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Imagem de 'sexo explosivo' vence concurso de fotos de vida selvagem

 Imagem de 'sexo explosivo' vence concurso de fotos de vida selvagem

em - tecnologia Parece uma explosão subaquática. Vários peixes (Epinephelus polyphekadion) correm para liberar seus espermatozoides enquanto uma fêmea solta uma explosão de óvulos.Esta imagem tirada no Atol de Fakarava, no Pacífico, rendeu ao francês Laurent Ballesta o título de Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano (WPY, na sigla em inglês). O presidente do júri, Roz Kidman Cox, disse que foi uma façanha técnica. As intrigantes imagens microscópicas de concurso internacional Fotos da vida selvagem: este é o mosquito mais bonito do mundo? "É em parte o cenário, (a imagem foi) tirada durante a lua cheia, mas também a escolha do momento, saber quando tirar a foto."A desova anual de Epinephelus polyphekadion acontece em julho. É conhecida por reunir até 20 mil peixes, junto com muitos tubarões de recife em busca de uma refeição.A pesca excessiva ameaça os exemplares desta espécie, mas esta imagem foi capturada em uma reserva que oferece a eles alguma proteção. "Passamos cinco anos neste lugar, foram 3 mil horas de mergulho, para obter este momento em particular", conta Laurent."Sou atraído por esta imagem por causa da forma da nuvem de óvulos: parece um ponto de interrogação de cabeça para baixo. É uma pergunta sobre o futuro desses óvulos porque apenas um em um milhão irá (sobreviver para) se tornar um adulto, mas talvez seja mais simbólica, a respeito do futuro da natureza. É uma questão muito importante sobre o futuro da natureza. "Além de levar o prêmio principal do WPY, o fotógrafo francês também foi o vencedor na categoria Subaquática da competição. Vidyun R Hebbar, de dez anos, da Índia, é o Fotógrafo Júnior de Vida Selvagem do Ano por esta foto de uma aranha (Cyrtophora citricola) em sua teia. A imagem é chamada Dome Home.O borrão verde e amarelo ao fundo pertence a um tuk-tuk, aquele táxi de três rodas."O foco é precisamente nítido", diz Roz Kidman Cox à BBC News. "Você consegue realmente ver as pequenas presas se ampliar a imagem. Eu amo a maneira como foi emoldurada e como você consegue ver toda a textura da teia, sua estrutura entrelaçada."Vidyun, por sua vez, lembrou: "Foi um desafio focar a aranha porque a teia tremia toda vez que um veículo passava."Lançado em 1964, o WPY é organizado pelo Museu de História Natural de Londres, no Reino Unido. O concurso atrai dezenas de milhares de inscrições a cada ano. A seguir, confira alguns dos vencedores de categorias individuais.'Elephant in the room', de Adam Oswell, Austrália Adam Oswell ganhou o prêmio de Fotojornalismo por esta foto, que mostra visitantes de um zoológico na Tailândia observando um jovem elefante se apresentar embaixo d'água. O turismo com elefantes aumentou em toda a Ásia. Na Tailândia, agora há mais elefantes em cativeiro do que na natureza.'The healing touch, from Community care', de Brent Stirton, África do Sul Brent Stirton foi agraciado com o prêmio de Fotojornalista de História. Sua sequência de imagens traça o perfil de um centro de reabilitação que cuida de chimpanzés que ficaram órfãos por causa do comércio de carne de animais selvagens na África. A diretora do centro é vista apresentando um chimpanzé recém-resgatado a outros sob seus cuidados.'Head to head', de Stefano Unterthiner, Itália O WPY sempre tem ótimas fotos de neve, e esta venceu na categoria Comportamento: Mamíferos. Stefano Unterthiner assistiu a duas renas de Svalbard, no ártico norueguês, brigando pelo controle de um harém. Como espectador, Stefano disse que se sentiu imerso "no cheiro, no barulho, no cansaço e na dor".'Reflection', de Majed Ali, Kuwait Majed Ali caminhou por quatro horas para encontrar Kibande, um gorila da montanha de quase 40 anos no Parque Nacional Impenetrável de Bwindi, no sudoeste de Uganda. "Quanto mais subíamos, mais quente e úmido ficava", lembra Majed. Esta foto, que mostra Kibande enquanto uma chuva refrescante começa a cair, venceu na categoria Retratos de Animais.'Road to ruin', de Javier Lafuente, Espanha A foto de Javier Lafuente mostra a linha reta de uma estrada cortando as curvas de uma paisagem pantanosa que abriga mais de uma centena de espécies de pássaros, com águias-pesqueiras e abelharucos entre muitos visitantes migratórios. A estrada, construída na década de 1980 para dar acesso a uma praia, divide o pântano em dois. A imagem venceu na categoria Pântanos: Panorama Geral.'Spinning the cradle', de Gil Wizen, Israel/Canadá Gil Wizen é entomologista e fotógrafo especializado. Esta aranha dolomedes está produzindo seda por meio de suas fiandeiras para tecer seu saco de ovos. Estas aranhas são comuns em pântanos e florestas temperadas do leste da América do Norte. A imagem foi vencedora na categoria Comportamento: Invertebrados.A exposição anual Wildlife Photographer of the Year do Museu de História Natural de Londres será aberta nesta sexta-feira (15/10).A mostra vai rodar o Reino Unido na sequência e também será exibida internacionalmente em países como Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Estados Unidos, entre outros.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Por que a internet tem 'quebrado' com tanta frequência

 Por que a internet tem 'quebrado' com tanta frequência

em - tecnologia Duvido que Mark Zuckerberg leia os comentários que as pessoas deixam em suas postagens no Facebook.Mas, se o fizesse, levaria aproximadamente 145 dias, sem dormir, para percorrer a enxurrada de comentários deixados para ele depois que ele se desculpou pelo colapso dos serviços na semana passada."Desculpe pela interrupção de hoje", postou o fundador do Facebook e presidente-executivo, após Facebook, WhatsApp e Instagram ficarem offline por quase seis horas.O Facebook culpou um trabalho de manutenção de rotina pela interrupção — seus engenheiros emitiram um comando que desconectou involuntariamente os centros de dados do Facebook de toda a internet.Cerca de 827 mil pessoas responderam ao pedido de desculpas de Zuckerberg.As reações foram variadas. Algumas, bem-humoradas: "Foi terrível, tive que falar com minha família", comentou um usuário italiano; outras confusas: "Levei meu telefone para a oficina pensando que estava quebrado", escreveu alguém da Namíbia.E, é claro, também houve aqueles que ficaram muito chateados e zangados: "Você não pode encerrar tudo ao mesmo tempo. O impacto é sem precedentes", postou um empresário nigeriano. Outro indiano pediu indenização pela interrupção de seus negócios.- Leia: Famosos e anônimos se divertem com pane do WhatsApp; veja memesO que está claro agora, se já não era óbvio, é como bilhões de pessoas se tornaram dependentes desses serviços — não apenas para se divertir, mas também para comunicação e negócios essenciais.O que também está claro é que essa está longe de ser uma situação pontual: os especialistas sugerem que as interrupções generalizadas estão se tornando mais frequentes e perturbadoras."Uma das coisas que vimos nos últimos anos é uma dependência cada vez maior de um pequeno número de redes e empresas para fornecer grandes porções de conteúdo da Internet", diz Luke Deryckx, diretor técnico da Down Detector, plataforma online que fornece aos usuários informações em tempo real sobre o status de vários sites e serviços."Quando um deles, ou mais de um, tem um problema, isso afeta não apenas eles, mas centenas de milhares de outros serviços", diz ele.O Facebook, por exemplo, agora é usado para entrar em uma variedade de serviços e dispositivos diferentes, como televisores inteligentes."E, então, acabamos tendo esses episódios", diz Deryckx. "Algo está acontecendo [e] todos nós olhamos uns para os outros como 'bem, o que vamos fazer?'" Deryckx e sua equipe da Down Detector monitoram os serviços da web e sites em busca de interrupções. Ele diz que as interrupções generalizadas que afetam os principais serviços estão se tornando mais frequentes e mais graves."Quando o Facebook tem um problema, ele cria um grande impacto para a internet, mas também para a economia e, em última análise, para a sociedade. Milhões, ou potencialmente centenas de milhões, de pessoas estão simplesmente sentadas esperando por uma pequena equipe na Califórnia para consertar algo. É um fenômeno interessante que cresceu nos últimos dois anos."Colapsos significativos Outubro de 2021: Um "erro de configuração" derrubou o Facebook, Instagram e WhatsApp por quase 6 horas. Outros sites como o Twitter também foram interrompidos devido ao aumento de novas visitas a seus aplicativos. Julho de 2021: Mais de 48 serviços, incluindo: Airbnb, Expedia, Home Depot, Salesforce ficaram fora do ar por cerca de uma hora após um bug no Sistema de Nomes de Domínio (DNS, em inglês) na empresa de entrega de conteúdo Akamai. Uma paralisação semelhante na empresa havia ocorrido um mês antes. Junho de 2021: Amazon, Reddit, Twitch, Github, Shopify, Spotify, vários sites de notícias ficaram fora do ar por cerca de uma hora depois que um bug anteriormente desconhecido foi acionado acidentalmente por um cliente no provedor de serviços de computação em nuvem Fastly. Dezembro de 2020: Gmail, YouTube, Google Drive e outros serviços do Google caíram simultaneamente por cerca de 90 minutos depois que a empresa disse que encontrou um "problema de cota de armazenamento interno". Novembro de 2020: Um problema técnico com uma das instalações do Amazon Web Service na Virgínia, EUA, afetou milhares de serviços online de terceiros por várias horas, principalmente na América do Norte. Março de 2019: Facebook, Instagram e WhatsApp caíram ou foram severamente interrompidos por cerca de 14 horas após uma "mudança na configuração do servidor". Alguns outros sites, incluindo Tinder e Spotify, que usam o Facebook para logins, também foram afetados. Inevitavelmente, em algum estágio, durante um grande colapso dos serviços, as pessoas temem que a interrupção seja o resultado de algum tipo de ataque cibernético. Mas os especialistas sugerem, na maioria das vezes, que se trata de um caso mais mundano de erro humano, agravado, dizem eles, pela maneira como a Internet é mantida em conjunto com um conjunto complexo de sistemas desatualizados e complicados.Durante a paralisação do Facebook, especialistas brincaram no Twitter que alguns dos motivos para problemas de paralisação são "mais velhos que as Spice Girls" e "projetados num guardanapo".O pesquisador Bill Buchanan concorda com esta caracterização: "A internet não é a rede distribuída em grande escala que a Darpa (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa), os arquitetos originais da internet, tentou criar, que poderia resistir a um ataque em qualquer parte dela"."Os protocolos que ele usa são basicamente apenas aqueles que foram elaborados quando nos conectamos a computadores mainframe a partir de terminais burros (como são os chamados os terminais com funcionalidade limitada). Uma única falha em sua infraestrutura central pode fazer com que tudo desabar." O professor Buchanan diz que melhorias podem ser feitas para tornar a internet mais resiliente, mas que muitos dos fundamentos da rede chegaram para ficar para melhor ou para pior."Em geral, os sistemas funcionam e você não pode simplesmente desligar certos protocolos da internet por um dia, para tentar refazê-los", diz ele.Em vez de tentar reconstruir os sistemas e a estrutura da internet, o professor Buchanan diz acreditar que precisamos melhorar a maneira como a usamos para armazenar e compartilhar dados, ou teremos maior risco de interrupções em massa no futuro.Ele argumenta que a internet se tornou muito centralizada, ou seja, um espaço no qual muitos dados vêm de uma única fonte. Essa tendência precisa ser revertida com sistemas que possuem vários nós, explica ele, para que nenhuma falha possa interromper o funcionamento de um serviço.Há uma esperança sobre isso. Embora interrupções significativas na internet afetem a vida dos usuários e os negócios, elas também podem, em última instância, ajudar a melhorar a resiliência da rede e dos serviços conectados a ela.Por exemplo, a revista americana Forbes estima que o Facebook perdeu US$ 66 milhões (R$ 365 milhões), durante a interrupção de seis horas, com a suspensão ou êxodo de anunciantes no site. Esse tipo de perda provavelmente concentrará as mentes dos executivos seniores em evitar que isso aconteça novamente."Eles perderam uma grande quantidade de dinheiro naquele dia, não apenas no preço das ações, mas também nas receitas operacionais", diz Deryckx."E se você olhar para as interrupções causadas por redes de entrega de conteúdo como Fastly e Cloudflare, elas também perderam um grande número de clientes para a concorrência. Então, acho que essas operadoras estão fazendo tudo o que podem para manter as coisas online", conclui. Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? 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A perigosa moda no TikTok de tomar suplemento energético em pó

 A perigosa moda no TikTok de tomar suplemento energético em pó

em - tecnologia Pesquisadores fizeram um alerta em recente congresso médico nos Estados Unidos sobre o hábito de tomar suplementos em pó sem diluir antes de treinos físicos, algo que contraria a recomendação dos fabricantes.Segundo os autores de um estudo apresentado no evento, há preocupação com adolescentes depois que a prática viralizou em vídeos na internet — principalmente na plataforma TikTok, com milhões de likes contabilizados.Perigos à saúdeSuplementos energéticos em pó voltados para consumo antes dos treinos contêm aminoácidos, vitaminas e ingredientes como cafeína.O objetivo é dar uma "dose de estímulo" antes do exercício para aumentar a resistência física, mas não há estudos científicos consolidados sobre os efeitos da prática.No entanto, já há conhecimento de riscos pelo consumo em excesso de estimulantes energéticos.Uma grande dose de cafeína, por exemplo, pode causar efeitos colaterais no coração, incluindo palpitações ou batidas cardíacas a mais ou a menos.Tomar suplemento energético em pó pode fornecer uma quantidade de cafeína equivalente a cinco copos de café, dizem pesquisadores do Cohen Children's Medical Center, em Nova York.A "dose de estímulo" pode causar "uma elevação da pressão sanguínea e do batimento cardíaco, levando a distúrbios no ritmo cardíaco".Além disso, inalar acidentalmente o pó e levá-lo aos pulmões pode causar sufocamento, infecção ou pneumonia, declaram os pesquisadores.No Reino Unido, esses produtos são considerados pelos órgãos reguladores como alimento e não como remédio, mas precisam ser avaliados como seguros para consumo e vendidos apenas para maiores de 18 anos.Alguns suplementos estão sendo comercializados na internet por vendedores de reputação duvidosa e podem conter ingredientes que não estão listados no rótulo.Muitos foram proibidos por incluírem substâncias como DMAA, uma anfetamina sintética, além de um estimulante chamado sinefrina.Reportagens recentes também mostraram os perigos da prática depois que uma influencer de 20 anos, chamada Briatney Portillo, relatou em uma postagem ter sofrido um ataque cardíaco. Ela relacionou o ocorrido ao suplemento em pó ingerido sem diluição.Popularidade em altaOs pesquisadores analisaram 100 vídeos postados no TikTok com a hashtag "preworkout" (pré-treino).Apenas 8 desses vídeos apresentaram o uso correto do suplemento em pó.Mais de 30 exibiam pessoas ingerindo o pó seco seguido por alguns goles de água ou de líquido, sem diluição.O levantamento contabilizou 8 milhões de curtidas desses vídeos.Na apresentação para o congresso da Academia Americana de Pediatras, foi alertado que 'médicos devem estar cientes da prática disseminada do pré-treino, dos perigosos métodos de consumo e do potencial de acidentes com dosagens excessivas e inalação". 'Ela vai morrer domingo de manhã': o filho que acompanha mãe em eutanásia Por que Whatsapp é pouco usado nos EUA A cientista nutricional Bridget Benelam, da Fundação Britânica de Nutrição, afirma: "Os suplementos em pó para pré-treino normalmente contêm cafeína, além de ingredientes como creatina, aminoácidos e vitaminas"."Aparentemente não há muitas pesquisas sobre os benefícios desses produtos, apesar da evidência de que a cafeína pode melhorar performances esportivas em alguns casos. Esses estudos são feitos normalmente em atletas, portanto não está clara a relevância para a população em geral"."Os níveis de cafeína nesses produtos são equivalentes a uma xícara de café, podendo chegar a algo entre três e cinco xícaras, de acordo com instruções dos fabricantes.""Dessa forma, há risco de consumir cafeína em excesso, especialmente se a ingestão for superior a mais de uma vez por dia. O simples consumo do pó [sem diluição] pode representar riscos, já que pode haver consumo acima da quantidade recomendada".Manter-se hidratado para o exercício também é importante.A Fundação Britânica de Cardiologia recomenda: tomar de 6 a 8 copos de algum líquido, havendo treino ou não ouvir o próprio corpo — se você está com sede ou transpirando em excesso, beba água mas também não exagere na água e nem na cafeína Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Por que algoritmos das redes sociais estão cada vez mais perigosos, na visão de pioneiro da Inteligência Artificial

 Por que algoritmos das redes sociais estão cada vez mais perigosos, na visão de pioneiro da Inteligência Artificial

em - tecnologia Stuart Russell, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley, dedica-se há décadas ao estudo da Inteligência Artificial (IA), mas também é um de seus mais conhecidos críticos - ao menos do modelo de IA que ele ainda vê como "padrão" pelo mundo. Russell tem advertido que o modelo predominante de Inteligência Artificial é, em sua opinião, uma ameaça à sobrevivência dos seres humanos. Mas - à diferença dos enredos de filmes de Hollywood sobre o assunto - não porque ele ache que essas tecnologias vão se tornar conscientes e se voltar contra nós.A preocupação principal de Russell é com a forma como essa inteligência tem sido programada por seus desenvolvedores humanos: elas são incumbidas de otimizar o máximo possível suas tarefas, basicamente a qualquer custo.E, assim, tornam-se "cegas" e indiferentes aos problemas (ou, em última instância, à destruição) que podem causar aos humanos.Para explicar isso à BBC News Brasil, Russell usa a metáfora de um gênio de lâmpada atendendo aos desejos de seu mestre: "você pede ao gênio que te torne a pessoa mais rica do mundo, e assim acontece - mas só porque o gênio fez o resto das pessoas desaparecerem", diz."(Na IA) construímos máquinas com o que chamo de modelos padrão: elas recebem objetivos que têm de conquistar ou otimizar, (ou seja), para os quais encontrar a melhor solução possível. E aí levam a cabo essa ação."Mesmo que essa ação seja, na prática, prejudicial aos humanos, ele argumenta. WhatsApp, Facebook e Instagram fora do ar: como foi o pedido de desculpas de Mark Zuckerberg pelo apagão A ex-funcionária que denunciou Facebook ao Senado dos EUA Como a inteligência artificial poderia acabar com a Humanidade - por acidente "Se construirmos a Inteligência Artificial de modo a otimizar um objetivo fixo dado por nós, elas (máquinas) serão quase como psicopatas - perseguindo esse objetivo e sendo completamente alheias a todo o restante, até mesmo se pedirmos a elas que parem."Um exemplo cotidiano disso, opina Russell, são os algoritmos que regem as redes sociais - que ficaram tão em evidência nos últimos dias com a pane global que afetou Facebook, Instagram e WhatsApp durante cerca de seis horas na segunda-feira (4/10). A tarefa principal desses algoritmos é favorecer a experiência do usuário nas redes sociais - por exemplo, coletando o máximo de informações o possível sobre esse usuário e fornecendo a ele conteúdo que se adeque a suas preferências, fazendo com que ele permaneça mais tempo conectado.Mesmo que isso ocorra às custas do bem-estar desse usuário ou da cidadania global, prossegue o pesquisador. "As redes sociais criam vício, depressão, disfunção social, talvez extremismo, polarização da sociedade, talvez contribuam para espalhar desinformação. E está claro que seus algoritmos estão projetados para otimizar um objetivo: que as pessoas cliquem, que passem mais tempo engajadas com o conteúdo", pontua Russell."E, ao otimizar essas quantidades, podem estar causando enormes problemas para a sociedade."No entanto, prossegue Russell, esses algoritmos não sofrem escrutínio o bastante para que possam ser verificados ou "consertados" - dessa forma, seguem trabalhando para otimizar seu objetivo, indiferentes ao dano colateral."(As redes sociais) não apenas estão otimizando a coisa errada, como também estão manipulando as pessoas, porque ao manipulá-las consegue-se aumentar seu engajamento. Se posso tornar você mais previsível, por exemplo transformando você em uma eco-terrorista extremista, posso te mandar conteúdo eco-terrorista e ter certeza de que você vai clicar, e assim maximizar meus cliques."Essas críticas foram reforçadas nesta terça-feira (5/10) pela ex-funcionária do Facebook (e atual informante) Frances Haugen, que depôs em audiência no Congresso americano e afirmou que os sites e aplicativos da rede social "trazem danos às crianças, provocam divisões e enfraquecem a democracia". O Facebook reagiu dizendo que Haugen não tem conhecimento suficiente para fazer tais afirmações.IA com 'valores humanos'Russell, por sua vez, detalhará suas teorias a um público de pesquisadores brasileiros em 13 de outubro, durante a conferência magna do encontro da Academia Brasileira de Ciências, virtualmente.O pesquisador, autor de Compatibilidade Humana: Inteligência Artificial e o Problema de Controle (sem versão no Brasil), é considerado pioneiro no campo que chama de "Inteligência Artificial compatível com a existência humana". "Precisamos de um tipo completamente diferente de sistemas de IA", opina ele à BBC News Brasil. Esse tipo de IA, prossegue, teria de "saber" que possui limitações, que não pode cumprir seus objetivos a qualquer custo e que, mesmo sendo uma máquina, pode estar errado."Isso faria essa inteligência se comportar de um modo completamente diferente, mais cauteloso, (...) que vai pedir permissão antes de fazer algo quando não tiver certeza de se é o que queremos. E, no caso mais extremo, que queira ser desligada para não fazer algo que vá nos prejudicar. Essa é a minha principal mensagem."A teoria defendida por Russell não é consenso: há quem não considere ameaçador esse modelo vigente de Inteligência Artificial.Um exemplo famoso dos dois lados desse debate ocorreu alguns anos atrás, em uma discordância pública entre os empresários de tecnologia Mark Zuckerberg e Elon Musk.Reportagem do The New York Times aponta que, em um jantar ocorrido em 2014, os dois empresários debateram entre si: Musk apontou que "genuinamente acreditava no perigo" de a Inteligência Artificial se tornar superior e subjugar os humanos.Zuckerberg, porém, opinou que Musk estava sendo alarmista.Em entrevista no mesmo ano, o criador do Facebook se considerou um "otimista" quanto à Inteligência Artificial e afirmou que críticos, como Musk, "estavam pintando cenários apocalípticos e irresponsáveis". "Sempre que ouço gente dizendo que a IA vai prejudicar as pessoas no futuro, penso que a tecnologia geralmente pode ser usada para o bem e para o mal, e você precisa ter cuidado a respeito de como a constrói e como ela vai ser usada. Mas acho questionável que se argumente por reduzir o ritmo do processo de IA. Não consigo entender isso."Já Musk argumentou que a IA é "potencialmente mais perigosa do que ogivas nucleares".Um lento e invisível 'desastre nuclear'Stuart Russell se soma à preocupação de Musk e também traça paralelos com os perigos da corrida nuclear."Acho que muitos (especialistas em tecnologia) consideram esse argumento (dos perigos da IA) ameaçador porque ele basicamente diz: 'a disciplina a que nos dedicamos há diversas décadas é potencialmente um grande risco'. Algumas pessoas veem isso como ser contrário à Inteligência Artificial", sustenta Russell."Mark Zuckerberg acha que os comentários de Elon Musk são anti-IA, mas isso me parece ridículo. É como dizer que a advertência de que uma bomba nuclear pode explodir é um argumento anti-física. Não é anti-física, é um complemento à física, por ter-se criado uma tecnologia tão poderosa que pode destruir o mundo. E de fato tivemos (os acidentes nucleares de) Chernobyl, Fukushima, e a indústria foi dizimada porque não prestou atenção suficiente aos riscos. Então, se você quer obter os benefícios da IA, tem de prestar atenção aos riscos."O atual descontrole sobre os algoritmos das redes sociais, argumenta Russell, pode causar "enormes problemas para a sociedade" também em escala global, mas, diferentemente de um desastre nuclear, "lentamente e de modo quase invisível".Como, então, reverter esse curso?Para Russell, talvez seja necessário um redesenho completo dos algoritmos das redes sociais. Mas, antes, é preciso conhecê-los a fundo, opina.'Descobrir o que causa a polarização' Russell aponta que no Facebook, por exemplo, nem mesmo o conselho independente encarregado de supervisionar a rede social tem acesso pleno ao algoritmo que faz a curadoria do conteúdo visto pelos usuários."Mas há um grupo grande de pesquisadores e um grande projeto em curso na Parceria Global em IA (GPAI, na sigla em inglês), trabalhando com uma grande rede social que não posso identificar, para obter acesso a dados e fazer experimentos", diz Russell."O principal é fazer experimentos com grupos de controle, ver com as pessoas o que está causando a polarização social e a depressão, e (verificar) se mudar o algoritmo melhora isso.""Não estou dizendo para as pessoas pararem de usar as redes sociais, nem que elas são inerentemente más", prossegue Russell. "(O problema) é a forma como os algoritmos funcionam, o uso de likes, de subir conteúdos (com base em preferências) ou de jogá-los para baixo. O modo como o algoritmo escolhe o que colocar no seu feed parece ser baseado em métricas prejudiciais às pessoas. Então precisamos colocar o benefício do usuário como objetivo principal e isso vai fazer as coisas funcionarem melhor e as pessoas ficarão felizes em usar seus sistemas."Não haverá uma resposta única sobre o que é "benéfico". Portanto, argumenta o pesquisador, os algoritmos terão de adaptar esse conceito para cada usuário, individualmente - uma tarefa que, ele próprio admite, não é nada fácil. "Na verdade, essa (área das redes sociais) seria uma das mais difíceis onde se colocar em prática esse novo modelo de IA", afirma."Acho que realmente teriam que começar do zero a coisa toda. É possível que acabemos entendendo a diferença entre manipulação aceitável e inaceitável. Por exemplo, no sistema educacional, manipulamos as crianças para torná-las cidadãos conhecedores, capazes, bem-sucedidos e bem integrados -, e consideramos isso aceitável. Mas se o mesmo processo tornasse as crianças terroristas, seria uma manipulação inaceitável. Como, exatamente, diferenciar entre ambos? É uma questão bem difícil. As redes sociais realmente suscitam esses questionamentos bastante difíceis, que até filósofos têm dificuldade em responder."Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

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Saiba como era a comunicação na internet antes das redes sociais

 Saiba como era a comunicação na internet antes das redes sociais

em - tecnologia Na segunda-feira (4/10) o Instagram, Facebook e WhatsApp ficaram por mais de seis horas fora do ar, interrompendo a comunicação de milhares de pessoas ao redor do mundo. Pensando nisso, fizemos este vídeo #PRAENTENDER como as pessoas se comunicavam na internet antes das redes sociais e qual a história delas no Brasil.Para mais vídeos como este, clique aqui. Em 1972, o BBS (bulletin board system) possibilitou uma conexão entre um computador e uma central, semelhante a um provedor de internet. Com a novidade, tornou-se possível enviar e receber softwares e dados, ler notícias e trocar mensagens com outros usuários. Os BBS funcionavam por telefone e, para garantir a qualidade da conexão, eram usados geralmente entre moradores de uma mesma cidade. Entenda o que disse o relatório da ONU sobre mudança climática A primeira rede socialA precursora dos serviços atuais surgiu só em 1997, fora do Brasil, e se chamava SixDegrees. Nela, os usuários podiam criar uma página de perfil e adicionar amigos. E desde o começo o modelo já mostrava seu potencial. Foram 3,5 milhões de usuários no auge do SixDegrees, que saiu do ar em 2001.Em 2000, cerca de 100 milhões de pessoas já usavam internet diariamente no Brasil. Além de fazer pesquisas e baixar músicas, estavam nas plataformas sociais. Muitas redes sociais acabaram surgindo nesse momento para poder juntar essas pessoas ávidas por se comunicarem. O Myspace foi criado, mas com um diferencial: a possibilidade de publicar músicas nos perfis. Com isso, a plataforma se tornou uma ótima forma de divulgação de novos artistas, e ainda permitia ao fã se conectar com os ídolos.COVID-19: o que dizem pesquisas sobre vacinação de crianças e adolescentesOrkutEntre ICQ, MSN, Fotolog e MySpace, nenhuma rede social foi tão popular entre os brasileiros como o Orkut. A estimativa é que mais de 1 bilhão de mensagens foram trocadas no Orkut, em 120 milhões de tópicos de discussão que fizeram parte de pelo menos 51 milhões de comunidades, somente no Brasil.Comunidades, como “Eu odeio acordar cedo” e “Tocava a campainha e corria” eram tão populares que fizeram a empresa transferir a operação do serviço da Califórnia para o Brasil, onde foi operada pela Google.Vídeo: afinal, qual a relação entre armas e segurança pública?Apagão no WhatsAppO Facebook anunciou que o problema mundial em suas redes sociais ocorreu devido a um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não teria havido um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários.Já o prejuízo da pane atingiu o próprio Mark Zuckerberg, que perdeu US$ 6 bilhões nas horas de instabilidade. O criador da plataforma caiu no ranking de bilionários da Bloomberg, que classifica, diariamente, as 500 pessoas mais ricas do mundo. Veja Mais

WhatsApp, Facebook e Instagram: pane expõe dependência mundial das redes de Zuckerberg

 WhatsApp, Facebook e Instagram: pane expõe dependência mundial das redes de Zuckerberg

em - tecnologia Em um relatório de julho, o Facebook divulgou que mais de 2,7 bilhões de pessoas usam alguma das redes sociais da empresa diariamente, em todo o mundo. É um número que ajuda a entender a dimensão da pane que afetou o Facebook, o Facebook Messenger, o Instagram e o WhatsApp nesta segunda-feira (04/10) em diversos países. Após cerca de seis horas de falhas, as redes sociais pertencentes a Mark Zuckerberg já estavam voltando ao normalno Brasil durante a noite.O Facebook pediu desculpas através do Twitter: "À enorme comunidade de pessoas e negócios ao redor do mundo que dependem de nós: pedimos desculpas. Temos trabalhado duro para restabelecer o acesso aos nossos aplicativos e serviços, e estamos felizes em comunicar que eles estão voltando agora."Em nota, o Facebook disse que a causa principal da interrupção do funcionamento foi uma "alteração de configuração incorreta" e afirmou não ter "evidências de que os dados do usuário tenham sido comprometidos como resultado desse tempo de inatividade"."Nossas equipes de engenharia detectaram que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação. Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços", disse a empresa.A última vez que o Facebook teve uma interrupção dessa magnitude foi em 2019.Muito além da impossibilidade de trocar mensagens com pessoas queridas ou curtir fotos e vídeos nas redes sociais, a pane desta segunda-feira mostrou que as plataformas do Facebook têm um papel mais profundo no próprio funcionamento da internet, segundo Thoran Rodrigues, engenheiro de computação, mestre em informática e diretor da BigDataCorp, empresa especializada na gestão de dados digitais. "A rede como um todo acaba sendo impactada, o que faz a gente perceber como essas empresas estão espalhadas (neste sistema)", explica. "Primeiro, o Facebook tem uma série de serviços que outras empresas, sites e aplicativos usam: desde serviços de login, que permitem o acesso com uma conta do Facebook ou o envio de códigos de confirmação por WhatsApp; e também ferramentas de analytics (métricas sobre a audiência). Quando você tem um problema generalizado como o desta segunda-feira, esses serviços também param de funcionar."Além dos serviços de login e ferramentas analíticas, o Facebook tem investido também no ramo de vendas online, como com a plataforma Marketplace; e de pagamentos, inaugurando no Brasil sua ferramenta WhatsApp Pay, que permite transações dentro do aplicativo. Há cerca de uma década, a empresa já tem um mercado consolidado na publicidade — frentes que mostram a ramificação da companhia na internet. "Segundo, com a falha no Facebook, as pessoas vão buscar massivamente alternativas, então você começa a ver picos de utilização em outros serviços", aponta Rodrigues como mais um impacto da pane para toda a rede. - Leia: Pane dá prejuízo bilionário a Zuckerberg, que perde posição entre os mais ricos O Downdetector, que monitora a instabilidade e interrupção de outros sites, registrou nesta segunda-feira um marco de 14 milhões relatos de erro, um dos maiores de sua história. Além do Facebook, Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp, plataformas de outras empresas também registraram problemas, em menor escala — como o TikTok e o Twitter, que publicou em sua conta: "Às vezes, tem mais gente usando o Twitter do q o normal. Nos preparamos p/ esses momentos, mas hoje as coisas não ocorreram exatamente conforme o previsto p/ situações assim. Por isso, vcs podem ter tido problemas p/ visualizar respostas ou DMs. Já está resolvido! Nos desculpem."Ação nos EUA por 'monopólio ilegal'Lado-a-lado com a diversificação dos negócios, é evidente que a função original de rede social ainda é extremamente relevante para o Facebook e suas marcas. Segundo dados da empresa de métricas App Annie, os quatro aplicativos mais baixados na última década — de 2010 a 2019 — eram do Facebook: Facebook (1º lugar), Facebook Messenger (2º), WhatsApp (3º) e Instagram (4º). Em 2020, o quadro mudou com a aparição do TikTok em primeiro lugar naquele ano, mas mesmo assim as quatro redes sociais do Facebook aparecem entre as seis primeiras posições. Para a Federal Trade Commission dos Estados Unidos (Comissão Federal de Comércio, FTC na sigla em inglês), ao longo dos anos o Facebook construiu um monopólio no ramo das redes sociais através de condutas "anticompetitivas". Por isso, a FTC e procuradores de 45 Estados americanos abriram em dezembro de 2020 uma ação judicial contra o Facebook, ainda em curso, que pede o desmembramento da companhia, entre outras medidas. Para os autores da ação, o Facebook cresceu no mercado com uma estratégia de "comprar ou matar" os rivais, prejudicando competidores e usuários — que, no caminho, teriam perdido controle de seus dados em prol da receita da empresa com publicidade. A empresa defendeu em uma nota que a ação judicial "ignora a realidade da dinâmica e intensamente competitiva indústria da alta tecnologia na qual o Facebook opera". O Facebook comprou o Instagram por US$ 1 bilhão em 2012 e o WhatsApp por US$ 19 bilhões em 2014 — aquisições que, segundo o FTC, foram feitas com o objetivo de "eliminar ameaças ao monopólio" da empresa. Outras gigantes da tecnologia, como o Google, a Amazon e a Apple, também estão enfrentando cobranças parecidas ao redor do mundo, não só na Justiça mas também no Legislativo e em outros órgãos. A Comissão Europeia, por exemplo, está investigando se a Apple e o Facebook violaram regras antitruste da União Europeia. Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS), Carlos Affonso Souza explica que estes debates têm a ver com uma fase da era digital. "A gente vive um momento na internet da plataformização, em que as grandes inovações acabam sendo adquiridas por grandes empresas. Dito de outra forma, o sonho de uma start-up de sucesso hoje virou ser adquirida por uma grande empresa — quando, no final das contas, poderia ser que ela se tornasse uma grande empresa do futuro", afirma Souza, também professor de direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Embora os impactos destes conglomerados digitais para os internautas ainda estejam em discussão, Souza diz que esta segunda-feira pode ficar como ensinamento para aqueles que navegam na internet — ou nas redes sociais?"O brasileiro se acostumou a ver o Facebook, o WhatsApp e o Instagram como se fosse uma espécie de 'cesta básica' do acesso à internet", afirma Souza, apontando que a experiência dos internautas hoje está muito restrita às redes sociais. "Acabamos usando esses três aplicativos de uma mesma empresa e de uma forma que a integração entre eles oferece muito conforto. Quando esses três aplicativos saem do ar, subitamente muitas pessoas não sabiam o que fazer. Esse é um ponto muito preocupante — diz muito sobre a empresa Facebook, mas também sobre a maneira pela qual nós nos acostumamos a confundir rede social com internet". "No final das contas, a gente teve um dia em que a mensagem para todo mundo que usa internet foi: você precisa ter um plano B. Você não pode depender de aplicações que são administradas pela mesma empresa", recomenda o diretor do ITS. Clique para assinar o canal da BBC News Brasil no YouTube Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

WhatsApp, Facebook e Instagram voltam a funcionar após quase 6h fora do ar

 WhatsApp, Facebook e Instagram voltam a funcionar após quase 6h fora do ar

em - tecnologia Agora, é oficial: após quase 6h de interrupção dos serviços, o WhatsApp, Instagram e Facebook, finalmente, voltaram a funcionar. O retorno gradual foi anunciado por volta de 20h15 no Twitter pelos aplicativos - todos eles pertencem ao fundador do Facebook, Mark Zuckerberg."Para a enorme comunidade de pessoas e empresas ao redor do mundo que dependem de nós: sentimos muito. Temos trabalhado muito para restaurar o acesso aos nossos aplicativos e serviços e estamos felizes em informar que eles estão voltando a ficar online agora. Obrigado por segurar a barra conosco", tuitou o Facebook. O comunicado não menciona a causa da avaria, mas informações divulgadas pela imprensa americana sugerem que ela foi grave. Segundo um memorando interno obtido pelo jornal "The New York Times", um grupo de funcionários do Facebook foi enviado nesta segunda-feira (4/10) ao centro de dados da empresa, em Santa Clara, na Califórnia, para tentar uma “reinicialização manual” dos servidores. Ainda segundo o veículo, a pane chegou a impedir a entrada de funcionários no prédio do Facebook, já que os dispositivos onde os colaboradores passam os crachas para acessar o local pararam de funcionar."Acabei de falar ao telefone com alguém que trabalha para a FB que descreveu que funcionários não conseguiram entrar nos prédios esta manhã, para começar a avaliar a extensão da interrupção, pois seus crachás não funcionavam para acessar as portas", escreveu a jornalista Sheera Frenkel, do "The New York Times", no Twitter.  Veja Mais

