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Kris Wu, ex-membro da banda EXO, é preso na China por suspeita de estupro

G1 Pop & Arte Cantor, ator e modelo nascido de origem chinesa fez sucesso como integrante de boyband foi acusado de ter cometido o crime por uma garota de 19 anos. Jovem afirmou que o artista a estuprou quando ela tinha 17; ele nega. Kris Wu, ex-membro da banda EXO, perde contratos com marcas chinesas após ser acusado de estupro Reprodução/Instagram O cantor e ator Kris Wu, ex-membro da banda EXO e estrela da música pop na China, foi preso por suspeita de estupro, anunciou a polícia chinesa neste sábado (31). Na semana passada, uma estudante chinesa de 19 anos acusou Kris Wu de estuprá-la quando ela tinha 17 anos. As acusações causaram agitação geraram e uma onda de críticas nas redes sociais contra o artista, que também tem cidadania canadense. Ele nega as acusações. "Wu Yifan, de 30 anos, cidadão canadense, está atualmente detido por crime de acordo com a lei pela seção do [distrito de] Chaoyang da polícia de Pequim por suspeita de estupro", informaram as forças de segurança na rede social chinesa Weibo, citando o nome chinês de Kris Wu. A polícia afirma ter aberto uma investigação depois que usuários da internet o acusaram de "ter enganado jovens para fazerem sexo em várias ocasiões". Kris Wu é um ex-membro do grupo sino-sul-coreano EXO, do qual saiu em 2014 para iniciar uma carreira solo como ator, cantor, modelo e jurado de programas de variedades. A estudante Du Meizhu acusou o cantor pop de estuprá-la durante um encontro quando ela tinha 17 anos. Ela lhe deu um ultimato para deixar o show business e se desculpar, caso contrário daria detalhes do suposto crime. Depois da repercussão do escândalo, na semana passada marcas como Louis Vuitton, Bulgari, L'Oreal e Porsche, com as quais Kris Wu colaborou, suspenderam seus contratos com ele. Os advogados do cantor processaram Du por difamação. A estudante, por sua vez, alega ter entrado com uma ação legal contra Wu. VÍDEOS: Semana Pop Veja Mais

Após Italo Ferreira, Neymar também comenta post de Juliette elogiando beleza de atletas

G1 Pop & Arte 'Não estou nas Olimpíadas, mas sou atleta também', brincou o jogador, empolgando os fãs com o ship do casal. Neymar e Juliette Reprodução/Instagram O comentário de Juliette sobre a beleza dos atletas dos Jogos Olímpicos repercutiu até entre jogadores que não estão em ação em Tóquio. Depois do medalha de ouro no surf Italo Ferreira, foi a vez de Neymar interagir com a publicação da vencedora do "BBB21". "Não estou nas Olimpíadas, mas sou atleta também", brincou o jogador, retuitando o post de Juliette. O jogador largou com alguns dias de atraso, mas assim como aconteceu com Italo, ganhou boa pontuação com os fãs, que se animaram com o ship. Initial plugin text Vale lembrar que há menos de duas semanas Neymar e Juliette se encontraram. Os dois publicaram algumas fotos juntos nas redes sociais. Em sua página, Juliette explicou que o encontro era "aposta paga". Isso porque a ex-BBB cobrou o jogador de um óculos de "moleca doida" prometido por ele. "O meu amigo Neymar me prometeu um óculos de moleca doida e até hoje não recebi. Bora cobrar?!!", escreveu Juliette. "Vou te mandar a Juju. E você vai ficar 'on'", respondeu o jogador. Dias depois, aposta paga, e encontro realizado. Com Neymar tendo pontos de vantagem pelo encontro, Italo resolveu correr mais forte e respondeu a postagem do jogador: "Peraí menino Ney, você quer atacar e voltar pra marcar?". Pepe Gonçalves, representante da canoagem nas Olimpíadas, também resolveu correr por fora na disputa e insinuou que já mandou uma direct para Juliette. Depois que uma internauta questionou se a ex-BBB já havia recebido alguma DM de atletas após o post elogioso, Juliette respondeu: "Recebi de um, mas não foi cantada não". Pepe se apressou na remada e escreveu: "Olha bem essa DM aí". Initial plugin text Initial plugin text Juliette, a melhor cantora do BBB? G1 analisa performance dela Veja Mais

Ruins de banho: Ashton Kutcher, Mila Kunis e mais famosos com hábitos de higiene estranhos (e suas justificativas)

G1 Pop & Arte Casal chocou muita gente ao relevar que não toma banho todos os dias. Semana Pop mostra outras celebridades não tão íntimas do chuveiro; assista. Semana Pop fala sobre famosos que têm hábitos de higiene bem estranhos Apesar de parecer normal no Brasil, tomar banho todos os dias não é prática comum em alguns países. E alguns famosos, como Ashton Kutcher e Mila Kunis, dizem com orgulho que não são muito íntimos do chuveiro. O Semana Pop deste sábado (31) conta quem são essas celebridades e quais suas justificativas. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Obra de arte em campo de arroz no Japão celebra Jogos Olímpicos de Tóquio

G1 Pop & Arte Imagem, que este ano homenageia as Olimpíadas, faz parte de uma tradição anual iniciada em 2008 pela cidade de Gyoda, em Saitama, na tentativa de atrair turistas. Imagem aérea mostra obra de arte em campo de arroz em Gyoda, no Japão Harumi Ozawa/AFP Do solo, é difícil distinguir as diferentes variedades de arroz em um campo em Gyoda, Japão, mas de cima pode se ver uma enorme obra de arte celebrando os Jogos Olímpicos. A gigantesca instalação traz imagens icônicas japonesas, como a famosa onda ou o Monte Fuji - da xilogravura de Katsushika Hokusai - e um ator kabuki, com uma pintura facial marcante, semelhante à que apareceu na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio. As imagens fazem parte de uma tradição anual iniciada em 2008 pela cidade de Gyoda, em Saitama, ao norte de Tóquio, na tentativa de atrair turistas. Em 2015, eles alcançaram um recorde no Livro Guinness ao criar a maior obra de arte em campos de arroz do mundo (28.000 m2). A cada ano, um comitê propõe um novo desenho e centenas de voluntários plantam variedades de arroz de diferentes cores para produzir imagens espetaculares que podem ser vistas de um observatório próximo, a 50 metros de altura. O projeto é selecionado no início do ano e o plantio ocorre por volta do mês de maio. Em 2019, o tema homenageou a Copa do Mundo de Rugby, realizada no Japão. A imagem deste ano teve como objetivo destacar a herança cultural japonesa, partindo do pressuposto de que uma multidão de estrangeiros visitaria o país para os Jogos Olímpicos. Mas não foi o caso, pois os espectadores estrangeiros foram proibidos e a maioria dos eventos dos Jogos são realizados a portas fechadas. "É muito mais dinâmico do que eu esperava", disse à AFP Kiyo Hoshino, visitante de 23 anos. "Eu esperava algo mais simples. Mas é mais complicado no design e em uma escala realmente grande. Fiquei impressionado com a arte tão panorâmica", disse ele. A manutenção da obra de arte, evitando que as diferentes cores se misturem ou se misturem com outras plantas, envolve muito trabalho. Nesta sexta-feira (30), quase uma dúzia de funcionários do departamento de agricultura da cidade limparam o campo, vasculhando a vasta área com botas de borracha e armados com foices. O projeto também busca unir a comunidade e promover o interesse pela agricultura. Em um ano normal, cerca de mil pessoas estão envolvidas na complexa tarefa de plantar as variedades certas de arroz no lugar certo para produzir a obra de arte. Entre eles estão voluntários com alguma experiência agrícola e outros sem, incluindo crianças locais. Mas a pandemia obrigou os organizadores a reduzir o número de participantes pela metade, embora as pessoas tenham outra chance de participar quando o arroz for colhido em outubro. Todos os participantes recebem dois quilos de arroz como presente de agradecimento, no final de novembro. Imagem aérea mostra obra de arte em campo de arroz em Gyoda, no Japão Harumi Ozawa/AFP Semana Pop: Casal inseparável, cama 'anti-sexo' e mais fofocas dos bastidores da Olimpíada Veja Mais

Fernanda Montenegro lamenta incêndio em Cinemateca Brasileira: 'Das cinzas, vamos renascer'

G1 Pop & Arte Atriz publicou um vídeo em suas redes sociais após fogo atingir galpão na Vila Leopoldina, em São Paulo, na noite de quinta-feira (29). Fernanda Montenegro fala sobre incêndio em Cinemateca Brasileira Fernanda Montenegro usou as redes sociais para lamentar o incêndio que atingiu o galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, na noite desta quinta-feira (29). Segundo informações dos bombeiros, o fogo começou quando uma empresa terceirizada fazia manutenção do ar condicionado. Não houve vítimas. Fernanda fez um post em que diz: "Eu quero falar aqui o que eu escrevi. O incêndio na nossa Cinemateca Brasileira em São Paulo, é uma tragédia anunciada". "Toda a nossa cultura das artes sofre um 'cala a boca' neste momento. Mas vamos renascer, tenho certeza. Nós temos certeza". "Das cinzas, vamos renascer. É sagrado o eterno retorno. Das artes, então. Na cultura das artes, então. Um país não existe sem cultura ligada as artes." Ao longo de toda sexta-feira (30), famosos e autoridades lamentaram o incidente na Cinemateca Brasileira. Em conversa com o G1, Paloma Rocha, filha de Glauber Rocha, relatou que parte do acervo do cineasta foi perdido no incêndio. Paloma contou ainda que lutava junto à secretaria de Cultura para salvar acervo do pai mesmo antes do incêndio na Cinemateca: "Até que pegou fogo", lamentou. Mais de 24h após incêndio, o governo não informou quanto do cervo da Cinemateca foi perdido Veja Mais

Cantor Giovani, da dupla com Gian, sofre acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra

G1 Pop & Arte Acidente foi na manhã deste sábado (31), na altura de Arujá. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, ele estava acompanhado da esposa quando dormiu ao volante, perdeu o controle do veículo e acabou capotando. O casal teve ferimentos leves. Nas redes sociais, esposa de Giovani postou imagens do acidente Érico Andrade/G1 / Redes Sociais/Reprodução O cantor Giovani, da dupla com Gian, sofreu um acidente de carro na manhã deste sábado (31) na Rodovia Presidente Dutra, em Arujá. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, ele estava acompanhado da esposa e os dois foram levados ao hospital com ferimentos leves. Nas redes sociais, Anna Carolina Morais publicou imagens do acidente e contou que voltava de Cuiabá com o marido quando o carro capotou. Ela disse que já está em casa e que passam bem. Nas redes sociais Anna Carolina Morais, esposa de Giovani, falou sobre o acidente Instagram/Reprodução "Hoje eu saí de manhã para cumprir uma agenda de compromissos do meu marido em Cuiabá. Nesse caminho, nosso carro capotou três vezes. Essa aqui sou eu inteira depois de um carro capotado", relatou a mulher. "Senti Deus protegendo a gente. Sou católica, tenho muita fé em Deus, muita fé no amor que Deus tem pela gente. Meu olho está vermelho porque eu já chorei muito. Não quero fazer 'story' chorando, mas eu e meu marido tivemos um livramento muito grande hoje", completou. Gian e Giovani cantam na Festa do Peão de Barretos 2018 Érico Andrade/G1 O acidente O acidente ocorreu por volta de 7h20, na altura do km 198. De acordo com a PRF, o sertanejo cochilou na direção, perdeu o controle do veículo e bateu contra uma mureta. O carro capotou e deslizou por cerca de 80 metros, até parar no acostamento da via. Giovani e a esposa foram levados para o Hospital Nipo Brasileiro pela equipe médica da CCR NovaDutra, concessionária que administra a via. A Polícia Rodoviária Federal informou, ainda, que eles tiveram ferimentos leves e ficaram em observação, aguardando o resultado de exames. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê Veja Mais

'Quiz dos famosos' desafia o Esse Menino. Será que ele tá no grau, mami?

G1 Pop & Arte Gabi Gonçalves deu muita risada com o Esse Menino, mas será que ele foi bem no quiz? Veja o vídeo! Todo sábado um famoso será desafiado no Quiz dos famosos no canal do G1 no YouTube. O convidado do Quiz dos famosos neste sábado (31) é o Esse Menino. Será que ele tá no grau, mami? A gente não vai dar spoiler do resultado, mas já adianta que a Gabi Gonçalves deu muita risada! O jogo é uma competição, que na estreia teve o ex-BBB e professor João Luiz Pedrosa. Vamos ao vídeo pra ver como ele foi? Assista! Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Quiz dos famosos: Esse Menino G1 Veja Mais

Após dois dias de evento, Lollapalooza dos EUA passa a exigir uso de máscaras

G1 Pop & Arte Evento, que teve início na quinta-feira (29), fez novo comunicado sobre uso de máscaras em espaços internos após recentes recomendações do Departamento de Saúde Pública de Chicago. Lollapalooza dos Estados Unidos começa nesta quinta-feira (29) Scott Olson/Getty Images/AFP Após dois dias de festival, o Lollapalooza dos EUA fez um comunicado oficial informando alterações sobre os protocolos de entrada no evento. A partir deste sábado (31), será exigido o uso de máscaras em espaços internos. Desde quinta-feira (29), primeiro dia de shows, o festival tinha entrada liberada somente mediante comprovação de vacinação ou teste negativo para Covid-19. Agora, além dos documentos, o evento pede uso de máscaras em espaços internos. Lollapalooza EUA; veja FOTOS "Seguindo as recentes recomendações do Departamento de Saúde Pública de Chicago, o Lollapalooza vai exigir o uso de máscaras em todos os espaços internos do Grant Park a partir deste sábado. Recomendamos que todos os fãs presentes no festival tragam uma máscara enquanto participam dos dois últimos dias do festival." O Lollapalooza dos EUA foi cancelado em 2020 por causa da pandemia de coronavírus. Neste ano, a abertura do festival aconteceu na quinta-feira (29). O evento segue até domingo (1ª). Shows de Foo Fighters, Post Malone, Tyler, The Creator, Miley Cyrus e o DJ brasileiro Vintage Culture estão na programação. A expectativa da organização é de receber 110 mil pessoas em cada dia de evento. Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, 50,6% da população de Chicago (onde acontece o festival) está totalmente vacinada contra Covid-19. No Brasil, o número de imunizados com as duas doses ou dose única da vacina está em 18,65% da população. A edição do Lollapalooza Brasil, que aconteceria em março de 2020 já foi adiada três vezes e, atualmente, está marcada para março de 2022. Público apresenta comprovante de vacinação ou teste negativo para coronavírus antes de entrar no Lollapalooza dos EUA 2021 Scott Olson/Getty Images/AFP Veja Mais

Teatros da Broadway exigirão vacinação e máscaras quando reabrirem para shows

G1 Pop & Arte Reabertura dos 41 teatros está marcada para setembro. A nova política ficará em vigor em outubro, e os teatros podem relaxar as regras em novembro 'se a ciência mandar', informou a Broadway League em um comunicado. Funcionário da limpeza caminha pela Broadway, perto da Times Square, após o surto de coronavírus (COVID-19), em Manhattan, Nova York Andrew Kelly/Reuters Plateias da Broadway precisarão de máscaras e prova de vacinação quando os shows reabrirem a partir de setembro, afirmou uma associação da indústria nesta sexta-feira (30), e o Metropolitan Opera planeja proibir a entrada de crianças com menos de 12 anos, que ainda não podem ser imunizadas contra o coronavírus. Todos os 41 teatros da Broadway exigirão documentação de vacinação completa antes de permitir a entrada de clientes, artistas, funcionários de bastidores e dos teatros para todos os shows, afirmou a Broadway League em um comunicado. O público precisará usar máscaras. O anúncio chega apenas semanas antes da maioria dos teatros da Broadway reabrir após um fechamento de 16 meses por causa da Covid-19. Com a disseminação rápida da variante Delta, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos recomendou esta semana que máscaras voltem a ser usadas em locais fechados, mesmo por pessoas vacinadas. A política na Broadway ficará em vigor em outubro, e os teatros podem relaxar as regras em novembro “se a ciência mandar”, disse a liga. Os teatros farão uma exceção para crianças e pessoas com condições médicas ou crenças religiosas que impedem a vacinação, afirmou a liga. Os clientes precisam apresentar provas de um teste PCR negativo contra a Covid-19 feito nas 72 horas anteriores ao show começar, ou teste antígeno negativo de seis horas antes do início. Alguns dos locais de espetáculos mais importantes da cidade, incluindo o Met, estão proibindo crianças com menos de 12 anos e tornando o uso de máscaras opcional à plateia. “Assim que crianças com menos de 12 anos puderem receber a vacina, crianças totalmente vacinadas serão novamente bem-vindas ao Met”, afirmou a icônica casa de ópera em comunicado. Tanto a Broadway e o Met estão abrindo com capacidade total, em vez de parcial para poder praticar distanciamento social. Os teatros da Broadway variam de capacidade de 600 a 1000 assentos, e o Met recebe 3.000 pessoas, disse o New York Times. EUA: Broadway anuncia retorno dos espetáculos para 14 de setembro Veja Mais

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Disney responde Scarlett Johansson após atriz processar estúdio pelo lançamento de 'Viúva Negra': 'Desrespeito cruel'

G1 Pop & Arte Filme foi lançado nos cinemas e na plataforma de streaming Disney+. De acordo com ação movida por Johansson, estratégia reduziu valor que atriz receberia atrelado a bilheterias. Scarlett Johansson em cena de 'Viúva Negra' Divulgação A Disney deu uma dura resposta à atriz Scarlett Johansson nesta sexta (30). A estrela do filme "Viúva Negra" processou a Disney na quinta (29) alegando que a empresa violou seu contrato ao lançar o filme em sua plataforma de vídeos e nos cinemas ao mesmo tempo. Em nota, a Disney alegou que o processo é "triste e angustiante em seu desrespeito cruel pelos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia COVID-19". "A Disney cumpriu integralmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento na Disney + com o Premier Access melhorou significativamente sua capacidade de ganhar uma compensação adicional além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até o momento", declarou a companhia. Assista ao trailer de Viúva Negra O que diz Johansson A estratégia de duplo lançamento reduziu o valor que Johansson receberia, atrelado às bilheterias mundiais, de acordo com a queixa apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles. "Viúva Negra" foi lançado em 9 de julho nos cinemas americanos (um dia antes no Brasil) e por R$ 69,90 no Disney+. A Disney vem testando o plano de duplo lançamento para alguns filmes durante a pandemia de coronavírus, enquanto tenta impulsionar seu serviço de streaming. Atriz já liderou lista das mais bem pagas de Hollywood 'Eternos': veja trailer de filme da Marvel com Angelina Jolie Sexismo ainda prevalece na indústria apesar do movimento #MeToo David Harbour e diretora Cate Shortland falam sobre 'Viúva Negra' Atualmente, "Viúva Negra" arrecadou quase US$ 320 milhões ao redor do mundo. Em uma ação inédita, a Disney anunciou que o filme tinha conseguido US$ 60 milhões em seu primeiro fim de semana pós-lançamento só com as compras no Disney+. O processo de Johansson afirma que a Disney quis direcionar o público para a plataforma, "onde poderia manter as receitas para si mesma e, ao mesmo tempo, aumentar a base de assinantes da Disney+, uma forma comprovada de aumentar o preço das ações da Disney". "Em segundo lugar, a Disney quis desvalorizar substancialmente o acordo da Sra. Johansson e, assim, enriquecer", disse o processo. Semana Pop fala sobre principais estreias nos cinemas no 2º semestre de 2021 Veja Mais

Scarlett Johansson processa Disney pelo lançamento de 'Viúva Negra' no Disney+

G1 Pop & Arte De acordo com ação, estratégia de estreia nos cinemas juntos da plataforma de vídeos reduziu valor que atriz receberia, atrelado a bilheterias. Scarlett Johansson em cena de 'Viúva Negra' Divulgação Scarlett Johansson, a estrela do filme de super-herói da Marvel "Viúva Negra", processou a Disney nesta quinta-feira (28) alegando que a empresa violou seu contrato ao lançar o filme em sua plataforma de vídeos e nos cinemas ao mesmo tempo. A estratégia de duplo lançamento reduziu o valor que Johansson receberia, atrelado às bilheterias mundiais, de acordo com a queixa apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles. "Viúva Negra" foi lançado em 9 de julho nos cinemas americanos (um dia antes no Brasil) e por R$ 69,90 no Disney+. A Disney vem testando o plano de duplo lançamento para alguns filmes durante a pandemia de coronavírus, enquanto tenta impulsionar seu serviço de streaming. Atualmente, "Viúva Negra" arrecadou quase US$ 320 milhões ao redor do mundo. Em uma ação inédita, a Disney anunciou que o filme tinha conseguido US$ 60 milhões em seu primeiro fim de semana pós lançamento só com as compras no Disney+. David Harbour e diretora Cate Shortland falam sobre 'Viúva Negra' O filme deve ser o último da atriz como a personagem que assumiu em "Homem de Ferro 2" (2010). O processo de Johansson afirma que a Disney quis direcionar o público para a plataforma, "onde poderia manter as receitas para si mesma e, ao mesmo tempo, aumentar a base de assinantes da Disney+, uma forma comprovada de aumentar o preço das ações da Disney". "Em segundo lugar, a Disney quis desvalorizar substancialmente o acordo da Sra. Johansson e, assim, enriquecer", disse o processo. A Disney não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da agência de notícias Reuters. Veja Mais

Em 'Tempo', M. Night Shyamalan atrapalha uma boa história com seus maneirismos; G1 já viu

G1 Pop & Arte Adaptação de trama intrigante de HQ chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) com bons momentos, mas exageros do diretor destoam. Ao longo de sua carreira, o diretor M. Night Shyamalan ("O sexto sentido") passou por altos e baixos com crítica e público. Em seu mais novo filme, "Tempo", o cineasta enfrenta mais um momento complicado – e a culpa não é de ninguém além dele mesmo. O filme que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) parte da interessante premissa da HQ "Castelo de Areia", de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters, para discutir a natureza humana com suspense e tensão. Infelizmente, em "Tempo", Shyamalan se perde em seus próprios maneirismos e exageros, e atrapalha uma história que merecia um olhar mais sensível e paciente no comando. Assista ao trailer do filme "Tempo", de M. Night Shyamalan O tempo voa A produção acompanha a viagem de um casal à beira do fim do casamento com seus dois filhos a um hotel de luxo. Na região, decidem ir a uma praia isolada, onde encontram outros turistas. Porém logo fica claro que as coisas ali não são normais e um corpo flutuando no mar se torna o menor dos problemas quando as crianças começam a envelhecer rapidamente com o passar dos minutos. Com uma força invisível que os impede de deixar o local, eles são forçados a encarar seus próprios demônios e decidir se continuam concentrados em busca de uma saída naqueles que podem ser seus últimos momentos de vida. Vicky Krieps, Thomasin McKenzie, Luca Faustino Rodriguez e Gael García Bernal em cena de 'Tempo' Divulgação Até relógio parado acerta duas vezes A base da história do filme parece muito com a da HQ por um bom tempo. Enquanto explora o turbilhão de emoções dos personagens atônitos diante de uma situação tão bizarra, o roteiro de Shyamalan consegue os melhores momentos. Em especial, graças às atuações competentes do conjunto do elenco, encabeçado por Gael García Bernal ("Wasp network: Rede de espiões") e Vicky Krieps ("Trama fantasma"), os pais desesperados, e Alex Wolff ("Hereditário") e Thomasin McKenzie ("Jojo Rabbit"), as crianças envelhecidas. Porém Shyamalan cede aos próprios impulsos, que tinha conseguido controlar de forma admirável em "Vidro" (2019), e exagera no suspense em sequências que mereciam silêncio ou reflexão. As circunstâncias são extraordinárias, com certeza, mas público e protagonistas mal conseguem refletir, obrigados a desviar de cenas grotescas até para o alguns dos filmes mais sombrios do cineasta. Abbey Lee, Nikki Amuka-Bird, Ken Leung, Thomasin McKenzie, Rufus Sewell, Aaron Pierre e Vicky Krieps em cena de 'Tempo' Divulgação A coisa piora quanto mais ele se afasta do original. A história sem explicações ou motivações da HQ permitia à obra uma exploração direta e crua do lado mais primitivo do ser humano. Em "Tempo", a pseudociência apresentada até convence. O que complica são as forças por trás do fenômeno. Previsíveis e singelas, não conseguem justificar sua existência, quebram o ritmo de um final que encontrava novamente alguma beleza e deixam um gosto amargo após os créditos. Shyamalan passou por altos e baixos em sua carreira. Com sorte, seu próximo filme recupere a sua melhor forma. Thomasin McKenzie e Alex Wolff em cena de 'Tempo' Divulgação Veja Mais

Bob Odenkirk desmaia no set de 'Better call Saul' e é hospitalizado

G1 Pop & Arte Ator de 58 anos recebe tratamento médico, segundo site. Causa do desmaio não foi divulgada. Bob Odenkirk, de ‘Better call Saul’, no tapete vermelho do 71º Emmy, no Microsoft Theatre, em Los Angeles, no domingo (22) Reuters/Mario Anzuoni O ator Bob Odenkirk, estrela de "Better Call Saul", desmaiou no set de filmagens da série nesta terça-feira (27) e foi levado ao hospital. Odenkirk filma a sexta e última temporada da série derivada de "Breaking Bad" no estado de Novo México, nos Estados Unidos. O ator de 58 anos ainda recebe tratamento médico, segundo o site TMZ, mas a causa do desmaio não foi divulgada. De acordo com o site, a equipe chamou a ambulância no momento em que o incidente ocorreu. Vencedor de dois Emmys, ele interpreta o advogado Saul Goodman em "Better Call Saul". Além disso, ele também tem uma carreira consolidada em Hollywood, com filmes como "Anônimo", "Adoráveis mulheres" e "The Post: A guerra secreta". Veja Mais

Decreto inclui arte sacra na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, responsável por análise de projetos da Lei Rouanet

G1 Pop & Arte Governo definiu seis áreas de atuação que devem compor comissão: arte sacra, belas artes, arte contemporânea, audiovisual, patrimônio cultural material e imaterial; e museus e memória. Um decreto publicado nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União pelo presidente Jair Bolsonaro determina que a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura tenha um representante de arte sacra entre seus membros. A comissão é responsável pela última análise dos projetos culturais que buscam captação pela Rei Rouanet, oficialmente Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ela faz a recomendação ao Secretário Especial de Cultura sobre aprovação total, parcial ou reprovação de projetos que já receberam parecer técnico. Além da arte sacra, a comissão também deve ser formada por representantes de belas artes, arte contemporânea, audiovisual, patrimônio cultural material e imaterial; e museus e memória. Até então, a lei estabelecia que o órgão tivesse seis representantes de setores culturais entre os membros, mas sem delimitar as áreas de atuação. Entenda a Rouanet Os projetos contemplados pelo sistema da Lei de Incentivo à Cultura são financiados com recursos privados de empresas. Funciona assim: O governo federal analisa os projetos para decidir quais poderão ser contemplados pela lei; Ao ter seu projeto aprovado pelo ministério, o produtor cultural sai em busca de patrocínio para obter os recursos; Pessoas físicas ou empresas podem decidir patrocinar o projeto. Em troca, elas recebem possibilidade de abatimento no Imposto de Renda de parte ou do total do valor aplicado no projeto. VÍDEOS: Semana pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Festival de Veneza 2021 divulga lista de filmes que concorrem ao Leão de Ouro

G1 Pop & Arte Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro também foram selecionados para outros prêmios do festival. Pedro Almodóvar posa para fotos no segundo dia do Festival de Veneza de 2020 Tiziana Fabi/AFP Várias figuras do cinema, entre elas o espanhol Pedro Almodóvar, a neozelandesa Jane Campion, o italiano Paolo Sorrentino e o chileno Pablo Larraín, competirão na seleção oficial da 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza, de 1º a 11 de setembro. No total, 21 filmes foram selecionados para competir pelo prestigioso Leão de Ouro, entre eles vários cineastas reconhecidos, uma edição que se apresenta particularmente interessante e rica. (Veja lista completa no final da reportagem). A seleção oficial contará com diretores da estatura de Almodóvar, que abre a competição com "Mães paralelas", o relato de várias mulheres, com o qual ele aborda um de seus temas favoritos: maternidade e família. O primeiro trailer do filme com Penélope Cruz foi divulgado nesta segunda-feira (26). Assista abaixo. Filme 'Madres paralelas', de Pedro Almodóvar, ganha trailer Também foi convidado ao concurso, para apresentar sua última obra, o ganhador do Oscar italiano Paolo Sorrentino, com seu filme "Foi a mão de Deus" (em tradução livre), gravado em sua cidade natal Nápoles. No longa, o diretor explica sua relação com o futebol, com seu ídolo Maradona, e como ele salvou sua vida. Após mais de dez anos de seu último filme, a premiada Jane Campion ("O Piano", 1993) volta a competir com o filme "The Power of the Dog", inspirado na novela de mesmo nome de Thomas Savage, sobre uma guerra entre irmãos. América Latina, convidada especial Será uma edição especial, que confirma também o excelente estado do cinema da América Latina, com quatro filmes na competição oficial e três na seção Horizons, a mais experimental, berço de futuros grandes nomes da sétima arte. Premiado em 2015 com o Leão de Ouro com seu filme "Desde Allá", o venezuelano Lorenzo Vigas volta a competir em Veneza com "La caja". Outro retorno a Veneza é o do chileno Pablo Larraín, aclamado há seis anos pelo seu inquietante filme sobre os mecanismos para encobrir os padres pedófilos em "O Clube". À esquerda, Kristen Stewart como Diana no filme 'Spencer'; À direita, Princesa Diana durante recepção na Alemanha, em novembro de 1987 AP Photo/Herman Knippertz, File e Divulgação Este ano compete com "Spencer", dedicado ao fim de semana em que Diana de Gales, interpretada por Kristen Stewart, decidiu se divorciar do príncipe Charles, herdeiro da coroa da Inglaterra. O brilhante casal argentino Gastón Duprat e Mariano Cohn volta pela terceira vez ao Festival com o filme "Competição Oficial", protagonizado por Penélope Cruz e Antonio Banderas. Outra presença notável será a do cineasta mexicano Michel Franco, que depois de ter impactado no ano passado com seu filme "Nova ordem", volta a Veneza com "Sundown". "A qualidade média dos filmes está mais alta que o normal", confessou o diretor do Festival, Alberto Barbera. "É como se a pandemia tivesse estimulado a criatividade", acrescentou. O cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, aclamado com o Oscar pelo filme "Parasita", será o presidente do júri, enquanto a atriz americana Jamie Lee Curtis receberá o Leão de Ouro por sua carreira e o italiano Roberto Benigni o Leão de Ouro da Trajetória. Diretor Bong Joon-ho no palco do Festival de Cannes Reuters/Eric Gaillard Brasileiros em Veneza Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro são selecionados para Festival de Veneza Divulgação Filmes brasileiros também foram selecionados para o festival, mas em circuitos alternativos à principal premiação do evento. "7 Prisioneiros", dirigido por Alexandre Moratto, será exibido pela primeira vez no festival e concorre ao prêmio Orizzonti Extra, uma nova categoria lançada neste ano. O filme tem Rodrigo Santoro e Christian Malheiros no elenco e é produzido por Fernando Meirelles ("Cidade de Deus") e Ramin Bahrani ("O Tigre Branco"). A estreia está prevista para ainda este ano na Netflix. Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira no curta 'Ato', dirigido por Bárbara Paz Divulgação Outra produção brasileira que será exibida em Veneza é o curta-metragem "Ato", da cineasta e atriz Bárbara Paz ("Babenco"). "Que honra voltar com meu pequeno ATO", escreveu Bárbara em post nas redes sociais. "Um filme feito nesse isolamento nessa suspensão do tempo. Entre o teatro e o cinema..." A lista de todos os filmes que serão exibidos e vão concorrer em alguma categoria está no site do festival. Filmes que concorrem ao Leão de Ouro no Festival de Veneza 2021: "Madres paralelas", do espanhol Pedro Almodóvar. "Mona Lisa and the Blood Moon", da americana Ana Lily Amirpour. "Un autre monde", do francês Stéphane Brizé. "The Power of the Dog", da neozelandesa Jane Campion. "America Latina", dos italianos Fabio e Damiano D'Innocenzo. "L'événement", da francesa Audrey Diwan. "Competencia oficial", dos argentinos Gastón Duprat e Mariano Cohn. "Il buco", do italiano Michelangelo Frammartino. "Sundown", do mexicano Michel Franco. "Illusions Perdues", do francês Xavier Giannoli. "The Lost Daughter", da americana Maggie Gyllenhaal. "Spencer", do chileno Pablo Larraín. "Freaks out", do italiano Gabriele Mainetti. "Qui rido io", do italiano Mario Martone. "On the Job: The Missing 8", do filipino Erik Matti. "Leave no Traces", do polonês Jan P. Matuszynski. "Captain Volkonogov Escaped", dos russos Natasha Merkulova e Aleksey Chupov "The Card Counter", do americano Paul Schrader. "É stata la mano di Dio", do italiano Paolo Sorrentino. "Reflection", do ucraniano Valentyn Vasyanovych. "La caja", do venezuelano Lorenzo Vigas. Relembre como foi a temporada de premiações do começo de 2021: Perdido no Globo de Ouro? Semana Pop tem guia rápido para começar temporada de premiações Veja Mais

'Booktok': onda de vídeos sobre livros no TikTok impulsionam obras de suspense e fantasia

G1 Pop & Arte Jovens e adolescentes falam de livros em vídeos descontraídos. Vendas de literatura infantojuvenil subiram 42% neste ano com 'Mentirosos', 'Vermelho, branco e sangue azul' e mais. VÍDEO: Livros indicados no TikTok entram em listas de mais vendidos no Brasil Se os booktubers eram os novos críticos literários de 2018, os booktokers mandam em 2021. Vídeos longos para o YouTube se transformaram em curtas de 30 segundos para o TikTok. A maioria dos booktokers é de jovens e adolescentes. Eles fazem resumos divertidos e criativos das obras, encenam personagens e pequenas análises. Também existem as listas temáticas, receitas inspiradas em livros famosos e, claro, memes e "trends". A nova onda colocou quatro obras infantojuvenis antigas entre as mais vendidas do Brasil. "Mentirosos" (2014), de E. Lockhart "Um de nós está mentindo" (2017), de Karen McManus "Corte de espinhos e rosas" (2018), de Sarah J. Maas "Vermelho, branco e sangue azul" (2019), de Casey McQuiston Essas obras ajudam a puxar uma alta de 42% nas vendas de obras para crianças e adolescentes no Brasil neste ano. Além destes, outros que ganharam destaque no aplicativo também conquistaram boas posições nas listas de editoras, livrarias e comércio eletrônico ao longo do ano: O box "O povo do ar" (2018), de Holly Black; "Teto para dois" (2019), de Beth O’Leary; e "Os sete maridos de Evelyn Hugo" (2019), de Taylor Jenkins Reid. Livros mais famosos no TikTok: 'Um de nós está mentindo', 'Mentirosos', 'Os sete maridos de Evelyn Hugo', 'O Príncipe cruel', 'Vermelho, branco e sangue azul' e 'Corte de espinhos e rosas' Divulgação Choro, romance e beleza Estes livros se encaixam em pelo menos uma dessas características abaixo, sagradas para ganhar o coração e a estante dos leitores: São obras de fantasia, suspense ou young adult; Têm personagens LGBTQIA+ ou pertencentes a minorias; Têm "plot twists chocantes", as viradas de roteiro; Ser visualmente bonito, com capas e lombadas coloridas de preferência. A boktoker e analista de projetos especiais do PublishNews Maju Alves estuda o fenômeno desde 2020 e diz que o segredo do sucesso é uma mistura de formato e coração. Maju Alves é booktoker com 26mil seguidores Reprodução/TikTok/Maju Alves "São livros que causam emoções diversas nos leitores. Livros que fazem chorar, por exemplo, são enormes lá! (Como é o caso de 'Mentirosos' e 'Os sete maridos de Evelyn Hugo'). Romances e fantasia também são muito populares entre os leitores, ainda mais se tiver representatividade." A representatividade não está só nos livros com personagens LGBTQIA+. Tiktokers, seja usuários ou produtores de conteúdo, têm procurado conhecer autores iniciantes e independentes. Uma parte deles também dedica espaço a autores nacionais. "Os booktokers estão bem empenhados em indicar nacionais e livros com diversidade. Muitos autores estão no TikTok e acaba que criamos um carinho por eles. Também queremos elevar a literatura jovem nacional que não é muito valorizada. E sobre representatividade, [faz sucesso] porque as pessoas querem se enxergar naquilo que estão lendo", explica Myreia Liduario, com 22 mil seguidores e um perfil dedicado à literatura de fantasia. Myreia Liduario é booktoker e tem mais de 22 mil seguidores em perfil dedicado à literatura de fantasia. Reprodução/TikTok/Myreia Liduario Neste gênero, se destacam as sagas protagonizadas por mulheres "que lutam e salvam o mundo". A cara da geração Z. Com isso, escritores precisaram se tornar tiktokers. É o caso do potiguar Pedro Rhuas, vencedor do prêmio Flipop de 2020 com seu livro de estreia, "Enquanto eu não te encontro". Para promover o lançamento oficial da sua comédia romântica gay, ele criou um perfil que divulga não só sua obra, mas faz muito do que os booktokers fazem: listas, recomendações, artes para fãs e dicas de escrita. O fenômeno da literatura young adult está ligado à faixa etária dos usuários da rede. "O TikTok não dá informação sobre a faixa etária de quem está consumindo conteúdo na plataforma, mas é possível ver, pelas interações com os seguidores, que tem um público novo, a partir de 12/14 anos. Já os criados de conteúdo são um pouco mais velhos, a maioria entre 18 a 25 anos", diz Maju. Grande parte do público dos booktokers começou a ler recentemente, diz Myreia. Por isso, vídeos de unboxing e indicações de novos livros são o que mais bomba. Aos negócios O aumento das vendas já mostra seu impacto no mercado. O 6º Painel de Varejo do livro, feito pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a empresa Nielsen, mostrou que, neste ano, foram vendidos mais de 5 milhões de livros infantojuvenis/educacionais no primeiro semestre - um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado. É claro que há outros fatores, como a presença das crianças em casa. O fenômeno é global. Nos Estados Unidos, desde 2020, livros com as mesmas características chegaram às listas de best sellers: o romance LGBTQIA+ young adult "Os dois morrem no final" (2017), de Adam Silvera; o romance épico homoafetivo sobre a Guerra de Tróia "A canção de Aquiles" (2011), de Madeline Miler; além de todos estes que também fazem sucesso no Brasil. Uma das lojas da livraria Barnes & Noble, na Flórida, tem espaço dedicado aos livros que trendam no TikTok Reprodução/Facebook/Barnes & Noble Editoras e livrarias norte-americanas já estão tirando proveito desta onda. A tradicional livraria Barnes and Noble tem espaços nas lojas físicas e virtuais dedicados ao TikTok. Além disso, editoras têm parcerias sólidas com os nomes mais famosos da rede. No Brasil, a propaganda ainda depende muito de "publis", quando editora ou autor pagam por vídeos dedicados ao seu catálogo. Maju Alves tem mais de 25 mil seguidores e cobra cerca de R$ 150 por vídeo. O valor depende do alcance e do formato da ação. Também existem as parcerias fixas com editoras. Com elas, os tiktokers não ganham dinheiro, mas recebem livros novos todo mês. Veja Mais

