Meu Feed

Hoje

Paris Hilton diz que inventou influenciadoras: 'Não existe ninguém como a original'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, socialite fala que 'não precisa mais se provar' para o público. Para ela, influencers como Gabriela Pugliesi precisam ter responsabilidade na pandemia. As 5 verdades de Paris Hilton As 5 verdades de Paris Hilton Paris Hilton decidiu, aos 39 anos, que era hora de mudar sua imagem construída ao longo dos últimos 20 anos: a voz fina e juvenil era uma farsa, a "loira burra" era apenas uma personagem e ela escondia um passado de agressões e abuso. "This is Paris", documentário lançado neste mês no YouTube, mostra uma rotina de viagens exaustivas, brigas familiares e momentos de vulnerabilidade. Nele, ela conta pela primeira vez sobre uma rotina de abusos psicológicos e violência física que sofreu no internato para bom comportamento quando tinha 17 anos. Em uma semana, o documentário teve mais de sete milhões de visualizações. Apesar de dizer que está mais sincera e de que não existem assuntos tabus em sua vida, a socialite americana não quis responder quatro perguntas do G1. Paris não fala sobre: Donald Trump e política em geral; Erros do passado; Kim Kardashian; Baixo número de seguidores no Instagram (considerando outras celebridades). Ela ganhou mais de dois milhões seguidores na rede social depois do lançamento do documentário. Para influenciadores digitais, essa é a métrica que importa. Hoje, ela tem quase 13 milhões de fãs. Por que se abrir agora? Paris Hilton releva que sofreu violência psicológica, física e emocional durante colégio interno Reprodução/Youtube/Paris Hilton Paris Whitney Hilton guardou segredo por 22 anos sobre a violência que sofreu na Provo Canyon School, que prometia tratar filhos “problemáticos” de milionários. Herdeira da rede de hotéis Hilton e com um mundo de oportunidades à disposição, Paris fugia de casa para frequentar festas e clubes. Por isso, seus pais, Rick e Kathy Hilton, decidiram enviá-la para o colégio interno. Ali, ela conta que sofria agressões verbais, psicológicas e físicas e chegou a ficar em uma espécie de solitária quando não seguia as regras. Sua vontade, ela diz ao G1, era nunca falar sobre o assunto, mas a proximidade com a diretora do documentário, Alexandra Haggiag Dean, a fez mudar de ideia. "A premissa original desse filme era mostrar ao mundo a minha verdadeira vida e minha carreira como mulher de negócios, o quão duro eu trabalho. Queria mostrar quem eu sou de verdade", conta. Paris Hilton no lançamento do filme 'The Death and Life of John F. Donovan', em Toronto, no Canadá, em 2018 Geoff Robins/AFP "Mas foi como um peso tirado dos meus ombros, ter que segurar tudo isso por tanto tempo. Então eu sinto que finalmente estou livre disso e estou orgulhosa de ter contado minha história porque, agora, outras pessoas que passaram pelo mesmo também estão contando as suas." Paris diz que não tem mais pesadelos - ela costumava tê-los todas as noites - e finalmente conseguiu ter um relacionamento feliz e saudável. No documentário, a empresária conta para a irmã um de seus maiores receios: não conseguir ter filhos e formar uma família. "Estou tão feliz com meu namorado, tão animada para ter minha família, apenas ser uma adulta, avançar para a próxima fase e ter uma vida real. Adoraria ter gêmeos primeiro, um menino e uma menina ano que vem." Socialite em tempos de Instagram Paris Hilton faz questão de ressaltar, no documentário, que se considera a inventora das influenciadoras digitais. Ser famosa apenas por ser famosa já era uma coisa dela, nos anos 2000. Ironicamente, ela parece não estar completamente bem-sucedida conforme as métricas do Instagram, rede social dos influenciadores desta década. Hilton tem 12,8 milhões de seguidores. Kim Kardashian, ex-melhor amiga e uma das socialites mais famosas do mundo hoje, tem 189 milhões. A socialite Paris Hilton desfila no São Paulo Fashion Week em 2011 Raul Zito/G1 Kim e a mãe, Kris Jenner, até aparecem por poucos minutos no documentário, mas Hilton não comenta sobre a ex-melhor amiga. Para ela, não há e nem pode surgir uma sucessora como modelo de socialite: "Eu disse que não existe ninguém como a original". Seja qual for o tamanho do fã-clube nas redes sociais, para ela, influenciadores precisam ter cuidado com o que dizem e fazem, principalmente durante a pandemia. Como foi o caso de Gabriela Pugliesi, que fez uma festa durante a quarentena e teve contratos cancelados com patrocinadores, além de outras celebridades da internet que também mostraram desrespeito às regras de distanciamento social. Paris diz pessoas como essas precisam ser responsabilizadas. “Quando você é um influenciador e tem pessoas te observando, é importante ser um exemplo certo, especialmente durante esta pandemia e tempos tão assustadores e perigosos." "Não é bom falar coisas assim, é importante tentar impedir o avanço disso para que todos possamos voltar a viver nossas vidas de uma maneira normal.” 'Não preciso mais me provar' Na sexta-feira (22), um dia antes do show, a socialite aspirante a cantora e DJ postou em seu Twitter: "Muito empolgada! Mal posso esperar! Eu amo o Brasil" Caio Kenji/G1 Depois de ter desistido da carreira na televisão e nos reality shows, Paris Hilton se apresentou como DJ em São Paulo, em 2012. A estreia foi traumatizante: uma foto flagrou o momento em que um homem ajustava um botão na mesa de som e bastou para que o público desacreditasse das habilidades dela. Depois disso, Paris se dedicou à função, tocou em festas, festivais e bateu cartão em baladas de Ibiza, litoral da Espanha, mas garante que agora só se apresenta se valer muito a pena. "É minha coisa favorita, eu amo. Farei se for um festival incrível ou se for uma oferta muito grande, mas não vou fazer isso só porque quero me provar. Já me provei como DJ, sou respeitada nesse mundo, então, de agora em diante, só farei se valer a pena." Veja Mais

Últimos dias

Pamela Hutchinson, do grupo The Emotions, morre aos 61 anos

G1 Pop & Arte Segundo comunicado publicado no Facebook da banda, a cantora morreu na sexta-feira (18). Pamela Hutchinson, do grupo The Emotions, morre aos 61 anos Reprodução/Instagram Pamela Hutchinson, membro do grupo The Emotions, morreu aos 61 anos. Ela era a integrante mais nova da banda de R&B vencedora de Grammy e interpretava "Best of my love", um dos maiores hits do grupo. Segundo comunicado publicado no Facebook da banda, Pamela morreu na sexta-feira (18). "Estamos tristes em anunciar a morte de nossa irmã Pamela Rose Hutchinson. Pam sucumbiu a problemas de saúde que vinha lutando há muitos anos. Agora nossa linda irmã cantará entre os anjos no céu em perfeita paz." A banda originalmente gospel surgiu na década de 1960, em Chicago, e assinou contrato com uma gravadora de R&B após atingir sucesso local. Em 2006, a banda fez uma participação na canção "Life", do rapper Snoop Dogg. Initial plugin text Pamela, Wanda e Sheila posam para a capa do single "Life" Divulgação/Facebook Veja Mais

Tropicália, Bossa Nova, Clube da Esquina e... Poesia Acústica. Rap de barzinho é mais um hit coletivo

G1 Pop & Arte Sucesso do canal carioca Pineapple Storm confirma tradição brasileira de compor e cantar em grupos. Podcast ouve quem está por trás do projeto e explica esta tendência do hip hop. Tem gente que ama e tem gente que odeia o Poesia Acústica. Mas ninguém nega o sucesso deste projeto que une rappers em um som mais acústico e por vezes romântico, na ativfa desde 2017. E tem mais: você já parou pra pensar que ele tem algumas semelhanças com movimentos que ditaram rumos da música brasileira, como a bossa nova, por exemplo? A comparação não é assim tão absurda e o podcast acima acima explica isso. Mas que rap é esse? O Poesia Acústica é uma série de vídeos musicais do canal carioca pineapple storm, que também faz o Poetas no Topo. Esse também tem times de rappers, mas sem a pegada acústica. POESIA ACÚSTICA: G1 já explicou como é o projeto Com esses dois projetos como principais frentes, o canal tem hoje mais de 2 bilhões de visualizações. Só os nove vídeos do Poesia Acústica já foram vistos mais de 1 bilhão de vezes. São números excelentes, ainda mais quando se pensa que vários dos artistas são desconhecidos do grande público. Poesia Acústica 9 com Djonga, Filipe Ret, Xamã e outros rappers Reprodução “Eu acho que é um dos projetos mais relevantes em questão de alcance, de visibilidade, da música hoje em dia no brasil, especialmente por ser algo orgânico", analisa Paulo Alvarez, o criador do Poesia Acústica, em entrevista ao G1. "Não tem nenhum tipo de envolvimento com uma gravadora grande, investimento em publicidade, apoio da grande mídia. Especialmente em relação ao youtube. Com certeza, no youtube, é o maior projeto musical no brasil.” Rap acústico não é novidade Mas ele não inventou o rap acústico, é claro. Nos anos 90, a mtv americana já fazia um acústico com rappers no programa “Yo”. E, aqui no brasil, esse sub gênero já vinha crescendo desde 2012, 2013, com a força de grupos como o oriente e o 3030. Esse formato com MCs reunidos alternando rimas numa mesma base também já existia. Ele se chama cypher. Lord, Choice, Maria, Sant e Tiago Mac durante sessão do projeto Poesia Acústica Divulgação “Assim como o acústico, os cyphers também estavam numa tendência forte entre a metade de 2016 e o final de 2017. Nessa época, surgiram alguns dos projetos que marcaram essa geração, como o Favela Vive, que também participei da criação", recorda Alvarez. "Em 2017, na verdade, estava existindo essa tendência dos acústicos de novo. A gente não pensou: 'vamo fazer um som comercial, um bagulho pra estourar. Vamo fazer um acústico pra seguir a moda'. A gente só, como a maior galera, sentiu vontade de fazer." Ele diz que o Poesia Acústica e o projeto logo "caiu no gosto popular". "Não acho que tenha mudado a cena, eu acho que se tornou uma nova vitrine bem diferente pros MCs, com alcance bizarro." Ele lembra que quando criou o Poetas no Topo queria mostrar a união de então novos nomes como BK e Djonga. "O BK já mais consolidado, com o primeiro álbum dele, e o Djonga surgindo avassalador ali, na segunda metade de 2017." "Eu sabia que essa união tanto eu quanto todo fã de rap queria ver. Eu tinha acesso aos dois e diz acontecer." Rap para quem não é fã de rap? Rappers cantam no projeto Poesia Acústica Divulgação No Poesia Acústica, letras de amor, um tema universal, ajudam a atrair muitos fãs de outros estilos. A mistura das rimas do rap com o funk, samba, MPB também contribui com isso. Tem até quem diga que é o rap de barzinho. O fato é que esse potencial agregador dos cyphers deu muito certo no Brasil, porque está inserido em uma tradição da música brasileira. Desde o começo da Bossa Nova, nos anos 50, artistas do Brasil já se reuniam em turmas pra criar as rimas que mudariam para sempre a música. “O poesia acústica reverbera uma tradição que vem desde sempre na música brasileira", analisa Mauro Ferreira, crítico e blogueiro do G1. "Dá pra citar a Bossa Nova porque, apesar da figura proeminente do João Gilberto, o movimento em si surgiu em grupo, em apartamentos. As pessoas se reuniam pra ouvir músicas, trocar informações, ouvir novidades e também compor. Já era um indício que a música brasileira é um pouco gregária. " O Clube da Esquina veio mais tarde, no início dos anos 70, tendo o álbum duplo de 1972 como marco. O coletivo mineiro é outro bom exemplo: "Milton Nascimento é a figura central, mas o Clube da Esquina só existe por ser um coletivo. Tanto que o disco fundamental, a pedra fundamental de 72, é assinada pelo Milton com o Lô Borges, que era um artista iniciante na época. Milton já era um artista consagrado. E eles assinam de igual pra igual, e outros músicos, compositores, estava todo mundo integrado num movimento." Mauro cita outros combos como o Pessoal do Ceará, surgido mais ou menos na mesma época. "É um movimento cultural que teve Ednardo, Belchior, Rodger Rogério, e também englobava artes plásticas, música… todo mundo ali junto. É uma tradição que eu acho que o Poesia Acústica leva adiante.” O Paulo Alvarez, criador do Poesia, é cauteloso ao falar desse assunto, mas acha que essas semelhanças vão se provar com o tempo: "Eu não faria comparações desses movimentos com projetos específicos na cena do rap, mas acho que a própria história do rap no brasil, quando for analisada com mais distanciamento, quando o tempo tiver passado, vai ter semelhanças com esses movimentos por causa do posicionamento de contracultura, o posicionamento político. Além disso, várias pessoas que marcaram a cena do rap vão ter seu nome marcado pra sempre na história da música brasileira." Ele cita Sabotage, Mano Brown, Emicida, Rashid e nomes da geração atual como Froid, Djonga e BK. "Eu acho que não só o poesia acustica ou qualquer outro projeto específico, a Pineapple vai estar lá também, com a sua parcela de contribuição." Como em outros casos já citados, a participação no Poesia Acústica costuma dar muita visibilidade e acabou alavancando a carreira de alguns artistas. A hora de Orochi Orochi Pedro Darua / Divulgação Orochi, nome artístico de Flávio César Castro, já era conhecido no meio do rap quando participou do Poesia Acústica 6, no fim de 2018. Mas foi logo depois, no início de 2019, que ele estourou de vez com a música "Balão". A letra cita um episódio em que ele foi detido pela polícia por porte de maconha e desacato à autoridade. Hoje, Orochi é um fenômeno do rap, e um dos brasileiros mais ouvidos do gênero no Spotify. "O Poesia Acústica se tornou o maior projeto do rap nacional, sem dúvidas, o projeto com maior visibilidade, que fez os números mais absurdos. É um marco no rap nacional", diz ele ao G1. "O público do Poesia vai muito além do rap, ultrapassou totalmente a bolha", explica Orochi. "Muitas pessoas não entendem, ele mudou a música. É uma parada tão grandiosa que é mais fácil dizer: mudou a música, mudou o rap." Ele diz que o projeto é "uma forma de se tornar um artista superior, de ser visto". "Os números não mentem", resume. Um banquinho e uma rima Rapper Hungria conquistou o público com suas músicas de batida forte Rick Miura O sucesso do Poesia também abriu caminho pra que o rap acústico se consolidasse como um gênero bem popular por aqui. Isso acabou beneficiando outros artistas que seguem essa linha, como o Hungria Hip Hop. “A molecada que cantava um rap mais underground, como eu, quando eles entraram com o projeto acústico, a gente começa a provar pras pessoas que a gente tem potencial de músico, potencial de fazer mudanças, de tocar com banda", garante Hungria. "Eu acho de uma relevância extremamente importante porque a gente consegue quebrar paradigmas.” Um outro cypher que tem crescido se chama Vergonha pra Mídia, que une funk e rap de protesto. Ele já teve duas edições. ‘Vergonha pra mídia 2’ busca repetir fenômeno que uniu funk ao rap de protesto O rapper Salvador da Rima, um dos nomes por trás desse projeto, conta que fazer música em grupo, tem vantagens, mas os artistas também têm que saber se posicionar sozinhos no mercado. “Junta vários nomes fortes, o pessoal vai querer escutar. Um conjunto de energias e ideias trabalhando por aquele projeto, tá ligado? Quanto mais pessoas envolvidas com energia positiva torcendo pro projeto dar certo, melhor. Fica um som bom de escutar, não fica repetitivo... Você junta vários nomes e dá uma pedrada na cara da mídia", explica Salvador. Ele diz que artistas também tem que investir em suas carreiras próprias. Lançar singles e clipes fora do projeto coletivo tem que fazer parte da estratégia. Mas o coletivo não está só no rap, no funk hoje, quase todo canal grande tem seus próprios cyphers. Um para ficar de olho é o Love Acústico, que segue bem a linha do Poesia Acústica. Com fé em Deus e ode às motos, novo 'funk consciente' supera letras sexuais e renova o estilo É um projeto da Love Funk, uma produtora que ganha força no novo funk consciente de São Paulo, de mcs como o Paulin da Capital. Arte/G1 Veja Mais

Emmy 2020 é neste domingo; veja indicados, favoritos e trailers das séries

G1 Pop & Arte 'Watchmen', 'The Marvelous Mrs. Maisel', 'Succession' e 'Ozark' estão entre os indicados na maior premiação da TV americana. Séries indicadas ao Emmy 2020: 'Maravilhosa Sra. Maisel', 'Ozark', 'Watchmen' e 'Succession' Divulgação O Emmy 2020, maior premiação da TV americana, acontece neste domingo (20). A 72° edição do evento, apresentada pelo comediante Jimmy Kimmel, será totalmente virtual por causa da pandemia de Covid-19. A transmissão do Emmy no Brasil acontece a partir das 21h pelos canais TNT e TNT Séries. A minissérie "Watchmen", sucesso da HBO baseado na HQ, é a produção mais indicada do ano, concorrendo em 26 categorias. Entre os programas com maior número de indicações, "The Marvelous Mrs. Maisel" foi a mais lembrada entre as séries de comédia, com 20 indicações. Nas dramáticas, "Ozark" e "Succession" empataram, presentes em 18 categorias. Veja abaixo os indicados e as apostas nas principais categorias: Melhor série de drama Assista ao trailer de 'Succession' DEVE GANHAR: "Succession" MERECE GANHAR: "Succession" ou "Better Call Saul" "Better Call Saul" "The Crown" "O conto da aia" "Killing Eve" "The Mandalorian" "Ozark" "Stranger Things" "Succession" Melhor série de comédia DEVE GANHAR: "Schitt's Creek" MERECE GANHAR: "What we do in the shadows" “Curb your enthusiasm” “Dead to me” “The good place” “Insecure” “The Kominsky Method” "The Marvelous Mrs. Maisel" "Schitt's Creek" “What we do in the shadows” Melhor minissérie 'Watchmen', série baseada nos quadrinhos, ganha 1º trailer; ASSISTA DEVE GANHAR: "Watchmen" MERECE GANHAR: "Watchmen" “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Unbelievable” “Unorthodox” “'Watchmen” Melhor ator em série dramática DEVE GANHAR: Brian Cox MERECE GANHAR: Jeremy Strong Jason Bateman - "Ozark" Sterling K. Brown - “This is us” Steve Carell - "The Morning show" Brian Cox - "Succession" Billy Porter - “Pose” Jeremy Strong - "Succession" Melhor atriz em série dramática Assista ao trailer de 'The Morning Show' DEVE GANHAR: Jennifer Aniston MERECE GANHAR: Laura Linney Olivia Colman - “The Crown” Laura Linney - "Ozark" Jennifer Aniston - "The Morning Show" Jodie Comer - “Killing Eve” Sandra Oh - “Killing Eve” Zendaya - "Euphoria" Melhor ator em série de comédia DEVE GANHAR: Eugene Levy MERECE GANHAR: Eugene Levy Anthony Anderson - "Black-ish" Ted Danson - "The good place" Michael Douglas - The Kominsky Method" Eugene Levy - "Schitt's Creek" Don Cheadle - "Black Monday" Ramy Yousseff - "Ramy" Melhor atriz em série de comédia DEVE GANHAR: Catherine O'hara MERECE GANHAR: Catherine O'hara Christina Applegate - "Dead to me" Linda Cardellini - "Dead to me" Rachel Brosnahan - "The Marvelous Mrs. Maisel" Tracee Ellis Ross - "Black-ish" Issa Rae - "Insecure" Catherine O'hara - "Schitt's Creek" Melhor ator em série limitada ou filme para TV DEVE GANHAR: Hugh Jackman MERECE GANHAR: Mark Ruffallo Jeremy Irons - "'Watchmen" Hugh Jackman - "Bad Education" Paul Mescal - "Normal people" Jeremy Pope - "Hollywood" Mark Ruffallo - "I know this much is true" Melhor atriz em série limitada ou filme para TV DEVE GANHAR: Regina King MERECE GANHAR: Regina King Cate Blanchett - “Mrs. America” Shira Haas - “Unorthodox” Regina King - “'Watchmen” Octavia Spencer - “Self made” Kerry Washington - “Little fires everywhere” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama DEVE GANHAR: Billy Crudup MERECE GANHAR: Matthew Macfadyen Giancarlo Esposito - “Better Call Saul” Bradley Whitford - “O conto da aia” Billy Crudup - “The Morning show” Mark Duplass - “The Morning show” Nicholas Braun - “Succession” Kieran Culkin - “Succession” Matthew Macfadyen - “Succession” Jeffrey Wright - "Westworld" Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama DEVE GANHAR: Helena Bonham Carter MERECE GANHAR: Sarah Snook Laura Dern - “Big Little Lies” Meryl Streep - “Big Little Lies” Helena Bonham Carter - "The Crown" Samira Wiley - "O conto da aia" Fiona Shaw - “Killing Eve” Julia Garner - “Ozark” Sarah Snook - "Succession" Thandie Newton - "Westworld" Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia DEVE GANHAR: Alex Borstein MERECE GANHAR: Yvonne Orji Betty Gilpin - “Glow” D'Arcy Carden - “The good place” Yvonne Orji - “Insecure” Alex Borstein - “The Marvelous Mrs. Maisel” Marin Hinkle - “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon - “Saturday Night Live” Cecily Strong - “Saturday Night Live” Annie Murphy - "Schitt's Creek" Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia DEVE GANHAR: Dan Levy MERECE GANHAR: Andre Braugher Andre Braugher - “Brooklyn 99” William Jackson Harper - “The good place” Alan Arkin - “The Kominsky Method” Sterling K. Brown - “Marvelous Mrs. Maisel” Tony Shalhoub - “Marvelous Mrs. Maisel” Mahershala Ali - "Ramy" Kenan Thompson - "Saturday Night Live" Dan Levy - Schitt’s Creek” Melhor reality show de competição “The masked singer” “Nailed it!” “RuPaul Drag Race” “Top chef” “The voice” Melhor programa de variedades “The daily show with Trevor Noah” “Full frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel live!” “Last week tonight with John Oliver” “The late show with Stephen Colbert” Melhor filme para TV “American Son” “Bad education” “Dolly Parton's Heartstrings: These Old Bones” “El Camino: A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend” Veja Mais

San Sebastián abre seu festival de cinema com estreia mundial de Woody Allen

G1 Pop & Arte Edição está repleta de precauções por causa do coronavírus. Comédia homenageia cineastas Godard, Truffaut, Fellini, Bergman e Buñuel. Wallace Shawn, Gina Gershon e Louis Garrel no filme 'Rifkin's Festival', de Woddy Allen Reprodução/Youtube Repleto de precauções por causa do novo coronavírus, o Festival de Cinema de San Sebastián teve início nesta sexta-feira (18) com a estreia mundial do filme "Festival de Rifkin", uma comédia romântica na qual Woody Allen homenageia seus mestres inspiradores e retorna às suas obsessões. Em seu novo filme, o cineasta nova-iorquino de 84 anos relembra com sequências fantasiosas os cineastas europeus: Godard, Truffaut, Fellini, Bergman, além do 'O Anjo Exterminador' de Buñuel. E como fez com Barcelona e Oviedo em "Vicky Cristina Barcelona" (2008), desta vez resolveu trabalhar novamente com a produtora espanhola Mediapro para maravilhar a todos com a beleza das ruas, montanhas e mar de San Sebastián, onde filmou no verão de 2019. "Quem financiou queria um filme na Espanha (...) Lembrei-me de como é lindo e charmoso San Sebastián e montei o plano do filme em torno do festival", explicou o diretor por meio de videoconferência de sua Casa em Nova York. Allen reflete sobre suas referências ao cinema clássico europeu, afirmando que "tiveram grande influência no cinema americano". E ao lembrar que, na época dos seus diretores favoritos, o cinema comercial de Hollywood também dominava, o diretor afirma que "a situação continua a mesma" hoje, com "alguns bons diretores fazendo filmes de alta qualidade" em meio a títulos muito menos ambiciosos do ponto de vista artístico. A comédia gira em torno do casal formado por Mort Rifkin (Wallace Shawn) e sua esposa Sue (Gina Gershon), uma publicitária de cinema. Ambos viajam para o festival na cidade basca, e ela se envolve em um "caso" com um atraente diretor francês (Louis Garrel). Irônico e mordaz, Rifkin dá voz às perguntas de Woody Allen sobre o significado da vida e da morte, e também repensa seu casamento após conhecer uma médica espanhola, Jo Rojas (Elena Anaya), que por sua vez está infeliz com seu casamento com um pintor louco (Sergi López). Trabalhar com Woody Allen "foi um presente de vida, e eu aproveitei" embora "chegasse todos os dias um pouco neurótica" ao set e "saía atormentada" de lá, contou Elena Anaya. "A comida aqui é muito boa; estávamos filmando e eu queria comer o tempo todo, isso era o mais difícil", relatou de forma divertida Gina Gershon, referindo-se à elogiada cozinha basca. Allen volta a exibir o seu trabalho nesse festival que, em 2004, lhe concedeu o prêmio honorário Donostia por reconhecimento da sua carreira, dedicando-lhe uma retrospectiva. Retira-se um pouco o espinho de anos em sequência que os holofotes sobre Allen trataram das acusações relacionadas a Dylan Farrow, sua filha adotiva, da qual ele teria abusado sexualmente quando criança. O cineasta nega categoricamente essas acusações, não tendo sido acusado formalmente ou ido a julgamento em nenhum momento. No entanto, sua imagem ficou tão degradada, na esteira do movimento #MeToo, que ele não conseguiu lançar seu filme anterior, "Um Dia de Chuva em Nova York" nos Estados Unidos. Veja Mais

Luísa Sonza se pronuncia após acusação de racismo: 'Eu jamais teria esse tipo de atitude'

G1 Pop & Arte Cantora negou denúncia e afirmou que equipe está tomando providências jurídicas. 'Jamais ofenderia outra pessoa por conta da cor de sua pele. Essa acusação é absurda.' Luísa Sonza no Rock in Rio 2019 Marcos Serra Lima/G1 Luísa Sonza usou suas redes sociais para se pronunciar após acusação de racismo. De acordo com os dados do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Isabel Macedo de Jesus abriu uma ação de dano moral contra Luísa Sonza e a Pousada Zé Maria. O primeiro ato de documentação do processo data de outubro de 2019. "Gente, tudo isso é mentira! Não acreditem nisso! Eu jamais teria esse tipo de atitude. Vocês me conhecem bem, sabem qual é meu caráter, minha índole. Eu jamais ofenderia outra pessoa por conta da cor de sua pele. Jamais! Essa acusação é absurda. Minha equipe já está tomando todas as providências jurídicas quanto ao caso”, escreveu a cantora. Initial plugin text Segundo consta no processo, Isabel "narra que foi passar férias em Fernando de Noronha e, enquanto assistia a um espetáculo da 1ª ré, Luísa Gerloff Sonza, durante um festival gastronômico no estabelecimento da 2ª ré, Pousada Zé Maria, foi maltratada pela 1ª ré, que ordenou que lhe trouxesse um copo de agua, pois estava com sede." "Aduz que ao ser informada de que a autora não era funcionária, a 1ª ré se mostrou visivelmente surpresa, levando a autora a crer que tal fato se deve aos seus traços raciais, razão pela qual registrou ocorrência junto à delegacia de polícia local, que não deu crédito a seu relato. Assim, requer indenização por dano moral e retratação pública por parte dos requeridos." Ao longo do processo, Isabel teve o benefício da gratuidade de justiça indeferido. Segundo documento, o relator indeferiu "a gratuidade de justiça pleiteada à parte autora, uma vez que o suposto evento danoso ocorreu em uma viagem de férias a Fernando de Noronha, local reconhecido no Brasil e no estrangeiro por suas belezas naturais e por seus frequentadores- artistas famosos e pessoas com elevado poder aquisitivo." "Logo, não se mostra razoável que a demandante passe férias no supramencionado arquipélago, onde são cobrados valores altos de transporte, hospedagem e permanência, e venha a pleitear a concessão do benefício da gratuidade de justiça." "Acusações falsas" A assessoria de imprensa da cantora informou que Luísa não foi citada em nenhuma ação e que as acusações são falsas. "A assessoria jurídica da artista Luísa Sonza, através do seu advogado José Estavam Macedo Lima, vem a público informar que tomou conhecimento do referido processo pela mídia. Que a cantora até a presente data não foi citada de nenhuma ação que venha a lhe imputar o fato que está sendo noticiado. Que as acusações são falsas, inverídicas e vêm em um momento oportunista em razão do crescimento exponencial da carreira da artista. Informa, ainda, que nunca ofendeu ou discriminou qualquer pessoa." "Causa estranheza as acusações de racismo, pois até a presente data a artista não recebeu qualquer notificação das autoridades policiais sobre a suposta investigação. Todas as medidas administrativas e judiciais serão adotados para proteger a honra e a intimidade da artista." Veja Mais

'Hogwarts Legacy' e 'Final Fantasy XVI' são anunciados durante apresentação do PlayStation 5

G1 Pop & Arte Novo capítulo da franquia de RPG e game no universo de Harry Potter são destaques durante evento do novo console. 'Hogwarts Legacy' Reprodução Um novo game no universo de "Harry Potter", "Hogwarts Legacy", e o 16º capítulo de uma das séries de RPG mais conhecidas da indústria, "Final Fantasy XVI", foram anunciados nesta quarta-feira (16) durante uma transmissão focada em jogos do PlayStation 5. Já "Hogwarts Legacy" será um RPG em mundo aberto passado dentro da escola de magia dos livros de "Harry Potter". A história, no entanto, acontecerá no século 19, e colocorá o jogador para controlar um aluno que precisa enfrentar um antigo segredo. O jogo será lançado para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e computadores em 2021. Pelo trailer, o próximo "Final Fantasy", exclusivo do novo console da Sony, vai se passar em um mundo com inspirações medievais. A Square Enix não deu pistas sobre data de lançamento. Veja Mais

'Romance desapegado', do Conde do Forró, bate 30 milhões no YouTube com carisma de Japinha

G1 Pop & Arte Forró romântico contou com vídeo descontraído da vocalista, potencial de meme e sofrência para emplacar. Após sucesso, música foi regravada por Marcia Fellipe e está na mira de Safadão. Uma letra que pega fundo no coração dos solteiros e tem potencial de meme, um sub gênero chamado de "forró romântico de favela" e um vídeo inusitado regado a corote ajudaram a Conde do Forró a ter o maior sucesso no Brasil hoje. Foi com essa fórmula que a veterana banda alagoana levou "Romance Desapegado" a uma marca impressionante: mais de 30 milhões de visualizações no YouTube em menos de um mês. A música também está entre as 50 virais do mundo e no top 10 do Brasil no Spotify. No Youtube, o desapego do Conde do Forró chegou à primeira posição no ranking musical. A performance ajudou a alavancar a popularidade do outro lançamento da banda. "Saudade de mim" já soma 8,7 milhões de visualizações e está entre as músicas em alta da plataforma. 'Romance desapegado', do Conde do Forró, revela a vocalista Japinha “É muito casal fingindo que se ama e muito solteiro apaixonado”. O refrão cantado pela vocalista Japinha virou citação sensação nas redes socais. A música foi regravada por Márcia Fellipe e Ellen Nery. Além disso, há versões na voz de Weslley Safadão circulando pelo Youtube. A cantora tem grande mérito pela viralização. Antes de gravar em um cenário bonito e por a música para rodar, ela publicou um vídeo sentada em um banco de praça, com um corote na mão e um recado para o ex-namorado: "Fala, rapaziada, tô aqui com meu Corote. Passou um gari agora há pouco e eu lembrei do meu ex que dizia que eu era um lixo. Incrível que o gari não me reciclou, sinal que eu sou gente fina pra..." Foi assim que a Japinha apresentou "Romance desapegado", seu primeiro grande single à frente da banda Conde do Forró. Ao G1, ela contou como teve a ideia do vídeo, como tem sido a adaptação no novo trabalho e os planos com a banda. Japonesa, carioca e forrozeira Nascida no Rio de Janeiro, Lorraine Silva, de 19 anos, começou a fazer trabalhos como modelo aos 10. Cinco anos depois, finalmente conseguiu convencer a mãe de que aquilo não era o que ela queria. "No fundo, eu já sabia que era a música que queria seguir. Foi complicado convencer minha mãe que eu queria ser cantora com 15 anos", conta ela. Japinha gostava de forró "desde criancinha", como ela diz. Quando começou a cantar, passou por duas bandas do estilo na cidade, mas as passagens "não deram certo". Ela tinha acabado de ser reprovada para um outro teste quando recebeu o convite do Conde do Forró para substituir a vocalista anterior, Jarly Almeida. Sobre o vídeo que viralizou, ela diz que foi sem querer: "A gente tinha acabado de gravar, eu estava cansada e falei 'quer saber, vou beber para relaxar um pouco'. O gari passou, lembrei do meu ex e comecei a falar umas coisas nada a ver. Bêbada, a gente fala mesmo. Pedi para o dono da banda me gravar e fui viajando." Japinha gosta de cantar e escrever sobre sofrência. Por conta da banda, se mudou sozinha para Alagoas. Conde do Forró surgiu em 2013 em Maceió e seu público cativo está concentrado no Nordeste. Além de gravar, está se preparando para shows. Segundo a cantora, os convites não param de chegar. Eles passaram de 15 shows mensais, antes da pandemia, para 25 a 30 no mês, agendados a partir de novembro. "Estou ansiosa demais para os primeiros shows. O telefone não para, é muita ligação para fechar show. Tá fluindo." Quem é essa mulher? Junior Vidal, executivo do Sua Música, site referência para entender os novos sucessos, diz que o estouro de "Romance desapegado" e a estreia de Japinha também despertaram curiosidade no ramo do forró. "Já foi bacana o fato de ser uma cantora de forró com traços orientais, isso já chamava a atenção. Contando também que ela é muito talentosa." "Ela gravou o projeto, uma espécia de DVD mais intimista, algo com produção reduzida. Antes de lançar oficialmente, começou a fechar parcerias com páginas de Instagram do segmento musical, e essas páginas começaram a publicar vídeos dela", explica Vidal ao G1. Veja Mais

Jakson Follmann foca na música e planeja turnê para 2021, mas sem exagero na quantidade de shows

G1 Pop & Arte Ao G1, ex-goleiro da Chapecoense falou sobre planos e comparou carreiras de jogador e cantor. 'Não quero fazer inúmeros shows no mês e, sim, poder fazer um show tranquilo.' Jakson Follman fala sobre carreira musical e planos para 2021 "Eu sempre tive dois grandes sonhos." É com essa frase que o ex-goleiro Jakson Follmann começa a falar sobre seu ingresso na carreira musical após aposentadoria precoce dos campos. "O primeiro, consegui concretizar, que foi me tornar um jogador de futebol, atleta profissional. E em todos os clubes que, passei, sempre estive com meu violão." Em 2016, quando defendia a Chapecoense, Follmann sobreviveu a um acidente aéreo que vitimou a maior parte da equipe. Ele sofreu várias lesões, amputou uma das pernas e passou 56 dias internado em hospitais. Nesta fase, conta, começou a dar valor as coisas simples da vida. "O fato de você conseguir colocar um calçado fechado, de você dar os primeiros passos, poder abraçar as pessoas que você mais ama em pé... essas coisas simples que realmente fazem uma diferença muito grande." E esse aprendizado Folmann carrega pra sua carreira musical, que inicia agora uma nova fase, depois de passar pelo período do som entre amigos e, também, pela vitória do programa "Popstar", em 2019. "Quis o destino que eu pudesse dar os primeiros passos no segundo sonho." Jakson Follmann durante participação no "Popstar" Globo/Rafael Lima Durante a quarentena, Jakson lançou seu primeiro single, "Dois passarinhos", que veio acompanhado de um videoclipe com a participação da mulher e do filho. A faixa estará no EP de estreia do artista, gravado durante o isolamento. O álbum trará, além de canções sertanejas, a música "Tente outra vez", de Raul Seixas. Foi com ela que Follmann estreou no reality musical e emocionou o público. "Ela se tornou uma música muito importante pra mim. É uma música que me fortaleço cada vez que eu ouço, cada vez que eu canto, então ela não teria como ficar de fora nesse momento novo da minha vida." Durante a quarentena, Follmann também fez sua primeira live. E agora anseia pela chegada de 2021, para quando planejou sua primeira turnê musical. "Não quero fazer inúmeros shows no mês e, sim, poder fazer um show tranquilo", diz o ex-jogador. O planejamento inclui apresentações somente em teatro e deve visitar de 9 a 12 cidades. "Nada pra fazer em casa noturna, nada de loucura. A gente jamais vai fazer loucura, senão também foge de tudo o que eu falo nas minhas próprias palestras." Jakson Follmann durante apresentação de sua primeira live Baxo Correa/Divulgação G1 - Foi a vitória no "Popstar" que te despertou para a carreira musical? Jakson Follmann - Na verdade, eu sempre tive dois grandes sonhos. O primeiro, consegui concretizar, que foi me tornar um jogador de futebol, atleta profissional. E em todos os clubes que passei, sempre estive com meu violão. Então nos churrascos, com os atletas, a gente acaba sempre cantando, tocando violão, porque a música sempre me acompanhou. Lógico que veio o primeiro sonho, mas a paixão sempre continuou pela música. Aí quis o destino que eu pudesse realizar, dar os primeiros passos no segundo sonho. O programa foi um desafio muito gostoso e foi muito legal porque eu pude me reinventar fora do esporte. Pude me reconstruir fora do esporte, isso foi muito importante pra minha vida. G1 - Você já pensava na carreira musical para o momento que se aposentasse dos campos? Jakson Follmann - Pensar, pensar, não estava muito ainda em mente, porque, poxa, eu tinha 23 para 24 anos quando me acidentei, quando tive que encerrar minha carreira. Então eu tinha no mínimo mais uns 15 anos de carreira. Tinha muita coisa ainda pra acontecer até me aposentar dos gramados. Mas quis o destino me dar essa oportunidade depois de tudo o que aconteceu. Claro que é muito recente, está no começo, mas estou muito feliz de estar começando a dar os primeiros passos. G1 - Quando você venceu o 'Popstar', falou sobre 'as pequenas conquistas a cada domingo'. Atleta costuma ser mais competitivo, mais agressivo, digamos assim, nas conquistas... O acidente ressignificou sua forma de ver cada vitória? Jakson Follmann - Com certeza. Sempre falo que ainda corre nas minhas veias o sangue de atleta, que é aquela coisa que a gente vai e quer vencer, que estar nas cabeças. Eu sou assim na minha vida, nas minhas oportunidades e tudo. E isso quem me mostrou, quem me fez ser assim, foi o esporte. Quando entrei no programa, eu te confesso que o desafio era gigantesco. Meu principal concorrente durante todo o programa era eu mesmo, saber me portar perante as câmeras, perante ao público. Era tudo muito novo pra mim. Então era muito legal porque cada conquista do programa vinham as lembranças da semana, ensaiando no meu quarto, dentro da minha casa, mais tranquilo, da minha forma simples, que é o meu jeito. Por isso que falo muito das coisas simples também pelo fato que elas fizeram uma diferença muito grande pra mim depois do acidente. Tive complicações enormes no meu corpo, tive treze fraturas. Então o fato de você conseguir colocar um calçado fechado, de você dar os primeiros passos, poder abraçar as pessoas que você mais ama em pé... essas coisas simples que realmente fazem uma diferença muito grande. A maioria das vezes a gente só se dá conta das coisas simples da vida quando está no leito de um hospital. A gente para realmente pra pensar o tem valor nessa nossa vida, que é tão intensa, tão corrida. Pra mim era tão corrido. Hoje sou um cara que procuro focar, relaxar, respirar e, volto a dizer, valorizar muito essas coisas simples. Jakson Follmann durante sua primeira live Baxo Correa G1 - Enquanto você foi falando, só pensei que você deve estar tirando de letra o isolamento dessa quarentena depois de todo esse aprendizado com o acidente... Jakson Follmann - (risos). Eu fiquei 56 dias nos hospitais, praticamente fiquei só dentro do quarto. E lógico que cada momento, cada dificuldade que hoje o mundo todo está passando em relação ao isolamento, em relação a toda a pandemia, a gente acaba saindo com vários aprendizados. "Eu te falo que eu aprendi muito nos 56 dias hospitalizado, e aprendi muito na pandemia." Tirar de letra é uma expressão um pouco difícil, mas a gente procura trabalhar bem a cabeça, porque a gente já passou por uma situação de ficar isolado, então a gente acaba fortalecendo ainda mais. G1 - Por que escolheu o sertanejo? No programa, você cantou muitas canções nesse ritmo, mas uma das apresentações que mais emocionou o público, talvez por sua história, foi "Tente outra vez". Jakson Follmann - Eu gosto de tudo que é tipo de música, eu gosto de uma boa música. Eu sempre falo que gosto de músicas que tem um significado na letra. A música realmente transforma vidas, ela muda a vida de pessoas. Eu me identifico mais com o sertanejo, com o sertanejo mais raiz. Até no meu EP são músicas mais raiz, que falam mais de interior, eu sou do interior também. G1 - Como tem sido o apoio por parte dos artistas? Jakson Follmann - Eu tenho muitos amigos cantores, sertanejos e outros ritmos, outras modalidades musicais. E graças a Deus, tive um apoio muito grande. Quando eu mostro o projeto, quando falo para as pessoas e a gente apresenta o projeto, está sendo muito bem recebido pelos cantores. E esse apoio é fundamental. Pra gente que é fã de muitos desses cantores, desses artistas, poder receber também esse carinho, não tem preço. G1 - A gente vê tanta música viralizar depois que um atleta posta ou faz dancinha em campo. O bom, no seu caso, é que você tem apoio e amigos dos dois lados, né? Jakson Follmann - É legal, porque tenho bastante amigos na música, e tenho muitos e muitos dentro do futebol. E é legal porque os amigos, os jogadores, mandam mensagem dizendo que a música está muito linda, que está muito minha cara, as pessoas que me conhecem de mais tempo. É muito legal você receber esse feedback. A gente procurou fazer músicas que pudessem atingir tudo que é tipo de público, ainda mais nesse momento que a gente está vivendo. G1 - Você iniciou a carreira musical num momento de quarentena, lançou clipe, fez live, EP, tudo nesse momento atípico de reclusão. Mas já está pronto pra ir para os palcos, pra encarar estrada, correria de agenda? Jakson Follmann - Eu estou pronto, até porque nosso projeto é um pouco diferente. Com o Prosa e Viola, que é o nome de nosso projeto, a gente vai viajar em 2021 de 9 a 12 cidades e a gente vai fazer shows em teatro. Não é show em casa noturna. Não quero fazer inúmeros shows no mês e, sim, poder fazer um show tranquilo. A gente jamais vai fazer loucura, senão também foge de tudo o que eu falo nas minhas próprias palestras. Aí volto a falar sobre as coisas simples da vida, da correria, a gente não pode querer achar que a gente tem que fazer um monte de coisa, querer abraçar o mundo, e acabar não fazendo as coisas direito. E não é isso que eu quero. G1 - Você vê semelhanças entre o mercado da bola e o mercado musical? Jakson Follmann - Cito muito que no mercado da bola você tem muito jogador bom e não tem oportunidade. E na música vejo que é muito parecido. Você tem muitos cantores bons que não tem a oportunidade de mostrar seu trabalho, seu talento. O futebol e a música estão sempre caminhando juntos. Você mesma citou jogadores que fazem gols e fazem uma dancinha de alguma música, aquela música explode. Então a música é muito conectada com o futebol. E as pessoas acabam comprando a ideia e se apaixonando ainda mais pela música e pelo futebol. G1 - E o que você leva do futebol para a carreira musical? Jakson Follmann - Eu acho que é a tranquilidade. Agora eu puxo mais para o lado do goleiro, não só do futebol, mas da posição do goleiro. O goleiro tem que ser muito frio, tranquilo. Eu sou apaixonado pela posição de goleiro. Mas é uma posição muito ingrata, porque você está ali para evitar o que o estádio todo está para ver, que é o gol. Mas não tem uma sensação melhor do que você estar jogando fora de casa e fazer uma defesa, um milagre. E todo o estádio se lamentar pelo fato de você fez aquela defesa. Veja Mais

