modelos preparados pela plataforma; Comunicação em grupo funciona através de servidores (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 5: para alterar informações de cadastro, clique no ícone de engrenagem para abrir as configurações; Abra as configurações (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 6: em "Minha conta", clique no botão "Editar" para alterar informações sobre o perfil. Edite informações da conta (Foto: Reprodução/André Magalhães) Discord: como criar uma conta pelo celular Passo 1: baixe o app do Discord na Play Store ou App Store; Passo 2: abra o aplicativo e clique em "Registre-se"; Crie conta no app (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 3: insira um nome para o perfil, e-mail e senha. Em seguida, clique em "Criar uma conta"; Digite informações sobre a conta (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 4: assim como nos computadores, o Discord irá oferecer a possibilidade de criar um servidor. Escolha entre ter o próprio ou usar os templates disponibilizados; É opcional criar um servidor (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 5: abra o menu lateral e selecione o ícone do perfil para abrir as opções; Acesse suas configurações pelo celular (Foto: Reprodução/André Magalhães) Passo 6: em "Minha conta", é possível fazer alterações no perfil. Configure suas informações (Foto: Reprodução/André Magalhães) Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

CT News - 01/07/2020 (WhatsApp oficializa modo escuro para web e PCs e mais)

canaltech No CT News de hoje: WhatsApp oficializa modo escuro para web e desktop, figurinhas animadas e mais; Preço dos videogames tem alta de 32% durante a quarentena, diz estudo; Facebook vai passar por auditoria para avaliar discurso de ódio na rede e mais. Ouça ao podcast. Veja Mais

Fraudes comprometem serviço de refinamento de buscas contratado pelo Google

canaltech Uma nova reportagem da Wired revelou um cenário inédito de esquema fraudulento, em um universo ainda mais recente de contratação de empregados automatizados. A questão se passa com funcionários contratados por empresas terceirizadas pelo Google para refinar resultados no buscador. Acordo do Google para ser o buscador padrão da Apple pode estar ameaçado Google abre inscrições para programa de pesquisas com foco em COVID-19 Google não vai mais cobrar lojistas por anúncio de produtos na busca O Google tenta resolver disparidades para diferentes resultados que aparecem em buscar em regiões distintas. Por exemplo, se você procurar por “pão francês” na plataforma, é possível que o resultado aqui no Brasil seja diferente do resultado lá na França, e alguém precisa indicar isso manualmente para o serviço. Para isso, o Google contrata empresas terceirizadas que oferecem uma vaga chamada de ghost work, ou "trabalho fantasma". O termo se refere a pessoas invisíveis que refinam inteligências artificiais e mecanismos como os da Gigante de Mountain View. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Para chegar a estes funcionários, as companhias oferecem as vagas por intermédio de sistemas automatizados, ou seja, sem a intervenção humana. Por exemplo, a empresa cria um formulário que busca um francês nativo, que conheça a cultura local, para explicar para o Google o que apesentar caso alguém busque por pão francês. Isso acontece com vagas em todo mundo atrás de trabalhadores locais. A expressão ghost work também se refere ao tipo de relação com o trabalho. Como o sistema é automatizado, não há contato com gerentes nem vínculo empregatício, ou possibilidade manutenção do trabalho. Assim, também não é possível construir uma carreira na área, sendo que cada projeto significa uma nova vaga, com contratação definida por um sistema automatizado. Ou seja, essa pessoa é um trabalhador fantasma porque ninguém efetivamente conversa com ela. Até este ponto, tudo bem. O problema começa quando se fala em pagamento. Definido pelo dólar, o montante pago é diferente para contratados em países desenvolvidos e países em desenvolvimento. Por exemplo, um asiático ou latino-americano chega a receber até quatro vezes menos que um trabalhador europeu fazendo o mesmo serviço. Por conta disso, o sistema também exige alguma comprovação de que a pessoa é realmente residente local para o projeto. É aqui que começam os esquemas fraudulentos. Uma série de trabalhadores está começando a mentir para a plataforma dizendo que moram em regiões nas quais não residem para conseguir, não só melhores pagamentos, mas também mais de um projeto por vez. Um dos entrevistados, chamado pela reportagem de Jake, disse que trabalha ao mesmo tempo em um projeto na França e outro na Espanha. Na verdade, ele não fala francês e usa o Google Tradutor para realizar suas tarefas. De acordo com Jake, com isso, recebe mais que um salário em um bom emprego comum na Espanha. Outro entrevistado, agora indiano, também disse que se passa por um norte-americano exatamente para conseguir mais rendimento no trabalho. A pessoa disse que faz isso para conseguir manter uma constância de renda, já que nem sempre há a garantia de que ela terá outro projeto após terminar o atual. Com dois ao mesmo tempo, consegue mais segurança também. As empresas terceirizadas reconhecem este problema e estão restringindo e exigindo mais comprovantes para as vagas de emprego. Onde mora o real problema?  A questão está na diversidade de regiões, que também gera diferentes pagamentos. O cenário de digitalização e trabalho remoto permite que uma empresa dos Estados Unidos, por exemplo, contrate um funcionário na Ásia, pagando muito menos por isso. Uma análise do economista Thomas Friedman é de que a tendência é de que os pagamentos cheguem a um meio-termo, ou seja, redução dos pagamentos nos mercados desenvolvidos e aumento dos em desenvolvimento. Contudo, isso ainda não é a realidade do meio. Segundo a Wired, o Google foi consultado, mas não quis comentar a questão. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Por que a latinha da Coca-Cola Zero flutua e a normal afunda na água?

canaltech Tudo bem, justiça seja feita, essa é uma daquelas perguntas que ninguém nunca faz, mas não deixa de ser intrigante: você sabia que se colocar uma latinha de Coca-Cola Zero na água junto com uma latinha de Coca-Cola normal, a Zero vai boiar e a normal vai afundar? Se você não fazia ideia, agora já sabe, mas calma que vamos explicar direitinho o porquê disso acontecer — afinal, como podem dois corpos de formato, peso e quantidade de líquido iguais terem reações tão diferentes quando em contato com a água? Mistérios do cérebro: por que os pontinhos "dançam" nesta imagem? Mas afinal, avião tem buzina? Trata-se de uma coisa chamada densidade, que é a relação entre a massa de uma substância e a quantidade de espaço que ele ocupa. A unidade de medida da densidade é grama por mililitro (g/mL), assim, a água pura apresenta uma densidade de 1 g/mL e a maioria dos outros líquidos apresentam densidades parecidas, entre 0,8 e 1,3. Então vamos lá: basicamente, a Coca-Cola não deixa de ser um líquido, como a água, mas com propriedades que a tornam diferente, como o açúcar, corantes, aromatizantes e outros ingredientes. Por isso, não precisa muito para ocorrer uma mudança de densidade, como acontece nesse experimento. Por conter açucares que tornam a sua solução mais densa que a água, a Coca-Cola tradicional afunda. Em contrapartida, a Coca-Cola Zero, que tem apenas adoçantes, sódio e não tem glicídios e algumas outras propriedades, acaba sendo menos densa do que a água, o que a faz flutuar. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- A Coca-Cola Zero acaba sendo menos densa do que a água, o que a faz flutuar (Imagem: Pexels) Tanto as latas de Coca-Cola Zero quanto as de Coca-Cola comum contêm 355 mililitros de líquido e ambas consistem principalmente de água. Até aí tudo bem. No entanto, como já apontamos, a principal diferença reside no adoçante. Acontece que Coca-Cola normal contém cerca de 325 ml de água, com uma densidade de 1,0 g / mL, e 39 g de açúcar. Sendo assim, o conteúdo da lata pesa 364 g. No entanto, a lata de Coca-Cola Zero contém apenas 0,3 g de aspartame (fluido que substitui o açúcar), ou seja, é composta quase inteiramente de água e pesa cerca de 355 g. E é justamente essa diferença de peso que permite que a lata de Coca-Cola Zero tenha dinâmica suficiente para flutuar. A densidade da coca zero é cerca de 1,00 g / ml, a mesma que a água. A normal, no entanto, apresenta uma densidade de 1,03 g / mL. Curioso, não? Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

TIM não oferece mais ligações ilimitadas por WhatsApp e Messenger em seus planos

canaltech A operadora TIM passará a descontar da franquia de dados as chamadas de áudio e vídeo feitas pelo WhatsApp e Facebook Messenger. A mudança passa a valer a partir do dia 31 de julho de 2020 e afetará os clientes dos pacotes pré-pago, TIM Beta, TIM Controle e o plano pós Black. A alteração foi notificada por SMS aos clientes e foi modificada nos regulamentos dos planos. EUA querem que o Brasil compre equipamentos de 5G de rivais da Huawei TIM recebe multa por não explicar bloqueio de internet ao fim da franquia Como notou o Tecnoblog, a mudança já aparece no regulamento do plano TIM Beta. A nova versão das regras diz o seguinte: A partir do dia 31/07/2020 a funcionalidade de chamada de voz (VOIP) e vídeo para o WhatsApp irá implicar em desconto do pacote de internet contratado disponível. Portanto a partir de 31/07 Clientes da Oferta TIM BETA mensal terão direito de acessar o aplicativo WhatsApp para troca de mensagens (áudio, vídeo, foto e texto) sem descontar do pacote de internet contratado e sem restrição de uso de dados até 10/08/2020. Assim, a utilização da funcionalidade chamada de voz (VOIP) e chamadas de vídeo irão implicar em desconto do pacote de internet contratado disponível, caso ocorra. Da mesma forma, qualquer utilização de internet fora dos aplicativos, mesmo que originada de um link enviado via aplicativo, irá gerar desconto do pacote de internet que o Cliente tiver ativo. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Os planos ofereciam como benefício o uso ilimitado de recursos do WhatsApp — texto, imagens, áudios e chamadas. A partir da data informada, apenas as mensagens de texto, fotos, áudios e vídeos gravados não descontarão da franquia de dados. Pós-pago também perde o benefício O regulamento atualizado do plano pós-pago também informa a mudança, listando o fim da gratuidade no tanto para o WhatsApp quanto para o Facebook Messenger. A partir do dia 31, chamadas de voz e vídeo nos dois apps passarão a descontar da franquia de dados, conforme as novas diretrizes: A partir do dia 31/07/2020 a funcionalidade de chamada de voz (VOIP) e vídeo para o WhatsApp e o Facebook Messenger irá implicar em desconto do pacote de internet contratado disponível. Portanto a partir de 31/07/2020 Clientes da Oferta TIM Pós Plus terão direito de acessar o aplicativo WhatsApp e Facebook Messenger para troca de mensagens (áudio, vídeo, foto e texto) sem descontar do pacote de internet contratado e sem restrição de uso de dados até 10/08/2020. Assim, a utilização da funcionalidade chamada de voz (VOIP) e chamadas de vídeo irão implicar em desconto do pacote de internet contratado disponível, caso ocorra. Da mesma forma, qualquer utilização de internet fora dos aplicativos, mesmo que originada de um link enviado via aplicativo, irá gerar desconto do pacote de internet que o Cliente tiver ativo. Tanto o WhatsApp quanto o Facebook Messenger receberão o mesmo tratamento do Telegram, cujo uso não desconta do pacote de dados apenas para a troca de mensagens (texto, foto, áudio e vídeo). Pré-pago Apesar de o regulamento do plano “Pré Top” não ter sido atualizado até a data de publicação do texto, a TIM confirmou que a alteração também se aplica ao pacote. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Manda Jobs | Seleção das melhores vagas de emprego em tecnologia (06/07/2020)

