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Kamala Harris vende apartamento de luxo em Washington por R$ 11 milhões

Valor Econômico - Finanças O imóvel se valorizou um pouco após a compra pela vice-presidente, em 2017 Kamala Harris, 56 anos, passou a residir na Blair House, próxima à Casa Branca, enquanto o Observatório Naval, casa oficial da vice-presidência americana, passa por reformas. Sem precisar se preocupar com moradia pelos próximos quatro anos, ela está se desfazendo do apartamento em que morava em Washington. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Biografia mostra uma Sylvia Plath maior que o suicídio

Valor Econômico - Finanças Poeta "não é uma figura sombria, sinônimo de loucura e tragédia”, escreve Heather Clark Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Demonizar trabalho de madeireiro só vai aumentar desmatamento, diz Salles

Valor Econômico - Finanças Ministro do Meio Ambiente afirma que as informações dos empresários são 'coerentes de não haver a propagada ilegalidade' Em atrito com a Polícia Federal por causa da apreensão recorde de madeiras, no Pará, Ricardo Salles (Meio Ambiente) diz à reportagem que uma "demonização" indevida do setor vai contribuir para aumentar o desmatamento ilegal. O ministro critica a demora para a investigação ser concluída e afirma que as informações dos empresários são "coerentes de não haver a propagada ilegalidade." "Será talvez a primeira vez na história que um grupo que dá as caras pode ser chamado de organização criminosa. Mas isso quem vai dizer é a investigação. Não tem sentido a gente não ter resposta conclusiva depois de cem dias de apreensão do material", diz Salles. Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo$ na segunda (5), o chefe da PF do Amazonas, Alexandre Saraiva, disse o oposto: que todo o material apreendido é produto de crime e que as investigadas não são empresas, mas uma organização criminosa. O ministro foi pela segunda vez ao local da ação policial nesta quarta-feira (7). A primeira visita foi o estopim do atrito com a polícia. A reportagem acompanhou a viagem a convite do ministério. Depois de um sobrevoo de helicóptero e parada em um dos pátios com os produtos apreendidos, ele foi a uma reunião em um hotel em Santarém, a um encontro entre a PF e proprietários de madeira, para entrega de documentos requisitados pela investigação. No local, empresários apresentaram cópias dos papéis e apelaram pela liberação do material apreendido. Eles dizem que as madeiras podem estragar e que podem falir. O chefe da perícia do Amazonas, um delegado e um escrivão estavam presentes. Eles receberam os documentos, mas fizeram um registro: as milhares de folhas entregues não têm validade para fins de investigação. Os policiais que estavam na reunião descartaram a possibilidade de colocar uma data para finalizar o processo de apuração. Ainda assim, Ricardo Salles fixou prazo de uma semana para que investigadores apresentem as ilegalidades mencionadas ou libere o material. Pergunta: Essa é a segunda vez que o sr. foi ao Pará para fazer verificação da investigação da Polícia Federal. Por que o sr. está fazendo isso? Ricardo Salles: O governo recebeu através dos ministérios da Justiça, Secretaria de Governo e Meio Ambiente um grupo de senadores e deputados acompanhados de proprietários. Eles cobraram uma resposta rápida. É obrigação do governo encontrar resposta célere. Pergunta: Isso não é uma interferência? O sr. falou em falhas na investigação e cobra rapidez. Salles: Não entrei em detalhes da investigação. O que me parece é que as informações [dos empresários] são bastante coerentes de não haver a propagada ilegalidade. Mas não estou fazendo juízo de valor. A nossa posição é que não pode ter insegurança jurídica. Pergunta: O sr. disse na entrevista ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’ que parecia ter erros na investigação. O que faz o sr. achar que as empresas estão certas? Salles: A presunção no setor público quando há documentos é de legalidade. No momento em que eles levam a escritura de propriedade da área, os planos de manejo, as autorizações para cortes, a presunção é de legalidade e não de que seja uma grande organização criminosa. Não me parece que é o caso. Pergunta: O delegado Alexandre Saraiva, chefe da PF do Amazonas, disse à ‘Folha de S. Paulo’ que trata-se de uma organização criminosa. Por que o sr. coloca em dúvida isso? Salles: Recebemos hoje [quarta-feira] na presença da imprensa, da Polícia Federal, do Ibama, do ICMBio e da secretaria do Pará os proprietários das áreas, que apresentaram documentos. O engenheiro florestal responsável pelos planos de manejo assinou uma declaração atestando a veracidade dos documentos. Isso não é uma atitude comum a um grupo que pode ser chamado de organização criminosa. Será talvez a primeira vez na história que um grupo que dá as caras pode ser chamado de organização criminosa. Mas isso quem vai dizer é a investigação. Não é um juízo de valor jurídico. Mas não tem sentido a gente não ter resposta conclusiva depois de cem dias de apreensão do material. Pergunta: Por que só depois de cem dias as empresas apresentaram as cópias desses documentos? Salles: Segundo a explicação que foi dada pelos empresários, porque os investigadores não pediram a eles, mas pediram para a secretaria do Pará, sob o argumento de que não conseguiram achar os documentos. Hoje [quarta-feira], curiosamente, o secretário do Pará e as empresas falaram que os documentos apresentados foram retirados dos próprios processos na Secretaria do Meio Ambiente do Pará. Portanto, os documentos estavam lá. Há uma inconsistência de informações. Essa talvez seja a principal queixa dos proprietários, que queriam apresentar documentos, mas não lhes foi dada a oportunidade. Pergunta: O sr. deu um prazo de uma semana para que os peritos apresentem os laudos em relação à documentação. Os peritos disseram ao sr. ali que não era possível dar prazo. Por que o sr. fixou um prazo? Salles: Foi uma sugestão. Parece razoável por dois motivos. Primeiro, foi confirmado na reunião que todos os documentos necessários foram apresentados. E, segundo, é a maior força-tarefa ambiental em termos de quantidade de peritos. Considerando que isso já está sendo analisado há cem dias, nos parece que uma semana é razoável. Pergunta: Ouvi de pessoas da polícia que o trabalho pode demorar meses. Os proprietários não entregaram documentos originais, apenas cópias, que não têm validade para fins de investigação. A polícia ainda vai ter que acessar as versões originais no Pará. Como fazer isso em uma semana? Salles: Veja, o secretário do Pará já disponibilizou a chave [do sistema digital] para a PF acessar os originais. Os documentos não são de alta complexidade. São escrituras de propriedade, inventário florestal, planos de manejo. Se as cópias corresponderem ao original, não são documentos que exigem análises de grande profundidade. Pergunta: Essa não é a primeira vez que existe embate de empresários com a Polícia Federal. As disputas envolvem o delegado Saraiva, que é chefe de superintendências há dez anos na região. O sr. acha que a PF está equivocada? Salles: Acho que a PF faz um grande trabalho. O Brasil reconhece isso. É preciso tomar cuidado para que visões pessoais, preconceitos pessoais não sobreponham análise independente de isonomia dos trabalhos. O setor, se for demonizado e criminalizado indevidamente, vai colocar muitas pessoas em situação de fragilidade econômica ainda maior, só vai contribuir para aumentar o desmatamento ilegal na região. Pergunta: Sobre a possibilidade de as empresas quebrarem, que é o que sr. está falando, o delegado Saraiva diz que ou se faz um país baseado na lei ou se faz baseado no crime. O sr. concorda? Salles: A lei é para todos. Inclusive para quem tem a incumbência de fazê-la cumprir. Por isso existe a lei de abuso de autoridade. A legislação deve ser observada por todos, com bastante bom senso e equilíbrio. Existe o devido processo legal. A imparcialidade é fundamental nessas horas. Pergunta: No pátio de madeiras, o sr. me mostrou madeiras que, em tese, estão deteriorando e não teriam mais o mesmo valor. Os empresários argumentam isso para reclamar. O sr. tem comprovação disso e o que pode acontecer com elas? Salles: Há um ditado que a justiça que tarda também falha. A madeira está exposta a intempéries há mais de cem dias, claramente estragando, com brocas e fungos. Depois do período de chuvas, que é quando os rios estão cheios, não se poderá transportar essa madeira, ainda que se reconheça a legalidade depois. Por isso, é preciso uma resposta rápida. Pergunta: O delegado disse que é a primeira vez que ele vê um ministro do Meio Ambiente se colocar contra uma ação de preservação da floresta amazônica. Como o sr. vê isso? Salles: Se a ação estiver correta, e não houver reparo a ser feito, a ação será apoiada por nós e eu serei o primeiro a apoiar. Mas se realmente for reconhecido que há equívoco e excesso e que as empresas não deveriam ter tido a atividade econômica restringida, essa ação será contrária à preservação do meio ambiente, porque você vai quebrar pessoas que trabalham de maneira honesta e vai jogar toda a região para a ilegalidade, aumentando o desmatamento ilegal. Pergunta: O sr. usa a ênfase dada pelos empresários para dizer que eles podem ter razão. A PF está dizendo de forma tão enfática quanto que se trata de uma organização criminosa. Por que olhar de maneira mais solidária à argumentação dos empresários e não para a da polícia? Salles: Nossa crítica não é sobre o que a polícia está dizendo, mas, sim, sobre a ausência de uma posição definitiva sobre o assunto, seja pela legalidade ou ilegalidade. A pior situação para esse caso é a não resposta. Pergunta: O delegado diz que não vai passar boiada na PF. Esse foi um termo usado pelo sr. na reunião ministerial. Como o sr. vê hoje a frase que disse um ano atrás? Salles: A minha frase foi retirada de contexto. Era uma reunião interna, chamando a atenção para excesso de burocracia que tem no Brasil, em todo os ministérios. Continuo entendendo que excesso de barreiras atrapalha a melhoria do país, inclusive no meio ambiente. Pergunta: E sobre a declaração dele, qual a sua opinião? Salles: Totalmente descabida, para um delegado da Polícia Federal falar de um ministro de Estado. Pergunta: O sr. acha que é possível estar na mesma frase a necessidade de preservação do meio ambiente e a defesa de afrouxar normas, que, nas suas palavras, burocratizam o Brasil? Salles: A frase é racionalidade, bom senso, desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Essas palavras resumem a necessidade. Veja Mais

Nações islâmicas se preparam para vacinação noturna durante o Ramadã

Valor Econômico - Finanças Período começa nesta terça-feira Governos de países de maioria muçulmana estão planejando medidas inovadoras para administrar vacinas e conter a disseminação de covid-19 durante o mês sagrado do Ramadã, que começa na terça-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Como a cultura do cancelamento pode abafar a liberdade de expressão

Valor Econômico - Finanças Prática é alimentada pela ambiguidade entre o ‘nada’ e o ‘muito’ relevante Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Teto de gastos e reforma da Previdência geraram economia de R$ 900 bilhões

Valor Econômico - Finanças A estimativa consta de relatório divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia A dívida pública líquida deixou de crescer R$ 900 bilhões desde o fim de 2016 com o teto federal de gastos e com a reforma da Previdência. A estimativa consta de relatório divulgado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cinco saídas para desatar o nó do Orçamento “fictício” aprovado pelo Congresso

Valor Econômico - Finanças O presidente Jair Bolsonaro tem até o dia 22 de abril para sancionar o Orçamento Geral da União de 2021, aprovado com grande atraso no fim do mês passado pelo Congresso Nacional. O texto construído por deputados e senadores foi considerado “fictício” e “inexequível” pelo Ministério da Economia e por boa parte dos especialistas da área, por conta da redução da estimativa de despesas obrigatórias (principalmente Previdência) em R$ 26,5 bilhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Argentina estuda controle de preço do petróleo em projeto de lei

Valor Econômico - Finanças Limite evitaria que ondas compradoras nos mercados elevem preços de combustíveis; além disso, piso desencorajaria grandes petroleiras de sair do depósito de gás de xisto no sul do país O governo da Argentina busca controles de longo prazo dos preços do petróleo, enquanto o país corre contra o tempo para desenterrar seu tesouro de gás de xisto na Patagônia. A ideia de estabelecer um teto e um piso para os preços domésticos do petróleo está sendo elaborada em projeto de lei que visa estimular investimentos em petróleo e gás, disse o ministro da Produção, Matias Kulfas, em entrevista na quinta-feira (8). Um limite evitaria que ondas compradoras nos mercados de petróleo elevem os preços dos combustíveis. Além disso - algo crucial para as ambições da Argentina para o gás de xisto -, um piso desencorajaria grandes petroleiras de sair de um ativo marginal como o depósito de Vaca Muerta se os mercados entrarem em colapso. “O que queremos estruturalmente é uma solução que preveja problemas de volatilidade”, disse Kulfas. O governo do presidente Alberto Fernández está em fase de elaboração do projeto de lei, que será enviado este ano ao Congresso para debate entre parlamentares. A aprovação de controles aprovados por lei enviaria um sinal claro sobre as regras sob as quais empresas podem produzir petróleo na Argentina nos próximos anos, quando o espectro de pico de demanda ameaça manter enormes recursos enterrados em Vaca Muerta. Petroleiras têm produzido 137.500 barris de petróleo por dia no depósito de gás de xisto praticamente inexplorado no sul do país, segundo o jornal Río Negro. Em comparação, a Bacia Permiana nos EUA deve produzir 4,6 milhões de barris de petróleo por dia em maio. A Argentina tem o hábito de interferir nos mercados de energia. No ano passado, quando as cotações do petróleo despencaram, o governo estabeleceu um preço mais alto para sua commodity. Recentemente, empresas também concordaram em ajudar refinarias pressionadas pelo governo a manterem os preços da gasolina sob controle. Projeto de exploração de gás em Vaca Muerta, Argentina Divulgação Veja Mais

Alibaba recebe multa antitruste de US$ 2,8 bilhões na China

Valor Econômico - Finanças Alegação foi de abuso de sua posição dominante sobre rivais e comerciantes em suas plataformas de e-commerce O regulador antitruste da China impôs uma multa equivalente a US$ 2,8 bilhões ao Alibaba Group Holding sob alegação de abuso de sua posição dominante sobre rivais e comerciantes em suas plataformas de e-commerce, uma penalidade recorde no país que surge em meio a uma onda de investigações sobre o império empresarial de Jack Ma, fundador do Alibaba. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

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Rede D’Or compra 51% de hospital na Paraíba por R$ 280,5 milhões

Valor Econômico - Finanças Com o Hospital Nossa Senhora das Neves (HNSN), referência em João Pessoa, rede amplia ainda mais sua presença no Nordeste Quatro dias após aquisição do hospital mineiro Biocor, a Rede D’Or acaba de anunciar a compra de 51% do Hospital Nossa Senhora das Neves (HNSN), referência em João Pessoa, na Paraíba, por R$ 280,5 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Confaz simplifica regras tributárias para processamento de gás natural

Valor Econômico - Finanças As alíquotas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), porém, não mudam Na sequência da sanção da nova lei do gás natural, na última quinta-feira (8), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou medidas para uniformizar e simplificar regras tributárias no processamento do gás natural. As alíquotas do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), porém, não mudam. Segundo o Ministério da Economia, os ajustes permitirão ao titular do gás natural não processado entregar o produto a uma planta processadora, remunerando tal atividade, e posteriormente receber os derivados para serem ofertados no mercado. Para tanto, foi necessário ajustar o Sistema Nacional de Informações Econômicas Fiscais (Sinief). A proposta contendo essas modificações foi aprovada por unanimidade. Para o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, que presidiu a reunião do Confaz, as alterações serão importantes para criar um cenário de maior competição no mercado do gás, a partir do novo marco regulatório. Com isso, os preços tendem a cair, promovendo o “choque de energia barata” prometido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. No cenário anterior, a propriedade das plantas de processamento de gás estava concentrada na Petrobras. A falta de legislação tributária específica inviabilizava o tratamento e a separação do gás natural pertencentes a agentes diversos nas plantas de processamento. O sistema funcionava para um modelo monopolista, que o novo marco pretende superar. Com as novas regras, o processamento para diversos agentes será possibilitado. Assim, haverá maior concorrência. Veja Mais

Moraes prorroga inquéritos das ‘fake news’ e atos antidemocráticos por 90 dias

Valor Econômico - Finanças O inquérito das "fake news" foi aberto em março de 2019 pelo então presidente da Corte, Dias Toffoli; já o inquérito sobre a organização e o patrocínio de manifestações antidemocráticas foi aberto em abril de 2020 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 90 dias o inquérito das "fake news" e o que apura a organização de atos antidemocráticos. As duas investigações preocupam o Palácio do Planalto, porque miram apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Em fevereiro, Moraes determinou a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) no âmbito dessas apurações. O parlamentar, ligado à ala mais extremista do bolsonarismo, foi preso após divulgar um vídeo com ameaças aos ministros da Corte e apologia à ditadura militar. O inquérito das "fake news" foi aberto em março de 2019 pelo então presidente da Corte, Dias Toffoli. Na época, o fato de a abertura da apuração ter sido "de ofício", isto é, sem um pedido da Polícia Federal ou o Ministério Público, e a designação de um relator sem que houvesse sorteio geraram questionamentos da Procuradoria-Geral da República (PGR). Mais de um ano depois, porém, a decisão de abrir a investigação foi referendada pelo plenário, em uma votação que terminou em 10 a 1. Já o inquérito sobre a organização e o patrocínio de manifestações antidemocráticas foi aberto em abril do ano passado, a pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras. A medida foi tomada após a realização de atos em todo o país, em que os manifestantes pediram o fechamento do Congresso, do STF, além da reedição do AI-5, o ato institucional que endureceu o regime militar. Veja Mais