Now United apresenta nova integrante: a libanesa Nour Ardakani

G1 Pop & Arte Cantora e dançarina de 18 anos se torna 16ª integrante do grupo de pop. Cantores de 17 a 23 anos, de vários países do mundo, fazem sucesso entre adolescentes e têm ex-empresário das Spice Girls. Now United Divulgação O grupo de pop Now United, formado por adolescentes e jovens de vários países do mundo, anunciou uma nova integrante: a libanesa Nour Ardakani, de 18 anos. Mundinho Now United: a receita de pop global que pegou no Brasil A cantora e dançarina foi escolhida pelo empresário da banda, Simon Fuller, por meio de audições virtuais. Ardakani se torna, assim, a 16ª integrante do grupo de pop global, com membros de várias regiões do mundo - inclusive do Brasil. O primeiro encontro entre a cantora e os novos colegas acontecerá no final desta semana em Dubai, para já gravar a nova música do grupo. Libanesa Nour Ardakani comemora escolha para o grupo Now United Reprodução/Now United "Estou muito grata por esta oportunidade, para fazer o que eu amo e representar o país que eu amo. Cantar e dançar são minhas paixões e ter a chance de fazer isso com tantos talentos de diferentes países e culturas é um sonho realizado para mim", declarou Ardakani. Fuller exaltou a "emoção e o calor" da cantora e disse que ficou mais impressionado por sua personalidade. "Ela é calma e confiante, com maturidade e inteligência muito à frente de sua idade", disse. Simon Fuller explica sucesso Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls Reprodução/Instagram do grupo O grupo foi criado por Simon Fuller, ex-empresário das Spice Girls e criador do "American Idol". Aos 60 anos, Fuller tem poder de decisão quando o assunto é o grupo de pop global mais amado por brasileiros e brasileiras em idade escolar. O grupo tem mais fã por aqui do que em qualquer outro lugar do mundo, considerando dados do YouTube e do Spotify. Segundo ele, o mercado brasileiro sempre foi prioridade. Um dos principais contratos de patrocínio do grupo previa grande investimento no Brasil, o que ajudou nessa escolha. Você já deve ter visto um desodorante com a marca do Now United por aí. Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United O carisma de Any Gabrielly, a integrante brasileira do grupo, e a turnê no Brasil também teriam dado uma mãozinha para fazer o público daqui crescer tanto nos últimos meses. Simon também garantiu que o Now United fará uma turnê brasileira maior em 2021. Embora tenha Any na formação, não há outros profissionais brasileiros da música no projeto. Há algum interesse neles? "Estou muito interessado em trabalhar com compositores e produtores do Brasil. O nível de talento no Brasil é surpreendente", responde ele. Now United Divulgação Veja Mais

Emmy 2020: 'Schitt's Creek', 'Watchmen' e 'Succession' são grandes vencedores em premiação 'virtual'

G1 Pop & Arte Comédia dominou começo do evento, com sete vitórias nas sete primeiras categorias. Minissérie e série dramática ganharam quatro estatuetas cada. Eugene e Dan Levy agradecem mais um Emmy de 'Schitt's Creek', com resto do elenco ao fundo The Television Academy e ABC Entertainment/AP "Schitt's Creek", com sete prêmios, e "Watchmen" e "Succession", com quatro cada, foram as grandes vencedoras do Emmy 2020, que aconteceu na noite deste domingo (20). Em 2020, a maior premiação da TV americana realizou a primeira edição "virtual" de sua história por causa da pandemia de Covid-19, com grande parte dos convidados recebendo os prêmios de forma remota. Equipes de filmagem acompanharam 138 estrelas, em 114 locais diferentes em dez países. Enquanto alguns vencedores receberam suas estatuetas por entregadores em trajes contra contaminação, outros ganharam caixas que só se abriam quando o prêmio foi confirmado. Apesar da maior parte da premiação acontecer de forma isolada, o apresentador da noite, Jimmy Kimmel, e alguns convidados como a atriz Jennifer Aniston estiveram presentes ao vivo no Staples Center, em Los Angeles. Jennifer Anniston e Jimmy Kimmel foram alguns dos poucos que apareceram presencialmente no Emmy 2020 The Television Academy e ABC Entertainment/AP O domínio de 'Schitt's Creek' A premiação começou de forma apoteótica para a comédia “Schitt’s Creek”, que terminou a noite invicta. Foram sete vitórias logo nas sete primeiras categorias — série de comédia, melhor ator de comédia, Eugene Levy, melhor atriz de comédia, Catherine O'Hara, os coadjuvantes Dan Levy e Annie Murphy, roteiro e direção. Dan Levy, filho do protagonista Eugene e ganhador também como diretor e roteirista, chegou a brincar que o pública ia começar a odiar a equipe depois de tantas vitórias. Com isso, a série sobre uma família de magnatas falidos que busca se reerguer em uma pequena cidade do interior comprada como brincadeira anos antes, se despede com uma grande celebração. A sexta temporada foi a última. Além dos sete prêmios na cerimônia, a produção ganhou em uma categoria, a de melhor direção de elenco em série de comédia. 'Watchmen' 4 x 4 'Succession' Regina King agradece o Emmy por 'Watchmen' The Television Academy e ABC Entertainment/AP Entre as categorias dramáticas e de minisséries, "Succession" e "Watchmen" confirmaram o favoritismo com quatro estatuetas cada. A adaptação da história em quadrinhos clássica foi a melhor minissérie, melhor atriz com Regina King, melhor ator coadjuvante com Yahya Abdul-Mateen II e melhor roteiro. Recordista de indicações no ano, com 26 no total, "Watchmen" ganhou ainda outras seis antes da cerimônia. Já a produção sobre as disputas internas de uma família dona de um conglomerado de mídia ganhou como melhor série de drama, melhor ator com Jeremy Strong, e melhores roteiro e direção. Maior indicada entre os dramas junto de "Ozark", em 18 categorias, levou outras três fora do evento. Zendaya, zebras e zoom Zendaya comemora o Emmy Reprodução/YouTube/Television Academy O domínio das três séries não significou uma noite completamente sem surpresas. Zendaya superou favoritas como Olivia Colman ("The crown") e Jennifer Aniston ("The Morning Show") na categoria de melhor atriz de drama com seu trabalho em "Euphoria". Com 24 anos, ela se tornou a vencedora mais jovem da história da categoria. Entre os diretores de minissérie, Maria Schrader enfrentou três colegas de "Watchmen" para dar levar o Emmy para "Unorthodox", em umas das poucas zebras desta edição. Surpreso também ficou RuPaul ao receber o Emmy de melhor reality show de competição com "RuPaul's Drag Race". Com as medidas de isolamento social, alguns prêmios foram entregues por mensageiros em mãos. Initial plugin text Já o apresentador ganhou o seu em uma caixa que abria apenas em caso de vitória com uma chuva de confetes — mas a Academia esqueceu de avisá-lo. Com os indicados longe da premiação, as participações aconteceram em sua maioria através de ligações por vídeo ao vivo. Logo no começo, Jimmy Kimmel mostrou centenas de estrelas em um grande telão. O apresentador Jimmy Kimmel se conecta com as centenas de convidados do Emmy 2020 através de chamadas de vídeo The Television Academy e ABC Entertainment/AP Votos e diversidade Em um Emmy que bateu seu recorde de indicações de atores negros, mais de um terço do total, não faltaram referências ao movimento Black Lives Matter. As ganhadoras Regina King e Uzo Aduba (atriz coadjuvante de minissérie em "Mrs. America") homenagearam Breonna Taylor, jovem de 26 anos que foi morta pela polícia americana, em suas camisetas. Uzo Aduba comemora ganhar o Emmy por 'Mrs. America' The Television Academy e ABC Entertainment/AP "Este era para ser o Emmy mais negro de todos. Vocês não iam conseguir lidar com o quão negro seria. Mas, por causa da Covid, nós não podemos nem entrar na droga do prédio", brincou o ator Anthony Anderson, indicado por "Black-ish". "Mas você quer saber? Ainda estou torcendo por todos os negros. Porque histórias negras, atuações negras e vidas negras importam." Initial plugin text Lembrando também das eleições presidenciais em novembro, muitos dos vencedores e apresentadores aproveitaram para pedir que o público vote. Mais do que isso, reforçaram a importância de planejar o voto. "Fiquem seguros, façam um plano para votar, usem uma máscara", falou a atriz Tracee Ellis Ross, outra indicada por "Black-ish". "Vocês têm de votar. Eu seria negligente se não mencionasse isso ao fazer parte de um programa presciente como 'Watchmen'.", afirmou King. "Descubram em quem vocês vão votar nas suas eleções municipais. É muito importante." Veja abaixo os vencedores em negrito: Melhor série de drama "Better Call Saul" "The Crown" "O conto da aia" "Killing Eve" "The Mandalorian" "Ozark" "Stranger Things" "Succession" Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Laura Dern - “Big Little Lies” Meryl Streep - “Big Little Lies” Helena Bonham Carter - "The Crown" Samira Wiley - "O conto da aia" Fiona Shaw - “Killing Eve” Julia Garner - “Ozark” Sarah Snook - "Succession" Thandie Newton - "Westworld" Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Giancarlo Esposito - “Better Call Saul” Bradley Whitford - “O conto da aia” Billy Crudup - “The Morning show” Mark Duplass - “The Morning show” Nicholas Braun - “Succession” Kieran Culkin - “Succession” Matthew Macfadyen - “Succession” Jeffrey Wright - "Westworld" Melhor direção em série de drama Lesli Linka Glatter - "Homeland" Alik Sakharov - "Ozark" Ben Semanoff - "Ozark" Andrij Parekh - "Succession" Mark Mylod - "Succession" Benjamin Caron - "The Crown" Jessica Hobbs - "The Crown" Mimi Leder - "The Morning Show" Melhor roteiro em série de drama Better Call Saul - "Bad Choice Road" Better Call Saul - "Bagman" Ozark - "Boss Fight" Ozark - "Fire Pink" Ozark - "All In" Succession - "This Is Not For Tears" The Crown - "Aberfan" Melhor atriz em série dramática Zendaya agradece pelo Emmy por 'Euphoria' The Television Academy e ABC Entertainment/AP Olivia Colman - “The Crown” Laura Linney - "Ozark" Jennifer Aniston - "The Morning Show" Jodie Comer - “Killing Eve” Sandra Oh - “Killing Eve” Zendaya - "Euphoria" Melhor ator em série dramática Jason Bateman - "Ozark" Sterling K. Brown - “This is us” Steve Carell - "The Morning show" Brian Cox - "Succession" Billy Porter - “Pose” Jeremy Strong - "Succession" Melhor reality show de competição "The Masked Singer" "Nailed It!" "RuPaul's Drag Race" "Top Chef" "The Voice" Melhor minissérie “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Unbelievable” “Unorthodox” “Watchmen” Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV Uzo Aduba - "Mrs. America" Toni Collette - "Unbelievable" Margo Martindale - "Mrs. America" Jean Smart - "Watchmen" Holland Taylor - "Hollywood" Tracey Ullman - "Mrs. America" Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme para TV Yahya Abdul-Mateen II agradece pelo Emmy por 'Watchmen' The Television Academy e ABC Entertainment/AP Yahya Abdul-Mateen II - "Watchmen" Jovan Adepo - "Watchmen" Tituss Burgess - "Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend" Louis Gossett Jr - "Watchmen" Dylan McDermott - "Hollywood" Jim Parsons - "Hollywood" Melhor direção em minissérie ou filme para TV Lynn Shelton - "Little Fires Everywhere" Lenny Abrahamson - "Normal People" Maria Schrader - "Unorthodox" Nicole Kassell - "Watchmen" Steph Green - "Watchmen" Stephen Williams - "Watchmen" Melhor roteiro em minissérie ou filme para TV "Mrs. America" - "Shirley" "Normal People" - "Episode 3" "Unbelievable"- "Episode 1" "Unorthodox" - "Part 1" "Watchmen" - "This Extraordinary Being" Melhor ator em série limitada ou filme para TV Mark Ruffalo agradece o Emmy por 'I Know This Much Is True' The Television Academy e ABC Entertainment/AP Jeremy Irons - "'Watchmen" Hugh Jackman - "Bad Education" Paul Mescal - "Normal people" Jeremy Pope - "Hollywood" Mark Ruffallo - "I know this much is true" Melhor atriz em série limitada ou filme para TV Cate Blanchett - “Mrs. America” Shira Haas - “Unorthodox” Regina King - “'Watchmen” Octavia Spencer - “Self made” Kerry Washington - “Little fires everywhere” Melhor programa de variedades John Oliver se diverte com entrega do Emmy em caixa surpresa The Television Academy e ABC Entertainment/AP “The daily show with Trevor Noah” “Full frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel live!” “Last week tonight with John Oliver” “The late show with Stephen Colbert” Melhor série de comédia “Curb your enthusiasm” “Dead to me” “The good place” “Insecure” “The Kominsky Method” "The Marvelous Mrs. Maisel" "Schitt's Creek" “What we do in the shadows” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Betty Gilpin - “Glow” D'Arcy Carden - “The good place” Yvonne Orji - “Insecure” Alex Borstein - “The Marvelous Mrs. Maisel” Marin Hinkle - “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon - “Saturday Night Live” Cecily Strong - “Saturday Night Live” Annie Murphy - "Schitt's Creek" Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Andre Braugher - “Brooklyn 99” William Jackson Harper - “The good place” Alan Arkin - “The Kominsky Method” Sterling K. Brown - “Marvelous Mrs. Maisel” Tony Shalhoub - “Marvelous Mrs. Maisel” Mahershala Ali - "Ramy" Kenan Thompson - "Saturday Night Live" Dan Levy - Schitt’s Creek” Melhor direção em série de comédia Gail Mancuso - "Modern Family" Ramy Youssef - "Ramy" Andrew Cividino e Daniel Levy - "Schitt's Creek" Matt Shakman - "The Great" Amy Sherman-Palladino - "The Marvelous Mrs. Maisel" Daniel Palladino - "The Marvelous Mrs. Maisel" James Burrows - "Will & Grace" Melhor roteiro em série de comédia Schitt's Creek - "Happy Ending" Schitt's Creek - "The Presidential Suite" The Good Place - "Whenever You're Ready" The Great - "The Great" What We Do in the Shadows - "Collaboration" What We Do in the Shadows - "Ghosts" What We Do in the Shadows - "On The Run" Melhor ator em série de comédia Eugene Levy agradece pelo Emmy por 'Schitt's Creek' The Television Academy e ABC Entertainment/AP Anthony Anderson - "Black-ish" Ted Danson - "The good place" Michael Douglas - The Kominsky Method" Eugene Levy - "Schitt's Creek" Don Cheadle - "Black Monday" Ramy Yousseff - "Ramy" Melhor atriz em série de comédia Catherine O'Hara agradece o Emmy de melhor atriz por 'Schitt's Creek' The Television Academy e ABC Entertainment/AP Christina Applegate - "Dead to me" Linda Cardellini - "Dead to me" Rachel Brosnahan - "The Marvelous Mrs. Maisel" Tracee Ellis Ross - "Black-ish" Issa Rae - "Insecure" Catherine O'hara - "Schitt's Creek" Veja Mais

Semana Pop #104: entenda as novas regras do Oscar, que busca mais diversidade no cinema

G1 Pop & Arte Programa deste sábado (19) explica mudanças promovidas pela Academia dos EUA, organizadora da premiação, para que produções concorram à categoria de melhor filme a partir de 2024. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Significados de 'patroa' e 'mulher-solteira' mudam no Google depois de críticas de Anitta e Luísa Sonza

G1 Pop & Arte Google informou que conteúdo é fornecido pela Oxford Languages. Dicionário considerou que, do modo que estavam, termos "não refletiam mais o uso moderno da língua portuguesa falada pelos brasileiros". Anitta e Luísa Sonza criticaram significado das palavras "patroa" e "mulher-solteira" que apareciam no Google Reprodução/Instagram/Twitter Os significados das palavras "patroa" e "mulher-solteira" foram alterados no Google após reclamações feitas por Anitta e Luísa Sonza. Na última semana, as cantoras fizeram críticas aos resultados de buscas sobre os termos. O Google afirmou que as definições de palavras são feitas pela Oxford Languages e que o conteúdo foi revisado. No ano passado, em caso similar, o termo '"prostituta" aparecia entre principais significados para "professora" nas buscas da plataforma, e o verbete foi alterado após repercussão. "Nossa parceira que trabalha com uma das editoras mais tradicionais de dicionários do Brasil, determinou que ambas definições não refletem mais o uso moderno da língua portuguesa falada pelos brasileiros e não são usadas o suficiente para serem incluídas nos resultados de significados", disse a empresa. O Google ressaltou, no entanto, que "não edita e nem remove" as definições fornecidas por parceiros. Por sua vez, o dicionário Oxford Languages declarou que seus "dicionários não determinam como a língua é usada, e sim refletem esse uso. Isso significa incluir palavras que podem ser consideradas ofensivas mas ainda estão em uso – mesmo que nós mesmos não adotemos esses termos no nosso vocabulário pessoal". Após as queixas sobre os termos "patroa" e "mulher-solteira", os editores mudaram os significados vigentes até então. "Levamos esse tipo de preocupação extremamente a sério, e por isso fizemos uma ampla revisão dessas definições", disse a Oxford Languages, em comunicado. Anitta lança canal de games Fernando Tomaz/Divulgação Indignação de Anitta e Sonza Anitta mostrou que ao procurar por "patroa" o resultado como significado era "mulher do patrão" ou "dona de casa"; ela ainda comparou com o que é designado para "patrão", que aparece no Google como “proprietário ou chefe de um estabelecimento privado comercial”. Depois da reclamação, o significado atual passou a seguir a linha do que é visto no substantivo masculino, mudando para "proprietária ou chefe de um estabelecimento privado comercial". No caso de Sonza, a crítica foi para o resultado de "mulher-solteira". A cantora expôs que o significado que aparecia no Google era "prostituta, meretriz". Depois da crítica, o termo foi retirado das buscas. Capa do single 'Braba', de Luísa Sonza Reprodução Veja íntegra do comunicado do Google “Nossa missão é tornar as informações acessíveis e úteis para todos. Trabalhamos com conteúdo licenciado de dicionários parceiros para ajudar nossos usuários a encontrar de forma fácil informações sobre palavras na Busca. Não editamos nem removemos as definições fornecidas pelos nossos parceiros que são os especialistas em idiomas. No caso dos significados das palavras “patroa” e “mulher-solteira”, a Oxford Languages, nossa parceira que trabalha com uma das editoras mais tradicionais de dicionários do Brasil, determinou que ambas definições não refletem mais o uso moderno da língua portuguesa falada pelos brasileiros e não são usadas o suficiente para serem incluídas nos resultados de significados. As definições foram atualizadas pela Oxford Languages e as mudanças já estão refletidas nos resultados de dicionário exibidos na Busca." Veja íntegra do comunicado da Oxford Languages "O Oxford Languages fornece dados de línguas e linguagem para uma série de idiomas cobertos pelo recurso Dicionário da Busca do Google. Graças a isso, pessoas de todo o mundo têm acesso a informações confiáveis, de alta qualidade e baseadas em evidências. Entretanto, recentemente fomos questionados por usuários incomodados com algumas definições exibidas em português, para termos como “patroa” e “mulher solteira”. Levamos esse tipo de preocupação extremamente a sério, e por isso fizemos uma ampla revisão dessas definições. Mas como e por que essas definições aparecem no dicionário? Nossos dicionários não determinam como a língua é usada, e sim refletem esse uso. Isso significa incluir palavras que podem ser consideradas ofensivas mas ainda estão em uso – mesmo que nós mesmos não adotemos esses termos no nosso vocabulário pessoal. Os dicionários também contemplam regionalismos e termos que caíram em desuso, mas que ainda podem ser encontrados em leituras. A ideia é oferecer um retrato preciso e detalhado do idioma como um todo. Um exemplo: um usuário pode estar lendo um romance escrito no início do século XX, e queremos ajudar essa pessoa a encontrar e entender termos que hoje podem parecer estranhos – mais importante ainda, a entender como e quando devem ser usados, sobretudo quando há risco de que aquela palavra seja considerada ofensiva. Quais foram, até o momento, os resultados da revisão que fizemos? Bem, adotamos uma série de mudanças para deixar as definições ainda mais claras e úteis para os usuários. No caso do termo “patroa”, a definição não estava mais refletindo o uso contemporâneo pelos falantes de português do Brasil, e por isso esse verbete foi atualizado em nome da precisão. No caso de “mulher-solteira”, a pesquisa mostrou que a definição exibida ainda reflete o uso da expressão em algumas regiões do país, mas percebemos que a forma de apresentar a definição poderia levar a uma compreensão equivocada e confusa, e por isso ela foi retirada. Essas mudanças estão agora refletidas nos resultados exibidos na Busca do Google. Criar e manter um dicionário é uma tarefa eterna, que não acaba nunca. Ela deve se basear no objetivo de registrar e refletir uma língua com precisão. Para fazer isso, as sugestões e opiniões das pessoas reais, que usam o idioma no dia a dia, são uma contribuição indispensável." Assista vídeos de TECNOLOGIA no G1 Veja Mais

Ava Max renega rótulos de 'nova Lady Gaga' e de 'Barbie Girl': 'Não sei por que comparam cantoras'

G1 Pop & Arte Popstar americana lança 1º álbum, com 'Sweet But Psycho', que chegou ao topo das paradas de mais de 20 países. Ao G1, ela relembra infância em concursos de talentos. A estreia de Ava Max Alguns pensam que a carreira da cantora americana Amanda Ava Koci começou quando "Sweet But Psycho" chegou ao primeiro lugar em mais de 20 países, entre 2018 e 2019. Mas Ava Max, codinome da voz deste hit dançante, vem tentando a sorte desde criança. Quando tinha 10 anos, ela começou a participar de concursos de talentos pelos Estados Unidos. "Eu sempre ficava chateada quando eu perdia", recorda Ava, em entrevista ao G1 por Zoom (assista no vídeo acima), direto de Los Angeles. "Eu era muito competitiva quando era mais nova. Então, vamos dizer que tinham 5 mil pessoas e eu conseguia um top 5. Eu ficava feliz, mas se pegava um segundo lugar, eu falava 'nãããão'. E era só porque alguém fez uma acrobacia no palco antes de cantar e daí ficou em primeiro. E eu 'nããão'. Era divertido." Finalmente, a estreia Ava Max Divulgalção/Warner Desde 2018, fãs do pop cheio de coreografias aguardam o álbum de estreia de Ava Max. Mas por que demorou tanto? "Eu estava sempre em turnê e eu não tinha tempo para tirar as fotos do álbum, porque eu estava em tantos países diferentes, então não conseguia fazer o ensaio fotográfico." "E eu queria que tudo fosse perfeito. No começo deste ano, eu ia lançar, mas veio uma pandemia! Foi um choque para todos e quis atrasar. E agora estamos em um 'novo normal', senti que é uma hora apropriada." Um dos principais parceiros de Ava é o canadense Henry Russell Walter, ou Cirkuit. Ele já foi ouvido com Katy Perry, Rihanna e Maroon 5. "Ele é um gênio. Ele é muito focado no que ele produz", elogia Ava. "Eu posso literalmente ir ao banheiro por dois segundos, voltar e ele tem uma música nova... A produção que ele faz é incrível. Ele me ensinou muito e eu confio na opinião dele." Barbie Girl? Nada disso... Ava Max Divulgação/Warner Um dia no estúdio, Ava estava ouvindo "Barbie Girl", sucesso de 1997 da banda dinamarquesa Aqua. Assim como Kelly Key fez em 2005, com "Sou a Barbie Girl", Ava decidiu atualizar a letra, contando a história da garota boneca de um ponto de vista empoderado. Em 2018, lançou "Not Your Barbie Girl". "Estava fazendo novas versões de músicas antigas e nessa eu pensei: 'Peraí, não sou a Barbie Girl de ninguém'. Mas daí eu pensei: 'Ei, é só mudar a letra'. Eu amo aquela música, amo a melodia, mas a letra queria atualizar e falar de empoderamento feminino." Nova Lady Gaga? Nada disso... Ava não curte ser chamada de Barbie e tampouco quer ser chamada de "nova Lady Gaga". É normal entre fãs e jornalistas, quando se fala de uma nova artista, esses e outros rótulos que comparam cantoras. Será que isso tem um quê de machismo? "Com certeza, penso que sim", responde ela, prontamente. "Não sei por que comparam tanto as cantoras. É estranho, uma forma de botar as mulheres pra baixo e não é certo. Não é bom haver tanto ódio e tantas comparações. Essas pessoas precisam de ajuda, são meio inseguras." A cantora Ava Max Divulgação/Warner Quando "Sweet but psycho" começou a fazer mais sucesso, algumas pessoas afirmaram que a letra trata a saúde mental de um jeito problemático. "Sim, um monte de gente pensou que a saúde mental era meu alvo, mas não era nada disso", explica Ava. A letra é sobre uma mulher "encantadora, mas psicopata" que grita à noite, "arranca sua camisa em segundos" e "bagunça sua cabeça". "Se uma garota é chamada de 'psicopata', eu quero dizer 'não somos psicopatas, somos apaixonadas, fortes'. O homem da relação está sempre distorcendo. 'Gaslighting' é uma palavra que não é usada com tanta frequência e a gente tem que fazer com que saibam o que essa 'manipulação' é." Com esse hit polêmico, ela pretende vir ao Brasil, quando puder. "Eu tinha esperança de cantar no Rock in Rio ou no Lollapalooza neste ano, mas com todo o impacto da pandemia, não há mais festivais. Assim que tudo voltar a abrir de novo, a gente poderá sair em turnê de novo." Veja Mais

'Rainha' das redes sociais, Kim Kardashian adere a boicote ao Facebook e Instagram

G1 Pop & Arte Ela se juntou a dezenas de outras celebridades que decidiram ‘congelar’ suas contas por 24 horas. Kim Kardashian Reprodução Kim Kardashian West e dezenas de celebridades anunciaram que suspenderão por 24 horas o uso de suas contas em redes sociais em protesto contra a disseminação "de ódio e desinformação". O movimento é parte da campanha #StopHateforProfit ("pare o ódio em nome do lucro", em tradução livre), organizada por ativistas de direitos civis. "Não posso ficar parada enquanto essas plataformas seguem permitindo a disseminação do ódio, propaganda e desinformação - criados por grupos que querem semear a divisão e rachar os EUA", escreveu Kardashian, que tem 188 milhões de seguidores no Instagram, em um comunicado divulgado na terça (15/9). Entre as outras celebridades que aderiram ao boicote estão os atores Leonardo DiCaprio, Sacha Baron Cohen e Jennifer Lawrence, além da cantora Katy Perry. "Não posso ficar de braços cruzados enquanto essas plataformas fecham os olhos para grupos e posts que espalham ódio e desinformação", escreveu Perry no Instagram. O ator Ashton Kutcher, que tem mais de 4 milhões de seguidores na rede social, disse que essas plataformas "não foram criadas para espalhar ódio e violência." Os organizadores da campanha #StopHateforProfit, que foi lançada em junho, acusam Facebook e Instagram de não fazerem o suficiente para tentar evitar a disseminação de discurso de ódio e desinformação. O grupo tem focado no Facebook, que também é dono do Instagram e do WhatsApp e, no ano passado, registrou receita de quase US$ 70 bilhões (cerca de R$ 365 bilhões) com publicidade. Milhares de empresas e grandes grupos que defendem os direitos civis, incluindo a Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor (National Association for the Advancement of Colored People, ou NAACP) e a Liga Antidifamação (Anti-Defamation League, ou ADL), decidiram participar da iniciativa. "Estamos rapidamente nos aproximando das eleições mais importantes da história americana", afirmou o grupo em comunicado. "As mudanças 'vagas' e não verificadas do Facebook estão muito aquém do que seria necessário para proteger nossa democracia." Em junho, o Facebook afirmou que passaria a rotular conteúdo que violasse as políticas da empresa. Seu fundador, Mark Zuckerberg, declarou ainda que a rede social iria banir qualquer publicidade que implicasse que "pessoas de determinada raça, etnia, origem, religião, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou status migratório" eram uma ameaça para outros. "A eleição de 2020 já estava se desenhando como um pleito polêmico", pontuou em um comunicado. "Neste momento, o Facebook vai tomar precauções adicionais para ajudar a manter todos seguros e informados." A #StopHateforProfit avalia, entretanto, que as medidas são insuficientes e reivindica ações mais contundentes da rede social. Como resultado, desde o início da campanha mais de 90 empresas já pararam de anunciar na plataforma, com consequente desvalorização das ações do Facebook. No fim de junho, o patrimônio pessoal de Zuckerberg havia encolhido em U$ 7,2 bilhões (quase R$ 40 bilhões). Agências reguladoras e políticos ao redor do mundo estão preocupados com a disseminação de discurso de ódio, não apenas no Facebook, mas em todas as plataformas de redes sociais, o que tem levado muitos países a questionarem as empresas de tecnologia sobre o que planejam fazer para enfrentar o problema. Veja Mais

Any Gabrielly lembra 'reality' para entrar no Now United: 'Foi tipo uma entrevista de emprego'

