Meu Feed

Hoje

Marília Mendonça faz ‘Serenata Live’ neste sábado; veja outros shows para assistir em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste sábado (15). Marília Mendonça Divulgação / Som Livre Marília Mendonça, recordista mundial de audiência em lives, faz o show online "Serenata Live" neste sábado (15), às 20h. O dia também tem a live Esquenta BDA, com a participação de Hariel e outros MCs, e a transmissão da gravação de um show do pianista Chick Correa, feita pouco antes de sua morte em fevereiro deste ano. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Lives do sábado (15): Marília Mendonça - 20h - Link Esquenta BDA - Batalha de Rimas com os MCs Hariel, WM, Krawk, Kant e mais - Link Flávio Guimarães e Marcus Kenyatta - Em Casa Com o Sesc - 19h - Link Chick Correa (transmissão pelo Blue Note de show gravado antes da morte do músico) - 20h - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

Sertanejos saem do top 3 do YouTube pela primeira vez desde a criação do ranking em 2018

G1 Pop & Arte Site mede audiência semanal de músicas no Brasil há 3 anos, sempre com sertanejos no pódio. Parada mais recente tem forró de Barões da Pisadinha e Zé Vaqueiro, e funk de Don Juan. Barões da Pisadinha são os artistas mais ouvidos no ranking semanal do YouTube no Brasil, seguidos por Zé Vaqueiro e MC Don Juan Divulgação Barões da Pisadinha, Zé Vaqueiro e MC Don Juan são os artistas mais ouvidos do ranking semanal mais recente do YouTube no Brasil. A liderança dos dois artistas de forró e o MC de funk quebrou uma sequência de três anos: desde a criação do ranking, em 2018, não existiu um "top 3" sem sertanejos. O pódio inédito acompanha a ascensão nacional da pisadinha, o forró de produções simples no teclado. Os Barões da Pisadinha são líderes do ranking semanal desde o final de 2020. O 2º lugar, Zé Vaqueiro, está em alta com forrós românticos e puxados para a eletrônica, feitos pelo DJ Ivis. A alta geral do forró no streaming já é notada desde o ano passado também em outras plataformas, como o Spotify. O terceiro lugar, Don Juan é um dos principais ídolos do funk de São Paulo há alguns anos, e atualmente se destaca em parcerias um pouco mais "light" como "Liberdade", mistura de funk e eletrônica dos DJs Alok e GBR, e a nova "Bipolar", com os MCs Pedrinho e Don Juan. O ranking mais recente é relativo ao período entre os dias 30 de abril e 6 de maio no YouTube no Brasil. Como os Barões da Pisadinha traçaram uma nova rota de sucesso pelo Brasil Zés Vaqueiros: mercado aquecido do piseiro tem 2 cantores de sucesso com mesmo nome Don Juan fala sobre fase cantando funk mais 'light': 'Agora estou pegando todos os públicos' No sertanejo, há muitos relatos e reclamações do impacto com a interrupção dos shows por causa da pandemia. O estilo reina e movimenta muito dinheiro no Brasil em grandes eventos, que são uma peça importante deste mercado. O fenômeno das lives sertanejas não compensou a perda de arrecadação. O que querem os artistas sertanejos que se reuniram com Bolsonaro, sem máscara, em uma churrascaria O YouTube Charts foi criado em maio de 2018 e virou um dos termômetros do mercado de streaming, cada vez mais importante para a indústria musical. Desde então, no Brasil, a força dos sertanejos era evidente. Sempre havia ao menos um (e muitas vezes três) sertanejos entre os três mais tocados. Marília Mendonça, Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano e Henrique & Juliano lideraram quase todas as semanas do ranking até o final de 2020, quando os Barões da Pisadinha chegaram ao primeiro lugar. O maior fenômeno sertanejo recente nas paradas foi "Batom de Cereja", de Israel e Rodolffo, que tem ritmo de pisadinha e se beneficiou da vitrine nacional do BBB. A dupla chegou a ocupar o top 3, mas caiu nas últimas duas semanas. Introduções das músicas dos Barões são todas idênticas; confira Veja Mais

Mimos de fãs: Ex-BBBs já ganharam dinheiro, festa de luxo e até reforma em casa

G1 Pop & Arte Semana Pop relembra os presentes mais malucos que ex-participantes do programa receberam de admiradores. Atitude passou a ser desestimulada pelos 'brothers'. Fãs já deram a ex-BBBs dinheiro, festa de luxo e até reforma; relembre no Semana Pop Você gastaria dinheiro para mostrar seu amor por um participante do "BBB"? Se achou a pergunta maluca, saiba que muita gente já fez isso - uma atitude que passou a ser desestimulada pelos "brothers". Neste sábado (15), o Semana Pop mostra os mimos mais malucos que ex-BBBs já ganharam de fãs: tem doação em dinheiro, festa de luxo e até reforma em casa. Veja todas as edições O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Veja Mais

Últimos dias

Mumuzinho faz sua estreia em parceria com sertanejo e diz: 'Não sou pagodeiro, sou intérprete'

G1 Pop & Arte Cantor lança 'Tomara' com a dupla Matheus e Kauan. Faixa é a primeira da segunda parte do projeto 'Playlist'. Mumuzinho entre Matheus e Kauan Bruno Fioravanti Acostumado com as batidas do samba e do pagode, Mumuzinho resolveu colocar uma levada sertaneja em seu mais novo projeto. O cantor convocou a dupla Matheus e Kauan para a gravação de "Tomara", primeira faixa do EP "Playlist 2". O trabalho dá continuidade ao álbum de inéditas, que começou a ser divulgado em dezembro de 2020 e, agora, ganha um novo EP, com outras seis canções. "Eu venho construindo uma carreira muito baseada musicalmente no samba. Gravei com Xande [de Pilares], com Alcione, diversos cantores. Eu nunca tinha gravado nada com outros gêneros. Percebi que nessa pandemia a galera passou a curtir todos os tipos de gêneros." "Sempre gostei de sertanejo, sempre foram meus amigos", conta Mumuzinho, relembrando que sempre foi questionado pelos artistas sobre uma gravação em parceria. "Eu também estava louco para gravar. Consegui a música e mostrei pro Mateus e Kauan e elas amaram. Na mesma hora eles falaram que queriam gravar." "Tomara" tem a produção de Bruno Cardoso e Leandro Gomes, o Lelê, que já trabalharam com Mumuzinho em outros projetos. "Eles tiveram todo o cuidado para não ficar muito sertanejo, pra não sair muito da minha da minha região", afirma o cantor. Mumuzinho Bruno Fioravanti Novos ritmos A parceria com sertanejo abriu as portas para Mumuzinho pensar em gravar com outros ritmos. "Com certeza. Música americana, trap, tem muita coisa aí pela frente." A empolgação não é apenas por causa da união de vozes com o sertanejo, mas também pelo aprendizado durante participação como um dos jurados do "The Voice +". "O The Voice também me abriu muito a cabeça musicalmente. No sentido de sair da zona de conforto, de cantar tudo. Acho que a música é primordial." "Eu não sou um pagodeiro, sambista. Eu sou intérprete. Então intérprete canta. O que tiver que ser, ele vai cantar." "O programa abriu a minha mente para isso, porque lá eu vi diversos talentos diversas vozes que me fizeram entender que a gente precisa pensar um pouco fora da caixinha." Descobridor de talentos Depois de colocar Camilla de Lucas para estrelar o clipe de "Playlist", antes mesmo de ela ser anunciada no "BBB21" e ficar em terceiro lugar no reality, Mumuzinho pretende mostrar mais uma influencer para o Brasil. O cantor convocou Sarah Fonseca para protagonizar o clipe de "Tomara". "Pra mim, ela é a bola da vez. Foi uma pessoa que eu coloquei para justamente chamar atenção dos trabalhos que a galera vem curtindo, como 'BBB'. Ela tem todo o perfil e eu acredito muito." Sarah Fonseca é estrela do clipe da música "Tomara", parceria de Mumuzinho e Matheus e Kauan Reprodução/Instagram Mumuzinho, jurado do 'The Voice +', fala do programa, carreira e planos Veja Mais

QUIZ: Por quanto tempo você sobreviveria 'No limite'?

G1 Pop & Arte Programa começou nesta terça (11), formado por 16 ex-BBBs. Responda 5 perguntas e veja se você poderia levar os R$ 500 mil para casa. Por quanto tempo você sobreviveria 'No limite? Veja Mais

Bob Marley: 40 anos sem astro do reggae; FOTOS

G1 Pop & Arte Relembre momentos, shows, capas de álbuns e de revistas com Bob Marley ao lado da banda The Wailers. Artista jamaicano popularizou o reggae e morreu em 11 de maio de 1981. Bob Marley durante show em Munique, em 1977 Ilse Ruppert/Photo12 via AFP/Arquivo Bob Marley durante show em Munique, em 1977 Ilse Ruppert/Photo12 via AFP/Arquivo Bob Marley em foto de 1980 Marcello Mencarini/Leemage via AFP/Arquivo Imagem de Bob Marley no 'Museu Bob Marley', em Kingston, Jamaica Jorge Reyes/Mexsport/Mexsport via AFP/Arquivo Bob Marley em foto de 1980 Leemage via AFP/Arquivo Bob Marley durante show em Munique, em 1977 Ilse Ruppert/Photo12 via AFP/Arquivo Bob Marley em foto de 1980 Marcello Mencarini/Leemage via AFP/Arquivo Bob Marley em foto de 1980 Marcello Mencarini/Leemage via AFP/Arquivo Bob Marley em foto de 1980 Marcello Mencarini/Leemage via AFP/Arquivo Estátua de Bob Marley em Kingston, na Jamaica Angela Weiss/AFP/Arquivo Bob Marley em imagem de 1976. AFP O cantor e compositor jamaicano Bob Marley durante show em 1976 ANP/AFP Show de Bob Marley de 1977 é remasterizado Reprodução/YouTube Bob Marley era apaixonado por futebol Divulgação site oficial Bob Marley ajudou a popularizar o reggae Divulgação site oficial Paixão de cantor por futebol sempre esteve presente em jogos amadores e com amigos Divulgação site oficial Bob Marley & The Wailers em show no Rainbow Theatre, em Londres - 1977 Reprodução/YouTube/Bob Marley Bob Marley & The Wailers em show no Rainbow Theatre, em Londres - 1977 Reprodução/YouTube/Bob Marley Da esquerda, Bunny Wailer, Bob Marley e Peter Tosh com The Wailers no início da carreira, em foto da capa do álbum 'The best of Bob Marley and the Wailers' Divulgação 'Burnin'', álbum do grupo The Wailers, de 1973 Reprodução Capa do disco 'Catch a fire', de Bob Marley and the Wailers - 1973 Reprodução/Bob Marley and the Wailers Capa do álbum 'Natty Dread', de Bob Marley & the Wailers - 1974 Reprodução Capa do álbum 'Live', de Bob Marley & the Wailers - 1975 Reprodução Álbum 'Kaya', de Bob Marley & the Wailers - 1978 Reprodução 'Babylon by bus', de Bob Marley & the Wailers - 1978 Reprodução Capa do álbum 'Live Forever: The Stanley Theatre', de 1980 Reprodução Capa do álbum 'Legend', de Bob Marley, lançado em 1984 e um dos mais vendidos do astro Reprodução Bob Marley na capa da revista 'Rolling Stone' Reprodução/Rolling Stone Bob Marley na capa da revista 'Billboard' Reprodução/Billboard Bob Marley na capa da revista 'Rolling Stone' Reprodução/Rolling Stone Bob Marley no clipe de 'Is this love' Reprodução Bob Marley no clipe de 'Is this love' Reprodução Bob Marley levou o reggae e o movimento Rastafári para o mundo Divulgação Robert Nesta Marley nasceu em 1945 na Jamaica Reprodução TV Globo Junto com o grupo The Wailers, Bob Marley lançou mais de 20 álbuns, entre versão de estúdio e ao vivo Reprodução TV Globo Bob Marley visitou o Brasil em 1980 e correu pela orla de Copacabana Reprodução/Globo Bob Marley passeando pela orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em 1980. Reprodução/TV Globo Bob Marley em um bar de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em 1980. Reprodução/TV Globo Bob Marley e sua célebre Gibson Les Paul AP Bob Marley Reprodução TV Globo Veja Mais

Malu de 'Disco Arranhado': cantora de 19 anos quer ser a nova rainha dos caminhoneiros

G1 Pop & Arte Cantora de arrocha de Vitória da Conquista (BA) regravou música de Tierry e virou hit nacional. Malu acha 'chique' a ideia de ser uma nova Sula Miranda e tatuou caminhão no braço. Natielle de Oliveira Santos é uma daquelas pessoas que faz tudo cantando. O hábito foi uma excelente ajuda na carreira musical, porque foi assim que encontrou seu empresário e se tornou a Malu, a nova voz romântica do Brasil. Ela trabalhava em uma loja de roupa em Vitória da Conquista, na Bahia, quando um homem da loja ao lado a filmou cantando e mandou para um amigo que era do ramo da música, seu futuro empresário. Os dois se encontraram e começaram o projeto em 2019. A regravação dela de "Disco Arranhado", música de Tierry feita para a dupla César Menotti & Fabiano em 2017, não era a música de trabalho, mas estava já no primeiro disco, lançado em julho de 2019. A recepção foi boa logo de cara no Nordeste e impulsionou a carreira de Malu na região. Agora, a música é uma das mais tocadas do Brasil e de Portugal com um remix de funk do DJ Lucas Beat. Escute a história no podcast abaixo. A música entrou no repertório sem grandes pretensões, por uma sugestão do tecladista da banda. "Eu já conhecia a primeira gravação e gostava da música. Achei romântica, com uma letra muito bonita. A gente colocou no repertório e o pessoal amou, foi incrível", diz Malu ao G1. Ela não sabe explicar muito bem como o "Te amo, te amo, te amo", refrão insistente da música, foi fazer tanto sucesso na sua voz. Tatuagem de caminhão que Malu fez no braço para comemorar 1 milhão de views de 'Disco arranhado' em 2020. Hoje o clipe dela tem 39 milhões de views, e o remix com Lucas Beat tem 49 milhões Reprodução Primeiro, atribui a Deus — ela vem de família evangélica, os pais, inclusive, são pastores. Mas, depois joga para o destino. "Falo que tem música que tem dono, não adianta... Acho que foi isso. O Tierry fez essa música para mim, mas a gente só soube depois", brinca a espontânea cantora. As voltas de ‘Disco arranhado’ O que a deixa mais impressionada é que o raio do sucesso caiu duas vezes no mesmo lugar: a versão brega lançada em 2019 fez sucesso e o remix de funk tem bom desempenho nos streamings e YouTube. Disco arranhou no arrocha primeiro Malu, a nova voz romântica do Brasil, gravou "Disco Arranhado" em julho de 2019 Reprodução/YouTube/Malu A primeira versão que Malu gravou "Disco Arranhado" foi como uma arrocha bem romântico, bem próximo da música brega, com aquele teclado que é característico. Ela diz que parte considerável do seu público, inicialmente restrito ao Nordeste, é formada por caminhoneiros. Não é à toa que o clipe é uma homenagem a eles — e a elas. O vídeo colocou a música no contexto de quem vive viajando e sente saudade da família. Malu decidiu representar a classe com uma caminhoneira. "Além de homenagear os caminhoneiros, também queria empoderar as mulheres", diz. Como a música rodou o país por 4 anos e se transformou até virar hit nacional Esse discurso da força feminina também aparece na música "Marque sua amiga aí", a primeira de trabalho que foi ofuscada pelo hit escrito por Tierry. "Gosto muito de mostrar inclusive nos meus clipes que o lugar das mulheres é onde elas querem sabe? Sempre volto para esse público de mulher, sou assim". Nova musa dos caminhoneiros? Malu no clipe de 'Disco Arranhado' Reprodução/YouTube Depois de ver o clipe gravado em um evento de caminhões em Minas Gerais, é difícil dissociar a imagem de Malu a dos caminhoneiros. E ela nem quer isso. Ela responde naturalmente que gostaria de ser uma nova musa daqueles que desbravam o Brasil, como Sula Miranda já foi um dia. "Acho legal isso, chique, conceito. Gosto dessa ideia de saber que represento um pessoal que admiro, é muito gratificante para mim", diz. "Minha admiração vem de família mesmo, porque meu pai já trabalhou com isso. Já senti a dor da saudade, de ver meu pai saindo. Ele também sofreu dois acidentes, quase perdi meu pai. Por isso tenho bastante apreço", ela diz sobre os caminhoneiros. Ela até tatuou um caminhão no braço, após o clipe de "Disco Arranhado" bater um milhão de visualizações em maio do ano passado. Hoje o vídeo já superou em 40 vezes essa marca. Da estrada para os bailes As festas pelo Brasil ainda não podem acontecer por conta da pandemia, mas certamente seria obrigatório tocar a versão remix de "Disco Arranhado", que Lucas Beat produziu. O DJ paulista ouviu Malu cantando no Tiktok e pensou na hora que os "Te amo, te amo, te amo" combinariam com um funk com traços de música eletrônica. Ele não perdeu tempo, mandou aquela mensagem para Malu, foi prontamente respondido e a parceria começou. DJ Lucas Beat e Malu no clipe do remix de 'Disco arranhado' Divulgação O clipe dos dois tem mais de 49 milhões de visualizações e chegou a liderar o ranking semanal no YouTube de mais vistos em Portugal. Já no streaming, a faixa está no top 10 há várias semanas. Uma observação recorrente nos comentários é que se trata de um funk com uma letra de amor sem "baixaria". Quem também reforça esse ponto é a própria Malu. "Ficou bem alto astral, esse é o ponto positivo que o pessoal mais comenta que é um funk que não tem palavras de baixo calão, não tem palavras baixas", explica. "É bastante diferente dos temas atuais, porque mesmo que seja uma sofrência, não é de ser corno, beber, farra essas coisas. No nosso repertório as músicas acabam sendo nesse perfil". Colhendo os frutos Malu no clipe de 'Disco Arranhado', na versão remix com DJ Lucas Beat Divulgação Malu conseguiu comprar uma casa e vai deixar de morar com os pais em breve. Ela não diz exatamente quanto já faturou com o hit, mas o valor está entre R$ 300 e R$ 500 mil. Com o sucesso da música, uma "grande gravadora" está em contato com seu empresário, mas a fase ainda é de negociação. Outras parcerias estão à caminho, inclusive no funk, mas Malu não pretende deixar a música romântica. "Nem posso, as mulheres no arrocha são muito escassas. Eu quero estar ali e também quero inspirar mulheres a tentar também, sabe?". Veja Mais

Lives de Dia das Mães: Ivete, Fafá de Belém, Daniel com Alexandre Pires e mais shows hoje

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste final de semana. Ivete Sangalo, Alcione e Daniel Rafael Mattei, Globo/João Januário, Foto: Globo/João Miguel Júnior A agenda das lives, que começou a crescer nas últimas semanas, é reforçada pelo Dia das Mães neste domingo (9). Ivete Sangalo, Alcione e Daniel com Alexandre Pires estão entre as atrações. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Lives do domingo (9): Daniel e Alexandre Pires - 13h - Link Fafá de Belém, com participação de Mariana Belém - 16h - Link Ivete Sangalo - 18h - Link Zudizilla, Selma Uamussi, B Fachada, Marissol Mwaba e François Muleka - Festival Fixe - a partir das 18h - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

Lives da semana: Marília Mendonça, César Menotti & Fabiano e outros shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste final de semana. César Menotti & Fabiano e Marília Mendonça Divulgação e Globo/Mauricio Fidalgo Marília Mendonça, César Menotti & Fabiano e Esquenta BDA com participação de Hariel estão entre as lives neste final de semana. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Lives de sexta (14): César Menotti e Fabiano – 20h - Link Marissol Mwaba e François Muleka - Em Casa com o Sesc - 19h - Link Lives do sábado (15): Marília Mendonça - 20h - Link Esquenta BDA - Batalha de Rimas com os MCs Hariel, WM, Krawk, Kant e mais - Link Flávio Guimarães e Marcus Kenyatta - Em Casa Com o Sesc - 19h - Link Chick Corea (transmissão pelo Blue Note de show gravado antes da morte do músico) - 20h - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

Juliette é cobiçada por três gravadoras, mas carreira de cantora pode demorar a decolar

G1 Pop & Arte Sony, Warner e Universal dizem ter interesse em contratar a ex-BBB, que ainda estuda propostas. Ela já assinou com empresa que cuida da imagem da Anitta e foi cortejada por Luan Santana. Juliette, a melhor cantora do BBB? G1 analisa performance dela Juliette Freire, campeã do BBB21 com 90,15% dos votos, tem propostas de gravadoras, mas pode ser que não feche com nenhuma delas por enquanto. O G1 entrou em contato com as três principais gravadoras do Brasil. Três delas demonstraram interesse em contratar Juliette: A Sony tem Luan Santana como principal intermediador e vê “personalidade musical” na ex-BBB; A Warner planeja uma “aproximação” e tem apoio de Anitta na busca de uma artista “carismática”; A Universal está “aberta” para negociar, vê muito potencial, mas diz que ela “precisa de tempo”. Até agora, porém, o único contrato assinado por Juliette é com a empresa que cuida da imagem de Anitta. Nesta terça-feira (11), ela dormiu na casa da cantora, que não estava no Brasil. No mesmo dia, foi lançada a central de fã-clubes oficial de Juliette, nos mesmos moldes do QG da Anitta. A ideia é organizar as ações dos fãs e fazer mutirões de votos, subir hashtags e outras atividades em conjunto. De um lado Anitta… do outro Luan Juliette, vencedora do "BBB21" Divulgação Dentre os executivos de gravadoras, Paulo Junqueiro, presidente da Sony, é um dos mais entusiasmados. Ele diz que existem “todas as chances” de ela ser contratada. “Basta ela querer e chegaremos a um acordo com certeza”, diz Junqueiro. Juliette canta bem? Especialistas avaliam Ele diz que ainda é difícil saber qual o perfil da ex-BBB, mas ela tem “personalidade musical”. “Agora é uma questão dela encontrar o melhor caminho”, complementa. “A Juliette tem chance de fazer o que quiser. Já mostrou que tem um timbre bonito, canta bem. É uma questão de encontrar o repertório certo e a produção adequada.” Fiuk, Juliette e Camilla de Lucas, finalistas do 'BBB 21' Reprodução/TV Globo Luan Santana, que é contratado da Sony, insistiu com o presidente da gravadora que Juliette seria uma boa aposta. Ele a convidou para participar no clipe de “Morena”. Ela topou atuar no vídeo, mas diz que “não tem tanta segurança” para cantar profissionalmente. “Eu não sei, o povo insiste que eu sou cantora, mas eu ainda não sou cantora”, desconversou Juliette, dias depois. “Vou fazer o que trouxe paz e felicidade, porque dinheiro eu já tenho.” A ex-BBB também vem dizendo que precisa estudar canto. Sergio Affonso, presidente da Warner Music Brasil, garante que eles estão planejando “uma aproximação” com Juliette. “Ela preenche os requisitos de perfil que buscamos nos artistas que fazem parte do nosso cast.” Affonso diz que ela é” extremamente carismática” e afinada. Juliette, do 'BBB21' Divulgação Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil, vê a gravadora “aberta” para a ex-BBB. “Mas entendemos o momento e Juliette precisa de tempo para entender todo o sucesso que obteve com o BBB”, explica. Isso não quer dizer que ele não veja talento na advogada. “Ela é muito afinada, canta super bem”, opina. “Capacidade, talento e carisma ela tem. Se vier com um grande hit, pode explodir.” O repertório no BBB A maquiadora e advogada entrou no BBB21 com 3 mil seguidores no Instagram e sai com mais de 23 milhões. Nos 100 dias de reality, a paraibana de 31 anos cantou em torno de 20 músicas. Foi do forró “Me usa” ao som barzinho e violão de “Sozinho”, com doçura e afinação. Quando ela recebia elogios pelo canto afinado, antes do BBB, dizia não ter voz para ser profissional. "Só sei cantar um pouquinho", vivia repetindo. Agora, resta saber se ela vai querer se dedicar à carreira musical nos próximos meses. Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Atriz Barbara Bruno, filha de Nicette Bruno, é extubada, mas segue internada com Covid no Rio

G1 Pop & Arte Ela havia sido intubada no domingo (2) por causa da doença. Segundo boletim médico divulgado pela irmã da atriz, Beth Goulart, ela será observada nos três próximos dias, mas o prognóstico é bom. Barbara Bruno em foto de janeiro de 2015: recuperando-se Celso Tavares/G1 A atriz Barbara Bruno, de 64 anos, que está internada em uma UTI por causa da Covid, foi extubada na segunda-feira (10). A informação foi dada pela irmã da atriz, Beth Goulart, em seu perfil do Instagram. “Estou muito feliz com as notícias de hoje sobre a minha irmã. Ela foi exutubada, graças a Deus. Ainda temos que aguardar três dias para ver como ela recupera direitinho, mas vai dar tudo certo. Queria agradecer muito as orações. Tenho certeza que as vibrações de energia, de cura e de amor ajudou muito nesse processo. Vamos continuar orando muito por ela, não só por ela, mas por todos que estão nesse processo”, disse Beth em vídeo. A filha da atriz, Vanessa Goulart, também falou da nova fase do tratamento da mãe. “Começando a semana com notícias da minha mãe, Bárbara Bruno, e notícias maravilhosas. Ela extubou, não está mais intubada, não está mais precisando do auxílio da máquina para respirar, o pulmão dela está recuperado. Se isso não é a força da nossa fé, do nosso amor, eu não sei o que é. É um milagre, é uma alegria tão grande, uma gratidão que eu estou sentindo que não cabe no peito", afirmou a filha da atriz. Boa resposta no primeiro dia de extubação Já nesta terça-feira (11), Beth Goulart disse que a irmã continuava reagindo bem fora da ventilação mecânica invasiva. “Continuamos na fé, com muita esperança na cura, recuperação e fortalecimento de minha irmã @barbarabrunoatriz. Graças a Deus, ela está respondendo bem ao tratamento, estamos vencendo um passo de cada vez. Agradeço a todos as orações, nossa gratidão”, disse. Barbara Bruno foi iternada com Covid no final de abril, mas no dia 2 de maio, a atriz precisou ser intubada. Em dezembro do ano passado, a matriarca da família, a atriz Nicette Bruno, morreu de Covid aos 87 anos. A família não informou em qual hospital Barbara está internada. Veja Mais

Veja dicas para evitar links maliciosos e não ser atacado por vírus e páginas clonadas

G1 Pop & Arte Tira-dúvidas explica por que é preciso pensar duas vezes antes de clicar em links. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Usuário deve observar o contexto de um link antes de clicar. Carlos Paes/Freeimages.com Como saber se um link enviado nas redes sociais não tem vírus? – Edisio Cruz Essa é uma pergunta extremamente difícil de responder, Edisio. Links em publicações e mensagens de redes sociais – assim como anexos e links em e-mail – são usados em inúmeros ataques de hackers. Quanto mais convincente um hacker consegue ser com sua "história" sobre o link, maior é a chance de você clicar e ser contaminado com vírus ou entregar seus dados e senhas diretamente na mão dos bandidos. Muitas vezes, pode ser mais fácil identificar a fraude em si do que analisar o link. Então, veja algumas dicas importantes: Seu navegador oferece proteção contra links maliciosos Todos os navegadores modernos possuem recursos que filtram links no momento que você os acessa. Se algum problema for detectado, você verá uma tela de alerta. Exemplo de alerta no Google Chrome. Embora o navegador sugira ativar a 'proteção reforçada', esse modo exige o envio do seu histórico de navegação para o Google. Reprodução Se você receber um alerta do seu navegador ao acessar um link, feche a aba e não prossiga. Caso o alerta ofereça algum download, tome cuidado: o alerta pode ser falso. Os alertas verdadeiros não pedem que você faça downloads, instale extensões ou abra outros links. Para redobrar o cuidado, você pode abrir o link em uma "janela anônima" do navegador. Basta clicar com o botão direito do mouse no link e selecionar "Abrir link em janela anônima" (Chrome), "Abrir link em nova janela privativa" (Firefox) ou "Abrir link em uma janela InPrivate". Outros navegadores podem ter textos levemente diferentes para descrever o mesmo recurso. No celular, você precisa segurar o dedo sobre o link para ver esta opção. Links podem enganar Todo mundo sabe como é um link básico. O que nem todo mundo sabe é que links possuem vários trechos opcionais que tornam links muito confusos. Muita gente acha, por exemplo, que "@" é coisa de e-mail. Mas não é bem assim. O endereço abaixo é um link válido para um site: https://cuidado:com_links@g1.globo.com/ Se quiser tentar colar no seu navegador, não se preocupe – você vai acessar a página principal do G1 – a mesma que você já conhece. Mas imagine que hackers podem colocar outras expressões e frases no lugar desse "cuidado" ou do "com_links". Se você só "bater o olho" no link, é fácil deixar passar os detalhes. Vamos com um exemplo: https://accounts.google.com7signin@exemplo.com.br Você sabe qual site este link acessa? Infelizmente, não é o site do Google. É "exemplo.com.br". Se isso fosse um golpe, o hacker poderia colocar outra coisa no lugar, levando você para um site falso onde você digitaria sua senha achando que está no site do Google. Aliás, uma curiosidade: o site "exemplo.com.br" não existe. É um endereço reservado pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil para links de exemplo que não vão a lugar algum. Embora seja fácil ver o "exemplo.com.br" nesse link, os hackers podem usar "finais" de link bem mais sorrateiros. É fácil cair nessas (e em outras) armadilhas que usam características pouco conhecidas dos links. Os navegadores modernos evitam a confusão com esse tipo específico de link (o Firefox pode mostrar até uma janela de alerta). Infelizmente, existem muitos outros truques e "pegadinhas" semelhantes e nem todos os sites e redes sociais apresentam eles da mesma forma. Dependendo da rede social ou do golpe planejado pelos criminosos, os links ficam ocultos em serviços "encurtadores". Nesses casos, você não pode ver o link final antes de clicar. A lição que devemos tirar disso é que prender-se ao link pode não ser a melhor estratégia para evitar fraudes. Fique atento ao contexto O hacker precisa que você clique no link para cair no golpe. Então, podemos fazer uma observação: Quanto mais um link parece urgente e difícil de ignorar, maior é a probabilidade de que ele seja perigoso e falso. Não é incomum que golpistas utilizem promoções incríveis, ameaças, informações escandalosas, notícias sensacionalistas e até processos judiciais falsos para atrair a atenção das pessoas. Conteúdo pirata – que pode incluir até partidas de futebol – também entra nessa lista. Se você analisar o contexto da mensagem e o que ela oferece, vai ser mais fácil de identificar uma fraude do que olhando o link. Tente fazer algumas perguntas, como: Por que eu recebi isso? Quem me mandou isso? Por que essa pessoa me mandaria isso? Eu conheço bem essa pessoa que fez essa publicação? Eu posso entrar em contato diretamente com quem criou a publicação, fora da rede social, para perguntar do que isso se trata? Eu consigo conferir se uma promoção ou ameaça é verdadeira? Que "prova" foi oferecida? Eu consigo telefonar para alguém de confiança (ou para o órgão/empresa mencionado na mensagem) para obter informações? Se você acha que dá muito trabalho responder a essas perguntas, é provável que esteja diante de uma fraude. Mensagens legítimas normalmente partem de pessoas ou empresas que você conhece, e você sabe por que está recebendo. Fazer qualquer download ou digitar senha em páginas abertas por links é sempre perigoso. Prefira abrir uma aba do seu navegador e acessar o site manualmente. Lembre-se que páginas falsas vão solicitar a sua senha mesmo que você já esteja logado – se você não consegue acessar depois de fazer o login acessando o endereço manualmente, é porque se trata de um site falso. E vale saber: anúncios em redes sociais ou em resultados de busca também podem levar você para golpes. As redes de publicidade só realizam uma checagem básica do conteúdo publicitário. Você pode achar que conteúdo pago é fiscalizado, mas, na prática, a verificação não é muito rigorosa. Hackers invadem perfis de Facebook e Instagram para realizar golpes em posts patrocinados Entenda por que você pode receber alertas de vírus falsos no celular O 'link' mais importante é a confiança Não existe solução mágica. Acessar sites que você já conhece, por um meio que você já conhece, é sempre mais seguro do que seguir links. É normal querer saber a veracidade de uma promoção, de uma ameaça ou até notícia escandalosa em um site que não conhecemos. Temos, de um lado, o receio de cair em um golpe e, do outro, o receio de perder uma promoção ou enfrentar outro problema maior por ter ignorado a mensagem. Mas é exatamente nisso que os hackers apostam. Eles querem criar uma mensagem chocante a ponto de você desligar seu sentido de alerta. O certo a se fazer, porém, é construir vínculos de confiança. Se o link aponta para um site que você conhece e sabe como funciona, ótimo. Mas se o link fala de uma promoção que você nunca viu e não encontra no site fora daquele link, você sabe que se trata de uma fraude. Não é possível, de um minuto para o outro, descobrir se uma loja, site ou mensagem merece confiança. Confiança é sempre algo que construímos com o tempo. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Veja dicas para se manter seguro on-line Veja Mais

'Mulheres apaixonadas' estreia no Globoplay: Relembre as histórias da novela de Manoel Carlos

G1 Pop & Arte Obra exibida em 2003 tinha Christiane Torloni como a Helena da vez, a luta de Santana contra o alcoolismo e os abusos sofridos pelos idosos Flora e Leopoldo. Maria Padilha, Christiane Torloni e Giulia Gam em 'Mulheres Apaixonadas' João Miguel Júnior/Globo A novela "Mulheres apaixonadas" estreia nesta segunda-feira (10) no Globoplay. Exibida em 2003, a obra de Manoel Carlos tinha Christiane Torloni como a Helena da vez, e ficou conhecida por contar diversas histórias diferentes. Para quem quer rever o triângulo amoroso completado por Tony Ramos e José Mayer ou a luta de Santana (Vera Holtz) contra o alcoolismo, o G1 relembra alguns dos principais momentos da trama, além de curiosidades, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). A ideia do autor era fazer uma novela como se ela contivesse minisséries, contando várias histórias ao mesmo tempo. "A trama era um painel de mulheres apaixonadas, de uma maneira ou de outra. Tinha aquela apaixonada pelo filho; apaixonada pelo álcool, alcoólatra; mulher apaixonada pelo homem que a espancava", contou Manoel Carlos em entrevista ao Memória Globo. "As histórias corriam paralelamente, se entrelaçando umas às outras. Eu fui montando as histórias de acordo com as prioridades que eu tinha." José Mayer e Christiane Torloni em 'Mulheres Apaixonadas' João Miguel Júnior/Globo Na novela, cujo tema central era as várias formas de amar de uma mulher, Helena é casada com o saxofonista Téo (Ramos), mas tem uma recaída ao reencontrar um amor do passado, César (Mayer). No início da história, César tem um caso com sua assistente, Laura (Carolina Kasting), relacionamento desaprovado pelos filhos. Logo depois, começa a namorar a residente Luciana (Camila Pitanga). A relação com Helena só começa lá pela metade da trama. "Ser uma Helena é um prêmio, um presente. A personagem era uma anti-heroína, mas também a mocinha. Ela trai o marido, e o público vê isso naturalmente. Isso é um artifício magnífico de humanização dos personagens. É uma relação de identificação profunda, quanto mais complexo é o personagem, mais sucesso ele faz", disse a sexta Helena de Manoel Carlos. Vera Holtz em 'Mulheres Apaixonadas' João Miguel Júnior/Globo Alcoolismo Holtz eternizou Santana, uma professora que vivia embriagada. "Um papel que tem uma função social muito grande, e eu tinha consciência disso. A Santana era dependente e professora, tinha tudo a perder. Ela bebia dentro do colégio. Era uma mulher solteira, botando em risco a vida, a saúde e a profissão", afirmou a atriz. "Era uma personagem pesada, muito forte. Tem uma cena em que eu bebo perfume. A personagem fica muito chateada, bate a cabeça no espelho, sangra. É uma cena dramática. Eu estava degradada, já num processo autodestrutivo muito grande, depois ela é internada." Oswaldo Louzada e Carmem Silva em 'Mulheres Apaixonadas' João Miguel Júnior/Globo Flora e Leopoldo Uma das histórias que mais mobilizou o público em "Mulheres Apaixonadas" foi a do casal de idosos Flora (Carmem Silva) e Leopoldo (Oswaldo Louzada), que divide a casa com a família do filho Carlão (Marcos Caruso). Sua neta Dóris (Regiane Alves), no entanto, enxerga os avós como um peso. A jovem frequentemente os maltrata, humilha, rouba dinheiro deles. Uma das cenas mais esperadas da novela foi quando seu pai Carlão lhe dá uma surra de cinto para que ela aprenda a respeitar as pessoas. Helena Ranaldi e Dan Stulbach em 'Mulheres Apaixonadas' Renato Rocha Miranda/Globo Violência contra a mulher A professora de Educação Física Raquel (Helena Ranaldi) esconde um fantasma do passado. Ela se mudou para o Rio de Janeiro para fugir do marido Marcos (Dan Stulbach). Mas a certa altura da trama, ele reaparece e se revela um homem agressivo. Controlador, possessivo e doente, Marcos agride Raquel de várias formas, inclusive com uma raquete de tênis. Longe de casa, onde vive um pesadelo, Raquel se apaixona por um aluno: o jovem Fred (Pedro Furtado). Os pais de Pedro não compreendem a relação dos dois e se opõem ao romance. Curiosidades A novela teve muitas cenas gravadas no mesmo dia em que foram ao ar, o que ajudou a manter a atualidade da história. O último capítulo foi editado e sonorizado poucas horas antes de sua exibição, por exemplo; A Globo promoveu um concurso de seleção de fotos de telespectadores para a abertura de "Mulheres Apaixonadas". As fotos deveriam mostrar mulheres em situação de paixão com companheiros, filhos, amigos e familiares. Cerca de 100 mil retratos foram enviados pelos telespectadores e, a cada 15 dias, ia ao ar uma nova vinheta de abertura, com fotos trabalhadas pela equipe de Hans Donner; A personagem de Christiane Torloni foi a sexta Helena criada por Manoel Carlos em suas novelas. Ele batizou com o mesmo nome as protagonistas de "Baila Comigo" (1981, Lilian Lemmertz), "Felicidade" (1991, Maitê Proença), "História de Amor" (1995, Regina Duarte), "Por Amor" (1997, Regina Duarte) e "Laços de Família" (2000, Vera Fischer). Regina Duarte voltaria a interpretar uma Helena do autor em "Páginas da Vida" (2006). Em 2009, Taís Araújo viveu Helena em "Viver a Vida". Em 2014, foi a vez de Julia Lemmertz, filha de Lilian Lemmertz, dar vida à personagem na novela "Em Família". Manoel Carlos explica a escolha como sendo um nome forte, adequado a personagens batalhadoras, que chegam a mentir por amor; Manoel Carlos não previu que Marcos espancaria Raquel com uma raquete. A escolha foi circunstancial. Na verdade, o autor precisava inserir o personagem no universo da escola e o tornou um professor de tênis amador. Por isso ele vivia com uma raquete na mão. Manoel Carlos sugeriu a escalação de Dan Stulbach na novela após assisti-lo na peça "Novas Diretrizes em Tempos de Paz", de Bosco Brasil, em que o ator contracenava com Tony Ramos; O diretor Ricardo Waddington sugeriu que a atriz Giulia Gam lesse o livro "Mulheres que Amam Demais", de Robin Norwood, para se inspirar na criação da ciumenta e neurótica Heloísa. Durante as gravações, a atriz visitou o grupo de apoio Mulheres que Amam Demais Anônimas (Mada). A atriz destaca a cena da internação da personagem. Ela encarnou o drama de Heloísa de tal forma – gritou, chorou, esperneou, debateu-se tanto – que o psiquiatra que acompanhava a cena e os familiares da atriz ficaram chocados; "Mulheres Apaixonadas" foi vendida para vários países, incluindo Israel, onde foi ao ar no canal Viva, no horário nobre, simultaneamente à exibição, em outro canal, da novela "Esperança" (2002); A novela foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo em setembro de 2008. Veja Mais