Comércio on-line tem prejuízo com o 'apagão' das redes sociais

 Comércio on-line tem prejuízo com o 'apagão' das redes sociais

em - tecnologia A semana começou complicada no mundo digital. Logo no início da tarde desta segunda-feira (4/10), algumas das maiores redes sociais do mundo, Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentaram instabilidade de conexão e logo ficaram completamente fora do ar. Além da comunicação, o problema gerou perda de venda para lojistas que trabalham nessas plataformas. Para Aloisio Correa, especialista em tecnologia da informação e diretor superintendente da Galgo Sistemas de Informações S.A., o impacto da falha nas redes sociais é incomensurável. Segundo ele, o problema gera impactos diferentes para cada uma das plataformas. "No Facebook e no Instagram, que são mais redes sociais, têm um impacto grande para quem é anunciante. Essas redes ganham muito dinheiro com a venda de anúncios. Imagina um anunciante que tem uma campanha publicitária e está fazendo o lançamento de um produto e se baseou nessas redes para isso? Para eles, isso é uma perda gigantesca". LEIA TAMBÉM: Veja quais sites apresentaram instabilidade nesta segunda-feira (4/10) O especialista acredita que essa falha pode acarretar inclusive problemas jurídicos. "Isso trás um problema gigantesco, na perspectiva da rede social, muito pelo lado do anunciante. O Facebook e o Instagram deixam de ganhar receita, mas eles não vão ficar mais pobres por causa disso. Já para uma empresa que está lançando um produto, uma moda, um sapato, um carro, isso é um prejuízo gigantesco".De acordo com Correa, no WhatsApp os prejuízos atingem grandes e pequenos negócios."O Whatsapp, hoje, virou uma ferramenta de uso para todos nós, do nosso dia-a-dia. Além da comunicação entre os amigos e familiares, ele é uma ferramenta de negócios. Muitas empresas e serviços se baseiam nele para fazer suas vendas. Seja uma pequena quitanda, uma loja de comida, serviços". Ele ressalta outro problema, a falta de um contrato de prestação de serviços entre o aplicativo e os usuários. "Diferente das redes (Facebook e Instagram) em que o anunciante tem um contrato, no WhatsApp somos todos nós, cidadãos-comuns, pequenos comerciantes que não temos contrato com o Facebook, WhatsApp e ficam no prejuízo mesmo".Um dos comerciantes que viu o prejuízo de perto é Luis Fernando Soares, de 21 anos. Ele é dono da loja Joe Bordados e tem duas unidades no Centro de Belo Horizonte, mas afirma que 70% dos pedidos são através das redes sociais. "Nossa loja tem a maior parte dos clientes que vêm do Instagram. Eles são direcionados de lá para o WhatsApp, mas como os dois são ligados, não veio nenhum". Segundo ele, hoje foram feitos menos da metade dos orçamentos que costumam realizar por dia."Vendemos bonés personalizados, são cerca de 20 orçamentos por dia e fechamos uns 10. Hoje só fizemos cinco orçamentos, mas quando deu 12h, o WhatsApp parou e não progredimos. Ou seja, não deu para vender nada", diz Luis.'Apocalipse' digitalO nome assustador foi usado algumas vezes por usuários do Twitter, que narraram todo o acontecimento desta segunda. No início da tarde, usuários dos serviços em diferentes partes do mundo relataram a falha no Facebook, Instagram e WhatsApp. Depois do problemas com as três redes sociais, o aplicativo de mensagens Telegram também apresentou instabilidade, que foi relatada pelos usuários ao site Downdetector, que mostra informações em tempo real sobre o status de vários sites e serviços.Como se essas quedas não fossem um caos suficiente para os internautas, alguns sites de bancos, de reuniões e aulas on-line, o aplicativo Tik Tok e, até mesmo, o Twitter começaram a apresentar erros de conexão. Nos Estados Unidos, cinco redes de celulares estão fora do ar e segundo o Downdetector, as queixas começaram entre 12h e 12h30. Quatro horas após o início da queda, a operadora americana T-Mobile já acumula 16,2 mil queixas. Alternativas para o problemaSegundo o especialista, a alternativa dos comerciantes sem conexão seria buscar os concorrentes dessas plataformas. No caso do WhatsApp, seria o Telegram, que também enfrentou problemas de instabilidade. Entretanto, Aloisio Correa acredita que isso se deve ao grande fluxo de pessoas que migraram para a ferramenta. "Provavelmente, ele também deve estar enfrentando dificuldade porque milhões de pessoas correm para a ferramenta. E, se você tem uma tecnologia dimensionada para uma certa demanda e ela explode, não há capacidade de atender. É o que está acontecendo com o Telegram nessa hora, ele não está conseguindo atender a tantos usuários", diz Correa."No caso do Instagram, por exemplo, que tem recursos de vídeos, a pessoa acaba correndo para o concorrente, como o Tik Tok. Mas tem o problema do anunciante. Ele está pagando para colocar o anúncio no stream do Instagram e ele não está funcionando", completa. Ele ressalta que a falha é um problema global. "É um problema sério, é global e não localizado. São bilhões de pessoas afetadas". E aponta ainda a falta de informações consistentes para os anunciantes e usuários. "Os comunicados não dizem nada. A medida de uma empresa de serviços como essa deveria ser oposta. Dizer que estão passando por dificuldades tecnológicas, se identificaram ou não o problema, estimativa de restabelecimento de tanto tempo". Canais de vendas mais usados na pandemia O especialista lembra também que, com a pandemia, WhatsApp e Instagram passaram a ser mais usados como canais de vendas. "Você quer comprar um produto ou contratar um serviço e usa essas redes como canais de compras. A pandemia reforçou isso, com todo mundo em casa o mundo digital explodiu. Isso é um prejuízo de bilhões de dólares, que é até difícil estimar. Não tem nem métrica para estimar quanto se perde com os três (WhatsApp, Facebook e Instagram) fora do ar, por mais de cinco horas".No Brasil, o comércio eletrônico bateu recorde de vendas no primeiro semestre de 2021 e atingiu R$ 53,4 bilhões em faturamento. O resultado aponta um crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo números da 44ª edição do Webshoppers, relatório elaborado pela Ebit Nielsen e realizado em parceria com o Bexs Banco. Diante do quadro de indefinição sobre a normalização das plataformas, Correa acredita que tanto o consumidor quanto o empresário vão buscar outras alternativas. "Eles vão para o Telegram ou passarão a anunciar dentro do Twitter ou do Tik Tok. O anunciante vai buscar alternativas porque parado ele não pode ficar. O consumidor também, ou vai voltar para a internet, procurar os serviços que está acostumado nos sites. Aí também é a oportunidade de quem está querendo entrar na concorrência, mostrar o seu valor".Ele afirma, ainda, que a demora na solução ou se as causas para o problema não forem bem explicadas, pode haver uma resistência para a retomada. "Se as pessoas perceberem que essa desculpa está meio nebulosa, isso pode criar um movimento de migração para outras soluções", finaliza.*Estagiárias sob supervisão do editor Álvaro Duarte Veja Mais

WhatsApp, Facebook e Instagram: o que se sabe sobre pane global das redes de Mark Zuckerberg

 WhatsApp, Facebook e Instagram: o que se sabe sobre pane global das redes de Mark Zuckerberg

em - tecnologia Usuários do mundo inteiro relataram problemas e instabilidade no uso de WhatsApp, Facebook e Instagram, redes sociais sob comando do Facebook, de Mark Zuckerberg.Segundo a agência France Presse, o impacto potencial é sobre dezenas de milhares de usuários.No Brasil, o site Downdetector, que monitora instabilidade em serviços online, identificou grandes picos de relatos de usuários enfrentando problemas nas três redes sociais, e havia indicativos de "interrupção generalizada" ao menos no Facebook por volta das 13h30 (horário de Brasilia).Os mesmos problemas foram identificados pelo Downdetector em outras grandes regiões metropolitanas globais, como Washington e Paris, informa a France Presse.Em notas enviadas à BBC News Brasil, o Instagram, o WhatsApp e o Facebook informaram: "estamos cientes de que as pessoas estão tendo dificuldades para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para que tudo volte ao normal o quanto antes".Em sua conta internacional no Twitter, o WhatsApp emitiu comunicado parecido.Na página do Facebook consta uma falha de Domain Name System (DNS) - o DNS é o servidor que direciona os usuários aos destinos durante a navegação.O DNS costuma ser comparado com uma lista telefone ou um caderno de endereços da internet, levando os navegadores ao sistema do site que está sendo buscado. Uma pane semelhante de DNS afetou a empresa de armazenamento na nuvem Akamai em julho, afetando múltiplos serviços. Outras falhas semelhantes aconteceram neste ano em outros produtos.E uma das vezes, a pane foi causada por um único cliente de um serviço muito usado que mudou suas configurações, dando início a um problema de software que afetou um grande número de páginas. É raro que esse tipo de problema afete gigantes da tecnologia como o Facebook e permaneça sem solução por muito tempo. Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Amazon apresenta robô de 'ficção científica' para atuar com vigilância

 Amazon apresenta robô de 'ficção científica' para atuar com vigilância

em - tecnologia A Amazon apresentou nesta terça-feira (28/9) um robô equipado com microfones e câmeras que os usuários podem utilizar para monitorar a segurança de suas casas, um dispositivo que transforma "ficção científica em realidade", nas palavras de um dos responsáveis pelo projeto.A empresa tecnológica saudou o robô batizado de "Astro" como uma grande inovação para a segurança e conveniência de seus usuários, mas especialistas em tecnologia alertam que ele pode oferecer riscos para a privacidade.Astro é um dispositivo de aproximadamente 60 centímetros de altura e nove quilos de peso. Ele pode mapear a planta de uma casa e obedecer a comandos específicos, como "olhar" mais de perto para um determinado lugar com auxílio de uma câmera telescópica."Agora, quando você não estiver em casa, você pode usá-lo para patrulhar de forma proativa a sua residência e averiguar atividades", afirmou o executivo da Amazon, Dave Limp, em um vídeo sobre o lançamento do produto.Além disso, o dispositivo, que também funciona integrado à assistente virtual Alexa, pode ser ensinado a reconhecer rostos e a aprender os hábitos dos moradores da casa.Um dilema de privacidade digital?A Amazon afirma que Astro também pode ser útil para ajudar a verificar remotamente familiares mais idosos, como uma espécie de babá eletrônica, e lembrar os usuários de realizar certas atividades de rotina."Ele está transformando a ficção científica em realidade", afirmou Suri Maddhula, que participou do desenvolvimento do robô, no vídeo de apresentação.Por outro lado, Matthew Guariglia, analista de políticas de grupo Electronic Frontier Foundation, uma organização sem fins lucrativos de defesa dos direitos de liberdade de expressão e privacidade no contexto da era digital, manifestou preocupação com o risco potencial que o dispositivo representa. Segundo Guariglia, o dispositivo pode permitir que hackers vejam o interior da casa de um usuário se for invadido. Além disso, a própria polícia pode requerer acesso ao mesmo através de um mandado de busca."Existem alguns cenários em que [Astro] pode ser útil, assim como existem cenários em que uma câmera de vigilância em sua casa também pode ser útil", disse o analista à AFP."Contudo, o problema é que você precisa saber que [o dispositivo] traz consigo um problema de vulnerabilidade", acrescentou.Para evitar esse problema, Limp, que é vice-presidente sênior para dispositivos e serviços da Amazon, afirmou em uma conferência de imprensa que Astro possui recursos integrados para proteção contra abusos.Segundo o executivo, os usuários podem desligar as câmeras e microfones de Astro, e o dispositivo também emite um alerta sonoro e visual em seu display quando alguém tenta acessar as câmeras de maneira remota."Se alguém 'hackear' sua conta ou algo do tipo, e esse alguém pode ser um criminoso obviamente, queremos que qualquer pessoa que estiver em casa saiba o que está acontecendo", afirmou.Limp também destacou que a Amazon não tem acesso remoto às câmeras de seus dispositivos e, portanto, "jamais permitiria que um departamento de polícia tivesse acesso ao dispositivo". Veja Mais

Google, 23 anos: 10 coisas que você talvez não saiba sobre o buscador

 Google, 23 anos: 10 coisas que você talvez não saiba sobre o buscador

em - tecnologia Ao completar 23 anos de existência em 2021, o buscador da gigante de tecnologia Google — seu principal serviço — processa, em média, mais de 63 mil buscas por segundo em mais de 150 línguas, de acordo com o site Search Engine Land. Estima-se que 9 em cada 10 buscas feitas na internet sejam feitas por meio do Google.No processo de tornar-se o principal buscador do planeta, ele também se consolidou como um modelo de negócios, um coletor de informações pessoais e uma plataforma de anúncios, que detém em torno de 30% do mercado de publicidade online.Cada vez em que você faz uma busca, o Google descobre um pouco mais sobre as suas preferências e hábitos — mas quanto você sabe sobre o Google?Eis alguns fatos que podem te surpreender:1. O nome O nome Google nada mais é do que a escrita incorreta do termo matemático "googol" — o número 1 seguindo de 100 zeros.Há muitas histórias não confirmadas sobre como, nos primeiros dias da empresa, um engenheiro ou um estudante teriam soletrado a palavra incorretamente.O erro acabou sendo muito usado e se tornou o nome da nova ferramenta.2. 'Massagem nas costas' Os cofundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, chamavam o buscador originalmente de Backrub, a palavra em inglês para "massagem nas costas".Mas isso não tinha nada a ver com a massagem real. Era uma referência ao sistema de encontrar e ranquear páginas com base nos links que outros sites faziam para elas.3. Brincadeiras Os engenheiros e designers do Google gostam de programar pegadinhas em algumas buscas.Digite, por exemplo, a palavra em inglês askew, que significa torto ou inclinado.Ou digite o nome do jogador Pelé e veja o que acontece lá embaixo com os links das próximas páginas de resultados. Notou algo diferente na página?4. Bodes para cortar grama O Google diz que uma das iniciativas mais "sustentáveis" que apoia é trocar cortadores de grama por bodes.Os gramados do Googleplex, a sede da empresa em Mountain View, na Califórnia, precisam ser aparados regularmente. Por isso, volta e meia é possível ver um grupo de cerca de 200 bodes se alimentando no complexo.5. Um negócio em crescimento Além do Gmail, do Google Maps, do Google Drive, do Google Chrome e outros, o Google vem adquirindo, em média, uma companhia por semana desde 2010.Você pode não saber, mas empresas como Android, YouTube, Waze e AdSense são propriedade do Google, assim como dezenas de outras.O YouTube, aliás, foi adquirido em 2006 por cerca de US$ 1,65 bilhão (R$ 9 bilhões nos valores de hoje). Atualmente, a plataforma de vídeos fatura cerca de US$ 20 bilhões (R$ 107 bilhões) por ano.6. O Doodle O primeiro Google Doodle foi criado para ser uma resposta automática para um e-mail de "fora do trabalho" no dia 30 de agosto de 1998. Nele, o boneco símbolo do festival de contracultura americano Burning Man, aparecia atrás do segundo "o" no logo da empresa.Page e Brin foram para o festival, no Estado americano de Nevada, e queriam avisar os usuários do serviço que eles não estariam disponíveis para resolver problemas técnicos.Desde então, os Doodles se tornaram cada vez mais sofisticados — alguns são até jogos — e se tornaram uma tradição do buscador. Eles celebram dias significativos ou personalidades de diversos países com ilustrações especialmente encomendadas.Entre os doodles mais memoráveis, estão o da descoberta de água na Lua e o do aniversário de 70 anos de John Lennon — o primeiro doodle em vídeo de todos os tempos.A empresa criou até uma página especial onde ficam armazenados todos os doodles antigos.7. Uma oportunidade perdidaEm 1999, Page e Brin tentaram vender o Google por apenas US$ 1 milhão, mas não houve compradores interessados. Mesmo quando eles reduziram o preço. Agora, a empresa que controla o buscador do Google e outros produtos da empresa ultrapassou a marca de US$ 1 trilhão (R$ 5,3 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a revista Forbes. A marca Google, segundo a publicação, é a segunda mais valiosa do mundo (US$ 207,5 bilhões, ou R$ 1,1 bilhão). Page e Brin estão entre as 10 pessoas mais ricas do mundo, com fortunas estimadas pela Forbes em US$ 91,5 bilhões (R$ 488 bilhões) e US$ 89 bilhões (R$ 475 bilhões) respectivamente.A plataforma de buscas opera em todo o mundo em mais de 150 idiomas, respondendo a trilhões de consultas de pesquisa por ano.8. Lema e acusações "Não seja mau" é um dos lemas originais — e o mais famoso — da empresa.Se eles se mantêm fiéis a este lema, é algo que divide opiniões de pesquisadores, críticos e usuários.Autoridades ao redor do mundo, incluindo Europa, EUA e China, tentam há anos limitar o poder das grandes empresas de tecnologia, que se tornaram dominantes na era do capitalismo da internet.Entre as críticas a essas companhias, estão acusações de prática de monopólio, tratamento desfavorável aos produtos da concorrência em suas plataformas, uso abusivo de dados de clientes e aquisição de todas as pequenas empresas com potencial de ameaçar sua hegemonia. O Google nega as acusações.É possível que no futuro grandes empresas como Facebook, Google, Amazon, Apple e Microsoft se vejam obrigadas a dividir seus negócios e a reduzir seu tamanho para cumprir as leis antitruste ao redor do mundo.9. Comida importa — e muito De acordo com a revista Forbes, o cofundador da empresa, Sergey Brin, decidiu logo no início que nenhum escritório do Google deveria ficar a mais de 60 metros de distância de algum tipo de comida.Diz-se que, nos primeiros dias do Google, o lanche favorito dos funcionários eram os Swedish Fish ou "peixinhos suecos", balas de goma em formato de peixe.Hoje em dia, os "googlers", como se chamam os funcionários da empresa, têm acesso a refrigeradores e cozinhas gourmet com lanches e bebidas de diversos tipos. 10. O melhor amigo No Google, os funcionários, incluindo os "nooglers" (novatos na empresa) podem levar seus cachorros para o trabalho.Na condição, é claro, de que eles sejam treinados para estar nos escritórios — e não façam suas necessidades dentro dos prédios, por exemplo.Mais curiosidades O índice de busca do Google é, hoje, cerca de 100 vezes maior do que era em 1999. E é atualizado 10 mil vezes mais rápido do que na época.Uma única pesquisa realizada no buscador utiliza a mesma capacidade de processamento que foi necessária para enviar os astronautas da Apollo 11 para a Lua.E 15% das buscas feitas diariamente nunca foram realizadas antes.Os fundadores da empresa também gostam muito dos brinquedos de plástico Lego. Tanto que o primeiro servidor do Google — um conjunto de 10 drives — foi colocado dentro de uma unidade feita de Lego.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

App facilita comunicação de pais divorciados que buscam mínimo de contato

 App facilita comunicação de pais divorciados que buscam mínimo de contato

em - tecnologia Um divórcio com filhos é sempre desgastante. A comunicação entre o ex-casal costuma se tornar potencializador de conflito e pode dificultar a troca de informações sobre a rotina das crianças e adolescentes. Isso porque, além das questões emocionais que envolvem toda a família, atividades rotineiras, como definir a agenda de compromissos, acompanhar o desenvolvimento escolar ou levar a consultas médicas, por exemplo, viram um desafio.Foi pensando em ajudar os pais a lidar com essas dificuldades que a arquiteta Aline Poulsen idealizou a plataforma Zelle. O projeto partiu da experiência com o próprio divórcio, quando se viu querendo reduzir o contato com o ex-marido, mas precisando conversar com ele sobre os dois filhos. "Eu optei por bloquear meu ex-marido das redes sociais e do WhatsApp, mas nos falávamos muito por SMS sobre a rotina das crianças, especialmente durante a fase de adaptação", comenta.À época, Aline chegou a procurar por aplicativos que fizessem essa intermediação, mas não encontrou. "Levei a ideia para a minha sócia, Marília (Rochedo), que é da área de tecnologia, mas ela engravidou e acabamos não conseguindo tocar o projeto", lembra.FomentoForam dois anos entre o primeiro esboço, em 2017, e o início do desenvolvimento do aplicativo, em 2019. Até que a empreendedora comentou sobre a ideia com uma amiga que é defensora pública. "Ela me incentivou, mandava mensagens dizendo que a ideia poderia ajudar muitas pessoas". Nessa altura, entrou para a equipe um novo sócio, Daniel Romani, que também trabalha com a parte de desenvolvimento tecnológico da ferramenta.Com a ideia amadurecida, foi preciso buscar formas de tirar a empresa do papel. "Eu sou arquiteta de formação, estava formada há pouco tempo e desgastada com a carreira", conta Aline. Ela diz que foi um salto até se tornar uma empresária. Nesse processo, duas estruturas foram fundamentais: o Centro de Empreendimentos em Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CEI/UFRGS) e os programas de aceleração do Sebrae no estado."A universidade nos deu muito apoio. Tudo o que ela oferece a gente aproveita, desde a redução de custos de instalação e manutenção da empresa, até o convívio com a comunidade acadêmica, professores, alunos, orientação no andamento do projeto", diz. De acordo com ela, contar com a ajuda dessas iniciativas fez a diferença entre a ideia no papel e o aplicativo finalizado. "E nós também damos à comunidade acadêmica e aos alunos tudo o que podemos oferecer em troca", diz.Uma mini rede-socialA plataforma funciona de maneira simples: um dos responsáveis cria uma conta e cadastra os dependentes - até seis por assinatura. Depois, é possível inserir os demais adultos que têm contato com a criança, até 10 por perfil. Pronto, toda a família terá acesso às informações compartilhadas como agenda, informações médicas, dados escolares e até um espaço para memória - em que se pode compartilhar momentos importantes das crianças e pode funcionar como uma rede social fechada para a família."O nosso objetivo é que as crianças sejam protagonistas das relações familiares. A gente sabe que manter uma relação boa com ambos os pais é bom para qualquer pessoa. Quanto mais amena a gente conseguir deixar a relação com os pais, mais benefícios a criança vai ter, mais ela vai se sentir amada e acolhida. É um bem-estar incalculável", conta Aline.Durante os testes com a plataforma, eles notaram que ela pode ser útil, inclusive, para pessoas que vão além do perfil inicial de pais divorciados. "Em nossos testes, os voluntários mais engajados foram um casal, que ainda está casado, com um filho pequeno. Tivemos uma boa resposta de mães solo também, um público que não imaginamos que se interessaria", lembra. O Zelle está disponível para os sistemas Android e iOS nas respectivas lojas. Estão disponíveis planos de assinatura mensal, semestral ou anual. A empresa também tem um blog, que pode ser acessado no site oficial da plataforma, com conteúdo sobre a criação dos filhos para orientar os familiares. Veja Mais

WhatsApp deixará de funcionar em celulares mais antigos; confira a lista

 WhatsApp deixará de funcionar em celulares mais antigos; confira a lista

em - tecnologia O WhatsApp divulgou uma lista com os modelos de smartphone que deixarão de ter acesso ao aplicativo a partir de 1° de novembro. Isso irá ocorrer porque os modelos já são antigos e não irão mais suportar o app de mensagens.De acordo com o comunicado, celulares com versões do Android mais antigas que a 4.1, que o iOS 10 e que o KaiOS 2.5.1 não terão mais acesso ao app.Para saber se o seu celular ainda será compatível com o aplicativo basta acessar as Informações do software, disponível em configurações.Veja a lista dos modelos:Apple: caso o iPhone não suporte mais atualização para o iOS 10 ou superiorSamsung: Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy S2, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core e Galaxy Ace 2LG: LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact, Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD and 4X HD, e Optimus F3QZTE: ZTE Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand MemoHuawei: Huawei Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S e Ascend D2Sony: Sony Xperia Miro, Sony Xperia Neo L e Xperia Arc SOutros: Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8. Veja Mais

Os MMORPGs mais marcantes dos anos 2000 e a volta de Grand Chase

 Os MMORPGs mais marcantes dos anos 2000 e a volta de Grand Chase

em - tecnologia No fim de julho, Grand Chase foi relançado para os computadores. Desde 2015, os servidores do jogo estavam desligados. O game é um MMORPG, gênero que marcou uma geração de jogadores com clássicos como Ragnarok, Tibia, World of Warcraft e Mu Online.MMORPG é uma fusão de dois gêneros de jogos. Primeiro de RPG, que são jogos de fantasia no qual cada jogador controla um personagem que tem limitações e habilidades baseadas em sua classe. Já os MMO são jogos que reúnem milhares de jogadores no mesmo ambiente virtual, participando de eventos simultaneamente e trocando ou vendendo itens do jogo.Conheça algumas curiosidades sobre Grand Chase e outros MMORPGs que fizeram sucesso no Brasil nos anos 2000.Grand ChaseGrand Chase chegou ao Brasil em agosto de 2006. O jogo se destaca pela jogabilidade simples e pelos traços que lembram animes e mangás, que são os desenhos e quadrinhos japoneses.No game, o jogador completa missões, explora cenários e participa de combates contra monstros e contra outros jogadores. Ao derrotar os inimigos, o jogador ganha itens que podem ser usados para aprimorar os seus personagens.Ao todo, o jogo contém 20 personagens, cada um com uma combinação própria de habilidades, magias e armas. Entre os personagens temos a Lin, que foi criada a partir da opinião dos jogadores brasileiros, que puderam escolher seus traços físicos, roupas e estilo de combate. Lin é especialista em ataques com magias à média distância e consegue correr, se esquivar e se movimentar muito rapidamente.Códigos para os jogosGrand Chase pode ser jogado gratuitamente, mas alguns itens do jogo só estão disponíveis se comprados na loja oficial. Há alguns anos, quando não era muito comum usar cartão de crédito em lojas on-line, os jogadores compravam em bancas de jornal revistas que tinham códigos para resgatar o dinheiro virtual do jogo - e, de quebra, ainda ganhavam um pôster.Em 2015, quando foi anunciado o desligamento dos servidores, os jogadores brasileiros ficaram comovidos com o fim do jogo que proporcionou tantas horas de diversão.Em 2018, foi lançada uma versão de Grand Chase para celulares, mas a empolgação da comunidade não foi tão grande quanto esse ano, quando a KOG anunciou a volta do jogo para os computadores. No final de semana de relançamento, Grand Chase chegou a bater 79 mil jogadores simultâneos em todo o mundo.Ragnarok OnlineO segundo jogo da nossa lista é Ragnarok Online, que chegou ao Brasil em 2004.No game, o jogador pode criar vários heróis de diversas classes e evoluí-los da forma que achar melhor, explorando o mundo enquanto caça monstros e completa missões. Também é possível criar grupos, formar clãs e participar das Guerras do Emperium, onde guildas de jogadores lutam entre si.Antes de ser um jogo, Ragnarok era um manhwa, que são os quadrinhos sul-coreanos, mais ou menos parecidos com os mangás japoneses. O universo do jogo é um misto de mitologias. A mais marcante é a nórdica, mas há referências a outras, como tailandesa, chinesa, coreana, russa e até brasileira.Uma das atualizações do jogo adicionou a ilha de Brasilis, inspirada na cultura e no folclore brasileiro. Uma das missões que podem ser feitas na ilha chama “Loira do banheiro”. Ela começa a partir dos boatos de que o fantasma de uma mulher está rondando os banheiros de um dos pontos turísticos mais famosos de Brasilis.Uma outra missão chamada “Canto da Iara” fala sobre a lenda de uma sereia que encanta indígenas e pescadores na cidade.TibiaTibia, o jogo mais antigo da nossa lista, foi lançado em 1997. O pico de jogadores do jogo ocorreu 10 anos após o seu lançamento, em 28 de novembro de 2007, quando 64.028 pessoas estavam on-line simultaneamente nos servidores oficiais.No Tibia, os personagens são divididos em quatro classes: cavaleiros, paladinos, feiticeiros ou druidas. O objetivo dos jogadores é desenvolver as habilidades de seus personagens, explorando uma grande variedade de áreas e masmorras perigosas e lutando contra monstros como orcs, dragões e demônios.Hoje, 24 anos após o lançamento, Tibia continua recebendo atualizações e conta com muitos jogadores ativos. O jogo tem um sistema de progressão infinito, mas subir de nível, o famoso “upar”, não é tão fácil assim no Tibia. O jogo pune o jogador toda vez que o seu personagem morre tirando pontos de experiência. É possível perder o progresso de dias em uma única morte.Mistério dentro de TibiaEm 2005, os desenvolvedores adicionaram ao jogo uma porta que só poderia ser aberta por jogadores de nível 999. Somente em 2016, 11 anos depois, que um jogador conseguiu atingir o nível necessário para abrir a porta. Foi um brasileiro que usava o apelido de “Kharsek”.Nos meses anteriores, a comunidade do Tibia estava ansiosa esperando o jogador revelar o segredo por trás daquela porta secreta. Porém, para frustração de todos, Kharsek resolveu guardar para si o que havia visto.Somente um ano depois, em 2017, que outro jogador conseguiu nível para abrir a porta. Foi um polonês apelidado de “Dev onica”. Ele fez polêmica ao anunciar que só revelaria o segredo quando arrecadasse 5 mil dólares de doações no seu canal da Twitch. Depois ele disse que se contentaria caso conseguisse arrecadar US$ 2 mil.No fim das contas, ele revelou o mistério e não havia nada demais atrás da porta, apenas um cenário de praia e alguns NPCs, que são personagens do jogo controlados pelo computador.Hoje, a comunidade está acompanhando o progresso de dois jogadores que estão rumo ao nível 2.000: “Bobeek” e “Goraca”. Ambos estão no nível 1.916 e são os jogadores com o maior número de pontos em todo o mundo.World of WarcraftNo ar desde 2004, World of Warcraft continua com uma base gigantesca de jogadores devido às constantes atualizações e expansões do universo do jogo.O MMORPG se passa no mundo de Azeroth, que foi criado no primeiro jogo da série Warcraft, lá em 1994. Desde então, o universo de Azeroth tem sido explorado em Warcraft II, Warcraft III, nas expansões de World of Warcraft e no jogo on-line de cartas Hearthstone.Ao começar no game, o jogador escolhe o seu personagem entre 12 raças básicas, divididas entre duas facções, a Aliança e a Horda. Entre essas raças, há humanos, elfos, gnomos, orcs, trolls, mortos-vivos e vários outros. Há também raças mais avançadas, acessíveis apenas para jogadores com mais experiência, e os pandarens, uma raça neutra que pode ingressar na facção de preferência do jogador.O objetivo no game é tornar o seu personagem cada vez mais poderoso, combater monstros, explorar masmorras perigosas e defender o mundo de Azeroth de todos os perigos, inclusive contra a facção rival à sua.Mu OnlineLançado em 2001, Mu Online foi um dos primeiros MMORPGs a fazer sucesso nas lan houses brasileiras. A história do jogo é inspirada na lenda do continente perdido de Mu que, assim como Atlântida, seria um continente que foi dizimado por um cataclismo.A sua localização, segundo a lenda, seria no Oceano Pacífico, entre a Oceania e a América. A existência de Mu é considerada sem base factual e geólogos afirmam ser fisicamente impossível a sua existência.No jogo, Mu era uma terra pacífica, onde todas as criaturas viviam em paz e harmonia. Porém, inimigos de fora do continente queriam ver Mu destruída. Eles, então, buscaram reviver a Besta que havia nas profundezas de Atlans, uma cidade perdida no meio do oceano. Começou-se uma guerra e os tempos de paz e tranquilidade de Mu tornaram-se apenas lembranças.*Estagiário sob supervisão do subeditor Rafael Alves Veja Mais

Instagram sofre com bug e posts ficam lotados com a frase "Chupa Flamidia!"

 Instagram sofre com bug e posts ficam lotados com a frase

em - tecnologia O Instagram sofreu um bug na noite desta quarta-feira (25/8) e os comentários dos posts dos usuários ficaram lotados com a frase “Chupa Flamidia!”, ocultando o verdadeiro conteúdo publicado. Segundo o site Downdetector, apenas os comentários da rede social ficaram afetados. O erro chegou a ficar entre os tópicos mais comentados do Twitter.  Confusos com o a situação, muitos internautas acharam que a frase se referia ao time do Flamengo.   *Estagiária sob supervisão do subeditor Eduardo Oliveira  Veja Mais

Qual é a relação entre os emojis e o reggae de Peter Tosh?

 Qual é a relação entre os emojis e o reggae de Peter Tosh?

em - tecnologia Você pode não pensar muito sobre os emojis que usa para enviar mensagens de texto todos os dias, mas há histórias humanas fascinantes por trás deles."A música do meu pai é uma mensagem musical, para elevar o mundo de sua mentalidade adormecida", diz o músico de reggae Andrew Tosh, falando de sua casa em Kingston, na Jamaica. Como nasceu o KKKKKKKK da geração Z e por que emoji de risada é coisa de velho Como você revela 'linguagem corporal' em conversas online sem perceber O pai dele, Peter Tosh, foi um dos três membros fundadores da banda The Wailers, nos anos 1960, junto a Bob Marley e Bunny Wailer.A história de Peter Tosh não teve um final feliz; ele foi assassinado em um ataque horrível na década de 1980, mas deixou um legado musical e político.E se você abrir o teclado de emoji e pesquisar "levitando", encontrará uma minúscula imagem de um homem vestido com um terno preto elegante, chapéu e óculos escuros.É Peter Tosh.Niambe McIntosh, filha de Peter Tosh, cuida de seu patrimônio. Ela diz que o legado do pai é sobre justiça e direitos humanos, e tem orgulho de continuar seu trabalho."Ele não queria apenas que as pessoas dançassem; ele queria que elas dançassem para seu próprio despertar (político)."Ela ri surpresa quando descobre que seu pai está imortalizado em um emoji. "Não sabia disso... mas eu conheço a foto em que (o emoji) é baseado, de Bob, Bunny e meu pai de terno, e meu pai parece realmente alto."Foi uma surpresa para seu irmão Andrew também. "Ah, legal!", diz ele. "Na verdade, eu conheço essa foto. A versão jovem de Peter Tosh."Mas como uma lenda do reggae acabou se tornando um emoji?História da WebdingsEsta é uma história que nos leva de Kingston, na Jamaica, à chuvosa Seattle, nos Estados Unidos; especificamente, para a sede da Microsoft em meados da década de 1990.Naquela época, a revolução dos computadores pessoais estava apenas começando, e o tipógrafo Vincent Connaire estava trabalhando em novas fontes.Entre os scripts que ele desenvolveu, estava a Webdings; uma fonte baseada em imagens que deveria ser usada nas primeiras páginas da web.Connaire é um grande fã de música, especialmente ska. Uma de suas bandas favoritas é o grupo inglês The Specials. Sua gravadora, a 2 Tone Records, tinha um logotipo baseado em uma das primeiras imagens do The Wailers. Na foto, Peter Tosh está de costas para Bob Marley, olhando para o fotógrafo, de gravata borboleta e óculos escuros. O designer da 2 Tone Records usou esta imagem como inspiração.E é esse logotipo que foi adaptado por Connaire duas décadas depois para Webdings.Na versão dele, o homem de terno está pulando; ou mais precisamente "pogando" — tipo de dança popular entre os fãs do The Specials — e tinha a intenção de representar o "salto" de uma página para outra.Anos depois, muitos símbolos Webdings foram codificados como emoji e lançados em todos os smartphones e plataformas de tecnologia do mundo.Connaire desenhou muitos outros símbolos que conhecemos."Nós apenas olhávamos ao redor e desenhávamos o que víamos", diz ele, parecendo surpreso com o legado duradouro de seus designs."O rádio era meu rádio. O símbolo da montanha era o Monte Rainier (perto de Seattle). Fico orgulhoso em perceber que fizemos parte de algo especial."Memórias de um emojiOs emojis são aprovados e adicionados à lista oficial pela Unicode, um grupo baseado no Vale do Silício.Para Yiying Lu e outras pessoas como ela, há algo especial em ter um emoji de sua autoria selecionado.Ela é uma designer nascida em Xangai, na China, que teve várias propostas adicionadas ao teclado oficial. O dumpling, o hashi, o biscoito da sorte, a embalagem de comida chinesa para viagem e o bubble tea são de autoria dela — e refletem parte de sua identidade como uma mulher chinesa que vive nos Estados Unidos. Ela é apaixonada por explorar os significados dos símbolos e ampliar os horizontes culturais das pessoas, e fala com orgulho sobre sua conexão com a comunidade de Chinatown em San Francisco.Mas o emoji mais significativo no qual Yiying trabalhou não é uma referência à comida de sua cultura.É o pavão.Há alguns anos, em uma conferência sobre emojis, ela conheceu Irene Cho, uma executiva de marketing coreano-americana e apresentadora de podcast em San Francisco. Irene trabalhava em Hollywood para uma rede de restaurantes da moda, Burma Love. A dupla se deu bem de cara.O restaurante Burma Love era decorado com desenhos de pavão — e Yiying se perguntou por quê. Depois de descobrir que o pavão é altamente simbólico na cultura birmanesa, a dupla decidiu sugerir um emoji de pavão algum dia. Mas a conferência, e a janela para enviar propostas naquele ano, terminariam no dia seguinte.As duas decidiram virar a noite. Yiying trabalhou no design artístico, e Irene na proposta escrita. Elas enviaram o emoji de pavão minutos antes do fim do prazo. Alguns meses depois, a Unicode anunciou que o emoji de pavão havia entrado na lista. Quando Yiying tentou falar com Irene para compartilhar as boas novas, não obteve resposta."Eu mandei uma mensagem para ela dizendo: 'Ei, uau! Está acontecendo!', mas ela não respondeu."Cerca de um ano depois, Yiying viu um estande da rede de restaurantes em um evento em São Francisco e perguntou por Irene.Tragicamente, Irene havia morrido de repente vítima de um derrame causado pela doença de moyamoya, uma condição que ela tinha há algum tempo. A morte dela, enquanto se preparava para viajar para a Birmânia, foi um choque para a família e amigos.Aconteceu no mesmo mês em que o emoji foi selecionado. Muitos dos amigos de Irene não sabiam que ela havia sequer sugerido um emoji. "É um pequeno aceno do céu", diz Brook Lee, ex-Miss Universo e amiga próxima de Irene, quando contamos a ela que o pequeno pavão em seu telefone foi obra da amiga."É como se ela estivesse dizendo: 'Oi! Ainda estou aqui, nem mesmo a morte pode me impedir.'"Os emojis podem parecer símbolos simples ou uma forma divertida de dar vida às mensagens, mas para Brook, Yiying e muitos outros, eles representam muito mais."Irene com certeza ficaria orgulhosa", diz Brook. "A representação é importante. Coisas que ajudam você a ver que está sendo visto, importam." Yiying concorda. "Estou muito feliz por ter podido compartilhar a história com você", ela sorri, se lembrando com ternura da amiga.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Quem é o justiceiro mascarado do TikTok?