Borba Gato: veja livros e filmes para entender a história dele e dos bandeirantes

G1 Pop & Arte Os bandeirantes desbravaram o interior do país, capturaram e escravizaram indígenas e negros. A estátua de Borba Gato, na Zona Sul de SP, foi incendiada, neste sábado. Estátua de Borba Gato é incendiada em São Paulo A estátua de Borba Gato, na Zona Sul da cidade de São Paulo, foi incendiada, neste sábado (24). Segundo a Prefeitura da capital paulista é necessária uma perícia detalhada para avaliar as condições da estátua e definir qual tipo de reparo será feito. Estátua de Borba Gato é incendiada em SP Borba Gato foi um bandeirante. Os bandeirantes desbravaram o interior do país, capturaram e escravizaram indígenas e negros. Segundo historiadores, eles são responsáveis por exterminar etnias em confrontos. Por causa deste passado, alguns projetos de lei pedem a proibição e retirada de monumentos que homenageiam escravocratas. Este assunto é discutido na Câmara dos Vereadores da cidade de São Paulo, na Assembleia Legislativa do Estado e na Câmara dos Deputados, em Brasília. Veja filmes e livros sobre os bandeirantes Filmes 500 Almas Sinopse: "O delicado processo de reconstrução da memória e da identidade dos índios Guatós - através de depoimentos dos próprios membros da comunidade e de reconstituições de crimes realizados por homens brancos contra eles -, uma tribo indígena da região do Pantanal mato-grossense que foi descoberta muitos e muitos anos após ter sido considerada extinta e que atualmente se encontra disperso pela área." O caçador de esmeraldas Sinopse: "Baseado na história do bandeirante Fernão Dias Paes Leme. Em meados do século XVII, Portugal estava envolvido em uma profunda crise financeira e estendeu seu domínio sobre o território brasileiro, à oeste, para procurar por pedras preciosas e ouro. Fernão Dias (Jofre Soares) é nomeado pelo rei como "governador das esmeraldas" e, apesar da idade avançada, aceita organizar, financiar e liderar a expedição pelo sertões brasileiros, em busca das lendárias riquezas infinitas." República Guarani Sinopse: "Através de imagens de arquivos e depoimentos de célebres historiadores das mais diversas nacionalidades e linhas de pesquisa, Sylvio Back remonta os passos das missões jesuíticas que aportaram no Brasil e na América do Sul no século dezessete para compreender as formações e os costumes das antigas comunidades indígenas nativas que foram dizimadas pelo homem branco." Livros "Os Bandeirantes" - (Saraiva, 2004) "Bandeirantes - Os Comandos da Morte" - (Imago, 1999) Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil - (Carvalho Franco - Itatiaia) Relatos sertanistas - (Afonso Taunay - Biblioteca Paulista) Negros da Terra - (John Manoel Monteiro - Cia das Letras) Estátua de Borba Gato é incendiada no bairro de Santo Amaro Veja Mais

Sucesso fake: operação do MP fecha serviços que fraudavam números de streaming de música

G1 Pop & Arte Sites vendem 'plays' artificiais para ajudar músicos a inflar cifras e fingir sucesso. 1ª ação no Brasil a tratar prática como crime achou ligação com rede de fraude em redes sociais do Leste Europeu. Imagens de sites que oferecem plays no Spotify e no YouTube. O MP-SP fechou dezenas de sites que manipulavam os serviços de streaming comercializando plays feitos de forma automática, não por usuários comuns dos serviços Reprodução Dezenas de sites que fraudavam plataformas de streaming musical e vendiam o serviço de inflar artificialmente o número de audições de músicas foram fechados após uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Foi a primeira vez no Brasil que esta prática de "fake streams", em que músicos compram "plays" para suas músicas, foi tipificada como crime no Brasil, e virou alvo de uma ação comandada pelo Núcleo de Investigações de Crimes Cibernéticos do MP-SP. O número que aparece abaixo de um clipe no YouTube ou de uma faixa no Spotify é cada vez mais importante para os músicos. Impulsionar os "plays" na internet rende dinheiro e pode dar uma falsa impressão de sucesso, que leva a convites para shows e para outras mídias. Entenda a manipulação e seu impacto em 4 pontos: O streaming já representa 85% da renda da indústria musical no mundo. Quando um músico compra "plays" falsos, ganha direitos autorais e faz cair o pagamento e a visibilidade de outros que não fazem isso. Os sites que vendem "fake streams" usam robôs - computadores programados para acessar automaticamente as faixas e aumentar os números. As plataformas de streaming, como YouTube e Spotify, tentam, mas nem sempre conseguem pegar a fraude. O problema é tão sério que gerou uma ação mundial da indústria da música. No Brasil, a tarefa ficou com a Associação Protetora dos Direitos Intelectuais e Fonográficos (Apdif), que abriu a queixa-crime no MP em dezembro de 2020. Agora, entenda como foi a investigação em 4 pontos: A resposta do MP pode guiar a reação jurídica a esta atividade no Brasil, na música ou em outras áreas: eles tipificaram a ação como possível crime de estelionato, além de violar o Código de Defesa do Consumidor, e abriram um inquérito. Eles localizaram e interrogaram responsáveis por 18 sites próprios e mais 17 pessoas que vendiam "fake streams" através do sites de varejo online. Confrontados com a tipificação de estelionato, todos fecharam, até julho de 2021, acordos com o MP para tirar o site do ar ou, ao menos, fechar a parte de venda de "fake streams". A investigação descobriu que todos os operadores no Brasil usavam como base um serviço de manipulação de redes sociais baseado no Leste Europeu. Essa operação atua também em outras redes sociais e áreas do marketing e da política. O MP não divulgou o nome dos sites que foram fechados, nem de músicos que usaram estes serviços. A ação, chamada Operação Antidoping, ainda está em atividade, e não resolveu o problema: uma busca na internet mostra que ainda há vários sites oferecendo "fake streams" no Brasil. Combinado com os russos "Embora as empresas tenham sede no Brasil, verificou-se que, em geral, o serviço de impulsionamento é executado no Leste Europeu, o que dificulta a identificação do seu operador primário", diz ao G1 o promotor Lister Caldas Braga Filho, que participou do inquérito. Estes serviços brasileiros não têm a tecnologia própria das chamadas "fazendas de cliques". Uma das configurações dessas "fazendas" é a de painéis com centenas de aparelhos que ficam o tempo inteiro gerando os acessos - diretamente por pessoas ou controlados automaticamente. Imagem de uma empresa que funciona como 'fazenda de cliques' flagrada na China em 2017 Reprodução / GloboNews "Todos estes serviços do Brasil são espelhos de uma plataforma que está hospedada na Rússia. Ali você encontra impulsionamento para tudo: Facebook, Instagram, Twitter, conteúdos de notícias, de política, de personalidades", diz ao G1 Paulo Rosa, presidente da Pró-Música, associação das gravadoras no Brasil, que participou da formulação da queixa-crime com a Apdif. "E entrou a música ali dentro desse ecossistema, infelizmente. É uma coisa que viaja para a Rússia e volta", diz o executivo. "Porém, isso não interfere na punição dos demais envolvidos (no Brasil): a responsabilidade penal é pessoal, podendo tornar-se réu qualquer um que tenha concorrido de modo relevante para a prática do crime, independentemente da responsabilização dos demais", ressalta Lister Braga. "Entendemos que os fatos constituem o crime do art. 67 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), e podem também configurar estelionato, caso haja intenção de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio", diz o promotor. Estelionato é uma fraude que induz alguém a uma falsa concepção de algo com o intuito de obter vantagem ilícita para si. O artigo 67 do CDC proíbe fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva. Usuária do Spotify Jamile Alves/G1 Fakes globais Em 2020, antes de apresentar a queixa-crime, a Apdif conseguiu fechar cerca de 30 sites após o envio de notificações extrajudiciais. O Brasil não é o único país em que há este esforço. Recentemente, a Alemanha anunciou o fechamento de oito sites de "fake streams". "A venda de plays é uma coisa que distorce tudo: a remuneração, a percepção que o público tem do que está fazendo sucesso. É uma das prioridades do setor combater esse tipo de prática no mundo inteiro", diz Paulo Rosa. "Por isso uma coalizão foi formalizada no final de 2019, entre as plataformas, gravadoras multinacionais, independentes, editores de músicas, organizações que representam artistas, autores, para se combater essa prática. E estamos fazendo essa parte aqui no Brasil", diz Paulo Rosa. Qual é o tamanho da fraude? O fã de música pop vai pensar: será que minha torcida para meu ídolo subir nas paradas de streaming não significa nada? É tudo uma farsa? Não é bem assim... O que as investigações apontam é que há um limite para que a manipulação não seja flagrada pelos próprios serviços de streaming. "A gente percebeu que as compras são feitas de forma fragmentada, a cada mil 'plays'. Eles tomam cuidado de não fazer o impulsionamento falso de muito volume para não ser detectado", diz o advogado Paulo Batimarchi, coordenador da Apdif. Em geral, a música mais tocada no Spotify no Brasil tem 1 milhão de plays por dia. Então, pelo menos no que foi apurado até agora, é difícil comprar uma posição assim. Mas, o que se faz, explica Paulo Batimarchi, é comprar plays para "enganar o algoritmo". Algoritmo enganado Quando uma música é lançada, mesmo uma manipulação na casa dos poucos milhares pode fazer com que o sistema das próprias plataformas entenda que ela está sendo bem recebida por ouvintes de verdade, e dê destaque real para estas faixas. Assim, a desconfiança maior fica para novos artistas e lançamentos que sobem rápido, geralmente com pouco engajamento nas redes para condizer com esses números. Para um mercado muito competitivo, em que se destacar entre as novidades é uma tarefa árdua, e viver com a remuneração baixa das plataformas por plays é quase impossível, não é pouca coisa este estelionato. O prejuízo fica, principalmente com o músico novo que faz tudo certinho. Trump feat. Putin Plataforma que opera a partir do Leste Europeu, segundo investigações, era usada para gerar "fake streams" de música no Brasil e oferece centenas de formas de manipular redes sociais no mundo Reprodução "Esses serviços inflam a audiência ou popularidade de um determinado artista através da mesma estrutura e ferramental tecnológico utilizados em campanhas de desinformação que vêm sendo largamente discutidas desde as eleições americanas de 2016", diz Lister Braga. A campanha de manipulação de redes sociais na eleição de Donald Trump feita por operadores russos gerou uma crise internacional e reações das grandes empresas, que não impede que o problema siga. "Esses sistemas autônomos não servem apenas à manipulação da opinião pública em relação a questões políticas, mas também para induzir o consumidor a agir com base em informações enganosas sobre popularidade ou influência de pessoas ou produtos", diz o promotor. "O MP foi muito feliz em lidar com essa operação", diz Paulo Batimarchi. Ele diz que houve um impacto real nos "fake streams", mas o baile segue, na música e fora dela. "Existem mais de 150 operadores de impulsionamento fraudulento de conteúdo no Brasil hoje, abertamente", estima o advogado. Problema é mundial: site europeu vende visualizações no YouTube Reprodução O que dizem as plataformas sobre o 'fake stream'? Google: "A contagem de views é incrivelmente importante para nós no YouTube. Nós tomamos ações contra views gerados de maneiras que não seguem nossas regras, incluindo tentativas de terceiros de inflar artificialmente a contagem." Spotify: “Nós levamos a atividade de streaming fraudulento extremamente a sério. O Spotify possui várias ferramentas de detecção de fraude monitorando o consumo no serviço para detectar, investigar e lidar com atividades fraudulentas. Continuamos a investir pesadamente nos processos de refinação e na melhora dos métodos de detecção e remoção, para continuarmos reduzindo o impacto dessa atividade nos criadores de conteúdo e detentores de direitos legítimos.” Veja Mais

Juliette elogia beleza dos atletas olímpicos, Italo Ferreira responde e internautas 'shippam' o casal

G1 Pop & Arte 'Que tanto atleta gato é esse?! Queriaaaa...', escreveu a vencedora do 'BBB21' nesta quarta em rede social. Surfista medalha de ouro nas Olimpíadas respondeu um emoji de foguinho. Juliette e Italo Ferreira Reprodução Instagram A campeã do "BBB21", Juliette Freire, elogiou a beleza dos atletas olímpicos em uma rede social e chamou a atenção do surfista Italo Ferreira, que ganhou o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. Em post no Twitter nesta quarta-feira (28), a vencedora do reality perguntou: "Que tanto atleta gato é esse?! Queriaaaa...". Italo, então, respondeu com dois emojis – um deles, de foguinho (veja abaixo). Foi o suficiente para os internautas ficarem eufóricos e começarem a "shippar" o "casal". Um internauta alertou que o atleta tinha namorada, o que foi rapidamente desmentido pelo próprio campeão: "Não namoro, não…". LEIA MAIS: Conheça a trajetória de Italo Ferreira Paquera, perrengues e zoeira: o lado B da Vila Olímpica Juliette elogia beleza de atletas olímpicos nas redes sociais e Italo Ferreira responde Reprodução Initial plugin text Initial plugin text O perfil oficial do SporTV entrou na brincadeira: "Um match mais bonito que eu e o @globoplay nessa Olimpíada Cara sorridente com os olhos em forma de coração". Initial plugin text Italo Ferreira ganhou o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. A medalha é histórica também porque essa foi a estreia do surfe nas Olimpíadas. O potiguar chega ao Brasil na tarde desta quinta-feira (29) e deve chegar ao Rio Grande do Norte no dia seguinte. Veja, no vídeo abaixo, entrevista de Italo após a conquista do ouro: 'Ainda não caiu a ficha', afirma Italo Ferreira após conquistar medalha de ouro no surfe Veja, no vídeo abaixo, como o TikTok revela paqueras e perrengues na Vila Olímpica: TikTóquio: Os melhores atletas olímpicos da rede social Italo Ferreira respondeu comentário de Juliette sobre beleza dos atletas e levou os internautas à loucura Jonne Roriz/Reprodução Instagram Juliette Freitas Duda Freire/Gshow VÍDEOS: Italo Ferreira leva o ouro no surfe Veja Mais

Little Mix ganha estátuas de cera no Madame Tussauds de Londres

G1 Pop & Arte Formação original da banda foi mantida na homenagem, mesmo após saída de Jesy Nelson em dezembro. Girl band completa uma década de carreira neste ano. Little Mix ganha estátuas de cera no Madame Tussauds, em Londres; na foto, artista dá retoques finais nas réplicas das cantoras Reuters/Peter Nicholls As estátuas da girl band britânica "Little Mix" se juntaram a outras estrelas no Madame Tussauds em Londres nesta quarta-feira (28), com o museu de cera inaugurando as réplicas do grupo musical no aniversário de 10 anos da banda. A ex-integrante Jesy Nelson, que deixou a banda em dezembro, também está junto às cantoras Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards e Jade Thirlwall entre as estátuas de cera que foram criadas inspiradas no videoclipe "Bounce Back", de 2019. O grupo alcançou a fama depois de vencer a versão britânica do show de talentos "The X Factor", em 2011, e desde então emplacou vários sucessos no top 1 do Reino Unido, incluindo "Black Magic" e "Shout Out to My Ex". Little Mix ganha estátuas de cera no Madame Tussauds de Londres Reuters/Peter Nicholls As integrantes começaram o trabalho com o museu no início de 2020, meses antes de Nelson anunciar sua saída. "Quando essa notícia veio, decidimos coletivamente que era realmente melhor continuar com nossos planos de imortalizar o vídeo de 'Bounce Back' e, é claro, incluir Jesy nessa formação", disse Claire Treacy, gerente sênior de relações públicas do Madame Tussauds em Londres. "Jesy é uma grande parte do Little Mix, de tudo que elas conquistaram ao longo de 10 anos." Veja entrevista com a banda em março de 2020: Little Mix prepara novo álbum com volta ao pop e feminismo literal Veja Mais

Ashton Kutcher e Mila Kunis revelam que não tomam banho todos os dias; comentário rende memes

G1 Pop & Arte Em entrevista para o podcast Armchair Expert, casal afirmou que também não dá banho nos filhos diariamente. O ator Ashton Kutcher usa o celular para fazer selfie com sua mulher, a atriz Mila Kunis, antes do jogo 4 da série entre Chicago Cubs e Los Angeles Dodgers na liga nacional de beisebol dos EUA, em Los Angeles, na quarta-feira (19) David J. Phillip/AP Ashton Kutcher e Mila Kunis revelaram em entrevista ao podcast "Armchair Expert" que não tomam banho todos os dias. Durante conversa com os apresentadores Dax Shepard e Monica Padman, o casal afirmou que também não dá banho nos filhos diariamente. O assunto teve início quando Shepard comentou com Padman que usar sabonete todos os dias retira os óleos naturais do corpo. Ashton Kutcher e Mila Kunis concordaram com o comentário. "Quem ensinou vocês a não se lavarem?", questionou Padman, surpresa com o comentário. "Eu não tive água quente quando era criança, então não tomei muitos banhos", explicou Kunis. A atriz ainda afirmou que segue a mesma linha peculiar de higiene com os filhos Wyatt, de 6 anos, e Dimitri, de 4. "Não fomos aqueles pais que dão banhos em seus recém-nascidos sempre." "Se você pode ver a sujeira neles, limpe-os. Do contrário, não adianta", completou Kutcher. O ator ainda afirmou que lava as "axilas e virilha diariamente e nada mais" e que , após os treinos, "joga um pouco de água no rosto após para tirar os sais". A revelação dos atores rendeu uma série de memes nas redes sociais. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Vídeo: Mila Kunis e Kate McKinnon falam sobre 'Meu ex é um espião' Mila Kunis e Kate McKinnon falam sobre 'Meu ex é um espião' Veja Mais

Pop brasileiro invade Tóquio com 'Baile de favela' de Rebeca, 'Zap zum' de Douglas, dança de Rayssa e mais

G1 Pop & Arte 'Baile de favela' embala Rebeca Andrade rumo à final; DJ austríaco antenado tocou Anitta, Barões da Pisadinha e mais; Douglas exaltou 'Zap zum'; Rayssa fez passinhos de funk entre manobras; veja como nossa música se infiltra nas Olimpíadas. Pop no vôlei, Pabllo no quarto de Douglas e funk na ginástica e nos passos de Rayssa: hits brasileiros invadem Tóquio Montagem: Arquivo pessoal/Facebook-Reprodução A participação dos brasileiros nos Jogos Olímpicos de Tóquio não se limita apenas ao time de atletas. As caixas de som das quadras, pistas e arenas mostram a cultura do país, que se infiltrou até em apresentações oficiais do evento. Os jogos de vôlei viraram um festival pop brasileiro, com Anitta, Barões da Pisadinha, Israel & Rodolffo e Pabllo Vittar nas caixas de som das quadras. Por falar em Pabllo, a música "Zap zum" virou o hino de Douglas Souza depois que ele postou vídeos com o hit. Rebeca Andrade vai levar à final da ginástica o "Baile de favela" de MC João. Enquanto o Brasil estava tenso ao ver a final do skate feminino, Rayssa Leal fazia, tranquila, a dancinha de TikTok de "Não nasceu pra namorar" no meio da pista. Vôlei pop festival O DJ austríaco Stari é um dos responsáveis por levar a música brasileira para os jogos de vôlei nas quadras e na areia. Ele já afirmou que monta sua setlist a partir de pesquisas sobre os hits dos países que participam de cada jogo. Além disso, o europeu conta que atende aos pedidos dos atletas e que aprende os gostos de cada um pelas redes sociais. Nessa, ele já levou para os jogos Barões da Pisadinha, Anitta, Ivete Sangalo, Jojô Todynho e Israel & Rodolffo. A entrevista de Stari ao G1 até gerou uma polêmica: o DJ austríaco disse que não ia mais tocar "Batom de cereja" depois que fãs de vôlei contaram ao DJ sobre a controversa participação de Rodolffo no BBB 21. "Prefiro não tocar mais e evitar polêmica", disse, sem entrar em detalhes. Os fãs de Rodolffo fizeram campanha no domingo (25) para que ele desistisse do bloqueio e tocasse "Batom de cereja". Eles levaram a campanha aos assuntos mais comentados no Twitter, mas, até agora, Stari não voltou atrás. Pabllo nas quadras e no quarto de Douglas Stari também já tocou "Zap Zum", de Pabllo Vittar. Para o jogador de vôlei Douglas Souza, a música é o hit dos Jogos Olímpicos de Tóquio. O atleta, que está bombando nas redes mostrando um pouco dos bastidores das Olimpíadas, costuma usar a faixa diversas vezes como trilha. Com tanta divulgação de seu trabalho nas redes de Douglas, Pabllo logo se tornou fã do jogador e passou -- como milhões de brasileiros -- a seguir o atleta nas redes sociais. E Douglas também já mostrou que o álbum de Pabllo "Batidão Tropical" tem aprovação de Maurício Borges, o Jorges, companheiro de quarto do atleta. Funk nos Jogos Olímpicos MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade O funk brasileiro também ganhou lugar na apresentação oficial da ginasta Rebeca Andrade. A atleta fez sua entrada no solo ao som de "Baile de favela", o funk que mudou a vida de MC João. "A Rebeca Andrade é baile de favela", brinca o artista. "Queria agradecer a Rebeca por ter escolhido essa música para abrilhantar ainda mais a apresentação dela, e por fazer parte de um momento tão importante da sua vida", disse João após Rebecca chegar à final das Olimpíadas de Tóquio de 2021 com a apresentação. "Baile de favela" é um marco na expansão do funk de São Paulo em 2015. Ela virou com letra que cita os principais fluxos da periferia paulista. Em 2020, "Baile de favela" foi tocada até nas festas de rua dos EUA em comemoração pela derrota de Donald Trump nas eleições presidenciais do país. ''Baile de favela', eu costumo dizer, tem vida própria, e todos os anos ela dá o seu jeitinho de aparecer. E esse ano não foi diferente. Dessa vez a ilustre apresentação da digníssima Rebeca Andrade", diz João. A dança da Fadinha Dança da Fadinha: de onde veio a coreografia que embalou a medalha de Rayssa Leal no skate Outro funk que inspirou movimentos nos Jogos Olímpicos foi "Não nasceu pra namorar", parceria entre MC Zaquin e MC Rick. O Brasil inteiro roía as unhas na prova final do street de skate na madrugada desta segunda-feira (26), enquanto Rayssa se divertia e fazia os passinhos da coreografia, que já é sucesso no TikTok. Já são quase meio milhão de vídeos com a dancinha na rede social. E, com seu inseparável skate nas mãos, a atleta de 13 anos repetiu os passinhos, mostrando que estava bem tranquila antes de levar sua primeira medalha olímpica pra casa. A maranhense, conhecida como Fadinha, se tornou a mais jovem medalhista olímpica da história do Brasil ao ficar em segundo lugar na categoria street do skate. Veja Mais

'Velozes e Furiosos 9' volta ao topo da bilheteria nacional e desbanca 'Viúva Negra'

G1 Pop & Arte Filme com Scarlett Johansson cai para 3º lugar no ranking. Dez filmes mais vistos no último final de semana arrecadaram R$ 15 milhões. "Velozes e Furiosos 9" volta ao topo da bilheteria nacional após duas semanas e desbanca "Viúva Negra", líder anterior. O filme foi visto por 215 mil pessoas, o que gerou uma renda de R$ 4 milhões. Já o longa com Scarlett Johansson caiu para 3º lugar, com público de 171 mil e faturamento de R$ 3,2 milhões. Os dados são da ComScore e foram coletados no período entre 22 e 25 de julho de 2021. 'Velozes e furiosos 9' continua busca exagerada da franquia pelo absurdo; G1 já viu 'Viúva Negra' é ótimo filme tardio da heroína com foco em família e espionagem; G1 já viu No total, os dez filmes mais vistos no país neste final de semana arrecadaram juntos R$ 15,6 milhões e foram vistos por 804 mil de pessoas. Veja o ranking de bilheteria entre os dias 22 e 25 de julho de 2021: "Velozes & Furiosos 9" - R$ 4 milhões "Um Lugar Silencioso - Parte II" - R$ 3,6 milhões "Viúva Negra" - R$ 3,2 milhões "Space Jam: Um Novo Legado" - R$ 2,6 milhões "Os Croods 2: Uma Nova Era" - R$ 1,1 milhão "Dupla Explosiva 2" - R$ 289 mil "Invocação do Mal 3 - A Ordem dos Demônios" - R$ 96,9 mil "Cruella" - R$ 29,2 mil "Irmãos à Italiana" - R$ 12,6 mil "Nomadland" - R$ 8,3 mil 'Velozes e furiosos 9' ganha 1º trailer; ASSISTA Veja Mais

'Baile de Favela' em Tóquio: autor do funk que embalou Rebeca Andrade, MC João manda 'energia positiva' para a final; VÍDEO

G1 Pop & Arte "Baile de favela' em Tóquio, quem diria?' MC do funk que estará na final das Olimpíadas destaca trajetória de superação da atleta que cresceu em comunidade próxima à dele em SP: 'Já é uma vencedora'. MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade Rebeca Andrade e MC João cresceram em comunidades próximas. Enquanto a ginasta da Vila Fátima, em Guarulhos (SP), dava seus primeiros saltos, o cantor da Jova Rural, Zona Norte de São Paulo, trabalhava como office boy enquanto se arriscava no funk. Bem longe das suas comunidades, lá no Japão, as histórias dos jovens de origem humilde se encontraram: Rebeca brilhou na classificatória da ginástica artística e chegou à final das Olimpíadas de Tóquio de 2021 ao som de "Baile de favela", o funk que mudou a vida de MC João. Em vídeo ao G1, João agradece e deseja boa sorte a Rebeca, e fala sobre o funk que "ganhou vida própria". ASSISTA ACIMA. "A Rebeca Andrade é baile de favela", brinca João. "Queria agradecer a Rebeca por ter escolhido essa música para abrilhantar ainda mais a apresentação dela, e por fazer parte de um momento tão importante da sua vida", diz o cantor. "Independentemente de qualquer coisa eu já acho ela uma vencedora, uma campeã, ainda mais por tudo que ela tem passado, por todas as barreiras que ela tem enfrentado e superado", incentiva o cantor. "Vai que você consegue mais, estamos na torcida, mandando muita energia positiva." "Baile de favela" é um marco na expansão do funk de São Paulo em 2015. Ela virou com letra que cita os principais fluxos da periferia paulista. A música mudou a vida de João, mas ele diz que não ganhou tudo o que deveria e hoje comanda sua empresa com a missão de dar poder aos MCs. Em 2020, "Baile de favela" foi tocada até nas festas de rua dos EUA em comemoração pela derrota de Donald Trump nas eleições presidenciais do país. ''Baile de favela', eu costumo dizer , tem vida própria, e todos os anos ela dá o seu jeitinho de aparecer. E esse ano não foi diferente. Dessa vez a ilustre apresentação da digníssima Rebeca Andrade", diz João. O pai de João Israel Simeão morreu quando ele tinha 17 anos. Ele era pedreiro e sustentava a família. O jovem ficou sozinho para cuidar da mãe, com problemas de saúde, e duas irmãs. O funk era “válvula de escape” da rotina difícil. “Comecei a sustentar a minha família com R$ 620 por mês. Imagina o que você faz com esse dinheiro...” Ee saia todo dia para trabalhar de office boy. Passou pela Ericsson e foi ajudante no escritório de advocacia Pinheiro e Associados, na avenida Paulista. Quando anunciou que largaria o trabalho de 9h às 17h para se dedicar só ao funk, ouviu dos antigos chefes: “Você é louco”. Leia o perfil do cantor feito pelo G1 em 2015, quando ele estourou "Baile de Favela". Veja Mais

Paolla Oliveira e Diogo Nogueira recebem mensagens de famosos após assumirem namoro: 'Casalzão'

G1 Pop & Arte Atriz e cantor receberam os parabéns de amigos artistas e de fãs. 'Amo os dois! Ui!', escreveu o carnavalesco Milton Cunha. Paolla Oliveira e Diogo Nogueira nos bastidores do show do cantor Divulgação Paolla Oliveira e Diogo Nogueira receberam mensagens de famosos neste sábado (24) após assumirem o namoro. Os dois fizeram o anúncio ao site Hugo Gloss na sexta-feira (23) e disseram: "Estamos felizes". "Casalzão, amei", elogiou a apresentadora e atriz Fernanda Paes Leme no post do Instagram do site com o anúncio. "Amo os dois! Ui!", disse o carnavalesco Milton Cunha. Mumuzinho, Monique Alfradique, Karina Bachhi e outros comemoraram a notícia. "Shippo!", disse a apresentadora Astrid Fontenelle. "Lindos", elogiou a modelo Carol Trentini. Os fãs também comemoraram a notícia nas redes. Veja abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Semana Pop: Casal inseparável, cama 'anti-sexo' e mais fofocas dos bastidores da Olimpíada Veja Mais

'Tempo', de M. Night Shyamalan, explora natureza humana: 'Um dos meus filmes mais emocionais'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, diretor e atores falam sobre suspense baseado em HQ que estreou no Brasil nesta quinta-feira (28). Há alguns anos, o diretor M. Night Shyamalan ganhava das filhas a história em quadrinhos "Castelo de areia", de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters. O presente de dia dos pais bateu forte no cineasta, que usou a trama da obra como inspiração para explorar a natureza humana em seu novo filme, "Tempo", lançado no Brasil nesta quinta-feira (29). "É um dos meus filmes mais emocionais", diz sobre o suspense o cineasta conhecido por "O sexto sentido" (1999) em entrevista ao G1. Leia a resenha completa do filme. "Esse foi definitivamente um período muito pessoal e emocional. Não sei se foi o que estava acontecendo na minha vida pessoalmente, a pandemia. Tudo. Quão velho eu estou. A idade das minhas filhas. Meus pais." O diretor M. Night Shyamalan durante as gravações de 'Tempo' Divulgação De olho no relógio De fato, "Tempo" destoa das demais obras do diretor e roteirista de 50 anos. Ao contar a história de um grupo de turistas presos por uma força misteriosa em uma praia onde envelhecem anos em minutos, ele discute temas como amadurecimento, laços familiares e os lados mais primitivos do ser humano. Mesmo assim, volta mais uma vez sua atenção aos quadrinhos, peça fundamental da trilogia que iniciou em "Corpo fechado" (2001) e encerrou em "Vidro" (2019). "Quando penso em uma ideia, eu não sei bem como descrever além de que a ideia não tem um fundo", conta Shyamalan, que assina o roteiro de "Tempo". "'Castelo de areia' fez isso pra mim. Quando eu li, tive essa impressão da pedra no poço de que não tinha fundo. Eu poderia continuar tendo ideias para sempre." Vicky Krieps, Thomasin McKenzie, Luca Faustino Rodriguez e Gael García Bernal em cena de 'Tempo' Divulgação Gravação pandêmica A trama de certa forma distópica encontrou reflexos na própria realidade. As gravações realizadas em 2000 em uma praia na República Dominicana marcaram a primeira vez em que o diretor comandava uma produção fora dos Estados Unidos. Enquanto isso, o mundo enfrentava as medidas de segurança por causa da pandemia – que chegaram a paralisar Hollywood por meses. Tudo isso ajudou a criar o sentimento de isolamento necessário para a história, e reforçou laços entre o elenco formado por atores de diversas partes do mundo. "É a melhor coisa trabalhar com um diretor que é tão ousado e tão comprometido com um tipo de procura e experimentação ao fazer esses grandes filmes de gênero", afirma o mexicano Gael García Bernal ("Wasp network: Rede de espiões"). Thomasin McKenzie e Alex Wolff em cena de 'Tempo' Divulgação "Envolvem muitas premissas malucas, que são difíceis de imaginar como juntar em uma história, em uma estrutura narrativa." No filme ele interpreta Guy, pai da família de protagonista, um homem metódico que leva os filhos naquela que prometia ser a última lembrança deles antes da separação do casal. "Eu aprendi muito. Foi realmente legal trabalhar com ele, ver a forma como ele monta as coisas", diz o ator sobre o Shyamalan. "Ele não apenas atingiu minhas expectativas, mas ultrapassou elas completamente em deslumbramento." Rufus Sewell em cena de 'Tempo' Divulgação Veja Mais

'Baile de favela': entenda história do funk de MC João que embalou a prata de Rebeca Andrade