G1 Pop & Arte Ao G1, cantora também fala de preconceito: 'Racismo não está só ali quando alguém taca uma banana na tua cara, está ali quando a pessoa já olha para você e acha que você é cota'. Any Gabrielly Rolim Soares nasceu em Guarulhos (SP) em outubro de 2002. Aos 14 anos, viu um folhetinho na escola de dança que frequentava, em São Paulo, convocando brasileiras para "o novo grupo de Simon Fuller". O tal novo grupo era o Now United, como hoje se sabe. Any correu para dar um Google no nome do produtor inglês. Encontrou um currículo falando de Spice Girls, "American Idol" e Amy Winehouse. Em quase uma hora de entrevista por telefone ao G1, ela falou do grupo de pop global formado por 15 jovens de 15 países diferentes, entre 17 e 23 anos. Antes do grupo, hoje o mais ouvido pelo público infanto-juvenil brasileiro, ela fez musicais e dublou a Moana, no filme da Disney. Além de música e de carreira solo, ela também falou de racismo, da admiração por Beyoncé, da força do TikTok e da influência musical da família. Leia abaixo a entrevista com Any Gabrielly e ouça no podcast acima. Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United G1 - Li que você soube da vaga por meio de um folheto na sua escola de dança e que você cantou 'Valerie' no teste. Mas queria ouvir de você, detalhe por detalhe, como foi o processo, cada fase, para entrar no Now United... Any Gabrielly - Olha, realmente foi um processo bem longo, mas muito divertido, sabe? Eu estava em uma onda de estudar muito dança, tinha parado para focar nisso, porque era uma área que eu não estava tão desenvolvida assim. Veio essa audição na minha escola de dança, que foi onde eu achei esse folhetinho que você falou com a foto do Now United, falando que era do Simon Fuller. Eu vi que ele já tinha feito várias coisas incríveis. É óbvio que eu queria, né? Eu falei: "Nossa, é a minha oportunidade de fazer algo fora". G1 - Você deu um Google nele? Any Gabrielly - Sim, com certeza. Eu fui ver mais sobre o projeto, se tinha mais informações sobre. Fui ver quem estava no folheto, quem era Simon Fuller, a empresa dele. Eu dei uma olhadinha em tudo, né? Eu achei muito incrível, fui fazer o primeiro teste e cantei "Valerie" [música do The Zutons, famosa na voz de Amy Winehouse]. A produtora começou a chorar, mas viu que eu era muito nova ainda. O teste era para 16 e 17 anos. Eu tinha 13 para 14. Então, ela falou "eu não acredito, a gente achou, mas é muito nova". Eu sei que depois disso eu ainda fui para mais dois testes. Eu tive que cantar uma música, dançar uma coreografia e conversar bastante, foi tipo uma entrevista de emprego mesmo. "Por que você merece estar no grupo? O que te faz diferente das outras meninas no do Brasil? Qual seu sonho?", enfim. É tudo para explorar a sua personalidade. Depois disso, eu fui para Los Angeles e aí foi que o bicho pegou. Porque tinha muita gente do mundo inteiro. Muita gente talentosa, linda. Any Gabrielly com o Now United no clipe de 'Paraná' Divulgação G1 - Lá em Los Angeles só tinham alguns poucos selecionados ou ainda tinha mais gente, era uma fase de seleção mesmo? Any Gabrielly - Eram pessoas que foram selecionadas, mas não tinham passado ainda para o grupo. Era a fase final. Então, tinham vários pessoas de cada país. Da Alemanha, sei lá, tinha quatro pessoas da Alemanha. China: tinham três da China. Era meio que uma competição. Tinha mais uma menina do Brasil também, sabe? Era uma mini competição para ver quem que ia entrar no grupo. Eu me senti de verdade em um reality. G1 - No seu Instagram, tem uma foto de você bem pequena, com um vestido amarelo falando que você fez tipo um 'showzinho' para sua família. Você sempre tinha costume de fazer isso na infância? Você sempre queria dançar, cantar? Any Gabrielly - Isso era uma coisa que eu fazia muito entre família, porque eu sempre falo que minha família é muito, muito, muito musical. Meu vô toca violão, minha avó cantava na igreja, minha tia trabalha profissionalmente com isso, a minha outra tia fez circo e tudo, eu fiz com ela inclusive. Era coisa da família de se juntar e fazer um som, cantar todo muito junto, gravar vídeo, aprender a tocar instrumento, conversar sobre música, sabe? Então, eu sou bem eclética, sabe? Initial plugin text G1 - O que vocês ouviam em família? Quais artistas? Any Gabrielly - Minha tia trabalhava no mundo dos musicais e ela era muito fã de Sandy & Junior. Aí vinha meu vô, ele escutava ópera, "A rainha da noite". Ele escutava Gigliola Cinquetti, uma cantora italiana. Aí vinha a família da minha mãe e do meu pai, que escuta bastante samba. Tipo Cartola, Reinaldo, Beth Carvalho. E eu amava Beyoncé, Rihanna, isso era eu. Eu gostava muito do mundo pop, adorava performances... E aí quando a gente se juntava para escutar música, era uma salada a playlist. Uma hora tinha MPB, outra hora tinha um sambão, a outra hora tinha uma ópera, era bem misturado. G1 - Como você lida com a questão de que isso que você está vivendo é uma 'diversão', mas também é um trabalho? Sinto um pouco isso no jornalismo cultural também... Any Gabrielly - Isso na verdade é em toda profissão, né? Porque todos nós temos dias ruins, todos nós temos dias maravilhosos. Tem altos e baixos, só que ninguém merece pagar pelo nosso mau humor, entendeu? Ninguém tem nada a ver com isso. É mais uma questão de ética do trabalho. Chegar no trabalho e estar disposto para fazer aquilo. É óbvio que a gente não tem que ficar: "ah, o mundo são fadas e arco-íris e tudo mais". [risos] A diferença disso na vida do artista é porque nós trabalhamos com a vida pública. Às vezes, falam coisas que não são verdade, querem saber mais da sua vida do que você mesmo. Isso que é frustrante na vida pública. Por isso que às vezes a gente acaba tendo que dar aquele sorrisinho a mais, aquela fingida básica. Mas eu gosto de demonstrar vulnerabilidade pros meus fãs. G1 - Como a dublagem de Moana deu uma mudada na sua carreira? Trailer de 'Moana - Um mar de aventuras' Any Gabrielly - Mudou muito. Eu já tinha trabalhado bastante antes, mas eu não estava ainda reconhecida na indústria. Nunca tinham me falado "nossa, a Any Gabrielly realmente é muito talentosa, eu respeito ela". Dar voz para uma princesa da Disney é uma coisa eterna, pra sempre que eu vou ser a voz da Moana no Brasil. Meus filhos, meus netos, meus tataranetos, meus tatataranetos, tatatatataranetos [risos] vão assistir Moana e vão escutar a minha voz, sabe? Também entendi o quanto a representatividade é importante. Porque a Moana traz muito o que faltava nesse universo das princesas. Às vezes, é tudo muito perfeitinho. Hoje, a gente está trazendo essa questão das princesas empoderadas e a Moana é uma delas. G1 - Sabendo da influência nas crianças e da possibilidade de falar de empoderamento, de diversidade... Como lidar com essa importância na vida de alguém? Any Gabrielly - Antes, eu levava tudo muito mais naturalmente. A partir do momento que entendi a responsabilidade que ser uma artista traz, isso te põe em uma posição em que você tem uma voz que as pessoas escutam. Você tem que aproveitar isso para mudar o mundo. "Do mesmo jeito que a gente consegue divulgar produtos e falar para que as pessoas assistirem a uma série, a gente também consegue propagar informação, propagar coisas positivas. " Eu não me coloco num pedestal, porque eu erro pra caramba. Eu tenho um medinho de causar um impacto negativo na vida das pessoas. Eu tenho medo de falar algo que não vai ser legal. Tem uma responsabilidade de eu ainda não saber tudo da vida. Eu não tenho todas as minhas opiniões e ideias formadas. Eu ainda não sei quem eu sou 100%. Any Gabrielly Divulgação G1 - Vocês têm um grupo de WhatsApp do Now United? Do que falam lá? Tem muita figurinha, falam de esporte, de séries, de besteira, como todo grupo de zap? Any Gabrielly - [Risos] Os gringos, na verdade vou entregar aqui, eles nem sabem usar muito figurinha... Para ser honesta, temos um grupo de WhatsApp, só que nele só tem trabalho. Quando a gente precisa falar alguma coisa, quando tem saudade, fazemos ligações em vídeo. Tem também reuniões semanais, em que a gente acaba comentando coisas da vida. É uma coisa mais orgânica, mas o grupo de WhatsApp é muito sem graça. Só tem alguém cobrando alguma coisa, ou alguém com alguma dúvida. Não tem nada de interessante lá. G1 - Vi sua mãe contando sobre a correria que ela passou para que você estudasse em uma escola particular. Como você era na escola e como é essa relação com sua mãe? Any Gabrielly - Eu sou muito grata à minha mãe. Se não fosse minha mãe eu não teria chegado onde eu estou. Tenho certeza, porque ela batalhou demais para me dar essa educação. Todos os cursos que eu fiz, eu não teria conseguido fazer se não fosse ela. Mas ela trabalhava em sete lugares ao mesmo tempo para que eu conseguisse fazer um curso. Nós trabalhamos juntas e essa relação foi sempre de gratidão mútua. Do mesmo jeito que eu ajudo minha família hoje em dia, minha mãe me ajudou. A gente sabe o tanto que a gente é importante na vida da outra. A melhor coisa também é nunca misturar "church and state". Como se fala em português? Tem um ditado para isso. Enfim, a gente separa o trabalho da relação pessoal. G1 - O antirracismo entrou ainda mais na pauta, primeiro nos Estados Unidos com a morte do George Floyd, depois no Brasil. Como você vê o racismo no Brasil? Any Gabrielly - O racismo no Brasil é muito mascarado. Também tem a questão do racismo estrutural. São coisas que eu vivo diariamente, porque é assim que a sociedade ainda funciona, sabe? Aos poucos, eu vou tentando apontar situações que acontecem para as pessoas irem desconstruindo isso, para irem percebendo como o racismo ainda é muito real. Eu acho incrível que quando a gente começa a discutir vem o povo falar que "é mimimi, ah mas tem tal lei para negro e negro tem cota, negro tem isso, negro está na vantagem, só fica chorando". "Se eu pegasse um estranho que nunca ouviu falar do grupo e eu mostrasse uma foto do grupo inteiro, eu sei que as pessoas não olhariam pra mim. Não falariam 'Nossa, ela é minha favorita'. Eu fui percebendo aos poucos, olhando as pequenas coisas, como os fãs reagiam. É assim que a gente vai desconstruindo o racismo que existe." Essas situações pesam muito para mim. Eu acho que as pessoas deveriam parar quando elas estão em algum restaurante mais bacana e olhar quantas pessoas negras estão lá. Assistir a um filme e pensar duas vezes quantas pessoas negras estão nesse elenco aí. Any Gabrielly Divulgação G1 - Quais situações de racismo você já passou, como elas te afetaram? E você sentiu alguma mudança depois que você passou a ser a voz de Moana, a mina do Now United? Mudou alguma coisa? Any Gabrielly - Os ataques de racismo eram muito diferentes, sim. Quando eu era criança, estava no colégio onde era predominantemente gente branca e um garoto sempre me chamava de macaca, sempre fez vários comentários horríveis sobre mim. Um dia, ele tacou bananas em mim. Todo mundo se juntou a ele, fazendo barulho de macaco, sabe? E aí eu me mantive forte, mas teve um dia que eu cheguei chorando para minha mãe falando que foi horrível. Aconteceu uma reunião de pais para discutir o que aconteceu e o garoto não foi punido. Outra também que foi bem forte. Eu estava com minha família, tinha acabado de voltar de um teatro e tinha acabado de me apresentar. A gente tinha ido comemorar nessa padaria bem famosa aqui de São Paulo, que tem pratos incríveis, enfim. Foi bem na época das eleições, então estava bem forte aquela coisa de PT e Bolsonaro. Esse moço levanta e começa a berrar com a gente falando que não era o nosso lugar lá, chamando a gente de preto e macaco, que a gente tinha que sair de lá. E aí batendo no peito gritando "Aqui é Bolsonaro", enfim. O povo da padaria ao invés de tirar essa pessoa do estabelecimento, ainda olhou pra gente como se a gente tivesse que sair, sabe? No fim, não tiraram essa pessoa, só colocaram a gente numa mesa distante. Essas duas situações são coisas que me marcaram muito, muito, muito. Minha mãe tem uma lista de outras coisas quando achavam que eu era adotada, porque minha mãe é branca. "O que mudou é que as pessoas não têm mais coragem de chegar apontando o dedo na minha cara falando que eu sou preta, eu sou macaca e não sei o quê. Mas a forma de tratamento e pré-julgamento ainda existe. Racismo não está só ali quando alguém taca uma banana na tua cara, está ali quando a pessoa já olha para você e acha que você é cota." Ou olha pra você e acha que você só está ali porque, não sei, você casou com alguém rico. Nunca vai ser um mérito seu de estar ali. As pessoas nunca vão ter você como favorita. Tem certos estereótipos também que vêm com a mulher negra. A questão de sexualizarem muito a mulher negra acontece muito, especialmente quando eu estou fora do Brasil. Tantos comentários que eu já tive que ouvir sobre isso... Essas coisas são enraizadas, entendeu? Now United Divulgação G1 - Falando em exemplo, eu sei que você é muito fã da Beyoncé. Por que você é tão fã dela? Any Gabrielly - É aquela coisa que todo mundo fala: representatividade importa, né? Desde muito pequena, eu olhava para Beyoncé e ela era uma pessoa que eu me identificava de verdade. Nunca vou desmerecer as outras, tinha Katy Perry, Britney Spears. Mas não eram pessoas que eu conseguia me enxergar nelas. Mas eu conseguia me ver na Beyoncé. Além de ser extremamente talentosa, a minha admiração por ela só cresce a cada projeto que ela lança. Cada vez que ela abre a boca para falar sobre alguma causa importante, ela tem um poder de representatividade, um poder de espalhar conhecimento para as pessoas. E um poder também de entreter. Eu fui num show dela e morri de chorar, esqueci de todos os problemas na vida. É uma coisa que eu levo muito como inspiração para mim. G1 - Queria que você falasse da relação entre o Now United e o TikTok. E por que você acha que o TikTok pegou tanto com quem é mais novo? Any Gabrielly - O TikTok estourou em um momento muito certo, que foi a quarentena. Estava todo mundo em casa, sem ter o que fazer. E aí do nada surge uma rede social que conecta todo mundo, todo mundo fazendo as mesmas dancinhas. As músicas do Now United têm essa mensagem positiva sempre. As dancinhas são uma forma de deixar a música mais interativa, mais palpável para o fã. Eles criam uma conexão real com a música. Não é só uma coisa de "ah, vou lá dar um stream, escutar". Se você for uma festa você vai escutar aquela música e todo mundo vai saber a dancinha. G1 - Pra fechar, falando de música, com todo esse background que você tem, tão eclético, e com o Now United mais voltado para o pop... Como você vê a sua carreira como cantora? Você acha que tem chance de ir por outros caminhos? É uma pergunta complexa: como você vê o seu futuro musical? Any Gabrielly - É uma pergunta complexa mesmo. Eu tenho uma conexão muito grande com o pop e R&B. É uma coisa que me enche meus olhos. Mas eu gosto de tudo da mistura desses dois. Geralmente, quando alguém consegue achar o equilíbrio entre o indie, o R&B e o pop numa música só, eu falo "nossa essa música estourou". Então, eu acho que se eu for seguir nessa linha de "ah, vou criar vou fazer o meu próprio negócio", provavelmente vai ser uma mistura assim. Eu acho que nem vai se encaixar em uma gavetinha só. Eu acho que vai ser uma coisa meio mesclada. [risos] Justamente porque eu tenho tantas referências de tantos lugares e eu gosto de vários vários aspectos de cada uma. Aí eu acho que vou misturar tudo. Vai ser um negócio meu. O Top 10 do Now United Veja Mais

Simon Fuller, do Now United, fala de planos: turnê maior no Brasil, fãs no grupo e produtores daqui

G1 Pop & Arte Ao G1, empresário que criou o Now United elogia Any Gabrielly e explica como mercado brasileiro virou 'prioridade número um'. Contrato com marca de desodorante ajudou na escolha. Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls Reprodução/Instagram do grupo Simon Fuller, empresário de 60 anos, criou o Now United do zero. A empresa dele que selecionou integrantes, compositores, produtores, coreógrafos. O ex-empresário das Spice Girls e criador do "American Idol" tem poder de decisão quando o assunto é o grupo de pop global mais amado por brasileiros e brasileiras em idade escolar. Então, como será o futuro do grupo? "2021 será o melhor ano para o Now United. Eu adoraria imaginar que nossos jovens uniters podem se tornar membros reais do grupo. Esse seria o meu sonho", responde Simon ao G1 (saiba mais do Now United no podcast abaixo). Ele também tentou explicar por que o Now United tem mais fã por aqui do que em qualquer outro lugar do mundo, considerando dados do YouTube e do Spotify. Segundo ele, o mercado brasileiro sempre foi prioridade. Um dos principais contratos de patrocínio do grupo só vale para o Brasil, o que ajudou nessa escolha. Você já deve ter visto um desodorante com a marca do Now United por aí. "Isso nos permitiu visitar o Brasil mais do que qualquer outro país." O carisma de Any Gabrielly, a integrante brasileira do grupo, e a turnê no Brasil também teriam dado uma mãozinha para fazer o público daqui crescer tanto nos últimos meses. "Any é um talento incrível, pode cantar e dançar. Ela compreendeu totalmente o conceito Now United", elogia o chefe. "Finalmente, os shows no final do ano passado nos aproximaram ainda mais de nossos fãs incríveis. O Brasil é parte essencial da história do Now United." Turnê brasileira em 2021? Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United Any foi a integrante mais nova selecionada pelo time de Simon. "Ela tinha 15 anos e estávamos procurando membros com mais de 16." "No entanto, seu talento, entusiasmo e compreensão do que eu estava procurando tornaram impossível para eu ignorá-la. Ela é uma garota excepcional e talentosa. Ela pode ser uma das melhores do mundo." Simon também garantiu que o Now United fará uma turnê brasileira maior em 2021. “Você precisa combinar um plano digital inovador e focado com uma presença física apaixonada e comprometida”, ensina. Embora tenha Any na formação, não há outros profissionais brasileiros da música no projeto. Há algum interesse neles? "Estou muito interessado em trabalhar com compositores e produtores do Brasil. O nível de talento no Brasil é surpreendente", responde ele. Now United Divulgação Veja Mais

Emmy 2020: os ganhadores e mais 6 curiosidades sobre a cerimônia incomum deste ano

G1 Pop & Arte Encontro de Monica, Rachel e Phoebe, de 'Friends', brindou evento virtual. Kimmel apresentou diversas categorias enquanto que os indicados estavam em suas casas EPA/BBC News Se tem uma palavra que faz quase todo mundo revirar os olhos nesses dias, ela é "virtual". Em geral, ela tem aparecido junto a atividades que costumavam ser divertidas antes da pandemia de covid-19. Festival de filmes virtual, festa virtual, show virtual... No domingo (20) foi a vez da cerimônia virtual do prêmio Emmy, uma espécie de Oscar da televisão, na qual "Watchmen", "Schitt's Creek", "Succession" e "The Mandalorian" acabaram como os principais vencedores. Emmy 2020: veja lista com os vencedores Schitt's Creek', 'Watchmen' e 'Succession' são grandes vencedores em premiação 'virtual' Zendaya se torna a vencedora mais jovem de um Emmy de melhor atriz de série de drama A HBO foi a principal vencedora, com 30 troféus ao todo, seguida da Netflix, com 21. O evento, porém, foi bem além do que muitos esperavam, sem aquele ar de videoconferência. "A cerimônia do Emmy em si não pode concorrer a um Emmy, mas o desafio hercúleo de realizar algo assim faz com que ela mereça um prêmio", afirmou Pete Hammond, do site Deadline. Veja abaixo seis curiosidades do prêmio e a lista dos principais ganhadores. 1. Espectadores foram brindados com um reencontro (parcial) de Friends Initial plugin text Para a atriz Jennifer Aniston, indicada por seu papel na série "The Morning Show", a cerimônia do Emmy era a oportunidade perfeita para convidar uns amigos para curtir. Enquanto Aniston conversava com o apresentador do evento, Jimmy Kimmel, uma figura familiar surgiu na tela. "É a Courtney ali?", perguntou Kimmel ao avistar Courtney Cox. Ela e Aniston interpretaram duas amigas, Monica e Rachel, que moravam juntas na série "Friends". "É claro que sou eu, a gente mora juntas desde 1994", respondeu Cox, em referência ao ano de estreia do seriado. Como se não bastasse, a atriz que interpretou Phoebe na série, Lisa Kudrow, também deu as caras. A parte masculina do elenco de "Friends" não apareceu, mas a reunião foi o aperitivo do que os fãs aguardam há anos e pode acontecer em breve. 2. Jimmy Kimmel atingiu o tom perfeito De modo geral, Kimmel fez um ótimo trabalho em manter todos entretidos enquanto confessava a natureza bizarra da cerimônia deste ano. As cadeiras vazias no assustadoramente silencioso Staples Center em Los Angeles estavam cheias de recortes de papelão de celebridades para compensar a falta de público. Imagens de públicos anteriores do Emmy rindo e aplaudindo foram inseridas entre as piadas de Kimmel em uma tentativa de dar ao show algum ar menos estranho, e essa estratégia funcionou surpreendentemente bem. Aqui estão algumas das melhores falas do apresentador em seu monólogo de abertura da cerimônia: Aqui estão algumas das melhores falas do apresentador em seu monólogo de abertura da cerimônia: EPA via BBC "A grande questão que eu acho que devemos responder é por que você faria uma premiação no meio de uma pandemia? 'Por que' é uma pergunta que me fizeram muito nesta semana. Mas você sabe o que mais parece leviano e desnecessário? Fazer isso a cada dois anos." "Watchmen é uma série de super-heróis, mas também é bastante realista. Exceto nas partes onde todo mundo em Oklahoma está usando máscara." "Nós conseguimos links ao vivo de mais de 100 localidades ao redor do mundo para esse evento. Você sabe a dificuldade de conseguir colocar seus pais numa videochamada? Multiplique isso por mil." 3. Zendaya ficou eufórica por sua vitória Zendaya fez história com sua vitória inesperada na categoria de melhor atriz em série dramática, se tornando a profissional mais jovem a vencer esse prêmio. A atriz de 24 anos, uma ex-estrela do Disney Channel, triunfou com seu retrato de uma jovem viciada em drogas na série "Euphoria", da HBO. A eufórica reação de Zendaya e de seus familiares ao saber do prêmio rendeu memes e gifs instantaneamente nas redes sociais. Initial plugin text Muito popular entre o público jovem, "Euphoria" trata de assuntos complexos, como identidade, trauma, sexo, drogas. "Eu sei que parece uma hora estranha para celebrar, mas eu gostaria de dizer que há esperança para os jovens por aí", afirmou Zendaya. 4. Ramy Youssef revelou o que acontece quando você perde o Emmy O protagonista da série Ramy perdeu para Eugene Levy, de Schitt's Creek, na categoria de melhor ator de comédia. Mas neste ano, quando você perde em sua categoria, fica ainda mais estranho do que o normal. Membros da produção da cerimônia foram enviados para as casas dos principais indicados ao prêmio deste ano, com uma mistura de traje de proteção e terno contra a covid-19. Uma vez que o vencedor era anunciado, ele recebia uma visita em sua porta e o troféu do Emmy lhe era entregue pessoalmente. Initial plugin text Por outro lado, isso significa que todos os principais indicados que não venceram tiveram que ver o Emmy indo embora, literalmente. Ramy conseguiu flagrar o momento em vídeo, enquanto se despedia de sua estatueta. Tão perto, tão longe. 5. Apresentadores convidados mantiveram o clima leve O ator Randall Park, de "Fresh Off the Boat", subiu ao palco para apresentar um prêmio ao lado de outro apresentador, uma alpaca com gravata borboleta. "Quando você lê o e-mail rápido demais, a frase 'Você vai apresentar com uma alpaca' parece muito com 'Você vai apresentar com Al Pacino'", brincou. Randall Park e uma alpaca apresentaram categoria de melhor roteiro para minisséries EPA via BBC Jason Sudeikis, da série "Ted Lasso", apresentou o prêmio de melhor série de comédia enquanto era submetido a um teste de covid-19 ao vivo. Sudeikis tentou manter o foco enquanto a profissional de saúde com máscaras, luvas e óculos de proteção inseria um cotonete em seu nariz. "Desculpa, pessoal, mas somos legalmente obrigados a fazer teste de covid de hora em hora", afirmou Sudeikis EPA via BBC "Não se preocupem, vocês não vão nem notar que ela está aqui." Após ser interrompido por ela, que perguntou sua data de nascimento, ele disse: "Eu não sei mais, acho que você atingiu meu cérebro". 6. Jennifer Aniston deveria ser bombeira Aniston foi uma das poucas estrelas a aparecerem pessoalmente na premiação do Emmy, para auxiliar Kimmel no início do evento. (Isso foi antes de ela aparecer em casa com suas amigas de Friends, mais perto do fim da cerimônia.) Kimmel explicou que o Emmy tinha que seguir medidas rígidas de segurança, entupindo um dos envelopes de antibactericida para enfatizar sua fala. Jennifer Anniston e Jimmy Kimmel foram alguns dos poucos que apareceram presencialmente no Emmy 2020 The Television Academy e ABC Entertainment/AP Depois ele jogou o envelope numa lixeira e tocou fogo, em um esforço para "queimar todos os germes" presentes ali. Tudo fazia parte de uma cena ensaiada, mas a substância se mostrou mais inflamável do que os produtores do Emmy previram. Depois que Kimmel lidou com o fogo com um pegador de metal, as chamas recomeçaram e deu para ouvir um produtor falando: "acabem com isso". Por sorte, Aniston parecia mais apta a lidar com lixeiras em chamas, e usou o extintor de incêndio diversas vezes para acabar com as chamas persistentes. Aparentemente Rachel aprendeu alguma coisa ao tocar fogo no apartamento de Phoebe. 7. Lista dos principais vencedores Melhor série cômica Curb Your Enthusiasm Dead to Me The Good Place Insecure The Kominsky Method The Marvelous Mrs. Maisel Vencedora: Schitt's Creek What We Do in the Shadows Melhor série dramática Better Call Saul The Crown The Handmaid's Tale Killing Eve The Mandalorian Ozark Stranger Things Vencedora: Succession Melhor minissérie ou filme para TV Little Fires Everywhere Mrs. America Unbelievable Unorthodox Vencedora: Watchmen Melhor ator de série cômica Anthony Anderson, Black-ish Don Cheadle, Black Monday Ted Danson, The Good Place Michael Douglas, The Kominsky Method Vencedor: Eugene Levy, Schitt's Creek Ramy Youssef, Ramy Melhor atriz de série cômica Christina Applegate, Dead to Me Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel Linda Cardellini, Dead to Me Vencedora: Catherine O'Hara, Schitt's Creek Issa Rae, Insecure Tracee Ellis Ross, Black-ish Melhor ator coadjuvante de série cômica Andre Braugher, Brooklyn Nine-Nine William Jackson Harper, The Good Place Alan Arkin, The Kominsky Method Sterling K. Brown, The Marvelous Mrs. Maisel Tony Shalhoub, The Marvelous Mrs. Maisel Mahershala Ali, Ramy Kenan Thompson, Saturday Night Live Vencedor: Dan Levy, Schitt's Creek Melhor atriz coadjuvante de série cômica Betty Gilpin, GLOW D'Arcy Carden, The Good Place Yvonne Orji, Insecure Alex Borstein, The Marvelous Mrs. Maisel Marin Hinkle, The Marvelous Mrs. Maisel Kate McKinnon, Saturday Night Live Cecily Strong, Saturday Night Live Vencedora: Annie Murphy, Schitt's Creek Melhor ator de série dramática Jason Bateman, Ozark Sterling K. Brown, This Is Us Steve Carell, The Morning Show Brian Cox, Succession Billy Porter, Pose Vencedor: Jeremy Strong, Succession Melhor atriz de série dramática Jennifer Aniston, The Morning Show Olivia Colman, The Crown Jodie Comer, Killing Eve Laura Linney, Ozark Sandra Oh, Killing Eve Vencedora: Zendaya, Euphoria Melhor ator coadjuvante de série dramática Giancarlo Esposito, Better Call Saul Bradley Whitford, The Handmaid's Tale Vencedor: Billy Crudup, The Morning Show Mark Duplass, The Morning Show Nicholas Braun, Succession Kieran Culkin, Succession Matthew Macfadyen, Succession Jeffrey Wright, Westworld Melhor atriz de série dramática Laura Dern, Big Little Lies Meryl Streep, Big Little Lies Helena Bonham Carter, The Crown Samira Wiley, The Handmaid's Tale Fiona Shaw , Killing Eve Vencedora: Julia Garner, Ozark Sarah Snook, Succession Thandie Newton, Westworld Melhor ator de minissérie ou filme para TV Jeremy Irons, Watchmen Hugh Jackman, Bad Education Paul Mescal, Normal People Jeremy Pope, Hollywood Vencedor: Mark Ruffalo, I Know This Much Is True Melhor atriz de minissérie ou filme para TV Cate Blanchett, Mrs. America Shira Haas, Unorthodox Vencedora: Regina King, Watchmen Octavia Spencer, Self Made Kerry Washington, Little Fires Everywhere Melhor ator coadjuvante de minissérie ou filme para TV Dylan McDermott, Hollywood Jim Parsons, Hollywood Tituss Burgess, Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. the Reverend Vencedor: Yahya Abdul-Mateen II, Watchmen Jovan Adepo, Watchmen Louis Gossett Jr, Watchmen Melhor atriz coadjuvante de minissérie ou filme para TV Holland Taylor, Hollywood Vencedora: Uzo Aduba, Mrs. America Margo Martindale, Mrs. America Tracey Ullman, Mrs. America Toni Collette, Unbelievable Jean Smart, Watchmen Melhor reality show competitivo The Masked Singer Nailed It Vencedor: RuPaul's Drag Race Top Chef The Voice Melhor talk show Outstanding variety talk series Daily Show with Trevor Noah Full Frontal with Samantha Bee Jimmy Kimmel Live Vencedor: Last Week Tonight with John Oliver Late Show with Stephen Colbert Melhor show com esquetes A Black Lady Sketch Show Drunk History Vencedor: Saturday Night Live Melhor filme para TV American Son Vencedor: Bad Education Dolly Parton's Heartstrings: These Old Bones El Camino: A Breaking Bad Movie Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend Melhor roteiro de série cômica Vencedor: Daniel Levy, Schitt's Creek David West Read, Schitt's Creek Michael Schur, The Good Place Tony McNamara, The Great Sam Johnson e Chris Marcil, What We Do In The Shadows Paul Simms, What We Do In The Shadows Stefani Robinson, What We Do In The Shadows Melhor roteiro de série dramática Thomas Schnauz, Better Call Saul Gordon Smith, Better Call Saul Peter Morgan, The Crown Chris Mundy, Ozark John Shiban, Ozark Miki Johnso, Ozark Vencedor: Jesse Armstrong, Succession Melhor roteiro de minissérie ou filme para TV Tanya Barfield, Mrs. America Sally Rooney e Alice Birch, Normal People Susannah Grant, Ayelet Waldman e Michael Chabon, Unbelievable Anna Winger, Unorthodox Vencedores: Damon Lindelof e Cord Jefferson, Watchmen Melhor direção de série cômica Matt Shakman, The Great Amy Sherman-Palladino, The Marvelous Mrs. Maisel Daniel Palladino, The Marvelous Mrs. Maisel Gail Mancuso, Modern Family • Finale Part 2 Ramy Youssef, Ramy Vencedores: Andrew Cividino e Daniel Levy, Schitt's Creek James Burrows, Will & Grace Melhor direção de série dramática Benjamin Caron, The Crown Jessica Hobbs, The Crown Lesli Linka Glatter, Homeland Mimi Leder, The Morning Show Mimi Leder Alik Sakharov, Ozark Ben Semanoff, Ozark Vencedor: Andrij Parekh, Succession Mark Mylod, Succession Melhor direção de minissérie Lynn Shelton, Little Fires Everywhere Lenny Abrahamson, Normal People Vencedora: Maria Schrader, Unorthodox Nicole Kassell, Watchmen Steph Green, Watchmen Stephen Williams, Watchmen Saiba tudo sobre entretenimento com o "Semana Pop" Veja Mais

G1 Ouviu #107 - Poesia Acústica: rap de barzinho, chypher e a força de mais um mega time da MPB

G1 Pop & Arte Sucesso do canal carioca Pineapple Storm confirma tradição brasileira de compor e cantar em grupos. Podcast ouve quem está por trás do projeto e explica esta tendência do hip hop. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Oscar muda exigências em busca de mais diversidade no cinema; entenda novas regras e reações

G1 Pop & Arte Semana Pop deste sábado (19) explica mudanças promovidas pela Academia dos EUA, organizadora da premiação, para que produções concorram à categoria de melhor filme a partir de 2024. Oscar muda regras para aumentar diversidade; Semana Pop explica novidades e reações A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, organizadora do Oscar, anunciou novas exigências para que produções sejam indicadas à categoria de melhor filme a partir de 2024. Como elas não são exatamente as mais simples de entender, o Semana Pop deste sábado (19) explica as mudanças, que buscam aumentar a diversidade no cinema, e as reações. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Winston Groom, autor de 'Forrest Gump', morre aos 77 anos, diz agência

G1 Pop & Arte Groom escreveu outros 15 livros, entre ficção e não ficção e atuou como jornalista. Obra inspirou filme de sucesso com Tom Hanks. Winston Groom autografa exemplares de 'Forrest Gump' em 21 de agosto de 1995 AP Photo/Anders Krusberg, File O escritor Winston Groom, autor do romance "Forrest Gump", morreu aos 77 anos no sul do Alabama, nos Estados Unidos, segundo a agência Associated Press. A causa da morte não foi divulgada. “Embora seja lembrado por criar 'Forrest Gump', Winston Groom foi um jornalista talentoso e notável autor de história americana. Nossos corações e orações são estendidos a sua família”, disse a governadora do Alabama, Kay Ivey, em um comunicado. O livro de Groom deu origem ao filme estrelado por Tom Hanks e vencedor de seis Oscars, entre eles melhor filme, direção, roteiro e ator. Ele conta a história de um homem especial, que acompanha os principais eventos do século 20. O escritor se formou na Universidade do Alabama em 1965. De acordo com a AP, Groom serviu o Exército americano até 1969, com missões no Vietnam. O local se tornou uma das passagens de Forrest Gump e também material para outra história publicada por Groom. Em sua obra, estão outros 15 livros, entre obras de ficção e não ficção, com temas variados: da Guerra civil americana, à primeira guerra mundial e até um time de futebol do Alabama. Seu livro mais mais recente foi publicado em 2016. "El Paso" é ambientado na revolução mexicana. Segundo a sinopse oficial, o livro coloca o lendário Pancho Villa contra um magnata das ferrovias, com uma história "cheia de tiroteios, fugas ousadas e uma tourada inesquecível". Veja Mais

Cantor Naldo Benny diz que testou positivo para Covid-19

G1 Pop & Arte Nas redes sociais, o cantor tranquilizou os fãs e disse que está bem. Naldo Benny Divulgação O cantor Naldo Benny divulgou nas redes sociais, na tarde desta quinta-feira (17), que testou positivo para Covid-19. Ele tranquilizou os fãs e afirmou que está bem e sem sintomas. Em um vídeo divulgado na conta dele no Instagram, ele disse que foi para São Paulo para a gravação de um programa e realizou um teste. “Vim fazer o exame de coronavírus. Deu aquele positivo pra mim numa maneira leve, IGM parece, se não me engano", afirmou o cantor. Naldo disse que em breve vai fazer outro exame, dessa vez o RT-PCR, para confirmar a contaminação. O cantor informou que a filha e a esposa também fizeram o teste e os resultados deram negativo. “Tô benzão, tô sentindo nada, absolutamente nada, tô 100% tranquilo”, compartilhou o cantor. Vídeos: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja Mais

Madonna vai dirigir filme sobre sua vida: 'O foco sempre será a música'

G1 Pop & Arte Cantora está escrevendo roteiro ao lado de Diablo Cody. Amy Pascal, vencedora de três Oscars, ficará responsável pela produção. Madonna no VMA 2018 REUTERS/Carlo Allegri A rainha do pop Madonna está escrevendo um roteiro para um filme sobre sua vida que será dirigido por ela mesma, anunciou a Universal Pictures nesta terça-feira (15). "Quero transmitir a incrível jornada na qual embarquei na vida como artista, como cantora, como dançarina, como um ser humano tentando fazer um lugar para mim neste mundo", disse Madonna em um comunicado postado no site da Universal. Aos 62 anos, a cantora e atriz americana trabalha nesse roteiro ao lado de Diablo Cody, roteirista que recebeu um Oscar pelo filme "Juno". Initial plugin text O filme de Madonna, ainda sem título, será produzido por Amy Pascal, vencedora de três Oscars ("Adoráveis Mulheres", "The Post - A guerra secreta" e "Homem-Aranha: De volta ao lar"), informou a Universal em seu site. "O foco deste filme sempre será a música. A música me faz continuar e a arte me mantém viva. Existem tantas histórias inspiradoras e não contadas, e quem melhor para contá-las do que eu mesma", acrescentou a "Material Girl". "É fundamental compartilhar as montanhas-russas da minha vida com a minha visão e minha voz", ressaltou a estrela pop. A Universal celebrou o acordo com a cantora com trabalho mais comercializado de todos os tempos (335 milhões de discos em todo o mundo), observando que em sua carreira de cinco décadas Madonna "transformou nossa compreensão da arte, sexualidade, feminismo e o papel da mulher no entretenimento". "Madonna é o ícone definitivo, humanitário, artista e rebelde. Com seu dom inigualável de criar arte acessível e que quebra barreiras, ela moldou nossa cultura como poucos", explicou Donna Langley, diretora do Universal Filmed Entertainment Group. A cantora, que ficou doente por causa da Covid-19 em maio, fez sua estreia como atriz no filme "Procura-se Susan Desesperadamente" (1985). Depois desse filme, a cantora atuou em "Dick Tracy" (1990) e "Liga de Mulheres" (1992). Madonna ganhou o Oscar de Melhor Atriz por "Evita", em 1996. A estrela pop escreveu e co-dirigiu seu primeiro filme, "W.E. - O Romance do Século" em 2011, que ganhou o Oscar de Melhor Música. Madonna lança 14º álbum, repleto de referências latinas Veja Mais

Harry Styles adia shows no Brasil sem anunciar nova data

G1 Pop & Arte Shows estavam marcados para outubro em São Paulo e no Rio de Janeiro. Turnê que passaria por América do Sul e México está suspensa temporariamente devido à pandemia de Covid-19. Harry Styles Divulgação Harry Styles anunciou nesta terça-feira (15) o adiamento indefinido de sua turnê "Love On Tour" pela América do Sul. No Brasil, o cantor inglês faria shows em São Paulo, no dia 7 de outubro, e no Rio, no dia 9 de outubro. "A saúde e a segurança de todos continuam sendo nossa prioridade. Eu realmente espero fazer os shows conforme planejado para 2021, mas continuarei monitorando a situação nas próximas semanas e meses. Mal posso esperar para ver todos vocês na estrada assim que for seguro." Initial plugin text No site Ingresso Rápido, as vendas estão indisponíveis, mas não há mais informações para os fãs que já haviam comprado ingressos. Os valores variam de R$ 164 a R$ 688. Além do Brasil, o cantor também vai se apresentar na Argentina, Chile, Peru e Colômbia. Veja Mais

Juliano Laham assume lugar de Henri Castelli na 'Dança dos Famosos 2020'

G1 Pop & Arte 'Estou muito feliz em poder participar desse quadro que tanto quis', comemora ator. Juliano Laham Reprodução/Instagram Juliano Laham ficou com a vaga deixada por Henri Castelli na "Dança dos Famosos 2020". O nome do ator na competição foi anunciado no programa deste domingo (20). Na última semana, Henri Castelli explicou que não participaria do reality de dança do "Domingão do Faustão" por causa de uma lesão no tornozelo. "Eu tive um problema no meu tornozelo, um acidente dois meses atrás onde quebrei o tornozelo e fui operado aqui em São Paulo. Meu médico, junto com a direção da TV Globo, conversando com eles, acharam melhor eu não participar esse ano pra preservar a minha saúde", afirmou Henri. Initial plugin text O nome de Juliano foi anunciado no mesmo dia em que o time feminino iniciou a fase de apresentações. "Gratidão e alegria me definem nesse momento. Estou muito feliz em poder participar desse quadro que tanto quis. Espero que vocês se divirtam, se emocionem e acompanhem o Dança dos Famosos junto com a gente. Vou me divertir muito! Qual ritmo vocês mais esperam assistir?", escreveu o ator em seu Instagram. Juliano formará dupla com a bailarina Nathália Zannin. Confira as duplas formadas para a Dança dos Famosos 2020: Danielle Winits e Fernando Schellenberg Isabeli Fontana e Igor Maximiliano Giullia Buscacio e Daniel Navarro Lucy Ramos e Léo Santos Luiza Possi e Daniel Norton Guta Stresser e Marcus Lobo André Gonçalves e Paula Santos Marcelo Serrado e Beatriz Larrat Felipe Titto e Brennda Martins Zé Roberto e Gabriela Baltazar Bruno Belutti e Bruna Santos Juliano Lahan e Nathália Zannin Henri Castelli explica saída da ‘Dança dos Famosos’: ‘Tive um problema no tornozelo’ Veja Mais

Lives de hoje: Fernando & Sorocaba, Simone, Moacyr Luz e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Teresa Cristina e Samba de Opinião também estão na programação de shows on-line deste domingo (20). Fernando & Sorocaba Cadu Fernandes/Divulgação Fernando & Sorocaba, Simone e Moacyr Luz estão entre os artistas que fazem live neste domingo (20). Teresa Cristina e Samba de Opinião também fazem parte da programação de shows on-line do dia. Veja a lista completa com horários das lives de hoje abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Domingo (20) Meninos de Goiás – 15h – Link Fernando & Sorocaba – 16h30 – Link Samba da Opinião – 18h - Link Simone - 18h - Link Moacyr Luz – 19h – Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Lives de hoje: Wesley Safadão com Bruno e Marrone, Lucy Alves e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Bruno Gouveia e Carlos Coelho em um especial do Biquíni Cavadão também estão na programação de shows on-line deste sábado (19). Wesley Safadão, Lucy Alves e Bruno Gouveia fazem live neste sábado (19) Globo-Estevam Avellar / Globo-Fábio Rocha / Divulgação Wesley Safadão se junta com a dupla Bruno e Marrone para uma live neste sábado (19). Além disso, Sheryl Crow traz a versão acústica do show que realizou na sexta-feira (18). A apresentação on-line da cantora é paga. Chico César, Lucy Alves e Paulinho Boca de Cantor também fazem parte da programação de shows on-line do dia. Veja a lista completa com horários das lives de hoje abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sábado (19) Sheryl Crow (cantora faz show acústico com venda de ingressos) - 14h - Link Roby e Thiago – 16h – Link Bruno Gouveia e Carlos Coelho – Especial 35 anos na estrada com Biquíni Cavadão – 16h30 - Link Mel Semé (Playing For Change) – 17h – Link Paulinho Boca de Cantor – 19h – Link Chico César (Festival A Vida no Centro) – 19h – Link Wesley Safadão, Bruno e Marrone – 20h - Link Ivan Lins, Claudio Lins, Alfredo Lima, Celso Fonseca e outros (Festival #ZiriguidumemCasa) - 20h – Link Lucy Alves (Festival Cultura em Casa) – 21h30 – Link Banda Twister – 20h – Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Você sabe onde Odete Roitman foi morta? Giro pelo Rio mostra locais marcantes dos 70 anos da televisão

G1 Pop & Arte Estúdio da icônica cena de ‘Vale Tudo’ hoje mudou de função. Perto dali, uma estátua lembra grandes programas de auditório. Quase todo mundo sabe quem matou Odete Roitman. Mas você sabe onde a cena foi gravada? Morte de Odete Roitman, em Vale Tudo Reprodução/TV Globo Nos 70 anos da TV no Brasil, completados nesta sexta-feira (18), o Bom Dia Rio fez um giro pelos pontos da cidade que contam um pouco da história das emissoras. Relembre as primeiras vezes que a TV inovou no ar Os 70 anos da TV em 70 FOTOS Veja 10 curiosidades de novelas clássicas que estão de volta Entretenimento e jornalismo são páginas importantes da história dos 70 anos da TV Na época de "Vale Tudo", em 1988, ainda não existiam os Estúdios Globo, em Curicica. Quase toda a produção da Globo no Rio era feita no complexo do Jardim Botânico, entre as ruas Lopes Quintas, Von Martius e Pacheco Leão. Jornalismo e entretenimento eram vizinhos: o Jornal Nacional ficava praticamente ao lado dos estúdios das novelas. Com a inauguração do então Projac, em 1995, os módulos de gravação do Jardim Botânico passaram por uma reforma e ganharam um novo inquilino em 2000: o JN. Diante da bancada no mezanino do Jornal Nacional — com a redação ao fundo, embaixo —, sem querer muitos brasileiros viram o “local do crime” de Odete Roitman a cada “boa-noite”. Quando a grua “levantava voo” e mostrava as mesas dos jornalistas, aparecia, no canto direito do vídeo, o ponto onde Beatriz Segall gravou a tomada em que “levava um tiro”. Canto do Estúdio A, na emissora da Globo no Jardim Botânico, onde Odete Roitman foi morta Eduardo Pierre/G1 De tão icônica, a cena foi imortalizada em uma placa, pendurada em uma das salas da antiga redação: “Aqui morreu Odete Roitman”. Em 2017, o JN se mudou novamente, agora para um prédio próprio — também no complexo do Jardim Botânico. É o atual cenário, com a redação em volta da bancada. A redação do mezanino passou por mais uma reforma e hoje abriga parte do time da GloboNews. A placa foi retirada. Teatro Fênix Quase toda a produção era naquele quarteirão — mas, a alguns metros dali, outro núcleo da Globo fez história. O Teatro Fênix, um espaço entre a Rua Jardim Botânico e a Avenida Linneo de Paula Machado, era o lugar dos programas de auditório. Por lá passaram o Xou da Xuxa, o Domingão do Faustão, o humorístico Balança Mas Não Cai... e Chacrinha. Era no Teatro Fênix que o Velho Guerreiro atirava postas de bacalhau à plateia e buzinava os desafinados no divertido quadro dos calouros. Em 2000, já com os Estúdios Globo em atividade, o teatro foi demolido, e no terreno foi erguido um edifício residencial. Mas, a poucos metros dali, uma estátua de Chacrinha lembra das emoções que só quem foi ao Fênix viveu. Primeira emissora no Rio foi na Urca A televisão brasileira surgiu 15 anos antes de a Globo nascer. Foi em 18 de setembro de 1950, com a Tupi, em São Paulo. Quatro meses depois, a emissora do indiozinho chegava ao Rio. E o prédio que a abrigou continua de pé, na Urca. Em 1954, o então Canal 6 ocupou as instalações do Cassino da Urca (1933-1946). A Tupi saiu do ar em 1980. O prédio ficou abandonado até 2014, quando o Instituto Europeu de Design abriu uma filial e reformou parte do conjunto. Veja Mais

'The Batman': Robert Pattinson é liberado após Covid-19 e gravações recomeçam, diz revista

G1 Pop & Arte Filmagens do novo filme do herói tinham sido interrompidas após protagonista testar positivo para coronavírus no começo de setembro. Robert Pattinson em cena de 'The Batman' Reprodução Robert Pattinson foi liberado após se recuperar do novo coronavírus e as gravações de "The Batman" vão recomeçar, de acordo com o site da revista "Variety". As filmagens foram interrompidas no último dia 3 quando "um membro da produção", segundo a Warner Bros. Pictures, testou positivo para a Covid-19. A revista "Vanity Fair" afirmou que Pattinson era a pessoa não especificada, mas o estúdio nunca confirmou a informação. "Depois de um hiato para precauções de quarentena da Covid-19, a gravação de 'The Batman' na Inglaterra agora retornou", disse um porta-voz da Warner à "Variety". Além do ator, membros do elenco e da equipe que tiveram contato com ele também ficaram de quarentena. Assista ao trailer de 'The Batman' O novo filme do personagem dos quadrinhos da DC, que tem Robert Pattinson ("O farol") no papel do herói, é dirigido por Matt Reeves ("Planeta dos macacos: A guerra"). O elenco de "The Batman" ainda conta com Zoe Kravitz ("Big little lies") como a Mulher-Gato, Paul Dano ("Os suspeitos") como o Charada, Colin Farrell ("Animais fantásticos e onde habitam") como o Pinguim, Jeffrey Wright ("Westworld") como o comissário Gordon e Andy Serkis (da trilogia "O planeta dos macacos") como o mordomo Alfred. A previsão da estreia do filme nos Estados Unidos é no dia 1º de outubro de 2021. Veja Mais

Cardi B pede divórcio de Offset após três anos de casamento

G1 Pop & Arte Segundo imprensa internacional, os dois cantores devem se apresentar no tribunal em 4 de novembro. Cardi B e Offset Omar Vega/Invision/AP, Arquivo Cardi B pediu o divórcio de Offset em um tribunal de Atlanta, Geórgia, após quase três anos de casamento, segundo imprensa internacional. Os dois cantores, que se casaram secretamente em 2017 e são pais de Kulture Kiari, 2, devem se apresentar no tribunal em 4 de novembro, segundo documentos judiciais divulgados por alguns sites americanos. O casal está separado, o casamento "está rompido irremediavelmente e não há perspectivas de reconciliação", assinala o pedido da autora de "WAP", segundo documentos citados pela revista "People". A rapper de 27 anos, cujo nome verdadeiro é Belcalis Almanzar, pediu à corte a guarda principal e legal de sua filha, segundo o site especializado em celebridades TMZ. Ela também deseja que Offset (Kiari Kendrell Cephu, 28 anos) integrante da banda de hip-hop Migos, pague pensão alimentícia e seus gastos legais. Cardi B citou no passado infidelidade de Offset, que levaram a uma separação em 2018. "Quando meu marido e eu tivemos problemas, você sabe, ele me enganou e tudo isso, decidi ficar com ele e trabalhar com ele, e muita gente ficou bastante furiosa comigo, muitas mulheres ficaram decepcionadas comigo", disse a rapper em entrevista à revista "Vogue" publicada em dezembro de 2019. Em dezembro de 2018, quando ainda estavam separados, Cardi B expulsou Offset do palco após o rapper invadir seu show e pedir para reatarem o casamento. Offset tem outros três filhos, de relacionamentos anteriores. Nenhum dos dois confirmou oficialmente o pedido de divórcio. Vídeo de Cardi B falando coronavírus viraliza; ASSISTA Veja Mais

Yamaha NMax inspirado em 'Star Wars' chega ao Brasil por R$ 14.390

G1 Pop & Arte Baseado no universo cinematográfico da franquia, o scooter tem as opções Aliança Rebelde e Império Galáctico. Cada versão será limitada a 340 unidades. Yamaha NMax 160 Aliança Rebelde Divulgação A Yamaha lançou nesta terça-feira (15) no Brasil o NMax 160 Star Wars em duas versões. Ambas custam R$ 14.390 e contam com freios ABS de série. Baseado no universo cinematográfico da franquia, o scooter tem as opções Aliança Rebelde e Império Galáctico. Cada versão será limitada a 340 unidades, ou seja, somando o total de 680 motos especiais. Yamaha NMax 160 Star Wars Império Galáctico Divulgação Apesar dos grafismos inspirados em 'Star Wars', o NMax segue com o mesmo conjunto mecânico visto na opção tradicional. O motor de 1 cilindro gera potência máxima de 15,1cv a 8.000 rpm e torque máximo de 1,47 kgf a 6.000 rpm. Yamaha NMax 160 Star Wars Divulgação Sempre trabalhando em conjunto com o câmbio automático do tipo CVT, o modelo possui painel digital com dois hodômetros parciais, relógio, computador de bordo e indicadores de pilotagem econômica ECO, de consumo instantâneo e de nível de combustível no tanque — com capacidade de 6,6 litros (1,4 litro de reserva). Yamaha NMax 160 Star Wars Divulgação Yamaha tem motos inspiradas em heróis No Salão Duas Rodas 2019, a Yamaha apresentou seus primeiros modelo em parceria com a Disney. Ainda como protótipos, motos inspiradas em heróis da Marvel foram expostas na feira. Salão Duas Rodas 2019: Yamaha aposta em motos de heróis Veja Mais

No mais...