 Quem é o justiceiro mascarado do TikTok?

em - tecnologia Com um grande número de seguidores, o Grande Londini está enfrentando os trolls que intimidam usuários do aplicativo TikTok — mas esse não seria o trabalho do próprio TikTok?"Estamos tirando a rede social das mãos dos intimidadores, pedófilos, golpistas e trolls." Tiktok: Usuários usam brecha para postar vídeos de pornografia e violência 'TikTok foi feito para ser viciante': o homem que investigou as entranhas do aplicativo O homem mascarado de capuz preto fala diretamente para a câmera com uma voz eletronicamente distorcida. Parece ter saído de um filme de terror.Mas o objetivo dele não é assustar, a menos que você seja um troll anônimo ou praticante de cyberbullying. Neste caso, ele poderia ser seu pior pesadelo.Em um de seus vídeos, ele aponta para um comentário abusivo deixado no perfil de uma mulher no TikTok."Se um estranho fizesse este comentário para sua filha, mãe, irmã, esposa, o que você faria? Dizemos: se você participa de jogos estúpidos, seus prêmios serão estúpidos (adaptação do termo que faz referência ao ditado em inglês "play stupid games, win stupid prizes", que quer dizer algo como: se você faz algo errado, deve estar preparado para aceitar as consequências)" Este é o bordão do Grande Londini, um movimento online que se tornou tão popular no TikTok que conquistou dois milhões de seguidores em apenas alguns meses.O "jogo" ao qual ele se refere é a trollagem online, e o "prêmio" é que o Grande Londini vai atrás de você.Se você é um troll, pode achar que é capaz de se esconder com segurança atrás de um perfil anônimo. Mas Londini trabalha com a premissa de que pode descobrir sua verdadeira identidade com de sete a oito cliques.Se você for uma criança, ele vai tentar contar aos seus pais ou à sua escola que você está abusando das pessoas online. Se você for um adulto — talvez alguém que tenha postado um comentário sexualmente ameaçador no vídeo de uma criança — ele vai te denunciar. Isso pode significar informar seu empregador ou avisar o departamento de polícia local. É uma moderação de vigilância, no qual os usuários de uma plataforma se encarregam de tentar "limpar" o aplicativo.Mas é algo que não está deixando o TikTok muito feliz. O Grande Londini teve nove contas excluídas permanentemente, e a décima foi suspensa várias vezes.As regras da plataforma que Londini foi acusado de violar variam — de bullying e assédio online a até mesmo violência extremista. Mas Londini contesta todas as acusações."Até que todos os agressores racistas e golpistas saiam deste aplicativo, não vamos a lugar nenhum", diz ele em um vídeo.'Somos o anti-troll'Mas, afinal, quem é o homem por trás da máscara?Ele é conhecido como Leo. Este não é seu nome verdadeiro, e sua identidade é um segredo bem guardado, já que recebe ameaças de morte regularmente. De vez em quando, Leo tira a máscara em suas lives no TikTok, em que ele conversa tanto com fãs quanto com detratores que estão abertos ao debate.E, na verdade, Leo é apenas a face pública de um movimento de voluntários com experiência militar, em segurança cibernética e hacking ético.Conversando comigo de um local não revelado nos Estados Unidos, ele falou: "Somos o anti-troll. Se você está aí, agora no TikTok, está sendo trollado."Mas a moderação de conteúdo não é um trabalho do TikTok?"Eles não estão fazendo", diz Leo."Contamos tudo ao TikTok. Enviamos ao TikTok todas as informações e denunciamos a conta."O TikTok afirma, por sua vez, que faz grandes esforços para proteger os usuários e introduziu novos recursos, como permitir que os usuários escolham quem pode comentar em seus vídeos e filtrar certas palavras em seus comentários. "Sabemos que não há uma linha de chegada quando se trata de proteger nossos usuários, e é por isso que continuaremos investindo em nossas equipes, produtos e recursos para garantir que o TikTok seja um espaço seguro para nossa comunidade", disse um porta-voz.A plataforma enfrenta uma tarefa colossal quando se trata de moderação de conteúdo. De acordo com os próprios números do TikTok, eles derrubaram 61 milhões de vídeos no primeiro trimestre de 2021 — e 91% foram derrubados antes de serem denunciados por usuários.Como tudo começouA missão de Londini de enfrentar os praticantes de bullying nasceu de uma tragédia. No ano passado, o filho autista de 14 anos de um dos amigos de Leo se suicidou."Meu amigo depois de um tempo, depois de viver o luto, entrou em contato com a gente e disse: Sabe, parte do motivo pelo qual ele estava tão deprimido é porque estava sendo muito assediado nas redes sociais."A pedido do pai, Leo e vários amigos rastrearam os valentões anônimos que atormentavam seu filho."Nós fomos capazes de dar as informações ao nosso amigo e dizer... faça o que você precisa fazer com isso. E ele entrou em contato com os pais deles e conseguiu, em grande parte, um fechamento." O grupo de amigos não parou por aí. Sob o nome de Grande Londini — uma combinação de Houdini, o mágico ilusionista, e Linux, o sistema operacional — eles decidiram continuar e se concentrar no TikTok.Os fãs do Grande Londini são tão empenhados que marcam a conta em vídeos e comentários o tempo todo, esperando que Leo e sua equipe persigam mais um troll.Mas essa legião de fãs tem um preço. Existe o risco de que o movimento, em algumas ocasiões, se torne aquilo que despreza.Alguns apoiadores são tão engajados %u200B%u200Bque acabam se tornando intimidadores, o que viola as regras do Grande Londini — assim como as Diretrizes da Comunidade do TikTok.A BBC conversou com uma usuária do TikTok que foi alvo de abusos online depois que o Grande Londini criticou seus vídeos sobre o Memorial Day.Liz, uma ativista pela paz, descreveu o feriado em que os EUA prestam homenagem aos homens e mulheres mortos em serviço militar como "um feriado inteiro dedicado apenas ao assassinato".Isso provocou uma resposta furiosa. Liz diz que foi alvo de uma avalanche de abusos, muitos deles de usuários com Londini em seu nome de usuário, que disseram a ela para se matar, e também entraram em contato com seu ex-empregador para tentar fazer com que fosse demitida."Parece hipócrita que eles sejam uma conta anti-bullying, mas muitos de seus seguidores estão intimidando as pessoas na plataforma", desabafa Liz.Londini expulsa usuários de sua rede se eles infringirem as regras do grupo, e Leo — que serviu como fuzileiro naval dos EUA — fica um tanto pesaroso em relação ao que aconteceu com Liz."Entendo a paixão deles, especialmente quando se trata de veteranos", afirma. "Mas tentamos dar o exemplo. Não a atormentamos — desejo a essa mulher tudo de bom."Ouça aqui (em inglês) o episódio "Who is TikTok’s masked vigilante?" do podcast da BBC Trending.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Euro Truck: o jogo de caminhão que conquistou os gamers

 Euro Truck: o jogo de caminhão que conquistou os gamers

em - tecnologia O transporte rodoviário é responsável por 60% da circulação de produtos no Brasil. E por trás dos milhares de caminhões que cruzam o país todos os dias, se desenvolveu uma cultura de pessoas apaixonadas por caminhões. No mundo dos games, não é diferente. No Sabia Não, Uai! de hoje vamos falar do sucesso de “Euro Truck Simulator 2”.O jogo, que simula a experiência de dirigir um caminhão, é ambientado na Europa. Porém, jogadores por todo o mundo criam modificações para deixar o jogo com uma experiência mais “local”. Uma dessas modificações é o EAA, que acrescenta, em escala reduzida, cerca de 850 cidades da América do Sul ao jogo, a maioria delas no Brasil. Conversamos com o criador do EAA, Roberto Restanho, para conhecer a comunidade brasileira dentro do “Euro Truck Simulator 2”.“Euro Truck Simulator 2” (ETS2) foi lançado em 2012 pela SCS Software, uma desenvolvedora da República Tcheca especializada em simuladores. Por quase uma década, entre 2002 e 2011, a empresa desenvolveu jogos para a série “18 Wheels of Steel”, que também buscava simular a direção de um caminhão.Em “ETS2”, o jogador realiza entregas pela Europa. No começo com caminhões de empresas, mas depois comprando os próprios caminhões, reboques, garagens e montando a própria empresa, contratando outros motoristas.Modificações feita pelos jogadoresNão há uma grande história ou grandes acontecimentos, mas isso não impediu que o jogo conquistasse milhões de jogadores, já sendo vendidas mais de 9 milhões de cópias. Um dos fatores que contribui para o sucesso do game é a possibilidade de criar “mods”, que são modificações no jogo criadas pelos próprios jogadores.Os “mods” permitem acrescentar novos caminhões, reboques, pinturas, ferramentas e até cidades e rodovias. Um dos maiores mods é o EAA, criado pelo engenheiro mecânico Roberto Restanho, que acrescenta, em escala reduzida, mais de 850 cidades do Brasil e de outros países da América do Sul.“Acho que estrategicamente a SCS acertou em cheio com a possibilidade que a comunidade tem de criar mods. O jogo por si talvez não fizesse tanto sucesso se não existissem pessoas criando conteúdos adicionais para o jogo e, obviamente, o fato da SCS permitir que isso aconteça. A partir do momento que a desenvolvedora cria uma estrutura que eu posso inserir uma modificação minha e ela funciona no jogo, isso torna o jogo muito mais vivo, torna o jogo muito mais dinâmico”, explica Restanho.Lançamento do modo multiplayerDevido ao sucesso de “Euro Truck Simulator 2” nos Estados Unidos, a SCS lançou em 2016 “American Truck Simulator”, jogo ambientado em solo americano. Ambos os jogos foram criados usando a mesma base, o que permite que algumas ferramentas sejam lançadas simultaneamente nos dois jogos. É o caso do modo multiplayer (ou multijogador), lançado pela SCS Software em julho deste ano.No modo multiplayer, é possível até 8 jogadores se conectarem e dirigirem juntos pelas estradas. Segundo Restanho, o lançamento do modo multijogador é um pedido antigo dos fãs da série “Truck Simulator”.“Atualmente, eu vejo um pouquinho de frustração na comunidade porque o modo multiplayer foi lançado com algumas restrições. Por exemplo, só é possível abrir um servidor para 8 jogadores, ainda não é possível utilizar mods junto com o multiplayer. Porém, eu já testei o modo Multiplayer, joguei com alguns amigos, e eu acho que vai ser um sucesso total e absoluto dentro da comunidade”.Mesmo jogo, diferentes experiênciasApesar de ter “simulator” no nome, o ETS2 não exige que o jogador faça uma auto escola para conseguir se divertir. Há várias opções e ajustes que tornam o jogo acessível para quem nunca teve a experiência de uma direção real.Para Restranho, a existência destes dois modos de jogo, o mais “arcade” e o mais “simulator”, foi um dos principais fatores para o sucesso do “ETS2”.“A SCS conseguiu, com essas opções, atender os dois lados. Ela atende pessoas como eu, por exemplo, que gostam de um nível de simulação extremo, e outros jogadores que estão lá descompromissados com a realidade e querem apenas dirigir um caminhão”.*Estagiário sob supervisão do subeditor Rafael Alves Veja Mais

WhatsApp: como funciona o novo serviço do app que faz desaparecer imagens e vídeos

 WhatsApp: como funciona o novo serviço do app que faz desaparecer imagens e vídeos

em - tecnologia O WhatsApp lançou uma nova função. O aplicativo agora permitirá que seus usuários façam com que as fotos ou vídeos que enviam a seus contatos desapareçam depois de visualizá-los.Assim que o destinatário abrir a imagem, a opção "ver uma vez" irá excluí-la, sem salvá-la no telefone.De acordo com o WhatsApp, o recurso visa "dar aos usuários ainda mais controle sobre sua privacidade".No entanto, grupos de defesa da criança expressaram preocupação de que as mensagens de desaparecimento automático possam ajudar a encobrir as evidências de abuso sexual infantil. - Por que não se deve compartilhar o vídeo que foi gatilho para a morte de adolescente PolêmicaA ONG britânica Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra Crianças (NSPCC, na sigla em inglês) já havia discordado do Facebook, empresa dona do WhatsApp, sobre o uso de mensagens criptografadas.Essa criptografia significa que a polícia não pode ver as mensagens "em trânsito", apenas o remetente e o destinatário podem.Mas a exclusão automática de mensagens pode significar que dispositivos apreendidos em batidas policiais também não contenham provas."Esse recurso de visualização pode colocar as crianças em risco ainda maior, dando aos criminosos outra ferramenta para evitar a detecção e apagar as evidências, quando os esforços para combater o abuso sexual infantil já são dificultados pela criptografia de ponta a ponta", diz Alison Trew, da NSPCC.O WhatsApp, por sua vez, defende que a opção vai aumentar a privacidade de seus usuários, dizendo que ela poderia ser usada para fotos descartáveis, mas pessoais, como quando alguém experimenta uma roupa em uma loja e pergunta a um amigo como ela fica ou quando é enviada uma senha para alguém."Nem tudo que compartilhamos precisa se tornar um registro digital permanente", disse a empresa. "Em muitos telefones, apenas tirar uma foto significa que ocupará espaço no rolo da câmera para sempre." WhatsApp: como é a nova função que permitirá envio de mensagens sem celular Nova mensagemOs usuários saberão que uma mensagem é para "ver uma vez" porque a visualização ficará oculta e um ícone grande com o número "1" será exibido.No entanto, como as mensagens que desaparecem em outros aplicativos como o Snapchat, é possível que um usuário faça uma captura de tela ou grave a tela da mensagem quando ela for aberta pela primeira vez, ou filme uma tela com outra câmera.O recurso também vem com outras limitações: As fotos não serão salvas automaticamente na galeria do telefone. Os arquivos não podem ser encaminhados, salvos, compartilhados ou marcados com estrela. Ele irá expirar se não for aberto em duas semanas. O WhatsApp lançou um recurso de desaparecimento de mensagens em novembro.Essa opção exclui as mensagens de texto do remetente e do destinatário após sete dias e se tornou uma das fontes de preocupação em alguns países, como o Reino Unido.A lei britânica considera que as informações relativas a "discussões ou decisões substantivas" devem ser mantidas em arquivo histórico.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Novo satélite vai ampliar oferta de serviços de telecomunicação no Brasil

 Novo satélite vai ampliar oferta de serviços de telecomunicação no Brasil

em - tecnologia O Star One D2, novo satélite da Embratel, teve um lançamento bem-sucedido e já está em órbita, segundo anúncio da empresa. A estrutura vai garantir a oferta de uma nova capacidade de satélites no Brasil e na América Latina e começa sua operação comercial em outubro de 2021.   O satélite está equipado com bandas C, Ku, Ka e X. A Banda Ku será utilizada especialmente para ampliar as capacidades direcionadas para o parque brasileiro de antenas parabólicas, demandas de TV por assinatura e de conectividade de empresas.Já a Banda Ka será usada na ampliação da estrutura de telefonia celular (backhaul) e para aumentar a performance de aplicações de dados, vídeo e internet do mercado empresarial.“Estamos muito felizes com o lançamento bem-sucedido do Star One D2, o maior satélite que já construímos e que irá reforçar ainda mais a nossa liderança de mercado, proporcionando mais recursos para as telecomunicações do Brasil e da América Latina”, afirma José Félix, presidente da Claro no Brasil, empresa da qual a Embratel faz parte. “Reforçamos com o anúncio de hoje nosso compromisso com o país e com a região”, diz Félix.O Star One D2 complementa a frota da empresa composta por cinco satélites em órbita geoestacionária (Star One D1, C1, C2, C3 e C4). Ele tem potência de 19,3 KW, pesa 7 toneladas e ocupa a posição orbital de 70° W (graus de longitude oeste). Além disso, está equipado com 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em banda C, 24 transponders em banda Ku e payloads (carga de transmissão de dados) em Banda Ka e Banda X. “O novo satélite ampliará nossa atuação com clientes da região e fornecerá mais capacidade para transmissões de dados em geral e para nossa estrutura de telefonia celular (backhaul), ajudando na ampliação dos serviços móveis”, afirma José Formoso, CEO da Embratel.  Mais oferta e melhores serviços Com a Banda Ka, o novo satélite vai atender às demandas de backhaul de telefonia celular e ainda complementar uma cobertura semelhante disponível no Star One D1, ampliando as ofertas de internet e banda larga empresarial em grande parte do território brasileiro, além de permitir o uso de aplicações corporativas com transmissão de dados de alta qualidade. As Bandas C e Ku vão complementar ainda as ofertas de dados, vídeo e internet de alta velocidade para órgãos do governo e grandes empresas que atuam no México e nas Américas do Sul e Central. Além disso, vão expandir as redes de backhaul celular já existentes na Banda Ku por meio de outros satélites da frota da empresa. A Banda Ku também vai poder ser usada para a migração de sinais de TVRO (somente recepção), atualmente transmitidos em Banda C, de modo a atender essa condição prevista na futura implementação do 5G no Brasil. Possibilitará ainda a transmissão de sinais de TV por assinatura. Já a Banda C vai garantir a manutenção e a distribuição de sinais para possibilitar o aumento da oferta de conteúdos de afiliadas de grandes emissoras de TV no segmento de broadcast. “Ampliaremos nossas ofertas incluindo aplicações de entretenimento, telemedicina, agronegócio e tele-educação”, afirma Gustavo Silbert, diretor-executivo da Embratel. Segundo Silbert, a empresa já atende com seus serviços de satélite as maiores empresas do Brasil e da América Latina, as principais emissoras de TV, canais independentes, bancos e companhias que utilizam sinais de televisão, rádio, telefonia, internet e dados.Os serviços do novo satélite já podem ser contratados por empresas e órgãos do governo. “As entregas começam a valer a partir do início da fase de operação comercial do satélite, que ocorrerá já a partir de outubro de 2021", diz Lincoln Oliveira, diretor da Unidade de Satélites da Embratel. O Star One D2 será controlado a partir do centro de operações de satélites do Brasil e da América Latina, localizado na cidade de Guaratiba, no Rio de Janeiro. O satélite foi construído pela Maxar e lançado pela Arianespace. *Estagiária sob supervisão do subeditor Thiago Ricci Veja Mais

Vídeo: 3 jogos eletrônicos que contam histórias brasileiras

 Vídeo: 3 jogos eletrônicos que contam histórias brasileiras

em - tecnologia Além de jogos com histórias fantasiosas, como “Skyrim”, “Dragon Age” e até mesmo a série “Mario”, há games que usam fatos históricos para desenvolver sua narrativa. É o exemplo da série “Assassin’s Creed” e alguns títulos de “Call of Duty”. Mas como o gamer brasileiro não vive só de histórias estrangeiras, nesta edição do Sabia Não, Uai! falamos sobre jogos eletrônicos inspirados na cultura brasileira.Aritana e a Pena da Harpia“Aritana” é uma série de jogos baseada nas tradições indígenas brasileiras. A saga inicia com o “Aritana e a Pena da Harpia”, que conta a história de um guerreiro em busca de uma pena sagrada, único item capaz de desfazer o feitiço que amaldiçoou o chefe de sua tribo.Em 2019, a saga ganhou uma sequência chamada “Aritana e as Máscaras Gêmeas”. Enquanto o primeiro jogo da série era em 2D, o segundo título ganhou jogabilidade em 3D e um mundo aberto para o jogador explorar. Além disso, o guerreiro Aritana ganhou um arco e flecha.Dandara: Trials of FearEm “Dandara: Trials of Fear", o jogador controla Dandara, personagem inspirada na figura histórica de mesmo nome que viveu no século 17 e foi uma das lideranças de Palmares, o maior quilombo que já existiu no Brasil.O jogo não conta a história do quilombo, mas Dandara serve como inspiração para a construção da protagonista. Apesar disso, o jogo apresenta várias referências brasileiras. Em um dos cenários, há uma referência ao quadro “Abaporu”, de Tarsila do Amaral. Em outros, há referências locais a Belo Horizonte, sede da desenvolvedora do jogo, a Long Hat House.Árida: jogo de sobrevivência no sertão nordestinoUm dos games da lista é “Árida: Backland’s Awakening”, que trata sobre a cultura do sertão nordestino e faz ligações com a Grande Seca de 1877 e a Guerra de Canudos, eventos marcantes no Brasil do século 19.“Árida: Backlands Awakening” conta a história de Cícera, uma jovem que aprende sobre suas tradições sertanejas enquanto precisa sobreviver ao clima árido do sertão nordestino, superando os obstáculos impostos pela fome e pela sede.O jogo se passa pouco tempo após a Grande Seca, ocorrida entre 1877 e 1879 no Nordeste. Devido à sede e à falta de condições para colheita e criação de animais, entre 400 mil e 500 mil pessoas morreram na região.No jogo, Cícera e seu avô escutam boatos sobre um povoado próspero que vivia no sertão da Bahia. Os dois partem, então, em busca de recursos para se mudarem para essa comunidade. Esse povoado existiu na vida real e lá ocorreu a Guerra de Canudos.A ideia embrionária de fazer um jogo que ensina história no contexto do sertão baiano surgiu com Filipe Pereira, um dos fundadores da desenvolvedora do jogo, a AOCA Game Lab. Além de formado em história pela Universidade Católica de Salvador, Filipe é professor de desenvolvimento de jogos na Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Foi dentro desta universidade que o jogo começou a ganhar forma.“Formalmente, o ‘Árida' começou em 2016, 2017, mas na minha mente já existia sabe-se lá há quanto tempo. Um dos grupos (que ajudou na criação do jogo) é o Comunidades Virtuais, que é um centro de pesquisa na UNEB que tem tradição de desenvolver jogos voltados para educação e tudo mais”.“Árida: Backland’s Awakening” é, essencialmente, um jogo sobre a cultura sertaneja do Nordeste. Para Victor Cardoso, cofundador e diretor de arte da AOCA Game Lab, o jogo apresenta uma história muito forte que faz parte de cada um dos brasileiros.“Você vê vários filmes lá de fora que contam justamente sobre república versus governo, revolta, vide ‘Star Trek’, ‘Star Wars’, ‘Senhor dos Anéis’. Todas essas têm uma história que conta sobre reunião de pessoas, tradições e fazer a diferença, e nós brasileiros temos várias histórias dessas também com várias revoltas, vários movimentos que aconteceram, e muitas vezes na escola a gente não dá valor ou então passa batido”, comenta.Árida 2: a continuação da sagaA AOCA está desde 2019 trabalhando em “Árida: Rise of the Brave”, que será uma continuação da aventura de Cícera e trará expansões para o universo do primeiro jogo. Os desenvolvedores se atentaram aos feedbacks da comunidade para aprimorar mecânicas do jogo.“Coisas que a galera apontou que eram problemas, como balanceamento, ausência de mapa, otimização, controle, câmera e entre outras coisas, a gente tá tentando potencializar”, diz Filipe.O segundo título da saga também trará mecânicas novas.“Uma delas é o ciclo de noite, que não tem no Árida 1, é tudo de dia. Outra adição é o companion, que é o Titela, um bodezinho que vai ser o companheiro de viagem de Cícera”.*Estagiário sob supervisão do subeditor Rafael Alves Veja Mais

Pegasus: o que é o sistema que espionou jornalistas, ativistas e advogados

 Pegasus: o que é o sistema que espionou jornalistas, ativistas e advogados

em - tecnologia Ativistas de direitos humanos, jornalistas e advogados em todo o mundo foram alvos de roubo de dados e espionagem por meio de um software para telefones vendido a governos por uma empresa de vigilância israelense, segundo reportagens de diversos jornais publicadas no domingo.Cerca de 50 mil números de telefone de pessoas que teriam sido monitoradas pela empresa israelense NSO vazaram para a imprensa. Não ficou claro de onde veio essa lista — ou quantos telefones foram realmente hackeados.A NSO nega qualquer irregularidade. A empresa afirma que seu software se destina ao uso contra criminosos e terroristas e está disponível apenas para militares, policiais e agências de inteligência de países com bom histórico de direitos humanos.Em maio, uma reportagem do portal UOL afirmou que o vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, teria participado de negociações para que a NSO participasse de uma licitação do Ministério da Justiça para compra do sistema. Segundo o UOL, o envolvimento de Carlos Bolsonaro teria gerado insatisfação em militares do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e da Agência Nacional de Inteligência (Abin), já que o tema estaria fora da alçada do vereador do Rio de Janeiro. Na ocasião, o vereador negou que tivesse articulado qualquer negociação.O mais recente escândalo de espionagem e roubo de dados foi revelado em investigações feitas pela ONG Forbidden Stories, com sede em Paris, e pelo grupo de direitos humanos Anistia Internacional. As denúncias sobre o uso do software, conhecido como Pegasus, foram divulgadas no domingo pelos jornais Washington Post, Guardian, Le Monde e 14 outras organizações de mídia ao redor do mundo.O Pegasus infecta iPhones e dispositivos Android para permitir que as operadoras extraiam mensagens, fotos e e-mails, gravem chamadas e ativem secretamente microfones e câmeras.A firma israelense afirma que a investigação das duas entidades está "repleta de suposições erradas e teorias não corroboradas".O que sabemos sobre os alvos da espionagem?Os números da lista não apareciam relacionados a nomes específicos, mas os meios de comunicação que trabalham na investigação identificaram mais de mil pessoas em mais de 50 países.Muitos dos números da lista estão concentrados em 10 países: Azerbaijão, Bahrein, Hungria, Índia, Cazaquistão, México, Marrocos, Ruanda, Arábia Saudita e Emirados Árabes, de acordo com os relatórios.Cerca de 180 jornalistas estariam na lista, de organizações como CNN, New York Times, Al Jazeera e muitos outros meios de comunicação.Porta-vozes desses países negaram que ter usado o sistema Pegasus ou abusado de seus poderes legais de vigilância.Não ficou claro quantos dos dispositivos na lista foram realmente hackeados, mas a análise forense de 37 telefones na lista mostrou que houve "tentativas" e "sucesso" nos hacks, relatou o Washington Post.Isso incluiu duas mulheres próximas ao jornalista saudita assassinado Jamal Khashoggi e o jornalista mexicano Cecilio Pineda Birto, que foi assassinado. Seu telefone nunca foi encontrado e não ficou claro se ele havia sido hackeado.Cerca de 15 mil dos números da lista são de pessoas no México, incluindo políticos, críticos do governo, dirigentes sindicais e jornalistas, de acordo com o Washington Post.O site indiano de notícias investigativas The Wire informou que 300 números de telefones celulares usados na Índia — incluindo os de ministros do governo, políticos da oposição, jornalistas, cientistas e ativistas de direitos humanos — estavam na lista.Mais detalhes sobre quem foi alvo de espionagem e hack devem ser divulgados nos próximos dias.A NSO já se envolveu em outras controvérsias no passado. Em 2019, o WhatsApp, empresa de aplicativo de mensagens do grupo Facebook, havia processado a firma israelense, alegando que ela estava por trás de ataques a 1,4 mil telefones celulares com o Pegasus.Na época, a NSO negou qualquer irregularidade, mas a empresa foi proibida de usar o WhatsApp.Análise: Joe TidyRepórter de segurança cibernética da BBC NewsAs alegações feitas agora não são novas, mas o que é novo é a escala de pessoas inocentes que teriam sido alvos do Pegasus. Os números de telefone de quase 200 repórteres em 21 países apareceram nesta lista, além de outras figuras públicas proeminentes.Há muitas perguntas sem respostas, incluindo de onde vem a lista e quantos números de telefone foram ativamente alvos de spyware. O Grupo NSO nega todas as acusações, mas o escândalo é um golpe duro na empresa, que vinha tentando melhorar sua reputação.Há apenas duas semanas, a NSO havia divulgado seu primeiro "relatório de transparência" detalhando as políticas e promessas relativas a direitos humanos. A Anistia Internacional havia dito que o documento de 32 páginas era um mero "panfleto de vendas".As mais recentes alegações prejudicarão ainda mais sua imagem, mas não prejudicarão a empresa financeiramente. Existem poucas empresas privadas capazes de produzir o tipo de ferramenta de espionagem invasiva que a NSO vende, e claramente esse mercado desregulamentado para o software está prosperando.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

UFMG terá centro de inteligência artificial dedicado à área da saúde

em - tecnologia Núcleo orçado em R$ 15 milhões no câmpus da instituição mineira vai trabalhar na prevenção e intervenção precoce para evitar doenças Veja Mais

Instagram e Facebook enfrentam instabilidade nesta sexta

 Instagram e Facebook enfrentam instabilidade nesta sexta

em - tecnologia O Instagram e o Facebook enfrentam instabilidade nesta sexta-feira (8/10). Por meio de plataformas como Twitter, usuários se queixaram que os aplicativos do Facebook estão fora do ar. O problema tem sido relatado desde as 15h20, segundo o site Downdetector, conhecido por apontar falhas em serviços na internet. No site, o WhatsApp também aparece com reclamações sobre o seu funcionamento, mas segue normalizado até o momento. É a segunda vez na semana que as plataformas passam por problemas, depois doapagão que durou mais de sete horas na última segunda, 4.A instabilidade parece, mais uma vez, ter afetado usuários de todo o mundo. Após o apagão, a empresa de Mark Zuckerberg veio a público com algumas explicações sobre o problema. Segundo a companhia, a pane global foi causada por erro interno durante um "trabalho de manutenção de rotina" e não foram encontradas evidências de que dados de usuários foram comprometidos.Em nota, a empresa de Zuckerberg informou que as alterações de configuração mudaram a forma com que os centros de processamento de dados da rede se comunicavam, o que causou um "efeito cascata" capaz de derrubar o Facebook, o WhatsApp e o Instagram. Segundo a empresa, o apagão também afetou os serviços internos, o que dificultou o diagnóstico."Durante um trabalho de manutenção de rotina, um comando foi emitido com a intenção de avaliar a disponibilidade da capacidade global de backbone, que involuntariamente derrubou todas as conexões em nossa rede", afirmou Santosh Janardhan, vice-presidente de engenharia e infraestrutura do Facebook, no início da semana.Usuários apontaram no Twitter a queda da plataforma e não deixaram de comentar sobre a nova instabilidade desta sexta-feira: Veja Mais

Facebook luta contra 'apagão' global e denúncias de ex-funcionária

 Facebook luta contra 'apagão' global e denúncias de ex-funcionária

em - tecnologia Facebook, Instagram, Whatsapp e Messenger, as duas redes sociais e as duas plataformas de mensagens da empresa com sede na Califórnia, voltaram a funcionar após um apagão sem precedentes que levou o grupo a uma crise dupla, após as revelações condenatórias de uma ex-funcionária.O incidente, provocado por um problema técnico, constitui a falha "mais importante já observada" pelo Downdetector, que monitora os cortes online. "Bilhões de pessoas foram impactadas pela queda completa do serviço", afirmou o site.O Facebook pediu desculpas em um tuíte publicado na segunda-feira à noite, quando o aplicativo retornou à operação."Temos trabalhado duro para restaurar o acesso aos nossos aplicativos e serviços e estamos felizes em informar que eles estão voltando a ficar online", afirmou a empresa.Mas a falha aconteceu em um momento delicado para a empresa de Mark Zuckerberg.A ex-especialista de dados da empresa Frances Haugen entregou à autoridades e ao Wall Street Journal uma investigação particular do Facebook que parece respaldar muitos temores e críticas de longa data sobre a plataforma.Bom dia para a concorrênciaO Facebook atribuiu a interrupção dos serviços a uma "mudança na configuração" dos servidores que coordenam o tráfego entre seus centros de dados."A interrupção do tráfego da rede teve um efeito cascata na maneira como nossos centros de dados se comunicam, provocando a interrupção de nossos servidores", afirmou o vice-presidente de infraestrutura do Facebook, Santosh Janardhan.O especialista em cibersegurança Brian Krebs descreveu o que aconteceu como uma remoção por parte do Facebook do "mapa que informa aos computadores do mundo como encontrar suas diferentes propriedades online."Além das pessoas e empresas que dependem das ferramentas do Facebook, Zuckerberg, recebeu um golpe financeiro.A revista Fortune informou que a fortuna pessoal de Zuckerberg caiu quase seis bilhões de dólares na comparação com o dia anterior, passando a pouco menos de US$ 117 bilhões.Para os concorrentes do Facebook, porém, o dia foi muito bom.O serviço de mensagens Telegram passou de 56º aplicativo gratuito mais baixado nos Estados Unidos para o quinto lugar, segundo a empresa especializada SensorTower.O app de mensagens criptografadas Signal tuitou que recebeu "milhões" de novos integrantes.Muitas pessoas usaram o Twitter para expressar a frustração com a interrupção por horas de seus contatos, fontes de renda ou ferramentas de negócio."Pioram a insatisfação corporal"O Facebook tem resistido fortemente à indignação sobre suas práticas e impacto, mas esta é apenas a mais recente crise a atingir seus negócios.Há anos, legisladores americanos ameaçam regulamentar os gigantes das redes sociais, com a multiplicação de críticas de que essas plataformas atropelam a privacidade, fornecem um megafone para informações erradas e perigosas e prejudicam o bem-estar dos mais jovens.Mas após anos de críticas sem grandes reformas, alguns especialistas duvidam que mudanças estejam por vir. "Esta é uma situação em que haverá muita fumaça e muita fúria, mas pouca ação", opinou Mark Hass, professor da Universidade Estadual do Arizona.As ações "virão essencialmente das plataformas, quando sentirem pressão de seus usuários, sentirem pressão de seus funcionários", acrescentou, e ressaltou que as autoridades não serão capazes de regular o conteúdo de forma eficaz.Haugen, uma especialista em dados de 37 anos de Iowa, trabalhou para empresas como Google e Pinterest, mas disse em uma entrevista ao programa de notícias "60 Minutes", da CBS, que o Facebook era "substancialmente pior" do que tudo que já tinha visto.O vice-presidente de política e assuntos globais do Facebook, Nick Clegg, rejeitou veementemente a alegação de que seus serviços são "tóxicos" para os adolescentes, dias após uma audiência tensa de várias horas no Congresso em que congressistas americanos interrogaram a empresa sobre seu impacto mental na saúde dos usuários jovens.  Veja Mais

Pane dá prejuízo de US$6 bi e Zuckerberg perde posição entre os mais ricos

 Pane dá prejuízo de US$6 bi e Zuckerberg perde posição entre os mais ricos

em - tecnologia Esta segunda-feira (4/10) será um dia que Mark Zuckerberg tentará esquecer. Em poucas horas, a pane nos sistemas que derrubou o Facebook, Instagram e Whatsapp causou prejuízo de cerca de US$ 6 bilhões ao dono das três empresas, de acordo com informações da Bloomberg.As ações da empresa de Zuckerberg, negociadas na Bolsa de Nasdaq, tiveram queda de 4,89%, sendo cotadas a US$ 326,23.Com a queda nas ações, o patrimônio do CEO do Facebook recuou para US$ 121,6 bilhões. Zuckerberg perdeu mais de US$ 18 bilhões desde o último dia 13 de setembro, quando acumulava uma riqueza de quase US$ 140 bilhões.O prejuízo fez com que Zuckerberg caísse para a quarta posição na lista de homens mais ricos do mundo, sendo ultrapassado por Bill Gates, proprietário da Microsoft, na lista Bloomberg Billionaires.Além da pane nos sistemas da empresa, Zuckerberg enfrenta um péssimo momento desde que o jornal Wall Street começou a publicar uma série de reportagens com base em documentos internos do Facebook. As histórias vazadas revelaram uma série de polêmicas minimizadas pela companhia, como a empresa ter conhecimento que o Instagram causava danos à saúde mental de adolescentes, e a rede de desinformação sobre o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Veja Mais

Fora do ar, Facebook tem mais de 5% de queda nas bolsas dos EUA

 Fora do ar, Facebook tem mais de 5% de queda nas bolsas dos EUA

em - tecnologia  Após vários aplicativos ficarem indisponíveis em várias partes do mundo, as ações do Facebook registraram queda nesta segunda-feira (4/10) nas bolsas de valores. A instabilidade começou no fim da manhã, fazendo com que o Whatsapp, o Instagram e o próprio Facebook ficassem fora do ar.   Nesta tarde, as ações do Facebook já sinalizavam uma queda de 5,63%. No índice Nasdaq, a empresa recuou 2,3%. Por sua vez, o índice S&P 500 registrou queda de 1,43% e o Dow Jones cedeu 1,05%. O Nasdaq, fortemente ligado ao setor de tecnologia, via sua queda pressionada pelo apagão na rede social de Mark Zuckerberg.Por volta das 16h (horário de Brasília), a performance melhorou um pouco, mas o cenário continuou negativo. as ações da empresa caíam 5,11%, a US$ 325,49. Outras empresas de tecnologia, como Apple, Amazon e Microsoft, também caíram, mas menos que o Facebook. O Nasdaq sinalizou queda de 2,14%. Às 13h22 (de Brasília), o Facebook emitiu pronunciamento breve no Twitter, pedindo desculpas aos usuários pela instabilidade das redes e ressaltando que estão trabalhando para colocar as plataformas de volta à ativa. No entanto, não justificaram o motivo. A repercussão negativa em torno da falha dos aplicativos foi noticiada em vários jornais dos Estados Unidos, como o New York Times ou Wall Street, ganhando as manchetes em todo o mundo.  Veja Mais

Falha no WhatsApp, Facebook e Instagram: veja as reações na internet

 Falha no WhatsApp, Facebook e Instagram: veja as reações na internet

em - tecnologia O serviço de mensagens WhatsApp e as redes sociais Facebook e Instagram caíram no início da tarde dessa segunda-feira (4/10) e seus usuários migraram para outros aplicativos no intuito de manter a comunicação e, claro, cobrar a volta das redes. No Twitter, as hashtags "Zuckerberg", "WhatsApp" e "Instagram" ficaram entre as mais comentadas. Veja algumas reações dos usuários da rede. Leia também:Falha no Whatsapp, Facebook e Instagram viram samba na voz de Marcelo Adnet  Um dos usuários mudou o nome para "Mark Zuckerberg", o fundador do Facebook, e usando uma foto do programador, escreveu: "Foi mal, galera, tropecei nos fio aqui kkkkk". A publicação já passa das 149,5 mil curtidas.Teve gente reiniciando o roteador de Wi-fi para garantir que o erro não era em sua casa. Outros já aproveitaram para pedir instabilidade nos aplicativos de reuniões e aulas.Quem sofre por amor vê oportunidade de se expressar em tudo, inclusive na queda das redes sociais.   * Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie.  Veja Mais

Brasil é o terceiro país do mundo que mais usa rede sociais, diz pesquisa

 Brasil é o terceiro país do mundo que mais usa rede sociais, diz pesquisa

em - tecnologia Um estudo divulgado pela plataforma Cupom Válido, que reuniu dados da Hootsuite e WeAreSocial, mostra que o Brasil é o terceiro país no mundo que usa redes sociais. De acordo com o estudo, os brasileiros ficam, em média 3h42 por dia conectados, ficando atrás somente das Filipinas (4h15) e Colômbia (3h45).O top 10 divulgado pela Cupom Válido conta com outros países em desenvolvimento, como QuêniA (3h42), Nigéria (3h41), África do Sul (3h32), México (3h27), Argentina (3h22), Indonésia (3h14) e Gana (3h08).O levantamento também aponta que a faixa etária que mais acessa as redes no Brasil é entre 16 e 24 anos. Mais de 92% dos usuários deste público utilizam redes sociais pelo menos uma vez ao mês.O Brasil conta com mais de 150 milhões de usuários, 70,3% de sua população. O Sudeste aparece como a região com a maior taxa, cerca de 78% dos usuários utilizam redes sociais.Em relação ao tempo gasto na internet com trabalho e lazer, o Brasil toma o segundo lugar da Colômbia, com média de 10h08 conectado. Mais uma vez, Filipinas aparece em primeiro lugar, com 10h56 ligado na grande rede.Do total, 4 horas e 51 minutos o acesso é via computador, e 5 horas e 17 minutos via smartphone. A tendência mostra um forte crescimento do uso de internet via smartphones. Nos 5 últimos, 37,7% das pessoas utilizavam a internet pelo smartphone, e atualmente mais da metade (52,8%) utilizam este meio.No Brasil, o estudo aponta que a rede mais acessada pelos usuários é o YouTube, com 96,4%. Em seguida, vem Whatasapp (91,7%), Facebook (89,8%) e Instagram (86,3%). Os recém-criados Tik Tok e Telegram aparecem mais abaixo, com 47,9% e 29,4%, respectivamente. A grande maioria dos usuários utilizam as redes sociais para se manter atualizado com as notícias e novos acontecimentos (36,5%), encontrar conteúdo engraçado ou de entretenimento (35,0%) e preencher o tempo livre (34,4%). Veja Mais