canaltech Bem-vindos ao Manda Jobs. Todas as segundas-feiras, selecionamos as melhores vagas de emprego em TI para te ajudar na busca pelo emprego ideal. Por aqui, vocês verão oportunidades em empresas de tecnologia e startups, além de boas vagas em áreas de tecnologia em empresas dos mais variados setores. Nesta edição, encontramos muitas oportunidades na área de tecnologia em companhias que não necessariamente são da área e um processo seletivo importante, voltado apenas a mulheres negras. Confira! Porto Seguro está com 25 vagas para de gerência em área de tecnologia para vários estados brasileiros.Samsung DSD está com 6 vagas para São Paulo e região, todas na área de tecnologia.Danone está com 3 vagas, sendo a de Gerente de Projetos em Poços de Caldas. Siemens Gamesa está com 5 vagas para São Paulo, sendo uma delas Estágio em Logística.Shopper está com 9 vagas para São Paulo, nas área de RH, vendas, comprador e empacotador. Tivit tem 71 vagas para todo o Brasil e nas mais variadas áreas.Capgemini está com 27 vagas, sendo a maioria para o departamento de TI. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Globo está com muitas oportunidades para desenvolvedores Em Recife, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Squadra está com 7 vagas para desenvolvedores, sendo algumas para home office.  Bônus: A Aerolito, empresa de futurismo que ajudaorganizações a entenderem a postura digital/pós-digital e os impactos das novas tecnologias na vida das pessoas, está com uma vaga voltada a mulheres negras.  "A Aerolito entende que, apesar de um esforço deliberado para furar a nossa bolha, ainda pecamos em muitos aspectos. Temos um relacionamento muito frágil com espaços onde a maioria das pessoas é negra. Portanto, nossa audiência é basicamente formada por indivíduos brancos. Quando há um processo seletivo, e divulgamos nas nossas redes, é esse o perfil de quem normalmente aplica. Aprendemos (consultando lideranças dos movimentos negros e especialistas em recrutamento com foco em diversidade) que se não fizéssemos um processo intencional, essa realidade não iria mudar. Em razão disso, resolvemos colocar intencionalidade na seleção", informa a empresa na página da oportunidade. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Os 10 filmes mais pirateados da semana (05/07/2020)

canaltech Se a semana passada foi atípica para a lista dos 10 filmes mais pirateados, com praticamente nenhuma novidade, esta é um completo caos de novidades. A boa quantidade de lançamentos em serviços de vídeo sob demanda e na Netflix fez com que nada menos que cinco das 10 produções do ranking sejam novidade. Curiosamente, desses cinco filmes inéditos, dois são musicais — um com uma pegada mais cômica e outro mais biográfico. Comédia é outro gênero que está em alta: um filme da Netflix com cara de Sessão da Tarde, com altas confusões, e uma sátira política protagonizada por Steve Carell chamaram a atenção do público que recorre aos trackers torrent em busca de entretenimento. Por fim, a última novidade é um filme de guerra baseada em acontecimentos reais do confronto no Afeganistão entre Estados Unidos e o Talibã. Leia também: -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Os lançamentos da Netflix em julho de 2020 Os lançamentos do Amazon Prime Video em julho de 2020 Ficou curioso para saber quais exatamente são esses filmes. Veja a seguir a lista completa que o Canaltech elabora com exclusividade para o Brasil para fins informativos. Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? 10. A Arte de Ser Adulto   A mais nova dramédia da Universal Pictures acompanha a vida de Scott, um jovem que largou os bets e decidiu levar uma vida devassa e irresponsável depois que seu pai morreu enquanto trabalhava como bombeiro. Em negação e sem conseguir superar o acontecimento, o rapaz acaba descobrindo o real valor do trabalho desses profissionais e acaba decidindo seguir os passos do pai. Leia também: Oscar 2021 | Conheça os primeiros inscritos para a categoria de Melhor Filme 9. Scooby! O Filme   Scooby! O Filme revela como os amigos de longa data, Scooby e Salsicha, se encontram pela primeira vez e como se juntaram aos pequenos detetives Fred, Velma e Daphne para formar a famosa Mistério S/A. Agora, com centenas de casos resolvidos e aventuras compartilhadas, Scooby e sua turma encaram o maior e mais desafiador mistério de todos os tempos: uma trama que libera o fantasma do cão Cerberus sob o mundo. Enquanto eles se apressam para impedir esse "apocãolipse", a gangue descobre que Scooby tem um legado secreto e um destino mais épico do que qualquer um poderia imaginar. Leia também: Crítica | Como SCOOBY! O Filme deu tão errado é o verdadeiro grande mistério 8. Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars   Esta comédia musical da Netflix acompanha os aspirantes a músicos Lars e Sigrit em uma oportunidade única em suas vidas: representar seu país, a Islândia, na maior competição musical do mundo, o Eurovision. Nessa jornada, eles vão finalmente provar que os melhores sonhos são aqueles que pelos quais estamos dispostos a lutar. 7. You Should Have Left   Neste terror psicológico escrito pelo lendário David Koepp, o casal Theo e Susanna Conroy (Kevin Bacon e Amanda Seyfried) estão com o casamento por um fio. Numa tentativa de reparar o relacionamento, eles decidem sair de férias com a filha de seis anos e passar um tempo numa casa afastada na zona rural do País de Gales. Mas não demora até que o refúgio se transforme num pesadelo, com uma força sinistra tentando acabar de uma vez por todas com a família. Leia também: Crítica | You Should Have Left é terror para assistir deitado no divã 6. Artemis Fowl: O Mundo Secreto   Originalmente previsto para chegar aos cinemas, Artemis Fowl: O Mundo Secreto foi diretamente para o Disney+ e já caiu nas mãos do pirata. A trama segue o personagem-título, um garoto de 12 anos que usa sua extrema inteligência para roubar. Quando descobre um local mágico chamado "Mundo das Fadas", ele decide roubar toda a fortuna do local, sequestrando um elfo e cobrando resgate para libertá-lo. Só que não demora muito para a polícia partir em seu encalço. Leia também: Crítica | Artemis Fowl: O Mundo Secreto mal nasceu e já merece reboot 5. Desperados   Nova comédia da Netflix, Desperados mostra a jornada de desespero de Wesley, uma mulher que envia um e-mail cobrando satisfação por seu crush ter sumido sem mais nem menos. Logo em seguida ela descobre que o homem está internado no México e vai até lá na tentativa de impedi-lo de ler o desaforo. Mas as coisas começam a dar errado quando ela chega ao país: ela esbarra em um ex, se envolve em altas confusões e vai parar na cadeia. 4. Irresistível   Nesta sátira da política norte-americana, Steve Carell interpreta um gerente de campanha do Partido Democrata. Seu objetivo é levar um ex-general do Exército até o cargo de prefeito de uma cidade no estado do Wisconsin. Para isso, primeiro ele terá de arranjar uma forma de conquistar os eleitores rurais e lidar com os concorrentes Republicanos, que adotam a mesma estratégia. Em meio a debates políticos, Carell insere piadas e se mete em situações cômicas como só ele poderia fazer. Leia também: 5 filmes de chorar de rir para assistir no streaming do Telecine 3. Force of Nature   Novo filme estrelado por Mel Gibson, Force of Nature é um thriller de ação que acompanha Troy (Kate Bosworth) tentando convencer o pai Ray (Gibson) a abandonar sua casa devido à chegada de um furacão. Sem saída, ela pede o auxílio da polícia, mas eles acabam descobrindo que uma gangue tem planos de roubar o condomínio depois de os moradores se afastarem. Agora, Ray e o policial Cardillo (Emile Hirsch) se unirão para enfrentar os bandidos. Leia também: Crítica | Force of Nature é um atentado prepotente contra si e contra todos 2. The Outpost   Baseado em acontecimentos reais, este suspense de guerra retrata os momentos terríveis e sangrentos da Batalha de Kamdesh, na Guerra do Afeganistão. Nela, uma pequena unidade de soldados norte-americanos está sozinha no posto avançado remoto, localizado nas profundezas do vale de três montanhas no país asiático, e precisa se defender de uma onda de combatentes do Talibã em um ataque coordenado que ficou conhecido como o mais sangrento combate americano na Guerra do Afeganistão em 2009. Leia também: 7 melhores filmes de guerra inspirados em histórias reais 1. Hamilton   Hamilton sequer pingou no Disney+ e já caiu nos trackers torrents para se tornar o filme mais pirateado da semana. O filme é um musical que conta a história dos Estados Unidos a partir da recriação da vida de Alexander Hamilton, primeiro secretário do Tesouro e considerado um dos fundadores do país. Para isso, utiliza canções embebidas de elementos do Hip-Hop e R&B, além de críticas sociais. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Amazfit Bip S, um dos MELHORES relógios VOLTOU [Unboxing]

canaltech O AmazfitBip original foi um dos melhores lançamentos da Xiaomi pelas mãos de sua subsidiária Huami. Nessa nova versão a Xiaomi trouxe melhoras de tela, sistema e sensores no Bip S, dando ao modelo mais fôlego sem perder a bateria que dura mais de um mês Assista ao vídeo. Veja Mais

Como logar e configurar conta no Amazon Prime Video

canaltech Os serviços de Streaming tem se tornado cada vez mais populares ao longo dos anos. Hoje em dia um dos grandes nomes no mercado é o serviço da Amazon, o Prime Video. O Catálogo do serviço, já conta com diversas produções originais, grandes sucessos do cinema e uma boa quantidade de séries. E você? Já conhece o serviço de streaming da Amazon? Confira em nosso artigo para aprender como logar e configurar sua conta. Veja como nas próximas linhas. Amazon Prime Video vale a pena? Conheça o catálogo e planos Amazon Prime Video ganha app dedicado no Windows 10 Os lançamentos do Amazon Prime Video em julho de 2020 O Seguinte tutorial será realizado no aplicativo mobile da Amazon Prime Vídeo, disponível para Android e IOS. Passo 1: faça o download do aplicativo em seu dispositivo, então caso já possua uma conta Amazon, realize seu login, caso não tenha uma conta, toque na opção “Criar uma nova conta Amazon”; -Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.- Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Na página de login do aplicativo você também poderá criar uma conta se necessário - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 2: no menu principal toque na opção “Minha área” para ter acesso às suas configurações Toque na opção "Minha área" - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 3: em seguida, toque no ícone de engrenagem no canto superior direito para acessar as configurações de sua conta; Em "Minha área" toque no ícone de configurações - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 4: na página de Configurações do Amazon Prime Vídeo você terá acesso a opções de gestão de dados Wi-Fi, gestão de usuários e de conteúdo, poderá visualizar todos os dispositivos conectados e até mesmo deslogar de todos tocando em na opção “Conectado como…”; Página de configurações do Amazon Prime Vídeo - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Além disso, tocando na opção de “Streaming e download”, você poderá controlar a qualidade de seus vídeos, o que é muito interessante, caso precise economizar alguns dados de seu 3G, mas ainda assim queria assistir um filme ou série fora de casa. Você pode visualizar também os vídeos que foram baixados pelo aplicativo e exclui-los, caso precise de um pouco mais de espaço de armazenamento. Página de configurações de download e streaming de vídeo - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Passo 5: no fim da página, você também verá opções como a de “Gerenciar conta”; Final da página de configurações - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Nessa opção, é possível ter acesso à edição de seus dados de conta e forma de pagamento. Página de gerenciamento de conta - (Captura: Canaltech/Felipe Freitas) Agora, você sabe como configurar seu aplicativo mobile do Amazon Prime Vídeo. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Filmes com apologia ao preconceito devem ser censurados ou não?