Maurício Manieri 'passa bem' após ser internado e sofrer infarto, diz assessoria do cantor

G1 Pop & Arte Cantor foi submetido a cateterismo nesta segunda (14). Ele sentiu 'fortes dores no peito' na sexta-feira. Maurício Manieri Divulgação O cantor Maurício Manieri "passa bem" após ter sido internado por um infarto que sofreu na sexta-feira (11), segundo sua assessoria. Manieri foi internado no Hospital São Luiz, em São Caetano do Sul, nesta segunda-feira (14) para fazer um cateterismo. "O procedimento foi bem-sucedido, o cantor passa bem e está na UTI (Unidade de terapia intensiva) para acompanhamento", explicou a assessoria. "Após sentir fortes dores no peito na última sexta-feira (11), depois da realização de uma live, o artista foi levado às pressas ao hospital, onde realizou vários exames. A família de Manieri agradece as mensagens e manifestações de carinho recebidas." O cantor, que completou 50 anos no último dia 10, é casado com a apresentadora Iza Stein, com quem tem um filho de seis anos, Marco Manieri. Durante a pandemia de coronavírus, o cantor se apresentou por lives e shows em drive-ins, em Porto Alegre e São Paulo. Desde 2017, Manieri estava em turnê com o show Classics, projeto de covers do cancioneiro romântico internacional que gerou álbum em agosto de 2019. Maurício Manieri se apresenta no POA Drive-in Show Veja Mais

'Laços de famíia' chega ao Globoplay com história sobre sacrifícios de mãe pela filha

G1 Pop & Arte Novela de Manoel Carlos, que também está no ar na TV, marcou a estreia de Reynaldo Gianecchini e retratou drama da leucemia; relembre a trama e veja curiosidades e fotos. Carolina Dieckmann e Vera Fischer em 'Laços de família' Nelson Di Rago/TV Globo. Com uma trama sobre a relação de amor e sacrifícios entre mãe e filha e cenas que entraram para a história das novelas, "Laços de família" poderá ser revista a partir desta segunda-feira (14) no Globoplay. Para ajudar a entrar no clima, o G1 publica curiosidades sobre a novela, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). A novela de Manoel Carlos, que também está no ar no "Vale a pena ver de novo" (TV Globo), marcou a estreia de Reynaldo Gianecchini na TV., no ano 2000. Já no papel de protagonista, o ator vive o médico recém-formado Edu. Com o bairro carioca do Leblon como cenário, ele engata um romance com Helena (Vera Fischer), uma mulher 20 anos mais velha, apesar da resistência da tia, Alma (Marieta Severo). Laços de Família: Helena e Edu se conhecem Tudo muda quando Edu conhece e se encanta por Camila (Carolina Dieckmann), filha de Helena. Ao perceber a paixão dos dois, a mãe abre mão do namorado para que a filha seja feliz. “Foi uma Helena encantadora. Como profissional, como mãe, como mulher, o Manoel resumiu tudo ali, o amor dela por um cara mais jovem...", lembra Fischer em depoimento ao Memória Globo. "Era uma novela rica em todos os sentidos e maravilhosa para todo o público, tanto que ela passa e passa e passa. Em termos de novela, foi a mais bem construída.” Carolina Dieckmann em 'Laços de família' Roberto Steinberger/TV Globo. Luta contra a leucemia Após engravidar de Edu e perder o bebê, Camila descobre que sofre de leucemia. As cenas que retrataram sua luta contra a doença comoveram o país. A sequência mais lembrada dessa fase da novela mostra a personagem raspando o cabelo, durante o tratamento. “O Maneco me reservou para essa novela. Mas eu pensava: ‘Ele não vai escrever uma novela para mim, gente, fala sério!'", conta Dieckmann ao Memória Globo. Laços de Família: Camila raspa a cabeça "Um dia chegou uma carta do Manoel Carlos, com umas sinopses dizendo: ‘Carolina, esse papel não está sendo oferecido para você, ele é seu, ele foi escrito para você e para Vera Fisher, e se vocês não fizerem, não vai ser essa novela, eu vou fazer uma outra. Essa novela é para vocês’. Aí caiu a minha ficha que eu queria ser atriz, no momento em que eu li aquela carta.” Diante da doença da filha, Helena se sacrifica mais uma vez em nome do amor por ela. Afasta-se de Miguel (Tony Ramos), com quem estava envolvida, para engravidar do verdadeiro pai de Camila, Pedro (José Mayer). Vera Fischer e Tony Ramos em 'Laços de família' Acervo/TV Globo. Assim, consegue gerar um doador de medula óssea compatível, para salvar a vida da filha. Na época em que a trama foi exibida, o "efeito Camila" mobilizou uma campanha, que conseguiu aumentar significativamente o número de doadores de sangue, órgãos e medula no Brasil. Veja curiosidades sobre 'Laços de família' em pesquisa do Memória Globo As imagens de Camila tendo os cabelos raspados como consequência do tratamento da leucemia foram usadas em uma campanha da Globo pela doação de medula. Nas semanas depois do último capítulo da novela, o Instituto Nacional do Câncer registrou 149 novos cadastramentos - antes, o índice era de dez por mês; A abordagem da leucemia na trama levou a Globo a ganhar o mais importante prêmio de responsabilidade social do mundo, o BITC Awards for Excellence 2001, na categoria Global Leadership Award; Manoel Carlos conta que a ideia central de "Laços de família" partiu da leitura de uma notícia de jornal sobre a mãe de uma jovem com leucemia, que engravidou para salvar a filha, nos Estados Unidos, em 1990; O sacrifício de mães pelos filhos é tema recorrente na obra do autor. Ele já havia retradado situações semelhantes nas novelas "História de amor" (1995) e "Por amor" (1997); A trama de Capitu (Giovanna Antonelli), universitária que trabalha como garota de programa para sustentar os pais e o filho, foi inspirada em uma reportagem do jornalista Gilberto Dimenstein para a "Folha de S.Paulo" sobre o grande número de garotas de programa nas faculdades do Rio de Janeiro e de São Paulo; Laços de Família: Capitu Além de Gianecchini, "Laços de família" também marcou a estreia de Juliana Paes nas novelas, após uma participação em "Malhação"; Na trama, Vera Fischer deu vida à quinta Helena de Manoel Carlos, após as novelas "Baila comigo" (1981, protagonizada por Lilian Lemmertz), "Felicidade" (1991, Maitê Proença), "História de amor" (1995) e "Por amor" (1997), as duas últimas com Regina Duarte no papel principal. Reynaldo Gianecchini e Carolina Dieckmann em 'Laços de família' Roberto Steinberger/TV Globo. Reynaldo Gianecchini e Vera Fischer em 'Laços de família' Jorge Baumann/TV Globo. Tony Ramos em 'Laços de família' Jorge Baumann/TV Globo. Marieta Severo e Alexandre Borges em 'Laços de família' Jorge Bauman/TV Globo. Giovanna Antonelli em 'Laços de família' Roberto Steinberger/TV Globo. Deborah Secco e José Mayer em 'Laços de família' Jorge Baumann/TV Globo. Juliana Paes em 'Laços de família' . Roberto Steinberger/TV Globo. Veja Mais

G1 Ouviu #106 - Now United: os segredos e bastidores do sucesso do grupo de pop global

G1 Pop & Arte Any Gabrielly (integrante brasileira), Simon Fuller (criador do projeto) e Kyle Hanagami (coreógrafo) revelam detalhes sobre a criação do maior fenômeno infanto-juvenil recente. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Semana Pop #103: 10 fatos surpreendentes sobre novelas antigas que estão bombando

G1 Pop & Arte Sabia que 'Laços de família' aumentou doações de medula? E que 'Explode coração' teve amor virtual em plenos anos 90? Semana Pop explica essas e outras curiosidades. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Museu de Paris proíbe entrada de mulher por causa de decote de vestido

G1 Pop & Arte Seguranças do Museu de Orsay, na França, barraram uma mulher sem dizer o porquê --só afirmaram que eram regras. Depois de uma discussão, gesticularam para o seu decote. Ela escreveu uma carta aberta em uma rede social. O museu, que tem ao menos dois dos quadros com mulheres nuas mais famosos do mundo, pediu desculpas. Mulher é barrada em museu na França por causa de decote Os seguranças do Museu d'Orsay, em Paris, um dos mais importantes da França, barraram a entrada de uma mulher que, na opinião deles, usava um decote muito grande. Ela só foi liberada depois de se cobrir. Em uma rede social, o museu afirmou ter se arrependido do incidente e pediu desculpas. A mulher se identifica apenas como Jeanne, uma estudante de literatura. Ela descreveu sua ida ao museu em um dia quente. Na entrada, ela ouviu que não poderia entrar. Segundo sua carta, os funcionários não verbalizaram, no começo, o porquê da proibição. "Eu perguntei o que estava acontecendo, mas ninguém me respondeu. Eles encararam meus peitos. Não entendi o que estava acontecendo", afirmou. Os funcionários pediram para ela se acalmar e disseram que "regras são regras", mas ninguém dizia qual era a regra que ela, supostamente, estaria violando. Ainda de acordo com a carta, em um momento, quando perguntados sobre qual era o problema, os empregados acenaram para o decote e disseram "isso". Jeanne disse que, a princípio, se recusou a colocar uma jaqueta, mas, finalmente, concordou. “Eu me pergunto se os empregados que queriam me barrar sabiam que estavam me objetificando sexualmente, que seguiam uma ordem machista, e, se quando eles chegaram em casa no fim do dia, pensaram que tinham direito de me desrespeitar”, escreveu ela. Na carta, ela questiona “a lógica pela qual os representante de um museu nacional pode barrar o acesso ao conhecimento e à cultura com base em um julgamento arbitrário sobre decência da aparência de uma outra pessoa”. Almoço na Relva e A Origem do Mundo Dois dos quadros mais famosos do mundo por terem imagens de mulheres nuas estão expostos no Museu d'Orsay. Reprodução do quadro 'O Almoço na Relva', de Edouard Manet Reprodução Um deles é O Almoço na Relva, de Edouard Manet. Ele mostra um grupo de quatro pessoas em um piquenique. Em primeiro plano, uma mulher nua encara o espectador. O site do Museu d'Orsay tem um verbete sobre o quadro. "A presença de uma mulher nua entre homens vestidos não tem uma justificativa mitológica nem alegórica. Isso, e o vestido contemporâneo, fizeram com que a cena fosse considerada obscena aos olhos do público de então." O quadro foi rejeitado pelo salão de artes de 1863. Naquela época, havia uma exposição das obras rejeitadas, e essa imagem foi a principal atração. O outro quadro famoso pela nudez é A Origem do Mundo, de Gustave Courbet. O quadro, "hoje exibido abertamente, tomou o seu lugar na história da pintura moderna", de acordo com o site do próprio museu. Veja Mais

MC Ingryd fica na 'geladeira' após hit do Carnaval e pensa em trocar música por gastronomia

G1 Pop & Arte Cantora de 'Vem me satisfazer' reclama da falta de lançamentos. Pandemia interferiu, mas novos clipes vão sair, diz Kondzilla. G1 mostra histórias de artistas que nasceram nos anos 2000. MC Ingryd teve um dos maiores hits do carnaval 2020, mas chega ao segundo semestre ansiosa e pensando que a carreira na música pode não continuar. A cantora de 19 anos explodiu com "Vem Me Satisfazer", assinou com a produtora Kondzilla em dezembro, mas reclama que não lança músicas desde maio. "Essas pessoas, essas gravadoras se interessam muito nos artistas que já estão estourados e têm interesse no royalty da música, não no artista", afirma Ingryd ao G1. "Se tivesse interesse no artista, pelo menos no meu caso, se tivessem interesse em mim, eu estaria trabalhando no momento, mas eu não estou." Ouça acima trechos da entrevista no podcast. Conheça 5 artistas brasileiros nascidos nos anos 2000 Nesta semana, o G1 mostra bastidores e carreira de artistas nascidos nos anos 2000: do funk de Don Juan e Ingryd à MPB de Agnes Nunes, passando pelo sertanejo (Julia e Rafaela) e pelo pop (Carol e Vitória). "Eu estou na Kondzilla desde dezembro do ano passado e até hoje eu não tive um planejamento de carreira, que é o mínimo que uma gravadora oferece para um artista", reclama. Ingryd diz que está "congelada" e que tem um EP e oito músicas prontas para serem lançadas. Entre a entrevista e a publicação dessa reportagem, houve uma reunião da cantora e da gravadora e eles definiram que clipes serão gravados em setembro. "A KondZilla Recods já esta programando os próximos lançamentos da cantora, incluindo a gravação de novos clipes", afirmou a empresa quando questionada pelo G1 sobre os próximos lançamentos de Ingryd. A pandemia também foi usada como argumento para o tempo sem músicas novas. "Não poderíamos gravar quando começou a pandemia e hoje tomando todos os cuidados conseguimos na medida do possível", explica a gravadora paulista. Mc Ingryd fala sobre sonhos e artistas preferidos na música Arte G1 Sucesso na 1ª música "Vem Me Satisfazer" é o primeiro funk que MC Ingryd escreveu na vida e já tem mais de 100 milhões de visualizações, somados o clipe que fez com o produtor Henrique da VK e o remix de brega-funk, primeiro clipe lançado pela Kondzilla. Além das versões originais, a música tem mais de 50 remixes não-autorizados, segundo a cantora carioca. Ela diz que já faturou cerca de R$ 100 mil com o hit. Ingryd conta que "na emoção" assinou um contrato de 10 anos sem ler e aconselha outros jovens artistas: "O maior erro do artista como eu assim, novo, que entra no mundo da música, é assinar o contrato sem ler. Gente, tem que ler o contrato, porque as vezes ali tá escrito que você deve sua vida e você não sabe". "Muitos artistas, que chegaram agora no mesmo tempo que eu, caíram nessa enrascada de assinar com gravadora que só quer usar, usufruir da música que já tem estourada, não quer saber se tem um planejamento pra você. Ele só quer saber do dinheiro daquela música ali e ponto final." MC Ingryd Reprodução/Instagram/MC Ingryd Quando questionada se consegue ter voz, opinar nas decisões da carreira como outras artistas 2000 ouvidos pelo G1, Ingryd continua o desabafo: "A minha carreira, eu sinto que não é minha. Se eu pudesse tomar as decisões, eu já estava lançando música, eu estava fazendo clipe, mas não depende só de mim sabe?". Pensando em desistir O cenário confuso na gravadora e a pandemia do novo coronavírus afetaram o psicológico de Ingryd, tanto que ela está pensando em desistir da carreira na música. "Com tudo isso que vem acontecendo até hoje comigo, a única vontade que eu tenho é desistir. Eu só não desisto porque eu sei que tem gente que gosta do meu trabalho, que eu tenho fãs que realmente gostam de mim", afirma. "Vou falar para você que se alguém chegasse hoje e falasse assim: Ingryd, vamos ali fazer uma faculdade de gastronomia e abrir um restaurante bolado, eu ia", continua. Antes do hit, Ingryd era confeiteira, mas não pensa em voltar para o mercado de bolos neste momento. Depois da reunião, a cantora começou a falar nas redes sociais sobre as novidades que vem por aí e parece mais animada com a carreira. Sem apoio da família Mc Ingryd posa com o namorado Reprodução/Instagram da cantora Ingryd aprendeu a cantar na igreja, mas diz que após começar a cantar rap com amigos na Villa Kennedy e depois foi para o funk nunca teve apoio da família. Mc Ingryd emplaca funk 'Vem me satisfazer' aos 19 anos, após aprender a cantar na igreja "Lá na família da minha avó eles nunca aceitaram. Vou dar um exemplo, às vezes eu estava indo pro estúdio fazer música com esses meus amigos e eles falavam que eu estava fazer alguma coisa que não devia", explica. "Já tive depressão por conta da rejeição da família e acho que isso atrapalha muito na vida de qualquer pessoa. Você tá indo ali correr atrás do teu sonho, ai a tua família está falando que tu está indo sei lá fumar maconha, se prostituir eram coisas desse tipo que eu ouvia". Ingryd diz que tem um temperamento forte e que não se dava muito bem com a família: "Até hoje é difícil de conviver com as pessoas com esse jeito meu, sou muito impulsiva. Tudo tem que ser na minha hora, vamos dizer mimada. É um defeito meu que eu não gosto". Hoje ela mora com o noivo, o cara para quem escreveu "Vem Me Satisfazer", na Villa Kennedy no Rio. Ela está reformando uma casa para viver com o futuro marido. Para escrever, ela diz que escuta músicas e beats, cria em cima e depois manda para o produtor montar a base nova e finalizar. Nessas horas de pesquisa, ela conta que ouve muito Alcione, Ludmilla e a colombina Karol G. Veja Mais

Diana Rigg, atriz de 'Game of Thrones', morre aos 82 anos

G1 Pop & Arte De acordo com sua filha, Rachael Stirling, Digg morreu após lutar contra um câncer diagnosticado em março. Atriz venceu prêmios Emmy e Tony. Imagem divulgada pela HBO mostra Diana Rigg como Olenna Tyrell em cena de 'Game of Thrones' HBO via AP A atriz Diana Rigg, vencedora de prêmios Emmy e Tony, morreu aos 82 anos nesta quinta (10) em sua casa na Inglaterra. Diana Rigg: FOTOS De acordo com a filha, Rachael Stirling, Digg lutava contra um câncer diagnosticado em março. "Minha querida mãe morreu em paz enquanto dormia nesta manhã, em casa, cercada por sua família", disse em nota. "Ela passou seus últimos meses refletindo com alegria sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão. Eu vou sentir falta dela além das palavras." Diana Rigg, em foto de abril de 2019 Joel Saget/AFP/Arquivo A atriz nasceu em 20 de julho de 1938 em Yorkshire, na Inglaterra. Começou a carreira nos palcos em 1957 com a peça "O círculo de giz caucasiano", de Bertolt Brecht. Em 1994, recebeu o título de Dama por sua contribuição ao teatro e às artes. Com mais de 60 anos de carreira, a atriz acumula mais de 70 papéis em séries e filmes. Participou de grandes sucessos da TV, recentes e antigos: foi a Lady Olenna Tyrell na série britânica de sucesso "Game of Thrones" e a agente Emma Peel na série "Os Vingadores" (1965-1968). Seus dois últimos trabalhos estão em pós-produção e devem estrear em 2021: o filme "Last night in Soho" e a minissérie "Black Narcissus". Diana Rigg foi Tracy Draco em '007 a serviço secreto de sua majestade' (1969) Divulgação/MGM Em 1997, venceu o Emmy na categoria de melhor atriz coadjuvante pelo papel de Mrs. Danvers na minissérie "Rebecca". Ao lado da filha e também atriz, participou de um episódio de "Doctor Who" em 2013, chamado "The Crimson Horror". Cinema e teatro Diana Rigg e o ator Anthony Hopkins na estreia de 'Macbeth' no National Theatre, em Londres. Foto de setembro de 1972 Bob Dear/AP/Arquivo A atriz também se destacou no cinema, entre os papéis mais populares está o de Tracy, a sra. James Bond, no filme "007 - A Serviço Secreto de Sua Majestade" (1969). Por sua atuação no longa "The hospital", de 1971, recebeu uma indicação a melhor atriz no Globo de Ouro do ano seguinte. Rigg também estrelou peças na Broadway: "Abelard and Heloise" (1971); "The Misanthrope" (1975) e "Medea" (1994), pela qual venceu o Tony de melhor atriz. No teatro, protagonizou "Macbeth" ao lado de Anthony Hopkins no National Theatre, em Londres, em 1972. Diana Rigg posa para fotógrafos durante coletiva de imprensa no Hilton Hotel, em Londres. Foto de novembro de 1967 Bob Dear/AP/Arquivo VÍDEOS: Personalidades que morreram em 2020 Veja Mais

Xbox Series X: Microsoft anuncia que novo console custará US$ 499 nos EUA

G1 Pop & Arte Nova geração de videogames da empresa será lançada em 10 de novembro. Preço no Brasil ainda não foi divulgado. Microsoft anuncia que seu próximo console se chamará Xbox Series X Reprodução/YouTube/Xbox A Microsoft revelou, nesta quarta-feira (9), o preço de seu novo console Xbox Series X, que custará US$ 499 nos Estados Unidos. O preço no Brasil ainda não foi divulgado. A empresa já tinha definido o valor do Xbox Series S, versão mais compacta e barata do Series X, que será vendido por US$ 299 nas lojas americanas. Xbox Series S vai ser lançado em novembro por US$ 299 Divulgação/Microsoft A nova geração de consoles Xbox será lançada no dia 10 de novembro. Uma pré-venda on-line foi anunciada para o dia 22 de setembro. Em agosto, a Microsoft disse em uma publicação em seu blog que o Xbox Series X terá mais de 100 games otimizados para o console Veja Mais

Will Smith anuncia em vídeo que versão dramática de 'Um maluco no pedaço' vai ter 2 temporadas

G1 Pop & Arte Projeto criado a partir de um trailer falso de 2019 foi comprado pela plataforma de vídeos Peacock. Will Smith anuncia que versão dramática de 'Um maluco no pedaço' vai ter 2 temporadas Reprodução/YouTube/Will Smith Will Smith anunciou nesta terça-feira (8) que a versão dramática de "Um maluco no pedaço", chamada de "Bel-Air", vai ter pelo menos duas temporadas. Em vídeo um publicado em seu canal no YouTube, o ator afirmou que o projeto, criado a partir de um trailer falso de 2019, foi comprado pela plataforma de vídeos americana Peacock. O vídeo original, dirigido por Morgan Cooper, já tem mais de 6 milhões de visualizações no YouTube. Ele deve repetir seus cargos como roteirista e diretor da nova série. Smith vai ser um dos produtores executivos. "Um Maluco no Pedaço" foi exibido nos EUA por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, foi exibido pelo SBT a partir do ano 2000. O clássico revelou os talentos cômicos e de atuação de Smith, um jovem rapper que viria a se tornar um dos maiores astros do cinema de Hollywood. Veja Mais

Lupita Nyong'o homenageia Chadwick Boseman: 'sua morte é soco no estômago todas as manhãs'

G1 Pop & Arte Atores contracenaram em 'Pantera Negra'. Boseman morreu aos 43 anos após lutar contra câncer. Chadwick Boseman e Lupita Nyong'o na pré-estreia de 'Pantera Negra' nos EUA Reuters / Mario Anzuoni Lupita Nyong'o publicou nesta terça-feira (08) uma homenagem a seu companheiro de "Pantera Negra", Chadwick Boseman, que morreu aos 43 anos após lutar contra um câncer, em 28 de agosto. FOTOS da carreira de Boseman HOMENAGENS: Artistas e autoridades lamentam VÍDEOS: relembre filmes Mais de dez dias após a morte do ator, Nyong'o disse que teve dificuldades em lidar com a informação. "Estou lutando para pensar e falar sobre meu amigo, Chadwick Boseman, no passado. Não faz sentido. A notícia de sua morte é um soco no estômago todas as manhãs", disse. Initial plugin text "Sei que somos todos mortais, mas nós cruzamos com algumas pessoas na vida que possuem uma energia imortal, que parece que já existiram antes, que estão exatamente onde deveriam estar sempre - aqui! Chadwick era uma dessas pessoas." "Eu não o conhecia há muito tempo, mas ele teve um efeito profundo em mim durante o tempo que nos conhecemos. Quando nos reunimos para fazer o 'Pantera Negra', lembro-me de ter sido atingida por sua presença tranquila e poderosa", continuou. A atriz terminou enviando sentimentos à família do ator e dizendo que vai viver sua lição. "A morte de Chadwick é algo que eu não posso aceitar e nem mesmo assimilar agora. Talvez com o tempo, vou demorar. Em sua homenagem, prometo não perder meu tempo. Eu espero que você faça o mesmo." Veja Mais

Festival de Veneza exibe seu lado mais feminista em 2020

G1 Pop & Arte Com oito mulheres contra dez homens na disputa pelo Leão de Ouro, evento não apenas se aproxima da debatida paridade, mas também aposta em um cinema com argumentos femininos. Patrick Kennedy, Susanna Nicchiarelli e Romola Garai chegam à exibição de 'Miss Marx' no Festival de Veneza 2020 Alberto Pizzoli/AFP Em uma edição marcada pelo coronavírus, o feminismo dominou a semana no Festival de Veneza, com filmes que narram as combativas e difíceis vidas das mulheres. Por anos criticado pela ausência de diretoras na mostra oficial, o festival italiano exibe em 2020 o seu lado mais feminista. Com oito mulheres contra 10 homens na disputa pelo Leão de Ouro, a Mostra não apenas se aproxima da debatida paridade, mas também aposta em um cinema com olhar feminista e com argumentos muito femininos. Este é o caso da trágica vida da filha de Karl Marx, narrada no filme "Miss Marx" da italiana Susanna Nicchiarelli, muito elogiado pela crítica. A filha mais nova do pai do comunismo, Eleanor, foi uma das primeiras mulheres a associar a luta por igualdade das mulheres com a luta de classes do fim do século XIX. "Todas somos Miss Marx", escreveu a crítica Teresa Marchesi no site Huffpost, em referência à história atormentada de uma mulher inteligente e brilhante, que acreditava no poder libertador da cultura e da arte, mas que cometeu suicídio aos 43 anos por um relacionamento amoroso tortuoso, desgastada pela infidelidade do companheiro. O filme sobre a filha mais nova de Marx, nascida em Londres em 1855, é um hino ao feminismo e combina linguagens diferentes, imagens do século XIX com música ultramoderna, misturando, como aconteceu na vida da protagonista, razão e sentimento. "'Miss Marx' é o filme socialista e feminista que o cinema e o mundo atual precisam", afirma o jornal especializado "Fotogramas". "Não, eu não definiria como um filme feminista", declarou a diretora, antes de destacar, no entanto, que Eleanor foi "a primeira a utilizar o socialismo para seu discurso feminista e a falar de feminismo em termos econômicos". Completamente diferente, mas com uma temática também muito feminina, é o filme "Pieces of a Woman", do diretor húngaro Kornél Mundruczó. Dirigido por um homem, o longa-metragem narra a história de uma mulher que perde o bebê depois do parto. A produção, com licenças poéticas algo banais, descreve a perda, a dor e aborda os sentimentos inexplicáveis que uma tragédia provoca até acabar com uma família. Com roteiro de Kata Wéber, esposa do diretor, o filme descreve as fases do luto: negação, ira, depressão e finalmente aceitação. Protagonizado pela atriz inglesa Vanessa Kirby, conhecida pela série de TV "The Crown", a produção começa com uma cena impressionante de parto em casa, que dura quase 40 minutos e foi filmado em apenas uma tomada. "Minha esposa e eu queríamos compartilhar com o público uma de nossas experiências mais pessoais, com a história de um menino que nasce morto, com a esperança de que a arte possa ser o melhor remédio para a dor", confessou o cineasta. História com H maiúsculo Dois filmes, também na mostra competitiva, abordam dores e tragédias coletivas a partir do ponto de vista de uma mulher. Este é o caso de "Quo Vadis, Aida?", produção bósnia da diretora Jasmila Zbanic sobre o massacre de Srebrenica. A protagonista, Jasna Duricic, interpreta uma mãe que tenta salvar, sem sucesso, a família. A atriz já é considerada uma das favoritas ao prêmio Copa Volpi por sua atuação. Mais que o feminismo, a transformação de uma mulher com ideais ferrenhos inspira o renomado e premiado diretor, roteirista e produtor russo Andrei Konchalovsky para seu filme "Dorogie tovarischi" ("Queridos camaradas"). O cineasta de 83 anos, com uma extensa filmografia, é um dos favoritos ao Leão de Ouro com um longa-metragem que narra um massacre que realmente aconteceu na União Soviética em junho de 1962 e que permaneceu em sigilo por décadas. Konchalovsky, vencedor de dois Leões de Prata (2016 e 2014), volta ao Lido com um filme em preto branco, de duas horas de duração, sobre a História com H maiúsculo e contada através dos olhos de uma mulher, militante convicta do Partido Comunista local, que abandona os ideais depois de presenciar o massacre cometido na cidade soviética de Novocherkassk, durante o qual sua filha desaparece. Para reprimir as greves e protestos, soldados do exército e agentes da KGB abriram fogo contra os manifestantes: 26 pessoas desarmadas morreram, mais de 200 foram detidas e sete foram condenadas a morte. "Meu filme é um tributo à geração que viu a derrubada de seus ideais e mitos", explicou Konchalovsky. Veja Mais

'Laços de Família' estreia no 'Vale a Pena Ver de Novo' nesta segunda

G1 Pop & Arte Novela de Manoel Carlos com Carolina Dieckmann, Vera Fischer e Reynaldo Gianecchini substitui 'Eta mundo bom'. Vera Fischer e Carolina Dieckmann em cena de 'Laços de Família' Reprodução/Instagram/CarolinaDieckmann "Laços de Família", novela de Manoel Carlos, estreia nesta segunda (7) no "Vale a Pena Ver de Novo". Quando a reprise foi anunciada, a atriz Carolina Dieckmann, que teve um papel icônico na carreira na novela, comemorou: "Eu ouvi Laços de Família no 'Vale a Pena ver de novo', Brasil? Me belisca!", escreveu a atriz ao postar uma foto com Vera Fischer. Ela interpretou a jovem Camila, que teve de raspar o cabelo ao descobrir que tinha leucemia. Em entrevista ao programa "Encontro com Fátima Bernardes" nesta segunda, a atriz comentou a repercussão da personagem em sua carreira. "Eu era odiada. O que pegava muito era a Camila se apaixonar e investir no namorado da mãe. Na época, a internet não tinha essa força toda, mas tinha uma hashtag chamada 'eu odeio Camila'. E era superforte. As pessoas falavam disso o tempo inteiro", contou. Reynaldo Gianecchini, Carolina Dieckmann, Vera Fischer em cena de 'Laços de Família' Roberto Steinberger/Tv Globo Dieckmann disse que ficou muito nervosa antes de gravar a cena, mas teve apoio do autor. "Eu ficava muito tensa de passar com verdade tudo isso. O Maneco me tranquilizava." Tony Ramos, Reynaldo Gianecchini, Marieta Severo, José Mayer, Deborah Secco e Lília Cabral também estavam no elenco desse clássico da dramaturgia brasileira exibido entre 2000 e 2001. O que é a pansexualidade, orientação de Gianecchini e outros famosos Veja Mais

Hedy Lamarr, a 'mãe do wi-fi' que fugiu do nazismo para virar inventora e estrela em Hollywood