De policial à cozinheiro, conheça jogos que simulam profissões

 De policial à cozinheiro, conheça jogos que simulam profissões

em - tecnologia O universo dos games é muito amplo e há jogos dos mais variados tipos. Jogos de tiro, de aventura, de esportes, de RPG, de estratégia, entre outros. Uma das categorias mais peculiares é a dos simuladores. São jogos que buscam ser o mais próximo da realidade possível, cuidando de muitos detalhes para serem bem realistas, mas sem deixar de lado elementos que façam o jogador se divertir. Nesta edição do Sabia Não, Uai!, falamos de jogos que buscam simular a rotina de profissões reais. Tem simulador de policial, de cozinheiro, de fazendeiro, de mecânico, de designer de interiores e até de lavador de carros.Flashing LightsEm “Flashing Lights”, o jogador vive a experiência de ser um profissional dos três principais serviços de emergência. O jogador pode ser um policial e realizar perseguições em alta velocidade contra suspeitos ou, com um pouco menos de emoção, aplicar multas de estacionamento. Já no modo paramédico, o jogador atende vítimas de acidentes de trânsito e ou de outras ocorrências, usando macas e kits médicos. Por fim, o jogador pode trabalhar como bombeiro, apagando incêndios e abrindo espaços em carros acidentados para que as vítimas sejam socorridas.Cooking SimulatorEsse jogo foi criado para quem assistiu MasterChef e ficou cheio de vontade de se tornar um grande cozinheiro, mas ainda não sabe dominar uma cozinha. Em "Cooking Simulator", o jogador trabalha em uma cozinha completa igual às de grandes restaurantes, tendo disponíveis equipamentos como grelhas, fornos, fogões, liquidificadores e utensílios como panelas, frigideiras, pratos, facas e espátulas.Há um modo carreira, onde as mais de 80 receitas e 140 ingredientes disponíveis vão sendo desbloqueados à medida que o jogador aumenta seu prestígio como cozinheiro. E há também um modo aberto, no qual o jogador tem livre acesso a todas as receitas e ingredientes. A física do jogo é bastante realista, então é necessário tomar cuidado para não sair derrubando tudo.Farming SimulatorEm “Farming Simulator”, o jogador cuida de todos os processos de uma fazenda, desde a plantação à colheita, passando por processos como a pulverização de inseticidas e corte de ervas daninhas. Também é necessário cuidar dos animais, o que inclui porcos, vacas, ovelhas, galinhas e cavalos. Para realizar o trabalho, o jogador tem à sua disposição centenas de ferramentas e máquinas agrícolas. O jogo é aberto para mods, que são modificações no jogo criadas pela comunidade. Essas modificações acrescentam novas ferramentas, veículos e funcionalidades.A série “Farming Simulator” faz bastante sucesso, já tendo vendido milhões de cópias. Em novembro será lançada a edição 2022 do jogo, que promete trazer novas máquinas, novas lavouras e novas mecânicas.Car Mechanic SimulatorEm “Car Mechanic Simulator”, o jogador precisa sujar suas mãos de graxa e óleo para se tornar um bom mecânico e, assim, expandir a sua oficina. Após o cliente deixar o carro aos seus cuidados, o jogador pode se guiar pelas reclamações do dono do veículo ou pode fazer testes na direção para tentar descobrir qual é exatamente o problema.A partir daí, é necessário explorar o motor ou o chassi para ver quais peças precisam ser trocadas ou não. O jogo conta com mais de 4000 peças para o jogador explorar e mais de 70 modelos de carros. "Car Mechanic Simulator" não deixa a desejar na simulação da profissão de mecânico. A cada nova edição do jogo, novas funcionalidades são adicionadas e o deixam cada vez mais realista.House FlipperEm “House Flipper”, o objetivo é comprar, consertar e revigorar casas devastadas para depois vendê-las. O jogador deve limpar a sujeira, instalar equipamentos, consertar eventuais problemas na rede elétrica, pintar, ajustar e fazer o que mais for preciso. Há trabalhos que exigem dar uma de designer de interiores e para isso é disponibilizado diversos móveis, eletrodomésticos e itens de decoração.“House Flipper” permite que o jogador faça o seu trabalho da maneira que quiser. Na hora de repaginar uma sala, é possível escolher entre apenas pintar e mudar os móveis de lugar ou destruir as paredes e fazer o cômodo do zero.Power Wash SimulatorEm “Power Wash Simulator”, o jogador tem uma única ferramenta em mãos e que é suficiente para garantir boas horas de diversão. A tradução do nome do jogo é “Simulador de Lavadora de Pressão”. Usando esta ferramenta, o jogador deve limpar toda a sujeira e fuligem de carros, de carrosséis de parques de diversão ou do que mais estiver sujo na “cidade empoeirada de Muckingham”.Para concluir os trabalhos, não há tempo ou pontuação final. O jogo busca ser o mais relaxante possível, sem estresse ou qualquer tipo de pressão que não seja da força da água na mangueira.*Estagiário sob supervisão do subeditor Rafael Alves Veja Mais

Software israelense infecta produtos da Apple e ameaça segurança de dados

 Software israelense infecta produtos da Apple e ameaça segurança de dados

em - tecnologia Segurança de dados e proteção de informações individuais ou corporativas têm sido um tema amplamente debatido em todo o mundo. Na era da tecnologia, todos estão vulneráveis a ataques cibernéticos e ações de hackers. É o que aconteceu com a Apple, uma das multinacionais mais poderosas do planeta. Um grupo de pesquisadores do Citizen Lab, organização de vigilância de segurança cibernética da Universidade de Toronto, descobriu na última terça-feira (7/9) que um dos iPhones produzido pela marca havia sido infectado por um spyware. O software, segundo a pesquisa, é altamente invasivo e foi criado pela NSO Group, empresa israelense. A tecnologia pode invadir computadores ou dispositivos móveis e captar informações, dados sensíveis, navegação do usuário e hábitos de uso da internet.  Foi comprovado, ainda, que o spyware pode infectar o iPhone, Apple Watch ou computador Mac de qualquer pessoa sem nem mesmo um clique.A informação foi publicada pela repórter de segurança cibernética e espionagem digital, Nicole Perlroth, no "The New York Times", nesta segunda-feira (13/9). Ameaça a segurança de dados O spyware, chamado Pegasus, usou um novo método para infectar invisivelmente um dispositivo Apple, sem o conhecimento da vítima por até seis meses. Conhecido como “zero click remote exploit”, ou “ataque remoto zero cliques” passou a ser considerado o diamante da vigilância. Ele permite que governos, golpistas e criminosos invadam secretamente o dispositivo da vítima sem que ela note. Usando o método de infecção de clique zero, Pegasus pode ligar a câmera e o microfone do usuário, gravar mensagens, textos, e-mails, chamadas e enviá-los de volta aos clientes da NSO em governos ao redor do mundo.O software capta informações até mesmo enviadas por meio de mensagens criptografadas e aplicativos de telefone como o Signal.A habilidade pode render milhões de dólares no mercado clandestino de ferramentas de hacking.Quem é o Grupo NSO, criador do spyware? Segundo a reportagem, o grupo NSO tem gerado controvérsias há muito tempo. A empresa disse que vende seu spyware apenas para governos que atendem a padrões rígidos de direitos humanos. De acordo com o "NYT", nos últimos seis anos, seu spyware Pegasus apareceu em telefones de ativistas, dissidentes, advogados, médicos, nutricionistas e até mesmo crianças em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e México.Em julho deste ano, a Anistia Internacional as Histórias Proibidas, grupo que defende internacionalmente a liberdade de expressão, se uniram a um consórcio de organizações midiáticas no “Projeto Pegasus”. O projeto publicou uma lista que continha cerca de 50.000 pessoas que, supostamente, teriam sido selecionadas como alvos pelos clientes do NSO. Entre os nomes estavam centenas de jornalistas, líderes de governo e ativistas. Entre os listados estavam, ainda, Azam Ahmed, ex-chefe da sucursal do jornal "The New York Times" na Cidade do México e que relatou casos de corrupção, violência e vigilância na América Latina. O jornalista denunciou, recentemente, casos de corrupção dentro do próprio NSO. Ben Hubbard, chefe do escritório do jornal britânico "The Times" em Beirute, Líbano, também estava na lista. Ele investigou abusos de direitos e corrupção na Arábia Saudita e escreveu uma biografia recente do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman.O consórcio, de acordo com Perlroth, não revelou como obteve a lista e não ficou claro se a lista era aspiracional ou se as pessoas eram realmente alvos de spyware NSO.Como se proteger? Os clientes da NSO, anteriormente, infectavam seus alvos usando mensagens de texto que persuadiam as vítimas a clicar em um link. Esses links possibilitaram que jornalistas investigassem a possível presença de spyware do NSO. No entanto, o novo método do clique zero alarma especialistas e torna a descoberta de spyware por jornalistas e pesquisadores de segurança cibernética muito mais difícilDesde a última semana, a equipe de segurança da Apple tem trabalhado sem parar para desenvolver uma correção e contornar a situação. Nesta segunda-feira, a marca lançou atualizações de software de emergência para a vulnerabilidade crítica de seus produtos. A recomendação é que todos atualizem, prontamente, seus produtos Apple. Segundo o "The New York Times", um porta-voz da Apple confirmou a avaliação do Citizen Lab e disse que a empresa planeja adicionar barreiras de spyware em sua próxima atualização de software iOS 15, prevista para este ano. Veja Mais

Telegram está em 53% dos smartphones brasileiros; veja mais

 Telegram está em 53% dos smartphones brasileiros; veja mais

em - tecnologia O aplicativo de mensagens instantâneas, Telegram, vem conquistando cada vez mais espaço no mercado de apps para smartphones. Instalado em mais da metade dos smartphones brasileiros (53%), a plataforma superou, pela primeira vez, a marca dos 50%. A ascensão e a alta no número de novos usuários estão acontecendo rapidamente. Em 2020, o app estava em 35% dos smartphones. No último semestre, o Telegram já estava em 45% dos aparelhos. A pesquisa entrevistou, entre os dias 14 e 23 de julho, 2.038 brasileiros que possuem smartphone. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.Qual o maior público do Telegram? Ao analisar a base de usuários do Telegram,  percebe-se que seu crescimento está associado a homens jovens das classes A e B. Do número total de instalações, 58% foram realizadas por homens, enquanto 50% das mulheres possuem a plataforma. Entre os brasileiros com idade entre 16 a 29 anos, 58% têm o aplicativo em seu smartphone. O percentual cai para 53% no grupo de pessoas entre 30 e 49 anos e reduz, ainda mais, entre aqueles com 50 anos ou mais, com 42%. A diferença entre classes sociais é ainda mais significativa. Atualmente, 64% das pessoas nas classes A e B têm o Telegram, ante 51% das classes C, D e E.Quanto a usuários que se comunicam com marcas através do aplicativo, o grupo teve um aumento, em seis meses, de 47% para 55%. O Telegram é um serviço de mensagens instantâneas baseado na nuvem. O aplicativo está disponível para smartphones ou tablets, computadores e em aplicação web. Os usuários podem, ainda, fazer chamadas com vídeo, enviar mensagens e trocar fotos, vídeos, autocolantes e arquivos de qualquer tipo. * Estagiária sob supervisão da subeditora Ellen Cristie.   Veja Mais

Divulgar prints de WhatsApp sem permissão pode gerar processo judicial

 Divulgar prints de WhatsApp sem permissão pode gerar processo judicial

em - tecnologia Divulgar capturas da tela (prints) de uma conversa via WhatsApp pode gerar processo na Justiça e o responsável pelo compartilhamento poderá pagar indenizações para quem teve a mensagem publicada.  Essa decisão foi dada pela 3ª Turma do Tribunal de Justiça Superior (STJ), que negou o recurso especial de uma ação que está sendo julgada desde 2015. À época, um dos integrantes da diretoria de um clube de futebol da série B brasileira, divulgou prints do grupo de WhatsApp que incluía outros membros da direção, gerando uma crise interna. Devido ao vazamento, ele foi condenado a pagar uma multa de R$ 5 mil a um dos envolvidos, por danos morais. Em sua defesa, o autor das capturas de tela afirmou que o ato não constitui algo ilícito, além de o conteúdo ser de interesse público. A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, afirmou que, realmente, a "simples gravação da conversa não constitui ato ilícito e o mesmo entendimento é aplicável às mensagens enviadas em meio eletrônico, de modo que a mera preservação das conversas de WhatsApp não representa afronta ao ordenamento jurídico". Porém, divulgar o conteúdo que é o problema, inclusive devido ao próprio aplicativo restringir o acesso da conversa à não participantes, através de uma tecnologia de criptografia. "Nesse aspecto, há que se considerar que as mensagens eletrônicas estão protegidas pelo sigilo em razão de o seu conteúdo ser privado; isto é, restrito aos interlocutores", afirmou a ministra. Ela também destacou que os participantes de uma conversa por WhatApp não têm expectativa de que a mensagem será lida por outras pessoas, muito menos divulgada ao público, como aconteceu no caso. "Ademais, é certo que ao enviar mensagem a determinado ou a determinados destinatários via WhatsApp, o emissor tem a expectativa de que ela não será lida por terceiros, quanto menos divulgada ao público, seja por meio de rede social ou da mídia". "Assim, ao levar a conhecimento público conversa privada, além da quebra da confidencialidade, estará configurada a violação à legítima expectativa, bem como à privacidade e à intimidade do emissor, sendo possível a responsabilização daquele que procedeu à divulgação se configurado o dano", afirma Andrighi no documento. A possibilidade de divulgar capturas de tela, sem correr o risco de processos judiciais, só é aceita quando o autor do print precisar se resguardar de um direito próprio. "A ilicitude da exposição pública de mensagens privadas poderá ser descaracterizada, todavia, quando a exposição das mensagens tiver o propósito de resguardar um direito próprio do receptor", pontuou a ministra.No entanto, o caso julgado não se enquadra nessa exceção. "Como ponderado pela Corte local, as mensagens enviadas pelo WhatsApp são sigilosas e têm caráter privado. Ao divulgá-las, portanto, o recorrente (réu) violou a privacidade do recorrido (autor) e quebrou a legítima expectativa de que as críticas e opiniões manifestadas no grupo ficariam restritas aos seus membros", finaliza. *Estagiária sob supervisão do subeditor João Renato Faria Veja Mais

Neuroprótese de baixo custo: dispositivo que lê mentes passa em testes

 Neuroprótese de baixo custo: dispositivo que lê mentes passa em testes

em - tecnologia Na última década, os aparelhos que substituem membros do corpo evoluíram muito, e não apenas no design. As chamadas neuropróteses - dispositivos biônicos altamente articulados, projetados para detectar sinais musculares residuais e executar movimentos - saíram dos laboratórios e se tornaram uma realidade. Contudo, o preço pode chegar a dezenas de milhares de dólares, além do fato de que, construídas em torno de esqueletos de metal e operadas por motores elétricos, podem ser pesadas e desconfortáveis.Para resolver esse problema e poder levar a tecnologia da neuroprótese a um número maior de pessoas, engenheiros do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) e da Universidade Jiao Tong, na China, desenvolveram uma mão inteligente, leve e de baixo custo, além de altamente durável, segundo os pesquisadores. O membro artificial foi descrito pelos cientistas na revista Nature Nature Biomedical Engineering.A mão inteligente é macia e elástica e pesa cerca de 0,5kg. O protótipo - que ainda será aperfeiçoado, custou cerca de US$ 500 e, segundo Xuanhe Zhao, professor de engenharia mecânica do MIT, o valor, que já é baixo, poderá diminuir significativamente. "Há um enorme potencial para fazer essa prótese macia de custo muito baixo, para pessoas de baixa renda que sofreram amputação."Nos testes, pessoas amputadas que usaram o aparelho conseguiram realizar atividades cotidianas, como fechar uma mala, despejar suco em um copo e acariciar um gato, tão bem quanto - em alguns casos, até melhor do que - aqueles com neuropróteses mais rígidas, diz Zhao. De acordo com ele, o design é duradouro: no laboratório, os cientistas atingiram a peça com um martelo e até passaram com um carro por cima dela, sem que sofresse danos graves.A mão artificial é feita de um material macio e elástico chamado EcoFlex. Ela tem cinco dedos em forma de balão, cada um com segmentos de fibra embutidos, semelhantes aos ossos articulados reais. Os dígitos flexíveis são conectados a uma "palma" impressa em 3D, com a forma de uma mão humana.Em vez de controlar cada dedo usando motores elétricos, como a maioria dos dispositivos neuroprostéticos, os pesquisadores usaram um sistema pneumático simples para inflar os dedos com precisão e dobrá-los em posições específicas. O sistema, incluindo uma pequena bomba e válvulas, pode ser usado na cintura, reduzindo significativamente o peso da prótese. Shaoting Lin, também do MIT, desenvolveu um modelo de computador para calcular a pressão necessária para a execução de diversas tarefas.O sistema pneumático baseia-se em EMG - sensores de eletromiografia, que medem os impulsos elétricos gerados pelos neurônios motores para controlar os músculos. Os sensores são colocados na abertura da prótese, onde ela se conecta ao membro do usuário. Dessa forma, os detectores podem captar sinais de um membro residual, como quando uma pessoa amputada se imagina fechando o punho.BombaA equipe, então, usou um algoritmo existente que decodifica sinais dos músculos e os relaciona a tipos comuns de preensão. Eles usaram essa sequência lógica para programar o controlador do sistema pneumático. Quando a pessoa amputada se imagina, por exemplo, segurando uma taça de vinho, os sensores captam os sinais musculares residuais, que são traduzidos em pressões correspondentes. A bomba aplica essas pressões para inflar cada dedo e produzir a pegada pretendida.Em seguida, os pesquisadores investiram no feedback tátil - um recurso que não é incorporado na maioria dos membros neuroprostéticos comerciais. Para fazer isso, eles costuraram na ponta de cada dedo um sensor de pressão, que, ao ser tocado ou pressionado, produz um sinal elétrico proporcional à força detectada. Cada detector é conectado a um local específico no membro residual da pessoa amputada, para que o usuário possa "sentir" quando o polegar da prótese é pressionado, por exemplo, contra o dedo indicador.Para testar a mão inflável, os pesquisadores contaram com a ajuda de dois voluntários, cada um com amputações de membros superiores. Uma vez equipados com a prótese, eles aprenderam a usá-la, contraindo repetidamente os músculos dos braços enquanto imaginavam fazer cinco pegadas comuns, como segurar uma taça.Depois de completar o treinamento de 15 minutos, os voluntários realizaram uma série de testes padronizados para demonstrar a força manual e a destreza do equipamento. As tarefas incluíam empilhar peças de damas, virar páginas, escrever com uma caneta, levantar bolas pesadas e pegar objetos frágeis, como morangos. Eles repetiram os mesmos movimentos usando uma mão biônica mais rígida, disponível comercialmente, e concluíram que a inflável era tão boa, ou até melhor, do que essas."Por enquanto, temos quatro tipos de pegadas, mas pode haver mais", diz Lin. "Esse design pode ser aprimorado, com melhor tecnologia de decodificação, matrizes mioelétricas de alta densidade e uma bomba mais compacta, que pode ser usada no pulso. Também queremos personalizar o design para produção em massa, para que consigamos beneficiar a sociedade com a tecnologia robótica."Ímãs melhoram os movimentosAlém de um dispositivo mais leve e de baixo custo, pesquisadores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) também estão buscando solucionar um dos maiores desafios das próteses: movimentá-las da mesma forma que o membro natural. A maioria dos artificiais é controlada por meio da eletromiografia, uma forma de captar a atividade elétrica dos músculos, mas essa abordagem ainda está longe da perfeição.Agora, um grupo do Media Lab do MIT desenvolveu uma alternativa que, segundo eles, pode resultar em um controle muito mais preciso dos membros protéticos. Ao inserir pequenos grânulos magnéticos no tecido residual de uma pessoa amputada, os cientistas podem medir com exatidão o comprimento de um músculo conforme ele se contrai, e esse retorno é transmitido para uma prótese biônica em milissegundos.Em um artigo publicado na revista Science Robotics, os pesquisadores testaram a nova estratégia, chamada magnetomicrometria (MM), e mostraram que ela pode fornecer medições musculares rápidas e precisas em animais. Eles esperam fazer experimentos com humanos nos próximos anos."Nossa esperança é que a MM substitua a eletromiografia como forma dominante de conectar o sistema nervoso periférico aos membros biônicos", destaca Hugh Herr, chefe de Biomecatrônica no grupo e autor sênior do artigo. "E temos essa esperança devido à alta qualidade do sinal que obtemos do MM e ao fato de ser minimamente invasivo e ter um custo - e obstáculo regulatório -baixos."AlgoritmoCom os dispositivos protéticos existentes, as medições elétricas dos músculos de uma pessoa são obtidas por meio de eletrodos, que podem ser fixados na superfície da pele ou implantados cirurgicamente no músculo. O último procedimento é altamente invasivo e caro, mas fornece medições um pouco mais precisas. No entanto, em ambos os casos, a eletromiografia (EMG) fornece informações apenas sobre a atividade elétrica muscular, não seu comprimento ou velocidade."Quando você usa o controle baseado em EMG, está olhando para um sinal intermediário. Você está vendo o que o cérebro diz ao músculo para fazer, mas não o que o músculo está realmente fazendo", diz Herr. A nova estratégia baseia-se na ideia de que, se os sensores pudessem medir a atividade muscular real, essas medidas resultariam em um controle mais preciso de uma prótese.Para isso, os pesquisadores decidiram inserir pares de ímãs nos músculos. Ao medir como as peças magnéticas se movem em relação umas às outras, eles conseguem calcular o quanto a musculatura está se contraindo e a velocidade da contração. Com um algoritmo desenvolvido previamente pelo grupo e usando uma série de sensores colocados na parte externa das pernas, eles conseguiram determinar a posição dos ímãs com uma precisão de 37 mícrons (aproximadamente a largura de um cabelo humano), enquanto moviam as articulações do tornozelo. Essas medições podem ser obtidas em três milissegundos.Nos próximos anos, os pesquisadores esperam fazer um pequeno estudo em pacientes humanos com amputações abaixo do joelho. Eles acreditam que os sensores usados para controlar os membros protéticos podem ser colocados na roupa, fixados na superfície da pele ou na parte externa de uma prótese. Veja Mais

Jeff Bezos ou Elon Musk: a decisão que leva a Nasa aos tribunais

 Jeff Bezos ou Elon Musk: a decisão que leva a Nasa aos tribunais

em - tecnologia A disputada corrida para conquistar o espaço ganhou um novo episódio depois que o magnata americano Jeff Bezos decidiu processar a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos. O fundador da Amazon e da empresa espacial Blue Origin tomou a decisão depois que a agência espacial americana decidiu assinar com a Space X de Elon Musk um contrato para construção de um sistema de pouso na lua.Com este projeto - que inclui um investimento de US$ 2,9 bilhões (mais de R$ 15 bilhões), o objetivo é que os astronautas voltem à Lua em 2024, em missão que não é realizada desde 1972. A oferta bilionária de Jeff Bezos à Nasa para participar da volta da humanidade à Lua Por que Jeff Bezos e Richard Branson ainda não são astronautas, segundo os EUA Bezos, assim como Musk, havia apresentado uma proposta à Nasa para fazer parte da construção deste módulo de pouso lunar, mas foi rejeitada.A disputa é ainda mais complexa porque, embora a ideia original fosse que a construção seria feita por duas empresas, a Nasa acabou por contratar apenas uma por falta de recursos.O que diz a Blue Origin?Segundo a empresa do fundador da Amazon, há "problemas fundamentais" no acordo entre a Nasa e a Space X, que Bezos qualificou de "injusto".Em um processo judicial, a Blue Origin disse que continuava acreditando que dois fornecedores são necessários para garantir o sistema de alunissagem. Acusou também a Nasa de ter feito uma "avaliação ilegal e inadequada" de suas propostas durante o processo de licitação."Acreditamos fortemente que os problemas identificados nesta aquisição e seus resultados devem ser resolvidos para restaurar a equidade, criar concorrência e garantir um retorno seguro à Lua para a América", disse a empresa fundada por Bezos.O que está por trás da decisão da Nasa?Na época da concessão, a chefe de exploração humana da Nasa, Kathy Lueders, admitiu que o orçamento atual da agência espacial a impedia de selecionar duas empresas.Isso porque o Congresso dos Estados Unidos concedeu apenas US$ 850 milhões dos US$ 3,3 bilhões que havia sido solicitado para a execução do projeto.Diante dessa situação, em julho, Bezos se ofereceu para cobrir até US$ 2 bilhões dos custos da Nasa para que o contrato fosse reconsiderado, mas sua oferta foi rejeitada.Outro fator citado pela Nasa para aceitar a proposta da Space X é o histórico de missões orbitais da empresa de Elon Musk. Além disso, acredita-se que o custo tenha desempenhado um papel importante - a oferta da SpaceX foi a mais barata de todas.O órgão fiscalizador dos EUA (Government Accountability Office, ou GAO), rejeitou a reclamação da Blue Origin, afirmando que a Nasa não havia "agido indevidamente" ao entregar o contrato a uma única empresa.Agora, a agência espacial dos EUA deve apresentar uma resposta à ação legal antes de 12 de outubro. A SpaceX ainda não comentou o processo.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Vox Radar expande seu mercado no Brasil e faz parceria com o EM

 Vox Radar expande seu mercado no Brasil e faz parceria com o EM

em - tecnologia  Um projeto audacioso que nasceu de forma espontânea: profissionais de diferentes áreas se uniram para criar uma plataforma que permitisse a análise e interpretação de dados, de maneira precisa, das redes sociais e canais de notícias. Foi a partir deste ideal em comum que nasceu a empresa de tecnologia Vox Radar, que atualmente conta com uma dezena de colaboradores e faz o monitoramento dos principais assuntos em evidência no Brasil, especialmente no meio político.   A empresa atualmente é parceira do Estado de Minas na criação do projeto Scoop, aprovado na edição de 2021 do Desafio da Inovação da Google News Initiative (GNI) na América Latina. A plataforma ajudará repórteres, subeditores e editores na identificação de pautas e tendências de assuntos nas principais coberturas do dia a dia. A Vox Radar já vinha atuando informalmente desde o ano passado, mas há três meses entrou no mercado de forma efetiva. “A empresa em si é de desenvolvimento de softwares, como um serviço. Temos um software que disponibilizamos para alguns indivíduos, para sanar curiosidade deles, o que as pessoas falam a respeito deles, por exemplo. Também temos formas de trabalho que não estão ligadas diretamente ao uso do software. Construímos alguns tipos de análises que variam de interesse de acordo com o que seria a vontade do indivíduo que vai começar a usar o programa”, afirma o economista João Madureira Yamin, mestre em ciências da computação e um dos criadores da plataforma. Hoje, a Vox Radar presta serviços no país para várias empresas, que querem medir o alcance de ações específicas ou o que desejam saber o que outras pessoas estão falando a respeito delas. A partir desse monitoramento, as companhias em si vão atuar em determinada frente de trabalho com o objetivo de buscar sua própria expansão e atingir novos públicos. “Temos várias formas de analisar. Uma delas é avaliar quantas pessoas falam da sua marca e como elas falam, se elas elogiam ou criticam. Além desse uso de medir o que as pessoas falam a respeito do seu produto, vendemos relatórios que mostram como estão tratando os temas políticos, como reforma tributária ou o que políticos falam sobre isso, o que os influenciadores da área financeira ou economista falam sobre o tema, seu andamento etc”, afirma Yamin.No meio político, a atuação da Vox Radar é ainda mais abrangente, com serviços prestados para partidos políticos ou candidatos. “Uma das nossas formas de trabalho é avaliar a quantidade de menções sobre uma determinada pessoa. Temos algoritmos capazes de interpretar se aquele indivíduo que está falando é de direita ou esquerda, qual seria sua ideologia política. Baseado nisso, queremos dizer se a pessoa está falando uma coisa que é boa ou ruim a respeito de determinado político, mas consegue entender se ele está falando algo bom ou sobre a índole dele, se ele é bom, quais os políticos em que ele reage de forma positiva ou quais são aqueles que ele reage de maneira negativa”, explica Yamin.Ele detalha ainda que a equipe da Vox é multidisciplinar e atura em diferentes ramos. “São pessoas que entendem de ciência de dados e usam isso de diferentes formas. Eu, por exemplo, sou economista, tenho mestrado em ciências da computação e doutorado em matemática aplicada. Tem outras pessoas que são economistas ou formações em outras áreas, como engenharia de produção, engenharia mecânica, que foram para essa área”. “Somos uma equipe que tem professores de São Paulo, da PUC-RJ ou de universidades do exterior ou alunos. São sócios e a variação do tamanho da cota de cada um varia com a quantidade de horas que elas se dedicam para a empresa”, acrescenta.Parceria O Scoop vai permitir que jornalistas do Estado de Minas acompanhem novos assuntos e temas para reportagens à medida em que eles forem mencionados em redes sociais, sites e blogs. Além disso, a plataforma também vai permitir a identificação de eventos locais usando tags de geolocalização e filtros inteligentes.A iniciativa vem se enquadrando bem nos critérios do Google. O seu principal objetivo é automatizar um processo interno das redações jornalísticas, conhecido como ronda. É quando um jornalista busca, em diversas fontes, como sites oficiais, redes sociais e até nos concorrentes, assuntos e temas que podem virar pauta. Hoje, isso tudo é feito manualmente pelos jornalistas nas redações, em um processo que, apesar de fundamental, muitas vezes acaba sendo insuficiente, diante da imensidão de assuntos que podem surgir, além de consumir um tempo considerável. “É um projeto interessante. A ideia inicial seria conseguir criar uma ferramenta on-line que atingisse três objetivos gerais e específicos. O primeiro deles seria uma ferramenta que pudesse ajudar pessoas que fazem parte de grupos específicos que costumam ser discriminados. Nesse sentido, organizamos o software para que, na hora de coletar as notícias ou o que as pessoas estão falando, ponderarmos de uma maneira diferente quando o assunto for relacionado ao tema”, explica Yamin.  Veja Mais

Por que a China passou a chamar jogos online de 'drogas eletrônicas'

 Por que a China passou a chamar jogos online de 'drogas eletrônicas'

em - tecnologia As ações de duas das maiores empresas de jogos online da China caíram depois que um veículo de comunicação estatal chamou os games de "drogas eletrônicas". As ações da Tencent e da NetEase caíram mais de 10% no início das negociações da bolsa de Hong Kong. Depois, as empresas recuperaram algumas dessas perdas. Os investidores estão cada vez mais preocupados com a repressão de Pequim às empresas, principalmente de tecnologia. Nos últimos meses, as autoridades anunciaram uma série de medidas para aumentar seu controle sobre as empresas de tecnologia e educação privada. Um artigo publicado pelo Economic Information Daily, jornal estatal chinês, afirmou que muitos adolescentes se tornaram viciados em jogos online e isso estava tendo um impacto negativo sobre eles. O veículo de comunicação é afiliado à agência oficial de notícias Xinhua. O artigo citou o jogo extremamente popular Honor of Kings, da Tencent, dizendo que jovens passam até oito horas por dia jogando-o. O texto também pede mais restrições à indústria. "Nenhuma indústria, nenhum esporte pode se desenvolver de uma maneira que destrua uma geração", afirma o texto. Depois, ele ainda chama os jogos online de "ópio espiritual". A Tencent afirmou que iria introduzir medidas para reduzir o acesso das crianças e o tempo gasto no jogo Honor of Kings. A empresa também disse que planeja eventualmente implementar a política para todos os seus jogos. A recuperação nos preços das ações veio quando o Economic Information Daily excluiu o artigo de sua conta na plataforma de mídia social Wechat. A Tencent também viu suas ações caírem na semana passada, depois de receber ordens para encerrar acordos exclusivos de licenciamento de música com gravadoras de todo o mundo. A mudança teve como objetivo combater o domínio da gigante da tecnologia de streaming de música online no país - atualmente, o conglomerado controla mais de 80% dos direitos exclusivos de streaming de música da China após uma aquisição em 2016. A Tencent é apenas uma de uma série de empresas chinesas listadas nas bolsas de valores dos Estados Unidos, Hong Kong e China continental que viu suas ações caírem drasticamente neste ano, enquanto Pequim reprimia os setores de tecnologia e educação do país. Na semana passada, as ações de empresas chinesas de ensino online despencaram depois que elas foram privadas da capacidade de lucrar com o ensino de disciplinas básicas na China. As novas diretrizes também restringiram o investimento estrangeiro no setor. A principal mudança na política ocorreu quando as autoridades tentaram aliviar as pressões financeiras na criação de filhos. As autoridades estão preocupadas depois que o último censo da China mostrou que a taxa de natalidade caiu para o menor índice em sete décadas. Essa foi uma das maiores revisões já feitas no setor de aulas particulares que movimenta US$ 120 bilhões no país.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Portal Uai: mais de 20 anos de parceria com os mineiros e com o mercado

 Portal Uai: mais de 20 anos de parceria com os mineiros e com o mercado

em - tecnologia  Desde de 1997, o Portal Uai está na vida dos mineiros, trazendo os principais fatos de Minas, do Brasil e do mundo, e crescendo significativamente seu número de leitores. O sucesso de audiência reflete também no sucesso comercial do Portal, que tem entre seus clientes as principais empresas do país e do mundo.  São inúmeros os projetos realizados em parceria com grandes marcas mineiras, nacionais e internacionais. Com o Portal Uai é possível criar campanhas de conteúdo patrocinado, anunciar em nossas posições de publicidade, que, aliás, possuem uma das maiores taxas de visualização e cliques do mercado e, também, criar projetos multimídia customizados para a sua necessidade, envolvendo todos os produtos dos Diários Associados.   Para Mário Neves, diretor comercial dos Diários Associados, os produtos comerciais do Portal Uai servem de vitrine e provam como a marca é bem vista pelo mercado e pelos consumidores. “O Portal Uai nasceu grande e continua grande. Somos uma marca valorizada e requisitada pelo mercado mineiro e nacional. Já são anos de parceria e realização de projetos exclusivos com o governo e a indústria, por exemplo. As marcas apostam no Uai pois se identificam com a nossa linha editorial e com nossos projetos únicos e modernos. Temos a solução ideal para todos os mercados”, conclui Neves.  Como tudo começou Quem vê a interface do Portal Uai hoje não imagina como era no passado. Aliás, inovar sempre foi um verbo presente no grupo Diários Associados. E, por falar nisso, tudo começou em 12 de setembro de 1995, quando o Estado de Minas deu os primeiros passos na internet. A internet era um ambiente inexplorado, quando a primeira página on-line foi lançada. Aliás, apenas o extinto Jornal do Brasil tinha tido tamanha coragem, numa época em que a internet ainda estava engatinhando.   Mas a iniciativa deslanchou e assim, em 1997, nasceu o Portal Uai. Ele foi considerado, na época, um dos principais projetos de internet no Brasil. Pouco antes, os Diários Associados lançavam um provedor de internet para que o público apreciasse um novo jeito de consumir conteúdo. “Naquela época, o processo para publicar notícias não era simples como acontece hoje, convertíamos manualmente as páginas impressas do caderno de informática para a linguagem da internet. Aos poucos, fomos agregando o conteúdo”, lembra Geraldo Teixeira da Costa Neto, diretor-executivo dos Diários Associados e idealizador do projeto. Trabalho multidisciplinar faz a diferença nos resultados de audiênciaMais de 20 anos depois, o Portal Uai tem mais de 170 milhões de visualizações de páginas por mês e impacta mais de 20 milhões de pessoas. Suas redes sociais somam mais de um milhão de usuários e é o único portal regional a figurar entre os 10 maiores do país. Além disso, em pesquisa recente com os leitores, o Uai é considerado uma referência para Minas Gerais por mais de 88% das pessoas. “Acreditamos que os números alcançados pelo Portal Uai são a soma de conteúdos de qualidade com uma boa experiência de navegação e, felizmente, as duas frentes são prioridade por aqui. Temos uma redação que trabalha com excelência, apurando e produzindo matérias que são relevantes para os leitores, e as equipes de desenvolvimento e produto são igualmente capacitadas e analisam em tempo real todos os indicadores para garantir que a experiência de consumo de informação seja agradável em qualquer dispositivo, como celular, tablet ou computador”, afirma Alexandre Magno, diretor de Operações dos Diários Associados.Novo Portal Uai promete trazer números ainda melhoresO lançamento do novo Portal Uai, apresentado nesta terça-feira, dia 03, traz uma navegação mais rápida e visual moderno, permitindo uma excelente experiência a quem busca ficar por dentro de tudo em tempo real. Como a inovação está em seu DNA, o portal lança novas editorias para atrair e reter as gerações mais jovens, além de envolver os mais diversos públicos que encontram conteúdos direcionados para permanecerem conectados e interagindo como preferirem. Entre várias mudanças, estão:Variedade de conteúdos: criação de novas editorias, como o DiversEM, que trata dos assuntos relacionados à inclusão, à diversidade e à igualdade em todas as esferas, e o Uai Agro, que vai trazer para o leitor as principais notícias e novidades sobre o setor do agronegócio mineiro e novos destaques para vídeos e podcasts.Notícias regionais: ampliação da cobertura em diversas regiões de Minas Gerais e possibilidade de escolher qual região você quer em destaque na página principal.Canais Favoritos: possibilidade de personalizar a página inicial com os sites do Portal Uai que preferir, sejam os de esporte, saúde, turismo, entretenimento e outros.Acesse uai.com.br e fique por dentro das novidades.   Veja Mais