Eva Wilma é diagnosticada com câncer de ovário

G1 Pop & Arte Atriz de 87 anos foi internada no dia 15 de abril para tratar de problemas cardíacos e renais. Novo boletim médico apontou que ela iniciou o tratamento oncológico nesta semana. Eva Wilma posa para foto em São Paulo, em 2016 Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo/Arquivo A atriz Eva Wilma, de 87 anos, foi diagnosticada com câncer de ovário, segundo boletim médico divulgado neste sábado (8). Ela segue internada desde o dia 15 de abril na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, quando deu entrada para tratar de problemas cardíacos e renais. De acordo com as últimas atualizações de sua equipe médica, a artista segue em evolução estável, "em consciência e respirando espontaneamente". O tratamento oncológico começou nesta semana, segundo o documento. No fim de abril, em uma das fotos divulgadas em suas redes sociais, Eva Wilma aparecia ensaiando o texto para gravar o filme "As Aparecidas". O filme "As Aparecidas", de Ivan Feijó, tem Eva Wilma, Norma Blum, Neusa Borges, Karin Rodrigues e Miriam Mehler no elenco. Na história, a personagem de Eva, Otília, se junta às amigas de infância para uma peregrinação para a cidade de Aparecida, em São Paulo. É a segunda vez que a atriz é internada neste ano. Em janeiro, ela ficou 21 dias hospitalizada com pneumonia no Hospital Vila Nova Star, da Rede D'Or, também na Zona Sul da capital paulista. Na ocasião, ela permaneceu nove dias na UTI após apresentar dificuldade respiratória. Eva Wilma estreia espetáculo que celebra os 65 anos de carreira em Salvador João Caldas/ Divulgação Com 66 anos de carreira, a atriz foi a grande homenageada do Prêmio Cesgranrio de Teatro, entregue em janeiro de 2020 no Copacabana Palace, no Rio (veja mais no vídeo abaixo). No discurso de agradecimento, ela falou sobre a importância do trabalho dos atores. “Amo o ator por se emprestar inteiro para expor os aleijões da alma humana com a única finalidade de que o público se compreenda, se fortaleça e caminhe no rumo de um mundo melhor a ser construído pela harmonia e pelo amor”, afirmou Eva. Eva Wilma é homenageada em noite de premiação no Copacabana Palace VÍDEOS: tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana Veja Mais

'Friends': Reunião de elenco será lançada em 27 de maio; veja teaser

G1 Pop & Arte Episódio especial foi adiado por causa da pandemia do novo coronavírus. Data de exibição na HBO Max e vídeo teaser foram divulgados nesta quinta-feira (13). Veja teaser de episódio especial de reunião de 'Friends' O episódio especial de reunião do elenco de "Friends" vai ser lançado na HBO Max no dia 27 de maio de 2021. A data foi divulgada nesta quinta-feira (13), junto com um video teaser. Veja acima. A reunião, que aconteceria em 2020, foi adiada por causa da pandemia do novo coronavírus. A exibição será na plataforma de streaming HBO Max. A agência Reuters informou em maio de 2020 que Robert Greenblatt, diretor da WarnerMedia Entertainment, avaliou que valeria a pena esperar até que o programa em edição única e sem roteiro pudesse ser filmado da maneira tradicional. A reunião, sonhada pelos fãs por anos, seria uma das atrações de lançamento da HBO Max, mas a pandemia do novo coronavírus paralisou as produções em Hollywood antes que o especial pudesse ser gravado. A reunião, sonhada pelos fãs por anos, seria uma das atrações de lançamento da HBO Max, mas a pandemia do novo coronavírus paralisou as produções em Hollywood antes que o especial pudesse ser gravado.  "Estamos esperando para conseguir finalizar esse especial, talvez até o final do verão. Acreditamos que há uma valor em se ter uma audiência barulhenta ao vivo presenciando a reunião desses seis grandes amigos", disse Greenblatt à revista "Variety" em entrevista.  "Nós não queremos fazê-lo de repente em uma chamada virtual, ou em seis quadrados com pessoas gravando de suas cozinhas e quartos", acrescentou Greenblatt.  Elenco de 'Friends' Divulgação Veja Mais

‘Girl From Rio’ cai nas paradas e fãs de Anitta culpam gravadora por ausência em playlists

G1 Pop & Arte Música sumiu rapidamente de ranking global de streaming apesar do investimento da cantora em clipe e no uso de 'Garota de Ipanema'. Entenda a importância de playlists e por que fãs fazem mutirão para pressionar Warner. Capa do single 'Girl from Rio', de Anitta Mar + Vin A ira do fã clube de Anitta é sentida pela gravadora Warner nos últimos dias. Eles culpam a empresa multinacional pela queda rápida de "Girl From Rio" nas paradas e, nas redes sociais, cobram esforço para divulgar mais e incluir a música em playlists nos serviços de streaming. Por trás dessa briga tem um fator cada vez mais importante na música pop, que os fãs de Anitta sacaram bem: o destino de um hit hoje depende muito de sua inclusão nas tais playlists. A maiores listas de músicas são ouvidas todo dia por milhões de pessoas no Spotify, Deezer, YouTube e outros. E mais: as empresas de streaming e as grandes gravadoras do mundo (Sony, Warner e Universal) não deixam os critérios claros, mas a maioria das músicas que entram lá são apostas do elenco dessas três empresas. Os fãs notam o poder das gravadoras e cobram o uso em favor dos ídolos. 'Girl From Rio': expectativa "Girl From Rio" junta bossa nova e trap com letra em inglês. Ela usa a melodia de "Garota de Ipanema" graças a uma rara - e provavelmente custosa - autorização dos herdeiros de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Anitta disse que foi o clipe mais caro que ela já bancou, sem revelar o valor. A aposta de Anitta ganhou até festas de lançamento em Sidney, na Austrália e em Miami, nos EUA, em 30 de abril. A estreia foi boa. No Spotify, maior serviço de streaming musical do mundo, ela ficou em 58º no ranking diário global, com 1,4 milhão de plays (1 milhão do Brasil e 400 mil de outros países). 'Girl From Rio': realidade Em seguida veio o tombo. Nos três dias seguintes, a faixa foi caindo para 101º, 170º, 198º, até sumir do top 200 global. Para outro artista brasileiro, passar quatro dias no ranking global seria uma vitória. Mas para os fãs da Anitta, que já a viram entrar outras 26 vezes nesta parada, foi uma decepção. "Cara, foi prometido uma divulgação de nível mundial. Acho que tanto a Anitta quanto os fãs estavam esperando isso. A gravadora até o momento não fez o mínimo do que deveria", diz fã que se identifica como Tainá, dona de um dos maiores perfis de fãs de Anitta, com 100 mil seguidores. A enxurrada de reclamações nas redes tem demandas bem específicas. "Em relação a streaming era fundamental que a música estivesse nas playlists americanas, principalmente a Today's Top Hits do Spotify que daria um 'up' na música", explica a fã. 'Favor analisar os gráficos': Anitta pediu e G1 mostra evolução dela desde o início no funk carioca até 'Medicina' 'D.R.' com Anitta: após discórdia sobre gráficos, G1 e cantora discutem críticas e fanatismo Playlists: modos de entrar A playlist almejada pela fã para dar um "up" em "Girl From Rio" é a maior do Spotify, com 27,7 milhões de seguidores. A Today's Top Hits é tão importante que tem supervisão pessoal do chefe de Hits Globais do Spotify, Ned Mohahan, como ele contou à revista "Variety" em dezembro de 2020. Ned disse ao site que o processo de escolha das faixas "é totalmente editorial (...), baseado em uma mistura de importância cultural e de expor pessoas a novas músicas". Ele diz que há um sistema de indicações online para "isolar" os curadores da pressão de gravadoras e de artistas. Poder das gravadoras As grandes gravadoras, chamadas "majors", têm relação umbilical com os serviços de streaming. As três empresas chegaram a ser acionistas do Spotify, em uma parceria que revitalizou a indústria musical - mesmo que os artistas reclamem que esse lucro não está chegando até eles. Qualquer um pode criar listas no Spotify (a Warner tem até sua marca de playlists, Topsify), mas as mais visadas são as criadas pela própria plataforma. Em 2017, Jason Joven e Sung Cho, donos da empresa Chartmetric, mostraram em um estudo que as três majors dominam 78% da Today's Top Hits. Logo do Spotify na entrada da Bolsa de Valores de Nova York. Lucas Jackson/Reuters A Universal Music fica com 42%, a Sony tem 21% e a Warner emplaca 15% das faixas na playlist, apontou o estudo. A maioria das canções fica lá entre 50 e 100 dias, mas foram registradas músicas por mais de dois anos na lista. Difícil não ser um grande hit assim. Os fãs pedem essa força para "Girl From Rio". "A música não entrou em nenhuma playlist de relevância até o momento. Só na Top Brasil, que é a segunda maior do Spotify no país. Lá fora, onde é o foco principal da música, nenhuma", reclama Guilherme, dono do perfil Rare Anitta. Outros seguidores vão mais longe e dizem que a gravadora não ajuda em nada no projeto de expansão global de Anitta. Initial plugin text 'Me nota, Warner' Para ser justo, "Girl From Rio" entrou em uma playlist global no lançamento, a New Music Friday. Ela tem bem menos seguidores (3,7 milhões), mas é importante pois traz os principais lançamentos mundiais da semana. A faixa de Anitta era a 11ª da lista, um destaque respeitável. Ned Mohahan explica à "Variety" que os dados da New Music Friday são cruciais para decidir o futuro da faixas. Saber quantas pessoas ouviram a música toda ou pularam logo para a próxima, dado que só o serviço de streaming tem, é um critério para incluir ou não em listas maiores. É difícil saber se "Girl From Rio" não foi bem nesses termômetros internos ou se a Warner não influenciou o bastante para ela ter mais destaque. Nos outros serviços, o cenário é parecido. A faixa não está no top 100 global da Deezer e entrou só no 7º lugar nacional no YouTube Brasil. O G1 procurou Anitta, a Warner e o Spotify, mas ninguém quis conversar sobre a divulgação e o processo de inclusão nas playlists. Os fãs também seguem sem resposta. No perfil global da empresa no Twitter, mesmo em posts sem relação com Anitta, eles sempre chegam para reclamar e pedir mais divulgação para "Girl From Rio". Mesmo em posts da Warner sem relação com a Anitta, como este sobre a rapper Saweetie, os fãs de Anitta vão lá cobrar a gravadora Reprodução Fora do streaming, a cantora até caminha bem com a música. Ele entrou na programação de algumas rádios do México e dos EUA. E o maior feito de Anitta com a música foi a apresentação em dois grandes programas de TV norte-americanos: o "Today", da NBC, e o "Jimmy Kimmel Live", da ABC. Calma, gente Pode ser que essa exposição em rádio e TV se reflita em uma recuperação em streaming. Mas isso ainda não aconteceu. Os fãs estão tão bravos que uma de suas líderes, Tainá, fica preocupada se a agressividade pode prejudicar Anitta dentro da gravadora multinacional. Initial plugin text "É indiscutível que uma cobrança feita de forma coerente pelo público traz resultados. Eu acho que atrapalha quando o fã quer passar dos limites 'querendo mostrar quem manda'", ela alerta. "Esse tipo de coisa faz a situação fugir do controle, pois além da cobrança vem a falta de respeito e o uso de termos indevidos ao se referir a gravadora, podendo, sim, prejudicar diretamente a Anitta por conta de uma atitude sem pensar ou sem querer", diz a fã ponderada. Anitta sobre Girl from Rio: 'uma grande celebração'; veja bastidores do clipe Veja Mais

'Army of the dead', novo filme de Zack Snyder, é longo demais para história de menos; G1 já viu

G1 Pop & Arte Cineasta retorna a gênero de zumbis, que lançou sua carreira, com enredo arrastado e sem sentido. Filme com Dave Bautista estreia dia 21. Os melhores filmes de zumbi exploram os clichês do gênero para aprofundar uma trama muitas vezes previsível e/ou discutir a natureza humana através do absurdo. Em "Army of dead: Invasão em Las Vegas", o diretor e roteirista Zack Snyder ("Liga da Justiça de Zack Snyder") falha em ambos os aspectos e entrega um filme longo demais para história de menos. É triste, pois o retorno do cineasta ao gênero com o qual começou a carreira no ótimo "Madrugada dos mortos" (2004) poderia ser também seu reencontro com a boa forma. Mas os poucos bons momentos de ação – tiros há de sobra, o que falta é qualidade – não compensam o enredo pobre, às vezes porcamente disfarçado com um pouco de profundidade vazia. Com estreia no dia 21 na Netflix, "Army of the dead" se arrasta por quase duas horas e meia, quando poderia e deveria ser resolvido com uns 30 minutos a menos. Assista ao trailer de 'Army of the dead': Invasão em Las Vegas Acontece em Las Vegas Como o subtítulo em português deixa claro, a história envolve uma equipe de mercenários contratada para invadir uma Las Vegas isolada após um apocalipse zumbi concentrado na cidade. A ideia é arrombar o cofre de um cassino, que guarda US$ 200 milhões. Parece bem simples, não é mesmo? Confuso é entender por que, então, o filme enrola tanto. O roteiro de Snyder parece achar que cenas longas e sem propósito são o mesmo que profundidade e reflexão, mas não passam de enrolação para atingir uma marca de tempo que serve apenas para fazer com o que o público se pergunte o que diabos está acontecendo – algo que fica ainda mais difícil quando os Cranberries começam a tocar "Zombie" na trilha sonora. Nem a adição de zumbis inteligentes e organizados serve para justificar. Pior, ao protagonizarem sua própria trama paralela, roubam tempo precioso que poderia ser melhor utilizado para explorar melhor as motivações do heróis. Dave Bautista em 'Army of the dead: Invasão em Las Vegas' Clay Enos/Netflix Elenco esforçado O elenco encabeçado por Dave Bautista (o Drax, dos dois "Guardiões da galáxia") e Ana de la Reguera ("Narcos") é esforçado e tem seu carisma, mas não consegue superar as situações clichês a que é submetido a todo instante. O próprio Bautista, um ex-lutador de luta-livre que há tempos merece chances como protagonista, mostra que o diretor não sabe aproveitar o que tem em mãos. Na melhor cena do filme, mostra toda sua habilidade de luta corpo a corpo contra uma onda de mortos-vivos. Uma pena que esta seja praticamente a única do tipo ao longo da trama e ele volte rapidamente a tiroteios pouco inspirados. Dave Bautista, OImari Hardwick, Tig Notaro, Samantha Win, Colin Jones, Matthias Schweighöfer, Raúl Castillo e Ana de la Reguera em cena de 'Army of the dead: Invasão em Las Vegas' Clay Enos/Netflix Poxa vida, Snyder Em uma carreira celebrada (e criticada por alguns) por adaptações de quadrinhos, é fácil esquecer que Snyder deu início a sua carreira cinematográfica com a excelente regravação do clássico "Madrugada dos mortos". Apesar de alguns desvios desnecessários, o filme de 2004 acertava ao conhecer suas limitações e ir direto ao ponto, utilizando zumbis comedores de carne humana para refletir sobre a natureza humana, como nas melhores obras de George Romero, o pai do gênero. É triste perceber, então, que "Army of the dead" seja transformado em ação sem sentido ou controle – tão descerebrado que não atrai nem mesmo o mais esfomeado dos zumbis. Richard Cetrone e Omari Hardwick em cena de 'Army of the dead: Invasão em Las Vegas' Clay Enos/Netflix Veja Mais

'No Limite' estreia nesta terça com ex-BBBs; saiba tudo sobre o programa

G1 Pop & Arte André Marques comanda nova temporada do reality de desafios. Tradicional prova da comida está de volta. Semana Pop relembra momentos marcantes do 'No Limite' "No limite", primeiro reality show da televisão brasileira, está de volta nesta terça-feira (11), formado por 16 ex-BBBs. Apresentada por André Marques, a nova edição do programa traz mudanças em relação às quatro temporadas exibidas na TV Globo entre 2000 e 2009. O reality terá 16 semanas de duração e provas intensas, entre elas a da comida - olho de cabra e cérebro de bode já fizeram parte do cardápio. O vencedor leva R$ 500 mil. Participantes de 'No Limite' Reprodução/Globo Veja, abaixo, tudo o que você precisa saber sobre o programa. Quem são os participantes Participantes de "No Limite" Divulgação/Globo Arcrebiano, do "BBB21" Angélica, do "BBB15" Viegas, do "BBB18" Paula Amorim, "BBB18" Ariadna, "BBB11" Gui Napolitano, "BBB20" Kaysar, "BBB18" Carol Peixinho, "BBB19" Elana, "BBB19" Lucas Chumbo, "BBB20" Gleici, "BBB18" Mahmoud, "BBB18" Iris Stefanelli, "BBB7" Marcelo Zulu, "BBB4" André, "BBB13" Jéssica, "BBB18" Como vai funcionar Os participantes serão divididos em dois grupos: Carcará e Calango. Eles enfrentarão duas provas por semana: uma para saber quem terá regalias no acampamento (Prova de Privilégios), como fósforos e sacos de dormir, e outra para definir qual grupo estará imune naquela semana (Prova de imunidade). O grupo perdedor da imunidade vai para o "Portal de Eliminação". Nessa dinâmica, a equipe tem que votar entre si, e quem receber mais indicações é eliminado diretamente, sem votação do público. Quando o programa vai ao ar "No limite" será exibido uma vez por semana, todas as terças, depois de "Império". Além disso, todos os domingos, o eliminado da semana será entrevistado no programa "No Limite - A Eliminação", após o "Fantástico". Gshow e Globoplay terão conteúdos exclusivos. Onde o programa é gravado O acampamento dos "limiters" fica no Ceará, em uma locação chamada de Praia Brava, com muitas dunas. André Marques no seu limite André Marques comanda nova edição de 'No Limite' Divulgação/Globo Duas semanas antes do início do programa, o apresentador André Marques participou de uma entrevista coletiva após um dia de gravação. Com o rosto vermelho, ele contou que também teve sua resistência testada nos primeiros dias de filmagem. "Uns 10 dias antes, comecei a comer melhor, caminhar. Mas se eu soubesse que seria assim, teria começado quando o Boninho me chamou", contou. O apresentador disse que sua maior dificuldade tem sido contornar o calor, pois tem "um sol pra cada um". Ele garante que as provas são surpresa para a equipe e que está disposto a encarar olho de cabra junto com os participantes: "Já perguntei para os chefes sobre as comidas, mas não vamos saber antes. Eu sou brabo, adoro comer." VÍDEOS: Semana Pop explica realities e entretenimento Veja Mais

Como mito de estátuas gregas brancas alimentou falsa ideia de superioridade europeia

G1 Pop & Arte Crença foi propagada ao longo da história e acabou erroneamente usada por quem via na falsa ausência de colorido e ornamentos sinal de cultura mais elevada e sofisticada. Brancura era fruto de ignorância e distorção, escreve Elisa Kriezis Getty Images via BBC Ao pensar numa estátua da Grécia antiga, muito provavelmente a imagem que vem à sua mente é de uma escultura feita em mármore perfeitamente polido e muito branco. As vestimentas, igualmente brancas, cobrindo corpos brancos, muitas vezes rodeados por objetos essencialmente brancos. Mas, apesar disso refletir a realidade que conhecemos atualmente, essa imagem monocromática pode estar tão distante da realidade histórica como a distância que separa a Grécia do Brasil. Nesta reportagem, Elisa Kriezis, da BBC News Brasil, explica como surgiu essa falsa ideia, a quem serviu e como o mito do branco começou a ser descontruído. "Eu nasci na Grécia, filha de pai grego e mãe alemã. Como muitos, cresci achando que as estátuas e as estruturas gregas que me rodeavam sempre foram brancas, como o mármore usado como matéria-prima para sua criação, ou, em um menor número de casos, escuras, quando eram feitas de bronze. E vi essa estética "sofisticada" ser replicada das mais diversas formas pelo mundo ao se retratar a Grécia antiga. O mito de que suas estátuas eram monocromáticas, principalmente brancas, foi propagado ao longo da história, e acabou erroneamente usado pelos que viam na falsa ausência de colorido e ornamentos um sinal de uma cultura mais elevada e sofisticada, resultado da superioridade de brancos europeus. Entretanto, poucos sabem que toda aquela brancura era fruto de ignorância e distorção. Do bronze ao mármore A maioria das estátuas gregas que você encontra em museus pelo mundo é feita de mármore. Afinal, era uma pedra bastante disponível na Grécia e em seus arredores e segundo os escultores, mais fácil de ser trabalhada. Mas aí, já surge o primeiro erro, a primeira distorção histórica. As Cariátides em mármore, e um dos Guerreiros de Riace, feito em bronze. Getty Images via BBC Muitas das estátuas que se conectavam de alguma forma a estruturas maiores, como prédios, eram de fato feitas de mármore. Mas a maioria das esculturas que não contavam com esse apoio estrutural era feita de bronze por ser um material de maior resistência. Como o bronze é um material facilmente reaproveitável, então, sobraram poucas estátuas feitas desse metal para "contar a história", pois muitas acabaram recicladas, transformadas em outros objetos. Isso fez com que as estátuas em mámore branco acabassem prevalecendo ao longo do tempo. E mais: a escolha do material - mármore ou bronze - para a produção dos objetos de arte não tinha nada a ver com a cor clara original da pedra ou escura do metal. O local em que a estátua seria colocada era um fator muito mais determinante do tipo de material a ser usado, como explico mais adiante. Originais e réplicas A arte da escultura grega atingiu seu ápice nos séculos 4 e 5 antes de Cristo, ou seja, há 2,5 mil anos. Foi nesse período que escultores famosos como Phidias e Praxiteles criaram sua obra, que sobrevive até hoje. Ilustrações de Phidias e Praxiteles, escultores famosos da Grécia antiga, ilustração do Parthenon na Acrópole de Aténas Getty Images via BBC Quinhentos anos depois, os romanos expandiram seu império e dominaram o mundo mediterrâneo, incluindo aí, claro, a civilização grega. Os romanos admiravam a cultura e a arte da Grécia e criaram sua estética à imagem e semelhança da dos gregos. Sendo assim, a demanda por réplicas de estátuas gregas era enorme no Império Romano. Elas se tornaram objeto de desejo para decorar casas da elite romana, praças públicas e até os famosos banhos romanos. No processo de reproduzir estátuas gregas, muitas originalmente feitas de bronze, os escultores acabaram criando réplicas em mármore. Essas réplicas com material distinto do original são identificadas por terem barras de apoio, normalmente disfarçadas de troncos de árvores, de colunas em estilo antigo ou de tecidos. O mármore não tem a mesma resistência do bronze e precisa de uma espécie de "mãozinha" para se manter de pé. Reconstruções da estátua de Diadoúmenos em que podem ser vistas as colunas de suporte Getty Images via BBC Há registros de 20 cópias de uma mesma estátua cuja original grega era feita de bronze, mas que entrou para a História como se fosse de mármore - e com o apoio para não cair. A prevalência do mármore está ligada ao fato de o bronze ser um metal nobre e reutilizável. Tesouros O Mar Mediterrâneo continua sendo, ainda hoje, a principal fonte do que resta das estátuas de bronze, verdadeiros tesouros afundados em naufrágios. Mas vamos voltar a falar das réplicas das estátuas gregas feitas pelos romanos. Na maioria dos casos é a cópia romana que a gente vê nos museus, por ter sobrevivido, por ser a versão mais recente. Então, podemos dizer que a nossa percepção da Antiguidade a partir das estátuas é baseada principalmente nas cópias e não na realidade histórica das originais. Nessa cabeça grega a gente consegue ver vestígios claros de cor. A busca de vestígios das cores originais O extenso trabalho feito por um casal de pesquisadores alemães, que se debruçou sobre centenas de estátuas antigas em busca de vestígios das cores originais é hoje a fonte mais inquestionável da conclusão de que as estátuas eram multicoloridas. Mesmo a olho nu é possível enxergar esses vestígios em algumas delas. "Ainda há muita cor preservada nas estátuas. Dá para ver a olho nu. E a cor não está apenas nos ornamentos das roupas. Está toda a superfície de uma escultura", diz o arqueólogo Vinzenz Brinkmann, diretor do departamento de Antiguidade do Instituto Liebighaus, na Alemanha]. Brinkmann estuda o tema há quarenta anos. Atualmente, não é preciso recorrer aos olhos. A tecnologia permitiu um exame ainda mais detalhado com análises feitas com ajuda de luzes ultravioleta e infravermelha e também de processos químicos avançados capazes de revelar uma imagem bastante precisa da Antiguidade. Com base nessas técnicas, Brinkmann criou, junto com sua esposa, a também arqueóloga, Ulrike Koch-Brinkmann, a exposição Deuses em Cor, com mais de 60 réplicas das estátuas em sua cor original, cheias de ornamentos, símbolos de animais e até mesmo pintadas de ouro. As restaurações são feitas com pigmentos autênticos identificados nas esculturas originais. Vinzenz Brinkmann e sua esposa Ulrike Koch Brinkmann, reconstruíram mais de 60 estátuas LIEBIGHAUS SKULPTURENSAMMLUNG Como a Peplos Kore, a escultura de uma mulher jovem que decorava um túmulo, os guerreiros de Riace, achados no Mar Mediterrâneo, o Kouros, um jovem nu que reflete a influência do Egito na escultura grega com uma postura mais rígida, ou o chamado sarcófago de Alexandre, o Grande (que, na verdade, não era o sarcófago dele), achado no que hoje é o Líbano, e que tem detalhes impressionantes de cor, são todos bons exemplos da decoração ricamente colorida usada nos originais. E de onde veio essa tradição de colorir estátuas com inúmeras outras cores além do preto e branco? Trabalho de reconstrução do arqueiro de Afaia LIEBIGHAUS SKULPTURENSAMMLING Os gregos não apenas influenciaram o mundo, mas foram influenciados pelos povos às margens do Mar Mediterrâneo, como o Egito, e pelas populações que habitavam o Oriente Médio. O intercâmbio entre eles não era só comercial, mas também cultural. E a forte tradição de escultura - colorida - está diretamente ligada a estas trocas. Ou seja, não é verdade que ao atingir o que se considera ser o ápice de sua civilização, os gregos rejeitaram a influência recebida tendo excluído as cores. A arte às margens do Mar Mediterrâneo e do Oriente Médio era colorida Getty Images: Daniel Petty, The Denver post, Valery Sharifulin Tass, Universal History Archive, Universal Images Group, Library of Congress/Corbis/VCG Mas como se formou a ideia de uma Antiguidade incolor? Primeiro vamos observar a Idade Média. A chamada Idade das Trevas foi um período em que a apreciação da cultura grega antiga se perdeu, junto com o fim do Império Romano do Ocidente. Isso abriu caminho para a arte sacra medieval e suas pinturas de passagens da Bíblia em cores fortes e vibrantes. Foi só no final do século 15 que a Antiguidade Clássica voltou a despertar interesse. Era o início do período que ficou conhecido como Renascimento. "O mito da escultura em mármore branco foi inventado pelo Renascimento italiano. O Renascimento queria fazer uma distinção do que havia antes da arte cristã. Eles queriam voltar à Antiguidade, à Era pré-Cristã , ter uma aparência icônica do que era feito. Então eles ressuscitaram a Antiguidade e a definiram como branca". Naquela época, esculturas gregas e romanas foram redescobertas no antigo território do Império Romano. E os artistas renascentistas tentaram reproduzir as obras. Peças icônicas do Renascimento, como o David de Miguelângelo, foram inspiradas nessa busca por uma referência na Antiguidade Clássica. A famosa escultura de David, de Miguelângelo, de 1504, foi inspirada na arte antiga Getty Images via BBC Mas a maioria dos templos e das estátuas havia perdido grande parte da cor. Afinal, cerca de dois mil anos haviam se passado desde que os originais gregos coloridos tinham sido produzidos. E essa arte pálida e desbotada caiu como uma luva, já que o objetivo dos renascentistas era se diferenciar da arte sacra, extremamente colorida e considerada por eles vulgar do ponto de vista artístico. Mas fica a pergunta. Será que os renascentistas que criavam ali uma estética que seria tão influente não notaram os vestígios de pigmentos de cor nas estátuas? É bem possível que tenham visto sim, considerando análises como a de Brinkmann de que até hoje é possível ver a olho nu a cor original de algumas estátuas. Mas não seria necessário depender apenas dos olhos. Havia referências às cores também em Platão, filósofo grego, considerado o pai da filosofia política. Platão escreveu no século 4 antes de Cristo que os olhos de uma estátua mereciam as mais belas das cores, já que eram a parte mais bonita do corpo. Mas referências como essa podem ter sido ignoradas por vários motivos. "A Europa não era muito educada nem muito interessada. Mas queria se livrar da opressão da Igreja. Produziram, então, um ideal", diz Vinzenz Brinkman. Ele acresenta que, "assim, o mármore branco e o bronze escuro passam a ser usados como um símbolo de sofisticação do pensamento europeu." Escavação reveladora - A Artemis de Pompeia Foi finalmente em 1769, em Pompeia, ao pé do monte Vesúvio, que uma estátua preservada pela lava lançada pela erupção devastadora do vulcão no primeiro século da chamada era Cristã, trouxe à tona o que a história havia apagado: a Artemis de Pompeia, calçava sandálias e tinha seus cabelos em vermelho. Foi uma descoberta histórica. Eram numerosos e visíveis os vestígios de cor na pele e nas roupas da estátua. As cinzas do vulcão que a cobriram em 79 d.C. tinham preservado parcialmente as cores. O arqueólogo e historiador Johann Winckelmann, considerado um dos pais da História da Arte Clássica, viu a estátua dois anos após a descoberta e pôde constatar a existência de cor. Muitos dizem que Winckelmann se recusou a aceitar que a estátua era grega. Para ele, a Artemis de Pompeia, era provavelmente etrusca, uma civilização mais antiga, e considerada por ele menos sofisticada do que a grega, que ele e seus contemporâneos admiravam. Anos depois, o especialista deu o braço a torcer. Definiu Artemis como fruto do início da arte grega. Sua conclusão, no entanto, permaneceu sem ser publicada por dois séculos - até 2008. Alguns acham que a demora foi proposital. O afresco de Pompeia mostra uma pintora pintando uma estátua, 55-79 A.D. Getty Images via BBC E as provas não vieram apenas com Artemis. Um afresco, também descoberto em Pompeia, mostra uma mulher claramente pintando uma estátua, e com muitas cores. A ausência de cor como símbolo de sofisticação Em 1810, algumas décadas depois da descoberta da estátua de Artemis, o famoso poeta alemão e estudante da arte grega Johan Wolfgang Goethe, publicou o livro Teoria das Cores. Ele escreveu: "…nações selvagens, povos primitivos e crianças sentem grande atração por cores vivas, os animais se enfurecem com certas cores, e homens sofisticados evitam cores vivas nas roupas e no ambiente que os cerca, procurando em geral delas se afastar." Mas Goethe, que considerava a Grécia Antiga o ápice da civilização, foi rebatido pelos fatos no mesmo ano em que publicou seu livro. Foi o ano em que o templo de Afaia, na ilha grega de Egina, foi descoberto em bom estado de conservação. As cores eram visíveis a olho nu. O Arqueiro, por exemplo, fez parte desse templo. É óbvio que, quando a estátua foi achada, as cores não eram mais tão fortes como na versão restaurada por Brinkmann. Mas mesmo assim eram inegavelmente visíveis na época. Ou seja, o templo de Afaia emergiu de escavações praticamente dizendo a Goethe: Você está enganado. "Ele sabia disso, mas menosprezou. Ele está francamente declarando ser ignorante. 'Eu sei, mas não quero saber.' E isso é algo que vemos ainda hoje todos os dias. Tantas pessoas e colegas dizem 'tudo bem, você pode estar certo, mas essa não é a minha Antiguidade. Minha Antiguidade… Eles têm suas próprias Antiguidades! As Antiguidades de cada um: e Goethe tinha a sua ", diz Brinkmann. Novas escavações no século 19 mostraram claramente o uso da cor na Antiguidade. Estudos de obras antigas foram publicadas, como as do arquiteto Ernst Ziller. Distorção do ideal estético Portanto, é justo dizer que no fim do século 19 ficou evidente que a Antiguidade era colorida. Mas, apesar de todas essas descobertas, nosso gosto continuou sendo moldado por uma estética sem cores quando se pensa na Grécia Antiga. "Os museus e os especialistas não informaram o público sobre cores e ornamentos nas estátuas, uma vez que cores e ornamentos estavam em certo ponto limitados a culturas não europeias, sem seriedade, folclóricas", afirma Brinkmann. Ainda assim, a desvalorização da cor prosseguiu. Basta dizer que em 1938, o Museu Britânico de Londres aplicou um intenso polimento numa peça de mármore retirado da Acrópole, de Atenas, até que ficasse branca e brilhante. Fico pensando o que meus antepassados achariam disso. Em sua versão original, a Acrópole era uma festa de cor. Segundo Brinkmann, nosso ideal estético foi distorcido mais do que nunca no século 20, e por motivos políticos. Ele cita o arquiteto austríaco Adolf Loos, um influente teórico da arquitetura moderna que chegou a comparar o uso da cor a um crime. "O arquiteto Adolf Loos, que é altamente ideológico, afirma que cor e ornamento são crimes de uma maneira muito grosseira e louca. É um absurdo" Loos chegou ao ponto de associar um senso de "imoralidade" ao ornamento, descrevendo-o como "degenerado". Na opinião de Loos é necessário suprimir a cor e a ornamentação para que uma sociedade seja definida como moderna. "Olhando para o início do século 20, conseguimos entender como essa nova postura radical de estética foi desenvolvida, passo a passo. O fascismo europeu contribuiu muito com isso, por meio de uma forte relutância em aceitar formas detalhadas, ornamentos, e o uso de cores diferentes.", afirma Brinkmann. Ele explica que uma figura colorida reflete melhor as emoções individuais. Já, sobre uma única cor, com frequência o branco, é possível projetar qualquer ideologia. Assim como para Loos e até mesmo Goethe, para os nazistas a inexistência de cor refletia um homem mais moderno, sofisticado e superior. E isso foi usado para justificar suas ideologias mortais. Mark Abbe, da Universidade da Geórgia (Estados Unidos), descreve: "esses trabalhos foram encarados como exemplos artísticos para modelos universais e eternos de beleza e caráter ético para a atual era. E isso continua: ainda erguemos estátuas de mármore, todas brancas, para prestar as mais elevadas honras na sociedade contemporânea". A exposição Deuses em Cor já foi exibida na Grécia. No berço dessa arte, a recepção foi mista como em outras partes do mundo. Mas, segundo a arqueóloga Hariclia Brekoulaki, ela serviu para desenterrar também o interesse dos gregos por seu próprio passado. Um passado colorido. "Teve uma repercussão importante. Algo como o que Vinzenz construiu com sua equipe na Alemanha infelizmente não existe na Grécia. Ainda. Espero, que com o passar do tempo, tenhamos mais iniciativas como essa. Inclusive nos museus que as obras se encontram. A ideia de que a cor é importante e de que precisamos estudá-la entrou na cabeça dos diretores de museus, e dos pesquisadores", reflete Brekoulaki. 'Devemos continuar a procurar outros mal-entendidos' Brinkmann celebra a recolorização da antiguidade grega. "No primeiro olhar, há um choque porque entra em conflito com suas expectativas. E no começo você pensa que as cores são fortes demais. E aí você volta e olha novamente, e essa impressão começa a se desfazer. Tem gente que entra em nossa exposição com uma postura de que esse é um modelo intelectual. E a ideia é descartada. Mas outras pessoas começam a pensar. Saem da exposição e percebem o grande mal-entendido, então devemos continuar a procurar outros mal-entendidos. E isso é lindo". VÍDEOS: Mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja Mais

'No Limite' está de volta: Relembre momentos marcantes das primeiras quatro temporadas

G1 Pop & Arte Semana Pop deste sábado (8) fala sobre finais do reality show e lembra da famosa prova do olho de cabra. Semana Pop relembra momentos marcantes do 'No Limite' "No Limite" volta com um nova temporada nesta terça-feira (11). Como o reality show de sobrevivência ficou fora da TV por anos, o Semana Pop deste sábado (8) relembra alguns dos momentos marcantes das edições anteriores, como vencedores surpresa e o clássico olho de cabra. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Festival Glastonbury anuncia programação online com Coldplay, Damon Albarn, Haim e Jorja Smith

G1 Pop & Arte Evento presencial foi cancelado duas vezes por conta da pandemia. Transmissão vai acontecer nos dias 22 e 23 de maio. Foto de 2017 mostra Chris Martin durante show do Coldplay em SP Celso Tavares / G1 O festival de Glastonbury anunciou a programação completa de sua edição virtual em maio, com shows de Coldplay, de Damon Albarn (Gorillaz e Blur) do trio Haim e de Jorja Smith. O segundo maior festival de música a céu aberto do mundo teve as edições deste ano e de 2020 canceladas por conta da pandemia do novo coronavírus. A transmissão está marcada para os dias 22 e 23 de maio, e os shows serão gravados na Worthy Farm, fazenda onde acontece o festival no Reino Unido. Para assistir aos shows, é preciso comprar ingressos de 20 a 35 libras esterlinas, cerca de R$ 159 a R$ 277 no site oficial. Ao comprar, o fã escolhe assistir à transmissão no sábado (22) ou no domingo (23). É possível também escolher o horário de início da transmissão, e ela fica disponível por até 5 horas após o final do stream. Veja a programação completa. Os horários são um exemplo para quem decidir começar a transmissão às 7h, e indicam a duração de cada show. Mas a hora de início pode ser escolhida pelo espectador no momento da compra. 7:00: Wolf Alice 7:25: Michael Kiwanuka 7:55: George Ezra 8:05: IDLES 8:30: HAIM 9:00: Coldplay 9:50: Damon Albarn 10:25: Jorja Smith 10:55: CONVIDADO ESPECIAL 11:25: Kano 11:55: DJ Honey Dijon ft Róisín Murphy Cancelamentos Em foto de 2019, Kylie Minogue canta no Festival Glastonbury, no Reino Unido; evento não vai acontecer em 2020 por conta da pandemia do coronavírus Grant Pollard/Invision/AP, File O cancelamento do Glastonbury em 2021 aconteceu em janeiro e foi o primeiro grande evento musical a cancelar sua edição deste ano por causa da pandemia do coronavírus. "Será mais um ano de descanso forçado para nós", diz a organização, em comunicado publicado em seu site. "Apesar de nossos esforços para mover o céu e a terra, ficou claro que simplesmente não seremos capazes de fazer o festival acontecer este ano." Os ingressos já comprados serão válidos para a edição de 2022 do festival, diz a nota. O festival normalmente acontece em junho e também foi cancelado em 2020. Paul McCartney, Taylor Swift, Kendrick Lamar e Diana Ross já haviam sido anunciados como atrações principais. Um show de Gilberto Gil com a família também estava previsto para a edição do ano passado, que marcaria a 50º do evento. Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Mahmoud é o primeiro eliminado no 'No Limite', que tem provas e divisão de equipes