G1 Pop & Arte Novo livro romanceia história da judia austríaca que escapou do marido para cruzar o Atlântico, estrelar filmes americanos e ajudar a criar as bases do sistema de comunicação sem-fio atual. Lamarr com Clark Gable: ela conseguiu um lucrativo contrato com o estudio MGM MGM via BBC Das dezenas de filmes protagonizados por Hedy Lamarr, estrela do cinema hollywoodiano nos anos 1940, nenhum teve enredo tão cativante quanto a vida da própria atriz. Nascida em Viena em 1914, era judia, casou-se com o homem mais rico da Áustria (um fabricante de armas que fazia negócios com as ascendentes elites fascistas e nazistas), fugiu do casamento para os Estados Unidos, tornou-se uma das atrizes mais bem pagas de sua época e inventou um sistema de comunicações de torpedos que hoje é a base para tecnologias como Wi-Fi e Bluetooth. "A vida dela foi maior do que a ficção", diz a escritora Marie Benedict, que acaba de lançar no Brasil o livro 'A Única Mulher' (Editora Planeta), um romance baseado na história da atriz. "Sinto como se a gente achasse que sabe muito sobre Hedy Lamarr, a atriz, o centro de todas as colunas sociais e fofocas na época em que viveu. Mas a verdade é que a gente não a conheceu." Parte disso é porque Hedy, ou melhor, Hedwig Eva Maria Kiesler, precisou apagar seu passado ao fugir para os Estados Unidos. Atriz de relativo sucesso na Áustria, conhecida principalmente por protagonizar o polêmico filme "Êxtase" (que, aliás, tem a primeira cena de orgasmo da história do cinema), Hedy abdicou da carreira ao se casar com Friedrich Mandl, dono da Hirtenberger Patronen-Fabrik, uma fábrica de armas e munições militares, e um dos homens mais influentes do país. Embora de fato sentisse atração pelo marido, o casamento foi pensado principalmente como uma estratégia de proteção para a família Kiesler. Na época, Adolf Hitler na vizinha Alemanha já começava a dar sinais de antissemitismo e de seus planos de expansão territorialista, ao que Mandl era um feroz opositor. Mesmo sem seguir tradições do judaísmo, exceto por alguns hábitos culturais, a família habitava no bairro judeu da cidade. Mas, aos olhos do nazismo, a família Kiesler era definitivamente judaica, como ficou claro em 1935, com as Leis de Nuremberg. Elas definiram os critérios de cidadania na Alemanha Nazista e foram um grande passo na consolidação do ódio contra os judeus, estabelecendo que pessoas que tivessem três quartos de sangue judeu ou que praticassem a religião seriam consideradas judias. Nos primeiros anos do casamento, Mandl de fato se manteve empenhado a proteger a Áustria da expansão do nazismo. Muito se deveu ao fato de que um de seus principais clientes e aliados era Benito Mussolini, político italiano que liderou o Partido Nacional Fascista e é considerado um dos principais criadores do fascismo. Em 1922, Mussolini se tornou primeiro-ministro da Itália e, a partir de 1925, estabeleceu uma ditadura totalitária no país. Como esposa de Mandl, a principal função de Hedy era organizar e entreter os convidados nos jantares de negócios do marido — manter as boas relações era a alma das transações. Em alguns desses eventos, chegou a conheceu pessoalmente o "Duce", como Mussolini gostava de ser chamado. Mas a perspicácia de Hedy a fez perceber rapidamente os rumos que a situação estava tomando: não demorou para que Mandl começasse a negociar também com os alemães e, em 1940, embora inicialmente se opusesse a Hitler, Mussolini oficialmente se aliou à Alemanha, transformando a Itália em uma das principais potências do Eixo. Novo livro romanceia a história de Lamarr Divulgação Fuga para Hollywood Àquela altura, porém, Hedy já estava do outro lado do oceano, em Los Angeles. Em agosto de 1937, após algumas tentativas frustradas, Hedy havia conseguido fugir do casamento. "A fuga que conto no livro é a versão dela da história, mas existem outras versões", diz Benedict. "O interessante de escrever sobre Hedy é que ela contou diferentes versões sobre ela mesma." Foram meses de planejamento: primeiro, pediu ao marido para ter uma criada à sua disposição. Ao contratá-la, escolheu com cuidado uma mulher que se parecesse com ela, ao menos no porte, altura e cor do cabelo. Comprou um carro usado para a criada, sob o pretexto de que ela necessitaria de um meio de locomoção entre as diferentes residências da família. E, no período, economizou a mesada que recebia do marido. A noite escolhida para a fuga foi a de um jantar importante, assim poderia usar também um conjunto de joias Cartier que custava uma pequena fortuna. Ao longo da refeição, ensaiou um falso mal-estar. Acreditando que ela pudesse estar grávida (ele não sabia que ela usava um dispositivo intrauterino), Mandl ficou contente em deixá-la sair do evento para descansar. Era também a desculpa perfeita para pedir à criada que a acompanhasse em um chá digestivo, que Hedy batizou com um sonífero. Vestida com roupas iguais à da criada, saiu de carro sem despertar suspeitas e foi até a França. De lá, atravessou o Canal da Mancha e chegou a Londres, a primeira parada rumo à nova vida. Com Hitler em ascensão e as Leis de Nuremberg já em vigor, o único lugar seguro para uma judia imigrante trabalhar como atriz era do outro lado do Atlântico. Não à toa, a própria criação de Hollywood é atribuída a esses imigrantes, conforme descreveu Neal Gabler em 1989 no livro An Empire of Their Own: How the Jews Invented Hollywood (Um império próprio: como os judeus inventaram Hollywood, em tradução livre, sem edição em português), uma das obras mais completas sobre o assunto. E Hedy sabia disso: através dos contatos de sua época de atuação, acompanhava boatos sobre o êxodo silencioso dos profissionais para os Estados Unidos. Por meio de um desses contatos, foi apresentada a ninguém menos que Louis B. Mayer, chefe do estúdio MGM. Ele fazia as reuniões de caça talentos em uma suíte no Hotel Savoy, e Hedy sabia muito bem o que isso significava. Por segurança, levou o amigo à reunião, sob o pretexto de necessitar de tradução. "Voltei para editar o livro mais ou menos na época do escândalo (atual de acusações de estupro que recaem contra o produtor) Harvey Weinstein e afins, e simplesmente não conseguia acreditar no quão semelhantes eram as situações que as atrizes atuais enfrentavam com as que Hedy teve que lidar", diz Benedict. "São obstáculos que as mulheres ainda precisam superar." Chegou a Hollywood com um contrato de sete anos a US$ 550 semanais, com os ajustes usuais (o máximo jamais oferecido a uma novata) e um novo nome: Hedy Lamarr, mais amigável aos falantes da língua inglesa MGM via BBC Na reconstrução do diálogo feita pela autora, Mayer teria dito a Hedy: "Nada de judeus. Os americanos não toleram judeus na tela. Você não é judia, é?" Ao que ela prontamente respondeu "não, não, sr. Mayer", mentira a que se apegou na nova vida. Mas, se abdicar de sua verdadeira origem foi algo relativamente fácil, Hedy não estava tão disposta assim a abrir mão do valor que sabia ter. Quando o chefe do estúdio lhe ofereceu um contrato padrão de US$ 125 por semana por sete anos, ela saiu da reunião enfurecida. "Eu esperava que o sr. Mayer e eu pudéssemos chegar a um acordo hoje, mas não. Eu vou conseguir muito mais que US$ 125 por semana, você vai ver", teria dito ao amigo que a acompanhou na reunião. Vendeu a pulseira do conjunto de joias e comprou um bilhete para o navio Normandie, no qual Mayer viajaria de volta aos Estados Unidos. Na primeira noite, colocou seu vestido mais bonito, convocou todo o seu poder de comandar a atenção como fazia nos palcos, e entrou no salão de jantar certificando-se que todos, inclusive o chefe do estúdio, estivessem olhando para ela. "Você pode escrever um livro inteiro sobre como ela era poderosa, corajosa e forte diante das engrenagens do poder", diz Benedict. "Mayer foi provavelmente o homem mais poderoso de Hollywood, senão dos EUA. E ela teve a tenacidade de enfrentá-lo desde o início, exigir mais do que ele estava oferecendo, algo extremamente incomum na época." Funcionou. Chegou a Hollywood com um contrato de sete anos a US$ 550 semanais, com os ajustes usuais (o máximo jamais oferecido a uma novata) e um novo nome: Hedy Lamarr, mais amigável aos falantes da língua inglesa. A carreira em Hollywood despontou. Em uma rara entrevista na TV de 1969, ela fala um pouco mais sobre sua rotina de trabalho da época: houve momentos em que chegou a filmar três filmes simultaneamente, correndo de um set para o outro. A situação em sua terra natal, porém, era cada vez mais crítica e, tendo visto de perto o potencial bélico de destruição de uma das partes envolvidas, Hedy se preocupava — especialmente porque sua mãe permanecera na Áustria, agora sem a proteção de Mandl. Até porque nem ele se sentia mais seguro: com ascendência judaica (embora tivesse se convertido ao cristianismo), achou melhor fugir para o Brasil. Bem-sucedida em Hollywood, Lamarr também foi uma prolífica inventora Paramount via BBC A invenção do wi-fi e do GPS Enquanto enfrentava burocracias legais para levar a mãe aos Estados Unidos, Hedy decidiu tomar para si a missão de tornar a ofensiva dos Aliados contra o nazismo mais eficaz. Por causa de sua experiência como esposa de Mandl, sabia que, de todos os armamentos produzidos, os torpedos eram o que tinham maiores problemas. Além de imprecisos, eram também suscetíveis à interferência do sinal por navios inimigos. Ao conhecer o compositor George Antheil em uma festa, Hedy teria tido um momento "Eureka" (embora existam outras versões para o episódio, esta é uma das mais aceitas): o dueto espontâneo que fizeram no piano, em que ele transmitia um sinal e ela seguia, fez Hedy pensar que Antheil era o "transmissor de um sinal", como um submarinista ou um marinheiro, e ela, a receptora, ou um torpedo. Se o marinheiro e o torpedo constantemente pulassem de uma frequência de rádio para outra, assim como os dois fizeram ao piano, a comunicação se tornaria praticamente impossível de obstruir. Durante meses, trabalharam na invenção. Até que em outubro de 1940, início da Segunda Guerra Mundial, finalmente chegaram ao sistema de alternância de sinal de rádio para ser usado em torpedos e despistar radares nazistas. Submeteram a invenção ao Conselho Nacional de Inventores que, um ano depois, comunicou a decisão, assinada pelo próprio presidente do conselho, Charles Kettering. Ele recomendava que a Marinha dos Estados Unidos considerasse usar o sistema em seus torpedos. Pouco tempo depois da decisão, em 7 de dezembro de 1941, a base de Pearl Harbor, no Havaí, foi bombardeada, colocando os Estados Unidos oficialmente na guerra. Os torpedos americanos logo se mostraram um fracasso, justamente por causa da imprecisão, animando os inventores, que ainda esperavam uma resposta da Marinha. Quando ela finalmente chegou, pegou-os de surpresa: em vez de apostar no sistema desenvolvido, os militares optaram por tentar fazer os torpedos antigos funcionarem. Os dois chegaram a ir pessoalmente a Washington tentar convencer os oficiais, em vão — o preconceito contra uma invenção de uma mulher, ainda por cima famosa, falou mais alto. "Acho que a história dela parece quase um conto de advertência sobre os perigos de se subestimar mulheres. Quer dizer, e se a Marinha da época ou os militares tivessem levado seu esforço um pouco mais a sério? É algo para se pensar, quando consideramos as mulheres e suas contribuições, tanto no passado quanto no presente", opina Benedict. A Marinha só passou a utilizar o sistema em 1962, na Crise dos Mísseis. Eventualmente, perdeu a exclusividade militar e se tornou a base de várias tecnologias atuais, como o GPS e o wi-fi. Hedy, por sua vez, só foi reconhecida oficialmente em 1997, quando recebeu uma menção honrosa do governo americano por ter aberto novos caminhos da eletrônica. "Acho que ela ficaria satisfeita de ver que teve um papel importante a longo prazo, não só por causa do wi-fi, mas por fazer a sociedade e as mulheres realmente pensarem sobre como o trabalho delas importa e como é necessário levar as mulheres a sério", diz a autora do livro. "Penso que, de muitas maneiras, ela preferiria ter sido valorizada por seu intelecto e suas invenções do que por causa da sua beleza." A partir de 2014, quando entrou para o hall da fama dos inventores dos EUA, e principalmente nos últimos três anos, Hedy passou a ser mais conhecida pelo público em geral. Além do livro de Benedict, um documentário foi produzido sobre sua história em 2017 e uma minissérie protagonizada por Gal Gadot (Mulher-Maravilha) deve ser lançada pela Apple em breve. Veja Mais

Greta Thunberg diz que documentário em Veneza mostra seu verdadeiro eu: 'nerd tímida'

G1 Pop & Arte Ativista agradeceu ao diretor Nathan Grossman por não retratá-la como 'criança irritada e ingênua' que 'grita com os líderes mundiais'. A ativista Greta Thunberg Johanna Geron/Reuters Um documentário que segue Greta Thunberg e sua jornada de colegial sueca a ativista global do clima a retrata com precisão como uma "nerd tímida", disse a adolescente durante a estreia do filme no festival de Veneza. Festival de Veneza 2020; FOTOS O diretor Nathan Grossman registrou a vida cotidiana de Thunberg por um ano, narrando sua ascensão à fama: do início de sua greve escolar fora do parlamento sueco, em agosto de 2018, até suas viagens ao redor do mundo, exigindo que líderes políticos tomassem medidas para combater as mudanças climáticas. Os convidados sentam-se separados uns dos outros, como parte das regras de conduta anti Covid-19 no Festival de Cinema de Veneza ALBERTO PIZZOLI / AFP Quando começou a filmar, Grossman não tinha ideia de que Thunberg, então com 15 anos, rapidamente se tornaria uma figura central na campanha global para a crise climática. “Acho que a vimos muito na mídia, ela tem dado tantas entrevistas e eu queria trazer o telespectador para mais perto dela”, disse Grossman à Reuters neste sábado (5). Thunberg, que apareceu por link de vídeo na sexta-feira (4) no festival de Veneza, onde o filme "I Am Greta" foi exibido fora da competição, disse que ficou satisfeita com a forma como foi retratada. "Você teve sucesso em me enquadrar como eu mesma e não como a pessoa que a mídia me enquadra, não como a criança irritada e ingênua que se senta na Assembleia Geral das Nações Unidas gritando com os líderes mundiais. Porque essa não é a pessoa que eu sou", ela disse. "Então, eu acho que ele definitivamente me fez parecer uma pessoa mais tímida e nerd, que é a pessoa que eu sou." Veja Mais

Semana Pop #102: O que é a pansexualidade, orientação de Gianecchini e outros famosos

G1 Pop & Arte Preta Gil, Miley Cyrus, Bella Thorne, Renato Russo e outras celebridades já levantaram bandeira. Orientação que rejeita ideia de dois gêneros é diferente da bissexualidade; Semana Pop explica. Você pode ouvir o Semana Pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Veja Mais

Nintendo Switch vai ser lançado no Brasil no dia 18 de setembro por R$ 3 mil

G1 Pop & Arte Quatro anos depois de lançamento nos EUA, console chega oficialmente ao país. Em entrevista ao G1, diretor da fabricante na América Latina afirmou que versão Lite deve vir em 2021. Nitendo Switch vai ser lançado oficialmente no Brasil por quase R$ 3 mil Divulgação Demorou quase quatro anos, mas finalmente vai acontecer. A Nintendo anunciou nesta sexta-feira (4) que o lançamento oficial do Switch no Brasil será no dia 18 de setembro. Lançado em 2017 nos Estados Unidos e em outros países, a versão original do console terá preço de venda sugerido de R$ 2.999. Já foram mais de 61 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Para o diretor geral da Nintendo na América Latina, Bill van Zyll, a chegada do Switch faz parte de um "lento progresso", que envolveu o lançamento da Loja Nintendo no país em 2018 e o aumento de parcerias para a venda dos cartões de jogos. "Foi uma série de passos que precisávamos", diz o executivo em entrevista ao G1. "Nunca paramos de pensar no Brasil. Reconhecemos que é o mercado mais importante da América Latina, principalmente com todos os nintendistas fazendo tanto barulho." Já a chegada durante uma pandemia e poucos meses antes da troca de gerações do PlayStation e do Xbox foi apenas uma coincidência, segundo Zyll. "Quer dizer, poderíamos ter esperado. As vendas do Switch estão muito fortes, mesmo quatro anos depois do lançamento. Mas isso mostra quão importante o mercado brasileiro é para a Nintendo", afirma. "E, claro, também esperamos que o Switch ajude a trazer sorrisos aos brasileiros, até porque esse sempre foi o objetivo da Nintendo." A versão que chega ao país é a clássica, que pode ser jogado de forma móvel ou ligado à televisão. O Lite, mais barato, compacto, mas focado apenas no jogo portátil, deve ser lançado em 2021. "Escolhemos o original porque é um console que o indivíduo pode jogar, mas também pode compartilhar a experiência com outros, acompanhado de família ou amigos." Nintendo anuncia 'Super Mario 3D All-Stars' Reprodução/Nintendo Mario 35 anos No próximo dia 13, a Nintendo comemora os 35 anos desde o "Super Mario Bros." original, o primeiro game do encanador para consoles da fabricante. Por isso, a empresa anunciou nesta quinta-feira (3) uma série de eventos, novos games e versões modernas de clássicos com o personagem. Entre todas as novidades, Zyll destaca "Super Mario 3D All-Stars", uma coleção com melhorias e novos recursos dos jogos "Super Mario 64", "Super Mario Sunshine" e "Super Mario Galaxy". "Tivemos tanta informação que eu mesmo ainda estou processando. É muito animador pensar que essa figura icônica como o Mario está conosco há tanto tempo", afirma o executivo. "O que é maravilhoso é o amor que as pessoas têm por esse encanador divertido. É intrigante que continua. 35 anos depois e ele ainda ainda é uma força motivadora junto de todos os produtos da Nintendo." Veja Mais

Nintendo anuncia novos games de Mario nos 35 anos do personagem

G1 Pop & Arte Desenvolvedora prepara jogos, eventos e lançamento do 'Super Mario 3D All-Stars' a partir deste mês. Nintendo anuncia 'Super Mario 3D All-Stars' Reprodução/Nintendo A Nintendo anunciou, nesta quinta (3), o lançamento de games e eventos de Mario para celebrar os 35 anos do personagem, celebrados em setembro. A maior novidade é o "Super Mario 3D All-Stars", uma coleção de três jogos: "Super Mario 64", "Super Mario Sunshine" e "Super Mario Galaxy", com melhorias e novos recursos. Ele estará disponível para Nintendo Switch de 18 de setembro a 31 de março de 2021. Além deste, há outros cinco lançamentos: "Super Mario Bros. 35": batalha online com 35 jogadores no mundo de "Super Mario Bros." até que reste o último sobrevivente, a partir de 1º de outubro; "Super Mario 3D World + Bowser’s Fury": Multiplayer coop é versão aprimorada do "Super Mario 3D World", a partir de 12 de fevereiro de 2021; "Mario Kart Live: Home Circuit": Experiência da série "Mario Kart" no mundo real, a partir de 16 de outubro. "Game & Watch: Super Mario Bros.": Inspirado nos sistemas Game & Watch dos anos 1980, vem com "Super Mario Bros.", "Super Mario Bros.: The Lost Levels" e "Ball", a partir de 13 de novembro; "Super Mario All-Stars": Versões atualizadas de "Super Mario Bros.", "Super Mario Bros.: The Lost Levels", "Super Mario Bros. 2" e "Super Mario Bros. 3", a partir de 3 de setembro. A Nintendo também prepara eventos de Mario em outros jogos, como "Splatoon 2" e "Animal Crossing". Veja Mais

Reynaldo Gianecchini diz não se encaixar em nenhuma definição de sexualidade

G1 Pop & Arte 'Eu me considero tudo ao mesmo tempo. Se existir uma palavra para mim, então é 'pan'', afirmou o ator em entrevista à Agência Efe. Reynaldo Gianecchini em camarote da Sapucaí Juliana Maselli / G1 Em entrevista à Agência Efe, Reynaldo Gianecchini falou sobre sexualidade e disse não se encaixar em nenhuma das definições. "Não tenho medo de olhar além. Eu não me encaixo em nenhuma definição." "Dizem que sou gay, mas não me considero assim. Eu me considero tudo ao mesmo tempo. Se existir uma palavra para mim, então é 'pan' [pansexual], porque 'pan' é tudo", disse o ator na entrevista. Giane também afirmou que nunca quis levantar nenhuma bandeira sobre o assunto, pois acredita na liberdade de ser o que cada um quiser ser. "Todo mundo tem muitos lados dentro de si mesmo e que a sexualidade reflete muito isso." O ator também falou que vê o mundo passar atualmente por um momento de transformação com a quebra de paradigmas. "Estamos em um momento muito importante para quebrar várias coisas negativas, como o racismo, a homofobia e os padrões que impedem que as pessoas sejam como são. Um momento para que as pessoas não sejam mais julgadas ou discriminadas, que não sejam afastadas porque são diferentes da maioria. Se tenho alguma luta, é pela liberdade." Esta não é a primeira vez que o ator fala sobre o assunto. Em 2019, o ator revelou em entrevista ao jornal O Globo que já havia tido relações sexuais e amorosas com outros homens. Dias depois, em outra entrevista, desta vez para a revista Pop-se, negou que tenha se afirmado gay. "Não assumi que sou gay. Falei que sou tudo. Que é muito amplo, que cabe tudo dentro de mim, que não me encaixo em nenhuma gaveta". Reynaldo Gianecchini faz personagem com desvio de caráter em 'A Dona do Pedaço' Veja Mais

Cantor Maurício Manieri é internado em SP após infarto

G1 Pop & Arte Segundo a Opus Entretenimento, o cantor foi internado na sexta-feira (11) no Hospital São Luiz, em São Caetano do Sul, após sentir fortes dores no peito durante uma live. Ele passou por um cateterismo. Maurício Manieri Gabriel Wickbold/Divulgação O cantor Maurício Manieri passou por um cateterismo nesta segunda-feira (14) em um hospital da Grande São Paulo após sofrer um infarto. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor. Segundo a Opus Entretenimento, Manieri foi internado na sexta-feira (11) após sentir fortes dores no peito durante uma live transmitida ao vivo pela internet. O cantor está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Luiz, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. O cateterismo foi feito nesta segunda e, de acordo com a assessoria de imprensa do cantor, foi bem sucedido e ele passa bem. A família de Manieri agradeceu as mensagens e manifestações de carinho recebidas. Veja Mais

'BTS Universe Story' dá a jogador possibilidade de criar própria fanfic com grupo de K-pop; G1 jogou

G1 Pop & Arte Fãs podem escolher histórias de ação, romance ou terror com seus personagens preferidos. Novo jogo do grupo chega aos celulares em 24 de setembro. 'BTS Universe Story', novo jogo do BTS Divulgação 'BTS Universe Story', novo jogo do BTS Divulgação/Netmarble Pouco mais de um ano após o lançamento do "BTS World", a banda de K-pop ganha um novo game: "BTS Universe Story", disponível para download a partir de 24 de setembro. O jogo é do estilo mundo aberto, com muita interatividade disponível: é o fã quem cria os cenários e as narrativas que irá viver. O jogo é mais uma parceria da BigHit, produtora do BTS, com a Netmarble, desenvolvedora sul-coreana de jogos para celular. Trailer de 'BTS Universe Story' Há duas opções para o jogador: criar suas próprias histórias ou jogar enredos já criados, mas com a possibilidade de personalizar seu desenvolvimento. Na primeira, o jogador constrói sua jornada do zero. Essa modalidade exige mais tempo e paciência: cabe a ele escolher os cenários, as roupas, escrever os diálogos e as interações entre os personagens e os desafios que eles vão enfrentar. Como as histórias são compostas por cerca de dez capítulos, o criador levará um tempo considerável montando sua própria missão. O jogador que optar por esse modo ficará com o trabalho duro, enquanto outras pessoas poderão aproveitar sua criação. Com a história criada, o autor pode compartilhá-la com amigos ou outros jogadores. Quanto mais popularidade ela ganha, mais famoso ele se torna no universo e pode ser recompensado de acordo com a interatividade que receber. 'BTS Universe story' permite interatividade Divulgação/Netmarble Um pouco lento e confuso Já o segundo modo tem um estilo que lembra o de uma fanfic interativa, histórias criadas por fãs com seus artistas ou personagens favoritos e muito popular com bandas e músicos. O fã tem que selecionar se quer jogar com todos os integrantes ou escolher apenas um para contar a história: Namjoon, Seokjin, Yoongi, Hoseok, Jimin, Taehyung ou Jungkook; Depois, ele tem acesso a uma série de histórias recomendadas. Em uma das que já estão disponíveis, os meninos trabalham juntos em uma estação espacial e enfrentam problemas com o sistema de inteligência artificial. Em outra, o protagonista precisa salvar uma comunidade após um desastre natural. O jogo oferece gêneros variados, como drama, romance, ficção científica, ação e investigação, e as histórias não precisam estar ligadas à música. Elas são divididas por capítulos, que funcionam como fases: só podem ser jogados em ordem. Apesar de ser mais direta que o modo de criação, essa opção é um pouco lenta e confusa, com cenas e ações curtas demais que fazem a história demorar a se desenvolver. Além disso, algumas interações oferecidas para o jogador não têm influência no destino do jogo, o que pode cansar e frustrar. Eu já vi esse jogo? Conheça o game ‘BTS World’ Algumas ações do "BTS Universe Story" lembram o "BTS World", lançado no ano passado. Também nele, os jogadores deviam tomar decisões simples sobre a trajetórias dos cantores. Mas, naquele jogo todo mundo tinha a mesma missão: levar os jovens estreantes ao estrelato. As escolhas da Netmarble para os jogos de BTS levam em conta a amplitude dos fãs do grupo: tem armys (como são chamados os fãs do BTS) muitos pequenos, adolescentes, jovens e adultos. Por isso, é preciso que os games sejam relativamente fáceis e bem amplos, explicou o presidente da Netmarble US, Simon Sim, ao G1 na época do lançamento do "BTS World". O jogo tem tradução para diversos idiomas - inclusive português do Brasil. O número de fãs do grupo é grande no país, que se tornou o principal mercado para produtos e divulgação do grupo na América do Sul. Veja Mais

Lives de hoje: Jorge e Mateus, Leonardo, Thaíde e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Parceria entre Fernanda Takai com a Orquestra Ouro Preto também está na programação de shows on-line deste domingo (13). Fernanda Takai, Leonardo, Jorge e Mateus e Thaíde fazem live neste domingo (13) Divulgação-Weber Pádua / Globo-Zé Paulo Cardeal / Rubens Cerqueira-Divulgação / Pedro Zafalon-Divulgação Leonardo, Jorge e Mateus e Bruno e Marrone estão entre os artistas que fazem live neste domingo (13). Parceria entre Fernanda Takai e Orquestra Ouro Preto também faz parte da programação de shows on-line do dia. Veja a lista completa com horários das lives de hoje abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Domingo (13) Leonardo, Jorge e Mateus, Bruno e Marrone - 17h - Link Thaíde e Convidados - 18h - Link Simone - 18h - Link Fernanda Takai + Orquestra Ouro Preto - 18h - Link Odair José - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Lives de hoje: Gilberto Gil, Elza Soares, Seu Jorge e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Zé Neto e Cristiano e Gian e Giovani também estão na programação de shows on-line deste sábado (12). Elza Soares, Seu Jorge e Gilberto Gil fazem lives neste sábado (12) Pedro Loureiro-Divulgação/ Zé Paulo Cardeal-Globo/Daryan Dornelles-Divulgação Elza Soares, Seu Jorge e Agnes Nunes cantando clássicos do samba e festival com Gilberto Gil e os Gilsons, Novos Baianos e Mestrinho estão entre as lives deste sábado (12). Zé Neto e Cristiano e Gian e Giovani também fazem apresentações on-line. Veja a lista completa com horários das lives de hoje abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sábado (12) Coala.VRTL - Festival com Gilberto Gil com o trio Gilsons, Novos Baianos, Nego Bala, MC Tha com Rico Dalasam, e Mariana Aydar com Mestrinho - 14h - Link Carlos & Jader - 16h - Link Zé Neto e Cristiano - 20h - Link Gian e Giovani - 20h - Link Elza Soares, Seu Jorge e Agnes Nunes - 20h - Link Rose Nascimento - 21h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Bruce Springsteen retorna com novo álbum 'Letter To You'

G1 Pop & Arte 'Me encanta o som de E Street Band tocando completamente ao vivo no estúdio, de um jeito que nunca fizemos antes', disse cantor americano. Veja clipe da faixa-título. Bruce Springsteen em foto do álbum 'Letter to you' Divulgação Bruce Springsteen anunciou, nesta quinta-feira (10), que em 23 de outubro lançará um novo álbum, e liberou aos seus fãs a canção "Letter To You", que também é o nome do disco. A canção é um clássico da E Street Band, com a qual Springsteen toca desde 1972 e que retornou para acompanhar seu 20o álbum de estúdio, após o lançamento em 2019 do disco "Western Stars". "Me encanta a natureza emocional de 'Letter to you'", disse em nota o cantor de 70 anos. "Me encanta o som de E Street Band tocando completamente ao vivo no estúdio, de um jeito que nunca fizemos antes, sem 'overdubs' [uma técnica que permite gravar um novo material, sem apagar o antigo]", acrescentou o cantor. O álbum foi feito em apenas cinco dias, gravado no estúdio da casa de Bruce, em Nova Jersey. "Letter to You" apresenta nove músicas escritas recentemente por Bruce Springsteen junto com novas versões de outras três inéditas escritas na década de 1970: "Janey Needs a Shooter", "If I Was the Priest" e "Song for Orphans". Com este álbum, Springsteen retorna pela primeira vez com a E Street Band desde 2016. No ano passado, durante conversas com Martin Scorsese, Springsteen revelou que tentava retornar a essas raízes e que havia intensificado a escritura de músicas para a banda de rock. Na primavera de 2019, comentou: "escrevi um álbum quase todo com material para a banda (...) saiu quase do nada. Tive quase duas semanas dessas visitas diárias e foi muito agradável. Te faz tão feliz". Veja Mais

'Marvel's Avengers' desvia de desastre anunciado e se salva por muito pouco; G1 jogou

G1 Pop & Arte Game online protagonizado pelos Vingadores tem muitos problemas e defeitos, mas acerta com história focada na jovem e carismática Miss Marvel. Como um jogo desacreditado, com um período de testes desastroso e um lançamento cheio de problemas consegue se salvar do completo fracasso? "Marvel's Avengers" parece ter a resposta. O game multiplayer online estrelado pelos Vingadores saiu no dia 4 para Xbox One, PlayStation 4, Stadia e computadores sob olhares desconfiados. Mas mantém, pelo menos por enquanto, o mínimo de esperança de conseguir vingar – com o perdão do trocadilho – graças a uma história focada em sua protagonista inesperada e em um sistema de combate empolgante. Mesmo assim, o enorme carisma da jovem Kamala Khan, a Miss Marvel atual dos gibis, precisa superar defeitos básicos e inacreditáveis para uma produção deste tamanho, e outros desafios que podem ser insustentáveis a longo prazo. Trailer de 'Marvel's Avengers' Quem salva os Vingadores? Apesar de pertencer a um gênero mais parecido com o da série "Destiny", com grande foco em missões para diversos jogadores online, o RPG de ação de "Marvel's Avengers" consegue um de seus maiores trunfos em seu modo campanha. Na história, os Vingadores se separam após serem acusados como culpados por um evento cataclísmico que tirou a vida do Capitão América e destruiu uma cidade inteira. Em sua ausência, a tirânica organização tecnológica AIM ganhou poderes de fiscalização sobre todos aqueles que têm poderes. Vingadores enfrentam a AIM em 'Marvel's Avengers' Divulgação O jogador assume então o controle da jovem Kamala, enquanto ela tenta reunir a equipe e descobre suas próprias habilidades. Com o tempo, é possível assumir também os papéis de Hulk, Viúva Negra, Thor e do próprio Capitão. Depois da história finalizada, a ideia é que a comunidade continue a reunir a equipe em missões multiplayer, em busca de mais pontos de experiência e equipamentos melhores, com novos heróis e fragmentos de história lançados esporadicamente. Os heróis se reúnem em 'Marvel's Avengers' Divulgação Entre 'Anthem' e 'Destiny' Com a premissa estabelecida, é preciso no entanto falar dos inúmeros problemas que acompanham o jogo. Depois de inúmeras críticas ao período de testes beta, a desenvolvedora Crystal Dynamics, responsável pela série "Tomb Raider" conseguiu acertar alguns detalhes. Esta é a boa notícia. A ruim é que "Avengers" continua repleto de defeitos inacreditáveis e até um tanto amadores. Desde legendas que não representam o que está acontecendo, a personagens que atravessam o chão ou inimigos que não atacam, é impressionante que um jogo anunciado em 2017 e com tamanha projeção ainda tenha falhas assim. Kamala Khan reúne os Vingadores em 'Marvel's Avengers' Divulgação Se isso não fosse o bastante, os tutoriais que aparecem depois das primeiras batalhas não fazem muito sentido, o sistema de evolução e de itens é mal explicado e os quick time events (aqueles momentos em que é necessário apertar o botão específico indicado para realizar uma ação) são tão escassos e bobos que parecem uma ideia abandonada no meio do caminho, tão esquecida que o que restou foram apenas os esqueletos do que poderia ter sido. O fã mais otimista do gênero pode lembrar com esperança que "Destiny" também não teve lá o melhor dos lançamentos em 2014 – mas "Avengers" está longe da qualidade inicial da série. Como contraponto, também é importante ter em mente o fantasma de "Anthem", que no começo de 2019 estreou de forma tão apoteoticamente péssima que morreu com o tempo, de certa forma abandonado pela EA. O jogo da Crystal até tem mais defeitos que sua contraparte robótica, mas fica entre os dois games – mais próximo ao segundo, é verdade – graças à força da marca dos heróis e do carisma de Kamala. Alguém ajude a Miss Marvel a segurar essa barra que é carregar 'Marvel's Avengers' nas costas Divulgação Kamala 2020 A jovem Miss Marvel é com certeza o grande destaque de "Avengers". Mais do que traduzir o deslumbramento do jogador através de seus olhos, o que a torna o fio condutor perfeito para a campanha, a heroína é também uma das melhores de controlar em ação. Os combates, aliás, também merecem elogios. Tirando defeitos técnicos, as lutas baseadas em ataques leves e pesados, especiais pulos e até voo são complexas e desafiadoras o suficiente para manterem os jogadores engajados. Mais que isso, se manifestam de formas bem diferentes em cada um dos heróis. Assim, não só é possível encontrar aquele que melhor se encaixe à sua forma de jogar, também faz com que as futuras adições prometidas ao elenco – o Homem-Formiga é a primeira dela – tenham valor. No fim, nada disso vai importar muito se a desenvolvedora não der atenção também às missões pós-campanha, principais responsáveis pela vida útil do jogo. Por enquanto, elas são repetitivas demais para valerem o esforço – que inclui sempre, é preciso ressaltar, a superação dos defeitos técnicos. Mas se a Crystal mostrar um pouco da perseverança de sua protagonista, ainda há esperança para os Vingadores – além de muito, mas muito trabalho pela frente. Veja Mais

Julia e Rafaela buscam identidade no campo para nova fase: 'A gente não gosta de falar de chifre'

G1 Pop & Arte Irmãs de 18 anos começaram cantando sofrência, mas viram que letras não têm a ver com elas. G1 mostra histórias de artistas que nasceram nos anos 2000. Definir a identidade musical é o objetivo da próxima fase na carreira de Julia e Rafaela, irmãs gêmeas de Campo Verde, interior do Mato Grosso. Elas começaram ainda pequenas, criaram um canal no YouTube e cantam profissionalmente desde os 14 anos. Hoje, aos 18, e depois de dois EPs e milhões de visualizações, ainda buscam o que querem cantar. "A gente sempre viu a nossa música muito a nossa identidade. A gente gosta das nossas músicas, mas falta alguma coisa", diz Rafaela ao G1. Ouça acima podcast com trechos da entrevista. Conheça 5 artistas brasileiros nascidos nos anos 2000 Nesta semana, o G1 mostra bastidores e carreira de artistas nascidos nos anos 2000: do funk de Don Juan e Ingryd à MPB de Agnes Nunes, passando pelo sertanejo (Julia e Rafaela) e pelo pop (Carol e Vitória). As primeiras músicas lançadas eram relacionadas à traição, sofrência e amores que as meninas não viviam aos 14 anos. "Muitas vezes no começo a gente não sabia o que cantar, não sabia de nada. Por ser uma música boa no olhar de outras pessoas, a gente acabava gravando. No final das contas, a gente falava assim 'vei não tem nada a ver com nós duas'", explica Júlia. "A gente não gosta de falar de chifre, coisas assim que não fazem parte da nossa realidade. A gente é muito mais sentimental, gosta de fazenda", completa Júlia. Elas estão trabalhando em três músicas para lançar ainda em 2020 com essa nova pegada. "De Onde eu Venho", música do álbum "Despertar" do ano passado, já foca mais no campo, nas origens. Júlia e Rafaela falam sobre sonhos e artistas preferidos Arte/G1 Começo com covers Em 2008, "A Favorita" passava na TV e a dupla Flora e Donatela de certa forma influenciou as garotas. Elas ouviram "Beijinho Doce" na novela e cantaram na sala para os pais, que acharam fofo. Aos 10 anos, incentivadas pela mãe, entraram na aula de canto e até chegaram a cantar na igreja, mas não por muito tempo. Nas férias, as meninas se dividiam entre ajudar o pai a tratar os bezerros e gravar vídeos com covers no YouTube, ideia da irmã mais velha, Camila. Hoje, ela é produtora e compositora da dupla. O primeiro vídeo foi lançado em agosto de 2015 com a música "Se olha no espelho", de Maiara e Maraísa, com participação de Cristiano Araújo. "A gente não sabia como era uma dupla feminina, nada assim. Ficamos chocadas e passamos a admirar muito o trabalho das duas", explica Julia. Julia e Rafaela Divulgação/Mauricio Antonio Além da dupla, Gino e Geno, Teodoro Sampaio e a cantora americana Billie Eilish são referências para as irmãs gêmeas: "Ela tem a nossa idade e veio com um estilo muito louco no mercado. A Billie realmente é o que ela é de verdade e isso é o mais inspirador." Situações constrangedoras Júlia e Rafaela dizem que não convivem muito com o machismo, nem sentem dificuldade de se posicionar pelo fato de serem mulheres na música. Elas reconhecem que o boom do feminejo foi importante para isso. "Hoje as pessoas querem ouvir muitas mulheres. Não tem mais essa coisa machista de você não pode fazer isso. Graças a elas que abriram muitas portas para outras mulheres", afirma Júlia. Mas não é que passam ilesas. As irmãs lembram de situações constrangedoras com fãs no camarim. Julia e Rafaela cantam com Felipe Araújo 'Latada na vida' Divulgação "É muito difícil lidar com homens, porque eles acham que podem pegar na sua bunda, podem pegar em qualquer lugar e é realmente bizarro. Eu não dei liberdade", diz Júlia. A saída nesses casos é ter jogo de cintura e manter contato visual com a equipe para que os funcionários resolvam a situação. "É muito difícil a gente brigar com a pessoa. Não posso fazer isso infelizmente, porque é um fã, é uma pessoa que às vezes está alcoolizada, não sabe o que está fazendo", explica Rafaela. Diferenças de 2015 para cá As irmãs são bem sinceras quando falam sobre como estão diferentes desde que começaram: "A gente não sabia nada do que tava fazendo. Hoje tem um pouco mais de noção, como posso te explicar... A gente sabe mais o que quer hoje, tem mais confiança", explicam. "Quando a gente entrou no escritório, a gente virou sócias e isso não entrou muito na minha cabeça", diz Rafaela. Julia e Rafaela em 2016 Divulgação "Cara, 14 anos não entende nada. É um processo tentar entender que a gente também é dona do processo inteiro. A gente está amadurecendo muito isso. Quatro anos muda muito". Elas também sentiram na pele a pressão do mercado e dizem que a ansiedade é grande a cada lançamento. "A música tem muita ansiedade, muita falsidade também. A gente tem uma família boa, uma base também que quando a gente precisa eles estão ali dando toque na gente, uma equipe também", explicam. As saídas para esses momentos de baixo astral são conversar com a família, ler e pensar em outra coisa que não seja música. No fim, elas gostam de ter começado a carreira tão cedo: "Eu até gosto de ser jovem assim no mercado, porque tem muito tempo de carreira ainda, né galera? Tem tempo de errar, de acertar." Veja Mais

Agnes Nunes busca 'estética diferenciada' em clipes ao misturar MPB e R&B

G1 Pop & Arte Cantora também fala sobre racismo na infância: 'Escutava tudo que você imaginar do povo xingando meu cabelo'. G1 mostra carreira e histórias de artistas nascidos nos anos 2000. Agnes Nunes começou a gravar vídeos pelo celular em Campina Grande, na Paraíba. Era uma forma de esquecer do racismo que sofria a caminho da escola durante a infância por usar cabelo black power. Ela queria um celular no dia das crianças aos 12 anos, mas ganhou um teclado da mãe. E ele mudou a vida dela. Agnes aprendeu a tocar sozinha e começou a gravar covers de MPB, R&B e rap na janela de casa em 2015. "Eu ia a pé para escola em Souza então no caminho eu escutava tudo que você imaginar do povo xingando meu cabelo. Só que detalhe eu era só uma criança de 12 anos", diz ao G1. "Eu ficava muito triste como bullying com tudo que eu sofria, mas quando eu chegava em casa uma das formas de eu esquecer isso era tentando aprender música", continua. Ouça acima trechos da entrevista no podcast. Conheça 5 artistas brasileiros nascidos nos anos 2000 Nesta semana, o G1 mostra bastidores e carreira de artistas nascidos nos anos 2000: do funk de Don Juan e Ingryd à MPB de Agnes Nunes, passando pelo sertanejo (Julia e Rafaela) e pelo pop (Carol e Vitória). Três anos depois os vídeos viralizaram e artistas como Iza, Caetano Veloso e Alok começaram a comentar e seguir Agnes. Ela conversa com os famosos, mas diz que ainda não se acostumou com a proximidade. "Até hoje é uma surpresa para mim cada pessoa que eu admiro e me segue eu fico muito surpresa e acima de tudo fico muito grata, porque é a minha música, a minha voz chegando a lugares que eu nunca pensei que poderia chegar." Arte/G1 Agnes lança nesta sexta (11), "Hiroshima", música que encerra o EP "Romaria". "Eu sonhei com Hiroshima quando o EP já estava pronto. Fiz na semana de turbulência da quarentena, que foi quando toda parada do George Floyd, do movimento Black Lives Matter. Aquilo me chocou de uma forma que eu só sabia chorar praticamente." "Na hora de dormir eu ficava pensando em muitas coisas e veio 'Hiroshima' que fala sobre ressurgir das cinzas. Eu acho que todo mundo está fazendo isso todos os dias praticamente." Preconceito até hoje Por conta dos episódios de racismo que Agnes sofreu na infância, ela passou a se aproximar de pessoas mais velhas em um centro cultural em Souza, cidade do sertão da Paraíba em que morava. Foi com esses amigos e com a mãe que encontrou forças para combater o preconceito que sofria e entender que era bonita com black power, sem black power, do jeito que quisesse estar. Agnes Nunes Reprodução/Instagram/Agnes Nunes "Eu tinha 12 anos e estava no meio de uma roda feminista", lembra. "Minha mãe foi a principal chave da minha autoestima, principal chave de tudo de bom. Com o tempo foram surgindo outras coisas que me fizeram ser essa menina forte, né?" Agnes diz que o preconceito não acabou na infância, recebeu muitos comentários maldosos falando do seu sotaque no começo e que até hoje as mensagens não pararam. Ela nasceu em Feira de Santana, na Bahia, mas com 9 meses foi viver na Paraíba. Em janeiro, ela se mudou para o Rio de Janeiro sem a família. "Querendo ou não todos os dias têm lá uma mensagenzinha de ódio, machista, racista, tem todo dia." Ela prefere responder com carinho e não absorver a energia por trás dos comentários. "Eu fui em frente mesmo assim porque eu sou essa pessoa, não estou nem aí, não ligo muito pro que o povo fala ou não fala. Eu sou eu em qualquer ocasião." 'Sou jovem, mas não sou boba não' Esse é um verso da música "Lisboa", que também compõe o EP "Romaria", e se aplica à vida real de Agnes. "As pessoas não acreditam muito na galera jovem assim, nos pensamentos, nos ideais em tudo e eu quis provar que eu sou uma pessoa diferente e que o jovem tem valor sim", explica. Agnes Nunes canta no Parque do Povo com Elba Ramalho, em Campina Grande, em 2019 Iara Alves/G1 "Eu escutei muitas coisas que eu não ia conseguir, que eu era muito nova e que talvez eu não ia saber lidar com as coisas que iam surgir naturalmente", lembra. Com mais de 2,5 milhões de seguidores no Instagram, ela fala sobre a responsabilidade de falar com tantas pessoas de idades variadas: "Você tem que estar sempre buscando aprender mais e também tem que ter muito cuidado para não errar porque você acaba sendo influência para todas aquelas pessoas que estão ali." "Se a internet está ali ao nosso favor que a gente use de uma forma positiva para espalhar positividade, conhecimento, força que seja.... Eu me sinto muito honrada de ser jovem, de ser negra, acima de tudo ser mulher e nordestina". Estética apurada Agnes prepara o próximo álbum para novembro e diz que as pessoas vão conhecê-la mais de perto. "São vários 'Eus' em um lugar só, sabe? Eu me expus, meus sentimentos todos estarão bem colocados", diz, mas faz mistério e explica que está no começo da preparação. "Eu misturo a MPB com o R&B e tento fazer uma coisa bem Agnes." Agnes Nunes e Chico César cantam no Festival de Arte Negra, em Belo Horizonte Divulgação/Nádia Nicolau A cantora sabe de tudo que vai ser postado nas redes sociais, aprova as imagens e opina também nas marcas com as quais vai ser relacionar para ações de publicidade. "No final o que importa mesmo eu acho que é o que eu sinto, o que eu penso e quem eu quero ser, acima de tudo", diz. "Eu nunca deixei e nunca vou deixar ninguém chegar em mim e falar o que eu devo vestir, o cabelo que devo usar, a maquiagem que eu devo usar", completa. Ela se preocupa muito com a questão estética dos clipes, das fotos, e esse é um cuidado que já está pensando para o novo disco. "Eu pretendo trabalhar com imagens bem diferentes, pretendo inovar, quero ser muito chic sempre nessa questão de imagem porque eu gosto muito de uma estética mais diferenciada", diz. Ela cita Melanie Martinez, Willow Smith, Beyoncé e Rihanna como referências nessa questão visual. Na música, diz que escuta também muito Caetano Veloso, Gal Costa, Marisa Monte e Sabrina Claudio. Veja Mais