G1 Pop & Arte Entenda o funk em 5 pontos: ele exalta os principais bailes de rua de SP, marcou virada no estilo; foi hit do réveillon de 2016; mudou vida do MC João e tem letra controversa - autor nega apologia à violência. MC João comemorou a prata de Rebeca Andrade com 'Baile de Favela' Dylan Martinez/Reuters; Reprodução/Instagram/MCJoão A conquista história de Rebeca Andrade, com primeira medalha olímpica de uma ginasta no Brasil, também enriquece a história de uma música fora do comum: "Baile de favela", o funk escolhido para embalar o solo da atleta. Conheça a história em 5 pontos: A música composta por MC João em 2015 lista e exalta os principais bailes de rua da periferia de São Paulo na época: Helipa, Marconi, Eliza Maria, Rua Sete e São Rafael são todos nomes de fluxos de "quebrada" famosos. A música foi o grande hit do réveillon no Brasil de 2015 para 2016. Era uma época em que o funk se expandia e ganhava cada vez mais público. O sucesso mudou a vida de MC João. Ele cresceu na periferia da Zona Norte de SP, na Jova Rural, comunidade próxima à de Rebeca Andrade, Vila Fátima, em Guarulhos. João perdeu o pai e sustentava a família desde os 17 anos. O clipe, gravado em um baile na Rua Sete, na porta da casa onde ele cresceu, foi um marco no estilo. 'Na época a gente pensava: será que alguma música algum dia vai superar “Baile de Favela”? Tinha sido a primeira a dar 100 milhões de views', contou o diretor Kondzilla ao G1. Hoje ela tem mais de 230 milhões de views. Por outro lado, muita gente ouviu na letra um incentivo à violência contra a mulher, no verso “vai voltar com a x... ardendo”. O MC negava com veemência. “No funk digo que ‘ela veio quente’. A gente está no clima, ela quer”, disse, defendendo o consentimento da personagem da letra. Veja abaixo o vídeo que o G1 gravou com MC João sobre sua história, o sucesso da música e as polêmicas em 2016. MC João comenta 'Baile de favela' Ao falar do sucesso João citou a morte do pai quando ele tinha 17 anos. Ele era pedreiro e sustentava a família. O jovem ficou sozinho para cuidar da mãe, com problemas de saúde, e duas irmãs. O funk era “válvula de escape” da rotina difícil. “Comecei a sustentar a minha família com R$ 620 por mês. Imagina o que você faz com esse dinheiro...” Da Jova Rural, ele saia todo dia para trabalhar de office boy. Passou pela Ericsson e foi ajudante no escritório de advocacia Pinheiro e Associados, na avenida Paulista. Quando anunciou que largaria o trabalho de 9h às 17h para se dedicar só ao funk, ouviu dos antigos chefes: “Você é louco”. Na verdade, João já cantava em paralelo com os trabalhos diurnos. Quem convenceu João Israel a cantar foi um colega da escola, no final do Ensino Médio. “Tinha conhecido um ano antes e depois acabamos na mesma sala. A gente ficava rimando o dia inteiro, mano. Falava do professor, da cadeira, da mesa. E eu inistia: ‘Vira MC, vira MC’”. O colega era Renato Lima Rodrigues, que também virou MC, o Menor da VG, outro ídolo dos bailes de favela. 'Fuga' do crime Perceber o jeito para o funk evitou que João Israel fosse para outro trabalho paralelo na comunidade. “Com a perspectiva que ele tinha, ou ele trabalhava ou ele ia roubar”, disse Juninho Love, o produtor artístico da produtora GR6. MC João, voz de 'Baile de favela', e R7, produtor da faixa, na casa da empresa GR6 Rodrigo Ortega / G1 “Você ganha um salário mínimo, e aí chegam do seu lado pessoas que ganham mais e têm uma saída para você, que está numa bola de neve." "Eu tinha perdido o meu pai, a única fonte de renda da família, meu porto seguro veio abaixo. O que você vai fazer? Nessa hora vêm vários pontos de interrogação na cabeça. A geladeira estava vazia. E nesse momento chegou o funk, e você não vai pelo outro caminho”, contou João. Ele seguiu por quase sete anos entre os trabalhos de office boy de dia e pequenos shows à noite. Cantar era o que ele queria de verdade. “Você vai viver o sonho ou a realidade? No começo do ano, tocou em mim que eu tinha que arriscar, porque era novo. Se for para quebrar a cara, tem que ser agora, porque mais para frente eu não sei como vai ser. Eu saí do trampo e no outro dia entrei na GR6”, lembra. Hit improvisado Depois de um funk que quase estourou (“'Caçador de pererecas' bateu na trave”, diz), ele voltou ao estúdio da GR6. “Baile de favela” veio de improviso. “Fui gravar outra música. Mas esqueci a melodia. O produtor é muito rigoroso, chucro. Ele levantou e falou: 'Tá uma bosta'. E agora, o que eu faço? Tinha um refrãozinho pronto e comecei: ‘Ela veio quente, hoje tô fervendo.’ Aí fui citando os bailes pelos quais passei. Todo mundo começou a pular no estúdio". O produtor é Rodrigo Santos, o R7 - apelido citado na música. Ele morava no Espírito Santo e ficou conhecido no funk de SP com trabalhos de produção à distância. Funkeiros mandavam a voz pela internet e recebiam a música pronta de volta. A GR6 gostou do trabalho e bancou a mudança dele para São Paulo. Ele se transformou em umd os principais produtores do funk do Brasil. Letra criticada Em redes sociais, houve muitas acusações de que a letra incentivava a violência contra a mulher, em versos como “vai voltar com a x... ardendo”. Ele nega. “Na letra digo que ‘ela veio quente’. A gente está no clima, ela quer”, diz João, defendendo o consentimento da personagem. Ele compara ao “pode vir quente que estou fervendo” de Roberto e Erasmo. Para ele, é fácil criticar o funk. “Só porque a gente é humilde e veio da favela, vem essa interpretação”, diz. Preconceito Os bailes de favela são alvos de críticas e repressão policial. “A gente é jovem, então por falta de opção de lazer acaba acontecendo. A gente é induzido a ter as coisas e passa vontade, e isso não faz bem. O fluxo é um jeito de se divertir. Tem gente que paga R$ 100 só para entrar numa balada. Com R$ 100 você faz a festa do fluxo. Sei que fica ruim para quem quer dormir na região, mas também virou uma fonte de renda para a comunidade”, diz. “Tem noção de quantos carrinhos de bebida, de refrigerante, quanta gente o fluxo emprega?". "Só quando a polícia chega é que uma correria para não perder tudo. É tiro de borracha pra lá, pra cá...”. João já tomou um destes tiros? “Não, eu sempre fui esperto. Menino do beco não toma não, sabe se esquivar”. Um dos bailes citados na letra, o da Rua Sete, acontecia na porta da sua casa. Ele convenceu a GR6 a gravar o clipe lá. “Foi mágico, só colocamos o som no carro e apareceram umas 3 mil pessoas”. Uma virada no funk "'Baile de favela” representou uma virada no mercado do funk, tanto pelo patamar de sucesso quanto pela parte sexual da letra. Quem explicou este impacto ao G1 foi o diretor Kondzilla, dono do canal de funk que é um dos maiores do mundo no YouTube. "'Baile de favela' tinha um palavrão no refrão. O MC João foi na Fátima Bernardes e ela falou: 'Nossa, parabéns, incrível. Mas se você não falasse aquela palavrinha, sua música ia mais longe.' Na época a gente pensava: será que alguma música algum dia vai superar “Baile de Favela”? Tinha sido a primeira a dar 100 milhões de views. Quando ouvi a Fátima, pensei: “Faz sentido”. Em setembro de 2016, a gente tinha 6 milhões de inscritos no canal. Eu achava que tinha esse teto para a audiência do funk, pois no Facebook os maiores MCs tinham 6 milhões de likes. Mas pensava: “Como a gente faz para romper essa bolha e alcançar um território maior? Depois que tomamos a decisão, a gente passou de 6 milhões em 2016 para 22 milhões de inscritos em 2017. Hoje deve ter mais de 40 vídeos com mais de 100 milhões" Desde então, Kondzilla criou um "filtro de palavrão" que bane versos mais pesados do seu canal. Isso expandiu muito seu público, sua potencial receita publicitária e, por consequência, a audiência do funk no Brasil. Mas, ao mesmo tempo, o filtro pós-Baile de Favela abriu espaço para outros produtores concorrentes sem este filtro e com mais conexão com as letras que são tocadas de verdade nos bailes de favela. Consagração olímpica Veja, abaixo, como foi escolhida e arranjada a versão de Baile de Favela para a apresentação de Rebeca. A seguir, assista também a reação de João ao uso da sua música pela ginasta: Como 'Baile de Favela' foi parar nas Olimpíadas de Tóquio com Rebeca Andrade MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade Veja Mais

Ecad firma primeiro contrato com TikTok para pagamento de direitos autorais sobre músicas no app

G1 Pop & Arte Escritório Central de Arrecadação e Distribuição não divulgou porcentagem estabelecida. Média praticada no mercado costuma ser de 12% das receitas geradas por cada plataforma. O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e o TikTok fecharam um contrato para o pagamento de direitos autorais sobre músicas tocadas na rede social. O acordo também garante pagamento retroativo. O Ecad e a empresa não divulgaram a porcentagem estabelecida na negociação. Cada contrato firmado tem condições próprias, mas a média praticada no mercado é que 12% das receitas de cada plataforma sejam destinadas aos direitos autorais. Desses 12%, 3% são destinados ao Ecad (e distribuído pelos profissionais da música representados pela instituição) e 9% são repassados para divisão entre compositores e editoras musicais (empresas que gerenciam e licenciam repertórios). A porcentagem exata depende do tipo de contrato entre editoras e artistas. O TikTok tem sido o trampolim de muitas músicas para o topo das paradas nacionais, com desafios de dança e virais. Além disso, a área de streamings foi uma das poucas que apresentou aumento de faturamento do pagamento de direitos autorais neste ano - quando os compositores amargaram queda de 15% no faturamento em relação ao ano passado. As porcentagens representam uma média do mercado. Os valores pagos por cada empresa são negociados por contratos individuais. — Foto: Daniel Ivanaskas/G1 Daniel Ivanaskas/G1 Veja Mais

Jean-François Stévenin, ator e diretor francês, morre aos 77 anos

G1 Pop & Arte Stévenin começou a carreira trabalhando para cineastas como Jacques Rivette e François Truffaut antes de se tornar diretor e um popular ator coadjuvante do cinema francês. Jean-François Stevenin em imagem registrada em dezembro de 2019, quando ator prestou um tributo ao diretor Jean-Pierre Mocky, em Paris Eric Feferberg / AFP O ator e diretor francês Jean-Francois Stévenin morreu nesta terça-feira (27), aos 77 anos, segundo informou sua família. A causa da morte não foi revelada, mas de acordo com a imprensa internacional, Sagamore Stévenin, filho do ator, informou que ele "morreu no Neuilly Hospital e lutou bastante". Stévenin começou a carreira trabalhando para cineastas como Jacques Rivette e François Truffaut antes de se tornar diretor e um popular ator coadjuvante do cinema francês. Jean-François Stévenin dirigiu três filmes considerados cult ("Passe montagne", "Doubles messieurs" e "Mischka"), mas foi sobretudo um ator prolífico e sua carreira inclui participações em "Na Idade da Inocência" de François Truffaut, "Um Quarto na Cidade", de Jacques Demy e "O Pacto dos Lobos", de Christophe Gans. Videos: Personalidades que morreram em 2021 Veja Mais

Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro são selecionados para Festival de Veneza

G1 Pop & Arte 'Ato' é um curta-metragem e '7 Prisioneiros' foi produzido por Fernando Meirelles ('Cidade de Deus') e Ramin Bahrani ('O Tigre Branco'). Festival acontece entre os dias 1º e 11 de setembro. Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro são selecionados para Festival de Veneza Divulgação O novo filme de Bárbara Paz e o longa "7 Prisioneiros", estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros, são os representantes do Brasil no Festival de Veneza 2021. O anúncio dos filmes selecionados foi feito nesta segunda-feira (26). Veja quem concorre ao Leão de Ouro neste ano Depois de ser premiada com o melhor documentário por "Babenco" em 2019, a atriz e cineasta Bárbara Paz volta ao festival com o curta "Ato" na seleção Orizzonti Short Films. Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira interpretam o casal Ava e Dante no curta filmado em Ouro Preto (MG). "Em um mundo onde a solidão foi a maior protagonista, com palcos vazios e o medo constante da morte. O afeto é o Ato, a fuga, o desejo fundamental da sobrevivência", comenta a diretora Bárbara Paz. “É um honra tão grande voltar ao grande Festival de Veneza com meu primeiro filme de ficção. Um pequeno ATO de silêncio e solidão". Bárbara Paz Divulgação Já "7 Prisioneiros", estrelado por Santoro e Malheiros, foi produzido por Fernando Meirelles ("Cidade de Deus") e Ramin Bahrani ("O Tigre Branco"). A estreia está prevista para ainda este ano na Netflix. Dirigido por Alexandre Moratto, o filme será exibido pela primeira vez no festival e concorre na seleção Orizzonti Extra. "O filme, dirigido por Alexandre Moratto, é mais uma oportunidade importante pra gente falar pro mundo de temas urgentes por meio da Arte", escreveu Santoro no Instagram. "Fico muito honrado por fazer parte disso, ao lado de uma equipe tão dedicada e deste grande talento que é Christian Malheiros", completou. A 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza acontece entre os dias 1º e 11 de setembro. Relembre os destaques da temporada de premiações do começo de 2021: Perdido no Globo de Ouro? Semana Pop tem guia rápido para começar temporada de premiações Veja Mais

Mike Mitchell, ator de 'Gladiador' e 'Coração Valente', morre aos 65 anos na Turquia

G1 Pop & Arte Ator passava férias no país quando sofreu um ataque cardíaco. Ator Mike Mitchell em 'Coração Valente' Reprodução O ator escocês Mike Mitchell, que participou dos sucessos "Gladiador" e "Coração Valente", morreu aos 65 anos na cidade turística de Fethiye, no sudoeste da Turquia, informou a mídia local neste domingo (25). O ator, que estava de férias na cidade costeira, morreu de ataque cardíaco na sexta (23), segundo o TMZ. "É difícil acreditar. Uma morte súbita de um ator internacional, uma pessoa honesta, um amigo leal e querido nos deixa muito triste. Sempre terei a honra de ter sido seu empresário. Desejo paciência para sua mulher Denise e seus filhos", afirmou o representante de Mike Mitchell ao site americano. Segundo a imprensa turca, o corpo, encontrado pelo gerente de uma marina, foi levado ao necrotério para uma autópsia que deve determinar a causa exata da morte. VÍDEOS: Personalidades que morreram em 2021 Veja Mais

Só no Brasil um meme envolve política, ciência e ex-atriz pornô; entenda

G1 Pop & Arte No 'Que meme é esse?' deste domingo (25) saiba quem é Mia Khalifa e entenda como ela foi parar na CPI da Covid. Veja o vídeo! Como explicar o Brasil pros gringos? Só aqui mesmo pra uma história misturar: política, ciência e uma ex-atriz pornô. E tudo virar um meme no final... A Rafaela Putini explica melhor no 'Que meme é esse' como Mia Khalifa foi parar na CPI da Covid. Veja o vídeo: Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. VEJA MAIS VÍDEOS DO 'QUE MEME É ESSE?' G1 no YouTube - Mia Khalifa e a CPI da Covid Arte/G1 Veja Mais

Lives da semana: Marília Mendonça, Maiara e Maraisa, Roberta Miranda e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste final de semana. Maiara, Marília Mendonça e Maraisa fazem live do projeto 'Patroas' neste sábado (24) Divulgação Marília Mendonça e Maiara e Maraisa farão a live "Patroas" neste sábado (24) às 20h. As cantoras sertanejas vão cantar grandes sucessos das carreiras e músicas inéditas que gravaram juntas. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Lives de sábado (24): Roberta Miranda - 19h - Link Marília Mendonça, Maiara e Maraisa - 20h - Link Semana Pop fala sobre o retorno das Lives e o adeus de Gusttavo Lima ao formato Veja Mais

'Jungle Cruise', 'Dupla Explosiva 2' e 'Tempo' estreiam nos cinemas; G1 comenta em VÍDEO

G1 Pop & Arte Semana tem aventura da Disney, filme de ação e novo suspense de M. Night Shyamalan. Com Dwayne Johnson e Emily Blunt, 'Jungle Cruise' não consegue repetir sucesso de 'Piratas do Caribe'. 'Jungle Cruise', 'Dupla Explosiva 2' e 'Tempo' estreiam nos cinemas Os destaques entre as estreias que chegaram aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) têm uma aventura da Disney na selva amazônica, um novo suspense de M. Night Shyamalan ("O sexto sentido") e uma continuação de ação com Ryan Reynolds ("Deadpool") e Samuel L. Jackson ("Homem-Aranha: Longe de casa"). Assista ao vídeo acima para saber mais ou leia abaixo: 'Jungle Cruise' "Jungle Cruise" é a nova aventura feita pela Disney para toda a família. Assim como a franquia "Piratas do Caribe", também é baseada em uma atração clássica de um dos parques da empresa, com cenários exóticos do continente americano, sotaques europeus e vilões monstruosos carregados nos efeitos especiais. Infelizmente, o filme estrelado por Dwayne Johnson ("Jumanji: Próxima fase") e Emily Blunt (em cartaz em "Um lugar silencioso - Parte 2") tem poucas chances de repetir o sucesso do antecessor, que somou mais de US$ 4,5 bilhões em bilheterias no mundo inteiro. Afinal, nem o carisma gigantesco da dupla de protagonistas consegue superar uma história pouco inspirada, que se limita a reproduzir características dos filmes com Johnny Depp com mais furos e menos animação. Para brasileiros, a trama passada no rio Amazonas pode irritar ainda mais com sua indecisão sobre o idioma falado no país e uso de inúmeros clichês sobre a região. 'Tempo' Assista ao trailer do filme "Tempo", de M. Night Shyamalan O novo filme de M. Night Shyamalan acompanha a viagem de um casal à beira do fim do casamento com seus dois filhos a um hotel de luxo. Na região, decidem ir a uma praia isolada, onde encontram outros turistas. Porém logo fica claro que as coisas ali não são normais e um corpo flutuando no mar se torna o menor dos problemas quando as crianças começam a envelhecer rapidamente com o passar dos minutos. Com uma força invisível que os impede de deixar o local, eles são forçados a encarar seus próprios demônios e decidir se continuam concentrados em busca de uma saída naqueles que podem ser seus últimos momentos de vida. Leia a resenha completa. 'Dupla explosiva 2 - E a primeira-dama do crime' A continuação do filme de 2017 promove o reencontro entre Ryan Reynolds, um dos melhores guarda-costas do mundo, e seu protegido, o assassino de aluguel vivido por Samuel L. Jackson. Dessa vez, a história envolve ainda a mulher do matador, interpretada por Salma Hayek ("Linha reta") em uma trama internacional com o vilão de Antonio Banderas ("Dor e glória") e direito até a Morgan Freeman ("Truque de Mestre: O 2º Ato"). Veja Mais

Rebeca Andrade: Como 'Baile de Favela' foi parar nas Olímpiadas de Tóquio

G1 Pop & Arte Coreógrafo da seleção ouviu funk, de MC João, nas Olimpíadas do Rio de 2016 e fez trilha com tema de Bach. Ginasta conquistou medalha de prata nesta quinta-feira (29) e ainda concorre no solo e salto. Como 'Baile de Favela' foi parar nas Olimpíadas de Tóquio com Rebeca Andrade Dos intervalos das Olimpíadas do Rio direto para Tóquio. A história de "Baile de Favela" no solo de Rebeca Andrade começou em 2016, quando Rhony Ferreira, coreógrafo da seleção brasileira, viu como o funk funcionava bem para "levantar a galera". Cinco anos depois, a ginasta fez uma apresentação impecável que a colocou na final dos Jogos Olímpicos com o funk de MC João. "Achei sensacional e via como aquela plateia toda, batia a palma junto, cantava. Pensei: 'Que bacana para a gente usar um dia justamente para levantar a galera, né?'. Fiquei com essa cartinha na manga", diz Ferreira ao G1. Rebeca conquistou a prata nesta quinta-feira (29) na categoria individual geral. É a primeira medalha olímpica do Brasil na ginástica feminina. Ela ainda disputa o ouro no salto no domingo (1º) e no solo na segunda (2). Rebeca Andrade conquista prata nas Olimpíadas de Tóquio nesta quinta (29); medalha olímpica é da ginástica brasileira Reuters/Dylan Martinez O funk de 2015 é um marco na expansão do funk de São Paulo ao citar os principais fluxos da periferia paulista, mas ele não é o único elemento da apresentação da ginasta. Ferreira conta que precisava de outra música para fazer o contraponto com "Baile de Favela" e optou por procurar entre os clássicos. "Cheguei na 'Tocata e Fuga', do Johann Sebastian Bach, que é tocado em órgão de tubo, uma coisa bem séria, bem. Achei original essa mistura de uma coisa tão clássica com outra tão moderna". Reação de Rebeca na 1ª vez que ouviu As ginastas brasileiras não se envolvem na produção das músicas, essa é uma missão que cabe ao coreógrafo. Ele lembra do dia que mostrou a música para Rebeca pela primeira vez e fez um único pedido: que ela ouvisse até o final antes de comentar. Rhony Ferreira e Rebeca Andrade no dia que o coreógrafo da seleção mostrou a música do solo, com 'Baile de Favela', pela 1ª vez para atleta Acervo pessoal/Rhony Ferreira "Quando começou o 'Tocata e Fuga', ela já me olhou com o olho arregalado assim e disse 'Nossa, não vou conseguir fazer, é muito forte". "Quando começou a tocar o 'Baile de Favela', ela abriu um sorrisão e já começou a dançar com o fone no ouvido", comenta o coreógrafo que não vai para Tóquio. Depois da coreografia montada, as ginastas fazem treinos com os técnicos brasileiros e passam para Rhony os ajustes necessários até a versão final. Maestro achou que não ia dar certo Rhony faz as trilhas da ginástica com o maestro Misa Jr.(centro) e a diretora musical Angela Molteni desde Brasileirinho, de Daiane dos Santos. Acervo Pessoal/Misa Jr. Rhony faz as trilhas da ginástica com o maestro Misa Jr. e a diretora musical Angela Molteni desde "Brasileirinho", de Daiane dos Santos. A inovação esteve presente nos solos brasileiros desde então, mas o pedido de juntar Bach com "Baile de Favela" foi uma surpresa para o maestro. "Eu achei que realmente não iria conseguir achar caminhos que soassem bem musicalmente. Tanto que comecei a mentalidade de mostrar para o Roni que não ia ter uma conexão ali". "Só que começou soar muito homogêneo, tem uma ligação, são tons menores, não teve tanto problema na mudança de ritmo e quando entrou o ritmo do funk deu um impacto maior ainda", completa Misa Jr. LEIA MAIS: Pop olímpico: saiba quem são os ídolos e ouça hits das principais potências VEJA ABAIXO: MC João, autor de 'Baile de Favela', manda mensagem para Rebeca Andrade MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade Veja Mais

Lily Allen celebra dois anos sóbria: 'Livre de drogas e álcool'

G1 Pop & Arte 'Foi a melhor coisa que já fiz', comemorou a cantora nas redes sociais. Lily Allen celebra dois anos sóbria: 'Livre de drogas e álcool' Reprodução/Instagram Lily Allen usou as redes sociais para celebrar que está sóbria há dois anos. A cantora compartilhou um breve texto e, também, o bolo que ganhou para a data especial. “Dois anos livre de drogas e álcool. Me desintoxicar foi a melhor coisa que eu já fiz, e eu tenho feito um monte de coisa legal”, escreveu Allen, que sempre falou abertamente sobre seu passado com drogas. A cantora aproveitou a postagem para convidar o público para assistir à peça "2:22 A Ghost Story", na qual integra o elenco. "Venham me ver no espetáculo que eu tenho trabalhado". Lily Allen celebra dois anos sóbria: 'Livre de drogas e álcool' Reprodução/Instagram Initial plugin text Fãs encaram chuva em fila para conseguir ingresso para show de Lily Allen Veja Mais

Paquera, perrengues e zoeira: como o TikTok revelou lado B da Vila Olímpica em 2021

G1 Pop & Arte Sem público presente, mas com milhões de seguidores no app, atletas 'tiktokers' mostram azaração pela janela, enquete de pegação e detalhes sobre cama, mesa e banho. Veja VÍDEO. TikTóquio: Os melhores atletas olímpicos da rede social As arquibancadas dos Jogos Olímpicos de Tóquio estão vazias, mas os fãs nunca estiveram tão por dentro dos bastidores. Com perfis bombados no TikTok, atletas compartilham treinos, mas também dançam, paqueram e mostram o dia a dia da Vila Olímpica. Veja no vídeo acima. O app que domina a faixa de idade da maioria dos atletas virou o meio perfeito para mostrar o que acontece quando se junta milhares de jovens do mundo em um alojamento: Técnicas avançadas de paquera; Dancinhas de zoeira que unem culturas; Perrengues e mimos, do refeitório à lavanderia; Curiosidades sem fim sobre cama (de papelão, mas firme), mesa (o melhor guioza do mundo) e banho (altos demais não cabem). Existe um universo de novos influenciadores olímpicos pelo mundo com vídeos informativos e bem humorados. Olimpíada da cachorrada Atletas bombam no TikTok com dança, zoeira, bastidores e paquera nos Jogos Olímpicos de Tóquio Reprodução/TikTok A maior surpresa do TikTok olímpico é ver o lado mais "saidinho" de atletas. Eles: postam vídeos babando ou paquerando colegas e adversários; deixam claro que estão "on" e quais as orientações sexuais de cada um do time; se divertem com maneiras criativas de extravasar as paixonites. No primeiro dia na Vila Olímpica, a skatista brasileira Letícia Buffoni fez o vídeo que resume o sentimento de muita gente por ali: “vai ser difícil se concentrar com tanta gente bonita”. Jogadoras de vôlei dos Estados Unidos já gravaram vídeos sobre os possíveis crushes diários em Tóquio. A equipe australiana de hóquei até compartilhou uma tentativa bem raiz de chegar ao contatinho: uma das competidoras gostou de um atleta desconhecido do prédio à frente e pendurou um cartaz na sacada do quarto para chamar a atenção do moço. Ouro e prata no TikTok vão para... A campeã do espírito sedento olímpico é a jogadora de basquete da equipe de Porto Rico Ali Gibson. Ela já surtou com coleguinhas correndo sem camisa pela vila, perguntou para todas as colegas de time quem elas beijariam em uma pegação geral pós-jogos e levou bebida escondida para o quarto. Medalha de ouro da cachorrada. A jogadora de rúgbi dos Estados Unidos Ilona Maher é digna de prata. Em um de seus vídeos, ela deixa claro que se algum atleta sarado quiser se casar, ela também quer. Maher não faz divulgação só do seu belo perfil, mas também ajuda as amigas. Marcada como uma das atletas LGBTQIA+ mais legais das Olimpíadas por seguidores da rede, ela esclareceu que é, na verdade, hétero, mas divulgou as amigas de time que também estão na pista. Tour por Tóquio VÍDEO: Douglas Souza, atleta do vôlei, conquista web mostrando bastidores da Olimpíada Sem a cobertura maravilhosa dos atletas ociosos e ansiosos nas horas vagas, como a gente saberia... Que os atletas enfrentam uma fila enorme na lavanderia da Vila Olímpica? Que as camas são mesmo de papelão, mas muito resistentes a movimentações intensas? Ou que os atletas têm comidinhas típicas japonesas, Coca à vontade e até espaço de entretenimento para jogar tênis de mesa com os coleguinhas? A musa Ilona Maher faz o enorme sacrifício de aumentar suas horas ligada na tela do celular só para levar entretenimento aos seguidores. Divertida, ela chega a postar mais de 15 vídeos por dia com absolutamente tudo de divertido da vida na Vila Olímpica. Ela já mostrou o melhor guioza do mundo, a maneira elaborada como o lixo é descartado, a dificuldade de arrumar o cabelo de uma equipe inteira antes dos jogos, os treinos puxados na academia gigante disponível, a roupa cafona que a delegação norte-americana precisa usar para passear... Altos desafios O argentino Fran Caffaro, do time de basquete, também mostra a rotina da equipe na competição, com um recorte muito peculiar: os perrengues sofridos pelos altos. Eles mal passam pelas portas e têm dificuldade se caber no banheiro. Alguns aproveitam para explicar como funcionam as regras de esportes menos conhecidos, como remo, rúgbi e tiro. Eles podem ser os melhores do mundo em seus esportes, estrelas das redes com milhares de seguidores, mas ainda são gente como a gente. O mergulhador da equipe dos Estados Unidos Tyler Downs teve a única reação possível ao saber que Simone Biles estava pertinho dele em Tóquio: implorar para que ela seja amiga dele. E a melhor dupla criada na Vila Olímpica, as jovens amigas Rayssa Leal e Margielyn Didal, também esbanjaram simpatia com dancinhas bem "tiktoker" para coroar a parceria da pista de skate. Dança da Fadinha: de onde veio a coreografia que embalou a medalha de Rayssa Leal no skate Veja Mais

Por que a Rússia não disputa a Olimpíada de Tóquio (e em vez do hino é tocado Tchaikovsky)?

G1 Pop & Arte Isso ocorre devido à descoberta de um grande escândalo de doping que baniu o país de grandes competições esportivas até 2023. Atletas do país disputam pelo 'Comitê Olímpico da Rússia'. Equipe masculina de ginástica artística do Comitê Olímpico Russo (da direita para a esquerda: Denis Abliazin, Nikita Nagornyy, David Belyavskiy e Artur Dalaloyan) comemoram após ganhar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, em 26 de julho de 2021, por equipes Gregory Bull/AP Os atletas russos explodiram de emoção quando, na última nota, superaram o Japão e conquistaram o ouro por equipes masculinas na ginástica artística nesta segunda-feira (26), porque a última vez que haviam ganhado a modalidade tinha sido em Atlanta 1996, no século passado. Mas, quando subiram no pódio, não havia bandeira da Rússia e a música que tocou não foi o hino nacional do país, mas sim uma música clássica — um trecho de "Concerto para piano e orquestra nº 1", de Piotr Ilitch Tchaikovski, um dos grandes compositores russos. VEJA TAMBÉM: Quiz das Olimpíadas: Você sabe tudo sobre os países participantes e a organização dos Jogos? Rayssa Leal é a medalhista mais jovem dos Jogos em 85 anos; conheça os outros prodígios Atleta do esgrima aceita pedido de casamento do técnico em entrevista ao vivo para a TV Já é a quarta vez que isso acontece nas Olimpíadas de Tóquio, pois os atletas russos já conquistaram 12 medalhas nos Jogos (4 de ouro, 5 de prata e 3 bronze) até agora e ocupam o 4º lugar no quadro geral de medalhas, atrás apenas de Japão, Estados Unidos e China. Além disso, os atletas não disputam sob o nome do país, mas pela sigla ROC ("Comitê Olímpico da Rússia", em tradução livre). Svetlana Gomboleva, Elena Osipova e Ksenia Perova (da esquerda para a direita), atletas russas que conquistaram medalhas de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. No uniforme, é possível ver o símbolo Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês). Alessandra Tarantino/AP Isso ocorre devido à descoberta de um grande escândalo de doping. A Rússia foi excluída de grandes competições esportivas em 2019, durante quatro anos, por falsificar dados de testes antidoping. Assim, além da Tóquio 2020, o país não poderá ser representado nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 e de Mundiais de todas as modalidades esportivas, inclusive a Copa do Catar. A sigla foi uma alternativa encontrada pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) para permitir a participação de atletas russos que não tiveram ligação comprovada com o escândalo. A "bandeira" do ROC também é adaptada: no uniforme dos atletas, ela é branca e tem os cinco anéis olímpicos, além das cores vermelho, azul e branco, as mesmas da bandeira russa. VEJA TAMBÉM: Imprensa internacional repercute adolescentes vitoriosas no skate Acompanhe a cobertura do ge em Tóquio Veja as últimas notícias sobre as Olimpíadas Ginastas do Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês), ao centro, são os únicos cujos uniformes não levam o nome do país nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 Ashley Landis/AP VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

'Madres Paralelas', novo filme de Almodóvar, ganha primeiro trailer; ASSISTA

G1 Pop & Arte Filme com Penélope Cruz e Rossy de Palma vai disputar Leão de Ouro no Festival de Veneza. TRAILER: Filme 'Madres paralelas', de Pedro Almodóvar "Madres paralelas", filme de Pedro Almodóvar com Penélope Cruz e Rossy Palma, ganhou primeiro trailer nesta segunda (26). Assista no vídeo acima. O longa do diretor espanhol vai abrir a 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que acontecerá de 1º a 11 de setembro, e concorre ao Leão de Ouro. 'Madres Paralelas', novo filme de Pedro Almodóvar com Penélope Cruz Divulgação O elenco também é composto por Milena Smit, Israel Elejalde, Aitana Sánchez Gijón, Julieta Serrano. A história acompanha mães que dão à luz no mesmo dia. "Com 'Madres paralelas', volto ao universo feminino, à maternidade, à família. Falo da importância dos ancestrais e descendentes. A inevitável presença de memória. Têm muitas mães na minha filmografia, as que fazem parte dessa história são muito diferentes", disse Almodóvar durante anúncio do elenco em fevereiro. "Nasci como diretor em Veneza em 1983 (...) na seção 'Mezzogiorno Mezzanotte". Trinta e oito anos depois me chamam para abrir a Mostra. Eu agradeço verdadeiramente ao festival por esta honra e espero estar à altura", afirmou o cineasta. O diretor do festival, Alberto Barbera, declarou que está feliz por receber "este retrato intenso e sensível de duas mulheres que enfrentam os temas de uma maternidade com mudanças imprevisíveis, a solidariedade feminina e uma sexualidade vivida em plena liberdade e sem hipocrisia". Pedro Almodóvar posa para fotos no segundo dia do Festival de Veneza de 2020 Tiziana Fabi/AFP Pedro Almodóvar, de 71 anos, recebeu em 2019 um Leão de Ouro honorário pelo conjunto de sua obra. Veja Mais

G1 Ouviu #151 Olimpíada de sons: descubra as músicas ouvidas nos países com mais medalhas

G1 Pop & Arte Podcast explica quem são o Legião Urbana da Rússia, o Roberto Carlos da China, o Alok francês e mais 32 artistas. Curadoria é do projeto Invasões Bárbaras, da rádio UFMG Educativa. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Casal inseparável, lenda das camas 'anti-sexo' e mais fofocas dos bastidores da Olimpíada

G1 Pop & Arte Semana Pop conta as histórias mais comentadas por trás da competição; assista Semana Pop: Casal inseparável, cama 'anti-sexo' e mais fofocas dos bastidores da Olimpíada Esporte olímpico favorito? Fofoca! O Semana Pop deste sábado (24) conta as histórias mais comentadas dos bastidores da Olimpíada de Tóquio: tem a lenda das camas "anti-sexo", a novela de Gabriel Medina e Yasmin Brunet e mais. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

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Abertura 'mais discreta' evitou nacionalismo e respeitou momento da pandemia, analisa especialista

G1 Pop & Arte Evento que aconteceu nesta sexta-feira (23), foi menos festivo do que anteriores, gerando comparações. Raoni Machado, professor da UFLA e membro do Grupo de Estudos Olímpicos da USP, diz: 'Mesmo que estivesse em protocolo, acho que não caberia fazer festa nesse momento'. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos ocorreu nesta sexta (23) em Tóquio As quatro horas da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que aconteceu sem o tradicional público do estádio por conta da pandemia, foi marcada pelo tom bem menos festivo do que as anteriores. O fato gerou uma série de comentários nas redes sociais. Em especial, comparações com a festa de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Para Raoni Machado, professor da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e membro do Grupo de Estudos Olímpicos da USP, "foi uma cerimônia em que, muito mais do que trazer o sentimento nacionalista do Japão, trouxe a mensagem de continuidade da humanidade". Olimpíadas: Veja looks mais belos e esquisitos da cerimônia, de chinelo brasileiro a 'Pac-man' italiano "Não era um momento de fazer aquela superfesta, era momento de marcar a abertura dos jogos de maneira respeitosa. E isso já vinha sendo debatido, falado, então já era esperado que a abertura fosse feita dessa forma. Da maneira 'discreta'." "Os próprios jogos de Tóquio, desde de 2020, vêm sendo questionados. Muita gente falando que eles não deveriam ser realizados. Então mesmo que estivesse em protocolo, acho que não caberia fazer festa nesse momento. Essa foi a tônica, na verdade, da abertura como um todo", analisou. Para Raoni, a questão da pandemia também norteou um ponto no diferencial da abertura de Tóquio. Tradicionalmente, o país que recebe os jogos costuma levar para o evento inicial um pouco de suas características, reforçando a cultura e tradições. Fotos mostram a delegação brasileira com dezenas de integrantes na Rio 2016 e com apenas dois representantes, Ketleyn Quadros e Bruno Mossa, na abertura da Tóquio 2020 Phil Noble/Reuters; Reprodução/TV Globo "O foco costuma ser muito mais nacionalista. E aqui, no caso dessa cerimônia dos Jogos do Japão, foi ao contrário. Lógico, eles trouxeram elementos tradicionais da cultura japonesa, mas abdicaram de falar da história do Japão, sobre elementos da cultura japonesa. Eles trocaram isso para falar algo mais humanitário." Isso explicaria a ausência sentida de personagens de animação que são ícones do Japão, como Pikachu, Jaspion, Godzilla, Super Mario, ponto que foi levantado através de memes nas redes sociais. Cadê o Pikachu? Ausência de personagem na abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio gera memes Pira Olímpica Para Raoni, a escolha da tenista japonesa Naomi Osaka para acender a pira olímpica também tem relação com esse momento e todo o contexto. "Ela, lógico, foi a melhor tenista da história do Japão. Mas ela traz de uma maneira recente um problema de saúde mental que chamou a atenção para o mundo. E a forma como ela encarou esse problema com naturalidade... Ela mesma diz: 'qual o problema de não nos sentirmos bem?'’." "E a saúde mental foi uma constante na pandemia. Então acho que ela representa essa adversidade da saúde mental junto com a superação que são os Jogos Olímpicos e do que é a ideia principal especificamente desses jogos." "Esses são os jogos da superação, do enfrentamento e da adversidade. Da saída de uma situação confusa, daquele apagar das luzes iniciais, onde não temos um vislumbre de um futuro, pra que de repente a gente possa começar a reconstruir tudo." Fogos dourados são lançados após a pira olímpica ser acesa durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, no Japão Marko Djurica/Reuters "Imagine" A música "Imagine", de John Lennon, apresentada no evento, também "reforça essa ideia inicial da humanidade mesmo", segundo Raoni. "Você quer algo melhor do que isso, do que o resgate da música 'Imagine'? 'Imagine all the people..'. A bandeira olímpica, os anéis olímpicos são isso, são povos unidos em uma única ideia. Então a música traz isso principalmente nesse momento e, lógico, ligado a visão do comitê organizador, de todos juntos, embaixo da bandeira olímpica, com paz e respeito, enfrentando as adversidades." Semana Pop apresenta lista de 10 filmes para se preparar para as Olimpíadas Veja Mais