G1 Pop & Arte Reality show começou com vitória da tribo Carcará na primeira prova. A Calango se recuperou em seguida, mas perdeu a terceira, de imunidade. Mahmoud no 'No Limite' Reprodução/Globo Mahmoud é o primeiro eliminado do "No Limite", que começou sua nova temporada nesta terça-feira (11). Ele foi o mais votado por sua equipe, a Calango, que perdeu a primeira prova de imunidade da edição e por isso teve de escolher um membro para deixar o programa. O programa teve início com a divisão dos 16 participantes originais em duas tribos. Initial plugin text Carcará, com cores laranjas, era composta por Iris, Viegas, Elana, Paula, Lucas Chumbo, Gui Napolitano, Ariadna e Marcelo Zulu. Já a Calango, com tema verde, foi formada por Jéssica, Carol Peixinho, Mahmoud, Gleici, Kaysar, Angélica, André e Arcrebiano. O primeiro episódio começou com um certo equilíbrio entre os times. A Calango saiu na frente na primeira prova, a que definiria os acampamentos, mas foi ultrapassada e perdeu. Eles se recuperaram na segunda, e com a vitória ganharam alguns mantimentos. Mesmo assim, cometeram erros na prova da imunidade e tiveram de votar em um de seus integrantes para sair. As duas tribos do novo 'No limite' e o apresentador André Marques no centro Reprodução/Globo Semana Pop relembra momentos marcantes do 'No Limite' Veja Mais

40 anos sem Bob Marley: Artistas do reggae citam músicas favoritas que marcaram legado do cantor

G1 Pop & Arte Zeider, do Planta & Raiz, Tales, do Maneva, e outros cantores falam sobre ícone jamaicano, que morreu em 1 de maio de 1981, vítima de câncer. Artistas e músicos do reggae escolhem músicas pra representar o legado de Bob Marley Bob Marley marcou a história da música e inspirou muitos artistas com suas canções de paz, positividades, mas que também traziam discursos com críticas sociais. Quarenta anos após a morte do artista, ícones nacionais do reggae atenderam ao convite do G1 e citaram músicas que representam o legado de Bob Marley. Assista ao vídeo. Bob Marley: 40 anos sem astro do reggae; FOTOS "Há 40 anos Bob deixava esse plano, e também deixava o legado no nosso coração da música, da união, da paz, do amor, da vida", afirmou Zeider, vocalista do Planta & Raiz, que citou a canção "Natural Mystic". "Pra mim, ela significa evolução espiritual já." Já Tales, do Maneva, escolheu "Time you tell". "Ela traz essa parada que a gente acredita muito, acredita no destino, acredita que as coisas são do jeito que tem que ser que a gente já nasce aqui com uma pré-disposição a fazer as coisas que a gente precisa fazer." Vitin, líder da 11:20, foi de "Redemption Song". "Essa é a música que diz que nos prova de que apenas temos o controle sobre a nossa mente, sobre o que a gente pensa." Fauzi Beydoun, da Tribo de Jah, cantou um trecho de uma versão em português de "Guiltiness". "Bob impactou o planeta com suas canções, lindas canões, canções românticas, politizadas libertárias, são ytantas, difícil escolher uma. Mas depois de tantos anos, fiquei impactado com essa letra de 'Guiltiness'." O cantor Dada Yute foi de "Bad Card". "A Importância do legado pra mim é que é a própria confirmação todo jovem de periferia, de quebrada chegar no topo. E 'Bad Card' porque ele fala nessa música que vocês vão enjoar de ver minha cara na televisão." Imagem de Bob Marley no 'Museu Bob Marley', em Kingston, Jamaica Jorge Reyes/Mexsport/Mexsport via AFP/Arquivo Veja Mais

Emissora cancela transmissão do Globo de Ouro 2022 nos EUA após críticas sobre falta de diversidade

G1 Pop & Arte NBC tem contrato com organização do evento até 2026. Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood é criticada por não ter negros entre seus membros. NBC era a emissora oficial do Globo de Ouro nos Estados Unidos Robyn BECK / AFP A emissora americana NBC anunciou nesta segunda-feira (10) que cancelou a transmissão do Globo de Ouro de 2022. O canal, um dos maiores dos Estados Unidos, tem contrato com os organizadores da premiação até 2026. A decisão acontece após a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) ser duramente criticada por não ter nenhum membro negro. Ainda nesta segunda, a Warnermedia, dona de estúdios como Warner Bros. e canais como HBO, se juntou a Netflix e Amazon Studios em um boicote a eventos da organização para pedir mudanças na entidade. "Continuamos a acreditar que a HFPA está comprometida a uma reforma significativa", afirmou a NBC em um comunicado. "No entanto, mudança dessa magnitude leva tempo e trabalho, e sentimos fortemente que a HFPA precisa de tempo para fazer isso direito. Assim sendo, a NBC não vai transmitir o Globo de Ouro de 2022. Presumindo que a organização execute seu plano, temos a esperança de estar em uma posição para transmitir o evento em janeiro de 2023." A HFPA ainda não se posicionou sobre a decisão, então não está claro se a premiação de 2022 ainda vai acontecer. Reformas Na quinta-feira (6), a HFPA aprovou de forma esmagadora um pacote de reforma que pede o aumento do número de membros em 50% para incluir mais jornalistas negros e o levantamento dos requisitos rígidos e pouco claros sobre quem é finalmente admitido na organização. O Globo de Ouro é a segunda premiação mais importante de Hollywood, atrás apenas do Oscar, mas seu futuro foi questionado por ameaças de boicote devido a algumas controvérsias. O ex-presidente da associação Philip Berk foi demitido em abril por enviar um e-mail chamando a Black Lives Matter de "movimento de ódio", e dois consultores contratados para lidar com as questões de diversidade renunciaram devido à falta de progressos. Embora a maioria dos membros do HFPA trabalhe regularmente para veículos de comunicação bem conhecidos, a exclusão de inúmeros jornalistas de boa fé está sob apuração. E, de forma mais geral, o histórico da organização de ignorar filmes e programas de televisão dirigidos por negros e minorias no Globo é frequentemente criticado. Veja Mais

Elon Musk participa do 'Saturday Night Live' e diz que tem síndrome de Asperger

G1 Pop & Arte No programa, bilionário fez piadas sobre si mesmo e falou sobre polêmicas: 'Reinventei os carros elétricos e estou enviando pessoas a Marte. Vocês acharam que eu seria um cara normal?' lon Musk, presidente da Tesla e da SpaceX Reuters Ao aparecer como convidado no programa americano "Saturday Night Live", Elon Musk, presidente da Tesla e da SpaceX, revelou que tem síndrome de Asperger, um tipo de autismo. Em seu monólogo de abertura do programa, o bilionário disse que foi a primeira pessoa com essa síndrome a ser convidada para a atração. "Ou pelo menos a primeira a admitir", afirmou. "Sei que disse ou postei coisas estranhas, mas é assim que meu cérebro funciona. Para qualquer pessoa que ofendi, só quero dizer: reinventei os carros elétricos e estou enviando pessoas a Marte em um foguete", declarou. "Vocês acharam que eu seria um cara normal e relaxado?" Nas redes sociais, Musk já recebeu críticas por alguns de seus comentários, como quando insultou um mergulhador que ajudou no resgate de um grupo de crianças presas em uma caverna na Tailândia. Initial plugin text Criptomoedas No "SNL", o empresário fez piadas sobre si mesmo, seus tuítes e o nome incomum de seu filho X Æ A-Xii. Ele também elogiou as criptomoedas (meios de troca para transações virtuais). Musk tem mostrado entusiasmo, principalmente, em relação à dogecoin. Pressionado a explicar o potencial dessa criptomoeda, o bilionário fez piada e a descreveu como "um veículo imparável, que vai dominar o mundo". Assim, pela segunda vez na semana, Musk fez variar o preço da dogecoin, que caiu para 49 centavos de dólar durante a transmissão do programa, quando pouco antes estava a 74 centavos, de acordo com o site especializado em criptomoedas CoinDesk. Veja Mais

No mais...

Autor de 'Milla' entra com ação por danos morais e materiais contra Carla Zambelli por vídeo de Netinho

G1 Pop & Arte Manno Góes pede retirada de vídeo com Netinho cantando hit em ato pró-Bolsonaro sob pena de R$ 5 mil por dia, além de R$ 200 mil por danos morais e materiais pelo uso não autorizado. Carla Zambelli divulgou foto com cantor Netinho em ato na Paulista Reprodução / Instagram Manno Góes, compositor de "Milla", entrou com uma ação na Justiça da Bahia contra a deputada Carla Zambelli (PSL-SP). Ele pede indenização por danos morais e materiais pelo uso da música em um vídeo que mostra Netinho cantando o refrão em um ato pró-Bolsonaro. Tudo começou quando a deputada filmou Netinho cantando a música na Av. Paulista, em São Paulo, no sábado (1). O autor da música, Manno Góes, não autoriza o uso da canção — e notificou a deputada para tirar o vídeo do YouTube. A deputada não tirou o vídeo, e o compositor pede na ação protocolada na noite desta sexta-feira (7): A retirada imediata do vídeo com a música do YouTube, sob pena de R$ 5 mil por dia. R$ 100 mil por danos materiais pelo uso da música, que deveria ter sido licenciado pelo autor previamente. Mais R$ 100 mil de indenização por danos morais por usar a música do compositor "com vinculação forçada à ideologia e figura política da ré (Carla Zambelli) sem que sequer fosse lhe dada a oportunidade de opinar ou negar a utilização de sua composição". A deputada diz ao G1 que aguarda a notificação da Justiça para se manifestar. Como 'Milla' foi da Ilha do Sol à Justiça? A manifestação no sábado teve aglomeração e pedido de intervenção militar. Em cima do trio, diante do público com faixas como "Nós te autorizamos, presidente", Netinho entoou o refrão da música que ficou famosa na década de 1990 na sua voz: "Ô Mila, mil e uma noites de amor com você / Na praia, no barco, no farol apagado..." No sábado, Manno Góes escreveu no Twitter: "Netinho ontem cantou Milla no ato em que pessoas brancas, na Paulista, gritavam 'eu autorizo', para Bolsonaro. Autorizam o quê? Golpe militar? Portanto, eu não autorizo esse débil mental de cantar minha música." No domingo (2), Manno enviou uma notificação extrajudicial para que Carla Zambelli tire o vídeo do ar. "Eu não posso proibir ninguém de cantar uma música minha. O que o autor tem direito é de impedir de que essa música esteja vinculada com uma forma de divulgação que ele não concorde", diz o compositor ao G1. A deputada disse ao G1 na segunda-feira (3) que está analisando a notificação com seus advogados e "pensando" no caso por causa do post que ela classifica como "deselegante" no Twitter. "Eu estou pensando duas vezes em tirar esse vídeo e pensando sinceramente, em, entre aspas, 'ir para o pau'. Porque a forma como ele tratou o Netinho me incomodou muitíssimo", diz a deputada ao G1. Netinho não quis comentar o caso. Manno Góes já fez parte da banda Jammil e é autor de diversos sucessos do axé, como "Praieiro", "Acabou" e "Milla", composta em parceria com Tuca Fernandes e gravada por Netinho em 1996. Ele diz que não quer barrar Netinho de cantar a música em sua carreira. O G1 entrou em contato com Tuca Fernandes para saber a posição do coautor sobre o uso da música, e não teve resposta até a última atualização deste texto. "Não é censura. Ele não está impedindo de fazer shows e tocar música para seus fãs. O que não pode é utilizar uma obra com finalidade política. Para isso há uma necessidade de autorização", diz o advogado de Manno, Rodrigo Moraes. Manno Góes Felipe Oliveira/Divulgação Boa Praça "O que a deputada Carla Zambelli faz é lastimável: uma pessoa que, mesmo que notificada, continua com o vídeo. Uma parlamentar que é a primeira a rasgar a lei de direitos autorais", diz o advogado. Carla Zambelli diz que pensa em manter o vídeo no ar, e critica o uso do termo "débil mental". "Não se trata ninguém dessa forma. Eu não trato nem meus inimigos dessa forma. Então talvez eu não atenda o pedido dele e espere ele me acionar na Justiça. Aí a gente vê como a gente resolve", diz a deputada. Karol Conká questiona coautoria e volta a pôr em xeque 'beatmakers' como compositores no pop Nesta segunda-feira (3), antes de Zambelli comentar o caso, Manno Góes escreveu no Twitter: "Compreendo e peço desculpas a todos por ter usado 'débil mental' para me referir ao cantor golpista. Agradeço a todos que me chamaram atenção, mesmo apoiando meu desabafo. Estamos aqui para aprender e melhorarmos como pessoa. É o que quero pra mim: aprender, evoluir, consertar". "É um reconhecimento de um uso indevido de uma expressão que não deve ser usada", ele disse ao G1. Daniela vai regravar em apoio a Manno Com a repercussão do caso, Daniela Mercury manifestou apoio ao compositor: "Manno Góes, meu amigo querido! Eu entendo a sua agonia! Por isso, vou gravar 'Milla'. Essa música é amor, é liberdade! 'Milla' é nossa", ela disse. 'Milla' para Trump Essa não é a primeira vez que Manno Góes desautoriza o uso político de "Milla" na voz de Netinho. O advogado dele conta que, em 2020, o cantor usou a música em um post em que apoiava a eleição de Donald Trump nos EUA. "Fizemos a notificação e nesse caso ele tirou na hora", diz Rodrigo. Compositor de 'Milla' revela se a personagem da música realmente existiu ou não Veja Mais

Coldplay lança ao espaço seu novo single 'Higher Power'

G1 Pop & Arte 'Como agora não podemos tocar para ninguém na Terra, pensamos em tocar para você', disse o vocalista Chris Martin ao astronauta Thomas Pesquet, que está na Estação Espacial Internacional (ISS). Coldplay lança clipe de novo single 'Higher Power' Reprodução/YouTube A banda britânica Coldplay escolheu uma estratégia diferente para o seu mais novo single "Higher Power", disponibilizado nesta quinta-feira (6): o lançamento, literalmente, aconteceu no espaço. O grupo de rock, conhecido pelos sucessos "Paradise" e "Viva la Vida", se conectou com a Estação Espacial Internacional (ISS) para falar com o astronauta francês Thomas Pesquet sobre a vida no espaço. Initial plugin text Eles também compartilharam com Pesquet uma performance gravada ao ar livre da nova canção, apresentando hologramas coloridos de alienígenas dançando, e o vídeo foi tocado a bordo da estação. "Como agora não podemos tocar para ninguém na Terra, pensamos em tocar para você", disse o vocalista Chris Martin a Pesquet durante a conversa, que foi gravada e transmitida por vídeo nesta quinta-feira no horário de Brasília. "É como um show para um homem só." Na semana passada, a banda escreveu em sua página no Twitter que a canção, produzida pelo compositor e produtor sueco Max Martin, "chegou em um pequeno teclado em uma pia de banheiro no início de 2020". O Coldplay irá abrir a premiação dos BRIT Awards, maior honraria da música pop britânica, na semana que vem, com uma performance de "Higher Power" no Rio Tâmisa, ao lado do local em Londres onde a cerimônia será realizada, na O2 Arena. Initial plugin text Coldplay lança o single 'Higher Power' Reprodução/Instagram Veja Mais

Globo de Ouro aprova mudanças para aumentar diversidade entre votantes

G1 Pop & Arte Associação de 87 pessoas que escolhem os vencedores do prêmio não tem nenhum integrante negro. Eles decidiram aumentar o comitê e ampliar sua diversidade após críticas. 77ª edição do Globo de Ouro acontece neste domingo (5) em Beverly Hills, California Jordan Strauss/Invision/AP Os membros da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), grupo responsável pelo Globo de Ouro, aprovaram nesta quinta-feira (6) mudanças amplas com o objetivo de aumentar a diversidade entre os votantes. As mudanças acontecem após uma reportagem publicada em fevereiro pelo jornal "Los Angeles Times" apontar que não havia novas pessoas negras na HFPA. A polêmica ofuscou a cerimônia em fevereiro, uma das principais premiações de Hollywood e que anualmente antecede a entrega do Oscar. Entre as mudanças estão: A contratação de um diretor de diversidade; O recrutamento de jornalistas negros, amplificando a seleção para o grupo de jornalistas estrangeiros da área de entretenimento. O acréscimo de 20 novos membros aos atuais 87 neste ano e a expansão de sua composição em 50% nos próximos 18 meses.  O conselho da HFPA propôs mudanças no início da semana e os membros as aprovaram nesta quinta-feira. "A votação esmagadora de hoje para reformar a associação reafirma nosso compromisso com a mudança", afirmou o presidente da HFBA, Ali Sar, em nota.  Questões éticas O jornal também levantou questões éticas sobre a relação próxima entre a HFPA e os estúdios de cinema que podem influenciar na escolha dos indicados e vencedores do Globo de Ouro.  As novas regras exigem que membros da HFPA parem de aceitar itens promocionais presenteados por estúdios de cinema e TV e que o grupo publique uma lista pública de membros com links para seus trabalhos. "Entendemos que o trabalho duro começa agora", disse Sar. "Continuamos dedicados a nos tornarmos uma organização melhor e um exemplo de diversidade, transparência e responsabilidade no setor." Globo de Ouro 2021: premiação teve que ser virtual por causa da pandemia Veja Mais

Juliette não descarta carreira de cantora, mas diz que usou música no 'BBB' para 'fugir do caos'

G1 Pop & Arte Maquiadora falou também da reação ao descobrir que equipe de 18 pessoas cuida de suas redes sociais: 'Perguntei quem tava pagando, porque não tenho condições de pagar essas pessoas'. Juliette, vencedora do "BBB21" Divulgação Campeã do "BBB21", Juliette soltou a voz inúmeras vezes ao longo do jogo e surpreendeu o público e artistas, que elogiaram o talento vocal da maquiadora. Mas ela contou em entrevista coletiva a jornalistas, um dia após a final, que nunca pensou em ser cantora. "Sempre gostei muito de música, mas não como profissão, como amor." Juliette contou que não tinha pretensão alguma quando cantava na casa. "Era pra fugir do caos, do que estava sentindo, pra relaxar, lembrar das raízes. Não tinha pretensão, nem acho que sou cantora. Tenho muita a estudar, aprender." "Eu tô me achando. O povo disse que sou cantora, eu tô acreditando. Se for para ser cantora, tô dentro", afirmou a maquiadora, que ainda está analisando todos os planos para o futuro. "É muita decisão. Sem nem o que eu tô fazendo aqui, que dirá o que quero ser", brincou. Sim para Luan Entre as questões de Juliette, uma já tem resposta: o sim para um possível convite para parceria musical com Luan Santana. Ao longo do jogo, o sertanejo enviou uma mensagem para ela. "Claro, 'oxe', na hora, meu Deus. Muito, ele é maravilhoso, um artista maravilhoso. É uma honra. Cantar com ele seria um sonho", diz sobre Luan. Mas Juliette ainda não sabe qual o conteúdo da mensagem do cantor. "Não abri ainda, quero abrir concentrada. Não vi nem minha mãe ainda. Depois de ver minha mãe, vejo o Luan Santana." Juliette, a melhor cantora do BBB? G1 analisa performance dela Favoritismo Juliette revelou que, ao longo do jogo, até sentiu que poderia ser uma das favoritas por causa dos discursos de Tiago Leifert e das atitudes de algumas pessoas da casa. Ainda assim, a maquiadora conta que por muitas vezes, chegou a duvidar de sua força. "Não conseguia me olhar no espelho, tinha vergonha, sentia coisas horríveis. Naquela última prova, só queria um abraço. Por isso que ficava toda hora mentalizando música, meus amigos, para não esquecer de quem eu era. Mas duvidei, sim, até da minha inteligência", conta. Juliette, vencedora do "BBB21" Divulgação Ela ainda explica o motivo de sempre ter tentado se aproximar de outros participantes, mesmo quando lhe faziam mal, repetindo a atitude que tem fora da casa. "É muito ruim quando as pessoas não acreditam em você. E como não gosto, tento acreditar sempre nas pessoas. Ali dentro, eu não tinha vaidade mais, me sentia feia, burra, a única coisa que ainda tinha era minha verdade. Se eu perdesse aquilo, eu não seria mais nada, nem lá dentro, nem aqui fora." "Eu não tinha escolha, tinha que segurar o que tinha. Ficaria muito mais angustiada se eu tentasse mudar. Eu não podia desviar no que acreditava senão ia me perder de mim." Milhões de seguidores Juliette está com mais de 26 milhões de seguidores no Instagram. Antes de entrar na casa, ela conta que não planejou nada para postagem e apenas deixou a senha com dois grandes amigos. Ao deixar o jogo, descobriu que 18 pessoas estão trabalhando na equipe de mídias sociais. Profissão ADM: O dia a dia de quem comanda as redes dos participantes do 'BBB21' "Eles fizeram tudo isso. Quando disseram que a equipe está com 18 pessoas, perguntei quem estava pagando, porque eu não tenho condições de pagar essas pessoas. Ainda estou entendendo como esse povo está sendo remunerado, como está funcionando." Ela ainda conta que nunca teve intenção de se tornar influenciadora digital quando decidiu entrar no programa. "Não tinha objetivo de ser influencer, famosa. Tinha o de ter segurança financeira. E ter o carinho das pessoas. Só não queria ser cancelada. Meu medo era ser cancelada porque falo muito, falo besteira." "Mas queria ajudar minha mãe, meus irmãos. Isso era prioridade. O resto é consequência, que eu queria que fosse boa. Se fosse ruim, iria chorar." Veja Mais

Corpo de Paulo Gustavo será cremado nesta quinta em cerimônia restrita

G1 Pop & Arte Não foi informado se haverá velório. Criador da personagem Dona Hermínia e um dos humoristas mais populares e admirados do Brasil morreu nesta terça-feira (4), vítima da Covid. Boletim: Morre o ator e comediante Paulo Gustavo aos 42 anos, vítima da Covid O corpo do ator e humorista Paulo Gustavo será cremado nesta quinta-feira (6) em uma cerimônia restrita à família e a amigos próximos. O local e o horário não foram divulgados, segundo a assessoria do artista, “a fim de evitar aglomerações neste período de pandemia”. Também não foi informado se haverá velório. FOTOS: a carreira e a vida VÍDEOS: a mãe como inspiração REPERCUSSÃO: famosos e artistas lamentam 'MINHA MÃE É UMA PEÇA': como o ator conquistou o Brasil TRAJETÓRIA: comediante bateu recordes nos últimos anos LINHA DO TEMPO: brilhou no teatro, na TV e no cinema Paulo morreu nesta terça-feira (4), aos 42 anos, vítima de Covid. Criador de Dona Hermínia e de outros personagens inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema, ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Nesta quarta (5), fãs deixaram flores na porta da unidade para lembrar do ator. Fãs deixaram flores na porta do hospital onde Paulo Gustavo ficou internado Reprodução/ TV Globo O quadro de saúde de Paulo Gustavo piorou na noite de domingo (2), quando sofreu uma embolia pulmonar. Antes, ele vinha apresentando melhoras significativas – chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e a interagir com médicos e com o marido, Thales Bretas. Com um estilo de humor acessível, baseado em cenas familiares e cotidianas, Paulo Gustavo conquistou o Brasil e teve uma trajetória de enorme sucesso, em produções como o campeão de bilheteria "Minha mãe é uma peça: O filme" (2013), que rendeu duas continuações. Lançado em 2019, o longa mais recente da triologia se tornou a comédia com maior público da história do cinema nacional. Paulo Gustavo deixa o marido, Thales, e dois filhos pequenos, Gael e Romeu, além do pai, Júlio Marcos, da irmã, Juliana Amaral, e da mãe, Déa Lúcia Amaral, que inspirou a criação de Dona Hermínia. Durante os mais de 50 dias de internação do ator, a família compartilhou o dia a dia do tratamento e fez pedidos de oração. Veja, no vídeo abaixo, mais sobre a vida familiar e profissional de Paulo Gustavo: Conheça mais da vida pessoal e profissional de Paulo Gustavo Paulo Gustavo, em foto de novembro de 2016 Daniela Ramiro/Estadão Conteúdo/Arquivo Perfil Paulo Gustavo Amaral Monteiro de Barros nasceu em Niterói em 30 de outubro de 1978 e estudou teatro na Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio, na mesma turma de Fábio Porchat. A primeira peça da qual participou foi "O surto", em que dividia a direção com Fernando Caruso, em 2004. Foi no espetáculo que apresentou pela primeira vez a personagem Dona Hermínia, que marcaria sua carreira para sempre (veja mais no vídeo abaixo). A mãe superprotetora e hilária ganhou peça própria em 2006 e chegou ao cinema sete anos depois. VÍDEO: Paulo Gustavo teve mãe como inspiração na carreira e na vida Recorde de bilheteria Paulo Gustavo caracterizado de Dona Hermínia Globo/Victor Pollak Somados, os três filmes de “Minha mãe é uma peça” venderam mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020. O terceiro filme teve a maior arrecadação da história do cinema brasileiro, com R$ 182 milhões de bilheteria. Além do sucesso de Dona Hermínia, o ator se destacou pelos filmes “Minha vida em Marte” (2018) e “Os homens são de Marte... e é para lá que eu vou” (2014), nos quais contracenou com a atriz e amiga Mônica Martelli. Ele interpretou o personagem Aníbal em ambas as comédias. Veja, no vídeo abaixo, personagens marcantes de Paulo Gustavo: VÍDEO: Paulo Gustavo criou personagens inesquecíveis Carreira na TV Na TV, Paulo apresentou em 2011 o programa “220 Volts”, do Multishow. Dois anos depois, no mesmo canal, ele passou integrar o elenco da sitcom "Vai que cola", vivendo o malandro Valdomiro Lacerda. O personagem foi um sucesso também na adaptação para o cinema, em 2015. Ainda no Multishow, o ator protagonizou, ao lado de Katiuscia Canoro, a série "A vila". Na produção, ele interpretou o ex-palhaço Rique. Ele também foi o apresentador de várias edições do Prêmio Multishow. Família Paulo Gustavo se casou com o médico Thales Bretas em 2015. Após um processo de barriga de aluguel feito nos Estados Unidos, eles se tornaram pais de Romeu e Gael, de 1 ano de idade. Apesar de a personagem mais famosa de Paulo Gustavo, Dona Hermínia, não ser biográfica, ela foi muito inspirada em Déa Lúcia Amaral, mãe do ator. Paulo Gustavo com o marido, Thales Bretas, em foto de arquivo Reprodução/Instagram/@thalesbretas Em entrevista ao programa “Mais Você”, Paulo chegou a falar, com seu jeito bem-humorado, que a mãe só queria saber dos netos. “Mamãe começou o VT falando que enlouqueceu sendo avó, como se ela já não fosse louca né? Ela fica do lado de Thales, prefere ser avó do que ser mãe”, brincou o ator. Como forma de retribuir toda a contribuição da mãe para sua carreira, Paulo Gustavo criou a peça “Filho da mãe”, na qual dividia o palco com Dona Déa para cantar e contar histórias. Initial plugin text Veja Mais

A discografia de Juliette: G1 imagina capas de álbuns

G1 Pop & Arte Veja capas fictícias que mostram várias facetas da maquiadora e candidata a cantora. Juliette em capa de álbum fictícia Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Juliette investe em um look de princesa roqueira em capa criada pelo G1 Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Juliette em capa de álbum feita pelo G1 que poderia ser de pop good vibes Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Juliette em capa de álbum de forró criada pelo G1 Divulgação/Lara Imperiano e Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 A versão mais alternativa da discografia de Juliette, em capa criada pelo G1 Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Juliette em capa criada pelo G1 Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação G1 imagina como seria a capa de um álbum ao vivo de Juliette Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Juliette posa como diva da MPB em capa de álbum feita pelo G1 Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Juliette em capa de álbum fictícia criada pelo G1 Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação Veja Mais

Como 'BBB21' confirmou teorias já comprovadas em 20 anos: do vilão surpresa à favorita excluída

G1 Pop & Arte Camilla de Lucas, Fiuk e Juliette são os finalistas da edição que termina nesta terça-feira (4). Fiuk, Juliette e Camilla de Lucas, finalistas do 'BBB 21' Reprodução/TV Globo Em cada edição, o "Big Brother Brasil" traz novos personagens e muitos recordes. Mas o BBB21 também confirmou algumas teorias apresentadas em trabalhos acadêmicos nos últimos anos. Como em outras edições, o reality que acaba nesta terça (4) teve: Vilões super rejeitados porque "fugiram" do que se esperava deles; Estrategista que escapou de paredões, mas saiu na 1ª berlinda; Um casal que mais atrapalhou do que ajudou os envolvidos; A força da participante considerada excluída pela casa. Considerada favorita, Juliette também tem um perfil estudado nas dissertações lidas pelo G1. Todos os ganhadores e ganhadoras têm pelo menos uma coisa em comum: podem ser chamados de "autênticos" e foram "excluídos". Mas por que 'excluídos' sempre vencem? Uma dissertação de mestrado de 2005 chamada "Big Brother Brasil: fabricação do cotidiano" analisa essa questão. Renato Menezes, pesquisador do interior de São Paulo, mostrou que o público é solidário com os "excluídos e injustiçados". Ele explica que "não temos simpatia em ver um participante rico ganhando". Também há menos chance de alguém popular no game e amigo de todos da casa vencer. Acadêmicos do BBB: por que ricos e famosos não vencem o reality? O trabalho acadêmico lembra das duas vezes em que o BBB teve participantes escolhidos por meio de sorteios. Nessas edições, foram sorteadas que ganharam: Cida Santos, babá carioca, foi a campeã do BBB 4 por ser uma pessoa simples e simpática com todos no programa; Mara Viana, auxiliar de enfermagem baiana, ganhou em 2006 e era uma espécie de "mãezona" na casa. A partir daí, o BBB parou de ter gente selecionada por sorteio. Fiuk na prova do líder do BBB Reprodução/Globoplay Favoritas em 2020, as famosas Manu Gavassi e Rafa Kalimann chegaram ao top 3, mas acabaram perdendo para a médica Thelma Assis. Pelo mesmo motivo (e por outros), Juliette é favorita contra os famosos Fiuk e Camilla de Lucas. Só uma vez um participante considerado famoso ganhou o BBB. O lutador Marcelo Dourado levou o prêmio em 2010, com uma trajetória polêmica e carismática. O concorrente do BBB4 era um dos ex-BBBs que estavam naquela edição. Como surgem os vilões do BBB? Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? No texto “Personagens emolduradas: os discursos de gênero e sexualidade no Big Brother Brasil 10”, a então mestranda Katianne de Souza explicou bem os temas do título, mas também resumiu como vilões surgem na casa. Para ela, toda vez que um participante do BBB foge do que se espera dele, foge do que ela chama de "moldura", acaba punido. Quando a performance não tem mais a ver com o estereótipo pelo qual você é conhecido, há uma punição. No Big Brother, ser punido é ser eliminado antes daqueles que são mais leais aos seus papéis. Karol Conká Reprodução/TV Globo É simples aplicar a ideia da “fuga da moldura” no BBB21. Você não espera que uma rapper conhecida por versar sobre temas progressistas seja considerada preconceituosa ou intolerante. Não se espera que um humorista seja tenso e pouco piadista ou que não traga leveza para casa. Esperava-se graça de Nego Di, mas ele entregou manipulação, rancor e falta de lealdade com Lucas. Relembre as rejeições deste ano: Karol Conká, enfrentando Arthur e Gilberto - 99,17% dos votos Nego Di, enfrentando Fiuk e Sarah - 98,76% dos votos Viih Tube, enfrentando Fiuk e Gilberto - 96,69% Formar casal ajuda no BBB? Acadêmicos do BBB: formar casal ajuda a ganhar BBB? Das 20 pessoas que ganharam o BBB, oito delas formaram um casal mais duradouro no reality show. Um dos mais marcantes do BBB deu o primeiro beijo gay do reality show. Clara e Vanessa, o casal Clanessa, participaram do BBB14. O pesquisador Arthur Guedes defendeu no mestrado a dissertação “A GLOBO SHIPPA MUITO CLANESSA: A configuração do fandom Clanessa na dinâmica transmídia do BBB14”. No texto, ele explica como formar um casal foi importante para a vitória de Vanessa naquela edição. Clara ficou em terceiro e a Vanessa venceu. Boa parte dessa conquista vem do fato de que elas formavam um casal considerado fofo e autêntico. Carla Diaz e Arthur no BBB21 Reprodução/Gshow Carla Diaz e Arthur demonstraram falta de sintonia. As incertezas e indecisões de Arthur são um contraponto ao comprometimento de Carla. A relação não era apreciada pelos espectadores e comprovou a ideia: se o casal é meio artificial, isso só atrapalha. Arthur só ganhou força no reality após a eliminação de Carla. Por que estrategistas se dão mal? Acadêmicos do BBB: jogadores estrategistas têm menos chance de ganhar o reality? Mesmo o BBB sendo um jogo, não basta jogá-lo bem para vencer. A performance de Projota e de Viih Tube no BBB21 foi uma prova disso. Viih Tube conseguiu evitar ir ao paredão por muito tempo, mas saiu logo na primeira vez. A história do BBB mostra que quem é considerado estrategista não vai longe. Uma rara exceção é Jean Massumi, do BBB3. Era comum ver o massoterapeuta lendo o livro “A arte da Guerra”, do filósofo e general chinês Sun Tzu. Nunca um participante estrategista do BBB foi tão longe no jogo: ele ficou no quarto lugar. Viih Tube é a última a sair da Prova do Líder Reprodução/Globo Estrategistas acabam sendo vistos como uma pessoa sem coração. Então, a solução é repetir que não vai "combinar votos" ou vai "votar só por afinidade"? Não é bem assim. Hoje, esses discursos são considerados vazios. Max Porto, vencedor do BBB9, analisava muito bem o jogo e pode ser considerado um estrategista. Mas esse não era o principal traço do perfil dele: ele também formou casal, foi injustiçado, não se omitia e era "bom de VT". VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Marvel revela nomes e datas de próximos filmes, como 'Pantera Negra: Wakanda Forever'

G1 Pop & Arte Estúdio divulgou prestou homenagem aos cinemas. Vídeo também mostra primeiras cenas de 'Os Eternos', dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao. Marvel divulga novo filme do 'Pantera Negra': 'Wakanda Forever' Reprodução/Marvel A Marvel divulgou um vídeo nesta segunda-feira (3) para celebrar os cinemas e anunciar títulos e datas de seus próximos filmes. A principal revelação é o título da continuação de "Pantera negra": "Wakanda Forever". O longa vai focar em Wakanda e seus outros personagens, de acordo com Kevin Feige, presidente dos estúdios Marvel. Chadwick Boseman, morto em agosto de 2020, não será substituído como o herói. Cena de 'Os eternos', da Marvel Reprodução/Marvel No vídeo, também aparecem as primeiras cenas de "Os Eternos", história de uma antiga raça de seres superpoderosos que ganharam poderes devido às experiências de um raça alienígena. Dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao, tem no elenco Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee. Além disso, o estúdio definiu as próximas estreias nos cinemas: "Viúva negra" - 9 de julho "Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis" - 3 de setembro "Os eternos" - 5 de novembro "Spider-Man - No Way Home" - 17 de dezembro "Doctor Strange in the multiverse of madness" - 25 de março de 2022 "Thor - Love and Thunder" - 6 de maio de 2022 "Pantera Negra: Wakanda Forever" - 8 de julho de 2022 "Capitã Marvel 2" - "The Marvels" - 11 de novembro de 2022 "Homem-formiga e a vespa: Quantumania" - 17 de fevereiro de 2023 "Guardiões da galáxia - Volume 3" - 5 de maio de 2023 Assista ao vídeo: Veja, abaixo, os trailers já divulgados: Assista ao trailer de Viúva Negra Assista ao trailer de "Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis" Veja Mais

'BBB21': Show da final terá apresentações de Karol Conká, Rodolffo, Projota e Pocah

G1 Pop & Arte Participantes do camarote desta edição do reality serão responsáveis pelos tradicionais números musicais da final. Transmissão do encerramento será feita direto do gramado da casa. Projota, Pocah, Carol Conká e Rodolffo vão se apresentar na final do "BBB21" Globo/João Cotta Karol Conká, Projota, Pocah e Rodolffo, já eliminados do "BBB21", serão os responsáveis pelas apresentações musicais da grande final do programa. Rodolffo terá ao seu lado seu parceiro na dupla sertaneja, Israel. O tradicional show de encerramento vai acontecer, pela primeira vez, direto do gramado da casa. E o trio finalista, que será anunciado neste domingo (2), vai acompanhar de camarote a retrospectiva de seus 100 dias na casa. O cantor Fiuk já tem vaga garantida na grande final, que acontece no dia 4 de maio. 'BBB dia 101': participantes da 21ª edição do reality show terão reencontro na casa Projota, Conká, Rodolffo e Pocah falam sobre a ansiedade para a apresentação Karol Conká: "Voltar à casa do BBB é revisitar um momento de vida que, como alguns outros – deixar a casa dos pais, lançar o primeiro disco, se tornar mãe –, marca um antes e um depois na minha história." "Foi o início de um processo de conquista de mais autoconhecimento e maturidade na forma de me relacionar com circunstâncias emocionalmente desafiadoras." Karol Conka no Palco Sunset do Rock in Rio 2019 Adriano Ishibashi/ Framephoto/ Estadão Conteúdo Projota: "Ainda não sei se meu coração vai aguentar. Vai ser especial demais reencontrar meus amigos e, mais uma vez, cantar em uma final de BBB, mas agora do meu BBB." (O cantor já se apresentou na final do "BBB18".) "Estou bastante empolgado por esse dia, que representa muito pra mim. Tenho certeza de que vai ser uma apresentação que eu nunca vou esquecer." Projota Divulgação Rodolffo: "Já virei muitas noites assistindo ao programa e, ao mesmo tempo, na espera incansável de ouvir uma música de Israel e Rodolffo tocando em uma festa do BBB." "Inesperadamente recebi o convite para participar desta edição, aconteceu tudo o que aconteceu e eu fico sem palavras para expressar o tamanho da felicidade de poder cantar, ao vivo, na final do reality. A gratidão a Deus, ao BBB e ao público é incalculável." Rodolffo, da dupla com Israel, em Goiás Reprodução/Instagram Pocah: "Vai ser uma emoção gigantesca me apresentar na final do programa, que tem uma importância enorme e marcou a minha vida e de todos que participaram." "Voltar cantando, levando o meu trabalho, é algo que me deixa sem palavras." "Fui surpreendida com essa notícia maravilhosa quando saí da casa e amei saber. Para mim é um presente. Quero fazer algo bem especial." Pocah chega para curtir o primeiro dia de Rock in Rio Marcos Serra Lima/G1 Semana Pop conta fofocas e tudo o que você precisa saber sobre os VIPs do 'BBB 21' Veja Mais

'BBB21': festa para Top 4 terá shows virtuais de Justin Bieber, Bebe Rexha, Luan Santana e Safadão

G1 Pop & Arte Alceu Valença, Daniel, Jota Quest, Bruno Martini, Tiësto, Meduza e David Guetta também estão na lista das apresentações remotas da última festa do reality. Camilla de Lucas, Fiuk, Gil e Juliette formam o Top 4 do "BBB21" Reprodução/Instagram Na noite deste sábado (1), Juliette, Gil, Camilla de Lucas e Fiuk terão uma festa especial, repleta de apresentações virtuais com artistas nacionais e internacionais no "BBB21". Alceu Valença, Luan Santana, Daniel, Jota Quest, Bruno Martini e Wesley Safadão são os nomes que farão shows remotos para o Top 4 do reality. 'BBB22' abre inscrições e terá entrevista virtual com candidatos A festa "Memórias", última da 21ª edição do programa, também terá atrações internacionais. São elas: Justin Bieber, Tiësto, Bebe Rexha, Meduza e David Guetta. "A comemoração do Top 4 vai acontecer no segundo andar da casa e proporcionar aos participantes reviver momentos marcantes de suas jornadas no 'Big Brother Brasil 21', especialmente aqueles que curtiram nas festas ao longo da temporada. A cenografia e os elementos decorativos vão dar o clima de bastidores da televisão", explicou a produção do reality. Fiuk já está garantido na grande final do "BBB21". Já Juliette, Gil e Camilla disputam as duas últimas vagas para o prêmio no programa. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Veja Mais