Músicas do RBD voltam a plataformas digitais e quebram recordes no Brasil e no México

G1 Pop & Arte 'Sálvame', 'Sólo Quédate en Silencio' e 'Rebelde' são músicas preferidas do público nas paradas mais de dez anos após o fim do grupo. RBD: Chistopher Uckerman, Anahí, Christian Chavez, Maite Perroni, Alfonso Herrera e Dulce Maria Divulgação As músicas do grupo mexicano RBD voltaram às plataformas digitais no começo de setembro, mais de dez anos depois do fim da banda, e já quebraram alguns recordes, de acordo com a Universal Music: Maior número de faixas de um artista mexicano no Top 200 Spotify; No dia do lançamento, o RBD foi o artista mais tocado simultaneamente em nível global; Primeiro artista mexicano com mais de nove faixas no Top 50 do Spotify México; Primeiro artista de língua espanhola com 32 faixas no Top 200 do Spotify Brasil; Nove álbuns de estúdio da banda, com músicas em espanhol, inglês e português, estão disponíveis. Além do México e do Brasil, o RBD também emplacou músicas entre as mais ouvidas em 13 países: Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana. "Sálvame", "Sólo Quédate en Silencio", "Rebelde", "Nuestro Amor", "Ser o Parecer", "Un Poco de tu Amor", "Enséñame", "Este Corazón" e "Aún Hay Algo" são as preferidas do público. Veja Mais

Xbox Series S: Microsoft anuncia console menor e mais barato da nova geração

G1 Pop & Arte Vendido por US$ 299, console será 'menor Xbox de todos os tempos', segundo a empresa. Xbox Series S vai ser lançado por US$ 299 Divulgação/Microsoft A Microsoft revelou, nesta terça-feira (8), o design e o preço de seu novo console, o Xbox Series S, versão mais compacta e barata do Xbox Series X. O console será "o menor Xbox de todos os tempos", segundo a empresa, e vai custar US$ 299 nos Estados Unidos. Em reais, por conversão simples, seria o equivalente a R$ 1600. Mas o preço no Brasil ainda não foi divulgado. Em novembro, a empresa lançará o Series X no mundo inteiro, com mais de 100 games otimizados para o console. Microsoft anuncia que seu próximo console se chamará Xbox Series X Reprodução/YouTube/Xbox Veja Mais

Parrerito, do Trio Parada Dura, tem melhora em exame do pulmão, mas segue internado com coronavírus em Belo Horizonte

G1 Pop & Arte Músico foi hospitalizado com Covid-19 no dia 29 de agosto. Artista tem 67 anos e é diabético. Parrerito e o Trio Parada Dura em foto de 2017. Érico Andrade/G1 O cantor Parrerito, do Trio Parada Dura, apresentou melhora no raio-x do pulmão, como informou a assessoria do grupo nesta segunda-feira (7). Ele testou positivo para coronavírus e está internado desde sábado (29), em Belo Horizonte. Na segunda-feira (31), Eduardo Borges teve um mal súbito e precisou ser levado para a UTI do Hospital Unimed, com 50% do pulmão comprometido. O artista tem 67 anos e é diabético. Os testes feitos nesta manhã não mostraram alteração nos exames bioquímicos e radiológicos de Parrerito, nem sinal de infecção bacteriana. O estado de saúde dele é considerado estável e não há previsão de alta. "A sedação permanece baixa e a utilização da ventilação mecânica está com parâmetros mínimos de oxigênio. Os próximos dias são fundamentais para a tentativa de retirada total do respirador mecânico", disse a assessoria em comunicado à imprensa. Sertanejo segue internado por causa da Covid-19 Na noite deste sábado (5), ele teve uma instabilidade na pressão arterial e a assessoria definiu o momento como o “mais crítico da doença”. Por conta disso, foi necessário suspender a retirada gradual do respirador que havia sido iniciada. Nesta segunda, a pressão foi estabilizada. Atualmente, o Trio Parada Dura é formado pelos músicos Parrerito, Creone e Xonadão. A equipe e os familiares pedem que os fãs "continuem em prece e em pensamento positivo" para a recuperação do cantor. Xonadão agradece fãs Xonadão agradece orações de fãs do Trio Parada Dura e diz estar confiante na recuperação d “Eu estou muito confiante porque, desde que o Parrerito foi para o quadro de intubação, ele nunca piorou. Só ficou estável, apresentando melhoras. Se Deus quiser, ele sai dessa”, disse o músico Xonadão ao G1, na última sexta-feira (4). Xonadão também agradeceu aos fãs que estão fazendo orações pela saúde de Parrerito. O músico contou que a última vez em que esteve com o cantor foi em 16 de agosto, quando participaram de uma live com o sertanejo Marrone. “No sábado à tarde, ele já ligou apavorado, tossindo demais”, afirmou. No mesmo dia, Parrerito foi internado. Segundo Xonadão, ele e Creone testaram negativo para a Covid-19. Segundo a assessoria do grupo, a mulher de Parrerito também foi diagnosticada com coronavírus. Ela está bem e se recupera em casa. Trio Parada Dura Atual formação do Trio Parada Dura Trio Parada Dura/Divulgação Parrerito entrou para o Trio Parada no lugar do irmão Barrerito, que sofreu um acidente aéreo na década de 1980, ficou paraplégico, e decidiu seguir carreira solo. O fundador do grupo e último representante da formação original, Carlos Alberto Mangabinha Ribeiro, conhecido como Mangabinha, morreu em 2015 depois de ter um acidente vascular cerebral. O Trio Parada Dura foi criado em 1971 e teve diversas formações ao longo da história. “Fuscão Preto", “Telefone Mudo” e "As Andorinhas" estão entre as músicas de maior sucesso gravadas pelo grupo. Parrerito nasceu em São Fidélis (RJ), mas construiu a carreira, com o Trio Parada Dura, em Minas Gerais. Hoje ele mora em Contagem, na Região Metropolitana de BH. Veja Mais

'Narciso em Férias': documentário de Caetano Veloso é exibido no Festival de Veneza

G1 Pop & Arte Exibido neste domingo (6) para a imprensa, filme está fora de competição do festival e traz relatos do músico baiano sobre sua prisão em 1968 por ordem dos militares. Caetano Veloso em 'Narciso em férias', documentário sobre sua prisão durante a ditadura militar Divulgação Em um testemunho íntimo e inesquecível, Caetano Veloso narra no documentário exibido neste domingo (6) para a imprensa no Festival de Cinema de Veneza seus 54 dias de prisão durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985). Em "Narciso em Férias", o músico baiano de 78 anos também canta algumas músicas e revisita suas memórias dessa experiência dolorosa que marcou sua vida. "Acordei algumas noites ouvindo gritos de pessoas sendo torturadas. Fiquei apavorado!", confessa diante da câmara sentado em frente a uma parede cinza metálica. No documentário, o artista relembra o período do confinamento e revive episódios com outros presos, entre eles o cantor e compositor Gilberto Gil. Em uma das cenas, Caetano relê o interrogatório feito pela polícia e recentemente encontrado no arquivo da instituição, no qual é acusado de "terrorismo cultural" por ter mudado a letra do hino nacional. "Não pode ser: o hino tem versos hendecassílabos e na Tropicália as sílabas são mais longas e poéticas", respondeu ele, segundo o documento. "Tentei me defender sem ser um traidor", disse ele para a câmera. Escrito e dirigido por Renato Terra ("Uma Noite em 67") e Ricardo Calil ("Cine Marrocos"), o documentário de 83 minutos começa a ser exibido para o público nesta segunda-feira (7). No mesmo dia, também estará disponível para os assinantes da plataforma Globoplay. O longa é exibido fora da competição. Caetano, ícone da cultura popular brasileira e referência mundial da música sul-americana, não pôde comparecer à estreia em Veneza devido às limitações impostas pelas autoridades italianas por causa da pandemia do coronavírus. Trailer do documentário 'Narciso em férias' Veja Mais

Filme sobre 'anos de chumbo' na Itália divide opiniões em Veneza

G1 Pop & Arte ''Padrenostro' não é um manifesto político, nem tem uma leitura histórica', defende o diretor Claudio Noce, que quer passar uma mensagem a favor da 'reconciliação'. Diretor italiano Claudio Noce chega para exibição do filme “Padrenostro” durante o 77º Festival de Veneza Tiziana FABI / AFP O filme autobiográfico "Padrenostro" do italiano Claudio Noce, sobre os violentos anos da década de 1970, que está competindo no Festival de Veneza, dividiu opiniões e lançou um debate sobre o perdão e a reconciliação. Pelos olhos de uma criança, baseada em Noce, cujo pai era um chefe policial vítima de um tiroteio em frente a sua casa, o filme narra os complexos "anos de chumbo" na Itália nas décadas de 1960 e 1970. O país foi atormentado por inúmeros assassinatos, sequestros e ataques a trens, prédios públicos e eventos políticos perpetrados por grupos armados de extrema direita e extrema esquerda. Festival de Veneza 2020; FOTOS "O filme não consegue comunicar a verdade", disse Emilio Monreale, crítico do jornal La Repubblica. "Usa a mesma estrutura dos filmes feitos para a televisão... esse imaginário está desgastado", criticou o jornalista. Tratar de um tema tão delicado, marcado pela escalada da violência, com sequestros e assassinatos por motivos ideológicos, é tocar em uma ferida profunda que aparentemente não foi fechada. "'Padrenostro' não é um manifesto político, nem tem uma leitura histórica", defendeu Noce, que quer passar uma mensagem a favor da "reconciliação". Segundo o cineasta, contar sua memória do atentado sofrido pelo pai em Roma em 1976, que destruiu sua família e desencadeou uma série de medos, foi "uma jornada longa e dolorosa". "Esses fatos foram apagados por nossa família por anos", disse. Uma geração invisível Por meio de "Padrenostro", o realizador quis também dar a palavra àquelas crianças que ouviam escondidas na cama os pais falando sobre o que acontecia e que, atrás de uma porta ou espionando telefonemas, descobriam a realidade. Para isso, ele reconstruiu seu próprio apartamento, as roupas, os carros e as ruas de uma Itália que crescia economicamente. "É a leitura de toda uma geração sobre esse passado, em busca de superá-lo", analisou outro crítico, Adriano De Grandis, no jornal Gazzettino di Venezia. Os sentimentos do pequeno Valerio, interpretado pelo menino Mattia Garaci, são tão invisíveis quanto os de Christian, um garoto de 14 anos que aparece sem explicação em sua vida e o ajuda a superar gradativamente seu trauma. "Nós de 50 anos somos uma geração que não participou de grandes acontecimentos históricos e ficou encurralada", resumiu o ator Pierfrancesco Favino, que interpreta o pai e é co-produtor do filme. "Sentimos a vulnerabilidade dos nossos pais e de alguma forma crescemos com esses medos, com a ideia de que algo nos pudesse acontecer. Com isso a minha infância foi rompida", confessou Favino, nascido em 1969. O ex-ministro de extrema-direita Matteo Salvini, que é da mesma geração, esteve na sessão de gala do longa, gesto que gerou polêmica. "Não é um filme que se pode manipular politicamente. Não defende a polícia nem é contra a guerrilha. O que queríamos era contar como foi nossa infância nesses anos. Essa é a verdadeira mensagem política", argumentou Favino. Veja Mais

Pop explícito: Brasil dispensa 'versão light' e EUA têm 'hit mais desbocado da história'

G1 Pop & Arte Entenda como a era do streaming enfraquece 'filtro de palavrões' e aumenta espaço de hits como 'WAP', de Cardi B, que causa furor nos EUA, e sucessos brasileiros de funk, rap e sertanejo. À esquerda, Cardi B e Megan Thee Stalion, donas do 'hit mais desbocado no nº1 das paradas dos EUA', 'WAP'. À direita, PK, cantor da música com selo de 'explícita' mais tocada na história do Spotify no Brasil, 'Quando a vontade bater' Divulgação A música mais tocada hoje nos EUA é "WAP", de Cardi B e Megan Thee Stalion, chamada por lá de "o nº 1 das paradas mais desbocado da história". No Brasil, uma prática do rádio sumiu na internet: a "versão light", sem palavrão, é cada vez menos necessária para um hit. Lá e aqui, o pop explícito está em alta. O streaming cresceu e virou a maior fonte de renda da indústria musical no mundo desde 2017. A maior referência anterior, o rádio, depende de anunciantes e tem um consumo mais "familiar". Já em serviços como Spotify e Deezer, a audição é individual e há menos pressão para "filtrar" as letras. Selinho da discórdia Os EUA têm um padrão antigo para o assunto. Em 1985, pais ficaram chocados com as referências à masturbação de "Darling Nikki", de Prince. Nasceu o selo de "Aviso aos pais: conteúdo explícito", ícone para alertar sobre sexo, violência e drogas em letras no mercado musical americano e britânico. Selo para alertar sobre conteúdo explícito é usado nos EUA desde 1985 Reprodução Nos maiores serviços de streaming, o famoso selo é substituído por um discreto quadradinho com a letra "E", de explícito. Ele está lá ao lado do hit "WAP". Os versos sobre lubrificação vaginal causaram furor: críticas pela falta de pudor e elogios pela valorização do desejo e do poder feminino. Cardi B e Megan Thee Stalion podem ter exagerado, mas não estão sozinhas: 33 das 50 músicas mais tocadas nos EUA no Spotify no início de setembro de 2020 têm o adesivo de "explícito". Por lá, a aplicação do selo é rigorosa, regulada pela própria associação de gravadoras do país. Das 10 músicas mais tocadas no Spotify nos EUA atualmente, todas tém o discreto ícone de "E" (ao lado de "Lyrics"), que indica conteúdo explícito, com menções a sexo, drogas e/ou violência Reprodução / Spotify Os brasileiros podem não perceber, mas os serviços de streaming também adotam o selinho "E", de explícito. Ele costuma aparecer em cerca de 10% do ranking nacional do Spotify. Mas aqui o palavrão é autodeclarado. É o artista ou o distribuidor que diz se a letra é explícita, sem ninguém checar. Filtro pessoal As duas músicas mais tocadas nos últimos meses, "Na raba toma tapão" e "Oh Juliana", ambas do MC Niack, não foram cadastradas com o selo "E", mesmo com termos sexuais parecidos aos de antigos líderes que se declararam "explícitos", como "Deu onda", de G15, e "Gaiola é o troco", de Du Black. Mas não é só através do funk que os palavrões entram nas paradas. A música mais tocada do primeiro semestre de 2020 no Brasil, "Liberdade provisória" não tem o selo de aviso, mas tem um sonoro "p... nenhuma" no refrão. Os principais serviços de streaming permitem ao usuário (ou ao responsável que configurar sua conta) barrar a audição dessas músicas identificadas com o selo de palavrões - na maior parte das brasileiras, termos sexuais. "[Ousadia] é um movimento cultural que existe fora da plataforma. Se você quer, escuta; se não, não escuta", explicou em entrevista ao G1 Roberta Pate, diretora de relacionamento com artistas e gravadoras do Spotify na América Latina. A preocupação da empresa não é com termos sexuais, e sim com discriminação por raça, religião, deficiência, gênero ou orientação sexual em letras. "Se existe discurso de ódio, a gente vai investigar. Conversa com quem entregou, entende, e pode remover da plataforma", diz Roberta. MC Du Black Divulgação 'Light' ou orgânico? O MC carioca Du Black, de "Gaiola é o troco", até gravou uma versão "light", sem os termos sexuais da letra. Mas a música que levou o cantor novato a um surpreendente primeiro lugar em 2019 foi a versão explícita mesmo. Du Black explicou ao G1 que, para ele, tentar amenizar a linguagem torna a música menos espontânea e "prejudica o seu sentido". Já os dois primeiros lugares recentes no Brasil, do MC Niack, nem tiveram a tal "versão light" para rádios. "Aqueles que entendem que a rádio é importante farão 'versão light'. Mas existem artistas não estão mais ligados neste meio, e não têm porque fazer. Essa moçada mais nova não entende a proposta do rádio e acaba ignorando essa parte", diz o analista de marketing de rádio Fábio Schuck. Brasil rachado Apesar do avanço do streaming, as rádios ainda são importantes para construir sucessos, especialmente no interior do Brasil. Como será que este fenômeno explícito é percebido nestes locais? "Se eu colocar uma versão pesadona no ar, vai me criar enormes problemas. A adolescente que ligou pedindo vai ficar agradecida, mas eu tenho que pensar na mãe, no tio, no patrocinador que não vai digerir aquilo com bons ouvidos", diz Itamar Dias, diretor artístico da Rádio Zebu, de Uberaba (MG). Itamar percebe a popularidade das músicas que ele não toca - e nem precisa ligar o Spotify para isso. "Se você olhar, o que toca no rádio nem sempre coincide com o sucesso do streaming e da balada. Você vai numa festa de 15 anos, escuta os funks e a molecada toca canta, pede para tocar". O resultado, para ele, é uma divisão. "Estamos criando uma linha que é a 'música de balada' e do rádio. A tendência é a gente ter essas duas vertentes", define o diretor artístico. Liberdade provisória para o palavrão? Carinho entre Henrique & Juliano durante show no Rodeio de Jaguariúna Júlio César Costa/G1 Mas a linha pode ser sutil: e quando um sertanejo solta um palavrão? "A gente tem palavrões socialmente aceitáveis. O 'p... nenhuma' do Henrique e Juliano [em 'Liberdade provisória'] faz parte do contexto. E é uma expressão que se usa no dia a dia. A rádio toca sem nenhum problema", diz Itamar. Em entrevista ao G1, o autor da música, Henrique Casttro, lembrou da criação do refrão boca-suja. "O Elvis [Elan, coautor] estava falando que a gente precisava inovar. Eu também acreditava no novo. A gente colocou o 'p. nenhuma' como um desabafo, mas sem nenhuma intenção de agredir." A intuição dos compositores resultou num golaço: o palavrão apaixonado de "Liberdade provisória" foi uma coincidência cada vez mais rara entre o topo das paradas de rádio e de streaming no Brasil. Kondzilla quer filtro Curiosamente, uma das vozes mais importantes no mercado musical brasileiro em defesa do filtro de palavrões uma figura poderosa do funk no Brasil, o diretor de clipes e empresário Kondzilla. Há três anos, seu canal estabeleceu um filtro de palavrões para que as músicas pudessem aparecer lá, revelou ao G1 o ex-diretor executivo da Kondzilla, Fabio Trevisan. O diretor e empresário de funk Kondzilla durante apresentação no Rock in Rio 2017 Fábio Tito/G1 "Em função deste filtro, a gente cresceu para uma parte do público, mas também abriu um 'flanco' para os concorrentes que continuam com objetificação, armas, coisas que não estão mais aqui. Essas músicas ainda agradam outra parte da audiência", disse Fabio. Em uma entrevista em seguida, o dono da empresa, Konrad Dantas, o Kondzilla, se mostrou irritado com a conclusão de que o filtro pode ter afastado parte da audiência. "Discordo 200%, porque, na verdade, esse foi o motivo do sucesso. Dos nossos 10 vídeos de mais sucesso, todos têm o filtro", ele afirmou. "O funk só ganhou com isso", disse Kondzilla. Sem (tantos) palavrões, a empresa fechou diversos projetos de patrocínio e os MCs mais famosos circularam mais em TVs. "Dá para ter intenção [sexual] sem falar palavrão", defendeu Kondzilla. "Isso é que eu provoco de a turma fazer." Dados explícitos O G1 analisou as paradas do Spotify de 2017 a 2020 para entender a força das músicas com o selo de "conteúdo explícito": Quem acha que palavrão é coisa nossa precisa melhorar o inglês. Uma em cada quatro faixas estrangeiras mais tocadas no Brasil tem o selo que indica menção a sexo, drogas ou violência. Não dá para comparar com as músicas nacionais, já que por aqui o selo é autodeclarado, e não checado. Mesmo assim, 9% das músicas nacionais têm o selo nas paradas atuais. A tendência geral é de alta. Em 2019, 10% das músicas no Top 200 Brasil tinham o selo "explícito". No 1º semestre de 2020, o índice chegou a 13%. O artista que mais levou faixas explícitas às paradas foi Kevin o Chris, com 231 milhões de streams em músicas do tipo desde 2017. Faixas que foram 1º lugar no Spotify Brasil mesmo com selo 'explícito': "Deu Onda", do MC G15, por 23 dias "Gaiola é o troco", do MC Du Black, por 11 dias "Vamos pra gaiola", do Kevin O Chris, por 3 dias "Olha a explosão", do MC Kevinho, por 3 dias "Vai embrazando", de MC Zaac, por 1 dia Faixas com selo 'explícito' mais tocadas no Spotify Brasil desde 2017: "Quando a vontade bater" - PK - 114,2 milhões de streams "Gaiola É o Troco" - MC Du Black - 105,2 milhões de streams "Hoje Eu Vou Parar Na Gaiola" - Mc Livinho - 94, 4 milhões de streams "Poesia Acústica #6: Era uma Vez" - Vários - 91,7 milhões de streams "Evoluiu" - MC Kevin o Chris - 87,5 milhões de streams "Vamos pra Gaiola" - MC Kevin o Chris - 74 milhões de streams "Kenny G" - Matuê - 72,5 milhões de streams "Vai Embrazando" - MC Zaac - 65,7 milhões de streams "Olha a Explosão" - MC Kevinho - 63 milhões de streams "7 rings" - Ariana Grande - 63 milhões de streams Ariana Grande Reprodução/Instagram Veja Mais

Lives de hoje: Léo Santana, Rick & Renner, festival Amazon Alarm e mais shows em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda de lives deste sábado (5). Léo Santana no Carnaval de Salvador de 2019 Elias Dantas/Ag. Haack Léo Santana, Rick e Renner e o festival Amazon Alarm estão entre as lives marcadas para este sábado (5). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sábado (5) Rick e Renner - 14h - Link Agnes Nunes, Nina Oliveira, Aurora, Boy Pablo, Charlotte dos Santos e outros - Festival Amazon Alarm - 15h - Link Léo Santana - 17h - Link Pedro Luís (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Hot Chip (live paga) - 23h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

'Mulan': Adaptação do desenho da Disney exalta visual, mas falta 'profundidade', dizem críticos

G1 Pop & Arte G1 compila reviews dos principais veículos americanos, que já assistiram ao longa. Versão com atores ainda não tem data para chegar ao Brasil. Assista ao 2º trailer de 'Mulan' "Mulan", uma das grandes produções da Disney em 2020, é lançada nesta sexta (4) na plataforma digital de vídeos Disney+ nos Estados Unidos. O valor do filme é de US$ 30. Segundo a assessoria da Disney, o filme ainda não tem data para estrear no Brasil. A imprensa norte-americana publicou, na quinta (3), as críticas ao longa da diretora Niki Caro. No site especializado Metacritic, que reúne avaliações da imprensa, ele tem nota 69. No Rotten Tomatoes, recebeu 80. Como "consenso da crítica", o site diz que o filme "poderia ter contado a história clássica com mais profundidade, mas é uma maravilha visual que serve como atualização emocionante" da animação. A revista "The Hollywood Reporter" disse que a Disney deu à personagem status de super-heroína e elogiou a fotografia do filme como "um banquete visual infinito". O longa foi filmado na China e na Nova Zelândia. Mas criticou o conteúdo. "Enredo pouco envolvente e performances atrofiadas." Todos os jornais lamentam que a estreia não aconteça no cinema, por causa das cores vivas e das sequências de ação. Com cinemas fechados, filmes estreiam direto em plataformas de vídeos nos EUA; veja lista A revista "Entertainment Weekly" avaliou como "um épico arrebatador e sombrio", mas sentiu falta dos momentos de música extintos do filme. Mesmo baseado na animação de 1998, o filme é capaz de surpreender, disse o jornalista do site Indiewire. A revista "Empire" celebrou a escolha de focar na trajetória da heroína, mas opinou que o desenvolvimento dos coadjuvantes ficou prejudicado. Segundo a revista "Variety", essa mudança de tom acontece porque o filme de Caro é, ao mesmo tempo, "homenagem e releitura da animação de 1998 e uma versão robusta da fonte original do filme, a canção 'The Ballad of Mulan'." A revista diz que a renovação pode decepcionar os fãs do desenho, mas tem potencial para agradar a nova geração inspirada pelo "empoderamento feminino". "Mulan" tinha estreia original prevista para o dia 27 de março na América do Norte, mas foi adiado algumas vezes por causa da pandemia do novo coronavírus. O filme também será lançado em cinemas que já tiverem reaberto após as medidas de isolamento social em mercados que ainda não têm Disney+, como a China. Quem está no elenco? Liu Yifei como Mulan em primeira foto do novo filme da personagem Reprodução/Twitter/Disney A atriz chinesa Liu Yifei interpreta a heroína Mulan. Donnie Yen, Jet Li e Li Gong também estão no elenco. Yifei, de 30 anos e também conhecida como Crystal Liu, é uma das atrizes mais populares da atual geração na China. Além de participar de produções do país, ela atuou em inglês em filmes americanos como "O reino proibido" (2008) e "O imperador" (2014). Disney+ chega ao Brasil em novembro A plataforma de vídeos vai ser lançada em novembro no Brasil e na América Latina. O preço da assinatura ainda não foi divulgado. O serviço vai reunir filmes e séries de Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, além de conteúdos originais. Lançado em novembro de 2019 nos Estados Unidos e outros países, o Disney+ já conta com 60,5 milhões de assinantes. Veja Mais

Whindersson investe na música, com influência '100%' religiosa: 'Quem quiser gostar gosta'

G1 Pop & Arte Depois de emplacar balada gospel, humorista lança EP e retoma temática em 'Paraíso', parceria com o ex-UM44K Luan. Ele fala ao G1 sobre processo de composição: 'Se der trabalho, eu paro'. Whindersson Nunes durante gravação do clipe de 'Paraíso', parceria com o cantor Luan, nos Lençóis Maranhenses Reprodução/Instagram Os mais desatentos podem ainda se surpreender ao descobrir que “Girassol”, sucesso na voz de Priscilla Alcantara, é uma composição de... Whindersson Nunes. Mas quem acompanha a carreira do humorista com mais afinco sabe que a balada edificante, com inspiração religiosa, é apenas uma de suas incursões na música. Whindersson Nunes e Priscilla Alcantara lançam 'Girassol' reprodução/Instagram/Whindersson Nunes Só nas últimas semanas, Whindersson lançou “Paraíso”, ao lado do cantor Luan (ex-UM44K), e seu EP de estreia, “No name”, com três músicas - todas composições suas. Ele já tinha cantado ao lado de Ivete Sangalo em “Coisa linda”, do início desse ano, além das paródias que bombam em seu canal do YouTube. A proximidade do humorista com a música começou na infância, mas ainda hoje sua autoavaliação é severa: “Nem eu gosto tanto da minha voz. Mas vou me ajustando”, diz ao G1. “Quem quiser gostar gosta.” O processo de compor acontece com mais naturalidade, segundo ele. “Se [uma música] der trabalho demais, eu paro. Toda ideia vem depois de outra ideia, algumas são boas, outras ruins. As boas pra mim fluem bem.” Som de Deus A letra de “Girassol” fala de um processo de cura interior. Whindersson escreveu a música enquanto lidava com a dor da perda de um amigo, o cantor Gabriel Diniz, que morreu em um acidente de avião, aos 28 anos, em maio do ano passado. Pouco antes, o humorista havia revelado aos seguidores que tratava uma depressão. Ligado à religião desde pequeno, costuma dizer que a doença o fez questionar sua fé. A música foi a maneira que encontrou para se reaproximar de Deus. “A igreja me influenciou 100%”, afirma. “Gosto do que eu falo nas músicas e o modo como eu falo é para mim mesmo. Mas acaba ajudando muita gente.” Como estética religiosa fascina artistas e foi parar em shows e álbuns de Kanye West e outros? “Paraíso”, criada por ele em parceria com Luan e o cantor e compositor Jall Reis, retoma a temática. Initial plugin text “Essa música fala sobre a nossa felicidade quando entendemos que Jesus é nosso amigo, que nossa comunhão com Ele é como a de um bom amigo”, escreveu nas redes sociais. Com a ajuda do parceiro, que tem o segundo maior canal brasileiro no YouTube, Luan conseguiu, em menos de duas semanas, mais de 6 milhões de visualizações no clipe de seu segundo single solo. A UM44K, dupla que formava com Saulo Poncio, acabou em junho. Whindersson e Luan, parceiros na música 'Paraíso' Reprodução/Instagram O cantor diz ver, no humorista, potencial para “revolucionar o mercado” como compositor. Aos fãs mais receosos, Whindersson jura que não vai abandonar a comédia. “Gosto de rir e de cantar, tudo isso sempre anda junto, e eu consigo fazer várias coisas ao mesmo tempo.” Mas sinaliza que sua carreira musical está só começando. Outros projetos estão encaminhados, mas ele não revela detalhes. “Gosto de trabalhar em segredo.” Veja Mais

Mumuzinho assume posto de Claudia Leitte em time de técnicos na fase final do 'The Voice Kids'

G1 Pop & Arte 'É uma grande responsabilidade ocupar a cadeira dela nesta reta final da temporada', diz cantor. Mumuzinho se apresenta nesta sexta-feira (19) na exposição de Cardoso Moreira Divulgação/Assessoria Mumuzinho Mumuzinho vai assumir a cadeira de Claudia Leitte e integrará o time de técnicos para a fase final do "The Voice Kids". A quinta temporada do programa voltou ao ar neste domingo (13) com a exibição dos melhores momentos da edição, dando continuidade ao programa, que foi pausado por conta da pandemia de coronavírus. O cantor inicia os trabalhos no domingo (20), quando começa a fase ao vivo do reality, assumindo o time de Claudia, que não participará como técnica na reta final do programa. "Neste momento difícil e tão sensível que estamos vivendo no mundo, terei que acompanhar as últimas etapas do 'The Voice Kids' de casa. Vou emprestar minha cadeira com muito amor para o meu amigo Mumuzinho. Cara incrível, talentoso, que topou este desafio de cuidar das minhas crianças", afirma Claudia Leitte. "Ele vai tocar o barco nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, e eu vou acompanhar tudo daqui, interagindo e torcendo com vocês nas redes sociais. Mesmo sem estar no palco, meu coração estará presente ali. Torço muito por essas crianças, elas me inspiram. Tia Claudinha está de olho em vocês." Mumuzinho celebra o convite e diz ser uma responsabilidade grande assumir o posto de Claudia Leitte na atração. "Essas crianças me emocionaram muito em todas as vezes que assisti ao programa. Estar na fase final do 'The Voice Kids' me trouxe uma emoção muito grande. Ainda mais estando no lugar de uma pessoa tão querida e especial como a Claudinha, um ser doce e que o Brasil todo ama." "É uma grande responsabilidade ocupar a cadeira dela nesta reta final da temporada. A figura da Claudia é muito presente na história do 'The Voice' pelo seu jeito de ser. E é uma responsabilidade muito grande com as crianças, pelo carinho que ela passa para elas. Eu pretendo seguir a linha de como ela começou, o que ela idealizou com essas crianças. Até porque o barco já está no mar. Agora, é só estacionar o barco e a tripulação sair e comemorar." Apresentadores e técnicos do 'The Voice Kids' Globo/Victor Pollak Veja Mais

Fernando Pires, do Só Pra Contrariar, tem alta após quatro dias internado

G1 Pop & Arte Cantor foi levado para hospital em Uberlândia após cair e bater a cabeça na última quarta-feira (9). Assessoria diz que o músico está bem e em casa. Fernando Pires em publicação do Instagram no mês de junho Reprodução/Instagram O cantor e vocalista do grupo Só Pra Contrariar, Fernando Pires, de 46 anos, teve alta no início da tarde deste domingo (13), após quatro dias internado em um hospital de Uberlândia. Segundo a assessoria do músico, ele "está bem e em casa". Desde quarta-feira em observação no Hospital Madrecor, em Uberlândia, Pires foi internado após cair e bater a parte de trás da cabeça. Ele estava em casa com a família, no fim de semana prolongado do feriado de 7 de setembro, quando sofreu o acidente doméstico. Na quinta-feira (10), ele publicou uma mensagem em uma rede social tranquilizando a todos. "Estou muito bem galera, graças a Deus". Em uma rede social, o cantor divulgou uma foto dizendo que aquela tinha sido a mais recente feita antes da queda. Amigos, fãs e celebridades, como o irmão Alexandre Pires, o cantor Thiaguinho, o humorista Marcos Luque e o cantor sertanejo Luiz Cláudio (que faz dupla com Giuliano), deixaram mensagem de apoio. Fernando Pires, vocalista Só Pra Contrariar. Reprodução/Instagram Veja Mais

Coala Festival 2020: edição virtual do evento traz Gilberto Gil com Gilsons, Novos Baianos e outros

G1 Pop & Arte Por causa da pandemia de coronavírus, festival apresenta versão on-line. Transmissão acontece neste sábado (12) e conta ainda com shows de Mariana Aydar com Mestrinho e Nego Bala. Gilberto Gil Divulgação O Coala.VRTL, que acontece neste sábado (12), é a primeira edição virtual do Coala Festival. A festa precisou fazer mudanças por causa da pandemia de coronavírus e, pela primeira vez desde 2014, ano em que estreou, não acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo. Segundo a produção, o evento se refugiou em meio à natureza "em local sigiloso". "Quando decidimos fazer uma edição virtual, quisemos refugiar o Coala numa locação afastada, mas que pudesse passar uma sensação de acolhimento e segurança. É uma maneira de levar a música brasileira para todos, sem a necessidade de estar junto fisicamente", diz Fernanda Pereira, diretora do Coala Festival. O evento será transmitido à partir das 14h gratuitamente no canal do YouTube do Festival e contará com alguns encontros especiais. Mariana Aydar e Mestrinho abrem a tarde de show, seguidos do encontro entre MC Tha e Rico Dalasam. Gilberto Gil encerra o festival candando com o trio Gilsons. O show ainda terá participação especial de Bem Gil. O evento também traz apresentações dos Novos Baianos e de Nego Bala. DJs vão comandar os intervalos das atrações. Veja abaixo lista com programação completa. 14h: Abertura Coala 14h05: Show 1 – Mariana Aydar e Mestrinho 14h50: DJ Set 1 – Mary G 15h30: Show 2 – MC Tha e Rico Dalasam 16h15: DJ Set 2 – Shaka x EB 16h55: Show 3 – Novos Baianos 18h15: DJ Set 3 – Cinara 18h55: Show 4 – Nego Bala 19h40: DJ Set 4 – Ubuntu 20h20: Show 5 – Gilberto Gil + Gilsons Coala Festival 2019: Chico César e Maria Gadú tocam juntos no Memorial da América Latina Veja Mais

Stevie Lee Richardson, de 'Jackass' e 'American Horror Story', morre aos 54 anos, diz site

G1 Pop & Arte Família e amigos organizaram campanha virtual para custear funeral. Não há informação sobre a causa da morte. Stevie Lee Richardson, ator que participou do documentário “Jackass 3D” e de alguns episódios da série “American Horror Story”, morreu aos 54 anos. Amigos e familiares do ator informaram sobre sua morte ao organizar uma campanha para arrecadar fundos para arcar com os custos do funeral, segundo reportado pela "BBC". Lee também participou de filmes como "Death Match" (1994), “American Pie: O Último Stifler Virgem” (2006) e "Baby Fever The Movie" (2019). “Stevie ‘Puppet The Psycho Dwarf’ Lee Richardson faleceu inesperadamente na quarta-feira, 9 de setembro de 2020, em sua casa pela manhã. Ele era amado por muitos e tem muitos amigos que eram da família, fãs que o adoravam”, diz o texto dos familiares, que também cita que ele “é uma lenda na arte de wrestling [uma luta livre teatral] entre anões”. Veja Mais

Festival de Veneza tem muito cinema independente e nenhum caso de Covid-19

G1 Pop & Arte 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza termina neste sábado (12) com um saldo positivo, avaliam jornalistas e participantes. 9 de setembro - Presidente do júri, a atriz Cate Blanchett posa para fotógrafos durante a 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, na Itália Guglielmo Mangiapane/Reuters A 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza termina neste sábado (12) com um saldo positivo, após registrar zero caso de coronavírus e ter exibido muitas produções de autores independentes. O primeiro Festival em tempos de coronavírus, sem as estrelas de Hollywood e o público de fãs no tapete vermelho, foi realizado com total respeito às medidas de saúde, sem filas e aglomerações, com os espectadores sentados à distância, com um assento vazio de cada lado. "Até agora, não foram registrados casos positivos de coronavírus. Isso é uma vitória", disse à imprensa o novo presidente da Bienal de Veneza, Roberto Cicutto. Segundo Eleanor Stanford, em matéria publicada no jornal "The New York Times", o distanciamento social foi "o valor agregado", porque o espectador ficou mais confortável. Celebridades desfilam de máscara no tapete vermelho do Festival de Veneza O "Times" considerou essa edição "mais livre", devido à ausência das grandes produções americanas que usam Veneza como um trampolim para lançar seus filmes ao Oscar. O primeiro grande festival internacional celebrado em plena pandemia, que durou dez dias, conforme a tradição, contou com menos repórteres credenciados - apenas 5000, um número baixo se comparado à última edição, que somou 12 mil. 'Novos olhares' A ausência de críticos e de delegações de países asiáticos ou da América Latina foi notável, apesar da presença de vários filmes da região, como o impactante "Nova Ordem" do mexicano Michel Franco. "Nós servimos de laboratório para os outros festivais", disse satisfeito Alberto Barbera, que encerra sua gestão este ano, depois de uma década como diretor do Festival. O ator e cantor Elvis Romeo; o diretor francês Quentin Dupieux; a atriz francesa Adele Exarchopoulos; o ator francês, Gregoire Ludig; e o ator francês, David Marsais, posam para fotógrafos durante a 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, na Itália Tiziana Fabi/AFP Apesar da definição dada pelo jornal francês "Le Monde" de um concurso "amorfo", os organizadores consideram que serviu para revitalizar um setor em crise pelas salas de cinema fechadas e pelas gravações paralisadas. Do total de 60 longas-metragens convidados a participar em cinco categorias distintas e 15 curtas, a maioria era obras de autores quase desconhecidos. "Além da distância física, havia a distância mental. Foi aberto um espaço para novos olhares, para uma nova geração de diretores", afirmou a crítica italiana Cristiana Paternó, ao elogiar o alto número de diretores e diretoras independentes que participaram das diversas seções do Festival. Em um dos anos mais atípicos de sua longa história, as mulheres aumentaram sua participação no Festival, com oito mulheres contra 10 homens competindo pelo precioso Leão de Ouro. As previsões sobre possíveis vencedores estão abertas. Não se descarta que o júri, presidido por Cate Blanchett, premie o filme de uma mulher. Veja Mais

Lives de hoje: Humberto Gessinger, Maiara & Maraisa e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Marcos e Belutti, Felipe Cordeiro e Teresa Cristina também estão na programação de shows on-line desta sexta-feira (11). Humberto Gessinger, Maiara & Maraisa e Marcos & Belutti fazem live nesta sexta-feira (11) Daryan Dornelles-Divulgação/ Fábio Rocha-Globo/ Raquel Cunha-Globo Humberto Gessinger, Maiara & Maraisa e Marcos & Belutti estão entre os artistas que fazem live nesta sexta-feira (11). Veja a lista completa com horários das lives de hoje abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sexta (11) Felipe Cordeiro -19h - Link Humberto Gessinger - 20h - Link Maiara e Maraisa - 20h - Link Marcos e Belutti - 21h45 - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Cineasta lança documentário sobre o movimento punk feminista dos anos 1990 em SP