Votos de minoritários da Petrobras rejeitam Silva e Luna

Valor Econômico - Finanças A votação parcial revela que a maior parte dos acionistas rejeita a destituição de Castello Branco: a troca foi rejeitada por detentores de 778,21 milhões de ações e abstenções e aprovação totalizaram 16,25 milhões ações Os votos recebidos até o momento pela Petrobras, relativos aos votos a distância da assembleia geral extraordinária (AGE) de acionistas, de segunda-feira (5), mostram uma rejeição dos minoritários à troca no comando da companhia e ao nome do general da reserva, Joaquim Silva e Luna. Entre os candidatos ao conselho de administração (CA), Marcelo Gasparino, nome vinculado aos investidores, saiu na frente por uma das oito cadeiras em disputa. Os votos apurados até o momento, porém, frustraram as expectativas dos minoritários, que tentam aumentar a representatividade no colegiado. Esse é o resultado parcial da eleição do conselho da estatal, com base no mapa sintético divulgado pela empresa, com as instruções de votos recebidos por meio do boletim de voto a distância. Ao todo, acionistas detentores de 10,67% das ações ordinárias votaram antecipadamente – ou seja, ainda há espaço para reviravoltas na disputa, principalmente porque os votos da União, acionista controlador da Petrobras, ainda não foram contabilizados. O conselho da Petrobras é composto por 11 cadeiras, mas a eleição de segunda-feira vale para oito delas. Ao todo, 12 candidatos concorrem ao pleito, sendo oito deles indicados pela União e quatro pelos acionistas minoritários. Na quinta-feira (8), a Petrobras informou que recebeu a solicitação do sistema de voto múltiplo – o que, na prática, permite aos acionistas votarem em nomes alternativos à chapa apresentada pela União. O banqueiro Juca Abdalla foi o último a entrar no páreo, como a quarta indicação dos minoritários para o pleito. Até então, já haviam sido indicados pelos investidores os nomes de Leonardo Antonelli (conselheiro da Petrobras eleito em 2020, também por meio do voto múltiplo, e que tenta a recondução); Marcelo Gasparino; e Pedro de Medeiros. Eles concorrerão com os oito nomes indicados pela União: o engenheiro Ruy Schneider e o almirante Eduardo Bacellar (presidente do conselho), que concorrem à recondução; o general Joaquim Silva e Luna, a administradora Sonia Villalobos, a advogada Ana Matte e o trio Murilo Marroquim, Márcio Weber e Cynthia Silveira, oriundos do setor de óleo e gás. Sinais contraditórios Uma fonte ligada aos minoritários, porém, diz que o sentimento foi de estranheza com os sinais contraditórios dados pelos investidores na votação à distância: a maioria votou a favor do voto múltiplo, mas, ao mesmo tempo, houve uma forte diluição na distribuição dos votos, inclusive entre as indicações da União. Numa eleição desse tipo, é comum que os investidores se concentrem em poucos nomes, para contrabalançar o peso do acionista controlador e, assim, fazer frente à concorrência com os nomes indicados pelo governo. A votação parcial contradiz em parte as orientações da Institutional Shareholder Services (ISS), agência estrangeira de orientação de votos a acionistas em companhias abertas, que recomendou a votação nos indicados por acionistas minoritários. De acordo com o mapa sintético com os resultados do boletim de voto a distância, apresentado pela Petrobras, Gasparino saiu na frente com o apoio de detentores de 82,2 milhões de ações. A distância entre os concorrentes, porém, foi apertada: Medeiros, também indicado pelos investidores, recebeu votos correspondentes a 70,5 milhões de ações, seguido de Sonia Villalobos (70,09 milhões de ações); Weber (70,08 milhões de ONs); Schneider (70,07 milhões); Marroquim (70,05 milhões); Cynthia Silveira (70,04 milhões); Ana Matte (69,99 milhões); Antonelli (69,91 milhões de votos). Os militares Bacellar e Silva e Luna foram os menos votados, com votos equivalentes a 68,4 milhões de ações cada. O quadro, porém, deve se reverter na medida em que sejam computados os votos da União. Como só teve sua indicação oficializada ontem, Abdalla não recebeu votos e corre por fora. A expectativa é que haja competição não só entre a União e minoritários, pelas cadeiras vagas no CA, como também entre os próprios investidores. Até ontem, havia um otimismo entre os minoritários com a possibilidade de elegerem entre dois e três nomes, ampliando para até cinco o número de representantes no CA da Petrobras – incluindo os atuais conselheiros Rodrigo de Mesquita e Marcelo Mesquita. O cenário mais extremo, em que três candidatos dos investidores sejam eleitos, poderia, na interpretação de parte dos investidores, levar ao aumento das cadeiras no conselho de 11 para 13, de forma que a União mantivesse, assim, sua posição de maioria. A interpretação é baseada no estatuto social da petroleira, que diz que, sempre que houver eleição do CA por voto múltiplo, “será assegurado à União o direito de eleger conselheiros em número igual ao dos eleitos pelos demais acionistas e pelos empregados, mais um”, independentemente do limite de 11 cadeiras prevista no art. 18 do estatuto. Há, no entanto, quem veja nas diretrizes da Lei das SA um impeditivo, já que a legislação diz que o CA de empresas estatais e de economia mista devem observar o número mínimo de sete e o número máximo de 11 membros. Confusão Segundo a fonte ligada aos minoritários, os votos parciais sugerem que pode ter havido confusão de investidores, sobretudo estrangeiros, na hora de lançar seus votos no sistema. A percepção entre os acionistas, afirmou, é de que a missão de ampliar o número de representantes no CA ficou mais difícil. A votação parcial revela também que a maior parte dos acionistas rejeita a destituição de Castello Branco: a troca foi rejeitada por detentores de 778,21 milhões de ações. As abstenções e aprovação totalizaram, por sua vez, 16,25 milhões ações. A assembleia do dia 12 de abril foi convocada com o objetivo de destituir o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e eleger Silva e Luna para o conselho — pré-requisito para que o militar seja efetivado, posteriormente, como presidente da estatal. A eleição para oito das 11 cadeiras do conselho se dá porque o atual presidente da empresa foi eleito conselheiro por meio do mecanismo de voto múltiplo. Pelas regras, a saída de qualquer membro escolhido dessa forma implica na destituição dos demais conselheiros eleitos pelo mesmo processo e na necessidade de um novo pleito. Rosângela Buzanelli (representante dos empregados) e Rodrigo de Mesquita e Marcelo Mesquita (eleitos pelos minoritários em voto separado) são os únicos que não se enquadram nesse caso. A expectativa é que haja uma renovação do colegiado porque quatro membros do atual conselho (João Cox Neto, Nivio Ziviani, Omar da Cunha Sobrinho e Paulo Cesar de Souza e Silva) decidiram não disputar a recondução ao cargo. A decisão ocorreu em meio à interferência do presidente Jair Bolsonaro na troca do comando da estatal. Nas eleições de 2020, os minoritários já haviam conseguido aumentar a representatividade no conselho, de duas cadeiras para três. Agora, tentam emplacar mais nomes. Fundos ligados ao Banco Clássico, de Juca Abdalla, e ao RPS Capital indicaram Marcelo Gasparino como candidato. O Banco Clássico também apoia Antonelli e o próprio Abdalla. Pedro Medeiros, por sua vez, foi indicado pelas gestoras Absolute Gestão de Investimentos, AZ Quest Investimentos, Kapitalo Investimentos, Moat Capital, Navi Capital, Oceana Investimentos e Solana Gestora de Recursos. Veja Mais

Pesquisa do Conjuve quer ouvir jovens sobre os efeitos da pandemia

Valor Econômico - Finanças A iniciativa tem parceria com a Fundação Roberto Marinho, a Unesco, a Rede Conhecimento Social, a Visão Mundial, o Mapa Educação, o Em Movimento e o Porvir Pesquisa promovida pelo Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) quer saber dos brasileiros de 15 a 29 anos como eles têm sido afetados pela pandemia de covid-19 em áreas como saúde, educação, trabalho, renda e expectativas sobre o futuro. É a segunda parte de uma investigação que foi iniciada em maio do ano passado e da qual participaram 33.688 jovens. A iniciativa tem parceria com a Fundação Roberto Marinho, a Unesco, a Rede Conhecimento Social, a Visão Mundial, o Mapa Educação, o Em Movimento e o Porvir. O questionário da pesquisa, chamada “Juventudes e a Pandemia do Coronavírus (Covid-19)” ficará disponível na internet até dia 16 de abril pelo endereço https://pt.surveymonkey.com/r/juventudesepandemia2 . Os jovens não precisam se identificar e a pesquisa leva cerca de 30 minutos para ser respondida. No ano passado, os dados serviram de base para a formulação de políticas para o desenvolvimento da juventude por organizações e tomadores de decisão. Agora, com os riscos ampliados pela longa exposição à pandemia, essa segunda fase de mobilização pretende atualizar as percepções dos jovens sobre a crise e trazer dados que ajudem a minimizar sequelas graves para essa parcela da população. Marcus Barão, presidente do Conjuve, diz que a situação dos jovens é grave e por isso são necessárias ações concretas e urgentes, com capacidade de promover mudanças, atender demandas emergenciais e apresentar perspectivas de futuro. “Uma série de direitos têm sido violados ou negligenciados e é fundamental a construção de soluções que sejam baseadas em evidências, por isso decidimos realizar a segunda onda da pesquisa", afirma, em nota. Além de questões sobre educação, renda, bem-estar, trabalho, os jovens também poderão responder se pretendem tomar a vacina contra a covid-19 quando ela estiver disponível. Assim como na primeira edição, os temas e perguntas do questionário foram propostos por um grupo de dez jovens que participaram de oficinas utilizando a metodologia PerguntAção, coordenadas pela Rede Conhecimento Social, uma das parceiras da iniciativa. Organizações que trabalham ou são formadas por jovens serão convidadas a divulgar o questionário em diferentes regiões. O objetivo é atingir uma amostra representativa da juventude brasileira. Para isso, será feito um monitoramento durante a fase de coleta, conforme explica Rosalina Soares, assessora de Pesquisa e Avaliação da Fundação Roberto Marinho. "No processo de mobilização precisamos ficar atentos se estamos atraindo e garantindo a representatividade de jovens de todas as regiões do Brasil, moradores de zonas urbanas e rurais, jovens do sexo masculino e feminino, com diferentes identidades de gênero e cor/raça. Vamos monitorar as respostas, utilizando dados populacionais do IBGE para analisar a representatividade e ativar a mobilização, cuidando para que ao final da coleta a pesquisa represente as juventudes brasileiras”. A apresentação dos dados será realizada em maio no festival de lançamento do Atlas das Juventudes, uma pesquisa nacional, coordenada pelo Em Movimento e pelo Pacto das Juventudes pelos ODS que tem como objetivo produzir, sistematizar e disseminar dados sobre as diferentes juventudes do Brasil. Alexandra_Koch por Pixabay Veja Mais

Análise: ‘Infra Week’ tem sucesso, duas ausências notáveis e requer cautela na comemoração

Valor Econômico - Finanças Houve inegável sucesso da semana de leilões na infraestrutura. Mas pouca gente notou duas ausências que têm muito a ver com Bolsonaro e seu jeito de governar Primeiro o reconhecimento de inegável sucesso da semana de leilões na infraestrutura: grandes operadoras estrangeiras reforçando o interesse pelo Brasil e se comprometendo com investimentos de R$ 6,1 bilhões em 22 aeroportos, a concessão de uma ferrovia que será finalmente concluída pelo setor privado depois da frustrada promessa de entrega como obra pública em 2014, cinco terminais portuários arrendados com competição e bons ágios. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Reação de Bolsonaro a Barroso 'gera transtorno, desgaste e polêmica', diz associação de juízes

Valor Econômico - Finanças A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) saiu em defesa do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), após ataques do presidente Jair Bolsonaro. Em nota, a entidade afirmou que a postura do chefe do Executivo "gera transtorno, desgaste e polêmica entre as instituições". Bolsonaro criticou o ministro hoje, após Barroso determinar que o Senado instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19. Leia mais: Após decisão de Barroso, base do governo articula retaliação ao STF "Assim agindo, o presidente da República apenas gera transtorno, desgaste e polêmica entre as instituições, agravando a crise que o Brasil e o mundo atravessam e dificultando, com isso, o retorno ao estado de normalidade", afirmou a Ajufe. Leia mais: Barroso afirma que consultou todos do Supremo antes de determinar abertura de CPI A entidade defendeu ainda que eventuais insatisfações com decisões da Justiça "devem ser combatidas por meio dos instrumentos previstos nas leis processuais, não com vociferação de impropérios e ilações contra o julgador". "A Ajufe não admite qualquer tentativa de interferência na atuação do Poder Judiciário, que deve se pautar pela Constituição Federal e pelas leis do país. A postura do presidente da República é, portanto, absolutamente incompatível com a independência judicial e com o respeito que deve sempre existir entre os representantes dos Poderes de Estado", disse a associação. Leia mais: STF rebate Bolsonaro e diz em nota que ministros "tomam decisões conforme a Constituição" Veja Mais

Argentina tem novo recorde de casos de covid-19

Valor Econômico - Finanças Foram 24.130 registros nas últimas 24 horas, no quarto dia seguido com mais de 20 mil contágios A Argentina registrou nas últimas 24 horas mais 24.130 novos casos de covid-19, um recorde desde o início da pandemia. Este foi o quarto dia consecutivo com mais de 20 mil contágios confirmados no país, que está enfrentando uma nova onda da epidemia. O boletim divulgado pelo Ministério da Saúde informa que o número de casos registrados desde março do ano passado chegou a 2.497.881. Além disso, outras 228 pessoas morreram nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas da covid-19 na Argentina para 57.530. Para tentar conter a nova onda, o presidente da Argentina, Alberto Fernández, anunciou na última quarta-feira uma série de restrições, entre elas um toque de recolher noturno. As medidas entraram em vigor nesta sexta-feira e serão mantidas pelo menos até 30 de abril. Médico conforta paciente com covid-19 em hospital de Buenos Aires, Argentina Natacha Pisarenko/Arquivo/AP Veja Mais

Commodities: USDA indica aperto nos estoques de algodão, e preços sobem em NY

Valor Econômico - Finanças Açúcar e suco de laranja também avançaram nesta sexta-feira; café e cacau fecharam o dia em baixa O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu sua estimativa para os estoques de passagem globais de algodão, o que deu sustentação às cotações da pluma nesta sexta-feira. Os contratos de algodão para maio subiram 1,21% (99 pontos) na bolsa de Nova York, para 82,4 centavos de dólar a libra-peso, enquanto os lotes para julho, de segunda posição, avançaram 1,3% (108 pontos), a 83,74 centavos de dólar a libra-peso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Governo confirma redução da mistura do biodiesel no diesel de 13% para 10%

Valor Econômico - Finanças Cotações do biocombustível vendido por usinas menores beira o Preço Máximo de Referência O governo federal confirmou que vai reduzir o percentual de mistura do biodiesel no diesel vendido no país de 13% para 10%. A redução norteará o 79º Leilão, destinado ao produto que será comercializado em maio e junho. O certame foi interrompido esta semana, após as cotações do biocombustível negociado por usinas menores chegarem perto do Preço Máximo de Referência (PMR). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Banco C6 vê prejuízo aumentar em 2020, para R$ 607 milhões

Valor Econômico - Finanças Segundo a instituição, o resultado é “decorrente de investimentos para evolução de sua estrutura operacional” O Banco C6, fundado pelo ex-BTG Marcelo Kalim em 2018, registrou prejuízo líquido de R$ 606,950 milhões em 2020, 149,7% pior que o rombo de R$ 243,034 milhões apurado um ano antes. Segundo a instituição, o resultado é “decorrente de investimentos para evolução de sua estrutura operacional”. O resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 16,787 milhões em 2020, com queda de 14,2% na comparação anual. As receitas de prestação de serviços, no entanto, saltaram 271,1%, a R$ 123,904 milhões. As despesas de pessoal e administrativa tiveram alta de 93,1%, a R$ 854,431 milhões. Silvia Zamboni/Valor Os resultados do banco incluem a C6 Corretora de Títulos e Valores, C6 Holdings, C6 Cayman Branch, NTK Solutions, C6 Corretora de Seguros e a Instituição de Design e Ensino Aprendizagem e Treinamentos (IDEA9). Os resultado do Banco Ficsa, que foi comprado pelo C6 em julho do ano passado e rebatizado de C6 Consignado, foram consolidados desta data até 26 de novembro, quando o controle passou para a Carbon Holding Financeira, que também é controladora do C6. Agora o C6 tem 15% do capital do C6 Consignado. No seu balanço separado, o C6 Consignado informa que teve prejuízo de R$ 110,975 milhões em 2020. Sua carteira de crédito é de R$ 3,565 bilhões. A carteira de crédito do C6 atingiu R$ 1,306 bilhão ao fim de 2020, com crescimento de 645,2%. Em dezembro, o C6 anunciou um aumento de capital de R$ 1,3 bilhão. O aporte avaliou o banco em R$ 11,3 bilhões. O dinheiro veio de um grupo de 40 investidores, entre pessoas físicas e family offices, todos brasileiros. Os atuais acionistas não acompanharam o aporte e foram diluídos. Na ocasião, o banco disse ter atingido a marca de 4 milhões de contas abertas. O C6 terminou 2020 com um índice de Basileia de 17,33%, ante 12,57% em 2019. Veja Mais