Marilyn Manson é processado por Esmé Bianco, atriz de 'Game of thrones', por estupro e tortura

G1 Pop & Arte Atriz que interpreta personagem Ros diz que cantor a drogou, estuprou e agrediu com chicote que ele disse ter sido usado por soldados nazistas. Ele é acusado de estupro por outras mulheres. Marilyn Manson, em foto de dezembro de 2019 Richard Shotwell/Invision/AP/Arquivo A atriz Esme Bianco, que interpreta a personagem Ros na série "Game of Thrones", entrou com um processo nos EUA contra Marilyn Manson, acusando o cantor de estupro e agressão. No começo de 2021, várias mulheres disseram ter sido vítimas de violência sexual do cantor, e este é primeiro caso a chegar à Justiça. Marilyn Manson disse em fevereiro que todos os relacionamentos foram consensuais, e negou as acusações. Marilyn Manson também é investigado pela polícia de Los Angeles pela acusação de ter abusado da sua ex-namorada, a atriz Evan Rachel Wood. Esmé diz ter sido drogada, agredida e estuprada Esmé Bianco em 'Game of Thrones' Divulgação O site "TMZ" e outros veículos tiveram acesso a documentos do processo. A atriz Esmé Bianco descreve que, em 2009, foi drogada, estuprada e agredida em uma sessão de tortura com um chicote que o cantor afirmou ter sido usado por soldados nazistas. Esta não é a única ocasião em que ela sofreu violência sexual de Marilyn Manson, segundo a acusação. "Estes atos incluíram golpes, mordidas, cortes e chicotadas, todas sem o consentimento da vítima", diz a acusação. A violência teria começado quando a atriz foi gravar o clipe de "I Want to Kill You Like They Do in the Movies", em que ela ficou quatro dias seguidos sendo agredida pelo cantor. Depois, ele levou Esmé Bianco da Inglaterra para os EUA para gravar um suposto filme de terror, que nunca foi finalizado, e voltou a agredi-la e estuprá-la em várias ocasiões, segundo a acusação. O ex-empresário do cantor, Tony Ciulla, também é acusado no processo de tráfico de pessoas, devido à viagem para suposta gravação nos EUA, onde ocorreram estupros e agressões. Evan Rachel Wood diz que foi abusada durante anos por Marilyn Manson Veja Mais

Fiuk é primeiro finalista do 'BBB21'

G1 Pop & Arte Cantor venceu prova de resistência após quase 11 horas. Juliette, Camilla e Gil se enfrentam no último paredão da temporada. Gil, Fiuk, Juliette e Camilla disputaram vaga para final 'BBB21' com prova de resistência Reprodução/Globo Fiuk é o primeiro finalista do "BBB 21". O cantor venceu nesta sexta-feira (30) a última prova de resistência da temporada. Ele e o economista Gilberto passaram mais quase 11 horas pendurados e rodando no local de prova, com momentos de água e calor intensos. Assim, Juliette, Camilla e Gil formam o último paredão desta edição do reality show. O mais votado deixa o programa no domingo (2). Os outros dois disputarão a final com Fiuk. O 'BBB21' termina na próxima terça-feira (4). O vencedor será anunciado ao vivo. Veja Mais

Pocah é a décima quinta eliminada no paredão do 'BBB21', com 73,16% dos votos

G1 Pop & Arte Cantora disputava eliminação nesta quinta-feira (29) com Gilberto (14,94%) e Camilla de Lucas (11,9%). Pocah no 'BBB21' Reprodução/Globo Pocah é a décima quinta eliminada do "Big Brother Brasil 21", nesta quinta-feira (29). Ela disputava a permanência no jogo com Gilberto (14,94%) e Camilla de Lucas (11,9%). Na reta final do reality show, a noite ainda tem a última prova da edição, de resistência, que garante ao vencedor um lugar na final. Veja lista completa dos 20 participantes iniciais A cantora foi para o paredão como a escolhida da última líder da edição, Juliette. Pocah então teve de escolher alguém para salvar e quem sobrasse completaria a disputa. Ao excluir Fiuk, sobraram Camilla e Gilberto. Leia mais: 'BBB21' quebra recordes do programa em menos de um mês; veja números das 21 edições Acadêmicos do BBB: jogadores estrategistas têm menos chance de ganhar o reality? Veja Mais

Rapper L7NNON fala de racismo e desabafa após levar ‘dura’ da polícia na Zona Sul do Rio: ‘Me cansa’

G1 Pop & Arte Cantor diz que foi parado em todas as blitzes por onde passou este ano. Segundo dados do ISP, o estado do Rio contabilizou 131 crimes de preconceito em 2020, maior índice registrado nos últimos 7 anos. Rapper L7NNON fala de racismo e desabafa após levar ‘dura’ da polícia na Zona Sul do Rio Seguidores do rapper carioca L7NNON têm visto uma cena recorrente em suas redes sociais: ele levando 'uma dura' da Polícia Militar. Em entrevista ao G1, L7nnon disse que está cansado de ser parado diariamente e afirmou que seu carro foi revistado em todas as blitzes que passou em 2021. O músico tem costume de sempre mostrar as abordagens para seus fãs. “Isso me cansa. Não é uma vez ou outra. Se eu passar em 10 blitzes no mesmo dia, eu vou ser parado nas 10 blitzes. Ou seja, isso é cansativo para mim. É cansativo para quem vê nas minhas redes, mas imagina para mim?”, afirmou o cantor. O rapper disse não saber mais o que fazer após ser abordado novamente na última segunda-feira (26). Ele voltava do surfe quando foi parado por uma equipe da PM na Avenida Niemeyer, Zona Sul do Rio. “Este ano, não teve nenhuma blitz que eu passei e o policial olhou e falou ‘pode ir lá’. Nenhuma vez aconteceu isso. Eu já nem sei o que fazer. Se deixar o vidro aberto, vou ser parado. Se fechar o vidro, vou ser parado. Se eu ligar a luz, vou ser parado. Eu sempre facilito, abaixo os quatro vidros, ligo a luz, dou boa noite, bom dia e boa tarde. Mas nunca funciona”, contou o rapper. As abordagens são tão frequentes que alguns policiais já o reconhecem. Em um dos episódios, o policial chegou a dizer que conhecia suas músicas. L7NNON aguarda revista policial em seu carro no Rio Arquivo Pessoal “Eu acho até engraçado, né? Teve uma vez, deve ter uns 3 ou 4 dias, que eu parei e fui descer do carro. Um policial virou para o outro e falou: ‘Vocês param esse moleque todo dia, deixa o cara ir embora’”, contou L7NNON ao G1. “Sempre a mesma coisa. Ele sempre pergunta o que eu faço, onde eu moro, para onde eu estou indo e no final, quando terminou de revistar o carro todo, ele falou ‘eu te conheço, conheço suas músicas, sucesso lá’. Eu falei ‘valeu’”, completou o cantor. A cara do ‘freio da Blazer’ L7NNON criou a música 'Freio da Blazer' Reprodução/Instagram Influenciado pelas constantes “duras” da Polícia Militar, o cantor escreveu a música “Freio da Blazer”. Ele explicou ao G1 que a música fala sobre o estereótipo de quem é abordado pelos agentes de segurança. “A Blazer era o carro que era da polícia há um tempo, tem uns anos. É uma expressão do tipo ‘você tem a cara de quem a polícia para’. Quando eu falo da cara do freio da Blazer, não estou falando do Lennon. Eu estou falando de todo mundo que tem esse estereótipo. Eu não passo despercebido nunca, eu sempre sou parado”, explicou. “Eu posso alcançar o patamar que seja. Posso ganhar Grammy, Oscar, Nobel. Independente disso tudo, eu vou continuar sendo a cara do freio da Blazer, continuar sendo parado e continuar tendo que provar que eu conquistei isso tudo”, completou. Apesar da situação, L7NNON diz que tenta levar a vida de forma tranquila e sempre faz questão de explicar que não fuma e não consome bebida alcoólica. “Ele [policial] nunca acha nada porque eu não fumo e eu não bebo também. Ou seja, eu não vou estar bêbado e não vai ter droga ou arma dentro do carro. (...) Muitas vezes eles perguntam de quem é o carro, em que nome está o carro. É só ele abrir o documento que vai ver que está no meu nome”. Recorde de crimes de preconceito no RJ Crimes de preconceito no RJ Anderson Cattai/G1 Um levantamento do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP/RJ), obtido pelo G1 com exclusividade pela Lei de Acesso a Informação (LAI), aponta que o RJ teve recorde no número de crimes de preconceito em 2020. O estado contabilizou 131 crimes de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional no último ano. Este é o maior índice registrado nos últimos sete anos. Só nos dois primeiros meses de 2021, foram feitas 32 notificações pela polícia do RJ. A infração é prevista no artigo 1º da Lei 7.716. RJ registra, em média, 2 casos de racismo por dia, aponta Dossiê de Crimes Raciais do ISP Referência de Racionais e ‘combo do preconceito' Foto postada por L7NNON na internet no dia do seu aniversário Reprodução/Instagram Em seu último aniversário, o cantor compartilhou no Instagram uma foto com a seguinte legenda: “Qualquer 27 anos contrariando estatísticas”. A frase tem como referência a música “Capítulo 4 Versículo 3”, dos Racionais MCs. Eles abordam o racismo nas letras das canções. L7NNON – que é cria de Realengo, na Zona Oeste do Rio - explicou que pessoas pobres contrariam as estatísticas quando fazem sucesso. O músico ainda disse ao G1 que existe o “combo do preconceito”. “O preconceito racial é muito forte no nosso país. E tem o preconceito de classe também. Se tu é pobre, se você é favelado, você sofre o preconceito também. Se você é preto, pobre e favelado, você vai sentir o combo do preconceito. Não tem como dizer que não tem. Se você andar na rua de olho fechado, você vai ouvir o preconceito e o racismo o tempo inteiro”, disse. “Por que toda vez eu tenho que provar que o carro que eu tenho é o meu carro? Que o dinheiro que está dentro do meu carro é o meu dinheiro? O dinheiro que eu conquistei e trabalhei para ter aquilo (...) Sendo que tem outras pessoas que passam por ali e eles não vão nem duvidar que aquilo é daquela pessoa”, completou. Rapper L7NNON Reprodução/Instagram O que diz a Polícia Militar Procurada pelo G1, a Polícia Militar informou que as "abordagens policiais fazem parte das rotinas de patrulhamento da corporação". Ainda de acordo com a polícia, as blitzes são realizadas "de forma dinâmica, com vistas a coibir ações de criminosos, conforme análise das manchas criminais". Veja Mais

'O Auto da Boa Mentira' estreia nos cinemas com humor e absurdo de Ariano Suassuna

G1 Pop & Arte Filme com Renato Góes, Leandro Hassum, Cássia Kis, Jesuíta Barbosa e Nanda Costa é dividido em quatro histórias baseadas nas entrevistas e frases do escritor. 'O Auto da boa mentira': Diretor e elenco explicam filme baseado em Ariano Suassuna "Na minha vida não acontece nada e eu gosto de contar histórias. Se eu não mentir, vou contar o quê?" Ariano Suassuna (1927-2014), um dos escritores e dramaturgos mais celebrados do Brasil, era também fascinado pela mentira. Não as grandes e maldosas, mas as pequenas e cotidianas. Nesta quinta (29), chega aos cinemas "O auto da boa mentira", um filme em quatro atos que celebram as mentiras preferidas do escritor, baseado nos causos divertidíssimos que ele contava em suas entrevistas e palestras. Trechos do jeito gostoso que Suassuna conta essas histórias, seja para um auditório lotado ou para o Jô Soares, estão no filme. Para Luís Miranda e Renato Góes, que aparecem em diferentes histórias do longa, esse tema cai como uma luva para o Brasil. "Essa ideia da mentira é uma coisa que o Brasil precisa tomar muito contato e saber identificar porque temos um movimento muito negativo e terrível por conta dessas colocações de inverdades, e esse resultado tem sido catastrófico. Acho que o filme chega bem porque ele é uma comédia que propõe também esse desnudamento da mentira", diz Miranda. "Espero muito que o público entenda essa mensagem e comece, também, a se interessar pela verdade." Renato Góes, que volta ao humor depois de anos fazendo drama, celebra a atualidade do tema. "Não há momento melhor para a gente lidar com humor do que trazendo a realidade na cara das pessoas. Vê quem quer." Pôster de 'O auto da boa mentira' Divulgação Um novo 'Auto da Compadecida'? O longa, gravado em 2018 e pronto desde abril de 2020, estreia nos poucos cinemas abertos no país. A aposta da equipe está em dois elementos: A ligação com "O Auto da Compadecida", grande sucesso do cinema nacional baseado na obra de Suassuna. O título do filme, inclusive, se encarrega disso. O primeiro nome escolhido era "O riso de Ariano", trocado em 2019; E o elenco estrelado: Leandro Hassum, Cássia Kis, Renato Góes, Nanda Costa, Jesuíta Barbosa, Luís Miranda, Jackson Antunes, Rocco Pitanga, Sérgio Loroza, Johnny Massaro, Sílvio Guindane, Letrux e até o galã gringo Chris Mason. O longa é dirigido por José Eduardo Belmonte ("Carcereiros: O Filme", "Entre Idas e Vindas") e tem roteiro de João Falcão ("O Auto da Compadecida"), Tatiana Maciel ("Filhos da pátria") e Célio Porto ("Louco por elas"). "O Ariano tinha muita fascinação por esse olhar inocente que, diante da diversidade, criava. É nesse sentido que ele falava da mentira. O perverso, que prejudica o outro e difama, ele não compactuava e não gostava. Mas quem inventava situações absurdas, que eram inocentes e sofriam as consequências por isso também, esses personagens interessavam muito a ele. Está muito na obra, né? 'O Auto da Compadecida' é exatamente isso. O Chicó é exatamente isso", explica o diretor. A busca por uma aproximação com a obra mais clássica de Suassuna é mais uma questão de marketing do que de conteúdo. "Até pelo nome, é óbvio querer aproximação, mas ao mesmo tempo, são histórias tão urbanas, é outro tipo de humor, menos férrico, é um humor em outra velocidade. Eu acho que a comparação é inevitável até porque a obra do Ariano tem muita personalidade, mas é uma nova leitura", diz Belmonte. Para compor o elenco, ele pensou em uma "seleção brasileira de estrelas" e ligou para todos os atores com quem sempre quis trabalhar. "Eram só cinco dias de gravação, foi fácil conciliar a agenda", conta. O único reforço gringo nesta seleção nacional é Chris Mason, de "Riverdale". Para dar conta, ele teve que aprender a falar português em pouquíssimo tempo, com a filha do diretor. "O Chris tinha feito uma série com o Bruno Barreto no Mato Grosso. E minha assistente de direção tinha trabalhado com ele. Eu falei 'olha, de repente a gente chama o Chris pra vir pro Rio e dá um jeito de ele ficar mais tempo depois, acho que ele vai curtir", conta Belmonte. Relatos selvagens e absurdos Leandro Hassum, Nanda Costa, Cássia Kis, Sérgio Loroza, Chris Mason, Luís Miranda e Letrux em cenas de 'O Auto da boa mentira' Helena Barreto Na tela, vemos quatro histórias muito diferentes, interligadas apenas pelo rastro podre da mentira. Na primeira, o personagem de Leandro Hassum é apenas um gerente de RH, mas, em meio à confusão de um seminário, é confundido com um comediante famoso. Ele se aproveita da mentirinha safada, mas inocente até conhecer a "femme fatale" interpretada por Nanda Costa. Em meia hora, tudo é resolvido e somos apresentados à família formada pelos personagens de Renato Góes e Cássia Kis. A mãe esconde um segredo do filho. Sua mentirinha leva o filho a ser enredado por mentiras e apuros maiores. A dupla está afiadíssima junta e garante bons momentos de humor esperto. Góes diz que aproveitou a oportunidade para fazer as pazes com o humor. "Eu pensava 'Meu Deus, não tenho mais o que fazer, só faço comédia'. Até na Globo, as primeiras novela que eu fiz eram só com personagens de comédia. E realmente eles não tiveram tanto destaque, as pessoas nem lembram que eu era o ator. Mas foi ótimo retomar esse encontro e chegar como uma coisa fresca." Assista ao trailer de 'O auto da boa mentira' No terceiro, um inglês vivido por Mason inventa que foi assaltado depois de faltar ao aniversário do personagem de Sérjão Loroza e acaba criando uma confusão com chefes do tráfico. E, por fim, personagens de vários figurões de novela e cinema do Brasil, Luis Miranda, Johnny Massaro, Silvio Guindane, Letícia Isnard, são os cínicos funcionários de uma agência de publicidade que se deslumbram com a Disney, prêmios, águas saborizadas e outras ostentações. E as pequenas e grandes mentiras de todos estão na mira da estagiária desastrada na festa de fim de ano da firma. Os pequenos contos são mais absurdos do que engraçados, com consequências muito maiores do que as pequeninas contadas por Ariano nas tais palestras. As pequenas lições características dos autos também estão lá, mas não tornam o filme um grande uma história chata de moral. A construção do longa lembra a de "Relatos selvagens", e o casamento final do filme argentino, com sangue, briga e quase morte, tem seu correspondente na festinha de confraternização de "O auto da boa mentira". Para Miranda, a semelhança com o filme argentino também é um ponto positivo. "A gente se surpreendeu no cinema com 'Relatos selvagens' porque achávamos que histórias picadas não interessavam, mas é muito perspicaz. Ainda mais quando for pro streaming, dá pra ver uma história por dia. A fragmentação é um caminho bem interessante para o cinema." As mentiras do elenco Em coletiva de imprensa, quatro dos atores, chegados nas boas mentiras, contaram as que mais os marcaram: Luís Miranda: "A boa mentira, a gente nem tem a maior, a gente vai trabalhando dissimuladamente. Pra mim, é 'já trabalhei com fulano', para aumentar o currículo. Às vezes, você não trabalhou, só pisou no fundo do filme." Renato Góes: "Abriu uma boate em Recife, eu tinha uns 15 anos. Meus amigos se reuniram para jogar bola e todo mundo comentando da boate. 'E aí 'Renato, tu foi?', e eu disse 'fui sim, fiquei ali na partezinha externa'. Não tinha essa parte, no outro dia eu fiquei com a fama de mentiroso entre os amigos." Jackson Antunes: "Sempre que eu chego na minha terra, chega alguém me pedindo dinheiro emprestado. A pessoa fala assim pra mim 'Ô, Jackson, eu preciso comprar uma fazenda que custa R$ 5 milhões, você pode me ajudar?'. E eu falo: 'Nesse mês não vou poder porque acabei de comprar uma fazenda de R$ 10 milhões'. E também sempre aumento as histórias da televisão e do cinema pra ficar mais interessante, né?" Leandro Hassum: "Eu sou muito mentiroso. Sempre falo para as pessoas que estou passando mal quando não quero ir às festas. Quando recebemos roteiro merda, a gente também diz: 'Eu adorei, mas tô sem tempo'." VÍDEOS: Semana Pop tem tudo sobre cinema e entretenimento Veja Mais

Após depressão, MC Brinquedo quer músicas good vibes: 'Já falei muita m..., quero coisas boas'

G1 Pop & Arte Funkeiro de 19 anos conta como superou traumas no fim do ano passado com ajuda de MC Kevin, MC Bin Laden e DJ Pedro. Mudança na carreira é inspirada nas irmãs pequenas. MC Brinquedo cresceu na mídia e fala sobre as dificuldades de amadurecer Divulgação Dando a letra do próprio sucesso desde pequeno, Vinicius Ricardo de Santos Moura, o MC Brinquedo, ficou preocupado quando passou por um período sem conseguir escrever uma letra sequer para lançar. “Não estava legal de escrever, não estava bem comigo, entendeu, não estava conseguindo... foi bem no início de tudo que aconteceu”, ele começa. Tudo que aconteceu parece não precisar de explicação para ele. Começou em agosto do ano passado, quando ele passou a receber comentários hostis sobre a aparência após uma harmonização facial. Os ataques virtuais seguiram e se intensificaram. Brinquedo decidiu então apagar a conta no Instagram e focar apenas no Facebook, onde a onda de críticas era bem menor. Os problemas se aprofundaram quando a autoestima afundou. “A gente fica olhando pro próximo e achando que o que o próximo está fazendo é o que tem que ser feito. Esse tempo me ajudou bastante a dar valor para quem eu sou, colocar minha cabeça no lugar” No fim do ano, o cantor chegou a postar mensagens que indicariam suicídio e deixou os seguidores e outros artistas preocupados. MC Brinquedo volta para rede social e lança música que fala sobre o impacto de pequenos julgamentos Reprodução/Instagram Foi depois de muitas conversas com amigos, com Deus e a família, que ele se recuperou e conseguiu retomar a carreira. Ele diz que não achou que seus desabafos tomariam tanta repercussão. Durante o tempo afastado das redes, ele teve muitos encontros com amigos do funk, incluindo Mc Bin Laden, que começou a carreira com ele. O agradecimento especial é a Mc Kevin, agenciado pelo mesmo escritório que ele. “O Kevin foi essencial, foi um dos moleques com quem eu mais fiquei nesse tempo que eu estava sozinho. Mas recebi apoio de vários amigos do trabalho, sempre me dando motivação, e da empresa, que ficou ao meu lado”. Outro ponto que ajudou Brinquedo a se reerguer foi ajudar a organizar o set do DJ Pedro, uma música em que vários MCs se reúnem pra rimar e improvisar juntos. “Na verdade, o Pedro não tinha set, ele só produzia. Ele tinha a vinheta dele marcada nas músicas. Eu que tive a iniciativa de puxar o primeiro set dele. Aí no quarto agora, eu participei de novo. Ele me pediu pra puxar o bonde de novo do set”, conta. Ele não quer só putaria Tudo ao seu redor é fonte de inspiração: seu coração, sua mente, histórias que amigos contam, histórias que eles não contam, mas ele percebe mesmo assim. “Eu procuro também escrever a música em terceira pessoa para as pessoas se identificarem mesmo. Que seja uma história minha, mas que eu consiga contar de uma forma que todo mundo vai se identificar.” Brinquedo tem dois ídolos bem distintos. Fora do funk, ele curte o som de Seu Jorge. “Eu gosto de ouvir mais músicas assim, entendeu?” Mc Brinquedo que focar carreira em músicas mais leves Divulgação E no funk, seu ritmo de profissão e coração, a inspiração é Mc Lon, de quem era fã há muito tempo. O funkeiro da zona leste já foi homenageado em pelo menos 2 músicas de Brinquedo. “Foi um cara que me ajudou bastante. Sem ele saber, me ajudou bastante. Hoje, eu sou amigo dele”, conta, entusiasmado. Brinquedo começou muito novinho cantando versos ousados sobre “roçar o peru”. Hoje, ele resolveu “mudar a linguagem” porque tem duas irmãs pequenas e "não quer que elas tenham essa referência" sobre ele. “Não quero limpar o que eu fiz, sabe, mas acho que eu já falei muita merda, agora eu quero falar coisas boas”, ele conta. Em suas últimas músicas, ele fala sobre o impacto de pequenos julgamentos na vida das pessoas ("Coisas da vida"), superação e papel social do funk ("É o funk"), amor e liberdade ("Blindado"), mas também tem uma sacanagenzinha comportada ("Rebola com vontade"). Veja Mais

Amanda Seyfried é eleita a mais bem vestida do Oscar 2021 por leitores do G1

G1 Pop & Arte Atriz de 'Mank' recebeu 24,4% dos votos, seguida por Viola Davis com 15,2% e Margot Robbie com 11%. Amanda Seyfried, indicada a melhor atriz coadjuvante por "Mank", no Oscar 2021 AP Photo/Chris Pizzello Amanda Seyfried foi eleita a mulher mais bem vestida do Oscar 2021 com 24,4% dos votos na enquete do G1. A americana indicada como melhor atriz coadjuvante "Mank" venceu com o longo e decotado vestido vermelho que usou na premiação neste domingo (25). Moda no Oscar 2021: vermelho, dourado e branco predominam entre os looks Veja FOTOS do tapete vermelho Viola Davis aparece em segundo lugar, com 15,2% do votos. A atriz de "A Voz Suprema do Blues" optou por um vestido branco. O terceiro lugar foi ocupado por Margot Robbie, com um vestido da Channel da coleção de 2010. A peça demorou cerca de 205 horas para ficar pronta. A atriz Zendaya escolheu um vestido amarelo com detalhe na parte da barriga. O modelo recortado, aliás, também foi usado por Carey Mulligan e Andra Day. Amanda Seyfried, Viola Davis, Margot Robbie, Laura Pausini e Zendaya foram as cinco atrizes mais bem vestidas no Oscar, segundo leitores do G1 AP Photo/Chris Pizzello Veja as dez mais votadas da noite: Amanda Seyfried - 24,4% Viola Davis - 15,2% Margot Robbie - 11% Laura Pausini - 10,7% Zendaya - 8,1% Carey Mulligan - 5,6% Maria Bakalova - 4,2% H.E.R. - 4% Halle Berry - 3,1% Regina King - 2,5% Looks de Carey Mulligan, Maria Bakalova, H.E.R., Halle Berry e Regina King completam top 10 do Oscar 2021 AP Photo/Chris Pizzello "Nomadland" é o grande vencedor do Oscar 2021, com três prêmios Veja Mais

Homem não nasce com déficit de álcool no sangue, afirma psiquiatra que inspirou 'Druk'

G1 Pop & Arte Filme da Dinamarca venceu o Oscar de Melhor Filme internacional. Médico teria afirmado que o homem nasce com um déficit de 0,5% de álcool no sangue. Thomas Vinterberg, diretor de "Druk - Mais uma rodada", com o Oscar de melhor filme estrangeiro AP Photo/Chris Pizzello Um dia depois da vitória no Oscar do filme dinamarquês "Druk - Mais Uma Rodada", o psiquiatra que supostamente inspirou o longa-metragem voltou a desmentir a teoria atribuída a ele, a de que o homem nasce com déficit de álcool no sangue. Vencedor do Oscar na categoria de filme internacional, a obra do cineasta dinamarquês Thomas Vinterberg mostra quatro professores que exploram os efeitos da embriaguez. Dinamarquês indicado ao Oscar explica filme sobre viver bêbado: 'Reflexão sobre quão difícil é viver' 'Druk - Mais uma rodada' mostra crise de meia-idade com humor, álcool e melancolia; G1 já viu Assista ao trailer de 'Druk - Mais uma rodada' Na origem da experiência está uma suposta teoria atribuída ao filósofo e psiquiatra norueguês Finn Skårderud, que teria afirmado que o homem nasce com um déficit de 0,5% de álcool no sangue. Uma "fake news" nascida de uma "leitura seletiva do prefácio que ele escreveu para a tradução norueguesa de "Os efeitos psicológicos do vinho", do italiano Edmondo de Amicis, reiterou nesta segunda-feira Skårderud. Mads Mikkelsen em cena do filme 'Druk' Divulgação "Na primeira página escrevi que após uma taça ou duas taças, sim, vida é muito boa, pensamos que talvez tenhamos nascido com um déficit de 0,5g", explicou à rádio norueguesa NRK. "Mas no parágrafo seguinte, eu rejeito a teoria por completo", disse. Esta interpretação equivocada de suas palavras o deixou preocupado. "Inicialmente foi um pouco desconfortável porque, afinal, sou médico, psiquiatra, trato pessoas que sofrem de dependência, encontro as famílias", afirmou a NRK. Mas a pequena notoriedade rendeu um contato de Thomas Vinterberg e ele virou uma "espécie de consultor" durante as filmagens de "Druk", que considera um filme "equilibrado". Veja Mais

Oscar 2021: Anthony Hopkins presta homenagem a Chadwick Boseman e diz que não esperava prêmio de Melhor Ator

G1 Pop & Arte Na manhã desta segunda-feira (26), horas após a premiação, ator publicou vídeos nas redes sociais. Anthony Hopkins, candidato a um Oscar de melhor ator por seu papel no filme “Meu pai” Divulgação Anthony Hopkins usou as redes sociais para agradecer ao prêmio de Melhor Ator no Oscar 2021. Na noite deste domingo (25), ele venceu a categoria por sua elogiada interpretação de um idoso que sofre de demência no filme "Meu Pai", dirigido por Florian Zeller. Oscar 2021: Veja lista completa de vencedores Anthony não esteve na premiação, mas publicou um vídeo no Instagram, horas após a conquista, no qual explica que está em sua casa, no País de Gales, agradece à Academia e sua família, diz que não esperava vencer a categoria e presta homenagem a Chadwick Boseman, com quem concorria na categoria. Após vencer Oscar de Melhor Ator, Anthony Hopkins diz que não esperava prêmio "Aos 83 anos de idade, eu não esperava receber esse prêmio. Eu realmente não esperava. Estou muito agradecido à Academia", afirma o ator. Hopkins ainda segue: "Quero prestar homenagem a Chadwick Boseman, que foi tirado de nós tão cedo". "Novamente, agradeço muito a todos. Eu realmente não esperava por isso. Me sinto muito privilegiado e honrado." Com a vitória, aos 83 anos, Hopkins se tornou o ator mais velho a ganhar um Oscar. Antes, o recorde era de Christopher Plummer, que venceu como coadjuvante por "Toda Forma de Amor" (2010). Initial plugin text 'Meu pai' comove com drama familiar em fuga dos clichês com Hopkins impecável; G1 já viu Hopknis superou o falecido Chadwick Boseman, cujo papel em "A Voz Suprema do Blues" lhe rendeu um Globo de Ouro póstumo após sua morte por câncer aos 43 anos. Além disso, ele desbancou Riz Ahmed ("Som do Silêncio"), Gary Oldman ("Mank") e Steven Yeun ("Minari"). Oscar 2021: Anthony Hopkins vence o prêmio de Melhor Ator Veja Mais

Cassiano, compositor da música 'Primavera', morre aos 77 anos

G1 Pop & Arte Autor da faixa conhecida na voz de Tim Maia, ele estava internado havia um mês no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Capa do álbum 'Apresentamos nosso Cassiano', de Cassiano Reprodução O cantor e compositor Genival Cassiano dos Santos, o Cassiano, morreu nesta sexta-feira (7) aos 77 anos no Rio. Ele estava internado desde o fim do mês passado no Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte. A morte foi confirmada às 16h30. (CORREÇÃO: o G1 errou ao informar que a causa da morte de Cassiano foi Covid-19. Na verdade, ele não morreu devido à doença, e a causa da morte não foi divulgada. A reportagem foi corrigida às 21h50.) Trajetória Cassiano veio para o Rio de Janeiro em 1960 Reprodução Genival Cassiano veio da Paraíba para o Rio em 1960. Era fã de João Gilberto e começou em um trio de Bossa Nova. Ele foi criador de um estilo vocal conhecido como Brazilian Soul, mas Cassiano gravou poucos discos como cantor. Cassiano compôs diversos sucessos da música brasileira, os principais gravados pelo Tim Maia, como "Primavera" e "Eu amo você". Suas músicas também foram gravadas por Marisa Monte, Djavan, Ivete Sangalo. Entre seus maiores sucessos estão "A lua e eu", da trilha sonora da novela O Grito (TV Globo, 1975 / 1976) e "Coleção" que virou sucesso nacional ao ser propagada em 1977 na trilha de outra novela da TV Globo, Locomotivas. Assista abaixo o vídeo sobre Cassiano e a Black Rio na coluna de Nelson Motta no Jornal da Globo. Música black de Genival Cassiano ainda influencia muitos artistas Veja Mais

Rafa Kalimann fala sobre críticas e memes após estreia de programa: 'Já sabia que isso ia acontecer'

G1 Pop & Arte Ao G1, ex-BBB fala sobre preparação para o 'Casa Kalimann' e elogia episódio gravado com ex-marido, o cantor Rodolffo. 'Foi divertido, leve, superdescontraído.' Um mês após deixar o "BBB20", reality no qual saiu vice-campeã, Rafa Kalimann assinou contrato com a Globo. O acordo envolvia a realização de um sonho da influencer em trabalhar como atriz. Mas os planos mudaram e, antes de estrear na dramaturgia, Rafa ganhou um programa para chamar de seu. Ou melhor, de sua casa. "Casa Kalimann" estreou no Globoplay, no final de abril, e serão 13 episódios no total. Logo no início, a apresentadora recebeu críticas e virou meme nas redes sociais. Em conversa com o G1, ela afirma que já estava preparada para isso. "Já sabia que isso ia acontecer, porque a gente não agrada todo mundo. E a gente está vivendo um momento da nossa sociedade em que as pessoas, buscam, cavucam, precisam encontrar motivos para criticar. Até mais do que para enaltecer. É uma necessidade de muitos nas redes sociais." "Estou muito focada no lado bom, no feedback da minha equipe, que está todo mundo feliz e anestesiado, dos meus seguidores, que são pessoas que gostam de mim. Do direct tem muito comentário legal e estou muito focada nisso." Talk show ou game show? No "Casa Kalimann", além de entrevistar seus convidados, a apresentadora os convida para participar de alguns games. Assim, Rafa prefere não rotular o gênero da atração e o define apenas como programa de entretenimento. "Eu acho que o programa está tão amplo, tão aberto. A gente foi tão entregue pra fazer ele acontecer... Prefiro não rotular." "A gente teve convidado que cantou, teve convidado que tentou dançar, que tentou cantar, que tentou ter um pouquinho de tudo." Além do episódio que já foi ao ar com Rafael Portugal, Kalimann já gravou programas com a atriz Juliana Paes e com as cantoras Simaria e Luisa Sonza. Um dos episódios também conta com a participação de seu ex-marido, o cantor sertanejo e também ex-BBB Rodolffo. "Foi muito divertido. Eu acho que é um dos programas mais engraçados até justamente por isso. A gente já tem uma amizade, então não foi algo distante da nossa relação. Foi leve, superdescontraído, a gente riu da cara um do outro, foi muito bom." Rafa Kalimann Divulgação Aulas, cria Kalimann conta que desde que assinou contrato com o Globo, teve acompanhamento para preparação de voz e atuação. "E quando veio a ideia do projeto em novembro do ano passado, a gente começou a focar muito nesse lugar do programa, de apresentar, entrevistas e tudo mais." "Não vou nem te falar que teve um laboratório específico. Foram mais essas aulas mesmo. E é obvio que peguei várias inspirações, estudei alguns programas. Mas acho que foi muito mais livre, lapidando meu jeito, quem eu sou." Rafa Kalimann relembra trajetória no BBB 20 Rafa conta que, nesse período, fez um estudo com diversos programas. Mas ela garante que fez questão de não buscar inspiração direta em nenhuma outra apresentadora. Durante o processo de pesquisa, Kalimann diz que ficou surpresa com o número de mulheres apresentadoras de programas de diversos formatos. "Fiquei surpresa com o quanto nosso país é rico nisso. O quanto a mulher, nesse lugar, é grande. Xuxa, Angélica, Eliana, Fátima [Bernardes], Ana Maria [Braga], Tatá Werneck, Maisa, tem tantas... Tantas mulheres incríveis que fazem esse trabalho no país hoje." "Fui estudando um pouquinho de cada, por curiosidade mesmo. Porque eu fico muito feliz de ter tantas mulheres pra me inspirar, pra me motivar, pra abrir portas pra esse espaço." Questionada se entrou em contato ou recebeu conselhos de alguma apresentadora que fez parte de seu projeto de estudo, ela cita duas. "A Fátima me deu [conselhos] no dia que fui no programa dela, conversou muito comigo. Mas tenho amizade com a Tatá [Werneck], por exemplo, a gente sempre conversa. Com a Maisa também. Mas não conversei nada específico sobre o programa, não." Muita preparação antes de estrear Rafa Kalimann Divulgação Rafa se preparou bastante, mas não mexeu em nada em seu sotaque. "Eu sou essa menina do triângulo mineiro, que tem muito sotaque", diz a apresentadora nascida em Campina Verde (MG). Sotaque carregado ganha reality? 'BBB21' reacende discussão sobre 'caipirice' fake e preconceito "Acho que não seria Casa Kalimann se eu não fosse eu mesma. A gente fez um trabalho nesses últimos meses pra tirar [o sotaque] caso eu faça um personagem, que aí eu preciso tirar porque estou me abrindo pra representar uma outra pessoa. Mas para o programa, não." "A gente queria que realmente fosse sincero, um programa muito honesto do que eu sou, do meu jeito. Decidi que seria assim mesmo, que eu fosse eu mesma com meu jeito de falar, até rápido, enrolado. Eu desencanei." E a parte psicológica? Teve alguma preparação para lidar com esse novo projeto e uma visibilidade cada vez maior? "Eu fiz uma que se chama Big Brother Brasil. Te prepara pra tudo, menina", diz ela, brincando. "Eu tô rindo, mas acaba que é uma verdade. A gente se expõe tanto, que as coisas que são ditas a gente começa a aprender a digerir diferente. Não que não doa, que a gente não sinta, nós somos humanos. Se eu não sentir, vou ser fria demais e nem quero chegar nesse lugar." “Mas a gente começa a aprender quando é uma crítica só porque tem necessidade de criticar ou quando é uma crítica que a pessoa te quer bem, quer ver você melhorar, evoluir." Além do BBB, Rafa faz terapia há quatro anos. "É fundamental na minha vida. Não abro mão de jeito nenhum." Veja Mais

Maratona de adolescentes que querem ser estrelas do K-pop inclui mil horas de ensaios e cinco horas de sono por noite

G1 Pop & Arte Sessões de malhação, aulas de canto e reuniões de promoção também fazem parte da rotina de artistas que sonham em seguir os passos do BTS. Integrantes da banda Blitzers ensaiam performance de dança Jung Yeon-je / AFP Um grupo de adolescentes vai alcançar, na próxima semana, o clímax de um processo de mil horas de ensaios ao se lançar no implacável mercado de K-pop (pop coreano), na esperança de se tornar o próximo BTS. Depois de três anos de ensaios, os Blitzers, um septeto - como o fenômeno musical BTS que liderou as paradas da Billboard dos Estados Unidos no ano passado - vão apresentar seu trabalho em apenas três minutos de música - canto e dança - na esperança de se tornarem astros. A rotina, sempre intensa, é muito exigente nas semanas que antecedem o debut, a estreia. Sessões de malhação, aulas de canto, reuniões de promoção e cerca de 10 horas de prática de dança madrugada a dentro. O programa permite que eles durmam menos de cinco horas por noite em sua casa compartilhada em Seul. Integrante da banda Blitzers na casa que compartilha com outros membros do grupo, em Seul Jung Yeon-je / AFP Em um estúdio de ensaio com espelhos, os sete jovens se preparam para os compassos de seu primeiro single, "Breathe Again", supervisionados por diretores e coreógrafos. Os Blitzers se lançam em uma coreografia rápida e sincronizada e quando a música atinge seu auge, eles se juntam em uma linha fazendo as poses características do pop coreano. Onda coreana O K-pop é o maior e mais recente exemplo da chamada "onda coreana", à medida que a cultura popular sul-coreana ganha reconhecimento no exterior, personificada pelo sucesso mundial da boy band BTS. O fenômeno traz bilhões de dólares para a 12ª economia do mundo, e as gravadoras reúnem e lançam dezenas de grupos todos os anos. O Blitzers foi criado pela Wuzo Entertainment, uma gravadora de Seul que investiu cerca de 1 bilhão de won (US$ 900 mil) no grupo e está apostando em seu sucesso. Os benefícios potenciais são enormes. A agência por trás da banda BTS, Big Hit Entertainment, rebatizada de Hybe, abriu o capital no ano passado e agora tem uma capitalização de mercado de mais de US$ 7 bilhões. Mas o processo é cansativo e a indústria do K-pop é acusada de consumir jovens promissores, já que apenas uma pequena minoria sobrevive até a fama. O Blitzers, como outros grupos semelhantes, tem poucas chances de chegar ao estrelato e ir mais longe do que o mini-álbum de seis canções que lançará. Seus integrantes têm entre 17 e 19 anos e foram recrutados em sua maioria enquanto ainda estavam na escola. Preparação para ser astro de k-pop também inclui rotina de malhação. Integrante da banda Blitzers mostra treino Jung Yeon-je / AFP Rigoroso processo Um rigoroso processo de seleção reduziu os trinta candidatos iniciais a uma dezena que se mudou para a casa compartilhada para a fase final e de onde emergiram os sete membros definitivos que enfrentaram a fase final de preparação. Mas mesmo os sobreviventes do longo processo eliminatório têm sentimentos contraditórios. Choi Jin Hwa, de 19 anos, diz que viu cerca de 20 de seus colegas serem despedidos, mas nunca se acostumou a vê-los partir. A disciplina é implacável: Wuzo determina a que horas eles se levantam, quando e o que comem, como se maquiam e quando vão dormir. O controle de peso é constante. "Nós os proibimos de comer lanches à noite", explica o empresário Oh Chang Seok, que mora com o grupo. No ano passado, o ex-ídolo do Nine Muses, Ryu Sera, comparou o processo a um "sistema de produção em massa semelhante a uma fábrica". Mas Kim Jin-hyung, co-CEO da Wuzo Entertainment, descarta estas críticas como "unilaterais". É preciso lembrar - acrescenta - que "a cada ano, mais de 50 grupos são lançados no mercado e apenas alguns persistem" após algumas semanas. "Não podemos ajudar aqueles que tiveram a chance de melhorar, mas que não conseguiram acompanhar os outros. Temos que apresentar o melhor ao público", rebate o gerente Oh Chang Seok. Integrantes da banda Blitzers compartilham casa, em Seul Jung Yeon-je / AFP Veja Mais