G1 Pop & Arte 'Faça Você Mesma' estreia nesta quinta-feira (10) no festival In-Edit e mostra versão brasileira do riot grrrl. Veja como shows para 50 fãs e gravações em fitas k7 fizeram barulho. Banda Dominatrix em apresentação na cidade de São Paulo. Pioneiro, grupo abriu os caminhos para as mulheres no punk no país Marcos Aragão/Arquivo Pessoal A agressividade dos vocais e das guitarras de um pequeno grupo de adolescentes no início da década de 1990, em São Paulo, não foi abafada nem mesmo pela sonoridade das fitas k7. Na verdade, impactaram profundamente a formação de uma geração de mulheres. A cineasta Letícia Marques, 36 anos, é uma delas. No documentário "Faça Você Mesma", lançado nesta quinta-feira (10), ela mostra como foi o movimento riot grrrl no Brasil. O longa é fruto da pesquisa dela e de um time de mulheres, nos últimos quatro anos. “O riot grrrl foi muito mais do que ‘música feita por garotas’. O ambiente do hardcore era machista e hostil à presença de mulheres. A música foi um veículo para que elas se apropriassem de um espaço, que é a grande mensagem do punk, mas tudo permeado por apoio mútuo, que é uma tradição feminista”, explica Letícia ao G1. “Faça Você Mesma” estreia nesta quinta no Festival Internacional do Documentário Musical (In-Edit) e fica disponível na plataforma online até 20 de setembro. A distribuidora do filme ainda negocia o lançamento em plataformas de streaming. Trailer de 'Faça Você Mesma' (2019), de Letícia Marques Chegada ao Brasil A cineasta explica que o movimento nasceu no estado de Washington, nos Estados Unidos, de onde emergiram bandas como Bikini Kill, Bratmobile e Heavens To Betsy. Letícia viveu nessa região durante a adolescência. O riot grrrl desembarcou em São Paulo por meio de fitas k7 que uma amiga gravava para outra e também pelo empenho de selos, como Kill Rock Stars e Teenager In A Box. A coletânea Punk Rock Não É Só Para O Seu Namorado também foi importante para espalhar esses sons. Os holofotes não eram para mulheres nem nos Estados Unidos e tampouco no Brasil. Mais do que ocupar um espaço, adolescentes se uniram para criá-lo. O filme mostra que, em São Paulo, a banda Dominatrix abriu os caminhos em março de 1995, com um show no Victoria Pub, antiga casa noturna na Alameda Lorena, bairro dos Jardins. Aquele foi o começo da construção de uma cena por um grupo muito pequeno de amigas, e amigas de amigas. O grupo não apenas alcançou o palco, como inspirou uma geração de outras garotas que queriam tocar e cantar. “Ouvir aquelas garotas se expressando trouxe isso para a minha adolescência: experimente, questione, critique, se descubra", lembra Letícia. "É essa autonomia, essa ética, que sintetiza pra mim o que é se aprimorar. Foi a primeira centelha do pensamento: ‘nossa, é possível uma mulher com essa atitude’. Mexe com a autoestima." Pesquisa Isabella Gargiulo (banda Dominatrix) e Carolina Pfister (No Class e TPM), durante show na capital paulista Marcos Aragão/Arquivo Pessoal O documentário apresenta relíquias desta cena, que se desenvolveu no underground. Era como uma legítima contra-cultura paulistana, presenciada por plateias de 50 pessoas. Isso dificultou o acesso aos materiais da época, como fitas VHS, fotos, CDs raros e cartazes, mas o compilado em “Faça Você Mesma” é suficiente para transportar o espectador para dentro dos inferninhos escuros. Foi neles onde a cena se desenrolou. Espaços como o Alternative, na Penha, eram ocupados por cabeludos ouvindo canções com letras incompreensíveis, gritadas por garotas tatuadas em busca do seu lugar de fala. Personagens Além dos documentos, Letícia Marques também conversou com as protagonistas desta história, que tomaram rumos diferentes na vida. Da esquerda para direita, Carolina Pfister, em Portland, Oregon; Andressa Saboya, em Santos; Isabella Gargiulo, em Portland, Oregon; Marcela Mattos e Gigi Louise, em Santos; Jan Veneziani, em São Paulo; e Barbara Fraga, em Belo Horizonte. Cineasta Letícia Marques localizou algumas das garotas que construíram o riot grrrl no Brasil Black Sheep Filmes/Divulgação Foram 25 entrevistas com integrantes de bandas icônicas do movimento. Há relatos de quem surgiu com a cena, como Dominatrix, TPM e Hitch Lizard. Mas também há espaço para os últimos expoentes, como o Miêta e o Bertha Lutz, passando pelas garotas do Siete Armas e do Hidra, no início dos anos 2000. “Percebi que a autenticidade e a iniciativa daquelas mulheres se mantiveram, além do feminismo. Hoje, todas, de alguma forma, trabalham em uma rede com mulheres, ensinam mulheres, trabalham em ONG para mulheres ou montaram o próprio estúdio." "Senti também que continua presente o processo de autodescoberta”, conta a cineasta, que viajou de Santos (SP) a Portland, no estado americano do Oregon, para fazer as entrevistas. Mais que música Com os resultados da pesquisa em mãos, Letícia Marques começou as discussões que ocupam o centro do movimento riot grrrl. Entre os assuntos, destacam-se a micro-politica e as barreiras particulares enfrentadas pela mulher brasileira. Dessa forma, a cineasta conecta aquele pequeno fragmento da história das mulheres de São Paulo a pautas ainda atuais. “A busca daquelas adolescentes por pertencimento e reconhecimento continua sendo uma busca de todas as mulheres", compara. "Revela que o feminismo continua sendo necessário. A diferença é que tudo isso foi dito naquela época por meio da música, que permeava a vida dos jovens, já que o acesso a isso era diferente, demandava uma vontade de procurar, de gravar fitas k7, trocar descobertas, formando uma rede." No centro, Letícia Marques, diretora de 'Faça Você Mesma'. À esquerda, Brunella Martina, produtora executiva, e, à direita, Pryka Almeida, vocalista da banda Lâmina, que participou do filme Black Sheep Filmes/Divulgação O pano de fundo de “Faça Você Mesma” é uma playlist cronológica do desenvolvimento daquela cena, com diversidade de artistas, mas cadência na conexão entre elas. A sonoridade do filme ilumina um dos grandes trunfos deste documentário: a montagem. Letícia Marques sintoniza o ritmo da estrutura narrativa ao processo de amadurecimento do próprio riot grrrl e de suas protagonistas. O início tem os ruídos homogêneos produzidos por adolescentes em busca da própria identidade. Depois, ganha fôlego com os depoimentos até culminar, quase como em uma hipnose, em um final mais melódico, que remete à maturidade. "A ideia de fazer um filme vem também de introduzir e apresentar possibilidades. Neste caso, a possibilidade do feminismo, da sororidade, da autonomia, da auto-descoberta, da transformação, do amor, do pertencimento. Acho que o cinema pode trazer essa possibilidade, como o riot grrrl trouxe para a minha vida", comenta a diretora. “Me reconheci nele como mulher e ser humano. Trouxe empoderamento, por todo o conceito, e também pela musicalidade. Gostaria que o filme trouxesse esta inspiração pra quem assistir também. Que ‘faça por si mesma’ na vida. Acho que essa é a ideia. Mostrar que a gente pode e dever fazer o que quer, e não se desculpar por isso, e ocupar os lugares, e o mundo." Veja Mais

Festival In-Edit tem filmes sobre Pitty, Dorival Caymmi, Johnny Cash e aula com diretor inglês Julien Temple

G1 Pop & Arte Programação tem mais de 60 filmes brasileiros e internacionais sobre música, com opções gratuitas. Festival começa nesta quarta (9) e segue até 20 de setembro. Festival In-Edit tem filmes sobre Pitty, Dorival Caymmi, Johnny Cash e Charles Aznavour Divulgação/AFP O Festival In-Edit, dedicado a documentários e curtas sobre música, começa nesta quarta (9) em uma versão on-line. A mostra deste ano tem mais de 60 filmes nacionais e internacionais, com opções gratuitas ou a R$ 3 para alugar. Até o dia 20 de setembro, a programação traz histórias de artistas, bandas e movimentos culturais que marcaram a história da música. Ela pode ser acompanhada no site oficial do festival. Dois dos destaques nacionais são os filmes "Matriz.Doc", que mostra a criação do novo CD da Pitty, uma volta às raízes baianas, e "Dorivando Saravá, O Preto Que Virou Mar", sobre a vida, a obra e o legado de Dorival Caymmi para artistas negros. Uma versão das filhas de Johnny Cash sobre o papel de sua esposa em sua carreira; as memórias do cantor francês Charles Aznavour, que morreu em outubro de 2018; e o depoimento de Bill Wyman, baixista original dos Rolling Stones, considerado do "Stone quieto", são os destaques internacionais. Além dos filmes, o festival também promove debates e entrevistas com diretores e artistas. O destaque da programação é a aula do diretor britânico Julien Temple. O cineasta é conhecido por assinar os documentários "The filth and the fury" (2000), sobre o Sex Pistols, e "Joe Strummer: the future is unwritter" (2007), sobre o líder do The Clash. Confira a lista completa de filmes: Filmes brasileiros: "Aleluia, O Canto Infinito Do Tincoã" "Dom Salvador & The Abolition" "Dorivando Saravá, O Preto Que Virou Mar" "Garoto - Vivo Sonhando" "Neojibá - Música Que Transforma" "Porfírio Do Amaral: A Verdade Sobre o Samba" "Afro-Sampas" "Arto Lindsay 4D" "Elton Medeiros - O Sol Nascerá" "Liberta - Flicts" "Mangueira Em 2 Tempos" "Matriz.Doc" "Memórias Afro-Atlânticas" "Sambalanço - A Bossa Que Dança" "Ventos que Sopram - Pará" "Bernardo Na Vida, BMO Na Batalha" "Encantadeiras - O Canto E O Encanto Das Quebradeiras De Coco Babaçu" "Faça Você Mesma" "Hip Hop E Mercado: O Rap" "Mestre Cupijó e seu Ritmo" "Na Dança" Internacionais: "7 Évoras Em Kepa" "Batida de Lisboa" "Silêncio - Vozes De Lisboa" "Vadio - I Am Not A Poet" "Variações" "Zé Pedro Rock'n'Roll" "Aznavour by Charles" "Gay Chorus Deep South" "Ibiza - The Silent Movie" "Inner Landscape" "Kate Nash: Underestimate the Girl" "Keyboard Fantasies: The Beverly Glenn-Copeland Story" "My Darling Vivian" "Funk The Capital: Building A Sound Movement" "Rebel Dread" "Sarajevo: State In Time (A Story Of Laibach & NSK)" "Sufi, Saint And Swinger" "Swans: Where Does A Body End?" "The Changin' Times Of Ike White" "The Chills: The Triumph & Tragedy Of Martin Phillipps" "The El Duce Tapes" "The Men's Room" "The Quiet One" "Un Sonido Original De América" "Welcome To The Dark" "White Riot" "Who Let The Dogs Out?" Curtas: "13 Horas" "Amaro Freitas - O Piano Como Extensão Da Alma" "Cantos De Origem" "Cidade São Mateus" "Dub Magnificente" "Eu Vejo Névoas Coloridas" "Free Seat" "Jazsmetak" 'Nas Quebradas do BoiAutoramas" "Nas Quebradas do Boi" "Naticorda" "Quando Elas Cantam" "UN" "Viva Alfredinho!" Veja Mais

Simaria celebra recuperação após testar positivo para Covid-19: 'Feliz por poder abraçar meus filhos'

G1 Pop & Arte Após refazer exames, cantora relatou medo durante isolamento: 'Nunca se sabe quais serão os sintomas e como nosso organismo vai reagir'. Simaria, da dupla Simone e Simaria, testou positivo para Covid-19 Reprodução Simaria está curada após testar positivo para Covid-19. A cantora que faz dupla com a irmã, Simone, refez os exames e descobriu estar curada da doença. Simone revelou o diagnóstico positivo pra doença em 21 de agosto após fazer um teste preventivo. Segundo comunicado divulgado pela assessoria da dupla, Simaria permaneceu assintomática e em isolamento em sua casa, em Alphaville, na Grande São Paulo. A cantora refez os exames junto com os filhos e o marido, pois a família tem uma viagem programada para a Espanha, onde tem casa. "Estou muito feliz por estar curada e poder abraçar os meus filhos. Me cortava o coração vê-los chorar e não poder acolher meus pequenos", celebrou Simaria. A cantora também revelou ter sentido medo durante o isolamento. "Coronavírus não é brincadeira, eu sempre tive muito medo afinal nunca se sabe quais serão os sintomas, como nosso organismo vai reagir. Agradeço todo apoio que recebi da família, amigos e dos meus fãs." Simaria compartilha vídeo e brinca sobre beleza de Elba Ramalho Veja Mais

Carol e Vitória falam de pop empoderado e 'mais maduro' após passado de relações abusivas

G1 Pop & Arte Irmãs de Florianópolis faziam respostas para funks em 2017 e hoje seguem querendo 'enaltecer lado feminino'. G1 mostra bastidores e carreira de artistas que nasceram nos anos 2000. "Eu tô Gostando de um menino aí / mas ele ainda não sabe que eu gosto dele / se bobear eu vou é desistir / eu sou muito areia pro caminhãozinho dele", cantam Carol e Vitória em "Eu Tô Gostando de um Menino Aí". Mas essa confiança nem sempre existiu. As irmãs de 20 e 19 anos viveram relacionamentos abusivos quando eram ainda mais jovens. Carol, por exemplo, não cantava com Vitória no começo do canal do YouTube em 2015, porque o namorado não permitia. "Ele tinha as questões religiosas dele, não permitia e eu acatava tudo que ele me falava", diz Carol, que é a irmã mais velha. Ouça acima trechos da entrevista no podcast. Conheça 5 artistas brasileiros nascidos nos anos 2000 Nesta semana, o G1 mostra bastidores e carreira de artistas nascidos nos anos 2000: do funk de Don Juan e Ingryd à MPB de Agnes Nunes, passando pelo sertanejo (Julia e Rafaela) e pelo pop (Carol e Vitória). Além de não deixar cantar, o namorado não deixava que ela cortasse o cabelo: "Ele falava que mulher de verdade não tinha cabelo curto". Desde que Carol se libertou dessa relação, elas buscam mostrar a força de mulheres e essa vai ser sempre uma meta nas músicas autorais: "Sempre vamos buscar enaltecer o lado feminino nas nossas letras de alguma forma, às vezes subentendido, outras como 'Eu Tô Gostando de um Menino aí'", explica a cantora. Carol e Vitória falam sobre sonhos e artistas preferidos Arte/G1 Foi com essa inquietação também que surgiu a ideia de criar respostas para músicas que depreciavam as mulheres, como "Lei do Retorno" (MC Don Juan e Hariel), "Deixa Ela Beijar" (Kevinho e Matheus e Kauan) e "Quem Mandou Tu Terminar" (MC Kekel) e outros sucessos que bombaram em 2017. "A gente observava que a mulher era muito objetificada na época, nas letras. O cara está falando a versão dele da história, então vamos falar da mina", lembra Carol. Ela diz que escrevia as versões em cinco minutos. Os vídeos mais vistos têm mais de 16 milhões de views e impulsionaram a carreira das cantoras, que receberam inúmeros feedbacks de outras garotas e não tiveram nenhuma indisposição com os autores das músicas originais. Nova fase Pop good vibes, galã do Tik Tok, paixão aguda e uma dupla empoderada de irmãs cantando: o clipe de "Eu Tô Gostando de um Menino Aí" marca o começo de um novo momento para Carol e Vitória. A faixa não estava planejada para julho, mas viralizou nas redes sociais e acabou ganhando clipe, que já tem mais de 19 milhões de views. As irmãs contam que mostram bem quem são no clipe: Carol é viciada em Tiktok e se apaixona perdidamente uma vez por dia e Vitória é mais tranquilona, pé no chão e ama jogar no computador. Depois do disco de estreia "Gato Preto" (2018), Carol e Vitória reconhecem que estavam perdidas sobre o que queriam cantar e tocar no segundo disco. Carol apaixonada e Vitória gamer: personalidade das irmãs aparece no clipe de 'Eu Tô Gostando de um menino aí' Milena Rosado/Divulgação Elas, então, foram conversar com os produtores da Hitmaker, responsáveis por hits de Kevinho, Anitta e Lexa para ver se tinham alguma luz. "A gente chegou lá querendo cantar funk achando que era isso que a gente teria que fazer, mas, não, o papo que eles têm com a gente te fazendo realmente pensar no seu profundo, no seu interno", explica Carol. "Vai continuar tendo reflexos desses toquinhos good vibes do primeiro trabalho, mas vai ter a identidade da Carol e Vitoria agora mais maduras", continua Vitória. A faixa-título do 1º disco foi escrita quando ela tinha 12 anos. Como Anavitória e Tiago Iorc fizeram a MPB voltar às paradas e furar bloqueio do sertanejo? Carol diz que compõe sempre em duas situações quando está muito apaixonada ou muito triste, mas a quarentena também a inspirou de alguma forma. "Vocês podem esperar para o próximo trabalho músicas muito profundas, reflexivas, que fazem a gente dar valor a quem está do nosso lado, à vida, ao carinho", explica. Música em casa Carol e Vitória tiveram o primeiro contato com instrumentos na igreja aos 7 e 6 anos, quando moravam em Florianópolis. Elas lembram de ouvir muito Roberto Carlos, Zeca Pagodinho e Bruno & Marrone nas viagens com os pais e Sandy & Junior, Kelly Key e Wanessa Camargo tinham lugar no discman das meninas. As irmãs conseguiram terminar o ensino médio e até começaram a fazer faculdade. Carol cursou de direito e Vitória fez nutrição, ambas por três períodos. Carol e Vitória começaram fazendo cover e respostas de funks machistas no YouTube Reprodução/YouTube/Carol e Vitória No futuro, a irmã mais nova até se vê fazendo algo na área da gastronomia, mas Carol diz que o direto foi pura obrigação mesmo. Além da música, ela também quer atuar e fazer filmes e novelas. A mãe, que trabalhava como repositora em um supermercado, sempre apoiou a carreira, incentivava a cantoria nas reuniões familiares e ainda monitorava os ensaios. "Ela ficava em cima. A gente ensaiando e ela brigava 'não, isso não tá bom ainda', acordava a gente cedo para passar música no violão e no teclado", lembram as irmãs. "Ela falava sempre que a gente ia levar uma mensagem muito grande para os jovens, uma mensagem de amor, de respeito. Que nós seríamos luz para o mundo", diz Carol. Nova geração do pop Mesmo com uma carreira profissional relativamente nova, as meninas já fazem parte da geração pop good vibes formada por Melim, Anavitória, Vitão, Gabriel Elias, Day. Esses artistas, inclusive, são citados como referências para Carol e Vitória. Ariana Grande, Demi Lovato, Billie Eilish e a brasileira Elana Dara também influenciam no som da dupla. Tímida, Vitória lembra do primeiro show que fizeram na vida em 2019: "Eu quase morri, porque tenho muita vergonha." Mas, por outro lado, ela acha muito legal que as músicas que canta com a irmã podem mudar o dia de alguém. "Isso pra mim já é um objetivo e eu quero continuar fazendo isso pro resto da minha vida", finaliza Vitória. Veja Mais

Bruce Williamson, ex-vocalista do The Temptations, morre aos 49 anos, diz site

G1 Pop & Arte Segundo o site TMZ, Williamson foi vítima da Covid-19. Filho do cantor postou homenagem nas redes sociais: 'obrigado por ser incrível'. Bruce Williamson em foto de fevereiro de 2008 Mandel Ngan/AFP O cantor Bruce Williamson, ex-vocalista do grupo de R&B The Temptations, morreu por Covid-19 aos 49 anos, segundo reportou o site TMZ nesta segunda (7). Williamson integrou o famoso grupo da Motown entre 2007 e 2015, convidado pelo vocalista Ron Tyson, e participou dos álbuns "Back to front" e "Still here". Bruce Williamson com o grupo The Teptations no álbum '"Back To Front' Reprodução O filho do cantor, Bruce Alan Williamson Jr., deixou uma mensagem para o pai nas redes sociais. "Não há palavras no mundo que possam expressar como me sinto agora. Eu te amo, pai, obrigado por ser incrível, obrigado por ser amoroso, obrigado por ser quem você é. Eu oro a Deus e nos encontraremos novamente. Eu te amo, pai." Initial plugin text Williamson nasceu em Compton, na Califórnia, em 28 de setembro de 1970. Começou a cantar em corais gospel. Depois disso, integrou a banda "BlackBerry Jam", que fazia cover de funk em Las Vegas. Após deixar o Temptations, ele continuou cantando, principalmente música gospel, funk e R&B. Fez colaborações e se apresentou com bandas de jazz e funk. Veja Mais

Don Juan fala sobre fase cantando funk mais 'light': 'Agora estou pegando todos os públicos'

G1 Pop & Arte MC comenta começo na música aos 11 anos, desejo de produzir e como funk está mais profissional. G1 mostra bastidores e carreira de artistas nascidos nos anos 2000. A idade e o apelo sexual nas letras do Don Juan são medidas inversamente proporcionais. Quando tinha 14 anos, o funk proibidão era o que mais bombava e, mesmo sem ter feito parte diretamente desse movimento, as músicas eram bem diretas. "Ela gosta dos magrinhos, porque os magrinhos faz mais gostoso" são os versos mais leves de "Vou Botar", música lançada em 2015 com clipe em que Don Juan parece ter muito menos do que 14 anos. Hoje, a cena do funk, e, as músicas mais trabalhadas pelo funkeiro paulista, estão em uma pegada mais light para aumentar o público e interagir com outros gêneros. E Don Juan não vê problema nisso: "É uma nova etapa para mim. Eu estou achando daora, e acho que agora eu estou pegando todos os públicos", diz ao G1. Ouça trechos da entrevista no podcast acima. Conheça 5 artistas brasileiros nascidos nos anos 2000 Nesta semana, o G1 mostra bastidores e carreira de artistas nascidos nos anos 2000: do funk de Don Juan e Ingryd à MPB de Agnes Nunes, passando pelo sertanejo (Julia e Rafaela) e pelo pop (Carol e Vitória). Depois das parcerias "Eu te Prometo" com Dennis DJ e "Vai ter que Aguentar" com a dupla Maiara e Maraísa, Don Juan vê que ganhou mais fãs crianças. A música com o DJ e produtor carioca, aliás, é o maior lançamento do funkeiro em números de views no Youtube desde os hits "Amar, Amei", "Lei do Retorno" e "Se eu tiver solteiro", todos de 2017. "As de hoje estão light por causa que as de antes eram na época que aquele funk putaria tava muito forte. Então para gente estourar a gente tinha que fazer aquilo, mano", explica. Ele garante que não se incomodava com as letras. Don Juan fala sobre sonhos e artistas preferidos na música Arte/G1 Nem tão 'lights' assim... O discurso de Don Juan é de ser mais "light". Mas, na prática, não é bem assim. "Vou Além", EP lançado em maio de 2020, tem cinco músicas e quatro falam explicitamente de sexo. A única que foi fortemente trabalhada com clipe e divulgação foi "Vai Ter que Aguentar", que não menciona sexo ou drogas. O clipe já tem 70 milhões de views no YouTube, enquanto as outras estão na faixa de 300 mil só com lyric video. O rapper mineiro Djonga canta em "Amo Essa Bunda". Os próximos lançamentos de Don Juan são parcerias com Kekel, Luiza & Maurilio e Dodô do grupo Pixote. Há também uma música com um artista de Portugal, ainda em segredo. Ele não vê problema em cantar outros gêneros: "Gosto de música. Se o cara vir com uma música de rock e for daora, eu vou gravar rock". Controle da Dona Claudia Don Juan nasceu em janeiro de 2001 e começou a cantar funk aos 11 anos. A mãe, Claudia, acompanhava de perto todos os movimentos do filho na música e se preocupava com quem ele estava andando e o que saía nas fotos. Bebida, por exemplo, era vetada das imagens. "Nesse caminho todo eu era novo, cheguei a ver muita coisa também que talvez se não tivesse minha mãe, pessoas boas do meu lado para me passar a direção certa eu podia ter desandado sei lá, né", reflete Don Juan. É a mãe que cuida do dinheiro da carreira do filho e ele nem sabe quanto ganha por mês. Quando precisa de algo, pede e ela avalia se está podendo ou não comprar agora. A pira de Don Juan é com carro de luxo, ele já tem três na garagem e diz que gosta muito. Também queria ter moto, mas o contrato com a gravadora GR6 não permite: "Quando eu tiver mais velho, uns 50 anos de boa, tiver trabalhado bastante, eu vou comprar uma moto. Vou ter mais sabedoria, porque agora eu sou novo, querendo ou não a gente se empolga não tem como." 'Preocupadão' com a voz Don Juan Divulgação A mudança da voz é um ponto natural no crescimento de um adolescente, mas o impacto disso para quem canta desde criança é grande e Don Juan tinha o maior medo dessa transição. "Eu ficava pensando 'nossa minha voz vai mudar, será que vai mudar para daora?'. Ficava preocupadão e falava para os caras 'vou gravar uma pá de música que se a voz mudar a gente vai lançando essas'", diz e depois cai na gargalhada. No final das contas, ele gostou de como a voz ficou. Outro ponto que é comum aos jovens é brincar, sair com os amigos, curtir as festas e baladas, mas quando se é famoso essas atividades podem ficar comprometidas. Don Juan também não vê problema nisso: "Sentir falta eu não sinto não, porque foi isso que eu escolhi, sempre foi meu sonho desde criança. Falar que eu tive infância de poder brincar na rua à vontade, eu não tive porque comecei a cantar muito cedo." Ele lembra que até conseguia sair para balada, mas só depois de trabalhar: "Antes da quarentena, já aconteceu de estar de folga ir para o estúdio, fazer uma música e depois ir pra balada". Pela conversa dá para perceber que Don Juan está sempre pensando nas músicas, mesmo nos momentos de descanso. "Quando eu não estou trabalhando, eu estou trabalhando. Eu fui para praia, chamei três DJs, e ali na resenha o menino já estava destravando o beats e eu já estava indo lá gravar", afirma. Veia de produtor Tati Zaqui e Don Juan são parceiros em 'Pique de Novela' Reprodução/Instagram Na onda de trabalhar o tempo inteiro, Don Juan está montando um estúdio em casa para aprender a produzir suas músicas. "Eu amo estúdio, acho que eu gosto de estúdio mais até do que fazer show. Estúdio é onde eu fico no meu mundo ali." Ele também conta que vai dar umas voltas nas comunidades para ouvir a molecada cantando. Don Juan fala que "tem uns artistas", mas que outras pessoas cuidam porque ele está focado na carreira agora. "Antigamente, você ia na favela e todo moleque queria ser jogador de futebol. Hoje em dia tá dividido: a maioria dos moleques quer ser MC. Os que querem ser jogador de futebol, querem ser MC também", diz. "Hoje em dia nós estamos carregando um bagulho muito grande nas costas, muita criança se espelha em nós." Entre as referências, Don Juan cita MC Catra, Projota e Marília Mendonça como artistas que admira. Kevinho, Kekel, Hariel e Gaab são descritos como os "moleques que estão mesmo foco de não querer ser mais um, de crescer o movimento do funk". "2017 não estava profissional como está hoje em dia, tinha muita gente no susto. Hoje em dia a gente chega no sertanejo, nos caras do pagode, a gente troca ideia tipo mesma fita, tá ligado?" "Antigamente a gente por ser funkeiro, os caras não viam a gente com esses olhos. Hoje em dia eles enxergam a gente como foda, sabe do nosso potencial, que a gente alcançou algo grande também." Veja Mais

G1 Ouviu #105 - Playlist anos 2000: o som de quem tem menos de 20 anos

G1 Pop & Arte Don Juan, Carol e Vitória, Agnes Nunes, Júlia & Rafaela e MC Ingryd falam sobre começo da carreira, desafio para definir identidade e apoio (ou não) da família. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Quem é o jovem brasileiro que vendeu e autografou livro para o presidente de Portugal

G1 Pop & Arte Escritor Alexandre Ribeiro, que é de Diadema, no ABC paulista, mora na Alemanha atualmente graças a uma bolsa de trabalho social voluntário. Jovem brasileiro vendeu e autografou livro para o presidente de Portugal Na abertura da feira do livro da cidade do Porto, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, comprou um livro e ainda pediu um autógrafo para um jovem escritor de Diadema, cidade da Grande São Paulo. Alexandre Ribeiro, de 22 anos, contou ao G1 que observou do estande onde estava o presidente se aproximar rodeado de seguranças e jornalistas. Já acostumado a vender seus livros de mão em mão, ele não hesitou em chamar a figura mais ilustre da feira. “Quando eu chamei ‘professor Marcelo’, ele olhou para mim e as pessoas abriram espaço para ele se aproximar. Então, eu perguntei se podia apresentar a minha obra para ele. Ele me olhou e perguntou: tão novo assim já é escritor?” , contou o escritor Ribeiro, que atualmente mora na Alemanha graças a uma bolsa de trabalho social voluntário, contou ao presidente um pouco sobre o romance “Reservado”, que foi lançado ainda no Brasil com recursos que ele conseguiu ao ter o seu projeto aprovado por um programa de incentivo à cultura do governo de São Paulo. “Enquanto eu falava que era a história de um menino comum, com teor social, ele me interrompeu, de uma maneira respeitosa, pegou o livro da minha mão, disse queria iria comprar um e pediu que autografasse para ele”. Escritor Alexandre Ribeiro autografa exemplar do seu livro 'Reservado' para o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, durante a Feira de Livros do Porto Alexandre Ribeiro/ Arquivo pessoal O escritor deixava uma mensagem para o chefe de estado quando sentiu que ele lhe cutucava no ombro pedindo que incluísse ainda o seu número de celular. “Eu vou ler hoje e amanhã te ligo”, disse Sousa. Uma semana depois, o presidente português ainda não fez contato, mas o jovem ainda tem esperança de receber um retorno. “Estou impressionado como ele foi gentil, como foi carinhoso, atencioso e ao mesmo tempo muito humano. Essa é uma das características que mais me encanta nessa figura política do povo que tem que ser o presidente”, afirmou. Menino da periferia Alexandre Ribeiro mostra livro 'Reservado' na viela em que cresceu em Diadema, no ABC, em imagem de arquivo Lucas Sampaio/ Divulgação O encontro com o presidente português é só mais uma das histórias que o jovem da periferia coleciona. Para ele, essa experiência na cidade turística do Porto foi “única, mágica, libertadora” para o menino da periferia, que cresceu rodeado pela violência da Favela da Torre, no Jardim Canhema, em Diadema. “A primeira vez que não me senti acuado pela presença de policiais foi ao lado do presidente. Senti que se ele visse alguma injustiça, eu estaria protegido”, observou. Alexandre perdeu o pai quando tinha 11 anos. O vigia de 39 anos foi vítima da H1N1. Ele provavelmente se infectou no trabalho, na região da avenida Luís Carlos Berrini, na zona sul de São Paulo, importante centro empresarial por onde circulam muitos estrangeiros. “Meu pai não resistiu depois de ficar esperando 12 horas por atendimento no Quarteirão da Saúde [pronto-socorro de Diadema]. Foi uma tragédia. Fiquei sem chão”, conta. Depois de passar um período desmotivado com os estudos, ele retomou um hábito da leitura que o pai tinha tentado incentivar de uma maneira bem-intencionada, mas pouco habilidosa. “Meu pai gastou R$ 25 – um dinheiro que a gente nem tinha - em seis livros bíblicos que alguém passou vendendo na viela e me obrigava a ler antes de dormir. No começo, eu odiei experiência”, lembra. Foi no ensino médio que retomou o hábito da leitura. “Foi aí que veio a memória afetiva do meu pai. Lia muita coisa nessa época: “Guia do mochileiro das galáxias”, do Douglas Adams, “Mundo de Sofia” [de Jostein Gaarder], Arthur Schopenhauer. A leitura abre os olhos para a literatura que você carrega em você”, conta. Poesia Ilustrações do livro 'Reservado', de Alexandre Ribeiro Lucas Sampaio/ Divulgação A produção literária de Alexandre começou cedo, fazendo um retrato muito sensível da periferia em que vivia. Aos 10 anos, ele escreveu “Moradia”, o seu primeiro poema. “Se chovesse dinheiro, eu daria para a Prefeitura para construir uma praça perto da minha casa”, afirmava ao deixar clara a falta de opções de lazer na sua região. Aos 17 anos, ele começou a trabalhar como assistente de produção no Laboratório Fantasma - empresa do rapper Emicida. Aos 19 anos, ele lançou o livro de poesias “Inflorescência”. Em um dos poemas, ele diz que é “complicado falar de política”. “Muitas vezes se fala e nós nem sabemos. Por exemplo, nas esquinas da sua casa tem três biqueiras e a biblioteca mais próxima fica a 3 km. Política é você escolher um livro e fazer diferente”. Ida para a Alemanha Cerca de dois meses depois de publicar o primeiro livro, ainda em 2018, ele viu na internet o anúncio de uma bolsa para fazer trabalho voluntário na Alemanha por um ano. O pré-requisito que exigia falar um pouco de alemão não o assustou. “Aprender o básico não vai ser tão difícil para quem conseguiu vencer a pobreza, vencer a violência”, pensou. E deu certo. Alexandre buscou um app e chegou à entrevista capaz de conversar por mais de meia hora com a selecionadora alemã, que lhe concedeu a bolsa. O problema, então, foi que a bolsa cobria 80% das despesas e ainda lhe faltavam cerca de R$ 8 mil para poder embarcar. A solução foi se empenhar nas vendas do seu livro de poesias, com o qual passou a divulgar também uma campanha de arrecadação de ajuda online. Foram mais de 2 mil exemplares vendidos nas ruas. O esforço deu certo e ele seguiu para Osnabrück, no norte da Alemanha, para trabalhar com jovens com deficiência, enquanto se especializa no idioma. 'Reservado' Escritor Alexandre Ribeiro já começou a escrever seu segundo romance Lucas Sampaio/ Divulgação Depois de ter ganhado a bolsa, o projeto do seu primeiro romance, “Reservado”, foi selecionado pelo Programa de Ação Cultural do governo de São Paulo (o Proac). Alexandre passou, então, a trabalhar em seu novo livro 12 horas por dia para contar a história de João Victor, um menino da periferia, que, como ele, tem a “cor do talvez” – maneira poética como Alexandre se refere aos “não brancos”. O “livro ato político”, como Alexandre define sua obra, gira em torno da palavra reservado. “João Victor é um menino reservado, comum, que tinha um sonho de andar em um ônibus reservado. Na viagem da palavra e do ônibus, o livro conta a realidade das periferias”. Em 2019, Alexandre levou o seu romance, traduzido para o inglês, para a Feira de Livros de Frankfurt, um dos eventos literários mais importantes do mundo. Em 2020, recebeu um convite de um coletivo que leva escritores independentes para participar da Feira do Porto. 'Da quebrada pro mundo' Alexandre ainda não sabe se volta ao Brasil. O plano original era que tivesse regressado em agosto. Por causa da pandemia, ele acabou buscando uma nova bolsa, que terminará em janeiro de 2021. O escritor quer lançar o seu segundo romance “Da quebrada pro mundo”, inspirado no seu relacionamento com a sua companheira alemã, que ele conheceu em uma praia de Salvador. “Morador da periferia vai conhecendo o mundo, e a cada lugar que ele passa também deixa um pouquinho da sua quebrada.” Veja vídeos das principais notícias internacionais: Veja Mais

Xonadão agradece orações de fãs do Trio Parada Dura e diz estar confiante na recuperação de Parrerito

G1 Pop & Arte Com Covid-19, músico segue internado em UTI de hospital particular de Belo Horizonte. Sua mulher também foi diagnosticada com coronavírus. Parrerito, do Trio Parada Dura, é internado em UTI após testar positivo para Covid-19 Divulgação “Eu estou muito confiante porque, desde que o Parrerito foi para o quadro de intubação, ele nunca piorou. Só ficou estável, apresentando melhoras. Se Deus quiser, ele sai dessa”, disse o músico Xonadão, do Trio Parada Dura, ao G1 na manhã desta sexta-feira (4). Diagnosticado com Covid-19, Parrerito segue internado em um hospital particular de Belo Horizonte. O artista tem 67 anos e é diabético. De acordo com a assessoria do trio, o boletim médico divulgado no fim desta manhã informa que cantor permanece na UTI e apresenta quadro estável, precisando apenas do respirador mecânico. Os exames bioquímicos e radiológicos não apresentam alterações. Xonadão agradece orações de fãs do Trio Parada Dura e diz estar confiante na recuperação d Ainda segundo a assessoria, esses próximos dias são fundamentais para a evolução dele, pois trata-se da fase mais crítica da doença. Xonadão agradece aos fãs que estão fazendo orações pela saúde de Parrerito. “Nas redes sociais, está tudo congestionado, todo mundo mandando orações. Várias crianças estão gravando vídeo, cantando e pedindo pela melhora do Parrerito. Também não dá para contar o número de artistas, amigos nossos, que me ligaram”, disse. O músico conta que a última vez que esteve com o cantor foi em 16 de agosto, quando participaram de uma live do sertanejo Marrone. No último domingo (30), eles se encontrariam novamente para oura live na cidade de Cláudio, no Centro-Oeste do estado. “No sábado à tarde, ele já ligou apavorado, tossindo demais”, afirmou. No mesmo dia, Parrerito foi internado. Segundo Xonadão, ele e Creone, que também integra o Trio Parada Dura, fizeram o exame e testaram negativo para a Covid-19. Segundo a assessoria do grupo, a mulher de Parrerito também foi diagnosticada com coronavírus. Ela está bem e se recupera em casa. Trio Parada Dura Parrerito entrou para o Trio Parada no lugar do irmão Barrerito, que sofreu um acidente aéreo na década de 1980 e decidiu seguir carreira solo. O fundador do grupo e último representante da formação original, Carlos Alberto Mangabinha Ribeiro, conhecido como Mangabinha, morreu em 2015 depois de ter um acidente vascular cerebral. O Trio Parada Dura foi criado em 1971 e teve diversas formações ao longo da história. “Fuscão Preto", “Telefone Mudo” e "As Andorinhas" estão entre as músicas de maior sucesso gravadas pelo grupo. Parrerito nasceu em São Fidélis (RJ), mas construiu a carreira, com o Trio Parada Dura, em Minas Gerais. Hoje ele mora em Contagem, na Região Metropolitana de BH. Veja Mais

'Três verões': Regina Casé une 'Esquenta' e operação Lava Jato em novo filme de Sandra Kogut