canaltech No dia 8 de junho, o jornal Los Angeles Times publicou um texto de John Ridley, escritor e vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por 12 Anos de Escravidão. O título resume o texto e atinge até mesmo os leitores que não costumam passar das manchetes: “Ei, HBO, ...E o Vento Levou romantiza os horrores da escravidão. Tire-o da sua plataforma por enquanto”. O imperativo teve um efeito quase instantâneo e o título foi removido do catálogo, voltando a ser disponibilizado alguns dias depois, mas dessa vez com quatro minutos a mais, correspondentes a uma introdução explicativa. A atitude da HBO foi considerada polêmica: afinal, é justo o que foi feito com ...E o Vento Levou? A decisão e o texto de Ridley são duas das muitas consequências do caso George Floyd e dos protestos Black Lives Matter, mas, para além do reconhecimento de uma obra como racista, é necessária a reflexão sobre um assunto que se arrasta há tempos. O mutualismo entre arte e vida tem como resultado a produção de obras que podem refletir o pensamento de um período, de uma pessoa, de um grupo social, enfim, de quem a produz. O cinema, especificamente, está repleto de títulos controversos e não é difícil encontrar, além de racismo, casos de pedofilia, xenofobia, machismo, gordofobia, apologia ao estupro e toda sorte de atitudes moralmente condenáveis. E se o que aconteceu com ...E o Vento Levou fosse aplicado a essas outras obras? É justo censurar uma obra de arte? Muitos desses filmes são grandes clássicos da história, mas o que é mais importante: o conteúdo ou a forma? Vamos conversar um pouco sobre isso. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Hattie McDaniel como Mammy e Vivien Leigh como Scarlett O'Hara em ...E o Vento Levou (Imagem: MGM) Filmes, Séries, Musicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Os argumentos Após pedir para que o HBO Max considerasse a remoção do filme, Ridley explicou seu posicionamento: “Como cineasta, entendo que os filmes são frequentemente instantâneos de momentos da história. Eles refletem não apenas as atitudes e opiniões dos envolvidos em sua criação, mas também os da cultura predominante”. Com relação a ...E o Vento Levou, o autor disse que o filme não é apenas inadequado, mas “é um filme que glorifica o sul [dos EUA] pré-Guerra Civil. É um filme que, quando não está ignorando os horrores da escravidão, faz uma pausa apenas para perpetuar alguns dos estereótipos mais dolorosos das pessoas de cor”. Embora haja uma grande concordância com esse argumento, o posicionamento de Ridley está longe de ser um consenso. Gianfranco Marchi, do Cineclube Natal, diz ver bons argumentos de ambos os lados, mas acredita que “a atitude da HBO, especificamente, se mostra mais oportunista e menos consciente socialmente” e relembra que o racismo faz parte do período histórico no qual a história se desenrola. A ideia de que pode ter sido uma jogada comercial da HBO é a aposta do crítico e colunista digital Igor Gomes. "Sabemos que ...E o Vento Levou possui sua dose de racismo tão característico da metade do século XX e o fato de a HBO retirá-lo do catálogo, à primeira vista, parece inclusive algo afim à luta, mas não é", explicou. "A HBO não é um movimento popular, é uma empresa que visa o lucro e que possui cada movimento calculado pela ótica do lucro. Retirar ...E o Vento Levou do catálogo foi puro oportunismo publicitário aproveitando esse momento de expressão." Gianfranco ainda questiona “por que não fazer o mesmo com Conduzindo Miss Daisy? Ou com o mais recente Green Book: O Guia com sua narrativa ‘white saviour’?”, trazendo para a discussão a ideia ainda mais delicada de que um filme de 1939 está passando por isso, enquanto obras contemporâneas como Green Book: O Guia contam com versões mais sutis do racismo e ainda conseguem reconhecimentos como o Oscar de Melhor Filme na edição de 2019 da premiação. Crítica | Green Book: O Guia – "Só pode falar de flow quem desenvolve" Green Book: O Guia (Imagem: Diamond Films) Levando em conta a correção monetária, ...E o Vento Levou é até hoje uma das maiores bilheterias da história e colecionou 13 indicações ao Oscar, além de ter recebido um Oscar técnico e outro honorário. Vale lembrar que Oscar não é parâmetro de qualidade, mas diz muito a respeito da popularidade de uma obra, além de ser um selo que faz com que mais espectadores se interessem em assistir a um determinado filme. A questão do Oscar revela também outros acontecimentos que vão além da qualidade cinematográfica e do sucesso do filme. Hattie McDaniel, que interpreta Mammy em ...E o Vento Levou, foi a primeira afro-americana a ganhar um Oscar. Ainda antes, o popular galã Clark Gable (Rhett Butler no filme) chamou a atenção ao ameaçar boicotar a estreia do filme em Atlanta caso McDaniel fosse proibida de ir à première do próprio filme. Embora a segregação racial tenha vencido, o episódio marca uma das atitudes antirracistas que acompanharam o filme. Mais do que um filme com conteúdo racista, ...E o Vento Levou parece ter um papel importante na luta contra o racismo dentro e fora da indústria. Ainda mais a fundo na reflexão O doutorando em filosofia pela UFRN André Vinícius diz que é “uma questão muito delicada", mas que a simples exclusão não "parece uma estratégia de enfrentamento ao problema capaz de confrontar a fundo a perpetuação histórica do racismo”. É preciso refletir, ainda, sobre a diferença entre o racismo como conteúdo de uma arte e uma obra essencialmente racista. Enquanto o clássico O Nascimento de Uma Nação, título indispensável para os estudiosos de cinema pela genialidade técnica de D. W. Griffith, é um filme racista por exaltar a Ku Klux Klan e fazer uso de blackface, por exemplo, filmes como Django Livre têm a escravidão como tema, mas não são considerados racistas. KKK e blackface em O Nascimento de Uma Nação (Imagem: David W. Griffith Corp.) “A questão parece residir no papel das imagens na formação de um racismo velado que coloniza nossas percepções mais ínfimas, de tal forma que até mesmo nós, que somos pretos, acabamos enxergando o mundo com as cores definidas pela branquitude”, diz Vinícius. "Muito facilmente crescemos como se ignorássemos os lugares ocupados majoritariamente por atores e atrizes negras e a visão racista que transparece na construção fílmica, e quando vemos esses filmes sob um outro olhar, inclusive redefinido por um outro tipo de produção mais afirmativa, temos a experiência do 'choque'". Ele ainda explica que filmes como ...E o Vento Levou precisam ser assistidos sob um ponto de vista crítico ao invés de serem apagados, pois "é preciso falar desses sentimentos e é preciso remeter a essas imagens um trabalho crítico muito sério ao invés de se recusar a vê-las". O apagamento de obras inadequadas pode ter consequências históricas seríssimas. É preciso compreender que o que foi feito é fato e não pode ser desfeito, mas pode ser criticado e analisado, e mesmo uma obra claramente racista pode servir para demonstrar como as coisas eram (ou são), desde que somada à conscientização de que, mais do que errado, é um crime. Um excelente exemplo do não-apagamento de um filme racista é a utilização que Spike Lee faz de O Nascimento de uma Nação em Infiltrado na Klan, em uma sequência na qual reconhece a importância da montagem paralela criada por Griffith, mas usa o racismo do filme para criticar e ridicularizar os membros da KKK. Crítica | Infiltrado na Klan é um filme histórico Detalhe do pôster de Infiltrado na Klan (Imagem: Universal Pictures) O professor de arte Clayton Marinho também chama a atenção para as diferentes formas de se aproximar de uma obra de arte: "Há dois argumentos notórios para garantir qualquer obra de arte num espaço já constituído. O primeiro é o 'seu valor por si', isto é, sua autonomia da arte, aquela por meio da qual os especialistas pedem para observar a obra por ela mesma, por vezes acompanhada de um ajuizamento sobre o valor estético para o indivíduo, de um lado. O segundo é o valor histórico, traduzido como 'tradição', como documento histórico de um determinado pensamento e/ou tempo. De um lado, salva-se a obra pelos seus valores artísticos; do outro, salva-se pelo seus valores históricos. Em ambos, o anacronismo de nossas reivindicações é tomado como injustiça diante da obra (a arte-pela-arte) ou como valor imputado erroneamente a um tempo que não o concebia ou que possui outros 'valores' (história)". Embora a aproximação crítica seja necessária, ela não é controlada. Não existe uma forma de garantir que cada espectador verá um filme preconceituoso da forma “correta”, mesmo se fosse possível dizer que existe um jeito certo de se aproximar de uma obra de arte, o que seria um absurdo em si. É possível que um filme racista alimente o racismo, assim como também é possível que uma obra atinja a vítima do preconceito como uma forma de violência. Clayton atenta para esse aspecto ao retomar o filósofo francês Gilles Deleuze, que indaga, a partir de Friedrich Nietzsche, “Com que direito?”. “Com que direito podemos exigir que um grupo inteiro não se sinta atingido? Com que direito podemos dizer que eles não podem sofrer a injúria, ora porque a obra vive fora de seu contexto (vive, mas não existe simplesmente), ora porque ela é uma peça documental inestimável?”, questiona Clayton. “O valor moral ‘certo’ e ‘errado’ aqui não podem operar pela relação do ‘que é’, mas com essa pergunta mais justa: ‘com que direito?’”. Qual a solução? A resposta não é simples e seria pretensão demais responder essa pergunta. Também é difícil imaginar que teremos a solução para isso em um futuro próximo, isso se tivermos. O pensamento ético e moral acerca das obras de arte acompanha o ritmo do desenvolvimento social sobre o assunto: tão logo uma atitude passa a ser entendida e generalizada como inadequada, vemos o reflexo disso nas produções artísticas e passa a ser mais fácil reconhecer e rechaçar um artista pelo conteúdo inadequado da sua obra. As atitudes mais imediatas são as que têm trazido resultados mais poderosos, como a escolha de Patty Jenkins para dirigir Mulher-Maravilha, que voltou a ser um símbolo da luta feminista, e Ryan Coogler para dirigir Pantera Negra, um verdadeiro marco de representatividade no cinema e que mantém um eco na cultura popular, seja ao ser citado por outros artistas, seja ao ser incorporado como símbolo ou uma opção de consumo para pessoas negras, sobretudo crianças, que têm dificuldade em encontrar algo com o que se identificam no mercado de brinquedos ou materiais escolares, por exemplo. “Se a HBO quer realmente ser engajada, que coloque em seus cargos diretivos mais pessoas negras e invista em diretores e roteiristas que contem a narrativa do povo negro. Deseja contextualizar? Pois então o faça através de uma série documental sobre a história do racismo na indústria, não apenas com uma introdução a um filme específico”, comenta Macchi. “Aliás essa é a melhor maneira de tratar os vários tipos de preconceitos que fazem parte da história de Hollywood, sejam de raça, gênero, religião etc. Já pensou se fossem suspender todos os filmes misóginos do catálogo da HBO? Pois é”. "A venda de ...E O Vento Levou disparou na Amazon após isso, a versão redisponibilizada pelo HBO Max sem dúvida baterá recordes de streaming, mas onde está o incentivo da HBO aos produtores, diretores e roteiristas negros? É assim que uma empresa desse porte deve demonstrar seu antirracismo, não com atitudes como essa, que são oportunistas, visando sempre o lucro, como se ainda estivéssemos nos campos de algodão servindo de ferramentas", concorda Gomes. Pantera Negra (Imagem: Marvel) A verdade é que não há e provavelmente nunca existirá uma resposta definitiva. O reconhecimento das minorias passa pelo entendimento de que os seres humanos são diversos e estão em constante mudança. A todo momento uma nova forma de preconceito surge, mas também surgem formas de combatê-la. É possível, inclusive, que obras preconceituosas sejam feitas sem que a intenção seja de fato alimentar um preconceito e, diante do reconhecimento do erro, o artista, que é uma pessoa, também tenha o direito de retratação. Um exemplo disso é o ator Paulo Gustavo, que, após ser acusado de racismo por usar blackface na caracterização da personagem Ivonete em 2016, em junho cedeu seu perfil no Instagram para a filósofa Djamila Ribeiro. 10 filmes importantes para refletir sobre racismo e Consciência Negra No caso de obras antigas como ...E o Vento Levou, Vinícius explica que “é sempre importante contextualizar e fornecer informações que atualizem os filmes a um novo saber político constituído a partir do trabalho crítico, bem como descentralizar o espaço majoritário dessas grandes produções”. Quanto ao futuro, se ainda continuaremos produzindo obras que reproduzem preconceito, Clayton é mais incisivo ao indicar o papel da arte e, portanto, do cinema: "A perspectiva é essencial, e nós precisamos entender que qualquer obra (por mais genial e perfeita, importante e histórica) não vale uma vida; não vale a injúria a uma vida", explica. "Se uma arte, ao invés de permitir um mundo menos cruel e mais alegre para todos, inclusive para os que sempre faltam, produz ou propaga a crueldade, nas suas formas mais veladas e sutis, ela nunca valeu a pena, e, portanto, não tem direito algum a existir". No Brasil, a discussão também é antiga e remonta principalmente a um dos escritores mais icônicos da nossa cultura: Monteiro Lobato. Considerada racista, mas igualmente uma das melhores produções infanto-juvenis, a obra de Lobato é questionada, sobretudo por pedagogos: ela deve ser estudada e ensinada nas escolas? A pergunta se debruça principalmente sobre a produção mais popular do autor, O Sítio do Pica-pau Amarelo, que contém trechos que descrevem a Tia Nastácia como “macaca de carvão” e “carne preta”. Outro exemplo bastante popular na nossa cultura é o das novelas de Manoel Carlos, em que, além de as empregadas serem geralmente negras, ainda têm seus papéis reduzidos a mecanismos de roteiro, não ganhando maior significância dentro da trama. E você, o que acha que deve ser feito com essas obras? Removê-las para que não tenham mais efeito sobre o público? Inserir mensagens de alerta sobre o conteúdo? Ou não fazer nada a respeito? Deixe nos comentários a sua opinião sobre como esse problema deve ser enfrentado e sobre o papel da arte no combate aos preconceitos. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Crítica | O Turista Suicida esquece que a vida tem mais de uma nota