Governo lança projeto em parceria com a OCDE para acirrar concorrência na aviação e portos

Valor Econômico - Finanças O governo lançou na última quinta-feira (8) um projeto para aprimorar a concorrência nos setores portuário e de aviação civil. Por meio dele, a situação nesses setores será avaliada por técnicos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), com base em padrões estabelecidos pelo Guia para Avaliação da Concorrência (Competition Assessment Toolkit) da entidade. Segundo o secretário especial de Relacionamento Externo da Casa Civil, Marcelo Barros Gomes, a convergência das normas brasileiras para os padrões internacionais vai garantir a retirada de barreiras para a competição interna e a entrada do mercado brasileiro. Nesta semana, o governo arrecadou R$ 3,3 bilhões no leilão de 22 aeroportos, com investimentos estimados em R$ 6,1 bilhões ao longo de 30 anos. Segundo Gomes, as recomendações a serem propostas pelo estudo possibilitarão uma maior competitividade em futuros leilões. E também criarão um ambiente mais propício à concorrência ao melhorar o ambiente regulatório, beneficiando inclusive as novas operadoras. Ana Paula Paiva/Valor “As mudanças dentro do mercado, para que a gente possa operar em um ambiente competitivo, levam a melhores serviços a preços mais módicos e com uma universalização melhor”, afirmou. “Isso representará mais investimentos, mais segurança jurídica, mais previsibilidade e mais capacidade de implementar as infraestruturas.” Nos Estados Unidos, por exemplo, o incremento na concorrência gerado pela retirada de barreiras regulatórios resultou no surgimento das companhias low-cost, com inovações como reservas online, pagamentos simplificados, que depois foram adotados pelas grandes empresas do setor, segundo a OCDE. Na Argentina, por sua vez, a entrada de empresas privadas no setor portuário gerou um aumento de 50% na movimentação de cargas e de 275% da produtividade da mão de obra, também de acordo com dados da OCDE. Em conjunto com isso, a Casa Civil iniciou um estudo junto com o Ministério da Economia para melhora do ambiente regulatório do país no indicador Product Market Regulation (PMR). Esse indicador é usado pela OCDE para identificar a capacidade de competição dentro do mercado e também de desempenho econômico das infraestruturas regulares. “Já há um projeto no ministério da Infraestrutura para melhorar o PMR. Estamos levando para os setores do saneamento básico e do gás”, disse o secretário. “Estamos olhando as barreiras de competição, boa regulação, desregulamentação, tudo o que impede o bom funcionamento de mercados.” De acordo com ele, essas iniciativas fazem parte de uma estratégia maior, de revisões regulatórias visando uma convergência do Brasil aos instrumentos da OCDE. O país já é convergente a 99 dos 245 instrumentos da entidade. “Ao final do governo, estaremos muito próximos desse total”, disse o secretário. O ingresso como membro pleno da OCDE é um dos grandes objetivos da política externa do presidente Jair Bolsonaro. Há seis países postulantes: Argentina, Brasil, Bulgária, Croácia, Romênia e Peru. O Brasil é o país não-membro mais convergente com os instrumentos da organização. Veja Mais

Campos: Vamos para nova alta de 0,75 ponto, a não ser que algo muito diferente aconteça

Valor Econômico - Finanças Segundo o presidente do BC, IPCA de março, divulgado mais cedo, reforça esse cenário O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta sexta-feira que a autoridade monetária deve elevar a Selic em 0,75 ponto percentual na próxima reunião e manter a taxa básica de juros em um patamar estimulativo no fim do ciclo atual. "A não ser que algo muito diferente aconteça, vamos nos ater ao que dissemos [na última reunião]", afirmou. Segundo ele, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março, divulgado mais cedo, reforça esse cenário. O número veio mais baixo do que o esperado, com pressões principalmente em preços administrados, de acordo com Campos. Ele também disse que o fechamento do hiato do produto (uma medida da ociosidade da economia) em 2022, conforme esperado pelo BC, está em linha com a Selic que a autoridade monetária projeta no fim do atual ciclo. Congresso/Agência O Globo Veja Mais

OMS critica desigualdade na distribuição de vacinas contra covid-19

Valor Econômico - Finanças “Permanece um desequilíbrio chocante na distribuição global de vacinas”, aponta diretor-geral da entidade O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, reforçou nesta sexta-feira as críticas à distribuição das vacinas contra a covid-19 no mundo. “Permanece um desequilíbrio chocante na distribuição global de vacinas”, disse Tedros, que já chamou a situação anteriormente de “escândalo moral” em entrevista coletiva. Segundo cálculos da entidade, os países mais ricos concentram 87% das 700 milhões de vacinas aplicadas até o momento. Uma em cada quatro pessoas nas economias mais avançadas já recebeu pelo menos uma dose do imunizante. Nos países pobres, essa taxa é de uma em cada 500 pessoas. Leia também: Ritmo de vacinação em países mais ricos é 2.400% mais rápido WHO/Christopher Black/AP Tedros afirmou que o Covax, o consórcio liderado pela OMS para distribuir vacinas de maneira justa, pode repassar as doses de maneira mais rápida e eficiente do que qualquer outro mecanismo. Até agora, 38 milhões de doses de vacinas foram distribuídas a mais de 100 países pela iniciativa, o suficiente para atender cerca de 0,25% da população global. O diretor-geral da OMS também criticou países que planejam doar vacinas diretamente para outros governos, em vez de utilizar o sistema do Covax. “Esses acordos bilaterais correm o risco de atiçar as chamas da iniquidade das vacinas”, disse ele, argumentando que este é um momento de parceira entre os países, não de nacionalismo ou de diplomacia de vacinação. Veja Mais

Economia aprendeu a conviver com pandemia e PIB pode crescer 3,5% em 2022, diz Campos

Valor Econômico - Finanças Presidente do BC observou que nova variante do coronavírus parece se espalhar rápido e é mais contagiosa, mas disse esperar crescimento em torno desse patamar dependendo das vacinas e da 2ª onda O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta sexta-feira que "a nova variante [do coronavírus] parece estar se espalhando rápido e é mais contagiosa". "Ainda não sabemos muito sobre como ela se comporta", disse em inglês em evento promovido pela XP Investimentos sobre os cenários econômico e político no Brasil e na América Latina. Segundo ele, no entanto, "a economia aprendeu a conviver com" a pandemia e "o impacto parece ser menor". O presidente do BC afirmou que a autoridade monetária espera crescimento de aproximadamente 3,5% para a atividade econômica no ano que vem. "Isso vai depender muito de vacinas e da segunda onda", disse. Para este ano, o BC calcula alta de 3,6%, conforme divulgado em seu último Relatório Trimestral de Inflação (RTI). Campos afirmou que "houve uma pequena queda na demanda" por crédito com a segunda onda da pandemia. Ele reforçou, no entanto, que o BC calcula crescimento do crédito neste ano e que, com a abertura da economia, a demanda deve se recuperar no segundo semestre. O presidente do BC também destacou que estrangeiros estão com a menor participação na dívida brasileira "em muito tempo". "Isso mostra que há menos espaço para saídas", afirmou. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto Leonardo Rodrigues/Valor Veja Mais

Birôs de crédito são investigados por uso ilegal de dados

Valor Econômico - Finanças Suspeita é de que essas empresas estariam tratando dados pessoais para ações de publicidade sem o consentimento dos titulares das informações Empresas que atuam como plataformas de bancos de dados de crédito estão sendo investigadas pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), que é ligado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Safra eleva preço-alvo das ações da Telefônica (VIVT3)

Valor Econômico - Finanças Fibra e consolidação do segmento móvel beneficiam a maior empresa de telecomunicações do Brasil, indica Banco Ações da Telefônica (VIVT3): Safra elevou o preço-alvo para R$ 58 por ação Getty Images A Safra Corretora atualizou, em relatório publicado na última quarta-feira, 7, as estimativas para Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, incorporando os resultados mais recentes e as premissas macroeconômicas. “Mantemos o rating de compra para a ação, pois continuamos a ver a Telefônica Brasil (VIVT3) como uma boa combinação de dividendos (temos um rendimento estimado de 7% para 2021), mas com bom potencial de valorização da ação”, diz o documento assinado por Luis Azevedo e Silvio Dória. Nesse sentido, o preço-alvo das ações da Telefônica (VIVT3) foi elevado de R$ 56 por ação para R$ 58/ação. Os especialistas veem alguns drivers de eficiência a serem explorados, como melhoria gradual no mix de receitas da empresa (conforme o projeto da empresa de FFTH - fibra para o lar - evolui) e um melhor ambiente competitivo no segmento móvel (especialmente após a consolidação móvel). De acordo com o Safra, a avaliação da Telefônica Brasil (VIVT3) continua atraente mesmo antes de incorporar a consolidação de ativos móveis da Oi. Os analistas afirmam valorizar a Vivo usando um DCF (fluxo de caixa descontado) com previsão de 10 anos, 10,2% de WACC (custo médio ponderado de capital) e 3,5% de taxa de crescimento na perpetuidade. “Em nosso modelo, ainda não incorporamos a aquisição de parte dos ativos móveis da Oi (que ainda estão pendentes de aprovação do Cade e da Anatel). Em um cenário considerando a integração desses ativos, nosso preço-alvo para VIVT3 aumentaria em cerca de 5%, para R$ 61, desconsiderando o potencial de reparo do mercado móvel nos preços de médio e longo prazo, o que poderia gerar muito mais valor para o caso”, destaca o relatório. Em relação às estimativas, o Safra fez ajustes marginais para os valores do Ebitda ajustado para 2021 (queda de apenas 1,3%) após a incorporação dos resultados do quarto trimestre de 2020, refletindo os impactos da pandemia da Covid-19 (queda foi compensada por um capex também inferior no ano). A estimativa do Safra de receita líquida para Telefônica ficou quase inalterada, embora os analistas tenham feito um ligeiro corte na receita líquida de serviços, compensada com estimativas um pouco melhores no segmento fixo (atribuídas à fibra para o desenvolvimento residencial). “Como consequência, esperamos que a receita líquida da Telefônica cresça 1,9% em 2021, enquanto o Ebitda pode crescer 3% e o lucro líquido 5,4%. Esperamos que a Telefônica tenha um FCFF (fluxo de caixa livre para a firma) operacional de aproximadamente R$ 7 bilhões em 2021, representando um rendimento FCF de 8,2% (antes dos pagamentos de licença 5G e variações de capital de giro)”, projetam os analistas. “A forte geração de fluxo de caixa livre e a baixa alavancagem da companhia devem permitir à Telefônica Brasil continuar distribuindo a maior parte de seu lucro líquido, traduzindo-se em um bom rendimento de dividendos. Nossos números indicam um dividend yield de 7% para a Vivo em 2021 (dividendo por ação de R$ 3,15), o que é muito atraente considerando o ambiente de baixas taxas de juros”, afirmam os analistas. Para o Safra, os múltiplos da Telefônica Brasil (VIVT3) estão abaixo de seus pares internacionais, especialmente considerando a aceleração da implantação de sua rede de fibra e o movimento de consolidação no setor móvel como alguns fatores positivos de curto prazo que poderiam fazer com que o estoque se reavaliasse. Em uma análise de múltiplos, os especialistas destacam que as ações da Telefônica (VITV3) estão sendo negociadas a EV/EBITDA21e (Valor da Firma/Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) de 4,7 vezes, ligeiramente acima de TIMS3 (a 4,3 vezes), mas abaixo da America Movil (a 5,2 vezes) e outros pares internacionais (média de 6,1 vezes) – no preço-alvo do Safra, as ações da Telefônica (VIVT3) devem ser negociadas a um múltiplo EV/EBITDA21e de 5,9 vezes e P/L21e (Preço sobre o Lucro) de 19,3 vezes. Na opinião dos analistas, em virtude da aceleração da implantação da rede de fibra e do processo de consolidação pelo qual o setor móvel está passando, o múltiplo de VIVT3 poderia ser reclassificado. Acordo de parceria O relatório do Safra destaca ainda que a Telefônica Brasil (VIVT3) assinou um acordo de parceria para o desenvolvimento e exploração de uma rede de fibra ótica neutra e independente no mercado brasileiro por meio da FiBrasil Infraestrutura e Fibra Ótica S.A – ou simplesmente FiBrasil. A parceria envolve, além da Telefônica Brasil, o grupo global de investimentos CDPQ (Caisse de dépôt et placement du Québec) e a TEF Infra (Telefónica Infra, S.L.U.), subsidiária da controladora Telefónica S.A. O negócio foi avaliado em 16,5 vezes Ebitda 2020 Pro-forma (muito acima dos múltiplos das operadoras de Telecom e mais alinhado com o múltiplo da infraestrutura de telecomunicações). A CDPQ fará um investimento total de R$ 1,8 bilhão (incluindo pagamentos à Vivo e contribuições à FiBrasil) por uma participação de 50% na nova empresa (representando, portanto, um EV total de R$ 3,6 bilhões para o negócio). A TEF Infra também terá de contribuir, em condições econômicas equivalentes, com uma participação de 25% na FiBrasil. A composição acionária da nova empresa passará a ter a CDPQ como detentora de 50% do capital social, seguida pela Telefônica do Brasil e TEF Infra, ambas com 25% do capital remanescente. Expansão da rede De acordo com o relatório do Safra, os investimentos feitos pelas três empresas em conjunto contribuirão para a expansão da rede FTTH (rede de fibra óptica para residências) para novas localidades (foco em cidades de médio porte fora do Estado de São Paulo, ainda não exploradas). O plano da FiBrasil é chegar a 5,5 milhões de HP (Home Passed, termo adotado pelo setor para designar o número de domicílios cobertos pela rede) nos próximos quatro anos, com a Telefônica Brasil, cliente âncora, contribuindo com 1,6 milhão. Ações da Telefônica (VIVT3): prós e contras de investir Entre os motivos para se investir em ações da Telefônica (VIVT3), conforme o Safra, está a liderança no mercado de telecomunicações, com estratégia orientada à qualidade, portfólio premium e bom mix de clientes; resultados sólidos e positivos, surpreendendo na velocidade e no tamanho das sinergias com a GVT; fornecimento da maior geração de fluxo de caixa livre do setor, devido a uma combinação de alta lucratividade e menor investimento; e possíveis benefícios com a mudança na regulamentação brasileira de telecomunicações. Em relação aos riscos, o Safra aponta que, “como líder em clientes premium, a empresa geralmente cobra tarifas acima de seus concorrentes. Um risco seria a concorrência se tornar mais agressiva nos preços”. Outro, de acordo com os analistas, seria “a competição se tornar capaz de aumentar a percepção da proposta de valor/qualidade com os clientes, diminuindo essa vantagem competitiva da Telefônica”. Veja Mais

Tesouro encurta dívida em momento de tensão

Valor Econômico - Finanças Com juro longo em alta, LTNs curtas e NTN-Bs ganham espaço Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

WHG nasce sob modelo híbrido de gestão de fortunas

Valor Econômico - Finanças Casa fundada por ex-Credit Suisse reúne private, asset e DTVM, com meta de R$ 20 bilhões em ativos neste ano Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Biden recoloca o quadro de Roosevelt no Salão Oval

Valor Econômico - Finanças O cenário para preços de ativos no Brasil continua complicado Por mais de uma década, os principais bancos centrais do mundo sustentam os preços dos ativos financeiros sobre os ombros da política monetária. Os ganhos de produtividade decorrentes da exitosa inserção da Ásia no mercado global, somados às mudanças estruturais no mercado de trabalho que comprimiram significativamente o custo de mão de obra, permitiram um longo período de juros excepcionalmente baixos e abundante liquidez global. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Limitação do prazo de stay period

Valor Econômico - Finanças As inovações estruturais trazidas pela Lei nº 14.112/2020 propiciam otimismo em relação ao sucesso das recuperações judiciais Dentre os inúmeros aspectos que podem ser elencados como desafios à aprovação de um plano de recuperação judicial, dois são preponderantes: a) a assimetria informacional sobre as condições de recuperação da empresa existente entre os gestores/sócios da recuperanda e seus credores; b) a heterogeneidade existente dentro dos grupos homogêneos de credores divididos em classe por critério legal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BNDES atuará como garantidor de operações estruturadas