G1 Pop & Arte Atriz vive terceira empregada doméstica da carreira e diz que 'bolha' da cultura 'estourou'. Longa estreia em cines drive-in nesta semana. Veja trailer do filme 'Três Verões' O filme "Três verões" estreia em cinemas drive-in nesta semana com uma abordagem diferente da operação Lava Jato. Famílias ricas têm vida e casas devassadas pelas investigações, mas a diretora Sandra Kogut estava mais interessada nos impactos desse redemoinho na vida dos empregados dessas famílias. A cineasta queria responder a uma pergunta que surgiu enquanto assistia aos jornais: "O que acontece com as pessoas que gravitam em torno desses ricos e poderosos quando a vida deles desmorona?" A história se passa entre Natal e Ano Novo de três anos diferentes: 2015, 2016 e 2017. "Em várias situações, alguém falava alguma coisa que estava no roteiro ou coisas aconteciam e eram parecidas com alguma cena do filme. É enriquecedor montar uma história que se desenvolve junto com a realidade", diz Kogut ao G1. Regina Casé vive a protagonista, a doméstica Madá. Kogut e Casé são amigas e já trabalharam juntas, mas nunca em um longa. Quando o dinheiro para fazer o filme saiu, Regina abriu espaço na agenda para passar um mês gravando. “A gente até brinca sobre como conseguimos ser amigas e ter uma colaboração tão boa sendo tão diferentes, ela morou tanto tempo fora do Brasil. E eu, tanto tempo dentro.” Regina Casé é Madá, protagonista de 'Três verões' Divulgação/Vitrine Filmes Entenda como se calcula o valor dos ingressos e a divisão da bilheteria Para a atriz, um filme que discute um dos maiores escândalos políticos dos últimos anos de uma forma “tão sensível” é importante para entender o valor da arte neste momento. E mais potente que qualquer discurso. “Sou muito feliz por ser artista mesmo com todas as adversidades desse nosso momento. A ficção, pelo menos para mim, é o melhor jeito de chegar às pessoas. As pessoas não estão conseguindo se ouvir e se entender. Através da emoção, a pessoa entende uma coisa que não entenderia se eu falasse por horas com ela.” “O papel que eu tenho atualmente é ser ponte entre pessoas que pensem diferente, de classes sociais diferentes, entre patroas e empregadas", diz Casé. Para Kogut, a história da personagem principal carrega as dificuldades do próprio setor audiovisual, que já eram significativas antes da pandemia. "Está muito mais difícil para todo mundo porque todos os mecanismos de apoio e fomento estão paralisados ou colocados em questão. De uma certa maneira, todos nós estamos virando Madás. Em situações adversas, temos que inventar soluções." A bolha estourou Elenco de 'Três verões' Divulgação/Vitrine Filmes Filmes nacionais estreiam em drive-in para cumprir regra, mas lucro vem do streaming Em seus três últimos trabalhos, Casé viveu três empregadas e comemora o fato. “No Brasil, tem mais patroas ou empregadas? É incomparável o número de empregadas. Então, o que estava errado é que elas não tivessem esse protagonismo”, diz. “Todo mundo me pergunta ‘de novo uma empregada?’ Desde o século XIX, vocês só estão vendo patroas. Fico muito feliz de que, seja o meu tipo físico ou a minha experiência de vida nesses anos todos conhecendo o Brasil, eu possa fazer esses personagens". A Madá é muito diferente da Val, de “Que horas ela volta” e da Lurdes, de “Amor de mãe”. Regina diz que se inspira em seus programas de TV para criar cada uma delas. “A Madá é uma personagem pop, enquanto a Lurdes é raiz. A Lurdes é o ‘Brasil legal’ e a Madá é o ‘Esquenta’, é feita de outra massa”, compara a atriz. Para ela, o protagonismo de “mulheres do povo” é resultado da bolha estourada da cultura, que trouxe também o funk e o brega para o topo das paradas. “Muita gente reclama ‘porque a música era assim ou assado’. Era porque era uma bolha pequena. Agora estourou, está todo mundo aqui e a gente tem lidar com isso da melhor maneira possível.” "Há dez anos, eu comecei a dizer que o que tinha de mais potente não acontecia no meinho, mas em volta. Quando trouxemos outros gêneros para a TV, pagamos a duras penas. Agora, as pessoas adoram, quebram tudo e vão até o chão. Toca funk na festa da menina mais patricinha do mundo. Não tem como ignorar." "Três verões" também estreia nas plataformas digitais em 16 de setembro. Veja lista de cines drive-in que exibem o filme: Drive-In Curitiba (Planeta Brasil) - Curitiba (PA) Drive-In Imprensa - Fortaleza (CE) Cine 14 Bis Drive-In - Guaxupé (MG) Cine Arte Pajuçara Drive-In - Maceió (AL) Drive-in Pinhais Planeta Brasil - Pinhais (PR) Cinesystem Américas Drive-in - Rio de Janeiro (RJ) Open Air - Rio de Janeiro (RJ) Petra Belas Artes - São Paulo (SP) Sesc Pq Dom Pedro Drive-In - São Paulo (SP) Cinesystem Morumbi Drive-In - São Paulo (SP) Veja Mais

Anitta lança canal de games e vai aprender ao vivo: 'as pessoas se divertem vendo o outro errar'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, cantora explica que buscava formas de divulgar trabalho a novos públicos: 'vi que o mercado de games é um dos maiores online neste momento'. Anitta lança canal de games Fernando Tomaz/Divulgação Anitta há algum tempo já atravessou as barreiras da música brasileira ao levar sua carreira para outros mercados, como o europeu e o americano. A partir desta quinta-feira (3), a cantora expande ainda mais suas ambições com o lançamento de um canal de games, no qual testará ao vivo jogos como "Free Fire" e "GTA". A primeira das transmissões, em uma parceria de exclusividade com o Facebook, começa às 20h e vai contar com a participação da drag queen Samira Close. Elas devem acontecer semanalmente, e poderão ser assistidas através da página de Anitta na rede social. A cantora garante que a novidade – inesperada, para alguns – tem muito a ver com ela, fã da série de simulação "The Sims" desde a adolescência. Além de mostrar seus dons em seu game favorito, a ideia é também aprender a jogar outros títulos populares junto do público. "Tenho muita experiência em 'The Sims' e alguns outros jogos, porém no 'Free Fire' e no 'GTA' não", diz Anitta em entrevista ao G1. "Quero que me assistam aprendendo. Acho que as pessoas se divertem vendo o outro errar também. Eu sou bem comunicativa nesse tipo de coisa quando estou aprendendo, acho que vão se divertir." Initial plugin text Patroa tá on A novidade pode até se aproveitar de seu lado gamer, mas parte mesmo de outra das facetas mais conhecidas da cantora, a da mulher de negócios. O canal é encarado por Anitta como uma maneira de desbravar umas das maiores entre as indústrias de entretenimento. "100% é para entrar no mercado", diz. "Mas também por ser uma coisa que não é longe de quem eu sou. Só faço algo se realmente tem a ver comigo." Apesar de ter voltado há pouco tempo de uma viagem na Europa, a cantora continuou a procurar meios de divulgação durante a pandemia, já que regiões como América Latina e Estados Unidos ainda estão fechadas para turnês. "Eu parei de jogar na verdade porque estava trabalhando demais. Porém na pandemia já voltei como era antigamente, quando eu tinha mais tempo. E aí me falaram muito sobre essa coisa da transmissão", conta a cantora. "Comecei a pesquisar novas formas de expandir o trabalho, e vi que o mercado de games é um dos maiores online neste momento." Uma das expansões de 'The Sims 4', 'Vida em família', foca na rotina caseira Divulgação Paixão pela simulação A paixão por "The Sims", no qual os jogadores podem controlar quase todos os aspectos das vidas de personagens criados por eles mesmos, começou ainda no primeiro da série, lançado em 2000. "Não lembro exatamente. Eu tinha uns 13, 12 anos. Amava muito. Sempre amei", diz a cantora. Entre as histórias mais engraçadas criadas ao longo dos anos nos jogos, ela se lembra, entre risadas, de uma grande reviravolta de amor e traição. "Eu tinha duas famílias que eu gostava muito. Tinha construído a casa tim-tim por tim-tim. Eu amava, tinha o maior apego. De repente os dois pais se apaixonaram, e aí se casaram", conta a cantora. "As duas mães ficaram sozinhas e eles foram para outra casa, os dois. E as mulheres ficaram morando juntas. As crianças iam de uma casa para outra. Foi bem divertido." Mas como ter a companhia de amigos sempre é mais divertido, Anitta afirma que já chamou outros famosos para participarem de futuras transmissões. "Já convidei alguns amigos para jogarem comigo. Estava falando com o Neymar para ele fazer algumas comigo, me ensinar algumas coisas principalmente em jogo de futebol", diz ela. "Falei também com o PK, que é um rapper incrível, amicíssimo meu aqui do Rio de Janeiro, para a gente fazer umas transmissões de 'Free Fire', que ele adora." Veja Mais

Kyle Hanagami, coreógrafo do Now United e Blackpink, explica como danças são criadas; VÍDEO

G1 Pop & Arte Ele conta ao G1 que cada integrante tem dublês e ensaiam movimentos até estarem 'perfeitos'. BTS, Britney Spears, Nick Jonas e Jennifer Lopez também estão no currículo dele. Se você é fã de música pop, Kyle Hanagami já deve ter te feito dançar alguma vez. O coreógrafo e dançarino de 34 anos criou movimentos repetidos por BTS, Britney Spears, Nick Jonas e Jennifer Lopez. Mas foi inventando as coreografias de Now United e Blackpink que ele conseguiu, definitivamente, mostrar seu próprio estilo. Ele é o responsável pelas danças dos dois grupos desde o começo deles. Ao G1, Kyle falou da criação de algumas das dancinhas mais repetidas pelo público infanto-juvenil brasileiro. Ele também falou da força do K-pop e do trabalho em reality shows como "Dancing With the Stars" e "World of Dance". Formado em Economia e Psicologia pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, ele migrou para a dança criando um canal no YouTube, em 2009, hoje com 4,4 milhões de inscritos. "Meu trabalho é fazer com que as coreografias sejam acessíveis para todo mundo", resume ele. Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United G1 - Como você pensa no biotipo do artista e em qual o limite de cada um deles, quando você está criando uma coreografia? Kyle Hanagami - O biotipo não é tão importante para mim, mas meu trabalho como coreógrafo é fazer com que a pessoa fique bonita dançando. Esse é meu objetivo, fazer com que a pessoa fique bem, e pareça que está curtindo dançar, com confiança. Sobre o biotipo ou outra restrição, eu não gosto que isso limite o que eu faço. Eu acho que desde que eles se sintam confiantes, eu fico feliz. G1 - Tem muita diferença pensar em uma coreografia para um grupo de mulheres, como o Blackpink, e um grupo com homens e mulheres, como o Now United? Ou gênero do artista não importa também? Kyle Hanagami - Com certeza, eu sempre penso no estilo, no tipo de artista para o qual eu estou criando. Eu tenho feito as coreografias do Blackpink desde o primeiro single delas, e o mesmo aconteceu com o Now United. É um processo de criar um estilo de dança que é bem específico para cada um deles. Então, eu nunca usaria o mesmo "vocabulário" de dança do Now United em uma coreografia do Blackpink. São criações bem diferentes. Kyle Hanagami Divulgação/Site oficial G1 - Então, o melhor elogio é quando alguém percebe que ela é de um artista específico, sem ouvir a música, só vendo os movimentos, né? Kyle Hanagami - Sim, exatamente. Meu trabalho é criar uma coreografia que seja identificável e que as pessoas consigam dançar ao som dela ou assistir e se divertir vendo. G1 - Qual foi a primeira coreografia que você criou para um artista? Kyle Hanagami - Eu acho que o primeiro artista maior para quem eu trabalhei foi provavelmente a Jennifer Lopez. Ela é ótima, trabalhei como supervisor de coreografias para os shows dela em Las Vegas. Foi fantástico estar com ela. G1 - Sua coreografia para 'Kill this love' do Blackpink ajudou o grupo a bater o recorde de vídeo com mais visualizações em menos de 24 horas. Você acompanha esses recordes, fica empolgado quando isso acontece? Kyle Hanagami - Por ser o coreógrafo, eu tenho que também ser tipo um fã do artista também. Para qualquer com quem eu trabalhe... Eu escolho com quem eu vou trabalhar. Quando eu comecei, não era assim, mas depois de coreografar por um bom tempo agora, agora eu preciso ter certeza de que eu só trabalho com quem eu seja fã. Então, eu fico empolgado como qualquer fã fica. Kyle Hanagam (de boné)i posa com o Now United Divulgação/Site oficial G1 - Quando você pega uma música para criar coreografia, qual é o seu processo? Você ouve quantas vezes, em que partes presta mais atenção? Kyle Hanagami - Eu ouço a música várias vezes e daí escolho uma parte que meio que... É tão difícil descrever o que eu faço. Eu acho que tenho um talento natural para isso. Quando escuto uma música, na minha cabeça tudo começa a fazer sentido. Eu vou percebendo como cada movimento tem que ser. Toda música tem que ter uma coreografia perfeita, que combina com ela. O meu trabalho é encontrá-la. O Top 10 do Now United G1 - E como é o processo de criação da coreografia falando especificamente do Now United? Kyle Hanagami - Eu comecei a trabalhar com o Now United antes mesmo de escolhermos quem seriam os integrantes. Eu estou no projeto antes de todos serem escolhidos. Então, quando eu crio uma coregrafia pro Now United, eu sei muito bem o estilo de cada integrante e seus pontos fortes. E eu tenho 14 ou 15 dançarinos que eu levo para o estúdio para me ajudar na preparação dos movimentos. Eu tenho dançarinos ou dançarinas parecidos com cada um dos membros do Now United. Eu tenho uma dublê para a Any, um dublê para o Josh, Noah, Sabina, Heyoon e cada um deles tem um dançarino ou dançarina que os representa nos ensaios. Eu crio a coreografia não com o Now United, mas primeiramente com dançarinos e depois eu ensino os integrantes com ajuda dos dançarinos. Kyle Hanagami ensaia com o Now United Reprodução/Canal do artista no YouTube G1 - É interessante fazer isso. Bem inteligente esse método... Kyle Hanagami - Sim. É que os dançarinos com quem eu trabalho estão acostumados com minhas coreografias e em fazer umas 100 mudanças diferentes. Quando eu trabalho com um artista, eu preciso já estar apto para ensinar a versão final. Não vou ensinar uma versão e depois mudá-la, e mudar de novo, e de novo. Em vez disso, trabalho com os dançarinos e quando estou feliz com a coreografia, penso que ficou perfeita, daí eu ensino o Now United. G1 - Como sou brasileiro, tenho que perguntar: como é trabalhar com a Any? "Any é uma superstar. Ela é uma das artistas mais talentosas com quem eu já topei na minha vida inteira. Ela é uma garota tão... doce e, para mim, ela é o tipo de artista com quem eu faço questão de trabalhar." Eu só quero trabalhar com boas pessoas. E é isso. Além do talento, ela é genuína e por isso quero continuar trabalhando com o grupo. Kyle Hanagami Divulgação/Site oficial G1 - Você já veio ao Brasil alguma vez? Kyle Hanagami - Eu nunca estive no Brasil. Nunca deu certo e eu já tive umas quatro viagens planejadas para que eu tive que remarcar por outro projeto que surgiu. O Brasil é um dos lugares que eu sei que tenho que conhecer. Bem antes do Now United, já fui convidado para participar de workshops no Rio. Eu sei que tem uma cena cheia de talentos no Brasil, mas não deu para ir. G1 - Você gosta de reality shows e games de dança? Kyle Hanagami - Como coreógrafo, o meu trabalho é fazer com que as coreografias sejam acessíveis para todo mundo. Eu amo o fato de que as pessoas estejam dançando mais hoje do que nunca. Isso é ótimo e não tem razão para eu dizer que uma pessoa não deva dançar. "Se você gosta de dançar, você tem que dançar, não importa se você fez aulas ou se você é bom ou não. A dança não começou desse jeito. Ela começou em comunidades, com sua família, com seus amigos, é assim que a dança começou e é assim que ela deve continuar sendo." G1 - Como foi seu começo com vídeos no YouTube e por que decidiu criar o canal? Kyle Hanagami - Tudo começou por eu querer fazer vídeos legais sobre dança. Eu queria fazer algo que eu curtiria o processo de criação. Ainda faço vídeos só para o YouTube. É meu jeito de botar no universo meu ponto de vista, as coisas que eu amo fazer e não tenho que levar em conta o que pensam outros diretores, produtores ou artistas. Não preciso pensar na opinião deles. É algo mais orgânico, mais puro. Kyle Hanagami Divulgação/Site oficial G1 - Como é seu trabalho com o K-Pop? Eu tenho que te perguntar isso porque em todo mundo, mas especialmente aqui no Brasil, o K-Pop está com cada vez mais força. E foi impressionante quando o BTS passou por aqui... Kyle Hanagami - Eu tenho trabalhado com K-pop já faz... eu nem sei dizer mais há quantos anos. Eu fiz coreografias para o Girls' Generation, Blackpink, Shinee, f(x), Red Velvet, BoA, são tantos artistas do K-pop. É um desafio criar um estilo diferente para um deles. Mas também é incrível perceber a evolução das coreografias do K-pop. Ainda mais por eu ser meio asiático, é legal demais ver o impacto da música asiática na cultura pop não só da Ásia, mas nos Estados Unidos e no Brasil. Ver essas pessoas batendo recordes é muito legal. G1 - Você disse que é meio asiático. Qual lado da sua família? Kyle Hanagami - Meu sobrenome é Hanakami... Meu pai é japonês. O Japão é um dos meus lugares preferidos de todo o mundo. Eu vou pra lá geralmente uma vez por ano. Talvez não neste ano, por causa da pandemia, mas eu amo totalmente o país, as pessoas, a cultura japonesa. Eu trabalhei com alguns artistas japoneses também. Eu amo demais. G1 - Falando em pandemia, como está sendo trabalhar nesses tempos. Você sente necessidade de estar com o artista para ensaiar uma coreografia, tem feito só por videoconferência? Kyle Hanagami - Sempre é mais fácil ensinar o artista pessoalmente, mas com a pandemia às vezes não é possível fazer isso ou é mais seguro fazer à distância. "O mais legal de ensinar alguém por Zoom ou por vídeo é que os fãs vão aprender a coreografia do mesmo jeito que o artista fez. E isso é demais." Veja Mais

Tio Wilson, baterista da banda Lagum, morre aos 34 anos após show drive-in em MG

G1 Pop & Arte 'Tio Wilson', como era conhecido, teve uma parada cardiorrespiratória. Banda é conhecida principalmente pela música 'Deixa'. Baterista que morreu após show neste sábado era conhecido como 'Tio Wilson" Reprodução/Redes sociais Morreu na noite deste sábado (12) o baterista da banda mineira Lagum, Breno Braga, de 34 anos, mais conhecido como Tio Wilson. De acordo com comunicado da banda, ele teve uma indisposição depois de um show e morreu por causa de uma parada cardiorrespiratória. Tio Wilson era o mais velho dos cinco integrantes e, por isso, recebeu este apelido. Initial plugin text A banda se apresentou ontem, às 21h, em um drive-in em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em minutos, os ingressos se esgotaram e foi aberta uma sessão extra, às 23h. Tio Wilson morreu no intervalo entre as duas apresentações. A assessoria de imprensa não informou se ele faleceu no local ou foi levado para algum hospital. Por causa da pandemia do novo coronavírus, também não serão divulgadas informações sobre o velório e enterro do artista. 'Deixa', do Lagum, vira sucesso após ser escrita com uma ajudinha do banheiro: 'Tem uma acústica ótima' Mauro Ferreira: Lagum dá pista da 'descontração' do terceiro álbum Formada em 2014, com repertório que mistura pop, reggae e rock alternativo, a Lagum é conhecida principalmente pela música "Deixa". O hit chegou a entrar na lista das 20 músicas mais ouvidas no Spotify e foi cantada por Neymar nas redes sociais. A versão mais famosa foi gravada em parceria com a cantora paulistana Ana Gabriela. Lagum: baixista Francisco Jardim, o guitarrista Otávio Cardoso, o vocalista Pedro Calais, o bateirista Tio Wilson e o guitarrista Glauco Borges Divulgação O nome da banda veio de uma lagoa na cidade mineira de Brumadinho, onde parte da banda cresceu. Antes formada por amigos que moravam na mesma região, a formação passou por algumas mudanças. Tio Wilson passou a fazer parte do grupo em 2016. Ele ganhou o apelido por ser o integrante mais velho do quinteto. O lançamento mais recente da Lagum é a música "Será", parceria com a cantora Iza, divulgada em junho. Nas redes sociais, os fãs lamentaram a morte do baterista. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text VÍDEOS: veja os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja Mais

10 fatos surpreendentes sobre novelas antigas que estão bombando na TV e no Globoplay

G1 Pop & Arte Sabia que 'Laços de família' aumentou doações de medula? E que 'Explode coração' teve amor virtual em plenos anos 90? Semana Pop explica essas e outras curiosidades; assista. 10 fatos surpreendentes sobre novelas antigas que estão bombando na TV e no Globoplay Novelas antigas estão bombando na TV Globo, no Globoplay e no canal Viva. Mas alguns fatos sobre elas podem surpreender até os mais noveleiros. O Semana Pop deste sábado (12) conta dez curiosidades sobre tramas como "Laços de Família", "A indomada", "Vale tudo", entre outras. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Brasil perde 4,6 milhões de leitores em quatro anos, com queda puxada por mais ricos

G1 Pop & Arte Pouco mais da metade do país tem hábitos de leitura: 52%, segundo pesquisa 'Retratos da leitura no Brasil'. 'Bíblia' e livros religiosos dominam preferência. O que compõe o preço médio de um livro no Brasil Arte/G1 O Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019, segundo apontou a pesquisa "Retratos da leitura no Brasil", divulgada nesta sexta (11). O levantamento, feito pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, foi realizado em 208 municípios de 26 estados entre outubro de 2019 e janeiro de 2020. Apenas pouco mais da metade dos brasileiros tem hábitos de leitura: 52% (ou 100,1 milhões de pessoas). O resultado é 4% menor do que o registrado em 2015, quando a porcentagem de leitores no país era de 56%. A média de livros inteiros lidos em um ano se manteve estável: 4,2 livros por pessoa. Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil Como livrarias enfrentaram meses fechadas durante pandemia Como proposta de reforma tributária pode encarecer obras Em um recorte socioeconômico, as classes enfrentam um paradoxo: A e B têm níveis mais altos de leitura do que C, D e E, mas também tiveram as maiores quedas entre 2015 e 2019. Enquanto o número de leitores diminuiu 12% na classe A e 10% na B, a queda entre D e E foi de apenas 5% desde a última pesquisa. Já em uma divisão por idade, a única faixa etária que teve aumento de leitores foi a de crianças entre os 5 a 10 anos. Todas as outras, incluindo adolescentes, jovens e adultos, leram menos em relação à última pesquisa. Mesmo com a queda, os pré-adolescentes de 11 a 13 compõem a faixa etária que mais lê no país: 81%. Veja, abaixo, outros destaques da pesquisa: Segundo a pesquisa, mulheres leram mais que homens, e brancos leram mais que negros em 2019. Foi a primeira vez que a pesquisa adotou um recorte por raça; A região Norte teve a maior porcentagem de leitura no país, enquanto o Centro-Oeste registrou o pior índice: Norte (63%), Sul (58%), Sudeste (51%), Nordeste (48%) e Centro-Oeste (46%); A "Bíblia" foi o livro mais citado pelos leitores na pesquisa de gêneros literários. Mas mesmo ocupando o primeiro posto, a leitura da "Bíblia" diminuiu nos últimos quatro anos: passou de 42% em 2015 para 35% em 2019; Livros religiosos ocuparam o terceiro lugar. Assim, duas posições do Top 3 são de religião; Machado de Assis, Monteiro Lobato e Augusto Cury foram os autores preferidos do público; Entre os 15 autores mais citados, há apenas quatro mulheres: Zibia Gasparetto, Clarice Lispector, Jk Rowling e Agatha Christie; Mais da metade dos leitores lê por indicação da escola ou de professores. Veja Mais

Fernando Pires, do Só Pra Contrariar, manda recado direto do hospital: 'Estou muito bem galera'

G1 Pop & Arte Cantor estava em casa, em Uberlândia, quando caiu e bateu a cabeça; assessoria diz que ele deve ter alta neste fim de semana. Após post nas redes sociais, celebridades e amigos deixaram mensagens de apoio. Fernando Pires postou mensagem no Instagram após cair em Uberlândia e ficar internado em hospital Reprodução/Instagram "Estou muito bem galera, graças a Deus". A mensagem foi publicada pelo cantor Fernando Pires nas redes sociais, nesta quinta-feira (10), dias após sofrer uma queda e ser internado em um hospital de Uberlândia. O músico do grupo Só Pra Contrariar bateu com a parte de trás da cabeça enquanto estava em casa com a família, no feriado prolongado. Segundo informou a assessoria de imprensa, Pires segue internado no Hospital Madrecor, permanece em observação e deverá receber alta neste fim de semana. No Instagram (@fernandopirespc), o cantor divulgou uma foto dizendo que foi a última feita antes da queda, e anunciou que passa bem. Amigos, fãs e celebridades, como o irmão Alexandre Pires, o cantor Thiaguinho, o humorista Marcos Luque e o cantor sertanejo Luiz Cláudio (que faz dupla com Giuliano), deixaram mensagem de apoio. Fernando Pires, vocalista Só Pra Contrariar, caiu e bateu a cabeça em casa Reprodução/Instagram Acidente doméstico O cantor e vocalista do grupo Só Pra Contrariar, Fernando Pires, de 46 anos, foi internado no último fim de semana no Hospital Madrecor, em Uberlândia, após sofrer uma queda. Por meio de nota, a assessoria de imprensa do cantor informou que o acidente foi em casa e que, na queda, Fernando bateu a parte de trás da cabeça. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do hospital, mas a unidade não quis se manifestar em respeito à privacidade do paciente. Fernando Pires deve ter alta em breve Reprodução/Instagram Veja Mais

Diana Rigg morre aos 82 anos; FOTOS

G1 Pop & Arte Atriz de 'Game of Thrones' e 'Vingadores' morreu em casa ao lado da família nesta quinta (10). Diana Rigg, em foto de abril de 2019 Joel Saget/AFP/Arquivo Imagem divulgada pela HBO mostra Diana Rigg como Olenna Tyrell em cena de 'Game of Thrones' HBO via AP Diana Rigg durante o '72º Tony Awards', em 10 de junho de 2018, na cidade de Nova York Jamie Mccarthy/Getty Images North America/Getty Images via AFP Diana Rigg, em foto de abril de 2019 Joel Saget/AFP/Arquivo Diana Rigg, em foto de janeiro de 1970 AFP Diana Rigg durante cena do filme 'The Assassination Bureau'. Foto de fevereiro de 1968 Bob Dear/AP/Arquivo Diana Rigg posa para fotógrafos durante coletiva de imprensa no Hilton Hotel, em Londres. Foto de novembro de 1967 Bob Dear/AP/Arquivo Diana Rigg e o ator Anthony Hopkins na estreia de 'Macbeth' no National Theatre, em Londres. Foto de setembro de 1972 Bob Dear/AP/Arquivo Nesta foto de arquivo de 10 de janeiro de 1969, George Lazenby é fotografado com a atriz Diana Rigg durante as filmagens de '007 - A Serviço Secreto de Sua Majestade', em Schilthorn, perto de Muerren, na Suíça Bob Dear/AP/Arquivo Diana Rigg foi Tracy Draco em '007 a serviço secreto de sua majestade' (1969) Divulgação/MGM Veja Mais

Apple processa Epic Games por valores perdidos em transações de 'Fortnite' na App Store

G1 Pop & Arte Fabricante busca indenização e uma ordem judicial para impedir desenvolvedora de operar sistema de pagamento próprio. 'Fortnite' é motivo de disputa judicial entre Apple e Epic Games Divulgação/Epic Games A Apple entrou com uma ação contra a Epic Games, criadora de "Fortnite", nesta terça-feira (8) em busca de indenizações por valores perdidos em transações no jogo. De acordo com a agência de notícias Reuters, a fabricante busca também uma ordem judicial que impeça a desenvolvedora de operar seu sistema de pagamento, que burla a loja de aplicativos do iOS. As duas empresas estão em uma batalha legal desde agosto, quando a Epic lançou seu próprio sistema dentro do jogo para dispositivos móveis, uma maneira de burlar as porcentagens cobradas por Apple e Google. Em resposta, "Fortnite" foi tirado das lojas de aplicativos. A Epic então processou a fabricante do iPhone, que contra-atacou limitando seu acesso às ferramentas de desenvolvimento para o iOS. Veja Mais

Comic Con Experience 2020 terá ingressos gratuitos e criadores de 'The Boys' e 'Spawn' entre convidados

G1 Pop & Arte Evento de cultura pop acontece entre os dias 4 e 6 de dezembro. CCXP Worlds vai ser realizada em formato 100% digital. Público vibra no painel de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 Divulgação/I Hate Flash A Comic Con Experience 2020 vai ser realizada em formato 100% digital e com ingressos gratuitos, entre os dias 4 e 6 de dezembro. Entre os artistas confirmados, estão Todd McFarlane ("Spawn"), Emil Ferris ("Minha Coisa Favorita é Monstro"), Garth Ennis ("The Boys") e Dave Gibbons ("Watchmen"). Com a mudança, o evento passa a se chamar CCXP Worlds. Para assistir às entrevistas e acompanhar todos os palcos, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito. Existem opções pagas, que variam de R$ 35 a R$ 400 e oferecem benefícios e brindes além das apresentações. A ala dos artistas será feita por meio de mesas virtuais, com espaço para conversas e compras entre artistas e público. "A pandemia da Covid-19 pegou a todos de surpresa e impôs ao mundo novos desafios, incluindo a forma de se divertir e se relacionar. Ao longo destes meses de isolamento, o evento vem discutindo seu formato para este ano, além de acompanhar de perto os pedidos do público nas redes sociais", escreveu a organização em seu site. Veja Mais

Leopoldo Pacheco conta que se divertiu ao ver 'quem estava atrás das máscaras' em volta à novela

G1 Pop & Arte Ator retomou gravações de 'Salve-se quem puder' após cinco meses de pausa na produção por causa da pandemia de coronavírus. Leopoldo Pacheco é Hugo em "Salve-se quem puder" Globo/Victor Polak Leopoldo Pacheco está de volta aos estúdios e se divertiu ao retomar as gravações de "Salve-se quem puder" por causa do uso das máscaras nos bastidores. Não pela situação, claro, que faz parte do protocolo de segurança para evitar propagação de coronavírus. "Foi divertido descobrir quem estava atrás das máscaras", conta o ator. As filmagens da novela voltaram após cinco meses de pausa por causa da pandemia de coronavírus. O retorno é cheio de cuidados com higienização e distanciamento. "Toda a equipe já preparada para gravar com macacões e máscaras e com todo protocolo já bem estabelecido." O ator também conta que o elenco passa por exames semanais e explica um pouco da rotina dos bastidores para manter toda a equipe em segurança. "Na entrada, medimos a temperatura e limpamos as mãos e objetos pessoais como o celular para só então entrar no estúdio. Sapatos também são higienizados. Toda a equipe de estúdio está com macacões, máscaras, e sapatos cobertos. Figurinos e maquiagens pessoais são esterilizados. Só pra citar alguns exemplos... Então, tenho a sensação de estarmos rodeados sempre com todo o cuidado." Matando a saudade No dia da volta, o ator gravou com Flávia Alessandra. "Matamos um pouco a saudade do trabalho.” Os dois formam o casal Hugo e Helena na novela. E o ator afirma que, mesmo com a pausa, a história de seu personagem não sofrerá alterações. "A trama continua e o arco dramático foi mantido. Definitivamente, Hugo se assumiu vilão." Apesar disso, o núcleo de sua trama terá alterações. "O que temos de novo é que teremos a saída da minha 'filha' Sabrina Petraglia [Micaela], que está linda e grávida, e a chegada de uma nova personagem. Além de outras surpresas comuns de novela." O ator também afirma que, pelo que leu até agora do roteiro, a pandemia de coronavírus não será tratada na novela. 'Felizes com a volta' Leopoldo conta que durante a quarentena e os meses longe das gravações, se manteve em contato com o elenco. "Nos falamos durante a pandemia através de mensagens. Também fizemos reuniões virtuais para trocar ideias sobre o trabalho e a situação da pandemia no mundo, em geral." "Estamos felizes com a volta, encontrar com os colegas e de ver todos bem, mas sempre atentos aos cuidados. Estou torcendo muito para que a vacina seja produzida o quanto antes." ‘Amor de Mãe’ e ‘Salve-se Quem Puder’ retomam gravações nos Estúdios Globo Veja Mais

'A maldição do espelho' lidera bilheteria nacional em cinemas drive-in

G1 Pop & Arte Setor movimentou R$ 112,7 mil no período e teve alta de 27% em relação à semana anterior. Veja trailer de 'A maldição do espelho' "A maldição do espelho" escalou algumas posições e assumiu a primeira colocação na bilheteria nacional neste final de semana. Oitavo lugar no ranking da última semana, o filme faturou mais de R$ 38 mil e foi assistido por mais de 2,4 mil pessoas. O terror russo conta a história de crianças em um internato que não acreditam em lendas sinistras e acabam invocando um espírito vingativo ao realizarem um ritual místico. Líder na semana anterior, "O roubo do século" foi para a segunda colocação (R$ 28,4 mil), seguido de "Frozen 2" (R$ 11,1 mil). O setor movimentou R$ 112,7 mil com os 10 filmes mais vistos e teve pouco mais de 6,7 mil espectadores. O faturamento apresentou alta de 27% em relação à semana anterior (R$ 88,4 mil). Os dados foram divulgados pela ComScore e são referentes ao período de 3 a 6 de agosto. A empresa não informou quantas salas e quantos cinemas drive-in enviaram os dados do levantamento. Pelo Brasil, a maioria dos cinemas segue fechada por conta da pandemia do novo coronavírus. Como é feita a programação dos cines drive-in Como as sessões e salas vão se adaptar para a reabertura Veja o ranking da bilheteria no país: 'A maldição do espelho' - R$ 38 mil 'O roubo do século' - R$ 28,4 mil 'Frozen 2' - R$ 11,1 mil 'Fuga de Pretoria' - R$ 8,9 mil 'Minha mãe é uma peça 3' - R$ 6 mil 'Macabro' - R$ 5,7 mil 'Três verões' - R$ 4,9 mil 'Bloodshot' - R$ 4,2 mil 'Mulher-Maravilha' - R$ 3 mil 'Capitã Marvel' - R$ 2,5 mil Veja Mais

Rock ao vivo do carro: argentinos assistem ao primeiro show da quarentena

G1 Pop & Arte Banda Los Brillantes fez primeira apresentação presencial desde o início da quarentena no país. 'Queremos continuar fazendo música.' Coty e Los Brillantes fazem show drive-in em Buenos Aires, na Argentina, em primeira apresentação presencial do país desde o início da quarentena REUTERS/Agustin Marcarian De seus carros e ao ar livre, os argentinos desfrutaram no sábado (5) de seu primeiro show presencial desde que a quarentena começou em março, em uma noite em que buzinas substituíram os aplausos e luzes de telefones celulares foram trocadas por faróis de carros. Coti Sorokin e sua banda Los Brillantes fizeram o público dançar no show realizado em um cinema drive-in às margens do Río de la Plata, nos arredores de Buenos Aires, com um rígido protocolo sanitário para prevenir a propagação do coronavírus. "Queremos continuar fazendo música", disse Coti, ao apresentar a música "Lá fora", que ele chamou de seu "hino da quarentena", já que foi composta, gravada e editada durante o isolamento. Coty e Los Brillantes fazem show drive-in em Buenos Aires, na Argentina, em primeira apresentação presencial do país desde o início da quarentena REUTERS/Agustin Marcarian No local com capacidade para 60 carros e três telões em uma noite radiante de inverno, Coti deu um show de cerca de uma hora e meia diante de uma plateia entusiasmada que festejou com luzes e buzinas cada uma de suas canções. "É emocionante tê-lo aqui, poder vê-lo, ter contato real, não virtual, com a paisagem à beira do rio em um dia lindo. É muito bom, é um ótimo plano", disse Nicolás Magaldi, um apresentador de televisão de 33 anos que compareceu ao concerto com sua esposa e filho. A certa altura da apresentação, Coti desceu do palco e tocou na frente dos carros, respeitando o protocolo do município de San Isidro, bairro charmoso dos subúrbios de Buenos Aires onde foi realizado o concerto. Coty e Los Brillantes fazem show drive-in em Buenos Aires, na Argentina, em primeira apresentação presencial do país desde o início da quarentena REUTERS/Agustin Marcarian Veja Mais

Lives de hoje: Leonardo, Edson & Hudson, Beto Guedes com Samuel Rosa e mais shows

G1 Pop & Arte Veja agenda de lives deste domingo (6). Leonardo Érico Andrade/G1 Leonardo, Edson & Hudson e Beto Guedes com Samuel Rosa estão entre os artistas que fazem lives neste domingo (6). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Domingo (6) Leonardo, Edson & Hudson, Os Parazin e outros - Villa Mix Modão 3 - 16h - Link Solange Almeida - 16h30 - Link Beto Guedes com Samuel Rosa e outros - 17h - Link Clemente (Em Casa com Sesc) - 19h - Link João Bosco & Vinícius e Thaeme & Thiago - Live Drive-In - 20h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Não é só Gianecchini... Outros famosos se declaram pansexuais; entenda o que significa o termo

G1 Pop & Arte Preta Gil, Miley Cyrus, Bella Thorne, Renato Russo e outras celebridades já levantaram bandeira. Orientação que rejeita ideia de dois gêneros é diferente da bissexualidade; Semana Pop explica. O que é a pansexualidade, orientação de Gianecchini e outros famosos Nesta semana, uma declaração de Reynaldo Gianecchini fez as buscas por um temo dispararem no Google. O Semana Pop deste sábado (5) explica o que é a pansexualidade, orientação citada pelo ator, e conta quais famosos já levantaram essa bandeira. Veja todas as edições Ouça em podcast O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Jane Fonda se arrepende de não ter feito sexo com Marvin Gaye

G1 Pop & Arte Atriz fez relato sincero durante entrevista ao The New York Times. Jane Fonda: documentário narra a trajetória da atriz em cinco atos Divulgação Jane Fonda lamentou não ter feito sexo com o cantor Marvin Gaye. A confissão aconteceu durante uma entrevista ao jornal The New York Times. A atriz foi questionada sobre algumas experiências pessoais com estrelas e não poupou sinceridade em um jogo de "confirma ou nega". O jornal questionou se o maior arrependimento da estrela era nunca ter feito sexo com Che Guevara, o que foi negado pela atriz. "Não, eu não penso sobre ele. Quem eu penso sobre isso e é um grande arrependimento é Marvin Gaye. Ele queria, e eu não", entregou a atriz, que na época estava casada com Tom Hayden, com quem permaneceu por 17 anos. "Eu estava conhecendo muitos artistas para tentar organizar shows para Tom e a mulher que estava me ajudando a fazer isso me apresentou a Marvin Gaye", acrescentou. Durante a entrevista, a atriz também falou sobre sua experiência com Marlon Brando quando ela estrelou o drama "Caçada Humana" em 1966. "Decepcionante", apontou a atriz, reconhecendo suas habilidades profissionais, o chamando de "ótimo ator". Atriz também afirmou que a atriz Ava Gardner foi a mulher mais sexy que ela já conheceu. "Sem dúvidas". Jane Fonda também fez muitos elogios a Marilyn Monroe: "Ela brilhava! Havia um brilho que saia dela que era inacreditável! Vinha de sua pele, seu cabelo, seu ser. Eu nunca vi nada parecido." Jane Fonda volta a protestar contra mudanças climáticas Veja Mais

Lives de hoje: Babado Novo, Patti Smith, Teresa Cristina e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda de lives desta sexta-feira (4). Patti Smith e Babado Novo fazem lives nesta sexta (4) Fábio Tito / G1 / Divulgação Babado Novo, Patti Smith e Teresa Cristina fazem lives nesta sexta-feira (4). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sexta (4) Galocantô - 18h - Link Serginho Procópio da Portela - 18h30 - Link Babado Novo - 19h - Link Marina De La Riva (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Patti Smith (live paga com música e leitura do livro 'O ano do macaco') - 22h - Link Krisiun - 22h - Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Covid-19: Parrerito, do Trio Parada Dura, tem melhora nos exames, mas continua em estado grave

G1 Pop & Arte Cantor foi internado em Belo Horizonte no último sábado (29) e, desde segunda-feira (31), respira com ajuda de aparelhos. Parrerito, do Trio Parada Dura, é internado em UTI após testar positivo para Covid-19 Trio Parada Dura/Divulgação O cantor Parrerito, do Trio Parada Dura, apresentou melhora nos resultados dos exames, como informou a assessoria do grupo na manhã desta quarta-feira (2), mas o estado dele continua grave. Ele testou positivo para coronavírus e está internado desde sábado (29), em Belo Horizonte. Mesmo com a melhora, ainda não há previsão de alta. Na segunda-feira (31), Eduardo Borges teve um mal súbito e precisou ser levado para a UTI do Hospital Unimed, com 50% do pulmão comprometido. Desde então, ele respira com ajuda de aparelhos. O artista tem 67 anos e é diabético. Nesta manhã, Parrerito acordou bem, mas precisou ser sedado novamente. Ele entrou para o Trio Parada no lugar do irmão Barrerito, que sofreu um acidente aéreo na década de 1980 e decidiu seguir carreira solo. Atualmente, o Trio Parada Dura é formado pelos músicos Parrerito, Creone e Xonadão. Os colegas fizeram exames para coronavírus e testaram negativo. Atual formação do Trio Parada Dura Trio Parada Dura/Divulgação O fundador do grupo e último representante da formação original, Carlos Alberto Mangabinha Ribeiro, conhecido como Mangabinha, morreu em 2015 depois de ter um acidente vascular cerebral. O Trio Parada Dura foi criado em 1971 e teve diversas formações ao longo da história. “Fuscão Preto", “Telefone Mudo” e "As Andorinhas" estão entre as músicas de maior sucesso gravadas pelo grupo. Parrerito nasceu em São Fidélis (RJ), mas construiu a carreira, com o Trio Parada Dura, em Minas Gerais. Hoje ele mora em Contagem, na Região Metropolitana de BH. Veja Mais