Portal Uai: mais de 20 anos de parceria com os mineiros e com o mercado

 Portal Uai: mais de 20 anos de parceria com os mineiros e com o mercado

em - tecnologia  Desde de 1997, o Portal Uai está na vida dos mineiros, trazendo os principais fatos de Minas, do Brasil e do mundo, e crescendo significativamente seu número de leitores. O sucesso de audiência reflete também no sucesso comercial do Portal, que tem entre seus clientes as principais empresas do país e do mundo.  São inúmeros os projetos realizados em parceria com grandes marcas mineiras, nacionais e internacionais. Com o Portal Uai é possível criar campanhas de conteúdo patrocinado, anunciar em nossas posições de publicidade, que, aliás, possuem uma das maiores taxas de visualização e cliques do mercado e, também, criar projetos multimídia customizados para a sua necessidade, envolvendo todos os produtos dos Diários Associados.   Para Mário Neves, diretor comercial dos Diários Associados, os produtos comerciais do Portal Uai servem de vitrine e provam como a marca é bem vista pelo mercado e pelos consumidores. “O Portal Uai nasceu grande e continua grande. Somos uma marca valorizada e requisitada pelo mercado mineiro e nacional. Já são anos de parceria e realização de projetos exclusivos com o governo e a indústria, por exemplo. As marcas apostam no Uai pois se identificam com a nossa linha editorial e com nossos projetos únicos e modernos. Temos a solução ideal para todos os mercados”, conclui Neves.  Como tudo começou Quem vê a interface do Portal Uai hoje não imagina como era no passado. Aliás, inovar sempre foi um verbo presente no grupo Diários Associados. E, por falar nisso, tudo começou em 12 de setembro de 1995, quando o Estado de Minas deu os primeiros passos na internet. A internet era um ambiente inexplorado, quando a primeira página on-line foi lançada. Aliás, apenas o extinto Jornal do Brasil tinha tido tamanha coragem, numa época em que a internet ainda estava engatinhando.   Mas a iniciativa deslanchou e assim, em 1997, nasceu o Portal Uai. Ele foi considerado, na época, um dos principais projetos de internet no Brasil. Pouco antes, os Diários Associados lançavam um provedor de internet para que o público apreciasse um novo jeito de consumir conteúdo. “Naquela época, o processo para publicar notícias não era simples como acontece hoje, convertíamos manualmente as páginas impressas do caderno de informática para a linguagem da internet. Aos poucos, fomos agregando o conteúdo”, lembra Geraldo Teixeira da Costa Neto, diretor-executivo dos Diários Associados e idealizador do projeto. Trabalho multidisciplinar faz a diferença nos resultados de audiênciaMais de 20 anos depois, o Portal Uai tem mais de 170 milhões de visualizações de páginas por mês e impacta mais de 20 milhões de pessoas. Suas redes sociais somam mais de um milhão de usuários e é o único portal regional a figurar entre os 10 maiores do país. Além disso, em pesquisa recente com os leitores, o Uai é considerado uma referência para Minas Gerais por mais de 88% das pessoas. “Acreditamos que os números alcançados pelo Portal Uai são a soma de conteúdos de qualidade com uma boa experiência de navegação e, felizmente, as duas frentes são prioridade por aqui. Temos uma redação que trabalha com excelência, apurando e produzindo matérias que são relevantes para os leitores, e as equipes de desenvolvimento e produto são igualmente capacitadas e analisam em tempo real todos os indicadores para garantir que a experiência de consumo de informação seja agradável em qualquer dispositivo, como celular, tablet ou computador”, afirma Alexandre Magno, diretor de Operações dos Diários Associados.Novo Portal Uai promete trazer números ainda melhoresO lançamento do novo Portal Uai, apresentado nesta segunda-feira, dia 02, traz uma navegação mais rápida e visual moderno, permitindo uma excelente experiência a quem busca ficar por dentro de tudo em tempo real. Como a inovação está em seu DNA, o portal lança novas editorias para atrair e reter as gerações mais jovens, além de envolver os mais diversos públicos que encontram conteúdos direcionados para permanecerem conectados e interagindo como preferirem. Entre várias mudanças, estão:Variedade de conteúdos: criação de novas editorias, como o DiversEM, que trata dos assuntos relacionados à inclusão, à diversidade e à igualdade em todas as esferas, e o Uai Agro, que vai trazer para o leitor as principais notícias e novidades sobre o setor do agronegócio mineiro e novos destaques para vídeos e podcasts.Notícias regionais: ampliação da cobertura em diversas regiões de Minas Gerais e possibilidade de escolher qual região você quer em destaque na página principal.Canais Favoritos: possibilidade de personalizar a página inicial com os sites do Portal Uai que preferir, sejam os de esporte, saúde, turismo, entretenimento e outros.Acesse uai.com.br e fique por dentro das novidades.   Veja Mais

Google celebra sucesso da ferramenta Destaques no Brasil

 Google celebra sucesso da ferramenta Destaques no Brasil

em - tecnologia Embalada por um investimento de US$ 1 bilhão, a ferramenta Destaques, criação do Google voltada para o mercado jornalístico, chegou ao Brasil em outubro do ano passado com o objetivo de trazer benefícios tanto para leitores quanto para os veículos produtores de notícias. Menos de um ano depois do lançamento, o balanço é positivo, na avaliação de Andrea Fornes, diretora de Parcerias de Produtos de Notícias para a América Latina do Google. "O Brasil foi, junto da Alemanha, o primeiro a trazer o Destaques. A ideia era trazer benefícios tanto para os usuários, que têm acesso a um conteúdo selecionado, com curadoria pelas publicações, quanto para as publicações, que tem tráfego gerado, audiência qualificada e uma fonte recorrente de receitas em um momento de incertezas", detalha Andrea. Os usuários chegam ao Destaques por meio do Google Notícias pelo navegador(news.google.com.br) no desktop ou dispositivos móveis, no aplicativo do Google Notícias(iOS e Android) e no Discover (disponível nos aplicativos Google ou na tela inicial à esquerdanos dispositivos Android).O Destaques já tem mais de 800 veículos parceiros pelo mundo. No Brasil, são mais de 50, incluindo o Estado de Minas, que foi um dos primeiros veículos a fechar parceria com o Google para o uso do Destaques. Segundo o Google, a ferramenta já gerou mais de 10 milhões de cliques por mês às publicações parceiras. Andrea Fornes confirma que os veículos sentiram um aumento de audiência após a implantação dos Destaques. "Para cada publicação, está trazendo benefícios diferentes. Alguns falam que esse pagamento recorrente está permitindo a publicação a sobreviver, outros falam que está trazendo uma audiência qualificada ou um aumento de tráfego", detalhou. Na avaliação da diretora do Google, o foco no conteúdo local tem feito a diferença para os parceiros do programa, principalmente com o aumento da procura por notícias causada pela pandemia da COVID-19. "O local é muito relevante, porque nos impacta diretamente, no seu dia a dia. Com a pandemia, ele se tornou ainda mais relevante, porque as pessoas querem saber onde vão tomar vacina, quantas pessoas estão contaminadas nas suas cidades", afirmou.  Por ser baseado em uma curadoria direta do veículo, o Destaques permite que os veículos ofereçam aos leitores conteúdos, como colunistas. Para Andrea Fornes, isso pode resultar, inclusive, em um aumento de assinaturas. "O usuário vai pagar se vir valor naquele conteúdo, é isso que vai cativar a audiência. Então o jornalismo de alta qualidade é fundamental". Ela antecipa ainda que o Destaques, que hoje é baseado apenas em foto e vídeo, deverá ter mais recursos em breve. "O Brasil, por ter sido o primeiro país a lançar, pagou o preço do pioneirismo. O produto já vem sofrendo várias mudanças e melhorias, com funcionalidades e recursos. Vamos trazer mais modelos de painéis e conteúdos de áudio e vídeo", finalizou.   Veja Mais

Mudança no WhatsApp Web: entenda como funcionará o aplicativo

 Mudança no WhatsApp Web: entenda como funcionará o aplicativo

em - tecnologia O WhatsApp iniciou, na última quarta-feira (14/7), testes do novo formato do aplicativo na versão web. A novidade muda o funcionamento no computador, que antes dependia de conexão com o celular. A versão beta está disponível para um pequeno grupo de pessoas, em todo o mundo. Com a novidade,  os usuários poderão acessar o aplicativo em outros aparelhos, sem a necessidade de o smartphone estar conectado à internet. Assim, o app se transformará em uma multiplataforma e se tornará mais parecida com o concorrente Telegram. Mudanças na conexão Ao iniciar a conexão do smartphone ao WhatsApp Web em outro aparelho, a leitura do QR code continuará sendo necessária. A diferença é que, agora, será obrigatório uma autenticação biométrica para entrada na multiplataforma. Com o objetivo de dificultar a clonagem ou roubo de contas, será solicitado ao usuário um reconhecimento facial ou impressão digital, se ativada no celular. Em caso de suspeita de acesso indesejado, ao realizar o login o aplicativo exibirá uma lista de dispositivos cadastrados na conta. Assim, o usuário poderá desativar o login de forma remota. Como medida adicional de segurança, todos os dispositivos complementares serão automaticamente desconectados se o usuário trocar de celular, ou se outra pessoa acessar sua conta por outro smartphone. Entenda a diferença entre as versões O smartphone continuará sendo o dispositivo principal da conta. Entretanto, com a nova versão em teste, até quatro dispositivos diferentes poderão acessar o aplicativo de forma independente, pela mesma conta.Hoje, o WhatsApp Web é completamente dependente do smartphone, como “espelho” do aplicativo no computador. Desta forma, quando o celular é desconectado da internet ou acaba a bateria, o acesso à plataforma é impossibilitado.  *Estagiária sob supervisão do subeditor João Renato Faria Veja Mais

Começa a valer hoje nova política de privacidade do Whatsapp

Começa a valer hoje nova política de privacidade do Whatsapp

em - tecnologia Especialistas avaliam que as mudanças podem trazer riscos à proteção de dados dos usuários do aplicativo Veja Mais

Frances Haugen: a ex-funcionária que denunciou Facebook ao Senado dos EUA

 Frances Haugen: a ex-funcionária que denunciou Facebook ao Senado dos EUA

em - tecnologia Uma ex-funcionária do Facebook, responsável por uma série de vazamentos bombásticos da empresa, prestou depoimento naterça-feira (05/10) ao Senado americano.Como era esperado, ela fez um apelo aos parlamentares pela regulamentação da rede social.Frances Haugen, de 37 anos, revelou sua identidade no último domingo (03/10), quando foi entrevistada pela rede americana CBS. Ela afirma que os documentos vazados — publicados pelo Wall Street Journal — provam que o Facebook priorizou repetidamente o "crescimento em detrimento da segurança" dos usuários."O Facebook percebeu que se mudar o algoritmo para ser mais seguro, as pessoas vão passar menos tempo no site, vão clicar em menos anúncios, e eles vão ganhar menos dinheiro."O Facebook afirma, por sua vez, que os documentos vazados são enganosos e camuflam pesquisas positivas conduzidas pela empresa. WhatsApp, Facebook e Instagram: o que se sabe sobre pane global das redes de Mark Zuckerberg Vazamento no Facebook: o que novo escândalo revela sobre práticas da empresa Quem é Frances HaugenNatural de Iowa, nos EUA, Haugen é formada em engenharia elétrica e de computação pelo Olin College em Massachusetts.Com um MBA pela Universidade de Harvard, ela diz em seu site pessoal ser "especialista em gerenciamento algorítmico de produtos".Em 15 anos de carreira, ela teve passagem por grandes empresas de tecnologia e rede social, como Pinterest e Google, onde trabalhou por quatro anos como engenheira de software e gerente de produto.Em 2019, foi contratada pelo Facebook, segundo seu site pessoal, para ser "gerente de produto líder da equipe de desinformação cívica, que lidava com questões relacionadas à democracia e desinformação, e mais tarde também trabalhou em contraespionagem".Mas com o passar do tempo, foi ficando "cada vez mais alarmada com as escolhas da empresa".Na entrevista ao programa 60 Minutes da CBS, ela contou que decidiu deixar o Facebook em maio deste ano depois de se irritar com a companhia. Antes de partir, ela copiou uma série de memorandos e documentos internos. E compartilhou esses documentos com o Wall Street Journal, que publicou o material ao longo das últimas três semanas.Entre as revelações, estão documentos que mostram que celebridades, políticos e usuários de grande visibilidade da rede social eram tratados de forma diferente pela empresa.De acordo com os dados vazados, as políticas de moderação eram aplicadas de maneira distinta, ou nem sequer eram aplicadas a essas contas — um sistema conhecido como XCheck (ou cross-check, que significa verificação cruzada). Outro vazamento mostrou que o Facebook também enfrentava um processo judicial complexo por parte de um grupo de seus próprios acionistas.O grupo alega, entre outras coisas, que o valor de US$ 5 bilhões que o Facebook pagou à Comissão Federal de Comércio dos EUA para resolver o escândalo de dados da Cambridge Analytica foi tão alto porque foi destinado a proteger Mark Zuckerberg de responsabilidades pessoais.Mas são as acusações sobre o Instagram que têm sido particularmente preocupantes para os parlamentares americanos.Uma pesquisa interna do Facebook (dono do Instagram) mostrou que o Instagram estava impactando a saúde mental dos adolescentes, mas a empresa não compartilhou essas descobertas quando sugeriram que a plataforma era um lugar "tóxico" para muitos jovens.De acordo com slides de apresentação publicados pelo Wall Street Journal, 32% das adolescentes entrevistadas disseram que quando se sentiam mal com seus corpos, o Instagram as fazia se sentir pior.O que esperar do depoimentoÉ sobre este tema que Haugen vai prestar depoimento nesta terça-feira a um subcomitê do Senado americano durante uma audiência intitulada "Protegendo Crianças Online".A expectativa é que ela faça um apelo aos parlamentares para regulamentar o Facebook, que ela planeja comparar às empresas de tabaco que por décadas negaram que fumar faz mal à saúde, de acordo com uma versão impressa do depoimento que a agência de notícias Reuters teve acesso."Quando percebemos que as empresas de tabaco estavam escondendo os danos que causavam, o governo tomou uma atitude. Quando descobrimos que os carros eram mais seguros com cintos de segurança, o governo tomou uma atitude", diz um trecho do depoimento preparado. "Eu imploro que vocês façam o mesmo aqui."Haugen deverá destacar ainda que os executivos do Facebook costumam optar pelo lucro em detrimento da segurança do usuário."A liderança da empresa conhece maneiras de tornar o Facebook e o Instagram mais seguros, e não fará as mudanças necessárias porque colocou seus lucros imensos antes das pessoas. É necessária uma ação do Congresso", diz outra parte do texto obtido pela Reuters."Enquanto o Facebook estiver operando no escuro, não prestará contas a ninguém. E continuará a fazer escolhas que vão contra o bem comum." Na semana passada, um executivo do Facebook afirmou em depoimento aos senadores que os vazamentos não destacavam o impacto positivo que a plataforma tinha sobre os adolescentes.Mas Haugen tem sido contundente na avaliação de seu antigo empregador."Havia conflitos de interesse entre o que era bom para o público e o que era bom para o Facebook", disse ela."O Facebook repetidamente escolheu otimizar a favor de seus próprios interesses, como ganhar mais dinheiro."Já o Facebook nega veementemente a acusação, dizendo que gastou quantias significativas de dinheiro em segurança."Dizer que fechamos os olhos ao feedback ignora esses investimentos, incluindo as 40 mil pessoas que trabalham na área de segurança e proteção no Facebook e nosso investimento de US$ 13 bilhões desde 2016", afirmou Lena Pietsch, diretora de políticas de comunicação do Facebook.Haugen também mencionou em entrevista à CBS a invasão do Capitólio por uma multidão de apoiadores do ex-presidente Donald Trump em janeiro deste ano, que acabou com cinco mortos — alegando que o Facebook ajudou a fomentar a violência.Segunda ela, a rede social ativou os sistemas de segurança para reduzir a desinformação durante as eleições nos Estados Unidos — mas apenas temporariamente."Assim que a eleição acabou, eles desativaram ou mudaram as configurações para o que era antes, para priorizar o crescimento em vez da segurança, e isso realmente parece uma traição à democracia." À rede americana CNN, o vice-presidente de Assuntos Globais do Facebook, Nick Clegg, disse que era ridículo sugerir que a empresa era responsável pelo motim."Acho que dá um falso conforto às pessoas supor que deve haver uma explicação tecnológica ou técnica para as questões de polarização política nos Estados Unidos", afirmou ele.A senadora democrata Amy Klobuchar, que faz parte do subcomitê que vai ouvir Haugen nesta terça-feira, adiantou, no entanto, que perguntaria a Haugen sobre a invasão do Capitólio."Estou particularmente interessada em ouvir dela se ela acha que o Facebook fez o suficiente para alertar a polícia e o público sobre 6 de janeiro, e se o Facebook removeu as salvaguardas eleitorais de desinformação porque estava sendo um custo financeiramente à empresa", disse Klobuchar em comentário à Reuters por e-mail.A senadora também acrescentou que gostaria de discutir os algoritmos do Facebook — e se eles "promovem conteúdo prejudicial e divisivo".Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? 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Facebook atribui pane a 'mudança de configuração' em servidores'

 Facebook atribui pane a 'mudança de configuração' em servidores'

em - tecnologia O Facebook indicou na noite desta segunda-feira (4/10), em comunicado, que a interrupção das suas redes e serviços de mensagens foi provocada por uma "mudança de configuração defeituosa" em seus servidores, o que impediu os usuários de acessar às plataformas Instagram, WhatsApp ou Messenger por cerca de sete horas."Pessoas e empresas ao redor do mundo dependem de nós para se manterem conectados", observou a empresa, que até então se mantinha praticamente silenciosa sobre o ocorrido. "Apresentamos nossas desculpas aos que foram afetados", acrescentou o Facebook, referindo-se possivelmente a bilhões de pessoas no mundo, de acordo com vários especialistas em segurança cibernética. Veja Mais

Cinco operadoras telefônicas dos EUA estão fora do ar; BR registra falhas

 Cinco operadoras telefônicas dos EUA estão fora do ar; BR registra falhas

em - tecnologia Além da queda dos aplicativos Facebook, WhatsApp e Instagram em todo mundo, moradores dos Estados Unidos e do Brasil sofrem com a instabilidade nas operadoras de telefonia na tarde desta segunda-feira (4/10).De acordo com o DownDetector, site internacional que registra a paralisação de plataformas, cinco redes de celulares estão fora do ar nos EUA. Em solo brasileiro, clientes da Claro sofrem com lentidão no serviço 4G e falha na realização de chamadas telefônicas.Os dados do Downdetector revelam que as queixas sobre as operadoras estadunidenses começaram no mesmo intervalo, entre 12h e 12h30. Agora, quatro horas após o início da queda, a operadora estadunidense T-Mobile, referência em 5G no país, já acumula 16,2 mil queixas. Por volta das 12h18, 80 reclamações foram registradas. Às 15h48, eram 1.408, apenas registradas naquele minuto.A falha na internet móvel representa 59% das reclamações e os usuários registram a falha em vários pontos do país, como Nova York, Chicago, Los Angeles, Houston, Miami e Dallas. "O fim do mundo está aqui", postou um usuário no site.No Twitter, a T-Mobile brincou com a situação. "Bem, acho que Twitter é tudo o que estamos fazendo hoje", escreveu. Depois, a companhia publicou um post afirmando que "ter um serviço excelente é a principal prioridade" da operadora e que estão trabalhando para resolver o problema. Leia também: Veja quais sites apresentaram instabilidade nesta segunda-feira  Já a Verizon acumula 25,5 mil reclamações. Na última atualização do site, foram registradas 1.580 queixas entre 16h05 e 16h20. As áreas afetadas são semelhantes às da T-Mobile, e expandem para Pittsburgh, Brooklyn, Indianapolis, Washington e Philadelphia. Os usuários reclamam de falha na internet móvel (55%) e nas ligações (32%).Uma cliente de Nova Jersey afirma que está há três horas sem os serviços. "Sem internet, sem Instagram, sem mensagens instantâneas e SMS só ficam como 'enviando'", conta. "Outros amigos de outras operadoras também estão tendo problemas", completa a mulher. "Apenas com uma barra de serviço e não consigo fazer ligações ou enviar SMS", diz outro usuário da Verizon.A At&T, que também oferece serviço de WI-Fi fixo, também foi alvo de críticas. Neste caso, além da falha na internet móvel, a internet banda larga também está fora do ar em Boston, Califórnia e Georgia. Outras duas operadoras de menor porte, a Metro e a US Cellular, também estão fora do ar. De acordo com os usuários, nessas duas, a queda começou a ser registrada entre 11h e 11h30 da manhã.No Brasil, clientes da Claro reclamam de instabilidade em ligaçõesA operadora Claro, que oferece serviço móvel e de internet fixa, também foi alvo de reclamações dos usuários. "Meu número da Claro não funciona. Não consigo acessar nem app, nem ligar", comentou um usuário do Twitter. A reportagem entrou em contato com a Claro, mas não obteve resposta até a publicação da reportagem.  Veja Mais

Aplicativo do Nubank fica instável nesta segunda-feira (4/10)

 Aplicativo do Nubank fica instável nesta segunda-feira (4/10)

em - tecnologia Dia difícil para o mundo digital! Depois do Instagram, Facebook, WhatsApp e Telegram, chegou a vez de outros aplicativos apresentarem instabilidade na conexão. Os clientes do banco digital Nubank afirmaram ter dificuldade para pagar boletos nesta segunda-feira (4/10).LEIA TAMBÉM: Falha no WhatsApp, Facebook e Instagram: veja as reações na internetA hashtag "Nubank" chegou a ficar entre as cinco mais comentadas, após os usuários reportarem instabilidade do aplicativo no pagamento de boletos. Alguns clientes brincaram com a 'queda' e pediram que o banco zerasse suas faturas de cartão.LEIA TAMBÉM: Falha no Whatsapp, Facebook e Instagram vira samba na voz de Marcelo Adnet Apesar do susto, o Nubank respondeu os usuários pelo Twitter e afirmou que a oscilação nos pagamentos foi identificada e em breve será solucionada.  *Estagiária sob supervisão do editor Álvaro Duarte Veja Mais

Falha no Whatsapp, Facebook e Instagram viram samba na voz de Marcelo Adnet

 Falha no Whatsapp, Facebook e Instagram viram samba na voz de Marcelo Adnet

em - tecnologia A conexão do WhatsApp, Facebook e Instagram caiu? Não tem problema, o humorista Marcelo Adnet criou três sambas para entreter os brasileiros enquanto as redes sociais não voltam. “Pensei que é problema do Wi-Fi, oh meu Deus me enganei”, brinca. Leia:  WhatsApp, Facebook e Instagram ficam fora do ar nesta segunda-feira (4/10) Usuários dos serviços em diferentes partes do mundo relatam instabilidade nesta segunda-feira (4/10), que chegou aos assuntos mais comentados do Twitter. Ainda não há informações sobre o que causou a instabilidade. Todos os apps pertencem ao Facebook.CONFIRA OS VÍDEOSComo tudo vira meme para os brasileiros, Adnet criou três sambas durante o período de falha das redes sociais. Um para cada: WhatsApp, Instagram e Facebook. “O meu boa noite, pra quem eu vou dar? Não posso me conectar. Olha lá, vou eu nesse caminho aí de novo baixando o Telegram”, diz uma das letras criada pelo humorista. “Volta zapzap, volta para mim. Não sei o que fazer sem ouvir áudio rapidim.”Confira:     Veja Mais

Busca no Google: 8 truques pouco conhecidos para melhorar suas pesquisas

 Busca no Google: 8 truques pouco conhecidos para melhorar suas pesquisas

em - tecnologia O Google faz parte da vida de bilhões de pessoas há mais de duas décadas e ainda existem aqueles que não sabem como aproveitá-lo ao máximo. Isso porque o buscador mais famoso da internet tem alguns truques que só os mais experientes conhecem. Vários deles podem economizar muito tempo de pesquisa e localizar exatamente o que se deseja encontrar em questão de segundos. Você conhece todos eles? A BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, listou oito truques para melhorar suas buscas na plataforma:1. O poder das aspas Se você adicionar aspas a uma frase, o Google encontrará exatamente o que você digitar e na mesma ordem. Portanto, ele excluirá os resultados com apenas algumas das palavras da frase. Por exemplo, se você pesquisar por "Crise na Venezuela", o Google trará exatamente os resultados que contêm essa frase e não oferecerá aqueles que incluem "crise" ou "Venezuela" em outro contexto.2. Um hífen (-) para pular os resultados Se você adicionar um simples hífen (-) imediatamente antes de uma palavra, o Google excluirá esse termo de qualquer um dos resultados. Por exemplo, se você estiver interessado em tópicos relacionados à saúde, mas está um pouco farto das notícias sobre o coronavírus, basta digitar saúde -coronavírus no mecanismo de busca para obter as informações que lhe interessam e evitar aquelas que o aborrecem. Você deve adicionar o hífen sem espaços imediatamente antes da palavra para que o Google exclua dos resultados. 3. Dois pontos para encontrar intervalos de tempo (..)Se você deseja pesquisar os filmes de James Bond, o famoso agente britânico 007, mas apenas aqueles longas lançados entre 2008 e 2012, basta digitar James Bond 2008..2012. Você também pode fazer isso com preços.4. Pesquise apenas no site de seu interesse Ao escrever um assunto e, depois, o termo site: seguido do nome de um site específico, o Google só mostrará os resultados desse site. Caso você queira conhecer a cobertura da BBC News Brasil sobre eleições alemãs no domingo passado, basta procurar no Google eleições Alemanha site:bbc.com/portuguese. O mecanismo de busca vai mostrar as últimas notícias sobre a Alemanha publicadas pela BBC News Brasil, as eleições e o legado da chanceler Angela Merkel após 16 anos no poder. 5. Resultados em um local específico O Google também oferece a capacidade de concentrar sua pesquisa por um termo em um local específico. Para fazer isso, você deve usar o local seguido de dois pontos antes de um local específico. Se você gosta de ficar por dentro das notícias sobre o magnata e empresário Elon Musk e deseja saber as últimas notícias sobre ele em San Francisco, pode escrever Elon Musk: San Francisco. Provavelmente, a primeira coisa que o Google mostra a você é que Musk colocou uma casa luxuosa à venda nesta cidade. 6. Use | para pesquisar entre dois resultados Você pode querer pesquisar dois termos ao mesmo tempo, sem que estejam relacionados. Tente escrever México Peru. É muito provável que o Google mostre um artigo sobre as relações entre os dois países ou possíveis voos de um destino para outro. Se, em vez disso, você colocar uma barra vertical como esta | no meio das duas palavras, ele irá pesquisar por informações relevantes entre os dois países separadamente. Também funciona se você inserir a palavra "ou" entre um termo e outro. 7. Verifique uma empresa na bolsa de valoresSe você investiu em uma empresa ou está interessado em verificar o estado do mercado de ações, o Google oferece o resultado direto com um simples comando. Você apenas tem que escrever ações antes de digitar o nome da empresa específica. Por exemplo: ações Evergrande. O site vai mostrar o desempenho da construtora chinesa que ganhou as manchetes nos últimos dias. 8. Filtrar por formato de texto Você pode pesquisar informações sobre a história do grupo extremista islâmico Talebã sem acessar nenhum site específico. Nesse caso, você deve colocar o comando filetype seguido por dois pontos e o formato escolhido. Por exemplo, doc para Word ou pdf para Adobe. Nesse caso, você teria que escrever o tipo arquivo que deseja, por exemplo, história do Talebã filetype: pdf.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Apple lança iPhone 13 e novas versões de produtos; veja detalhes e preços

 Apple lança iPhone 13 e novas versões de produtos; veja detalhes e preços

em - tecnologia Para os apaixonados por tecnologia, a tarde desta terça-feira (14/9) foi movimentada. Em evento especial, nos Estados Unidos, a Apple anunciou os novos lançamentos da marca. O acontecimento foi transmitido ao vivo em seu canal oficial no Youtube, para milhares de espectadores no mundo todo. Ao centro das atenções estava o iPhone 13. A nova versão do principal produto da marca promete maior qualidade da bateria e, com isso, durabilidade. O design também vem diferente desta vez. As câmeras, alinhadas na diagonal, devem chamar mais a atenção dos consumidores.   As novas versões do Apple Watch, iPad e iPad Mini também foram divulgadas. Veja abaixo a tabela com os preços no Brasil.iPhone 13 e iPhone mini Como outros produtos da marca, o iPhone 13 possui câmera dupla, com uma lente principal e outra ultra wide. Além disso, a transição do foco da imagem é ainda mais sensível e evidente. A nova versão do foco se assemelha, segundo a empresa, às técnicas de produções de filme em Hollywood. O objetivo é que o efeito possa ser usado por qualquer pessoa, sem tanta dificuldade. O sucessor do iPhone 12 traz, ainda, um novo processador, chamado de A15 Bionic, que possui seis núcleos. Destes, dois são dedicados a alto desempenho e quatro focados em eficiência energética.O motor neural foi melhorado para integrar recursos de inteligência artificial. Segundo a Apple, a tecnologia foi pensada para melhorar o desempenho de aplicativos capazes de realizar cálculos em tempo real. Este processador auxilia na otimização da bateria, que está fisicamente maior nos novos aparelhos. Com relação ao iPhone 12, os dados divulgados no evento prometem uma duração de 2,5 horas a mais da bateria no iPhone 13. Quanto ao iPhone 13 mini, as alterações são as mesmas do comum. No entanto, a bateria deve durar 1,5 horas a mais do que a última versão. Confira os preços no BrasiliPhone 13 Pro Os produtos Pro são indicados para profissionais. Nesta versão, o novo iPhone conta com uma tela de 120 Hz e tecnologia adaptativa. O modelo se tornou comum em smartphones Android, especialmente naqueles voltados para os apaixonados por games. Neste caso, a Apple chama a tecnologia de ProMotion e já estava presente em alguns iPads. Na prática, ela promete maior fluidez nos elementos gráficos do sistema iOS. iPad 2021 Dentre os produtos lançados no evento, o iPad 2021 tem o menor preço. Anunciado com valor de venda em US$ 329, ele chega às lojas com um processador poderoso. Segundo a empresa, a nova versão terá 20% mais desempenho em todos os aspectos, em comparação aos últimos modelos. Computação geral, computação gráfica e motor neural prometem maior eficiência. Além disso, o modelo conta com uma câmera ultra wide com ângulo de visão de 122º. Semelhante aos computadores macs, ele terá uma Central Stage, recurso que ajusta o enquadramento em aplicativos de vídeo.De acordo com a Apple, 1 milhão de apps foram criados especificamente para a maior tela do tablet.iPad Mini 2021 O novo iPad Mini, versão 2021, vem de ‘cara’ nova. O sistema de leitura das impressões digitais sai da parte de baixo da tela e vai para a lateral do aparelho, como ocorre com os antigos iPads. A partir de agora, terá também suporte para internet 5G. A empresa promete, ainda, avanços de 40% em poder computacional e de 80% em desempenho gráfico no aparelho. O motor neural, ou inteligência artificial, passa a ter o dobro de capacidade. O novo produto terá, também, um porta USB-C no lugar do lightning. O objetivo é facilitar a compatibilidade com produtos já existentes no mercado.A fase de encomendas começa nesta terça-feira. As entregas estão previstas para a semana que vem nos Estados Unidos. Até o momento, não há detalhes sobre o lançamento do novo iPad Mini no Brasil. Apple Watch 7O nova versão do Apple Watch virá com bordas menores. Segundo a marca, a superfície está 20% maior do que o último lançamento e promete um teclado QWERTY completo. Além disso, a tela terá a opção de configuração com 70% de brilho a mais em comparação com o Apple Watch 6. Eficiência ao carregar a bateria também é uma nova qualidade. Em 45 minutos, a carga poderá chegar a 80% de sua capacidade. Quanto ao fator de quebra, o relógio vem com mais resistência na tela. São previstos acabamentos em alumínio, aço inox e titânio. E o consumidor terá inúmeras opções de cor, além das edições especiais em parceria com a Nike.O Apple Watch 7 é uma boa opção para esportistas. Agora, ele possui a capacidade de detectar o início de uma corrida e tem funções relacionadas a ciclismo. Apple TV%2b O serviço de streaming por assinatura conta com programas originais da Apple, como a segunda temporada de The Morning Show.Fitness  Para os brasileiros, a novidade disponibiliza aulas virtuais de inúmeras e variadas modalidades esportivas. O Brasil acaba de entrar na lista de países que poderão acessar o serviço Fitness .  O conteúdo terá áudio em inglês com legendas em português. Veja Mais

Impressão 3D e 'bebê in vitro' salvam corais no Nordeste

 Impressão 3D e 'bebê in vitro' salvam corais no Nordeste

em - tecnologia Vulneráveis às mudanças climáticas, os recifes de corais têm a ciência e a tecnologia como aliadas para sua preservação e restauração. Esses animais - não confunda com rochas ou plantas - são fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos, mas morrem aos poucos, conforme a temperatura dos oceanos se eleva. ONGs, startups e universidades têm usado impressoras 3D e até reprodução in vitro para preservar corais no Nordeste.Uma das iniciativas é a produção de "berços", fabricados em impressoras 3D, para a reabilitação de corais em situação de risco na praia de Porto de Galinhas, em Pernambuco. Fragmentos desses organismos são resgatados do oceano à beira da morte, enfraquecidos pela ocorrência de ondas de calor ou por degradação ambiental, como derramamento de óleo. Então, são colocados em bases de plástico biodegradável onde podem se recuperar, crescer e ter mais chances de sobrevivência."Mergulhamos e pegamos os corais no fundo do mar, tiramos da água só para manipular, botamos no berço e acoplamos em mesas", explica Rudã Fernandes, coordenador da startup BioFábrica, que desenvolve as estruturas. Essas mesas, ele diz, são devolvidas à água numa área que a prefeitura e os jangadeiros ajudam a tomar conta, para não haver vandalismo, pesca ou outras atividades que atrapalhem a recuperação.Ligada à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a startup começou a trabalhar com prototipagem 3D após perceber limitações em sua atividade inicial, que era criar esponjas do mar em varais. "É elementar: se o animal vive associado ao chão, nada mais natural que desenvolver uma base para ele", diz Rudã. Posteriormente, o objeto foi patenteado e as esponjas substituídas por corais.Por trabalhar com polímeros moldáveis, a BioFábrica consegue adaptar a morfologia dos "berços" para torná-la mais favorável ao crescimento de diferentes espécies. Ele afirma ainda que outra vantagem das peças é que elas podem ser levadas para qualquer lugar. Segundo Vinicius Nora, analista de Conservação da ONG WWFBrasil, a iniciativa mitiga os danos causados pelo aquecimento da água na região e abre um precedente para ser aprimorada e replicada no futuro.Relatório divulgado em agosto pelo Painel Intergovernamental sobre o Clima (IPCC), das Nações Unidas, mostrou que o planeta deve atingir 1,5 ºC acima do nível pré-industrial na década de 2030. Nesse patamar de temperatura, o IPCC projeta que a população de recifes de corais diminua de 70% a 90%, ocasionando perda irreversível. "O desenvolvimento de técnicas como esta são nossa aposta para responder melhor aos impactos do clima", diz Nora.A produção das peças é financiada pela WWF-Brasil e pelo Instituto Neoenergia. O projeto também mantém diálogo com associações de jangadeiros de Porto de Galinhas, ONGs locais e hotéis. A ideia é ampliar o escopo elevar a iniciativa a outros pontos do litoral.Proveta. Também no Nordeste, cientistas do projeto ReefBank, apoiado pela Fundação Grupo Boticário e pelo Instituto Coral Vivo, tentam preservar as gerações futuras dos recifes de corais do litoral sul da Bahia.Algumas espécies se reproduzem de forma sexuada, isto é, com a presença de óvulos e espermatozoides. Inédita no Brasil, a tecnologia testada pelo grupo consiste em criar um banco de gametas congelados e, assim, evitar a extinção.Durante a fase de reprodução dos corais, os pesquisadores vão a campo para coletar exemplares dos animais e recolher seus gametas. Congelado em nitrogênio líquido, a -196 °C, o material reprodutivo é levado para a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre.Lá, a equipe utiliza técnicas de microscopia eletrônica e fluorescência para analisar a saúde dos gametas a nível molecular, permitindo a escolha das melhores células para fazer uma reprodução in vitro.O experimento é feito em provetas, onde os gametas masculinos e femininos são injetados para que se encontrem e formem um embrião, dando origem a uma larva. "Em outubro, nosso planejamento é usar o sêmen que foi congelado para realizar a fertilização artificial dos óvulos coletados e, assim, gerar os primeiros ‘corais de proveta’ do Brasil", diz o pesquisador e zootecnista Leandro Godoy, que lidera a equipe na UFRGS.Godoy explica que o objetivo do trabalho, a princípio, não é produzir corais em laboratório e soltá-los no ambiente, mas definir um protocolo de sucesso que permita o repovoamento de recifes quando necessário."Se o aquecimento do planeta e as taxas de mortalidade dos corais continuarem nos níveis atuais, as projeções científicas indicam que eles poderão ser extintos até o fim do século", diz o pesquisador. "Diante desse cenário, a criopreservação de gametas, permitindo a estocagem segura do material genético por tempo indeterminado, pode se tornar uma das peças-chave na luta contra extinção". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

Mudança: Apple anuncia concessões para desenvolvedores de aplicativos

 Mudança: Apple anuncia concessões para desenvolvedores de aplicativos

em - tecnologia A Apple permitirá a inclusão em alguns aplicativos de um link para o site do desenvolvedor, para que os usuários administrem sua conta e paguem no endereço a assinatura, em uma grade mudança de atitude da empresa, pressionada pela concorrência.O grupo apresentou a alteração das regras da App Store, a plataforma de downloads de aplicativos, como uma solução para "acabar" com uma investigação da autoridade de concorrência japonesa, segundo um comunicado publicado na quarta-feira."A atualização permitirá aos desenvolvedores de aplicativos de 'leitura' incluir um link para seu site", afirma o boletim.A partir do início de 2022, serviços de streaming, aplicativos de livros, jornais e outros meios de comunicação poderão assim escapar da comissão de 15% a 30% cobrada pela fabricante do iPhone, chamada de "imposto Apple" pelos muitos críticos.A mudança envolve as vendas de aplicativos na App Store e as compras de bens e serviços digitais dentro dos aplicativos.A Apple sempre defendeu o funcionamento em circuito fechado de sua loja de aplicativos como um recurso necessário para garantir a segurança das transações e também dos dados dos usuários.Mas a Apple enfrenta processos de várias empresas e autoridades no mundo, que acusam o grupo americano de abuso de posição dominante para impor a App Store como intermediária obrigatória entre estas e os usuários. Além disso, acusam o grupo de cobrar comissões consideradas muitos elevadas.Após anos sem modificar sua posição, a Apple começou a fazer concessões de maneira progressiva.Na semana passada, a empresa anunciou que permitirá aos editores oferecer a seus clientes métodos de pagamento fora da App Store, com notificações por e-mail.Esta concessão foi parte de um acordo para acabar com as ações das pequenas empresas que desenvolvem aplicativos.A Apple ainda aguarda o veredicto no processo iniciado pela Epic Games, editora do famoso jogo Fortnite, que iniciou uma disputa por tentar evitar o sistema de pagamento da App Store. Veja Mais

Google investirá 1bi de euros na computação em nuvem e em energias verdes

 Google investirá 1bi de euros na computação em nuvem e em energias verdes

em - tecnologia A gigante americana Google vai investir 1 bilhão de euros (1,18 bilhão de dólares) na Alemanha em infraestruturas de computação em nuvem para armazenar dados e na energia renovável necessária para que funcione."Na Alemanha (...), até 2030, os investimentos em infraestrutura digital e energia limpa chegarão a 1 bilhão de euros", anunciou o grupo em comunicado nesta terça-feira (31/8). A gigante quer expandir seu centro de nuvem localizado em Hanau, na região de Frankfurt (oeste), que já possui 10.000 m2.O Google também quer criar uma nova unidade de armazenamento de dados em Brandenburg, a região ao redor de Berlim. O grupo investirá na Alemanha em infraestruturas de energias renováveis "solar e eólica" para alimentar 80% da sua exploração."É um passo importante para alcançar nossa meta de descarbonização até 2030", disse.Para isso, fará parceria com a subsidiária alemã do grupo francês Engie, que entregará um total de "140 megawatts" de energia verde. O armazenamento de dados digitais usando essas nuvens é altamente criticado, especialmente porque consome grande quantidade de energia. O governo alemão saudou a decisão do Google, um "sinal forte" de acordo com o ministro da Economia, Peter Altmaier.Por enquanto, a gigante digital possui quatro fábricas na Alemanha (Berlim, Frankfurt, Hamburgo e Munique) e emprega 2.500 pessoas. Veja Mais