Valor Econômico - Finanças Ação-piloto com a cooperativa Cotrijal marcou a estreia do banco de fomento na nova modalidade de crédito rural Produtores rurais de todo o país têm uma nova modalidade de financiamento privado da atividade e renegociação de dívidas fora do sistema bancário. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou ontem o modelo de operação estruturada de crédito, por meio da securitização de ativos com a emissão de Cédulas de Produto Rural (CPRs) e o empacotamento desses títulos em Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) emitidos com a garantia da instituição. A medida pode reduzir custos e abrir as portas do mercado de capitais para pequenos e médios agricultores e pecuaristas, além de ajudar a saldar um passivo bilionário de débitos com credores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Escassez de insumos desorganiza o mercado de bens de consumo

Valor Econômico - Finanças Recuperação nos EUA e na China eleva o risco de novos gargalos neste ano Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Senador apresenta PEC para restringir decisões monocráticas do STF

Valor Econômico - Finanças 'Objetivo é evitar a interferência individual dos ministros do STF nas competências de outros Poderes', justifica Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) Um dia após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que o Senado instale a CPI da covid para investigar supostas irregularidades cometidas pelo governo na pandemia, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) colheu as assinaturas necessárias e protocolou, na tarde de hoje, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, se aprovada, restringirá o alcance de decisões monocráticas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras assina acordo com a União sobre cessão onerosa nos campos de Sépia e Atapu

Valor Econômico - Finanças O contrato de cessão onerosa incluiu o exercício de atividades de exploração e produção nas áreas de Sépia e Atapu A Petrobras informou em comunicado que o conselho de administração aprovou a assinatura de acordo com a União, que estabelece as participações em cada contrato e o valor de compensação à Petrobras no caso de licitação dos volumes excedentes da cessão onerosa nos campos de Sépia e Atapu. O contrato de cessão onerosa incluiu o exercício de atividades de exploração e produção nas áreas de Sépia e Atapu, em volume de produção limitado a 500 milhões de barris de óleo equivalente (boe) em Sépia e 550 milhões de boe em Atapu. Em 2019, diante da ausência de ofertas na licitação em regime de partilha dos volumes excedentes ao contrato de cessão onerosa nos campos de Sépia e Atapu, Petrobras e a Pré-Sal Petróleo (PPSA) — representante da União nos contratos de partilha — negociaram condições mais competitivas para um nova licitação das áreas. A partir da publicação de duas portarias, Petrobras e PPSA definiram “os valores das compensações a serem pagas pelo novo contratante à Petrobras pelo diferimento do fluxo de caixa nas duas áreas, bem como a participação dos contratos de cessão onerosa e de partilha, conferindo maior previsibilidade e atratividade à licitação”. Pelo campo de Atapu, a Petrobras receberá US$ 3,25 bilhões, e pelo campo de Sépia, a compensação líquida firme será de US$ 3,2 bilhões. “Os valores das compensações líquidas firmes serão acrescidos de complemento (earn out), devidos entre 2022 e 2032, que será exigível a partir do último dia útil do mês de janeiro do ano subsequente ao que o preço do petróleo tipo Brent atingir média anual superior a US$40/bbl [barril], limitado a US$70/bbl”, afirma o comunicado. Os complementos têm carência de um ano para pagamento da 1ª parcela do “earn out”, de 2023 para 2024, corrigida à taxa de 8,99% ao ano. As condições previstas serão refletidas em um acordo de coparticipação que vinculará a Petrobras e os novos contratantes das áreas. Veja Mais

Reação de Bolsonaro a Barroso é tentativa de ‘criar falsas guerras’, afirmam governadores

Valor Econômico - Finanças O consórcio de governadores do Nordeste manifestou, em nota divulgada hoje, repúdio às declarações do presidente Jair Bolsonaro contra o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). No texto, os governadores qualificam a postura de Bolsonaro de "virulenta e destrutiva", cobram foco no combate à pandemia de covid-19 e dizem que não se pode "jogar com a vida". "É absolutamente inaceitável ver o nosso país enfrentar uma crise tão profunda, que tem provocado tantas perdas, em meio à insana tentativa de criar falsas guerras, sem argumentos, apenas falácias e acusações vazias, além de destemperadas", diz a nota, assinada pelos governadores do Piauí (Wellington Dias), Alagoas (Renan Calheiros Filho), Paraíba (João Azevedo), Bahia (Rui Costa), Pernambuco (Paulo Câmara), Ceará (Camilo Santana), Rio Grande do Norte (Fátima Bezerra), Maranhão (Flávio Dino) e Sergipe (Belivaldo Chagas). Ontem, Barroso acatou pedido de senadores, em caráter liminar (temporário), que determina a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, para averiguar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia. Os autores do pedido conseguiram, em fevereiro, o número necessário de assinaturas de apoio à iniciativa exigido para abertura da comissão. Vídeo: Veja o resumo dos principais fatos políticos da semana Clima de crise institucional em Brasília Em reação à decisão, Bolsonaro afirmou hoje que falta ao ministro “coragem moral” e sobra “imprópria militância política”. Em postagem nas redes sociais, o presidente disse que o ministro do STF se omite ao não determinar que o Senado também abra processos de impeachment contra integrantes da Corte. Ontem, em entrevista à CNN, Bolsonaro afirmou que a CPI tem como único objetivo atingir o governo federal e sugeriu que os parlamentares também deveriam investigar as ações de governadores e prefeitos. Os governadores do Nordeste afirmam que nesse momento o país precisa de "ação coordenada" e "não de omissões e desorientações". "Infelizmente, enquanto lutamos para imunizar as pessoas, não estamos imunes ao descontrole e à inação de quem lidera o governo federal, diariamente fomentando e acentuando novas crises", diz a nota. "Não se pode jogar com a vida, fazer dela objeto de meros discursos em busca de isenção. O Brasil merece e exige respeito", finalizam os governadores. Líderes de partidos da oposição e algumas legendas independentes da Câmara e do Senado também saíram em defesa do ministro e criticaram as declarações de Bolsonaro. Ministros da Corte, como Marco Aurélio e Dias Toffoli também defenderam a atuação do STF. Veja Mais

Total de mortes por covid-19 no Brasil passa de 348 mil

Valor Econômico - Finanças Segundo levantamento desta sexta-feira (9) feito pelo consórcio de veículos de imprensa, foram registradas 3.647 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas e total foi a 348.934 O Brasil registrou 3.647 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, apontou o levantamento desta sexta-feira (9) feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde do país. Com isso, o total de óbitos pela doença no país subiu a 348.934. A média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 2.938 por dia, o que representa um aumento de 15% em relação aos dados registrados em 14 dias. De acordo com o balanço de hoje, fechado às 20h, foram registrados 89.090 novos casos da doença de ontem pra hoje, elevando o total de infectados por covid-19 para 13.375.414. A média móvel de casos nos últimos sete dias foi de 66.148 por dia, uma queda de 14% em relação aos casos registrados em 14 dias. Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. Dados do governo federal Segundo o Ministério da Saúde, mais 3.693 pessoas morreram de covid-19 nas últimas 24 horas, número que eleva o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus para 348.718. Os óbitos em 24 horas ficaram abaixo de dois recordes ocorridos nesta semana, em que o número diário passou de 4 mil: ontem (4.249) e terça-feira (4.195). Os casos confirmados de covid-19 somam 13.373.174 segundo o balanço da pasta fechado às 18h40 desta sexta-feira, sendo 93.317 diagnósticos contabilizados nas últimas 24 horas. Segundo o órgão, são 11.791.885 pacientes recuperados da doença e 1.232.571 sob acompanhamento. São Paulo é o Estado com mais mortes (81.750) e casos confirmados (2.618.067) de covid-19. Minas Gerais é o segundo Estado com mais casos (1.208.529) e o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos (39.038). Protesto de enfermeiros contra a demora na vacinação, em Brasília Eraldo Peres/AP Veja Mais

Confaz aprova isenção de ICMS sobre oxigênio hospitalar

Valor Econômico - Finanças Segundo o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, a medida deverá provocar uma redução significativa dos preços desse produto adquiridos pelos hospitais públicos e privados O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou a isenção do ICMS nas importações, vendas e transporte de oxigênio medicinal, informou nesta sexta-feira (9) o Ministério da Economia. A reunião do colegiado ocorreu ontem. A medida deverá fortalecer a capacidade da rede hospitalar nacional no atendimento a pacientes de covid-19, avaliou a pasta. Segundo o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, a medida deverá provocar uma redução significativa dos preços desse produto adquiridos pelos hospitais públicos e privados. ICMS pré-pago Outra medida aprovada pelo Confaz foi a autorização para que os Estados e o Distrito Federal implementem o ICMS pré-pago. Essa solução está integrada ao aplicativo para celulares “Nota Fiscal Fácil” (NFF), que já permite aos caminhoneiros a emissão de documentos fiscais de transporte diretamente de seu smartphone. “Com a decisão de hoje, fica aberto o caminho para a implantação da segunda etapa do projeto, pois a decisão do Confaz permitirá uniformizar o pagamento do imposto sobre o frete de transporte nas 27 unidades da federação, efetivando a aplicação do ICMS pré-pago”, informou a pasta. Com isso, será iniciada a segunda fase de desenvolvimento do projeto da NFF. Cada caminhoneiro poderá carregar créditos de ICMS, que ficarão disponíveis para abater o ICMS devido em suas prestações de serviço de transporte. O tributo poderá ser recolhido a partir do aplicativo, e o pagamento poderá ser feito, inclusive, pelo contratante do serviço. Veja Mais

STF: Judiciário preencheu ‘vácuo de liderança’ no combate à pandemia

Valor Econômico - Finanças Segundo o ministro Dias Toffoli, a judicialização excessiva de questões relacionadas à pandemia "demonstra um fracasso de outros segmentos e outras instituições para a resolução de problemas" O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (9) que a judicialização excessiva de questões relacionadas à pandemia "demonstra um fracasso de outros segmentos e outras instituições para a resolução de problemas e para os consensos necessários à efetividade da Constituição". Segundo o ministro Alexandre de Moraes, o Judiciário preencheu um "vácuo de liderança" no combate à pandemia, diante de um governo federal omisso para enfrentar a crise sanitária. Em evento virtual organizado pela TV Conjur sobre a responsabilidade do Judiciário nas políticas de enfrentamento à covid-19, Toffoli disse ter havido uma dificuldade de coordenação entre União, Estados e municípios para conter a crise sanitária. Sem citar o presidente Jair Bolsonaro, que hoje acusou o ministro Luís Roberto Barroso de praticar "ativismo judicial", Toffoli disse que essa prática não existe no âmbito do Supremo. "O Judiciário não acorda de manhã e resolve inventar uma decisão. Ele é provocado. Somos obrigados a decidir." Segundo ele, o Judiciário tem dado um positivo retorno à sociedade brasileira no sentido de resolver os conflitos decorrentes da pandemia. O ministro afirmou ser um mau sinal o fato de o STF ser tão demandado. Para Toffoli, isso significa que a sociedade não confia em outros meios de consenso, como aquele alcançado através da política. "A sociedade tem que confiar mais, de forma que aquilo que vai parar no Judiciário seja apenas o excepcional." Moraes disse, em sua participação no evento da TV Conjur, que "se compararmos com outros países, como Reino Unido, França e Alemanha, houve demandas judiciais, mas subsidiárias, porque desde o início da pandemia houve um pacto para que o governo central assumisse suas responsabilidades". Questões conflituosas Segundo o ministro, isso não ocorreu no Brasil, levando o país a um cenário em que muitas questões se mostraram conflituosas na administração da crise — a exemplo dos embates entre o presidente Jair Bolsonaro e governadores dos Estados. "Não havia nem um plano nacional (de combate à pandemia). Isso só ocorreu depois da atuação certeira do ministro Ricardo Lewandowski determinando o Ministério da Saúde a fazê-lo. Se você não faz e não quer deixar fazer, há um conflito que fatalmente vai chegar ao Judiciário." Lewandowski, que também se manifestou durante a videoconferência, afirmou que o governo federal "deixou de tomar iniciativas no momento apropriado, cabendo ao STF definir premissas básicas" no combate à covid-19. Ele não citou Bolsonaro nominalmente, mas lembrou frases e iniciativas do presidente da República no sentido de minimizar a pandemia. "Muita gente achou que não passava de uma gripezinha ou preconizou vários remédios alternativos em vez da vacina", disse. Para o ministro, foram as decisões do tribunal que "permitiram que a máquina estatal começasse a se movimentar", mas isso não significa que o Judiciário esteja substituindo o governo federal. "Nosso papel é, mediante provocação, dar as grandes linhas, tendo como paradigma a Constituição e as leis." Veja Mais

Efetividade da CPI será ‘nenhuma’, diz líder do governo

Valor Econômico - Finanças Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) ainda afirmou que o Judiciário terá de assumir a responsabilidade por exigir o funcionamento presencial do Senado O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (9), um dia depois de o ministro Luís Roberto Barroso determinar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o Executivo. Bezerra disse não acreditar que a comissão terá qualquer efetividade e ainda afirmou que o Judiciário terá de assumir a responsabilidade por exigir o funcionamento presencial do Senado. Governo tentará tumultuar CPI acusando governadores "Não vai haver nenhuma efetividade, e o Supremo vai ter que se responsabilizar pelos riscos que podem ocorrer com o funcionamento presencial de uma CPI. Se não funcionar de uma forma presencial porque de forma remota não tem como fazer o trabalho, o que nós estamos fazendo? Nós vamos apurar algum fato, vamos investigar algum fato nesses próximos 30, 60 dias? Claro que não", disse, em entrevista à GloboNews, nesta sexta. Bezerra citou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ao dizer que a CPI servirá como palanque político. "Se é para poder apurar no meio de uma pandemia, que eu duvido que isso venha a ter alguma efetividade, algum resultado prático, e aí eu estou com o presidente Rodrigo Pacheco, a CPI instalada agora servirá apenas de palanque político, claro, exclusivo", afirmou. CPI eleva custo da decisão de Bolsonaro sobre Orçamento O emedebista concordou que a determinação de Barroso tem precedente constitucional, mas afirmou que o magistrado deveria ter levado em conta o "ambiente de excepcionalidade" imposto pela pandemia. Segundo ele, o ideal é o STF aguardar a volta dos trabalhos presenciais. "[A decisão do Barroso] Não observou o ambiente que nós estamos vivendo hoje no Brasil, que é um ambiente de excepcionalidade", defendeu. "É evidente que tem precedentes, é evidente que está no texto constitucional, mas é evidente que a CPI não tem as condições mínimas de funcionar. Por isso era importante ter aguardado a volta dos trabalhos presenciais do Senado ou pelo menos os trabalhos semipresenciais para que se pudesse observar a instalação da CPI ou não", concluiu. Veja Mais

Guedes compara negociação do Orçamento a nave pilotada por macacos e já justifica veto

Valor Econômico - Finanças Há temor de que um veto integral a emendas azede de vez o ambiente com o Congresso Um relato – inédito quanto à riqueza de detalhes – sobre a desorganização interna do governo que levou ao imbróglio do Orçamento de 2021 foi feito nesta sexta-feira pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em evento do Bradesco BBI. Ele comparou a negociação a um foguete pousando em Marte com macacos apertando botões aleatoriamente. “Você está aterrissando a nave em Marte. Aí chega um macaco lá, aperta três botões, chuta o painel e começa a desviar a nave”, comparou. Essa confissão poderá ser útil na construção de um ambiente político que permita ao presidente Jair Bolsonaro vetar totalmente as emendas feitas por deputados e senadores para a posterior recomposição da parcela que foi efetivamente negociada. Guedes: Todos têm razão e culpa na crise do Orçamento “O presidente, se ele tiver que vetar totalmente, em nenhum momento estará indo contra o Congresso”, afirmou. “O que ele estará dizendo é o seguinte: ‘Olha, erramos alguma coisa na coordenação e precisamos consertar esse troço’.” Vídeo: Fique bem informado com o resumo político do Valor Clima de crise institucional em Brasília Essa é a posição que tem sido defendida pela área econômica. No entanto, há o temor de que o veto integral às emendas azede de vez o ambiente com o Congresso. A instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a atuação do governo no combate à pandemia torna o quadro ainda mais delicado. Por outro lado, a sanção de um Orçamento desequilibrado pode configurar crime de responsabilidade. O presidente Jair Bolsonaro avisou no jantar com empresários: “Não vou deixar o meu na reta.” Guedes promete aumentar recursos para compra de vacinas Guedes contou, no evento do Bradesco, que diversos integrantes do governo estavam falando ao mesmo tempo com o relator do Orçamento, senador Márcio Bittar (MDB-AC), mas sem trocar informações entre si. Resultado: as emendas de parlamentares enxertadas na peça com aval desses interlocutores somam quase o dobro do que seria possível admitir. Todos os envolvidos têm um pouco de razão e um pouco de culpa na crise, disse Guedes. Com exceção do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que “não se desviou do acordo”. A equipe econômica, disse, acompanhou as negociações do Orçamento até o ponto em que as emendas incluídas pelo Congresso chegaram a R$ 16 bilhões. Depois disso, houve outros “enxertos” que não passaram pelo crivo da pasta. “Tinha ministro pedindo dinheiro, prometendo mandar dinheiro para o Estado dele [de Márcio Bittar]”, disse Guedes. “Ao mesmo tempo, tinha gente falando em nome do presidente que queria um pouco mais de dinheiro para A, B ou C. Disse o relator que houve proposta de furar o teto. Cada um vinha com uma proposta diferente”, contou Guedes. O próprio responsável pela interlocução do Executivo com o Congresso à época, o então ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, se surpreendeu com o resultado. “Aparentemente, alguém tinha feito um acordo e não tinha falado com ele”, disse Guedes, sem dar detalhes. “Às vezes, até em nome do próprio governo.” “O macaco”, da imagem do foguete descendo em Marte, “no fundo, é um desacerto entre nós”. disse Guedes. “Não é pessoal, não é ninguém. O macaco pode ter sido a Economia... Outro macaco está no Congresso, o outro macaco está lá no entorno do presidente, o outro macaco é um ministro”. A verdade, admitiu, é que o interior da nave se desorganizou, até porque a disputa por recursos não é suave. “O pau come”, disse, mas “é do jogo.” O ministro frisou que não há dúvidas quanto a cumprir os acordos feitos com o Congresso. O problema é como fazer isso. Um caminho possível, admitiu, é editar créditos extraordinários, de valor delimitado, para destravar as reedições do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) e do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e construir uma solução política para o restante do Orçamento. Outra possibilidade é viabilizar tudo isso numa peça só. A questão está em estudo, afirmou o ministro. A uma plateia majoritariamente formada por pessoas do mercado financeiro, Guedes disse que as medidas para enfrentar a covid-19 e seus efeitos deverão somar até 1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. E afirmou que isso não vai derrubar o Brasil. “O que derruba o país é cheque em branco”, disse, referindo-se a uma nova declaração de estado de calamidade. Veja Mais