Amy Winehouse: turnê no Brasil teve crise de pânico, confisco de frigobar e fuga do quarto

G1 Pop & Arte Cantora morreu há 10 anos, em Londres, por intoxicação alcoólica. Seis meses antes, ela fez turnê no Brasil que precisou de operação especial e 'quartel-general' no Rio; veja história em VÍDEO. Amy Winehouse: bastidores dos shows no Brasil Se os brasileiros que viram Amy Winehouse da plateia ficaram tensos ao verem sua fragilidade no palco, imagina quem estava nos bastidores. A operação para a turnê no Brasil foi fora do comum até para o padrão de grandes artistas. Dez anos após a morte de Amy, suas memórias ainda alimentam a cultura pop do mundo. No Brasil, a maior lembrança foi de sua passagem por Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo em janeiro de 2011, seis meses antes de morrer. O G1 recuperou os bastidores desta viagem e falou com o empresário João Paulo Affonseca, diretor da Holding Joy. Na época, ele era sócio da Mondo Entretenimento, que trouxe Amy ao Brasil. Veja o vídeo acima. Os shows foram negociados por mais de um ano e contaram com uma operação de guerra: Para manter o controle, a cantora ficou hospedada apenas no Rio, em um hotel em Santa Teresa. Ela ia e voltava das outras cidades na mesma noite, em jato particular. O quarto tinha 160 metros quadrados e até uma academia de ginástica, mas o frigobar foi confiscado, tentando evitar ao máximo o contato de Amy com o álcool. Amy ficava confinada. Ela só conheceu o Rio mesmo através de uma luneta que o hotel oferecia para os hóspedes verem a cidade de cima do morro. Ela deu um susto na equipe numa madrugada, mas foi uma fuga inocente: Amy saiu pelos corredores do hotel batendo nas portas, como uma criança, lembra João. A coisa foi séria antes do show em SP. Em pânico, ela se trancou no quarto e não queria sair. Os empresários só viram as mensagens pedindo ajuda depois de a crise ter sido controlada. Amy Winehouse no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2008 Ben Stansall/AFP/Arquivo O mundo estava de olho. Eram os primeiros shows da cantora em dois anos. Amy não parecia bem no palco. Tinha o olhar perdido e cambaleava. Às vezes precisava ler as letras ou errava mesmo. Mesmo assim, quando conseguia engatar, emocionava o público com sua voz única. Havia um ar de frustração e de torcida por ela na plateia. Por outro lado, também se notavam aplausos entusiasmados de parte dos presentes sempre que ela bebia no palco. Amy era a rainha dos tabloides, e parecia haver em parte do público um sádico prazer em ver seus barracos. Tanto que o vídeo com o momento em que ela se desequilibrou e caiu no show do Recife rodou o mundo. Não se sabe o quanto ela conseguiu fugir e beber dentro do quartel-general montado. No palco todo mundo viu que ela bebia. Mas ali o copo costumava ser liberado, pois ajudava a jovem tímida a ficar menos nervosa com a multidão. Mesmo protegida, ela foi fotografada por paparazzi nos poucos momentos em que saiu do quarto ou apareceu na janela, com aparência tão desnorteada quanto a dos shows. Mesmo assim, quem conhece a história de Amy Winehouse nota que ela estava até melhor no Brasil do que meses antes. A esperança de recuperação foi despedaçada após shows desastrosos em fevereiro nos Emirados Árabes e na Sérvia, os últimos da vida dela. Amy Winehouse: as 10 músicas mais ouvidas no YouTube em 10 anos de sua morte Veja Mais

Netflix aumenta preço de planos

G1 Pop & Arte Novos valores da plataforma de vídeos ficam entre R$ 25,90 e R$ 55,90. Diretor executivo da Netflix, Reed Hastings, em evento em São Paulo em 2017 Divulgação/Netflix A Netflix anunciou nesta quinta-feira (22) o aumento dos preços dos planos de sua plataforma de vídeos. Veja como ficam os planos: Básico: de R$ 21,90 sobe para R$ 25,90; Padrão: de R$ 32,90 sobe para R$ 39,90; Premium: de R$ 45,90 sobe para R$ 55,90. O plano básico dava ao assinante o acesso em uma tela. O padrão oferecia duas telas em Full HD. Já o Premium permitia até quatro telas em 4K. Quem já é assinante vai receber um comunicado sobre o aumento e terá 30 dias para decidir se mantém seu plano, se troca ou se cancela o serviço. A última mudança nos preços aconteceu em 2019. Veja Mais

Luciano Huck assume 'Domingão' a partir de 5 de setembro

G1 Pop & Arte Tiago Leifert se despede das tardes de domingo após comando do 'Super Dança dos Famosos'. 'Caldeirão' terá novo apresentador até o final do ano. Nome ainda não foi definido. Luciano Huck faz palestra no Fórum Negócios Experience Divulgação Luciano Huck vai assumir o "Domingão" a partir de de 5 de setembro. Segundo comunicado da Globo divulgado nesta quinta-feira (22), o apresentador assumirá o programa em um "formato que vai misturar quadros de sucesso com grandes histórias até dezembro. Em janeiro, Huck estreará a temporada 2022 do 'Domingão' com muitas novidades". Com a entrada de Huck, Tiago Leifert, que vinha comandando o "Super Dança dos Famosos", se despede das tardes de domingo. A grande final do programa acontece em 29 de agosto. Já o "Caldeirão", antes comandado por Huck, virá com novo apresentador a partir de 4 de setembro. Segundo a emissora, "o nome está sendo definido para comandar a atração até o fim do ano". Outra alteração anunciada pela emissora na grade é um game show comandando por Fernanda Gentil. No dia 28 de agosto, a apresentadora encerra o "'Se Joga' para se dedicar, em outubro, à apresentação de um novo game, que vai ser exibido aos domingos, antes do futebol". O comunicado também informa que a partir de 4 de setembro "as tardes de sábado da emissora vão começar com humor e cinema". "Depois da 'Sessão Comédia', com 'O Melhor da Escolinha', vai ao ar a 'Sessão de Sábado', com filmes para toda a família". Huck no 'Domingão' Em junho, durante entrevista para o "Conversa com Bial", Luciano Huck afirmou que iria assumir o comando de um programa aos domingos na Globo após a saída de Fausto Silva. "Tenho enorme respeito pelo Faustão. Ele sempre foi muito generoso. Será um privilégio enorme ocupar o horário dele", afirmou o apresentador na época. Fausto Silva havia confirmado em janeiro que deixaria o "Domingão do Faustão" e a TV Globo no fim de 2021. Mas em junho, "por razões estratégicas e internas, a Globo tomou a decisão de antecipar a saída de Fausto Silva do programa, e juntos decidiram formalizar o distrato". Tiago Leifert substitui Faustão aos domingos da Globo até estreia de Luciano Huck Veja Mais

'Um lugar silencioso - Parte 2' perde tensão ao expandir demais o mundo do original; G1 já viu

G1 Pop & Arte Como era esperado, continuação do sucesso de 2018 é bom, mas não repete qualidade do antecessor com ampliação da narrativa e mistério perdido. Filme estreia nesta quinta-feira (22). Em 2018, o mundo segurava a respiração nos cinemas enquanto um monstro misterioso atraído por som sitiava uma família em um futuro próximo distópico. Três anos depois, "Um lugar silencioso - Parte 2" é a inevitável sequência que até reproduz um pouco da tensão – mas perde muito da angústia provocada pelo desconhecido e pela narrativa focada do original. O filme, que estreia nesta quinta-feira (22) nos cinemas brasileiros depois de incontáveis adiamentos e até adiantamentos provocados pela pandemia, mantém John Krasinski ("The Office") como diretor, e isso é ótimo. Ele repete a sensibilidade demonstrada no anterior e mostra que domina como ninguém o mundo destruído criado na trama, ao mesmo tempo em que tira mais uma vez belas atuações de sua mulher, Emily Blunt ("O retorno de Mary Poppins"), e das crianças Millicent Simmonds e Noah Jupe. Infelizmente, seu roteiro cai na armadilha previsível da continuação de um sucesso inesperado de gênero. Ao expandir uma mitologia com monstros agora revelados e com fraquezas, "Parte 2" dilui muito daquilo que o tornou fascinante de verdade, conseguindo se manter apenas um pouco acima do mediano. Teaser de 'Um lugar silencioso 2' Acendendo a luz A continuação começa praticamente onde o antecessor terminou. Depois do nascimento do bebê, da destruição de seu refúgio e da descoberta do calcanhar de Aquiles dos monstrengos alienígenas, os sobreviventes da família Abbott deixam a fazenda em busca de uma nova moradia. Ao mesmo tempo, o filme retrata também os primeiros momentos após a chegada das criaturas, nas cenas em que reproduz com mais destreza a incerteza e a apreensão do original. O problema é que assim passa a sensação de duas histórias misturadas quase pela metade. Além disso, enfraquece um dos fundamentos do terror, tão apoiado no mistério e no desconhecido. Quanto mais explicação, quanto mais luz é jogada sobre a até então ameaça indestrutível, menores são os riscos para protagonistas e público. Millicent Simmonds e John Krasinski em cena de 'Um lugar silencioso - Parte 2' Divulgação Já vi esse mundo antes A expansão do mundo também prejudica. Enquanto na parte 1 a família parecia consistir em todo o futuro da humanidade, por mais que nunca confirmasse ou negasse essa possibilidade, a revelação de toda uma sociedade em outros lugares fragiliza a tensão. Se isso não fosse o bastante, a adição do personagem de Cillian Murphy ("Peaky Blinders"), um veterano do apocalipse cinematográfico, e sua eventual parceria com a jovem Regan (Simmonds) tinha tudo para dar certo. A química entre os dois funciona bem demais e a atriz, agora com 18 anos, é de longe a melhor coisa do filme. Mas qualquer jogador de videogame dos últimos anos dificilmente vai evitar a comparação com a relação dos protagonistas de "Last of us" – um anti herói relutante e uma menina portadora da última esperança de um planeta destruído. Falando assim parece que o filme é terrível. Não é o caso, Blunt repete sua habitual competência e, como já foi dito, Simmonds arrasa em todas as suas cenas. "Parte 2" sofre por causa da excelência de seu antecessor, mas ainda valeria um ingresso em dias não pandêmicos. Cillian Murphy e Djimon Hounsou são novidades do elenco de 'Um lugar silencioso - Parte 2' Divulgação Veja Mais

Mudança no visual em área portuária tira de Liverpool status de Patrimônio Mundial da Unesco

G1 Pop & Arte Novas construções descaracterizaram região histórica da cidade inglesa, que tem prédios do período vitoriano (1837-1901). Área portuária de Liverpool, na Inglaterra, nesta quinta-feira (21) — descaracterização de docas históricas levaram a Unesco a tirar da cidade britânica status de Patrimônio Mundial Peter Byrne/PA via AP A cidade de Liverpool, na Inglaterra, foi retirada da lista da Unesco de Patrimônio Mundial nesta quarta-feira (21) porque novas construções e adaptações prejudicaram o visual das docas da cidade com arquitetura do período vitoriano (1837-1901). Unesco tira porto de Liverpool da lista de patrimônios mundiais Com isso, a cidade no Reino Unido se tornou o terceiro local a ser removido da lista (saiba mais sobre outras cidades fora da lista no fim da reportagem). Liverpool foi nomeada Patrimônio Mundial pela organização cultural da ONU em 2004, se juntando a referências como a Grande Muralha da China, o Taj Mahal e a Torre de Pisa. Após uma votação na China de membros do Comitê do Patrimônio Mundial, a Unesco afirmou que novos prédios em Liverpool prejudicavam a “autenticidade e integridade” da cidade. Região portuária de Liverpool, na Inglaterra, nesta quarta-feira (21) Jason Cairnduff/Reuters Liverpool — lar dos Beatles — foi colocada na lista em reconhecimento ao seu papel como um dos portos mais importantes do mundo durante os séculos XVIII e XIX e pela sua beleza arquitetônica. Joanne Anderson, prefeita de Liverpool, disse que a decisão de retirar a cidade da lista era “incompreensível” e chega uma década depois da última visita das autoridades da Unesco. Anderson afirmou que espera apelar da decisão. Área portuária de Liverpool, na Inglaterra, nesta quinta-feira (21) — descaracterização de docas históricas levaram a Unesco a tirar da cidade britânica status de Patrimônio Mundial Peter Byrne/PA via AP Outros 'ex-patrimônios' Os outros únicos locais que perderam o título foram um santuário de vida selvagem em Omã, em 2007, após caça ilegal e destruição de habitat, e o vale do Elba, em Dresden, Alemanha, em 2009, quando uma ponte com quatro faixas foi construída sobre o rio. O selo de Patrimônio Mundial concede a locais históricos acesso a fundos de conservação da ONU e também os coloca em guias turísticos do mundo inteiro. Veja Mais

Violoncelista de Paris toca para pacientes terminais: 'Música acalma a dor'

G1 Pop & Arte Claire Oppert visita casa de cuidados paliativos há quase uma década. Efeitos terapêuticos da música são visíveis nos pacientes. Violoncelista de Paris toca para pacientes em fase terminal Uma vez por semana, os quartos da casa de cuidados paliativos Jeanne Garnier de Paris ecoam um som diferente: um único violoncelo. Claire Oppert, violoncelista de concerto treinada no Conservatório de Moscou, visita a instalação às sextas-feiras para tocar para seus moradores – muitos deles sofrendo dores físicas e resignados a doenças incuráveis. "Sinto uma dor permanente", disse Micheline Leroux, uma paciente de câncer da casa de cuidados do sudoeste parisiense, uma das maiores do tipo na Europa. Violoncelista Claire Oppert toca para pacientes terminais em Paris Reuters/Yiming Woo "Mas acho que a música ajuda um pouco a fugir da dor", disse ela suavemente depois de ouvir a execução emocionante do "Adágio" de Albinoni, um clássico barroco. "Você presta atenção, e se é uma peça que você conhece, antecipa cada nota a seguir." Além dos recitais semanais, Oppert, de 55 anos, assumiu a missão de demonstrar os efeitos terapêuticos da música participando de estudos médicos sobre o assunto. Os funcionários da casa de cuidados não têm a menor dúvida. "Depois que Claire vai embora, encontramos os pacientes em um estado mais calmo, às vezes comovidos, às vezes felizes", disse a cuidadora Margarita Saldana. "Pode haver lágrimas ou momentos de alegria." Oppert toca para pacientes terminais há quase uma década, desde que visitou uma casa de repouso pela primeira vez com seu violoncelo. "A música realmente tem um efeito calmante na dor residual." LEIA MAIS: Mães internadas com Covid-19 leem cartas dos filhos ao som de orquestra em hospital de SP Veja Mais

Tiago, dupla de Hugo, fala sobre relacionamento com Tânia Mara após cirurgia de aumento de pênis

G1 Pop & Arte Cantor foi questionado nas redes sociais sobre motivo do término. Ao responder, deixou no ar o futuro do casal: 'Se não der certo a relação, vai dar uma música. Quem sabe'. Tiago, dupla de Hugo, fala de resultado de faloplastia Reprodução/Instagram Tiago, dupla de Hugo, usou as redes sociais para responder algumas perguntas enviadas por seus seguidores. O cantor sertanejo aproveitou para dar mais detalhes sobre a cirurgia de aumento de pênis que realizou no início do mês. E também respondeu um internauta que questionou: "A Tânia Mara largou de você por conta da cirurgia? Por que terminou?". Leia mais: Tiago, dupla de Hugo, fala sobre cirurgia de aumento de pênis: 'Negócio bem louco'; entenda a faloplastia Ao longo de pouco mais de seis minutos de vídeo, Tiago contou como conheceu a cantora e evitou usar as palavras "término" ou "fim de relacionamento". O sertanejo começou explicando que os dois combinaram de conversar após a pandemia. "Nós chegamos a essa conclusão. Não vamos nos expor a tal ponto. Não estamos namorando oficialmente, mas não quer dizer que não seja sério. A gente vai se conhecendo. A gente está em meio a uma pandemia, um bicho de sete cabeças, e quando tudo isso passar, a gente senta, conversa", afirmou Tiago, negando que Tânia tenha o bloqueado nas redes. Tiago contou ainda que a cantora foi a primeira pessoa a saber sobre a cirurgia. Em entrevista ao G1, ele havia dito que não se submeteu a faloplastia pensando na relação. "Agora imagina você se relacionando com um cara, você estando ao lado de uma pessoa e, de um dia para a noite, você acorda com seu nome envolvido em todas as matérias." "E o pior disso, pessoas brincando, zoando, falando, levando pra um lado completamente da brincadeira, da gozação. É terrível, gente. Como que você não vai compreender que a pessoa não vai tomar um susto, que a pessoa vai ficar completamente sem chão, nervosa?" "Até porque tem uma família por trás, tem um nome, um nome muito bem feito. Existe todo um trabalho no caso dela." "Imagina você que está aí, sendo minha namorada, não ia te causar um susto? Ou a vergonha? Ou qualquer sentimento que fosse? Por mais que você tivesse conversado sobre isso. Acredito que que qualquer coisa que viesse da Tânia pra mim, eu iria respeitar do fundo do meu coração, porque é completamente compreensível." O cantor sertanejo anda fez diversos elogios a Tânia e citou que a distância também atrapalhou o relacionamento. Tiago, que mora no interior de São Paulo, explicou que pouco antes da faloplastia, Tânia se mudou para o Rio de Janeiro. Ao final do vídeo, Tiago deixou no ar o futuro do casal. "E eu acho que a história de Tânia e Tiago, se nós estamos nos falando ou não, se a gente está se vendo ou não, se comunicando ou não, acho que é uma intimidade nesse momento que independente de câmeras, a gente precisa analisar, pensar certinho, entender todo esse barulho, essa bagunça." "E se der certo, deu, se não der certo é porque não era pra ser. O máximo que pode acontecer é dar uma música aí. Entre cantores sempre tem essa brincadeira: 'Se não der certo a relação, vai dar uma música'. Quem sabe." Initial plugin text Mas o que é a faloplastia? Faloplastia é uma cirurgia que "basicamente consiste no aumento do comprimento do pênis e no aumento de seu diâmetro", explica o cirurgião plástico Cláudio Eduardo Pereira de Souza, responsável pelo procedimento em Tiago. Como toda cirurgia, o procedimento tem riscos, deve ser feito em ambiente seguro, por um médico com registro profissional ativo e após a realização de exames. Ao G1, Cláudio explicou que a operação conta com três etapas. Todas acontecem ao longo da mesma cirurgia, que dura cerca de duas horas. São elas: lipoaspiração na região pubiana com intuito de coleta de gordura; liberação do ligamento suspensor do pênis para obtenção do ganho do comprimento; utilização da gordura previamente lipoaspirada para enxertar ao redor do pênis para se ganhar o diâmetro. Como resultado, o paciente pode obter entre 2 e 5 centímetros no comprimento e em torno de 30% em relação ao diâmetro. "Cada paciente é um paciente. As medidas de ganho variam. Tudo depende do quanto de pênis o paciente teria embutido, podemos dizer assim", explica Cláudio. O cirurgião afirma que o procedimento é indicado para quem tem micropênis e também para quem tem pênis normal, mas o considera pequeno. "Existem alguns casos de pacientes com pênis grande e que desejam fazer esse tipo de cirurgia. Geralmente são os atores pornôs, que vivem ali daquela imagem do pênis grande. Mas para o público geral, para melhor entendimento, é indicada para aquele paciente acima de 18 anos, com vida sexualmente ativa, e que deseja ter um pênis maior." Sobre os riscos, Cláudio afirma que são os de qualquer cirurgia, por isso o paciente passa por uma bateria de exames antes. Segundo o médico, a faloplastia é uma cirurgia de médio porte, por isso "os riscos são bem controlados e são pequenos". Na sua avaliação, "dificilmente ocorre alguma questão de intercorrência". Seguindo determinação do Conselho Federal de Medicina, que proíbe a divulgação de valores, o cirurgião não cita o custo da cirurgia. Entenda o que é a faloplastia, cirurgia no pênis pela qual passou o cantor Tiago Veja Mais

DJ Ivis tem novo pedido de liberdade negado pelo STJ

G1 Pop & Arte Decisão foi confirmada pela assessoria do tribunal. Pedido de liberdade foi feito por um perito judicial, conforme o STJ. DJ Ivis foi transferido a um presídio da Grande Fortaleza após audiência de custódia. Reprodução O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou um habeas corpus em defesa do cantor Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis. A decisão é da sexta-feira (16), mas foi publicada pela Corte nesta segunda-feira (19). De acordo com o tribunal, o pedido foi solicitado por um perito judicial e não pela defesa do cantor. Ivis foi preso na última quarta-feira (14) e é investigado por agressões contra a ex-mulher, Pamella Holanda. Conforme o presidente do STJ, o habeas corpus não dispõe de documentos que mostrem a real situação do processo criminal que tramita na Justiça cearense. Para Humberto Martins, analisar o pedido agora poderia provocar tumulto no processo e prejudicar a própria defesa dos advogados do cantor. "Nessas situações, um eventual julgamento precipitado pode comprometer a linha de defesa que venha sendo desenvolvida pelo próprio acusado e seus advogados constituídos, resultando em prejuízo manifesto para o paciente", escreveu o ministro. Segundo o STJ, o perito judicial que entrou com o habeas corpus argumentou que DJ Ivis é réu primário, famoso, possui bons antecedentes e não iria atentar contra a vítima no curso do processo. Ele também alega que a prisão preventiva só deveria ser decretada em caso de descumprimento de medida protetiva. "Não é possível saber sequer se o STJ é competente para apreciar o pedido, pois não há notícia de que o tribunal de origem tenha examinado as questões ora alegadas", disse o ministro. Em função disso, o pedido foi arquivado. Justiça do Ceará já negou HC Durante o fim de semana, o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou um habeas corpus impetrado pela defesa do cantor. O artista continua detido no presídio Irmã Imelda Lima Pontes, na Região Metropolitana de Fortaleza, para onde foi transferido após audiência de custódia. Um dos advogados de DJ Ivis no caso, o criminalista André Quezado, afirmou ao G1 que irá aguardar a conclusão da fase de inquérito policial para decidir sobre um pedido de soltura do cantor. O artista está detido em uma área de triagem no presídio, de acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Ceará. Ele está em uma situação especial de segurança para que seja garantida a integridade física, uma vez que o caso teve grande repercussão. Ivis exibia fotos íntimas da ex A digital influencer Pamella Holanda revelou, neste domingo (18), em entrevista exclusiva ao Fantástico (veja a entrevista mais abaixo) que o ex-marido exibia fotos íntimas dela ao amigo Charles, que o cantor considerava como "braço direito". Charles também presenciou Ivis agredir a ex-mulher e não reagiu. Em entrevista na semana passada, ele disse que "travou" e não conseguir protegê-la. Pamella Holanda relata agressões de DJ Ivis: 'Pegou uma faca na gaveta da cozinha' "A gente começou a discutir porque ele mostrou uma foto minha íntima para o Charles, para esse amigo dele. Eu pergunto o que é, volto pra cozinha e ele continua. Até a hora que eu vou e é a hora que ele me agride", disse Pamella. Em outro trecho da entrevista ela relata uma das agressões. "Depois ainda ele me solta e eu ainda vou pra cima dele, mas ele se esquiva; depois, quando eu dou as costas, ele me dá um soco, me dá um chute, me deu um soco nas costas que eu caí no chão e fiquei sem conseguir respirar", completa. LEIA TAMBÉM Em vídeo, DJ Ivis pede desculpa após agredir ex-mulher: 'Errei, assumo meu erro' Vídeos de músicas com DJ Ivis são removidos do YouTube Agressões desde 2020 Segundo Pamella, as agressões começaram em 2020, quando o casal passou a morar junto. Ex-mulher de DJ Ivis publica vídeo sendo agredida pelo artista em apartamento de Fortaleza "Quando comecei a morar com ele , ele já começou a me agredir. Começou verbalmente, palavrão, grosserias", disse. Ela contou ainda como foi agredida quando estava grávida. A primeira agressão ocorreu quando ela estava grávida de Mel, filha do casal. "Eu estava grávida da Mel, de cinco para seis meses. Ele me segurou pelo pescoço e foi me arrastando do corredor até o sofá." Ela revelou que não havia denunciado antes as agressões por medo e vergonha. "Eu tinha medo, eu tinha vergonha. Eu estava realizando um sonho, eu estava grávida. Eu sempre quis ser mãe. A gente entra num estado de negação, porque a gente não quer admitir pra gente mesmo, a gente quer procurar justificativa, a gente se culpa. É muito difícil", explicou. 'Vou continuar com medo um bom tempo' Apesar de o ex-marido estar preso e ter uma medida protetiva que impede a sua aproximação, Pamella conta que ainda teme o cantor. "Não sei do que ele é capaz. Ele pode entrar, pensar que a vida dele acabou, que não tem nada a perder e vai lá e faz alguma cosia comigo. Tenho muito medo, e vou continuar com medo um bom tempo. Fico pensando como vai ser minha vida quando eu voltar a viver porque esses dias não estou vivendo, estou existindo." LEIA TAMBÉM: Polícia investiga agressões de DJ Ivis a Pamella em dois inquéritos 'Eu travei', diz amigo de Ivis que presenciou agressões e não interferiu Defesa do DJ Ivis diz que vai pedir a liberdade do cantor Cantores e gravadoras anunciam fim de parceria com DJ Ivis Vídeos de músicas com DJ Ivis são removidos do YouTube Neste fim de semana, Pamella revelou que sofre ameaça de morte e recebe mensagens de ódio. Ela decidiu se afastar das redes sociais. "Eu tenho sofrido ameaças de morte, eu já li inclusive de outras mulheres que eu mereço passar fome, eu e minha filha", disse. 'Assumo meu erro' DJ Ivis chora em pedido de perdão à ex-mulher Pamella Holanda, após agressões No sábado (17), o advogado de DJ Ivis divulgou um vídeo em que o cantor pediu desculpas, assumindo o que chamou de "erro". "Eu estou vendo sozinho, tentando ser forte, mas não existe mais força. Eu estou passando aqui pra dizer pra cada um de vocês, pra você que é mãe, pra você que é filha, pra você que é pai, pra você que é família, pra você, Pamella: eu errei, assumo meu erro", afirma DJ Ivis em um trecho da gravação. Desde que o caso foi revelado, DJ Ivis perdeu contrato com a gravadora Sony e com a produtora Vybbe, teve canceladas parcerias com músicos, e teve as músicas excluídas dos aplicativos mais populares. Investigação e prisão Polícia prende DJ Ivis em casa por agressões contra ex-mulher Pamella Holanda A Polícia Civil investiga as agressões cometidas pelo cantor em dois inquéritos policiais. Um deles foi aberto a partir de um BO feito por Pamella, na cidade de Eusébio, em 3 de julho. O outro foi fundamentado nos vídeos que mostram as agressões. A prisão de Ivis não foi diretamente motivada pelos vídeos, mas eles foram importantes para o pedido de prisão do cantor, segundo o secretário da Segurança do Ceará, Sandro Caron. Quem é DJ Ivis Segundo a polícia, Ivis foi detido de forma preventiva por garantia da ordem pública e por apresentar risco de fuga. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto: Initial plugin text Veja Mais

'Viúva Negra' segue na liderança da bilheteria nacional e fatura R$ 6,7 milhões

G1 Pop & Arte No total, os dez filmes mais vistos no último final de semana arrecadaram R$ 18 milhões. Assista ao trailer de Viúva Negra "Viúva Negra" segue no topo da bilheteria nacional na segunda semana em cartaz. O filme de Scarlett Johansson foi visto 345 mil pessoas, gerando renda de R$ 6,7 milhões. Os números, no entanto, foram menores do que o final de semana anterior: R$ 11,7 milhões de renda e público de 621,2 mil pessoas. "Velozes & Furiosos 9" segue na segunda colocação e arrecadou R$ 5,8 milhões. Os dados são da ComScore e foram coletados no período entre 15 e 18 de julho de 2021. 'Viúva Negra' é ótimo filme tardio da heroína com foco em família e espionagem; G1 já viu 'Viúva Negra' bate recorde de bilheteria na pandemia nos EUA e arrecada US$ 80 milhões em semana de estreia No total, os dez filmes mais vistos no país neste final de semana prolongado arrecadaram juntos R$ 18 milhões, e foram vistos por 966 mil de pessoas. Veja o ranking de bilheteria entre os dias 8 e 11 de julho de 2021: Viúva Negra " - R$ 6,7 milhões "Velozes & Furiosos 9" - R$ 5,8 milhões "Space Jam: Um Novo Legado" - R$ 3,6 milhões "Os Croods 2: Uma Nova Era" - R$ 1,3 milhão "Invocação do Mal 3 - A Ordem dos Demônios" - R$ 302,2 mil "Cruella" - R$ 96,3 mil "Sibyl" - R$ 12,3 mil "Nomadland" - R$ 11,9 mil "Os Melhores Anos de Uma Vida" - R$ 11,1 mil "O charlatão" - R$ 9,5 mil David Harbour e diretora Cate Shortland falam sobre 'Viúva Negra' Veja Mais

Ana Maria Braga retorna ao 'Mais Você' após Covid-19: 'Foram dias de apreensão'

G1 Pop & Arte Apresentadora agradeceu as mensagens recebidas em seu retorno e falou que o susto após testar positivo foi grande. Ana anunciou que testou positivo em 5 de julho. Ana Maria Braga retorna ao 'Mais Você' nesta segunda (19) após ter tido Covid-19 Reprodução/TV Globo Ana Maria Braga retornou ao "Mais você", nesta segunda-feira (19) após se curar da Covid-19. A apresentadora testou positivo para a doença em 5 de julho. "Graças a eu ter tomado duas doses da vacina, tive forma muito branda da Covid. Mesmo assim, foram dias de apreensão", afirmou a apresentadora. "É um susto grande. Tomei todos os cuidados. É um vírus muito traiçoeiro. Não tenho ideia [de como peguei]. Não saio de casa. Meu sair de casa é aqui, ambiente altamente controlado", afirmou Ana, se referindo aos estúdios onde grava o programa. Ana Maria Braga testa positivo para Covid-19. No hospital, apresentadora declarou, ao vivo, que está bem Reprodução/Globo "Mesmo sendo forma leve, é terrível. Te deixa em condições que você não tem vontade de fazer nada, fica derrubado na cama. Perdi olfato e paladar, graças a deus está voltando, senão não ia poder trabalhar. E o medo." Ana ainda afirmou que aprendeu muito durante a doença. "Sou a prova que a vacina não impede que a pessoa pegue Covid, mas também saiba prova que é importantíssimo se vacinar." Ana Maria Braga está com Covid A apresentadora ainda contou que levou um susto quando, mesmo após os 15 dias "presa dentro do quarto, não tendo mais sintoma nenhum", testou novamente positivo para a doença. "Às vezes um pedacinho do vírus que está lá, mas não quer dizer que você está transmitindo", explicou a médica convidada pela apresentadora para falar sobre a doença. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Britney Spears diz que não vai se apresentar nos palcos enquanto estiver sob tutela

G1 Pop & Arte Em desabafo publicado numa rede social, a cantora afirmou que não fará shows em nenhum futuro próximo enquanto o pai dela controla o que ela 'veste, diz, faz ou pensa'. A cantora Britney Spears, em imagem de 2019 Jordan Strauss/Invision/AP, File Em um texto publicado em uma rede social na madrugada deste domingo (18), Britney Spears afirmou que não pretende voltar aos palcos tão cedo, com "meu pai controlando o que eu visto, digo, faço ou penso". Segundo a cantora, ela fez isso pelos últimos 13 anos e prefere compartilhar vídeos cantando e dançando da sala de estar dela, do que estar em um palco de novo. "Essa tutela matou meus sonhos", escreveu ela. Britney está sob a guarda legal do pai, Jamie Spears, desde 2008. Ele tem controle sobre a vida, os negócios e a fortuna da cantora. No último dia 14, ela teve uma vitória jurídica ao obter autorização para contratar o próprio advogado em sua batalha contra a tutela. LEIA MAIS: #FreeBritney: um exército digital que vai além dos fãs de Britney Spears O papel da mãe da cantora no conflito pela guarda Por que Justiça decidiu manter cantora tutelada pelo pai A juíza Brenda Penny permitiu que a cantora contrate o advogado Mathew S. Rosengart para representá-la no caso. De acordo com o jornal "New York Times", Rosengart, um advogado conhecido em Hollywood e antigo promotor federal, deve tomar uma postura mais agressiva em relação ao fim da tutela. No desabafo, publicado em seu perfil no Instagram, Britney disse que não vai "colocar maquiagem pesada e me esforçar no palco de novo e não poder fazer as negociações reais dos remixes das minhas músicas por anos e implorar para colocar minhas novas músicas no meu show para os meus fãs. Então, eu renuncio". Britney Spears publicou texto em seu perfil do Instagram neste domingo (18) Captura de tela/Instagram No texto, ela ainda afirmou não gostar que sua irmã, a também atriz Jamie Lynn, apareça em um show de premiação e apresente "remixes das minhas músicas". "O meu assim chamado sistema de apoio me machucou profundamente", escreveu Britney. Em 2017, Jamie Lynn participou de um show de tributo a Britney durante o Radio Disney Music Awards. Initial plugin text O caso Britney Fãs protestam pelo fim da tutela de Britney Spears em frente ao tribunal no dia 14 de julho Emma McIntyre/Getty Images North America/Getty Images via AFP A tutela de Britney está em evidência desde junho, quando em depoimento à Justiça americana, a cantora classificou a decisão judicial que permite ao pai o controle sobre sua vida como "abusiva, idiota e constrangedora". Foi a primeira vez que ela se dirigiu diretamente ao tribunal e falou de forma pública sobre a tutela. Na ocasião, a cantora começou o discurso dizendo que mentiu ao falar para o mundo inteiro, em posts nas redes sociais, que estava bem ou feliz. "Eu estive em negação, estive em choque, estou traumatizada", afirmou Britney. "Não consigo dormir, estou deprimida, choro todos os dias". A artista ainda não apresentou os documentos legais necessários para encerrar a tutela. Ouça depoimento de Britney Spears, que luta pelo fim de sua tutela, à Justiça americana Veja Mais

Como nasceram trap, grime e drill

G1 Pop & Arte O 'G1 Explica' esses ritmos que influenciaram artistas como Beyoncé, Drake, Ariana Grande. Veja o vídeo! Se você é antenado em música, já escutou falar em trap. Mas você já ouviu falar em grime? E em drill? Hoje, a Carol Prado vai explicar o que é o trap e de onde vem. E também o que pode vir depois. Veja o vídeo e saiba mais no G1 Explica: Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Veja Mais

Festival de Cannes entra na reta final antes da premiação no sábado

G1 Pop & Arte Palma de Ouro, pelo 3º ano consecutivo, pode ser para um filme asiático, o japonês 'Drive my car'. Vencedores serão anunciados no sábado (17), após deliberações do júri presidido por Spike Lee. Cena do filme japonês 'Drive my car' Divulgação O Festival de Cannes encerra sua maratona de estreias nesta sexta-feira (16). A premiação, pelo terceiro ano consecutivo, pode coroar um filme asiático, o japonês "Drive my car", embora as surpresas de última hora também sejam uma marca da maior competição do cinema mundial. FOTOS: Festival de Cannes 2021 "Nitram", do australiano Justin Kurzel ("Assassin's Creed"), e "Les intranquilles", do belga Joachim Lafosse, são os últimos dos 24 filmes que competem este ano pela Palma de Ouro. O primeiro, um retrato do autor de um massacre que deixou 35 mortos na ilha da Tasmânia em 1996, gerou polêmica na Austrália antes mesmo de sua estreia, especialmente entre as famílias das vítimas. "Les intranquilles", drama sobre transtorno bipolar baseado na própria experiência do diretor, vai baixar a cortina desta edição, que marcou o retorno do cinema mundial à Croisette. O evento foi cancelado no ano passado pela pandemia do coronavírus. Os vencedores serão anunciados no sábado (17), após um dia de deliberações a portas fechadas pelo júri presidido pelo cineasta americano Spike Lee. Adam Driver e Marion Cotillard no tapete vermelho do Festival de Cannes, nesta terça-feira (6). REUTERS/Johanna Geron Murakami em competição Com vários filmes ainda por pontuar, incluindo "Memoria", com a atriz Tilda Swinton, e o francês "Les Olympiades", ambos lançados nesta quinta-feira, a crítica internacional concorda até o momento que "Drive my car", do japonês Ryusuke Hamaguchi, merece a Palma de Ouro, de acordo com a revista Screendaily. Baseado na história de Haruki Murakami, um dos mais célebres romancistas contemporâneos, o filme avança no tempo da mesma forma que seus protagonistas - um dramaturgo e sua jovem motorista - viajam dia após dia pela cidade de Hiroshima, onde o primeiro ensaia "Tio Vânia", o clássico de Anton Chekhov. O mais longo de toda competição (2h59), o filme aproxima estes personagens atormentados pela morte de um ente querido, na medida em que quebram o silêncio em que estão mergulhados há anos. Júri de Cannes na cerimônia de abertura do Festival de Cinema Reuters/Eric Gaillard "Absorvente", "profundamente comovente", com "profundezas poéticas"... Estes são alguns dos elogios da crítica internacional ao filme de Hamaguchi, que já competiu em Cannes, em 2018. Se vencer, será a terceira Palma de Ouro consecutiva asiática, depois de "Assunto de Família", do também japonês Hirokazu Koreeda (2018), e de "Parasita", do sul-coreano Bong Joon-ho (2019). Nessa última edição, o tragicômico "thriller" que mais tarde arrebatou o Oscar foi lançado perto do final da competição e mudou as apostas, em detrimento do até então favorito, "Dor e Glória", de Pedro Almodóvar. Além das surpresas de última hora, a história do Festival de Cannes também mostra que crítica e júri não precisam andar de mãos dadas. Este foi o caso, por exemplo, em 2010, quando ninguém viu a Palma de Ouro chegar a Apichatpong Weerasethakul, por "Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas". Meditar com "Memoria" Spike Lee no Festival de Cannes, nesta terça-feira (6), na Riviera Francesa. REUTERS/Gonzalo Fuentes E o realizador tailandês, que se caracteriza por uma filmografia alegórica admirada por seus colegas e pelos grandes cinéfilos, mas que é incompreendida pelo grande público, voltou este ano ao concurso com "Memoria". Ambientado na Colômbia, com sequências filmadas na selva e poucos diálogos, o longa foi definido pela revista especializada IndieWire como "um exercício mais de meditação do que um filme, o que o torna magistral". O musical "Annette", que abriu a competição, em 7 de julho, com Adam Driver e Marion Cotillard, "A Hero", do diretor iraniano vencedor do Oscar Asghar Farhadi, e o norueguês "The Worst Person in the World", um retrato da geração dos millennials, também conquistaram a crítica. ‘Marinheiro das montanhas’ é exibido no Festival de Cannes Veja Mais