canaltech   Há quem consiga pensar de maneira completamente formal e bem definida, decupando as cenas com um rigor extremo. Diretores como o grego Yorgos Lanthimos (de A Favorita – filme de 2018) não estão somente ilustrando o roteiro, mas construindo de um jeito muito específico e preestabelecido cada momento. Jonas Alexander Arnby – diretor de O Turista Suicida – busca esse caminho black tie e, a partir dessa escolha, alcança bons momentos. Por outro lado, talvez lhe falte a consciência de Lanthimos. Crítica | A Favorita: Nem só de estranhezas e humor sofrido De todo modo, comparações podem ser bem traiçoeiras. Arnby, se tenta arquitetar tudo à base de uma solidez estrutural e estética, o faz de maneira burocrática. Não existe tempero em toda a construção. Essa direção acaba sendo a alma gêmea da morbidez da história de Rasmus Birch (de Broderskab – de 2009) – uma alma gêmea que, infelizmente, carece de química. Na prática, não existem contrapontos em qualquer aspecto, seja narrativo ou técnico, o que pode fazer os curtos 90 minutos de duração passarem se arrastando. Nesse sentido, a tonalidade sempre fria da fotografia pode intensificar a depressiva situação de Max (Nikolaj Coster-Waldau) sem dar margem para a complexidade já intrínseca ao momento de sua vida. Ao mesmo tempo, a trilha sonora de Mikkel Hess (de Camping – de 2009) contorna cada momento com uma sinestésica palidez e, quando procura crescer e criar alguma tensão, parece estar em um desespero triste. Sem respiros fora do óbvio, O Turista Suicida pouco a pouco começa a se perder dentro de si, como se agonizasse preso em uma armadilha criada pelo seu próprio diretor. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Atenção! Esta crítica contém spoilers sobre o filme! Sem vida Existem, claro, promessas de discussões que têm um certo aprofundamento, especialmente nos dois primeiros atos, até o momento em que Max decide fugir do peculiar Hotel Aurora. Assim, saber que os dias estão contados é um vilão destruidor, que ativa, inclusive, processos ansiosos sobre manter a dignidade nos últimos dias da vida. Dentro dessa perspectiva, Coster-Waldau parece tentar fugir das amarras impostas pela mise-en-scène de Arnby e pode até conseguir que seu amor pela parceira e sua dor por deixar tudo para trás sejam vistos como opostos, mas é tudo muito duro nas mãos da direção. Dessa forma, emoções opostas tornam-se quase iguais, monocórdicas, e todo um universo possível para subtextos dentro do roteiro de Birch fica engasgado. O simbolismo do renascimento, por meio de vasos em formato oval (de ovo mesmo) nos quais os corpos sem vida são depositados e alimentam o crescimento de uma planta, pode, inclusive, parecer esquemático demais, sem força e, ironicamente (ou não), sem vida. Coster-Waldau tenta... (Imagem: Snnowglobe Films) Sem cor Ainda, por mais que possa ser necessário evitar comparações, há um nível de proximidade com O Lagosta (de Lanthimos, 2015) que vez ou outra pode causar algum desconforto em quem assistiu ao filme do grego. O problema para Arnby é que, enquanto o filme de 2015 está sempre entregue ao realismo fantástico, O Turista Suicida busca a realidade pela realidade – até mesmo em sua emulação daquele filme, que é explícita tanto no Hotel Aurora (O Hotel em O Lagosta) quanto quando Max faz uso de psicotrópicos. Se os dois estabelecimentos oferecem conforto e, enfim, concedem um último desejo (seja ele pós-vida ou pró-morte), eles também têm exigências (seja ela uma obrigação suicida ou um romance distópico). No final das contas, as comparações, infelizmente, ficam somente como analogias e, olhando mais de perto, podem até ser covardes. Porque, enquanto o filme de Lanthimos dificilmente deixará de causar alguma sensação – gostando ou não dele –, o de Arnby tem a força (ou fraqueza) de poder não causar comoção alguma… o que é bem complicado para um filme que investe tanto em uma nota só. Tudo em uma nota só. (Imagem: Snowglobe Films) Então, nos segundos finais, não adianta muito fazer crescer misteriosamente uma planta ou querer ser ambíguo. Depois de tanta martelada na realidade, a fantasia perde a cor. *Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Canaltech Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Windows 10 tem nova vulnerabilidade que permite invasões hackers

canaltech Um grupo de pesquisadores da empresa de segurança SentinelOne descobriu algo inusitado dentro do Windows 10. Segundo eles, um LOLBin (binário que "vive fora da Terra" ou "live off the land binary") pode ser explorado por invasores para a introdução de malwares nos sistema operacional da Microsoft. Extistem inúmeros recursos desse tipo no Windows e todos com funções específicas, mas, caso os hackers saibam o que fazer, podem abusar desses binários e realizar ataques. O novo LOLBin (desktopimgdownldr.exe) foi descoberto pela SentinelOne e geralmente é responsável pela tarefa inócua de definir planos de fundo personalizados da área de trabalho e da tela de bloqueio. Encontrado na pasta system32 do Windows 10, o binário pode ser usado como um "download furtivo" - uma alternativa ao amplamente conhecido LOLBin certutil.exe. Golpe do FGTS volta a circular e já atingiu mais de 100 mil pessoas no WhatsApp Novo ransomnware para macOS se disfarça de app de rede Quem é o Homem-Pateta que está aterrorizando crianças pela internet De acordo com o relatório da SentinelOne, o desktopimgdownldr.exe é implantado como parte do Personalization CSP, que permite aos administradores definir e bloquear a imagem de plano de fundo de um usuário. Embora o binário substitua tradicionalmente a imagem da área de trabalho existente (notificando assim o usuário sobre sua ativação), um hacker pode contornar essa bandeira vermelha excluindo o registro imediatamente após a execução do binário. Dessa forma, um arquivo malicioso pode ser entregue no sistema sem ser detectado. -Siga no Instagram: acompanhe nossos bastidores, converse com nossa equipe, tire suas dúvidas e saiba em primeira mão as novidades que estão por vir no Canaltech.- O binário foi projetado para ser executado apenas por administradores do sistema, contudo, os usuários padrão também podem fazer uso de uma função específica para rodar o LOLBin sem status de administrador. Além disso, quando acionado por uma dessas pessoas, o software falha ao alterar a imagem de plano de fundo porque elas não possuem a autorização necessária, deixando para trás outros itens além do arquivo baixado. Para atenuar a ameaça apresentada, o SentinelOne aconselha os profissionais de segurança a atualizar suas listas de observação e a tratar o LOLBin recém-descoberto como tratariam a certutil.exe. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Lançamentos da Netflix na semana (03/07/2020)