OnlyFans: investigação da BBC mostra como a plataforma lida com conteúdo ilegal

 OnlyFans: investigação da BBC mostra como a plataforma lida com conteúdo ilegal

em - tecnologia Documentos internos, aos quais a BBC News teve acesso, revelam que o OnlyFans — site que oferece conteúdo por assinatura — permite aos moderadores dar várias advertências a contas que postam conteúdo ilegal em sua plataforma antes de decidir fechá-las.Descritos como "manual de compliance", os documentos também mostram que os funcionários são solicitados a serem mais lenientes com as contas bem-sucedidas do serviço britânico de compartilhamento de conteúdo. Os argumentos do OnlyFans para banir pornografia da plataforma OnlyFans: de imagens sensuais a sexo explícito, brasileiros contam como ganham dinheiro se exibindo Especialistas em moderação de conteúdo e em proteção infantil dizem que isso mostra que o OnlyFans — que é mais conhecido por hospedar pornografia — tem uma certa "tolerância" com contas que postam conteúdo ilegal.O OnlyFans, por sua vez, afirma que vai muito além de "todos os padrões e regulamentos de segurança globais relevantes" e não tolera violações de seus termos de uso.Na noite de quinta-feira (19/8), o OnlyFans anunciou que vai proibir conteúdo sexualmente explícito no site a partir de 1º de outubro.O anúncio foi feito depois que a BBC News abordou a empresa para comentar os documentos vazados e preocupações sobre a gestão de contas que publicam conteúdo ilegal.O OnlyFans disse que ainda permitiria aos criadores de conteúdo postar fotos e vídeos com nudez se estivessem de acordo com seus termos de uso, que serão atualizados.O site tem mais de 120 milhões de assinantes, que pagam mensalidade e gorjetas aos "criadores" de vídeos e fotos, com a possibilidade de enviar mensagens pessoais para eles. O OnlyFans fica com 20% de todos os pagamentos.Em maio, a BBC News revelou que o site estava deixando de impedir menores de 18 anos de vender e aparecer em vídeos explícitos, apesar de ser ilegal. Na época, o OnlyFans disse que tentativas de usar o site de forma fraudulenta eram "raras".Agora, os documentos vazados mostram que as contas não são encerradas automaticamente se violarem os termos de uso do site.Moderadores de conteúdo da plataforma também contaram à BBC News que encontraram anúncios de serviços de prostituição, bestialidade e material que um moderador acredita ser incesto.A BBC viu exemplos de alguns desses conteúdos proibidos. Em um vídeo, um homem aparece comendo fezes. Em outro, um homem paga moradores de rua para fazer sexo com ele diante das câmeras.O OnlyFans diz agora que removeu os vídeos e que os documentos não são manuais ou "orientação oficial". Em comunicado, a empresa afirma: "Não toleramos qualquer violação de nossos termos de uso e tomamos medidas imediatas para garantir a segurança de nossos usuários." Os moderadores com quem conversamos nos deram uma perspectiva de como o conteúdo do site é verificado.Christof (nome fictício) diz que em alguns dias visualiza até 2 mil fotos e vídeos em busca de conteúdo proibido pelo site. Ele usa listas de palavras-chave para pesquisar em bios, posts e trocas de mensagens privadas entre criadores de conteúdo e assinantes.Ele conta que encontrou conteúdo ilegal e extremista em vídeos — incluindo zoofilia envolvendo cães e o uso de câmeras escondidas, armas, facas e drogas. Alguns materiais não são procurados ativamente pelos moderadores com a frequência que ele acredita que deveria, diz Christof, apesar de serem proibidos pelos termos de uso da plataforma.Em várias ocasiões, ele afirma que foi informado pelo OnlyFans que havia moderado demais, particularmente em relação a vídeos mostrando sexo em público e conteúdo de "terceiros" — material apresentando pessoas não registradas no OnlyFans.O OnlyFans diz que os moderadores recebem instruções específicas, e se eles rotineiramente vão além delas, são "direcionados a se concentrar apenas no tipo de conteúdo designado". Christof afirma ainda que apesar de proibida, a propaganda de prostituição é comum entre pessoas de baixa renda no site.Christof, e uma segunda pessoa que também modera conteúdo do site, dizem que alguns criadores de conteúdo oferecem competições para conhecer e fazer sexo com fãs, como uma forma de aumentar o pagamento de gorjetas.Um dos documentos a que a BBC teve acesso detalhando as diretrizes de moderação em 2020, afirma que anúncios de sexo são um problema para o site. Diz que os "locais mais populares para promoção de acompanhantes" no site são os nomes de usuário dos criadores de conteúdo, biografias, descrições de conteúdo e "menus de gorjetas", que anunciam vídeos customizados. O documento cita que os "exemplos" deste tipo de promoção incluem referências a "PPM (pay per meet)", "CashMeets", "Book me", "IRL Meet", "scort", entre outros.Apesar disso, a BBC News foi capaz de encontrar mais de 30 contas ativas usando essas palavras-chave em bios, perfis e postagens, em um único dia.O perfil de um criador de conteúdo o descrevia como "[e]scort — parceiro sexual". Uma conta diferente perguntava: "Alguém quer me 'reservar' para um fim de semana?" Apenas duas das contas que encontramos foram removidas 10 dias depois.O OnlyFans diz que respeita seus termos de uso, utiliza formas de moderação humanas e tecnológicas e fecha contas quando há uma violação grave de seus termos. Mas os documentos mostram que, embora o conteúdo ilegal em si seja removido, o OnlyFans permite que os moderadores deem aos criadores de conteúdo várias advertências antes de fechar as contas.Um deles, de fevereiro deste ano, revela que o OnlyFans recomenda que sejam dadas três advertências às contas quando um conteúdo ilegal é descoberto. E fornece modelos para cada aviso sucessivo — explicando por que o material foi removido e que o não cumprimento dos termos de uso pode resultar no encerramento da conta.A BBC obteve várias versões com datas diferentes do mesmo documento de 2021. Todas, exceto a mais antiga, afirmam que deve haver pelo menos cinco exemplos de conteúdo "ilegal" em uma conta para que o caso seja "escalado" imediatamente à gerência. Versões mais recentes incluem uma declaração aparentemente contraditória exigindo encaminhamento imediato à gerência para alguns exemplos de conteúdo ilegal.O documento também fornece aos moderadores instruções específicas para lidar com as contas — dependendo da popularidade de cada uma. Diz que contas com um número maior de assinantes podem receber advertências adicionais quando as regras são violadas.No entanto, a equipe é instruída a moderar as contas com baixo número de usuários "como faríamos e [restringir] quando for necessário". Com contas de médio alcance, eles são orientados a advertir, "mas restringir apenas após o terceiro aviso". Se um dos criadores de conteúdo do site mais bem-sucedidos — e lucrativos — infringir as regras, o caso será tratado por uma equipe diferente."Existe uma discriminação entre contas", diz Christof. "Isso mostra que o dinheiro é a prioridade."O segundo moderador acrescenta que com violações de qualquer tipo, "você recebe algumas advertências, não recebe apenas uma e então está fora."Um especialista em moderação de conteúdo diz que os documentos mostram claramente que o OnlyFans tem uma "certa tolerância" com material ilegal. "Isso sugere que eles conhecem o suficiente o tipo de conteúdo ilegal que seus usuários estão tentando fazer upload para ter padrões para isso", afirma Sarah Roberts, codiretora do Centro de Investigação Crítica da Internet da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos."Como [o OnlyFans] tem uma certa dose de leniência, isso também sugere que eles não estão dispostos a alienar completamente seus criadores de conteúdo — mesmo pessoas que podem fazer coisas ilegais na pior das hipóteses, inadequadas na melhor das hipóteses — retirando eles imediatamente da plataforma."Apesar de ser descrito como um "manual de compliance" no cabeçalho de cada página de todas as versões do documento de 2021, o OnlyFans afirma que os documentos não são manuais ou "orientações oficiais". O primeiro documento — de 2020 — tem edições atribuídas a Tom Stokely, diretor de operações da empresa.Christof conta que frequentemente se depara com conteúdos em que teme que as pessoas possam estar sendo exploradas.Ele diz que embora os documentos estabeleçam instruções para lidar com conteúdo proibido, eles não contêm requisitos para os moderadores levantarem questões sobre exploração.Vídeos, a que a BBC assistiu, do homem pagando moradores de rua para fazer sexo diante das câmeras levantaram tais preocupações. A conta se gaba de "caçar" sem-teto e fala abertamente sobre "tirar vantagem" deles.Uma conta diferente apresenta sinais característicos de tráfico e exploração, de acordo com um advogado que direcionou a BBC News para a mesma. Uma mulher, cujo rosto nunca é mostrado, aparece em alguns vídeos com as paredes e o chão totalmente cobertos por tapetes — e há referências repetidas a viagens pela Europa.O detetive Joseph Scaramucci, que trabalha no Texas, nos Estados Unidos, diz que atuou recentemente em casos específicos de tráfico de seres humanos em que havia sinais óbvios de mulheres sob o controle de outra pessoa aparecendo em vídeos do OnlyFans.Ele diz que alguns homens ficam felizes em pagar para fazer sexo com essas mulheres — e pagam mais ainda para serem filmados e terem o vídeo publicado no OnlyFans.Neste mês, 101 membros do Congresso americano assinaram uma carta pedindo que o Departamento de Justiça dos EUA investigue o conteúdo do OnlyFans, principalmente com foco na exploração sexual infantil.Em resposta, o OnlyFans disse que tem uma política de tolerância zero em relação a conteúdo de abuso sexual infantil, que denuncia às autoridades relevantes e apoia suas investigações.O agente especial Austin Berrier, do departamento de segurança nacional dos EUA, é especialista em investigar exploração infantil online. Ele estima encontrar entre 20-30 imagens de abuso infantil por semana, que ele diz terem claramente se originado no OnlyFans.Segundo ele, todos os fóruns da internet que visitou como parte de suas investigações nos últimos seis meses mais ou menos, incluíam imagens de abuso infantil proveniente do OnlyFans. A maioria são vídeos que foram transmitidos ao vivo no site. E, de acordo com ele, em alguns deles, as crianças recebem orientações."Está por aí, está em todo o lugar e está sendo amplamente negociado."Dezenas de contas que parecem ter sido criadas por usuários menores de idade são fechadas todos os dias, de acordo com Christof, que compartilhou com a BBC News um registro de algumas contas fechadas durante um período de algumas semanas.Quase todas as contas de menores de idade são de assinantes, e não de criadores de conteúdo — incluindo, diz ele, crianças de 10 anos.Embora não possam postar fotos ou receber pagamentos diretamente pelo site, Christof afirma que alguns usam a plataforma para anunciar serviços de "acompanhantes" ou a venda de fotos explícitas de si mesmos. O perfil de um assinante afirmava ter 16 anos e anunciava a venda de fotos de pés "ou outras" partes por £ 4.Christof diz que este é um problema particular em contas que não usam o inglês como idioma.De acordo com ele, algumas contas em línguas estrangeiras são insuficientemente moderadas, apesar da enorme popularidade do site em todo o mundo.A BBC News conseguiu abrir duas contas de assinantes em francês e alemão — apesar de declarar explicitamente que eram jovens adolescentes na biografia e anunciar a venda de fotos. As contas permaneceram ativas por uma semana até que a BBC News entrou em contato com o OnlyFans.O OnlyFans disse que todo o conteúdo pode ser denunciado por moderadores, e a empresa cumpre a legislação de combate ao tráfico e fornece treinamento anual para os funcionários. A companhia afirmou ainda que a conta que apresenta moradores de rua viola seus termos e condições e agora foi encerrada, e que analisa ativamente os feeds transmitidos ao vivo. A baronesa Kidron, ativista de direitos das crianças, diz que qualquer leniência em relação a contas que postam material ilegal é "errada"."A resposta está no nome: se for conteúdo ilegal, deve haver tolerância zero", diz a fundadora da instituição 5Rights Foundation, que luta pelo direito das crianças, e membro do comitê pré-legislativo de avaliação do projeto de lei de segurança online, há muito adiado.Segundo ela, as empresas de pagamento devem assumir a responsabilidade pela forma como seus serviços estão sendo usados."As empresas devem retirar seu apoio comercial, a menos que e até que haja um OnlyFans que seja claramente um site adulto", sugere.Na quinta-feira (19/8), o OnlyFans disse ao Financial Times que a empresa estava proibindo a pornografia na plataforma para "atender às solicitações de nossos parceiros bancários e provedores de pagamentos".Muitos provedores de pagamento, incluindo os gigantes do setor Visa e Mastercard, proíbem o uso de seus serviços para tipos específicos de conteúdo. No ano passado, ambos encerraram seu relacionamento com o Pornhub após denúcias de material ilegal.Kidron também acredita que padrões mínimos de moderação e um código de conduta estatutário devem ser introduzidos para lidar com a leniência em relação a contas que publicam material ilegal.A BBC News soube que o Departamento de Cultura, Mídia e Esporte (DCMS, na sigla em inglês) do Reino Unido foi avisado por uma instituição americana de combate ao tráfico sobre o conteúdo do OnlyFans em 2019 e assistiu a uma apresentação.Em comunicado, o DCMS disse que o projeto de lei de segurança online introduziria as leis mais rigorosas do mundo — e que o OnlyFans enfrentaria multas pesadas ou seria bloqueado se falhasse em combater o conteúdo ilegal.E acrescentou que o Ofcom, órgão regulador britânico de telecomunicações, já tem o poder de suspender sites de vídeo se não tomarem medidas para proteger os usuários de conteúdo prejudicial.Em maio, o OnlyFans publicou seu balanço mais recente e afirmou que "qualquer lapso" no monitoramento de conteúdo de menores e tráfico "poderia trazer sanções governamentais de uma ampla variedade de países e órgãos reguladores". A empresa se recusou repetidamente a ser entrevistada pela BBC News sobre esses assuntos.Em resposta à BBC News, a companhia disse que cumpre integralmente todas as leis e regulamentos que se aplicam a ela globalmente — incluindo as da Ofcom — e que usa um software de monitoramento e verificação de idade de última geração, juntamente ao monitoramento humano.O OnlyFans afirma acreditar que um dos moderadores com quem a BBC News conversou foi um funcionário demitido por repetidas falhas no fechamento de contas contendo material não autorizado.A fonte diz que repetidamente levantou a questão do número de contas de assinantes menores de idade com o OnlyFans.*Com reportagem adicional de Chris Bell.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Vox Radar expande seu mercado no Brasil e faz parceria com o EM

 Vox Radar expande seu mercado no Brasil e faz parceria com o EM

em - tecnologia  Um projeto audacioso que nasceu de forma espontânea: profissionais de diferentes áreas se uniram para criar uma plataforma que permitisse a análise e interpretação de dados, de maneira precisa, das redes sociais e canais de notícias. Foi a partir deste ideal em comum que nasceu a empresa de tecnologia Vox Radar, que atualmente conta com uma dezena de colaboradores e faz o monitoramento dos principais assuntos em evidência no Brasil, especialmente no meio político.   A empresa atualmente é parceira do Estado de Minas na criação do projeto Scoop, aprovado na edição de 2021 do Desafio da Inovação da Google News Initiative (GNI) na América Latina. A plataforma ajudará repórteres, subeditores e editores na identificação de pautas e tendências de assuntos nas principais coberturas do dia a dia. A Vox Radar já vinha atuando informalmente desde o ano passado, mas há três meses entrou no mercado de forma efetiva. “A empresa em si é de desenvolvimento de softwares, como um serviço. Temos um software que disponibilizamos para alguns indivíduos, para sanar curiosidade deles, o que as pessoas falam a respeito deles, por exemplo. Também temos formas de trabalho que não estão ligadas diretamente ao uso do software. Construímos alguns tipos de análises que variam de interesse de acordo com o que seria a vontade do indivíduo que vai começar a usar o programa”, afirma o economista João Madureira Yamin, mestre em ciências da computação e um dos criadores da plataforma. Hoje, a Vox Radar presta serviços no país para várias empresas, que querem medir o alcance de ações específicas ou o que desejam saber o que outras pessoas estão falando a respeito delas. A partir desse monitoramento, as companhias em si vão atuar em determinada frente de trabalho com o objetivo de buscar sua própria expansão e atingir novos públicos. “Temos várias formas de analisar. Uma delas é avaliar quantas pessoas falam da sua marca e como elas falam, se elas elogiam ou criticam. Além desse uso de medir o que as pessoas falam a respeito do seu produto, vendemos relatórios que mostram como estão tratando os temas políticos, como reforma tributária ou o que políticos falam sobre isso, o que os influenciadores da área financeira ou economista falam sobre o tema, seu andamento etc”, afirma Yamin.No meio político, a atuação da Vox Radar é ainda mais abrangente, com serviços prestados para partidos políticos ou candidatos. “Uma das nossas formas de trabalho é avaliar a quantidade de menções sobre uma determinada pessoa. Temos algoritmos capazes de interpretar se aquele indivíduo que está falando é de direita ou esquerda, qual seria sua ideologia política. Baseado nisso, queremos dizer se a pessoa está falando uma coisa que é boa ou ruim a respeito de determinado político, mas consegue entender se ele está falando algo bom ou sobre a índole dele, se ele é bom, quais os políticos em que ele reage de forma positiva ou quais são aqueles que ele reage de maneira negativa”, explica Yamin.Ele detalha ainda que a equipe da Vox é multidisciplinar e atura em diferentes ramos. “São pessoas que entendem de ciência de dados e usam isso de diferentes formas. Eu, por exemplo, sou economista, tenho mestrado em ciências da computação e doutorado em matemática aplicada. Tem outras pessoas que são economistas ou formações em outras áreas, como engenharia de produção, engenharia mecânica, que foram para essa área”. “Somos uma equipe que tem professores de São Paulo, da PUC-RJ ou de universidades do exterior ou alunos. São sócios e a variação do tamanho da cota de cada um varia com a quantidade de horas que elas se dedicam para a empresa”, acrescenta.Parceria O Scoop vai permitir que jornalistas do Estado de Minas acompanhem novos assuntos e temas para reportagens à medida em que eles forem mencionados em redes sociais, sites e blogs. Além disso, a plataforma também vai permitir a identificação de eventos locais usando tags de geolocalização e filtros inteligentes.A iniciativa vem se enquadrando bem nos critérios do Google. O seu principal objetivo é automatizar um processo interno das redações jornalísticas, conhecido como ronda. É quando um jornalista busca, em diversas fontes, como sites oficiais, redes sociais e até nos concorrentes, assuntos e temas que podem virar pauta. Hoje, isso tudo é feito manualmente pelos jornalistas nas redações, em um processo que, apesar de fundamental, muitas vezes acaba sendo insuficiente, diante da imensidão de assuntos que podem surgir, além de consumir um tempo considerável. “É um projeto interessante. A ideia inicial seria conseguir criar uma ferramenta on-line que atingisse três objetivos gerais e específicos. O primeiro deles seria uma ferramenta que pudesse ajudar pessoas que fazem parte de grupos específicos que costumam ser discriminados. Nesse sentido, organizamos o software para que, na hora de coletar as notícias ou o que as pessoas estão falando, ponderarmos de uma maneira diferente quando o assunto for relacionado ao tema”, explica Yamin.  Veja Mais

O sistema de inteligência artificial que pode diagnosticar demência em um dia

 O sistema de inteligência artificial que pode diagnosticar demência em um dia

em - tecnologia Cientistas estão testando um sistema de inteligência artificial que acreditam ser capaz de diagnosticar demência após uma única tomografia cerebral.Também poderia prever se a condição permanecerá estável por muitos anos, se deteriorará lentamente ou se o paciente precisará de tratamento imediato.Atualmente, são necessários vários exames e tomografias para diagnosticar demência.Os pesquisadores envolvidos no estudo dizem que diagnósticos precoces com o sistema que desenvolveram podem melhorar muito os prognósticos dos pacientes. Identificando padrões"Se intervirmos mais cedo, os tratamentos podem agir precocemente e retardar a progressão da doença e, ao mesmo tempo, evitar mais danos", diz a professora Zoe Kourtzi, do Departamento de Psicologia da Universidade de Cambridge (Reino Unido) e bolsista do Centro Nacional de Inteligência Artificial e Ciência de Dados do Instituto Alan Turing."E é provável que os sintomas ocorram muito mais tarde na vida ou nunca ocorram", acrescenta.O sistema da professora Kourtzi compara as tomografias cerebrais de pessoas que acreditar ter demência com as de milhares de pacientes com a condição e seus registros médicos relevantes. Como a reação do corpo à água gelada pode levar a uma cura da demência ‘Ficou difícil amar meu pai após diagnóstico de forma rara de demência’ Neste sentido, o algoritmo pode identificar padrões nesses exames que talvez passem despercebidos por neurologistas e combiná-los com os resultados dos pacientes em seu banco de dados. Clínicas de memóriaEm testes pré-clínicos, ele conseguiu diagnosticar demência anos antes de os sintomas se desenvolverem, mesmo quando não há sinais óbvios de dano cerebral na tomografia.O experimento, realizado no Hospital Addenbrooke e em outras clínicas de memória em todo o Reino Unido, vai testar se o sistema funciona em um ambiente clínico, ao lado de métodos convencionais de diagnóstico de demência.No primeiro ano, espera-se a participação de cerca de 500 pacientes.Os resultados vão ser encaminhados para os médicos deles, que poderão, se necessário, aconselhá-los sobre o curso do tratamento.O neurologista Tim Rittman, que está liderando o estudo, chamou o sistema de inteligência artificial de um "feito fantástico". Ele conta com a colaboração de neurocientistas da Universidade de Cambridge."Esse conjunto de doenças é realmente devastador para as pessoas. Então, quando tenho que passar essas informações a um paciente, qualquer coisa que puder fazer para ter mais confiança sobre o diagnóstico, para dar-lhes mais detalhes sobre a provável progressão da doença e assim ajudá-los a planejar melhor suas vidas… é algo que considero muito útil." ApreensãoUm dos voluntários é o britânico Denis Clark, de 75 anos. Ex-executivo de uma empresa de carnes, ele se aposentou há cinco anos. No ano passado, sua esposa, Penelope, percebeu que Denis apresentava ocasionalmente problemas de memória.E agora o casal está preocupado que ele esteja desenvolvendo demência.Denis tenta descrever seus sintomas, mas Penelope intervém para dizer que acha difícil explicar o que está acontecendo.Outra preocupação que aflige o casal é que eles tenham que vender sua casa para financiar os cuidados médicos de Denis. Portanto, Penelope se diz aliviada por não ter que esperar muito por um diagnóstico e uma indicação de como qualquer demência pode progredir."Poderíamos, então, nos planejar financeiramente", diz ela. "Gostaríamos de saber se, como casal, poderíamos tirar algumas férias antes que as coisas piorem a tal ponto que não possamos mais viajar por causa do estado de saúde de Denis."Problemas mentaisOutro paciente de Rittman, Mark Thompson, de 57 anos, diz que um sistema de diagnóstico precoce teria feito uma "grande diferença" em sua vida se estivesse disponível quando ele começou a apresentar lapsos de memória, há dez meses."Fiz teste após teste após teste e pelo menos quatro exames antes de ser diagnosticado (com demência)", lembra ele."A equipe médica foi maravilhosa e fez de tudo para descobrir o que havia de errado comigo"."Mas a incerteza estava me causando mais problemas mentais do que qualquer um causado pela condição"."Era um tumor? Precisaria passar por cirurgia para removê-lo? Fiquei muito estressado por não saber o que havia de errado comigo."Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

É perigoso usar celular enquanto ele está carregando?

 É perigoso usar celular enquanto ele está carregando?

em - tecnologia Você já deve ter feito isso: mexer no celular enquanto o aparelho está conectado ao carregador, na tomada. Talvez você até já tenha usado o fone de ouvido enquanto o telefone é carregado. E, se você recebeu um vídeo que está circulando no WhatsApp, deve ter se assustado. Nele, um homem usa um aparelho para "provar" que um celular carregando passa corrente elétrica e pode dar choque. "Isso significa que o celular está energizado e que é um perigo você falar no celular com ele carregando. Pode ser fatal", diz o homem em tom de alerta ao mostrar que o dispositivo detecta tensão no cabo e no próprio aparelho.Mas será que o perigo é real? Especialistas consultados pela BBC News Brasil dizem que o risco existe - apesar de ser bastante reduzido caso o carregador e a bateria do celular sejam originais e estejam em bom estado de conservação. "Nem carregador nem celular são construídos para dar choque ou explodir. Eles nascem para serem seguros. Mas se houver falha no carregador, principalmente nos não originais, ou na própria bateria, pode ter problemas. Então, se pode acontecer, a recomendação é que a pessoa não faça o uso do aparelho com ele carregando", diz o engenheiro eletricista Edson Martinho, diretor-executivo da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel). Considerando o número de celulares existentes no Brasil e quantas vezes por dia eles são carregados, não são tão "comuns" os acidentes. Mas eles acontecem. Levantamento da própria Associação mostra que, só no primeiro semestre de 2021, foram registradas 10 ocorrências de choque elétrico causado no ato de carregamento, com 6 óbitos. Houve ainda 3 casos de incêndio por sobrecarga. Em um dos casos mais recentes, uma mulher morreu no interior de Pernambuco após levar choque em celular conectado à tomada. Vídeo não prova choque, mas alerta é válidoNo vídeo que está sendo compartilhado no WhatsApp, fica a sensação de que aquele celular está passando uma corrente elétrica que pode dar choque no usuário. Martinho, presidente da Abracopel, aponta dois possíveis problemas no "conceito" do experimento. Primeiro, o aparelho sensível pode até detectar corretamente que há uma tensão elétrica ali, mas não consegue diferenciar a intensidade. Os carregadores de celular normalmente têm um transformador e outros componentes que vão converter a corrente alternada de 110, 127 ou 220 volts (depende da sua tomada) em uma corrente contínua entre 5 e 9 volts - uma tensão muito baixa para dar choque.  Para reduzir custos, porém, fabricantes de carregadores não originais podem eliminar algumas medidas de segurança que protegem o usuário. O próprio Martinho conta que já fez um experimento em casa com carregadores "piratas", utilizando um detector profissional: "Fiz um teste na saída do celular, e dava 50 volts", diz. Outro ponto que pode influenciar o experimento é a possibilidade de o aparelho captar, na verdade, ondas eletromagnéticas geradas na passagem da corrente pelo fio do carregador e pelo celular. "Com passagem da corrente, ali tem um fluxo de elétrons. E isso gera, em torno do cabo, um campo elétrico e magnético. Esse tipo de aparelho tem a sensibilidade de identificar que ali existem essas cargas eletrostáticas, mas isso não quer dizer que vai dar choque", explica Marcony Melo, especialista em Eficiência Energética da Enel, a concessionária de energia elétrica que atua em Estados como São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. "Agora, se o carregador estiver quebrado, com isolamento rompido, ou for de má qualidade, há um risco." Outro ponto importante para diminuir a possibilidade de acidentes é ficar longe de um aparelho carregando durante um temporal, com raios. Essas descargas atmosféricas geram um campo magnético que induz na rede de energia uma tensão muito maior. E isso pode levar a problemas não só para um carregador, mas para qualquer aparelho conectado à rede de energia. De acordo com Melo, o risco é maior se levar o aparelho ao ouvido para atender uma ligação ou usar fones. Ter o aparelho apenas na mão (para mexer em aplicativos e redes sociais) e estar calçado diminuem ainda mais a chance de acidentes.BateriasAlém de ter carregadores de boa qualidade e bem conservados para reduzir a possibilidade de choque, também devemos estar atentos à bateria original do aparelho. Isso porque as explosões nos celulares - que normalmente aparecem no noticiário - são normalmente um resultado de um superaquecimento e falhas nesse equipamento. Se o celular estiver completamente carregado, mas seguir conectado à tomada, uma válvula nas baterias originais costuma proteger contra possíveis falhas."É como uma bóia de uma caixa d'água, ela vai interromper a passagem de elétrons. Se falhar, eles seguirão enchendo a bateria", explica Martinho. Marcony Melo, da Enel, alerta os usuários a observarem se a bateria está esquentando mais e por mais tempo que o normal durante o carregamento. "E se você perceber uma ondulação, que ela está inchada, muito cuidado. Tem que levar para revisão, porque ela poderá explodir".Como minimizar riscos na hora de carregar o aparelho- Se há um temporal, fique longe do aparelho carregando.- Quando for dormir, deixe o aparelho longe de você e de objetos inflamáveis. - Se precisar atender um telefonema, desconecte o aparelho do carregador.- Não usar fones de ouvido - Use carregadores certificados pela Anatel (com selos)- Fique atento aos carregadores falsificados. Eles normalmente são mais leves, por estarem ocos por dentro, e podem trazer imperfeições.- Não carregue o celular em áreas úmidas, como banheiro e área de serviço.- Se for mexer no telefone, use calçados nos pés.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

'Descubra o nosso mundo': confira a campanha de lançamento do novo Uai

 'Descubra o nosso mundo': confira a campanha de lançamento do novo Uai

em - tecnologia  O mineiro fala “uai” e “why”, quer saber como anda o “mundo” e quer receber um “mundo” de notícias. Para transcender a ideia de mineiro estereotipado e mostrar as diferentes visões do que é “mundo”, a campanha “Descubra o nosso mundo”, do novo Portal Uai, lançada nesta terça, dia 03, traz essas e outras reflexões. O projeto foi desenvolvido pelo time de marketing e produto dos Diários Associados.“Para a campanha de lançamento do Uai, trouxemos o conceito do mundo de diversas formas. Não só porque cobrimos as notícias que acontecem no mundo todo ou porque falamos de um ‘mundo’ de coisas, mas para representar os nossos leitores que são apaixonados por Minas, espalhados por todos os lugares do mundo, e que são o centro do nosso trabalho”, afirma Mayara Souza, gerente de Marketing e Produto dos Diários Associados.  O roteiro, que aborda ainda as novas funcionalidades do Uai, reforça o compromisso do Portal de ser “a voz e a atitude de Minas” e a afinidade da marca com diversos públicos. Para Lucas Uroz, diretor de criação da campanha, a escolha cautelosa dos elementos visuais também reafirma esse posicionamento. “Desde que decidimos explorar o mineiro de forma mais ampla, evitando estereótipos, seguimos uma linha criativa voltada para o mundo. ‘Mundo’ é a palavra-chave dessa campanha. Decidimos, então, construir isso visualmente, com modelos 3D que pudessem representar um pouquinho da imensidão que é a nossa cultura. Esteticamente buscamos referências em tendências atuais e a direção de arte foi inspirada no universo dos games, utilizando de uma arte Low Poly - técnica de modelagem 3D com poucos polígonos- , bastante presente em jogos de celulares e computadores”, afirma Lucas Uroz.A campanha ‘Descubra o nosso mundo” é multiplataforma e abrange diversas ações, como a criação de um vídeo institucional, VT nos intervalos da TV Alterosa e nas centenas de tvs da NEOOH, espalhadas em Belo Horizonte e no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, bem como divulgação de spot na Rádio Clube, a parceria com influenciadores digitais do estado, banners nos principais portais do grupo e conteúdo especial no jornal Estado de Minas. "Reunimos um time incrível para o projeto e preparamos um lançamento multiplataforma, que conversasse com todos os públicos e que fosse adaptado para a linguagem de cada plataforma utilizada. A linha criativa da campanha traduz a jovialidade da nossa marca e da nossa audiência, que é conectada e que busca sempre por informação de qualidade em primeira mão”, completa Mayara Souza. Assista ao vídeo da campanha: Ficha TécnicaDiretoria de Operações Digitais: Alexandre MagnoGerência de Marketing e Produto: Mayara SouzaDireção do vídeo: Lucas UrozEdição: Keven Silveira e Lucas UrozRoteiro: Lucas UrozTexto: Mayara Souza e Caroline SenaLocução: Mayara SouzaConheça as principais mudanças do novo Portal UaiA campanha apresenta ao leitor o novo Portal Uai, também lançado nesta terça, dia 03. Entre as diversas mudanças estão a melhoria na navegação e o visual moderno, permitindo uma excelente experiência a quem busca ficar por dentro de tudo em tempo real. Confira as novas funcionalidades:Criação de editorias, como o DiversEM e o Uai Agro, e novos destaques para vídeos e podcasts.Ampliação da cobertura em diversas regiões de Minas Gerais e possibilidade de escolher qual região você quer em destaque na página principal.Possibilidade de personalizar a página inicial com os sites do Portal Uai que preferir, sejam os de esporte, saúde, turismo, entretenimento e outros.Acesse uai.com.br e fique por dentro das novidades.  Veja Mais

'Descubra o nosso mundo': confira a campanha de lançamento do novo Uai

 'Descubra o nosso mundo': confira a campanha de lançamento do novo Uai

em - tecnologia  O mineiro fala “uai” e “why”, quer saber como anda o “mundo” e quer receber um “mundo” de notícias. Para transcender a ideia de mineiro estereotipado e mostrar as diferentes visões do que é “mundo”, a campanha “Descubra o nosso mundo”, do novo Portal Uai, lançada nesta segunda, dia 02, traz essas e outras reflexões. O projeto foi desenvolvido pelo time de marketing e produto dos Diários Associados.“Para a campanha de lançamento do Uai, trouxemos o conceito do mundo de diversas formas. Não só porque cobrimos as notícias que acontecem no mundo todo ou porque falamos de um ‘mundo’ de coisas, mas para representar os nossos leitores que são apaixonados por Minas, espalhados por todos os lugares do mundo, e que são o centro do nosso trabalho”, afirma Mayara Souza, gerente de Marketing e Produto dos Diários Associados.  O roteiro, que aborda ainda as novas funcionalidades do Uai, reforça o compromisso do Portal de ser “a voz e a atitude de Minas” e a afinidade da marca com diversos públicos. Para Lucas Uroz, diretor de criação da campanha, a escolha cautelosa dos elementos visuais também reafirma esse posicionamento. “Desde que decidimos explorar o mineiro de forma mais ampla, evitando estereótipos, seguimos uma linha criativa voltada para o mundo. ‘Mundo’ é a palavra-chave dessa campanha. Decidimos, então, construir isso visualmente, com modelos 3D que pudessem representar um pouquinho da imensidão que é a nossa cultura. Esteticamente buscamos referências em tendências atuais e a direção de arte foi inspirada no universo dos games, utilizando de uma arte Low Poly - técnica de modelagem 3D com poucos polígonos- , bastante presente em jogos de celulares e computadores”, afirma Lucas Uroz.A campanha ‘Descubra o nosso mundo” é multiplataforma e abrange diversas ações, como a criação de um vídeo institucional, VT nos intervalos da TV Alterosa e nas centenas de tvs da NEOOH, espalhadas em Belo Horizonte e no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, bem como divulgação de spot na Rádio Clube, a parceria com influenciadores digitais do estado, banners nos principais portais do grupo e conteúdo especial no jornal Estado de Minas. "Reunimos um time incrível para o projeto e preparamos um lançamento multiplataforma, que conversasse com todos os públicos e que fosse adaptado para a linguagem de cada plataforma utilizada. A linha criativa da campanha traduz a jovialidade da nossa marca e da nossa audiência, que é conectada e que busca sempre por informação de qualidade em primeira mão”, completa Mayara Souza. Assista ao vídeo da campanha: Ficha TécnicaDiretoria de Operações Digitais: Alexandre MagnoGerência de Marketing e Produto: Mayara SouzaDireção do vídeo: Lucas UrozEdição: Keven Silveira e Lucas UrozRoteiro: Lucas UrozTexto: Mayara Souza e Caroline SenaLocução: Mayara SouzaConheça as principais mudanças do novo Portal UaiA campanha apresenta ao leitor o novo Portal Uai, também lançado nesta segunda, dia 02. Entre as diversas mudanças estão a melhoria na navegação e o visual moderno, permitindo uma excelente experiência a quem busca ficar por dentro de tudo em tempo real. Confira as novas funcionalidades:Criação de editorias, como o DiversEM e o Uai Agro, e novos destaques para vídeos e podcasts.Ampliação da cobertura em diversas regiões de Minas Gerais e possibilidade de escolher qual região você quer em destaque na página principal.Possibilidade de personalizar a página inicial com os sites do Portal Uai que preferir, sejam os de esporte, saúde, turismo, entretenimento e outros.Acesse uai.com.br e fique por dentro das novidades.  Veja Mais