Mansão de Beyoncé pega fogo e polícia investiga incêndio criminoso

G1 Pop & Arte Ninguém se feriu no incidente na propriedade da cantora em Nova Orleans, que precisou de 22 bombeiros para conter as chamas. Beyoncé quebra recorde e vira a mulher com mais Grammys da história em 2021 Kevin Winter / Getty Images via AFP A polícia investiga como criminoso um incêndio na mansão que a cantora Beyoncé tem em Nova Orleans, nos Estados Unidos. De acordo com o site Yahoo, ela não estava presente no momento. A propriedade de quase 100 anos pegou fogo por duas horas e foram necessários 22 bombeiros para controlar as chamas. Veja também 10 anos sem Amy Winehouse: as 10 mais tocadas da cantora Homem é preso após tentar invadir apartamento de Taylor Swift em Nova York Segundo a emissora NBC News, um porta-voz da polícia local afirmou que uma ligação relatou uma "pessoa suspeita" na área quando o fogo começou. VÍDEO: Beyoncé presta homenagem ao ator Paulo Gustavo Beyoncé presta homenagem ao ator Paulo Gustavo Veja Mais

Kanye West apresenta canção do álbum 'Donda' com participação de Jay-Z

G1 Pop & Arte Faixa foi apresentada durante um evento para audição do disco nesta quinta-feira (22) em Atlanta. Kanye West pouco antes de apresentação em estádio de Atlanta Reprodução/Instagram Kanye West pegou os fãs de surpresa ao apresentar uma das faixas do esperado álbum "Donda" com participação de Jay-Z. A canção foi mostrada durante um evento para audição do disco nesta quinta-feira (22), no estádio Mercedes Benz, em Atlanta, durante uma apresentação ao vivo para a Apple Music. Segundo a revista Variety, vários detalhes sobre o álbum vazaram ainda no domingo (18), mas um deles, permanecia em segredo: a participação de Jay-Z na faixa final do disco, aparentemente intitulada como "Guess Who’s Going to Jail Tonight?". Assim como já fez em eventos anteriores, Kanye West não fez uma apresentação ao vivo da canção, mas ficou caminhando pelo estádio enquanto a música era tocada. Jay-Z não estava presente no local. Assim, nos trechos cantados pelo marido de Beyoncé, West permaneceu com as mãos erguidas. Segundo a revista, os versos cantados por Jay-Z foram gravados horas antes da apresentação oficial no evento. A publicação ainda cita que aparentemente os trechos são sobre a perspectiva de um homem na prisão, fazendo referência não apenas a relação fraterna entre os dois artistas, mas também a outros temas que estão ao longo do disco, como religião e à própria Donda, mãe de West, que faleceu em 2007, e que dá nome ao disco. Initial plugin text Rapper Kanye West anuncia candidatura à presidência dos EUA Veja Mais

Anitta italiana, Racionais coreano, Legião russo... quais os hits mais ouvidos nas potências olímpicas

G1 Pop & Arte Conheça 35 artistas de sete países que não falam inglês, para entrar no clima da Olimpíada de Tóquio. Curadoria é do projeto Invasões Bárbaras, da rádio UFMG Educativa. Veja clipes dos principais ídolos das potências olímpicas Na semana de estreia da Olimpíada de Tóquio, o G1 analisou os principais artistas de países em que não se fala (e não se canta em) inglês. Quem é a Anitta italiana? Quais as rimas dos Racionais da Coreia do Sul? Como são as letras da Legião Urbana russa? O Roberto Carlos chinês é mais ou menos romântico do que o nosso? (veja as respostas no vídeo acima) A referência para a escolha dos países foi o ranking de medalhas da Olimpíada de 2016, no Rio. Todos os países de língua não-inglesa do top 10 de medalhas foram contemplados: Rússia, China, Alemanha, Japão, França, Coreia do Sul e Itália. A ideia era mostrar quem são o Roberto Carlos, a Anitta, o Legião Urbana, o Racionais MCs e o Alok desses países (veja nas tabelas ao longo do texto). A busca por estilos musicais diferentes de uma mesma potência olímpica foi feita em parceria com o Invasões Bárbaras, projeto criado na Universidade Federal de Minas Gerais. O Invasões tem site e podcast, mas começou como um programa da rádio UFMG educativa, no ar desde 2006. Divulgação e G1/Elcio Horiuchi Pensando em Alok como um super DJ que aposta em parcerias, o nome mais parecido da nossa lista é o de Zedd. O produtor russo é o único que rivaliza com o brasileiro em números e tamanhos de shows. Dono do megahit "The Middle", Zedd já trabalhou com Selena Gomez, Ariana Grande e Katy Perry. Representante da eletrônica japonesa, Nujabes foi um DJ e produtor musical independente que morreu em 2010, em um acidente de carro. Jun Seba era o nome real dele. "Ele é considerado o padrinho do que conhecemos hoje como hip hop lofi, com uso de samplers de hip hop, eletrônico e jazz", explica Paola Macarena, produtora e locutora do Invasões Bárbaras. A lista também tem duas mulheres que estão no topo da eletrônica produzida na China (Object Blue, codinome da DJ Rena Minegishi) e na Coreia do Sul (Peggy Gou, também ícone fashion local). Divulgação e G1/Elcio Horiuchi O som com um quê de hip hop une as Anittas espalhadas pelo mundo. A Anitta italiana é a M¥SS KETA, cantora que sempre está com o rosto coberto por uma máscara, sem mostrar quem é, tal qual Daft Punk ou Marshmello. "Ela é figura bem interessante, fala abertamente sobre ostentação, sexo, droga, bebidas e é bem provocante, sensual", adjetiva Paola. Na Alemanha, a Anitta deles se chama Namika. Com música dançantes e sem apelo sexual, a crítica local costuma dizer que ela faz pop alternativo. Na China, Li Yuchun (ou Chris Lee) virou popstar ao vencer um reality de música em 2005, chamado "Super girl". O estilo andrógino e os shows com uma tecnologia embasbacante também fazem parte da carreira dela. A terra da dupla lésbica fake t.A.T.u. também é a terra do Serebro. O trio feminino fez um pop ostentação entre 2006 e 2019. "Depois de inúmeras trocas de integrantes e de uma delas anunciar sua aposentadoria, o grupo se desfez", recorda Paola. A escolha menos convencional foi a da Anitta Japonesa: a veterana Mariya Takeuchi, de 66 anos. Para Igor Costoli, um dos criadores do Invasões Bárbaras, os sucesso de "Plastic Love" foi "um caso raríssimo do algoritmo do YouTube bombando algo que não seja prejudicial à vida em sociedade". "Foi o catalisador de uma redescoberta ocidental pelo city pop", avalia ele. O estilo da música pop japonesa viralizou a partir de 2017. Divulgação e G1/Elcio Horiuchi Cada país tem seu Legião Urbana e todos eles têm influências do rock dos anos 80, principalmente do punk e do pós-punk. Na Rússia, o Kino era liderado por Viktor Tsoi, cantor morto no auge da fama, em um acidente de carro em 1990, aos 28 anos. Figura icônica nos países que fizeram parte da União Soviética, Tsoi tem monumentos dedicados a ele. Nesses lugares, fãs até hoje deixam cigarros, bebidas, flores e escrevem declarações ao ídolo. O som do Kino unia rock de sintetizadores, folk, vocal grave e música tradicional russa. Falava da vida na Rússia e foi trilha de protestos contra a repressão. "Peremen" se tornou uma espécie de hino da Perestroika (reestruturação, em russo). Parte da história do Kino é contada no filme “Verão” (2018), uma cinebiografia sobre a história do rock russo dos anos 80. Cui Jian é considerado o pai do rock chinês. "A música mais famosa (traduzindo seria 'Nada em meu nome') é tida como canção de protesto do movimento estudantil pela democracia", explica Costoli. Na Alemanha, o Die Ärzte atravessou quatro décadas sendo sinônimo de rock no país. As letras, segundo Costoli, têm "um lance iconoclasta fino, uma crítica social esperta, com muita leveza e eles também tem baladas, canções muito bonitas e de muita sensibilidade". Com mais peso, o Sinawe é pioneiro do rock sul-coreano dos anos 80. Fazia hard rock e tinha uma figura importante da cultura pop local, Seo Taiji, como baixista. Entre 1992 e 1996, ele atuou em outra banda: o Seo Taiji and Boys, considerado precursor do K-Pop. Era um grupo de rap, porém. Divulgação e G1/Elcio Horiuchi "Numa época em que a Coreia do Sul ainda era meio fechada para o mundo, Seo Taiji and Boys foram um grande símbolo de ruptura e abertura", contextualiza Costoli. O grupo adaptava influências musicais diversas e fazia sucesso dentro e fora do país. No início dos anos 90, a banda liderada por Seo Taiji, hoje com 49 anos, já tinha muitas das características que mais tarde definiriam o K-pop: a dança como parte da apresentação dos cantores, os versos em inglês no meio das músicas; o passeio por vários gêneros em um álbum; a alternância de estilos dentro de uma mesma música; tudo no visual (pintar cabelo e até usar roupas de ski) virava moda. Na China, um dos grandes do rap é o grupo Higher Brothers. Eles são os rappers chineses mais populares fora do país, com forte influência americana. "A China não proíbe o rap, mas exerce muita censura sobre aquilo que ela entende como parte dessa cultura, das tatuagens às temáticas", explica Costoli. Os rappers mais famosos na China são os que se apresentam num famoso programa da TV, "Rap of China" e o Higher Brothers é um dos únicos que conseguiu se firmar na cena sem passar pelo programa. Isso faz com que eles consigam escapar um pouco da censura do governo chinês. Assim como os Racionais MCs, o italiano Caparezza é um rapper que fala de problemas sociais, questões políticas e expõe sua visão de mundo. Os versos têm muita ironia e metáforas, com mil trocadilhos que só existem dentro daquela "cabeça encaracolada" (o significado do nome artístico dele). No Japão, o Nobodyknows levou o rap ao primeiro lugar das paradas. O grupo teve ajuda de dois hits bem populares: "Kokoro Odoru", trilha de "SD Gundam Force" (2003) e "Hero’s Come Back", da primeira abertura de "Naruto Shippuden" (2007). Divulgação e G1/Elcio Horiuchi Udo Lindenberg é uma lenda do rock alemão. "O Udo é o Roberto Carlos se ele se posicionasse", compara Paola. Ela lembra que o cantor sempre esteve engajado em questões sociais. "Ele cantou sobre temas sensíveis como a guerra fria, o muro de Berlim, ao qual sempre foi contra." Alan Tam é uma verdadeira lenda viva da cena de canto-pop (música popular cantada em cantonês), além de cantor e compositor, Alan também é ator. Ele teve banda pop nos anos 70, The Wynners, mas estourou mesmo com a carreira solo nos anos 80, cheia de baladinhas românticas. Cho Yong-Pil é declaradamente o rei do pop da Coreia do Sul. Ainda em atividade, Cho é considerado o avô do k-pop. Ele iniciou a carreira musical como guitarrista em uma banda de rock, depois passou a misturar estilos. Na fase mais recente, passou a se dedicar às questões sentimentais e ao pop mais água com açúcar. Roberto Carlos francês, Claude François, morreu em um acidente doméstico aos 39 anos, em 1978. Ele tem uma fase romântica e outra mais disco, mais eurodance. Os clipes, com atuações dramáticas e coreografias exageradas consolidaram a imagem de ídolo da França. "Ele certamente foi o maior artista popular francês", atesta Costoli. "Ele também fez bastante sucesso internacional, e é co-autor de uma música linda, chamada 'Comme d'habitude', que é a canção original da versão mundialmente famosa 'My Way'." Veja Mais

Ai Weiwei constrói árvore de ferro de 32 metros com reprodução de espécie brasileira ameaçada

G1 Pop & Arte Artista chinês diz que obra de arte com moldes de pequi-vinagreiro de Trancoso (BA) é um alerta sobre as consequências do desmatamento e diz que Brasil 'sacrifica seus melhores recursos'. Ai Weiwei inaugura obra com molde de árvore gigante ameaçada. O molde foi feito com um pequi-vinagreiro em Trancoso (BA) e a obra foi montada em Porto, Portugal, onde o artista mora Reuters / Violeta Santos Moura O artista e dissidente chinês Ai Weiwei apresentou uma árvore tropical de 32 metros de altura feita de ferro na Cidade do Porto, em Portugal, nesta quinta-feira (22). Ele diz que espera que a obra de arte gere conscientização sobre as consequências devastadoras do desmatamento. Quatro anos atrás, Ai esteve no Brasil, para investigar as ameaças pelas quais as florestas passam, quando trombou com um pequi-vinagreiro, árvore ancestral ameaçada do gênero Caryocar, em Trancoso (BA). Usando andaimes, uma equipe moldou a árvore e enviou o molde à China, onde ele foi fundido antes de ser enviado a Portugal, a nova casa de Ai, para ser montado e exibido pela primeira vez. Ai Weiwei inaugura obra com molde de árvore gigante ameaçada. O molde foi feito com um pequi-vinagreiro em Trancoso (BA) e a obra foi montada em Porto, Portugal, onde o artista mora Reuters / Violeta Santos Moura "As pessoas devem olhar para esses trabalhos e pensar no que podemos perder no futuro", disse Ai, de 63 anos, à agência de notícias Reuters, por telefone. "É um alerta do que perderemos se não agirmos". O desmatamento da Amazônia brasileira cresceu desde que o presidente Jair Bolsonaro chegou ao poder em 2019. Bolsonaro tem incentivado a mineração e a agricultura em áreas protegidas da Amazônia e enfraquecido agências ambientais. "O Brasil tem uma política clara que sacrifica seus melhores recursos: sua floresta tropical, sua natureza", disse Ai Weiwei. "E não são apenas os melhores recursos do Brasil… são os melhores recursos do planeta". Ai Weiwei inaugura obra com molde de árvore gigante ameaçada. O molde foi feito com um pequi-vinagreiro em Trancoso (BA) e a obra foi montada em Porto, Portugal, onde o artista mora REUTERS/Violeta Santos Moura Veja Mais

#TBT - 5 vezes em que o Japão foi notícia

G1 Pop & Arte Com as Olimpíadas, o Japão volta a ganhar a atenção do mundo. Mas o que você conhece sobre o país? Vamos relembrar 5 momentos que o Japão foi notícia? Veja o vídeo! Repleto de belezas e de muita história, o Japão algumas vezes foi notícia. Aqui selecionamos 5 momentos em que o país foi parar na telinha da Globo. Momentos que mostram a força dos japoneses, a beleza do país e as delícias existentes lá. Afinal, quem aí resiste a um rodízio de comida japonesa? Vamos nessa? Quem nos leva pra essa viagem é Stephanie Rodrigues no Top TBT! Bora? Siga o canal oficial do G1 no YouTube Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Veja Mais

'Muito orgulhosa', diz mãe da mineira Paula Amorim, vencedora do reality 'No Limite'

G1 Pop & Arte Belo-horizontina de 32 anos venceu nesta terça-feira (20) o reality 'No Limite', com 66,77% dos votos, e levou o prêmio de R$ 500 mil. A mineira Paula Amorim, campeã do 'No Limite', com o pai e a mãe, em BH. Mike Bonfim “Muito orgulhosa. A Paula é muito dedicada, sempre se propõe a ser a melhor em tudo o que faz e não foi diferente, eu sabia da força dela, estamos felizes demais". Esse é o sentimento da empresária Kelly Amorim, de 51 anos, mãe da mineira Paula Amorim, de 32, vencedora do reality "No Limite", com 66,77% dos votos, na noite deste terça-feira (20). A modelo levou o prêmio de R$ 500 mil. Paula Amorim é a campeã de 'No Limite', com 66,77% dos votos Paula Amorim se emociona ao lembrar última prova do 'No Limite' e conta que pensou na família que quer construir "Quando ela recebeu o convite para participar do programa, ela disse que ia dar o melhor dela, vestir a camisa, ela se preparou muito, fez treinos de força, na areia, e também trabalhou muito o psicológico, a força interior dela, e jogou de verdade, foi muito bem. Desistir não era uma opção, por isso nós, da família, estávamos confiantes", disse a mãe ao G1. Por causa das restrições em decorrência da pandemia, a mãe não pôde sair de Belo Horizonte, onde mora, para acompanhar Paula no Rio de Janeiro, após o programa. A comemoração do prêmio da filha foi por videochamada. "Não pudemos ir para o Rio, mas falamos rapidamente por chamada de vídeo, após o programa, trocamos mensagens, ela está muito emocionada, muito feliz. Chegar na final com três homens super fortes e vencer, é para comemorar mesmo. Foi muito guerreira", disse Kelly. Esta foi a segunda participação da mineira em realities da TV Globo. O primeiro foi o "Big Brother Brasil", em 2018. Ela ficou em 4º lugar na competição. 'Sangue de guerreira' Paula Amorim é mineira de Belo Horizonte e venceu o reality "No Limite" com 66,77% dos votos, na noite desta terça-feira (20). Gustavo Lima Nascida no bairro Bom Jesus, na Região Noroeste de Belo Horizonte, a campeã do "No Limite" sempre chamava atenção pela "força e determinação". Ela é a mais velha de duas irmãs. "Sempre muito focada, desde criança, muito família, sabia exatamente o que queria e se preparava para isso. Nos momentos mais difíceis na vida e no jogo ela pensava na família. O avô, que faleceu no ano passado, foi ex- combatente de guerra, então ela pensava muito nele, sangue de guerreira na veia”, descreveu Kelly. Atualmente, Paula mora em São Paulo com o noivo, o ex- BBB Breno Simões. Paula Amorim com as irmãs e os pais em uma festa em Belo Horizonte Arquivo pessoal Os vídeos mais vistos do G1 Minas nesta semana: Veja Mais

DJ Ivis some das paradas, mas queda não abala ótima onda de popularidade do forró; veja análise

G1 Pop & Arte G1 mostra que o DJ caiu e a pisadinha continuou em alta. Ritmo é o que mais cria novos ídolos e hits no Brasil. Queda de Ivis foi compensada por subida de João Gomes, Mari Fernandez e mais. DJ Ivis despencou e a pisadinha seguiu firme. O músico que agrediu a mulher e foi preso poderia ter abalado também a audiência do forró de teclado. Afinal, ele tinha diversos hits e era muito ativo neste mercado. Mas o novo forró está tão aquecido por novos sucessos que nem sentiu. Mesmo com diminuição de mais de 80% da presença das músicas de Ivis nas paradas do Spotify, a audiência total de todos os artistas de forró aumentou. A diferença de 2 milhões de plays por dia nos ex-hits de Ivis foi compensada com sobra por novos sucessos de João Gomes e Mari Fernandez. Veja abaixo a análise do G1: Ivis papel bem ativo para na pisadinha, mas o impacto de sua ausência para o futuro do estilo é limitado por vários motivos: A raiz popular do piseiro é firme e muito anterior à atuação de Ivis. Vem do início dos anos 2000, com Nelson Nascimento e outros pioneiros, como o G1 já contou. A pisadinha é oposto da cultura complexa feita só por alguns "entendidos" e donos das ferramentas. Seu princípio é justamente ser acessível. Um teclado e um computador bastam para liberar a criatividade, o que inúmeros músicos fazem - e o povo ama. As melodias e os temas se repetem. Quando algo dá certo, muitos artistas criam a partir dali. Basta ouvir "Senta danada", nova música de Zé Felipe e Barões da Pisadinha. É boa, colante, e lembra várias faixas de Ivis (que lembra várias faixas de outros autores...) No primeiro sábado de maio de 2021, o forró teve cerca de 13 milhões de audições, das quais 3 milhões foram de músicas com Ivis. Isso significa que mais de 20% da audiência era de faixas com ele. DJ Ivis se firmou como compositor, produtor e cantor. Ele tinha sete músicas entre as mais tocadas do Brasil até a semana passada. Por isso, havia um temor de que sua queda interrompesse a subida nacional do estilo, que vem desde 2020. Com razão, músicos e empresas correram para repudiar a agressão, romper contratos, cancelar e apagar lançamentos. Plataformas baniram o DJ das playlists e o público fez campanha para ocultá-lo. Dos sete ex-hits, só um ("Volta bebê, volta neném") segue nas paradas - e já está quase saindo. Foto de DJ Ivis no presídio é divulgada; veja Mas o fato de a audiência ter até crescido mostra a incrível força da pisadinha, estilo que mais cria novos ídolos e sucessos no Brasil hoje. É que, ao mesmo tempo em que Ivis sumia, estava explodindo a audiência de João Gomes e Mari Fernandes, dois novinhos que não param de tocar. As duas músicas mais ouvidas no Spotify no Brasil são de João ("Meu pedaço de pecado" e "Aquelas coisas") e a terceira, de Mari ("Aquelas coisas"). Eles também vão bem em outros sites como YouTube e Sua Música - o que indica sucesso na maior plataforma do forró: o "paredão" de som na rua mesmo. Isso sem contar, claro, que os Barões da Pisadinha continuam sendo, de longe, os artistas mais ouvidos no Brasil hoje. Junto a ídolos como Wesley Safadão e Raí Saia Rodada, eles ajudaram a fazer o forró disparar em popularidade no Brasil. João Gomes, fenômeno do forró de vaquejada, fala sobre "Meu pedaço de pecado" Um caso à parte pode ser o sucesso de Zé Vaqueiro. Ivis era seu principal produtor e ele mesmo contou como tinha uma conexão musical com o DJ. Mas Zé também já trabalhou com craques como Rod Bala e é provável que já haja uma fila de bons produtores na sua porta. É certo que, se as músicas de Ivis não tivessem caído, a audiência do estilo seria ainda maior agora. De qualquer forma, é bom saber que uma cena de músicos tão jovens e criativos segue com um presente brilhante e um futuro promissor. A conclusão é um alívio: ninguém precisa dos plays de DJ Ivis. Mari Fernandez fala do sucesso com 'Não, não vou' Veja como o forró disparou em popularidade em streaming no Brasil em 2021: Veja Mais

'No Limite' termina nesta terça com final decidida pelo público; veja como vai ser

G1 Pop & Arte André, Elana, Jéssica, Zulu, Paula e Viegas disputam o prêmio de R$ 500 mil. André, Elana, Jéssica, Zulu, Paula e Viegas disputam final de 'No Limite' João Cotta / Sergio Zalis / Divulgação / Globo "No Limite" termina nesta terça-feira (20) e terá a primeira final decidida pelo público: dois participantes disputarão o prêmio R$ 500 mil e a preferência dos espectadores ao vivo. André, Elana, Jéssica, Zulu, Paula e Viegas se reunirão com os outros 10 ex-participantes para assistirem juntos aos momentos finais gravados na Praia Brava, locação do programa no Ceará. QUIZ: Por quanto tempo você sobreviveria 'No limite'? Olho de cabra e cérebro de bode - O que acontece quando comemos pratos 'exóticos' O programa vai exibir duas provas de força já gravadas que vão eliminar quatro dois seis semifinalistas. Depois, terá início a votação ao vivo entre os dois finalistas, aberta no site do Gshow durante o programa. Relembre a trajetória dos finalistas: Zulu: Treinador de atletas e lutadores, o carioca se destacou na equipe Carcará. Motivava e unia sua tribo com discursos antes das provas. Viegas: Membro da tribo Carcará, ficou marcado pela estratégia e combinação de votos para livrar a si e ao time da berlinda; André: Querido e temido por todos, André era bom de prova e foi eleito "líder" da equipe Calango; Elana: Carinhosa e alto-astral, Elana garantia a diversão do grupo, mas também a agilidade nas provas; Jéssica: Solitária na fase de grupos, foi responsável por várias vitórias da equipe Calango. Paula: Focada, estrategista e forte, Paula é resistente tanto nas provas quanto na conciliação das brigas dentro do acampamento. Líder do grupo Carcará, conduziu muitas vitórias do time. Além dos finalistas, Arcrebiano, Angélica, Ariadna, Gui Napolitano, Kaysar, Carol Peixinho, Lucas Chumbo, Gleici, Mahmoud, Iris Stefanelli também participaram do programa, uma versão especial com ex-BBBs. Veja Mais

Ex-atriz pornô Mia Khalifa responde Randolfe após referência na CPI da Covid: 'Estou a caminho'

G1 Pop & Arte Vice-presidente da comissão citou atriz nas redes sociais: "acho que estão te usando como cortina de fumaça". Em junho, a ex-atriz postou uma montagem depondo na comissão Twitter/Reprodução A ex-atriz pornô Mia Khalifa, lembrada por internautas durante as discussões da CPI da Covid, interagiu no Twitter a uma publicação do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão. Em tom de brincadeira, o parlamentar citou Mia que publicou: "Vocês estão em crise. Estou a caminho" respondendo ao tweet do senador referindo-se à reunião do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para negociação da vacina Coronavac. Initial plugin text Em vez de negociar com o Butantan, Pazuello foi negociar a Coronavac com uma empresa de importação de produtos eróticos, que não tem autorização para importar vacinas. Ele negou a participação na negociação. O nome de Mia Khalifa surgiu pela primeira vez por internautas a partir de uma interpretação equivocada de uma fala do senador Luiz Carlos Heinze (Progressistas-RS) referindo-se a uma pesquisa da revista científica The Lancet, retratada após falta de dados. Ele reforçou durante a CPI que a pesquisa foi encomendada por uma empresa onde a dona seria, segundo o senador, uma atriz pornô. Mas em nenhum momento o senador faz referência a Mia Khalifa. Assista ao vídeo abaixo: VÍDEO: Senador Luis Carlos Heinze volta a citar pesquisa 'contratada por atriz pornô' na CPI Mesmo sem a citação de Mia Khalifa, o nome da atriz foi relacionada ao contexto da CPI da Covid, onde também em tom de ironia, Randolfe Rodrigues "sugeriu" que ela fosse convocada para depor. Initial plugin text Em junho, a própria Mia Khalifa entrou na brincadeira. Ela postou, também no Twitter, uma montagem simulando um depoimento na CPI da Covid. Initial plugin text Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá ASSISTA abaixo o que foi destaque no AP: Veja Mais

'Madres Paralelas', novo filme de Almodóvar, vai abrir o Festival de Veneza

G1 Pop & Arte Filme com Penélope Cruz vai disputar o Leão de Ouro. Festival de cinema acontece entre 1º e 11 de setembro. 'Madres Paralelas', novo filme de Pedro Almodóvar com Penélope Cruz Divulgação "Madres paralelas", filme de Pedro Almodóvar com Penélope Cruz, abrirá a 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que acontecerá de 1º a 11 de setembro, anunciaram os organizadores nesta segunda-feira (19). O filme, que também tem Milena Smit, Israel Elejalde, Aitana Sánchez Gijón, Julieta Serrano e Rossy De Palma no elenco, disputará o Leão de Ouro. "Nasci como diretor em Veneza em 1983 (...) na seção 'Mezzogiorno Mezzanotte". Trinta e oito anos depois me chamam para abrir a Mostra. Eu agradeço verdadeiramente ao festival por esta honra e espero estar à altura", afirmou o cineasta. Pedro Almodóvar posa para fotos no segundo dia do Festival de Veneza de 2020 Tiziana Fabi/AFP O diretor do festival, Alberto Barbera, declarou que está feliz por receber "este retrato intenso e sensível de duas mulheres que enfrentam os temas de uma maternidade com mudanças imprevisíveis, a solidariedade feminina e uma sexualidade vivida em plena liberdade e sem hipocrisia". Pedro Almodóvar, de 71 anos, recebeu em 2019 um Leão de Ouro honorário pelo conjunto de sua obra. LEIA MAIS: Spike Lee comete gafe ao anunciar principal vencedor do Festival de Cannes Veja Mais

Com LeBron James, 'Space Jam: Um novo legado' lidera bilheterias nos EUA e Canadá

G1 Pop & Arte Apesar das críticas, novo filme da Warner Bros desbancou 'Viúva Negra', que dominou as bilheterias no fim de semana anterior. 'Space Jam: Um novo legado': veja o trailer "Space Jam: Um novo legado", mais recente filme da Warner Bros, alcançou o topo das bilheterias nos Estados Unidos e Canadá neste fim de semana, com uma receita bruta estimada de US$ 31,6 milhões (cerca de R$ 161,4 milhões). O filme de ação e animação - uma sequência quase 25 anos após o "Space Jam" original com Michael Jordan -, mostra o astro da NBA LeBron James se juntando a Bugs Bunny e outros personagens de Looney Tunes em um jogo de basquete contra uma entidade de inteligência artificial que ameaça seu filho. 'Space Jam: Um novo legado' atualiza bem clássico com citações pop e game nonsense; G1 já viu A produção - apesar das críticas - desbancou "Viúva Negra", um filme de super-herói da Disney que dominou as bilheterias no fim de semana anterior. Dirigido por Malcolm D. Lee (“Viagem das Garotas”) atualiza bem o original, estrelado por Michael Jordan, em 1996. Antes, o jogador protagonista jogava contra extraterrestres. Desta vez, LeBron é desafiado por um algoritmo e a partida é disputada como se fosse um game. A tensão do primeiro, convenhamos, era muito maior. LeBron James e Pernalonga jogam juntos em 'Space Jam: Um novo legado' Divulgação Veja Mais

Morre a atriz Pilar Bardem, mãe de Javier Bardem, aos 82 anos

G1 Pop & Arte Ela recebeu o mais alto reconhecimento do cinema espanhol, o Prêmio Goya, como coadjuvante no filme 'Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos', em 1995. Pilar Bardem, atriz espanhola, em foto de junho de 2019 Gabriel Bouys/AFP/Arquivo A atriz espanhola Pilar Bardem, mãe do vencedor do Oscar Javier Bardem e membro de um grupo renomado de intérpretes, morreu no sábado (18), aos 82 anos, anunciaram seus filhos. "Queremos compartilhar a notícia de que nossa mãe, nosso exemplo, faleceu. Partiu em paz, sem sofrer, e cercada pelo amor de seus entes", disse a família em nota. Nascida na cidade de Sevilha em 1939, Pilar Bardem era filha de um casal de atores e irmã do conhecido cineasta espanhol, Juan Antonio Bardem. Seus três filhos também se dedicaram à sétima arte, alcançando, no caso de Javier, fama internacional com o Oscar por seu papel em "Onde os Fracos Não Têm Vez", dos irmãos Coen. Pilar tinha uma carreira sólida na Espanha, com participação em filmes, peças e séries. Em 1995, ganhou o Goya de melhor atriz coadjuvante por "Ninguém Falará de Nós Quando Estivermos Mortos". Com fortes convicções progressistas, sua faceta de ativista também era conhecida, tanto em causas solidárias quanto pela melhoria das condições do sindicato de atores. O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, lamentou a morte da atriz e celebrou o seu legado para o cinema do país. "Ele nos deixa um enorme legado no cinema, teatro e televisão", escreveu Sánchez. "Mas a grande Pilar era, antes de tudo, uma defensora da igualdade, da liberdade e dos direitos de todas e todos." Demonstrações de carinho pela atriz se sucederam durante a noite, procedentes de todas as esferas da cultura, principalmente do cinema espanhol. Pilar Bardem também era sogra de Penelope Cruz, ganhadora do Oscar e mulher de seu filho Javier. Veja Mais

Lives da semana: Wesley Safadão, Marcelo Falcão, Xande de Pilares e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste final de semana. Wesley Safadão, Marcelo Falcão e Xande de Pilares fazem lives neste final de semana. Divulgação Wesley Safadão, Marcelo Falcão e Xande de Pilares fazem lives neste final de semana. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Lives de sábado (17): Far From Alaska - 19h - Link Wesley Safadão - 19h - Link Xande de Pilares (Live paga) - 19h30 - Link Marcelo Falcão (participação de Rogério Flausino) - 20h - Link Semana Pop fala sobre o retorno das Lives e o adeus de Gusttavo Lima ao formato Veja Mais

Vídeos de músicas com DJ Ivis são removidos e têm comentários desativados no YouTube após agressões contra ex-mulher

G1 Pop & Arte Os comentários no canal oficial de DJ Ivis na plataforma estão desativados desde a divulgação das imagens das agressões. Ele foi preso nesta quarta-feira, em Fortaleza. Polícia prende DJ Ivis em Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. Artistas que participaram de músicas com Iverson de Souza Araújo (DJ Ivis) estão desativando os comentários ou até removendo os videoclipes no YouTube desde a divulgação das imagens onde o cantor aparece agredindo a ex-mulher, Pamella Holanda. A arquiteta e digital influencer publicou as agressões nas redes sociais no último domingo (11). DJ Ivis foi preso preventivamente nesta quarta-feira (veja imagens acima) em um condomínio de luxo na cidade de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Pamella Holanda, a ex-mulher do DJ, publicou no domingo (11) vídeos gravados pela câmera de segurança da residência mostrando as agressões contra ela com chutes, socos e empurrões. Tudo aconteceu na frente da filha e de outras duas pessoas. O clipe de 'Esquema Preferido', uma das músicas mais famosas com participação de DJ Ivis, foi retirado do canal oficial de Tarcísio do Acordeon, artista que divide a música com o paraibano. Quem é DJ Ivis O cantor Vitor Fernandes manteve o clipe de 'Oi Sumida' no Youtube — que conta com mais de 140 mil visualizações em um mês de lançamento — mas o título da música não tem o nome de DJ Ivis, e os comentários do vídeo estão desativados. Já DJ Guuga também manteve o vídeo de 'Volta Bebê, Volta Neném', que tem mais de 185 milhões de visualizações, e o nome de DJ Ivis no título, mas também desativou os comentários do clipe. Videoclipe de Não Pode Se Apaixonar, música de DJ Ivis, Xand Avião e MC Danny. YouTube/Reprodução Todas as músicas com DJ Ivis caem nas paradas de streaming após agressão Cantores e gravadoras anunciam fim de parceria com DJ Ivis Spotify e Deezer excluem todas as músicas com DJ Ivis de suas playlists DJ Ivis é demitido de produtora após vídeos de agressões Músicas do DJ Ivis saem da programação de rádios Os vídeos publicados no próprio canal oficial do YouTube de DJ Ivis estão desativados desde a divulgação as agressões contra a ex-mulher. Já a música 'Não pode se apaixonar', em parceria com Xand Avião e MC Danny, não foi encontrada nos canais oficiais de nenhum dos três artistas. Prisão DJ Ivis chega à delegacia após prisão decretada por agressões contra a ex-mulher, Pamella Holanda. Reprodução DJ Ivis foi preso nesta quarta-feira (14) em um condomínio de luxo no município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza depois de aberto inquérito contra ele por violência doméstica contra Pamella. A arquiteta mostrou as agressões contra ela com chutes, socos e empurrões. Tudo aconteceu na frente da filha e de outras duas pessoas, a mãe dela e um funcionário dele, identificado como Charles Barbosa. Tornozeleira eletrônica e pedidos da defesa de DJ Ivis Ex-mulher de DJ Ivis publica vídeo sendo agredida pelo artista em apartamento de Fortaleza O advogado do DJ Ivis afirmou, nesta quinta-feira (15), que irá entrar com um pedido de conversão da prisão preventiva do cantor em medidas cautelares, como o uso de tornozeleira. A ideia é que ele cumpra obrigações judiciais longe da cadeia. De acordo com o advogado André Quezado, "não há motivação para manutenção dessa prisão em relação a esses fatos", uma vez que há medidas cautelares diversas, como o uso de tornozeleira eletrônica e o afastamento da ex-mulher, já determinado pela Justiça. "Vamos em busca das medidas cautelares diversas da prisão para que ele fique em liberdade, mas com determinadas obrigações caso o Judiciário venha a deferir. Ele vai ter obrigações e deveres, inclusive, um deles é o afastamento, não poder se aproximar da senhora Pamella", afirmou o advogado. Quezado disse ainda que não há motivação para a prisão de DJ Ivis em função da garantia da ordem pública, principal fundamento utilizado pela Polícia Civil ao apresentar o pedido à Justiça. "O senhor Ivis, em nenhum momento, pretende se furtar à ação penal. Sempre que for chamado, irá comparecer, não irá atrapalhar as investigações, não entrou em contato com as testemunhas que a senhora Pamella apresentou , então não há motivação para a manutenção dessa prisão", argumentou. Polícia prende DJ Ivis em casa por agressões contra ex-mulher Pamella Holanda O DJ está totalmente abalado emocionalmente e psicologicamente, informou o advogado. Segundo ele, não seria apenas por causa da prisão, mas também por perdas que vem tendo no âmbito profissional e familiar. Dois inquéritos contra o DJ A Polícia Civil do Ceará irá investigar as agressões cometidas pelo cantor por meio de dois inquéritos policiais. A informação foi dada pelo secretário da Segurança Pública na manhã desta quinta-feira (15). Segundo o secretário de Segurança, as imagens divulgadas por Pamella em suas redes sociais (veja vídeo mais acima) aconteceram em dezembro de 2020 em um apartamento do agressor, no Bairro Passaré, em Fortaleza. Vídeos mostram que DJ Ivis agrediu a ex-mulher Pamella Holanda Reprodução/Instagram/DJIvis, Pamella Holanda Uma cópia do inquérito já aberto na Delegacia Metropolitana de Eusébio será remetida à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da capital para que os vídeos sejam analisados e sirvam como prova para pedir o indiciamento de DJ Ivis em uma outra investigação de lesão corporal no contexto de violência doméstica, a qual tramitará em Fortaleza. O titular da Delegacia Metropolitana de Eusébio, Tharsio Facó, afirmou que já dispõe de imagens do circuito interno de vigilância no apartamento no Eusébio, cujas agressões ocorreram supostamente em 1º de julho, e que os investigadores estão trabalhando nessas filmagens. Foi por essa investigação que DJ Ivis foi preso nesta quarta-feira (14). Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto Veja Mais