canaltech Início de mês é sempre um período de muita alegria para os assinantes da Netflix. Tradicionalmente, é nesta época que o serviço de streaming libera de uma vez só uma grande quantidade de novidades, garantindo horas e mais horas de divertimento para os cinéfilos e maratonistas de plantão. Para ficar ainda melhor, a lista de lançamentos da Netflix na semana ainda tem bons resquícios de junho, como a estreia da terceira e última temporada de Dark. Considerada por muitos como a melhor produção original da plataforma, a série alemã cativou o público com uma trama que mostra o desaparecimento de duas crianças e como isso afeta quatro famílias no passado, presente e futuro. O desgraçamento na cabeça é garantido, mas vale a pena. E se você ficar perdido nesse rolê todo, não se preocupe, a gente já publicou uma linha temporal interativa para ajudar. Leia também: -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Confuso com Dark? Netflix lança site com linha temporal interativa da série Crítica | Dark encerra ciclo como uma das melhores séries originais da Netflix Já com o pé em julho, uma das principais apostas da Netflix para o mês é a série documental Mistérios sem Solução. Com 10 episódios, a produção promete deixar os curiosos e detetives de plantão intrigados ao falar de casos reais de desaparecimentos, assassinatos bizarros e chocantes e encontros paranormais que abalaram várias vidas. Mas tem um detalhe: até hoje todos eles permanecem sem uma explicação, não foram resolvidos.   Outro seriado original da plataforma de streaming que acabou de estrear e mexe com o sobrenatural é Warrior Nun. Aqui a pegada é mais fantasiosa e baseada nas HQs de Ben Dunn. A história segue a vida de Ava, uma jovem que retorna dos mortos com uma marca esquisita nas costas e superpoderes que a fazem se juntar a uma sociedade de freiras e padres caçadores de demônios. É uma verdadeira mistureba de tensão, violência e sobrenatural num prato cheio para quem é fã dessas doideiras. Filmes, Séries, Músicas, Livros e Revistas e ainda frete grátis na Amazon por R$ 9,90 ao mês, com teste grátis por 30 dias. Tá esperando o quê? Tá bom, vamos arejar o ambiente e falar de mais um reality show da Netflix focado em encontros e casamentos. Em Finalmente... Sim!, casais que sempre quiseram se casar, mas nunca conseguiram, têm a oportunidade de tornar esse sonho em realidade. Para isso, eles terão de cumprir alguns desafios propostos por três especialistas, que mergulham nas histórias de amor para descobrir o que realmente importa na hora do "sim". E detalhe: é tudo surpresa!   E o que a Netflix tem de bom para os cinéfilos de plantão? Nesta semana em específico os destaques vêm em alta velocidade. O primeiro deles é Em Ritmo de Fuga. Aclamado pela crítica e pelo público, o filme segue a vida do jovem e talentoso piloto de fuga Baby, que só consegue fazer seu trabalho ouvindo música em seus fones de ouvido. Quando conhece a garota de sua vida, ele enxerga nela a oportunidade de abandonar o universo do crime. É quando ele decide pegar um último trabalho com um chefão do crime. O roteiro pode até parecer clichê, mas é a montagem do filme que mais chama atenção: todas as cenas de ação são "encaixadas" no ritmo da música que Baby escuta em seus fones de ouvido. É tudo tão perfeitamente sincronizado que tira o fôlego de qualquer um.   Leia também: 10 melhores filmes de ação para assistir online Crítica | Em Ritmo de Fuga e sob overdose de cafeína Mudando de assunto, mas sem tirar o pé do acelerador, o documentário Senna retornou ao catálogo da Netflix bem a tempo da estreia da temporada 2020 da Fórmula 1. Para quem é fã da categoria ou sente saudades das manhãs de domingo em que o brasileiro tricampeão mundial trazia alegria para seu povo, o documentário mostra a história de Ayrton Senna e como ele se tornou um herói e lenda no Brasil. Leia também: Crítica | Senna mostra a realidade do homem símbolo de uma geração sofrida 5 filmes que todo fã de automobilismo precisa assistir Essas foram algumas dicas do que assistir que o Canaltech separou para você. Se nenhuma delas agradou, não tem problema. Logo a seguir você confere a lista completa com todos os lançamentos da semana na Netflix. Dê uma olhada nos filmes e séries que chegaram ao streaming, escolha o mais interessante, dê o play e divirta-se! 27/06 Slasher: 1ª Temporada American Pie - A primeira vez é inesquecível Jogos Mortais II Dark (26 episódios, 8 novos) Tudo Bem Não Ser Normal (3 episódios, 1 novo)   28/06 Skin Patriot Act with Hasan Minhaj (40 episódios, 1 novo) 29/06 Expresso do Amanhã (7 episódios, 1 novo) Tudo Bem Não Ser Normal (4 episódios, 1 novo) 30/06 BNA: 1ª Temporada Feito em Casa: 1ª Temporada A Torre Negra Adú Branca de Neve e o Caçador Casa comigo? Em Ritmo de Fuga Encontros e Desencontros George Lopez: We'll Do It For Half O Garoto do Espelho O Grinch Perfume de Mulher Policial em Apuros Robin Hood Serenity - A luta pelo amanhã ARASHI’s Diary - Voyage (10 episódios, 2 novos) 01/07 Finalmente... Sim!: 1ª Temporada Kung Fu Panda: Os Segredos dos Mestres: 1ª Temporada Mistérios sem Solução: 1ª Temporada #AnneFrank - Vidas Paralelas A Escolha Perfeita A Lista de Schindler Ali Baba ve 7 Cüceler American Pie – O Livro do Amor American Pie: Caindo em tentação American Pie: O último stifler virgem American Pie: Tocando a Maior Zona As Apimentadas: Entrar para Ganhar! Billy Madison - Um Herdeiro Bobalhão De Volta para o Futuro Elizabeth Era uma vez no Oeste Escorregando para a Glória Eu queria ter a sua vida Gatinhas e Gatões Hellboy - O exército dourado Irmãos Gêmeos K-9 - Um policial bom pra cachorro Lendas da Paixão Ligeiramente Grávidos Michael - Anjo e Sedutor Minha Vida Minority Report - A Nova Lei O Amor Não Tira Férias O Crime do Padre Amaro O Homem nas Trevas O Homem Perfeito O Homem que Mudou o Jogo O Sol de Riccione Os Batutinhas Patch Adams, o Amor é Contagioso Pecados Íntimos Pek Yakında Se enlouquecer, não se apaixone Senna: O Brasileiro. O Herói. O Campeão. Separados pelo Casamento Sniper Americano Sombras da Vida The F**k-It List Um Parto de Viagem Um Tira da Pesada Um Tira da Pesada 2 Winter, o Golfinho 2 Zona Verde Chico Bon Bon - O Macaquinho Faz-Tudo (20 episódios, 10 novos) Deadwind (20 episódios, 8 novos) Os Jovens Titãs em Ação (130 episódios, 26 novos) Pokémon - A Série: Sol e Lua (145 episódios, 54 novos)   02/07 Warrior Nun: 1ª Temporada Thiago Ventura: POKAS   03/07 Kit de Sobrevivência: 1ª Temporada O Grito - Origens: 1ª Temporada O Clube das Babás: 1ª Temporada Ressaca de Amor Desperados Devendo pra Máfia Riaad Moosa: Life Begins The Perfect Picture: Ten Years Later Uma Mente Canina As Telefonistas: 5ª temporada, parte 2 Fora de catálogo Os filmes, séries e episódios a seguir saíram do catálogo da Netflix nessa semana. Mãos de Pedra Virei um Gato Mais Crônicas de San Francisco (3 episódios removidos) O invasor Americano Outras Crônicas de San Francisco (2 episódios removidos) Community (1 episódio removido) A Múmia Ele está de volta Um Cadáver para Sobreviver (T)ERROR Docinho da América Footprints: The Path of Your Life Jumanji Kabali Kung Fu Panda: Os Segredos dos Mestres (3 episódios removidos) Limitless (22 episódios removidos) Romance de Manhattan 10 coisas que eu odeio em você 9mm: São Paulo (20 episódios removidos) A Casa do Mickey Mouse (35 episódios removidos) Albion: The Enchanted Stallion Anjos da Noite – A Evolução Blade Runner, o Caçador de Androides Bob Esponja - O filme Christine: Uma História Verdadeira Click Como Se Fosse a Primeira Vez Contatos Imediatos do Terceiro Grau Corações de Ferro Corajosos Detona Ralph Encantada Gênio indomável Gerônimo - Uma lenda americana Grace de Mônaco Jane Eyre Jurassic Park III Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros Lab Rats: Força Elite (16 episódios removidos) Loving Annabelle Malévola Mamma Mia! O Filme Manhattan Nocturne Matar ou Morrer Agente K.C. (26 episódios removidos) Chef & My Fridge (20 episódios removidos) Mickey: Aventuras sobre Rodas (51 episódios removidos) Momo Salon (6 episódios removidos) NOVA: Água Tóxica NOVA: Black Hole Apocalypse Nova: De Volta ao Planeta Vermelho NOVA: Está Tudo nos Números NOVA: Fuga do Holocausto NOVA: O Clima e seus Mistérios NOVA: Os Cavaleiros Medievais NOVA: Primeiros Habitantes da América NOVA: Resgate na Tailândia NOVA: Viagem a Saturno O Galinho Chicken Little O Incidente O mundo perdido: Jurassic Park O Reino Gelado 2 Olho Por Olho Operation Proposal (16 episódios removidos) Os Vingadores Unidos (26 episódios removidos) Paralisia Personal Shopper Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas Players Pluto Nash Ponto Final - Match Point Quebrando a banca Quero Ficar com Polly Ray Sob a Luz da Fama Sobrenatural: Capítulo 2 Sociedade dos poetas mortos Stallone: Cobra Thackeray The Redeemed and the Dominant: Fittest on Earth Tomorrowland: Um Lugar Onde nada É Impossível Três Reis Um dia a casa cai Um porto seguro Uma Corrida de Loucos Uma Noite de Crime: Anarquia Uma Noite Mais que Louca Vivos Bayonetta: Destino Sangrento Devil May Cry (12 episódios removidos) Antes de ir embora, não deixe de conferir: Os lançamentos da Netflix em julho de 2020 Os lançamentos do Amazon Prime Video em julho de 2020 Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Celular com tela enrolável da LG ganha data de lançamento e codinome