Estado de Minas é aprovado no Desafio da Inovação da Google News Initiative

 Estado de Minas é aprovado no Desafio da Inovação da Google News Initiative

em - tecnologia Ajudar os jornalistas no monitoramento de pautas e tendências de assuntos em tempo real. Este é o objetivo do Scoop, projeto desenvolvido em parceria entre o jornal Estado de Minas e a empresa de tecnologia Vox Radar e aprovado na edição 2021 do Desafio da Inovação da Google News Initiative (GNI) na América Latina. O resultado da seleção foi divulgado nesta quarta-feira (21/7).Mais de 300 propostas foram enviadas. Foram selecionados 21 projetos, sendo oito do Brasil, cinco da Argentina, dois do Peru, um da Bolívia, um da Colômbia, um da Costa Rica, um da Guatemala, um do México e um de El Salvador. Os escolhidos vão receber um aporte financeiro do Google para desenvolver suas ideias. “Em comum entre as iniciativas selecionadas, uma vontade de promover mudanças, seja internamente em seu próprio negócio, seja buscando gerar um impacto positivo dentro das suas comunidades. Tudo isso por meio do uso de tecnologias inovadoras”, afirmou o Google, por meio de um comunicado oficial. O Scoop se enquadra bem nos critérios do Google. O seu principal objetivo é automatizar um processo interno das redações jornalísticas, conhecido como ronda. É quando um jornalista busca, em diversas fontes, como sites oficiais, redes sociais e até nos concorrentes, assuntos e temas que podem virar pauta. Hoje, isso tudo é feito manualmente pelos jornalistas nas redações, em um processo que, apesar de fundamental, muitas vezes acaba sendo insuficiente, diante da imensidão de assuntos que podem surgir, além de consumir um tempo considerável. Com o Scoop, por meio de uma ferramenta de monitoramento de dados desenvolvida pela Vox Radar, empresa parceira do EM no projeto, será possível acompanhar novos assuntos e temas para reportagens à medida em que eles forem reportados em redes sociais, sites e blogs. Além disso, o Scoop também vai permitir a identificação de eventos locais usando tags de geolocalização e filtros inteligentes. Em um primeiro momento, na fase de testes, o Scoop será focado em pautas sobre a violência contra a mulher, assunto que vem ganhando importância no mundo todo e, principalmente, no Brasil. Desde 2015, uma lei reconhece como feminicídio o assassinato de mulheres envolvendo violência doméstica e familiar, subestimação ou discriminação contra a vítima como mulher. Desde então, o interesse pelo assunto só cresceu, se tornando parte de um debate fundamental para a sociedade.Depois, o Scoop será ampliado para uso por toda redação do Estado de Minas, ajustado por editoria ou tema de interesse. Assim, um repórter de política poderá acompanhar, em tempo real, os desdobramentos de uma sessão da CPI da COVID no Senado, enquanto a editoria de esportes terá a possibilidade de seguir entre torcedores e outros jornalistas a repercussão de um jogo decisivo da Libertadores.  Avanço nos desafios digitaisA inovação sempre esteve presente no DNA do Estado de Minas, e se adaptar às necessidades do leitor, cada vez mais conectado, tem sido o principal desafio na redação do jornal. Com o Scoop como ferramenta, o objetivo é que a equipe de jornalistas tenha mais tempo para focar na produção do conteúdo em si, como aponta Geraldo Teixeira da Costa Neto, diretor executivo dos Diários Associados. “O projeto Scoop nos ajudará no desafio de cobrir temas ainda mais relevantes e com uma abordagem mais hiperlocal, fazendo com que as rondas de notícias ganhem uma ferramenta poderosa que vai agilizar o trabalho dos repórteres e ajudá-los na identificação dos temas de real interesse dos leitores. Com isso, a nossa equipe fará um trabalho mais enfatizado na  produção de conteúdo de alta relevância, e o mais importante,  bem antes da nossa concorrência”, afirmou. Para o editor de Mídias Convergentes, Benny Cohen, o Scoop vai trazer muito mais agilidade para a cobertura diária. “Ao automatizar as rondas, que são um processo lento e, muitas vezes, incerto de se achar conteúdos, vamos garantir que estamos cobrindo os assuntos certos e do jeito correto”, apontou. "As rondas jornalísticas são um dos principais gargalos de produção de conteúdo no dia a dia de uma redação, principalmente com a velocidade que o digital nos cobra. A integração com a redação no desenvolvimento do projeto foi fundamental para que pudéssemos identificar esse problema e propor uma solução para ele”, completou o subeditor João Renato Faria, que participou da equipe interna do EM que elaborou o Scoop, junto da gerente de marketing e produto Mayara Souza e do diretor de operações dos Diários Associados, Alexandre Magno Pereira Neto. O reconhecimento do Google da proposta inovadora do Scoop também é motivo de orgulho, como afirmou Alexandre Magno. “A aprovação no Desafio da Inovação da GNI foi uma grande vitória e chancela o comprometimento do nosso time em desenvolver projetos cada vez mais inovadores. Esse reconhecimento não tem preço. É um projeto incrível que, tenho certeza, vai trazer muita eficiência para nossa operação e mais informação, apurada e de qualidade, para nossos leitores”, comemorou. Veja Mais

Por que o chefão do Google diz que a internet livre está sob ataque

 Por que o chefão do Google diz que a internet livre está sob ataque

em - tecnologia A internet gratuita e livre está sob ataque em diversos países ao redor do mundo, alertou o presidente do Google, Sundar Pichai.Ele diz que muitos países estão restringindo o fluxo de informações e esse modelo, muitas vezes, é tido como o correto.Em longa entrevista à BBC, Pichai também aborda controvérsias em torno de impostos, privacidade e dados.Ele argumenta que a inteligência artificial é uma transformação mais profunda do que o fogo, a eletricidade ou a própria internet.As próximas revoluçõesPichai lidera uma das instituições mais complexas, influentes e ricas da história. Conversei com ele na sede do Google, no Vale do Silício, nos Estados Unidos, para a primeira de uma série de entrevistas que estou fazendo para a BBC com grandes nomes globais.Como chefe do Google e de sua controladora, a Alphabet, ele comanda empresas ou produtos Waze, FitBit e DeepMind, os pioneiros da inteligência artificial. Somente no Google, ele supervisiona o Gmail, Google Chrome, Google Maps, Google Earth, Google Docs, Google Fotos, o sistema operacional Android e muitos outros serviços.Mas, de longe, o mais familiar é a ferramenta de buscas Google Search. Até se tornou uma expressão: "to Google", ou "dar um Google", como muitos dizem em português.Nos últimos 23 anos, o Google provavelmente moldou a internet, em grande parte gratuita e livre, como temos hoje, mais do que qualquer outra empresa.De acordo com Pichai, no próximo quarto de século, dois outros desenvolvimentos irão revolucionar ainda mais nosso mundo: a inteligência artificial e a computação quântica. Em meio ao farfalhar das folhas e do sol no vasto campus vazio que é a sede do Google, no Vale do Silício, Pichai enfatizou o quão importante é a Inteligência Artificial (IA)."Eu a vejo como a tecnologia mais profunda que a humanidade já desenvolveu e trabalha", disse ele. "Se você pensar em fogo, eletricidade ou internet, é assim. Mas acho (a IA) ainda mais profunda." A inteligência artificial é, basicamente, a tentativa de replicar a inteligência humana em máquinas. Vários sistemas de IA já são melhores na solução de determinados tipos de problemas do que os humanos.A computação quântica é um fenômeno totalmente diferente. A computação comum é baseada em estados da matéria, que são binários: 0 ou 1. Nada no meio. Essas posições são chamadas de bits.Mas, no nível quântico, ou subatômico, a matéria se comporta de maneira diferente: pode ser 0 ou 1 ao mesmo tempo — ou algo entre os dois. Os computadores quânticos são construídos em qubits, que levam em consideração a probabilidade de a matéria estar em um dos vários estados diferentes. Isso é alucinante, mas pode mudar o mundo.Pichai e outros importantes líderes da tecnologia consideram essas possibilidades fascinantes. "Não vai funcionar para tudo. Há coisas para as quais a forma como fazemos a computação hoje será sempre melhor. Mas há algumas coisas para as quais a computação quântica abrirá uma nova gama de soluções."Pichai subiu na hierarquia do Google por ser o gerente do produto mais eficaz, popular e respeitado da história da empresa.Nem o Chrome, o navegador, nem o Android, o sistema operacional móvel, foram ideia dele (o Android foi por certo tempo liderado por Andy Rubin). Mas Pichai foi o gerente do produto que os conduziu, sob os olhos vigilantes dos fundadores do Google, à dominação global.Em certo sentido, Pichai agora está gerenciando produtos para desafios infinitamente maiores de IA %u200B%u200Be da computação quântica. Ele está fazendo isso enquanto o Google enfrenta uma enxurrada diária de ataques e críticas em várias frentes — para citar apenas três: impostos, privacidade e suposto status de monopólio.Tributação da tecnologiaO Google fica na defensiva em questões relacionadas a impostos.Por vários anos, a empresa pagou grandes quantias a contadores e advogados, a fim de reduzir legalmente suas obrigações fiscais.Por exemplo, em 2017, o Google transferiu mais de US$ 20 bilhões (R$ 100 bilhões) para as Bermudas por meio de uma empresa de fachada holandesa, como parte de uma estratégia chamada "Double Irish, Dutch Sandwich", ou "Arranjo duplo Irlandês". Eu levantei esse assunto com Pichai, que disse que o Google não usa mais esse esquema. Afirmou ainda que a empresa é um dos maiores contribuintes do mundo e cumpre as leis fiscais em todos os países em que opera.Eu disse que a resposta dele revelava exatamente o problema: não se trata apenas de uma questão legal, mas moral. As pessoas pobres geralmente não contratam contadores para reduzir seus impostos. A elisão fiscal em grande escala é algo que as pessoas mais ricas do mundo fazem e — sugeri a ele — pode enfraquecer o sacrifício coletivo.Quando convidei Pichai a comprometer-se imediatamente com a saída imediata do Google de todos os paraísos fiscais, ele não aceitou a oferta.Ele, no entanto, deixou claro que está "encorajado pelas conversas em torno de um imposto mínimo global para empresas".Está claro que o Google está se envolvendo com os legisladores ao redor do mundo para encontrar maneiras de tornar os impostos mais simples e eficazes. É verdade que a maior parte de suas receitas é gerada pela empresa nos Estados Unidos, onde paga a maior parte de seus impostos.Além disso, pagou um imposto efetivo de 20% na última década, o que é mais do que muitas empresas. No entanto, o uso de qualquer paraíso fiscal é um risco à reputação das empresas quando, em todo o mundo, trilhões estão sendo emprestados, gastos e arrecadados por meio de impostos sobre as pessoas comuns, a fim de mitigar os efeitos da pandemia.Os outros grandes problemas que causam constantes ataques ao Google envolvem dados, privacidade e se a empresa tem ou não um monopólio efetivo na Pesquisa, onde é totalmente dominante.Por último, Pichai argumenta que o Google é um produto gratuito e que os usuários podem facilmente ir para outro lugar.Este é o mesmo argumento que o Facebook usou, e a empresa de Mark Zuckerberg recebeu um forte endosso do juiz James Boasberg, de Washington D.C., no mês passado, quando ele rejeitou uma série de casos antitruste contra o gigante das redes sociais. Ele alegou que o caso não se enquadra na definição atual de monopólio (ou seja, "o poder de aumentar os preços de forma lucrativa ou excluir a concorrência").As conversas sobre privacidade, dados, impostos e domínio em buscas foram talvez as mais difíceis do tempo que tive com Pichai, e podem ser ouvidas neste podcast em inglês. Respeito da indústriaNa preparação para esta entrevista, conversei com mais de uma dúzia de executivos e ex-executivos do Google, executivos seniores em grandes empresas de tecnologia, reguladores e estrategistas do setor de tecnologia. Havia uma opinião forte e confiável e um consenso dentro de cada campo.Aqueles que trabalham no setor de tecnologia disseram que você simplesmente não pode contestar o crescimento do preço das ações do Google sob a liderança de Pichai. Quase triplicou. É um desempenho fenomenal. Tem quem argumenta que isso é explicado pelos ventos favoráveis %u200B%u200Bno comportamento do consumidor — do mesmo tipo que ajudou outros gigantes da tecnologia a crescer, mas mesmo assim não acertaram o alvo como o Google.O Google criou esse comportamento do consumidor com uma engenharia surpreendente e produtos de classe mundial.Principalmente em off, os reguladores disseram que novas leis e linguagem precisam ser elaboradas para exercer um melhor escrutínio sobre esse novo tipo de gigante corporativo. O veredicto do juiz Boasberg sobre o caso do Facebook confirmou isso. Curiosamente, Lina Khan, a nova chefe da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, já havia argumentado que a definição de monopólio deveria ser expandida para refletir este novo mundo.Os executivos seniores de outras grandes empresas de tecnologia ficaram impressionados com a performance pública de Pichai. Seus depoimentos no Congresso raramente levaram a quedas no preço das ações do Google. Sua maneira tranquila e com total compreensão dos detalhes permitem que ele se sobressaia nas situações potencialmente difíceis.Uma figura discreta, ele se mantém em grande parte do tempo concentrado em si mesmo — o que é, em parte, o motivo pelo qual a equipe do Google que assistirá à entrevista aprenderá muito sobre ele (os presentes disseram que sim).Em uma rodada de perguntas muito reveladora, descobrimos que ele não come carne, dirige um Tesla, reverencia Alan Turing, gostaria de ter conhecido Stephen Hawking e está com ciúmes da missão espacial de Jeff Bezos.Foi fascinante descobrir tudo isso sobre uma figura tão influente, ainda mais porque ele não costuma fazer muitos pronunciamentos públicos. Você não o encontraria, por exemplo, no Instagram pilotando uma prancha de hidrofólio elétrica, segurando uma bandeira americana, no Dia da Independência dos Estados Unidos, ao som de Country Roads de John Denver, como Mark Zuckerberg.Diretor de éticaFoi o que ouvi daqueles que trabalharam com ou para ele, no entanto, o que mais influenciou minha abordagem.Pichai é universalmente considerado um líder excepcionalmente gentil e prestativo. Ele também é atencioso com a equipe, de acordo com todos com quem conversei e que o conheceram. Dizem que ele é genuinamente comprometido em ser um exemplo ético. Ele é um idealista quando se trata do impacto da tecnologia na melhoria dos padrões de vida, algo que tem suas raízes em sua educação, que discutimos longamente.Ele nasceu em uma família de classe média em Tamil Nadu, no sul da Índia. Várias tecnologias tiveram um impacto transformador sobre ele, desde o antigo telefone rotativo pelo qual eles estavam em uma lista de espera, até uma moto na qual todos eles se empilhavam para ir a um jantar mensal. No Google, ele conquistou os engenheiros e desenvolvedores de software. O fato dele ser um engenheiro metalúrgico ajudou muito, mas até hoje não é fácil. A confiança dos cérebros nas empresas do Vale do Silício inclui muitos dos maiores egos do planeta. No entanto, eles o respeitam enormemente.Pichai obedece à abordagem anticíclica para nomeações de liderança, a preferida de muitos headhunters. Depois da liderança necessariamente pioneira, zelosa e arriscada dos fundadores Larry Page e Sergey Brin, fazia sentido ter um líder mais discreto, sólido e cauteloso que acalmasse as ansiedades públicas e encantasse os funcionários.Pichai tem se destacado nessas últimas tarefas, e o desempenho do preço das ações da empresa é notável. Poucas pessoas na história podem dizer que conquistaram um valor de US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões) como presidente de empresa.Mas as mesmas qualidades que o tornaram uma nomeação anticíclica inteligente também apontam para armadilhas potenciais, de acordo com ex-funcionários do Google e muitas outras pessoas que analisam a empresa de perto. É importante dizer que essas pessoas geralmente são evangelistas de tecnologia, que estão unidos em alguns pontos.Em primeiro lugar, o Google é agora uma empresa mais cautelosa do que nunca (o Google obviamente contestaria isso, e outros diriam que seria uma coisa boa se fosse verdade).Em segundo lugar, o Google tem uma série de produtos feitos a partir de outras ideias, em vez de lançamentos originais. No sentido de que vê outras pessoas fazerem grandes invenções, e então libera seus engenheiros para aperfeiçoá-las.Terceiro, muitas das grandes apostas de Pichai fracassaram: Google Glass, Google Plus, Google Wave, Projeto Loon. O Google poderia retrucar razoavelmente dizendo que há valor na experimentação e no fracasso. E que isso está em conflito com o primeiro ponto acima.Quarto, a ambição do Google de resolver os maiores problemas da humanidade está diminuindo. Com a maior concentração de doutores em ciência da computação do mundo em uma minúscula faixa de terra ao sul de São Francisco, continua a questão: o Google não deveria estar revertendo a mudança climática ou procurando a cura do câncer?Acho essa crítica difícil de conciliar com o histórico de Pichai, mas é comum.Por fim, ele tem uma enorme simpatia, porque gerenciar uma equipe tão grande, exigente e idealista como a do Google em uma era de guerras culturais é essencialmente impossível. Hoje em dia, o Google é frequentemente notícia por causa de greves devido a questões de diversidade ou salários. Ou porque pessoas importantes apontaram questões controversas em torno da identidade.Com mais de 100 mil funcionários, muitos deles extremamente opinativos em fóruns internos e ativistas por natureza, isso é simplesmente impossível de controlar. Há uma tensão entre o Google abraçar genuinamente a diversidade cognitiva por ter pessoas de todas as convicções em sua equipe global e, ao mesmo tempo, defender questões específicas como empresa.AceleraçãoTodos os itens acima são preocupações de pessoas do mundo da tecnologia que desejam que o Google seja mais rápido. Muitos eleitores em democracias polarizadas gostariam que as grandes tecnologias diminuíssem o ritmo.A lição mais óbvia que tirei do meu tempo no Vale do Silício é que não há chance disso acontecer. A aceleração é a norma: a própria aceleração da história está se acelerando.E, quando perguntei se o modelo chinês de internet — muito mais autoritário, com grande vigilância — está em ascensão, Pichai disse que a internet livre "está sendo atacada". É importante ressaltar que ele não se referiu diretamente à China, mas continuou dizendo: "Nenhum de nossos principais produtos e serviços está disponível na China."Com legisladores e reguladores se mostrando lentos, ineficazes e fáceis de fazer lobby — e uma pandemia ocupando bastante espaço — agora o ocidente democrático está deixando para pessoas como Sundar Pichai decidir para onde devemos ir.Ele não acha que deveria ter toda essa responsabilidade. E você?Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Pane em redes mostra que é necessário diversificar ferramentas tecnológicas

 Pane em redes mostra que é necessário diversificar ferramentas tecnológicas

em - tecnologia Além de gerar prejuízos, o apagão que deixou fora do ar Facebook, Instagram e WhatsApp, na segunda-feira (4/10), alertou profissionais que usam as redes sociais na operação de seus negócios para a necessidade de reduzir a dependência de um número limitado de aplicativos e soluções tecnológicas. Ninguém pode garantir, afirmam especialistas, que um problema semelhante não voltará a ocorrer no futuro.A pane, que durou praticamente oito horas, causou prejuízos para uma vasta gama de negócios. "Trabalhamos, naquele dia, com potencial reduzido e sem poder nos comunicarmos com os clientes pelo Instagram e pelo WhatsApp. Com isso, nossas vendas ficaram 40% abaixo do esperado", disse à reportagem André Hallane, 29 anos, empresário do segmento de hambúrgueres.Além das vendas, o apagão prejudicou o abastecimento da empresa. "Segunda-feira é um dia de recarregar o estoque, mas os fornecedores não respondiam. Então, ficamos em uma situação muito complicada para preparar a semana. Como faltou mercadoria, não conseguimos falar com gerentes e parceiros de outras lojas, a fim de verificar se havia insumos que não era possível obter."A gestora de marketing da ONI Design de Negócios, Júlia Matias, 27, contou que o apagão colocou em pausa todas as demandas da empresa relacionadas a mídias digitais. "A parte de redes sociais estava toda parada. Tivemos que adiantar serviços que não fossem relacionados às redes, que estavam fora do ar", disse. Segundo ela, a queda dos aplicativos do Facebook afetou a comunicação com os clientes, já que o WhatsApp é o principal meio utilizado pela empresa para contatar os consumidores. "Afetou a gente de muitas maneiras diferentes. Não dava para programar postagens, fazer anúncios, nem para falar com clientes pelo WhatsApp."Para Julia, a lição a se retirar do apagão, é que as empresas não podem depender exclusivamente de redes sociais para venderem seus produtos. "Não podemos ter um negócio baseado no Instagram e WhatsApp, e sim um negócio que faça uso deles. É preciso ter estratégias de comunicação fora do meio digital também", destacou.Pamella Nogueira, 38, é líder da Central de Teleatendimento do CBV - Hospital de Olhos de Brasília, que também utiliza o WhatsApp para atender clientes. "Devido à instabilidade, tivemos que migrar os contatos do aplicativo de conversas para ligação de voz, que teve aumento significativo. Em contrapartida, é imensurável a quantidade de pessoas que deixaram de entrar em contato, visto que preferem se comunicar pelo WhatsApp", disse.Pamella afirmou que a empresa desenha um plano B, caso futuras quedas tecnológicas ocorram. "A ideia é estudar quais são os outros sistemas de mensageria mais compatíveis da realidade do WhatsApp e implementar isso o mais breve possível", afirmou.Juliana Guimarães, cofundadora do 55 Lab - Laboratório de Negócios, especialista em empreendedorismo, orienta como variar o uso de mídias sociais para negócios. "É importante lembrar que as métricas de vaidade (engajamento, curtidas, seguidores) são da rede social, e não propriamente do administrador. Devem-se fazer ações para que as pessoas façam parte de uma base (perfil) individual, colhendo e-mails e telefones para, em algum momento, realizar ativações independente dessas mídias sociais", orientou. A especialista ainda indica que não se dependa apenas de uma única rede."É claro que, no dia a dia, pode ser difícil escolher mais do que uma rede. Mas você diversifica: ora usa o Facebook, ora usa o Twitter, por exemplo. Assim, corre-se menos risco, não esquecendo de levar a audiência de uma plataforma, que não é sua, de modo que se torne parte integrante na sua base", ressaltou.*Estagiários sob a supervisão de Odail FigueiredoNotificação do ProconO Procon-SP deve notificar o WhatsApp pelos prejuízos causados a terceiros no apagão global ocorrido na segunda-feira. "O consumidor que se sentir prejudicado com a queda do sinal deverá aguardar as informações prestadas pelo WhatsApp ao Procon", disse o diretor do órgão, Fernando Capex, em vídeo postado no YouTube. "A notificação pode resultar em multa por eventuais danos morais e materiais." Capez não especificou o valor da multa, mas especialistas falam em R$ 10,7 milhões, valor insignificante para a empresa global. Veja Mais

Famosos e anônimos se divertem com pane do WhatsApp; veja os memes

 Famosos e anônimos se divertem com pane do WhatsApp; veja os memes

em - tecnologia A pane geral do WhatsApp, do Facebook e do Instagram foi alvo de piadas pelos usuários nesta segunda-feira (4/10). Anônimos e famosos se divertiram ao fazer memes com as mais diferentes situações no Twitter, rede que esteve funcionando normalmente.  Um dos primeiros que brincaram com a situação foi o comediante Marcelo Adnet. Em ritmo de carnaval, ele criou até um samba-enredo para registrar o momento. "Caiu o zap?" ganhou três versões.Leia: Falha no WhatsApp, Facebook e Instagram vira samba na voz de Marcelo AdnetAté mesmo o padre Fábio de Melo registrou um comentário referente ao problema mundial: “Deus olhou pro Twitter e disse: 'Mil cairão ao teu lado, mas tu permanecerás de pé'”. Os aplicativos voltaram ao seu funcionamento normal no começo da noite. O Facebook reconheceu, no início da tarde, que o sistema apresentou falhas, mas não justificou o motivo.  Confira os memes da internet referentes à pane geral dos aplicativos:                     Veja Mais

Após pane, WhatsApp, Instagram e Facebook começam a abrir

 Após pane, WhatsApp, Instagram e Facebook começam a abrir

em - tecnologia Usuários do WhatsApp, Instagram e Facebook relataram, no começo da noite desta segunda-feira (4/10), que os serviços começaram a abrir após quase seis horas de interrupção total, que foi provocada em escala global. A pane, no entanto, ainda apresenta reflexos nas ferramentas, uma vez que ainda enfrentam instabilidade.LEIA TAMBÉM: Falha no Whatsapp, Facebook e Instagram vira samba na voz de Marcelo AdnetPor volta das 18h45, usuários relataram ter recebido algumas mensagens antigas via WhatsApp, mas não foi possível enviar nenhum tipo de conteúdo. O serviço ficou totalmente suspenso durante toda a tarde. Já o Facebook e Instagram abriram, mas nesta última ferramenta, por exemplo, ainda é possível sentir instabilidade ao abrir stories.LEIA TAMBÉM: WhatsApp, Facebook e Instagram: o que se sabe sobre pane global das redes de Mark ZuckerbergTécnicos ainda trabalham para solucionar totalmente a pane. A origem do problema ainda é desconhecida. Vale lembrar que tanto o WhatsApp quanto o Instagram pertencem ao Facebook, de Mark Zuckerberg. Veja Mais

Usuários relatam instabilidade na conexão do aplicativo Telegram

 Usuários relatam instabilidade na conexão do aplicativo Telegram

em - tecnologia Depois da falha de conexão no WhatsApp, Facebook e Instagram, o aplicativo de mensagens Telegram também apresentou instabilidade na tarde desta segunda-feira (4/10), segundo relato dos usuários.LEIA TAMBÉM: WhatsApp, Facebook e Instagram ficam fora do ar nesta segunda-feira (4/10)Pelo Twitter, os internautas que já estavam cobrando a volta das outras redes sociais, notaram que o Telegram também começou a apresentar instabilidades por volta das 15h.O site Downdetector, que mostra informações em tempo real sobre o status de vários sites e serviços, registrou mais de 1000 notificações de instabilidade no Telegram às 15h14.LEIA TAMBÉM: Falha no Whatsapp, Facebook e Instagram vira samba na voz de Marcelo AdnetOs usuários do Twitter anunciaram a queda de mais uma rede social. *Estagiária sob supervisão do editor Álvaro Duarte  Veja Mais

WhatsApp, Facebook e Instagram ficam fora do ar nesta segunda-feira (4/10)

 WhatsApp, Facebook e Instagram ficam fora do ar nesta segunda-feira (4/10)

em - tecnologia O serviço de mensagens WhatsApp e as redes sociais Facebook e Instagram caíram no início da tarde dessa segunda-feira (4/10). Usuários dos serviços em diferentes partes do mundo relatam a falha. No caso do WhatsApp, tanto o aplicativo quanto a página web não funcionam. Ainda não há informações sobre o que causou a instabilidade. Todos os apps pertencem ao Facebook.Aguarde mais informações  Veja Mais

Em novo livro, Silvio Meira aborda usos práticos da estratégia

 Em novo livro, Silvio Meira aborda usos práticos da estratégia

em - tecnologia "Quando Kennedy, em 1961, definiu que os americanos seriam os primeiros a chegar à Lua, não existia nem projeto da NASA. No entanto, oito anos depois esse objetivo foi alcançado". É com situações e referências como esta que o doutor em ciênca da computação e pesquisador Silvio Meira se propõe a responder, em seu novo livro, a pergunta: O que é estratégia?, questionamento que também dá nome à obra, lançada nesta terça-feira (28/9) na plataforma Kindle, da Amazon. Se para muitos questionar o que é estratégia remete a um conceito aplicável apenas a situações muito específicas, Meira aborda o tema a partir de referências fáceis de serem assimiladas, aproximando o  diálogo, já integrado aos boards das corporações, do cidadão comum. Voltando ao exemplo da Lua, naquele momento, o pouso era uma possibilidade ainda distante da realidade, mas que se tornou palpável quando as estratégias claras foram traçadas para se construir as capacidades necessárias ao objetivo.Ao contextualizar o seu trabalho, Silvio Meira afirma que "O que é estratégia" adota um estilo que referencia e homenageia o tratado lógico e filosófico do austríaco  Ludwig Wittgenstein, autor de "Tractatus Logico-Philosophicus" (Leipzig, 1921), que ajuda a entender o quanto uma boa estratégia é necessária para sobrevivência dos negócios. “Sem isso, qualquer empresa é uma forte candidata a ser mais uma no imenso cemitério de CNPJs que tanto assombra gestores país a fora”, diz Meira. Para tentar responder à pergunta que dá nome ao livro, Meira traça a “estratégia” para o “emprego da estratégia” em  21 tópicos, que segundo ele, como um código de programação, pode ser usada por qualquer instituição ou empresa, em qualquer contexto, para ações que chama de “verdadeiramente transformadoras”. Nascido em 1955 em Taperoá, na Paraíba, Silvio Meira é professor extraordinário da Cesar.school e professor emérito do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco. É um dos fundadores do CESAR, do Porto Digital, onde preside o Conselho de Administração. Também é cientista-chefe da Digital Strategy Company e membro dos conselhos da CI&T, MAGALU, MRV, BBCE e TEMPEST. Meira é graduado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1977), mestre em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco (1981) e doutor em Ciência da Computação - University of Kent at Canterbury (1985). Silvio Meira também é autor de “Novos negócios invoadres de crescimento empreendedor no Brasil (Casa da Palavra, 2013), assina mais de 300 artigos científicos e muitas centenas de textos sobre tecnologias da informação e seu impacto na economia, sociedade, negócios e pessoas e  já supervisionou cerca de 150 teses de doutorado e dissertações de mestrado.SERVIÇOTítulo: "O que é estratégia"Autor: Silvio MeiraEditora: ParadoxumDisponível no Kindle em https://amzn.to/2ZiQv7l. Versão impressa: Lançada na segunda quinzena de outubro Veja Mais

A inusitada advertência da Apple sobre risco ao iPhone com vibrações de motos

 A inusitada advertência da Apple sobre risco ao iPhone com vibrações de motos

em - tecnologia A Apple emitiu aviso aos usuários de iPhone alertando que motocicletas com motores potentes podem danificar o sistema de câmeras dos telefones da marca.As vibrações do motor podem prejudicar o estabilizador de imagem (OIS na sigla em inglês, de "optical-image stabilisation") e o foco automático ("closed-loop autofocus"), disse a empresa em comunicado.- Software israelense infecta produtos da Apple e ameaça segurança de dadosDiversos modelos seriam suscetíveis aos danos.Assim, a recomendação é que o aparelho não seja afixado em motocicletas potentes - muitas vezes o telefone é colocado em um suporte conectado ao guidão do veículo para que o motorista acesse aplicativos de navegação durante seu trajeto. Em motocicletas com motores menos potentes, como scooters, a Apple aconselha que os usuários utilizem acessórios para telefone que amortecem vibrações. A empresa explicou que motores de alta potência geram "vibrações intensas de alta amplitude" que se propagam pelo quadro e pelo guidão do veículo e podem danificar sistemas que são projetados para melhorar a qualidade da imagem, neutralizando movimento, vibrações e os efeitos da gravidade."A exposição direta a vibrações de alta amplitude dentro de certas faixas de frequência pode deteriorar o desempenho desses sistemas e levar à redução da qualidade de imagem de fotos e vídeos", diz o texto.Nas redes sociais, vários donos de motos disseram que seus iPhones foram danificados após serem presos no suporte na estrutura dos veículos.Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Entenda o que são NFTs e como eles se tornam lucrativas formas de arte

 Entenda o que são NFTs e como eles se tornam lucrativas formas de arte

em - tecnologia NFT é uma sigla que, em português, significa tokens não fungíveis. Eles são ativos digitais únicos, como fotos, vídeos ou outros tipos de produto digital que tenham um certificado de propriedade e possam ser considerados exclusivos. E isso tem feito os NFTs atingirem valores recordes em casas de leilões de obras de arte famosas em todo o mundo. Em março de 2021, a imagem intitulada “Everydays: the First 5000 Days”, criada pelo artista digital Beeple, foi leiloada na Christie's por US$ 70 milhões, e se tornou a terceira obra de arte de um artista vivo mais cara da história.Para mais vídeos como este, acesse nosso canal Mas para entender os NFTs, é preciso deixar claro o que são criptoartes, ou seja, o comprador não recebe os objetos físicos, mas um arquivo digital que atribui a ele a propriedade do bem. E é com essa garantia de que o produto é exclusivo no mundo que os criadores de NFTs têm se tornado estrelas nas mais renomadas casas de leilões de arte do mundo, e donos de fortunas em dinheiro. Em agosto de 2021, um garoto de 12 anos do Reino Unido ganhou o equivalente a 2 milhões de reais com a venda de uma série de obras de arte pixeladas chamadas “Weird Whales”. Esse tipo de obra não precisa mais estar presente em galerias de arte para se valorizar ou ser leiloada. Além disso, qualquer obra de arte digital pode virar um token para gerar um certificado digital de propriedade, que pode ser comprado e vendido.Como funcionam os NFTsNFTs não são criptomoedas, como o bitcoin, por exemplo. Apesar disso, os dois usam a mesma tecnologia, chamada blockchain. O sistema permite rastrear o envio e o recebimento de informações pela internet. Resumidamente, ele funciona como frações de um código on-line que carregam a informação principal, como um bloco de dados em uma corrente. Daí a origem do nome em inglês.O que diz a lei sobre criptoartes?Ainda não existe jurisprudência sobre os NFTs, mas juristas afirmam que eles podem ser considerados um bem infungível, indivisível, comercializável e particular. Por isso, as transações de compra, venda ou doações devem seguir as orientações previstas pelo Código Civil para bens dessa espécie.Famosos vendem NFTsE até mesmo famosos entram na onda dos NFTs. Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, e Dave Grohl, líder dos Foo Fighters e ex-baterista do Nirvana, já entraram na onda dos NFTs. Eles anunciaram a venda de uma música inédita que os dois gravaram juntos, chamada “Eazy sleazy”. A compra ainda acompanha uma arte digital criada pelo artista Oliver Latta, conhecido como “Extraweg”. Os fundos arrecadados serão doados para casas de shows independentes que ficaram fechadas durante a pandemia do novo coronavírus.Times de futebol também estão se reinventando nas artes digitais. O Atlético leiloou imagem que ilustra a famosa defesa de pênalti do goleiro Victor durante a campanha vitoriosa do Galo na Copa Libertadores de 2013. A compra foi negociada por US$ 5 mil. Veja Mais

Instagram passa por instabilidade e deixa usuários em 'abstinência'

 Instagram passa por instabilidade e deixa usuários em 'abstinência'

em - tecnologia Usuários do Instagram no Brasil e em diversas partes do mundo relatam dificulades para utilizar a rede na manhã desta quinta-feira (2/9). Segundo reclamações postadas no Twitter, o feed do aplicativo parou de ser atualizado. Quem tenta enviar mensagens privadas também não consegue. Por volta de 8h40, o site Downdetector, que registra falhas em redes sociais, contabilizava mais de 3,4 mil relatos de instabilidade só no País.Veja as queixas postadas no Twitter Veja Mais

Sanções da Lei de Proteção de Dados já estão em vigor; confira

 Sanções da Lei de Proteção de Dados já estão em vigor; confira

em - tecnologia A aplicação de sanções por desrespeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) começou a valer em 1º de agosto e pessoas físicas ou jurídicas podem ser responsabilizados administrativamente pelo tratamento irregular de dados pessoais.  São nove penalidades (veja abaixo), que vão de advertência até proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados. A fiscalização será feita pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão do Governo Federal criado para regulamentar e fiscalizar o cumprimento da legislação. A proposta é que a atuação da ANPD seja prioritarimente didática nesta fase inicial. No entanto, já é possível a aplicação de qualquer das penalidades listadas, pois o prazo correspondendo ao período entre a data da publicação e o início de sua vigência se encerrou em 31 de julho. A legislação prevê, ainda, que as empresas devem estruturar o tratamento dos dados segundo os papéis definidos: operador, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador. O controlador, a quem compete decisões referentes ao tratamento de dados pessoais, e o encarregado, pessoa indicada pelo controlador e operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a ANPD.  De modo geral, o objetivo da LGPD é tutelar juridicamente a posse, o acesso, o armazenamento e o descarte dos dados pessoais (como nome, endereço, CPF etc.) e dos dados pessoais sensíveis, aqueles que dizem respeito a aspectos inerentes à personalidade e às perferências dos cidadãos, tais como religião ou quadros de saúde, por exemplo. Apesar do tempo de adaptação, muitos empresários ainda não se adequaram. O advogado Geraldo Gonçalves de Oliveira especializou-se em direito e inteligência artificial, porque seus clientes começaram a pedir consultorias na área. E a LGPD virou um dos seus atendimentos de referência. "Muitos empresários de todo porte deixaram para organizar as diretrizes da LGPD na última hora. As dúvidas são grandes até mesmo entre os advogados. Por isso, eu me especializei em uma faculdade de referência. São inúmeros os detalhes que não podem escapar, porque as multas e as sanções podem ser impactantes para os empresários e para a sociedade", comenta.  A autônoma Míriam Belo faz doces e pizzas para vender. Ela tem acesso a informações de seus clientes. Muitos deles também têm dados da empreendedora. Mas ela ainda nem ouviu falar sobre LGPD. "É claro que a gente sabe que não passa CPF e identidade dos clientes para outras pessoas. Mas eu não sabia que tinha lei sobre isso e nem mesmo regras definindo como fazer cada etapa do acesso a essas informações. Certamente, precisarei de ajuda, porque não entendo muito disso", comenta. Muitos ainda desconhecem a LGPD e as diferenças dela para o que já está previsto, por exemplo, no Código de Defesa do Consumidor e na legislação civil em geral, que envolve temas como a violação ao direito de imagem e outras garantias jurídicas que tratam de assuntos relativos aos dados.  Para José Luiz de Moura Faleiros Júnior, advogado e professor de direiro da Faculdade SKEMA Brasil, a LGPD surgiu para trazer maior segurança jurídica a uma sociedade hiperconectada e marcada pelas atividades de tratamento de dados: "A tecnologia é uma realidade inescapável. As informações pessoais são valioso substrato contemporâneo, pois alimentam sistemas capazes de traçar perfis de comportamento e consumo, que tiveram o uso potencializado pelo implemento de algoritmos em diversas atividades. E, no Brasil, ainda não estamos atentos aos riscos da circulação inconsenquente destes dados. Os mais graves envolvem manipulações comerciais muitas vezes realizadas pela perfilização abusiva ou pela coleta de dados pessoais sem o consentimento do titular".Faleiros orienta ainda que é preciso entender quais são os direitos do titular dos dados, que a lei apresenta em rol bem definido. Ele destaca alguns desses direitos:  - Acesso - titular precisa saber quem tem acesso aos seus dados.- Confirmação de existência do tratamentos de dados - titular precisa saber se existem dados seus sendo tratados.- Revogação do consentimento para o tratamento de dados - titular pode desautorizar qualquer tipo de tratamento de dados, ainda que tenha autorizado anteriormente.- Anonimização - titular pode solicitar a utilização de técnicas para minimizar sua identificação em determinado banco de dados.- Portabilidade - titular pode solicitar que seus dados sejam portados de um agente de tratamento para outro.  "A LGPD é um grande avanço e, nesta etapa, o processo educativo para cidadãos e agentes de tratamento é o mais importante. Empresas de portes variados e que atuam em segmentos diferentes terão necessidades igualmente diversas e isso precisa ser considerado. As grandes empresas, que possuem maior suporte especializado acabaram começando mais rapidamente a mudança. Mas todos precisaremos de tempo e muitas campanhas de conscientização para absorvermos quais são nossos direitos e deveres", conclui o especialista. Podem ser punidos tanto pessoas jurídicas quanto físicas:  AdvertênciaMulta simples de até 2% do faturamento do exercício anterior, limitada a R$ 50 milhões por infraçãoMulta diária de até 2% do faturamento do exercício anterior, limitada a R$ 50 milhões por infraçãoPublicização da infração cometida e devidamente apuradaBloqueio dos dados até a regularizaçãoEliminação dos dados Suspensão parcial do funcionamento dos bancos de dados por até 6 meses, com possibilidade de prorrogação por igual períodoSupensão do exercício das atividades relacionadas ao tratamento de dados por até 6 meses, com possibiidade de prorrogação por igual períodoProibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados  Veja Mais

Tesla já trabalha em projeto de robô humanoide, segundo Elon Musk

 Tesla já trabalha em projeto de robô humanoide, segundo Elon Musk

em - tecnologia Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e se lançar na bilionária corrida espacial, o chefe da Tesla, Elon Musk, anunciou seu próximo grande projeto: a fabricação de robôs humanoides.Na quinta-feira (19/8), o empresário disse que terá um protótipo inicial do "Tesla Bot" até o ano que vem.Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da companhia, o robô deverá ser capaz de realizar tarefas básicas repetitivas, com a intenção de eliminar trabalhos perigosos, ou maçantes, para humanos, explicou Musk em um evento on-line sobre os avanços da Tesla em Inteligência Artificial. "A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas", afirmou. "Portanto, faz um certo sentido pôr isso na forma humanoide", acrescentou. Este anúncio é feito no momento em que a empresa se encontra sob crescente escrutínio por seu sistema de direção assistida. O sistema está sendo investigado pelas autoridades reguladoras dos Estados Unidos, após a ocorrência deu uma série de acidentes. A Tesla é conhecida por fazer os motoristas acreditarem que os veículos dotados do sistema "Autopilot" (piloto automático) podem dirigir sozinhos.A polêmica sobre o "Autopilot" não foi abordada na conferência on-line de ontem, de duas horas e meia de duração, e nenhuma pergunta foi feita sobre ela por parte do público.Em vez disso, Musk garantiu que seu futuro robô será "benigno".Segundo ele, o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será "amigável" e construído de forma que, em qualquer situação, "você pode fugir dele e desligá-lo"."Espero que isso nunca aconteça, mas nunca se sabe", brincou. Veja Mais