O Assunto #446: Quando Paulo Gustavo nos fez chorar

G1 Pop & Arte A morte do ator e humorista, estrela do maior sucesso de bilheteria da história do cinema brasileiro, entristece um país machucado pela pandemia. Ele deixa um marido, dois filhos, um enorme legado artístico e grande contribuição à pauta LGBTQIA+. Você pode ouvir O Assunto no G1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou no sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. A morte do ator e humorista por Covid-19, aos 42 anos, entristeceu ainda mais um país machucado, ao qual ele só deu alegria. Neste episódio, Renata Lo Prete conversa com o jornalista e escritor Chico Felitti sobre a trajetória do responsável pelo maior sucesso de bilheteria da história do cinema brasileiro -- a série de três filmes “Minha Mãe é uma Peça”. E sobre sua principal personagem, Dona Hermínia: “Uma mulher batalhadora, amorosa e combativa. Um arquétipo de mãe que conversa com todas as mães do Brasil”, resume Chico. Ele define Paulo Gustavo como “um Mazzaropi deste século, que fazia um humor tipicamente brasileiro”. Fala ainda do sonho interrompido do ator -- que planejava encarar também papéis dramáticos -- e de seu modo de fazer avançar a pauta LGBTQIA+. “Não era só humor. Ele comeu o país todo pelas beiradas. Não mostrou beijo gay no filme, mas mostrou uma mãe ensinando à criança que a aceitação é o caminho, independentemente do que ela seja”, analisa Felitti. “Era uma forma doce de lutar”. O que você precisa saber: Luto: Paulo Gustavo morre de Covid no Rio, aos 42 anos Covid: o que é embolia gasosa disseminada Repercussão: famosos e artistas lamentam Cerimônia restrita: corpo será cremado nesta quinta 'Minha mãe é uma peça': como o ator conquistou o Brasil Vídeo: mãe foi inspiração na carreira e na vida Trajetória: comediante bateu recordes nos últimos anos Linha do tempo: brilhou no teatro, na TV e no cinema O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Glauco Araújo, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Nesta semana colaborou também Ricardo Gallo. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. Veja Mais

Paulo Gustavo: onde assistir a filmes e séries do ator

G1 Pop & Arte Veja onde assistir aos filmes da série 'Minha Mãe é uma Peça' e outras obras do ator Paulo Gustavo, que teve complicações da covid-19 e morreu aos 42 anos. Paulo Gustavo interpreta a personagem Dona Hermínia Globo/Victor Pollak A imagem do ator Paulo Gustavo no papel de Dona Hermínia conquistou o Brasil. A personagem, inspirada em sua mãe, Déa Lúcia, foi interpretada por ele no teatro e em três filmes da série "Minha Mãe é uma Peça". O "Minha Mãe é uma Peça 3", terceiro filme da franquia de sucesso baseada na peça de teatro de mesmo nome, se tornou a maior bilheteria do cinema nacional no ano passado, arrecadando R$ 143,9 milhões. FOTOS: a carreira e da vida VÍDEOS: a mãe como inspiração REPERCUSSÃO: famosos e artistas lamentam 'MINHA MÃE É UMA PEÇA' : como o ator conquistou o Brasil TRAJETÓRIA: comediante bateu recordes nos últimos anos LINHA DO TEMPO: brilhou no teatro, na TV e no cinema Apesar do incrível sucesso de Dona Hermínia, a obra de Paulo Gustavo não se resume a esta personagem. Entre outros trabalhos, ele também fez a série "220 Volts", a série "Vai que cola" e o filme "Os Homens São de Marte... E é pra Lá que Eu Vou!". Aos 42 anos, o ator morreu nesta terça-feira (4) devido a complicações da covid-19, depois de quase dois meses internado em um hospital do Rio de Janeiro. Paulo Gustavo deixa o marido, Thales Bretas, e os filhos gêmeos, Gael e Romeu, que têm um ano de idade. Abaixo, veja onde assistir às principais obras de Paulo Gustavo disponíveis em streaming: "Minha Mãe é Uma Peça 3: O Filme" (2019) - Telecine, Google Play e Apple TV Paulo Gustavo em cena de 'Minha Mãe é uma Peça 3' Divulgação Sinopse: Após ter um piripaque, Dona Hermínia recebe duas notícias: Marcelina está grávida de um cara que mal conhece e Juliano está noivo. Sofrendo ao ver que seus filhos já estão formando suas próprias famílias, ela decide focar nos preparativos para o casamento. Com o apoio de sua diarista e de suas irmãs, a matriarca terá que driblar a sogra de seu filho, além de lidar com as novas investidas de seu ex-marido. Minha Mãe é Uma Peça 2: O Filme (2016) - Globoplay, Telecine, Looke e Apple TV Mariana Xavier, Paulo Gustavo e Rodrigo Pandolfo em cena de 'Minha mãe é uma peça 2' Divulgação Sinopse: A vida de Dona Hermínia vira de cabeça para baixo quando Marcelina revela que vai se mudar para São Paulo. Tentando lidar com o fato de a filha não estar mais debaixo de suas asas, tudo piora quando Juliano quer seguir os mesmos passos da irmã. "Minha Mãe é Uma Peça: O Filme" (2013) - Globoplay, Telecine, Now, Google Play, Apple TV Paulo Gustavo, Alexandra Richter e Patricya Travassos em cena do terceiro 'Minha mãe é uma peça' Divulgação Sinopse: Dona Hermínia é uma mãe dedicada. Talvez até demais para o gosto de seus filhos, que a consideram chata. Desprezada, ela decide passar um tempo na casa de sua tia para desabafar e relembrar o passado. "Minha Vida em Marte" (2018) - Telecine, Globoplay, Google Play, Looke e Apple TV Paulo Gustavo e Mônica Martelli em cena de 'Minha Vida em Marte' Divulgação Sinopse: O casamento de Fernanda está em crise. Quando o divórcio acontece, ela conta com seu fiel amigo Aníbal na jornada de busca por si mesma. Os dois vão da diversão às reflexões. "Vai Que Cola: O Filme" (2015) - Telecine e Globoplay Paulo Gustavo em cena de 'Vai Que Cola' Divulgação Sinopse: Após ser vítima de um golpe, Valdomiro se muda para a pensão da Dona Jô. Mas ele recupera sua cobertura no Leblon, e agora vai ter que levar junto todos os moradores da pensão. "Os Homens São de Marte... E é pra Lá que Eu Vou!" (2014) -Telecine e Globoplay Paulo Gustavo e Mônica Martelli em cena de 'Os Homens São de Marte... e é para lá que eu vou' Divulgação Sinopse: Fernanda, de 39 anos, trabalha organizando cerimônias de casamento, e é solteira. Forte devota do amor, ela está à procura do par perfeito. Paulo Gustavo na Estrada - Globoplay, Now, Vivo Play Sinopse: Série mostra os bastidores da turnê 2013 dos espetáculos de Paulo Gustavo pelo Brasil. 220 Volts - Globoplay Paulo Gustavo como Senhora dos Absurdos Divulgação/Multishow Nesta série com cinco temporadas, Paulo Gustavo interpreta seus melhores personagens, como Dona Hermínia, Senhora dos Absurdos, Mulher Feia, Sem Noção, Nerd e muito mais. Initial plugin text Veja Mais

Juliette, o musical: ouça músicas cantadas por ela no BBB21, do gospel e MPB ao pop e forró

G1 Pop & Arte Ouça os trechos da cantoria de Juliette no Big Brother e veja lista com os detalhes de cada performance. G1 reúne músicas cantadas em festas e também sem o acompanhamento de música. Juliette, a melhor cantora do BBB? G1 analisa performance dela Juliette sai do BBB21 com o prêmio de R$ 1,5 milhão, mas pode ter saído também com uma carreira de cantora. O caminho para lançar álbuns e fazer lives e shows foi pavimentado por músicas cantadas em festas e também a capella, sem o acompanhamento de música. Ouça os principais trechos da cantoria de Juliette no podcast abaixo e veja uma lista com os detalhes de cada performance: ‘Teus Planos’ (Juninho Cassimiro) Estilo: Gospel Onde: Castigo do monstro Vestida como guarda de trânsito, ela canta o hino de louvor para se distrair enquanto cumpre a tarefa. O canto tem um pouco de soprosidade (às vezes sai ar, não voz) e é muito suave. ‘Silêncio das estrelas’ (Lenine) Estilo: MPB Onde: Sentada na rede Próxima de Camilla de Lucas, ela canta de olhos fechados sem fazer muito esforço. Com pausas maiores do que as da versão original, o canto agudo parece uma oração. ‘Bixinho’ (Duda Beat) Estilo: Pop Onde: Cozinha Tomando café, ela faz um feat com Gil do Vigor. O canto é descompromissado, teatral e com sotaque propositalmente carregado. Gilberto elogia a voz da amiga: “Que voz linda”. Juliette em capa de álbum feita pelo G1 que poderia ser de pop good vibes Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação ‘Deus me proteja’ (Chico César) Estilo: MPB Onde: Festa A música começa a tocar e ela fica emocionada. Ela dubla o começo, mas depois canta por cima da voz de Chico César. O canto é um pouco mais gritado, porque ela está empolgada. ‘Dona Cila’ (Maria Gadu) Estilo: MPB Onde: Na área externa Sozinha, ela canta muito, muito baixinho. É uma das versões mais melancólica e em que ela está mais concentrada e isolada das demais pessoas da casa. ‘Sozinho’ (Caetano Veloso) Estilo: MPB Onde: Varanda e festa Há uma versão com violão em uma festa e outra a capella em feat com Fiuk. Nas duas, ela faz uma performance contida e doce no estilo barzinho e violão. Juliette em capa de álbum fictícia Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação ‘Você não vale nada’ (Calcinha Preta) Estilo: Forró Onde: Chuveiro Brincando enquanto toma banho, ela usa o refrão do hit forrozeiro para flertar com Rodolffo. O sertanejo estava observando. É uma versão divertida, com risadas e falta de fôlego. ‘Disparada’ (Jair Rodrigues) Estilo: MPB Onde: Cozinha Em performance teatral e empolgada, ela mostra muita afinação e vocal potente. Rodolffo comenta que ela tem técnica apurada, mesmo sendo autodidata. ‘Me usa’ (Banda Magníficos) Estilo: Forró Onde: Cozinha Todos brincam de cantar e batucar, quando ela puxa esse hit do forró. Talvez seja a melhor performance e a que está mais à vontade. Ela passeia por graves, agudos e médios. Juliette em capa de álbum de forró criada pelo G1 Divulgação/Lara Imperiano e Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 ‘É proibido cochilar’ (Os 3 do Nordeste) Estilo: Forró Onde: Cozinha Ela faz percussão com um garfo e uma faca, enquanto canta. Juntos dela, Sarah e Gil dançam e gritam, no auge do G3. A performance é mais diversão do que afinação. ‘Eu sei de cor’ (Marília Mendonça) Estilo: Sertanejo Onde: Festa Rodolffo começa no gogó e no violão e depois passa o microfone para Juliette. Depois, ela passa a vez para Caio. Ela canta com muita afinação, mas às vezes erra a respiração. A versão mais alternativa da discografia de Juliette, em capa criada pelo G1 Daniel Ivanaskas/Guilherme Gomes/G1 e Divulgação ‘Medo Bobo’ (Maiara e Maraísa) Estilo: Sertanejo Onde: Festa É quase uma aula dada por Rodolffo. Juliette canta muito bem, mas um pouco gritado e sem uma respiração 100% correta. “Respira pela boca”, diz ele. Ela melhora ainda mais o canto. ‘Triste Louca ou Má’ (Francisco, El Hombre) Estilo: Pop rock Onde: Vários lugares É provavelmente a música mais cantada. Ela canta com João na sala, de mãos dadas com todos emocionada na área externa e também lavando louça. A performance é segura e doce. Veja Mais

Hey, brother: Você sabe tudo sobre o 'BBB21'? Faça o teste

G1 Pop & Arte Edição mais longa do reality teve briga, beijo e muita fofoca. Programa acaba nesta terça (4) com Fiuk, Juliette e Camilla de Lucas na disputa por 'R$ 1,5 milhão. 'BBB 21': Você sabe tudo dessa edição do reality? Veja Mais

Após eliminação na reta final do 'BBB21', Gilberto participa do 'Mais Você'

G1 Pop & Arte Economista foi o último eliminado da temporada do reality show após paredão contra Juliette e Camilla. Dupla disputa final com Fiuk. Gilberto no paredão do 'BBB 21' deste domingo (2) Reprodução/TV Globo Último eliminado do "BBB21", Gil participou do "Mais Você" na manhã desta segunda-feira (3). O economista deixou o jogo na reta final do reality após disputar paredão contra Juliette e Camilla de Lucas. Logo no início da conversa, Ana Maria afirmou que não esperava ver o brother nesta segunda-feira (3). "Não estava preparada pra esse encontro. Achei que fosse te ver só daqui uns três dias." "Estou emocionado com o que vi. Não tenho palavras, só alegria. Todo mundo me aceitando, me acolhendo, foi muito bom", afirmou Gil sobre o carinho recebido. O economista também falou sobre o retorno que teve de sua mãe após a saída do reality. "Minha mãe sempre foi minha parceria. Eu sempre tinha um receio [lá dentro do jogo]: será que ela está orgulhosa de mim? Era minha maior preocupação", afirmou Gil, contando ainda que fez tudo o que a mãe pediu para ele não fazer dentro da casa. "Minha mãe virou fenômeno na internet. Estou muito feliz. Meu maior prêmio. Não tem R$ 1,5 milhão que pague minha mãe olhar pra mim e dizer que estava orgulhosa, que fui muito amado. Pra mim, já estou com mais de R$ 1,5 milhão. Mas também quero ganhar R$ 1 milhão, então vamos trabalhar." Gil ainda contou que esperava que seria eliminado nesse paredão e relembrou do sonho que teve indicando que deixaria a casa em uma berlinda contra duas mulheres. O economista ainda falou sobre a surpresa com os números de rejeição que eliminou participantes como Karol Conká, Nego Di e Viih Tube com números recordes. "Não imaginei que essa rejeição aconteceria. Se eu passar 50 anos assistindo BBB, vigorando ali, estudando, e for pra próxima edição, ainda assim, tudo o que a gente sabe não vai ser capaz de nos privar de erros. É um negócio de doido", analisou. Relações dentro da casa Ao falar sobre a relação com Juliette, com quem Gil teve momentos de parceria e de brigas, ele afirmou: "Sou uma pessoa que tudo é paranoia. Como tenho uma boca desse tamanho, tudo o que vinha na cabeça, eu falava. Eu poderia ter pensado mais, refletido mais, julgado menos. Não só a Ju, outras pessoas também". Gil se emocionou ao rever algumas cenas com Sarah e afirmou que a amizade entre eles deve se prolongar para além do jogo. "Quando entrei, falei: ‘amigo tenho lá fora, quero R$ 1,5 milhão. Mas lá dentro a gente descobre que as relações são reais, sim. Minha parceira, amo demais. Ela era meu porto seguro. É alguém que vai pra minha vida toda." "Se pude contar com ela no jogo, com uma disputa de R$ 1,5 milhão, sei que vou poder contar com a Sarah pra qualquer coisa que eu precisar." O economista tambpem falou sobre sua amizade com Fiuk e desmentiu qualquer interesse amoroso no cantor, mesmo ter dito em uma das festas da casa que estava apaixonado por ele. "Eu amo aquele menino, Ana. De verdade. Ele é muito especial, tem um coração maravilhoso. Ele não era compreendido. E vi o coração dele e não tinha com não me abraçar com ele." "Amor. É amor verdadeiro. Mas a parte carnal, eu confundia por causa da carência. Aqui vai ser meu amado, com muito carinho, mas não tem nada de relacionamento. Amor, respeito, e o carinho é muito sincero." Superfãs do BBB deixam até de ver o programa para votar 9 mil vezes em um mesmo paredão Veja Mais

G1 Ouviu #139 - Juliette, a melhor cantora do BBB21... Maquiadora pode virar popstar após o reality?

G1 Pop & Arte Em uma edição com Projota, Karol Conká, Pocah, Rodolffo e Fiuk, uma cantora amadora virou aposta musical do Big Brother. G1 analisa performances e futuro Juliette Freire na música. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

'Kondzilla do forró'? Site Sua Música, popular no Nordeste, vira gravadora, agência e distribuidora

G1 Pop & Arte Referência em 'paredões', empresa agora distribui faixas para serviços, agencia artistas e faz estúdio no Ceará. Plano de abraçar todo o mercado é semelhante ao de Kondzilla no funk de SP. Tarcísio do Acordeon, que tem músicas distribuídas pelo Sua Música Digital Divulgação Em 2020, o forró cresceu no streaming e superou a audiência de estilos com rap, pop e rock no Brasil. O salto deste e de outros ritmos do Nordeste na audiência nacional impulsiona o Sua Música. O projeto surgiu como site de música, virou fonte para os "paredões" de som de rua e agora expande a atuação. Em 2018, o G1 contou como o Sua Música virou o "Spotify do Nordeste". O site criado em 2011 era referência por fãs de arrocha, forró, brega, axé, swingueira... Ele ajuda a construir ídolos locais ao disponibilizar músicas para download ou audição em streaming. Leia mais: Mercado fonográfico do Brasil dispara na pandemia; balanço global destaca Barões da Pisadinha Kondzilla do Nordeste? Agora, o Sua Música expande sua atuação para as outras áreas do mercado musical. O objetivo é semelhante ao das maiores agências de funk de São Paulo, Kondzilla e GR6, que hoje são estúdios, gravadoras, produtoras de clipes, distribuidoras de músicas, escritórios de shows... O Sua Música Digital é uma distribuidora de músicas (inclusive para outras plataformas, como Spotify, Deezer e YouTube). Eles também cuidam da estratégia de lançamento desas faixas. Neste campo, trabalham com mais de 50 artistas, incluindo astros como Tarcísio do Acordeon e Vítor Fernandes. Casa grande e piseiro O Sua Música Records vai cuidar da carreira de alguns artistas em todos os campos, incluindo a venda de shows. Os primeiros contratados são Eduarda Brasil (vencedora do The Voice Kids), Lucas Boquinha, Yury Pressão, Gil Bala e Forró do HF. A empresa que já tem 40 funcionários fixos também está construindo uma sede em Fortaleza com 600 metros quadrados, três estúdios de gravação de música ou vídeo, palco para shows e transmissões e espaços de reuniões. A previsão é que a casa fique pronta em junho. Eduarda Brasil, vencedora da terceira temporada do “The Voice Kids”, entre as técnicas Simone e Simaria Divulgação/TV Globo Forró estilizado e automatizado E a origem da empresa segue firme. O site tem 10 milhões de usuários únicos por mês, afirma Marcela d’Arrochella, diretora comercial do Sua Música. A plataforma é famosa por também oferecer as faixas para download, mas ela diz que o streaming tem crescido entre os usuários. O site também fornece dados valiosos para essa expansão, diz Marcela. "Tem 16 mil artistas lá hoje, e com isso conseguimos fazer uma peneira na nossa base de dados para ver quem está crescendo. É como um grande olheiro digital. Assim trabalhamos de forma mais ágil e automatizada", ela descreve. VÍDEOS: As novidades do entretenimento no Semana Pop Veja Mais

Bloco após bloco, Legoland de Nova York prepara abertura

G1 Pop & Arte Parque de Lego está em estágio final de construção e tem tour de aventura por uma fábrica do brinquedo como novidade. Parque de Lego será inaugurado em Nova York Reuters/Mike Segar Após um longo tempo dentro de casa por conta de mais de um ano de pandemia do coronavírus, famílias na região de Nova York em breve terão um novo parque temático para visitar assim que as restrições forem suspensas, o Legoland. Localizada em Goshen, a aproximadamente 95 quilômetros ao norte da cidade de Nova York, a atração está no estágio final de construção, e planeja uma abertura em fases no próximo verão do hemisfério norte, para assim cumprir com as orientações de distanciamento social. "Somos o primeiro parque temático a ser construído na região Nordeste em décadas e realmente acredito que com os desafios do ano passado, as pessoas estão querendo sair", disse Matt Besterman, gerente de relações públicas para o Legoland de Nova York. "Estão querendo um lugar seguro e divertido para brincar." Besterman disse que a companhia espera tornar o parque sem o uso de dinheiro em espécie e sem contato físico para que todos se sintam seguros.  Com a queda no número de casos enquanto avança o programa de vacinação, as restrições estão sendo suspensas, e a cidade de Nova York deve estar "totalmente de volta" no dia 1º de julho, segundo disse o prefeito na quinta-feira (29). Dinossauro gigante de Lego é posicionado em parque temático do brinquedo em Nova York Reuters/Mike Segar Entre as atrações do novo parque temático estão uma tour de aventura pela fábrica do Lego, algo inédito em parques da marca, e que transporta os visitantes em um brinquedo que simula uma fábrica na qual os blocos possuem o tamanho de pessoas.  O primeiro Legoland foi aberto na Dinamarca nos anos 1960 para apresentar modelos da empresa. Os parques então se expandindo para partes da Europa e da Ásia, e há atualmente dois parques nos EUA, na Califórnia e na Flórida. Brinquedo gigante de Lego no parque temático do brinquedo, o Legoland, em Nova York Reuters/Mike Segar VEJA MAIS: Colecionador de Lego recria cenários do Vietnã em miniatura VÍDEO: Colecionador de Lego recria cenários do Vietnã em miniatura Veja Mais

Lives da semana: Gusttavo Lima, Solange Almeida e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste final de semana. Gusttavo Lima dança durante live Divulgação Gusttavo Lima, Solange Almeida e Tulipa Ruiz estão entre os artistas que fazem lives neste final de semana. Para quem gosta de forró, a transmissão de Solange, ex-Aviões do Forró, vai contar com participações de Batista Lima e Calcinha Preta nesta sexta (30). Já a live de Gusttavo Lima acontece no sábado (1º). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Sexta-feira (30) Lazzo Matumbi - 20h - Link Solange Almeida com participações de Batista Lima e Calcinha Preta - 20h - Link Sábado (1º) Gusttavo Lima - 18h - Link Tulipa Ruiz - 20h - Live paga - Link Orquestra Ouro Preto (a-ha Live) - 20h30 - Link Domingo (2) Simone - 18h - Link Chico Lobo - 20h - Live paga - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Anitta diz que já foi vacinada contra o coronavírus nos EUA e lança música 'Girl from Rio'

G1 Pop & Arte Cantora que está passando uma temporada em Miami deu declaração sobre vacina em entrevista coletiva sobre o lançamento da música nesta quinta-feira (29). Anitta Reprodução / Twitter Anitta Anitta disse nesta quinta-feira (29), em uma entrevista coletiva online para o lançamento da música "Girl from Rio", que já está vacinada contra o novo coronavírus. Ela está passando uma temporada em Miami, nos EUA, desde março, e foi vacinada lá. "Eu estou vacinada, praticamente todo mundo que eu conheço está. É feliz e triste ao mesmo tempo, pois quando você olha para o Brasil, vê que infelizmente nosso presidente fez escolhas muito ruins", ela disse na entrevista. No dia 19 de abril, os EUA ampliaram a vacinação para todas as pessoas maiores de 16 anos. A música "Girl from Rio" foi lançada às 19h desta quinta-feira. O clipe será lançado às 10h de sexta-feira (30). Capa do single 'Girl from Rio', de Anitta Reprodução Semana Pop explica treta de Anitta e Ludmilla, ponto a ponto Veja Mais

'A Vida Depois do Tombo': Série documental sobre Karol Conká estreia no Globoplay nesta quinta-feira

G1 Pop & Arte Dividida em quatro episódios, série mostra retomada da cantora após participação no ‘BBB21’ e emoção ao rever cenas do reality. “A Vida Depois do Tombo” está disponível para assinantes no Globoplay. Globoplay "A Vida Depois do Tombo", série documental sobre Karol Conká, estreou na madrugada desta quinta-feira (29) no Globoplay. Dividido em quatro episódios, o projeto mostra a retomada da cantora após a sua saída do "BBB21" com a maior rejeição da história do reality show em todo o mundo. Além de mostrar a vida de Karol após o programa (incluindo momentos de sua chegada ao hotel, reencontro com familiares e reunião com assessores), o documentário coloca a cantora para rever algumas cenas de sua participação. Ao assisti-las, Karol a se emociona bastante. Veja lista com maiores rejeições do programa Cada um dos episódios também mostra participantes que se recusaram a participar de um encontro com Karol para o documentário, caso de Bill e Carla Diaz. Já Lumena aceitou o bate-papo com a cantora, enquanto Lucas Penteado desistiu, mesmo após confirmar presença. "Infelizmente não estou preparado pra esse encontro, pra te encontrar ainda", afirmou o ator em vídeo enviado para o projeto. A rapper de Curitiba participou do "BBB21" e foi eliminada, em fevereiro, com 99,17%, a maior rejeição da história do reality show. "A Vida Depois do Tombo" está disponível para assinantes no Globoplay. A série tem direção de Patrícia Carvalho e Patricia Cupello e roteiro de Malu Vergueiro e Valéria Amaral. 'A vida depois do tombo' mostra virtudes e defeitos de Karol Conká que o Brasil não viu Veja Mais

Arthur participa do 'Mais Você' após deixar 'BBB21' e diz querer conversar com Carla Diaz: 'Saudade'

G1 Pop & Arte Instrutor de crossfit deixou o reality show após receber 61,34% dos votos em um paredão contra Camilla de Lucas e Pocah. Ana Maria Braga tentou fazer contato com a atriz durante o programa. Arthur no Mais Você Reprodução/TV Globo Arthur foi o convidado do café da manhã do "Mais Você" na manhã desta quarta-feira (28) após deixar o "BBB21". O instrutor de crossfit foi eliminado do jogo após receber 61,34% dos votos em um paredão contra Camilla de Lucas (30,77%) e Pocah (7,89%). Em conversa com Ana Maria Braga, Arthur falou sobre sua relação com Carla Diaz. "Confesso que não era minha ideia entrar no programa pra me relacionar. Estava há bastante tempo solteiro. Foi uma coisa que me pego de surpresa, mas foi muito interessante, muito especial", afirmou o instrutor de crossfit. Ana Maria, então, questionou o brother sobre a falta de romantismo com a atriz. "A gente tem uma coisa que era bem engraçada e acho que aqui fora a gente ia se dar muito bem pelo fato de levar as coisas muito na brincadeira." "Mas sou romântico, sim, sou um cara que mando flores, toco um violãozinho. Talvez ali não tenha mostrado minha melhor versão. Poderia ter dado meu melhor pra Carla, que ela é uma pessoa incrível." Arthur ainda comentou que o jogo pode ter atrapalhado a relação do casal pela diferença no posicionamento. "A gente não erra porque a gente quer. Às vezes, a pressão do jogo leva a gente a essa questão. Não me sinto orgulhoso e feliz pelas vezes que deixei faltar algo, carinho, alguma coisa." Ele ainda relembrou a sua reação mais "fria" quando Carla voltou para casa e pediu para que ele fosse "parceiro no jogo e no amor" ao se ajoelhar no gramado da casa. "Poderia ter feito mais, mas é minha forma de demonstrar carinho, é meu jeito. Preciso aprender novas formas. Eu preciso aprender com esses meus erros, minha falta de sensibilidade." O instrutor de crossfit também explicou o motivo de não ter socorrido a atriz no momento em que ela passou mal durante uma das provas do líder. "Quando a ente entra ali, a gente quer dar o máximo nas provas. A gente fica sem ter noção do que pode ou não a fazer na prova. A partir do momento que estou na prova, não sei se a saída do bloco me eliminaria." "Sei que poderia sair da prova e ir até ela, mas ali no momento não pensei. Me arrependo, não acho que foi a melhor opção. Mas na hora foi a forma que pensei e tentei ajudar dando conselho pras pessoas." Saudade Arthur ainda afirmou que pretende conversar com Carla e confessou, por diversas vezes, que está com saudade da atriz. "Uma coisa que tenho na vida, eu jamais derramaria uma lágrima por uma pessoa se não tivesse sentimento por ela. Eu ano sei fingir o que sinto. Não queria mais errar com ela." "O sentimento continua sendo o mesmo. Estou com saudade, quero muito conversar com ela, mesmo que seja pra escutar o que não quero escutar. Quero falar com ela, pedir desculpas." Ana Maria ainda tentou ajudar na conexão do casal e fez uma ligação ao vivo para Carla, mas a atriz não atendeu à ligação. Em seguida, Arthur repetiu que iria atrás de Carla. "Vou tentar, fazer minha parte." Acadêmicos do BBB: formar casal ajuda a ganhar BBB? Veja Mais

Instagram apaga fotos com Fiuk e Gilberto pelados e se beijando; Tiago Leifert reclama: 'TV aberta vai mostrar'

G1 Pop & Arte 'Instagram não gosta de selinhos entre dois homens, pelo jeito', criticou apresentador. Participantes cumpriram promessa feita após voltarem do paredão. Fiuk e Gil ficam pelados, se beijam e pulam na piscina após se livrarem de paredão no ‘BBB21’ Reprodução/Globo O Instagram apagou as fotos de um dos momentos mais inusitados do "BBB21" neste domingo (25): Fiuk e Gil celebraram a permanência no programa pelados. Os dois pularam na piscina após darem um selinho. As fotos haviam sido postadas pelo apresentador Tiago Leifert em seu perfil pessoal, mas elas foram apagadas pela própria rede social. De acordo com o print mostrado pelo apresentador, uma mensagem diz que o conteúdo foi "removido por atividade sexual". "O Instagram não gosta de selinhos entre dois homens, pelo jeito, e nem de dois caras pulando na piscina pelados, sendo que eles estão se tampando", criticou Leifert. Ele ainda disse que a cena vai passar na edição desta segunda (26). "Mas a boa e velha TV aberta vai mostrar para vocês hoje à noite." Beijo e bundas Gil e Fiuk disputavam a permanência na casa em um paredão com Viih Tube. A youtuber levou a pior e deixou o jogo após receber 96,69% dos votos. Antes de cumprirem a promessa de pularem pelados na piscina, Gil fez sinal para Fiuk pedindo um selinho do cantor. Em seguida, foi atendido. E os dois seguiram para o mergulho. Enquanto os dois pulavam na água, os outros participantes se divertiram com a cena. Assista ao vídeo aqui. No vídeo abaixo, a série Acadêmicos do BBB discutiu como algum participante pode se tornar "vilão" e sair com grandes índices de rejeição". Assista: Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Veja Mais

Nasce filho de Tio Wilson, baterista da banda Lagum morto no ano passado; 'Estamos muito bem', diz mãe

G1 Pop & Arte José nasceu às 9h36 desta segunda-feira (26) com 48 centímetros, 3 quilos 110 gramas. Ellen Cassim e Breno Braga estavam juntos havia 11 anos. Músico morreu após show em drive-in na Grande BH. Filho de Tio Wilson, baterista da Lagum, morto no ano passado, nasce em Belo Horizonte Redes Sociais O filho do baterista da banda Lagum, Breno Braga, mais conhecido como Tio Wilson, morto no dia 12 de setembro do ano passado, nasceu às 9h36 desta segunda-feira (26) com 48 centímetros e pesando 3 quilos 110 gramas, no hospital Vila da Serra, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Viúva de Tio Wilson, baterista da Lagum, anuncia gravidez: ‘A falta ninguém supriria, a não ser um pedacinho dele’ Emocionada, a mãe Ellen Cassim contou ao G1 a sensação de pegar pela primeira vez o "pedacinho de Breno" no colo. "Estamos muito bem, graças a Deus. Ele nasceu chorando muito e só parou quando foi para o meu colo. Não dá para explicar, indescritível", contou a mamãe. Tio Wilson morreu aos 34 anos, depois de um show no formato drive-in em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele teve um mal súbito, foi socorrido por brigadistas, mas não resistiu. Polícia Civil conclui que Tio Wilson, baterista da banda Lagum, morreu de 'causa natural' Ellen disse que a avó de José, mãe de Breno, ficou "espantada" com a semelhança entre José e o pai. "Ela disse que José é o Breno bebê, a cara dele. Torcendo para que a semelhança continue. Meu pedacinho de Breno", comemorou ela. O parto foi uma cesariana e a previsão é que mãe e bebê vão para casa na quarta-feira (28). José nasceu no hospital Vila da Serra, na manhã desta segunda-feira (26). Redes Sociais Gravidez inesperada No dia 7 de outubro do ano passado, o G1 mostrou o anúncio da gravidez em uma publicação nas redes sociais de Ellen (veja no vídeo abaixo). Ela contou na reportagem que a gestação foi uma surpresa para o casal. Viúva de Tio Wilson, baterista da Lagum, revela gravidez “Só um pedacinho dele mesmo para me confortar, a falta que vou sentir pelo resto da minha vida ninguém supriria, a não ser um pedacinho dele”, disse Ellen, que é gerente distrital em uma empresa da indústria farmacêutica, na ocasião. Ellen Cassim está grávida do primeiro filho com Tio Wilson, da Lagum Ellen Cassim/Arquivo pessoal Ellen Cassim e Tio Wilson Ellen Cassim/Arquivo pessoal Os dois ficaram juntos por 11 anos, sete deles casados. Com a agenda de shows agitada, Tio Wilson trabalhava viajando. A pandemia de coronavírus fez com que eles ficassem mais próximos, passando mais tempo em casa. “A gente procurou o médico, fui fazer exames e descobri um pólipo no útero. A gente estava se preparando para fazer o tratamento, a probabilidade de eu engravidar era muito remota. Aí tive um atraso e fui fazer o exame. Fomos surpreendidos pelo resultado, totalmente inesperado”, relembrou. Ellen Cassim e Tio Wilson Ellen Cassim/Arquivo pessoal “A morte dele foi a coisa mais triste da minha vida. Agora eu quis contar sobre a gravidez e estou recebendo muito carinho, muito amor dos meus amigos, dos nossos amigos, e dos fãs dele. É um misto de sentimentos. Hoje entendo, tenho uma fé muito grande que tem me confortado. Graças a Deus, eu entendo essa gravidez como um presente”, afirmou Ellen em outubro. Vídeo mostra os últimos momentos de Tio Wilson durante show em Nova Lima 'Estava fazendo o que mais ama, morreu feliz, realizado', diz vocalista da banda Lagum “Nós nos conhecemos no aniversário dele, uma amiga me chamou, no dia 4 de dezembro. A gente conversou muito e, no dia 12 de dezembro de 2009, a gente deu o primeiro beijo. Até o dia 12 de setembro, ficamos juntos. A pessoa que eu mais amei na minha vida”, disse a viúva. Ellen Cassim e Breno Braga, o Tio Wilson Ellen Cassim/Arquivo pessoal Banda Lagum Lagum Julia Amaral / Divulgação Formada em 2014, com repertório que mistura pop, reggae e rock alternativo, a Lagum é conhecida principalmente pela música "Deixa" (ouça abaixo em vídeo gravado pelo G1 em 2018). Banda Lagum se apresenta em festival em Belo Horizonte O hit chegou a entrar na lista das 20 músicas mais ouvidas no Spotify e foi cantada por Neymar nas redes sociais. A versão mais famosa foi gravada em parceria com a cantora paulistana Ana Gabriela. O nome da banda veio de uma lagoa na cidade mineira de Brumadinho, na Grande BH, onde parte dos integrantes cresceu. Vídeos mais vistos do G1 nos últimos 7 dias: Veja Mais

Oscar 2021: Onde ver os filmes vencedores nas plataformas de streaming

G1 Pop & Arte Maioria dos vencedores tiveram exibição reduzida ou cancelada nas salas de cinema por causa da pandemia de coronavírus, mas boa parte dos filmes já está nos serviços de streaming. Veja lista. Filmes indicados ao Oscar 2021 Divulgação Com a pandemia de coronavirus, as janelas exclusivas de exibição em salas de cinema foram eliminadas ou reduzidas. Assim, muitos dos filmes indicados ao Oscar 2021 não puderam ser vistos nas grandes telas antes da premiação, que aconteceu na noite deste domingo (25). Oscar 2021: Veja lista de vencedores É o caso de "Nomadland", grande vencedor da noite. O longa de Chloé Zhao ainda não chegou aos serviços de streaming, mas está em cartaz nos cinemas. Já a grande maioria dos premiados aparece nas listas dos serviços pagos. Veja abaixo quais filmes vencedores estão em plataformas de streaming no Brasil: "Nomadland" – em cartaz nos cinemas; não disponível nos serviços de streaming "Meu pai" - YouTube, Now, Apple TV e Google Play "A voz suprema do blues" - Netflix "Soul" - Disney Plus "Judas e o messias negro" - em cartaz nos cinemas; não disponível nos serviços de streaming "Druk - Mais uma rodada" (Dinamarca) - YouTube, Now, Apple TV e Google Play "Minari" - não disponível "Bela vingança" - em cartaz nos cinemas; não disponível nos serviços de streaming "If anything happens I love you" - Netflix '"Two distant strangers" - Netflix "My octopus teacher" - Netflix "Colette" - não disponível "O som do silêncio" - Amazon Prime Video e Now "Tenet" - YouTube, Now, Apple TV e Google Play "Mank" - Netflix "Nomadland" é o grande vencedor do Oscar 2021, com três prêmios VÍDEOS: Semana Pop tem novidades do cinema e outros temas do entretenimento Veja Mais