Mayana Neiva retorna à PB para gravar documentário e iniciar carreira musical com dois clipes

G1 Pop & Arte Atriz grava "José", um documentário sobre o avô dela, e dois clipes, “Cordel da Mulher Paraibana" e “Enquanto a Chuva Não Vem”. Mayana Neiva em Coremas, na Paraíba, para a gravação de documentário sobre o avô e dois clipes Reprodução/Instagram Mayana Neiva está no Sertão da Paraíba para a gravação de três trabalhos audiovisuais: um documentário e dois videoclipes. O documentário “José” conta a história do avô da atriz, balaieiro e fotógrafo da cidade de Esperança. Os dois clipes, “Cordel da Mulher Paraibana" e “Enquanto a Chuva Não Vem”, têm músicas que são composições próprias de Mayana e devem marcar o início da trajetória dela na música. Atriz Mayana Neiva recebe primeira dose da vacina contra a Covid-19 em João Pessoa As gravações acontecem nas cidades de Coremas, Maturéia (Pico do Jabre) e Patos, com equipe inteiramente formada por profissionais do Sertão paraibano. Algumsa imagens também foram gravadas em João Pessoa e Campina Grande, cidade natal de Mayana. Mayana Neiva grava documentário e dois clipes no Sertão da Paraíba Instagram/Reprodução Fazer um documentário sobre o avô é um sonho antigo da paraibana. “É um enorme prazer gravar aqui na Paraíba um sonho já muito antigo, que é um documentário sobre a vida do meu avô. Ele, que nasceu em Esperança, foi balaieiro, levava carne na cabeça para a feira de Patos. Também foi um grande fotógrafo e, mesmo não tendo sido alfabetizado, se tornou um editor de livros”, afirmou ela. O documentário e os videoclipes são realizados em parceria com o diretor paraibano Kennel Rogis. A produção é de Bianca Brunet, e as imagens aéreas ficam por conta de Alex Costa. Mayana Neiva e equipe, durante as gravações de documentário e dois clipes, no Sertão da Paraíba Reprodução/Instagram As produções ainda não têm data de lançamento, mas Mayana espera ressignificar a imagem do Sertão para o Brasil e mostrar o potencial artístico e cultural do lugar. A atriz conta que está muito feliz ao revisitar suas raízes e que tem sido uma experiência transformadora. “Estou muito feliz de revisitar minha essência e minha história, de onde eu vim. Tem sido uma experiência transformadora sentir o amor das pessoas do Sertão”. “Muitos dos dias que estive gravando, eu chorei. É lindo ressignificar esse olhar para nosso Sertão, ver esse lugar de gente tão moderna, com tanta arte bonita foi profundamente emocionante. Fazer arte no sertão é absolutamente transformador porque não tem como você não sair tocado pela luz desse lugar e coração dessas pessoas”. Vacina em João Pessoa No dia 17 de julho, Mayana Neiva aproveitou a passagem pela Paraíba para receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19, em João Pessoa. "Ter recebido a vacina na Paraíba foi coroar essa experiência de proteção e afeto na minha terra. É importante ressaltar que só com o esquema vacinal completo é que estamos 100% protegidos. Viva a ciência, viva o SUS". Initial plugin text Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba Veja Mais

Amy Winehouse em FOTOS: relembre shows em festivais e vinda ao Brasil

G1 Pop & Arte Cantora inglesa morreu aos 27 anos, após ter uma intoxicação alcoólica em casa, há exatos 10 anos. Amy Winehouse participa de concerto em homenagem ao 90º aniversário de Nelson Mandela, no Hyde Park, no centro de Londres, em junho de 2008 Shaun Curry/Afp/Arquivo Amy Winehouse canta no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2007 Carl De Souza/AFP/Arquivo Amy Winehouse no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2007 Carl de Souza/AFP/Arquivo Cantora inglesa Amy Winehouse se apresentou no Rio de Janeiro, em janeiro de 2011 Marcos Arcoverde/Estadão Conteúdo/Arquivo A cantora Amy Winehouse se apresenta durante o Summer Soul Festival, realizado em São Paulo, em janeiro de 2011 Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo/Arquivo Amy Winehouse aproveita tarde de sol na piscina do hotel onde esteve hospedada no bairro Santa Tereza, na região central do Rio de Janeiro, durante estadia no Brasil em 2011; Cantora inglesa fez cinco shows no país, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Florianópolis. Wilton Junior/Estadão Conteúdo/Arquivo Amy Winehouse canta na cerimônia do Mercury Music Awards, em Londres, em setembro de 2007 Leon Neal/AFP/Arquivo Amy Winehouse no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2008 Ben Stansall/AFP/Arquivo Amy Winehouse no festival Glastonbury, na Inglaterra, em junho de 2008 Ben Stansall/AFP/Arquivo Amy Winehouse durante Rock in Rio Madrid, em Arganda del Rey, na Espanha, em julho de 2008 Reuters/Juan Medina Foto de 2009 mostra Amy Winehouse no intervalo do julgamento em Londres; a cantora foi acusada de agredir uma fã, mas acabou inocentada Shaun Curry/AFP/Arquivo Amy Winehouse participa de concerto em homenagem ao 90º aniversário de Nelson Mandela, no Hyde Park, no centro de Londres, em junho de 2008 Shaun Curry/Afp/Arquivo Veja Mais

'Música para quando as luzes se apagam', 'Slalom' e 'Um lugar silencioso 2' estreiam nos cinemas; veja VÍDEO

G1 Pop & Arte Semana conta com lançamentos adiados por causa da pandemia entre destaques. G1 comenta em vídeo. Estreias adiadas por causa da pandemia chegam às telonas A pandemia provocou diversos adiamentos de estreias dos cinemas desde março de 2020. Com a vacinação nos Estados Unidos, Hollywood volta a programar seus lançamentos — por lá e no resto do mundo. Tanto que nesta quinta-feira (22) um dos filmes mais marcados por adiamentos (e até adiantamentos) finalmente estreou no Brasil, assim como um documentário nacional de 2017. Assista ao vídeo acima. 'Um lugar silencioso - Parte 2' Teaser de 'Um lugar silencioso 2' A continuação do terror de 2018 chegou a ter evento de lançamento mundial em março de 2020, pouco antes das medidas de isolamento social serem exigidas em países como Estados Unidos e Brasil. G1 já viu: 'Parte 2' perde tensão ao expandir demais mundo do original Desde então, passou por quatro adiamentos e um adiantamento da data de estreia. Nos cinemas brasileiros, o público vai poder acompanhar a aventura da família Abbott após deixar o seu refúgio no mundo apocalíptico dominado por monstros atraídos pelo som, com o retorno do diretor John Krasinsky ("The office") e de Emily Blunt ("O retorno de Mary Poppins"). 'Música para quando as luzes se apagam' A mistura de documentário com ficção chegou a ser exibida na Mostra de Cinema de São Paulo em 2017, mas só estreia agora nos cinemas. O filme brasileiro acompanha a transição real de um jovem no Rio Grande do Sul de Emelyn para Bernardo, acompanhado por uma escritora fictícia interpretada por Júlia Lemmertz. 'Slalom - Até o limite' O filme franco-belga conta a história de uma jovem esquiadora (Noée Abita), empolgada após entrar para a equipe de um prestigiado colégio. Com o tempo, a alegria dá lugar a outro sentimento graças à relação abusiva com o treinador mais velho (Jérémie Renier). Veja Mais

Jordan Peele anuncia novo filme de terror: 'Nope'

G1 Pop & Arte Daniel Kaluuya, estrela de 'Corra!', Steven Yeun ('Minari') e Keke Palmer ('As golpistas') estão no elenco. Filme está previsto para estrear em 22 de julho de 2022. Cartaz do filme 'Nope', novo terror de Jordan Peele Reprodução/Jordan Peele Jordan Peele anunciou, nesta quinta (22), o nome e a data de estreia de seu novo filme de terror: 'Nope', previsto para 22 de julho de 2022. O terceiro filme do diretor e roteirista premiado por "Corra!" vai contar com o astro do seu primeiro filme, o ator Daniel Kaluuya. Steven Yeun ("Minari") e Keke Palmer ("As golpistas") também estão no elenco. Daniel Kaluuya, Jordan Peele e Allison Williams, de 'Corra!', durante a premiação dos Spirit Awards Danny Moloshok/Reuters Não há muitas informações disponíveis sobre o longa, nem mesmo uma sinopse foi divulgada. O cartaz publicado por Peele mostra apenas uma nuvem misteriosa sobre uma cidade. Initial plugin text Semana Pop fala sobre principais estreias nos cinemas no 2º semestre de 2021 Veja Mais

Pabllo Vittar, Anitta, Iza, Gloria Groove... Por que o pop está exaltando as 'origens' na pandemia?

G1 Pop & Arte Pandemia tem feito artistas mergulharem na memória afetiva e reproduzirem ritmos, sentimentos e músicas que marcaram infância e adolescência. Pabllo Vittar, Anitta, Iza e Gloria Groove resgatam memórias afetivas em lançamentos da pandemia Divulgação O olhar de artistas pop ficou mais voltado para o passado e para as origens durante a pandemia. Basta reparar nos últimos lançamentos de Pabllo Vittar, Anitta, Iza e Gloria Groove. Nas músicas, as cantoras exaltam, em letras e ritmos, memórias dos lugares onde cresceram, como Santa Izabel do Pará, a zona norte do Rio ou a zona leste de São Paulo. Música pop se volta para memória afetiva durante pandemia; Iza, Anitta, Pabllo Vittar e Glória Groove dedicaram lançamentos recentes aos lugares de onde cresceram Arte/G1 Essa celebração às origens, no sentido geográfico mesmo, durante a pandemia pode ser explicada por alguns fatores: A pandemia fez as pessoas olharem para o passado, para tempos felizes anteriores à incerteza e o medo provocados pelo vírus; Sem shows e turnês, grandes momentos de exposição internacional foram adiados, como no caso de Pabllo Vittar; Levantar a bandeira do lugar de onde veio pode ser um desejo genuíno, mas também é uma excelente estratégia de marketing; Nos últimos meses, o foco tem sido o streaming e músicas que despertam a nostalgia tem funcionado bem, como foi o caso do pagode que teve grande audiência em lives. 'Batidão Tropical', de Pabllo Vittar Pabllo Vittar lança ‘Batidão Tropical’, álbum dedicado ao forró e tecnobrega A ideia de fazer releituras de tecnobrega e forró já pairava na cabeça de Pabllo Vittar, mas foi a pandemia que deu o empurrão decisivo para o conceito do quarto álbum da cantora. A carreira internacional era o foco do ano passado, com shows importantes em festivais como Coachella e Primavera Sound. Quando toda a agenda caiu, Pabllo começou a pensar o que poderia fazer no tempo ocioso. "Queria de alguma forma exaltar realmente a minha origem, a minha cultura, o Maranhão, o Pará", afirma a cantora de São Luís. "É como se eu pegasse o Norte e Nordeste, colocasse em um pedestal e mostrasse para o Brasil e o mundo verem o tanto que é rico e plural". Ouça entrevista e faixa a faixa sobre o álbum abaixo: Os produtores do álbum também comentam sobre a memória afetiva em alta na pandemia. "Ficar preso faz você olhar para dentro. A gente está em um momento que trazer o bom do Brasil é lembrar às pessoas que o país tem coisas boas", afirma Zebu. "A gente está em casa o tempo inteiro, sem poder fazer as coisas que a gente fazia", diz Gorky. "Acaba que coisas que a gente nunca deu valor são recuperadas". 'Girl From Rio', de Anitta Anitta mostrou o Rio que conhece em 'Girl From Rio' Divulgação "Deixa eu te contar sobre um Rio diferente, aquele de onde eu venho, mas não aquele que você conhece", canta Anitta, em inglês, na faixa com sample de "Garota de Ipanema". A música junta bossa nova com trap, subgênero do rap em alta no mundo, em uma aposta voltada para o mercado internacional. Ela não fala exatamente sobre Honório Gurgel, mas exalta o Rio "real", segundo as suas experiências pessoais. "'Girl from Rio' é uma música sobre a cidade do Rio de Janeiro, vista sob a minha perspectiva. É sobre o Rio que eu vi e no qual morei", afirmou a cantora ao lançar o single em abril. 'Girl From Rio' cai nas paradas e fãs de Anitta cobram gravadora por ausência em playlists Além de fazer uma releitura do visual da época em que o gênero de Tom Jobim e Vinicius de Moraes estava em alta, o clipe também mostra um dia no Piscinão de Ramos, com cenas e corpos reais. "Falo sobre um pouco de tudo, sobre minha família, sobre o lugar de onde eu vim, onde eu cresci, as pessoas que vi e vejo todos os dias. Exponho o meu ponto de vista das mulheres em geral e da beleza que eu enxergo nelas". Apesar do esforço de marketing e grande investimento, a música não ficou nas paradas das plataformas de streaming por muito tempo. 'Gueto' de Iza Iza no clipe de 'Gueto' Divulgação As memórias de infância de Iza em Olaria, zona norte do Rio, motivaram "Gueto", primeira faixa do segundo álbum da cantora, previsto para este ano ainda. A vontade de falar sobre o lugar que a formou como pessoa vem como uma forma de agradecimento. "Partiu de um orgulho muito grande que comecei a sentir vendo todas as coisas que estava conquistando. Não tinha como celebrar as coisas que estavam acontecendo e o lugar para onde eu estava indo, sem lembrar do lugar de onde eu vim", explica Iza. Iza fala sobre música ‘Gueto’ e novo disco O objetivo também é inspirar quem ainda pode ter um caminho tão bem sucedido quanto o dela. "Quero que as pessoas se sintam orgulhosas de serem quem são. É possível, sim, abrir as portas para o gueto, é possível ser feliz e bem-sucedido, inspirar outras pessoas fazendo aquilo que a gente ama e mostrar para as pessoas que não existe limite". O tom pessoal e geograficamente relacionado ao Rio deve estar presente apenas nesse single, segundo a cantora. O segundo álbum sai ainda neste ano com uma mistura de reggae, trap, R&B, dancehall, hiphop. Ouça entrevista no podcast abaixo. 'Lady Leste' de Gloria Groove Gloria Groove no clipe de 'Bonekinha' Rodolpho Magalhães/Divulgação Depois do EP de R&B, "Affair", a nova era de Glória Groove vai ser voltada para a zona leste de São Paulo, região onde a cantora cresceu e vive até hoje. Tanto que Lady Leste não só é o nome do segundo álbum, como também do alter ego que vai conduzir o trabalho. "Ele é inspirado na minha relação de amor com o lugar onde nasci, que é a zona leste de São Paulo, a Vila Formosa. É também uma homenagem a todas as 'ladies lestes' que conheço", afirma Glória. "Acredito muito nisso, porque ao mesmo tempo que tem um 'que' de fenômeno internacional, Lady Leste, é uma coisa que traz pra si, traz pra casa, traz para as origens, traz para as raízes que é o que pretendo mostrar ainda mais nesse trabalho". Lançado em junho, o single "Bonekinha" marca a volta de Glória para o pop, mas ela não quer fazer uma coisa só: "O legal de fazer um álbum pop é não precisar se limitar na mistura de estilos". Gloria Groove comenta volta ao pop com novo álbum Assim como para Pabllo Vittar, ocupar a cabeça fazendo música foi importante para Glória nesses meses de isolamento. "Na pandemia, a gente está com nossos pensamentos e projetando tudo o que a gente ainda quer fazer um dia, sabe? Muito de Lady Leste está saindo disso, do que estou projetando como o sonho da diversão que ainda teremos juntos", diz. "Então tem tudo a ver querer que a Lady Leste exista agora, para resgatar, para me resgatar disso e para me levar para cima. A música tem me salvado o tempo todo e eu não parei de produzir em nenhum momento". Mas ninguém está inventando a roda... .... porque falar sobre o lugar de origem não vem de hoje no funk, nem na música brasileira como um todo. "Pode até ser que a pandemia reforce ainda mais essa ideia, mas, antes de tudo, essas cantoras estão negociando o tempo todo com essa ideia de território e de gênero", diz Simone Pereira Sá, professora de Estudos de Mídia da Universidade Federal Fluminense. "Elas nunca abandonaram esse lugar da casa, do território. Olhando para a obra, dá pra ver que elas estão sempre com um pé no mundo, mas com outro reivindicando esse lugar de origem", explica Simone. A pesquisadora também escreveu o livro "Música pop-periférica brasileira: videoclipes, performances e tretas na cultura digital". De fato, o forró já esteve presente na discografia de Pabllo Vittar, assim como Anitta sempre soube a cultura do Rio e da favela em pontos específicos da carreira, como em "Vai Malandra", hit de 2017. Mas os lançamentos com o tema em comum refletem, talvez até inconscientemente, uma rotina diferente que a pandemia impôs: longos períodos em casa, maior tempo com a família, nostalgia e o sonho de voltar a viver dias que já foram melhores. Veja Mais

'Batgirl' escala Leslie Grace como a heroína

G1 Pop & Arte Atriz de 'Em um bairro de Nova York' vai interpretar filha do comissário Gordon em filme. Leslie Grace em cena de 'Em um bairro de Nova York' Divulgação A atriz Leslie Grace ("Em um bairro em Nova York") vai interpretar protagonista em "Batgirl", filme sobre a heroína dos quadrinhos da DC. A Warner Bros. e a própria anunciaram a escolha nesta quarta-feira (21). "Estou mais do que animada em dar vida a Barbara Gordon, a sua Batgirl!", escreveu em sua conta no Twitter. "Não posso acreditar no que estou escrevendo agora. Obrigado, DC por me receber na família! Estou pronta para dar tudo o que tenho!" Initial plugin text E O filme com a personagem, que nos quadrinhos é filha do comissário Gordon, está em desenvolvimento há anos. Joss Whedon ("Liga da Justiça") tinha sido contratado inicialmente para o projeto antes de assumir a direção do filme da equipe. Após acusações de criar um ambiente abusivo nas gravações, o cineasta deixou as produções no estúdio. Atualmente, "Batgirl", que deve ser lançado na plataforma de vídeos HBO Max em 2023, é dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah ("Bad Boys para sempre"). Semana Pop explica o 'Snyder Cut' de 'Liga da Justiça' Veja Mais

Líder de seita sexual que se infiltrou em Hollywood é condenado a pagar US$ 3,4 milhões a vítimas

G1 Pop & Arte Keith Raniere comandou seita que incluía a atriz de 'Smallville' Allison Mack. Ele já tinha sido condenado a 120 anos de prisão, e agora terá que pagar indenização a 21 vítimas. Keith Raniere Divulgação / 'The Vow' Keith Raniere, líder de uma seita que transformava mulheres em escravas sexuais e se infiltrou em Hollywood, foi condenado a pagar US$ 3,4 milhões (R$ 17,7 milhões) de indenização a 21 vítimas. Ele já cumpre uma pena de 120 anos de prisão desde 2019. Allison Mack, atriz de "Smallville", foi condenada em junho de 2021 a três anos de prisão por envolvimento com o grupo Nxivm. Como funcionava a seita? A série "The Vow", lançada em 2020, conta o esquema escabroso e explica, com detalhes, a fachada limpa que encobria a seita sexual Nxivm. Como um falso "grupo de autoajuda" baseado na violência existiu durante vinte anos e se infiltrou em Hollywood? O lado podre já é conhecido: a atriz Allison Mack, atriz de 'Smallville', foi presa por recrutar escravas sexuais para o "coach" da seita. Elas tinham o peso controlado, eram chantageadas com fotos eróticas e até marcadas a ferro. Mack se declarou culpada em 2019. Allison Mack comparece a evento em Nova York, em 2010 Bryan Bedder/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP O mérito inicial de "The Vow" é mostrar, através dos depoimentos longos de dois ex-integrantes da seita, o seu lado falsamente positivo e sedutor. O diretor Mark Vicente e a atriz Sarah Edmondson foram atraídos para o culto e tinham perfis semelhantes: artistas lutando por destaque na indústria de entretenimento dos EUA. Cheios de ambições e de frustrações, eram alvos perfeitos da seita manipuladora. A atriz da série "Smallville", Allison Mack, que participou do sistema de "escravo e mestre" do Nxivm Getty Images Os novatos viam vídeos e paletras que os ensinavam a abandonar suas "crenças limitadoras" e, depois, recrutar novos integrantes para subir na hierarquia. Por trás do mistério, a tal seita Nxivm era um misto de autoajuda e esquema de pirâmide. Eles descrevem e o encantamento pelo líder, Keith Raniere, que posava de intelectual e mentor de ricos e famosos. Ao seguir seus mandamentos, se sentiam mais poderosos e seguros. A chave para entender o mecanismo do culto aparece no final do episódio. É quando aparece a mulher de Mark, a australiana Bonnie Piesse. Ela atuou nos filmes da saga "Star Wars" do início dos anos 2000 como a jovem Beru Lars. Bonnie Piesse como Beru Lars em 'Star Wars, Episódio II: Ataque dos Clones (2002)' Divulgação O perfil de Bonnie é o mesmo dos outros dois ex-integrantes: artista ambiciosa, mas frustrada - na época, tentava sem sucesso ser cantora. Aí fica claro como este tipo de seita seduziu Hollywood, um lugar movido a vaidade, cheio de pessoas vulneráveis ao tal "coach". Alison Mack aparece mais tarde, vista como estrela. Mas, apesar de atuar numa série em alta, na pele da melhor amiga do jovem Clark Kent, não era uma atriz consagrada. Seu maior prêmio foi de atirz coadjuvante no Teen Choice Awards de 2001. Perfil não muito diferente dos outros. Saiba mais: Escândalo da NXIVM: por que é tão difícil parar uma seita "The Vow" tem direção do egípcio-americano Karim Amer e da libanesa-americana Jehane Noujaim, dupla indicada ao Oscar em 2014 pelo eletrizante documentário político "The Square", sobre os protestos da Primavera Árabe no Egito. Semana Pop #95: Lembre de tragédias que envolveram atores de 'Glee', como Naya Rivera Veja Mais

Paula Amorim é a campeã de 'No Limite', com 66,77% dos votos

G1 Pop & Arte Mineira disputou a final com Viegas e venceu pela votação do público. Paula Amorim na final de 'No Limite' Reprodução / TV Globo A mineira Paula Amorim, de 32 anos, venceu nesta terça-feira (20) o reality "No Limite", com 66,77% dos votos e levou o prêmio de R$ 500 mil. Viegas ficou em segundo lugar. Em votação aberta entre os participantes do reality, André foi o mais votado e ficou em terceiro. "Agora eu estou sentindo gratidão mesmo. Tentei me entregar no jogo de corpo e alma. Me preparei, levei muito a sério o programa, sabia que ia ser muito difícil", afirmou a campeã. No último episódio, duas provas definiram os finalistas. Na primeira delas, Elana e Jéssica foram eliminadas. E na segunda, André e Zulu perderam em uma disputa emocionante com Paula e Viegas. Paula se emociona com o resultado Reprodução / TV Globo Veja Mais

Anitta, Pavarotti, Paul McCartney, Spice Girls: relembre famosos em aberturas de Jogos Olímpicos

G1 Pop & Arte G1 recorda cerimônias recentes que abriram as Olimpíadas com presença de cantores conhecidos. Abertura das Olimpíadas de Tóquio é nesta sexta (23), às 8h (horário de Brasília). Spice Girls durante cerimônia dos Jogos Olímpicos em 2012 REUTERS/Stefan Wermuth/Arquivo A rapper e ex-BBB Karol Conká e o tenor italiano Luciano Pavarotti têm ao menos uma coisa em comum: os dois se apresentaram em cerimônias de aberturas de Jogos Olímpicos. Por enquanto, os segredos da abertura das Olimpíadas de Tóquio desta sexta-feira (23) continuam bem guardados. E há poucas pistas de como será a festa e quais celebridades foram escaladas para apresentar números musicais da cerimônia. Se a tradição se mantiver, porém, podemos esperar o seguinte da parte musical da abertura: Presença de ao menos um cantor ou cantora celebridade no Japão; Apresentações musicais curtas e integradas aos segmentos simbólicos da cerimônia; Podem aparecer canções conhecidas no país ou músicas novas relacionadas aos temas abordados na festa. Festa de abertura da Olimpíada oferece espetáculo de cores, dança e atrações musicais Relembre abaixo outros destaques musicais de cerimônias de aberturas olímpicas. O poder de Céline Dion em Atlanta Ela nasceu no Canadá, mas era sucesso nos Estados Unidos — e no mundo inteiro — em 1996, quando foi convidada para cantar a música que marcou os Jogos Olímpicos de Atlanta: “The Power of Dream”. Na cerimônia, Céline apresentou a canção — na verdade, um playback — logo depois do acendimento da pira olímpica por Muhammad Ali, uma das mais marcantes cenas daquela abertura. Webdoc relembra como foi a Olimpíada de Atlanta (1996) A festa não foi um primor do ponto de vista artístico, mas a música é até hoje lembrada quando se fala em Atlanta 1996. Aliás, “The Power of Dream” até ganhou uma versão brasileira interpretada pela Xuxa: “O Poder dos Sonhos”. Outro destaque musical da abertura das Olimpíadas de Atlanta foi a Imperatriz do Soul, Gladys Knight, entoando “Georgia On My Mind” — hino não oficial do estado americano muito tocado em 2020, quando Joe Biden venceu naquele eleitorado encerrando uma série de vitórias republicanas por lá. Boy band e teen pop em Sydney A abertura dos Jogos Olímpicos de 2000 quebrou com a tradição dos hinos nacionais entoados por corais. Os primeiros versos de “Advance Australia Fair” saíram na voz solene da boyband Human Nature, quarteto em atividade até hoje que faz algum sucesso no país. A segunda parte do hino veio na voz da soprano Julie Anthony, acompanhada por uma orquestra. A parte artística da cerimônia em Sydney era contada pela perspectiva de uma garota, interpretada pela atriz e cantora teen Nikki Webster, com 13 anos à época, que apresentou a música “Under The Southern Skies” para mostrar a união dos continentes debaixo dos céus australianos. Nikki bombou na Austrália depois da apresentação na abertura. Gravou um álbum meses depois da cerimônia e fez sucesso com a música “Strawberry Kisses”. Tanto sucesso que o hit chiclete chegou aqui em terras brasileiras com a versão “Beijo Molhado”, interpretada pela girlband Rouge. A menina ainda voltou para o encerramento dos Jogos de Sydney — esses, sim, um show de pop, com Men At Work (de “Down Under”) e, claro, Kylie Minogue. A despedida de Pavarotti em Turim Diante da pira recém-acesa dos Jogos Olímpicos de Inverno em Turim, em 2006, abriu-se a cortina do palco montado no estádio e lá estava o tenor Luciano Pavarotti. Já com a saúde debilitada — ele descobriria um câncer no pâncreas apenas meses depois — o artista apresentou a ária “Nessun Dorma” (“Ninguém durma"), de Giacomo Puccini, uma das marcas de Pavarotti. Os milhares de espectadores e atletas que ovacionaram o tenor não sabiam que aquela seria a última apresentação dele. Pavarotti morreria em 2007, após complicações do câncer. Soube-se, depois, que aquele show monumental tinha sido pré-gravado até para evitar que qualquer problema ofuscasse o fim triunfante da cerimônia que abriu as Olimpíadas em 2006. 62 mil nananananás em Londres Olimpíadas de Londres em 2012 foram planejadas pensando no legado A abertura em 2012 foi outra que não tinha como deixar de ser pop: a sede era o Reino Unido. Além da presença de atores como Daniel Craig e Rowan Atkinson, o Estádio Olímpico de Londres ouviu clássicos da música pop e do rock britânico no segmento que homenageou David Bowie, Freddie Mercury e muito mais. Mas tinha que ter Beatles, ou pelo menos uma homenagem. E veio a banda Arctic Monkeys, que deu um verniz indie a “Come Together” quando a cerimônia pediu paz logo antes de a rainha Elizabeth II declarar os Jogos abertos. O ponto alto, porém, ficou com a apresentação do ex-Beatle Paul McCartney. “Hey Jude” foi a escolha. Considerando que 62 mil espectadores assistiam à cerimônia no estádio — sem contar os atletas no centro do campo —, foi um dos maiores coros de “na na na nanananaaa” já vistos. Porém, assim como em Sydney, foi o encerramento que serviu pop, pop e pop sem parar em Londres: teve a reunião das Spice Girls, Brian May em um improvável conjunto com Jessie J e os meninos do One Direction. Show dos famosos no Rio Caetano Veloso, Anitta e Gilberto Gil participam da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 no Maracanã Issei Kato/Reuters Anitta, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Marcelo D2, Ludmilla, Jorge Ben Jor, Elza Soares, MC Sofia, Daniel Jobim. E até Karol Conká, quatro anos e meio antes de sair do BBB 21 com 99,17% dos votos. Poderia ser o elenco de um especial de televisão para o fim do ano. Mas o line-up da abertura da Rio 2016 escolheu nomes novos e consolidados da música brasileira, mesmo que não fossem muito conhecidos fora do país. Zeca e D2 fizeram uma “batalha” de “Deixa a Vida me Levar”. Ludmilla foi de “Rap da Felicidade”. Elza cantou o “Canto de Ossanha”. MC Sofia e Conká mandaram tocar os tambores e pediram empoderamento. E Jorge Ben Jor encerrou o segmento artístico da cerimônia com “País Tropical”. Todas ótimas apresentações. Mas os destaques mesmo foram o Hino Nacional com um concerto de cordas por Paulinho da Viola. Daniel Jobim cantou “Garota de Ipanema” para Gisele Bündchen desfilar. E, finalmente, Anitta, Caetano e Gil mesclaram “Aquarela do Brasil” com “Sandália de Prata” no momento que antecedeu a chegada da tocha olímpica. Faltou a música tema dos Jogos Olímpicos do Rio: “Alma e Coração”, que não apareceu na cerimônia de abertura. Os intérpretes eram Thiaguinho e Projota — sim, mais um futuro-ex-BBB envolvido na trilha sonora das Olimpíadas de 2016. A grande ausência de Barcelona Webdoc relembra a Olimpíada de Barcelona (1992) Por último, uma ausência: a transmissão oficial da cerimônia que abriu os Jogos Olímpicos de 1992, começou com a voz de Freddie Mercury em plenos pulmões: “Barcelona!”, da clássica apresentação com Montserrat Caballé na cidade catalã quatro anos antes daquela edição do evento. O líder do Queen morreu em 1991, por complicações decorrentes da aids. Barcelona perdeu a oportunidade de ter a voz de Mercury e Caballé comemorando a cidade na cerimônia de abertura daquelas Olimpíadas. Mas o tema da abertura de 1992 é lembrado até hoje: “Amigos Para Siempre”, por Sarah Brightman e José Carreras, continua um dos maiores símbolos da primeira edição dos Jogos Olímpicos depois do fim da Guerra Fria. Veja Mais

'The Masked Singer Brasil' terá Camilla de Lucas mostrando bastidores do reality

G1 Pop & Arte Programa será apresentado por Ivete Sangalo e tem estreia marcada para dia 10 de agosto. Camilla de Lucas Reprodução/Instagram Recém-contratada da Globo, Camilla de Lucas já tem um projeto anunciado. A ex-BBB será a responsável por mostrar os bastidores do "The Masked Singer Brasil". Com estreia marcada para 10 de agosto, o reality musical criado na Coreia do Sul tem apresentação de Ivete Sangalo. A ideia do programa é descobrir quem são as cantoras e cantores mascarados. "Estou muito feliz com o convite para ser apresentadora do 'The Masked Singer Brasil'. Esse formato já é bem conhecido em vários países e fiquei muito animada com a oportunidade." "É um desafio profissional que estou muito empolgada para encarar! Todo o time por trás do programa é incrível e tenho certeza que vocês vão adorar e se divertir muito!", conta Camilla de Lucas. Segundo comunicado da Globo, Camilla será a responsável por mostrar os mistérios e detalhes dos secretos bastidores do reality, além de tentar descobrir, junto com o público, quem está por trás da máscara. Vídeo: Camilla de Lucas e outras mulheres fazem sucesso com vídeos de humor nas redes sociais Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor Veja Mais

Kris Wu, ex-membro da banda EXO, perde contratos com marcas chinesas após ser acusado de estupro

G1 Pop & Arte Ex-integrante da boyband EXO recebeu acusações de uma garota de 19 anos. Ela afirmou que Wu a estuprou quando ela tinha 17. Kris Wu, ex-membro da banda EXO, perde contratos com marcas chinesas após ser acusado de estupro Reprodução/Instagram Kris Wu, ex-membro da banda EXO, perdeu contratos com marcas chinesas após ser acusado de estupro. Wu ganhou fama como integrante da boyband. O artista deixou o grupo em 2014 e passou a investir em sua carreira solo, além de trabalhar como ator e modelo. Em uma entrevista a um site de notícias chines, Du Meizhu, atualmente com 19 anos, acusou o cantor de tê-la estuprado dois anos antes, quando ela tinha 17. Ela ainda afirmou que o artista de 30 anos praticou sexo com ao menos outras sete garotas com menos de 18 anos, seduzindo-as com álcool e promessas de fama. Meizhu contou que, entre o grupo, duas ainda são menores de idade e não querem ter suas vidas destruídas, mas desejam que o cantor seja punido. O artista chinês, que também tem cidadania canadense, negou as acusações em uma publicação nas redes sociais. "Eu apenas encontrei a senhorita Du uma vez, em uma reunião de amigos. Eu nunca a fiz beber álcool. E nunca 'coagi mulheres a fazerem sexo' ou me envolvi em 'estupro'." No texto, ele negou ter se envolvido com garotas menores de idade. O estúdio do artista informou que tomará atitudes legais contra a acusadora. Após as acusações, a marca de produtos para cuidados com a pele Kans, a plataforma de streaming Yunting e a empresa de detergentes Libai informaram que iriam encerrar suas parcerias com Wu. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop Veja Mais

As loucuras dos fãs brasileiros que escrevem ao FBI pedindo 'Free Britney'