canaltech Depois do lançamento do Velvet, a divisão de celulares da LG estaria preparando outro trunfo para marcar sua virada no segmento após anos de prejuízos. Fontes ouvidas pelo site sul-coreano TheElec revelaram que a empresa prepara para o começo de 2021 o lançamento de seu smartphone com tela enrolável, em desenvolvimento sob o codinome "B Project" (Projeto B). LG patenteia celular com tela dobrável e enrolável ao mesmo tempo LG cresce no setor de TV e produtos para casa, mas despenca em smartphones O Projeto B já estaria em fase de prototipagem na fábrica da empresa na cidade de Pyeongtaek. O uso da letra seria uma referência ao nome do CEO da LG, Kwon Bong-seok (Kwon é o sobrenome). Outro codinome revelado foi o “Wing”, para o smartphone com tela giratória esperado para o segundo semestre. A descrição do celular lembra uma patente mostrada no Canaltech em novembro do ano passado. A tela do Projeto B se expande para os lados, rolando para dentro das laterais quando é recolhida. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- Patente descreveu tela OLED que se enrola nas laterais do celular (imagem: LetsGoDigital) Na cama com o inimigo Curiosamente, o site sul-coreano divulgou que o painel OLED do celular não será fornecido pela LG Display — divisão da empresa responsável por telas OLED e LCD —, e sim pela rival chinesa BOE, cotada para fornecer o componente para os próximos aparelhos premium de Apple e Samsung. A LG Display tem demonstrado suas telas OLED flexíveis desde 2013, exibindo desde então algumas evoluções da tecnologia, aplicada também em televisores de tela grande. A adoção pela LG Electronics de um componente “rival” após tantos anos pode indicar que a tecnologia dos sul-coreanos não amadureceu o suficiente ou possui um preço proibitivo. A BOE, por sua vez, já fornece telas OLED dobráveis para modelos como o Huawei Mate X e o Motorola Razr 2019. Os chineses já demonstraram um protótipo de tela enrolável um ano atrás, mas o componente ainda não tinha um painel touch na época:   Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Gravações de Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings serão retomadas em julho

canaltech Já sabemos que as filmagens de Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings (ainda sem título oficial em português) estão pausadas por causa da pandemia, mas o que não sabíamos é que a produção seria retomada mais cedo que o imaginado. Segundo informações do Deadline, a Marvel e a Disney irão retomar os trabalhos na Austrália no final de julho. A parada nos trabalhos de Shang-Chi aconteceu em março de 2020, mas a decisão não foi somente pela imposição do lockdown na indústria, mas também porque o diretor Destin Daniel Cretton precisou isolar-se por suspeita de estar contaminado com o novo coronavírus, o que o preocupou particularmente por ter um filho recém-nascido. Posteriormente, a testagem comprovou que ele felizmente estava livre da doença, mas o isolamento se intensificou e Shang-Chi ficou suspenso. Por apenas R$ 9,90 você compra com frete grátis na Amazon e de quebra leva filmes, séries, livros e música! Teste grátis por 30 dias! Imagem: Divulgação/Marvel Em termos de segurança, a Austrália foi um dos primeiros países de onde vieram as notícias de equipes com COVID-19 pouco antes do lockdown na indústria e, embora a Austrália tenha chegado perto de quase se livrar do problema, agora o país volta a enfrentar um aumento no número de casos. Nos sets, medidas de prevenção e redução dos índices de contaminação deverão ser tomadas, além da execução de um período de quarentena para todos os que desembarcarem no país. -Feedly: assine nosso feed RSS e não perca nenhum conteúdo do Canaltech em seu agregador de notícias favorito.- Vazou a trama de Shang-Chi and then Legend of Ten Rings — com mutantes! Como ficam as próximas fases da Marvel no cinema depois do coronavírus? 12 vilões que podem aparecer na próxima fase do Universo Cinematográfico Marvel Destin Daniel Cretton dirige Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings a partir de um roteiro de Dave Callaham. Previsto para estrear no Brasil em 29 de abril de 2021, o filme é estrelado por Simu Liu como Shang-Chi, Tony Chiu-Wai Leung como Mandarim e Fala Chen como Leiko Wu. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Governo quer mais empresas aderindo ao guia de boas práticas do e-commerce

canaltech Não é exatamente uma novidade que a pandemia da COVID-19 fez com que o comércio eletrônico apresentasse um grande crescimento, motivado pela necessidade de quarentena. No entanto, isso significa também o aumento de práticas ilegais nesse universo. E é a partir dessa observação que o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos de Propriedade Intelectual (CNCP) tem buscado formas de ampliar a adesão de empresas ao seu Guia de Boas Práticas no Comércio Eletrônico. O documento foi lançado em abril último pelo CNCP e apresenta uma série medidas repressivas e preventivas no combate à venda de produtos ilegais no comércio eletrônico. Nesta quinta-feira (2), a Secretaria do Consumidor realizou uma cerimônia virtual para apresentar a versão final do guia. Prestigiaram o evento representantes de entidades empresariais e de órgãos públicos como Conselho Nacional de Justiça, Ministério Público Federal, Ordem dos Advogados do Brasil, fóruns e associações ligadas ao setor, além de outros representantes de pastas ministeriais como Itamaraty e Economia. Segundo Luciano Timm, secretário Nacional do Consumidor e presidente do CNPC, o guia é uma importante ferramenta de combate à venda de produtos piratas, contrabandeados ou que violem a propriedade intelectual. “A pandemia tornou esse guia ainda mais necessário porque as pessoas passaram a fazer mais uso do comercio eletrônico”, afirmou Timm. Na avaliação do executivo,, o guia apresenta orientações visando a autorregulação de setores. “A autorregulação é melhor do que a regulação pelo Estado”, defendeu. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Preenchendo lacunas do Marco Civil da Internet Já para Luiz Garé, representante do Grupo de Proteção à Marca (BPG, na sigla em inglês), a autorregulamentação dará, também, mais segurança jurídica para que as empresas atuem: “O Marco Civil (da internet) deixou lacunas principalmente em relação à regulamentação do e-commerce. Acabamos usando as normas gerais do Direito", afirmou ele. "Mas havia tendência de judicialização, que é custosa para todos. Por isso a autorregulamentação vem como suporte para evitar judicialização e se encontrar soluções mais simples, deixando o ambiente mais seguro”. Em comunicado, o CNCP informa que o Guia não prevê sanções ou penalidades: “O intuito é construir um ambiente de negócios digital saudável, competitivo e livre de produtos piratas, contrabandeados e nocivos ao consumidor, baseado na boa-fé e na autorregulação”, afirma o texto. Umas das principais orientações previstas pelo guia é o incentivo para que as plataformas de comércio eletrônico tenham uma política de uso e de prevenção e repressão à venda de produtos ilegais em seus ambientes de negócio - especialmente em plataformas de marketplace, como o Mercado Livre e também presente em grandes e-commerces, como Amazon, Magazine Luiza e as plataformas da B2W e Via Varejo. Efetivamente, o guia quer a criação de mecanismos para que os vendedores tenham um cadastro mínimo que permita sua devida identificação. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Encontrados metais em crateras da Lua que podem dar pistas sobre sua formação

canaltech A hipótese mais aceita sobre a formação da Lua diz que ela surgiu após a colisão entre a Terra e um planeta do tamanho de Marte, chamado Theia. O suposto evento é chamado de “hipótese do grande impacto”, mas alguns cientistas têm questionado essa ideia. Agora, um novo estudo apresenta novas pistas para desvendar o mistério. Hipótese de que a Lua se formou após impacto de Theia com a Terra é fortalecida Colisão com a Terra que formou a Lua pode ter trazido água para cá, diz estudo Fizeram um novo mapa geológico da Lua — e você pode baixá-lo em alta resolução! Na suposta colisão com Theia, a Terra teria perdido parte de sua crosta superior, e toda essa rocha destroçada orbitaram ao redor do nosso planeta até se aglutinar e formar a Lua. Só que essa camada do nosso planeta é pobre em metais, e novas pesquisas sugerem que o subsolo da Lua é mais rico em metal do que se pensava anteriormente. Isso significa que a compreensão do processo de colisão com Theia pode estar errada - se é que o impacto de fato aconteceu. Em um estudo publicado na Earth and Planetary Science Letters, cientistas liderados por Essam Heggy utilizam novos conhecimentos sobre a composição da poeira encontrada no fundo das crateras da Lua e concluíram que o subsolo lunar parece ser rico em óxidos de ferro e titânio. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- Os cientistas já sabiam que o subsolo da Lua continha maiores concentrações desses metais do que a superfície lunar. Porém, Ao comparar a presença desses elementos na parte inferior de várias crateras de diferentes tamanhos, a equipe encontrou concentrações maiores de metal nas crateras mais profundas do que nas cavidades mais rasas. De acordo com os pesquisadores, a discrepância entre a quantidade de ferro na crosta terrestre e na Lua pode ser ainda maior do que os cientistas pensavam até então. Diagrama da formação lunar de acordo com a hipótese do grande impacto (Imagem: Citronade) Isso não significa que a hipótese do grande impacto deve ser descartada, no entanto. Uma maior concentração de metais no subsolo da Lua implica em rever como o processo pode ter acontecido, mas a colisão com Theia ainda está na jogada. Por exemplo, pode ser que o impacto tenha sido ainda mais devastador para a Terra primitiva, resultando em destroços de camadas muito mais profundas do nosso planeta sendo lançados ao espaço. Nessas camadas mais internas da Terra, os metais são mais presentes. Além disso, a colisão poderia ter ocorrido quando a Terra ainda era jovem e coberta por um oceano de magma. Ou o resfriamento da Lua durante sua formação a partir dos destroços da Terra poderia ter sido complexa o suficiente para a formação de metais por lá. O estudo é importante não apenas para compreender melhor a formação da nossa lua, mas também para entender a origem da vida no Sistema Solar. É que nosso satélite natural é fundamenta para que a Terra possa abrigar seres vivos. Considerando que existem mais de 200 luas no Sistema Solar, “entender o papel crucial que elas desempenham na formação e evolução dos planetas que orbitam pode nos dar uma visão mais profunda de como e onde as condições de vida fora da Terra podem se formar e como podem se parecer", disse Heggy. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Facebook "mata" app Lasso e coloca Instagram como novo rival do TikTok

canaltech O Facebook anunciou nesta quinta-feira (2) que vai encerrar as atividades do Lasso, sua primeira aposta contra o gigante TikTok. O aplicativo foi lançado em novembro de 2018 e atualmente conta com pouco mais de 5 milhões de downloads na Play Store. Ao que tudo indica, a rede social de Mark Zuckerberg vai jogar suas fichas no Instagram. Instagram desponta como fonte de notícias no Brasil Pesquisa registra queda no marketing de influência durante isolamento social Se você ainda utiliza o Lasso e possui conteúdos disponíveis na plataforma, o Facebook vai dar até o próximo dia 10 para salvar seus vídeos. De acordo com um relatório divulgado pela empresa de pesquisas App Annie, o Lasso possuía menos de 80 mil usuários ativos no Android em 11 países — sendo o México seu maior mercado. Ao TechCrunch, um porta-voz do Facebook agradeceu a todos que abraçaram a ideia do Lasso. "Fazemos várias apostas para testar e aprender como as pessoas querem se expressar", disse ele. "Procuraremos incorporar todo feedback passado em outras experiências de vídeo", finaliza. -Baixe nosso aplicativo para iOS e Android e acompanhe em seu smartphone as principais notícias de tecnologia em tempo real.- Nova aposta Facebook’s TikTok clone lasso is shutting down ahead of the Instagram Reels launch, so basically Fb lost 2 years by half-assing. Brb, gotta go save my zero Lassos pic.twitter.com/VgKImjgWM4 — Josh Constine -SignalFire (@JoshConstine) July 2, 2020 O encerramento das atividades ocorre pouco tempo depois do Facebook lançar a ferramenta Reels ao Instagram, que permite a criação e edição de vídeos curtos para compartilhar na rede social — a ideia, claro, é competir com o TikTok. O recurso está disponível ainda em fase de testes no Brasil. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Imunidade ao coronavírus pode ser maior do que a prevista, aponta pesquisa