Vitória de Chloé Zhao no Oscar some de rede social na China

G1 Pop & Arte Publicações com o nome da diretora e menções a 'Nomadland' desapareceram da rede social Weibo, o Twitter chinês, nesta segunda. Imprensa chinesa mantém o silêncio sobre a premiação. Chloé Zhao, diretora de "Nomadland", posa com os dois Oscars que venceu neste domingo (25) Chris Pizzello/Pool via REUTERS A cineasta Chloé Zhao, que nasceu na China, venceu no domingo (25) o Oscar de melhor filme e de melhor direção por "Nomadland", mas seu triunfo não aparece nesta segunda-feira (26) nas redes sociais e na imprensa chinesas. Zhao se tornou a primeira asiática e a segunda mulher a vencer o Oscar de melhor direção. O filme foi o grande vencedor da noite e conquistou também o prêmio de melhor atriz, com Frances McDormand. Mas todas as publicações recentes com o seu nome e menções a "Nomadland" desapareceram da rede social Weibo, o Twitter chinês, ao meio-dia desta segunda. A imprensa chinesa também mantém o silêncio sobre a vitória. Inicialmente aclamada pela imprensa estatal pelo sucesso de seu filme, Zhao virou alvo de ataques de nacionalistas chineses nas redes sociais, que desenterraram entrevistas da diretora em que ela parece criticar o país natal. Os cinemas chineses também adiaram a estreia do filme. Antes da eliminação das publicações, o Weibo estava repleto de mensagens que elogiavam Zhao e também denunciavam a censura. Em seu discurso de agradecimento, a cineasta citou um poema chinês: "Tenho pensado muito ultimamente sobre como continuo a seguir quando as coisas ficam difíceis. Quando eu era criança na China, meu pai e eu costumávamos memorizar textos e poemas clássicos chineses e recitar juntos". Oscar 2021: Chlóe Zhao vence o prêmio de Melhor Direção "Eu me lembro de um chamado 'The Three Character Classic', e ele dizia: 'As pessoas, ao nascer, são boas'. Essas palavras tinham muito impacto quando eu era criança, e ainda acredito nelas", disse Zhao. "Sempre achei bondade nas pessoas que conheci — em todos os lugares do mundo. Esse Oscar é para qualquer pessoa que tem a coragem de se manter boa e ver o que há de bom nos outros". "Nomadland" é um drama sobre pessoas com poucos recursos da terceira idade nos Estados Unidos, que não têm emprego ou aposentadoria e vivem de forma nômade em trailers. 'Nomadland' mostra dor e beleza da vida na estrada em ficção com toque de documentário; G1 já viu Chloé Zhao: como diretora chinesa revelou América esquecida e virou favorita ao Oscar em 'Nomadland' Nas ruas da capital chinesa, a agência de notícias France Presse relata que era fácil encontrar pessoas orgulhosas com o triunfo de uma cineasta do país na principal premiação do cinema americano. "Ela é o orgulho do povo chinês", afirmou Yan Ying, uma engenheira, à France Presse. "É muito raro que um chinês receba um Oscar". Frances McDormand (à esquerda) e a diretora Chloe Zhao no set de 'Nomadland' Searchlight Pictures via AP VÍDEOS: veja os trailers dos filmes indicados ao Oscar 2021 Veja Mais

Paulo Gustavo é homenageado por cartunistas em exposição virtual; VEJA

G1 Pop & Arte Um dos humoristas mais populares e admirados do Brasil, artista morreu nesta terça-feira (4), aos 42 anos, vítima de Covid-19. Pôster da exposição "Rir é um ato de resistência", em homenagem a Paulo Gustavo Associação dos Cartunistas do Brasil A Associação dos Cartunistas do Brasil organizou uma exposição virtual para homenagear Paulo Gustavo, humorista brasileiro que morreu nesta terça-feira (4). Com mais de 50 artistas participantes, a mostra "Rir é um ato de resistência" celebra a vida do artista criador de Dona Hermínia e de outros personagens inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema. Paulo Gustavo morreu na terça, aos 42 anos, vítima da Covid-19. Confira abaixo a homenagem na íntegra: Alisson Affonso faz homenagem a Paulo Gustavo Alisson Affonso/Associação dos Cartunistas do Brasil Allen Campos faz homenagem a Paulo Gustavo Allen Campos/Associação dos Cartunistas do Brasil André Barroso faz homenagem a Paulo Gustavo André Barroso/Associação dos Cartunistas do Brasil André Ribeiro faz homenagem a Paulo Gustavo André Ribeiro/Associação dos Cartunistas do Brasil André Ribeiro faz homenagem a Paulo Gustavo André Ribeiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Armando Marcos faz homenagem a Paulo Gustavo Armando Marcos/Associação dos Cartunistas do Brasil Armando Marcos faz homenagem a Paulo Gustavo Armando Marcos/Associação dos Cartunistas do Brasil Nei Lima faz homenagem a Paulo Gustavo Nei Lima/Associação dos Cartunistas do Brasil Camilo Riani faz homenagem a Paulo Gustavo Camilo Riani/Associação dos Cartunistas do Brasil Fausto Bergocce faz homenagem a Paulo Gustavo Fausto Bergocce/Associação dos Cartunistas do Brasil J Bosco faz homenagem a Paulo Gustavo J Bosco/Associação dos Cartunistas do Brasil Luciano Meskyta faz homenagem a Paulo Gustavo Luciano Meskyta/Associação dos Cartunistas do Brasil Aurelio Gomes de Albuquerque Filho faz homenagem a Paulo Gustavo Aurelio Gomes de Albuquerque Filho/Associação dos Cartunistas do Brasil Brito faz homenagem a Paulo Gustavo Brito/Associação dos Cartunistas do Brasil Bruno Dutra faz homenagem a Paulo Gustavo Bruno Dutra/Associação dos Cartunistas do Brasil Bruno Luup faz homenagem a Paulo Gustavo Bruno Luup/Associação dos Cartunistas do Brasil Cacinho faz homenagem a Paulo Gustavo Cacinho/Associação dos Cartunistas do Brasil Cacinho faz homenagem a Paulo Gustavo Cacinho/Associação dos Cartunistas do Brasil Caó Cruz Alves faz homenagem a Paulo Gustavo Caó Cruz Alves/Associação dos Cartunistas do Brasil Carlos Araújo faz homenagem a Paulo Gustavo Carlos Araújo/Associação dos Cartunistas do Brasil Danilo Scarpa faz homenagem a Paulo Gustavo Danilo Scarpa/Associação dos Cartunistas do Brasil Diego Novaes faz homenagem a Paulo Gustavo Diego Novaes/Associação dos Cartunistas do Brasil Douglas Fernandes faz homenagem a Paulo Gustavo Douglas Fernandes/Associação dos Cartunistas do Brasil Eder Santos faz homenagem a Paulo Gustavo Eder Santos/Associação dos Cartunistas do Brasil Edson Inácio faz homenagem a Paulo Gustavo Edson Inácio/Associação dos Cartunistas do Brasil Eduardo Cimitan faz homenagem a Paulo Gustavo Eduardo Cimitan/Associação dos Cartunistas do Brasil Fábio Vicente faz homenagem a Paulo Gustavo Fábio Vicente/Associação dos Cartunistas do Brasil FcoMachado faz homenagem a Paulo Gustavo FcoMachado/Associação dos Cartunistas do Brasil Fernanda Nepomuceno faz homenagem a Paulo Gustavo Fernanda Nepomuceno/Associação dos Cartunistas do Brasil Fred Ozanan faz homenagem a Paulo Gustavo Fred Ozanan/Associação dos Cartunistas do Brasil Israel Gusmão faz homenagem a Paulo Gustavo Israel Gusmão/Associação dos Cartunistas do Brasil Izânio faz homenagem a Paulo Gustavo Izânio/Associação dos Cartunistas do Brasil Joaquim Monteiro faz homenagem a Paulo Gustavo Joaquim Monteiro/Associação dos Cartunistas do Brasil Manuueditss faz homenagem a Paulo Gustavo Manuueditss/Associação dos Cartunistas do Brasil Mauro Luis Iasi faz homenagem a Paulo Gustavo Mauro Luis Iasi/Associação dos Cartunistas do Brasil Milton faz homenagem a Paulo Gustavo Milton/Associação dos Cartunistas do Brasil Morandini faz homenagem a Paulo Gustavo Morandini/Associação dos Cartunistas do Brasil Nico faz homenagem a Paulo Gustavo Nico/Associação dos Cartunistas do Brasil Osmar faz homenagem a Paulo Gustavo Osmar/Associação dos Cartunistas do Brasil Rildo Barros faz homenagem a Paulo Gustavo Rildo Barros/Associação dos Cartunistas do Brasil Synnove Hilkner faz homenagem a Paulo Gustavo Synnove Hilkner/Associação dos Cartunistas do Brasil Tako faz homenagem a Paulo Gustavo Tako/Associação dos Cartunistas do Brasil Thaís Linhares faz homenagem a Paulo Gustavo Thaís Linhares/Associação dos Cartunistas do Brasil Thiago Lucas faz homenagem a Paulo Gustavo Thiago Lucas/Associação dos Cartunistas do Brasil Xavier de Lima faz homenagem a Paulo Gustavo Xavier de Lima/Associação dos Cartunistas do Brasil André Camargo faz homenagem a Paulo Gustavo André Camargo/Associação dos Cartunistas do Brasil Manga faz homenagem a Paulo Gustavo Manga/Associação dos Cartunistas do Brasil Paulo Arts faz homenagem a Paulo Gustavo Paulo Arts/Associação dos Cartunistas do Brasil Samuca faz homenagem a Paulo Gustavo Samuca/Associação dos Cartunistas do Brasil Trilho faz homenagem a Paulo Gustavo Trilho/Associação dos Cartunistas do Brasil Bira Dantas faz homenagem a Paulo Gustavo Bira Dantas/Associação dos Cartunistas do Brasil Manoel Macedo faz homenagem a Paulo Gustavo Manoel Macedo/Associação dos Cartunistas do Brasil Nando Motta faz homenagem a Paulo Gustavo Nando Motta/Associação dos Cartunistas do Brasil Quinho faz homenagem a Paulo Gustavo Quinho/Associação dos Cartunistas do Brasil Veja Mais

Lives da semana: Ivete, Alcione, Luan, Daniel, Fafá de Belém, Festival Fixe e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja agenda e horários de transmissões ao vivo deste final de semana. Ivete Sangalo, Alcione e Daniel Rafael Mattei, Globo/João Januário, Foto: Globo/João Miguel Júnior Ivete Sangalo, Alcione, Daniel com Alexandre Pires, Fafá de Belém e Festival Fixe estão entre as lives neste final de semana. A agenda das lives que estava crescendo em 2021 é reforçada neste final de semana pelo Dia das Mães no domingo (9). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Lives de sexta (7): Big Up - Festival Cultura em Casa - 21h30 - Link Lives do sábado (8): Luan Santana e Fernando & Sorocaba - 20h - Link Amaura, Rico Dalasam, DJ Marfox, DJ Brum, Pedro Mafama, Kunumi MC - Festival Fixe - a partir das 18h - Link Geraldo Azevedo - Festival Cultura em Casa - 21h30 - Link Lives do domingo (9): Daniel e Alexandre Pires - 13h - Link Fafá de Belém, com participação de Mariana Belém - 16h - Link Ivete Sangalo - 18h - Link Zudizilla, Selma Uamussi, B Fachada, Marissol Mwaba e François Muleka - Festival Fixe - a partir das 18h - Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Veja Mais

Paul McCartney é homenageado por correio britânico em série especial de selos

G1 Pop & Arte Segundo a BBC, artista ajudou na seleção de imagens que foram usadas na coleção. Paul McCartney é homenageado por correio britânico em série especial de selos Royal Mail/Divulgação O correio britânico homenageou o cantor Paul McCartney com uma série especial de selos. A coleção conta com 12 imagens, sendo oito capas de álbuns que marcaram a carreira do artista e quatro fotos de Paul em estúdio. Segundo o correio britânico, os novos selos são "um tributo a um dos ícones musicais mais amados e reverenciados do Reino Unido". Além dos selos, está disponível também uma seleção limitada de produtos, incluindo uma medalha em formato de palheta. Segundo a BBC, Paul McCartney ajudou na seleção de imagens que foram usadas na coleção de selos. Com a homenagem, Paul entrou para uma seleta lista de artistas que ganharam seus selos pelo correio britânico. Antes, apenas David Bowie (2017) e Elton John (2019) receberam tal tributo. Initial plugin text Paul McCartney encontra com sortudos escolhidos pelo Fantástico Veja Mais

'Ele simboliza o melhor de nós', diz Regina Casé em fala emocionada sobre Paulo Gustavo; VÍDEO

G1 Pop & Arte 'Uma violência contra tudo que a gente tem de melhor', disse a atriz. Outros grandes amigos, como Fábio Porchat, Caetano Veloso e Tatá Werneck, também gravaram mensagens. Regina Casé lamenta a morte de Paulo Gustavo Em discurso comovente, Regina Casé falou nesta quarta-feira (5) sobre a perda do amigo Paulo Gustavo, que morreu na terça após 52 dias de luta contra a Covid. Muito emocionada, a atriz – que discursou no casamento do humorista com o dermatologista Thales Bretas, em 2015 – disse que a morte simboliza uma "violência contra tudo que a gente tem de melhor". "É muito simbólico ele partir nesse momento. O Paulo Gustavo simboliza o quê? O trabalho honesto, a prosperidade pelo trabalho honesto. Ele simboliza teatros lotados, cinemas abarrotados, ele simboliza a bondade, a generosidade", disse Regina Casé (leia a íntegra da mensagem abaixo). A atriz lembrou de ações solidárias de Paulo Gustavo, como a doação de milhões de reais para compra de cilindros de oxigênio para o Amazonas e para a construção de um hospital para tratamento de câncer em Salvador. "Quando faltou oxigênio no Amazonas, ele mandou R$ 500 mil de cilindro para lá. Ele nunca divulga essas coisas: 1,5 milhão para o padre Júlio Lancellotti, R$ 1 milhão e tanto para a irmã Dulce. Generosidade, bondade, o melhor da gente foi arrancado. Isso é muito violento. Ele significa, ele simboliza o melhor de nós. Todos esses valores que parece que não importam mais, nesse momento." Regina Casé também fez um agradecimento à toda a família de Paulo Gustavo, por ensinarem "a tantas famílias a amarem e aceitarem seus filhos sem preconceito, do jeito que eles são". Por fim, a atriz se declarou e disse que será difícil manter o otimismo no país sem o amigo. Paulo Gustavo, eu te amo, te amo, te amo, te amo, te amo e te agradeço demais. A gente vai ralar para manter aquela ideia de que o Brasil é alegre, de que o Brasil é bom, de que o Brasil presta. Isso tudo eu não sei como é que a gente vai fazer sem você. Como é que a gente vai mostrar que o Brasil ainda presta, ainda vale a pena, ainda é alegre, ainda faz arte, cinema, teatro, como? Que a gente vai fazer isso sem você? Eu não sei se eu consigo, não sei mesmo. Eu estou muito triste. Eu, que sempre aposto na alegria, a sensação que eu tenho é a que eu perdi todas as minhas fichas para essa tristeza". Militância contra a Covid Para quem convivia com o amigo brincalhão, era fácil entender de onde vinha tanta irreverência nos palcos. O que não tinha graça para Paulo Gustavo era ver o descaso com o avanço da Covid no país. Em janeiro, ele publicou nas redes sociais o apelo dramático de uma mulher por oxigênio em Manaus: "Por favor, disparem esse vídeo para um monte de lugar. Não tem oxigênio. Muita gente morrendo. Quem tiver disponibilidade de oxigênio por favor, traga. Tem muita gente morrendo. Por favor, tem muita gente morrendo", disse, antes de ele mesmo ajudar com doações. Paulo Gustavo também militou pela vacina: "Gente, pelo amor de Deus, ajuda! Que tristeza. Cade a vacina, gente? Quem pode levar oxigênio lá? Artista querido e reconhecido, comoveu o público ao lutar contra a doença que avança no pais. A família de Paulo Gustavo fazia questão de lembrar dos mais de 400 mil mortos em todos os boletins médicos sobre o ator. Assim como Regina Casé, amigos como os atores Marcelo Adnet e Tatá Werneck e o músico Caetano Veloso se mostraram revoltados com a morte e com a falta de chance de o humorista ser vacinado. Tatá Werneck: 'É muito revoltante' Tatá Werneck fala sobre o amigo Paulo Gustavo "Perder um amigo é muito, muito difícil, perder um amigo como o Paulo é desesperador, é dilacerante. E perder o amigo para um vírus para o qual já existe uma vacina, é muito revoltante", disse Tatá. "A vida do Paulo, que para a gente é fundamental, ela não é mais importante que a vida dessas 411 mil pessoas (...) Imploro a vocês que, por favor, olhem para essas dores e vão trabalhar de máscara, com álcool gel, com responsabilidade, distanciamento social, na medida do possível, claro. Não é hora de festejar, não sei que tanto há motivo para festa" Caetano Veloso: 'Já devia ter sido vacinado' Caetano Veloso lamenta a morte de Paulo Gustavo "A perda de Paulo Gustavo, pra mim, é uma coisa muito profunda na alma do brasileiro. Tem que vir uma resposta da alma brasileira à situação que nós estamos vivendo e da qual a morte de Paulo Gustavo é símbolo de grande intensidade. Paulo Gustavo já devia ter sido vacinado", disse Caetano (veja no vídeo acima). Porchat: 'Pessoa mais engraçada que já conheci' Fábio Porchat fala sobre a perda do amigo Paulo Gustavo Fábio Porchat lembrou de como o amigo o fazia rir sempre, seja com sua obra ou com a amizade, nos encontros desde os tempos de Casa das Arte de Laranjeiras (CAL), onde estudaram juntos. "É a pessoa mais engraçada que já conheci na minha vida. E não estou nem dizendo dos personagens, não. Estou falando ele pessoalmente, sentado na mesa do bar. Quando a gente saía junto era engraçado. Eu saía leve. Eu ria sem parar. Ele era engraçado contando as histórias dele, dos outros, interagindo com o garçom, comigo, com as pessoas. Estar com ele era isso, estar num ambiente que n]ao tinha como nada dar errado. Eu acho que é por isso que o Brasil sentiu tanto a perda dessa pessoa. Porque era um Brasil que deu certo. Paulo Gustavo era um Brasil que a gente quer. O Paulo Gustavo é a pessoa que mostrou pra gente que, apesar de tudo, d[a pra gente rir e ser feliz." Leia a íntegra da homenagem de Regina Casé: "Eu queria vir falar sobre a partir do meu amigo, meu amor, Paulo Gustavo. Falando só coisas maravilhosas que ele fez, tantas, mas eu não consigo. Porque eu não acho que é só a tristeza. Tem também uma violência que não é só contra nós, que estamos perto deles, amigos e amores. Uma violência contra tudo que a gente tem de melhor. Tudo que o Brasil tem de melhor. É muito simbólico ele partir nesse momento. O Paulo Gustavo simboliza o quê? O trabalho honesto, a prosperidade pelo trabalho honesto. Ele simboliza teatros lotados, cinemas abarrotados, ele simboliza a bondade, a generosidade. O bem que esse cara... Quando faltou oxigênio no Amazonas, ele mandou R$ 500 mil de cilindro para lá. Ele nunca divulga essas coisas: 1,5 milhão para o padre Júlio Lancellotti, R$ 1 milhão e tanto para a irmã Dulce. Generosidade, bondade, o melhor da gente foi arrancado. Isso é muito violento. Ele significa, ele simboliza o melhor de nós. Todos esses valores que parece que não importam mais, nesse momento. Então, a tristeza é muito maior do que perder um amigo adorado, adorado e amado como ele é para mim. É muito mais do que isso. O Brasil acha que perdeu um comediante? O Brasil acha que perdeu um ator sensacional? Não. O Brasil perdeu muito mais do que isso. O Brasil perdeu a alegria, a honestidade, a generosidade, a prosperidade de um povo bom. É isso... que o Paulo significa. Eu quero fazer um agradecimento. Quero agradecer enormemente à Déa Lúcia, mãe do Paulo, seu Júlio, pai dele, Ju, irmã, porque vocês, com o seu amor, ensinaram a tantas famílias a amarem e aceitarem seus filhos sem preconceito, do jeito que eles são. E olha quanto amor isso gerou. E quero agradecer ao meu amado Thales, marido do Paulo. Uma pessoa que eu admiro cada dia mais. Thales, com a família que você construiu com o Paulo, com o Romeu e com o Gael, você ensinou para tanta gente, vocês dois juntos, que eles podem ser felizes também, que todo mundo tem direito de ser feliz. Olha, o bem que vocês fizeram é enorme. Então, eu agradeço à Déa, agradeço ao seu Julio, agradeço à Ju, ao Thales... Vocês não têm ideia. Fora o bem que o Paulo fez, o bem que vocês fizeram. Paulo Gustavo, eu te amo, te amo, te amo, te amo, te amo e te agradeço demais. A gente vai ralar para manter aquela ideia de que o Brasil é alegre, de que o Brasil é bom, de que o Brasil presta. Isso tudo eu não sei como é que a gente vai fazer sem você. Como é que a gente vai mostrar que o Brasil ainda presta, ainda vale a pena, ainda é alegre, ainda faz arte, cinema, teatro, como? Que a gente vai fazer isso sem você? Eu não sei se eu consigo, não sei mesmo. Eu estou muito triste. Eu, que sempre aposto na alegria, a sensação que eu tenho é a que eu perdi todas as minhas fichas para essa tristeza." No casamento de Paulo Gustavo e Thales Bretas, realizado em 2015 no Parque Lage, na Zona Sul do Rio, Regina Casé fez um discurso falando sobre a emoção de ver a união entre duas pessoas que se amam de verdade. A cerimônia não teve padrinhos nem madrinhas e contou com a presença dos pais dos noivos. Outros famosos como Juliana Paes e Fiorella Mattheis também estiveram na festa. Artistas repercutem e lamentam a morte de Paulo Gustavo Initial plugin text Veja Mais

Fiuk afirma que participar do 'BBB21' foi transformador: 'Me dei o direito de ser imperfeito'

G1 Pop & Arte Terceiro lugar no programa, cantor afirma que está 'mais tranquilo e mais leve'. Em entrevista, ele cita planos de lançar projeto sobre experiência na atração. Fiuk, em foto de março de 2015 Celso Tavares/G1 Terceiro colocado no "BBB21", Fiuk revelou que o programa foi transformador para ele. "Me deu uma certeza de fato do que sou, do que gosto de fazer, o que de fato eu amo. Agora estou mais tranquilo, mais leve e muito mais certo de fato do que quero fazer, lançar”, declarou o cantor em uma entrevista com jornalistas na manhã desta quarta-feira (5). Fiuk afirmou que ainda não havia dormido desde a final do programa, que sagrou Juliette como a grande vencedora da temporada. O cantor celebrou diversas vezes a oportunidade de ter sido ele mesmo na casa, algo que ele revela não ter conseguindo ao longo de toda a vida, nem com as pessoas mais próximas. "Acho que tive coragem de ser eu, com todos meus defeitos e qualidade, coragem de assumir de fato o que eu era. Sempre escondi. Lá me dei o direito de ser imperfeito." "Sempre escondi minha depressão, minha DDA [distúrbio de déficit de atenção], porque a vida sempre impôs essa coisa de ser feliz o tempo inteiro. Sou filho de Fabio Jr., ator e cantor, então não posso ter fase ruim." "Nunca tinha postado foto fumando, não gosto disso em mim, não acho legal, não me orgulho", afirmou Fiuk, que gerou inúmeros memes pelo fato de aparecer no jogo sempre com cigarro em mãos. "Foi um momento de me aceitar de fato. Foi doloroso, não tem como explicar, mas foi muito transformador." Juliette, Fiuk e Camilla, finalistas do BBB 21, durante a edição de 3 de maio Reprodução/TV Globo O cantor ainda revelou que recebeu o convite para entrar no "BBB20", mas negou. E que a primeira pessoa a apoiar o cantor a aceitar a nova proposta foi a mãe. "Vai lá, assume quem você é pras pessoas", teria dito Cristina Kartalian na ocasião. "Não sou perfeito, desculpa decepcionar as pessoas. Carrego meus traumas, minhas dores, mas também sou gente fina, sei fazer um ranguinho gostoso", brincou. Carreira musical Após a atração, Fiuk pretende seguir com sua carreira artística. "Cantar e atuar estão em mim, se parasse seria como se desistisse de mim", afirma o cantor, que tem planos para lançar um projeto sobre a experiência que viveu na casa. "Foi muito intenso. Com certeza vou fazer alguma coisa sobre, com certeza vai sair uma música sobre." Primeiro, o cantor deve lançar as músicas restantes do projeto que gravou antes de entrar no "BBB21". Das seis músicas programadas, a equipe do cantor divulgou apenas uma. E o cantor explica a pausa. "Isso foi coisa do meu empresário sacana que não queria. Eu queria muito", brincou. "Quando saí, a primeira coisa que ele me falou foi: 'não fica chateado, não lançamos'." "Pô, cantei tudo lá achando que tinha lançado. Mas desde o começo ele achava que não seria legal. A gente, quando compõe, quer lançar. Mas ele entende o tempo certo, de maturação. Por isso que canto e componho e ele é o empresário." "Mas estão aí na agulha, daqui a pouco deve sair." Capa do single 'Amor da minha vida', de Fiuk Reprodução Situação financeira O cantor ainda falou sobre sua questão financeira, que acabou virando tema para debates fora da casa após ele revelar que passou por dificuldades na pandemia. "Não tenho vergonha de dizer. Pra nós, da classe artística, foi muito complicado. Sempre vivi de evento desde os 16 anos. Não tenho vergonha de dizer que passei por um momento ruim." O cantor ainda aproveitou o momento para negar que receba mesada do pai. "Sou emancipado desde os 16 anos. Ninguém me paga um real de nada. Pago minhas coisas, nunca precisei. Mas óbvio que iam inventar um monte de coisa." "Acho que todo mundo tem altos e baixos, não tenho vergonha da minha trajetória. E se ganhasse mesada do meu pai, se ele tivesse conduzido minha vida assim, também não teria vergonha. Mas infelizmente para os memes, ele não me paga mesada." Mal ou bem, só se fala nele: Semana Pop explica por que Fiuk gera tanta atenção no 'BBB21' Veja Mais

Diogo Mainardi pede demissão da TV Cultura e deixa 'Manhattan Connection' após xingar advogado

G1 Pop & Arte Jornalista xingou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, ao vivo na última quarta-feira (28). Mainardi esteve no programa por 17 anos. Diogo Mainardi e Kakay durante participação no 'Manhattan Connection' Reprodução/TV Cultura O jornalista Diogo Mainardi anunciou, nesta terça-feira (4), seu pedido de demissão da TV Cultura e, consequentemente, sua saída do programa "Manhattan Connection". Segundo o jornalista, ele decidiu deixar o programa para "preservá-lo". Na última quarta-feira (28), ele xingou, ao vivo, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, convidado da atração. "Para preservar o programa, resolvi pedir demissão, que foi aceita de bom grado pela diretoria da emissora. Fiz grandes amigos nesses 17 anos. Obrigado, Lucas, Caio, Pedro e Angélica", anunciou. Jornalista Diogo Mainardi fez parte do programa 'Manhattan Connection' por 17 anos Reprodução/TV Cultura O xingamento foi retirado da íntegra do programa disponível no YouTube. O programa era apresentado por Lucas Mendes, Caio Blinder, Diogo Mainardi, Ricardo Amorim e Pedro Andrade e debatia política, economia, cultura e dicas sobre Nova York. Veja Mais

Sucessos de funk e forró se espalham com trechos de hits estrangeiros: pode isso?

G1 Pop & Arte Pedaços de hits gringos em canções nacionais estão em alta. Lei exige autorização, mas cláusula de 'pequenos trechos' e até simpatia de astros como The Weeknd pode abrir brecha; entenda. VÍDEO: Os ‘feats’ proibidões do funk e forró Eu já ouvi essa parte da música antes... Essa sensação se repete em sucessos brasileiros de funk e forró que incluem pequenos trechos não autorizados hits de pop estrangeiro. De arrocha-funk com The Weeknd a pisadinha com Daddy Yankee, parece que vale tudo. O Brasil teve um hit nº1 recente neste formato: "Tapão na raba", de Raí Saia Rodada, tem trecho de "Roses", de Saint Jhn. Há mais sucessos unidos: DJ Guuga com The Weeknd e Lady Gaga, Anderson e Véi da Pisadinha com Daddy Yankee, DJ Lucas Beat com Red Hot Chili Peppers... (veja vídeo acima). Em geral, os trechos não são a base, mas pequenos acréscimos às músicas. É como se os DJs brasileiros incluíssem as estrelas gringas como "feats", ou convidados involuntários das faixas. Parecem também querer mostrar que suas produções de funk e forró estão antenados com o mundo. Todas esses samples (uso de trecho de uma gravação em outra) podem ser questionadas pelos estrangeiros. O uso da obra de um terceiro precisa de autorização, segundo a lei brasileira de direitos autorais. No entanto, os trechos com "empréstimo compulsório" continuam no ar, com muito sucesso. O G1 conversou com a advogada especialista em direitos autorais Luciana Minada para entender os problemas e as brechas dessa fórmula. Ela explicou que: A lei deixa claro que o uso deve ser autorizado. Todas essas músicas estão sujeitas, sim, a uma carta de representes do popstar "sampleado" pedindo a retirada do ar ou propondo acordo financeiro para o uso, sob risco de processo. Mas há uma cláusula que abre uma exceção para a "reprodução de pequenos trechos, desde que não seja o objeto principal nem cause prejuízo aos autores". Dependendo do caso de uma eventual disputa, essa cláusula pode ser um argumento. Mesmo em casos descarados, maiores que "pequenos trechos", o autor ou dono dos direitos da música original teria que questionar o uso. Pode ser que ele não faça isso, como o canadense The Weeknd, que curtiu e postou "Cabaré" do DJ Guuga. Ficou por isso mesmo. Esse não é um fenômeno novo (vide as "inspirações" estrangeiras das bandas nacionais de rock dos anos 80). Hoje ele aparece em cenas eletrônicas criativas e dinâmicas como o funk e o forró, amados pelo público e longe do circuito das gravadoras multinacionais. Apesar de deixar claro que todo uso deve ser autorizado, a lei brasileira tem zonas cinzentas, que não definem o que seriam os "pequenos trechos" ou o que é um plágio. Processos costumam ser longos e, em possíveis problemas, são comuns acordos extrajudiciais. Forró com gringos e sem crédito "A lei traz um parâmetro geral, mas toda análise é caso a caso", diz Luciana. "A interpretação do que seria um 'pequeno trecho', por exemplo, cabe ao juiz. Na questão do plágio, também não há uma definição específica", explica a advogada do escritório Kasznar Leonardos. '"Às vezes é só um trechinho mesmo e a gente até poderia pensar se não caberia falar nessa exceção de pequenos trechos. Pode ter uma música de quatro minutos com um trecho de poucos segundos" ela exemplifica. "Pode não estar prejudicando a exploração da obra original. Ou seja: a pessoa não deixa de ouvir a música internacional foi inserido aí um 'sample' no início de uma música aqui no Brasil. Uma das coisas a serem observadas e se está havendo esse prejuízo", diz Luciana. "Muitas vezes é uma coisa que se encaixa ali, que o DJ acha bacana, mas não com o intuito de associar a música dele à obra original. Entra até no processo criativo de olhar as coisas no exterior e criar algo seu, novo, uma batida semelhante com algo no refrão com o mesmo sentido", ela diz. Estourou, deu problema Raí Saia Rodada no clipe de 'Tapão na raba', música composta por Israell Muniz e DJ Nonony Divulgação Há samples mais ou menos descarados. Mas é o nível do sucesso que costuma fazer mais diferença mesmo. "Quando entra nas paradas, isso chama atenção das gravadoras e editoras musicais, que são maiores e sabem que pode dar problema no futuro", ela aponta. Foi o caso de "Tapão na raba", gravada primeiro pelos autores Israell Muniz e Nonony, com sample de "Roses", do rapper Saint Jhn. Quando foi regravada por Raí Saia Rodada e chegou ao nº1 as paradas, a gravadora Som Livre trocou o trecho por um teclado com melodia parecida, como revelou o G1. Um caso semelhante aconteceu com o DJ paulista Lucas Beat. Ele usou um trecho de "Otherside", dos Red Hot Chili Peppers em "Tuts tuts quero ver", que foi um sucesso estrondoso no TikTok e no YouTube em 2020, com mais de 100 milhões de views. Ele contou ao G1 que não se preocupou quando criou a música, pois já tinha usado o mesmo trecho em outras faixas. "Eu falei: 'Ah, das outras vezes que eu usei ninguém viu mesmo. Vou usar. Gosto muito desse solinho'", ele lembra. Mas quando a música virou hit e ele conseguiu gravar um clipe pelo canal de funk Kondzilla e subir a faixa no Spotify, o receio foi maior. Ele regravou o trecho com um contrabaixo semelhante, em estratégia igual à da Som Livre. Simpatia com brasileiros Além da tática "uso o que quiser, troco se der problema", há outra possibilidade: que o problema nem apareça. Foi o caso de "Cabaré", do DJ Guuga, que chegou aos ouvidos do canadense The Weeknd. Ele curtiu e tocou em seu programa na Apple Music. A faixa segue no ar sem contestação de autoria. "Às vezes o titular nem se incomoda. Isso acontece. Teve uma polêmica quando a Katy Perry lançou "Roar", e a Sara Bareilles tinha uma música parecida chamada "Brave". Os fãs brigaram, mas própria Sara falou que não se incomodava. O que só reforça essa questão é muito casuística", diz Luciana. Acordos possíveis, jeitinhos prováveis A atitude correta e que vai evitar qualquer problema é sempre pedir autorização prévia, ela diz. Claro que a dica não vai servir para um DJ de funk ou forró do interior do Brasil que queira falar com a Lady Gaga. Mas pode até ser possível caso essa faixa seja lançada por uma grande gravadora nacional. No caso de uma autorização, pode ser combinado um percentual dos direitos autorais para o dono da obra original, diz Luciana. E o Brasil tem um mercado tão grande e único que pode até servir como argumento nesse tipo de acordo. "Não deixa de ser exposição para o artista de fora no cenário popular brasileiro, então pode ser uma moeda de troca. Talvez a música original jamais entraria se não fosse por meio desses artistas populares", ela diz. The Weeknd parece ter pensado assim. Vamos ver os próximos... Veja Mais

'Perfect Crime', peça mais antiga de Nova York, reestreia meses antes da reabertura Broadway

G1 Pop & Arte Espetáculo voltou a ser exibida no Theater Center, que ganhou luz verde para reabertura em troca da condição de vacinar toda a equipe, que também deve ser testada para Covid todas as noites antes do espetáculo. A atriz Catherine Russell, estrela da peça “Perfect Crime”, posa para fotos no The Anne Bernstein Theater Angela Weiss / AFP Em cartaz desde 1987, "Perfect Crime" voltou aos palcos, embora a Broadway tenha planos de reabrir apenas em setembro. Tudo graças à energia de Catherine Russell, que interpretou mais de 13.500 vezes o mesmo papel e carrega o teatro nos ombros. "Sou muito determinada, e quando as pessoas me dizem 'Você não pode fazer isso', eu respondo 'Veja como faço isso'", disse Russell à AFP. Atriz principal de "Perfect Crime", mas também gerente do Theatre Center, onde a peça é apresentada, Russell, de 65 anos, é "um dínamo", como descreve Charles Geyer, que divide o palco com ela. Quando a peça foi suspensa devido à pandemia, em março de 2020, a atriz pintou o teatro, consertou assentos e comprou um novo sistema de ventilação "compatível com a Covid". O governador de Nova York autorizou no início de março a reabertura para 25% da capacidade e depois para 33%, mas Russell continua com uma ação judicial para obter pelo menos 50%. No dia 9 de abril o Theatre Center reabriu, com as primeiras apresentações do musical inspirado na série "The Office" e depois a retomada de "Perfect Crime", peça em que Russell se apresentou no dia 17 de abril pela 13.524ª vez, um recorde mundial. "Muitas pessoas não se sentiam prontas para voltar, tanto na Broadway quanto na off-Broadway", o circuito de teatros menores, disse Russell. "Mas achei que estávamos prontos (...) não me acho uma visionária. Talvez eu só tenha um pouco menos de medo que os outros, mas também tenho menos a perder". "Perdemos dinheiro", reconheceu, e mesmo 50% da capacidade não seria suficiente para equilibrar as contas. Foi isso que impediu a Broadway de uma reabertura parcial. "Mas estamos determinados e quero fazer isso por princípio", afirmou. "Além de uma simples peça" O Theater Center ganhou luz verde para a reabertura do principal sindicato do espetáculo, Actors' Equity, em troca da condição de vacinar toda a equipe, que também deve ser testada para Covid todas as noites antes do espetáculo. A capacidade de 33% permite 66 pessoas na plateia, contra 200 em tempos normais, disse o produtor Armand Hyatt. Para "Perfect Crime", um mistério policial clássico com um tom psicológico, o período atual é a ocasião para um pouco de publicidade gratuita, já que a peça é geralmente ofuscada pela oferta gigante da Broadway. Fã de teatro, Jessica Bloom já havia passado dezenas de vezes pelas portas do Theatre Center, bem próximo à Times Square, mas nunca havia parado para comprar ingressos. "Quero ver a primeira coisa que me permite entrar em um teatro, mesmo que não saiba do que se trata", disse. O ator Charles Geyer relembrou uma "fantástica" primeira performance pós-pandemia. "Temos a sensação de formar um grupo" entre os atores e os espectadores. "Vai além de uma simples peça", afirmou. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop Veja Mais

Atriz Olympia Dukakis morre aos 89 anos

G1 Pop & Arte Em 1988, Olympia ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme 'Feitiço da Lua'. Causa da morte não foi revelada. Olympia Dukakis em foto de junho de 2019 Theo Wargo/Getty Images North America/AFP/Arquivo A atriz Olympia Dukakis morreu neste sábado (1º) aos 89 anos em Nova York, nos Estados Unidos. A causa da morte não foi revelada. Em 1988, Olympia ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo filme 'Feitiço da Lua'. A morte de Olympia foi confirmada pelo irmão dela, Apollo Dukakis, pelas redes sociais. "Minha amada irmã, Olympia Dukakis, faleceu esta manhã na cidade de Nova York. Depois de muitos meses de saúde debilitada, ela finalmente está em paz e com seu Louis", escreveu Apollo. Initial plugin text Um dos trabalhos mais recentes de Olympia foi a série Crônicas de São Francisco, exibida pela Netflix. Olympia Dukakis e Cher, em foto de janeiro de 1988 Reed Saxon/AP/Arquivo Olympia Dukakis com o Oscar de melhor atriz coadjuvante por 'Feitiço da Lua', em 1988 Lennox Mcleondon/AP/Arquivo Veja Mais

Shows fora do Brasil: Como alguns países estão voltando a reunir milhares de pessoas em eventos

G1 Pop & Arte Semana Pop deste sábado (1º) mostra como Nova Zelândia, Espanha e outros países começam a organizar apresentações musicais ao vivo para grandes públicos. Semana Pop explica como alguns países estão voltando a realizar shows Parece até coisa de ficção científica, mas países como Nova Zelândia, Espanha e Estados Unidos já estão voltando a realizar, aos poucos, shows para milhares de pessoas. O Semana Pop deste sábado (1º) explica como tem sido esse processo, e as diferentes situações de cada evento, que vão desde o controle da doença no país através de medidas duras e rápidas a apresentações que testam maneiras seguras durante a pandemia. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