Twitter testa ferramenta que permite a usuário reportar publicação enganosa

 Twitter testa ferramenta que permite a usuário reportar publicação enganosa

em - tecnologia O Twitter anunciou nesta terça-feira (17/8) que está em teste uma ferramenta para permitir aos usuários sinalizar conteúdo suspeito de desinformação, um fenômeno que explodiu durante a pandemia."Estamos testando uma função que lhes permite sinalizar tuítes que pareçam enganosos", informou a rede social em sua conta dedicada à segurança. Alguns usuários nos Estados Unidos, na Coreia do Sul e na Austrália já podem selecionar a opção "é enganoso" após clicar em "reportar o tuíte"."Iremos avaliar se esta é uma estratégia eficaz. Começaremos em pequena escala", indicou a empresa, com sede em San Francisco. "Não reagiremos, nem poderemos responder a cada sinalização durante esta experiência, mas as suas contribuições nos ajudarão a identificar tendências, a fim de aumentar a velocidade e escala do nosso trabalho envolvendo a desinformação."Assim como o Facebook e o YouTube, o Twitter costuma receber críticas por não lutar o suficiente contra a desinformação. Mas o Twitter não tem os mesmos recursos que seus vizinhos do Vale do Silício, portanto experimenta técnicas menos caras do que recrutar exércitos de moderadores. Veja Mais

Por que Google quer cortar salário de funcionários que trabalharem de casa

 Por que Google quer cortar salário de funcionários que trabalharem de casa

em - tecnologia Os funcionários do Google nos Estados Unidos que optarem por trabalhar em casa permanentemente podem ter um corte de salário.   A empresa da tecnologia desenvolveu uma calculadora que permite aos funcionários ver os impactos do trabalho remoto no seu pagamento. Alguns funcionários, especialmente aqueles com um trajeto longo até o trabalho, podem ter seu pagamento reduzido mesmo sem se mudar de onde moram. Semana de quatro dias é bom para os negócios, defende CEO Funcionários de muitas empresas demonstraram durante a pandemia de covid-19 que trabalhar de casa permanentemente é viável. Muitas companhias ainda estão avaliando como será o regime de expediente de seus funcionários conforme a pandemia melhore, mesmo enquanto países continuem a lutar contra a variante Delta da doença. Algumas empresas do Vale do Silício, como é conhecida a região do país que reúne muitos negócios de tecnologia, desejam trazer seus funcionários de volta para os escritórios e estão experimentando diferentes formas de remuneração.Grandes companhias de tecnologia, incluindo Microsoft, Facebook e Twitter, oferecem salários menores para funcionários que moram em locais onde é mais barato morar. Mas empresas menores, como Reddit e Zillow, disseram que pagarão o mesmo, não importa onde os funcionários estejam baseados, dizendo que isso melhora a diversidade da equipe.Um porta-voz do Google disse que os pacotes de remuneração da empresa sempre foram determinados pelo local onde o funcionário trabalha. "Nossa calculadora foi desenvolvida para ajudar os funcionários a tomarem decisões informadas sobre a cidade ou Estado em que trabalham e qual será o impacto sobre a remuneração caso optem por se mudar ou trabalhar remotamente."Modelos híbridos Um funcionário do Google que faz um trajeto de duas horas até o trabalho disse à agência Reuters que pode ter um corte de 10% no pagamento por escolher trabalhar de casa em tempo integral. "É um corte maior do que o que recebi na minha promoção mais recente", disse o funcionário. "Não fiz todo esse trabalho duro para ser promovido e, em seguida, ter uma redução no pagamento."Jake Rosenfeld, professor de Sociologia da Universidade de Washington em St. Louis, defende que o Google não precisaria fazer isso. "O Google sempre pagou a esses funcionários 100% de seu salário anterior. Portanto, não é como se não pudesse pagar o mesmo aos que optam por trabalhar remotamente."Um funcionário do Google em Stamford, no Estado de Connecticut, que fica a uma hora de distância de Nova York de trem, disse que receberia 15% menos trabalhando remotamente. Os funcionários que relutam em abrir mão do home office O Google disse que não alterará o pagamento dos funcionários se eles trabalharem remotamente na mesma cidade onde estão baseados.Algumas empresas, como a companhia de tecnologia Cisco, implementaram um plano de trabalho híbrido que não determina a frequência com que os funcionários vão ao escritório. A Cisco disse esperar que menos de um quarto de sua força de trabalho deseje estar no escritório três ou mais dias por semana.Mas outras empresas, como a Goldman Sachs, querem que os trabalhadores voltem aos escritórios. O presidente do banco de investimento, David Solomon, disse em fevereiro que trabalhar em casa era "uma aberração" e não "o novo normal".Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais

Baixa frequência de adultos no TikTok expõe crianças e adolescentes

 Baixa frequência de adultos no TikTok expõe crianças e adolescentes

em - tecnologia Com vídeos curtos e desafios de dança, o TikTok virou ponto de encontro para crianças e adolescentes mais novos. A baixa frequência de adultos na rede social dificulta a mediação do que é publicado por lá. As crianças se sentem à vontade no TikTok - o que nem sempre é um problema, mas pode esconder riscos. Nesta semana, a cantora de forró Walkyria Santos relatou o suicídio do filho, Lucas, de 16 anos, e trouxe à tona o debate sobre o uso de redes sociais pelos jovens e os danos à saúde mental. "As pessoas destilando ódio na internet, deixando comentários maldosos. Meu filho acabou tirando a vida. Foram só os comentários nesse TikTok nojento que fizeram com que ele chegasse a esse ponto."No fim de semana, o jovem havia publicado no TikTok um vídeo simulando beijar um amigo. A publicação viralizou, com comentários críticos e mensagens homofóbicas. A mãe pediu que ele apagasse o vídeo, segundo contou o sócio de Walkyria e amigo da família, Alexandre César. O jovem, então, publicou novo vídeo, dizendo que não esperava tamanha repercussão. "Estou basicamente fazendo isso (pedindo desculpas) para não tomar uma surra tão grande, tão merecida, que vou morrer." Na manhã de terça, ele foi achado morto pela tia no quarto onde dormia, em um condomínio em Parnamirim, na região metropolitana de Natal. A causa da morte não foi confirmada - a polícia aguarda conclusão de laudos periciais -, mas a ocorrência é tratada, em princípio, como suicídio, segundo o governo estadual.Especialistas alertam para a dificuldade de se estabelecer relações de causa e efeito nos casos de suicídios, que têm múltiplos fatores. Comentários negativos recebidos nas redes sociais podem ser um gatilho, mas dificilmente são a única causa para que um jovem desenvolva transtornos e tire a própria vida. O contexto familiar e até a genética interferem nos quadros. De toda forma, o uso das redes por crianças e adolescentes deve ser acompanhado pelas famílias, para prevenir situações de agressão e sofrimento. No caso do TikTok, é baixa a presença de adultos entre os usuários das redes, o que deixa as crianças à vontade e dificulta o monitoramento de mensagens agressivas. "É uma rede de adolescentes novos. Certamente é um ambiente em que muita coisa vai rolar e nem todo mundo está atento a isso", diz a psicóloga Juliana Cunha, diretora da Safernet Brasil, organização voltada à promoção de direitos humanos na internet. Neste ano, a rede social anunciou mudanças: as contas de menores de 16 anos passaram a ser privadas, o que limita o alcance das publicações. Apenas adolescentes com mais de 13 podem criar contas, segundo regras do aplicativo - na prática, porém, crianças mentem a idade para entrar na plataforma. Também houve maior cerceamento a mensagens de bullying - agora, há a opção de deletar vários comentários no TikTok ao mesmo tempo. As iniciativas fazem parte de uma tentativa das redes de responder às demandas por maior regulação. Em 2019, o Instagram decidiu esconder o número de curtidas nas publicações em reação às críticas de que os "likes" agravavam quadros de ansiedade. Crianças e jovens que já têm transtornos mentais ou passam por dificuldades podem encontrar nas redes sociais publicações que reforçam o sentimento de exclusão e dor. Plataformas centradas na imagem, como o TikTok, podem reforçar a percepção de que todos em volta têm vidas e corpos perfeitos - o que é nocivo para a formação da identidade de crianças."Redes muito voltadas para a imagem, como o TikTok, tem um potencial de aumentar a valorização do corpo, do 'ter'. O corpo dos jovens nas danças do TikTok é algo que os adolescentes gostariam de ter", diz o psiquiatra e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Guilherme Polanczyk. A vida paralela que os mais novos mantém nas redes já é investigada por psiquiatras e psicólogos quando os jovens chegam aos consultórios com transtornos. "As redes sociais têm o papel de influenciar crenças que adolescentes têm sobre si mesmos. Se o mundo diz que você não tem valor, isso afeta seu senso de pertencimento", diz Juliana. Por outro lado, se esse jovem tem acolhimento a sua volta, o apoio é um contrapeso diante de situações negativas. Por meio de nota, o TikTok lamentou a morte de Lucas. Segundo a rede, a prioridade é dar apoio ao bem-estar da comunidade "e fomentar um ambiente acolhedor e inclusivo". O TikTok também afirma que comentários de ódio são removidos e que trabalha com especialistas, para dar apoio a quem passa por um momento difícil.MediaçãoPais devem acompanhar a vida digital dos seus filhos - e isso não quer dizer que precisam ter contas nas mesmas redes sociais. As famílias devem estabelecer acordos sobre como será feito o monitoramento das publicações. Podem, por exemplo, pedir que os filhos mostrem o que estão publicando ou combinar acessos periódicos às redes sociais. Também é importante buscar informações sobre mecanismos de controle criados pelas próprias redes. Há opções, por exemplo, de filtrar comentários com palavras ofensivas, limitar o alcance de publicações e impedir as crianças de publicar vídeos ao vivo. Preste atenção1. Múltiplos fatores. O suicídio não tem uma só causa. Situações negativas vividas nas redes sociais podem ser o "gatilho", mas não são o único motivo. 2. Diálogo. Pais devem ficar atentos a mudanças no comportamento dos filhos para identificar transtornos. Também devem estimular que falem sobre o que sentem - em diálogo sem julgamentos do tipo "é bobagem" ou "é falta de Deus".3. Ajuda. Ao identificar algum tipo de sofrimento, devem buscar ajuda profissional. Há canais gratuitos como o do Centro de Valorização da Vida (ligação 188).4. Mediação. O uso das redes por crianças deve ser acompanhado pelos pais - mas não de forma escondida. É possível criar combinados como o de ver as publicações periodicamente. Também é preciso conhecer as redes que os filhos frequentam e definir limitações, como moderação de comentários. Cartilhas no site da Safernet (safernet.org.br) dão dicas para um bom uso.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Veja Mais

O Portal Uai está de cara nova e mais mineiro do que nunca

 O Portal Uai está de cara nova e mais mineiro do que nunca

em - tecnologia  Há mais de 20 anos levando notícias e entretenimento para o leitor, o Portal Uai apresenta nesta terça-feira, dia 3, sua nova versão, com navegação mais rápida e visual moderno para permitir uma excelente experiência a quem busca ficar por dentro de tudo em tempo real. E, o melhor, com mais notícias regionais, trazendo informações relevantes dos quatro cantos da nossa Minas Gerais. Assim, o Portal Uai reforça sua essência mineira, mas sem deixar de lado o noticiário nacional e internacional para manter o leitor sempre antenado. Como a inovação está em seu DNA, o portal lança novas editorias para atrair e reter as gerações mais jovens, além de envolver os mais diversos públicos que encontram conteúdos direcionados para permanecerem conectados e interagindo como preferirem.Descubra as principais mudanças O novo Portal Uai traz ainda mais tecnologia à cobertura jornalística já conhecida dos mineiros. As novidades do site são fruto de estudos entre os times de tecnologia, produto e redação, que buscaram soluções em conjunto para proporcionar uma experiência muito mais positiva ao leitor.Personalização A página principal está mais adaptada às preferências de cada leitor, por meio das funcionalidades ‘Canais Favoritos’ e ‘Notícias da sua região’.Nos Canais Favoritos, o leitor poderá selecionar quais os sites do Portal Uai terão mais destaque na sua página e, com isso, se manter ainda mais ligado aos assuntos do seu interesse. Já em ‘Notícias da sua região’, o leitor poderá selecionar a região de Minas Gerais de preferência e acompanhar de perto as notícias mais recentes de cada região do estado.Rapidez e visual modernoAlém disso, a navegação está ainda mais rápida e mais amigável, permitindo uma experiência positiva acessando o portal pelo computador, tablet ou smartphone, seja no seus dados móveis ou na rede wi-fi. O objetivo é oferecer um site mais moderno e de fácil navegação.Mais conteúdo Um único portal para vários perfis de leitores. Assim, o leitor que ama esportes, é apaixonado por turismo ou pelo mundo dos famosos encontrará tudo o que busca com poucos cliques, sem deixar de se manter informado com os principais fatos de Minas, do Brasil e do mundo, por meio dos conteúdos selecionados pelos nossos editores.“Gerenciar uma homepage como a do Uai é um desafio diário, permanente. Com o grande volume de fatos ocorrendo em Minas, no país e no exterior, é preciso estar o tempo todo alerta para as notícias mais importantes e decidir como oferecer esse conteúdo ao leitor. Com a grande variedade de canais que estão atualmente sob o "guarda-chuva" do Uai, é essencial contemplar a diversidade de conteúdos, entregando em um mesmo nível de importância as notícias de Cidade, Política, Economia, assim como de Esportes, Entretenimento, Comportamento, Gastronomia, Veículos, Imóveis e tantos outros à disposição”, comenta Benny Cohen, editor de Mídias Convergentes do Portal Uai.Distribuição de conteúdoA forma de apresentação do novo Portal Uai traz a página principal ainda mais organizada. Os canais estão bem distribuídos, as editorias estão divididas em espaços que falam de esportes, entretenimento, imóveis, veículos, saúde e muito mais. Dessa forma, o leitor encontrará os seus assuntos de interesse de maneira mais rápida. Multimídia O conteúdo multimídia do Portal Uai também ganhou destaque nessa nova roupagem e os vídeos e podcasts podem ser encontrados sem nenhuma dificuldade. Novas editorias A mudança não ficou apenas na forma, mas também no conteúdo. O lançamento do Portal Uai marca também a criação de novas editorias, como o DiversEM, que trata dos assuntos relacionados à inclusão, à diversidade e à igualdade em todas as esferas, e o Uai Agro, que traz para o leitor as principais notícias e novidades sobre o setor do agronegócio mineiro. “A renovação do Uai, com a ampliação da produção de conteúdo e a diversificação do time de colunistas, faz parte de um conjunto de ações incessantes que acompanham a dinâmica do interesse do nosso leitor em diversas plataformas”, afirma Carlos Marcelo, diretor de redação.Conteúdo regional ganha destaque com parceria inédita O Portal Uai mantém seu DNA de mineiro. Seguindo o seu compromisso de manter o leitor bem informado, a linha editorial apresenta os principais fatos do mundo e também olha para dentro do estado, trazendo os acontecimentos que mais importam para os mineiros da capital e do interior. “Sempre tivemos um comprometimento com Minas Gerais e trazer um olhar hiperlocal para um estado que possui quase o tamanho da França é um desafio enorme de produção. Temos, sistematicamente, intensificado nossa cobertura jornalística por meio de repórteres situados em várias regiões de Minas, e já estamos colhendo frutos deste trabalho. Não é raro ter aumento de 30% de audiência em algumas regiões do estado”, explica Geraldo Teixeira da Costa Neto, Diretor Executivo dos Diários Associados. E em resposta a esse crescimento da audiência, o Portal Uai e Estado de Minas estão ampliando sua cobertura regional por meio da Rede de Notícias, uma parceria inovadora com o Google News Initiative, que nasce com o objetivo de cobrir o que está sendo chamado de “deserto de notícias”. Produtos multimídia atraem Geração Z    Sempre atento às necessidades do mercado e às mudanças no comportamento da audiência, o Portal Uai vem investindo em produtos multimídia para atrair os zoomers, ou seja, os nascidos entre meados de 1995 e 2015 que são considerados nativos digitais e interagem com as mídias de uma maneira única.Para eles - e todos que gostam de consumir conteúdo em vídeo e áudio - surgiram novos quadros e podcasts. Aliás, essas produções também ganham destaque no novo Portal Uai.  Os materiais são publicados no canal do Portal Uai no YouTube que, aliás, já conta com uma rica audiência formada por mais de 224 mil inscritos.  Já os podcasts também ganharam notoriedade. O mais novo lançamento nesta área é o “Pouquinho”. O nome, aliás, é uma referência à vontade de ouvir mais um pouquinho das histórias sobre os artistas. "Inovar e renovar constantemente formatos são desafios diários apresentados à redação do Estado de Minas e do Portal Uai e, dentro dessa proposta, a criação de conteúdo multimídia para a Geração Z tem sido uma motivação extra. Saber ouvir e conversar com esse público muito jovem abre possibilidades de desenvolver projetos que ultrapassam os padrões convencionais do jornalismo", comenta o subeditor Rafael Alves, coordenador do Núcleo de Criação Multimídia.Acesse uai.com.br e fique por dentro das novidades.  Veja Mais

O Portal Uai está de cara nova e mais mineiro do que nunca

 O Portal Uai está de cara nova e mais mineiro do que nunca

em - tecnologia  Há mais de 20 anos levando notícias e entretenimento para o leitor, o Portal Uai apresenta nesta segunda-feira, dia 2, sua nova versão, com navegação mais rápida e visual moderno para permitir uma excelente experiência a quem busca ficar por dentro de tudo em tempo real. E, o melhor, com mais notícias regionais, trazendo informações relevantes dos quatro cantos da nossa Minas Gerais. Assim, o Portal Uai reforça sua essência mineira, mas sem deixar de lado o noticiário nacional e internacional para manter o leitor sempre antenado. Como a inovação está em seu DNA, o portal lança novas editorias para atrair e reter as gerações mais jovens, além de envolver os mais diversos públicos que encontram conteúdos direcionados para permanecerem conectados e interagindo como preferirem.Descubra as principais mudanças O novo Portal Uai traz ainda mais tecnologia à cobertura jornalística já conhecida dos mineiros. As novidades do site são fruto de estudos entre os times de tecnologia, produto e redação, que buscaram soluções em conjunto para proporcionar uma experiência muito mais positiva ao leitor.Personalização A página principal está mais adaptada às preferências de cada leitor, por meio das funcionalidades ‘Canais Favoritos’ e ‘Notícias da sua região’.Nos Canais Favoritos, o leitor poderá selecionar quais os sites do Portal Uai terão mais destaque na sua página e, com isso, se manter ainda mais ligado aos assuntos do seu interesse. Já em ‘Notícias da sua região’, o leitor poderá selecionar a região de Minas Gerais de preferência e acompanhar de perto as notícias mais recentes de cada região do estado.Rapidez e visual modernoAlém disso, a navegação está ainda mais rápida e mais amigável, permitindo uma experiência positiva acessando o portal pelo computador, tablet ou smartphone, seja no seus dados móveis ou na rede wi-fi. O objetivo é oferecer um site mais moderno e de fácil navegação.Mais conteúdo Um único portal para vários perfis de leitores. Assim, o leitor que ama esportes, é apaixonado por turismo ou pelo mundo dos famosos encontrará tudo o que busca com poucos cliques, sem deixar de se manter informado com os principais fatos de Minas, do Brasil e do mundo, por meio dos conteúdos selecionados pelos nossos editores.“Gerenciar uma homepage como a do Uai é um desafio diário, permanente. Com o grande volume de fatos ocorrendo em Minas, no país e no exterior, é preciso estar o tempo todo alerta para as notícias mais importantes e decidir como oferecer esse conteúdo ao leitor. Com a grande variedade de canais que estão atualmente sob o "guarda-chuva" do Uai, é essencial contemplar a diversidade de conteúdos, entregando em um mesmo nível de importância as notícias de Cidade, Política, Economia, assim como de Esportes, Entretenimento, Comportamento, Gastronomia, Veículos, Imóveis e tantos outros à disposição”, comenta Benny Cohen, editor de Mídias Convergentes do Portal Uai.Distribuição de conteúdoA forma de apresentação do novo Portal Uai traz a página principal ainda mais organizada. Os canais estão bem distribuídos, as editorias estão divididas em espaços que falam de esportes, entretenimento, imóveis, veículos, saúde e muito mais. Dessa forma, o leitor encontrará os seus assuntos de interesse de maneira mais rápida. Multimídia O conteúdo multimídia do Portal Uai também ganhou destaque nessa nova roupagem e os vídeos e podcasts podem ser encontrados sem nenhuma dificuldade. Novas editorias A mudança não ficou apenas na forma, mas também no conteúdo. O lançamento do Portal Uai marca também a criação de novas editorias, como o DiversEM, que trata dos assuntos relacionados à inclusão, à diversidade e à igualdade em todas as esferas, e o Uai Agro, que traz para o leitor as principais notícias e novidades sobre o setor do agronegócio mineiro. “A renovação do Uai, com a ampliação da produção de conteúdo e a diversificação do time de colunistas, faz parte de um conjunto de ações incessantes que acompanham a dinâmica do interesse do nosso leitor em diversas plataformas”, afirma Carlos Marcelo, diretor de redação.Conteúdo regional ganha destaque com parceria inédita O Portal Uai mantém seu DNA de mineiro. Seguindo o seu compromisso de manter o leitor bem informado, a linha editorial apresenta os principais fatos do mundo e também olha para dentro do estado, trazendo os acontecimentos que mais importam para os mineiros da capital e do interior. “Sempre tivemos um comprometimento com Minas Gerais e trazer um olhar hiperlocal para um estado que possui quase o tamanho da França é um desafio enorme de produção. Temos, sistematicamente, intensificado nossa cobertura jornalística por meio de repórteres situados em várias regiões de Minas, e já estamos colhendo frutos deste trabalho. Não é raro ter aumento de 30% de audiência em algumas regiões do estado”, explica Geraldo Teixeira da Costa Neto, Diretor Executivo dos Diários Associados. E em resposta a esse crescimento da audiência, o Portal Uai e Estado de Minas estão ampliando sua cobertura regional por meio da Rede de Notícias, uma parceria inovadora com o Google News Initiative, que nasce com o objetivo de cobrir o que está sendo chamado de “deserto de notícias”. Produtos multimídia atraem Geração Z    Sempre atento às necessidades do mercado e às mudanças no comportamento da audiência, o Portal Uai vem investindo em produtos multimídia para atrair os zoomers, ou seja, os nascidos entre meados de 1995 e 2015 que são considerados nativos digitais e interagem com as mídias de uma maneira única.Para eles - e todos que gostam de consumir conteúdo em vídeo e áudio - surgiram novos quadros e podcasts. Aliás, essas produções também ganham destaque no novo Portal Uai.  Os materiais são publicados no canal do Portal Uai no YouTube que, aliás, já conta com uma rica audiência formada por mais de 224 mil inscritos.  Já os podcasts também ganharam notoriedade. O mais novo lançamento nesta área é o “Pouquinho”. O nome, aliás, é uma referência à vontade de ouvir mais um pouquinho das histórias sobre os artistas. "Inovar e renovar constantemente formatos são desafios diários apresentados à redação do Estado de Minas e do Portal Uai e, dentro dessa proposta, a criação de conteúdo multimídia para a Geração Z tem sido uma motivação extra. Saber ouvir e conversar com esse público muito jovem abre possibilidades de desenvolver projetos que ultrapassam os padrões convencionais do jornalismo", comenta o subeditor Rafael Alves, coordenador do Núcleo de Criação Multimídia.Acesse uai.com.br e fique por dentro das novidades.  Veja Mais

Justiça da Áustria condena Facebook em caso de acesso a dados

 Justiça da Áustria condena Facebook em caso de acesso a dados

em - tecnologia A Justiça austríaca condenou o Facebook por ter informado um de seus usuários apenas parcialmente sobre seus dados pessoais coletados sem seu conhecimento - anunciou a organização não-governamental NOYB em um comunicado.Procurada pela reportagem, a rede social não quis comentar a decisão.A Suprema Corte da Austrália decidiu que Max Schrems, conhecido ativista da proteção de dados, não obteve, por parte do gigante digital, "todos os dados brutos e informações cruciais, como a base jurídica, por meio da qual seus dados foram processados", informou esta ONG com sede em Viena. A Justiça austríaca condenou o Facebook a pagar 500 euros (em torno de US$ 589) ao demandante. Também aceitou, pela primeira vez, consultar o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) sobre o respeito, por parte da rede social em questão, do marco jurídico europeu relacionado ao uso de dados dos clientes."É muito importante", disse Max Schrems à AFP, em alusão a este último ponto. Schrems lidera uma equipe de advogados. Sua ONG lançou uma série de denúncias legais para forçar as empresas digitais a respeitarem a privacidade de seus usuários.Fundada em 2018, a NOYB (acrônimo em inglês de "None of your business", ou "Não é da sua conta", em tradução livre) tem como objetivo proteger a privacidade on-line frente aos Gafa - como são chamados Google, Amazon, Facebook e Apple. Max Schrems luta, há dez anos, contra as práticas destes gigantes do Vale do Silício. Segundo o ativistas, estas empresas ignoram a legislação "de maneira deliberada", como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) europeu. Veja Mais

Como games hiper-realistas estão criando novo ramo da fotografia

Como games hiper-realistas estão criando novo ramo da fotografia

em - tecnologia Nos últimos anos, tem havido uma proliferação de grandes lançamentos de videogames que oferecem "modo de foto", permitindo aos jogadores capturar momentos memoráveis %u200B%u200Bde suas aventuras.Títulos de sucesso como The Last of Us 2, Legend of Zelda: Breath of the Wild, Red Dead Redemption 2, Assassin's Creed Odyssey e, mais recentemente, Resident Evil Village deram aos fãs a possibilidade de tirar fotos de uma infinidade de ângulos e com uma variedade de filtros de cores. A impressionante vida secreta em World of Warcraft de meu filho gamer com doença degenerativa As 'impressões digitais' ocultas nas fotos que revelam mais do que você imagina Mas o que pode ter sido inicialmente idealizado pelos desenvolvedores como uma maneira de fazer os jogadores compartilharem imagens da tela de um jogo nas redes sociais (e dar destaque ao mesmo) levou, na opinião de alguns, ao nascimento de uma nova forma genuína de arte.Graças ao hiper-realismo dos videogames modernos, que agora ostentam milhares de animações faciais individuais e eventos ambientais aleatórios que se desenrolam de maneira ligeiramente diferente a cada vez que você joga, os mundos dos games evoluíram para se tornar paisagens genuinamente espontâneas e realistas que os fotógrafos podem trabalhar para criar imagens com seu próprio (e discutível) valor artístico."Acho que como você não está carregando equipamentos por quilômetros em uma rocha, as pessoas pensam que não há esforço por trás das suas fotos e que não podem ser vistas como arte", diz à BBC Culture o "fotógrafo virtual" freelancer Leo Sang, que mora em São Paulo."Mas a arte evolui com qualquer tecnologia que defina a era em que foi criada.""Esta ideia de fotógrafos passando por missões inimagináveis %u200B%u200Bapenas para obter uma imagem está no passado agora", avalia. "Um videogame pode ser uma tela tão frutífera para um fotógrafo quanto o mundo real."Sang criou fotos de jogos para campanhas de marketing de grandes publicadoras de games e empresas como Activision e Nvidia e, além disso, ele passa grande parte de seus dias tentando capturar, como hobby, momentos com conteúdo emocional em jogos como Grand Theft Auto V e Cyberpunk 2077.Isso pode envolver passar horas organizando cuidadosamente corpos em uma taverna do Velho Oeste para construir uma foto com uma prova cabal ameaçadora, ou fotografar um momento íntimo em que um personagem está perdido em um devaneio em meio a uma paisagem futurista de neon.Muitas vezes, ele tenta fotografar momentos fugazes dos jogos que tenham uma correlação direta com a monotonia cotidiana da vida real.Uma das fotos que ele considera um de seus melhores trabalhos mostra a heroína de Resident Evil 3, Jill Valentine, ferida, tendo um momento introspectivo sentada em um vagão de trem; Sang descreve a intenção por trás da imagem com a seriedade de um artista que explica uma obra sua pendurada na parede de uma exposição de prestígio."Apesar de nos sentirmos machucados pelo mundo, todos nós ainda vamos para o trabalho [ou, pelo menos, íamos antes da pandemia] e agimos como se tudo estivesse normal. A Jill sangrando me deu a sensação de uma pessoa normal olhando pela janela enquanto se desloca para o trabalho — apenas seguindo em frente apesar de tudo."A cena sem dúvida captura um senso de perseverança com que podemos nos identificar e, portanto, a maneira como os videogames agora oferecem momentos genuínos de busca interior, mesmo em cenários fantásticos de terror apocalíptico.Os benefícios da 'fotografia virtual'O trabalho de Sang foi exibido em exposições de arte em Los Angeles e Londres (ao lado do colega Duncan Harris) — revelando como as fronteiras entre as fotos da vida real e as capturas de tela de jogos estão se confundindo. Em 2018, já tendo trabalhado com publicidade e design gráfico, Sang se desiludiu com sua vida profissional e mudou de carreira para a fotografia — rapidamente começou a ganhar dinheiro fotografando shows de música ao vivo e eventos.Porém, devido aos altos índices de criminalidade em São Paulo ("Era perigoso carregar uma câmera") e a uma sensação incômoda de que não poderia competir com fotógrafos mais consagrados (cujos orçamentos maiores permitiam certos privilégios, como viagens), Sang trocou o "elitismo" da fotografia do mundo real pelo mundo virtual e começou a ganhar dinheiro como freelancer criando capturas de tela promocionais.Sang, que transformou um hobby escapista em um meio de vida, acredita que um dos aspectos interessantes da fotografia de videogame, da perspectiva de quem pratica, é sua acessibilidade."Para muitas pessoas, não é acessível comprar uma câmera ou manter o estilo de vida de um fotógrafo. Para outras, é muito perigoso. A coisa boa sobre a fotografia de videogame é que você não precisa de experiência acadêmica. Você recebe as ferramentas imediatamente, e é livre para experimentar. Eu poderia num instante estar fotografando em um campo de batalha no norte da França ou em uma cidade futurística de Cyberpunk; não há barreiras de entrada."Comunidades de fotografia artística de videogame estão surgindo agora na internet, com amadores compartilhando avidamente fotos que tiraram dos jogos na tentativa de capturar algo único sobre a condição humana.Megan Reims, administradora da GamerGram, uma comunidade do Instagram que exibe e promove capturas de tela poéticas feitas por amadores, acredita que cada vez mais fotógrafos amadores estão transformando as capturas de tela em um hobby devido às restrições impostas pela pandemia de covid-19.Isso porque, com mundos de videogame que permitem escalar as pirâmides e ver o letreiro de Hollywood de perto, não poder viajar "não é um problema tão grande", diz ela.Entre as fotos mais preciosas de Reims está uma que ela tirou em Assassin's Creed Odyssey, que mostra uma águia voando alto sobre uma linda paisagem litorânea. Para ela, isso canaliza outra qualidade que pode ser encontrada na "fotografia virtual": o utopismo."Tirar fotos nos mundos dentro dos videogames é uma boa fuga, já que o mundo não é exatamente sua melhor versão no momento", explica."Gosto de capturar a beleza natural do ambiente de um jogo [com minhas fotos] porque é um contraste real com o que a mudança climática está fazendo com nosso mundo real. Acho que os videogames mostram aos jovens como o mundo real poderia ser se os políticos fizessem um trabalho melhor."A fotografia de videogame se tornou um hobby para Reims, de 23 anos, após a morte repentina do pai em julho de 2018. Enquanto jogava a série The Last Of Us, que mostra uma adolescente e um contrabandista de meia-idade viajando pelos EUA devastado por um vírus, cada um tendo perdido vários entes queridos ao longo do caminho, ela se identificou com a abordagem crua para lidar com traumas pessoais, e a sugestão de que passar pelos estágios de luto é muito mais assustador do que qualquer monstro carnívoro literal.Posteriormente, Reims começou a tirar fotos de sua protagonista Ellie.Uma foto particularmente impressionante mostra Ellie em pânico com uma máscara de gás claustrofóbica; representa como Reims se sentiu completamente consumida pela escuridão após a morte do pai.Mais importante ainda, mostra como tirar fotos em jogos como The Last Of Us 2 pode ajudar os jogadores a processar e compreender seus próprios sentimentos complexos — e, por tabela, essas fotos podem ter uma ressonância emocional real para aqueles que as veem."Eu não estava preparada para a morte do meu pai", admite."Mas personagens como Ellie representavam desafio e me ajudaram a superar isso. Acho que há muita arte na maneira como as pessoas capturam os jogos com suas fotos de tela; elas amam tanto os jogos que colocam seus sentimentos neles. Eles se veem nesses momentos."As barreiras para a aceitação artísticaMas será que esses "fotógrafos virtuais" podem realmente dizer que suas capturas de tela são obras de arte propriamente ditas? "Claro", diz Eddy Frankel, editor de artes visuais da revista Time Out."Estamos vivendo em um mundo pós-conceitual em que a ideia de um artista tem prioridade sobre a estética ou habilidade; então, desde que o conceito por trás do trabalho seja forte o suficiente, não importa o que o trabalho realmente seja.""A capacidade de uma obra de arte de dizer algo sobre a condição humana se resume às ideias que ela expressa e como as expressa", acrescenta."Não importa se uma obra de arte é uma foto tirada em um videogame ou fezes reais dentro de uma lata [como na famosa obra de 1961 do artista italiano Piero Manzoni], o que importa é o que a obra está dizendo. A fotografia de videogame pode dizer algo grande, importante, emocional ou interessante? Totalmente: só cabe ao artista descobrir como."Uma barreira prática para a aceitação artística dessa nova geração de "fotógrafos virtuais" são os direitos autorais. Se os jogadores tentarem capturar uma imagem usando o "modo de foto" do novo jogo de terror Resident Evil Village, a foto será imediatamente marcada com o selo "direitos autorais pertencem à Capcom".Nem todos os jogos fazem isso, mas o fato de estúdios importantes como a Capcom estarem fazendo, serve como lembrete de uma das principais diferenças entre ser um fotógrafo de tela e um fotógrafo que sai pelo mundo real com uma câmera na mão.Filosoficamente falando, há a teoria de que uma vez que um universo de videogame é lançado, ele se torna patrimônio público — as milhões de pessoas que o jogam, em última análise, são aquelas que dão vida ao jogo e conferem a ele um significado extra.Mas a realidade jurídica é que os fotógrafos de videogames não são os donos de suas fotos — e, sim, os desenvolvedores do jogo. "Ainda estamos em uma zona cinzenta no que se refere a direitos autorais e propriedade de nossa fotografia", admite Reims."Não podemos vendê-las. É uma pena que não haja solução."No entanto, nem todo "fotógrafo virtual" acredita que eles próprios deveriam ser vistos como artistas; um desses dissidentes é Petri Levälahti, um capturador de tela profissional de 40 anos que foi contratado em tempo integral pela EA Dice depois de impressionar o desenvolvedor com suas fotos cinematográficas da série Battlefield."Eu preferiria ver as capturas de tela reconhecidas como uma demonstração de apreço pelo mérito artístico dos videogames do que como arte individual [propriamente dita]", ele argumenta."Os capturadores de tela estão reformulando a arte de outra pessoa. Quando faço uma imagem em Grand Theft Auto V, estou apenas valorizando o que a Rockstar [o desenvolvedor] fez para criar este momento. Posso levar o crédito por capturar um estado de espírito, mas a arte é toda do desenvolvedor."O funcionário da EA conquistou algo que muitos fotógrafos de tela sonham: ser contratado por um grande estúdio de games para ganhar a vida tirando fotos dentro dos jogos.O trabalho que ele faz para a EA Dice envolve fazer capturas de tela dos jogos para serem usadas %u200B%u200Bem suas campanhas de marketing online.Ele também tira fotos fora do expediente como hobby. Em vez de se classificar como um artista, ele se diz um "contador de histórias"."Se eu puder contar uma história com uma cena que vai além da narrativa real do jogo, meu trabalho está feito. Quero que as pessoas vejam esses jogos de uma nova perspectiva, olhando para o meu trabalho, mas também quero mostrar que, visualmente, uma cena de Red Dead Redemption 2 pode parecer tão impressionante quanto uma (cena) de faroeste de Sergio Leone."Uma foto de Levälahti que sem dúvida consegue isso é do jogo Grand Theft Auto IV e mostra um casal olhando para um monólito que diz: "Paraíso".A cena é poderosa em sua sugestão de que, talvez, os mundos dos videogames podem ser o mais próximo que muitos de nós chegaremos de encontrar o paraíso na Terra.Mas, embora as imagens de Levälahti possam ser interessantes para refletir como um observador, ele próprio está menos aberto a especular sobre o que elas significam.Pergunto a Levälahti se ele acha que os fotógrafos do mundo real e os fotógrafos de tela de jogos compartilham a necessidade de capturar o momento perfeito — mas ele é novamente cético."Os capturadores de telas estão em um ambiente controlado, onde controlamos tudo, desde a direção do sol até as animações, mas um fotógrafo do mundo real está realmente existindo no momento", diz ele. "Os videogames estão recriando um momento. Eu diria que o que os fotógrafos do mundo real fazem é muito mais autêntico. Está em um nível totalmente diferente. A captura de tela mal tem sua própria página na Wikipedia.""Eu realmente amo o que faço, respeito o talento que alguns capturadores de tela têm, e isso mudou minha vida, mas é importante não se deixar levar. Temos que contextualizar isso de maneira que respeite os desenvolvedores e artistas que realmente fizeram esses mundos", completa.Ainda assim, Sang, colega de Levälahti, acredita que os pessimistas que acham que a "fotografia virtual" não é arte vão mudar de opinião com o tempo."Lembre-se que eles costumavam dizer que a fotografia digital também não era arte", observa."Os tempos continuam mudando."Reims é ainda mais positiva:"Se Picasso estivesse fazendo arte em 2021, ele faria experimentos com capturas de tela, tenho certeza.""A pandemia mostrou que a captura de tela é uma fonte de arte realmente sustentável. Ela só vai ficar cada vez maior. Meu sonho seria que nossas capturas de tela estivessem lado a lado com [o trabalho] de fotógrafos da vida real em [uma galeria famosa]."Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Culture. Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal! Veja Mais