G1 Pop & Arte Britney Spears, de 39 anos, está há 13 sob tutela de seu pai, Jamie Spears, em um caso envolto em sigilo, o que deu origem a um movimento pedindo sua liberdade; fãs brasileiros escrevem ao Congresso americano, para a polícia investigativa dos EUA, se coordenam para colocar a hashtag #FreeBritney entre as principais do Twitter em dias de audiência e até fazem manifestações físicas. Dentista Felipe Servat organiza protestos em Miami e Tampa, na Flórida JOHN PARRA/GETTY IMAGES via BBC Sobre as cores do arco-íris, nas duas torres concebidas por Oscar Niemeyer para abrigar os escritórios do Congresso em Brasília, uma frase insólita se fixou por alguns segundos: Free Britney. Era dia do Dia do Orgulho LGBTQIA+, noite de segunda (28/6), e o Congresso estava iluminado com aquelas cores como parte de uma homenagem espalhada pela capital. A mensagem pedindo a liberdade da diva pop americana, contudo, foi uma surpresa. Nas redes sociais, era tão inacreditável que, em tempos de fake news, esta bem que poderia ser uma. Não era. "Britney tem sido pauta há meses pelo que vem passando, e apesar de não fazer parte diretamente da comunidade LGBT, ela é uma das nossas grandes apoiadoras mundialmente consagradas", diz a artista Ella Nasser, autora daquela mensagem. Ela estava acompanhando um amigo fotógrafo que registrava o trabalho do coletivo Brasília Orgulho, responsável pela iluminação colorida no edifício e por projeções de palavras ligadas a direitos humanos, como "cidadania" e "igualdade". 'É extremamente representativo e importante na nossa atual gestão de governo ter o nosso parlamento com o símbolo do arco-íris prestando solidariedade à uma artista mulher vítima de uma violência autoritariamente machista', diz a artista Ella Nasser TWITTER/REPRODUÇÃO Ella então teve um "feeling" e pediu que eles projetassem - por que não? - "Free Britney". Foram apenas 15 segundos, mas a imagem viralizou. Como que um movimento pedindo a liberdade de uma artista pop americana havia chegado ao Congresso brasileiro? Não é que o "Free Britney", o movimento que pede a liberdade de Britney Spears, tenha chegado agora ao Brasil. Na verdade, os fãs brasileiros compõem uma parcela expressiva dos seguidores de Britney no mundo e há anos já são responsáveis por ações coordenadas online que pedem por sua liberdade. Eles escrevem mensagens ao Congresso americano e até para o FBI, a polícia investigativa dos EUA, se coordenam para colocar a hashtag #FreeBritney entre as principais do Twitter em dias de audiência do processo da cantora e até fazem manifestações físicas como suas contrapartes americanas, estendendo faixas na avenida Paulista em São Paulo. Britney angariou fãs no Brasil ao longo dos anos - já se apresentou três vezes no país, arrastando uma multidão no Rock in Rio em 2001. No mês passado, o Brasil foi o quinto país que mais ouviu suas músicas - hits como "Toxic", "Oops!... I Did It Again", "Womanizer", entre outros -, atrás dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e o México, de acordo com dados do Spotify. Mas a última década de sua vida teve altos e muitos baixos. Britney, que tem 39 anos, está há 13 sob "conservatorship" de seu pai, Jamie Spears, em um caso envolto em sigilo. "Conservatorship" seria o equivalente no Brasil à antiga previsão da chamada curatela, quando um juiz nomeia um indivíduo ou organização para cuidar de outro adulto que é considerado incapaz de cuidar de si mesmo ou de administrar suas próprias finanças. No mês passado, Britney disse que essa tutela tinha sido "abusiva", que foi forçada a trabalhar e tomar remédios contra sua vontade e foi impedida de engravidar. Pela primeira vez, pediu publicamente o término do acordo legal. "Eu estou traumatizada", disse ela. "Estou deprimida. Eu choro todos os dias." Os advogados do pai de Britney negam que ele fosse responsável pelas restrições na vida privada da filha. Na quarta-feira (14/7), a juíza do caso decidiu que a cantora poderá escolher seu próprio advogado, no que foi visto como uma vitória do movimento Free Britney. Initial plugin text Decifrando os posts de Britney "Enquanto homem gay, pra mim, o Free Britney é um movimento de libertação. E ajuda a visibilizar o que acontece com as mulheres no nosso país e no mundo", diz Alan Mangabeira, de 33 anos, fã de Britney desde os 11 e autor de um doutorado sobre a estética do fandom da cantora. Mangabeira nasceu em Juazeiro, interior da Bahia, onde a perspectiva cultural, conta, era muito ligada ao axé e ao pagode, "vinculados a uma masculinidade que não me cabia", diz ele. Britney surgiu como um furacão em 1998, quando ela tinha apenas 16 anos, com o hit ...Baby One More Time. Meses depois, assistindo a TV Manchete, um Mangabeira pré-adolescente viu o clipe e se encantou. Nos anos seguintes, embora sua admiração crescesse, ele se lembra de pensar que, se quisesse "sobreviver no colégio", teria que parar de dizer que escutava Britney. O que lhe salvou foram as redes sociais, onde encontrou outros fãs como ele. No mIRC, rede social com salas de bate-papo dos anos 1990, havia canais de cidades compostos por outros fãs de Britney - alguns dos quais são amigos de Mangabeira até hoje. Os grupos de Britney, já uma das maiores celebridades do mundo nos anos 2000, migraram para o Orkut e, mais tarde, para o Facebook e Instagram. Hoje, também há grupos dos B-Army (como são chamados os fãs da cantora) no WhatsApp e no Telegram, além dos blogs. E foram nesses fóruns online que os fãs começaram a desvendar as esquisitices da vida privada de Britney, farejando que havia algo de errado com a cantora. Em 2017, o podcast americano Britney's Gram começou a analisar as publicações de Britney no Instagram tentando decifrar como ela estava se sentindo, e o que queria dizer com as mensagens cifradas que publicava. A faísca veio em abril de 2019, quando o podcast divulgou um áudio de uma fonte que dizia ter feito parte da equipe jurídica de Britney revelando que a estrela estava detida em uma clínica de saúde mental contra sua vontade. Enquanto isso, Mangabeira e outros donos de sites dedicados a Britney no Brasil estavam fazendo investigações semelhantes. "Fazíamos análise semiótica das imagens, análise de discurso, análise de expressão corporal, conversávamos com psicólogos, psiquiatras. Fomos chamados de teóricos da conspiração, mas a fala da Britney [na audiência judicial no mês passado] confirmou nossas teorias mais bizarras." Dois documentários - The Battle for Britney, da BBC, e Framing Britney, do The New York Times - divulgaram todas essas teorias que antes eram de nicho, popularizando a campanha. E a exibição do segundo no Big Brother Brasil, pela Globo, levou o assunto para a boca do povo. Principalmente quando um dos participantes do reality, Caio Afiune, se mostrou revoltado pela situação de Britney em rede nacional. O movimento saiu das redes e tomou as ruas nos Estados Unidos, onde fãs protestam em Los Angeles, na Califórnia, sempre que há uma audiência do caso. Na Flórida, um brasileiro é um dos responsáveis pelas manifestações que ocorrem em Miami e em Tampa. O dentista Felipe Servat, 30 anos, fã desde os 10, já chegou a reunir mais de 60 pessoas em um protesto, segundo diz. "As pessoas que aparecem nos protestos são fãs que querem que a Britney fique 'free' e pessoas que se simpatizam com sua história", diz ele, que mora nos Estados Unidos há oito anos. Ele narra um momento crítico de um encontro seu com Britney que teria mostrado como a cantora já estava mal. Foi em um "meet and greet" (encontrar e cumprimentar, quando os fãs conhecem os ídolos) em Blackpool, no Reino Unido, em 2018. Alan Mangabeira, fã de Britney desde os 11 anos e autor de doutorado sobre seu fandom, com os figurinos da cantora na exposição do show Piece of Me, em Las Vegas ALAN MANGABEIRA/ARQUIVO PESSOAL via BBC "Ela foi bem estranha. Eu falei: 'Oi, tudo bem?', ela não 'notice' que eu estava no 'room' (ela não notou que ele estava na sala)." Alguns minutos depois, de volta à sala, ele falou: "Britney I love you". "E mandei beijo. Nesse momento, ela virou as costas e encostou a cabeça na parede." Fãs também já saíram às ruas em São Paulo. Foi tudo por causa do cabeleireiro Paulo César, de 31 anos - fã desde os oito anos, e daqueles fãs mesmo. Seu corpo é repleto de tatuagens de Britney - tem até uma imagem do rosto dela na mão dele. No WhatsApp, o cabeleireiro deixa uma mensagem automática: "PAULO SPEARS AGRADECE SUA MENSAGEM. Em que posso ajudar?" Em dezembro do ano passado, depois da primeira audiência sobre a tutela de Britney na Justiça, Paulo compartilhou em um grupo de fãs sua intenção de protestar na avenida Paulista, em São Paulo. Com um banner "Free Britney" e uma caixa de som tocando seus hits, ele registrou o primeiro protesto físico por ela no país. Mas foram só três pessoas - incluindo ele. A segunda manifestação, no dia 4 de julho, teve maior adesão. Paulo estima que 30 fãs foram à avenida Paulista exigir a liberdade de Britney. "Meu intuito era que chegasse a Britney o apoio do Brasil, visto que somos um dos que mais consomem Britney Spears desde sempre", diz Paulo. Sua última tatuagem, a palavra "domination" (dominação), no braço, foi feita antes da turnê de Britney que leva esse nome. Depois que ele marcou a pele para sempre, porém, Britney cancelou a turnê em meio à polêmica de sua tutela. Mensagens ao FBI A atuação mais marcante do B-Army no Brasil, porém, é pelas redes. Os protestos online passam de uma rede para outra. Alegando medo de serem derrubados por empresários da Britney, os fãs brasileiros fazem lives (vídeos ao vivo) no Instagram, onde divulgam os links de grupos internos fechados no Facebook, WhatsApp e Telegram. A live não fica salva. Assim, só quem assistiu ao vídeo terá acesso aos grupos. Ali, os fãs organizam horários para que todos comecem a usar a hashtag #FreeBritney no Twitter - que ficou entre as maiores do Brasil na quarta (14/7), dia de audiência do caso. Os fãs brasileiros também se coordenam para escrever e-mails para o Congresso americano e até para o FBI. Protestos pedindo Free Britney acontecem com frequência em Los Angeles, mas também se espalharam por outras cidades, como Miami FELIPE SERVAT/DIVULGAÇÃO via BBC "Já são quase 48 horas após as declarações, a situação já é mais do que inadmissível! Texto padrão para denúncia no FBI!", escreve uma fã de Britney em um grupo fechado para fãs no Facebook. Em seguida, o texto em inglês, para que outros fãs copiem e colem e mandem para o órgão: "Por favor investiguem a tutela por trás da cidadã americana Britney Jean Spears no estado da Califórnia", começa a mensagem. "A Sra. Spears declarou em 23 de junho passado estar sofrendo o que parece ser um caso de várias violações de direitos humanos, e precisa ser ouvida e ações devem ser tomadas para mantê-la completamente segura e fora deste sistema." "Foi sugestão minha. A gente conversou com os fãs de fora e eles jogaram para a gente a verdade, de que tinha muita gente interessada no caso para se promover às custas do sofrimento da Britney. Então chegamos à conclusão que o órgão mais confiável agora para investigar isso é o FBI", explica a professora de inglês Aline dos Santos Amorim, de 33 anos, fã de Britney desde os 11. Ela estima que cerca de 100 fãs escreveram para a polícia investigativa americana - sem resposta. "Há dois anos, nunca imaginaria que fosse entrar em contato com o FBI para fazer uma denúncia. A gente vê que a Britney está vivendo uma situação errada. Eu, que sou mulher, consigo me relacionar com o que foi relatado por ela em algumas situações." A congressistas americanos, fãs brasileiros se espelham nos B-Armies do país e mandam mensagens pedindo a revisão da lei de tutela nos Estados Unidos. Há outros movimentos, como um recente em que fãs de Britney, incluindo o B-Army brasileiro, se organizaram para fazer resenhas negativas do livro da irmã de Britney, em pré-venda no site de uma livraria americana. Silenciamento de mulheres "Lutar por Britney", como diz Mangabeira, virou o segundo trabalho de muitos fãs. "Quando eu não estou trabalhando, estou trabalhando por Britney. É como se eu tivesse dois empregos", afirma. Paulo, o cabeleireiro com o corpo tatuado de Britney, diz que reserva três horas diárias para essas movimentações, incluindo alimentar uma página sua sobre a artista. E por que dedicam tanto tempo para pedir que a tutela de Britney seja encerrada? Para Mangabeira, Free Britney é um "movimento feminista, com pegada pop muito forte, que leva o discurso feminista a lugares que não chegaria". "A Britney viveu a vida inteira aprisionada num patriarcado ferrenho. No Brasil, várias mulheres vivem como a Britney em instâncias menores ou maiores, silenciadas por maridos abusadores, pelo emprego ou família O movimento fala sobre a violência contra a mulher e o silenciamento de corpos femininos." A mensagem no Congresso recebeu críticas por ofuscar o dia feito para celebrar os LGBTQIA+. Mas Mangabeira defende. "O Brasil tem uma força muito grande no movimento Free Britney, apesar de estarmos distantes. As pessoas nos questionam muito: 'Por que vocês estão lutando por Britney, que não é brasileira, enquanto o país está naufragando?'", diz. Para ele, no entanto, há "diversas possibilidades de luta numa era pós-moderna". "Lutar por Britney não anula outras lutas." Uma delas é pelas pessoas trans, diz ele, que compõem parte expressiva do fandom da Britney no Brasil, país onde são assassinadas em números recorde. Ella, a artista que teve a ideia de colocar a mensagem no Congresso, diz ter crescido e se descoberto como uma mulher trans assistindo e acompanhando Britney. Para ela, muitas pessoas acham que o movimento "é uma trend de fã de diva pop". "Não é! Free Britney é um grito de liberdade de uma pessoa que está em condição de 'tráfico de pessoa', privada dos seus direitos básicos, do seu direito de reprodução, de usufruir do dinheiro de seu trabalho enriquecendo 'milionariamente' outras pessoas que querem deixá-la presa", diz. "É importante que ela possa usar a voz dela para falar por várias outras vítimas desse sistema." Para Paulo, a luta dos fãs fez com que Britney criasse "mais forças ainda para fazer essas denúncias". "Acreditamos que fomos responsáveis por salvá-la, e vamos continuar lutando." Veja Mais

Como uma foto de cachorro virou um meme de US$ 4 milhões

G1 Pop & Arte O doge é um meme clássico da internet. Vendido pelo maior valor já registrado, ele tem muita história... História essa que você conhece no 'Que meme é esse?' Quem nunca conheceu uma mãe de pet recente que não fazia outra coisa além de tirar fotos do novo bichinho? Aquele rolo de câmera lotado de imagens do cachorro em poses de todos os tipos e em todos os tipos de situação. O que uma dessas mães de pet não imaginava, lá em 2010, é que uma foto do 'doguinho' que ela tinha acabado de adotar ia virar meme, viralizar, circular por mais de dez anos nas redes sociais e ser arrematada em um leilão pelo maior valor já registrado. Rafaela Putini te conta tudo sobre esse meme aí, o doge, neste 'Que meme é esse?'. Veja o vídeo: Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Meme Doge foi vendido como NFT Reprodução Veja Mais

Documentário sobre Anthony Bourdain é criticado por usar inteligência artificial para recriar voz do chef

G1 Pop & Arte Críticos e jornalistas chamam recurso usado em 'Roadrunner: A Film About Anthony Bourdain' de 'antiético'. Diretor afirma que Ottavia Bourdain, viúva do chef, concordou com técnica; ela nega. Assista ao trailer de 'Roadrunner: A Film About Anthony Bourdain' O diretor do documentário "Roadrunner: A Film About Anthony Bourdain", sobre o chef Anthony Bourdain (1956-2018), está sendo criticado por usar inteligência artificial (IA) para recriar a voz do americano no filme. Entenda: A produção estreou nesta sexta-feira (16) em cinemas dos Estados Unidos; em entrevista sobre o documentário à revista "New Yorker", o diretor Morgan Neville afirmou que usou inteligência artificial para recriar a voz de Bourdain em três declarações dele ao longo do filme; representantes da produção afirmam que foram usados cerca de 60 segundos de narração criada pela tecnologia; críticos de cinema e documentaristas manifestaram em redes sociais posição contrária ao recurso. Um deles afirmou que parecia algo antiético; à revista "GQ", Neville disse que conversou com Ottavia Bourdain, viúva do chef, a respeito. "Eu chequei, sabe, com a viúva dele e com seu executor literário, apenas para me certificar que as pessoas ficavam tranquilas com isso. E eles disseram: 'Tony ficaria de boa com isso. Eu não estava colocando palavras na boca dele. Apenas estava tentando trazê-las à vida"; Ottavia, no entanto, respondeu à declaração no Twitter. "Eu certamente NÃO fui a pessoa a dizer que Tony ficaria de boa com isso", escreveu ela. Initial plugin text Tecnologia À "GQ", Neville explicou o processo usado pela tecnologia. "Alimentamos mais de dez horas da voz de Tony a um modelo de IA. Quanto maior a quantidade, melhor o resultado", disse o diretor. "Havia algumas frases que o Tony (Bourdain) escreveu que ele nunca falou em voz alta. Com a bênção de seu agente literário e de propriedades, usamos tecnologia de IA. Foi uma técnica moderna de narrativa que eu usei em alguns lugares nos quais achei que seria importante trazer as palavras de Tony à vida", afirmou o cineasta à revista "Variety". No Twitter, alguns jornalistas e críticos questionaram a ética de usar a tecnologia sem avisar o público. Outros firmaram que era uma técnica fraudulenta e manipulativa. Veja Mais

Sem sono? Conheça o pop de ninar, que embala luta contra insônia na pandemia

G1 Pop & Arte Ariana Grande, Katy Perry e Post Malone entram na onda de músicas sonolentas para o mercado bilionário de apps de meditação e relaxamento, que cresceram em meio à ansiedade da quarentena. Entenda a onda do Pop de Ninar Essa música dá um sono... O que era crítica virou um filão. A pandemia gerou ansiedade e, com ela, veio a insônia. Os apps de celular que ajudam a meditar e dormir viraram um mercado bilionário, e agora contratam astros pop para criar versões alongadas de hits e novas faixas sonolentas. Entenda a nova onda do pop de ninar no vídeo acima e no texto abaixo. Produtores como Moby e Julianna Barwick já criavam faixas longas, arrastadas, para fãs meditarem e relaxarem. Eles foram recrutados pelo app Calm, o maior do mercado, para criar faixas exclusivas. Deu certo, e o Calm assinou com Ariana Grande, Katy Perry, Post Malone, Shawn Mendes e outros ídolos para fazer versões de seus hits para dormir. Há remixes que esticam antigos hits de 3 minutos para mais de uma hora e faixas novas. O app concorrente Headspace contratou John Legend como diretor musical. Ele chamou artistas como a banda canadense Arcade Fire para fazer faixas soníferas. Outro app neste mercado aquecido é o alemão Endel, que criou com a cantora Grimes um projeto de sons para o cochilo comandadas por um algoritmo. No Brasil, a indústria não acordou para esse mercado, mas há canais caseiros no YouTube que chegam a até um bilhão de views. O que a ciência do sono diz? Há pesquisas que confirmam e outras que questionam a eficácia da música. O jeito é testar... Um estudo da Associação Brasileira do Sono, feito com 6.350 brasileiros e divulgado nesta sexta-feira (16), indicou que a média de tempo de sono caiu de 7,2 horas para 6,2 horas diárias. A insatisfação quanto à duração e à qualidade do sono subiu de 44,5% para 72,7% dos entrevistados. Corona-insônia: o fenômeno que está impedindo as pessoas de dormir na pandemia Só a Calm, maior empresa do mercado de apps de relaxamento no mundo, é avaliada em mais de US$ 2 bilhões. Junto de outros apps como Headspace e Meditopia, são mais de 65 mil downloads, com uma média de 50 mil novos usuários por dia no mundo. John Legend em vídeo do app Headspace, que o contratou como diretor musical Divulgação Graaande hit... Esse mercado bilionário e crescente dos apps se cruzou com uma indústria musical em ritmo de espera na quarentena - e fãs ansiosos em casa. Os artistas estavam mais abertos a fontes de renda diferentes, e todo mundo sai ganhando com a parceria. A Calm lançou remixes longos e calminhos de Ariana Grande (“Breathin’”), Kacey Musgraves (“Golden Hour”), Katy Perry (“Double Rainbow")” Luis Fonsi (“Sola”), Post Malone (“Circles") e Shawn Mendes (“Wonder”), todos ainda exclusivos para assinantes do app. Músicas no app Calm incluem remixes esticados e sonolentos de Ariana Grande, Katy Perry e outros, e faixas inéditas de artistas como Keith Urban, sempre para relaxar e adormecer Reprodução O Calm também lança faixas inéditas de músicos como o cantor Keith Urban e a banda Sigur Rós (que não precisou mudar muito seu som para esta finalidade). O repertório do app ainda tem "histórias para dormir" narrada por famosos como LeBron James, Matthew McConaughey, Laura Dern e Lucy Liu. Ninada do futuro A empresa alemã Endel criou um app com sons comandados por um algoritmo que considera fatores como horário, o local, a temperatura, o uso do aparelho e até seus batimentos cardíacos para escolher a frequência perfeita para te derrubar. O app da Endel tem músicas criadas pela Grimes. Além de colocar para ninar seu filho com o empresário Elon Musk, o bebê chamado X Æ A-Xii, ela agora também embala o sono dos usuários do Endel. "Nós coletamos os samples dela, alimentamos o algoritmo e criamos essa versão personalizada", explica Oleg Stavitsky, fundador da Endel. Para ele, essas "paisagens sonoras", feitas para dormir, não competem com a música pop comum, para ouvir acordado, mas abrem novas possibilidades. "Você ainda tem um gostinho do seu artista preferido nessa paisagem sonora. Isso para mim é fascinante. Acreditamos que esse seja um novo formato." Segundo Oleg, o Brasil está entre os cinco países que mais usa o Endel. O app tem três funções: meditação, foco e sono. A mais usada pelos brasileiros é a de dormir. O empresário é fã de Gilberto Gil e sonha em incluir músicas brasileiras entre os sons calmos do aplicativo. Brasil: canais na sombra A indústria brasileira não acordou para esse filão. A nova onda de licenciamento de hits e novas canções de repouso não chegou ao mercado daqui. Mas onde tem insônia, tem música. Canais do YouTube com produções caseiras têm audiência gigante. O maior canal brasileiro do ramo, criado em 2007 só com músicas para relaxar, tem 1,3 bilhão de visualizações e 5,6 milhões de assinantes. O canal tem o nome do seu dono, Cássio Toledo. Ele não se apresenta como músico, não é ativo em outras redes e não respondeu aos contatos do G1. No sombrio setor de canais de YouTube de músicas para dormir, é comum o roubo de vídeos: canais simplesmente baixam o conteúdo de outros e republicam. O criador tem que ficar alerta e pedir para o site derrubar os vídeos surrupiados. Há muitos canais sem nome e autoria claros. O segundo maior canal brasileiro, no entanto, não tem mistério: o criador é um músico experiente, o multi-instrumentista gaúcho Daniel Nodari. Ele também dava aula de ioga e fazia vídeos relaxanteis havia mais de cinco anos quando a pandemia começou. Daniel viu sua audiência disparar. O canal dele já soma mais de 230 milhões de views e tem quase 1 milhão de assinantes. Ele não revela números, mas diz que dá para se sustentar com a renda dos vídeos no YouTube. E qual a fórmula das músicas para dormir? O músico dá dicas: Sons graves e médios são melhores que agudos. Muita gente associa barulhinhos finos ao sono, mas Daniel aprendeu que essa frequência pode despertar pessoas prestes a apagar. Evitar acordes dissonantes (com combinações de notas que podem soar desarmoniosas e dar sensação de tensão) e o "excesso de informação" musical. A música pode até começar com alguma força, mas vai ficando muito simples. É como se ela fosse se dissolvendo até virar uma nota só - a mesma fórmula dos remixes da Calm. Daniel Nodari já embalou mais de 230 milhões de sonos e sessões de meditação com suas músicas no YouTube Divulgação E funciona? Danilo Sguillar, diretor da Associação Brasileira de Medicina do Sono, aponta muitos estudos que mostram o potencial de a música fazer adormecer. Mas também há pesquisas que indicam que o tiro de sonífero musical pode sair pela culatra. Um estudo publicado em 2019 na revista "Nature" mostrou que a música aumenta a fase de ondas lentas, período mais restaurador do sono. Mas uma pesquisa divulgada em 2000 pela "Physiology & Behavior" indicou que pessoas em privação de sono podem demorar mais a dormir com música. Então o que o dr. Danilo diria pra um fã que quer saber: esse tal pop de ninar funciona mesmo? "O que a gente costuma fazer é devolver a pergunta ao paciente. 'Para você te acalma, relaxa?' Porque é muito individual", ele diz. A música pode, sim, ajudar a recuperar o sono de muita gente. Mas para outras, o som pode, pelo contrário, excitar mais o sistema nervoso central. É o caso de músicos profissionais e pessoas com o ouvido musical sensível. A dica bate com o relato de Daniel: ele não consegue nem cochilar ouvindo as faixas que cria - começa logo a pensar em trabalho. Veja Mais

Olimpíadas: Veja looks mais belos e esquisitos da cerimônia, de chinelo brasileiro a 'Pac-man' italiano

G1 Pop & Arte Carnavalesco Milton Cunha e stylists Marcos Lacerda e Dudu Farias comentaram. Camisa estampada e chinelos brasileiros brilharam, já produção italiana não agradou tanto. Delegações de Brasil, Bermudas, Itália, Colômbia, Camarões e México na abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio Hannah McKay/Pool/AFP; Reuters/Mike Blake; Hannah McKay/Pool/AFP; Martin Bureau/AFP; Reuters/Mike Blake; AP Photo/David J. Phillip As delegações que desfilaram na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio nesta sexta (23) usavam uniformes muito diferentes, que refletiam a diversidade cultural de cada país. Cadê o Pikachu? Ausência de personagem na abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio gera memes Abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 'trouxe mensagem de continuidade da humanidade', diz especialista Seja com trajes tradicionais e coloridos ou com conjuntos mais sóbrios e moderninhos, houve erros e acertos nas roupas escolhidas por cada país. Abaixo, o G1 fez uma lista do que ficou bonito, diferentão, meigo e esquisito durante a cerimônia. O carnavalesco Milton Cunha e os stylists Marcos Lacerda e Dudu Farias comentaram alguns dos looks que mais os impressionaram. Brasil Brasil na abertura das Olimpíadas HANNAH MCKAY / POOL / AFP O Brasil foi um espetáculo em vários tons de verde, amarelo e azul. A estampa homenageia a fauna e a flora brasileiras e japonesas. Os desenhos representam peixes amazônicos e se inspiram em traços tradicionais de desenhos da carpa japonesa. Para coroar, a delegação entrou de chinelo - e até sambou durante a passagem. "A temática foi muito legal. Apesar de todo ano de Olimpíada pensarmos em algo tropical, o verde é muito atual, é uma cor que estamos vendo em séries e minisséries, é uma cor em alta. O chinelo e a bermuda mostram nossa brasilidade, além de ser uma roupa muito usável", diz o estilista Marcos Lacerda. "Eu amei o look do Brasil que trouxe o nosso tropical na estampa e na bermuda com o conforto que os brasileiros tanto amam no pé", afirmou o stylist Dudu Farias. "Trouxe esse jeito despojado do brasileiro e com uma elegância natural". Camarões Delegação de Camarões na abertura das Olímpiadas de Tóquio Reuters/Mike Blake A delegação de Camarão foi um deslumbre. Com trajes tradicionais, eles desfilaram em cores preta, rosa, amarela, azul, verde e vermelha. Além disso, passaram com um acessório inusitado: bolsas. "Destaque para a delegação de Camarões com bolsas de feira, a única delegação com bolsa. o que será que eles levaram dentro?", analisa o carnavalesco Milton Cunha. Initial plugin text Itália Delegação da Itália na abertura das Olímpiadas de Tóquio Hannah McKay/Pool/AFP O uniforme da Itália foi desenhado pelo super estilista Giorgio Armani: branco da cabeça aos pés, com as cores da bandeira da Itália representadas em um círculo tricolor. Além disso, o hino da Itália estava estampado na parte de dentro dos casacos e golas polo. "Quando a Itália apareceu, eu pensei que era aquele boneco come-come do computador de antigamente, mas só que com a boca pra cima, comendo tudo. É ruim porque protubera as barrigas. Então chama toda a atenção para o ventre. É um problema esse figurino só para magérrimos", diz Milton Cunha. O calibre não impediu que muita gente no Twitter risse e comparasse o desenho da camiseta com o Pacman (assim como Milton) ou mesmo uma pizza marguerita. Farias também associou a produção à gastronomia italiana. "A Itália veio com uma proposta de homenagear seu principal produto para o mundo, a pizza, porém não gostei do shape dos moletons nem combinação com branco". Initial plugin text Cazaquistão Delegação do Cazaquistão Mike Blake / Reuters "Outra (que me chamou atenção) é aquela mulher de longo vestida para baile. A estampa era linda, mas o tecido era mole, uma coisa meio 'My Fair Lady' (risos). E ela ali desfilando com aquele longo, aquele rabo de sereia dela Tava muito engraçado a My Fair Lady, muito", diz Milton Cunha. México Delegação do México na cerimônia de abertura das Olímpiadas AP Photo/David J. Phillip A delegação do México uniu simplicidade e elegância. Os terninhos eram azul marinho, mas os acessórios e detalhes coloridos na gola fizeram a diferença. Para fechar, as meninas e mulheres entraram com coroas de flores na cabeça, no estilo da artista Frida Kahlo. "O que eu amo no México é que não abandonam as flores típicas deles. Achei lindo o paletó com somente uma lateral com elas. Isso traz vida ao look que é formal, mas elegante. Esse detalhe da peça faz toda a diferença", comenta Lacerda. Bermudas Delegação de Bermudas na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio REUTERS/Mike Blake O país honrou o nome e fez sua delegação entrar com belas bermudas rosa. O resto do uniforme fazia um contraste formal à alegria do trocadilho: blazer, gravata e meias azul-marinho com camisa branca. "Eu achei que eles foram irreverentes e inovadores porque usaram uma cor que não está na bandeira deles, o rosa na máscara e nas bermudas. Achei muito legal que usaram sapato, mas me remete às escolhas inglesas, o padrão de uniforme que é um clássico em outros países", diz Marcos Lacerda. Ilhas Virgens Britânicas Delegação das Ilhas Virgens Britânicas na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio Martin BUREAU / AFP O destaque da delegação das Ilhas Virgens Britânicas foi o conjuntinho usado pelas mulheres, extremamente charmoso: blusa de manga frufru, ombros de fora e abertura rodada na cintura. "Eu adorei Ilhas Virgens, era uma coisa meio baianinha branca, só que tinha uma pala que subia pelo pescoço e dava um laço aqui atrás. Então eu adorei esse figurino com um pano que amarrava no pescoço", comentou Cunha. Colômbia Delegação da Colômbia na abertura das Olímpiadas de Tóquio Martin Bureau/AFP "As cores da Colômbia estão lindas, mas poderiam ser mais inovadores. Estão com essa peça pesada, que é tradicional, mas pode dificultar a mobilidade", avalia Lacerda. Quênia Delegação do Quênia na abertura das Olímpiadas de Tóquio Hannah McKay/Pool Photo via AP A delegação do Quênia também chamou atenção com uma produção azul e vermelha, bem elegante. "Achei o Quênia moderno e descolado. Tem essa saia linda com cintura marcada composto com essa blusa mulet. Achei que compôs perfeito", opina Dudu Farias. Tonga Delegação de Tonga na abertura das Olímpiadas de Tóquio Odd Andersen / AFP Pia Taufatofua, porta-bandeira da delegação de Tonga e atleta do taekwondo, já tinha roubado a cena na abertura dos Jogos no Rio e voltou a usar desfilar sem camisa e com óleo no corpo em Tóquio. Os demais integrantes da delegação usaram uma espécie de saia e blazer em uma produção elogiada por Farias. "Eu gostei muito desse trabalho manual das fantasias, representou bem as ilhas e trouxe um pouco das florestas tropicais de lá e da cultura local e ancestral deles também". Nova Zelândia Toda trabalhada no pretinho básico, a Nova Zelândia se destacou por ser sóbria demais, sem alegria. Delegação da Nova Zelândia na abertura das Olímpiadas de Tóquio Ben Stansall /AFP Delegação da Nova Zelândia na abertura das Olímpiadas Hannah McKay/Pool/AFP Veja Mais

Amy Winehouse: veja as 10 músicas mais tocadas nos 10 anos sem a cantora

G1 Pop & Arte Músicas dela continuam sendo ouvidas um milhão de vezes por dia só no YouTube. Canções mais tocadas são do álbum 'Back to black' (2006), mas também há faixa póstuma e outras de 'Frank' (2003). Amy Winehouse: as 10 músicas mais ouvidas no YouTube em 10 anos de sua morte Todo dia as músicas de Amy Winehouse são tocadas cerca de um milhão de vezes só no YouTube. Dez anos após a morte da cantora, no dia 23 de julho de 2011, o mundo ainda não esqueceu sua voz e suas composições. O G1 compilou suas dez músicas mais tocadas até hoje. VEJA O VÍDEO ACIMA. Amy Winehouse participa de concerto em homenagem ao 90º aniversário de Nelson Mandela, no Hyde Park, no centro de Londres, em junho de 2008 Shaun Curry/Afp/Arquivo A lista tem três músicas do seu primeiro álbum, 'Frank', lançado em 2003, quando Amy ainda não usava o cabelo de colmeia e era associada ao "new jazz" de Norah Jones e outros. Ainda tem o dueto "Body and soul" com Tony Bennet, lançado logo após sua morte. Claro que o álbum "Back to black" (2006), sucesso estrondoso de soul retrô com canções de amor trágicas e cheias de personalidade, domina a lista. A faixa-título tem uma audiência impressionante. Veja abaixo: 1 - 'Back to black' - 651 milhões de views 2 - 'You know I'm no good' - 291 milhões de views 3 - 'Rehab' - 277 milhões de views 4 - 'Tears dry on their own' - 141 milhões de views 5 - 'Love is a losing game' - 74 milhões de views 6 - 'Stronger than me' - 71 milhões de views 7 - 'In my bed' - 44 milhões de vieews 8 - 'Just friends' - 40 milhões de views 9 - 'Body and soul' (com Tony Bennet) - 40 milhões de views 10 - 'Fuck me pumps' - 36 milhoes de views A lista considera apenas a audição das músicas nos clipes oficiais, sem as versões ao vivo ou outras reproduções em vídeos no YouTube. A média de 1 milhão de audições diárias das músicas de Amy é apontada pelo site YouTube charts nas estatísticas de 2021. Amy Winehouse: bastidores dos shows no Brasil Veja Mais

Técnico da seleção de vôlei ganha própria versão de 'Sweet Caroline', música que o ajudou a se recuperar da Covid-19

G1 Pop & Arte DJ Blando criou 'Sweet Caroline rework' para o pai Renan Dal Zotto, treinador da seleção masculina que passou 40 dias internado entre abril e maio. Time brasileiro estreia nesta sexta. DJ Blando e o treinador da seleção masculina de vôlei Renan Dal Zotto Divulgação "Sweet Caroline" é um clássico da música americana cantado por Neil Diamond e lançado em 1969. É também a canção da vida de Renan Dal Zotto, ex-jogador e atual técnico da seleção brasileira masculina de vôlei. Entre abril e maio, ele passou 40 dias internado e foi intubado duas vezes por Covid-19. No hospital, sua esposa tocava áudios enviados pela família e, claro, a música que embalou churrascos, aniversários e diversas ocasiões felizes. Ela foi uma peça-chave na recuperação do treinador. Agora, na véspera da abertura das Olimpíadas de Tóquio, ele ganhou sua própria versão da música: "Sweet Caroline rework", remix feito pelo filho Enzo Dal Zotto, o DJ Blando, como homenagem. "Sempre foi a música dele, que ele carregou desde a adolescência. Quando ele ficou doente, intubado, minha mãe o visitava e colocava todos os dias áudios da família e 'Sweet Caroline'. Inclusive ele lembra de escutá-la nos sonhos que tinha. Um dia, ficou tão emocionado, que mesmo sedado, chorou", conta o DJ. A música não é só importante na vida pessoal do Renan, mas também na profissional. "Nos últimos anos, com a comissão técnica da seleção brasileira, toda vez que a gente tem um bom momento, vitória, a gente coloca. Virou uma música que nos acompanha há bastante tempo." Enzo trabalhou no remix enquanto Renan ainda estava no centro de reabilitação. A versão especial é a cara do pai: rock, paixão antiga, e eletrônico, que ele passou a gostar para acompanhar a carreira do filho. Enzo Dal Zotto, DJ Blando, usa estúdio como refúgio Divulgação "Tem tudo a ver com meu pai, ele a ama e, depois que eu comecei a tocar, ele passou a amar música eletrônica também. Ele até tem uma playlist só com esse estilo pra escutar sozinho e com os amigos. Então essa mistura das duas é algo que ele nem imaginou ser possível, mas que é cara dele", conta o DJ. "Comecei a musica com um sample de um kick, adicionei samples de bateria, Synths de baixo (Serum, Sylenth e Massive), órgãos (Kontakt, Arturia), Rhodes, Pads, Instrumentos virtuais de sopro e diversos outros synths e instrumentos virtuais. Cada um com sua função para deixar a música mais cheia e com bastante emoção." Renan se derrete ao falar sobre o trabalho. "Quando escutei a primeira vez, fiquei muito emocionado. Eu senti algo a mais nessa música." Bastante ligado ao pai, Enzo usou o estúdio como refúgio durante o momento delicado da doença. "Estou com várias músicas planejadas e outras ideias que ainda quero desenvolver", diz. Ano de desafios Renan Dal Zotto, ex-jogador e atual técnico da seleção brasileira masculina de vôlei Divulgação Mais de um mês de internação, duas intubações, uma traqueostomia e muitos altos e baixos deixaram Renan vulnerável. "Quando eu acordei, o que mais queria era ficar com a minha esposa e dos nosso dois filhos. Quando você sai de uma situação tão complicada, acaba se valorizando as pessoas que ama muito", diz. Durante a recuperação, ele se reencontrou com a seleção brasileira por uma reunião virtual. A equipe jogava a Liga das Nações, na Itália, mas se emocionou com a vitória do treinador. Um mês depois de ter recebido alta, ele voltou ao treinar a equipe. A seleção de vôlei estreia nos jogos olímpicos nesta sexta (23). "No dia 1º julho, começamos os últimos treinamentos para vir pra Tóquio. Ali, houve uma demonstração de cumplicidade e carinho enormes, me receberam com uma salva de palmas. Agora, estamos juntos atrás do sonho." VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Conversas entre Barack Obama e Bruce Springsteen serão publicadas em livro em outubro