A chinesa albina abandonada bebê que se tornou modelo da Vogue

G1 Pop & Arte O albinismo de Xueli Abbing, hoje com 16 anos, a levou ao abandono quando era um bebê, mas ela agora é uma modelo de sucesso. O albinismo de Xueli Abbing, hoje com 16 anos, a levou ao abandono quando era um bebê LUXVISUALSTORYTELLERS/BBC Quando Xueli Abbing era bebê, seus pais a deixaram no chão, na porta de um orfanato. Isso aconteceu na China, onde o albinismo é visto por algumas pessoas como uma maldição. A rara condição genética é caracterizada pela ausência completa ou parcial de uma enzima (tirosinase) envolvida na síntese da melanina, o que torna a pele e o cabelo de Xueli muito claros. Ela também é extremamente sensível à luz solar. E foi a aparência incomum que levou Xueli à carreira de modelo. Agora com 16 anos, ela apareceu nas páginas da "Vogue" e liderou campanhas para designers famosos. Conheça a história de Xueli, que ela contou à jornalista da BBC Jennifer Meierhans: Xueli Abbing foi abandonada na porta de um orfanato quando era bebê BIEL CAPLLONCH/BBC A equipe do orfanato me chamou de Xue Li. Xue significa neve e Li significa bela. Fui adotada quando tinha três anos e fui morar com minha mãe e minha irmã na Holanda. Minha mãe disse que não conseguia pensar em um nome mais perfeito e achou importante manter uma referência às minhas raízes chinesas. Na época em que nasci na China, o governo impôs a política de filho único para as famílias. Era muito azar se você tivesse um filho com albinismo. Algumas crianças, como eu, foram abandonadas, outras ficavam trancadas ou, se iam à escola, seus cabelos eram pintados de preto. Em alguns países da África, no entanto, eles são caçados, seus membros são cortados ou até podem ser mortos. Os curandeiros usam seus ossos para fazer remédios, pois as pessoas acreditam que eles podem curar doenças, mas é claro que isso não é verdade, essas crenças são mitos. Tenho sorte de ter sido apenas abandonada. Meus pais biológicos não deixaram nenhuma informação sobre mim, então não sei quando é meu aniversário. Mas cerca de um ano atrás, eu fiz um raio-X da minha mão para ter uma ideia mais precisa da idade e os médicos avaliaram que eu tinha em torno de 15 anos. 'Na época em que nasci na China, o governo impôs a política de filho único para as famílias' JET VAN GAAL/BBC Comecei a trabalhar como modelo por acaso, quando tinha 11 anos. Minha mãe estava em contato com uma designer que era de Hong Kong. Ela tem um filho com lábio leporino e decidiu que queria desenhar roupas bem estilosas para ele, para que as pessoas nem sempre fiquem olhando para sua boca. Ela chamou a campanha de "imperfeições perfeitas" e perguntou se eu queria participar de seu desfile de moda em Hong Kong. Foi uma experiência incrível. Depois disso, fui convidada para algumas sessões de fotos e uma delas foi com o fotógrafo Brock Elbank, em seu estúdio em Londres. Ele publicou meu retrato no Instagram. A agência de modelos Zebedee Talent entrou em contato e perguntou se eu gostaria de me juntar a eles na missão de fazer com que pessoas com deficiências ou com diferenças sejam representadas na indústria da moda. Uma das fotos que Brock tirou de mim foi apresentada na edição de junho de 2019 da Vogue Itália, que teve Lana del Rey na capa. Na época, eu não sabia quão importante a revista era e demorei um pouco para perceber por que as pessoas ficavam tão animadas com isso. Na moda, parecer diferente é uma bênção, não uma maldição, e isso me dá uma plataforma para aumentar a conscientização sobre o albinismo. A campanha de Kurt Geiger (varejista britânico de calçados e acessórios de luxo) é um ótimo exemplo de como eles me permitem mostrar minha diferença. Eles me permitiram produzir e dirigir as fotos com minha irmã, porque as restrições do coronavírus impediam o fotógrafo de estar no estúdio. Isso permitiu que eu me expressasse da maneira que quisesse e estou muito orgulhosa dos resultados. Ainda existem modelos que têm quase dois metros e meio e são magras, mas agora as pessoas com deficiências ou com diferenças aparecem mais na mídia e isso é ótimo - mas deveria ser normal. Modelos com albinismo costumam ser estereotipados em fotos para retratar anjos ou fantasmas e isso me deixa triste. Especialmente porque perpetua aquelas crenças que põem em perigo a vida de crianças com albinismo em países como a Tanzânia e o Malawi. O que é albinismo? Devido ao meu tipo de albinismo, tenho apenas 8 a 10% de visão e não consigo olhar diretamente para a luz, pois machuca meus olhos. Às vezes, se está muito claro durante uma sessão de fotos, eu pergunto "posso fechar meus olhos ou você pode tornar a luz mais suave?" Ou direi "OK, você pode fazer três fotos com meus olhos abertos com o flash e nada mais." No início, eles podem pensar que é difícil, mas quando tiram a primeira foto, eles ficam tipo "Uau" e ficam muito felizes com os resultados. Minha agente diz aos clientes "se você não pode lidar com isso, você não pode trabalhar com Xueli." É importante para eles que eu me sinta confortável. 'Comecei a trabalhar como modelo por acaso, quando tinha 11 anos' REINY BOURGONJE/BBC As pessoas me dizem que minha deficiência visual me dá uma perspectiva diferente e vejo detalhes que os outros não observam. Também faz com que eu me preocupe menos com a visão tradicional da beleza. Talvez porque eu não consiga ver tudo, concentro-me mais nas vozes das pessoas e no que elas têm a dizer. Portanto, a beleza interior é mais importante para mim. Amo ser modelo porque gosto de conhecer gente nova, praticar inglês e ver que as pessoas ficam felizes com minhas fotos. Quero usar a moda para falar sobre albinismo e dizer que é uma condição genética, não uma maldição. A maneira de falar sobre isso é dizer "pessoa com albinismo" porque falar sobre "ser um albino" soa como se isso definisse quem você é. As pessoas me dizem que tenho que aceitar coisas do meu passado, mas acho que não. Eu acredito que você precisa ver o que aconteceu e entender o porquê, mas não aceitar isso. Não vou aceitar que crianças sejam assassinadas por causa de seu albinismo. Eu quero mudar o mundo. Quero que outras crianças com albinismo - ou qualquer forma de deficiência ou diferença - saibam que podem fazer e ser o que quiserem. Para mim, sou diferente em alguns aspectos, mas igual em outros. Amo esportes e escalada e posso fazer isso tão bem quanto qualquer outra pessoa. As pessoas podem dizer que você não pode fazer as coisas, mas você pode, apenas tente. 'Na moda, parecer diferente é uma bênção, não uma maldição, e isso me dá uma plataforma para aumentar a conscientização sobre o albinismo' KURT GEIGER/BBC VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

'Disco arranhado': como a música rodou o país por 4 anos e se transformou até virar hit nacional

G1 Pop & Arte Balada do baiano Tierry virou bachata da dupla mineira César Menotti & Fabiano, voltou à Bahia no arrocha de Malu e virou hit nacional com funk de Lucas Beat, do interior de SP; veja jornada. As voltas de ‘Disco arranhado’ "Te amo, te amo, te amo, te amo, te amo". O refrão insistente de "Disco arranhado" foi repetido com caras diferentes, de piano pop a batida crua de funk, e rodou durante quatro anos pelo Brasil até emplacar de vez como hit nacional. Veja a jornada no vídeo acima, na arte abaixo e no texto a seguir. Fotos: Divulgação / Arte: G1 / Anderson Cattai 1ª volta: balada de Tierry Tierry Reprodução/Instagram Está no celular de Tierry até hoje um arquivo de áudio gravado no dia 11 de outubro de 2017, chamado "Disco arranhado - Os Menotis". O baiano ainda não era conhecido como cantor de arrocha, mas já era requisitado como compositor por sertanejos como César Menotti & Fabiano. Quem ouve o funk de 2021 não imagina que tudo começou com uma balada arrastada e um teclado com efeito de grand piano que lembra o pop inglês dos anos 1960. "Pianão britânico. Melancólico e ao mesmo tempo romântico", define Tierry. O jeito retrô da balada para "casais que querem se declarar" combinava com a ideia da composição. "O 'te amo' repetido é a materialização poética do disco arranhado", ele diz. "Eu queria que as pessoas não só ouvissem, mas que elas conseguissem ver o disco de vinil arranhando na hora certa", descreve o compositor. Depois de gravar a versão demo (a demonstração que os compositores fazem para testar e vender a música), o criador enviou o arquivo de "Disco arranhado" para a sua primeira jornada: de Salvador, onde foi composta, para Belo Horizonte onde Cesar Menotti & Fabiano preparavam um disco. 2ª volta: a bachata dos Menotti César Menotti & Fabiano Divulgação / Som Livre Os irmãos receberam o arquivo e gostaram da ideia. Escolheram "Disco arranhado" como primeira música de trabalho do álbum "Não importa o lugar" (2018). O início lembra o jeito de balada clássica da versão demo, mas logo entram percussões e violões que levam o arranjo para outro lugar. A bachata, ritmo latino derivado do bolero, era a queridinha da vez das duplas brasileiras. Assim o público ouviu "Disco arranhado" pela primeira vez: no balanço suave de dedilhados e da percussão. Por cima, o vocal sertanejo romântico dos irmãos nascidos no Paraná e em São Paulo e criados em Minas. O clipe tinha o ator Lucas Veloso, que havia acabado de interpretar o Didico na nova série de "Os Trapalhões", e sua então namorada, a dançarina do "Faustão" Nathalia Melo, que ele conheceu como professora no quadro "Dança dos Famosos". Mesmo com o casal do momento , a música teve, em 2018, um desempenho abaixo da média dos grandes sertanejos. Foram 5 milhões de plays no YouTube, número baixo para os padrões de uma faixa de trabalho da dupla - e uma parte da audiência veio agora, com as novas versões... 3ª volta: nova rainha dos caminhoneiros Malu, a nova voz romântica do Brasil, lançou "Disco Arranhado" em julho de 2019 Reprodução/YouTube/Malu Malu tinha 17 anos quando gravou "Disco arranhado" no seu primeiro disco promocional, em julho de 2019. A cantora de Vitória da Conquista conhecia a canção na voz de César Menotti e Fabiano, e gravou por uma sugestão do seu produtor. Ela acelerou a balada dos sertanejos e transformou em um arrocha, de arranjo próximo ao brega, com um teclado característico. A introdução anuncia a cantora como "a nova voz romântica do Brasil". Malu gostou da música por falar de amor, bem no estilo do repertório que estava desenvolvendo. Acabou, sem grandes pretensões, emplacando seu primeiro sucesso. "Falo que tem música que tem dono, não adianta... Acho que foi isso. O Tierry fez essa música para mim, mas a gente só soube depois", brinca. Ela diz que parte considerável do seu público, inicialmente restrito ao Nordeste, é formada por caminhoneiros. Não é à toa que o clipe é uma homenagem a eles — e a elas. O vídeo colocou a música no contexto de quem vive viajando e sente saudade da família. Malu decidiu representar a classe com uma caminhoneira. "Além de homenagear os caminhoneiros, também queria empoderar as mulheres", diz. A cantora também tem carinho pela profissão por conta do pai, que é pastor, mas já foi caminhoneiro. Com a música, ela se projetou no Nordeste - a agenda de shows só crescia até chegar a pandemia. 4ª volta: para chorar no bailão (e no TikTok) DJ Lucas Beat e Malu no clipe do remix de 'Disco arranhado' Divulgação A versão de Malu começou a circular em vídeos do TikTok e Instagram, até que chegou a um celular em um conjunto habitacional do Minha Casa Minha Vida em Presidente Prudente (SP), onde mora Lucas Felipe Narcizo Silva, 21 anos, o DJ Lucas Beat. Quando tinha 15 anos, Lucas queria ser David Guetta. Ele aprendeu a mexer no programa de produção FL Studio para tocar música eletrônica. As primeiras faixas no estilo EDM de Guetta não deram certo, mas ele percebeu que com aqueles mesmo sons podia fazer funk. Lucas começou cobrando R$ 20 para criar bases de funk para MCs. Foi ficando conhecido e entrou na produtora Mídia Hits. Ele explodiu de vez quando teve uma sacada: pegar canções melódicas, em especial de "sofrência", e botar uma batida de funk "mandelão"- a batida crua dos bailes de rua. Lucas admite que há um abismo entre as batidas secas do funk - ainda mais frenéticas com toques de EDM - e as canções sentimentais. Mas ele descobriu o estranho apelo dessa mistura, que gerava milhões de plays em remixes como de “Na Conta da Loucura”, de Bruno e Marrone. Quando Lucas viu Malu rodopiando entre caminhões e repetindo "te amo", pensou só uma coisa: "vai dar bom", como ele diz. Chamou a cantora para conversar no Instagram, que topou a empreitada e regravou o vocal para o remix. Lucas pôs a voz de diva teen de Malu em uma batida arrasa-quarteirão. É uma química perseguida por times experientes de compositores e produtores no mundo, que ganhou vida original brasileira de forma espontânea, na DM de um adolescente de Presidente Prudente e uma de Vitória da Conquista. Da esquerda: Tierry, Fabiano, Malu e Lucas Beat, que fizeram as diferentes versões de 'Disco arranhado' até a música estourar nacionalmente Divulgação Uma observação recorrente nos comentários é que se trata de um funk com uma letra de amor sem "baixaria". Quem também reforça esse ponto é Malu. "Esse é o ponto positivo que o pessoal mais comenta: É uma música que fala de amor bem alto astral", diz a cantora. Lucas Beat descreve o efeito da mistura do amor mandelão nas palavras dos próprios fãs: "A galera comenta muito nos meus vídeos: 'Tô chorando e dançando. Tô sofrendo, mas rebolando a raba.'" A versão funk amplificou o sucesso para todo o país, entrou no ranking nacional do Spotify e hoje tem ainda mais plays no YouTube do que o sucesso de arrocha do início de 2020. "Achei genial a mistura do funk mandelão com uma letra romântica, né? A cara do Brasil. Por isso deu tão certo", observa hoje Tierry, o pai que viu a música crescer e ganhar vida própria. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Cinco suspeitos de envolvimento no roubo de dois cachorros de Lady Gaga são presos nos EUA

G1 Pop & Arte Polícia de Los Angeles prendeu três supostos ladrões e duas outras pessoas envolvidas, inclusive a mulher que devolveu os cães dois dias depois. Fiança para cada um é de US$ 1 milhão. Cachorros de Lady Gaga são roubados durante passeio com 'dog walker' Reprodução/Instagram A polícia de Los Angeles prendeu nesta quinta-feira (29) cinco pessoas suspeitas de envolvimento no roubo de dois cachorros da cantora Lady Gaga. Os dois buldogues franceses foram roubados durante um passeio com o 'dog walker' (passeador de cachorros, em tradução livre), que foi baleado, no dia 24 de fevereiro. Ryan Fischer tinha levado três cães de Gaga para passear em Los Angeles, nos EUA. O terceiro buldogue correu e foi recuperado no mesmo dia. Uma mulher chamada Jennifer McBride, de 50 anos, entregou os cachorros dois dias depois, em boas condições, em uma estação da polícia de Los Angeles. No momento, a polícia acreditava que ela não estava envolvida no caso e tinha apenas encontrado os animais. Eles foram entregues a representantes da cantora, que não estava na cidade. Mas após investigar, a polícia descobriu que Jennifer é namorada do pai de um dos suspeitos do roubo, Harold White, de 40 anos. Os supostos ladrões presos são James Jackson, 18, Jaylin White, 19 e Lafayette Whaley, 27. A polícia diz que os três faziam parte de uma gangue em Los Angeles, que eles pareciam não saber que os cães eram de Lady Gaga e que fizeram o roubo interessado no alto valor dos buldogues franceses. Lady Gaga ofereceu uma recompensa de US$ 500 mil para quem encontrasse os cães. A polícia não informou se a cantora chegou a pagar a recompensa a Jennifer. Os cinco estão presos sob fiança de US$ 1 milhão para cada um. Lady Gaga ainda não se pronunciou sobre a prisão. O "passeador" baleado teve alta no dia 30 de março e agradeceu a cantora pelo apoio. Ryan Fischer, passeador de cães de Lady Gaga, faz relato sobre noite em que foi baleado em Los Angeles Reprodução/Instagram/Valley of the Dogs VÍDEO: Lady Gaga canta hino nacional americano na posse de Joe Biden Veja Mais

O rei das lives: quem é Anselmo Troncoso, responsável pela transmissão de shows online

G1 Pop & Arte Ao G1, diretor artístico fala sobre os pontos positivos das apresentações virtuais e aposta em vida longa para elas. 'É um caminho sem volta.' Anselmo Troncoso durante transmissão da live Cachaça e Cabaré 2 Divulgação É bem provável que o nome de Gusttavo Lima seja o primeiro a aparecer na sua cabeça quando o assunto é a era das lives. O cantor puxou a fila da onda dos shows virtuais, iniciada em março de 2020, logo no início do isolamento por conta da pandemia de coronavírus. Mas por trás da apresentação histórica do cantor sertanejo, há um outro nome: Anselmo Troncoso. O diretor artístico foi o responsável por comandar a apresentação virtual de Gusttavo e varias outras que vieram na sequência. Estão na extensa lista de Anselmo as lives de Marília Mendonça, Luan Santana, Jorge e Mateus, Bruno e Marrone, e muitas mais. Foi sob a batuta dele também que aconteceu a maioria dos shows online nessa segunda onda de lives, que teve início há pouco mais de um mês. Lives de volta? Após período de baixa, busca por transmissões musicais volta a subir Em 2020, em uma conversa com Gusttavo, com quem tem amizade "desde quando ele não era um artista consagrado", Anselmo sugeriu uma live "mais profissional". Queria ir além das que alguns artistas, até então, estavam fazendo via redes sociais. "A grande preocupação era a quantidade de pessoas, porque a gente estava no início da pandemia", relembra Anselmo em entrevista ao G1. "Naquele início de pandemia, a gente conseguiu operacionalizar isso de uma forma muito bacana, com uma quantidade mínima de pessoas. Da equipe nossa, para você ter uma ideia, eram seis pessoas trabalhando lá. E deu aquele resultado, que superou a live da Beyoncé em termos musicais no YouTube." "A Beyoncé tinha cerca de 480 mil acessos simultâneos, e a live do Gusttavo a gente atingiu 754 mil acessos simultâneos", recorda Anselmo. O sucesso na transmissão chamou a atenção de muitos. "O vice-presidente do Youtube Mundo quis me conhecer porque eles tiveram resultados incríveis e quando falei pra ele que na [live] do Gusttavo a gente usou seis pessoas, ele ficou espantado. 'Really?'", relembra o diretor artístico. Anselmo Troncoso em live com Marília Mendonça Divulgação "Ele contou que, na da Beyoncé, eles tiveram uma equipe gigantesca, de quase 800 pessoas." O representante da plataforma também questionou Anselmo sobre o valor gasto na transmissão. "Passei o número pra ele, que foi em torno de R$ 35 mil. Na época, dava uns US$ 6 mil. Ele falou: 'Não estou acreditando'." "Esse fenômeno que acontece na internet é muito mais forte aqui no Brasil. Lá fora, esse tipo de situação não acontece. Foi o que falei para ele: 'no Brasil, tudo é possível'". Mas quem é Anselmo Troncoso? Com 45 anos de idade e 25 de carreira, Anselmo trabalha com lives desde 2006. A primeira transmissão nessa linha feito pelo diretor artístico aconteceu no Festival Caldas Country, que acontece anualmente em Caldas Novas. Em seu currículo, Anselmo também tem transmissões de outros festivais, como o Villa Mix. Além disso, é o responsável pela produção de DVDs de artistas de diversos gêneros. Ferrugem, Harmonia do Samba, Aline Barros, Jorge e Mateus e Gusttavo Lima são alguns dos que já tiveram seus trabalhos assinados por ele. Com a chegada da era das lives, Anselmo conseguiu expandir seus projetos, indo na contramão de muitas empresas de entretenimento, que estão sofrendo com a crise derivada da pausa gerada pela pandemia. A crise do entretenimento na pandemia: 350 mil eventos adiados ou cancelados e R$ 90 bilhões 'perdidos' "Esse ano a gente triplicou o número de pessoas. É uma bênção mesmo. Em época de pandemia, a gente expandiu." Live de Jorge e Mateus Divulgação "Hoje a gente consegue fazer até três lives por dia. Três artistas. A gente conseguiu ter uma expansão legal, conseguiu abrir o mercado", diz Anselmo. "Quando fiz a live do Gusttavo na casa dele, um amigo de Recife me mandou mensagem para agradecer e falar que o telefone dele voltou a tocar. Muitas das produtoras do Brasil tiveram essa situação." Para Anselmo, as lives unem artistas e patrocinadores. "Bruno & Marrone não dispensou a equipe, continuou com seus músicos, com toda a equipe técnica. Gusttavo, a mesma coisa. Você acaba percebendo também que tem a boa vontade do artista de tentar manter essa roda girando." Na opinião do diretor artístico, que começou a trabalhar com lives há mais de uma década, as apresentações online terão vida longa. Ele se justifica citando dados de audiência dos festivais transmitidos por ele anos atrás. Em 2015, o Villa Mix atraia uma média de 150 mil pessoas na plataforma durante a transmissão. "É um caminho sem volta. A gente não vai ter tanta procura, tantos shows, mas ela vai continuar existindo." Anselmo Troncoso durante transmissão da Live de Bruno e Marrone em 1 de abril de 2021 Arquivo Pessoal Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle Veja Mais

Meme de garota em frente a um incêndio é vendido por US$ 473 mil

G1 Pop & Arte Foto de Zoe Roth foi feita em frente a um incêndio controlado em 2005. O retrato foi vendido como um NFT, uma imagem que tem um certificado único de propriedade. Initial plugin text Uma foto de uma garota que sorri, em primeiro plano, enquanto um prédio queima no fundo se tornou um meme já clássico na internet. Feita em 2005, a foto agora foi vendida por US$ 473 mil (R$ 2,5 milhões) ao ser transformada em NFT (a sigla vem da expressão “token que não se consome com o primeiro uso” em inglês; na prática, é um selo de autenticidade digital que garante a propriedade de uma imagem, e faz do comprador o único dono da imagem). As informações são do jornal "Independent". NFT: como funciona o registro de coleções digitais que já valem milhões de dólares Vídeo 'Leave Britney Alone', feito por fã de Britney Spears, é vendido como obra NFT por R$ 253 mil A foto foi vendida pela própria retratada, Zoe Roth, hoje uma mulher de 21 anos que estuda na Universidade de Chapel Hill. Abaixo, veja uma reportagem do Fantástico sobre os NFTs: Obra de arte digital é vendida por quase US$ 70 milhões; entenda o que é o NFT Segundo o "Independent", a imagem foi registrada pelo pai da menina em 2005. Ela virou um meme pela expressão levemente sádica ao ver uma casa pegar fogo — há uma sugestão sutil de que ela mesma tenha sido responsável pelo incêndio, o que não é verdade. A menina e o pai estavam passeando pelo bairro da cidade de Mebane, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, onde viviam, quando o incêndio acontecia. O fogo, na verdade, foi provocado pelos próprios bombeiros em um incêndio controlado para que eles pudessem treinar. Roth decidiu transformar a foto de seu pai em um NFT depois de receber um telefonema, em fevereiro. Ela foi convencida de que a imagem poderia render uma boa soma de dinheiro no mercado de NFTs. O NFT da foto não foi vendido em dólares, mas, sim em uma criptomoeda, o ethereum. A cada vez que o NFT for revendido, Zoe vai receber 10% do valor de transação. Roth e seu pai procuraram um agente especializado em pessoas cujas imagens foram usadas em memes e, depois, conseguiram dinheiro com a piada. Bitcoin e Ethereum: entenda o que é e como funcionam Veja os vídeos mais assistidos do G1 Veja Mais

Após saída do 'BBB21', Viih Tube brinca no 'Mais Você': 'Não dormi, mas tomei banho'

G1 Pop & Arte Youtuber deixou o reality show após receber 96,69% dos votos em paredão com Fiuk e Gil. Viih Tube é a 13º eliminada do BBB21, com 96,69% dos votos Globo Viih Tube esteve no "Mais Você" na manhã desta segunda-feira (26), após ser eliminada do "BBB21". A youtuber deixou o reality show ao receber 96,69% dos votos em um paredão contra Fiuk e Gil. Logo no início da entrevista, Viih Tube brincou com sua fama de não tomar banho ao longo do programa ao explicar que passou a noite em claro. "Não dormi, mas tomei banho. Pelada com meu namorado, foi tudo, maravilhoso", disparou a youtuber. Durante conversa com Ana Maria Braga, a youtuber apontou que o excesso de jogo pode ter sido o motivo de sua eliminação. "No BBB acabei sendo outra pessoa. E foi jogo por um lado. Inclusive acho que foi o motivo pelo qual fui eliminada. Joguei até demais, passei do ponto. Percebi, mas já saí", afirmou. "Lá dentro, fui a Viih Tube jogadora. Tive meu jogo lá dentro, mas não imaginava que ia repercutir tanto aqui fora, não." Ana Maria ainda mostrou para a youtuber alguns memes gerados com a vibração do público quando Viih foi indicada ao paredão. "Se eu fosse o público, eu faria a mesma coisa. Eu me tiraria. Porque eu já assisti BBB. Sei como é ser telespectador. Eu já tava sabendo que eu ia sair, não tinha nenhuma dúvida." "Já era minha hora de sair. Acho muito justo ter saído. Queria um milhão? Queria. Mas já tinha cagado em tudo, então vamos embora." "O público do BBB é um público muito justo. Achei justo o que fizeram", declarou a sister. Acadêmicos do BBB: jogadores estrategistas têm menos chance de ganhar o reality? Veja Mais

Moda no Oscar 2021: looks no tapete vermelho vão do preto ao brilhante e dourado

G1 Pop & Arte Premiação foi o primeiro 'desfile de moda' mais importante em Hollywood desde a pandemia do novo coronavírus, no começo de 2020. Durante o último ano, as estrelas mais brilhantes da constelação hollywoodiana foram obrigadas a vestir suas roupas de gala em suas salas de estar para agradecer os prêmios ou vestiram pijamas de luxo. Neste domingo (25), elas voltaram ao tapete vermelho do Oscar. Vote no homem mais bem vestido Vote na mulher mais bem vestida E embora as mulheres estivessem deslumbrantes como sempre, os homens - talvez inspirados pelo vestido-smoking do ator Billy Porter nos Prêmios da Academia há dois anos - eles tiraram do armário seus melhores trajes de gala. FOTOS: veja como foi o tapete vermelho Veja a lista completa de vencedores do Oscar 2021 Veja alguns looks do tapete vermelho, o primeiro "desfile de moda" mais importante em Hollywood desde a pandemia do novo coronavírus, no começo de 2020. Do preto ao rosa Leslie Odom Jr., indicado pelo filme 'Uma Noite em Miami', chega ao Oscar 2021 AP Photo/Chris Pizzello Leslie Odom Jr, duplamente indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante e de melhor canção original por "Uma noite em Miami", tinha uma aparência similar à estatueta dourada que esperava levar para casa, com um reluzente terno Brioni de dupla abotoadura. Daniel Kaluuya, ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante por sua interpretação do líder do Panteras Negras, Fred Hampton, em "Judas e o Messias Negro" vestiu camiseta preta e smoking de Bottega Veneta. Colman Domingo, que dividiu o protagonismo com as indicadas Viola Davis e o falecido Chadwick Boseman em "A Voz Suprema do Blues", acrescentou um toque de cor vestindo uma roupa cor-de-rosa intenso. Paul Raci, indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por seu trabalho em "O Som do Silêncio", pintou as unhas de preto. Mulheres brilhantes Carey Mulligan AP Photo/Chris Pizzello Odom não foi o único que optou pelo dourado no Oscar. Carey Mulligan, indicada a melhor atriz por sua interpretação de uma estudante de medicina que se vinga do estupro sofrido pela amiga em "Bela Vingança", brilhou com um vestido dourado sem alça, com a barriga de fora e longa cauda. E a cantora Andra Day, indicada na mesma categoria pelo retrato de Billie Hollyday em "The United States vs. Billie Holiday", optou por um atrevido vestido dourado com enorme fenda no centro. Vestidas de branco Viola Davis no Oscar 2021 AP Photo/Chris Pizzello Juntamente com Mulligan e Day, Viola Davis aspirava ao prêmio de melhor atriz por "A Voz Suprema do Blues" e foi ao Oscar com um decotado vestido branco sem mangas de Alexander McQueen com cortes sensuais em todo o corpete. A atriz búlgara Maria Bakalova, indicada pela primeira vez na categoria melhor atriz coadjuvante por "Borat 2: Fita de Cinema Seguinte", também apostou no branco, chegando à atmosfera vermelha com um vestido branco de princesa de Louis Vuitton com decote pronunciado e saia de tule. Feixes de luz Apesar dos muitos vestidos em branco, preto básico ou tons apagados, algumas atrizes apostaram no glamour da velha Hollywood em cores brilhantes. Halle Berry, ganhadora do Oscar de melhor atriz em 2002 e apresentadora neste domingo, apareceu com os cabelos com novo corte curto e um vestido púrpura sem alças. A apresentadora Angela Bassett surpreendeu com vestido vermelho brilhante com uma fenda na parte da frente e mangas bufantes que se uniam nas costas com um enorme laço. "Isto é Natal em Hollywood", disse Bassett no tapete vermelho. Veja Mais

Karol Conká cresce 978% em streaming após lançamento de 'Dilúvio'

G1 Pop & Arte Segundo dados da Deezer, cantora teve seu maior pico na plataforma desde janeiro, quando seu nome foi anunciado no 'BBB21'. Karol Conká sobe 978% em streaming após lançamento de 'Dilúvio' Reprodução/Instagram Karol Conká voltou a crescer nas plataformas digitais desde que lançou a faixa "Dilúvio". Segundo dados da Deezer, a cantora teve um aumento de 978% no streaming após o lançamento da faixa, na terça-feira (4), logo após ela apresentar a canção na grande final do "BBB21". Segundo dados da plataforma, a cantora teve seu maior pico do ano, superando inclusive os números da época de seu anúncio no reality, em janeiro. Karol escreveu a faixa em 2020, mas fez alguns retorques na letra após sua participação no reality show. Durante o programa, Karol ganhou fama de vilã e foi massivamente criticada por atitudes e comentários em relação a outros participantes da casa, como Lucas Penteado, Juliette Freire, Arcrebiano e Carla Díaz. A cantora foi eliminada com 99,17% dos votos, batendo recorde de rejeição na história do reality. 'A Vida Depois do Tombo': Série documental sobre Karol Conká estreia no Globoplay "Escrevi Dilúvio no ano passado, e ela passou por algumas mudanças depois das experiências que vivi. Me permiti sentir, olhei para dentro e transformei em arte todo esse sentimento", explica a cantora. No YouTube, Karol também apresentou alta. Antes do jogo, a cantora tinha 271 mil seguidores em seu canal, passando para 281 mil em sua saída. Hoje, Karol conta com 307 assinantes, sendo 14 mil novos nos últimos 4 dias, desde que lançou "Dilúvio", segundo dados da Social Blade. O vídeo com a música já conta com mais de 534 mil visualizações na plataforma. No instagram, Karol também já reconquistou seus números antigos e ultrapassou em mais de 100 mil a soma de seguidores antes do reality, chegando a 1,6 milhão. Na rede social, a cantora celebrou os bons números com o lançamento musical e agradeceu ao público. "Dilúvio estreou em #43 no Spotify, #49 na Deezer, #5 no Apple Music e #2 no Tidal. Muito obrigada por esse apoio, gente." 'A vida depois do tombo' mostra virtudes e defeitos de Karol Conká que o Brasil não viu Veja Mais

Rapper processa Childish Gambino por suposto plágio em 'This Is America'

G1 Pop & Arte Kidd Wes diz que 'This is America' é cópia de 'Made in America', que ele lançou dois anos antes; compare. Childish Gambino no clipe "This is America" Divulgação O rapper Kidd Wes processou Childish Gambino por suposta violação de direitos autorais. Ele afirma que o sucesso "This Is America" é de sua autoria. De acordo com documentos do tribunal federal dos EUA, o rapper Emelike Nwosuocha, conhecido pelo nome artístico de Kidd Wes, garante que a música é "claramente semelhante" a uma faixa que ele lançou dois anos antes no plataforma Soundcloud. Compare abaixo: A ação movida em Nova York argumenta sobre "a quase igual identidade rítmica, lírica e temática de composição, e o conteúdo de interpretação em partes do refrão - ou 'gancho' - que são os elementos centrais de ambas as canções". Nwosuocha garante que sua música e a de Gambino são "inconfundivelmente, substancialmente, semelhantes, quando não praticamente idênticas". O autor também citou um musicólogo contratado para comparar as duas, que considerou que as "semelhanças no contorno melódico (...) e nas falas em 'Made in America' e 'This is America' provavelmente não são uma coincidência". Clipe mais visto do ano , "This Is America" já tem 50 milhões de visualizações em 3 dias Veja Mais

Camilla de Lucas fala sobre planos de atuação após 'BBB21': 'Tem algumas coisas bem interessantes'

G1 Pop & Arte Vice-campeã do reality, influencer analisou sua participação no programa e falou sobre cancelamento: 'As pessoas vão julgar, falar. Mas essa coisa de massacrar eu não acho legal.' Camilla de Lucas Reprodução/Instagram Acostumada a levar seu humor para vídeos em redes sociais, Camilla de Lucas mostrou seu lado mais sério ao chegar no "BBB21". Vice-campeã do reality, que consagrou Juliette como a grande vencedora, Camilla conversou com jornalistas após o fim da atração e explicou o motivo de ter ficado "mais fechadinha para brincadeiras", como ela mesma definiu. "Cheguei ali achando que minha vida seria piscina, hidro, academia e alguns barracos, e logo me deparei com grandes pautas do programa. Os conflitos foram pela convivência, mas envolviam pautas que estão na sociedade. Então talvez isso tenha baixado um pouco minha energia. Não conseguia brincar, me sentia angustiada." "Não conseguia ficar muito feliz. Meus momentos de alegria era quando ficava com João, a Ju e a Carlinha. A pressão do jogo me deixou um pouco mais séria", comentou a influencer. Uma das pautas que gerou conflito e que mexeu com Camilla foi o momento em que Rodolffo fez um comentário sobre o cabelo de João, levando o apresentador Tiago Leifert fazer um discurso sobre o assunto. As palavras de Tiago deixaram Camilla emocionada. A influencer afirmou que "infelizmente, várias vezes" passou por situações semelhantes. "Senti pelo João porque meu cabelo é parecido. Estou em momento de transição capilar para deixar voltar ao natural, então uso 'laces', perucas. Aquilo doeu porque por muito tempo sofri para aceitar meu cabelo com comentários como do Rodolffo sobre cabelo crespo", afirmou. Como racismo virou debate no BBB e inquérito policial após comentário de Rodolffo sobre cabelo de João Final do Big Brother com Fiuk, Juliette e Camilla de Lucas Reprodução/TV Globo Planos de ser atriz Em sua saída, Camilla também reforçou o desejo de seguir carreira como atriz. Durante conversa com o G1, em outubro de 2020, ela já havia revelado os planos para fazer um curso de atuação. "Quando recebi convite, também recebi algumas propostas para filmes e séries. Acabei deixando um pouco de lado para participar do programa, que também era um sonho antigo. Já sei que tem algumas coisas bem interessantes e pretendo fazer curso de teatro para me aprimorar." Mulheres que estão fazendo sucesso com vídeos de humor Cancelamento Camilla também comentou sobre o discurso que fez logo no início do jogo, quando pediu: "Vamos cancelar o cancelamento". "Quando falei sobre cancelamento, em seguida falei que nós iríamos errar lá dentro. Mas acho que o importante é a pessoa ver que errou e decidir não errar mais." "Quando a gente entra em um programa como o BBB, tem que estar preparado para tudo, porque as pessoas vão comentar na internet. Não posso dizer que não tive medo, mas acho que algumas questões que envolveram cancelamento foram de atitudes não muito legais que a galera teve." "Não acho que cancelamento tem que ser de forma agressiva", ela diz. "Não acho legal a galera ir no perfil, atacar, ir na página da marca que a pessoa trabalha. As pessoas vão julgar, falar. Mas essa coisa de massacrar eu não acho legal." Atritos na casa Camilla comentou ainda sobre possíveis conversas com pessoas com quem teve atrito na casa, como Karol Conká e Lucas Penteado. "[Com a Karol], acho que o que tinha para conversar, conversei lá dentro. No dia da eliminação, a gente tem um momento que ouve música antes do resultado, e conversei com ela. Falei: 'Se você ficou chateada, entendeu alguma palavra errada, me desculpa'. Conversei ontem na final, a gente viu que já foi. Com a Karol está resolvido, não tenho muito o que conversar, não." "Com Lucas, quero saber mais como ele está com tudo o que aconteceu. Percebi que talvez ele tenha ficado um pouco afetado com o jogo. Me preocupei com ele lá e antes de sair ele falou que gostava de mim." Veja Mais

Broadway vai reabrir em setembro, anuncia governador de Nova York

G1 Pop & Arte Após 18 meses fechados por conta da pandemia, espetáculos vão voltar com 100% da capacidade no dia 14 de setembro, anunciou Andrew Cuomo. 24 de maio de 2020 - Funcionário da limpeza caminha pela Broadway, perto da Times Square, após o surto de coronavírus (COVID-19), em Manhattan, Nova York Andrew Kelly/Reuters Os espetáculos da Broadway voltarão aos palcos a partir do dia 14 de setembro, após um hiato de 18 meses para combater a pandemia do coronavírus, anunciou o governador do Estado norte-americano de Nova York, Andrew Cuomo, nesta quarta-feira (5).  Os ingressos começarão a ser vendidos na quinta-feira (6) e os teatros poderão operar com 100% de lotação, disse Cuomo. Os teatros da Broadway estão entre as principais atrações turísticas da cidade de Nova York. "A Broadway é uma grande parte da identidade e da economia do nosso Estado, e estamos felizes que as cortinas vão voltar a subir", afirmou Cuomo pelo Twitter. O teatro é um dos últimos setores a voltar ao normal por conta dos desafios impostos pelo distanciamento social aos atores no palco, equipes nos bastidores e para o público, que normalmente fica aglomerado em assentos de um espaço fechado. Embora Nova York tenha planos para suspender a maior parte das restrições pandêmicas nas próximas duas semanas, os teatros da Broadway precisam de mais tempo para ensaios e para atrair o público com marketing e divulgação. "Retomar a Broadway é uma empreitada complexa", disse Charlotte St. Martin, presidente da Broadway League, um grupo do setor. "O sinal verde dado pelo governador hoje para que comecemos a vender nossos espetáculos agora para começar a temporada em setembro é vital para o nosso sucesso." Broadway faz espetáculo teste para reabertura de teatros Veja Mais

Maduro recebe visita de Steven Seagal e ganha espada de presente

G1 Pop & Arte Ator norte-americano foi à Venezuela como represente especial da Rússia. Encontro ocorreu no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, e foi transmitido pela TV estatal. Foto da presidência venezuelana mostra o presidente do país, Nicolas Maduro, e o ator norte-americano Steven Seagal durante reunião no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, em 4 de maio de 2021 Presidência da Venezuela via AFP O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, recebeu na terça-feira (4) o ator norte-americano Steven Seagal, que foi ao país como represente especial da Rússia. O encontro ocorreu no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, e foi transmitido pela televisão estatal venezuelana. O ator e sétimo dan da arte marcial japonesa "aikido" presenteou Maduro com uma espada de samurai. O presidente venezuelano empunhou a katana e brincou de executar vários movimentos com a espada. O presidente venezuelano publicou fotos do encontro nas redes sociais e afirmou que "foi um prazer receber a agradável visita do ator americano Steven Seagal". "Sem dúvida, Steven não é apenas um dos grandes nomes do cinema, é também um lutador dedicado pela paz dos povos", escreveu Maduro. Initial plugin text Representante da Rússia O Ministério das Relações Exteriores da Rússia nomeou Seagal em 2018 como um "representante especial" para os Estados Unidos. Seagal é descendente de imigrantes judeus russos por parte dos avós paternos e, como representante do Kremlin nos EUA, busca facilitar as relações entre Washington e Moscou em questões humanitárias e intercâmbios culturais e artísticos. Ao lado da China, a Rússia é aliada incondicional do governo venezuelano, que passa por severa crise econômica e política e é alvo de sanções impostas pelos Estados Unidos. Foto da presidência venezuelana mostra o presidente do país, Nicolas Maduro, e o ator norte-americano Steven Seagal durante reunião no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, em 4 de maio de 2021 Presidência da Venezuela via AFP Foto da presidência venezuelana mostra o presidente do país, Nicolas Maduro, e o ator norte-americano Steven Seagal durante reunião no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, em 4 de maio de 2021 Presidência da Venezuela via AFP Foto da presidência venezuelana mostra o presidente do país, Nicolas Maduro, e o ator norte-americano Steven Seagal durante reunião no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, em 4 de maio de 2021 Presidência da Venezuela via AFP VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