canaltech Não é segredo que os pesquisadores ainda estão descobrindo as características do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Agora, um novo estudo, feito na Suécia, sugere que pessoas testaram negativo para a presença de anticorpos da COVID-19 ainda podem ter algum nível de imunidade para a infecção respiratória, uma vez que podem apresentar outros anticorpos para a doença, além dos investigados pelos exames sorológicos.  Coronavírus em tempo real: mapa interativo mostra regiões mais afetadas do globo Tá sentado? Este é o preço do tratamento com remédio aprovado para o novo coronavírus Saúde 5.0: é assim que a transformação digital atua contra a COVID-19 Nesses testes sorológicos, são identificados no sangue determinados anticorpos, específicos para atacar o coronavírus, mas não são apenas eles os responsáveis pela proteção do organismo. No estudo sueco, 200 pessoas foram testadas para a checagem de anticorpos e das células T no sangue.  Além disso, um estudo chinês investigou, anteriormente, que a presença de anticorpos em pacientes assintomáticos durava até três meses, ou seja, após esse período, em um teste sorológico, seria como se o paciente nunca tivesse tido a COVID-19. Mesmo sem anticorpos, pacientes já infectados pela COVID-19 preservam células T no sangue (Imagem: Reprodução/ Visual Science) O ponto é que o Instituto Karolinksa, na Suécia, identificou as células T específicas para a doença no sistema imunológico tanto de pessoas contaminadas, que demonstraram sintomas, quanto em algumas que tiveram casos leves, ou assintomáticos, da COVID-19. Só que nem sempre esses últimos pacientes ainda tinham anticorpos para o novo coronavírus na corrente sanguínea. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- Agora, o grupo de pesquisadores investiga se essas células T protegem apenas esse indivíduo ou se também podem impedi-lo de transmitir a infecção aos outros. Isso pode significar que um grupo mais amplo tenha algum nível de imunidade à COVID-19 do que sugerem os números dos testes de anticorpos.  Como não se pode fazer afirmações concretas sobre a descoberta, essas pessoas devem continuar a se proteger e evitar exposição ao vírus pela segunda vez. Segundo o professor Danny Altmann, do Imperial College de Londres, o estudo foi considerado como "robusto, impressionante e completo". Além disso, Altmann alerta para um crescente corpo de evidências de que "apenas o teste de anticorpos subestima a imunidade". Controle natural? Ainda é cedo para supor que com essa descoberta a Suécia esteja próxima de uma situação onde há imunidade de rebanho, ou seja, a doença ainda precisa ser controlada e a imunidade dessas pessoas não é suficiente para diminuir o contágio da COVID-19, defende o professor assistente e um dos autores do estudo, Marcus Buggert. O pesquisador foca na necessidade de uma investigação mais profunda sobre o funcionamento das células T no combate a essa infecção respiratória. Quando os anticorpos de uma pessoa falham em neutralizar determinado vírus, o agente infeccioso pode invadir as células e transformá-las em fábricas que produzem suas cópias virais. É nesse momento que as células T entram em ação, isso porque têm como alvo células já infectadas e as destroem completamente. Dessa forma, impede que a infecção se espalhe ainda mais para o corpo e comprometa outras células saudáveis. Assim como os anticorpos, as células T são parte essencial do sistema imunológico. No entanto, as células T são muito complexas e muito mais difíceis de se identificar em uma amostra do que os anticorpos. Para essa identificação, são necessários laboratórios especializados que trabalham com pequenos lotes para análise, já que as amostras são testadas manualmente. Em outras palavras, o teste em massa de células T não é uma perspectiva muito provável, pelo menos em curto prazo. Independente disso, o estudo levanta novas discussões sobre como identificar e rastrear o novo coronavírus em grandes populações, sendo que nem sempre os anticorpos podem ser o método ideal para essa atividade. E aproveitando essas últimas evidências, um medicamento chamado interleucina-7, conhecido por aumentar a produção de células T, já é testado no Reino Unido na recuperação dos pacientes da COVID-19. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Saiba quem são os vencedores do Hackathon CCR

canaltech No dias 12, 13 e 14 de junho aconteceu o Hackathon CCR, evento que reuniu ideias voltadas a melhorar a vida dos caminhoneiros - um público muito importante para a CCR, uma das líderes na administração de rodovias no Brasil. No total, 7 mil pessoas, organizadas em 460 equipes, participaram do evento em um ambiente totalmente digital, por meio de uma plataforma desenvolvida pela Shawee, que automatiza e integra todas as etapas do evento. Os participantes puderam se comunicar para trabalharem juntos, mesmo à distância. O formato digital também permitiu a participação e interação de profissionais de todo o país. -Podcast Canaltech: de segunda a sexta-feira, você escuta as principais manchetes e comentários sobre os acontecimentos tecnológicos no Brasil e no mundo. Links aqui: https://canaltech.com.br/360/- O hackathon premiou as melhores ideias com R$ 150 mil divididos entre as três melhores propostas. O primeiro lugar levou R$ 80 mil, o segundo R$ 40 mil e o terceiro R$ 30 mil. Confira abaixo o projeto da cada vencedor. 1º lugar - Parada Certa A ideia consiste em um aplicativo que permite que caminhoneiros avaliem estabelecimentos quanto a vários quesitos, inclusive segurança e custos. Ao fazer uma avaliação, o caminhoneiro ganha pontos na plataforma, que podem ser trocados por cupons de descontos em estabelecimentos que fazem parte da rota. Com a solução, enquanto os caminhoneiros encontram locais seguros e economizam, trocando pontos por descontos, os estabelecimentos comerciais aproveitam para direcionar sua publicidade a um público que passa pela região, além de receber feedback sobre a qualidade dos serviços que ofertam. 2º Turu app O app  garante que os profissionais cuidem da sua principal ferramenta de trabalho: o coração. Ansiedade, estresse, obesidade, hipertensão, arritmia, infarto, fadiga, sono irregular e infarto são apenas alguns dos problemas que podem ser identificados ao medir a frequência cardíaca de uma pessoa. Sendo assim, o app mede, de forma automática e em tempo real, os batimentos cardíacos dos caminhoneiros com um sensor minimalista acoplado na direção dos veículos. Os dados, por sua vez, são transmitidos via bluetooth para o app, salvando-os na nuvem ou no próprio app caso o caminhoneiro esteja offline. 3º Bem no caminho App traz diversões soluções para os caminhoneiros, usando a gamificação como incentivo de uso. A cada interação com o aplicativo, o caminhoneiro ganha pontos. Entre as ferramentas oferecidas há planejamento de viagens, rotas e paradas ideais, além de orientações de saúde, com exercícios e alimentação saudável, e uma opção, chamada de "Matar as Saudades", em que o caminhoneiro compartilha selfies com a família. Para conferir o vídeo de apresentação dos vencedores e os demais participantes, acesse o site do Hackathon CCR. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Motorola One Fusion é anunciado com 4 câmeras e bateria de sobra

canaltech Quase um mês depois do lançamento do One Fusion+ com câmera pop-up, a Motorola anunciou sua versão "básica" nesta quinta-feira (2). Como era de se esperar, o smartphone perde algumas características do irmão maior, como módulo fotográfico retrátil e hardware mais potente, mas promete durar mais tempo longe da tomada. Família Moto G deve ter modelo com 5G e câmera frontal dupla Motorola vai revelar celular misterioso em evento marcado para 7 de julho Motorola Edge e Edge+ são anunciados no Brasil com 5G a partir de R$ 5.499 Principais características O Motorola One Fusion é equipado com o mesmo painel IPS LCD de 6,5 polegadas da versão Plus, mas sua resolução é apenas HD+ (1600 x 720 pixels). Apesar de menor qualidade, o painel do celular tende a consumir menos energia, fazendo com que seus 5.000 mAh de bateria dure bastante — segundo a Motorola, 48 horas com uma única carga. Por dentro, o celular é equipado com o chip Snapdragon 710 da Qualcomm, que traz um processador de oito núcleos rodando a até 2,2 GHz. Ele trabalha com 4 GB de memória RAM, 64 GB de armazenamento interno e sistema operacional Android 10 com a interface Motorola Experience. A adoção da linha 700 no lugar da 600 — usado em basicamente toda linha Moto G8 — deve resultar em um ligeiro aumento na performance, com desempenho semelhante ao A51, da Samsung — este que tem um chip Exynos 9611 de até 2,3 GHz. -Canaltech no Youtube: notícias, análise de produtos, dicas, cobertura de eventos e muito mais! Assine nosso canal no YouTube, todo dia tem vídeo novo para você!- No departamento fotográfico, o One Fusion é equipado com um conjunto quádruplo na traseira. Ele é liderado por uma câmera principal de 48 MP, seguido por uma ultra grande-angular de 8 MP, uma macro de 5 MP e outra para noções de profundidade de 2 MP. Na frente, o módulo retrátil dá lugar a uma câmera frontal centralizada no notch de apenas 8 MP. Versão tradicional do One Fusion perde a câmera retrátil e a resolução de tela Full HD+ (Foto: Divulgação/Motorola) Outras novidades do smartphone incluem um leitor de digitais na traseira e uma porta USB-C, que garante suporte a carregamento rápido (sem velocidade especificada). Preço e disponibilidade O One Fusion começa a ser comercializado a partir de hoje (2) em vários países da América Latina, com promessa de lançamento em países do Oriente Médio nos próximos meses. Ele estará disponível nas cores Emerald Green (verde) e Deep Sapphire Blue (azul). Seu preço, no entanto, ainda não foi informado. Motorola One Fusion: ficha técnica Tela: 6,5 polegadas, IPS LCD, resolução HD+; Chipset: Qualcomm Snapdragon 710; Memória RAM: 4 GB; Armazenamento interno: 64 GB; Câmera traseira: 48 MP (principal) + 8 MP (ultrawide) + 5 MP (macro) + 2 MP (profundidade); Câmera frontal: 8 MP; Dimensões: 164.96 x 75.85 x 9.4 mm; Peso: 202 g; Bateria: 5.000 mAh com carregamento rápido; Extras: USB Tipo-C, leitor de digitais na traseira; Cores disponíveis: verde e azul; Sistema operacional: Android 10 com interface Motorola Experience. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Pixel 3a e Pixel 3a XL são oficialmente descontinuados pela Google