G1 Pop & Arte 'Renegades: Born in the USA' chega ao mercado em 26 de outubro e retoma os diálogos entre as duas personalidades, além de trazer fotos e material de arquivo, como notas de discursos inéditos do ex-presidente americano. Conversas entre Obama e Springsteen serão publicadas em livro em outubro Reprodução/Instagram As conversas entre o ex-presidente americano Barack Obama e o cantor Bruce Springsteen, que foram divulgadas este ano em um podcast no Spotify, serão publicadas em um livro em outubro. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (22) pela editora Penguin Random House. "Renegades: Born in the USA", que será lançado em todo o mundo a partir de 26 de outubro, retomará os diálogos entre as duas personalidades e os publicará junto com fotos e material de arquivo, como notas de discursos inéditos do ex-presidente americano. Um deles é seu discurso "pelo 50º aniversário das marchas de Selma em Montgomery, um marco emblemático na luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos", diz a editora com sede em Nova York. No podcast, que foi transmitido pelo Spotify em fevereiro, Obama e Springsteen -- que apoiaram a campanha presidencial de Joe Biden-- falam dos Estados Unidos e de suas vidas em temas como o racismo, a música ou a paternidade. O livro está em pré-venda a US$ 50 (cerca de R$ 260) no site da Penguin Random House. Veja Mais

'O silêncio da chuva', novo filme de Daniel Filho com Lázaro Ramos, lança trailer; ASSISTA'

G1 Pop & Arte Adaptação de romance policial de Luiz Alfredo Garcia-Roza tem também Thalita Carauta e Cláudia Abreu no elenco e estreia 23 de setembro. Veja o trailer de "O Silêncio da Chuva", filme com Lázaro Ramos e Thalita Carauta O novo filme de Daniel Filho ("Se eu fosse você") com Lázaro Ramos ("Mister Brau") como protagonista, "O silêncio da chuva", lançou seu primeiro trailer nesta quinta-feira (22). Assista ao vídeo acima. A adaptação do romance policial de mesmo nome de Luiz Alfredo Garcia-Roza tem estreia prevista nos cinemas brasileiros no dia 23 de setembro. No roteiro de Lusa Silvestre ("Estômago"), o delegado interpretado por Ramos conta com a ajuda da investigadora vivida por Thalita Carauta ("4 x 100: Correndo por um sonho") para solucionar um assassinato, que se torna ainda mais misterioso quando envolvidos começam a desaparecer. O elenco ainda conta com Cláudia Abreu, Mayana Neiva, Otávio Muller e Pedro Nercessian. Veja Mais

Yasmin Brunet afirma que perdeu R$ 7,9 mil em 'golpe do delivery'; saiba como se proteger

G1 Pop & Arte Modelo disse que desconfiou da situação, mas acabou digitando senha do cartão para suposto entregador. Procon orienta para sempre conferir o valor da compra e, de preferência, pagar somente no aplicativo. Yasmin Brunet afirma que caiu no "golpe do delivery" Reprodução/Instagram Yasmin Brunet disse nas redes sociais que foi vítima de um golpe depois de pedir comida por aplicativo de delivery. De acordo com a modelo, ela perdeu R$ 7,9 mil ao ser enganada por criminosos. O serviço foi solicitado por meio do aplicativo Rappi, disse a modelo. Ao G1, a empresa disse que "lamenta o ocorrido" e que "o caso já foi resolvido junto à usuária" (veja o posicionamento completo no fim da reportagem). Saiba como se proteger do 'golpe da taxa extra' em apps Em seu relato postado no Instagram, Brunet diz que recebeu uma ligação dizendo que o motoboy que faria sua entrega havia sofrido um acidente. Uma mulher, que se apresentou como funcionária do restaurante, disse que enviaria um novo pedido depois que o original fosse cancelado. "Deu 10 minutos, o cara chegou com a comida", relembrou. Ela relata que o suposto entregador estacionou do outro lado da rua e não tirou o capacete. A modelo disse que começou a achar estranho. "Ele me mostrou R$ 77 na tela do telefone dele, como se estivesse conectado na maquininha. Só que na tela da maquininha não aparecia nada, nenhum número", disse. Ela acabou passando o seu cartão, digitando a senha, e depois o homem disse que a transação não foi aceita e foi embora do local. Ao falar com a operadora do cartão, Yasmin se deu conta do golpe. "Você acredita que o cara me roubou R$ 7,9 mil? O cara passou, eu fiquei em choque", afirmou. O Rappi afirmou que não opera com máquinas de cartão de crédito ou débito e que não há nenhuma prática de cobrança de taxa extra. Em desabafo, a modelo disse para as pessoas tomarem cuidado. "O problema foi que eu coloquei a senha. Como foi uma compra que eu fiz, é diferente [para cancelar com a operadora do cartão]". Veja dicas do Procon-SP para se proteger: Não utilizar máquina com o visor quebrado ou que não permita a leitura dos dados; Conferir o valor da compra e, de preferência, pagar somente no aplicativo; Não passar os seus dados por telefone; Desconfiar caso o entregador informe que é necessário pagar algum valor extra; Caso tenha alguma dúvida, deve entrar em contato com o local onde pediu a comida. O Procon-SP disse que houve um aumento de 186% nas reclamações sobre golpes aplicados por entregadores de apps de comida, entre janeiro e maio de 2021, no estado de São Paulo. No período, foram registrados 249 atendimentos contra as empresas de delivery, contra 87 no mesmo período do ano passado. Veja o posicionamento do Rappi, na íntegra, sobre o caso: O Rappi lamenta o ocorrido e esclarece que o caso já foi resolvido junto à usuária. A empresa reitera, ainda, que não opera com máquinas de cartão de crédito ou débito e reforça que não há nenhuma prática de cobrança de taxa extra. Caso o usuário queira dar gorjetas ao entregador, isso também deve ser feito por meio do aplicativo para garantir a segurança de todos. O Rappi instrui todos os seus entregadores parceiros a cumprirem integralmente as regras e as leis, sendo expressamente rechaçadas as condutas contrárias. O Rappi ainda disponibiliza em seu aplicativo um canal de atendimento aos clientes — em que é possível reportar qualquer problema na plataforma —, e recomenda que, caso lesados, os usuários façam boletim de ocorrência e registrem pedido de cancelamento na operadora de cartão de crédito. A companhia informa que sempre analisa os casos reportados, toma as medidas necessárias de acordo com os Termos e Condições do aplicativo e está à disposição dos órgãos competentes para quaisquer necessidades de esclarecimentos. A empresa, estruturou, inclusive, uma equipe que trabalha em conjunto com as polícias civil e federal para identificar o modus operandi das fraudes, como os locais mais utilizados e o perfil do fraudador. Saiba como se proteger de golpes no WhatsApp Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger Celular é a nova carteira; cuide de seus dados Celular é a nova carteira: saiba manter seu aparelho seguro e o que fazer em caso de roubo Veja Mais

Ana Maria Braga se caracteriza de Cruella: 'Meu look de hoje é arrasador'

G1 Pop & Arte Apresentadora comandou o mais você desta quarta-feira (21) com o visual da personagem interpretada por Emma Stone em filme da Disney. Ana Maria Braga se caracteriza de Cruella para apresentar o "Mais Você" Reprodução/Globo Ana Maria Braga se caracterizou de Cruella para comandar o "Mais Você" desta terça-feira (21). A apresentadora surgiu no palco com luvas e vestido vermelhos e a peruca preta e branca, semelhantes às utilizadas pela atriz Emma Stone em filme da Disney. 'Cruella' tem grandes atuações e visual fantástico, mas perde força com história exagerada; G1 já viu "Esse meu look de hoje é arrasador e dedicado a ela, Cruella, uma das personagens mais icônicas da Disney e que ganhou um filme só pra ela, estrelado por ninguém menos do que a vencedora do Oscar, Emma Stone." "O filme está fazendo um super sucesso nos cinemas e conta a história de como Cruella se tornou essa figura tão única que conquistou o mundo da moda com sua rebeldia e originalidade", explicou Ana logo no início do programa. "Cruella é um pouco doidinha, transgressora. Mas quem não tem lá seu momento de rebeldia, né? Eu super me identifico, adorei, como dá para percebe nesse meu look aqui. Não está incrível, gente?." Ana ainda contou que o vestido vermelho usado por ela demorou um mês para ficar pronto e que, apesar de parecer pesado, "é como se eu estivesse de moletom em casa". Mesmo após falar sobre o longa, Ana Maria seguiu usando o traje da personagem ao comandar as outras pautas do programa, trocando apenas a máscara da personagem pelos óculos. Initial plugin text Assista ao trailer de 'Cruella' Veja Mais

Prêmio Multishow 2021 será apresentado por Tatá Werneck e Iza

G1 Pop & Arte Multishow anunciou que Xuxa e Juliette também vão entregar prêmios. Evento vai ser transmitido do Rio no dia 8 de dezembro. Prêmio Multishow 2021 terá Iza e Tatá Werneck como apresentadoras Divulgação/Globo O Prêmio Multishow terá Iza e Tatá Werneck como apresentadoras neste ano. O evento acontece no dia 8 de dezembro, com transmissão direto do Rio. Marília Mendonça, Gusttavo Lima e Ivete... veja quem ganhou Prêmio Multishow em 2020 Relembre premiação em FOTOS No anúncio desta terça-feira (20), a Multishow também confirmou a presença de Juliette, campeã do "BBB21", e Xuxa. Elas foram convidadas para entregar prêmios de algumas categorias. Os indicados ainda não foram anunciados pelo canal. Vai ser a quinta vez que Tatá assume a função de anfitriã do prêmio, e a segunda, da cantora carioca de "Pesadão". No ano passado, as artistas apresentaram o prêmio ao lado de Paulo Gustavo. O humorista carioca morreu de Covid-19, em maio. Paulo Gustavo e Tata Werneck durante apresentação do Prêmio Multishow 2020 no Rio de Janeiro Hate Flash/Divulgação Veja Mais

MC Carol conta como deu virada na carreira após anos 'de terror' com equipe: 'Eu era roubada'

G1 Pop & Arte Ela lança 'Borogodó', álbum que exalta liberdade feminina no sexo e na música, e conta como se impôs na carreira, demitiu equipe e aprendeu a separar letras festivas do trabalho sério no funk. MC Carol fala sobre seu segundo disco, 'Borogodó', e sobre o passado de shows mambembes Tem duas MCs Carois na história da produção de "Borogodó", que sai nesta quinta-feira (22). À frente está a Carol das letras de funks sobre a liberdade sexual feminina, sempre disposta a mais uma festa. No vídeo acima, ela fala sobre o álbum. Nos bastidores está uma segunda Carol, que leva a sério o funk de esbórnia. Ela só sobe ao palco sóbria, reflete sobre as armadilhas da fama e conta como tomou as rédeas da carreira após anos de "terror" na estrada: "Eu era roubada pelos caras", ela lembra. Voz firme e bases variadas Você acha que a cantora de 27 anos, solteira, vive atrás de homem? Acertou. Mas é assim: Carol busca pelo Brasil DJs para refletir a riqueza do funk - das batidas rasteirinhas ao ritmo frenético de 170 BPM do Rio; do brega-funk de Recife ao som hipnótico de BH. Do jeito que ela gosta, com um parceiro atrás do outro, ela abraça vertentes do funk - e até o pagodão baiano em "Seu vizinho", com O Maestro. Ele encara os brega-funkeiros Cleytinho Paz e CL No Beat em "Novinho de 17" e responde "17 anos comigo não tem conversa / passou de 18, pau quebra". A voz firme de Carol une os batidões diversos. Em "Calibre grosso", ela acompanha esperta o estilo mineiro fragmentado de DJ Cezão da Vila e do DJ Pquatro. Ela até ostenta com o DJ Zigão da Brasília em "Vida de artista": "A gente sabe como é, essa vida de artista, os novinhos querendo mudar de vida". Só que a "vida de artista" dela, na real, não é bagunça. "Quem não me conhece pensa que minha vida é uma baderna. Mas de baderna não tem nada." Achar esse equilíbrio foi difícil e sofrido. Ao saber sobre a morte do MC Kevin, ela diz que um filme da sua própria vida passou na cabeça. Veja abaixo. MC Carol lamenta a morte de MC Kevin e fala sobre as armadilhas da fama para os jovens de periferia "Borogodó" é seu segundo álbum, cinco anos após "Bandida". Ela despontou com funks agressivos, explícitos e engajados como "100% feminista", "Não foi Cabral" e "Mamãe da putaria", no rastro de cariocas como Tati Quebra-Barraco e Deize Tigrona e à frente da nova estrela paulsita MC Dricka. Bem antes da onda das letras femininas desbocadas no rap dos EUA, a Carol de Niterói já chutava o balde mais longe do que Cardi B e Megan Thee Stalion em funks caseiros como "Meu namorado é o maior otário". Mas a autora das letras sobre se fartar com vários parceiros não mistura sexo e trabalho ("você não vai trabalhar no MC Donald's e pegar várias mulheres no balcão", ela compara). Carol se preocupa mesmo é em achar parceiros sérios para a sua equipe. Capa do álbum 'Borogodó', de MC Carol, inspirada em Botticelli Divulgação 'Anos de terror' Levantar a voz para os homens foi questão de sobrevivência para a cantora que hoje exalta o feminismo e a liberdade sexual e musical. Carolina de Oliveira Lourenço nasceu em 1993 em Niterói, e cresceu no Morro do Preventório, criada pelos bisavós. Aos 14 anos, teve que morar sozinha e passou fome até achar uma luz na música. Mesmo assim, o início da carreira em 2010 não trouxe uma solução fácil. "Eu era mais nova e os caras (da equipe eram) mais velhos. A minha palavra era sempre a última. Os caras trabalhavam para mim e parecia que eu trabalhava para eles. Eu era roubada por esses caras." Carol tinha uma rotina pesada e mambembe, de até sete shows por noite, em que ela se esforçava para cumprir os compromissos enquanto o resto da equipe parecia viver no mundo fictício dos funks de festa. Até o motorista da maratona de shows aparecia bêbado. "E eu tinha que entrar nesse carro." "Por várias vezes eu poderia ter morrido. Não era culpa minha, mas por causa de pessoas da minha equipe que eram irresponsáveis", ela afirma. "Minha vida se tranquilizou em 2016. Mas eu comecei em 2010. Então foi seis anos de terror." Bonde feminino Ela só achou o prumo quando teve força para confrontar os homens da equipe. "Eu me impus e foi saindo por um. Mas eu precisei me levantar", ela conta. Hoje, ela comanda o bonde com outra mulher. Sua empresária é a mineira Ana Paula Paulino. Agora ela vai bem mais longe - e sem motorista bêbado. Carol foi escolhida pelo Google como uma das artistas do YouTube Black Voices, para incentivar artistas negros, e foi destaque no telão do programa da Times Square, em Nova York. Do "filme de terror" no passado ela foi a uma ótima atuação com uma personagem meio cômica no filme "No coração do mundo", primeiro passo no seu projeto de expandir o trabalho também para o cinema. MC Carol Divulgação Ilusão da fama Em maio, Carol compartilhou um texto lamentando a morte do MC Kevin e falando sobre a ilusão da fama para jovens da periferia. "Foi uma parada triste, um garoto novo. Quando eu vi, veio um filme na minha cabeça de tudo que eu passei esses anos todos", ela conta. "A maioria dos artistas é deprimido, depressivo, especialmente os funkeiros. Somos jovens, pretos, que não tínhamos nada (literalmente e figurativamente) até ontem. Um dia, a gente está na rua sentado, contando as moedas pra comprar um saquinho de arroz, sendo humilhado, desprezado diariamente. Sem ninguém, perdido, olhando pro mar, gritando por dentro, desejando a morte. No outro dia, somos amados por todos, somos grandes", ela escreveu. "A gente tenta comprar com dinheiro o que a gente nunca teve. A gente sente que a nossa solidão é igual antes. Talvez até mais profunda,", completou. O difícil é não se deslumbrar. "Antes, ninguém me chamava para nada. Para Natal, para Ano Novo, para nada. Depois, segunda-feira tinha gente me chamando para churrasco", ela diz. Hoje, em paz, ela prefere descansar seu "borogodó" às segundas-feiras para cantar a independência no sexo e no funk quando o fim de semana chegar. MC Carol Divulgação Veja Mais

Justiça do Ceará nega habeas corpus, e DJ Ivis é mantido preso

G1 Pop & Arte Um dos advogados de defesa afirmou que irá aguardar a conclusão da fase de inquérito policial para decidir sobre um pedido de soltura do cantor. DJ Ivis é preso após a ex-mulher divulgar imagens em que é agredida por ele Reprodução O Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou um habeas corpus impetrado pela defesa do cantor Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis, preso na última quarta-feira (14). A decisão foi dada nesta segunda-feira (19). Desta forma, o artista permanecerá detido no presídio Irmã Imelda Lima Pontes, na Região Metropolitana de Fortaleza, para onde foi transferido após audiência de custódia. Um dos advogados de DJ Ivis no caso, o criminalista André Quezado, afirmou ao G1 que irá aguardar a conclusão da fase de inquérito policial para decidir sobre um pedido de soltura do cantor. De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Ceará, o suspeito está detido em uma área de triagem no presídio. Ele está em uma situação especial de segurança para que seja garantida a integridade física dele, uma vez que o caso teve grande repercussão. Ivis exibia fotos íntimas da ex A digital influencer Pamella Holanda revelou, neste domingo (18), em entrevista exclusiva ao Fantástico que o ex-marido, DJ Ivis, exibia fotos íntimas dela ao amigo Charles, quem o cantor considerava como "braço direito". Charles também presenciou Ivis agredir a ex e não reagiu. Em entrevista na semana passada, ele disse que "travou" e não conseguir protegê-la. Pamella Holanda relata agressões de DJ Ivis: 'Pegou uma faca na gaveta da cozinha' "A gente começou a discutir porque ele mostrou uma foto minha íntima para o Charles, para esse amigo dele. Eu pergunto o que é, volto pra cozinha e ele continua. Até a hora que eu vou e é a hora que ele me agride", disse Pamella. "Depois ainda ele me solta e eu ainda vou pra cima dele, mas ele se esquiva; depois, quando eu dou as costas, ele me dá um soco, me dá um chute, me deu um soco nas costas que eu caí no chão e fiquei sem conseguir respirar", completa. LEIA TAMBÉM Em vídeo, DJ Ivis pede desculpa após agredir ex-mulher: 'Errei, assumo meu erro' Vídeos de músicas com DJ Ivis são removidos do YouTube Agressões desde 2020 Ex-mulher de DJ Ivis publica vídeo sendo agredida pelo artista em apartamento de Fortaleza Segundo Pamella, as agressões começaram em 2020, quando o casal passou a morar junto. "Quando comecei a morar com ele , ele já começou a me agredir. Começou verbalmente, palavrão, grosserias", disse. A primeira agressão ocorreu quando ela estava grávida de Mel, filha do casal. "Eu estava grávida da Mel, de cinco para seis meses. Ele me segurou pelo pescoço e foi me arrastando do corredor até o sofá." Ela revela que não havia denunciado antes as agressões por medo e vergonha. "Eu tinha medo, eu tinha vergonha. Eu estava realizando um sonho, eu estava grávida. Eu sempre quis ser mãe. A gente entra num estado de negação, porque a gente não quer admitir pra gente mesmo, a gente quer procurar justificativa, a gente se culpa. É muito difícil", explica. 'Vou continuar com medo um bom tempo' Apesar de o ex-marido estar preso e ter uma medida protetiva que impede a aproximação de DJ Ivis, Pamella conta que ainda teme o cantor. "Não sei do que ele é capaz. Ele pode entrar, pensar que a vida dele acabou, que não tem nada a perder e vai lá e faz alguma cosia comigo. Tenho muito medo, e vou continuar com medo um bom tempo. Fico pensando como vai ser minha vida quando eu voltar a viver porque esses dias não estou vivendo, estou existindo." Polícia investiga agressões de DJ Ivis a Pamella em dois inquéritos 'Eu travei', diz amigo de Ivis que presenciou agressões e não interferiu Defesa do DJ Ivis diz que vai pedir a liberdade do cantor Cantores e gravadoras anunciam fim de parceria com DJ Ivis Vídeos de músicas com DJ Ivis são removidos do YouTube Neste fim de semana, Pamella revelou que sofre ameaça de morte e recebe mensagens de ódio. Ela decidiu se afastar das redes sociais. "Eu tenho sofrido ameaças de morte, eu já li inclusive de outras mulheres que eu mereço passar fome, eu e minha filha", disse. 'Assumo meu erro' DJ Ivis chora em pedido de perdão à ex-mulher Pamella Holanda, após agressões No sábado (17), o advogado de DJ Ivis divulgou um vídeo em que o cantor pediu desculpas, assumindo o que chamou de "erro". "Eu estou vendo sozinho, tentando ser forte, mas não existe mais força. Eu estou passando aqui pra dizer pra cada um de vocês, pra você que é mãe, pra você que é filha, pra você que é pai, pra você que é família, pra você, Pamella: eu errei, assumo meu erro", afirma DJ Ivis em um trecho da gravação. Desde que o caso foi revelado, DJ Ivis perdeu contrato com a gravadora Sony e com a produtora Vybbe, teve canceladas parcerias com músicos, e teve as músicas excluídas dos aplicativos mais populares. Investigação e prisão Polícia prende DJ Ivis em casa por agressões contra ex-mulher Pamella Holanda A Polícia Civil investiga as agressões cometidas pelo cantor em dois inquéritos policiais. Um deles foi aberto a partir de um BO feito por Pamella, na cidade de Eusébio, em 3 de julho. O outro foi fundamentado nos vídeos que mostram as agressões. A prisão de Ivis não foi diretamente motivada pelos vídeos, mas eles foram importantes para o pedido de prisão do cantor, segundo o secretário da Segurança do Ceará, Sandro Caron. Quem é DJ Ivis Segundo a polícia, Ivis foi detido de forma preventiva por garantia da ordem pública e por apresentar risco de fuga. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto: Initial plugin text Veja Mais

Eliminada do Big Brother sem paredão: ativista britânica de extrema direita é deportada da Austrália por violar quarentena

G1 Pop & Arte Negacionista, Katie Hopkins gabou-se por atender funcionários do hotel nua e sem máscara. Imagem de 2017 mostra Katie Hopkins de vestido de noiva no congresso do Partido Conservador do Reino Unido Phil Noble/Reuters Famosa por destilar o ódio, bradar contra imigrantes e difundir teorias da conspiração, a comentarista britânica Katie Hopkins achou por bem gabar-se de ter violado as regras da quarentena na Austrália, onde foi recebida para participar do Big Brother VIP, do Canal 7. Postou um vídeo contando que atendeu a porta do quarto do hotel em Sydney nua e sem máscara, num ato interpretado como desprezo aos 12 milhões de australianos que estão confinados pelo aumento do número de casos de Covid-19 no país. Pressionado pela ira popular, o governo não perdoou. Obrigou Hopkins a pagar multa de US$ 1.000 e a deportou do país. Ao cancelar o visto concedido a ela, a ministra de Assuntos Internos, Karen Andrews, mostrou-se peremptória: Katie Hopkins deu um tapa na cara de todos os australianos que respeitam o bloqueio e aos 30 mil que estão no exterior, impedidos de entrar no país. Propaganda com imagem 'chocante' de paciente com Covid-19 gera polêmica na Austrália A quarentena imposta a quem chega ao país é de duas semanas. Isolada no hotel, Hopkins, de 45 anos, deveria aguardar 30 segundos para abrir a porta do quarto e recolher a refeição deixada do lado de fora. Além de desobedecer às regras, colocando os funcionários em risco, ela foi para as redes sociais e postou um vídeo, denunciando o bloqueio para conter a pandemia como hipócrita e a “maior farsa da história da Humanidade”. O que ela chamou de brincadeira teve como resultado a indignação popular endereçada, sobretudo ao governo australiano, que, apesar das fronteiras fechadas desde 2020, vem concedendo isenções de vistos a celebridades e esportistas. A oposição esbravejou: por que eximir Katie Hopkins, que foi banida do Twitter por repetidas mensagens difusoras de ódio racial? Sua atividade como comentarista política de extrema direita se alimenta de controvérsias, mas vem perdendo espaço. Queridinha do ex-presidente Donald Trump e defensora do Brexit, ela pediu a solução final para muçulmanos britânicos e comparou imigrantes a baratas. Há três anos, foi detida na África do Sul por espalhar o ódio racial. Negacionista de primeira linha, ela não encontrou acolhida na Austrália e foi eliminada sumariamente do reality show. Veja os vídeos mais assistidos do G1 Veja Mais

'Hilda Furacão' estreia no Globoplay; relembre minissérie

G1 Pop & Arte Romance entre garota de programa subversiva e frei rendeu elogios a Ana Paula Arósio e Rodrigo Santoro. Minissérie de Glória Perez teve ainda Thiago Lacerda, Danton Mello, Matheus Nachtergaele, Rosi Campos, Arlete Salles e Stênio Garcia. A minissérie "Hilda Furacão" estreia nesta segunda-feira (19) no Globoplay. Exibida em 1998, a obra de Glória Perez marcou a estreia de Ana Paula Arósio como protagonista, com uma trama de amor e sedução. Para entrar no clima, o G1 relembra alguns dos principais momentos da minissérie, além de curiosidades, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). Webdoc minissérie - Hilda Furacão (1998) Hilda Furacão (Ana Paula Arósio) é a prostituta mais desejada de Belo Horizonte nos anos 1950. Filha de uma família tradicional, ela rompe com a família e foge no dia de seu casamento. A história é contada por Roberto Drummond (Danton Mello). O jovem idealista vai viver em Belo Horizonte com seus amigos de infância: o seminarista Malthus (Rodrigo Santoro), conhecido como “O Santo”, e Aramel (Thiago Lacerda), que quer ser ator em Hollywood. Também estão no elenco: Matheus Nachtergaele, Rosi Campos, Arlete Salles, Eliane Giardini, Caio Junqueira, Carolina Kasting, Tatiana Issa, Eva Todor, Stênio Garcia, Tarcísio Meira, Paulo Autran e Marcos Frota. Caio Junqueira e Danton Mello em 'Hilda Furacão' Jorge Baumann Hilda e Malthus se aproximam como nos contos de fadas: após uma tempestade, ela perde um sapato, que é encontrado pelo frei Malthus. Movida pela profecia feita por uma vidente, Hilda passa a assediá-lo. Para escapar à atração que sente por ela, o frei se pune. Os dois decidem fugir juntos no dia 1º de abril de 1964, sem imaginar os protestos que tomaria os país. Malthus é preso por subversão e eles se desencontram por quatro anos. Matheus Nachtergaele como Cintura Fina em 'Hilda Furacão' Jorge Baumann Conheça história da trilha sonora de novelas no podcast abaixo: Curiosidades Para reconstituir o clima político no Brasil dos anos 1960, Gloria Perez contou com relatos de militantes do período, como o ator Mário Lago, que participou do elenco, e o ex-dirigente comunista Apolônio de Carvalho. A série foi baseada no livro do mineiro Roberto Drummond, escrito em 1991, durante 64 dias. "Resposta ao Tempo", de Nana Caymmi, fez sucesso como abertura da minissérie. Ana Paula Arósio estreou na TV Globo como protagonista de Hilda Furacão, trabalho que lhe rendeu sucesso de público e crítica. A atriz estava terminando um trabalho em outra emissora quando começaram as gravações em Minas Gerais. Algumas cenas externas e de outros núcleos foram gravadas antes de sua chegada. Hilda Furacão foi vendida para países como Angola, Argentina, Cabo Verde, Chile, Honduras, México, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Rússia e Venezuela. Em 2002, a minissérie foi lançada em DVD. Veja Mais

Spike Lee anuncia antes da hora que 'Titane' ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes; VÍDEO

G1 Pop & Arte Apresentadora questionou qual seria o "primeiro prêmio" da noite, mas o cineasta entendeu que deveria revelar o "primeiro lugar". "O filme que venceu a Palma de Ouro foi Titane", disse ele antes de ser interrompido. Spike Lee anuncia o filme vencedor do Festival de Cannes por engano O cineasta Spike Lee anunciou, antes da hora, que o filme "Titane" foi o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes. A premiação aconteceu neste sábado (17) e confirmou o longa como vencedor. Assista ao momento no vídeo acima. Lee, que era o presidente do júri desta edição, foi questionado no início do evento se poderia revelar qual seria o "primeiro prêmio" da noite, mas entendeu que deveria revelar o "primeiro lugar" ou o vencedor. "O filme que venceu a Palma de Ouro foi Titane", disse Lee. Houve reação imediata dos demais convidados para interrompê-lo, mas a frase foi literal. A surpresa aconteceu porque a Palma de Ouro, principal prêmio do festival, tradicionalmente é anunciado no fim da noite, depois de uma série de outras categorias. Spike Lee anuncia, por engano, que Titane venceu a Palma de Ouro 2021 Reprodução/Twitter "Titane" é dirigido francesa Julia Ducournau e protagonizado por Vincent Lindon, conta o retorno de um menino desaparecido há 10 anos e o reencontro com seu pai. Essa é apenas a segunda vez que uma mulher vence a premiação e a primeira que vence sem dividir o prêmio. O filme francês com isso desbancou a recente hegemonia asiática. Esperava-se que, pelo terceiro ano consecutivo, o festival poderia coroar uma produção do continente com preferência para o japonês "Drive my car". O Festival de Cannes programou o maior número de filmes em sua mostra oficial em comparação com as últimas edições, apesar das rígidas condições sanitárias. A Palma de Ouro foi disputada neste ano por cineastas renomados, como o americano Wes Anderson, o holandês Paul Verhoeven, o iraniano Asghar Farhadie, e por diretores que já receberam o prêmio máximo em Cannes, como o italiano Nanni Moretti e o tailandês Apichatpong Weerasethakul. Veja abaixo os concorrentes. "Annette", do francês Leos Carax. Protagonizado por Adam Driver e Marion Cotillard, que personificam um casal de estrelas cuja vida muda com a chegada de sua primeira filha. "Benedetta", do holandês Paul Verhoeven. Retrato de uma freira homossexual ambientado no século XV e baseado em fatos reais. "The French Dispatch", do americano Wes Anderson. Filmado no sudoeste da França e protagonizado por Bill Murray, Tilda Swinton, Benicio del Toro e Adrien Brody. "Tout s'est bien passé", do francês François Ozon. Adaptado do romance homônimo de Emmanuèle Bernheim, sobre uma filha que ajuda o pai a morrer. Com Sophie Marceau, Charlotte Rampling e André Dussollier no elenco. "Tre piani", do italiano Nanni Moretti. Duas décadas depois de ganhar a Palma de Ouro, o diretor volta a Cannes com um filme sobre várias famílias que moram no mesmo prédio. "A Hero", do iraniano Asghar Farhadi. Um thriller psicológico com o qual o oscarizado cineasta voltou a filmar em seu país natal. "Flag day", do americano Sean Penn. Sobre a vida dupla de um pai de família. "Red Rocket", do americano Sean Baker. Um filme de cinema independente que narra o retorno de uma estrela pornô à sua pequena cidade no Texas. "Petrov's Flu", do russo Kirill Serebrennikov. Um filme entre o sonho e a realidade que retrata a vida de um quadrinista na Rússia pós-soviética. "Memoria", do tailandês Apichatpong Weerasethakul. Tilda Swinton interpreta uma orquidófila que viaja à Colômbia para visitar sua irmã e começa a ouvir sons estranhos. "Titane", da francesa Julia Ducournau. Protagonizado por Vincent Lindon, conta o retorno de um menino desaparecido há 10 anos e o reencontro com seu pai. "Haut et fort", do marroquino Nabil Ayouch. Um filme ambientado no mundo do hip hop que descreve a criatividade da juventude de Marrocos. "Bergman Island", da francesa Mia Hansen-Love. Um casal de cineastas americanos se estabelece na ilha que inspirou o cineasta sueco. Tim Roth é o protagonista. "Drive my car", do japonês Ryusuke Hamaguchi. Um filme basado em uma obra de Haruki Murakami. "The story of my wife", da húngara Ildikó Enyedi. Um drama com os franceses Léa Seydoux e Louis Garrel. "Ahed's knee", do israelense Nadav Lapid. Um cineasta enfrenta a morte de sua mãe. "Compartment N. 6", do finlandês Juho Kuosmanen. Um "road-movie" sobre uma mulher que pega um trem romo ao círculo polar ártico. "The worst person in the world", do norueguês Joachim Trier. Relata a história de uma mulher em Oslo que busca refazer sua vida. "La fracture", da francesa Catherine Corsini. Um filme ambientado em um hospital, com Valeria Bruni Tedeschi e Marina Foïs. "Les intranquilles", do belga Joachim Lafosse. Drama que explora os meandros do trastorno bipolar. "Les Olympiades", do francês Jacques Audiard. Filmado em um bairro multiétnico de Paris, conta com a premiada Céline Sciamma no roteiro. "Lingui", do chadiano Mahamat-Saleh Haroun. Drama sobre uma adolescente grávida no Chade, onde o aborto é proibido. "Nitram", do australiano Justin Kurzel. Um filme que através da lembrança de um massacre com dezenas de mortos em 1996 aborda a venda de armas. "France", do francês Bruno Dumont. Léa Seydoux encarna uma famosa jornalista cuja vida muda totalmente após um acidente. Veja Mais

Filme 'Les Olympiades' mostra outro lado da capital francesa em Cannes

G1 Pop & Arte Longa do diretor Jacques Audiard mostra 13º distrito de Paris, conhecido como a 'Chinatown' da cidade. Filme francês 'Les Olympiades', do diretor Jacques Audiard Reprodução "Les Olympiades", novo filme do diretor francês Jacques Audiard, não mostra a Torre Eiffel, os prédios de Haussmann ou o Rio Sena. Ele volta suas lentes ao 13º distrito de Paris, conhecido como a "Chinatown de Paris", onde já morou. Com personagens inspirados nas graphic novels do artista americano Adrian Tomine, Audiard apresenta pessoas jovens, instruídas, mas desiludidas na busca de seus caminhos, e evita conscientemente os clichês cinematográficos sobre a divisão entre pobres e ricos na França.  "Eu queria falar da classe média, das pessoas que têm diplomas universitários e que de certa maneira obtiveram um nível de sucesso, mas que não tem lá muita coisa acontecendo com elas", disse Audiard em entrevista à Reuters na quinta-feira (15), um dia após a estreia de seu filme em Cannes. "Les Olympiades" é um dos 24 filmes na mostra competitiva pela Palma de Ouro na 74ª edição do festival de Cannes. As filmagens durante a pandemia de Covid-19 ajudaram a atriz de primeira viagem Lucie Zhang a entrar em sua personagem Emilie, uma jovem mulher que luta para manter um emprego enquanto tenta não se apaixonar por sua companheira de apartamento.  "Durante a pandemia, estamos muito mais sozinhos, fechados e isolados. Então talvez isso possa trazer esse tipo de emoção nos personagens, inconscientemente", disse Zhang.  Audiard, que venceu a Palma de Ouro em 2015 com "Dheepan: O Refúgio", um filme sobre refugiados tâmeis na França, disse que é preocupante que alguns filmes franceses faltem com a representatividade multirracial. No filme, dois dos principais personagens - Camille e Emilie - são de famílias de imigrantes.  Semana Pop fala sobre principais estreias nos cinemas no 2º semestre de 2021 Veja Mais