Meghan Markle escreve livro infantil inspirado no príncipe Harry e em Archie

G1 Pop & Arte Livro ilustrado será lançado em 8 de junho. ''The Bench' começou como um poema que escrevi para meu marido no Dia dos Pais, um mês após o nascimento de Archie', disse. Príncipe Harry, Meghan Markle e Archie se encontram com o Nobel da Paz Desmond Tutu, na Cidade do Cabo, nesta quarta-feira (25) Toby Melville/ Reuters Meghan Markle lançará um livro infantil intitulado "The Bench" ("O banco"), inspirado na ligação de seu marido, o príncipe Harry, com seu filho Archie, anunciou nesta terça-feira (4) a fundação do casal. O livro, ilustrado por Christian Robinson, será lançado no dia 8 de junho, enquanto Meghan aguarda o nascimento de seu segundo filho. "'The Bench' começou como um poema que escrevi para meu marido no Dia dos Pais, um mês após o nascimento de Archie. Esse poema se tornou esta história", explicou Meghan em um comunicado. A duquesa de Sussex disse que o livro quer refletir "o calor, a alegria e o conforto da relação entre pais e filhos em todas as esferas da vida". "Minha esperança é que 'The Bench' ressoe em todas as famílias, independentemente da composição, tanto quanto na minha", acrescentou. Archie fará dois anos na quinta-feira (6). Harry e Meghan se retiraram da família real britânica e se mudaram para a Califórnia, no oeste dos Estados Unidos, no ano passado. Veja Mais

Autor de 'Milla' notifica Carla Zambelli para tirar vídeo em que Netinho canta hit em ato pró-Bolsonaro

G1 Pop & Arte Manno Góes diz que não autoriza uso da música no YouTube. Deputada diz que está 'pensando' se vai tirar vídeo pois, ao reclamar nas redes, compositor chamou Netinho de 'débil mental'. Carla Zambelli divulgou foto com cantor Netinho em ato na Paulista Reprodução / Instagram Tudo começou quando a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) filmou Netinho cantando a música "Milla" no ato pró-Bolsonaro na Av. Paulista, em São Paulo, no sábado (1). O autor da música, Manno Góes, diz que não autoriza o uso da música. Ele notificou a deputada para tirar o vídeo do YouTube. A manifestação no sábado teve aglomeração e pedido de intervenção militar. Em cima do trio, diante do público com faixas como "Nós te autorizamos, presidente", Netinho entoou o refrão: "Ô Mila, mil e uma noites de amor com você / Na praia, no barco, no farol apagado..." No sábado, Manno Góes escreveu no Twitter: "Netinho ontem cantou Milla no ato em que pessoas brancas, na Paulista, gritavam “eu autorizo”, para Bolsonaro. Autorizam o quê? Golpe militar? Portanto, eu não autorizo esse débil mental de cantar minha música. Já entrei na justiça e retirarei todos os vídeos que tiverem isso." No domingo, Manno enviou uma notificação extrajudicial para que Carla Zambelli tire o vídeo do ar. "Eu não posso proibir ninguém de cantar uma música minha. O que o autor tem direito é de impedir de que essa música esteja vinculada com uma forma de divulgação que ele não concorde", diz o compositor ao G1. A deputada diz que está analisando a notificação com seus advogados e 'pensando' no caso por causa do post "deselegante" no Twitter. "Eu estou pensando duas vezes em tirar esse vídeo e pensando sinceramente, em, entre aspas, "ir para o pau". Porque a forma como ele tratou o Netinho me incomodou muitíssimo", diz a deputada ao G1. Netinho não quis comentar o caso. Manno Góes já fez parte da banda Jammil e é autor de diversos sucessos do axé, como "Praieiro", "Acabou" e "Milla", gravada por Netinho em 1996. Ele diz que não quer barrar o cantor de cantar a música em sua carreira. "Não é censura. Ele não está impedindo de fazer shows e tocar música para seus fãs. O que não pode é utilizar uma obra com finalidade política. Para isso há uma necessidade de autorização", diz o advogado de Manno, Rodrigo Moraes. A notificação foi destinada a Zambelli, e não a Netinho, pois foi a deputada quem filmou e publicou o vídeo no canal oficial dela, explica o advogado. Manno Góes Felipe Oliveira/Divulgação Boa Praça 'Milla': da Ilha do Sol para a Justiça? "O que a deputada Carla Zambelli faz é lastimável: uma pessoa que, mesmo que notificada, continua com o vídeo. Uma parlamentar que é a primeira a rasgar a lei de direitos autorais", diz o advogado. Ele diz que, após a notificação, está preparando uma ação judicial para reivindicar os direitos do autor. Carla Zambelli diz que pensa em manter o vídeo no ar, e critica o uso do termo "débil mental". "Não se trata ninguém dessa forma. Eu não trato nem meus inimigos dessa forma. Então talvez eu não atenda o pedido dele e espere ele me acionar na Justiça. Aí a gente vê como a gente resolve", diz a deputada. Karol Conká questiona coautoria e volta a pôr em xeque 'beatmakers' como compositores no pop Nesta segunda-feira, antes de Zambelli comentar o caso, Manno Góes escreveu no Twitter: "Compreendo e peço desculpas a todos por ter usado 'débil mental' para me referir ao cantor golpista. Agradeço a todos que me chamaram atenção, mesmo apoiando meu desabafo. Estamos aqui para aprender e melhorarmos como pessoa. É o que quero pra mim: aprender, evoluir, consertar". "É um reconhecimento de um uso indevido de uma expressão que não deve ser usada", ele disse ao G1. Daniela vai regravar em apoio a Manno Com a repercussão do caso, Daniela Mercury manifestou apoio ao compositor: "Manno Góes, meu amigo querido! Eu entendo a sua agonia! Por isso, vou gravar 'Milla'. Essa música é amor, é liberdade! 'Milla' é nossa", ela disse. 'Milla' para Trump Essa não é a primeira vez que Manno Góes desautoriza o uso político de "Milla" na voz de Netinho. O advogado dele conta que, em 2020, o cantor usou a música em um post em que apoiava a eleição de Donald Trump nos EUA. "Fizemos a notificação e nesse caso ele tirou na hora", diz Rodrigo. Compositor de 'Milla' revela se a personagem da música realmente existiu ou não Veja Mais

'BBB21' termina nesta terça-feira com recordes de rejeição e discussões sociais; relembre edição

G1 Pop & Arte Divisão entre pipoca e camarote, cancelamentos, questionamento de sotaques e batom de cereja marcaram reality. Fiuk, Juliette e Camilla de Lucas, finalistas do 'BBB 21' Reprodução/TV Globo Em quase 100 dias de duração, o "BBB21" proporcionou um turbilhão de emoções ao público brasileiro com muito choro, beijos e barracos, mas também com discussões sérias sobre racismo, colorismo e discriminação. Quem deve ganhar o 'BBB 21'? Vote agora! A edição mais longa do reality acaba nesta terça (4) e deixa a televisão com uma série de recordes, um spin-off de uma das participantes mais polêmicas do "BBB" e com picos de audiência que não se viam desde a primeira década do programa. Por isso, o G1 preparou uma lista com os momentos mais marcantes do "BBB21". Veja abaixo: Maior número de participantes negros Mosaico dos participantes do BBB 21 Arte/Gshow O "BBB21" foi a edição com o maior número de participantes autodeclarados negros (9): Karol Conká, Camilla de Lucas, João Luiz, Lucas Penteado, Lumena, Nego Di, Pocah, Projota e Gilberto. Foi também onde os debates sobre negritude, cor, autoafirmação e racismo mais surgiram. 'Respeita nosso cabelo' João ficou magoado por Rodolffo ter comparado o seu cabelo com o da fantasia de homem das cavernas que o sertanajo usava Reprodução Durante um dos castigos do monstro, Rodolffo comparou uma peruca de homem das cavernas ao cabelo do professor João Luiz. "A gente está com o cabelo quase igual ao do João", ele disse. Em um jogo da discórdia, João se emocionou muito ao apontar que a fala de Rodolffo tinha sido racista. O apresentador Tiago Leifert, depois de encerrar a votação que eliminaria o cantor, conversou com a casa para explicar que mesmo "brincadeiras" podem ser ofensivas e contar como o "black power" virou símbolo de resistência. Rodolffo foi eliminado em um paredão na mesma semana, e a Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu um procedimento para investigar se houve crime de preconceito racial cometido na ocasião. Colorismo Gilberto Nogueira, participante do 'BBB21' Reprodução/Globo O economista Gilberto Nogueira se declara negro. No entanto, outros participantes da casa consideraram que ele tem a pele "clara demais" para se autoafirmar como tal. O tema foi assunto em rodinhas dentro do reality e em centenas de publicações fora dele. Diante da repercussão, a família de Gilberto disse que o economista “se declara, se considera e se reconhece como negro”. A mãe dele contou que Gil foi agredido pelo pai na infância por ter o tom de pele mais claro. "O pai achava que ele não era filho dele. Com isso, ele também apanhava e sofria perseguição", disse Jacira. Mais uma vez a edição precisou intervir e explicar o conceito de colorismo (os diferentes tons de pele e fenótipos) e a importância da auto declaração racial ao vivo. O Big dos recordes Karol Conká, Nego Di e Viih Tube são participantes mais rejeitados do 'BBB' Reprodução/TV Globo Faz três anos que o "Big Brother Brasil" vem quebrando seus próprios recordes de votação, o que mostra como o programa vem crescendo. Neste ano, o paredão entre Arthur, Camilla de Lucas e Pocah bateu recorde de votação simultânea por minuto: 3,6 milhões. Mas houve outros três recordes não tão positivos: Karol Conká, Nego Di e Viih Tube se tornaram os participantes mais rejeitados de todas as edições do reality. Veja como foram os paredões e as porcentagens de cada um: Karol Conká, enfrentando Arthur e Gilberto - 99,17% dos votos Nego Di, enfrentando Fiuk e Sarah - 98,76% dos votos Viih Tube, enfrentando Fiuk e Gilberto - 96,69% Lucas Penteado Karol Conká e Lucas Penteado discutem durante jogo da discórdia no 'BBB21' Reprodução/Globo O ator Lucas Penteado foi o protagonista das primeiras semanas de edição e muitos eliminados saíram pelo jeito que o trataram. O ator pediu para sair do jogo na segunda semana de programa por uma série de eventos: Na segunda festa, ele brigou com vários participantes e ficou isolado; Em um desses momentos, Karol Conká expulsou Lucas da mesa do almoço. A cantora xingou o ator e disse que queria jogar um copo de água na cara dele; Na terceira festa, Lucas e Gilberto se beijaram no meio da pista de dança, e participantes disseram que o ator estaria usando a bissexualidade como estratégia de jogo; No fim da festa, ele foi ao confessionário e pediu para deixar o reality show. Quem tem medo do cancelamento? Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? As primeiras semanas do programa foram marcadas por um fantasma: o grande medo do cancelamento. A atitude pode ser um reflexo da edição passada, que deixou cancelados, investigados, mas também alavancou carreiras e deixou uma porção de influenciadores digitais. Com níveis altíssimos de rejeição, alguns participantes foram mesmo cancelados, mas a vida e os trabalhos seguem. Batom de cereja domina o Brasil Israel e Rodolffo Flaney Gonzallez "Enquanto o som do paredão toca, cê gasta o seu batom de cereja / Eu bebo, cê beija, Eu bejo, cê beija" O refrão chiclete de "Batom de cereja", da dupla Israel e Rodolffo, pegou o Brasil: a música se tornou a mais tocada no ranking diário do Spotify no país e alcançou o top 100 global do serviço de streaming. Mesmo com o grande número de cantores na edição, o que mais bombou foram as músicas fitas aqui fora, mas inspiradas nos participantes. Juliette foi a rainha das homenagens musicais, com funk, remix e forró feitos para ela. Sotaque Caio, Rodolffo e Juliette no "BBB21" Reprodução/TV Globo No começo do jogo, a mistura de sotaques rendeu e muita gente achou que alguns brothers e sisters estavam forçando a barra para criar um personagem. Nesta edição do reality, Caio e Rodolffo chamaram atenção com um forte sotaque goiano, visto como caipira. E o sotaque paraibano de Juliette foi alvo de críticas na casa. Mas as características do sotaque são parte importante da identidade de uma pessoa, da forma como as pessoas interagem e como são vistas por um grupo. Bastião, basculho, fenotipicamente... De 'bastião' a 'tchaki tchaki': No 'BBB21', como linguagem peculiar pode conquistar fãs? Daniel Ivanaskas/G1 Com uma mistura tão grande, muitas palavras diferentes, regionais ou curiosas dominaram as conversas e deixou muita gente confusa aqui fora. A psicóloga Lumena foi quem mais usou um dicionário próprio, composto de expressões ligadas à militância, como fenotipicamente, jornadas e itinerários. Já Caio e Gil divertiram com seus bordões: crochê, bastião, basculho, cachorrada, tchaki tchaki e virgorar. Veja Mais

Grammy elimina comitês 'secretos' após críticas

G1 Pop & Arte Organizadores também anunciaram que próxima edição do Grammy terá a criação de duas novas categorias, sendo uma delas para música latina. Grammy 2021 AP Photo/Chris Pizzello Os organizadores do Grammy anunciaram na sexta-feira (30) a eliminação dos comitês "secretos" que selecionam as obras indicadas para o prestigioso prêmio, após críticas de artistas e acusações de manipulação. A Recording Academy afirmou que seus mais de 11.000 membros decidirão os indicados para o prêmio de 2022. As decisões era tomadas até agora por um painel de 15 a 30 especialistas cujas identidades eram desconhecidas. A Academia afirmou que as "mudanças significativas" refletem seu "compromisso contínuo de evoluir com o panorama musical e garantir que as regras e diretrizes dos prêmios Grammy sejam transparentes e justas". Em seu comunicado, a organização indica que também está trabalhando para reduzir o número de categorias em que seus integrantes podem votar. Antes votavam em 15, agora votarão em 10. A próxima edição do Grammy, anunciaram os organizadores, terá 86 categorias com a criação de duas novas, uma delas para a música latina. As mudanças acontecem depois que o cantor The Weeknd acusou os organizadores do Grammy de "corrupção" em novembro. Apesar de seu sucesso comercial, ele não recebeu nenhuma indicação à premiação deste ano. "A corrupção do Grammy continua. Eles devem a mim, aos meus fãs e à indústria, transparência", escreveu o canadense, conhecido por canções como "Blinding Lights" e "Starboy". Harvey Mason Jr, diretor e presidente interino da Academia, disse que foi "um ano de mudanças transformadoras sem precedentes para a Recording Academy". "Esta é uma nova academia, que dobrou seu compromisso de atender às necessidades da comunidade musical". No ano passado, a primeira diretora executiva da história da Academia, Deborah Dugan, foi demitida por suposto assédio. Dugan iniciou um processo alegando que foi expulsa depois de abordar questões que vão de irregularidades na votação até assédio sexual e um alegado estupro. Zayn Malik, ex-membro do grupo One Direction, criticou em março os comitês de votação anônimos. "Continuo pressionando e luto pela transparência e inclusão. Precisamos ter certeza de que estamos honrando e celebrando a 'excelência criativa' de TODOS. Vamos nos livrar dos comitês secretos", tuitou o cantor, que nunca foi indicado com seu ex-grupo ou como artista solo. "Meu tuíte não era pessoal ou sobre elegibilidade, mas sobre a necessidade de inclusão e a falta de transparência no processo de indicação e o espaço que cria e permite que o favorecimento, o racismo e a política de rede influenciem o processo de votação", acrescentou Malik. Veja Mais

Noel Clarke é acusado de assédio sexual por 20 mulheres

G1 Pop & Arte Academia britânica de cinema suspendeu a filiação e prêmio dado ao ator de 45 anos. Noel Clarke é acusado de agressão e assédio sexual por 20 mulheres Justin Tallis/ AFP Noel Clarke, ator de "Doctor Who", foi acusado por 20 mulheres de assédio sexual, toques e comportamentos inadequados entre 2004 e 2019. A notícia foi publicada, inicialmente, pelo jornal "The Guardian" na quinta (29). Por conta da denúncia, a Academia do Cinema e Televisão britânica, que entrega anualmente o Bafta, considerado o Oscar inglês suspendeu, nesta sexta-feira (30), a filiação do ator, que também é produtor e diretor. Bafta 2021: 'Nomadland' é destaque na premiação e confirma favoritismo ao Oscar "À luz das acusações tomou a decisão de suspender imediatamente e até novo aviso sua filiação e o prêmio por sua contribuição ao cinema britânico, concedido na última edição", anuncia um comunicado. O ator e cineasta negou estas acusações e anunciou sua intenção de se defender. "Em meus 20 anos de carreira, priorizei a inclusão e a diversidade em meu trabalho e nunca fui alvo de uma queixa", afirmou. "Se alguém que trabalhou comigo se sentiu alguma vez mal, ou como tendo faltado ao respeito, peço sinceras desculpas", acrescentou, negando "veementemente qualquer ato condenável". Em uma carta a seus membros, a Academia do Cinema britânico disse ter tratado o caso "com a maior seriedade" e não ter agido antes porque havia recebido apenas relatos anônimos, de segunda e terceira mão. Lamentando que as mulheres que acusam Clarke não tenham se sentido capazes de dar seus testemunhos como fizeram ao Guardian, a Academia ressaltou que não o teriam premiado se tivessem recebido depoimentos de primeira mão. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Karol Conká no 'Encontro': 'Meu erro não pode ser apagado e nem deve'

G1 Pop & Arte Rapper falou sobre participação no 'BBB21' e série documental 'A Vida Depois do Tombo', disponível no Globoplay. 'Passo a maior parte do meu tempo muito triste'. Karol Conká no 'Encontro' Reprodução Karol Conká participou do programa "Encontro com Fátima Bernardes" nesta sexta (30) e falou sobre sua participação no "BBB21" e sobre a série documental "A Vida Depois do Tombo", já disponível no Globoplay. Assista à série documental 'A Vida Depois do Tombo' A cantora falou que não tem justificativa para tudo que fez no programa, mas que há motivos por trás que não apagam as atitudes e erros. "Me reconheço em muitas cenas, mas em outras fico surpresa, porque é explosivo demais e passa do nível que já vivi aqui fora", afirmou a rapper de Curitiba. "Agora tenho terapeuta e isso tem me ajudado muito a me descobrir mais, descobrir mais coisas sobre mim e minhas feridas", continuou. "Isso tem me deixado orgulhosa pelo fato de ter passado muito tempo virando as costas para minha saúde mental. O passo mais difícil eu já dei: reconhecer meu erro e começar a me tratar". Durante o jogo, a cantora foi massivamente criticada por atitudes e comentários em relação a outros participantes da casa, como Lucas Penteado, Juliette Freire, Arcrebiano e Carla Díaz. Com isso, Karol saiu com 99,17% dos votos, rejeição recorde do programa e também teve a carreira afetada ao perder contratos e shows. Veja lista com maiores rejeições do programa Na conversa com a Fátima, a cantora se emocionou ao responder o que falaria para ela mesma no começo do reality, se pudesse. "Eu diria pé no chão, seja mais humilde, não deixe seus traumas afetar o jogo e a vida das pessoas aqui dentro". Karol já começou a compor e escreveu 12 músicas em duas semanas. "Foi uma terapia, foi quando eu parei de me sentir um lixo". "Cantei sobre minhas angústias e tive momentos nessas duas semanas que eu consegui sorrir, mas passo a maior parte do meu tempo muito triste". MAURO FERREIRA: Karol Conká apronta álbum com o produtor musical RDD O cancelamento que a cantora vem sofrendo desde o programa também foi um dos assuntos comentados. "É uma forma que as pessoas têm de aliviar das suas frustrações também, quando a gente deseja muito o sofrimento do outro. Isso fala muito sobre como a gente enxerga a vida, né? Nunca usei minhas redes para usar ódio contra artista nenhum, sou totalmente contra, ainda mais agora vivendo na pele". "Meu erro não pode ser apagado e nem deve, não vou olhar para o passado e ficar remoendo, mas sempre vou revisitar esse erro para entender o que me levou a chegar nesse nível". Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? 'A Vida Depois do Tombo' A série documental "A Vida Depois do Tombo" é dividida em quatro episódios que mostram a trajetória de Karol na música, no reality e os dias seguintes à eliminação. A chegada ao hotel, o reencontro com familiares e reunião com assessores são cenas mostradas no documentário. Além desses momentos, a cantora também revê os momentos explosivos no programa e se emociona bastante. Conká comentou que ficou aflita ao rever as cenas polêmica, mas que não se surpreendeu com a saída e a alta rejeição. "Dentro da casa, apesar de estar em distúrbio emocional e comportamental, ainda tinha momentos de lucidez, conseguia perceber que as minhas atitudes não estavam legais", explicou. Karol Conká olha para o futuro, reconhece erros e desabafa: 'Eu era rejeitada no colégio' Veja Mais

'Returnal' prende jogador em ciclo de morte e aprendizado, diz desenvolvedor

G1 Pop & Arte Diretor de narrativa do game, Gregory Louden, fala em entrevista ao G1 sobre um dos primeiros exclusivos do PlayStation 5, lançado nesta sexta-feira (30). Um dos primeiros games exclusivos do PlayStation 5, "Returnal", chega ao novo console da Sony nesta sexta-feira (30) como uma escolha inusitada à primeira vista. Com inimigos poderosos e clima sombrio, a ficção científica coloca o jogador em um ciclo interminável de lento aprendizado no qual a morte significa o retorno para o começo da jornada. A mecânica punitiva de repetição é um dos fundamentos de jogos roguelike, considerado por muitos um gênero de nicho – por mais que tenha se popularizado nos últimos anos, em especial graças a sucessos como "Hades". A limitação de público não intimidou o estúdio finlandês Housemarque, o mais antigo do país nórdico, fundado em 1995. Com uma equipe de 80 pessoas, a empresa conhecida por jogos de tiro trabalhou no lançamento de "Returnal" nos últimos quatro anos. "Para nós a ideia era criar algo muito divertido, que os jogadores não iriam querer parar", conta em entrevista ao G1 o diretor de narrativa do game, Gregory Louden. "A forma como você enfrenta cada área nova é algo que levamos em consideração. Os chefes em si são também professores. A ideia sempre foi essa, de ensinar novas maneiras de jogar." Assista ao trailer de 'Returnal' Planeta hostil No game de tiro em terceira pessoa com toques de terror encontrados em filmes de David Lynch e dos livros de H. P. Lovecraft, o jogador assume o controle de Selene, uma astronauta presa em um ciclo temporal após cair em um planeta hostil. Com poucos equipamentos à sua disposição, ela deve explorar e enfrentar inimigos selvagens. Ao avançar pelo ambiente gerado de forma aleatória pelo sistema do jogo, é possível encontrar novas armas e melhorias para o traje que ajudam na sobrevivência. Mas cada morte, ao contrário do padrão na maioria dos games de tiro, envia a protagonista de volta ao começo. Desde o início do desenvolvimento, o estúdio trabalhou com algumas ideias base, com uma história cheia de mistério e desafios psicológicos para a heroína. "Sabíamos que queríamos fazer nosso jogo mais ambicioso até agora. Levar o gênero para um nível superior", afirma Louden. "Queríamos também que fosse centrado no personagem. Nessa ideia do que acontece quando você está preso nesse ciclo." A astronauta Selene é a protagonista de 'Returnal' Divulgação Só no PS5 A exclusividade no PlayStation 5 significa um desenvolvimento em parceria com a fabricante japonesa. Com isso, "Returnal" se aproveita das novidades do console, como o controle com gatilhos adaptáveis. Com o ciclo interminável de mortes, o console também ajudou a diminuir as pausas até que o jogador começasse novamente sua aventura. "Sabíamos que queríamos que o jogo carregasse muito rápido, e isso seria possível sem o SSD. E as respostas do controle, que por exemplo indica quando o tiro alternativo está carregado, ajudam na imersão do jogador", diz Louden. "Desde o começo era um game de PS5. Ele não seria possível sem a tecnologia. Isso influenciou na renderização, na maneira como pensamos o design dos mapas e tudo mais." Veja Mais

Ex-baterista d'O Rappa Marcelo Yuka é homenageado com mural de grafite na Tijuca, Zona Norte do Rio

G1 Pop & Arte Bairro tem 'simbolismo forte', segundo irmão do homenageado. Yuka morou por mais de 20 anos na Tijuca e foi o bairro onde ele levou 9 tiros ao tentar impedir um assalto. Músico morreu em janeiro de 2019 no Rio. Mural em homenagem a Marcelo Yuka, na Tijuca Victor Belart/Divulgação O ex-baterista do grupo O Rappa, Marcelo Yuka, recebeu uma homenagem póstuma com um mural de grafite na Rua Uruguai, na Tijuca, Zona Norte do Rio. O bairro escolhido foi o lugar onde o músico – que morreu em janeiro de 2019 após um AVC – morou por mais de 20 anos. Marcelo Yuka, fundador d'O Rappa, morre aos 53 anos no RJ Marcelo Yuka retratou injustiça, violência, racismo e resistência; relembre versos O irmão de Marcelo, Pedro Yuka, afirmou que o lugar escolhido tem um simbolismo muito forte. Segundo ele, “a voz e alma dele continuam ali”. “Ver a imagem dele estampada ali na Tijuca, na Rua Uruguai. Lugar que eu fui criado, onde Marcelo morou por mais de 20 anos na Rua Uruguai. Tem um simbolismo muito forte, mostra a força que ele tem até hoje, a capacidade que ele tem de inspirar as pessoas através de sua música e arte em geral. O ativismo dele continua vivo. A pessoa se foi, mas a voz e alma dele continuam ali. Isso é atemporal para sempre”, disse Pedro. O rosto de Marcelo Yuka foi desenhado pelo artista urbano Cazé Arte, que incluiu na obra a frase "Pois paz sem voz, não é paz, é medo'' da música “Minha Alma” de 1999. A iniciativa foi idealizada pelo coletivo Faz na Praça. Mural de Marcelo Yuka Camila Perrotta/Divulgação “Estar fazendo o Yuka é muito forte, muito potente e muito importante para a nossa cidade. Um símbolo que lutou bravamente até o fim da vida dele. Resistiu a balas que perfuraram a vida dele. O cara se superou, se reinventou. Usou a arte como mecanismo de reinvenção da própria vida”, disse o autor da homenagem. O projeto de homenagem ao músico tem apoio da Secretaria Municipal de Cultura do RJ. Fundador d'O Rappa Marcelo Yuka Divulgação Marcelo Yuka foi um dos fundadores d’O Rappa, era compositor, artista plástico e músico. Em 2000, Yuka ficou paraplégico ao ser atingido por nove tiros durante um assalto a uma mulher na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Marcelo Yuka, principal compositor d'o Rappa, escreveu letras sobre temas como violência, racismo e desigualdade social. Seus retratos da vida urbana eram duros, mas às vezes tinham sinais de esperança e resistência. Veja Mais

'Godzilla vs. Kong' oferece pancadaria gigantesca em história sem cérebro; G1 já viu

G1 Pop & Arte Confronto dos monstros clássicos do cinema começa a ter sessões antecipadas nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29). Existem filmes ruins, e existem aqueles que são tão ruins que ficam bons. "Godzilla vs. Kong" passa por essas duas etapas, e ainda consegue dar mais umas duas voltas até que, no final, sobra apenas a dúvida se a diversão da pancadaria entre as criaturas gigantes supera a burrice sem tamanho do fiapo de roteiro. Quem só procura ação desenfreada e sem cérebro com dois dos maiores monstros da história do cinema vai ficar feliz. O filme – cuja estreia está prevista para o dia 6 de maio, mas que começa a oferecer sessões antecipadas nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) – tem tudo o que se espera de um confronto da dupla. Mas é preciso desligar qualquer esperança de sentido na história, que se afasta de vez de seus personagens humanos e que sofre nos momentos em que tenta dar qualquer explicação minimamente científica para o que está acontecendo na tela. Assista ao trailer de 'Godzilla vs. Kong' Só pode haver um "Godzilla vs. Kong" é o quarto filme da franquia MonsterVerse, iniciada em 2014 com "Godzilla", que conta ainda com "Kong: A ilha da caveira" (2017) e "Godzilla 2: Rei dos monstros". Depois de um ataque aparentemente sem provocação do lagarto gigante considerado até então salvador da humanidade, uma corporação obviamente sinistra recruta o primata colossal em uma tentativa de achar alguma nova forma de defesa. Nada faz muito sentido no roteiro escrito por cinco pessoas. O que importa é que isso coloca as duas criaturas em disputa para saber quem é, afinal, o maior predador do planeta – e coitadas das cidades que ficarem em seus caminhos. 'Godzilla vs. Kong' coloca os dois monstros para brigar Divulgação Deixe-os lutar Apesar de herdar alguns dos protagonistas de seus antecessores, como os personagens de Kyle Chandler ("O céu da meia-noite") e Millie Bobby Brown ("Stranger things"), a história não faz muita questão de usá-los. Uma decisão acertada, já que a grande força do filme está mesmo nos confrontos entre Godzilla e Kong. Alguns podem até sentir falta dos tempos em que o lagarto era um homem fantasiado destruindo uma maquete e o primata, uma animação em stop motion, mas é difícil encontrar falhas nos titãs construídos pelo computador. Cada encontro segue uma linha narrativa bem estabelecida, e foge da desordem que se esperaria de um combate entre duas criaturas selvagens. Ironicamente, o mesmo não pode ser dito dos momentos nos quais o filme tenta introduzir outros elementos à trama, como uma viagem ao ponto de origem dos gigantes ou a tecnologia por trás da corporação misteriosa. Quanto mais explica o que está acontecendo com uma pseudociência vergonhosa, mais "Godzilla vs. Kong" provoca a paciência do público. Regras importantíssimas como a inversão de gravidade em certo ponto do núcleo do planeta são esquecidas minutos depois, cientistas isolados se tornam pilotos de máquinas avançadas e adolescentes invadem laboratórios secretos sem qualquer preocupação com lógica ou sentido. Mas talvez seja querer demais mesmo em um filme sobre monstros gigantes bonzinhos se estapeando pela supremacia. Veja Mais

Música à venda: como grandes autores estão negociando seus catálogos por milhões de dólares

G1 Pop & Arte Bob Dylan, Paul Simon, Shakira, Neil Young e outros venderam todas as suas composições para investidores. G1 explica este mercado e pergunta: a onda pode pegar no Brasil? Cena do filme 'Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story By Martin Scorsese' Divulgação/Netflix Por algumas centenas de milhões de dólares, um investidor pode sair com o catálogo inteiro de Bob Dylan, Neil Young, Shakira, Paul Simon e outros grandes compositores. O negócio não é novo, mas desde o ano passado ficou mais comum. Em resumo, a música pop está em período de vendas. Estima-se que o catálogo de Dylan custou US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão). Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, teria levado para casa US$ 100 milhões (R$ 550 milhões) por sua parte nas composições do grupo. Como os termos de contrato são quase sempre sigilosos, o valor não é certo. No Brasil, a onda não cresceu tanto - Paulo Ricardo e Toquinho são os maiores nomes a embarcar até agora -, mas há iniciativas que podem colocar outros catálogos de medalhões nesse jogo. Veja em 5 passos como funciona este mercado e entenda por que ele cresceu desde 2020: No Brasil e nos EUA, um músico pode vender uma parte ou todo o direito patrimonial de suas músicas - o comprador fica com todo o lucro futuro dessa obra em streaming, download ou uso em filmes e anúncios, por exemplo. Esse comércio sempre existiu. Os Beatles venderam seus direitos por composições ainda nos anos 60. O tesouro chegou a pertencer a Michael Jackson, e só em 2017 Paul McCartney conseguiu recomprar o seu próprio catálogo da Sony, por valor não divulgado. Quem compra o direito de músicas ou catálogos inteiros espera que elas gerem renda durante muito tempo - ou seja, que essas canções continuem sendo consumidas e valorizadas. O crescimento do streaming revitalizou a indústria da música e aumentou a expectativa de renda - não só de hits atuais, mas também de músicas antigas ouvidas nas plataformas. Além disso, o apagão dos shows na pandemia interrompeu o mercado das megaturnês que rendiam muito dinheiro a estes medalhões. Criou-se o cenário perfeito: investidores interessados em comprar e músicos precisando em renda, propensos a vender. David Crosby vendeu parte de sua obra solo e com Crosby, Stills, Nash & Young e os Byrds. Conhecido pelo estilo "sincerão", ele deu a seguinte explicação à agência AFP: "A principal razão é simplesmente que estamos todos em uma aposentadoria forçada e não há nada que possamos fazer a respeito". Do lado dos investidores, uma figura de destaque é Merck Mercuriadis, ex-empresário de Elton John, Beyoncé e Iron Maiden. Sua empresa Hipgnosis já gastou mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,5 bilhões) para comprar catálogos que incluem músicas de Neil Young, Blondie, Shakira e RZA. O comércio está aquecido não só nas negociações com artistas, mas também entre editoras (as empresas que administram os direitos autorais de uma música em troca de uma fatia dessa renda). Na segunda-feira (27), foi anunciada venda de um catálogo de 145 mil músicas entre duas empresas dos EUA, da Downtown Music Holdings para a Concord Music Group, incluindo algumas faixas de Beyoncé e Lady Gaga. E no Brasil? Paulo Ricardo Divulgação O catálogo de Paulo Ricardo foi o primeiro grande negócio de uma empresa nessa nova onda no Brasil: a Hurst Capital, do empresário Arthur Farache. As músicas incluem hits do RPM e um tesouro dos direitos autorais: "Vida real", música de abertura do BBB. A Hurst também fechou com Toquinho, incluindo em sua carteira clássicos como "Tarde em Itapuã" e "Aquarela", e com o pianista Luiz Avellar - que, além de compositor, tem direitos de arranjador e músico em discos de Djavan, Gal Costa, Milton Nascimento, Simone e mais, por valores não divulgados. Sucessos mais recentes que foram vendidos incluem o catálogo de Philipe Pancadinha, autor de hits sertanejos como “Largado às Traças”, de Zé Neto e Cristiano, e da produtora de funk CP9, dona de "Parado no bailão", de MC Gury e L da Vinte. Mas será que no Brasil a onda vai engolir um catálogo gigante como Dylan lá fora? "Vai acontecer, com certeza. Mas o que tem que acontecer é acoplar uma boa gestão do repertório", diz Daniel Campello, dono da Orb Music. Ele liderou o estudo de valor e dos contratos de algumas dessas compras no país. O Brasil tem uma característica que deve ser notada nesse novo mercado, aponta Daniel: regras complexas de direito autoral e sistema de arrecadação que a maioria dos artistas não domina. Ou seja: colher todo o rendimento em potencial destes catálogos não é fácil. "Só o Ecad tem R$ 1 bilhão retido (arrecadado e não distribuído ao autor por algum problema)", diz Daniel. A Orb Music já atua na gestão de direitos autorais e agora está entrando neste mercado de compra de catálogos - "não só comprar como cuidar, potencializar o valor", ele acrescenta. E o empresário brasileiro faz um alerta que faz coro com o alerta de David Crosby: "Com a pandemia, tem muita gente tentando subestimar o valor do catálogo e oferecer dinheiro para o artista que está sem show, em um momento de fraqueza". Até para vender é melhor estar bem afinado. Bob Dylan vende todo seu catálogo musical em acordo estimado em US$ 300 milhões Veja Mais

Kevin Durant e Mike Conley Jr. ganharam Oscar como produtores de curta sobre violência policial

G1 Pop & Arte Jogadores de basquete estão entre os produtores que ganharam a estatueta por 'Two different strangers'. Kevin Durant Reuters Os jogadores de basquete Kevin Durant, ala do Brooklyn Nets, e Mike Conley Jr., armador do Utah Jazz, estão no grupo de produtores executivos premiados com o Oscar de melhor curta-metragem por "Two Distant Strangers" no domingo. Veja a lista completa de vencedores do Oscar 2021 Rich Kleiman, diretor de negócios de Durant, e o empreendedor Sean "Diddy" também atuaram como produtores executivos do filme. O filme fala sobre a violência policial e o racismo nos EUA, e é estrelado pelo rapper Joey Bada$$. "Que conquista!! Parabéns para a TwoDistantFilm", tuitou Durant, enquanto o Jazz cumprimentou Conley Jr. nas redes sociais. No Oscar de 2018, Kobe Bryant, que morreu em um acidente de helicóptero perto de Los Angeles no ano passado, foi premiado por "Dear Basketball", um curta-metragem baseado em um poema de 2015 no qual anunciou sua última temporada. Veja Mais

Fiuk e Gil ficam pelados, se beijam e pulam na piscina após se livrarem de paredão no 'BBB21'

G1 Pop & Arte Participantes cumpriram promessa feita antes de berlinda. Dupla se manteve na casa depois de disputarem permanência com Viih Tube. Fiuk e Gil ficam pelados, se beijam e pulam na piscina após se livrarem de paredão no ‘BBB21’ Reprodução/Globo Fiuk e Gil celebraram a permanência no "BBB21" de forma inusitada. Pelados, os dois pularam na piscina após darem um selinho, cumprindo uma promessa feita antes do resultado da berlinda. A dupla disputava a permanência na casa em um paredão com Viih Tube. A youtuber levou a pior e deixou o jogo após receber 96,69% dos votos. Antes de cumprirem a promessa de pularem pelados na piscina, Gil fez sinal para Fiuk pedindo um selinho do cantor. Em seguida, foi atendido. E os dois seguiram para o mergulho. Enquanto os dois pulavam na água, os outros participantes se divertiram com a cena. Assista ao vídeo aqui. No vídeo abaixo, a série Acadêmicos do BBB discutiu como algum participante pode se tornar "vilão" e sair com grandes índices de rejeição". Assista: Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Veja Mais

Oscar 2021: H.E.R. presta tributo a Prince e se inspira em look do cantor em tapete vermelho

G1 Pop & Arte 'Inspirado em um dos meus artistas favoritos', afirmou a cantora vencedora na categoria de Canção Original. H.E.R no Oscar 2021 AP Photo/Chris Pizzello H.E.R. prestou uma homenagem a Prince ao desfilar pelo tapete vermelho com um conjunto azul-cobalto brilhante, inspirado na peça usada pelo artista quando ele recebeu o Oscar de Melhor Canção Original por “Purple Rain”, em 1985. H.E.R., que saiu, na noite deste domingo (25), com a estatueta em mãos após vencer a categoria de Melhor Canção Original no Oscar 2021 pela canção "Fight for You", trilha de do filme "Judas e o Messias Negro", vestiu a peça criada pelo designer Peter Dundas. Quem é H.E.R.? Conheça a cantora que ganhou o Oscar 2021 de canção original Prince recebe Oscar por "Purple Rain" em 1985 Reprodução/YouTube O visual completo mixava um macacão no mesmo tom de uma longa capa com capuz, escolha semelhante a de Prince. Em entrevista a revista People antes da premiação, H.E.R. declarou: "Definitivamente, a peça foi inspirada em uma época, mas também inspirada em um dos meus artistas favoritos." Oscar 2021: Veja lista completa de vencedores Veja FOTOS do Oscar 2021 "Nomadland" é o grande vencedor do Oscar 2021, com três prêmios Veja Mais