Dólar fecha em alta de 1,83%, a R$ 5,6745, com piora do exterior e do cenário doméstico

Valor Econômico - Finanças Além do impasse sobre o Orçamento, pesou a notícia da decisão do STF favorável à instalação da CPI da covid no Senado O dólar comercial fechou em alta firme nesta sexta-feira, perto das máximas do dia, refletindo uma recuperação dos juros das treasuries americanas e também a piora da percepção sobre o cenário doméstico. Além do impasse sobre o Orçamento, pesou a notícia da decisão do STF favorável à instalação da CPI da covid no Senado. Comentários de dirigentes do Banco Central reiterando o plano de implementar alta de 0,75 ponto da Selic em maio em um momento em que a curva de juros precifica ajuste mais intenso também foram citados como fator de cautela. No fim do pregão, a moeda americana foi negociada a R$ 5,6745, alta de 1,83%. Com isso, a queda do dólar no acumulado da semana diminuiu para 0,71%. AP Photo/Mark Lennihan, File Veja Mais

Samarco entra com pedido de recuperação judicial

Valor Econômico - Finanças A medida busca evitar que ações judiciais movidas por credores e em curso contra a empresa afetem as operações da Samarco, que foram reiniciadas em dezembro de 2020 A Samarco, produtora de pelotas de minério de ferro controlada por Vale e BHP Billiton, ajuizou nesta sexta-feira (9) pedido de recuperação judicial em uma das varas empresariais da comarca de Belo Horizonte (MG). O pedido foi confirmado pela Vale em comunicado ao mercado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

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Juros futuros têm forte alta com temor fiscal no radar

Valor Econômico - Finanças Ao fim da sessão regular, o juro do DI com vencimento em janeiro de 2022 subiu de 4,66% para 4,73% e o do DI para janeiro de 2023 escalou de 6,42% para 6,585 As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) encerraram a sessão desta sexta-feira (9) em alta — movimento que foi mais intenso na parte longa da curva. O movimento refletiu temores fiscais associados ao impasse acerca do Orçamento de 2021 e o avanço do retorno dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) de dez anos, que registravam alta de 3 pontos-base para 1,662%, por volta das 16h20 desta sexta. Ao fim da sessão regular, às 16h, o juro do DI com vencimento em janeiro de 2022 subiu de 4,66% no ajuste anterior para 4,73% e o do DI para janeiro de 2023 escalou de 6,42% para 6,585. Já a taxa do DI para janeiro de 2025 saltou de 8,11% para 8,30% e a do DI para janeiro de 2027 disparou de 8,75% para 8,94%. No início da tarde, declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçaram a perspectiva de indefinição sobre o futuro da peça orçamentária. Guedes afirmou que nem todos os acordos por emendas foram acompanhados pela área econômica, uma divergência em relação ao que o relator do texto, o senador Marcio Bittar, apontou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. O chefe da Economia também pontuou que “certamente” houve erro da equipe econômica nas negociações em torno do tema, citando “ministro que pula a cerca e vai negociar”. “Tem ministro fura-teto aqui; é natural”, afirmou Guedes, sem dar nomes. Por volta das 15h, o movimento de alta das taxas foi reforçado. Os juros do DI então renovaram as máximas, se aproximando de um avanço de 20 pontos-base, reagindo a informações extraoficiais que circulavam na imprensa e davam conta de que um parecer do Senado Federal e da Câmara dos Deputados possibilitaria que o presidente Jair Bolsonaro sancionasse o Orçamento para 2021 sem vetos. “Ainda que possa haver um parecer embasando uma decisão, sancionar esse Orçamento me parece ser o caminho menos prudente, sob a ótica do risco fiscal”, diz um operador de renda fixa. “Prolonga uma incerteza para o mercado e as taxas abriram mais”, completa este profissional. A curva de juros, deste modo, ganhou inclinação ao longo desta semana. Na quinta-feira da semana passada, o spread entre a taxa do DI para janeiro de 2027 e a para janeiro de 2022 era de 4,14 pontos percentuais (pp). Hoje, fechou o pregão regular em 4,21 pp. Com o estresse de hoje, o mercado elevou marginalmente as apostas em alta de 1 pp da Selic em maio. Ontem, a chance era de 65,28% de uma alta dessa magnitude. No fechamento de hoje, essa probabilidade era de 68% (92 pontos-base ou 0,92 pp)— e 32% eram de chance de uma elevação de 0,75 pp, caso apenas estas duas alternativas fossem consideradas. Isto apesar da reiterada sinalização do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que o Copom irá elevar a Selic em 0,75 pp na próxima reunião. Para o fim de 2021, o mercado bota nos preços hoje um juro básico próximo de 6,5% ao ano. O exterior também contribuiu com a pressão na curva local, já que o retorno do Treasury com vencimento de dez anos voltou a subir, para o patamar de 1,66%. O índice de preços ao produtor dos Estados Unidos (PPI), por exemplo, avançou 1% em março, acima do consenso de 0,5%, o que ajudou a conduzir a alta dos yields americanos. De acordo com o Wells Fargo, o indicador aponta que a inflação está ganhando tração nos EUA. “No entanto, com os gargalos da cadeia de abastecimento e a ampla reabertura da economia abastecendo os ganhos, o Federal Reserve provavelmente continuará sem mudar a sua política, enquanto espera para ver se a recente elevação [da inflação] terá poder de permanecer para além deste ano”, escreveu a economista-sênior do banco, Sarah House, em relatório. Veja Mais

Não é o momento de reabrir escolas, diz pediatra e sanitarista Daniel Becker

Valor Econômico - Finanças Especialista observa que há locais com sinais de melhora nos números da pandemia, mas afirma que seria necessário consolidação da queda de casos e mortes para mandar crianças para aula presencial Diante da alta taxa de transmissão da variante brasileira do coronavírus e do colapso do setor de saúde em todo o país, este não é o momento de reabrir escolas, afirmou o pediatra e sanitarista Daniel Becker na Live do Valor desta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Energia solar produzida pelo próprio consumidor pode gerar R$ 139 bi em investimentos até 2050

Valor Econômico - Finanças Cálculo foi feito pela Absolar em estudo inédito obtido pelo Valor A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) calcula que projetos de geração distribuída de energia solar fotovoltaica, como é chamada a energia solar produzida pelo próprio consumidor, podem trazer R$ 139 bilhões em novos investimentos para o Brasil até 2050, segundo estudo inédito obtido pelo Valor. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Não há pressão de demanda na inflação, diz gerente do IBGE

Valor Econômico - Finanças Aceleração do IPCA, especialmente nos últimos 12 meses, está ligada à alta de preços monitorados, com menor influência de demanda, aponta o representante do instituto O gerente do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), Pedro Kislanov, descartou influência de pressão de demanda na alta de 0,93% da inflação em março. Ele afirmou que a aceleração da inflação está mais ligada ao movimento dos preços monitorados, como gasolina e gás de botijão, e que houve inclusive desaceleração nos preços de serviços. “Não dá para dizer ainda que há uma pressão de demanda no índice, ainda mais nesse contexto de medidas restritivas, de muitos estabelecimentos fechados... A gente vai ter que aguardar os próximos meses para ver se nota uma aceleração dos serviços e dos componentes que têm a ver com a demanda”, afirma Kislanov, responsável pela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Ele ponderou que a aceleração do IPCA, especialmente nos últimos 12 meses, está ligada à alta de preços monitorados, com menor influência de demanda. “Essa aceleração do IPCA, especialmente nos últimos 12 meses, tem muito a ver com monitorados, que não têm tanto a ver com uma pressão de demanda. Normalmente, os preços de gasolina, diesel, gás de botijão são reajustados na refinaria e acabam chegando efetivamente no consumidor final, isso não tem tanto a ver com demanda”, diz. A inflação de serviços, que era de 0,55% em fevereiro, ficou em 0,12% em março. Vários itens tiveram deflação, como transporte por aplicativo (-3,42%), passagem aérea (-1,96%), aluguel de veículos (-14,02%), pacote turístico (-2,93%) e hospedagem (-1,38%). Veja Mais

Ministro da Saúde visita hoje Fiocruz e participa da assinatura de acordo de cooperação

Valor Econômico - Finanças Marcelo Queiroga vai estar na cerimônia de assinatura do memorando de interesse científico e tecnológico que envolve Fiocruz e Unifesp O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, visita na tarde desta sexta-feira as instalações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. Queiroga vai ser introduzido às ações da instituição no enfrentamento à pandemia de covid-19, vai à fábrica de vacinas de Bio-Manguinhos (Fiocruz) e participará da cerimônia de assinatura de um memorando de interesse científico e tecnológico que envolve Fiocruz e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em comunicado, a Fiocruz informa que a interação planejada com a Unifesp tem como objetivo "produzir conhecimento e formular propostas para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e contribuir para solucionar os graves problemas surgidos em decorrência da pandemia". Tony Winston/MS Entre as áreas visadas na parceria, a instituição cita: o acompanhamento da efetividade de vacinas; a atenção básica em saúde; as variantes do novo coronavírus e seus impactos sobre o SUS; a epidemiologia da covid-19 em ambientes escolares; e propostas de inovação tecnológica e social. O comunicado reforça que a busca de soluções será "baseada em evidências científicas". Além de Queiroga, participam da cerimônia a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, e a reitora da Unifesp, Soraya Soubhi Smaili. O acordo é encarado como uma amadurecimento das relações iniciadas em torno da vacina de Oxford/AstraZeneca, envasada na instituição fluminense, mas com testes clínicos no Brasil realizados pela Unifesp. Especificamente sobre estudos de efetividade, a ideia é, a partir da vacinação em massa, acompanhar a efetividade da vacina nos diferentes extratos e faixas etárias, tanto na proteção contra as formas graves da doença, quanto na comparação com outros imunizantes. A intenção é que esse acompanhamento tenha abrangência nacional para captar eventuais alterações regionais no desempenho da vacina. Há intenção de estruturação de "biobancos" para investigar o processo de infecção em pessoas vacinadas. Para isso, a parceria pretende constituir rede de biobancos com amostras corporais dos diferentes grupos de vacinados a fim de se realizar de estudos genômicos. Na atenção básica, entre outras frentes, serão observadas sequelas pós-Covid-19, sobretudo em populações pobres e no campo da saúde mental. Outra frente de destaque do trabalho pretendido é a observância do vírus no ambiente escolar ante o retorno progressivo dos estudantes à escola. "A meta é analisar tendências demográficas, regionais, em pré-escolas, escolas primárias e secundárias. As duas instituições querem avaliar a vigilância de síndrome gripal e as intervenções locais instituídas e promover uma educação continuada, visando monitorar e retroalimentar dados para um plano de promoção de saúde da população escolar", informa a Fiocruz. Veja Mais

À Mesa com o Valor - Nísia Trindade: Vacina não é bala mágica, e máscara e distanciamento são necessários, diz presidente da Fiocruz

Valor Econômico - Finanças Presidente da Fiocruz lida com os percalços de fornecer a maior aposta do governo federal para a imunização Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BofA eleva meta de finanças sustentáveis

Valor Econômico - Finanças De acordo com o banco, a meta ampla de finanças sustentáveis é aderente às metas de desenvolvimento sustentáveis (SDGs) das Nações Unidas O Bank of America mais que triplicou a meta de sua iniciativa de crescimento de negócios ambientais. Os novos objetivos foram ajustados de US$ 300 bilhões até 2030, definidos em 2019, para US$ 1 trilhão no mesmo período. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fed acalma os ânimos e S&P alcança novo recorde

Valor Econômico - Finanças O Dow Jones encerrou em alta de 0,17%, a 33.503,57 pontos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BEI tem recursos, mas Brasil precisa apresentar projetos

Valor Econômico - Finanças Executivo do banco europeu diz haver grande interesse na AL Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Gerdau vence no TRF disputa sobre ágio

Valor Econômico - Finanças Decisão sobre reestruturação interna é a primeira favorável ao contribuinte no Sul do País Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mudanças no Serviço Florestal Brasileiro

Valor Econômico - Finanças Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, decidiu trocar o comando e reestruturar o SFB A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, decidiu trocar o comando do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão que neste governo migrou do Ministério do Meio Ambiente para a Pasta comandada por ela. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Falta de componentes avança em 2022

Valor Econômico - Finanças Indústria esperava regularização no fornecimento de suprimentos para eletrônicos este ano Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em TV da Itália, Lula pede desculpas por não ter extraditado Cesare Battisti

Valor Econômico - Finanças O ex-presidente brasileiro pediu desculpas à população italiana por não ter extraditado o ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, condenado na Itália por assassinato e que se refugiou no Brasil O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu desculpas à população italiana por não ter extraditado Cesare Battisti, ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, que foi condenado na Itália por assassinato e se refugiou no Brasil. "Peço desculpas ao povo italiano, pensei que ele não era culpado, mas depois de sua confissão, só posso me desculpar", disse o petista, em entrevista concedida na tarde desta sexta-feira (9) à TG2 Post. "Enganei-me ", disse Lula, que já havia demonstrado arrependimento anteriormente em relação ao caso."Tomei a decisão baseado em uma orientação do Ministério da Justiça", afirmou, em referência à equipe do então ministro Tarso Genro. "E pensei que era uma decisão correta porque achei que era inocente", completou. Lula concede entrevista ao canal italiano TG2 Post, nesta sexta-feira (9) Reprodução Battisti foi entregue à Itália pelo governo de Jair Bolsonaro. No último dia de seu mandato, em 2010, o petista concedeu asilo ao italiano, que foi preso na Bolívia em janeiro de 2019 e extraditado para a Itália, onde cumpre prisão perpétua. Em agosto do ano passado, Lula afirmou em um programa de debates da TV Democracia que se arrependeu de ter defendido Battisti. "Hoje, acho que, assim como eu, todo mundo da esquerda brasileira que defendeu Cesare Battisti aqui ficou frustrado, ficou decepcionado. Eu não teria nenhum problema de pedir desculpas à esquerda italiana e às famílias do Battisti", disse Lula, na ocasião. Enganou "muita gente no Brasil" O ex-presidente alegou que seu então ministro Tarso Genro, assim como outros líderes da esquerda brasileira, estavam convencidos da inocência de Battisti, acrescentando que o italiano enganou "muita gente no Brasil". "Não sei se enganou muita gente na França, mas, na verdade, muita gente achava que ele era inocente. Nós cometemos esse erro, pediremos desculpas", declarou Lula, que lamentou que o caso tenha "comprometido" suas boas relações com o governo italiano e "com toda a esquerda italiana e a esquerda europeia". Tarso já havia cobrado uma autocrítica do Brasil depois que Battisti admitiu, em março de 2019, a participação em quatro homicídios cometidos no final dos anos 1970, quando era expoente de um dos tantos grupos armados da esquerda (havia também os de direita) que se insurgiram contra o Estado. Nesta sexta, Lula também pediu desculpas ao "camarada Napolitano" durante a entrevista à TV italiana. Após a prisão de Battisti, o petista foi alvo de muitas críticas de seu aliado histórico, o ex-presidente italiano Giorgio Napolitano, ícone da centro-esquerda e que conhece Lula desde os anos 1980. "Tenho muitos amigos na política italiana, nos sindicatos, na igreja", afirmou Lula. O ex-presidente criticou ainda a gestão do governo Bolsonaro em relação à pandemia de covid-19 no Brasil, que já matou mais de 340 mil pessoas e está em sua fase mais dura, atingindo mais de 4.000 mortes diárias. Veja Mais