canaltech Após o fim do estoque dos modelos Pixel 3a e Pixel 3a XL em sua loja online, o Google confirmou que os celulares foram descontinuados. Os smartphones intermediários saíram de linha antes mesmo da chegada de um sucessor ao mercado. Linha Google Pixel ganha novos emojis e recursos na atualização de março Primeiro smartphone 5G da Google não deve ser o Pixel 5 O Google confirmou a informação ao ser questionado pelo site Android Police, mas lembrou que algumas lojas ainda podem ter estoques dos modelos. Os smartphones não chegaram a ser vendidos oficialmente no Brasil. A linha de entrada da família Pixel foi apresentada há pouco mais de um ano, durante o Google I/O 2019. O sucessor do 3a — conhecido extra oficialmente como 4a — era esperado para a edição 2020 do evento, cancelada devido a COVID-19. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Tanto o Pixel 3a quanto o 3a XL foram apontados como responsáveis pela venda recorde da família Pixel em 2019. Os aparelhos foram vendidos por praticamente metade do preço dos topos de linha das principais marcas (inclusive do próprio Pixel 3, descontinuado no começo do ano).   Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Marketing e dados: quando a publicidade te convida para um café

canaltech Vivemos em um tempo em que a propaganda tomou conta dos espaços físicos e virtuais. Somos bombardeados, diariamente, por conteúdos promocionais, como se cada oferta fosse imperdível. Esta desordem e "aleatoriedade" acabou gerando um desgaste nos consumidores, reduzindo significativamente a força comercial de uma campanha. Certamente, ao se deslocar pela cidade, você se depara com diversos outdoors. Mas será que lembra da mensagem de ao menos um deles? Grandes empresas buscam por empreendedores Sabendo disso, grandes empresas têm buscado por um novo modelo de marketing, algo que não se trate de apenas uma venda, mas, sim, de um método para fortalecimento da marca e fidelização do consumidor. Estudos na área comportamental buscam, constantemente, o entendimento de padrões de consumo. A tecnologia tem, cada vez mais, se mostrado uma importante aliada dessa transformação. Para se ter ideia da força desse mercado, no início de 2014, a IBM investiu mais de 1 bilhão de dólares na área de Inteligência Artificial e hoje conta com um supercomputador cognitivo chamado Watson, capaz de entender, raciocinar e responder às mais variadas perguntas de forma natural. Assim, o objetivo do marketing não é mais identificar possíveis consumidores através do que ele pesquisa na internet ou de um simples banco de dados. Não é saber quem bebe café e, sim, qual o melhor momento de convidá-lo para tomar a bebida. Este é, na verdade, o grande desafio dos cientistas de dados, a partir da análise de dados econômicos, financeiros e sociais para a extração de conhecimento, detecção de padrões e/ou obtenção de insights para possíveis tomadas de decisão. -CT no Flipboard: você já pode assinar gratuitamente as revistas Canaltech no Flipboard do iOS e Android e acompanhar todas as notícias em seu agregador de notícias favorito.- A cada minuto, são armazenados petabytes de informações que podem se tornar uma rica fonte de pesquisa ou apenas lixo digital. E neste mundo online tudo tem o seu preço e valor, seja de forma legalizada, com o "consentimento" do usuário, ou através de informações vazadas de sites e comercializadas na dark web. Atualmente, existem diversos sites que oferecem algum tipo de consulta para identificar se a sua informação está correndo por aí, um deles é o Have I Been Pwned. Você já teve os seus dados vazados? Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Motorola Edge+, a votla dos topos de linha [Unboxing/Hands-on]

canaltech A Motorola finalmente retornou ao universo dos aparelhos de ponta com o Edge+, que acaba de chegar oficialmente ao Brasil. Curioso para saber como está o principal lançamento da marca neste ano? Confira o nosso hands-on Assista ao vídeo. Veja Mais

Fornecedores da Apple não estão otimistas com o iPhone 12; entenda por quê

canaltech Ainda não se sabe o quanto a pandemia do novo coronavírus vai afetar o lançamento dos novos iPhone 12, mas, ao que parece, os fornecedores da Apple estão menos otimistas com a procura dos modelos com 5G. Como consequência, a nova estimativa é de que os aparelhos vendam 50% menos unidades que o anteriormente previsto. As informações são do Digitimes. iPhone SE 2021 pode ter tela maior e mesmo hardware em modelo compacto iPhone 12: Apple deve cortar EarPods e carregador da caixa para reduzir preço Por que a Apple trocou processadores Intel pela arquitetura ARM? Segundo o site, os fornecedores acreditam que os novos iPhones com 5G venderão de 15 a 20 milhões de unidades neste ano. Este valor representa uma redução de 50% ao estimado anteriormente, que era de 30 a 40 milhões. Não foi especificado o motivo para tamanha redução, mas, além da tecnologia 5G — que deve encarecer os produtos —, observa-se que o atraso do lançamento em algumas semanas em decorrência da pandemia do novo coronavírus possa resultar em um período menor de vendas e, consequentemente, de lucros. -Participe do GRUPO CANALTECH OFERTAS no Telegram e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.- Desconforto interno Além disso, a suposta redução estaria causando um certo incômodo entre as cadeias de suprimentos da empresa, que estão divididas entre China e Taiwan. Recentemente, foi relatado que os taiwaneses não estão muito contentes com fato de os fornecedores chineses estarem aumentando a sua participação na fabricação de produtos da Apple. "A Apple depende principalmente de fabricantes de Taiwan para montar seus dispositivos, mas agora os chineses estão ganhando terreno, pois a empresa está buscando diversificar sua cadeia de suprimentos", diz o relatório. O site nota ainda que, em busca de cortar custos, a Apple estaria permitindo que seus parceiros chineses atuassem de forma mais ativa na fabricação de iPads, Apple Watches e AirPods, "representando ameaças crescentes aos fornecedores de taiwaneses". O Novo iPhone 12 deve ser apresentado no mês de setembro. Segundo rumores, seis modelos, entre 4G e 5G, estão sendo esperados para o lançamento, com promessas de melhorias em câmeras, processamento, tela e bateria — saiba tudo o que podemos esperar dos aparelhos. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Windows 10 | Atualização de maio finalmente foi liberada para a linha Surface

canaltech A Microsoft liberou no final de maio a grande atualização de maio de 2020 para o Windows 10 e, como de praxe, vários bugs foram detectados nos diversos aparelhos que rodam o sistema operacional. Com isso, a companhia preferiu interromper a distribuição do Windows 10 May 2020 Update para a linha Surface, justamente para corrigir essas falhas. Agora, a Gigante de Redmond finalmente voltou a enviar o update para esses dispositivos. Microsoft não vai mais deixar usuários adiarem atualizações do Windows 10 Windows 10 May 2020 Update: como atualizar seu PC Windows 10 | É assim que vai ficar o novo Menu Iniciar Dias depois da distribuição original, usuários do Surface Pro 7 e do Surface Laptop 3 começaram a reclamar de desligamentos e reinicializações inesperadas — o que também chegou a acontecer com várias máquinas desktop e outros notebooks. O problema, aparentemente, estava no recurso Always On/Always Connected, que deixa o sistema em hibernação consumindo pouca energia com uma ativação imediata quando acionado novamente. O que causava o reset involuntário é a questão de sempre, a incompatibilidade de fragmentos da atualização com todas as diferentes máquinas. Assim, depois de solucionada a falha, a Microsoft registrou a correção KK4557957, que deve chegar automaticamente para os consumidores da linha Surface. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais

Brasil registra mais de 60 mil óbitos pelo novo coronavírus; SP tem 15 mil

canaltech Nesta quarta-feira (30), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass)  informa sobre a situação do Brasil no combate ao novo coronavírus (SARS-CoV-2), a partir dos dados compartilhados pelas secretarias de saúde dos estados. Até o momento, 1.448.753 casos da COVID-19 já foram notificados no país, sendo que 46.712 foram acrescentados dentro das últimas 24h. Saúde 5.0: é assim que a transformação digital atua contra a COVID-19 Vacina da Pfizer contra COVID-19 mostra eficácia em teste com humanos Tá sentado? Este é o preço do tratamento com remédio aprovado para a COVID-19 No total, são 60.632 óbitos acumulados, no Brasil, em decorrência da infecção respiratória, sendo 1.038 novos registros nas últimas 24h. No entanto, isso não significa que as mortes aconteceram, exatamente, de ontem para hoje — somente que foram notificados nesse intervalo. A taxa de letalidade da doença no Brasil é de 4,2%. Já a taxa de mortalidade no país é de 28,9 para cada 100 mil habitantes, enquanto a de incidência da infecção respiratória é de 689,4 para cada 100 mil pessoas. -Podcast Porta 101: a equipe do Canaltech discute quinzenalmente assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia, internet e inovação. Não deixe de acompanhar.- Brasil registra mais de 60 mil mortes causadas pelo novo coronavírus (Imagem: reprodução/ Conass) No globo, o Brasil é a segunda maior nação em número de casos totais da COVID-19 e em óbitos pela doença respiratória. Nas duas posições, está atrás apenas dos Estados Unidos, com 2,7 milhões de casos confirmados e 130 mil mortes, segundo os dados armazenados pela plataforma Worldometer. Em terceiro lugar, está a Rússia, com 654 mil casos e 9,5 mil mortes. Mundialmente, mais de 10,7 milhões de pessoas já foram contaminadas, sendo que 517 mil morreram em decorrência da infecção. Por outro lado, 5,8 milhões sobreviveram a essa doença, ou seja, mais da metade dos infectados, segundo a mesma plataforma. COVID-19 no Brasil No total, quatro estados brasileiros ultrapassaram a marca dos 100 mil casos da doença respiratória. São Paulo registra os maiores números totais desde a chegada do coronavírus em fevereiro. São 289.935 casos da COVID-19 e 15.030 mortes acumuladas no estado. Em seguida, o estado do Rio de Janeiro notifica 115.278 contaminados pelos coronavírus, sendo 10.198 mortos. O Ceará conta com 1113.017 casos e 6.180 óbitos, enquanto o Pará registra 105.853 casos e 4.960 mortos.  Além desses, cinco outros estados ou distritos registram mais de 50 mil casos confirmados do novo coronavírus, cada. São eles: Maranhão (83.256 casos e 2.081 mortes); Bahia (76.485 casos e 1.902 mortes); Amazonas (72.284 casos e 2.843 mortes); Pernambuco (59.705 casos e 4.894 mortes); e Distrito Federal (50.676 casos e 620 mortes). Em oposição a esse cenário, somente um estados brasileiro notifica menos de 10 mil casos. É o Mato Grosso do Sul, com apenas 8.676 casos e 85 mortes. A seguir, confira a lista completa do Conass com casos e óbitos da COVID-19 entre os estados do país: São Paulo ultrapassou hoje a marca de 15 mil óbitos pela COVID-19 (Imagem: reprodução/ Conass) Quanto à situação nacional do coronavírus, o Ministério da Saúde divulga na plataforma SUS Analítico atualizações diárias sobre a epidemia, incluindo casos, recuperados e óbitos acumulados pela doença respiratória no Brasil. Para acessar, clique aqui. Leia a matéria no Canaltech. Veja Mais