Diretora-executiva vai assumir presidência do IBGE de forma interina

Valor Econômico - Finanças Marise Ferreira é funcionária de carreira do instituto desde 1984 e assumiu como diretora-executiva em outubro de 2020 Em nota divulgada nesta sexta-feira (9), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a presidência passará a ser ocupada, interinamente, pela atual diretora-executiva, Marise Ferreira, após a publicação da exoneração de Susana Cordeiro Guerra no "Diário Oficial da União" (DOU). Na estrutura do IBGE, na ausência do presidente, quem o substitui de forma interina em casos de férias e licenças é o diretor executivo. Funcionária de carreira do instituto desde 1984, Marise assumiu como diretora-executiva em outubro de 2020. Antes disso, era coordenadora geral do Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI), cargo que assumiu em maio de 2019, após mudanças na gestão promovidas por Susana Cordeiro Guerra. Com formação em Direito, Marise atuou na coleta de pesquisas por cinco anos nos anos 1980, até ser transferida para a área administrativa, onde exerceu, entre outras funções, a supervisão de Recursos Humanos na unidade estadual do Rio de Janeiro. A partir de 1995, ela passou a trabalhar no CDDI, onde atuou por mais de 25 anos, ocupando os cargos de assessora, gerente de Planejamento e Organização; coordenadora de Produção na Disseminação das Informações; coordenadora substituta e coordenadora-geral. Desde o pedido de exoneração feito pela presidente do IBGE, há duas semanas, nem o Ministério da Economia – pasta à qual está ligado o instituto – nem o ministro Paulo Guedes fizeram qualquer menção sobre quem substituiria Susana no comando do instituto. Procurada pelo Valor nesta sexta-feira, a assessoria de imprensa do Ministério da Economia afirmou não ter a informação sobre quem será o novo presidente do instituto. “Quando tivermos, será divulgado à imprensa”, informou. Veja Mais

Megatelecom compra a operadora Evo Telecom, de fibra óptica

Valor Econômico - Finanças "Pagamos um múltiplo entre 5 e 6 vezes o Ebitda da empresa pro forma", disse o CEO Carlos Eduardo Sedeh A operadora regional Megatelecom comprou a totalidade das ações da Migtel Telecomunicações, que opera sob a marca Evo Telecom. As empresas atuam no mercado de fibra óptica para o mercado empresarial (B2B, na sigla em inglês), principalmente em São Paulo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras conclui venda de participação na Eólica Mangue Seco 1 para a V2I Energia

Valor Econômico - Finanças O valor da venda, de R$ 44 milhões, inclui os ajustes previstos no contrato de compra e venda de ações A Petrobras comunicou nesta sexta-feira (9) que concluiu a venda de sua participação de 49% na sociedade Eólica Mangue Seco 1 para a V2I Energia S.A, por R$ 44 milhões. A quantia inclui os ajustes previstos no contrato de compra e venda de ações. “Essa operação está alinhada à estratégia de otimização de portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à maximização de valor para os seus acionistas”, informou a Petrobras, em comunicado. A Eólica Mangue Seco 1 faz parte de um complexo de quatro parques eólicos (Mangue Seco 1, Mangue Seco 2, Mangue Seco 3 e Mangue Seco 4), localizado em Guamaré, no Rio Grande do Norte, com capacidade instalada total de 104 megawatts (MW). A Eólica Mangue Seco 1 detém e opera um parque eólico com capacidade de 26 MW. A V2I é subsidiária do Vinci Energia Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura, que tem como gestora a Vinci Infraestrutura Gestora de Recursos. Divulgação/Petrobras Veja Mais

Argentina estuda controle de preço do petróleo em projeto de lei

Valor Econômico - Finanças A aprovação de controles aprovados por lei enviaria um sinal claro sobre as regras sob as quais empresas podem produzir petróleo na Argentina nos próximos anos O governo da Argentina busca controles de longo prazo dos preços do petróleo, enquanto o país corre contra o tempo para desenterrar seu tesouro de gás de xisto na Patagônia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fleury adquire controle da clínica de ortopedia Vita, de São Paulo

Valor Econômico - Finanças O Fleury comprou 66% da clínica de ortopedia Vita, de São Paulo, por R$ 136,8 milhões. Segundo a companhia, parte relevante desse montante será destinada à expansão orgânica e inorgânica. A nova presidente do Fleury, Jeane Tsutsui, anunciada nesta semana, vai acelerar as aquisições, principalmente, de negócios não ligados à medicina diagnóstica. Atualmente, a companhia de medicina diagnóstica tem entre cinco ou seis ativos em fase avançada de negociação. “Acredito que há potencial para escalar essas áreas”, disse Jeane ao Valor, ao comentar a nova aquisição do grupo. A receita líquida do Vita, no período de 12 meses encerrado em 30 de junho de 2020, atingiu R$ 42,3 milhões. A companhia já tem outros negócios nessa especialidade médica, onde são feitas cirurgias e tratamento ortopédico. O Vita já era parceiro do Fleury e uma de suas unidades fica dentro do Day Clinic do Fleury, onde são realizadas cirurgias ortopédicas. Fundada há 20 anos, a Vita tem nove unidades na capital paulista, 40 médicos e 80 terapeutas. “Esta aquisição reforça a estratégia de aceleração de crescimento e de expansão da presença do Grupo Fleury na cadeia de saúde, com soluções cada vez mais completas e integradas por meio de sua Plataforma, além de se posicionar com uma oferta ainda mais robusta nessa especialidade, que já conta com o Centro Avançado de Diagnóstico por Imagem Osteomuscular e o Day Clinic em Ortopedia, ambos serviços na marca Fleury”, informa comunicado da companhia. Divulgação Veja Mais

STJ rejeita recurso da PGR contra anulação da quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro

Valor Econômico - Finanças Recurso pedia para que o caso fosse enviado ao STF e que a quebras de sigilo, mantida O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, negou um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a decisão da Quinta Turma que anulou as quebras de sigilo bancário e fiscal da investigação do caso das "rachadinhas" do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). O recurso extraordinário pedia para que o caso fosse enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e que as quebras de sigilo fossem mantidas. O argumento da PGR era que a decisão, tomada pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, atendeu os requisitos legais e constitucionais e, portanto, deveria ser restabelecida. Flávio Bolsonaro Jefferson Rudy/Jefferson Rudy/Agência Senado Pelo regimento, esse tipo de pedido é encaminhado para a vice-presidência da Corte. Como o caso tramita em sigilo, porém, não foi possível ter acesso à íntegra da decisão de Mussi. No fim de fevereiro, a Quinta Turma do STJ decidiu, por um placar de quatro a um, anular as quebras de sigilo da investigação, o que significa a retirada das principais provas do caso. No mês seguinte, porém, dois recursos que poderiam inviabilizar a continuidade das investigações abertas contra o filho do presidente Jair Bolsonaro foram negados pelo colegiado. Um deles pedia a anulação do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com dados sobre possíveis transações bancárias suspeitas de Flávio e seu então assessor, Fabrício Queiroz. Ele é apontado como operador do esquema de contratação ilegal e desvio dos salários de funcionários de gabinete de Flávio no período em que ele foi deputado estadual no Rio de Janeiro. Ainda em março, os ministros também rejeitaram outro apelo para tentar reverter todas as decisões de Itabaiana no caso. No mesmo dia, porém, o STJ determinou a soltura de Queiroz e de sua mulher, Márcia Aguiar. Eles cumpriam regime domiciliar desde meados do ano passado. Veja Mais

Nova onda de covid-19 em Michigan preocupa os EUA

Valor Econômico - Finanças O Estado vem registrando uma média de 7 mil contágios por dia, cifra próxima ao pico atingido em novembro, quando o país enfrentou a pior fase da pandemia O crescente número de casos de covid-19 em Michigan, no centro-norte dos Estados Unidos, está preocupando especialistas e as autoridades de saúde. O Estado vem registrando uma média de 7 mil contágios por dia, cifra próxima ao pico atingido em novembro, quando o país enfrentou a pior fase da pandemia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

China puxa aumento das exportações brasileiras de carne bovina

Valor Econômico - Finanças Receita dos embarques cresceu 12% em março, para US$ 713,5 milhões As exportações de carne bovina (in natura e processada) do país alcançaram 159,4 mil toneladas e renderam US$ 713,5 milhões em março, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Em relação ao mesmo mês de 2020, o volume cresceu 8% e a receita foi 12% maior. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Marco legal do gás precisa de regulamentação rápida para atrair investimentos, diz CNI

Valor Econômico - Finanças Para confederação, ainda há muito por fazer para a melhora do ambiente de negócios O governo deve acelerar a regulamentação da Lei do Gás, sancionada na quinta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, para que a norma tenha efetividade e atinja o propósito de atrair investimentos nacionais e estrangeiros ao setor. A avaliação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que, embora considere o marco regulatório positivo, diz que ainda há muito a ser feito para a melhora do ambiente de negócios no setor. Segundo a CNI, uma célere e efetiva regulamentação do novo marco legal do gás natural é o caminho para atrair investimentos, ampliar a concorrência e reduzir os preços do combustível. Taha Sas/Unsplash Os pontos principais a serem regulamentados para que a lei tenha eficiência são a classificação de gasodutos com regras claras para transporte e distribuição do insumo, a criação de mecanismos para harmonização de regulações federais e estaduais e o detalhamento de autorizações para a construção de novos gasodutos, afirma. O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse em nota que um mercado de gás mais moderno e competitivo impulsionará investimentos e terá potencial para reduzir o preço do insumo para a indústria e para o consumidor final. “A abertura do mercado à competição e a queda do preço do gás natural de forma consistente são cruciais para o país superar a grave crise provocada pela covid-19”, afirmou. “O país terá agora melhores condições para atrair investimentos, enfrentar a acirrada concorrência externa e criar empregos no pós-pandemia”, acrescentou Andrade. Veja Mais

Brasil une-se a países que pedem engajamento da OMC por maior oferta de vacinas

Valor Econômico - Finanças Lista inclui Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Nova Zelândia, Noruega e Turquia O Brasil participará de uma iniciativa que defende o engajamento imediato da Organização Mundial do Comércio (OMC) nas negociações para a ampliação da produção e distribuição de vacinas e de medicamentos ligados ao enfrentamento da covid-19. Também defendem a proposta Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Nova Zelândia, Noruega e Turquia. Em nota conjunta, os ministérios das Relações Exteriores, da Saúde, da Economia e da Ciência, Tecnologia e Inovações dizem que a iniciativa é “convergente com as posições brasileiras históricas na matéria e com a busca por soluções responsáveis, transparentes e eficazes que o Brasil vem promovendo nos foros internacionais em resposta à pandemia”. O governo defende que a proposta coincide com a ideia esboçada pela nova diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, compartilhada pelo Brasil, de uma “terceira via” que promova “engajamento efetivo e imediato de todos os membros” da organização no combate à pandemia. Linha de produção da vacina Sputnik V, na farmacêutica russa Biocad, em São Petersburgo Sergey Ponomarev/FMI Seria uma alternativa tanto ao chamado “nacionalismo das vacinas” quanto à ampla permissão para a quebra de patentes no combate à covid-19, conforme proposta encabeçada por Índia e África do Sul. Segundo o governo brasileiro, a medida “encoraja” a nova diretora-geral a mediar contatos entre desenvolvedores e fabricantes de vacinas e equipamentos médicos com o objetivo de assegurar a identificação e o uso de capacidade instalada para a produção dos medicamentos; facilitar a celebração de acordos de licenciamento para a transferência de tecnologia, expertise e know-how; e identificar e resolver barreiras comerciais à produção e à distribuição dos produtos, inclusive relativas à propriedade intelectual. “O Brasil continuará a participar de todas as discussões na OMC sobre iniciativas para combater a pandemia, inclusive aquelas relacionadas ao sistema de propriedade intelectual”, diz a nota. O comunicado destaca ainda que todos os países-membros da organização estão habilitados pelo Acordo TRIPS, que regula os direitos de propriedade intelectual, “a decretar o licenciamento compulsório de patentes como forma de atender a imperativos de ordem pública, modalidade prevista na legislação nacional”. “A legislação brasileira está plenamente em linha com o Acordo de TRIPS e contém todos os dispositivos para estimular a inovação, a transferência de tecnologia e as variadas modalidades de acordos de licenciamento”, afirma. Veja Mais

Leilão de 5 terminais portuários fecha semana intensa no setor de infraestrutura

Valor Econômico - Finanças Quatro deles estão no Porto do Itaqui (MA), destinados à movimentação de granéis líquidos. Há ainda um terminal de carga geral em Pelotas (RS) A semana intensa de leilões de infraestrutura do governo federal se encerra hoje com o leilão de cinco terminais portuários, quatro deles no Porto do Itaqui (MA), destinados à movimentação de granéis líquidos, e um terminal de carga geral, em Pelotas (RS). A sessão será realizada a partir das 15h, na sede da B3, em São Paulo. Entre os terminais no Maranhão, dois são frutos de ativos já existentes, nos quais há movimentação de combustíveis. A expectativa é que os atuais arrendatários, que operam com contratos de transição, vençam a disputa. O primeiro deles, o IQI 03 tem uma área de 25.416 m². No local, já existe uma operação da Ipiranga, mas o lote que será ofertado inclui também uma área adicional que terá que ser construída. A previsão de investimentos é de R$ 106,5 milhões ao longo de 25 anos de contrato. Vencerá a disputa quem oferecer a maior outroga, cujo valor mínimo foi fixado em R$ 42,5 milhões. O segundo terminal, o chamado IQI 11, tem área de 33.607 m² e é atualmente operado pela Petróleo Sabbá (Raízen). A previsão é de R$ 133,3 milhões de investimentos na área, ao longo dos 20 anos de arrendamento. O vencedor da disputa será aquele que oferecer a maior outorga, cujo valor mínimo é de R$ 48,7 milhões. No porto, serão licitados também outros dois novos terminais de granéis líquidos, que ainda serão construídos — são eles os chamados IQI 12 e IQI 13. No caso destes terminais, o valor de outorga mínimo definido em edital é simbólico, de R$ 1. O IQI 12 terá uma área de 38.683 m², que demandará investimentos de R$ 177,3 milhões, ao longo de 20 anos de contrato. O IQI 13 será um arrendamento de 32.078 m², que receberá investimentos de R$ 178,5 milhões. Por fim, será feito também o leilão do terminal PEL 01, no porto de Pelotas (RS), para a movimentação de carga geral, especialmente toras de madeira. Estão previstos investimentos de R$ 16 milhões, e o contrato terá dez anos. Veja Mais

Após decisão de Barroso, base do governo articula retaliação ao STF

Valor Econômico - Finanças Na quinta-feira, Luís Roberto Barrroso determinou a instalação de uma CPI sobre a pandemia A decisão do ministro Luís Roberto Barrroso, que na quinta-feira determinou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a pandemia, deflagrou uma reação da base aliada do governo contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Parlamentares próximos ao presidente Jair Bolsonaro deverão apresentar novos pedidos de impeachment contra os integrantes da Corte e avaliam até mesmo a criação de outra CPI para “investigar” a decisão de Barroso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ministros do STF tentaram convencer presidente do Senado a instalar a CPI

Valor Econômico - Finanças Antes de determinar a abertura da uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação do governo na pandemia, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), procurou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para tentar convencê-lo a instalar o colegiado. O objetivo do ministro do STF era que o Congresso resolvesse o problema internamente, sem uma intervenção do Judiciário. Pacheco, no entanto, manteve a posição de engavetar a CPI da pandemia. Além de Barroso, o presidente da Corte, Luiz Fux, também procurou Pacheco para sugerir que o Senado resolvesse a questão por lá, e evitar um conflito entre as instituições. Em outro movimento, Barroso também procurou os colegas, para saber se teria apoio da maioria do STF caso concedesse a liminar. Ele ouviu dos ministros que a decisão não seria derrubada pelo plenário. Em seu despacho, o ministro do STF escreveu que não gostaria de ter tomado a decisão sozinho, e que preferia ter levado o tema para ser discutido na sessão plenária de quinta-feira, mas que isso não foi possível por causa do julgamento sobre cultos e missas durante a pandemia. Ele, então, enviou o caso para o plenário virtual, para ser julgado na sessão que começa a partir do dia 16 de abril. Na conversa com Pacheco, Barroso avisou ao presidente do Senado que se o Parlamento continuasse a se omitir, ele teria que tomar uma decisão, para garantir o direito das minorias. O ministro apontou que o STF tinha vasta jurisprudência nesse sentido e que o grupo que pedia a instalação da comissão havia cumprido todos os requisitos previstos pela Constituição. Nesta sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas a Barroso. A apoiadores, o presidente acusou o ministro do STF de "militância política" e "politicalha". Ele também se manifestou nas redes sociais, ao afirmar que o magistrado não tinha "coragem moral" para determinar a abertura de processos de impeachment contra integrantes da Corte. "Barroso se omite ao não determinar ao Senado a instalação de processos de impeachment contra ministro do Supremo, mesmo a pedido de mais de 3 milhões de brasileiros. Falta-lhe coragem moral e sobra-lhe imprópria militância política", disse. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), durante entrevista coletiva Jefferson Rudy/Agência Senado Veja Mais

Senadores têm nota técnica apontando que sanção sem vetos no Orçamento não implica crime

Valor Econômico - Finanças O documento também sinaliza que não cabe ao TCU interferir no processo legislativo orçamentário Circula no Senado uma nota técnica reservada da consultoria legislativa apontando que não haveria crime de responsabilidade por parte do presidente Jair Bolsonaro caso sancione sem vetos o Orçamento aprovado pelo Congresso. O documento, obtido pelo Valor PRO, serviço em tempo real do Valor, também sinaliza que não cabe ao Tribunal de Contas da União (TCU) interferir no processo legislativo orçamentário, o que inclui a sanção presidencial, que seria um ato de natureza política. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsas de NY operam sem direção única após dados de inflação acima do esperado

Valor Econômico - Finanças Índice de preços ao produtor acende alerta entre investidores Os índices acionários das bolsas em Nova York iniciaram os negócios desta sexta-feira sem direção única, com os investidores avaliando os dados de inflação ao produtor mais altos do que o esperado pelo mercado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

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Mercados têm dia de ganhos com exterior e expectativa sobre Orçamento

Valor Econômico - Finanças Ibovespa registra alta de 0,59% e retoma os 118 mil pontos; dólar cai abaixo de R$ 5,60 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Viveo e Blau adiam fechamento de IPO

Valor Econômico - Finanças Empresa da família Bueno alterou prospecto; Banco Modal e Vittia Fertilizantes lançaram operações ontem A Viveo, distribuidora de materiais e medicamentos hospitalares, teve de alterar informações da seção de “fatores de risco” do prospecto de sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) por exigência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em função disso, adiou de 12 para 14 de abril a data do fechamento do preço da operação. Como houve uma alteração no documento da oferta, o adiamento é uma praxe para que investidores que desejarem possam desistir da reserva das ações. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Vista grossa marca perda do Credit com Archegos e Greensill

Valor Econômico - Finanças O conselho do banco então ampliou uma revisão do Greensill para incluir toda a cultura de risco do banco As duas crises financeiras que atingiram o Credit Suisse recentemente compartilham um fator em comum: um banco que opta por fazer vista grossa ao ver sinais de alerta, evitando sair de negócios lucrativos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

PIPELINE: Fintech Agrolend atrai Continental Grain

Valor Econômico - Finanças Irmãos Glezer prometem crédito rápido e sem garantias para custeio da safra de pequenos produtores Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Governo prevê cortar mistura de biodiesel

Valor Econômico - Finanças Governo federal avisou lideranças do setor produtivo que vai diminuir de 13% para 10% a mistura do biodiesel ao diesel de 13% para10% O governo federal avisou lideranças do setor produtivo que vai reduzir a mistura do biodiesel ao diesel de 13% para 10%. A medida deve valer para o 79° leilão, destinado à comercialização do produto para abastecer o país em maio e junho. A rodada estava prevista para esta semana, mas foi suspensa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Custo dos insumos acelera e fabricantes fazem repasses

Valor Econômico - Finanças Indústria de bens de consumo vê risco de novas rupturas nas cadeias de fornecimento Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Presidente da Câmara questiona pressa para se abrir CPI

Valor Econômico - Finanças Arthur Lira (PP-AL) disse que não é o momento “de se apontar o dedo para ninguém” Um dia após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que o Senado instale uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a condução do governo durante a pandemia, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), questionou a pressa para a abertura do colegiado e disse que não é o momento “de se apontar o dedo para ninguém”. O líder do Centrão já tinha demonstrado, publicamente, antes e depois de assumir o comando da Casa, resistência em relação à eventual instalação de uma CPI para apurar a gestão do Palácio do Planalto durante a crise sanitária. “A CPI não nasce à toa. Ela tem pré-requisitos. Ela tem que ter um fato determinado, tem que ter as assinaturas. E ela tem que ter a ocasionalidade. Eu comungo da ideia de que esse momento não é momento de se encontrar culpados, de se apontar o dedo para ninguém”, disse Lira, durante entrevista a jornalistas em um evento da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em Arapiraca, no Estado de Alagoas. “Esse momento é de se correr atrás de vacina, seja lá onde ela estiver, e apontar seringa e agulha no braço dos brasileiros. Esse é o momento. Daqui a dois, três meses, esses culpados vão estar morando em outro lugar, vão estar apagadas as provas? Vão estar escondidas as evidências? Não. Então, você mobilizar 20, 30 senadores em uma sala fechada quando o Congresso está funcionando virtualmente e ter que trabalhar presencialmente para fazer política?”, questionou. O líder do Centrão destacou que o fato de acreditar que não seja o momento adequado para a instalação da CPI não significa que ele apoie que os culpados não sejam responsabilizados. “O que nós não precisamos nesse momento é politizar mais um tema. Eu não estou, com isso, dizendo que quem errou não pague. Quem errou vai pagar. O preço de 330 mil vidas é muito alto para qualquer sociedade, mas não neste momento e não desta maneira.” O parlamentar do PP elogiou a postura “equilibrada” do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ao receber a determinação de Barroso e destacou que decisão judicial deve ser cumprida mesmo que não se concorde com ela. “A decisão de mandar instalar foi do ministro do Supremo Tribunal Federal. E o presidente do Senado foi bastante equilibrado. Decisão judicial você não discute, você cumpre. Agora você pode concordar ou não, mas cumpre”, concluiu. Veja Mais

Entidades de produtores de biodiesel pedem cancelamento da redução da mistura do produto no diesel

Valor Econômico - Finanças Medida contaria diretrizes do programa RenovaBio e pode elevar custos do farelo de soja para os frigoríficos A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) e a União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) lamentaram a decisão tomada hoje pelo governo federal de reduzir a mistura do biodiesel no diesel fóssil vendido no país de 13% para 10%. Em comunicado, as entidades pediram o “cancelamento” da medida. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Juan José Blanchard deixará presidência da Biosev após compra pela Raízen

Valor Econômico - Finanças Executivo permanecerá à frente da sucroalcooleira até a conclusão do negócio O executivo argentino Juan José Blanchard deixará a presidência da Biosev assim que a Raízen concluir a compra da empresa, hoje controlada pela multinacional francesa Louis Dreyfus Company (LDC). O executivo deverá ser realocado para outras funções dentro do grupo francês. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Líderes partidários dizem que reação de Bolsonaro a Barroso é ameaça ‘inadmissível’ ao Judiciário

Valor Econômico - Finanças Lideranças de partidos da oposição e de algumas legendas independentes da Câmara e do Senado defenderam o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), e criticaram o presidente Jair Bolsonaro por “ameaças ou ações que tenham por objetivo constranger ou intimidar um juiz”. Em nota, os parlamentares destacaram que o ataque à independência do Poder Judiciário é tipificado como crime de responsabilidade. Em reação à decisão de Barroso de determinar que o Senado instale a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Bolsonaro afirmou hoje que falta ao ministro “coragem moral” e sobra “imprópria militância política”. Em postagem nas redes sociais, o presidente disse que o ministro do STF se omite ao não determinar que o Senado também abra processos de impeachment contra integrantes da Corte. “Barroso se omite ao não determinar ao Senado a instalação de processos de impeachment contra ministro do Supremo, mesmo a pedido de mais de 3 milhões de brasileiros.” Assinada por 11 deputados e 2 senadores, a nota afirma que “ataques e ameaças à independência do Poder Judiciário são inadmissíveis”. “Tal conduta é, a tal ponto grave, que foi tipificada como crime de responsabilidade pela lei 1.079/1950, em seu artigo 6º, VI: ‘usar de violência ou ameaça, para constranger juiz, ou jurado, a proferir ou deixar de proferir despacho, sentença ou voto, ou a fazer ou deixar de fazer ato do seu ofício’”. Leia mais: Barroso afirma que consultou todos do Supremo antes de determinar abertura de CPI Os parlamentares destacam que eventuais inconformismos com decisões judiciais podem ser feitos com críticas, mas “jamais de ameaças ou ações que tenham por objetivo constranger ou intimidar um juiz”. Sobre a decisão de Barroso, os líderes lembram que há precedentes, consistindo na aplicação de uma jurisprudência consolidada no STF. “Não houve qualquer inovação ou casuísmo”. Os parlamentares destacam a gravidade da pandemia e afirmam ser “inacreditável que o governo federal se dedique a atacar outro Poder, em vez de investir todo o seu tempo e energia na busca de vacinas, leitos, medicamentos e oxigênio para nosso povo”. Leia mais: Após decisão de Barroso, base do governo articula retaliação ao STF São signatários da nota os deputados Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição da Câmara, Marcelo Freixo (Psol-RJ), líder da minoria na Casa, e Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder da minoria no Congresso. Os líderes da oposição e da minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Jean Paul Prates (PT-RN), respectivamente, assinam o texto. Os líderes de oito siglas na Câmara também firmam a nota: Bohn Gass (PT-RS), Isnaldo Bulhões (MDB-AL), Danilo Cabral (PSB-PE), Wolney Queiroz (PDT-PE), Talíria Petrone (Psol-RJ), Renildo Calheiros (PcdoB-PE), Alex Manente (Cidadania-SP) e Joenia Wapichana (Rede-RR). Veja Mais

Governo tentará tumultuar CPI com acusações a governadores

Valor Econômico - Finanças Segundo interlocutores do Planalto, ideia é provocar “ruídos” e “bagunçar” os trabalhos O governo Jair Bolsonaro já traçou uma estratégia para enfrentar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado para investigar a atuação do governo na pandemia de covid-19. Segundo interlocutores do presidente, a ideia é provocar "ruídos" com "acusações" contra governadores e prefeitos. A informação é confirmada por fontes do Centrão e interlocutores da cúpula do Congresso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fux pede que prefeitura do Rio, ABCR e PGR se manifestem sobre cronograma da Linha Amarela

Valor Econômico - Finanças De acordo com o cronograma proposto pela Lamsa, os trabalhos periciais só começariam, de fato, em 30 de abril, com envio à presidência do STF, para avaliação, no dia 15 de junho O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, pediu que a prefeitura do Rio de Janeiro, a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestem, em até cinco dias, sobre o cronograma proposto pela Linha Amarela S.A. (Lamsa) para acelerar as perícias judiciais em seus contratos e aditivos. Na quarta-feira (7), a Lamsa sugeriu um calendário que prevê a apresentação dos quesitos suplementares já na próxima semana, com abertura posterior de prazo para impugnação. De acordo com esse cronograma, os trabalhos periciais só começariam, de fato, em 30 de abril, com envio à presidência do Supremo, para avaliação, no dia 15 de junho. A concessionária pediu "celeridade na resolução definitiva da problemática" e pediu a Fux que fixe o escopo da perícia para dar objetividade ao caso, "ou seja, para que não haja dúvida sobre o que deve e o que não deve ser considerado na elaboração dos cálculos para se ter o resultado útil máximo no laudo pericial". Com intermediação do STF, a Lamsa e o prefeito Eduardo Paes chegaram a um consenso para que a concessionária retomasse o controle da via expressa do Rio com tarifa temporária de R$ 4. O preço, que já começou a ser praticado, é válido por 90 dias. Os termos do acordo foram costurados em uma audiência de conciliação na segunda-feira (5). Em petição enviada ao STF, o procurador-geral do município do Rio, Daniel Cervasio, afirma confiar que a perícia será suficiente para demonstrar os vícios que geraram o desequilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão com a Lamsa — entre eles, "obras superfaturadas, não realizadas ou não aprovadas" e o "lucro acima do contratado em razão da ausência de cômputo do fluxo de veículos". Fux vai aguardar as respostas da prefeitura, da PGR e da ABCR antes de oficiar a 6ª Vara Cível do Rio para iniciar as diligências. Depois de concluídas as etapas para a realização da perícia, o presidente do Supremo deve convocar uma nova audiência entre as partes. Veja Mais

Commodities: Relatório do USDA surpreende e trigo sobe mais de 1% em Chicago

Valor Econômico - Finanças Preços de soja e milho recuaram nesta sexta As cotações do trigo subiram nesta sexta-feira na bolsa de Chicago após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ter reduzido, mais uma vez, sua estimativa para os estoques mundiais do cereal em 2020/21. Os papéis de trigo para julho subiram 1,59% (10 centavos de dólar), a US$ 6,405 o bushel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dow Jones e S&P 500 renovam recordes; ações de tecnologia lideram ganhos na semana

Valor Econômico - Finanças Papéis do setor foram ajudados pela estabilização dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, que se acalmaram após os saltos dados em março O Dow Jones e o S&P 500 anotaram novos recordes de fechamento nesta sexta-feira, com os três índices acionários de Nova York se firmando em terreno positivo no fim da tarde e fechando a semana com ganhos no acumulado da semana. Após ajustes, o S&P 500 fechou em alta de 0,77%, a 4.128,80 pontos, anotando o seu quarto recorde na semana, enquanto o Dow Jones subiu 0,89%, a 33.800,60 pontos, e o Nasdaq avançou 0,51%, a 13.900,19 pontos. As ações de tecnologia lideraram os ganhos, fechando a sessão em alta de 0,99% e a semana com valorização acumulada de 4,66%. As ações do setor foram ajudadas pela estabilização dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano (Treasuries), que se acalmaram após os saltos dados em março. O rendimento da T-note de dez anos fechou a sessão em alta, a 1,67%, de 1,64% do fechamento de quinta-feira, mas ainda bem abaixo dos 1,72% do encerramento da semana passada. Os investidores avaliam, porém, um dado de inflação inesperadamente forte divulgado nesta sexta. Depois de um atraso devido a problemas técnicos com o seu website, o Departamento do Trabalho dos EUA reportou que o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) indicou inflação de 1,0% em março, na comparação com o mês anterior, e de 4,2% na base anual, que representa a leitura mais alta desde fevereiro de 2011. O número mensal também ficou bem acima da expectativa de consenso, de alta de 0,5%. Os preços aos produtores não são necessariamente repassados aos preços pagos pelos consumidores, mas James Knightley, economista-chefe internacional do ING, aponta em nota que, somados aos dados do ISM que indicam os estoques nos seus menores níveis já registrados, "os produtores podem ter um poder de precificação que não víamos há anos". O banco projeta que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) que será divulgado na semana que vem indique algo entre 1,7% e 2,4% de inflação na base anual. Após a divulgação dos dados, as ações do setor financeiro chegaram a tomar a dianteira no S&P 500, liderando os ganhos. As ações do setor, que fecharam em alta de 0,86%, foram ultrapassadas posteriormente pelas ações de tecnologia, saúde (+1,16%), consumo discricionário (+1,16%) e industrial (+0,99%). A atenção dos investidores começa a se voltar também para a temporada de balanços corporativos do primeiro trimestre, que toma fôlego a partir da quarta-feira que vem, com a divulgação dos resultados do J.P. Morgan e do Wells Fargo. Na quinta-feira, o Bank of America e o Citigroup divulgam os seus números. Pixabay Veja Mais

Com cena fiscal no radar, Ibovespa perde marca de 118 mil pontos

Valor Econômico - Finanças Índice chegou a testar marca e ficar mais perto de zerar perdas no ano, mas foi pressionado por ações de maior peso, como Vale e bancos Depois de testar a marca de 118 mil pontos e ficar ainda mais perto de zerar as perdas no ano, o Ibovespa perdeu terreno e fechou em queda nesta sexta-feira. A cautela com os rumos do Orçamento de 2021 pesou hoje no mercado e ainda serve como uma trava para ganhos mais claros, assim como o número ainda elevado de casos de covid-19 pelo país. Após ajustes, o Ibovespa fechou em queda de 0,54%, aos 117.670 pontos, pressionado por boa parte das ações com maior peso no índice, como Vale e bancos. O giro financeiro foi relativamente modesto e ficou em R$ 19,315 bilhões. Mesmo com uma leitura relativamente construtiva em relação ao tema do Orçamento nos últimos dias, hoje os investidores voltaram a mostrar que o imbróglio fiscal está longe de passar tranquilidade. Como não há indicação concreta de como o governo vai conseguir resolver a pressão do Congresso pela manutenção das emendas parlamentares que tornam o Orçamento não factível, o mercado evita se expor demais ao risco e busca a proteção contra possíveis surpresas que possam aparecer ao longo do fim de semana. Entre as ações com maior peso no índice, bancos e Vale recuaram. A mineradora caiu 1,44%. Brasdesco ON cedeu 0,72%, Bradesco PN caiu 0,16% e Itaú PN teve queda de 0,15%. Por outro lado, as ações de administradoras de shopping centers subiram desde cedo e ganharam força após o governo do Estado de São Paulo informar que a região saiu da fase emergencial e voltou para a fase vermelha. Entre as maiores altas do Ibovespa, BR Malls subiu 1,84%; Multiplan ganhou 1,37% e Iguatemi teve alta de 2,58%. Além da questão fiscal, o que voltou a marcar a sessão na bolsa é uma continuidade da rotação entre setores, enquanto ações mais ligadas ao comércio exterior seguem em alta - inclusive, por causa da depreciação cambial. No lado das exportadoras, siderúrgicas, frigoríficos e representantes de papel e celulose ganharam terreno. O destaque é o avanço de ações da Sabesp, que subiram 2,70%, após a empresa anunciar revisão tarifária proposta pela Arsesp a partir de 2021. De acordo com o Credit Suisse e o BTG Pactual, o reajuste foi melhor que o esperado. Por outro lado, o dia foi negativo para papéis do setor de energia, varejistas - principalmente as comércio eletrônico - , supermercados, e transportes. Reprodução / Facebook B3 Veja Mais

Internações por covid-19 em SP têm leve desaceleração, dizem hospitais

Valor Econômico - Finanças Taxas continuam altas, mas porcentual dos estabelecimentos que apontam aumento do ritmo ficou em 75% nos últimos dez dias, menos do que os 99% da pesquisa anterior, aponta SindHosp O Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Laboratórios e Demais Estabelecimentos de Saúde do Estado de São Paulo (SindHosp) detectou uma “leve diminuição” no ritmo de crescimento das internações por covid-19 nos últimos dez dias. Segundo a entidade, 75% dos hospitais afirmam que aumentou o número de internações por covid-19 nos últimos dez dias. Na pesquisa anterior, finalizada em 26 de março, esse percentual era de 99%. Segundo o presidente do SindHosp, Francisco Balestrin, como a vacinação segue em ritmo insatisfatório, a possível queda no aumento de internações pode estar relacionada com a restrição de circulação de pessoas no Estado de São Paulo. “A única forma de contermos a infecção pelo coronavírus é mantermos com rigidez o protocolo de segurança à saúde: máscara, lavagem da mão e distanciamento. Não temos outra alternativa até que a vacinação chegue para todos”, alerta. Apesar dessa ligeira queda, as taxas de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) continuam altas e houve aumento da ocupação de leitos clínicos para covid-19. Segundo o levantamento, 65% dos hospitais afirmam que a taxa de ocupação dos leitos de UTI está entre 91% e 100%, e 9% estão com mais de 100% de ocupação. Na pesquisa anterior, de 26 de março, 17% dos hospitais tinham mais de 100% de ocupação enquanto 76% tinham entre 91% e 100%. Além disso, 36% dos hospitais afirmam que a taxa de ocupação dos leitos clínicos está entre 91% e 100%. Na pesquisa anterior, eram 75% os que tinham taxa de ocupação de leitos clínicos entre 91% e 100%. Questionados sobre os entraves ao atendimento do paciente com covid, 81% dos hospitais dizem que a falta de profissionais de saúde é um dos principais itens apontados, 78% apontam a falta de médicos, 63% dizem que o número de pacientes com covid-19 é superior à capacidade de atendimento e 52% atribuem as maiores dificuldades ao afastamento de profissionais por problemas de saúde. Quanto aos medicamentos utilizados nos procedimentos de intubação, 13% dos hospitais informaram possuir estoque para menos de uma semana, 30% dizem ter estoque para uma semana, 30% para 10 dias, 5% para 15 dias, e 20% para até um mês. Na pesquisa anterior, 52% dos hospitais tinham estoque para até uma semana. Em relação ao estoque de oxigênio, 23% dos hospitais afirmam ter estoque de oxigênio para menos de uma semana, 14% têm estoque para uma semana, 8% para até 10 dias, 20% para até 15 dias, 27% para até um mês. Em relação ao perfil das internações, 77% dizem que diminuiu a faixa etária dos pacientes com covid-19, 65% consideram que os casos da doença estão mais graves ou apresentam rápida progressão, e 45% apontam que aumentou o tempo médio de permanência em UTI. A pesquisa ouviu representantes de 105 hospitais privados, no período de 6 a 9 de abril, de 14 dos 17 Departamentos Regionais de Saúde do Estado de São Paulo, que somam 8.159 leitos clínicos e 4.074 de UTI. Rovena Rosa/Agência Brasil Veja Mais

Escolhida para secretaria da covid defende combate a fake news sobre vacinas

Valor Econômico - Finanças De perfil técnico e discreto, ela é bem avaliada por colegas, que destacam sua experiência na área de imunização A enfermeira Francieli Fantinato, atual coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foi escolhida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para comandar a secretaria extraordinária que será criada para tratar exclusivamente de covid-19. Segundo o Valor apurou, Fantinato deve ser confirmada no novo posto na próxima terça ou quarta-feira, juntamente com outros nomes da equipe de Queiroga. Formada em 2003 pela Universidade Estadual do Centro-Oeste, no Paraná, ela está à frente do PNI desde outubro de 2019. Servidora do Ministério da Saúde, Fantinato também participou ativamente das pesquisas relacionadas ao zika vírus, em 2016. Desde o início da pandemia, vem participando de eventos e debates para esclarecer detalhes da vacinação contra a covid-19. De perfil técnico e discreto, ela é bem avaliada por colegas, que destacam sua experiência na área de imunização. Em entrevistas recentes, evitou se manifestar sobre a possibilidade de o setor privado comprar vacinas, se limitando a dizer que a questão não está em sua alçada. Também defende uma campanha de comunicação mais contundente em relação à importância da imunização. Em uma live com o Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems), em janeiro, defendeu que a comunicação do Ministério da Saúde se esforce em combater as fake news, em ressaltar a larga experiência do SUS e em estimular a população a se vacinar. Com alcance limitado, a campanha “Brasil Imunizado”, do Ministério da Saúde, tem ressaltado mais o papel do governo federal na distribuição dos imunizantes do que a importância e a segurança da vacina — cuja credibilidade já foi questionada publicamente pelo presidente Jair Bolsonaro . “É importante trazer a credibilidade das ações das campanhas, que tinham sucesso e houve redução do entusiasmo. Temos que pensar no quanto as vacinas mudam o cenário epidemiológico”, afirmou ela. No mesmo evento, Fantinato lembrou da importância de que haja orçamento para a aquisição de vacinas contra a covid-19 nos próximos anos, caso a imunização recorrente se mostre necessária. Procurada, ela solicitou que o contato fosse feito via assessoria de imprensa do ministério, que não retornou os contatos. Cleia Viana/Câmara dos Deputados Veja Mais

Em projeto orçamentário, Biden pede mais recursos para educação e saúde

Valor Econômico - Finanças Pedido aumentaria os gastos discricionários básicos em 8,4%, ou US$ 118 bilhões O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pedirá ao Congresso a aprovação de US$ 1,52 trilhão em gastos discricionários no próximo ano. O projeto orçamentário prevê a destinação de mais recursos para educação, saúde, pesquisa e energia renovável, parte de um esforço conjunto para aumentar os gastos não relacionados à defesa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Diretor-adjunto da ANS é nomeado para equipe do ministro da Saúde

Valor Econômico - Finanças O advogado Daniel Pereira, diretor-adjunto na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), foi anunciado nesta sexta-feira como novo integrante da equipe do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A nomeação de Pereira como assessor especial foi publicada no Diário Oficial da União. Servidor de carreira, ocupa a diretoria-adjunta da ANS desde 2017. Na autarquia, esteve à frente de programas de integração com o Sistema Único de Saúde (SUS), com destaque para as políticas de ressarcimento dos planos ao sistema público. No Ministério, ele vai assessorar Queiroga em assuntos relativos à relação com o setor privado de saúde e da atuação de hospitais e operadoras de planos no enfrentamento à pandemia. Veja Mais

Petrobras reduz em 2,9% preço do diesel nas refinarias a partir de sábado

Valor Econômico - Finanças Esta é a segunda redução anunciada pela empresa para o produto em três semanas A Petrobras vai reduzir o preço do litro do diesel nas refinarias em 2,9%, na média, a partir de sábado. O preço da gasolina segue mantido sem alterações. Segundo a companhia, o corte será de R$ 0,08 por litro do derivado, que passará a ser vendido para as distribuidoras, na média, a R$ 2,66 por litro. Esta é a segunda redução anunciada pela empresa, para o diesel, em três semanas. O último ajuste, de R$ 0,11 por litro, havia sido anunciado no dia 24 de março. Segundo a consultoria global Stonex, mesmo com a redução anunciada nesta sexta-feira, ainda há espaço para um novo corte nos preços, da ordem de R$ 0,05 o litro. Isso porque, em meio à desvalorização do petróleo nas últimas semanas, a empresa passou a trabalhar com um prêmio em relação à paridade de importação. Leia também: Novo presidente pode assumir estatal na próxima semana Presidente coloca Luna em ‘saia justa’ na estatal A estatal destacou, em nota, que os preços praticados pela companhia buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo. Os reajustes da empresa são realizados a qualquer tempo, sem periodicidade definida, de acordo com as condições de mercado e da análise do ambiente externo. A petroleira alega que essa estratégia possibilita à companhia competir “de maneira mais eficiente e flexível e evita o repasse imediato da volatilidade externa para os preços internos”, como, por exemplo, os efeitos recentes do bloqueio do Canal de Suez. A Petrobras também destacou que a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado e que a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis. Veja Mais

Espanha reduz previsão de crescimento do PIB em 2021 para 6,5%

Valor Econômico - Finanças Estimativa anterior ia de 7,2% a 9,8%, dependendo da evolução da pandemia; com nova de onda de casos, governo calcula que economia vai encolher no primeiro semestre O governo da Espanha reduziu nesta sexta-feira sua previsão para a economia do país em 2021. Agora, a expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresça 6,5%, abaixo da estimativa anterior, que ia de 7,2% a 9,8%, dependendo da evolução da pandemia de covid-19. Em entrevista coletiva, a ministra da Economia, Nadia Calviño, explicou que as previsões refletem a expectativa de recuo do PIB no primeiro semestre por causa de uma nova onda de casos da doença. Altamente dependente do turismo, uma das atividades mais afetadas pela pandemia, a Espanha sofreu mais do que outros países durante o primeiro ano da pandemia e fechou 2020 com uma contração de 10,8%. Calviño afirmou que, com a nova onda de casos, a recuperação da Espanha “está atrasada em um semestre”. Apesar disso, ela espera um forte crescimento na sequência do ano. A ministra também afirmou que a economia espanhola recuperará os níveis pré-pandemia no fim de 2022. A revisão coloca as previsões do governo em linha com as estimativas feitas pelo Fundo Monetário Internacional (6,4%) e pelo Banco da Espanha (6%, no principal cenário para 2021). Para o próximo ano, a Espanha prevê crescimento de 7%. Uma mulher caminha de máscara em povoado próximo a Madri, na Espanha AP Foto/Bernat Armangue Veja Mais

Por que esta foto mostra que o Príncipe Philip jamais foi um coadjuvante na realeza britânica

Valor Econômico - Finanças Homem conservador nos costumes, Duque de Edimburgo levou a sério o objetivo de modernizar a imagem da família real junto à sociedade britânica No dia do funeral da princesa Diana, em setembro de 1997, a família real britânica viveu uma saia-justa. Quem acompanharia o caixão na tradicional caminhada até a Abadia de Westminster? O irmão de Diana, Charles Spencer, queria ir sozinho. Conselheiros da família real insistiram na presença de Charles, embora ambos estivessem divorciados, e dos filhos do casal, William e Harry. Afinal, a coroa passava por mau momento diante da população, ao hesitar em mostrar empatia, num primeiro momento, pela trágica morte da mãe de um futuro monarca. Era necessário maior engajamento. O problema é que William, o filho mais velho e atualmente segundo na linha de sucessão, não queria ir. Ele, então com 15 anos, e seu irmão mais novo, Harry, com 12 anos à época, estavam muito abalados. Mas se os filhos de Diana não acompanhassem o caixão, a imagem da família se desgastaria ainda mais. O príncipe Philip, morto nesta sexta-feira, aos 99 anos, disse então ao neto: "Se eu andar ao seu lado, você vai?" A sugestão convenceu o pequeno príncipe e possibilitou que os irmãos caminhassem ao lado do caixão da mãe, comovendo o mundo e praticamente refundando a imagem da família real. Príncipe Philip, o Príncipe William, o Conde Spencer, o Príncipe Harry e o Príncipe Charles caminham fora da Abadia de Westminster durante o cortejo fúnebre de Diana, Princesa de Gales, em 6 de setembro de 1997 Jeff J. Mitchell/AP Photo O gesto não é menor e condiz com o papel de Philip, um homem conservador nos costumes, mas que levou a sério o objetivo de modernizar a imagem da família real junto à sociedade britânica. Além de convencer William naquele dia, Philip deu dinamismo ao Palácio de Buckingham, revendo tarefas de cada funcionário e conectando a realeza ao mundo exterior. Dizem que ele mesmo atendia o telefone quando ligavam para o palácio e fazia compras de novos móveis – e até de uma máquina de lavar. Esbelto, alto, esportista desde pequeno, encantou a jovem Elizabeth, que declarou que não se casaria com nenhum outro homem se não fosse com ele. Philip adorava iates, carros e esportes luxuosos. Já no palácio, Philip fez questão de demonstrar que não estaria à sombra de Elizabeth nem seria um coadjuvante, embora tivesse prometido, desde o primeiro dia, ser seu súdito mais fiel. Sua opinião fazia diferença nos assuntos familiares, como nas decisões sobre a educação e o casamento dos filhos. Nem sempre teve sucesso, como no episódio em que estimulou os familiares a deixarem uma equipe da "BBC" filmar o dia a dia palaciano, em 1969. O documentário, que buscava mostrar a contribuição dos membros da família à sociedade, acabou soando esnobe e teve efeito contrário. Após ser visto por mais de 30 milhões de pessoas, foi banido pela própria rainha e, desde 1977, nunca mais foi exibido. Conhecido por gafes, Philip era um dos alvos preferidos de republicanos, que viam no "outsider" uma figura desencaixada de seu tempo. Comentários sexistas e racistas eram comuns e atualmente podem ser vistos em compilações de declarações do príncipe no YouTube. Ele mesmo fazia graça disso. "Sei tudo sobre liberdade de expressão porque levo socos na boca frequentemente por falar", afirmou o príncipe uma vez a um grupo de estudantes, rindo. Numa visita à Austrália, perguntou a um líder de um povo originário se eles "ainda atiram flechas uns nos outros". Polêmico no comportamento e fiel às suas funções e dedicado à família real, Philip se despede de um mundo que viu se transformar em quase um século. Veja Mais

Situação atual é diferente do ‘forward guidance’, diz diretor do BC

Valor Econômico - Finanças Outra dica fornecida por Kanczuk é que uma elevação da Selic para um patamar neutro ainda em 2021 dificultaria o fechamento do hiato do produto O diretor de política econômica do Banco Central (BC), Fabio Kanczuk, afirmou ontem que, mesmo com o ciclo de altas, a autoridade monetária deve manter a Selic em um patamar que estimule a economia. No entanto, não há nenhum “compromisso” do BC com esse cenário, segundo ele. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Tishman Speyer capta R$ 120 milhões em fundo imobiliário

Valor Econômico - Finanças Oferta marca estreia da gigante americana na gestão de recursos de terceiros localmente A Tishman Speyer, gigante mundial do segmento de incorporação, desenvolvimento e gestão de imóveis de alto padrão, levantou R$ 120 milhões por meio de um fundo de investimento imobiliário de renda corporativa no Brasil. É a primeira operação como gestora de recursos local. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Esh Capital tem vitórias em ativismo com Smiles e Dimed

Valor Econômico - Finanças Gestora tem como estratégia brigar por condições adequadas para os minoritários em eventos como incorporação Num intervalo de uma semana, a gestora paulista Esh Capital conseguiu duas vitórias, muito relevantes, dentro de seu mandato “ativista”. Primeiro, em 24 de março, depois de mais de um ano de desavenças, convenceu a Gol a melhorar a oferta para a incorporação da Smiles. Depois, em 1 de abril, encerrando meses de negociação, conseguiu que a Dimed, controladora das farmácias Panvel, garantisse aos minoritários relação de troca de 1 para 1 na conversão de ações preferenciais em ordinárias e migração ao Novo Mercado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Liminar de Toffoli só vale para patentes em análise pelo INPI

Valor Econômico - Finanças Decisão foi concedida no recurso que questiona a regra especial de validade de patentes Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cresce a preocupação da indústria de aves e suínos com alta de custos

Valor Econômico - Finanças Segmento teme encarecimento de carnes no país e redução da competitividade das exportações Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Clima favorável engorda a “supersafra”

Valor Econômico - Finanças Segundo a Conab, colheita vai alcançar o recorde de 273,8 milhões de toneladas, 6,5% mais que em 2019/20 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais