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CCXP Worlds: sábado tem irmãos Joe e Anthony Russo, Penélope Cruz e Marjorie Estiano

G1 Pop & Arte Evento de cultura pop acontece até domingo (6) em plataforma virtual de acesso gratuito. Anthony Russo e Joe Russo, Marjorie Estiano, Penélope Cruz e Alice Braga Alberto E. Rodriguez/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo; Globo/Estevam Avellar; Valerie Macon/AFP/Arquivo; A Comic Con Experience 2020 traz, neste sábado (5), dezenas de conversas e apresentações sobre cultura pop a partir das 14h. Para assistir às entrevistas e acompanhar todos os palcos, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito. Alguns dos destaques do dia são: Os diretores Anthony e Joe Russo, de "Vingadores: Guerra infinita" e "Vingadores: Ultimato", falam sobre seus novos filmes: "Cherry", com Tom Holland, e "The Grey Man", com Ryan Gosling e Chris Evans; As atrizes Jessica Chastain ("A hora mais escura") e Penélope Cruz (vencedora do Oscar por "Vicky Cristina Barcelona") promovem o filme "As Agentes 355", do diretor Simon Kinberg, sobre um time de espiãs de diferentes nacionalidades; Alice Braga, Gabriel Leone e o diretor René Sampaio apresentam o filme "Eduardo e Mônica"; Serginho Groisman conversa sobre séries médicas com Marjorie Estiano, de "Sob Pressão", e Tiera Skovbye, da canadense "Nurses", lançamento do próximo ano no Globoplay; A estimativa da organização é ter mais de 150 horas de programação. O evento será transmitido por uma plataforma on-line com um mapa inspirado no jogo "League of Legends". O Thunder Arena é o principal auditório virtual, que concentrará as conversas com os convidados famosos. A ala dos artistas será feita por meio de mesas virtuais, com espaço para conversas e compras para o público. Mais de 680 artistas vão participar do evento. Além da Artists' Alley, quadrinistas de diversos países vão dar palestras, como Art Spielgman, Dave Gibbons, Jill Thompson, Jeff Lemire, Trina Robbins, Tom King e Emil Ferris Confira, abaixo, a programação completa da Thunder Arena: 14h - Attack on Titan 14h35 - Funimation 15h - Edgar Vivar 15h40 - Bears, Beats Battlestar Galactica e Katee Sackhoff 15h55 - "Que história é essa, Porchat?" 16h20 - "Eduardo e Mônica", com Alice Braga, Gabriel Leone e o diretor René Sampaio 16h55 - Maurício de Sousa Produções - as novidades do bairro do Limoeiro 17h25 - A jornada continua - "Croods 2" 18h - "Era uma vez", com Lana Parrilla e Sean Maguire 18h25 - Iron Studios 2021 e além 19h - "As Agentes 355", Jessica Chastain, Penélope Cruz e Fan BingBing; e "A Menina Que Matou Os Pais", com Carla Díaz 19h30 - Collider apresenta: irmãos Russo 20h20 - Altas horas: Nurses x Sob pressão, com Serginho Groisman, Marjorie Estiano e Tiera Skovbye 21h - Duas novas séries da Amazon Veja Mais

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CCXP Worlds: Globo apresenta 'Verdades secretas 2', 'Sob pressão', 'Eduardo e Mônica' e mais novidades no evento

G1 Pop & Arte Feira virtual de cultura pop acontece até domingo (6) com atrações gratuitas. Grupo apresentará conteúdo de Globoplay, TV Globo, GNT, Multishow, VIVA, Gloob, SporTV, Globo Filmes e Canal Brasil. Atores da Globo vão participar de painéis na CCXP 2020 Globo/João Cotta; Globo/Estevam Avellar; Divulgação/Fabiano Silva; Valerie Macon/AFP/Arquivo; Globo/Paulo Belote A Comic Con Experience 2020 começa nesta sexta-feira (4) com vários painéis e atrações do grupo Globo. Até domingo (6), artistas e diretores levam conteúdos inéditos e nostálgicos de Globoplay, TV Globo, GNT, Multishow, VIVA, Gloob, SporTV, Globo Filmes e Canal Brasil para o público. Além da programação nos principais palcos, a Globoplay também prepara um ambiente com quatro cidades virtuais. Nele, vão acontecer conversas com elenco das novelas, filmes, programas, séries e eventos esportivos e revelar os anúncios para 2021. A Globo também preparou surpresas para os fãs: Kristofer Hivju, da série "Twin", e Terry Crews, de "Todo Mundo Odeia o Chris", vão mandar recados para os fãs brasileiros. Veja a programação da Globo na CCXP worlds: Novas novelas A Globo também levará estrelas da emissora para relembrar grandes personagens das novelas. Na sexta-feira (4), Tony Ramos, Christiane Torloni e Cauã Reymond falarão sobre a experiência de criar gêmeos e vão relembrar seus personagens em "Baila Comigo" (1981), "Cara & Coroa’" (1995) e "Dois Irmãos" (2017). Cauã viverá gêmeos novamente na novela "Um Lugar ao Sol", prevista para 2021. No mesmo dia, Claudia Raia, Mariana Ximenes e Alexandre Nero falam sobre grandes vilões da televisão. As atrizes relembram suas personagens em "Salve Jorge" (2012) e "Passione" (2010). Já Nero vai contar um pouquinho de sua preparação para viver o vilão Tonico, da nova novela das 18h, "Nos Tempos do Imperador". 'Medida Provisória' Para encerrar a programação da Globo na sexta (4), Lázaro Ramos, Taís Araujo e Seu Jorge apresentam "Medida Provisória", primeiro filme dirigido por Ramos, e exibem cenas inéditas do longa; Séries médicas No sábado (5), o apresentador Serginho Groisman vai comandar uma conversa sobre séries médicas com as atrizes Marjorie Estiano e Tiera Skovbye. Marjorie vai contar novidades da quarta temporada de "Sob Pressão", que tem previsão de estreia em 2021 na TV Globo. Já Tiera Skovbye vai apresentar a série canadense "Nurses", lançamento do próximo ano no Globoplay. 'Eduardo e Mônica' Ainda no sábado (5), Alice Braga, Gabriel Leone e o diretor René Sampaio apresentam o filme "Eduardo e Mônica", da Globo filmes. Longa inspirado na música homônima, da banda Legião Urbana, venceu categoria de melhor filme internacional no Festival de Edmonton, do Canadá, em outubro. 'Verdades secretas 2' Amora Mautner, Rômulo Estrela e Camila Queiroz apresentam "Verdades Secretas 2" no domingo (6). A diretora artística e os atores estão guardando um spoiler para o público do painel. A segunda temporada da série vai estrear em 2021 no Globoplay. A CCXP Para assistir às entrevistas e acompanhar todos os palcos, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito. Existem opções pagas, que variam de R$ 35 a R$ 400 e oferecem benefícios e brindes além das apresentações. A estimativa da organização é oferecer mais de 150 horas de programação. O evento será transmitido por uma plataforma on-line com um mapa inspirado no jogo "League of Legends". O Thunder Arena é o principal auditório virtual, que concentrará as conversas com os convidados famosos. A ala dos artistas será feita por meio de mesas virtuais, com espaço para conversas e compras para o público. Mais de 680 artistas vão participar do evento. Além da Artists' Alley, quadrinistas do mundo todo vão dar palestras, como Art Spielgman, Dave Gibbons, Jill Thompson, Jeff Lemire, Trina Robbins, Tom King e Emil Ferris. Neste ano, o evento será feito em formato digital e com ingressos gratuitos devido à pandemia de coronavírus. Veja Mais

Festival de Sundance anuncia exibições online e em cinemas drive-in devido a pandemia

G1 Pop & Arte Evento acontece 28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2021 e terá ainda um teatro como base para exibições, seguindo regras de distanciamento social. Programação ainda não foi anunciada. Fachada do Egyptian Theatre, onde costuma acontecer as exibições do Festival de Sundance, em Utah. Foto Arthur Mola/Invision/AP, Arquivo O festival de cinema de Sundance revelou nesta quarta-feira (2) que vai exibir lançamentos em 'drive-ins' e cinemas de arte nos Estados Unidos e online, em um movimento de adaptação da indústria aos efeitos devastadores da pandemia de covid-19. Cofundado pelo ator e diretor Robert Redford há cerca de quatro décadas e conhecido por apresentar clássicos indie, o Sundance normalmente acontece nos meses de janeiro e fevereiro nas montanhas do oeste do estado de Utah. Mas com os cinemas fechados em grande parte do país, os festivais se tornaram apenas um elemento-chave da indústria cinematográfica abalada pela crise. Initial plugin text Utah sofreu mais de 200 mil infecções, incluindo 900 mortes. O governador Gary Herbert declarou estado de emergência no mês passado com recordes de novos casos diários. "Mesmo sob essas circunstâncias impossíveis, os artistas ainda encontram caminhos para fazer um trabalho ousado e vital de todas as maneiras que podem", disse a diretora do festival Tabitha Jackson. Exibições online e estreias socialmente distantes da Califórnia a Nova York "nos dão a oportunidade de alcançar novos públicos, com segurança, onde eles estão", acrescentou ela. Um teatro na tradicional casa do festival em Park City, Utah, junto com dois drive-ins na região de Los Angeles, estão programados para sediar eventos físicos com artistas, enquanto as estreias online serão seguidas de debates virtuais ao vivo. Este ano, os principais festivais de verão e outono - com exceção de Veneza - cortaram a maioria de seus eventos físicos ou, no caso de Cannes e Telluride, foram totalmente cancelados. Toronto - o maior evento de cinema da América do Norte - aconteceu principalmente online. O festival de Sundance vai de 28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2021. Sua programação de mais de 70 filmes ainda não foi anunciada, mas pode incluir elegíveis para o Oscar do próximo ano, que foi adiado e está previsto para 25 de abril. VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

'Immortals Fenyx Rising' mistura bons exemplos de clássicos, mas tenta coisas demais; G1 jogou

G1 Pop & Arte Game lançado nesta quinta-feira (3) leva mecânica de 'Breath of the wild' à mitologia grega e apresenta quebra-cabeças excelentes, mas peca em tom de piadas e em tarefas repetitivas. Até quem nunca jogou "The Legend of Zelda: Breath of the wild" vai se lembrar do game da Nintendo ao jogar "Immortals Fenyx Rising", lançado nesta quinta-feira (3) para PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series S e X e computadores. O novo game da Ubisoft tem o mesmo visual mais cartunesco e artisticamente atraente da aventura de Link de 2017, leva muito do espírito do jogo – e até um pouco demais de sua mecânica, é verdade – para a mitologia grega, e brilha com excelentes quebra-cabeças. Infelizmente, se perde um pouco no tamanho de seu mundo aberto, com tarefas que se tornam repetitivas depois das muitas horas necessárias para chegar a seu final, além de piadas forçadas e desnecessárias que poucas vezes atingem o alvo. Assista ao trailer de 'Immortals Fenyx rising' Salvando deuses Em "Immortals Fenyx Rising", o jogador controla Fenyx, herói ou heroína que pode ser personalizado a qualquer momento – um pouco parecido com o que acontece em "Assassin's Creed Valhalla", mas sem tanta influência na história. Seu objetivo é devolver aos antigos deuses gregos seu poder e glória, e salvar o panteão e o mundo do terrível titã Typhon, que escapou de sua prisão e transformou todos os mortais em pedra. É interessante acompanhar e controlar Fenyx no começo, enquanto o/a protagonista ainda descobre seu papel de salvador e desenvolve seus próprios poderes. 'Immortals Fenyx Rising' Divulgação Limitação do bem A limitação do personagem no início funciona muito bem para forçar o jogador a desenvolver suas próprias soluções a problemas que parecem intransponíveis. O gasto da pequena barra de energia para ações aparentemente simples como escalar uma colina pode irritar os mais impacientes, mas faz com que cada momento seja planejado, e cada vitória, uma conquista de verdade. Por mais que a força dos inimigos cresçam um pouco com o tempo, no início a ameaça de ciclopes gigantescos ou até de górgonas é real. Com isso, o sistema de batalhas oferece um equilíbrio gratificante entre simplicidade e complexidade para que até as batalhas mais difíceis sejam possíveis com um pouco de planejamento. Isso se perde um pouco com o crescimento dos poderes de Fenyx, que pode investir em diferentes habilidades divinas a na melhoria de seus equipamentos – algo que pode ser bom para quem gosta de combate descomplicado, mas que frustra aqueles que preferem um desafio. 'Immortals Fenyx Rising' Divulgação Quebra a cabeça Pelo menos o grande mundo aberto é recheado de quebra-cabeças dos mais variados, que ficam entre Fenyx e itens dos mais mundanos a objetivos vitais à trama. A variedade de seus poderes faz com que cada um desses desafios possa ser superado de maneiras diferentes, e superar um deles de uma maneira que claramente fugiu à mente dos desenvolvedores é muito satisfatório. O problema é que às vezes alguns deles parecem existir apenas para matar o tempo. O game não perde muito o tempo ensinando o jogador como agir em cada situação. Então, é compreensível que no começo existam aqueles mais simples, mas encontrar um baú que pode ser aberto ao atirar duas flechas em alvos pouco escondidos após 15 horas de jogo é desanimador. 'Immortals Fenyx Rising' Divulgação Zeus x Zelda Se é para copiar alguém, que seja um dos grandes. "Immortals Fenyx Rising" leva isso a sério e faz um trabalho excelente ao se inspirar nos melhores aspectos de "Breath of the wild". Depois de algumas horas, no entanto, as inspirações começam a parecer um pouco demais. Além da energia gasta e do visual, mecânicas como a levitação de blocos, a habilidade de planar sobre o mapa ou até de domar montarias passa a parecer um exagero. Mas talvez seja melhor. Quando tenta ir por um caminho próprio, "Immortals" (ou "Fenyx Rising", difícil saber como esse título confuso será encurtado pelo público) dá seus tropeços. Isso fica claro nas piadas jogadas por Zeus e Prometeu, responsáveis pela "narração" da história de Fenyx. 'Immortals Fenyx Rising' Divulgação Com eles, a Ubisoft até tenta aprofundar um pouco o universo mitológico no qual a trama é inserida, mas se perde em um humor bobo e tosco que tira grande parte da beleza do mundo criado pelos desenvolvedores. "Immortals Fenyx Rising" mostra que é possível utilizar referências de clássicos para fazer algo novo, mas também serve de aviso para os perigos de ir longe demais na inspiração. No fim do dia, é um ótimo game, e serve muito bem como substituto para quem não tem um Switch e não pôde jogar uma das melhores aventuras dos últimos anos – mas também perde a chance de se aprofundar em seus próprios méritos e, com isso, tornar algo mais. 'Immortals Fenyx Rising' Divulgação Veja Mais

Irene Bedard, voz de Pocahontas em filme da Disney, é presa duas vezes em três dias, diz site

G1 Pop & Arte Segundo TMZ, a atriz e dubladora da personagem da animação, foi detida pela polícia em incidentes envolvendo embriaguez. Irene Bedard, voz de Pocahontas em filme da Disney, é presa duas vezes em três dias, diz site Facebook/Reprodução Irene Bedard, atriz que dá voz à personagem Pocahontas no filme da Disney, foi presa duas vezes em três dias por incidentes envolvendo embriaguez. As informações são do site TMZ. De acordo com a publicação, a primeira prisão aconteceu na casa do ex-marido da atriz, onde policiais foram chamados pra atender uma chamada de violência doméstica, na noite de sexta-feira (27). Na ocasião, os policiais encontraram Irene com um cinto nas mãos. De acordo com relatos, a atriz tinha dificuldade para ficar em pé e exalava cheiro de bebida alcoólica. A atriz foi detida por violência doméstica e resistência a prisão. Já na segunda-feira (30), a polícia foi chamada em um hotel onde Irene, supostamente, estava assediando um funcionário da recepção. Segundo o site, policiais tentaram conversar com a atriz, que estava combativa. Desta vez, a atriz foi autuada por desordem e foi liberada sem pagar fiança. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop Veja Mais

Coreia do Sul aprova projeto de lei que adia serviço militar de artistas de K-pop

G1 Pop & Arte Emenda na Lei do Serviço Militar fará com que artistas recomendados pelo ministro da Cultura possam adiar o serviço até os 30 anos. BTS recebe o prêmio de 'Melhor Música' no MTV EMA 2020; Grupo de K-pop estava em Los Angeles e participou virtualmente Cortesia MTV/Via Reuters O Parlamento da Coreia do Sul aprovou nesta terça-feira (1) um projeto de lei para permitir que artistas de K-pop reconhecidos mundialmente -- como a banda BTS --, adiem o serviço militar obrigatório até os 30 anos. Todos os homens sul-coreanos fisicamente aptos de 18 a 28 anos precisam servir nas Forças Armadas por cerca de dois anos, parte dos esforços do país para se resguardar contra a Coreia do Norte. A emenda na Lei do Serviço Militar foi concebida para proporcionar exceções para mega-astros de K-pop que melhoram o status cultural do país e fortalecem a economia. A Coreia do Sul permite que estudantes habilitados adiem o serviço até os 28 anos, e concedeu isenções a músicos clássicos e atletas de grande destaque que venceram medalhas olímpicas ou um ouro nos Jogos Asiáticos, entre eles Son Heung-min, atacante do Tottenham Hotspur. Nenhum ídolo de K-pop recebeu isenções, mas o novo projeto de lei fará com que artistas recomendados pelo ministro da Cultura possam adiar o serviço até os 30 anos. Jin, que tem 27 anos e é o membro mais velho do BTS, está se aproximando do alistamento no momento em que a boy band de sete integrantes reescreve a história do K-pop. "Artistas pop tendem a conseguir suas maiores conquistas em torno dos 20 anos, mas muitos deles tiveram que buscar uma graduação para adiar o serviço", disse Jeon Yong-gi, coautor do projeto de lei. VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

G1 Ouviu #117 - Grammy 2021: Indicados, surpresas e esnobados

G1 Pop & Arte Beyoncé, Taylor Swift, Roddy Ricch, Dua Lipa, Billie Eilish, Megan Thee Stallion e Justin Bieber estão entre os principais indicados. The Weeknd foi esnobado. Veja análises e previsões do G1. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Eduardo Galvão é internado após testar positivo para Covid-19

G1 Pop & Arte Segundo o ator Stepan Nercessian, amigo de Galvão, 'os médicos estão fazendo o possível para que ele não seja entubado'. Eduardo Galvão no Rock in Rio Divulgação/Lucas Teixeira/RT Fotografia Eduardo Galvão está internado após testar positivo para Covid-19. Segundo Stepan Nercessian, amigo de Galvão, o ator "está com cerca de 50% de comprometimento dos pulmões". "Os médicos estão fazendo o possível para que ele não seja entubado", informou Nercessian ao G1. Eduardo, de 58 anos, está na UTI do Unimed-Rio. O hospital confirmou a internação do ator, mas não deu detalhes sobre boletim médico. "Ele está na unidade, sim. Mas o hospital não tem autorização da família para passar informações sobre o seu estado de saúde." Galvão estrelou dezenas de novelas, como "A viagem", "O Clone", "Despedida de Solteiro" e "Paraíso Tropical". Seu trabalho mais recente na TV foi em "Bom Sucesso". Esta semana, o ator celebrou o aniversário de 1 ano da neta, Lara, com uma publicação nas redes sociais. "Hoje minha neta está completando um aninho! Que Deus abençõe sempre sua vida! O vô te ama muito", escreveu Eduardo. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

'Metal Gear Solid' escala Oscar Isaac como protagonista Snake

G1 Pop & Arte Ator de 'Star Wars' vai interpretar espião em adaptação de série de games dirigida por Jordan Vogt-Roberts. Oscar Isaac ganha um Globo de Ouro em 2016 REUTERS/Lucy Nicholson O ator Oscar Isaac ("Star Wars: A ascensão Skywalker") foi escalado para interpretar o espião Solid Snake no filme "Metal Gear Solid", que vai adaptar para os cinemas a série de games de ação. De acordo com diversas revistas especializadas de Hollywood, como a "Entertainment Weekly", ele se junta oficialmente à produção dirigida por Jordan Vogt-Roberts ("Kong: A Ilha da Caveira"). Em março de 2019, Isaac declarou seu desejo de viver o personagem durante uma entrevista ao site IGN para a divulgação de "Operação fronteira". Não há previsão para estreia do filme. 'Star Wars: A ascensão Skywalker': entrevista com Daisy Ridley, Oscar Isaac e John Boyega Veja Mais

'Mank', projeto pessoal de David Fincher, conta história de bastidores de 'Cidadão Kane'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, Amanda Seyfried e Lily Collins falam sobre gravações com Gary Oldman e com o diretor, que grava roteiro escrito por seu pai. Amanda Seyfried, Lily Collins e Tom Pelphrey falam sobre trabalho em 'Mank' Em "Mank", filme que estreia nesta sexta-feira (4) na Netflix após breve período nos cinemas, o cineasta David Fincher entrega o projeto mais pessoal de uma carreira marcada por sucessos como "Clube da Luta" (1999) e "A rede social" (2010). G1 JÁ VIU: 'Mank' é um dos melhores filmes dos últimos anos Afinal, para contar a história da realização de um dos maiores clássicos do cinema, "Cidadão Kane" (1941), o diretor utiliza o roteiro escrito pelo próprio pai, Jack Fincher, que morreu em 2003 – muito antes de ver seu trabalho finalmente concluído. "Não acho que ele faça filmes pelos quais não está completamente apaixonado", diz ao G1 a atriz Amanda Seyfried ("Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo"), que interpreta uma das personagens reais que inspiraram a obra de Orson Welles. "Mas eu imagino que isso foi mais profundo para ele, mais do que qualquer outra coisa, porque ele está honrando o pai dele. Isso é algo que estão fazendo juntos, mesmo que ele não esteja mais conosco." Amanda Seyfried e Gary Oldman em cena de 'Mank' Divulgação A história por trás da história Inspirado em fatos, mas sem compromisso com um retrato fiel da realidade, "Mank" foca na história pouco conhecida de Herman J. Mankiewicz (Gary Oldman), contratado para escrever a trama de "Cidadão Kane" sem receber crédito. Entre idas e vindas temporais, o público acompanha seus problemas com a bebida e com apostas e sua relação com figuras poderosas que inspirariam o clássico, deixando sua complicada relação com Welles (Tom Burke) em segundo plano. Seguindo dicas do filho cineasta, Jack Fincher escreveu o roteiro após a aposentadoria como jornalista nos anos 1990. "Mank" chegou perto de ser realizado no fim da década com Kevin Spacey ("House of Cards") no papel principal, mas o estúdio na época desistiu por causa da insistência de David em gravar no preto e branco que honraria a obra original. Tom Burke e Gary Oldman em cena de 'Mank' Divulgação/Netflix Mais uma vez O filme ganhou uma nova chance quase duas décadas depois, quando a Netflix perguntou se o diretor tinha algum outro projeto depois de trabalharem juntos na série "Mindhunter". Com liberdade para realizar todos os seus desejos durante a produção, Fincher se aproveitou para repetir até técnicas de transição de cena da época, realizadas com o apagar de luzes do estúdio, e obviamente manteve seu alto grau de cobrança sobre os atores. Em uma das cenas finais, em que o Mankiewicz de Oldman corta os últimos laços com o magnata que inspirou Charles Foster Kane, o diretor fez com o elenco repetisse a sequência cerca de cem vezes. Arliss Howard e Amanda Seyfried em cena de 'Mank' Divulgação/Netflix "Sim, às vezes é cansativo fazer algo tantas vezes, mas é assim que teatro é. No teatro, você consegue dar a sua melhor atuação porque tem todo o tempo do mundo para explorar algo, explorar um momento. Toda noite, de novo e de novo", afirma Seyfried. A americana de 35 anos interpreta a atriz Marion Davies, inspiração para um dos personagens centrais de "Cidadão Kane". Ao lado de Oldman, um dos favoritos ao Oscar de 2021, o trabalho de Seyfried também merece atenção da Academia. "Ele eleva dez vezes a minha atuação", diz a atriz sobre o colega de elenco. "Toda vez que você trabalha com o Gary, ele está 100% lá. Ele é imensamente profissional, mas também é muito divertido de trabalhar junto." Lily Collins e Gary Oldman em cena de 'Mank' Divulgação Os desconhecidos do clássico O tamanho da importância de Mankiewicz em "Cidadão Kane" é debatido há algumas décadas. Assim como mostrado em "Mank", o roteirista conquistou os créditos pela história após ser contratado como escritor-fantasma – e dividiu com Welles o único Oscar recebido pelo clássico, o de roteiro original. Mas nem todos concordam com a versão defendida em uma dissertação de 1971, de que a trama não seria a mesma sem a relação do roteirista com o magnata de mídia William Randolph Hearst – interpretado em "Mank" por Charles Dance ("Game of thrones"). Afinal, é difícil dividir a atenção com o glamour de Welles, que também dirigiu, produziu e estrelou o filme de 1941 aos 24 anos de idade. "Eu não sabia nada sobre o Mankiewicz, e eu amo a Hollywood antiga", afirma Lily Collins ("Emily in Paris"), intérprete da datilógrafa que ajuda Mank a escrever a história. "Fiz outros dois projetos que eram nesse período, nos quais eu pesquisei sobre a época e ainda não tinha encontrado nada sobre Herman Mankiewicz. Então é claro que o David Fincher ia fazer um filme sobre alguém tão incrível e que ninguém conhecia." Gary Oldman e Tom Pelphrey em cena de 'Mank' Divulgação Ela não foi a única. "Cresci achando que 'Cidadão Kane' foi escrito, dirigido e estrelado por Orson Welles, sabe?", conta Tom Pelphrey ("Ozark"), que dá vida ao celebrado irmão mais novo de Herman. Ao longo de sua carreira, Joseph L. Mankiewicz ganhou quatro Oscars como diretor e roteirista. "Por isso que esse filme que o David fez é tão bonito em tantos níveis, mas, para mim, é ainda mais bonito porque é como uma celebração pela verdade. É como uma carta de amor aos roteiristas, e aos heróis desconhecidos, e ao processo, e ao trabalho em equipe, e ao esforço. Sabe, é um filme muito especial." Assista ao trailer de 'Mank' Veja Mais

RBD além da live? Maite Perroni descarta turnê e explica show sem Poncho e Dulce

G1 Pop & Arte Ao G1, atriz e cantora diz que grupo vai sentir falta dos colegas e promete novas versões das músicas: 'É um dia único'. Ela conta memória mais marcante do Brasil e revela planos de carreira. Maite Perroni fala sobre reunião do RBD Maite Perroni ganhou fama mundial com o RBD e se tornou, em 2020, uma das maiores estrelas mexicanas, alternando novelas, filmes e séries. Neste ano, depois de pausar sua carreira musical, ela abriu uma exceção para gravar a música "Siempre he estado aqui" com três dos cinco ex-companheiros de grupo. Juntos, preparam uma live para o dia 26 de dezembro. Mas estes são os únicos projetos do RBD, ela diz em entrevista ao G1. Assista no vídeo acima. "Como dissemos por muito tempo, não tínhamos planejado um reencontro como tal. Até hoje segue sendo assim, não vamos fazer um reencontro que tenha, mais pra frente, a intenção de ser uma turnê, ou fazer algo que realmente represente uma volta, profissionalmente falando." Segundo a mexicana, a ideia da live surgiu depois que as músicas do grupo voltaram às plataformas digitais, em setembro, e dominaram paradas em alguns países. "É mais um reencontro de corações, da nostalgia que surge a partir da sorte que tivemos de ter nossa música nas plataformas. Ver todo este movimento tão cheio de amor e de gente que nos encheu de surpresas e resultados incríveis nos fez tomar a decisão de, sim, seguir adiante com a ideia de fazer um dia mágico e especial para todos." "Estamos muito emocionados, mas é um dia único, só este momento." Segundo a mexicana, os encontros e a gravação da primeira música do grupo em 12 anos aconteceram por meio de chamadas de vídeo e ligações. Sem Dulce e Poncho Christian Chavez, Maite Perroni, Christopher Uckermann e Anahí em reencontro do RBD Divulgação/Universal Music Dulce Maria e Alfonso Herrera não estarão juntos com Maite, Anahí, Christian Chávez e Christopher Uckermann no show do dia 26. Dulce está grávida. Já Alfonso não explicou a ausência. Nas redes sociais, fãs criticaram a decisão do ex-RBD. Maite é, além de ex-colega de grupo, amiga do ator e defendeu sua decisão. "Acho que, muitas vezes, é difícil para quem está de fora ver que não há conflito, que não há necessidade de gerar esse tipo de situação porque acho muito válido que todos tomem decisões pessoais e profissionais." "Acho que o Poncho sempre foi muito coerente e vem construindo uma carreira de ator há 12 anos, na qual ele não se envolveu com música porque não se sente como um cantor", explica. "Nos respeitamos como indivíduos e todos têm o direito de fazer suas vidas como quiserem. E não por isso não é RBD e nem deixa de fazer parte desta bela história." Maite, Anahí, Christopher e Christian vã redistribuir as músicas entre eles. "O que vamos fazer é sentir muito a falta deles que são muito importantes para nós, mas no fim das contas, o RBD são os fãs. Foram eles que conseguiram que isso existisse e tivesse a força que tem. E que, 16 anos depois, siga sendo RBD", conta. Leia também: Entrevista com o criador do RBD Foco nas séries Maite Perroni e Alejandro Speitzer Reprodução/Netflix Neste ano, a atriz foi protagonista da série de mistério "Desejo sombrio", na qual interpretou um papel bem diferente da inocente Lupita, da novela "Rebelde", com muitas cenas de sexo. A produção mexicana da Netflix fez sucesso no mundo inteiro e foi renovada para a segunda temporada. "Sempre que você começa a fazer um projeto, não tem ideia do que vai acontecer, é uma aposta constante. Foi uma grande surpresa ver que nos conectamos com tantas culturas. De repente estávamos em primeiro lugar no Catar, Vietnã, Filipinas, Israel, Índia. Não entendemos nada. É incrível que um projeto mexicano chegue a tantos lugares", conta. Depois de ter feito sete novelas nos últimos 12 anos, a atriz diz que quer continuar se dedicando às séries e a projetos "atrevidos", diferentes do que estava acostumada. Além de "Desejo sombrio", ela também está em "O jogo das chaves", do Amazon Prime Video, e "Herdeiros por acidente", da Claro Vídeos. Mesmo com o sucesso internacional, ela não tem planos definidos de buscar produções de outros países. No ano passado, ela também decidiu fazer uma pausa em sua carreira musical. Ela explica a decisão de pegar mais leve: "As pessoas acham que a vida de um artista é só fazer sessão de fotos, tapete vermelho, ir a eventos. Mas é uma profissão que vicia, implica muito sacrifício e muita entrega. Eu mal tinha tempo para dormir." O RBD Divulgação Amor pelo Brasil Maite já perdeu as contas de quantas vezes veio a Brasil. A memória mais marcante que tem do país é de caos e amor. "Ani e eu estávamos saindo de caminhonete do hotel. Estávamos sentadas e, de repente, abriram a caminhonete, abriram o porta-malas e as pessoas começaram a correr e entrar. Acabamos embaixo do banco do motorista, a equipe de segurança estava tentando tirar as garotas. O motorista conseguiu frear, mas era um caos, então eu pensei 'não posso acreditar que isso está acontecendo'." "Estava entre riso nervoso e preocupação porque era muita adrenalina e energia. E o Brasil sempre nos deu isso: muita energia, muito amor, muita potência, sabe. Um país com um amor e uma força muito grandes. E isso se sente e se agradece porque logo sentimos falta. Você vai a outros lugares e sente falta daquela paixão com que vivem a vida." Agora, ela planeja voltar ao país para passar férias. "Sempre fui para trabalhar, sair correndo para o aeroporto, sair correndo para assinar autógrafos, e já ter um show e logo ter que voltar. Então, quando pudermos voltar a viajar como estávamos acostumados, adoraria ir ao Brasil desfrutar dessa terra que me deu tanto amor por tanto tempo." Semana Pop explica reencontro do RBD e o que ele significa para os fãs Veja Mais

Hugh Keays-Byrne, vilão em 'Mad Max' e 'Estrada da Fúria', morre aos 73 anos

G1 Pop & Arte Ator interpretou Toecutter no filme original de 1979 e Immortan Joe na sequência de 2015. Hugh Keays-Byrne Reprodução/Facebook/Hugh Keays-Byrne O ator Hugh Keays-Byrne, conhecido por interpretar os vilões de "Mad Max" (1979) e "Mad Max: Estrada da Fúria" (2015), morreu aos 73 anos nesta terça-feira (1º). De acordo com a revista "Hollywood Reporter", a notícia foi divulgada por um amigo do ator, o diretor Brian Trenchard-Smith, nesta quarta-feira (2). Ele não informou a causa da morte. Os dois trabalharam juntos no filme "Traficantes Audazes" (1975). Hugh Keays-Byrne interpretou Toecutter em 'Mad Max' (1979) e Immortan Joe em 'Mad Max: Estrada da Fúria' (2015) Divulgação "Fico triste por reportar que nosso amigo Hugh Keays-Byrne morreu ontem em um hospital", escreveu o cineasta em publicação no Facebook. "Hugh tinha coração generoso, oferecendo uma mão amiga a pessoas em necessidade, ou um lugar para ficar a um adolescente sem casa. Ele se importava com justiça social e com a preservação do ambiente muito antes de esses assuntos virarem moda. Sua vida foi guiada por seu sentimento de unidade da humanidade. Vamos sentir falta de seu exemplo e amizade." Initial plugin text Nascido na Índia em 1947, Keays-Byrne era um ator de teatro treinado na Royal Shakespeare Company. Ele se mudou com a família para o Reino Unido ainda jovem, e depois ficou na Austrália em 1973 depois de uma turnê com uma montagem da peça "Sonho de uma Noite de Verão". Veja Mais

8 das 10 lives mais vistas em 2020 são brasileiras; Marília Mendonça ganha de BTS e Andrea Bocelli

G1 Pop & Arte Cantora é campeã de audiência em shows on-line transmitidos pelo YouTube. Ranking é dominado por sertanejos, que fizeram trilha de 'sofrência' do auge da quarentena no Brasil. Marília Mendonça em live recordista de audiência no YouTube, no dia 8 de abril Caio Rocha/FramePhoto/Estadão Conteúdo No ano das lives, oito das 10 transmissões ao vivo de música com maior audiência no YouTube são de artistas do Brasil. Marília Mendonça fez o show ao vivo mais assistido do ano, com 3,3 milhões de visualizações simultâneas. A cantora está à frente do fenômeno sul-coreano BTS e do tenor italiano Andrea Bocelli, os dois nomes internacionais na lista. Além da liderança, Marília também ocupa a 8ª posição no ranking - ela é a única a aparecer duas vezes. Veja, abaixo, a lista de lives mais assistidas do mundo em 2020 no YouTube Marília Mendonça - #LiveLocalMariliaMendonca (8 de abril): 3,31 milhões de visualizações Jorge & Mateus - Live na Garagem (4 de abril): 3,24 milhões de visualizações Andrea Bocelli (12 de abril): 2,86 milhões de visualizações Gusttavo Lima (11 de abril): 2,77 milhões de visualizações Sandy & Junior (21 de abril): 2,55 milhões de visualizações Leonardo - #CabareEmCasa (1º de maio): 2,52 milhões de visualizações BTS (18 de abril): 2,31 milhões de visualizações Marília Mendonça - #TodosOsCantosDeCasa (9 de maio): 2,21 milhões de visualizações Henrique & Juliano (19 de abril); 2,06 milhões de visualizações Bruno e Marrone (16 de maio): 2,05 milhões de visualizações Para montar o ranking, o YouTube considerou o pico de visualizações simultâneas de cada uma das lives. Ele representa o número de dispositivos conectados naquela transmissão pela plataforma ao mesmo tempo. Isso significa que o número de pessoas assistindo pode ser maior, já que mais de uma pessoa pode ver a live em um mesmo dispositivo. Ano de 'sofrência' Marília, também dona do clipe mais assistido do ano no YouTube, e artistas como Gusttavo Lima e as duplas Jorge e Mateus e Henrique e Juliano, que também aparecem na lista de lives, ajudaram a compor a trilha de "sofrência" do auge da quarentena no Brasil. Nomes conhecidos do sertanejo profissionalizaram no país os shows on-line do isolamento, que começaram com apresentações simplórias de popstars globais, como Chris Martin, John Legend e Elton John. No fim de março, a primeira live de Gusttavo Lima, com cinco horas de transmissão movidas a muito álcool e uma produção luxuosa, foi o prenúncio das apresentações que viriam depois. O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives Além dele Jorge e Mateus, Léo Santana e outros cantores foram criticados por reunirem, em meio á pandemia, um número considerado alto de músicos e profissionais técnicos em suas lives, aumentando o risco de contágio da Covid-19. Ao mesmo tempo, o formato sofisticado ajuda a explicar por que o Brasil ocupa a maioria das posições do ranking do YouTube. Grandes artistas internacionais mantiveram as apresentações caseiras, com voz e violão em frente às câmeras, mesmo em grandes festivais de lives para arrecadar doações a instituições de caridade. Outros optaram pelo modelo de live com venda de ingressos. É o caso do próprio BTS, que bateu recorde em número de espectadores simultâneos em um show on-line pago. A live "Bang Bang Con", feita pelo grupo em 14 de junho, chegou a ser vista por 756 mil fãs ao mesmo tempo, uma marca já reconhecida pelo Guinness World Records. O grupo BTS na live 'Bang Bang Con', transmitida em junho e recordista de audiência em um show on-line pago Divulgação Mas nenhum dos dois estilos de live - nem o pomposo, tampouco o mais simples - foi capaz de manter alta a audiência desse tipo de apresentação ao longo da pandemia. A lista do YouTube mostra que todos os shows recordistas de audiência aconteceram entre abril e maio, ainda no primeiro trimestre da pandemia do coronavírus, declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março. Artistas seguem fazendo apresentações on-line, mas com público menos entusiasmado, o que também diminuiu o interesse de patrocinadores. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Marieta Severo testa positivo para Covid-19

G1 Pop & Arte Atriz de 74 anos 'está com sintomas leves' e recebe tratamento em casa, segundo assessoria de imprensa. Atriz Marieta Severo, em 2018 Cleiton Thiele/Pressphoto Marieta Severo testou positivo para a Covid-19. De acordo com sua assessoria de imprensa, a atriz de 74 anos "está com sintomas leves" e recebe tratamento em casa. Severo, que faz parte do elenco da próxima novela das 21h, "Um lugar ao sol", está afastada das gravações. Através de sua assessoria de imprensa, a Globo diz que "caso alguém teste positivo, a pessoa é afastada do set para preservar a saúde dos outros integrantes da equipe". "Existe um planejamento previsto para que as produções continuem a gravar com outros núcleos e profissionais, mas quando isso não é possível, as gravações são adiadas." Veja Mais

Péricles diz que testou positivo para Covid-19: 'Estou bem'

G1 Pop & Arte Em vídeo publicado nas redes sociais, cantor afirmou que está sem sintomas e segue isolamento em casa. Péricles grava vídeo e conta que testou positivo para Covid-19 O cantor Péricles gravou um vídeo para relatar que testou positivo para Covid-19. "Mesmo depois de se cuidar bastante, a gente acabou sendo pego por ela. Mas estou aqui", afirmou Péricles na noite desta segunda-feira (1). "Não tenho sintomas nenhum, estou bem, estamos bem, mas vamos cumprir isolamento pra preservar nossa família", afirmou o cantor de 51 anos. Ele informou ainda que a filha Maria Helena, de 10 meses, está com a sogra enquanto ele e a mulher seguem isolados em casa. Péricles citou ainda que alguns membros de sua equipe também testaram positivo para a doença. "Fizemos exames na equipe, na família, alguns da nossa equipe também foram acometidos, mas a gente vai passar por essa de cabeça erguida e com fé em Deus." Em maio, o cantor ficou uma semana internado em um hospital em São Paulo para tratar uma infecção urinária. Leia também: Péricles lança álbum 'Pericão retrô' e comenta pausa: 'Chance de cuidar de perto da minha filha' Péricles Bruno Fioravante / Divulgação VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

David Prowse, intérprete de Darth Vader, morre aos 85 anos

G1 Pop & Arte Ator britânico deu vida ao personagem nos três filmes originais da saga "Star Wars". Por conta do seu sotaque, ele acabou sendo dublado nos filmes. David Prowse, em cena de 'Star Wars' em 1977, e dando autógrafo a fãs em convenção de 2007 Divulgação e Mario Anzuoni/Arquivo Reuters O ator britânico David Prowse, que fez o papel de Darth Vader nos três filmes originais da saga "Star Wars", morreu neste domingo (29) aos 85 anos, segundo informou a BBC. A causa da morte ainda não foi divulgada. "Que a força esteja com ele, sempre!" disse seu agente Thomas Bowington. "Embora famoso por interpretar muitos monstros - para mim e para todos que conheceram Dave e trabalharam com ele, ele foi um herói em nossas vidas", acrescentou. Em 2009, Prowse anunciou que estava com câncer de próstata e que havia passado por sessões de radioterapia em Londres. Ele disse, em entrevista coletiva à época, estar fazendo progressos no tratamento e se sentindo "fantástico". A carreira de Prowse como ator durou 50 anos, mas foi seu papel como Darth Vader que lhe trouxe fama internacional. Ele trabalhava como fisiculturista quando foi escolhido para o papel, em 1976. Mas, por causa de seu sotaque britânico forte, ele foi dublado pelo norte-americano James Earl Jones. Com o sucesso de Star Wars, Prowse participou de convenções sobre a saga em todo o mundo durante quase 40 anos, mas houve rumores de que mais tarde se desentendeu com o diretor George Lucas e foi banido dos eventos oficiais em 2010. Veja Mais

Maradona foi reverenciado em filmes, músicas e quadrinhos; conheça o lado pop do jogador

G1 Pop & Arte Semana Pop deste sábado dá dicas de obras que homenageiam o jogador argentino, morto aos 60 anos; assista. Semana Pop mostra lado pop de Maradona, enaltecido em filmes, músicas e até nos quadrinhos Além de Deus do futebol, Maradona foi também ídolo pop. O jogador, que morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos, foi reverenciado em filmes, músicas e até nos quadrinhos. O Semana Pop deste sábado (28) dá dicas de obras que homenageiam o argentino. Veja todas as edições do programa. O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana. Veja Mais

Billie Eilish cancela shows no Brasil e resto da turnê 'Where Do We Go?'

G1 Pop & Arte Cantora deixou recado para fãs: 'Quando estivermos prontos e for seguro, avisaremos quando todos poderão comprar ingressos para a próxima turnê'. No Brasil, ela passaria por São Paulo e Rio de Janeiro. Billie Eilish ganhou cinco estatuetas no Grammy 2020, entre elas as quatro maiores categorias da noite FREDERIC J. BROWN / AFP A cantora Billie Eilish cancelou a turnê mundial "Where Do We Go?", que incluía dois shows no Brasil, anunciou a Live Nation nesta sexta (4). A jovem, fenômeno do pop, cantaria em São Paulo e no Rio de Janeiro nos dias 30 e 31 de maio. Naquele mês, ela anunciou que adiaria os shows, mas não chegou a marcar uma nova data. Em um comunicado, Eilish disse que tentaram diversos cenários para remarcar a turnê, mas que isso não foi possível. A cantora também prometeu marcar novos shows quando "estivermos prontos e seguros". Veja, abaixo, a nota completa: "Oi pessoal. Eu gostaria de ter conseguido ver vocês em turnê este ano. Eu senti tanta falta de me apresentar para vocês e de estar no palco que eu nem consigo explicar. Tentamos o máximo de cenários possíveis para a turnê acontecer, mas nenhum deles é possível e, embora eu saiba que muitos de vocês querem manter seus ingressos e passes VIP, a melhor coisa que podemos fazer é que o dinheiro volte para as mãos de todos o mais rápido possível. Fique de olho em seu e-mail para obter mais informações do local o qual vocês compraram e, quando estivermos prontos e for seguro, avisaremos quando todos poderão comprar ingressos novamente para a próxima turnê. Eu amo muito vocês. Fiquem seguros, bebam bastante água, usem máscara." Semana Pop #73: O fenômeno Billie Eilish: da música sussurrada a ícone da moda alternativa Veja Mais

Marília Mendonça relata crise de ansiedade: 'Não consegui me concentrar em nada'

G1 Pop & Arte 'Nada me tirava da cabeça que eu estava estagnada, estática no mesmo lugar e não tenho pra onde ir', afirmou a cantora sertaneja, analisando a pausa por causa da pandemia de coronavírus. Marília Mendonça Divulgação Marília Mendonça usou as redes sociais para falar sobre a crise de ansiedade que sofreu no início da semana. Em uma série de posts no Twitter, a cantora sertaneja conta que não conseguia se concentrar em nada e que se sentia estagnada por conta da paralisação causada pela pandemia de coronavírus. "Tentei o curso de inglês, o de espanhol, o de culinária (que inclusive, virou fuga nesses tempos), o de italiano. Tentei de tudo. Tentei ouvir música, tentei ouvir lançamento, tentei ouvir coisa antiga, tentei pegar o violão. Liguei a TV, tentei assistir minha serei favorita, tentei assistir meu canal de culinária. Nada me tirava da cabeça que eu estava estagnada, estática no mesmo lugar e não tenho pra onde ir", escreveu a cantora. "Assim, como meus colegas da música tem se sentido, por várias vezes e cada vez mais, nesse período sinistro. No começo, parecia um descanso, uma fuga, um jeito de dar uma respirada, passageiro. Poxa. Até que precisávamos desse tempo pro nosso processo criativo." "Depois, o tempo foi ficando longo, vi muita gente crescer, vi colegas mudarem o mercado, como o Gusttavo Lima, com a primeira live naquele formato, que movimentou o mercado da música mundial. Isso me deu muito orgulho! Respirei fundo e encontrei forças pra seguir o caminho." Marília ainda comentou que com a queda da audiência das lives, se viu novamente “olhando pro nada”. Mas agradeceu "por ter visto o primeiro ano do filho, por esse vírus não ter atingido a família, por não ter faltado o alimento, a saúde, a vida." "Me vi paralisada na vida, de mãos atadas, julguei meu processo criativo, me perguntei o que fiz esse ano, me senti abandonada, esquecida, como se tudo que tivesse feito fosse substituível. Aonde tá a Marília Mendonça? O que ela criou? Qual o próximo passo? As pessoas ainda se lembram?", se questionou a cantora. Em seguida, Marília agradeceu o fato de ser a artista mais ouvida nas plataformas digitais em 2020, incluindo a live e o clipe mais vistos no YouTube. "Disse pra mim mesma com muito carinho: não tá sendo fácil pra ninguém, pequena. Você não tá atrasada. O mundo atrasou. Respira. Quando tudo voltar, as pessoas que te amam vão estar lá, o seu lugar continua lá. Agradeça e viva." Initial plugin text Marilia Mendonca agradece doações feitas durante uma de suas lives: Marilia Mendonca agradece doações feitas durante sua live VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

Flip 2020 começa nesta quinta com edição virtual; veja programação completa

G1 Pop & Arte 18ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty acontece de 3 a 6 de dezembro virtualmente. Bernardine Evaristo, Caetano Veloso, Pilar Quintana, Itamar Vieira Junior e Regina Porter estão entre os convidados. Bernardine Evaristo, Caetano Veloso, Itamar Vieira Junior e Regina Porter são destaques da Flip 2020 Divulgação/Câmara Municipal da Póvoa de Varzim A 18ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) começa nesta quinta-feira (3) em formato virtual devido à pandemia de coronavírus. A programação será composta por mesas transmitidas ao vivo em plataforma própria e nas redes sociais, além de vídeos gravados. A primeira noite da festa tem duas mesas, com conversas sobre literatura e música. O debate que abre o evento, às 18h, fala sobre diásporas com a autora inglesa Bernardine Evaristo, vencedora do Booker Prize 2019, e a brasileira Stephanie Borges, vencedora da categoria poesia do IV Prêmio Cepe Nacional de Literatura. Em seguida, às 20h30, os jovens cirandeiros Fernando e Marcello Alcantara discutem a cultura caiçara. Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil Como livrarias passam pela pandemia Destaques da programação Bernardine Evaristo: escritora de Londres tem oito livros de diversos gêneros: romance, conto, poesia, ensaio e teatro. No ano passado, venceu o Booker Prize pela obra "Garota, mulher, outras" e se tornou a primeira autora negra a receber a premiação. Pilar Quintana: escritora colombiana tem romances e contos. Seu livro mais recente, "A Cachorra", foi anunciado na lista estendida do National Book Award, além de ter ganhado prêmios na Colômbia. Em 2007, a autora foi selecionada como um dos 39 escritores com até 39 anos de maior relevância da América Latina pelo Hay Festival, no País de Gales. Caetano Veloso: um dos maiores nomes da música popular brasileira, cantor vai apresentar seu livro recém-lançado, "Narciso em férias". No livro, ele relata os impactos dos 54 dias vividos no cárcere. Regina Porter: a autora americana é uma dramaturga premiada. Neste seu primeiro romance, lançado em julho de 2019, ela narra a história de duas famílias, uma negra e uma branca, que começa após a segunda guerra mundial e se desenvolve por seis décadas. Itamar Vieira Junior: Autor baiano acabou de vencer o Prêmio Jabuti na categoria romance literário com o romance "Torto arado". Nascido em Salvador, é também geógrafo e doutor em estudos étnicos e africanos e estuda a formação de comunidades quilombolas no interior do Nordeste brasileiro. Eileen Myles: Escritora dos Estados Unidos tem 20 livros publicados, entre obras de poesia, jornalismo literário e ficção. Com um trabalho principalmente sobre as temáticas lésbica, queer e de identidade de gênero, Myles já venceu alguns prêmios literários, entre eles o Shelley da Poetry Society of America. Em 2019, lançou no Brasil o romance "Chelsea Girls". Flip virtual Inicialmente, a Flip 2020 estava prevista para acontecer de 29 de julho a 2 de agosto, mas foi adiada para novembro em um primeiro momento. "Este é um ano atípico, por isso optamos por este formato. A Flip Virtual contará com uma linguagem própria que respeita o sentido original e o espírito da Festa: ser mais do que um mero evento, estabelecendo uma relação duradoura e permeável com Paraty", explica Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip. Veja abaixo a programação completa: Quinta-feira (3) 18h - Mesa 1 | Diásporas com Bernardine Evaristo e Stephanie Borges 20h30 - Mesa 2 | Zé Kleber: Ciranda 20h30 com Fernando e Marcello Alcantara Sexta-feira (4) 16h - Mesa 3 | Florestas vivas, com Jonathan Safran Foer e Márcia Kambeba 18h - Mesa 4 | Eileen para presidente!, com Eileen Myles 20h30 - Mesa 5 | Animais abatidos, com Pilar Quintana e Ana Paula Maia Sábado (5) 16h - Mesa 6 | Sobre o autoritarismo, com Lilia Moritz Schwarcz 18h - Mesa 7 | Ancestralidades, com Chigozie Obioma e Itamar Vieira Junior 20h30 - Mesa 8 | Transições, com Caetano Veloso e Paul B. Preciado Domingo (6) 14h - Mesa 9 | Zé Kleber: Sarau, com Rodrigo Ciríaco e Elisa Pereira 16h - Mesa 10 | Batidas, com Regina Porter e Jeferson Tenório 18h - Mesa 11 | Vocigrafias insurgentes, com Danez Smith e Jota Mombaça 20h30 - Mesa 12 | Zé Kleber: Slam, com Nathalia Leal e Luz Ribeiro VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Nour, do Now United, comenta influências: Billie Eilish, música libanesa e covers no ukulele

G1 Pop & Arte Ao G1, nova integrante do grupo de pop global diz que adoraria tocar, além de dançar e cantar: 'É um instrumento tão divertido'. Ela fala do encontro com os outros 15 integrantes. Conheça Nour, nova integrante do Now United Quando o produtor Simon Fuller falou para Nour Ardakani que ela era "perfeita para ser do Now United", ela ficou emocionada. "Sério, sou eu? Oh, meu Deus!", comentou, quando foi anunciada. A cantora e dançarina do Líbano, país do Oriente Médio, é a nova integrante do grupo de pop global, formado por 16 jovens de 16 países diferentes. Nour foi escolhida após audições virtuais e o primeiro encontro com os novos colegas foi para gravar o clipe de "Habibi". "Eu pude gravar não apenas em Dubai, mas também no Líbano, onde eu nasci e fui criada", conta ao G1 (veja entrevista no vídeo acima). "Pude mostrar diferentes temas e paisagens no Líbano. Eu acho que foi uma experiência inesquecível." Mundinho Now United: a receita de pop global que pegou no Brasil Ela também falou da volta, aos poucos, do grupo. "Estão fazendo um trabalho incrível, tomando precauções precisas para a Covid. Todos estão sendo testados toda hora e estamos em uma bolha. Estamos seguros e tomando as medidas que são necessárias por causa da Covid." A cantora de 18 anos também teve tempo de elogiar os uniters, como são chamados os fãs do grupo. Ela os define como "acolhedores". "Eu me senti parte do Now United, parte da família bem rapidamente. Os fãs brasileiros são incríveis e eu amo ver os comentários, eles são tão carinhosos, sempre postando fotos, buscando novidades. Os fã-clubes no Brasil vão além." Fã de Billie Eilish Em suas redes sociais, Nour ficou conhecida por cantas covers de músicas de gente como Billie Eilish, da qual se diz fã. "Ela conseguiu mudar a indústria da música", atesta. Nour, integrante do Now United Reprodução/YouTube do grupo "Ela é alguém de muito sucesso e de muito talento, mas muito diferente. Ela conseguiu esse sucesso, mesmo sendo muito nova. Ela tem a nossa idade." Mas além de quem canta em inglês, qual seria a maior dela influência na música libanesa? "Fairuz é um ícone. Eu fui ouvindo enquanto fui crescendo, com a minha família. Então, eu acho que ela sempre será alguém que é icônica, na minha opinião, que é do Líbano." Fairuz, também chamada de Fayrouz, é uma cantora libanesa. Hoje com 85 anos, ela está entre as mais cultuadas do mundo árabe. Entre tanta gente talentosa e com tantas culturas diferentes, Nour diz que vai "tentar fazer o melhor para representar a cultura e a tradição" de onde ela vem. "Eu quero levar isso para o Now United", resume. E será que tem chance de levar também o som do ukelele, que ela vive tocando em lives? "Eu espero que sim. Se eles me derem a oportunidade, eu adoraria", responde ela. "Eu amo tocar ukelele. Ele é um instrumento tão divertido. Ele é fácil, é divertido para tocar com seus amigos, com sua família. Você toca e todo mundo curte." Nour, integrante do Now United Divulgação Veja Mais

Louvre vai leiloar a chance de chegar mais perto da Mona Lisa

G1 Pop & Arte Quadro é retirado todo ano para ser inspecionado de perto por especialistas. Museu vai oferecer vaga para uma pessoa do público acompanhar inspeção; estimativa de lance é de até R$ 188 mil. Visitantes usando máscaras tiram fotos em frente à Mona Lisa, obra-prima de Leonardo da Vinci, no Museu do Louvre em Paris, nesta segunda-feira (6) Francois Guillot / AFP O museu do Louvre, em Paris, vai leiloar a oportunidade de ver de perto o quadro "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci. A obra está exposta no museu, onde pode ser vista pelo público geral à distância e por trás de um vidro à prova de balas. Mas, anualmente, ela é retirada para uma inspeção por especialistas. Em 2020, o museu vai dar a oportunidade a uma pessoa do público acompanhar essa inspeção e ver o quadro a uma distância menor. O vencedor do leilão também vai ganhar um passeio privado no Louvre. A estimativa do museu é de que o lance final seja de até US$ 36 mil, cerca de R$ 188 mil, de acordo com a revista "Forbes". O leilão online já está no ar e acontece até o dia 15 de dezembro, no site da Christie's. Veja Mais

Zés Vaqueiros: mercado aquecido do piseiro tem dois cantores de sucesso com mesmo nome

G1 Pop & Arte Novos ídolos do 'forró de pisadinha' dizem ter escolhido nome sem saber do outro. Eles já até beberam juntos, mas agora um estourou com 'Letícia' e o outro teme perder o nome. À esquerda, José Jacson de Siqueira dos Santos Junior, o Zé Vaqueiro. À direita, Wesley dos Santos Vieira, o Zé Vaqueiro Estilizado Divulgação José Jacson fazia pequenos shows no interior de Pernambuco quando entrou na onda da pisadinha com o nome artístico Zé Vaqueiro. Ele despontou ao compor um hit famoso na voz de Jonas Estilizado, "Vem me amar", seguido de versões na própria voz, como "Letícia". Wesley também fazia pequenos shows no interior de Pernambuco quando entrou na onda da pisadinha com o nome artístico Zé Vaqueiro. Ele despontou ao compor outro hit famoso na voz de Jonas Estilizado, "Investe em mim", seguido de versões na própria voz, como "Libera ela". Ambos dizem que não sabiam da existência do outro ao escolher o nome, se conheceram e até beberam juntos. Wesley pôs o complemento "Estilizado" no nome para diferenciar. Eles trocam elogios, mas disputam o registro do nome no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O sucesso rápido dos dois Zés Vaqueiros mostra como o piseiro está aquecido: o forró feito no teclado, também chamado de pisadinha, se espalha pelo Brasil. O estilo exalta festas no chão de terra e outros temas do interior - universo em que o nome Zé Vaqueiro se encaixa bem. Os dois passaram rapidamente de vídeos caseiros com pouca repercussão a clipes vistos milhões de vezes no YouTube. Até o início de 2020, estavam em patamar semelhante de sucesso. Era difícil até comparar: no Spotify, o perfil Zé Vaqueiro misturava músicas dos dois cantores. Mas nos últimos meses José Jacson disparou: emplacou "Letícia", que chegou ao 2º lugar no ranking nacional de músicas mais ouvidas do YouTube, e assinou contrato com a Vybbe, nova produtora do poderoso Xand Avião. Wesley tem menos sucesso e até teme perder o direito ao nome. Na internet, os primeiros registros musicais usando o nome encontrados pelo G1 são de José Jacson. Wesley foi o primeiro a tentar fazer o registro no INPI, mas até agora não recebeu decisões favoráveis do instituto. Quem é José Jacson, o Zé Vaqueiro de 'Letícia'? José Jacson, o Zé Vaqueiro que canta o hit 'Letícia', compôs 'Vem me amar', hit na voz Jonas Estilizado, e assinou com o novo escritório de Xand Avião Divulgação José Jacson de Siqueira dos Santos Júnior tem 21 anos e nasceu em Ouricuri, no sertão pernambucano. A mãe, Nara, era cantora de forró. "Desde pequeno, na barriga mesmo eu já vinha nesse ramo da música", ele conta. Trabalhou vendendo sorvete, na barraca de lanche da avó, e em um lava-jato, enquanto cantava em pequenas festas e tentava engatar a carreira. Aos 18 anos, se animou com o sucesso do piseiro e gravou o primeiro álbum caseiro como Zé Vaqueiro. Além de cantar, queria escrever. "Meu tio é poeta. Aí eu perguntei para ele: 'Tio, como eu faço para compor?' Ele falou: 'Rapaz, você tem que colocar no papel o que está sentindo aí.' Aí eu peguei um caderno antigo do governo, do tempo que eu estudava na escola estadual." Uma das primeiras composições, "Vem me amar", deu certo. "Eu falei: rapaz, como que uma música que eu fiz ali sentado no sofá de casa, no caderno do governo, tá rodando o Brasil? Isso aí eu nunca esqueci, sabe?", diz Zé Vaqueiro. Mas ele ainda não tinha tanta estrutura, e "Vem me amar" acabou ficando mais conhecida na voz de Jonas Esticado, outra jovem estrela do forró, apadrinhado por Gusttavo Lima. Zé também escreveu "Se você se entregar", que tocou em muitas festas de piseiro, na voz dele mesmo. Mas os maiores sucessos vieram depois, com composições de terceiros: primeiro foi "O povo gosta de piseiro", parceria com Eric Land. No segundo semestre de 2020 vieram os sucessos que o fizeram despontar de vez: "Tenho medo" e "Letícia". A segunda tem um refrão dramático: "Letícia, Letícia / Pra onde você vai com aquele mototaxista?". "Letícia" ainda tem um novo tipo de publicidade no pop brasileiro: o anúncio em versos. A música cita uma marca de vinhos. Zé Vaqueiro explica que ela não estava na letra original, e que foi incluída depois de um acordo, sem abrir o valor. Gusttavo Lima, por exemplo, já ganhou R$ 1 milhão para exaltar uma marca de uísque em "Zé da recaída", como revelou o G1. Não se sabe o valor pago em "Letícia", mas a recompensa para a marca foi grande: o clipe gravado em um bar de Fortaleza já foi visto mais de 70 milhões de vezes. Quem é Wesley, o Zé Vaqueiro Estilizado, de 'Investe em mim'? Wesley dos Santos Vieira, o Zé Vaqueiro Estilizado, compositor de 'Investe em mim', que gravou em parceria com Jonas Estilizado Divulgação Wesley dos Santos Vieira tem 22 anos e nasceu em Lagoa Grande, no sertão pernambucano - a 125 km de Ouricuri e 655 km de Recife. Desde os 15, ele escreve músicas e canta, mas começou no forró misturado com arrocha, sempre com canções de amor. "Sou muito fã do estilo romântico", conta. Ele passou por várias bandas pequenas e shows em barzinhos, ainda com o nome artístico Wesley Santos. Ele entrou mais cedo no mercado da composição. Escreveu dois sucessos na voz do ídolo sergipano Unha Pintada. O maior foi "Dono da bodega", em 2018. Depois veio "Amor forçado", em 2019. Ele já tinha mais de moral no mercado quando passou pelo mesmo dilema do outro Zé Vaqueiro: viu uma música sua, "Investe em mim", crescer e ser cobiçada por Jonas Esticado. Em vez de só vender o direito de gravação, ele pelo menos conseguiu um acordo: gravar em parceria. Mas, ao contrário do outro Zé Vaqueiro, o Estilizado não viu a sorte virar após ser gravado por Jonas Esticado. Ele até reclamou do fato de ter gravado o dueto, mas Jonas ter divulgado nas rádios outra gravação, sozinho. Em 2020, Zé Vaqueiro Estilizado até gravou músicas em versões bem tocadas - "Libera ela" (8 milhões de views) e "Some ou me assume" (3,5 milhões) -, mas abaixo do patamar dos hits atuais do outro Vaqueiro. A briga no INPI: de quem é o nome? Registro do nome "Zé Vaqueiro" no INPI pertence ao ex-empresário de José Jacson, Caique, dono da empresa Pax Entretenimento Reprodução O caso não é fácil. Mesmo com tantas informações escritas acima, o registro da marca Zé Vaqueiro no INPI pertence a um personagem ainda não citado nesta matéria. É Caique Candido de Souza Bezerra, ex-empresário de José Jacson. Caique pediu o registro da marca "Zé Vaqueiro" no dia 10 de setembro de 2019. No dia 17 de março de 2020, Wesley enviou uma oposição ao pedido de Caique, dizendo ser o dono da marca. Mas no dia 24 de novembro de 2020 o INPI deu razão a Caique e concedeu o registro a ele. Eles ainda brigam em outro caso anterior. No dia 17 de julho de 2019, Wesley pediu o registro da marca "Zé Vaqueiro Estilizado". No dia 28 de outubro de 2019, Caique se opôs ao pedido de Wesley no INPI. O instituto ainda não deu a decisão sobre este caso. Registro da marca "Zé Vaqueiro Estilizado" foi pedido por Wesley, mas está em aberto no INPI Reprodução Em resumo, Wesley tentou, mas não ganhou o direito à marca "Zé Vaqueiro". Ela pertence a Caique e provavelmente será repassada ao escritório de Xand, que agora agencia José Jacson. Wesley quer pelo menos continuar a usar o nome "Zé Vaqueiro Estilizado", mas espera a decisão. Quem postou primeiro? Wesley disse ao G1 que usou pela primeira vez o nome Zé Vaqueiro em shows em 2014, mas que não fez nenhum registro, por ser menor de idade, nem postou nada na web. José Jacson diz que começou a usar o nome em 2018, e há registros na internet que corroboram com a história. O G1 buscou nos sites YouTube e Sua Música (especializado em forró), e os materiais mais antigos encontrados com o nome Zé Vaqueiro são ambos de José Jacson, em julho de 2018. Em julho de 2018 já havia registro do Zé Vaqueiro José Jacson no YouTube Reprodução No perfil oficial de Zé Vaqueiro Estilizado no Facebook, ele se apresentava apenas como o cantor Wesley Santos até março de 2019. No dia 12 de abril de 2019, Wesley fez um post dizendo: "Novo projeto vem aí. Uma nova etapa da minha vida." No dia 13 de abril, ele divulgou uma música se identificando como Zé Vaqueiro, e um mês depois, como Zé Vaqueiro Estilizado. O anúncio do "novo projeto" e os primeiros posts no Facebook se identificando como Zé Vaqueiro foram feitos por Wesley, portanto, nove meses depois dos primeiros registros de José Jacson. Ao ser questionado, Wesley enviou ao G1 postagens dele de 2017 que citavam o nome Zé Vaqueiro, o que poderia indicar que ele já usava este nome artístico. Mas os textos antigos foram editados por ele em 2020. Um post original de 2017 dizia "família WS", (de Wesley Santos). Ele editou em 2020 o texto para "família zé piseiro" antes de mandar os links para o G1. Wesley enviou ao G1 links dizendo que ele já se identificava como Zé Vaqueiro em 2017. Mas o texto foi editado. No original, ele dizia 'família WS' (sigla de Wesley Santos). Em 2020, ele editou o texto para 'família zé piseiro', nome que ele não usou no post original Reprodução / Facebook O contato pessoal: cerveja e farpas Se a situação é difícil agora, no começo de 2020 era ainda pior. No Spotify, principal plataforma de streaming pago, havia apenas um perfil de artista com o nome Zé Vaqueiro, e músicas dos dois misturadas. Wesley disse ao G1 em fevereiro que não sabia quem tinha cadastrado. Wesley contou que tinha conhecido José Jacson e que eles se deram bem. "A gente conversou, já almoçou junto, tomou cachaça, aqui em Lagoa Grande. Foi de boa", disse na época. José Jacson (esquerda) e Wesley (direita), respectivamente o Zé Vaqueiro e o Zé Vaqueiro Estilizado, chegaram a se encontrar e beber juntos em julho de 2019, em Lagoa Grande (PB). Eles até conversaram sobre fazer uma parceria, que nunca se concretizou Reprodução / Facebook "Eu fico feliz demais por a gente ser praticamente da mesma região. Da minha cidade para a dele não dá nem 200 km. Somos duas pessoas novas, de Pernambuco, dois sonhadores que graças a Deus deram certo. Não tem atrito nem rivalidade", disse o Zé Vaqueiro Estilizado em fevereiro. "O nome Zé Vaqueiro é muito comum no Nordeste. Não me surpreende a coincidência", ele disse. O cantor disse ainda que já tinha achado outros cantores com este mesmo nome, com carreiras bem menores, em outras cidades do interior. Em fevereiro, o G1 tentou entrevistar Caique e José Jacson, mas não teve resposta após diversas mensagens enviadas. Em novembro de 2020, após o estouro de "Letícia" e do contrato com a nova produtora, a assessoria de imprensa do artista procurou o G1 para marcar uma entrevista sobre o sucesso dele. Na conversa, José Jacson confirmou a história de que se encontrou pessoalmente com Wesley, que eles beberam juntos e se deram bem. "Não tenho nada contra ele, gosto do trabalho, é uma pessoa muito gente boa. Tanto Zé Vaqueiro quanto Zé Vaqueiro Estilizado, graças a Deus os dois vêm dando certo", disse José Jacson. Ao ser procurado novamente, Wesley se mostrou mais preocupado do que no início do ano. Ele acredita que a convivência paralela, com o uso do "Estilizado" por ele, pode ser questionada. Wesley se incomodou com o fato de o novo disco do outro Zé Vaqueiro se chamar "Original". "Se ele realmente fosse o original não precisava ficar falando isso", ele alfinetou. E reafirmou: "Eu fui o primeiro". "Vai estourar alguma bomba aí", prevê Wesley, pessimista sobre o resultado da análise do INPI. Ele já perdeu no caso do registro de "Zé Vaqueiro" e pode perder também o direito ao "Zé Vaqueiro Estilizado". Ele acha que o novo escritório do outro Zé Vaqueiro pode ser mais incisivo na oposição ao seu registro. "Ele entrou em uma empresa que tem muito dinheiro", diz Wesley sobre José Jacson. Por enquanto, a única coisa certa é o sucesso dos dois jovens de vinte e poucos anos que há pouco tempo faziam pequenos shows no sertão e hoje têm sucessos nacionais em ritmo de pisadinha. Veja Mais

Com papelão, caixa de sapato e pedaços de pano, menino constrói controle para jogar videogame, no Paraná

G1 Pop & Arte João Pedro mora em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Invenção chamou atenção da apresentadora Nyvi Estephan, que o presenteou com um volante gamer de verdade. Menino faz controle de vídeo game de papelão e vira a sensação na internet Com pedaços de papelão, uma caixa de sapato e pedaços de pano, João Pedro Bernardine de Oliveira construiu um controle para jogar videogame, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. O garoto, de 10 anos, fez uma espécie de joystick para poder, com o simulador, avançar as fases em uma corrida de caminhões. "Eu não tinha muito dinheiro para comprar um volante que custa mais de R$ 1 mil e eu fiz o meu negócio de um joguinho de caminhoneiro. Aqui é o acelerador, aqui é o freio e aqui é o freio de mão. Daí coloquei dois panos para o mouse ficar bem preso, e a seda que faz o sensor do mouse, vira o volante junto", explicou ele no vídeo. Assista acima. Com papelão, caixa de sapato e pedaços de pano, menino constrói controle para jogar vídeo game no Paraná Reprodução/RPC Sucesso na internet O vídeo com a invenção do João Pedro foi colocado nas redes sociais e viralizou. "Eu, como mãe, fiquei super orgulhosa, e ele falou assim: 'vamos mostrar também para as outras crianças que não têm condição de comprar para que eles possam fazer o deles também'", contou a mãe Francyelli Bernardine. A criatividade do menino chamou a atenção da apresentadora gamer e influenciadora digital Nyvi Estephan, que compartilhou o vídeo de João e ainda o chamou de "gênio". Criatividade do menino chamou a atenção da apresentadora gamer e influenciadora digital Nyvi Estephan Reprodução/Twitter Conhecendo bem como são complexas as engrenagens de um equipamento como desse, Nyvi se encantou como o garoto conseguiu fazer funcionar com o improviso. "Quando eu era criança, também tive uma condição muito simples de vida, e minha mãe não tinha como me dar. Eu sempre gostei muito de jogos, e aquilo [o vídeo] me comoveu muito porque eu voltei para a minha infância quando eu vi, só que eu não tinha a habilidade dele de conseguir construir com papelão", afirmou Nyvi. Poucos dias depois da postagem, uma caixa chegou na casa de João Pedro. Era um volante gamer de verdade, presenteado pela influenciadora. "Foi engraçado que, quando eu vi, primeiro pensei que queria dar um volante para ele, mas depois pensei, nossa, será que ele precisa?! Porque o dele é muito mais especial do que qualquer um que eu conseguisse comprar. Mas, mesmo assim, é algo que com certeza ele queria tanto, e eu acho que ele merece demais. Foi um negócio que me conquistou", concluiu ela. Nyvi Estephan deu de presente ao garoto um volante gamer de verdade Reprodução/RPC Assista aos vídeos com os destaques do estado " Veja mais notícias do estado no G1 Paraná. Veja Mais

Paulinho da Viola faz live neste sábado, com transmissão no Globoplay; veja como assistir

G1 Pop & Arte Apresentação será exibida para o mundo todo, inclusive para quem não é assinante da plataforma. Cantor montou repertório de sucessos, como 'Pecado capital' e 'Coração leviano'. O cantor Paulinho da Viola se apresenta neste sábado (28), em live transmitida pelo Globoplay Marco Froner/Divulgação Paulinho da Viola fará sua estreia em lives neste sábado (28). O show on-line do cantor será transmitido exclusivamente no Globoplay, a partir das 22h. A transmissão ficará disponível no mundo, inclusive para quem não é assinante da plataforma. Para assistir, basta fazer um cadastro gratuito no Globoplay. Paulinho da Viola se prepara para 1ª live e diz que aproveitou quarentena para compor Paulinho vai cantar no palco da Cidade nas Artes, na Zona Oeste do Rio. A apresentação terá direção geral de LP Simonetti. Só músicos e equipe técnica estarão presentes no local. Repertório de sucessos Para fisgar a atenção do público em casa, o cantor montou um repertório de sucessos. "Pecado capital", "Coração leviano", "Foi um rio que passou em minha vida" estão entre as canções que marcaram a carreira do artista carioca, e que devem aparecer. "Minha expectativa é de que essa live possa chegar a um número maior de pessoas que não tiveram a oportunidade de assistir aos meus shows, e que elas possam recebê-la com alegria nesse momento tão difícil que estamos passando", afirma o cantor, em entrevista divulgada pelo Globoplay. No mês passado, 13 anos após seu último trabalho acústico, Paulinho lançou o álbum ao vivo "Sempre se pode sonhar", registro de 22 músicas captadas em uma temporada de shows feita pelo cantor no Teatro Fecap, em São Paulo, em 2006. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

CCXP 2020 começa nesta sexta com edição digital e Neil Gaiman, Henry Golding e Todd McFarlane entre convidados

G1 Pop & Arte Evento de cultura pop acontece até domingo (6) com atrações gratuitas. Diretores Anthony e Joe Russo e atrizes Alice Braga, Penélope Cruz e Milla Jovovich também estão na programação. Neil Gaiman, Henry Golding, Alice Braga, Penélope Cruz, Milla Jovovich e Todd McFarlane são alguns dos destaques da CCXP Worlds Ulf Andersen/Aurimages via AFP/Arquivo; WIktor Szymanowicz/NurPhoto via AFP/Arquivo; Valerie Macon/AFP/Arquivo; Stringer/Imaginechina via AFP/Arquivo; Arturo Holmes/Getty Images North America /Getty Images via AFP/Arquivo A Comic Con Experience 2020 começa nesta sexta-feira (4) e segue até domingo (6) em formato digital e com ingressos gratuitos. A CCXP worlds vai reunir mais de mil convidados para falarem de cinema, games e quadrinhos. Alguns dos destaques são: O quadrinista Neil Gaiman, autor de "The Sandman", "Good omens" e "Deuses americanos", será o artista homenageado do ano; Os diretores Anthony e Joe Russo, de "Vingadores: Guerra infinita" e "Vingadores: Ultimato", falam sobre seus novos filmes: "Cherry", com Tom Holland, e "The Grey Man", com Ryan Gosling e Chris Evans; Henry Golding, de "Podres de ricos" e "Magnatas do crime", vai estrelar "GI Joe Origens: Snake Eyes", com estreia prevista para 2021. Ele participa de painel junto com o criador do "GI Joe", Larry Hama; As atrizes Jessica Chastain ("A hora mais escura") e Penélope Cruz (vencedora do Oscar por "Vicky Cristina Barcelona") promovem o filme "As Agentes 355", do diretor Simon Kinberg, sobre um time de espiãs de diferentes nacionalidades; Milla Jovovich ("Resident evil") vai protagonizar a adaptação para o cinema do game "Monster Hunter". Ela estará ao lado de Diego Boneta e do diretor Paul W S Anderson em um painel sobre o filme; Vince Vaughn ("Os estagiários") e Kathyrn Newton ("The Society") apresentam o filme "Freaky: No corpo de um Assassino"’, que estreia em 10 de dezembro. Novo longa da Blumhouse Productions ("Corra!") mistura terror, comédia e slasher; Os quadrinistas Todd McFarlane, autor de "Spawn"; Garth Ennis ("The Boys") e Dave Gibbons ("Watchmen") falam sobre suas histórias. A Globo também vai marcar presença na CCXP com conteúdos de Globoplay, TV Globo, GNT, Multishow, VIVA, Gloob, SporTV, Globo Filmes e Canal Brasil. Veja os destaques: Tony Ramos, Christiane Torloni e Cauã Reymond falam sobre interpretar gêmeos e a nova novela das 21h, na sexta (4); Claudia Raia, Mariana Ximenes e Alexandre Nero falam sobre grandes vilões da televisão e a nova novela das 18h, na sexta (4); Lázaro Ramos, Taís Araujo e Seu Jorge apresentam "Medida Provisória", primeiro filme dirigido por Ramos, e exibem cenas inéditas do longa, na sexta (4); Alice Braga, Gabriel Leone e o diretor René Sampaio apresentam o filme "Eduardo e Mônica", no sábado (5); Serginho Groisman conversa sobre séries médicas com Marjorie Estiano, de "Sob Pressão", e Tiera Skovbye, da canadense "Nurses", lançamento do próximo ano no Globoplay, no sábado (5); Amora Mautner, Rômulo Estrela e Camila Queiroz apresentam "Verdades Secretas 2", no domingo (6). Para assistir às entrevistas e acompanhar todos os palcos, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito. Existem opções pagas, que variam de R$ 35 a R$ 400 e oferecem benefícios e brindes além das apresentações. A estimativa da organização é ter mais de 150 horas de programação. O evento será transmitido por uma plataforma on-line com um mapa inspirado no jogo "League of Legends". O Thunder Arena é o principal auditório virtual, que concentrará as conversas com os convidados famosos. A ala dos artistas será feita por meio de mesas virtuais, com espaço para conversas e compras para o público. Mais de 680 artistas vão participar do evento. Além da Artists' Alley, quadrinistas de diversos países vão dar palestras, como Art Spielgman, Dave Gibbons, Jill Thompson, Jeff Lemire, Trina Robbins, Tom King e Emil Ferris Confira, abaixo, a programação da Thunder Arena: Sexta-feira (4) 14h - Countdown 14h30 - Omelete 15h - Homenageado do ano - Neil Gaiman 15h30 - "Minha coisa favorita é", com Emil Ferris 16h - 30 anos de Tartarugas Ninja, com o criador Kevin Eastman e o artista Mateus Santolouco 16h30 - CCXP apresenta Jim Beaver ("The Boys") 19h - "Monster Hunter" dos games para o cinema, com Milla Jovovich 19h30 - "Freaky" 20h - Conheça o elenco de "The walking dead: world beyond" 21h - Paramount Pictures apresenta seus próximos lançamentos Sábado (5) 13h30 - Countdown 14h - Funimation - My Hero Academia 14h30 - Omelete 15h - Edgar Vivar 15h30 - Bears, Beats Battlestar Galactica e Katee Sackhoff 17h - Maurício de Sousa Produções - as novidades do bairro do Limoeiro 17h30 - A jornada continua - "Croods 2" 18h - "Era uma vez", com Lana Parrilla e Sean Maguire 18h30 - Iron Studios 2021 e além 19h - Mestres dos quadrinhos - Todd McFarlane 19h - "As Agentes 355", Jessica Chastain, Penélope Cruz e Fan BingBing; e "A Menina Que Matou Os Pais", com Carla Díaz 21h - Collider presents 21h30 - Duas novas séries da Amazon Domingo (6) 11 - Countdown 11h30 - Funimation - Attack on titan 12h - Omelete 12h30 - Iron studios 13h30 - Quem vigia Dave Gibbons? 14h - Tom King, o novo rei dos quadrinhos Veja Mais

Deborah Secco mostra filha gravando cena de novela: 'Primeiro dia de trabalho a gente nunca esquece'

G1 Pop & Arte Em clique publicado nas redes sociais, atriz mostrou Maria Flor em cena de 'Salve-se quem puder'. Maria Flor, filha de Deborah Secco, grava cena de "Salve-se quem puder" Reprodução/Instagram Maria Flor, que completa 5 anos nesta sexta-feira (4), está seguindo os passos dos pais, os atores Deborah Secco e Hugo Moura, e acaba de gravar sua primeira cena. Nesta quarta-feira (2), Deborah mostrou a filha nos bastidores das gravações de "Salve-se quem puder", novela em que é uma das protagonistas. "O primeiro dia de trabalho a gente nunca esquece... Principalmente o da sua filha trilhando os seus passos e se aventurando em uma profissão que você tanto admira! Tudo foi muito especial e eu só tenho a agradecer a sorte de ter a Maria na minha vida. Que emoção, gente", escreveu Deborah, toda orgulhosa, em uma publicação no Instagram. Initial plugin text Deborah Secco fala sobre a preparação para viver Alexia, de 'Salve-se Quem Puder' Veja Mais

Em 'M8 - Quando a morte socorre a vida', Jeferson De mostra racismo escancarado: 'fala sobre maioria dos brasileiros'

G1 Pop & Arte Diretor usa morte para tratar afeto e cura e diz que escalou 'elenco dos sonhos'. Longa estreia nesta quinta (3) nos cinemas. Mariana Nunes e Juan Paiva em cena do filme "M8 - Quando a morte socorre a vida" Divulgação/Vantoen Pereira JR Jeferson De levou o prêmio do público de melhor filme de ficção no Festival do Rio em 2019 com "“M8 - Quando a morte socorre a vida". O longa, que estreia nesta quinta (3) nos cinemas, aborda o racismo ascendente nas universidades após a aprovação das cotas, mas vai além: fala da violência e da negligência à dignidade mesmo após a morte. Para ter representatividade, indústria do cinema precisa de prazos e cotas, dizem cineastas Jeferson foi convidado para dirigir o filme pela produtora Iafa Britz e ficou impressionado com o livro homônimo do autor Salomão Polakiewicz, no qual o filme é baseado. Mas ele aceitou o convite porque viu que suas propostas para rumos diferentes tinham aprovação. "Não é uma adaptação literal. O livro falava dos bolsistas e eu resolvi colocar a questão dos cotistas. Para mim, era muito importante investigar o universo dessa geração nova que está chegando nas universidades brasileiras, de meninos e meninas negros", conta o diretor. Trailer de 'M8 - Quando a morte socorre a vida' O filme conta a história de Maurício (Juan Paiva), um jovem negro e periférico que ingressa na faculdade de medicina por meio de cotas. Ele vai passar a ter sonhos e alucinações com o cadáver M8, sem identificação e disponível para estudo na aula de anatomia, e tentará descobrir sua origem. No início deste ano, o filme iria começar a rodar em festivais internacionais depois de ter levado o prêmio no Rio em 2019. O diretor não lamenta a interrupção dos planos e o lançamento nos cinemas quase um ano depois da data prevista. "Agora, provavelmente no primeiro semestre, teremos esse filme para ser visto em casa. O papel do streaming é fundamental porque provavelmente muita gente do interior do Brasil vai poder ter acesso. Como diria Milton Nascimento, a arte tem que chegar onde o povo está." "É um filme muito importante, ele fala sobre a maioria dos brasileiros." O diretor escolheu tratar a morte de uma maneira positiva, uma forma de inserir temas como fé, religião e ancestralidade. Para ele, a religiosidade e a fé em dias melhores e melhores condições de vida são duas questões muito representativas do Brasil. Por isso, define seu filme como uma história de afeto, cura e união. "Fala sobre a nossa ancestralidade. Sempre temos um passado que nos conta e ilumina o nosso caminho. Que essa ancestralidade nos una com pessoas e seja uma coisa positiva, mesmo quando há morte", diz. 'Elenco dos sonhos' Juan Paiva e Zezé Motta em cena do filme "M8 - Quando a morte socorre a vida" Divulgação/Vantoen Pereira JR Juan Paiva, das novelas “Totalmente demais” e “Malhação”, e Mariana Nunes, das séries “Carcereiros” e “Segunda chamada”, são os protagonistas da história e entregam cenas fortes de carinho e embates entre mãe e filho. Mas o longa está cheio de participações especiais de grandes atores: Zezé Motta, Lázaro Ramos, Ailton Graça, Léa Garcia, Rocco Pitanga, Raphael Logam e Tatiana Tibúrcio. "Para mim, é um elenco dos sonhos. Eu jamais imaginaria que pudesse ter um elenco tão grandioso nesse filme. Não por não poder convidá-los, mas por questões de agenda de cada um deles”, conta Jeferson. “Eu resumiria a participação como um ato de generosidade de cada um deles e de cada uma delas, sobretudo de rainhas Léa Garcia e Zezé Motta. Foi um set de muita generosidade, carinho, muito afeto entre irmãs e irmãos negros, essa reverência aos mais velhos, nós vimos muito isso”. Veja Mais

Elliot Page: ator que anunciou ser trans questionou Bolsonaro sobre homofobia em entrevista de 2016

G1 Pop & Arte Page entrevistou o então deputado federal Jair Bolsonaro para a série documental Gaycation, do canal Viceland, sobre as declarações dele em relação a homossexuais, como 'ter filho gay é falta de porrada'. Elliot Page Reuters via BBC A estrela do filme "Juno", que recebeu uma indicação ao Oscar, anunciou que é transgênero, e se apresentou como Elliot Page em uma mensagem postada no Twitter. O ator canadense de 33 anos, antes conhecido como Ellen Page, afirmou que ainda não é capaz de "expressar quão marcante é finalmente amar quem eu sou o suficiente para buscar meu eu autêntico". "Eu amo que eu sou trans. E eu amo que sou queer", escreveu em seu perfil no Twitter. Em seu anúncio, Page também tratou da discriminação contra pessoas trans. "A verdade é que, apesar de me sentir profundamente feliz neste momento e de saber quanto privilégio eu tenho, eu também estou com medo. Eu tenho medo da invasão, do ódio, das 'piadas' e da violência", disse. "E para esclarecer, eu não estou tentando estragar um momento feliz que estou celebrando, mas eu quero falar da questão inteira. As estatísticas são alarmantes." Ele afirmou ainda, em recado à comunidade trans, que fará "tudo que puder para mudar o mundo para melhor". Initial plugin text Em sua carreira artística, Page foi aclamado internacionalmente ao interpretar uma adolescente grávida no filme "Juno", de 2007, papel pelo qual foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro. Também teve papéis em blockbusters como "A Origem" (2010) e "X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido" (2014). Atualmente estrela a série da Netflix "The Umbrella Academy". Entrevista com Bolsonaro Em 2016, Page entrevistou o então deputado federal Jair Bolsonaro para a série documental "Gaycation", do canal Viceland, sobre as declarações dele em relação a homossexuais, como "ter filho gay é falta de porrada". Na entrevista, Bolsonaro rejeita que seja homofóbico. "Eu sou rotulado como um dos maiores homofóbicos aqui do Brasil. Isso não procede. A minha briga sempre foi e será contra a distribuição do material escolar para o público a partir de seis anos de idade." Mas na sequência, ele fala sobre se dar "corretivos" em crianças que têm um comportamento "não normal". Page diz a Bolsonaro que é gay e pergunta então, se por esse critério do então deputado, ele deveria ter sido espancado quando criança. "Eu não vou olhar para a tua cara e dizer que você é gay, para mim não interessa", diz Bolsonaro. "Muito simpática. Se eu fosse cadete militar das Agulhas Negras, se eu te encontrasse na rua, eu iria assobiar para você. Tá ok? Muito bonita." Page fica em silêncio, enquanto Bolsonaro sorri, mas depois segue em tom sério: "Eu acredito que boa parte dos gays é comportamental (sic). Quando eu era jovem, falando em percentual, existiam poucos." "Com o passar do tempo, com as liberalidades, as drogas e as mulheres trabalhando, aumentou bastante o número de homossexuais." "Eu costumo dizer também que se um filho começa a andar com certas pessoas que têm comportamentos, ele vai ter aquele tipo de comportamento. Vai achar que é normal." Page então diz que esse é o problema: Bolsonaro não achar normal que uma pessoa seja gay. E Bolsonaro responde: "Quando um filho está muito violento, novo, né, dando um corretivo nele, ele deixa de ser violento. Por que o contrário não vale? Se você estimular desde criança e mostrar que é normal isso, não é normal aquilo, seja lá o que for normal, a criança vai praticar aquilo". O então deputado federal disse também a Page: "Você foge, me desculpa aqui, à normalidade, e nós temos que ter um norte aqui no Brasil. Você beira, com todo respeito a você, à teoria do absurdo, até porque você, com a sua companheira, não geram filhos. Se for gerar, vai depender de algo doado por nós héteros, nós homens. Eu não vou brigar contigo agora e te transformar em hétero. E nem você me transformar em homo. Vamos levar nossa vida". Page responde que não busca transformar ninguém em homossexual, mas sim garantir o bem-estar de pessoas que vivem depressivas ou com tendências suicidas por não poderem sair do armário e/ou serem alvo de discriminação. Desde que se assumiu como gay em 2014, Page passou a ser conhecido como um dos atores LGBT de postura mais franca de Hollywood EPA via BBC 'Estou cansado de me esconder' Page anunciou ser gay em 2014, durante um evento em Las Vegas: "Eu estou cansado de me esconder e estou cansado de mentir por omissão". Anos depois se casou com a coreógrafa Emma Portner, que é uma importante defensora dos direitos LGBT. O anúncio de Page desta terça-feira (1) gerou ampla repercussão nas redes sociais. "Elliot Page nos deu personagens fantásticos na tela e tem sido um defensor franco de todas as pessoas LGBTQ", disse Nick Adams, diretor de mídia transgênero do grupo de defesa GLAAD. "Ele agora será uma inspiração para inúmeras pessoas trans e não binárias. Todas as pessoas trans merecem a chance de ser nós mesmos e de serem aceitos por quem somos. Celebramos o notável Elliot Page hoje." Em seu perfil no Twitter, a Netflix escreveu: "Tão orgulhosa de nosso super-herói". *Análise de Ben Hunte, repórter de assuntos LGBT da BBC News No Reino Unido, várias pessoas trans me disseram que o anúncio de Elliot Page aconteceu em um "momento bastante necessário". Esta notícia, de uma estrela de Hollywood, que agora se torna um das artistas trans mais famosas do mundo, aconteceu em um grande dia para os direitos dessa comunidade no Reino Unido. Neste 1º/12/20, um imbróglio jurídico sobre medicamentos que bloqueiam a puberdade finalmente chegou ao fim, e o resultado foi classificado por instituições filantrópicas como uma "reversão" dos direitos trans e como um "momento catastrófico" para as pessoas trans. Na declaração de Elliot Page, ele mencionou como agora lutará por uma melhor saúde dessas pessoas. Desde que se assumiu como gay em 2014, Page passou a ser conhecido como um dos atores LGBT de postura mais franca de Hollywood. Em seu discurso viral em 2014, disse "Eu sofri por anos porque estava com medo de sair do armário... E estou aqui hoje, com todos vocês, do outro lado de toda aquela dor." Veja Mais

Elliot Page, Laerte, Thammy, Caitlyn Jenner: veja famosos que declararam ser transgênero

G1 Pop & Arte Ator de 'Juno' e 'Umbrella Academy' revelou transição de gênero nesta semana. Veja mais exemplos de pessoas que já eram famosas e passaram por este processo. Elliot Page começou carreira ainda criança e foi indicado ao Oscar; veja destaques Elliot Page, ator de "The Umbrella Academy" e "Juno", revelou nesta terça-feira (1) que é transgênero. Além de Elliot, outros famosos já declararam ser transgênero quando já eram conhecidos. Veja a lista abaixo: Irmãs Wachowski Lilly Wachowski posa para autorretrato Lilly Wachoswki/Acervo pessoal As duas irmãs, diretoras dos filmes da série "Matrix", são mulheres que passaram pela transição de gênero em períodos diferentes. Em 2012, Lana Wachowski foi a primeira das duas irmãs cineastas a anunciar que era uma mulher transgênero. A partir do lançamento do longa "A viagem", as duas pararam de ser conhecidas como os "irmãos Wachowski". Em 2016, Lilly Wachowski anunciou que é uma mulher transgênero, aos 48 anos, em um texto publicado no "Windy City Times", jornal de Chicago voltado ao público LGBT. Leia mais. Lana Wachowski, em vídeo para promover o filme 'Cloud atlas' Reprodução/Youtube Caitlyn Jenner Caitlyn Jenner, ex-atleta olímpica que assumiu sua transexualidade em abril deste ano, se emociona ao receber o prêmio Arthur Ashe Award por sua coragem no ESPY Awards, em Los Angeles, nos Estados Unidos Chris Pizzello/Invision/AP A ex-atleta olímpica americana confirmou em 2015 que era uma mulher transgênero. Ela é mãe de Kylie e Kendall Jenner. "Para todos os efeitos e os propósitos, sou uma mulher", disse Jenner, de 65 anos, em uma emotiva entrevista concedida à rede de TV ABC. Leia mais. Thammy Miranda Thammy Miranda participa da parada LGBT em São Paulo. Celso Tavares/G1 O vereador por São Paulo, filho da cantora Gretchen, revelou ser um homem transgênero em 2014. Recentemente, ele foi atacado por fazer uma campanha de Dia dos Pais e recebeu mensagens de apoio de famosos. Leia mais. Laerte Laerte Divulgação A cartunista começou a passar pelo processo de transição de gênero em 2010. "Não sou transexual. Nunca me declarei assim. Estou sob um guarda-chuva que inclui a travesti, o crossdresser, a drag queen, o drag king, e estou satisfeita com isso", ela disse à BBC Brasil em 2017. Leia mais. Chaz Bono Chaz Bono (dir.), filho transexual da cantora Cher, ensaia para o programa 'Dancing with the stars' AP O filho da cantora Cher revelou sua transição de gênero em 2006, aos 37 anos. O processo foi documentado em 2012 no filme "Being Chaz". Laura Jane Grace (Against Me!) Laura Jane Grace Reprodução / Instagram da artista/ Katie Hova A vocalista da banda punk americana Against Me!, revelou à revista "Rolling Stone" em 2012 ser transgênero. "Isso não será divertido. Mas faz parte do processo de contar às pessoas: você espera que elas compreendam e espera que sejam gentis", afirmou na época. Leia mais. Veja Mais

Ellen Page anuncia que é transgênero e muda nome para Elliot

G1 Pop & Arte Artista publicou longo texto nas redes sociais. 'Eu sou trans, meus pronomes são ele/they (pronome neutro) e meu nome é Elliot.' Elliot Page em cena de 'The Umbrella Academy' Divulgação Elliot Page, artista de "The Umbrella Academy" e "Juno" antigamente conhecido como Ellen Page, usou seu Twitter para anunciar que é transgênero. "Oi, amigos. Gostaria de compartilhar com vocês que sou trans, meus pronomes são ele/they (pronome neutro) e meu nome é Elliot", escreveu em um longo texto publicado na rede social nesta terça-feira (1). "Sinto sorte por estar escrevendo isso. Por estar aqui. Por ter chegado a este lugar na minha vida. Sinto uma gratidão imensa por todas as pessoas incríveis que me apoiaram ao longo desta jornada." "Não tenho palavras para expressar como é incrível finalmente amar quem eu sou o suficiente para buscar meu autêntico eu", escreveu, recebendo em seguida o carinho dos fãs. Muitos se disseram orgulhosos e agradeceram por Elliot compartilhar sua história. "Vou oferecer todo o apoio que puder e continuar a lutar por uma sociedade mais amorosa e igualitária", seguiu Elliot. "Eu amo ser trans. E quanto mais eu me mantenho perto e abraço totalmente quem sou, mais eu sonho, mais meu coração cresce e mais eu prospero." No texto, Elliot ainda citou o número da violência contra transgêneros em 2020, afirmando que "a estatística é assustadora" e pediu paciência. "Minha alegria é real, mas também é frágil. A verdade é que, embora eu sinta uma profunda alegria nesse momento e sabendo quanto privilégio tenho, eu também sinto medo." "Sinto medo pela invasão, pelo ódio, pelas 'piadas' e pela violência." Elliot Page participa de conferência 'Time to Thrive', em Las Vegas, na qual declarou ser homossexual Jeff Bottari/AP Images for Human Rights Campaign "Para todas as pessoas trans que lidam diariamente com assédio, auto-aversão, abusos e ameaças de violência: eu vejo vocês, eu amo vocês e eu farei tudo o que puder para mudar esse mundo para melhor." A carreira de Page, de 33 anos, despontou em 2005 ao estrelar o filme "Menina Má.Com". Dois anos depois, integrou "Juno", filme pelo qual recebeu indicações em diversas premiações. Desde 2019, está no elenco da série "The Umbrella Academy". Em 2014, durante uma conferência em Las Vegas, se declarou homossexual. "Estou aqui hoje porque sou homossexual. E porque talvez possa causar um efeito positivo. Ajudar outros para que sua vida seja mais fácil e esperançosa. Sinto que tenho uma obrigação pessoal e uma responsabilidade social em tudo isto." Initial plugin text Elliot Page em cena de 'Umbrella Academy' Divulgação VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Quadro 'Henri's Armchair' de Brett Whiteley quebra recorde australiano em leilão

G1 Pop & Arte Obra foi vendida a US$ 4,6 milhões, sublinhando o apelo dos investimentos em arte em meio às incertezas da pandemia de coronavírus Quadro 'Henri's Armchair' de Brett Whiteley quebra recorde australiano em leilão Reprodução/Instagram Uma pintura do famoso artista australiano Brett Whiteley foi vendida em um leilão por 6,25 milhões de dólares australianos (o equivalente a US$ 4,6 milhões ou R$ 24,6 milhões), estabelecendo um novo recorde no país e sublinhando o apelo dos investimentos em arte em meio às incertezas da pandemia de coronavírus. "Henri's Armchair" é um retrato caótico da Baía de Sydney com um ponto de vista alongado visto através das janelas da casa de Whiteley na Baía de Lavender de Sydney. Ele foi vendido pelo pintor ao advogado Clive Evatt em meados dos anos 1970 depois que Whiteley recusou um pedido da galeria estatal que encomendou a peça para que ele tirasse da pintura uma caixa de fósforos que insinuava uso de drogas. O preço de venda, que superou um recorde anterior, reflete como, para aqueles que têm dinheiro para gastar, bens de luxo são um porto seguro agora que as viagens e a socialização estão praticamente fora de alcance. "Estar em casa, olhar para as quatro paredes mais do que se está acostumado, colecionar arte ganhou espaço, e vimos muito mais lances", disse Coralie Stow, executivo-chefe da Menzies Art Brands, que organizou a venda. "É em parte pessoas querendo uma válvula de escape que é criativa, que está enfatizando suas vidas, quando estão restritas em tantas outras coisas que gostariam de fazer." O preço também confirma a importância do período "Baía de Lavender" de Whiteley, no qual começava a ganhar fama e buscou refúgio em uma casa onde poderia aperfeiçoar seu ofício em um tema, o porto, ao invés de buscar uma nova inspiração. Veja Mais

No mais...

Poesia Acústica 10 tem participação de Ludmilla e Mc Cabelinho

G1 Pop & Arte Orochi, JayA Luuck, Pk, Black, Delacruz, Bk’ completam o time da nova faixa do projeto de rap acústico. Poesia Acústica 10 tem participação de Ludmilla e Mc Cabelinho Reprodução/Instagram Quatro meses após o convite para Ludmilla participar do Poesia Acústica, a décima faixa do projeto foi lançada com a participação da cantora. A nova gravação da série de rap acústico do canal carioca Pineapple Storm foi lançada nesta sexta-feira (27) e ainda conta com Mc Cabelinho, Orochi, JayA Luuck, Pk, Black, Delacruz e Bk’. A faixa conta com um pequeno trechinho com batidas de funk enquanto JayA Luuck deixa seus versos no rap. Única mulher do 10º encontro, Ludmilla encerra a música dizendo: "Tá faltando mulher aqui". A série de rap acústico começou em 2017 e costuma reunir rappers em faixas mais longas. Poesia acústica: como série de vídeos virou referência na onda de rap com violão no Brasil VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

Mads Mikkelsen substitui Johnny Depp na franquia 'Animais fantásticos'

G1 Pop & Arte Dinamarquês assume papel do vilão da série cinematográfica, Gellert Grindelwald. Americano concordou em deixar papel após pedido do estúdio. Mads Mikkelsen em cena de 'Hannibal' Divulgação Mads Mikkelsen ("Hannibal") vai substituir Johnny Depp como o vilão Gellert Grindelwald na série de filmes "Animais fantásticos". A Warner Bros. Pictures anunciou a escolha pelo dinamarquês nesta quarta-feira (25), segundo a revista "Entertainment Weekly". No começo de novembro, Depp afirmou que deixava o papel após pedido do estúdio, e depois de perder uma ação que movia contra um tabloide inglês que o chamou de "espancador de esposa". Johnny Depp em cena de 'Animais Fantásticos: Os crimes de Grindelwald' Divulgação A substituição teve de ser agilizada pelo estúdio, porque o terceiro filme da série já está em produção. O novo "Animais fantásticos" tem estreia prevista para 2022. Depp aparece como Grindelwald nos dois primeiros capítulos da série baseada no universo de magia dos livros "Harry Potter", de J. K. Rowling. Segundo a revista "Hollywood Reporter", o ator chegou a gravar uma cena para o terceiro "Animais fantásticos" antes de deixar a franquia, e ainda vai receber o salário integral pela produção. Veja Mais

Casagrande chora ao falar da morte de Maradona e de dependência química; veja vídeo

G1 Pop & Arte Os dois jogaram juntos na mesma época na Itália. 'Sempre tive essa preocupação com o problema da dependência química, que eu também tenho', ele disse ao Jornal Hoje. Casagrande se emociona ao falar de Diego Maradona Walter Casagrande lamentou na tarde desta quarta-feira (25) a morte de Maradona, em entrevista ao "Jornal Hoje", e chorou ao falar do jogador argentino e de dependência química. Veja o vídeo acima. O craque argentino sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa na cidade de Tigre. "Eu estou bem chocado, mas também pelo Vannucci, está bem difícil esse ano, essa semana", disse Casagrande, lamentando também a morte do apresentador esportivo na terça-feira (24). O brasileiro lembrou que conviveu com Maradona na Itália, onde jogaram no final dos anos 80 e início dos 90, e que sofreu, assim como o argentino, problemas com dependência química. "Joguei na mesma época que ele na Itália, com o irmão dele tive bastante contato. Sempre me tratou muito bem, sempre tratou minha família muito bem. Sempre tive essa preocupação com o problema da dependência química, que é o mesmo problema que eu tenho, e eu me tratei", disse Casagrande. "Eu sempre fiquei revoltado com quem estava ao redor dele. Porque quem está ao redor da pessoa está vendo o que está acontecendo, está vendo ele ir para o fundo do poço, destruir a vida dele. E ninguém faz alguma coisa para evitar isso que aconteceu hoje?", disse Casagrande. "Eu fico chocado pela perda de um grande jogador, um cara que eu conheci, e que eu gostava muito. E por um dependente químico, porque eu sofro muito quando morre um dependente químico. Para mim é muito duro", disse Casagrande, emocionado. Maradona conviveu durante toda a sua vida com o vício das drogas, que lhe rendeu duas suspensões quando era jogador. "Eu era, sou e serei um viciado em drogas", afirmou Maradona em 1996 em entrevista à revista "Gente". Em 2004, afirmou à rede de televisão argentina "Canal 9": "Estou perdendo por nocaute". Casagrande fala sobre a morte de Maradona ao Jornal Hoje Reprodução / TV Globo Initial plugin text Veja Mais

Pai de Cristiano e Felipe Araújo diz que Seu Francisco foi exemplo para pais de filhos que tentam sucesso na música

G1 Pop & Arte Francisco morreu após 14 dias internado em hospital e foi enterrado sob aplauso de fãs, em Goiânia. Parentes e famosos prestaram homenagens. João Reis, pai de Cristiano Araújo, no enterro do seu Francisco Camargo, em Goiânia Vitor Santana/G1 GO O pai dos sertanejos Felipe e Cristiano Araújo, João Reis, lamentou a morte de Francisco José de Camargo, conhecido como Seu Francisco, e disse que ele foi um exemplo para todas as famílias que têm filhos que tentam sucesso na música. O pai dos cantores Zezé Di Camargo e Luciano foi sepultado nesta terça-feira (24), sob aplausos de fãs no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. “A grande importância é que ele era uma pessoa que não tinha condições, mas, com perseverança, conseguiu ir atrás dos sonhos. Esse é o grande ensinamento que ele deixa para a música em geral, mas também para a gente que é pai de filho que tenta o sucesso na música”, disse. Cristiano Araújo morreu em um acidente de carro em 2015, quando voltava de um show. Ele foi enterrado no mesmo cemitério em que Seu Francisco foi sepultado. João Reis disse que ele e Seu Francisco eram amigos há cerca de 20 anos, antes mesmo de Cristiano ser famoso. “O Cristiano ainda era criança, e a gente sempre encontrava o Seu Francisco nas festas. Ele era muito engraçado e inventava alguma história para fazer a gente rir. Foi uma pessoa que soube viver a vida apesar de todas as dificuldades”, completou. Morre Francisco Camargo, pai dos sertanejos Zezé e Luciano Seu Francisco morreu na noite de segunda-feira (23), após 14 dias internado em um hospital de Goiânia. O velório começou às 10h desta terça-feira (24). Familiares, amigos, famosos e autoridades estiveram presentes para presta as últimas homenagens. Famosos lamentam a morte de Francisco Por volta das 17h, sob aplausos, parentes e amigos deixaram a capela em que o corpo era velado para seguir para o túmulo. Os filhos Zezé e Wellington Camargo levaram o caixão durante o cortejo, que não foi acompanhado pela viúva de Seu Francisco, Helena Camargo, de 75 anos. O enterro ocorreu às 17h30. Morre Francisco Camargo Zezé Di Camargo toca sanfona e canta 'É o Amor' durante velório Morre Francisco Camargo em Goiânia, Goiás Arte/G1 Dezenas de pessoas acompanharam o cortejo. Segundo a família, a cerimônia não seria aberta ao público em virtude da pandemia do coronavírus. No entanto, fãs foram ao local e fizeram filas para tentar se despedir. Durante a caminhada até o túmulo, eles cantaram várias músicas de Zezé Di Camargo e Luciano, como "No dia em que eu saí de casa" e "É o amor". Durante o velório, Zezé chorou ao falar sobre a morte do pai. Segundo o cantor, as lágrimas vieram por saber que não veria mais o sorriso que tanto gostava. "Estou o emprestando um pouquinho para Deus. É um ser muito especial. Está deixando um exemplo na Terra", disse Zezé, emocionado. Corpo de Seu Francisco, pai de Zezé Di Camargo e Luciano, é enterrado em cemitério de Goiânia Vitor Santana/G1 Internações Seu Francisco estava internado desde o último dia 10 de novembro, quando sentiu dores no intestino. Quatro dias depois, ele precisou passar por uma cirurgia de emergência para estancar um sangramento no órgão. No dia, Zezé e Luciano estavam em Goiânia para acompanhar de perto a evolução do quadro. Segundo o irmão dos cantores, Emanoel Camargo, o pai havia começado a retirada dos sedativos na quinta-feira (18). Porém, ele teve nova piora e morreu na noite de segunda-feira (23). Morre Francisco Camargo, pai de Zezé di Camargo e Luciano Nos últimos anos, Francisco convivia rotineiramente com problemas de saúde e internações. Em março de 2018, ele ficou mais de um mês no hospital devido a uma pneumonia. Já em fevereiro deste ano, o idoso chegou a ser internado para tratar uma infecção decorrente de um enfisema pulmonar. Ele ficou oito dias hospitalizado. Depois dessa internação, o médico Adilon Cardoso, que acompanhava seu Francisco há 10 anos, contou que ele viveu seis meses em bom estado de saúde e teve qualidade de vida antes de ser hospitalizado há 14 dias, quando iniciou tratamento contra pneumonia, problemas nas funções renais, gástricas e cardíacas Francisco de Camargo com Zezé e Luciano em foto tirada antes da pandemia Reprodução/Instagram VÍDEOS: últimas notícias sobre Seu Francisco Initial plugin text Veja Mais

Zezé Di Camargo, parentes, famosos e autoridades participam do velório de Seu Francisco em Goiânia

G1 Pop & Arte Luciano está isolado com Covid-19 e não comparecerá à cerimônia. Seu Francisco morreu aos 83 anos, após 14 dias internado. Zezé Di Camargo e Wanessa participam de velório de Francisco Camargo, em Goiânia O cantor Zezé Di Camargo participa do velório do pai, Francisco Camargo, nesta terça-feira (24), no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. Parentes, famosos e autoridades também passam pelo local para prestar as últimas homenagens a Seu Francisco, como era carinhosamente chamado. Ele morreu após ficar 14 dias internado em um hospital particular da capital. Zezé chegou ao local por volta de 11h20, acompanhado da noiva, Graciele Lacerda, e da mãe, Helena Camargo, viúva de Seu Francisco. Luciano, com quem faz dupla, não participará da cerimônia porque testou positivo para a Covid-19 e precisa ficar isolado. Morre Francisco Camargo, pai de Zezé di Camargo e Luciano Além de Zezé, outros filhos de Seu Francisco, como Emanoel e Wellington Camargo também participam do velório. Famosos, como a dupla Di Paulo e Paulino, e autoridades, como o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), também compareceram. Tanto o velório como o enterro são restritos à família e amigos para evitar a disseminação do coronavírus. Di Paulo e Paulino em velório de Francisco de Camargo, pai de Zezé e Luciano Vitor Santana/G1 Por meio de nota, o Hospital Órion, onde Francisco estava internado, informou que o paciente morreu às 23h05 de segunda-feira (23) por causa de uma parada cardiorrespiratória e uma "instabilidade hemodinâmica". A morte foi anunciada na manhã desta terça-feira. Morre Seu Francisco, pai da dupla Zezé Di Camargo e Luciano Famosos e parentes lamentam a morte de Francisco Isolado por Covid-19, Luciano não irá ao velório do pai Zezé di Camargo (de camiseta azul escura) na chegada ao velório de Seu Francisco, em Goiânia Vitor Santana/G1 Internação Seu Francisco estava internado desde o último dia 10 de novembro, quando sentiu dores no intestino. Quatro dias depois, ele precisou passar por uma cirurgia de emergência para estancar um sangramento no órgão. No dia, Zezé e Luciano estavam em Goiânia para acompanhar de perto a evolução do quadro. Segundo o irmão dos cantores, Emanoel Camargo, o pai havia começado a retirada dos sedativos na quinta-feira (18). Porém, ele teve nova piora. Helena Camargo (no meio) chega ao velório do marido, Francisco Camargo, acompanhada da neta Wanessa Vítor Santana/G1 Família e filme Apesar dos filhos famosos, Francisco Camargo só ficou conhecido nacionalmente em 2005, após o lançamento do filme “Dois Filhos de Francisco”. Lançado nos cinemas brasileiros, ele contou a história de vida da dupla Zezé Di Camargo e Luciano e o esforço do pai para tornar a dupla famosa no mundo da música sertaneja. Francisco Camargo deixa a esposa, Helena Siqueira de Camargo, de 75 anos, e oito filhos: Mirosmar José de Camargo (Zezé), Marlene José de Camargo, Wellintgton Camargo, Emanoel Camargo, Luciele de Camargo, Welson David de Camargo (Luciano), Wesley José de Camargo e Walter José de Camargo. Outro filho do patriarca da família, Emival Camargo, que foi o primeiro a fazer dupla com Zezé, morreu em 1975 em um acidente de carro. Ele também tinha dez netos, incluindo a cantora Wanessa Camargo - filha de Zezé, e bisnetos. Morre Francisco Camargo em Goiânia, Goiás Arte/G1 Veja outras notícias da região no G1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias sobre Seu Francisco Initial plugin text Veja Mais

Com Covid-19, Leda Nagle grava vídeo em hospital: 'Estou animada, sou guerreira e estou indo bem'

G1 Pop & Arte Apresentadora está internada após ser diagnosticada com a doença. 'Os exames estão indo muito bem, estou sem febre há dias', relatou. Com Covid-19, Leda Nagle grava vídeo em hospital e fala sobre estado de saúde Leda Nagle usou as redes sociais para dar notícias sobre seu estado de saúde. A apresentadora e atriz foi diagnosticada com Covid-19 e esta internada. No vídeo publicado no Instagram nesta segunda-feira (23), Leda falou sobre o pedido de orações feito pelo filho Duda Nagle, que acabou deixando alguns fãs assustados. "Orações são bem-vindas. Claro que estou com Covid, claro que estou internada, claro que isso aqui é um oxigênio que ajuda a aumentar a saturação. Claro, que se não estivesse no hospital com Covid, estaria melhor, mas estou indo muito bem, os exames estão indo muito bem, estou sem febre há dias, sem dor de cabeça há muitos dias, toda medicada", afirmou Leda. "Estou animada, sou guerreira e estou indo bem, o tratamento está indo muito bem", afirmou a apresentadora, que ainda agradeceu o apoio dos fãs. Ao final, Duda também apareceu no vídeo. O ator e a mulher, a apresentadora Sabrina Sato, contaram no início do mês que testaram positivo para Covid-19. Leda Nagle Reprodução/Instagram VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

American Music Awards 2020; FOTOS

G1 Pop & Arte Premiação aconteceu na noite deste domingo (22), em Los Angeles. Megan Thee Stallion se apresenta no palco do American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC A banda BTS se apresenta no American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC A banda BTS se apresenta no American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC Shawn Mendes também fez uma performance musical no palco do American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC Jennifer Lopez e Maluma cantam juntos no American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC Doja Cat e Bebe Rexha cantam juntas no American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC Lil Baby durante o American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC Weeknd é um dos premiados do American Music Awards 2020 AFP PHOTO / Cortesia da ABC VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

G1 Ouviu #116 - Zé Felipe leva o sertanejo para o paredão no hit 'Só tem eu'

G1 Pop & Arte Podcast explica como filho de Leonardo chamou hitmaker paraibano e craque da percussão baiana para adaptar seu som ao ‘paredão automotivo’ e emplacar um dos hits do ano. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação Veja Mais

Festival gratuito e on-line traz 71 filmes até o dia 28 de novembro

G1 Pop & Arte O forumdoc.bh foi criado em 1997 com o objetivo de compartilhar filmes que não estavam disponíveis em salas de cinema convencionais. Cena de 'Entre Nós e o Mundo', da Mostra Contemporânea Brasileira. Rodolfo Figueiredo / Divulgação Aberto nesta quinta-feira (19), o 24º Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (forumdoc.bh) tem programação totalmente on-line e gratuita, com filmes disponíveis até o dia 28 de novembro. Acesse o catálogo completo do festival Assista aos filmes gratuitamente no site do festival Na edição deste ano, são exibidos 71 filmes, distribuídos em três mostras centrais, sendo uma delas dedicada à temática do território e da luta pela terra, intitulada: "Esta terra é a nossa terra". Neste Dia da Consciência Negra, vale ressaltar que, entre as produções, há várias de autoria de diretoras e diretores negros, protagonizados por pessoas negras ou que abordam temáticas do universo afrodescendente, como religiões de matrizes africanas, diáspora negra, arte e ancestralidade, desigualdade social e violência urbana. Por causa da pandemia, o evento deste ano é totalmente virtual. O forumdoc.bh foi criado em 1997 com o objetivo de compartilhar filmes que não estavam disponíveis em salas de cinema convencionais. Em edições anuais e ininterruptas, o festival consolidou-se como um fórum de antropologia e cinema. Os vídeos mais vistos no G1 Minas nesta semana: Veja Mais

Bobby Brown fala sobre morte do filho aos 28 anos: 'Não há palavras pra explicar a dor'

G1 Pop & Arte Músico pediu orações para a família após a morte de Bobby Brown Jr., nesta quarta-feira (18). O cantor Bobby Brown, ex-marido de Whitney Houston, em foto de fevereiro de 2012 Joe Giblin/AP Nesta quinta-feira (19), Bobby Brown enviou um comunicado para a imprensa para falar sobre a morte do filho. Bobby Brown Jr. foi encontrado morto, aos 28 anos, na quarta-feira (18), em sua casa, em Los Angeles. "Por favor, mantenham minha família em suas orações nesse momento. Perder meu filho neste momento de nossas vidas devastou minha família. Não há palavras pra explicar a dor", lamentou Brown. Ainda não foi revelada a causa da morte de Jr.. Segundo o site TMZ, as autoridades não acreditam que o caso envolva ação criminosa. Bobby Brown Jr., filho de ex-marido de Whitney Houston, é encontrado morto aos 28 anos Reprodução/Instagram Jr. estava seguindo os passos do pai na carreira musical. Ele era filho de Bobby Brown com Kim Ward, com quem o músico foi casado por 11 anos antes de sua união com Whitney Houston. Bobby Brown Jr. é o segundo filho do cantor de R&B que morre precocemente. Em 2015, Bobbi Kristina Brown, filha do artista com Whitney Houston, morreu aos 22 anos. Ela foi encontrada submersa em uma banheira e passou meses internada e recebendo tratamentos paliativos antes de sua morte. A morte de Kristina aconteceu três anos após a de sua mãe, Whitney Houston. A cantora, de 48 anos, foi encontrada de bruços na banheira do quarto de um hotel de Los Angeles, após sofrer uma overdose de drogas, álcool e remédios. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

Grammy Latino: Emicida, Paula Fernandes e Céu vencem em categorias brasileiras; veja lista

G1 Pop & Arte João Bosco, Mariana Aydar, Aline Barros e Toninho Horta também venceram categorias em português, mas brasileiros não levaram prêmios gerais, concorrendo com hispânicos. Emicida Divulgação Emicida, Paula Fernandes e Céu estão entre os vencedores das categorias específicas para música brasileira do Grammy Latino de 2020. No entanto, os músicos brasileiros não venceram nenhuma categoria geral do prêmio, em que concorriam com músicos hispânicos. A categoria de maior destaque com brasileiros indicados era a de Melhor Canção Urbana, em que "Rave De Favela", de Mc Lan, Anitta, Beam e Major Lazer, concorria. Mas a ganhadora foi "Yo X Ti, Tu X Mi", de Rosalía e Ozuna. Entre os outros brasileiros vencedores de prêmios para música em português estão João Bosco, Mariana Aydar, Aline Barros e Toninho Horta. Veja lista de categorias com brasileiros indicados ao Grammy Latino 2020, com os vencedores em negrito: Melhor Canção "Urban" Adicto - Anuel Aa Y Ozuna Muchacha - Gente De Zona Y Becky G Rave De Favela - Mc Lan, Anitta, Beam E Major Lazer Rojo - J Balvin Yo X Ti, Tu X Mi - Rosalía & Ozuna Melhor Álbum De Engenharia De Gravação Aire - Jesse & Joy Apká! - Céu Quimera - Alba Reche Sublime - Alex Cuba 3:33 - Debi Nova Melhor Vídeo Musical Versão Curta Saci - Baianasystem & Tropkillaz Rojo - J Balvin Cubana - Bivolt Para Ya - Porter Tkn - Rosalía & Travis Scott Melhor Álbum Instrumental Plays Daniel Figueiredo - Leo Amuedo Cartografias - Caetano Brasil Sotavento - Compasses Festejo - Yamandu Costa Featuring Marcelo Jiran Terra - Daniel Minimalia Melhor Canção Em Língua Portuguesa A Tal Canção Pra Lua - Vitor Kley & Samuel Rosa Abricó-De-Macaco - João Bosco Amarelo - Emicida Feat Majur & Pabllo Vittar) Libertação - Elza Soares & Baianasystem Feat Virgínia Rodrigues Pardo - Céu Melhor Álbum De Música De Raízes Em Língua Portuguesa Veia Nordestina - Mariana Aydar Aqui Está-Se Sossegado - Camané & Mário Laginha Acaso Casa Ao Vivo - Mariene De Castro E Almério Targino Sem Limites - Targino Gondim Obatalá - Uma Homenagem A Mãe Carmen - Grupo Ofa Autêntica - Margareth Menezes Melhor Álbum De Música Sertaneja #Isso É Churrasco - Fernando & Sorocaba Origens - Paula Fernandes Livre - Vol. 1 - Lauana Prado Churrasco Do Teló Vol. 2 - Michel Teló Por Mais Beijos Ao Vivo - Zé Neto & Cristiano Melhor Álbum De Música Popular Brasileira O Amor No Caos Volume 2 - Zeca Baleiro Belo Horizonte - Toninho Horta & Orquestra Fantasma Bloco Na Rua - Ney Matogrosso Planeta Fome - Elza Soares Caetano Veloso & Ivan Sacerdote - Caetano Veloso & Ivan Sacerdote Melhor Álbum De Samba/Pagode Mangueira - A Menina Dos Meus Olhos - Maria Bethânia Martinho 8.0 - Bandeira Da Fé: Um Concerto Pop-Clássico - Martinho Da Vila Samba Jazz De Raiz, Cláudio Jorge 70 - Cláudio Jorge Fazendo Samba - Moacyr Luz E Samba Do Trabalhador Mais Feliz - Zeca Pagodinho Melhor Álbum De Rock Ou De Música Alternativa Em Língua Portuguesa Amarelo - Emicida Little Electric Chicken Heart - Ana Frango Elétrico Letrux Aos Prantos - Letrux Universo Do Canto Falado - Rapadura Na Mão As Flores - Suricato Melhor Álbum De Pop Contemporâneo Em Língua Portuguesa N - Anavitória Enquanto Estamos Distantes - As Bahias E A Cozinha Mineira Apká! - Céu Guaia - Marcelo Jeneci Eu Feat Você - Melim Melhor Álbum De Música Cristã (Língua Portuguesa) Catarse: Lado A - Daniela Araújo Reino - Aline Barros Profundo - Ministério Mergulhar Maria Passa À Frente - Padre Marcelo Rossi Memórias Ii - Eli Soares Veja Mais

Bobby Brown Jr., filho de ex-marido de Whitney Houston, é encontrado morto aos 28 anos

G1 Pop & Arte Segundo o site TMZ, autoridades não acreditam que haja ação criminosa no caso. Bobby Brown Jr., filho de ex-marido de Whitney Houston, é encontrado morto aos 28 anos Reprodução/Instagram Bobby Brown Jr., filho do ex-marido de Whitney Houston, foi encontrado morto, aos 28 anos, segundo o site TMZ. De acordo com a publicação, uma fonte próxima à família informou que o filho do músico Bobby Brown foi encontrado morto na quarta-feira (18), em sua casa, em Los Angeles. Ainda de acordo com o site, a polícia seguia na residência nesta quinta-feira (19) e as autoridades não acreditam que o caso envolva ação criminosa. Jr. era filho de Bobby Brown com Kim Ward, com quem o músico foi casado por 11 anos antes de sua união com Whitney Houston. Bobby Brown já havia sofrido com a perda de outra filha cinco anos atrás. Jr. é irmão de Bobbi Kristina, que morreu aos 22 anos, em 2015. Ela foi encontrada submersa em uma banheira e passou meses internada e recebendo tratamentos paliativos antes de sua morte. A morte de Kristina aconteceu três anos após a de sua mãe, Whitney Houston. A cantora, de 48 anos, foi encontrada de bruços na banheira do quarto de um hotel de Los Angeles, após sofrer uma overdose de drogas, álcool e remédios. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop Veja Mais

PS5 oferece a maior inovação da geração com controle DualSense; G1 jogou

G1 Pop & Arte G1 testa o PlayStation 5, novo console da Sony, que vai além de evolução de gráficos e de performance com novo controle que aumenta imersão para jogadores. PS5 oferece a maior inovação da geração com controle DualSense; G1 jogou A nova geração de consoles da Sony, o PlayStation 5, finalmente tem seu lançamento oficial no Brasil nesta quinta-feira (19). Depois de alguns dias de testes com o aparelho, emprestado pela fabricante ao G1, é evidente que o PS5 tem a grande inovação tecnológica da geração. Assista ao vídeo acima. O controle DualSense, que substituiu a linha DualShock, oferece possibilidades empolgantes de imersão a jogadores e desenvolvedores. Mas, com preços de R$ 4.700 na versão padrão e R$ 4.200 para o modelo Digital Edition, que não tem leitor de discos, o console sofre com alguns problemas de acabamento que precisam de atenção. DualSense é o controle do PlayStation 5 Divulgação/Sony DualSense Esteticamente, o DualSense não parece assim tão diferente, mas por dentro ele apresenta um mundo de possibilidades tão amplo que é até difícil de descrever. Muito se fala sobre os gatilhos, que agora são ajustáveis. Isso quer dizer que eles podem ser mais resistentes de acordo com a ação praticada, com diferentes níveis em uma mesma puxada de dedo. Mas o que mais impressiona mesmo são as respostas do controle por inteiro, que vão além das vibrações às quais os jogadores estão acostumados. Às vezes parece até que tem alguma coisa viva ali dentro. Até por isso é recomendável que todo mundo dedique um tempo para testar o jogo "Astro's Playroom", que vem com o console e serve como apresentação das novas capacidades do DualSense. Tudo isso realmente aumenta bastante o sentimento de imersão no jogo, e oferece muitas alternativas empolgantes, mas que devem ser aproveitadas por desenvolvedores. "Spider-Man: Miles Morales", por exemplo, faz pouco uso dos gatilhos adaptáveis, mesmo se tratando de um game exclusivo da Sony. Algo difícil de entender. E como grandes ambições trazem grandes consumos de energia, o novo controle também parece esgotar sua bateria mais rapidamente. Assista ao trailer de 'Spider-Man: Miles Morales' O enigma das versões O PS5 vem com todas as melhorias que se espera da nova geração. Além de resolução em 4K e taxas de frames por segundo mais elevadas, a troca dos antigos HD por SSDs garante um tempo bem mais rápido de carregamento do que acontecia no PS4. Tudo isso faz com que a comparação entre as duas gerações realmente mostre resultados bem contratantes, principalmente para quem já tem uma TV mais moderna. O novo PlayStation tem retrocompatibilidade com jogos do antecessor, o que significa que os games que jogadores têm em seus PS4 podem ser baixados e acessados no novo console. E assinantes do serviço Plus ainda têm alguns títulos bem legais à disposição no lançamento. Mas o PS5 ainda sofre com alguns problemas que parecem ser de acabamento. A nova interface, apesar de mais elegante, é confusa – a começar pela compatibilidade. Não dá para entender exatamente por que isso acontece, mas a tela inicial em alguns casos dá acesso primário a versões do PS4, mesmo em jogos com versões para o novo console. Então às vezes o usuário tem as duas baixadas, o que já é ruim considerando o armazenamento limitado, e ainda joga a mais antiga sem perceber. Para piorar, não é nada intuitivo encontrar a do PS5. Nada que tire exatamente o valor do novo console, e que seja impossível de ser consertado em atualizações futuras, mas é algo que merece atenção urgente da fabricante. Veja Mais

Rapper Lil Wayne é acusado de posse ilegal de armas em Miami

G1 Pop & Arte Se condenado, artista de 38 anos pode pegar até 10 anos de prisão. Rapper Lil Wayne AP O rapper americano Lil Wayne foi acusado nesta terça-feira (17) em Miami por porte de arma de fogo, algo que a lei federal proíbe devido a seu status de ex-presidiário. A polícia apreendeu uma pistola e munição em um avião particular no ano passado. O artista, cujo nome verdadeiro é Dwayne Michael Carter, recebeu uma única acusação de "porte de arma e munições por um criminoso condenado", de acordo com um documento do tribunal federal de Miami. O texto observa que Carter, de 38 anos, tinha uma arma e munições no dia 23 de dezembro de 2019 em Miami, apesar de ter ficha criminal por um delito anterior. Segundo o jornal local Miami Herald, o rapper identificou como sua uma pistola banhada a ouro, que foi encontrada em sua bagagem durante uma busca em um jato particular pouco antes do último Natal. Ele disse que se tratava de um presente que ganhou no Dia dos Pais. Também foi encontrado munição, cocaína, ecstasy, heroína, analgésicos e quase US$ 26 mil em espécie. O rapper foi acusado apenas pelo porte de arma de fogo. Em 2009, Lil Wayne foi condenado em Nova York a um ano de prisão por porte ilegal de armas. De acordo com o Herald, o cantor premiado cinco vezes pelo Grammy pode pegar até 10 anos de prisão se for considerado culpado. Ele deve comparecer ao tribunal de Miami em 11 de dezembro. Lil Wayne ganhou as manchetes recentemente por sua simpatia pelo presidente Donald Trump, com quem se encontrou em outubro. Veja Mais

Luccas Neto testa positivo para Covid-19

G1 Pop & Arte Youtuber está em isolamento e não apresenta sintomas, segundo assessoria. 'Cara, tem noção? Com meu filho recém nascido em casa, com minha avó de 93 anos...', escreveu Neto em rede social. Luccas Neto anunciou que está com coronavírus através de post nas redes sociais Reprodução/Instagram/LuccasNeto Luccas Neto anunciou nesta segunda (16) que está com o novo coronavírus. O youtuber descobriu que está com Covid-19 depois de fazer teste para retomar os ensaios do espetáculo "Luccas Neto e a Escola de Aventureiros - O Musical". Neto falou sobre o diagnóstico nas redes sociais na manhã desta segunda: "O mundo da magia e da fantasia também tem seus dias ruins. Testei positivo pro COVID". "Cara, tem noção? Com meu filho recém nascido em casa, com minha avó de 93 anos... Eu estou bem, em breve volto com mais informações", escreveu o youtuber e irmão de Felipe Neto. Luke, o primeiro filho de Luccas e Jéssica Diehl, nasceu na última sexta-feira (13). Segundo a nota divulgada pela assessoria, o youtuber está em isolamento e não apresenta sintomas. A apresentação que estava previsto para 21 de novembro no Rio de Janeiro foi transferida para 20 de dezembro. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Como serão os shows e festivais da realidade pós-pandemia?

G1 Pop & Arte Apresentações musicais já estão liberadas em algumas partes do Brasil, com capacidade reduzida de público, mas grandes produtoras já pensam em alternativas para reduzir contágio do coronavírus em eventos maiores. Semana Pop explica quais são os planos do mercado; assista Como serão os shows e festivais da realidade pós-pandemia? Apresentações musicais já estão liberadas em algumas partes do Brasil. Mas, enquanto casas de shows aplicam regras de segurança e diminuem a capacidade do público, produtoras já tentam pensar em alternativas para diminuir o risco de contágio do coronavírus em eventos maiores e festivais. O Semana Pop deste sábado (14) conta quais são os planos dessas empresas para os grandes shows da realidade pós-pandemia. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Memorial da Televisão Aberta Brasileira traz imersão digital e interativa nos 70 anos da TV

G1 Pop & Arte Iniciativa da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão conta história com mais de mil itens, 700 fotos e quase 30 vídeos em museu virtual. Memorial da Televisão Aberta Brasileira propõem imersão por décadas na história da televisão brasileira Divulgação/ABERT Para celebrar os 70 anos da televisão, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) lança o Memorial da Televisão Aberta Brasileira nesta sexta-feira (27), a partir das 8h. No museu virtual, é possível navegar entre as sete décadas da televisão brasileira e ver 700 fotos, 28 vídeos e mais de mil itens que fizeram parte de cenários, estúdios e programas de televisão. "É muito importante para ABERT preservar a memória da TV aberta no Brasil. Como todo museu, ele vai estar sempre aberto para que a gente possa trazer novos vídeos, novas fotos e novos itens", explicou Flávio Lara Resende, presidente da associação, em entrevista coletiva. A data coincide com o aniversário de 58 anos da instituição que representa mais de três mil emissoras privadas de rádio e televisão do país. "É um presente para o público que gosta, entende e curte televisão", continua Resende. Memorial da Televisão Aberta retrata anos 2000 com destaque para reality shows, programas jornalísticos e novelas Divulgação/ABERT 'História de todos nós' Por conta da pandemia, a ABERT resolveu criar essa alternativa virtual para celebrar as datas comemorativas e vai conseguir amplificar o público, já que não é preciso estar presencialmente em São Paulo, Rio ou qualquer outra cidade para ter acesso ao museu. “A ideia é que fique esse legado para sempre, para a história da TV brasileira e em três línguas (português, inglês e espanhol) que é justamente para que a gente extravase os limites territoriais", afirma o curador Elmo Francfort. Público pode navegar virtualmente pela história da televisão no Memorial da Televisão Brasileira Divulgação/ABERT Para chegar ao resultado final, a ABERT teve o apoio de equipes dentro das emissoras afiliadas que ajudaram com o material de acervo necessário. A composição dos cenários de cada década foi feita a partir de fotos, mas também houve o apoio de cenógrafos que trabalharam nas emissoras com a intenção de reproduzir de forma bem próxima à realidade de cada época. Outra preocupação era equilibrar o espaço e conteúdo igualmente entre as diferentes empresas. "A história da televisão é a história de todos nós. Ela vai desde da fase experimental, antes da década de 50, até a atualidade", explica Francfort. Evolução da TV entre as décadas Cada sala conta a história de cada uma das sete décadas e o visitante pode interagir com vídeos, fotos e textos de cada item destacado. O começo da televisão com a TV Tupi de Assis Chateaubriand nos anos 50, a visita à Lua e a nave da Xuxa são alguns dos destaques. A era dos festivais, o primeiro Jornal Nacional e os programas infantis como "Capitão Furacão", "Vila Sésamo" também têm presença garantida no museu virtual, assim como os programas de auditório e seus apresentadores. Representação dos anos 70 no Memorial da Televisão Brasileira, disponível a partir desta sexta (27) Divulgação/ABERT Além do destaque por década, fica disponível nesta sexta uma playlist com as trilhas de todas novelas do acervo do Memorial. "A gente tinha que elencar o que tinha sido significativo, o que tinha sido emocionante e o que tinha um apelo muito emocional em relação ao público", explica Marcelo Jackow, diretor de arte da Caselúdico, empresa parceira do projeto. "Quando as pessoas navegarem com áudio, com as imagens todas, podendo acessar todos os acervos, galerias, a gente acredita que elas vão se emocionar demais. Quase como se estivesse visitando um parente que há muito tempo não vê nas décadas passadas", continua. A montagem online permitiu que um pouco do estilo de cada programa fosse representado nas salas e homenagens a Chacrinha, Hebe Camargo, Ayrton Senna, Gugu Liberato e Tom Veiga, intérprete do Louro José. Além dos programas mais tradicionais, há também espaço para os reality shows, fenômeno dos anos 2000 que faz sucesso até hoje. "A gente teve essa preocupação, de não só colocar todas as emissoras, mas também todos os gêneros", explica Francfort ao falar sobre a sala dos anos 2000, que destaca o formato. Público pode ver personagens marcantes da televisão na década de 2010 do Memorial da Televisão Aberta Brasileira Divulgação Já a conclusão em 2010 é descrita por Jackow como um momento de celebração: "A festa que a gente queria que acontecesse para o lançamento da exposição, a gente deixou como sendo o final para o público encontrar os personagens". No ambiente é possível ver mais de 2000 figuras que contribuíram para a história da televisão. "A ideia também é que cada uma dessas pessoas fossem compondo cada um dos pontos da televisão. Cada pixel, cada pontinho da tela é como se fosse cada uma delas", finaliza Francfort. LEIA MAIS: Televisão completa 70 anos no Brasil: relembre as primeiras vezes que a TV inovou no ar Televisão no Brasil faz aniversário: Os 70 anos da TV em 70 FOTOS Cenas e personagens inesquecíveis fazem parte da história dos 70 anos da TV no Brasil VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'Mulher-Maravilha 1984' estreia em cinemas do Brasil em 17 de dezembro

G1 Pop & Arte Depois de ser adiado três vezes em 2020 por causa da pandemia, filme de heroína ganha data de lançamento. Assista ao novo trailer de 'Mulher-Maravilha 1984' "Mulher-Maravilha 1984" vai estrear nos cinemas brasileiros no dia 17 de dezembro. A nova data de lançamento foi anunciada nesta quarta-feira (25) pela Warner Bros. Pictures. O novo filme da heroína dos quadrinhos da DC tinha sido adiado três vezes só em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus. A venda de ingressos começa nesta quinta-feira (26). O estúdio realizará também sessões antecipadas no dia 16 de dezembro. A estreia no Brasil acontece uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos. Por lá, o filme chega a cinemas e à plataforma de vídeos HBO Max em 25 de dezembro. De acordo com a revista "Variety", a antecipação em mercados estrangeiros faz parte de uma estratégia do estúdio para evitar pirataria. Veja Mais

Pelé lamenta morte de Maradona: 'Perdi um grande amigo e o mundo perdeu uma lenda'

G1 Pop & Arte Maior jogador da história do futebol argentino, o craque sofreu uma parada cardiorrespiratória, nesta quarta-feira (25), aos 60 anos. Pelé e Maradona recebem troféus no Oscar dos Esportes em Milão, na Itália, em março de 1987 AP/Arquivo Pelé usou as redes sociais para lamentar a morte de Diego Armando Maradona, nesta quarta-feira (25), aos 60 anos. Maior jogador da história do futebol argentino, o craque sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, segundo o jornal argentino 'Clarín'. Maradona havia passado por uma cirurgia no cérebro no início do mês. "Que notícia triste. Eu perdi um grande amigo e o mundo perdeu uma lenda. Ainda há muito a ser dito, mas por agora, que Deus dê força para os familiares. Um dia, eu espero que possamos jogar bola juntos no céu", escreveu Pelé. Pelé ilustrou o post com a imagem de Maradona levantando a taça da Copa do Mundo. Veja repercussão: personalidades lamentam morte de Maradona Initial plugin text Initial plugin text VÍDEOS: personalidades que morreram em 2020 Veja Mais

'Sessão da Tarde' vai exibir '2 Filhos de Francisco' após morte do pai de Zezé e Luciano

G1 Pop & Arte Filme de 2005 mostra esforço de Seu Francisco para alavancar carreira dos filhos na música sertaneja. Ele morreu nesta segunda, aos 83 anos, após uma parada cardiorrespiratória. Ângelo Antonio como Francisco Camargo em cena de '2 Filhos de Francisco' Divulgação A "Sessão da Tarde" (TV Globo) deste terça-feira (24) vai exibir o filme "2 Filhos de Francisco: A história de Zezé di Camargo & Luciano", lançado em 2005. A emissora mudou o filme programado para a atração, após a morte de Francisco José de Camargo, pai dos sertanejos Zezé e Luciano. Originalmente, seria apresentado o filme "Tudo que quero" (2017). Velório e enterro serão restritos à família Famosos e parentes lamentam a morte de Francisco Zezé fala sobre a perda do pai: 'Prepara-te para aprender a com a dor' Morre Francisco Camargo, pai de Zezé di Camargo e Luciano Seu Francisco, como era conhecido, morreu na noite desta segunda feira (23), aos 83 anos, após ficar 14 dias internado em um hospital particular em Goiânia. Por meio de nota, o Hospital Órion informou que ele teve uma parada cardiorrespiratória e uma "instabilidade hemodinâmica". Francisco Camargo e o filho Luciano em foto publicada nas redes sociais em 24 de novembro de 2020 Goiás Reprodução/Instagram História de cinema A história de vida do pai dos sertanejos ficou nacionalmente conhecida com o filme, que mostrou o esforço de Francisco para alavancar a carreira musical dos filhos. Na ficção, ele é interpretado pelo ator Ângelo Antônio. Dira Paes vive Helena, mulher de Francisco e mãe de Zezé e Luciano. Nos cinemas, o longa foi assistido por cerca de 6 milhões de pessoas e arrecadou R$ 34 milhões em bilheteria. VÍDEOS: Personalidades que morreram em 2020 Veja Mais

Taylor Swift anuncia filme sobre o álbum 'Folklore'; veja trailer

G1 Pop & Arte Após criar disco em isolamento, cantora se reuniu com colaboradores para tocar e discutir as músicas pela 1ª vez. Encontro deu origem ao projeto, que estreia nesta quarta (25) no Disney+. Trailer de 'Folklore: The Long Pond Studio sessions' Em um estúdio isolado de Nova York, Taylor Swift se reuniu com o produtor Jack Antonoff e os cantores Aaron Dessner e Bon Iver para tocar e conversar sobre o disco "Folklore", lançado pela cantora em julho. O encontro deu origem ao filme "Folklore: The Long Pond Studio sessions", que chega á plataforma Disney+ nesta quarta-feira (25). O trailer foi divulgado pela artista nesta terça (24) (assista acima). Globoplay anuncia parceria com Disney+ Oitavo álbum de Taylor, "Folkore" foi composto durante a quarentena para conter o coronavírus. Antonoff e Dessner são coprodutores, enquanto Iver colaborou com o disco. Taylor Swift em foto de divulgação do oitavo álbum da carreira, 'Folklore' Divulgação “'Folklore' foi um álbum feito completamente em isolamento, o que significa que Dessner, Antonoff e eu não nos vimos enquanto colaborávamos e criávamos o disco", disse a cantora no programa de TV americano "Good Morning America". "Mas nós nos reunimos no Long Pond Studios e, pela primeira vez, pudemos tocar juntos e conversar sobre as músicas." Nas sessões de estúdio, Taylor apresenta as 16 faixas do trabalho, em ordem, e discute os significados por trás de cada uma delas. "Folklore" se tornou o primeiro álbum de 2020 a vender 1 milhão de cópias. No domingo (23), Taylor foi eleita a Artista do Ano no American Music Awards 2020. Ela se tornou a artista mais premiada na história da premiação, somando 32 vitórias. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Robert Garland, roteirista de 'Sem saída' e 'O cavaleiro elétrico', morre aos 83 anos

G1 Pop & Arte Segundo seu filho, Garland teve complicações decorrentes de demência. Robert Garland, roteirista de 'Sem saída' e 'O cavaleiro elétrico' Cortesia Família Garland O roteirista Robert Garland morreu neste sábado (21) aos 83 anos após complicações decorrentes de demência, segundo anunciou seu filho, Michael. Garland escreveu seu primeiro roteiro em 1970: um episódio da série "Que Garota". Depois disso, roteirizou episódios de "The Bill Cosby Show", "O jogo perigoso do amor" e "Sanford and Son". No final da década de 1970, assinou o roteiro do longa "O cavaleiro elétrico", estrelado por Robert Redford e Jane Fonda. Neste faroeste, um ex-astro de rodeio rouba um cavalo de corrida e foge para o deserto, seguido por uma repórter de TV. Em 1987, escreveu o drama criminal "Sem saída", com Kevin Costner e Gene Hackman. No filme, o personagem de Costner presencia um assassinato e se torna encarregado sobre as investigações do caso. Seu último filme foi "imensidão azul", de 1988, dirigido por Luc Besson. A história acompanha a rivalidade entre dois amigos de infância que se tornam mergulhadores mundialmente famosos. Garland se aposentou em meados nos anos 1990 e morou em diversas cidades: Paris, na França; Liguria, na Itália e Key West, na Florida (EUA). Ele deixa o filho, Michael, e os netos Jonah e Felix. VÍDEOS: Personalidades que morreram em 2020 Veja Mais

American Music Awards 2020: Taylor Swift é eleita Artista do Ano; veja vencedores

G1 Pop & Arte Premiação aconteceu na noite deste domingo (22) e contou com apresentações ao vivo de BTS, Justin Bieber e outros artistas. Taylor Swift é eleita Artista do Ano no American Music Awards 2020 AFP PHOTO / CORTESIA DA ABC Taylor Swift foi eleita a Artista do Ano no American Music Awards 2020. O evento aconteceu na noite deste domingo (22) e premiou também artistas como Justin Bieber, the Weeknd, Doja Cat, BTS, entre outros. Taylor, que venceu três categorias este ano, é a artista mais premiada na história do AMA, somando 32 vitórias. Veja fotos da premiação A cantora não esteve presente no evento e explicou sua ausência em um vídeo. "A razão pela qual não estou aí esta noite é porque estou gravando todas as minhas antigas músicas no estúdio onde elas foram originalmente gravadas", afirmou a cantora. Taylor decidiu regravar todo seu catálogo musical após Scooter Braun comprar a Big Machine, gravadora que pertencia a Borchetta e que é dona dos seis primeiros álbuns da cantora. Na última semana, todo o material foi vendido para uma empresa de capital privado. O American Music Awards 2020 contou com alguns números musicais no palco, incluindo a do grupo BTS, que fez a primeira performance ao vivo de "Life Goes On", canção do álbum "BE". Bieber, Megan Thee Stallion, entre outros artistas, também passaram pelo palco do Microsoft Theater, em Los Angeles. Veja os vencedores das principais categorias: Artista do ano: Taylor Swift Artista revelação: Doja Cat Colaboração do ano: Dan + Shay com Justin Bieber "10,000 Hours" Clipe favorito: Taylor Swift - "Cardigan" Artista favorito - Pop/rock: Justin Bieber Artista favorita - Pop/Rock: Taylor Swift Duo ou banda favorita - Pop/Rock: BTS Música favorita - Pop/Rock: Dua Lipa "Don’t Start Now" Álbum Favorito – Pop/Rock: Harry Styles "Fine Line" Artista favorito - Rap/Hip-hop: Juice WRLD Artista favorita - Rap/Hip Hop: Nicki Minaj Álbum favorito - Rap/Hip-hop: Roddy Ricch "Please Excuse Me For Being Antisocial" Artista favorito – Soul/R&B: The Weeknd Artista favorita – Soul/R&B: Doja Cat Álbum favorito – Soul/R&B: The Weeknd "After Hours" Música favorita – Soul/R&B: The Weeknd "Heartless" Artista favorito - Rock alternativo: Twenty One Pilots Artista favorito – Contemporâneo: Jonas Brothers Artista favorito – Latino: Bad Bunny Artista favorita - Latino: Becky G Artista masculino favorito - Country: Kane Brown Artista feminina favorita - Country: Maren Morris Melhor Álbum - Country: Blake Shelton "Fully Loaded: God’s Country" Artista Favorito – Electronic Dance Music (EDM): Lady Gaga VÍDEOS: Saiba tudo o que acontece no entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

Maria Beltrão lança livro 'O Amor Não se Isola', com diário escrito na pandemia: 'Ideia era deixar jorrar'

G1 Pop & Arte Rotina, reflexões, lembranças e relação com a fé estão no primeiro livro da apresentadora da GloboNews. 'Senti necessidade de colocar coisas para fora', diz ao G1. Apresentadora Maria Beltrão lança livro 'O Amor Não se Isola' Divulgação/Marcelo de Jesus As incertezas e as notícias da pandemia do novo coronavírus mexeram com os sentimentos de muitas pessoas e com a apresentadora Maria Beltrão não foi diferente. Para tentar aliviar o clima tenso do noticiário e organizar as ideias e sentimentos, a apresentadora do "Estúdio i" começou a escrever um diário, depois de meses de incentivo do marido. Assim, surgiu "O Amor Não Se Isola - Um diário com histórias, reflexões e algumas confidências", seu primeiro livro. Os pensamentos, a rotina e eventuais confidências foram registradas em um diário escrito à mão entre 18 de abril e 1º de agosto. "Quando veio a indefinição da pandemia, aqueles mil pontos de interrogação, começou a me dar uma pulsão criativa. Na verdade, eu senti necessidade de colocar coisas para fora. A ideia era a catarse, era deixar jorrar", diz Maria ao G1. Apesar de ter sido escrito durante a pandemia, a jornalista tentou ao máximo não escrever sobre o coronavírus, mas em alguns dias o assunto "invadia" o diário. Foi assim quando, em 23 de abril, Maria escreveu sobre o dia de São Jorge, o aniversário e a saudade do amigo Jorge Bastos Moreno, jornalista que morreu em 2017, e o número de 407 mortes no Brasil em 24h, recorde até aquele momento. Ela também cita o total óbitos registrados no país naquele momento: 3.313, sem saber que meses depois o número estaria passando da casa dos 160 mil. Estímulo à criatividade Adepta aos diários na adolescência, Maria deixou de lado a prática de escrever coisas pessoais justamente quando virou "jornalista de carteirinha e crachá" e queria recuperar isso. "Achei que eu vinha achatando a minha criatividade literária e esse exercício da escritora americana [Julia Cameron] é justamente para você despertar a criatividade, acelerar o processo criativo", diz ao explicar o método "morning pages", que o marido sugeriu para a família no final de 2019. Ao longo dos dias, ela fala sobre a rotina, a família e a religião, aspecto não tanto conhecido do público. "Minha fé sempre e mais do que nunca. Uma das coisas que eu mais ouço é: 'Menina, eu não sabia que você era tão religiosa'", diz a apresentadora que se define como uma pessoa da alegria e da esperança. Maria Beltrão escreveu diário à mão entre abril e setembro; registros viraram o livro 'O Amor Não se Isola' Acervo Maria Beltrão É como entrar na casa da jornalista carioca, um processo contrário ao que acontece diariamente quando ela que entra na casa do público e faz companhia aos espectadores do "Estúdio i". "Foi bonito realizar essa escrita. Ali é um documento que lerei depois desse momento histórico tão singular e excepcional. Tenho ali a minha lente sobre ele e não vou esquecer porque está escrito", conta. Peso de cobrir uma pandemia Maria Beltrão apresenta o 'Estúdio i', da GloboNews GloboNews A apresentadora também falou sobre como a pandemia afetou sua rotina e como ela se sentia em abril, mês em que começou a escrever. "[Estava] muito angustiada, muito cansada. Ainda hoje a gente tem mais dúvidas do que certezas, mas naquele momento a insegurança era total", diz. "Não só a gente começou a trabalhar mais do que antes, mas também era um noticiário mais pesado. O preço emocional naquele começo foi imenso", continua Maria. Depois do programa, ela chegava em casa tomava banho e já ia para a cama. "Lembro que a sensação era que a minha vida estava em um looping, sensação de que eu estava trabalhando, comendo e deitando não necessariamente dormindo, hein?". Meditação, oração e um pouco de ginástica eram formas de aliviar o dia pesado. Além de escrever, claro. Não é à toa que no livro, Maria percebe um dia que "escrever aqui é como fazer análise". "Se eu não tivesse escrito nesse modo de 'vou jorrar meus pensamentos', eu teria demorado a compreender que o que estava me deixando doente era a indefinição de ver minha mãe e tio Milton. Eu percebi que tive que jorrar um tanto de coisas sem pensar para, de repente, a epifania chegar", explica. Olhar para trás Maria Beltrão posa com diário que escreveu durante a pandemia do novo coronavírus Acervo Pessoal/Maria Beltrão No livro, há também muitas lembrança e citações de filmes, de livros, de músicas porque a pandemia foi um período em que a nostalgia esteve em alta para Maria. "Nessa minha busca pelo que é essencial, de valorizar o que já não se tem, eu acabei fazendo uma viagem ao passado. Impressionante", diz. "Olhei pelo retrovisor para o passado e percebi que, até as histórias que eu tinha vergonha, as histórias de fracasso, hoje eu vejo com alegria. A luta, as conquistas, tanto trabalho, onde eu cheguei me deram uma alegria, um orgulho e até uma autoestima". Apesar de trabalhar com as palavras e falar com felicidade com o livro na mão, Maria diz que "O Amor Não se Isola" só saiu porque ela não sabia que o estava escrevendo. "Eu costumo dizer que eu escrevo sob pressão, escrevo antes do 'Estúdio i', que é para dali a pouco. Uma página em branco é uma das coisas mais assustadoras que eu conheço", explica. "O ânimo era que já tinha muita coisa escrita, o começo já tinha passado", lembra da sensação de perceber que, por acaso, seu primeiro livro estava quase pronto. Por conta da pandemia, não houve um evento de lançamento presencial, mas Maria contornou a situação com uma sessão de autógrafo virtual em que também respondeu as cartinhas carinhosas dos espectadores, que, agora, são seus leitores também. Capa de 'O Amor Não Se Isola - Um diário com histórias, reflexões e algumas confidências', da jornalista Maria Beltrão Reprodução VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Shawn Mendes lança 'Monster' em parceria com Justin Bieber

G1 Pop & Arte Música integra próximo álbum do cantor, que será em 4 de dezembro. Shawn Mendes lança 'Monster' em parceria com Justin Bieber Divulgação Shawn Mendes lançou nesta sexta-feira o single "Monster". A faixa tem participação de Justin Bieber e veio acompanhada de videoclipe com a dupla. "Monster" integra o próximo álbum de Shawn Mendes. Intitulado "Wonder", o disco será lançado em 4 de dezembro. O disco mais recente do cantor, o terceiro da carreira, foi lançado em maio de 2018. Nele, o artista canadense foi muito além do pop rock adocicado de "Handwritten" (2015) e do soul sem alma de "Illuminate" (2016). Shawn Mendes tenta ser mais maduro em 'If I Can't Have You' Veja Mais

Vocal do Moptop prova que rock acabou: vida nos EUA tem filhas gêmeas e trabalho na Amazon

G1 Pop & Arte Gabriel Marques, ex-vocalista e guitarrista do 'Strokes brasileiro', relembra auge da banda em 2006. 'Eu não tinha muito mais o que dizer. Pelo menos minha sensação na época era essa.' Quando o Moptop cantou que “O Rock Acabou”, ninguém poderia prever que a profecia iria se concretizar tão plenamente 15 anos depois. Lançada em 2005, essa música fez a banda carioca ser chamada de "o Strokes brasileiro" (ouça trechos no podcast acima). Hoje, o vocalista e guitarrista Gabriel Marques mora em Seattle, nos Estados Unidos, e trabalha na Amazon Music. Ele é casado, pai de duas gêmeas de sete anos e faz tempo que não empunha uma guitarra. O quarteto de indie rock surgiu no Rio de Janeiro em 2003 e durou até 2010. A banda abriu muitos shows internacionais, de Oasis e Faith No More a Franz Ferdinand. Ao G1, Gabriel falou dos tempos de Moptop e dos tempos de Amazon. Gabriel Marques nos tempos de Moptop; e recentemente, em foto do LinkedIn Divulgação e Acervo Pessoal G1 - Como é um dia normal na sua vida hoje? Gabriel Marques - Na verdade, nada é normal nesse momento, né? Tenho o meu dia hoje e o meu dia pré-pandemia. Tenho gêmeas de sete anos. Hoje, é uma confusão, porque a escola ainda é virtual. Então, eu e a minha esposa, a gente está aqui fazendo o "homeschooling" delas. E meu escritório no momento é aqui no subsolo da nossa casa e a escola é também aqui embaixo e vem outra criança, que está aqui na nossa bolha. Hoje em dia, estou trabalhando virtualmente, com crianças na escola virtualmente. Gritaria, confusão, está meio bagunçado. No contexto da nossa conversa, é um ritmo de trabalho muito mais acelerado do que comparado à minha época de banda. G1 - Para quem é leigo, o que é que você faz na Amazon? Gabriel Marques - Como é que eu explico? Eu lidero o time de produto do catálogo da Amazon Music global. Isso quer dizer que a gente cuida do "supply chain digital", da Amazon Music. Então, é receber todos os conteúdos e metadados das gravadoras. A gente faz o enriquecimento desses metadados, digamos assim. Tem muita classificação em termos de qual tipo de música e por aí vai. A gente cuida de letras, de popularidade, e outras áreas. Basicamente, a maneira mais simples de explicar é que a gente cuida do banco de dados que está por trás de todo o catálogo da Amazon Music. É bem grande, e tem "n" complexidades para se manter os serviços que estão por trás do produto. A banda carioca Moptop Divulgação G1 - Agora voltando para a banda: o que você sente mais falta e o que sente menos falta dos tempos de Moptop? Gabriel Marques - Eu sempre gostei muito de compor e gravar. Eu acho que essa parte que eu mais gostava de ser músico. De poder ter esse processo criativo. Fazer uma música é uma coisa muito legal, cara. Você desde o início até fazer os arranjos e tentar várias formas diferentes até chegar em um produto final. Dessa parte eu sinto muita saudade. Show, um pouquinho. Mas eu não sinto falta de estar na estrada toda semana. O pique de estar viajando todo fim de semana foi um dos motivos que eu decidi que eu queria tentar outra coisa. G1 - Mas a sensação de estar em turnê era ruim? De estar em um lugar e depois outro... Gabriel Marques - Os shows no Brasil começam muito, muito tarde. Então, eu lembro de a gente entrar no palco duas, três horas da manhã às vezes. Até você se desligar disso, você está dormindo seis horas da manhã para pegar um avião ou está saindo do hotel lo depois... Esse pique é bem cansativo. Eu acho que tem uma hora que você não aguenta mais. E banda independente ou banda menor as pessoas acham que é tudo glamouroso, tudo hotel cinco estrelas e não é, né? Tem momentos que um dia você está em um esquema bem legal com a equipe toda viajando, hotel legal, palco legal e no outro dia você está viajando de carona, enfim. Eram altos e baixos. "Quando eu tinha meus 20 e poucos anos eu adorava, achava um barato. Mas você vai ficando um pouco mais velho e vai cansando um pouco." O quarteto carioca Moptop Divulgação G1 - E isso foi o motivo de a banda ter acabado? Gabriel Marques - Foi um deles. Eu acho que o principal foi que eu comecei a me interessar por outras aulas e profissionalmente eu queria fazer outra coisa. Eu acho que esse foi o primeiro motivo. Segundo motivo acho que foi isso que eu falei, eu fiquei cansado um pouco do estilo de vida e do pique da estrada. Acho que o terceiro foi uma coisa artística mesmo. Eu não tinha muito mais o que dizer. Pelo menos minha sensação na época era essa. O primeiro disco foi muito fácil de fazer. Em alguns poucos anos, eu compus 50 a 100 músicas. Saía uma música atrás da outra. O segundo disco já foi um pouco mais difícil. Eu acho que eu tive que forçar muito processo criativo. Tinha algumas sobras do primeiro disco, ou coisas que ainda não estavam completamente terminadas. Eu acho que o segundo disco foi muito mais cabeça talvez do que coração. Não sei se faz sentido... G1 - Entendi. Faz sim. Gabriel Marques - E aí, para um terceiro, eu lembro que eu pensava... [risos] Para fazer um disco, eu estaria fazendo plágio de mim mesmo. Naquele momento, eu não conseguia enxergar como eu que ia fazer um terceiro disco. G1 - Você reouve? Se por acaso você ouve ou mostra para alguém dizendo 'olha, eu tive uma banda', rola esse tipo de situação? E como que as músicas envelheceram para você? Gabriel Marques - Boa pergunta. Olha, eu consigo curtir mais e mais o trabalho com o passar do tempo. Talvez até por uma certa nostalgia daquela época. Eu lembro que dez anos atrás eu não conseguia escutar Moptop, eu escutava e era muito difícil ter um distanciamento. Não escutava por escutar. Eu fiquei bastante tempo sem escutar e sem tocar as músicas. "Acho que agora com minhas filhas crescendo, tive algumas oportunidades de mostrar para elas. E aí eu escuto e curto: "Pô, que barato". [risos] Eu ainda escuto com um certo olhar crítico, mas eu consigo já curtir." Capa do primeiro álbum do Moptop Divulgação G1 - E o povo da firma, o povo da Amazon, sabe que você tinha banda? Gabriel Marques - Quando eu entrei na Amazon, eu não falava. Aí volta e meia alguém me reconhecia, em momentos fora do trabalho. Sei lá, tomando um chope, e alguém tocava no assunto ou eu tocava no assunto. Aí quando eu me mudei para os Estados Unidos, eu acho que eu passei a falar mais, mas pelo menos aqui na Amazon Music, cara, todo mundo aqui tem banda. Todo mundo veio de alguma banda... Então, não é nada especial. [risos] G1 - É como falar da escola ou da faculdade, então... Gabriel Marques - É... Exatamente. "Ah, legal! Você também teve uma banda". Às vezes, eu falo um pouco mais e digo que a gente abriu pro Oasis uma vez. E aí as pessoas falam "que legal". Acho que tem uma reação um pouco diferente. Nesta mesma semana, a gente tinha sido indicado para Melhor Site de Música no South By Southwest. E a gente teve que escolher entre ir para lá ou fazer a abertura do Oasis. O ápice da banda foi naquelas duas semanas [em março de 2006]. G1 - E era você que tinha feito o site? Gabriel Marques - Eu e o Curi, que era o guitarrista. A gente botou muitas horas naquele site. A gente se divertia: "vamos botar um botãozinho aqui, botar um Pac-Man". Cada mês, a gente tinha uma ideia e ia botando coisinhas. G1 - Voltando às aberturas, como era abrir para Oasis, Placebo, Franz Ferdinand? Gabriel Marques - Acho que tinha um lado bom e um lado bem ruim. O lado bom era a oportunidade de mostrar música pras pessoas que talvez não conheciam seu trabalho. E essas bandas que você citou a gente era fã. Você divide o palco, conhecia eles, interagia. Era uma honra. O lado ruim é que as pessoas não estão ali para te ver. Eu lembro que a mentalidade era "entra rápido, sai rápido, não faz pausa entre música, toca as mais pesadas ou mais dançantes". Mas foi um barato. A gente ficou com uma certa fama de uma boa banda de abertura... Eu acho que a gente dava conta. Era fácil lidar com a gente e a gente tinha um showzinho enxuto que funcionava. Moptop com a atriz Nanda Costa, nos bastidores do clipe de 'Contramão' Divulgação G1 - Tinha até uma piada, que eu não sei se chegou em vocês. Que era: "Não é possível! Tem alguém do Moptop que tá pegando alguém das produtoras de show para conseguir abrir tudo". Gabriel Marques - Não, não é... [Risos] Eu acho que o produtor olhava aí e pensava: "A gente precisa de uma banda de abertura, quem é que já abriu para banda internacional e não foi uma merda". Aí ficou nisso. Era uma escolha com pouco risco. E acho que outra coisa do Moptop é que a gente era uma banda de indie rock, mas a gente flertava com outros estilos. Mas a gente abriu de Faith No More a Oasis, até Franz Ferdinand... até umas bandas nacionais que você diria que "pô, não tem nada a ver". Mas por algum motivo funcionava. Ou os produtores achavam que funcionava. G1 - Agora uma pergunta mais viajada... Você vivendo a música hoje desse lado da tecnologia, de dados, como você vê a música que você fazia antes? Você olha de alguma outra forma? Gabriel Marques - O Moptop só foi possível por uma ingenuidade daquela época. Eu nunca tinha pensado em ser músico. Eu não era cantor e até guitarra, pré-Moptop, eu tinha parado de tocar guitarra há alguns anos. Tocava quando era moleque, mas tinha parado. Então, eu não sei o que me deu na cabeça de achar que eu conseguia fazer aquilo. Eu acho que era uma ingenuidade, uma certa ignorância de como é difícil você ser músico, de como é difícil você ser descoberto e as pessoas se interessarem. Como é difícil fazer música boa, como é difícil gravar, botar um show legal. E fazer isso tudo, no Brasil, em um gênero que não é dos principais estilos de música. Eu olhando hoje, vejo o catálogo que a gente tem na Amazon Music, e quantos artistas a gente tem. Cara, é assustador o número de artistas e quais desses artistas realmente têm gente escutando. "A chance de você montar uma banda e dar certo são muito pequenas. A ingenuidade do início foi a razão de a gente ter ido a uma certa distância. Eu não quero desencorajar quem está começando, muito pelo contrário, acho que mostra um pouco a mágica da coisa toda." G1 - Hoje em dia, você não toca guitarra, não canta? Não é músico nem amador... Gabriel Marques - Muito pouco. Eu toco violão aqui em casa com elas. Mas muito pouco. Todo ano eu falo que eu vou voltar a ter banda, compor, mas todo ano tem passado e não tenho cumprido minha meta. Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Jesy Nelson deixa Little Mix por tempo indeterminado por 'motivo de saúde', anuncia assessor

G1 Pop & Arte Grupo segue com Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards. Jesy Nelson, em foto de setembro de 2017 Bryan Steffy/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo A cantora Jesy Nelson, uma das integrantes do Little Mix, vai deixar o grupo por tempo indeterminado "por motivos de saúde", segundo o relações públicas Simon Jones. O grupo Little Mix na ordem: Leigh-Anne, Jesy, Perrie e Jade Divulgação Em um comunicado feito pelo Twitter nesta terça (17), o assessor disse que o grupo não fará comentários adicionais e pediu que a mídia respeite a privacidade da cantora. Initial plugin text Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards continuam no Little Mix. As três já haviam se apresentado sozinhas na cerimônia do MTV EMA, no começo do mês, porque Jesy não estava bem de saúde para comparecer à premiação. Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards, do Little Mix, se apresentam no MTV EMA 2020 direto de Londres Cortesia MTV/Via Reuters O quarteto acabou de lançar o álbum "Confetti", em 6 de novembro, com 15 músicas. Little Mix prepara novo álbum com volta ao pop e feminismo literal Veja Mais

Ator Jonas Mello morre aos 83 anos em SP

G1 Pop & Arte Corpo do artista foi encontrado morto em seu apartamento em Santana, Zona Norte da capital. Irmã do ator afirma que ele chegou a ligar para um primo após passar mal. Ator Jonas Mello Reprodução / Twtter @AtorJonasMello O ator Jonas Mello foi encontrado morto no apartamento dele, em Santana, Zona Norte de São Paulo, no final da tarde desta quarta-feira (18). Ele tinha 83 anos. A informação foi confirmada à TV Globo pela irmã do artista, Josefina. De acordo com Josefina, Jonas passou mal e ligou para um primo. Quando o familiar chegou ao local, Jonas já tinha falecido. Josefina afirma que o irmão levava uma vida saudável e não tinha problemas de saúde. Ultimamente, dedicava-se à dublagem de filmes. Seu último trabalho na TV foi interpretar um capanga na novela “Flor do Caribe”, da TV Globo, em 2013. Jonas Mello nasceu em São Paulo, em 20 de outubro de 1937. Iniciou carreira na televisão em 1969, na produção “A cabana do Pai Tomás”, na TV Globo. Na Record, fez “Os deuses estão mortos”, “Sol amarelo”, “O tempo não apaga”, “O leopardo”, “Vendaval”, “Vidas Marcadas” “Estrela de fogo”, “Por amor e ódio”, “Escrava Isaura” e a minissérie “O desafio de Elias”. Na Tupi (extinta), Mello trabalhou em “Os inocentes”, “Meu rico português”, “Os apóstolos de Judas”, “Um Sol maior” e “João Brasileiro, o bom baiano”. Na Globo, participou de “Os gigantes”, “Chega mais”, “Coração alado”, “Baila comigo”, “Terras do sem fim”, “Partido alto”, “O outro”, “Bambolê”, “Pacto de sangue”, “Barriga de aluguel”, “O portador”, “Suave veneno”, “Vila Madalena”, “Araguaia”, “O Astro” e “Salve Jorge”. Na Cultura, atuou em “O coronel e o lobisomem” e “Paiol velho”. No SBT fez as novelas “Conflito”, “Acorrentada”, “Jogo do amor” e “Dona Anja”. Na Bandeirantes, integrou o elenco de “Maçã do amor”. Na Manchete (extinta), trabalhou em “Dona Beija” e “Mandacaru”. Na CNT/Gazeta, atuou nas minisséries “Irmã Catarina” e “Ele vive” e as novelas “A última semana” e “Antônio dos milagres”. Cinema No cinema, atuou em “O Cangaceiro” (1997) e “Lula, o filho do Brasil” (2010). Também foi dublador de diversos filmes e desenhos animados. O velório e o sepultamento serão realizados nesta quinta (19), no cemitério Memorial de Santos. Os horários, no entanto, ainda não foram definidos. Veja Mais

'Mulher-Maravilha 1984' estreia em cinemas e HBO Max nos EUA em dezembro

G1 Pop & Arte Após ser adiado algumas vezes, filme da heroína vai ser lançado de forma simultânea em cinemas e plataforma de vídeos em 25 de dezembro. Assista ao novo trailer de 'Mulher-Maravilha 1984' Além de ser lançado nos cinemas, "Mulher-Maravilha 1984" vai estrear ao mesmo tempo na plataforma de vídeos HBO Max nos Estados Unidos em 25 de dezembro. O lançamento simultâneo foi confirmado pela diretora Patty Jenkins nesta quarta-feira (18) no Twitter. "O momento chegou. Em algum ponto você tem que escolher entre compartilhar qualquer amor e alegria que você tem para dar, acima de qualquer outra coisa", afirmou a cineasta. Initial plugin text "Nós amamos nosso filme assim como amamos nossos fãs, então realmente esperamos que nosso filme leve um pouco de alegria e alívio para todos nesse fim de ano." A estreia na HBO Max acontece apenas nos Estados Unidos, e não vai custar nada para os assinantes da plataforma. O lançamento de "Mulher-Maravilha 1984" foi adiado três vezes em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus. A data de 25 de dezembro foi anunciada em setembro. Initial plugin text Veja Mais

Michael B. Jordan é eleito o homem mais sexy do mundo de 2020 pela revista 'People'

G1 Pop & Arte 'As mulheres da minha família estão orgulhosas', afirmou o ator de 'Creed' e 'Pantera'. Michael B. Jordan é eleito o homem mais sexy do mundo de 2020 pela revista 'People' Foto de Jordan Strauss/Invision/AP, archivo Michael B. Jordan, ator de "Pantera Negra" e "Creed", foi eleito pela revista People o homem mais sexy do mundo em 2020. O anúncio foi feito na madrugada desta quarta-feira (18). O ator fez uma publicação em seu Instagram para celebrar o título. "Minha avó está me olhando lá de cima e falando: 'este é meu bebê'", escreveu Jordan na legenda da foto em que publicou a capa da revista. Em entrevista para a People, o ator de 33 anos disse que as mulheres de sua família estão orgulhosas com o título dado pela revista. "Quando minha avó era viva, era algo que ela colecionava, e naturalmente minha mãe lia muito, assim como minhas tias. Esta será uma que elas colocarão em um lugar especial." Em 2019, John Legend foi eleito pela revista o homem mais sexy do mundo. Já em 2018, o posto ficou para Idris Elba. "É uma sensação muito boa. Todo mundo sempre fez essa piada: 'Mike, essa é uma coisa que você provavelmente não vai conseguir'. Mas esse é um bom clube para se fazer parte", disse Michael B. Jordan. Initial plugin text Sylvester Stallone e Michael B. Jordan em cena de 'Creed II' Divulgação Veja Mais

'The Mandalorian' na Globo: série expande 'Star Wars' com caçador de recompensas e 'Baby Yoda'

G1 Pop & Arte Tela Quente Especial exibe dois primeiros episódios da 1ª temporada de série de 'Star Wars' nesta segunda para promover parceria entre Globoplay e Disney+, que chega ao Brasil terça-feira. Pedro Pascal e o pequeno 'Baby Yoda' em cena de 'The Mandalorian' Divulgação Os dois primeiros episódios da primeira temporada de "The Mandalorian" vão ser exibidos nesta segunda-feira (16) na Tela Quente Especial, na Globo, para promover a parceria entre Globoplay e Disney+. O novo serviço de vídeos da Disney chega ao Brasil nesta terça-feira (17). O combo com o Globoplay pode ser assinado com preços a partir de R$ 37,90. "The Mandalorian" expande o universo dos filmes de "Star Wars" com a história de um caçador de recompensas (Pedro Pascal) de uma raça de temidos guerreiros, os mandalorianos. Mesmo com a aura de poder e de perigo, representada pela armadura e pelo capacete no estilo do clássico Boba Fett, o protagonista não foi páreo para o carisma — e fofura — de seu companheiro de cena, o pequeno ser verde popularmente chamado de "Baby Yoda". Sema Pop #69: Baby Yoda e Star Wars O jovem, que parece pertencer à raça do famoso mestre Jedi, é o grande mistério da série. Desde que apareceu no final do primeiro episódio, que entrou no serviço da Disney em novembro de 2019, ele se tornou o favorito dos fãs, ansiosos por mais informações e até brinquedos do personagem. Uma popularidade — tão grande que chegou ao Brasil, país que ainda não tinha acesso à história — conquistou até o coração fechado do mandaloriano. Na segunda temporada, que estreou no final de outubro, o caçador de recompensas continua em sua missão de proteger a criança. Com o lançamento no Brasil, o Disney+ disponibiliza o primeiro ano da série na íntegra para os assinantes, além dos primeiros episódios da segunda temporada. Novos capítulos vão ser lançados na plataforma toda sexta-feira, como acontece nos EUA. Como assinar? Para assinar o combo Globoplay e Disney+, o usuário tem que fazer um cadastro através do link globoplay.com/disneyplus. A partir do dia 17 de novembro, os cadastrados receberão um e-mail para completar a assinatura. Eles poderão escolher uma entre duas modalidades do combo, cada uma com duas opções de plano (mensal e anual). Quais os preços? Globoplay com Disney+ Mensal: R$ 43,90 por mês Anual: R$ 454,80 ou em até 12 X R$ 37,90 Globoplay + canais ao vivo com Disney+ Mensal: R$ 69,90 por mês Anual: R$ 718,80 ou em até 12 x R$ 59,90 Veja Mais

'Call of Duty: Black Ops Cold War' mostra que 'dois lados tinham mãos sujas', diz desenvolvedor

G1 Pop & Arte Game de tiro lançado nesta sexta-feira (13) é 'continuação espiritual' do 'Black Ops' original, diz diretor criativo da desenvolvedora Raven Software, responsável pela campanha. "Call of Duty: Black Ops Cold War" leva a franquia clássica de tiro em primeira pessoa de volta no tempo em mais de uma forma. Além da história focada no período da Guerra Fria, a desenvolvedora Raven Software considera o game uma "continuação espiritual" do primeiro "Black Ops", de 2010. Lançado para PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series S e X e computadores nesta sexta-feira (13), "Cold War" explora um período político conturbado, mas, de acordo com os desenvolvedores, evita maniqueísmos. "Você precisa de algo grande para 'Call of Duty', e a Guerra Fria foi ruim para todo mundo. O mais perto que chegamos de uma terceira guerra mundial. Se acontecesse, esse medo seria real para todos, não apenas Estados Unidos e Rússia. Queríamos mostrar que os dois lados tinham as mãos sujas", conta ao G1 o diretor criativo da Raven, Dan Vondrak. "O nosso foco foi ter certeza de que não fosse uma simples história dos caras bons contra os caras malvados. 'Black Ops' sempre existiu entre essas linhas. Você não sabe quem está contando a verdade. E todo mundo parece ter a própria versão do que acham que é a verdade." Assista ao trailer de 'Call of Duty: Black Ops Cold War' Desculpa para voltar Tudo começou mais ou menos como uma desculpa para voltar aos temas retratados no jogo de 2010, o primeiro que teve participação da Raven. "Ele já estava praticamente pronto, então começamos a trabalhar mais de verdade no 'Modern Warfare 3'. Mas gostamos mesmo do primeiro, e ficamos pensando se teríamos a oportunidade de voltar a trabalhar nele", afirma Vondrak. "Por isso a ideia para 'Cold War' era essa. E se escrevêssemos uma carta de amor ao 'Black Ops' original?" 'Call of Duty: Black Ops Cold War' Divulgação Para contar a trama, a equipe escolheu o ano de 1981, "o auge da Guerra Fria". "Pegamos história real que você conhece, e então ficcionalizamos com um pouco de conspiração e um pouco de verdade por trás", diz o desenvolvedor. "Lemos alguns documentos que foram revelados há pouco tempo e algumas histórias pensamos que ninguém ia acreditar que elas são tão legais." 'Call of Duty: Black Ops Cold War' Divulgação Parceria de longe A Raven dividiu o desenvolvimento de "Cold War" com a Treyarch, empresa envolvida com a franquia desde "Call of Duty 3", de 2006. Os veteranos ficaram responsáveis pela área de multiplayer e o clássico modo de zumbis. "Tínhamos uma visão muito forte para a campanha. Apresentamos para a treyarch e eles adoraram, e construíram em cima dela", diz Vondrak. "E eles na verdade ficaram felizes em poderem focar só no multiplayer. Foram ótimos parceiros." Com a pandemia, a parte final do desenvolvimento foi realizado de forma remota. Por causa disso, a equipe encontrou maneiras de realizar à distância etapas essenciais. 'Call of Duty: Black Ops Cold War' Divulgação Para escanear objetos, processo responsável pelo grau de fidelidade dos gráficos atuais, um dos membros reproduziu o estúdio da empresa em sua casa. "Foi uma garagem muito cara por meses, com certeza", brinca o desenvolvedor. Além disso, foram criados kits para que atores de captura de movimentos e de dublagem conseguissem realizar os trabalhos também em seus lares. "A gente comprou roupas que os animadores podiam usar para fazer isso. Eles estavam nas salas deles, e podiam fingir que estavam em um bar em Berlim – e suas famílias não podiam nem acreditar." Xbox Series S, mais barato que o Series X, é o grande trunfo da Microsoft; G1 jogou Veja Mais

Rafinha RSQ: o produtor que junta todo mundo no pop brasileiro, do funk ao pagodão

G1 Pop & Arte Podcast apresenta produtor por trás de hits que unem artistas de estilos diferentes: Anitta e Simone & Simaria, Marília Mendonça e Léo Santana, Aviões do Forró e Turma do Pagode... Rafinha RSQ no estúdio e nos palcos com (da esquerda, acima, no sentido horário): Kevin o Chris, Léo Santana, Luisa Sonza, o falecido Gabriel Diniz, Anitta e Ferrugem Reprodução / Instagram do produtor O nome Rafinha RSQ não é conhecido pelo grande público no Brasil. Mas, nos últimos anos, é difícil ter rolado uma festa no Brasil sem músicas escritas ou produzidas por ele, seja baile funk, micareta, forró, trio elétrico, pagode... Quanto tinha 12 anos, Rafael Silva De Queiroz ganhou seus primeiros cachês tocando percussão em uma banda de axé e pagodão em Campos dos Goytacases (RJ). Aos 13, se mudou para Salvador para tocar no grupo LevaNóiz, e aos 16 entrou para o Parangolé, no auge do fenômeno "Rebolation". Aos 20 anos, ele começou a compor para artistas baianos. Aos 23, já tinha emplacado o hit do Carnaval de Salvador de 2017 ("Santinha", de Léo Santana). No mesmo ano, escreveu "Loka" - até hoje a música mais ouvida no YouTube de Anitta e de Simone & Simaria, parceiras na faixa. Hoje, aos 28 anos, Rafinha RSQ é especialista em misturar ritmos populares do Brasil, com hits por todo lado: sertanejo com pagodão, funk com arrocha, forró com pagode... Ele costuma postar no Instagram vídeos com testes e demonstrações do "processo crazy" de criação. Initial plugin text Além de "Santinha" e "Loka", seu currículo tem "Apaixonadinha" (Marília Mendonça e Léo Santana), "Ô bebê" (Kevinho e Kekel), "Faz o X" (Xand Avião), "Te amei com classe" (Matheus & Kauan), "Tá tum tum" (Kevinho e Simone & Simaria), "Puxa, agarra e beija" (Turma do Pagode e Aviões do Forró). A fusão mais recente é de sertanejo romântico com bregadeira e toques de arrocha, bachata e pagodão no hit "Só tem eu", de Zé Felipe. Ouça abaixo, no podcast G1 Ouviu, a história do sucesso "desobediente" do filho de Leonardo: Rafinha vê potencial no "sertanejo de paredão" de "Só tem eu": "Ela conversa muito com o povo. E o povo periférico, especificamente onde tem muito paredão, muitas festas da periferia, é um povo que escuta muito arrocha e brega", ele diz. "Ela entra em lugares que o sertanejo não está tão inserido, porque conversa muito com o brega, conversa muito com o povo", diz. Initial plugin text O músico saiu da estrada há três anos, e hoje só sobe no palco para comandar a direção musical de DVDs, ou para tocar percussão em apresentações especiais, como de Anitta no Rock in Rio. Mas a base de trabalho é o estúdio Sala 3, em Salvador, por onde passaram recentemente Ferrugem, Kevin o Chris, Luisa Sonza, Kevinho... Gabriel Diniz gravou "No aquecimento", composição de Rafinha, em 2018, mesmo ano de "Jenifer", e trabalhava com o produtor em uma faixa que seria lançada uma semana após o acidente de avião que o matou em maio de 2019. Initial plugin text Rafinha diz que o elemento que usa para unir os ritmos diferentes é o "pensamento percussivo". "Eu não aplico percussão agressiva nas coisas. Só que o meu pensamento é percussivo. Então acaba que fica muito balançado, muito dançante. O que eu faço é aplicar o meu sentimento percussivo na harmonia." Initial plugin text Rafinha RSQ explica o tal "pensamento percussivo" com o exemplo do hit mais recente, "Só tem eu": "Todo mundo imaginava essa música muito mais romântica do que dançante. Só que eu faço romântico dançante. Aí a pessoa canta o romance alegre. A Virgínia (noiva de Zé Felipe e influenciadora) posta os vídeos sempre dançando". Leia mais: Zé Felipe: como filho de Leonardo caiu na bregadeira e emplacou hit com ajuda da noiva Virgínia Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Sônia Braga aparece na lista de 25 maiores atores do século 21 do 'New York Times'

G1 Pop & Arte Atriz é única brasileira em lista, que conta com nomes como Denzel Washington, Gael García Bernal, Catherine Deneuve, Michael B. Jordan, Viola Davis e Keanu Reeves. Sônia Braga em cena de 'Aquarius' Divulgação Sônia Braga é uma das maiores atrizes e atores do cinema no século 21 para o jornal "New York Times". Única brasileira da lista de 25 nomes publicada nesta quarta-feira (25), ela aparece na 24ª colocação. No texto, os críticos Manohla Dargis e A.O. Scott escrevem sobre as atuações de Braga nos filmes de Kleber Mendonça Filho, "Aquarius" (2016) e "Bacurau" (2019), mas lembram também da importância da atriz para o cinema brasileiro. "Somente uma artista com a autoconfiança absoluta de Braga, sua indiferença heroica ao que qualquer outra pessoa pensa dela, poderia dar vida a Clara", afirma Scott sobre a personagem em "Aquarius". "Há algo fantasticamente libertador em assistir a Braga interpretar esta mulher majestosa, que tem rugas visíveis e que nunca fez reconstrução da mama após a mastectomia", diz Dargis. Na lista, a publicação lembrou também de nomes como o do primeiro colocado Denzel Washington, Michael B. Jordan, Viola Davis, Nicole Kidman, Keanu Reeves e Joaquin Phoenix. Mas os críticos buscaram ir além de Hollywood, escrevendo ainda sobre atores de outros países, como o mexicano Gael García Bernal, a francesa Catherine Deneuve e o sul-coreano Song Kang-ho. Assista ao trailer do filme Bacurau Veja Mais

Shylton Fernandes: conheça o hitmaker paraibano que fez Neymar dançar três vezes

G1 Pop & Arte Compositor projetado em 2012, quando Neymar comemorou 100º gol com 'Eu quero tchu, eu quero tcha', emplaca em 2020 hits de bregadeira e pisadinha dançados por Ney e milhões de fãs. Na primeira quinzena de novembro, duas músicas reinaram em streaming no Brasil: no YouTube, a mais tocada foi "Só tem eu", uma bregadeira do sertanejo Zé Felipe; no Spotify, a número 1 é "Recairei", um forró de piseiro dos Barões da Pisadinha. Ambas foram compostas pelo Shylton Fernandes, de Campina Grande (PB). O autor das músicas mais tocadas no país, com uma audiência de milhões de pessoas, tem orgulho de um ouvinte específico, que nem mora no Brasil. "Minha vida começou a mudar por causa do Neymar", diz o paraibano de 38 anos. A maior alegria de Shylton é quando o centroavante do Paris Saint-Germain aparece dançando uma música escrita por ele. Isso já aconteceu três vezes: com a música que o projetou em 2012, "Eu quero tchu, eu quero tcha", e com os dois hits atuais, "Só tem eu" e "Recairei". No jargão do futebol, é um "hat-trick" em um dos espaços mais disputados da música brasileira: a JBL do Neymar. Ouça acima o podcast G1 Ouviu, que conta a história de "Só tem eu" e dos seus criadores: o cantor Zé Felipe, o compositor Shylton Fernandes e o produtor Rafinha RSQ. Shylton Fernandes Divulgação / Instagram do músico Shylton começou a carreira tocando percussão em um grupo de axé de Campina Grande, mas em 2010 resolveu pegar o microfone e criar o grupo Forró Safado. "Eu nem tinha empresário, era só uma banda de amigos", lembra. A sorte virou no dia 4 de fevereiro de 2012, quando Neymar comemorou seu centésimo gol, no jogo Santos x Palmeiras, balançando os braços na levada da coreografia de "Eu quero tchu, eu quero tcha". A banda era de forró, mas a música juntava sertanejo e funk. Foi só a quarta canção escrita por Shylton para o Forró Safado. A gravação mais conhecida, no entanto, foi da dupla João Lucas & Marcelo. O paraibano não ficou famoso, mas virou compositor requisitado. Initial plugin text "Dali em diante a minha vida começou a mudar por causa do Neymar", diz o músico antes de se corrigir: "Primeiro por causa de Deus, depois por causa do Neymar. Eu vi que era bom e comecei a fazer outras músicas". Shylton se tornou queridinho de Wesley Safadão, e escreveu para ele sucessos como "Sonhei que tava me casando" e "Vou dar virote". Ele também foi coautor de um dos maiores sucessos de Mano Walter, "Juramento do dedinho". Shylton Fernandes em 2012, quando o hit escrito por ele 'Eu quero tchu, eu quero tcha' estourou Silas Batista / ge Sua caneta já estava afiada, mas foi em 2020 que ele conseguiu acertar dois outros sucessos nacionais tão grandes quanto "Eu quero tchu, eu quero tcha" - a ponto de fazerem Neymar dançar. Primeiro foi "Recairei", feita em parceria com Jimmy Luzzo, Lucianno Lima e Thiago Ross, que se tornou a primeira música do duo baiano Barões da Pisadinha no 1º lugar no Spotify. A dobradinha nesse ano foi com "Só tem eu", feita com os parceiros Marco Esteves, Lucas Medeiros e Gabriel Cantini. Ela surgiu como uma balada romântica, mas a sacada foi colocar num ritmo diferente e mandar para um cantor que tinha encomendado isso. "O Lucas Medeiros botou uma melodia com os meninos no violão. Era uma melodia simples, sem nenhuma sacada", define Shylton. "Porque o que vinha acontecendo muito no sertanejo era os compositores procurando fazer muito esforço com sacadas diferentes, muito inteligentes. E às vezes o povo quer escutar o simples", defende o compositor. "E foi isso que a gente fez. Uma melodia muito gostosa com um refrão simples, que o povo abraçou. E na hora quando a gente acabou, eu disse: 'vamos botar essa música na bregadeira, que é um ritmo forte no Nordeste'", lembra Shylton. Ele diz que os parceiros tiveram dúvidas, mas deixaram rolar. "Quando montou na batida da bregadeira com arrocha, eu pensei: cara isso pode ser a cara do Zé Felipe". A gravação do filho de Leonardo, que queria algo diferente do sertanejo e com "a cara do Nordeste", foi sucesso imediato. Até um certo atacante apareceu dançando no Instagram. "O pessoal diz que eu posso pedir música no Fantástico com o Neymar. Ele dançou 'Eu quero tchu, eu quero tcha', entrou na Champions League na final escutando 'Recairei' e agora dançou 'Só tem eu'", ele faz questão de listar. "Ou seja, eu tenho uma ligação muito forte com o Neymar apesar de eu não conhecê-lo. Acho que um dia naturalmente vou conhecer. E vou dizer: 'Rapaz brigado pelo que você está fazendo por minhas músicas, viu?'". Shylton Fernandes Divulgação / Instagram do músico Veja Mais

Zezé Di Camargo chora ao falar sobre a morte do pai durante velório: 'Emprestando ele um pouquinho para Deus'

G1 Pop & Arte Sertanejo disse não ter conseguido se aproximar do caixão porque quer manter na memória a imagem alegre que tem de Seu Francisco, como era conhecido. Aos 83 anos, ele morreu após uma parada cardiorrespiratória. Emocionado, Zezé Di Camargo fala das lembranças que tem do pai, Francisco de Camargo Zezé Di Camargo chorou ao falar sobre a morte do pai, Francisco de Camargo, durante o velório, realizado nesta terça-feira (24), em Goiânia. Segundo o cantor, as lágrimas vieram por saber que não veria mais o sorriso que tanto gostava. "Estou emprestando ele um pouquinho para Deus. É um ser muito especial. Está deixando um exemplo na Terra", disse Zezé, emocionado. O corpo de Francisco é velado no Jardim das Palmeiras, em Goiânia. Luciano, que faz dupla com Zezé, não conseguiu viajar à capital goiana para se despedir do pai porque foi diagnosticado recentemente com Covid-19 e está isolado na casa em que mora em São Paulo (SP). Filho mais velho, Zezé contou que não conseguiu se aproximar do caixão durante o velório, pois quer manter a imagem alegre que tem do pai. "Eu escrevo um livro só de causos e piadas do meu pai. Não cheguei perto do caixão até agora, quero guardar esse espírito alegre que ele sempre foi. [...] Se existe um céu, ele já está lá", afirmou. Esposa de Francisco só foi informada da morte do marido 12 horas depois Francisco de Camargo com filhos Zezé e Luciano - fotos publicadas nas redes sociais em 9 de agosto de 2020 Reprodução/Instagram Filho mais velho, Zezé contou ainda que Seu Francisco, como era conhecido, sempre foi muito forte, mesmo lutando há anos contra algumas doenças, como enfisema pulmonar. "Fazia 30 anos que eu não usufruía tanto do meu pai, por causa das circunstâncias da vida. Por incrível que pareça, essa doença acabou me dando um presente. Quando você recebe essa notícia, é muito dolorido. Por mais que eu tenha curtido meu pai, não tem palavra que conforte nessa hora. O que meu pai sofreu, o que ele lutou pela vida". "Eu ouvi profissionais de saúde dizerem que trabalham há 15 anos e nunca viram uma pessoa tão resiliente, que lutou tanto pela vida. Ele era igual uma fênix, renascia das cinzas", completou Zezé. Zezé Di Camargo na chegada ao velório de Seu Francisco Vitor Santana/G1 Zezé contou que tem lembranças do pai desde pequeno e que sempre o admirou pelo esforço que ele colocava no trabalho e pela dedicação com os filhos. Segundo Zezé, o exemplo do pai extrapola as fronteiras da família. "Meu pai deixa exemplo de humildade, caráter, de acreditar no sonho, que a estrada que você trilha tem que ser do bem, da honestidade. E não deixou só para mim, para os filhos, para a família, deixou para o Brasil todo. Foi um exemplo de que sempre é possível sonhar e realizar", afirmou. Autoridades e famosos lamentam morte do "seu Francisco" Morre Francisco Camargo, pai de Zezé di Camargo e Luciano Parte dessa história dele foi contada no filme “2 Filhos de Francisco”, lançado em 2005 nos cinemas brasileiros. O longa mostra o esforço do pai para tornar a dupla - Zezé Di Camargo e Luciano - famosa no mundo da música sertaneja. Segundo sites especializados em cinema, o longa foi assistido por cerca de 6 milhões de pessoas e arrecadou aproximadamente R$ 34 milhões. Ângelo Antonio como Francisco Camargo em cena de '2 Filhos de Francisco' Divulgação Memórias Zezé contou que tem incontáveis lembranças com o pai. De vê-lo saindo com uma enxada nas costas para trabalhar na roça até os "causos" e piadas que ele costumava contar. Segundo o filho, o que marcou a relação dos dois foi a parceria que sempre tiveram na vida e como Francisco sempre o apoiou. "Lembro do meu pai indo para a roça para ganhar o nosso sustento. Eu escutava os passos dele na minha janela. [...] Não teve uma noite em que eu fui dormir e não vi o sorriso do meu pai. Vai continuar sendo assim", completou. Na manhã desta terça-feira, Zezé publicou um texto nas redes sociais em que pedia "perdão" por querer que o pai ficasse mais. "Chega um momento que não se sabe se está fazendo bem para a pessoa usando tantos artifícios de remédios, equipamentos, que você se pergunta se não está judiando. [...] Eu na sabia se era para ele ficar mais com a gente ou não", explicou. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Morre Francisco Camargo em Goiânia Arte/G1 VÍDEOS: confira últimas informações sobre pai de Zezé Di Camargo e Luciano Initial plugin text Veja Mais

Luciano lamenta a morte do pai, Seu Francisco: 'Saudade infinita'

G1 Pop & Arte O artista lamentou o fato de não poder comparecer ao velório e enterro para se despedir do pai, em Goiânia, por testar positivo para a Covid-19. Pai de Zezé e Luciano morreu após ficar 14 dias internado em hospital. Luciano posta em redes sociais após morte do pai Francisco Camargo Reproduçã/Instagram O cantor Luciano postou uma mensagem nas redes sociais lamentando a morte do pai, Seu Francisco, de 83 anos. Após um longo texto, ele finaliza dizendo: "Pai, meu eterno amor. Minha saudade infinita. Te amo". Francisco José de Camargo, de 83 anos, morreu na noite de segunda-feira (23) após 14 dias internado em um hospital particular de Goiânia. O artista lamentou o fato de não poder comparecer ao velório e enterro para se despedir do pai, em Goiânia. Ele está isolado por ter testado positivo para a Covid-19. Ele disse que vai esperar "o tempo dele [Deus]" para poder abraçar o pai de novo. "Não sei se um dia vou saber o porquê de não poder me despedir daquele que me colocou no mundo, daquele que com as suas história e 'estórias' me fazia tão bem...não questiono, há muito tempo que já não o faço", escreveu. Initial plugin text Luciano pediu que Deus confortasse o coração de sua família neste momento e agradeceu às mensagens de apoio que tem recebido. Por meio de nota, o Hospital Órion, onde Francisco estava internado, informou que o paciente morreu às 23h05 por causa de uma parada cardiorrespiratória e uma "instabilidade hemodinâmica". O velório começou às 10h, no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia. Zezé e outros irmãos participam da cerimônia. O sepultamento está marcado para as 17h. Porém, as cerimônias serão restritas à família para evitar a disseminação do coronavírus. Francisco Camargo e o filho Luciano em foto publicada nas redes sociais em 24 de novembro de 2020 Reprodução/Instagram Família e filme Apesar dos filhos famosos, Francisco Camargo só ficou conhecido nacionalmente em 2005, após o lançamento do filme “Dois Filhos de Francisco”. Lançado nos cinemas brasileiros, ele contou a história de vida da dupla Zezé di Camargo e Luciano e o esforço do pai para tornar a dupla famosa no mundo da música sertaneja. Francisco Camargo deixa a esposa, Helena Siqueira de Camargo, de 75 anos, e oito filhos: Mirosmar José de Camargo (Zezé), Marlene José de Camargo, Wellintgton Camargo, Emanoel Camargo, Luciele de Camargo, Welson David de Camargo (Luciano), Wesley José de Camargo e Walter José de Camargo. Outro filho do patriarca da família, Emival Camargo, que foi a primeira dupla com Zezé, morreu em 1975 em um acidente de carro. Ele também tinha dez netos, incluindo a cantora Wanessa Camargo - filha de Zezé, e bisnetos. Internação Seu Francisco estava internado desde o último dia 10 de novembro, quando sentiu dores no intestino. Quatro dias depois, ele precisou passar por uma cirurgia de emergência para estancar um sangramento no órgão. No dia, Zezé e Luciano estavam em Goiânia para acompanhar de perto a evolução do quadro. Segundo o irmão dos cantores, Emanoel Camargo, o pai havia começado a retirada dos sedativos na quinta-feira (18). Porém, ele teve nova piora. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias sobre Seu Francisco Veja Mais

'Teocracia em vertigem': Porta dos Fundos divulga trailer de especial de Natal de 2020

G1 Pop & Arte Especial de 2019 chegou a ser suspenso, mas STF liberou com votos em defesa da liberdade de expressão. Grupo foi alvo de ataque. Novo título é paródia de 'Democracia em vertigem'. 'Teocracia em vertigem': Porta dos Fundos divulga trailer de especial de Natal de 2020 O grupo de humor Porta dos Fundos divulgou o trailer do seu programa especial de Natal de 2020. Clique acima para assistir. O título do novo especial é "Teocracia em vertigem", uma paródia de "Democracia em vertigem", documentário brasileiro que concorreu ao Oscar. Em 2019, a divulgação do especial de Natal do Porta dos Fundos chegou a ser suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio, mas foi liberada pelo STF, com votos de ministros argumentando pela defesa da liberdade de expressão. O especial de 2019 tinha piadas que insinuavam que Jesus teve uma experiência homossexual após 40 dias no deserto A sede do grupo Porta dos Fundos foi alvo de um ataque com coquetéis molotov na véspera do Natal de 2019. Um dos suspeitos, Eduardo Fauzi, foi preso na Rússia, extraditado, virou réu e teve a prisão preventiva decretada em setembro de 2020. Veja Mais

'Top model' chega ao Globoplay: relembre disputa entre irmãos e agência de modelos

G1 Pop & Arte Novela de Antonio Calmon e Walther Negrão tem Malu Mader, Nuno Leal Maia, Cecil Thiré, Marcelo Faria, Susana Vieira e Rita Lee. Veja curiosidades e fotos. Malu Mader e Taumaturgo Ferreira em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo "Top model" é a novela que entra no Globoplay nesta segunda (23). Exibida entre 1989 e 1990, a trama de Antonio Calmon e Walther Negrão tinha como foco a história dos irmãos Gaspar (Nuno Leal Maia) e Alex Kundera (Cecil Thiré). Para ajudar a entrar no clima, o G1 publica curiosidades sobre a novela, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). Webdoc novela - Top Model (1989) Gaspar é um ex-hippie e surfista quarentão que cuida dos filhos que teve com mulheres diferentes: Elvis (Marcelo Faria), Jane (Carol Machado), Ringo (Henrique Farias), Lennon (Igor Lage) e Olívia (Gabriela Duarte). Seu irmão Alex é um yuppie – jovem executivo que gasta demais –, dono da confecção Covery e de uma agência de modelos. Os dois têm personalidades e estilos de vida diferentes e disputam tudo, desde mulheres até a atenção da mãe, Morgana (Eva Todor). Top Model: Duda desfila Cheia de humor, a novela também narrou as descobertas e os problemas de adolescentes: separação dos pais, primeira menstruação, masturbação e gravidez precoce. E, claro, os dilemas da agência de modelos e de Duda (Malu Mader), menina pobre que se transforma em garota-propaganda da confecção Covery, encanta Alex, mas é apaixonada pelo grafiteiro Lucas (Taumaturgo Ferreira), foragido da Justiça. Nuno Leal Maia lembra com carinho do seu personagem: "Muita gente, principalmente surfistas, me chamaram de Gaspar Kundera por muito tempo. O mais engraçado é que eles acham que eu surfo maravilhosamente, mas eu nunca surfei! Eu aprendi um pouquinho no início e guardei a prancha maravilhosa que ganhei do Leo Kastrup. A repercussão dessa novela foi muito grande, foi um dos maiores sucessos que eu fiz na Globo", contou em entrevista ao Memória Globo. Top Model: Gaspar acorda os filhos Curiosidades O mascote Maradona, cachorro da família Gaspar, foi um dos destaques da novela. Mistura de labrador e airedale com golden retriever, o cão fazia de tudo: reclamar com movimentos de cabeça, tapar os olhos com as patas quando sentia vergonha, ficar em pé, fazer piruetas, brincar, carregar objetos, pular obstáculos e fazer companhia. Maradona tinha dois dublês: Kiwi e Kauê. "Top Model" teve participação especial de Marília Pêra, como a mãe de Lucas, e de Regina Duarte, Susana Vieira e Rita Lee, como mães dos filhos de Gaspar. Zezé Polessa e Drica Moraes, que estreavam na TV Globo, foram as grandes revelações da novela, vivendo as engraçadas Naná e Cida, respectivamente. A novela também marcou a estreia de vários atores na emissora: Gabriela Duarte, Adriana Esteves, Marcelo Faria e Flávia Alessandra. A trama fez sucesso entre os jovens, que se identificaram com as situações vividas pelos filhos de Gaspar. Veja fotos Cecil Thiré com Malu Mader na novela 'Top model' Reprodução/TV Globo Malu Mader em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Nuno Leal Maia e Rita Lee em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Maria Zilda, Nuno Leal Maia, Regina Duarte e Zezé Polessa em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Igor Lage, Gabriela Duarte, Marcelo Faria, Henrique Farias e Carol Machado em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Evandro Mesquita em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Eva Todor em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Cecil Thiré e Taumaturgo Ferreira em 'Top Model', 1989 Nelson Di Rago/Globo Carol Machado e Igor Lage em 'Top Model' em 1989 Nelson Di Rago/Globo Antonio Calmon, 2008 Cicero Rodrigues/Memória Globo Veja Mais

Como é escolhido o representante do Brasil para disputar vaga entre os indicados ao Oscar?

G1 Pop & Arte Documentário 'Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou' foi escolhido como representante do país para o Oscar 2021. Mas quem fez essa seleção? Quantos filmes concorreram? Pode documentário? Entenda no Semana Pop. Semana Pop explica como é escolhido o representante do Brasil pra disputar vaga no Oscar O documentário "Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou" é o longa escolhido pelo Brasil para tentar uma vaga na categoria Melhor Filme Internacional do Oscar de 2021. Mas você sabe como essa seleção funciona? O Semana Pop deste sábado (21) explica quem são os responsáveis e como é feita a indicação do representante brasileiro na premiação. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Luciano Camargo diz que testou positivo para Covid-19 após viagem para visitar os pais

G1 Pop & Arte 'Comecei a sentir alguns sintomas leves, porém percebi que poderia ser Covid', afirmou o cantor sertanejo em um vídeo publicado em sua rede social. Luciano Camargo testa positivo para Covid-19 após viagem para visitar os pais Luciano Camargo testou positivo para Covid-19. O cantor sertanejo usou as redes sociais para revelar que foi diagnosticado com a doença após viajar de São Paulo para Goiânia para visitar os país. "Comecei a sentir alguns sintomas leves, porém percebi que poderia ser Covid. Fiz o teste, minha família também fez. Minha família, deu negativo, os funcionários aqui de casa também, todos testaram negativo, porém eu estou com Covid." "Estou tranquilo, não estou sentindo grandes sintomas, digamos assim, mas estou com Covid. Vou tomar agora todos os cuidados possíveis, vou me isolar aqui em casa", afirmou o irmão de Zezé Di Camargo. Francisco de Camargo com filhos Zezé e Luciano Goiás Reprodução/Instagram Luciano também publicou um texto citando que fez o exame antes da viagem e que o resultado foi negativo. "Fui para Goiânia visitar os meus pais, passei quatro dias com eles e, assim como fiz em outubro, quando fui visitá-los, também realizei exames da Covid para poder ir com segurança. Afinal, todos sabem da fragilidade da saúde do meu pai e todo cuidado é pouco com ele... A exemplo das outras vezes em que fiz, o exame deu negativo, porém, depois de voltar de Goiânia na segunda-feira desta semana, senti leves sintomas da Covid." "Eu pensei que fosse apenas um resfriado, pois estive em casa durante esses dias todos e não sai para nada.. Hoje, no entanto, testei positivo." Em recente entrevista ao G1, Luciano falou sobre seu álbum gospel e revelou que passou a quarentena em isolamento em sua casa. Ele ainda confessou que sentirá dificuldade em voltar para a estrada quando os shows voltarem ao normal. "Por mais que eu tenha saudade do me trabalho, por mais que eu tenha saudade de estar ali cantando, eu sei que vou sentir muito mais saudade do que estou vivendo. Essa tranquilidade de não ter que me afastar da minha mulher nem por duas horas." Luciano Camargo estreia projeto gospel VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

Para ter representatividade, indústria do cinema precisa de prazos e cotas, dizem cineastas

G1 Pop & Arte Diretor Jeferson De, diretora Sabrina Fidalgo e diretor e roteirista Renato Candido relatam gargalo do financiamento para profissionais negros no Brasil. Histórias são importantes, mas solução vai além, defendem. Cenas de 'Personal Vivator" (Sabrina Fidalgo), "Dara" (Renato Candido) e "M8: Quando a morte socorre a vida" (Jeferson De). Montagem/Reprodução Para que o cinema brasileiro seja mais representativo e inclusivo para artistas e profissionais negros, não basta boa vontade da indústria, é preciso disciplina e comprometimento com metas, prazos e cotas. Este foi o consenso a que chegaram o diretor Jeferson De; a atriz e diretora Sabrina Fidalgo; e o diretor e roteirista Renato Candido em entrevista ao G1 neste Dia da Consciência Negra. Para os cineastas, narrativas e personagens negros são importantes, mas não suficientes para garantir um cinema mais plural no país. Em seu novo filme, que estreia em 3 de dezembro, Jeferson De adaptou o livro homônimo "M-8 - Quando a morte socorre a vida", de Salomão Polak, para abordar racismo, cotas e a "força da ancestralidade" por meio da religião, com um elenco formado por Zezé Motta, Lázaro Ramos, Ailton Graça, Mariana Nunes, Rocco Pitanga e Juan Paiva. Mas ele diz que isso só se torna possível quando diretores negros têm autonomia em seus projetos. "É preciso dar oportunidade aos criadores negros para que contemos nossas próprias histórias. Não só como objetos da criação, onde sempre estivemos, mas como sujeitos da criação artística." Fidalgo, diretora de "Rainha" e "Alfazema", defende uma produção plural, que incorpore as lutas de movimentos, mas que também permita falar de temas universais. “O que devemos é possibilitar infraestrutura para que realizadores negros brasileiros possam contar suas próprias narrativas, sejam elas quais forem, inclusive autorais, futuristas ou abstratas. Não somente reproduções de violências, misérias e lutas. Não somente questões relacionadas ao racismo. Isso é um problema da branquitude, não nosso.” "Em termos de narrativa, só o fato de termos mais e mais histórias contadas por pessoas negras, sejam elas quais forem, já refletem a luta contra o racismo em si, pois a principal faceta do racismo é a ausência", diz a diretora. É preciso ir além da questão retórica, defende Jeferson. De acordo com o cineasta, muitas pessoas já estão conscientes de que mudanças precisam ser feitas, mas o que tem faltado é um comprometimento com a realização delas. "Tem pouca gente fazendo cronogramas e datas para esta transformação. Os grandes executivos precisam dar uma precisão para a questão retórica. Tem que ter um ano específico, não a perder de vista", diz. Representatividade no cinema Arte/G1 Para o diretor, empresas e órgãos brasileiros precisam seguir o exemplo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que estabeleceu novas exigências para que produções sejam indicadas à categoria de melhor filme do Oscar a partir de 2024. Para concorrer à principal categoria do Oscar, um filme precisa ter membros de minorias em papéis de protagonistas ou coadjuvantes; a narrativa principal focada nestes grupos; um número determinado de membros de grupos pouco representados em cargos de liderança; ou 30% da equipe geral formada por membros destes grupos, entre outras exigências. Oscar muda regras para aumentar diversidade; Semana Pop explica novidades e reações O gargalo do financiamento Os entrevistados elegeram o acesso ao financiamento de filmes como um dos problemas mais urgentes do mercado audiovisual brasileiro. "Em tempos de Embrafilme (1969-1990), tivemos três cineastas negros que conseguiram financiar suas produções com a empresa: Afrânio Vital, com "Os Noivos" (1979); Valdir Onofre, com "As Aventuras Amorosas de um Padeiro" (1975); e Antônio Pitanga, com "Na boca do mundo" (1979)”, conta Candido. "No período da retomada do cinema brasileiro, depois do Prêmio do Cinema Brasileiro em 1992 e também com a existência da Lei do Audiovisual, de 1993 até o ano 2004, não tivemos qualquer cineasta negra ou negro conseguindo viabilizar suas obras por meio destes mecanismos", complementa o roteirista. O cineasta defende a adoção de editais voltados para profissionais negros e cotas nas chamadas do Fundo Setorial do Audiovisual. Sabrina Fidalgo também cita a destinação de verba especialmente para cineastas negros como primeira alternativa. "Tem que ser na mesma proporcionalidade equivalente à porcentagem populacional ou seja, 56% ou mais. Só institucionalizando cotas raciais teremos uma mudança paradigmática, rápida e eficaz nesse sentido", diz. Para os cineastas ouvidos pelo G1, essa iniciativa não tem que ser apenas estadual, mas também das empresas privadas. Eles defendem que as empresas de cinema e streamings passem a valorizar produtoras com corpo societário negro na hora de pensar em novos projetos. "É uma forma desse investimento percorrer cadeias de produção que contemplem e agreguem pessoas negras. Dinheiro circulando em mãos negras e valorizando outras pessoas negras em suas profissões é uma das formas de enfrentar o racismo em nossa sociedade", diz Candido. "Não dá mais para pessoas negras serem contratadas por empresas produtoras de corpo societário branco como forma de enfrentamento ao racismo." Especiais de consciência negra No especial 'Falas negras', Tais Araújo é Marielle Franco, Babu Santana é Muhammad Ali e Reinaldo Junior é Mahommah G. Baquaqua Globo/Victor Pollak Nesta sexta (20), a TV Globo exibe o especial "Falas Negras", com 22 depoimentos de pessoas que lutaram contra o racismo e pela liberdade, dirigido por Lázaro Ramos. O programa vai homenagear Nzinga Mbande, Martin Luther King, Malcom X, Angela Davis, Marielle Franco, Mirtes Souza, mãe do menino Miguel, e Nelito Mattos Pinto, pai de jovem João Pedro. No elenco, estão Fabricio Boliveira, Babu Santana, Guilherme Silva, Ivy Souza, Naruna Costa, Tais Araujo, Heloisa Jorge, Barbara Reis, Mariana Nunes, Izak Dahora, Silvio Guindane, Olivia Araujo, Reinaldo Junior, Aílton Graça, entre outros. O especial vai ao ar após "A Força do Querer". O Memória Globo também vai celebrar a data com um especial que une novas e antigas gerações de atores negros da Globo. Lázaro Ramos, Taís Araújo, Erika Januza, Juliana Alves, Luis Miranda e Babu Santana homenageiam Ruth de Souza, Milton Gonçalves, Léa Garcia, Dhu Moraes e Tony Tornado. Veja Mais

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais concorre ao Grammy Latino com prêmio de melhor álbum de música clássica

G1 Pop & Arte É o único trabalho de uma orquestra brasileira indicado ao Grammy Latino 2020. Orquestra Filarmônica de Minas Gerais Divulgação/Rafael Motta A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais está concorrendo ao Grammy Latino na categoria "melhor álbum de música clássica" de 2020. O disco apresenta três obras do compositor brasileiro Almeida Prado, que morreu há dez anos. Disco da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é indicado ao Grammy Latino A orquestra foi fundada há 12 anos e rapidamente se destacou no cenário da música erudita. Tem no currículo nove álbuns gravados, além de prêmios importantes, como da Associação Paulista de Críticos de Arte. E mesmo antes do resultado, já tem motivos pra comemorar: é o único trabalho de uma orquestra brasileira indicado ao Grammy Latino 2020. "A musica clássica no Brasil ainda tem uma certa limitação de penetração, seja na própria sociedade brasileira e muito mais na esfera internacional. Então, este trabalho que vem sendo realizado há mais de uma década em Minas Gerais posiciona o estado e cria essa visibilidade incrível na esfera internacional", diz o maestro Fabio Mechetti, que faz a regência da orquestra. "Não são tantas pessoas que recebem essa nomeação e isso nos dá muito orgulho que todo esse trabalho e todo esse investimento tem sido reconhecido localmente e agora internacionalmente", diz o maestro. Desde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais Eugênio Sávio/Divulgação A orquestra contou com a participação da pianista Sônia Rubinsky. O disco foi gravado no ano passado, na Sala Minas Gerais, que é a sede da orquestra. "A palavra que me vem à mente quando eu penso em Almeida Prado é exuberância. E ele tinha isso como pessoa, ele tinha isso como artista", diz a pianista. Pianista Sonia Rubinsky Reprodução/ EPTV Protocolos Segundo o maestro Fabio Mechetti, a indicação ao prêmio aumenta a visibilidade da orquestra. Ele só lamenta não poder acompanhar a cerimônia como queria, na noite desta quinta-feira (19), por causa dos protocolos sanitários. "Vai ser tudo virtual. Eu já tinha comprado meu smoking, já estava pensando no tapete vermelho, mas vai ser aqui em casa mesmo a celebração", lamenta o maestro. A cerimônia vai ser como mandam os atuais protocolos sanitários. Não como ele sonhava. Ele vai acompanhar a premiação lá dos Estados Unidos, onde costuma passar alguns meses com a família. Os vídeos mais vistos no G1 Minas nesta semana: Veja Mais

Cantora... e doutora em filosofia: como vocalista que gravou hit da 'Malhação' foi parar em Harvard

G1 Pop & Arte 'Todo mundo quer cuidar de mim', do Brava, fez sucesso há 15 anos. Paula Marchesini fala ao G1 sobre os tempos de banda e os estudos em universidades como Johns Hopkins e Harvard. Para quem reclama que falta profundidade nas letras da música brasileira, uma boa saída pode ser ler os textos acadêmicos de Paula Marchesini, cantora e filósofa. Mas não precisa ir tão longe assim. As letras de Paula, na carreira solo ou na banda Brava, já têm um quê de filosofia. Ela relatou o "medo de se ver" e o "medo de viver" ("Aprendi sozinha") e cantou versos sobre sofrimento e inadequação em "Como for" e “Todo mundo quer cuidar de mim”, maior sucesso do Brava e trilha de "Malhação". O sexteto carioca durou entre 2000 e 2006 (ouça músicas no podcast acima). Depois do Brava, Paula fez doutorado em Filosofia na Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos. Também estudou e deu aulas em Harvard. Entre outros temas, escreveu sobre a eternidade na obra do escritor argentino Jorge Luis Borges"; o conceito do tempo segundo o filósofo francês Gilles Deleuze; e a estética da vida após a morte na obra do filósofo dinamarquês Kierkegaard. Ao G1, ela explicou por quais motivos o Brava durou apenas um álbum e falou da vida acadêmica e da carreira solo. Paula Marchesini em foto dos tempos da banda Brava, em 2004, e em dois momentos da carreira solo: em 2010 e 2020 Divulgação G1 - Quando eu te falo do Brava, o que te vem à cabeça, quais as memórias você tem mais fortes? Paula Marchesini - Boa pergunta, deixa eu pensar. Eu acho que as minhas memórias são bem pessoais. Lembrar da minha juventude, sabe? De todos os temas que me levaram a escrever as músicas que estão no CD do Brava, né? O meu casamento, por exemplo, a história de amor do meu casamento. Que infelizmente terminou há uns três anos. Não, nossa, tem mais tempo... Mas, e os meus colegas de banda também. A gente se divertiu muito, assim. Fazendo show e fazendo a nossa primeira turnê. Um bando de garotos, jovem, tocando junto. Era muito legal e tenho muitas boas memórias. Mas ser jovem é difícil também. [risos] Quando eu comparo a minha estabilidade emocional hoje em dia com o que era naquela época, eu me sinto bem mais segura, mais confiante. G1 - Quanto tempo a banda durou? Paula Marchesini - A gente começou quando eu tinha 18 anos, então isso foi no ano 2000. Nosso nome era Magnólia na época. Em 2003, a gente assinou um contrato com a Universal. A Universal encontrou a gente e ligou pra gente e quis assinar o contrato. A gente não buscou nada. A gente era a banda com menos ambição do Rio de Janeiro. Nossos amigos todos estavam buscando contrato com gravadoras na época e a gente nunca tinha procurado nada. A gente gravou uma demo e chegou nas mãos da Universal. A pré-produção do disco com o Paul Raulphes foi muito rápida. Eu acho que a gente gravou o disco todo em menos de dois meses. Rapidíssimo, a música estava em primeiro lugar em São Paulo, "Todo mundo quer cuidar de mim", trilha sonora da "Malhação". E ficou quatro meses em primeiro lugar. Depois entrou outra música nossa, que foi "Só porque não é bom", que era uma das últimas faixas do disco, e ficou um tempo em primeiro lugar. Foi em 2006 que eu decidi fazer outras coisas. Não foi só uma decisão minha não. A gente estava um pouco em uma encruzilhada com a Universal. Acho que a gente tinha visões diferentes de como a banda tinha que ser, sabe? Inclusive, cada membro da banda tinha uma visão diferente também do que tinha que ser. Esses conflitos levaram ao fim da banda e nessa época eu decidi voltar aos meus estudos. Eu tinha bacharelado em Filosfia e fui fazer um mestrado em literatura na PUC, em 2006. Foi quando a gente teve a reunião de banda e falou "não dá mais, não tá acontecendo mais". Mas foi um fim bem amistoso, não teve nenhuma briga nem nada. [Risos] A gente continua amigo até hoje. A banda Brava em 2004, ano de lançamento do primeiro e único disco deles Divulgação/Universal Music/Adriana Lins G1 - Quando você foi pros Estados Unidos? Paula Marchesini - Eu vim para os Estados Unidos em 2010. Terminei o mestrado na Puc em 2008. E eu fiquei uns dois anos, gravei um CD independente chamado "Silêncio". Gravei com o meu marido na época, o Apoena Frota [cantor, produtor e filho de Marcos Frota]. E músicos que eram amigos nossos. Foi lançado independentemente e em 2009 eu comecei a pensar que eu queria fazer um doutorado aqui nos Estados Unidos e comecei a aplicar para universidades. E aí rolou uma oportunidade de estudar na Tufts University, em Boston, para fazer um segundo mestrado em filosofia, me ofereceram um bolsa. Aí eu vim, terminei esse mestrado em 2013. E aí passei para um doutorado na Johns Hopkins Universi,ty, em Estudos Humanísticos. Eu acabei de terminar em fevereiro, me formei. E estou gravando um disco novo agora. G1 - O que você estuda, sei que deve ser bem específico, mas como você explicaria para alguém que é leigo? Quais foram os temas da sua dissertação de mestrado e da tese de doutorado? Paula Marchesini - Eu amei a pergunta, obrigado. Eu comecei a ficar muito fascinada com o processo criativo de escrever, sabe? De escrever músicas e escrever textos também. Eu sempre escrevi poemas e contos. Até cheguei a escrever um romance uma época, quando eu tinha uns 19 anos. Escrevi um romance meio curto e tal, mas não era muito bom não, sabe? Eu tinha muito essa coisa de escrever o tempo todo. Esse processo criativo é muito misterioso, é uma coisa que bate uma inspiração que não se sabe de onde vem e as palavras vão se escrevendo sozinhas e parece realmente que você está recebendo uma mensagem pronta de algum lugar divino. Uma coisa muito mágica. Qualquer um que já experimentou esse processo sabe exatamente do que eu estou falando. Tem vezes que escrevo músicas que eu não lembro de ter escrito. Depois ouvindo a música eu falo: como foi que eu escrevi isso? Não tenho nem ideia de onde isso veio. E isso tudo começou a me intrigar muito e eu comecei a me interessar por estudar esse processo criativo filosoficamente. Pensar sobre o que é a resposta: isso vem de Deus? "Eu queria saber outras perceptivas sobre esse assunto filosófico. Então, a minha pesquisa em filosofia é bem centrada nesse processo criativo. Que que é? De onde vem? Quais as habilidades que envolve e os tipos de resultado que saem de processos criativos? Eu escrevi minha tese de doutorado em parte sobre a Clarice Lispector, porque ela escreve muito sobre isso, sobre processo criativo." Paula Marchesini na gravação do primeiro álbum do Brava Divulgação G1 - Parece bem interessante. Pós-Brava, eu cheguei a ouvir coisas que você fez, mas você poderia falar um pouco da sua produção musical pós-Brava? E agora sabendo o que você estuda até mudo um pouco a pergunta: como estudar o processo criativo mudou o seu próprio processo criativo? Paula Marchesini - Em 2016, eu comecei a experimentar gravar minhas músicas em casa, usando o garage band, o software mais simples do mundo fazendo umas batidas e gravando baseado na experiência que eu tive observando os profissionais da Universal, observando o meu ex-marido também gravando. A gente ainda está trabalhando também. Eu passei muito tempo na minha juventude sentada em frente ao computador observando esses produtores. Então, eu comecei a experimentar com isso em 2015 e decidi gravar o meu disco inteiro, de doze músicas, sozinha no meu apartamento. Tocando todos os instrumentos, a maior parte deles virtuais. Em Baltimore, quando estava fazendo o doutorado. Saiu o disco e eu acho que ele tem um estilo. É um trabalho que me agrada, porque ele foi exatamente o que eu queria que ele fosse. Eu sei muito mais de produção e gravação do que eu sabia quando eu comecei a gravar esse disco. Eu aprendi muito, li muito sobre o assunto, vi vários tutorais. A experiência de gravar o disco inteira foi muito intensa. O nome do disco é "Fellow Shade", e saiu em 2017. G1 - Durante os mestrado e o doutorado, você também deu aulas? Paula Marchesini - Eu dei muitas aulas. Dei algumas aulas em Harvard, estudei lá uma época. Dei aula na Tufs também e na Johns Hopkins, porque faz parte do processo de estudar. Mas eu vou te dizer que não é minha vocação assim. Eu até apliquei para alguns empregos de professora quando eu terminei meu doutorado em fevereiro. Mas aí veio essa pandemia e não saiu nada. E eu fiquei feliz de não ter conseguido, porque pra ser sincera não é muito o que eu quero fazer. Paula com os integrantes da banda Brava, na gravação do álbum de estreia Divulgação G1 - O que mais você sente falta daqueles seis anos no Brava e o que você sente menos falta? Paula Marchesini - O que eu sinto menos falta é de ter uma gravadora me dizendo como eu devo fazer o meu trabalho. Isso era um problema muito grande pra mim. Isso não é culpa da Universal, eu conheci pessoas maravilhosas, eu amo o Paul Raulphes de paixão. O problema é que gravadoras são assim mesmo. É assim que eles trabalham. Para focar em vendas, você tem que fazer certas coisas. Você tem que mudar a letra da música, você tem que pensar no marketing, na imagem. "Eu lembro de eles pedirem para eu pintar o meu cabelo de vermelho e eu disse que não. Eu queria ser eu mesma, não queria ser uma imagem, uma coisa falsa. Eu também tinha muito problema com a forma com a qual a mídia brasileira tratava as mulheres. A Universal queria que eu fosse a um programa de televisão que eu achava machista e eu dizia 'não, eu não vou participar'. Eu acho um absurdo, eu acho que esse programa não devia existir." G1 - Qual era o programa? Paula Marchesini - Ah, eu prefiro não citar, não dizer o nome dos programas. Eu até nem lembro, mas eram um monte desses programas que têm mulheres nuas. Eu não acho que tem problema nenhum em nudez, ou nada assim, mas eu acho que mulheres artistas tem mais a oferecer do que isso. E quando a mídia foca exclusivamente no aspecto físico das mulheres, isso é um problema muito sério. Eu acho que no Brasil, pelo menos na época, isso era um problema sério. E eu não queria colaborar com isso, ser conivente com isso. Um dia, eu devo ter dado umas 70 entrevistas em seguida uma da outra. E todos os jornalistas da época, sem excessão, começaram com a pergunta: "O que você acha de ser uma mulher musicista no Brasil?" Eu ficava pensando assim: "Gente, eu tenho tanta coisa que eu quero falar, sabe? Por que eu não posso ser tratada como uma criadora, como qualquer homem é tratado? Focar no que eu estou fazendo". Eu queria as perguntas que você está me fazendo aqui. Esse tipo de perguntas que nutre a minha alma, é sobre isso que eu quero falar. E eu lembro que isso era um problema muito grande pra mim. Sem dúvida, contribuiu para a minha decisão de abandonar a música na época. Talvez tenha sido o principal fator. Agora, o que eu sinto mais falta, sem dúvidas, são os meus companheiros de banda. Ter uma banda é divertido, você viaja todo mundo na mesma van e meus companheiros de banda eram muito engraçados, um deles era o meu primo. Ele sempre foi uma pessoa muito importante na minha vida. A ideia de montar o Brava foi dele. A gente se divertia muito juntos. Então, disso eu sinto falta. Paula Marchesini, após o Brava, em duas fotos de 2010 Divulgação G1 - Como a música que fez depois do Brava tem a ver com os estudos de processo criativo? Paula Marchesini - A coisa mais importante que eu aprendi é que é impossível entender o processo criativo. Foi a grande lição. O processo criativo está muito além da minha capacidade racional de entender. Isso é um ponto que a Clarice Lispector enfatiza muito nos livros dela. Eu consigo viver e ter essa experiência, mas eu não consigo dar um passo para trás e racionalmente entender essa experiência. Ela é maior do que isso. Então, uma das conclusões a que eu cheguei depois de terminar meu doutorado foi: eu vou escolher o caminho da coisa maior, eu quero focar mais na criação e abandonar um pouco esse projeto de entender o processo criativo. É uma coisa que chega e pega a gente. A gente vira um instrumento daquela criação. Eu prefiro escolher o caminho de experimentar do que de virar uma professora acadêmica que estuda isso. G1 - Quando você ouve Brava agora, principalmente a que mais tocou, "Todo mundo quer cuidar de mim', qual seu sentimento hoje? Você tem orgulho de quem você era, de como você escrevia e cantava naquela época? Ou você pensa 'nossa, eu era essa pessoa'? Paula Marchesini - Olha, é engraçado assim, até desculpa se eu chorar um pouco. Porque... [começa a ficar emocionada] Desculpa. G1 - Imagina. Pode se recompor, fica tranquila. Temos todo o tempo... Paula Marchesini - Isso é uma coisa que acontece frequentemente, eu diria que a cada dois anos eu pego para ouvir o Brava. E eu falo "Vamos ouvir de novo esse disco". "A sensação é ao mesmo tempo de pensar 'nossa, tadinha, eu sofria nessa época'. Eu tenho uma certa pena da jovem, da adolescente que eu fui, escutando as letras. Porque muitas das coisas que eu falo nas músicas, eu de alguma forma superei. Não tudo..." Paula Marchesini em 2010 Arquivo Pessoal Mas outra parte eu penso assim: "Nossa, quando eu tinha 16 anos eu escrevi umas coisas que... como é que eu sabia dessas coisas?" A minha sensação pessoal é de ter aprendido isso muito mais tarde. Então, rola uma certa sensação de... rola uma profecia em certas letras. Na minha cabeça, eu passei por essas coisas muito mais tarde. E eu já escrevia sobre isso com 16 anos. É uma sensação estranha. Eu acho que qualquer um que já escreveu tem essa sensação. Muita coisa sobre a qual eu escrevia ali, por exemplo a música "Aprendi sozinha". Essa música ainda fala muito sobre quem eu sou hoje. Ela expressa muito bem uma parte da minha personalidade. Ela me toca até hoje. Eu não sinto que eu passei dessa fase. Eu sinto que é uma música que eu poderia ter escrito hoje mesmo. G1 - Eu sei que é muito mais do que isso, mas você acha que como um produto, você sente que o álbum envelheceu bem? Tanto de sonoridade, como das coisas que você diz... quando eu ouço tudo ainda faz sentido, envelheceu bem. Paula Marchesini - Ah obrigada, muito obrigada... Isso me deixa muito feliz, porque eu acho que isso foi em grande parte pelo trabalho do Paul Raulphes como produtor. Ele fez um trabalho muito legal. Ele é muito bom e ele abraçou a causa das minhas letras desde o início. Ele amava aquelas músicas, defendia a gente o tempo todo. Eu acho que ele fez um trabalho maravilhoso dando vida para essas músicas que ainda me tocam e ainda tocam bastante gente. Eu recebo ainda muito mensagem do pessoal no Facebook. Às vezes, algumas pessoas perguntam "O que aconteceu com o Brava? Por que vocês terminaram?". G1 - É natural, as pessoas ouvem, vão atrás do segundo CD, vão ver se ainda está na ativa e se perguntam: 'Por que acabou?' Falando nisso, tem alguma chance de o Brava voltar? Olha, o Brava eu acho que não vai voltar não. Porque cada um tomou um rumo diferente da banda, o pessoal tem emprego. O Raphael Nurow trabalha até para o governo agora. O Flávio Galvão é advogado. O [Rodrigo] Bark é artista, fotógrafo. O Fábio [Escovedo] é cineasta. O Bruno é empresário. Mas eu vou te falar que eu estou com um plano de fazer uma live sozinha, eu com violão tocando as músicas do Brava pros fãs. Isso deve acontecer em breve. G1 - E como você vai fazer para cantar e não vai ficar emocionada? Paula Marchesini - Não vai ter como não... Vai rolar uma choradeira séria. Porque me emociona duplamente. Revisitar as músicas é como voltar no tempo. Você voltar e se ver como você era há 20 anos atrás. Isso é emocionante pra todo mundo. E segundo eu sei que essas músicas fizeram parte da vida das pessoas. G1 - Além da música e dos estudos o que mais você faz? Paula Marchesini - Eu sou diretora de uma editora de livros nos Estados Unidos, que publica livros que promovem melhorias sociais em diversas áreas. Uma das coisas mais importantes é que a gente publica livros que ajudam a eliminar terrorismo e extremismo em vários países. Então, esse é um dos trabalhos que eu estou fazendo... digamos assim, é meu trabalho "do dia", né? Mas assim que eu volto pra casa e estou sozinho aí é a música, é o que eu amo mais do que tudo. VÍDEO: Semana pop explica temas da semana Veja Mais

Lego vai lançar kit do Coliseu de Roma com mais de 9 mil peças

G1 Pop & Arte Conjunto supera as 7.541 peças da nave Millenium Falcon, da franquia 'Star Wars' e se torna o maior da marca. Kit começa a ser vendido na próxima sexta (27) por cerca de R$ 2,9 mil. Coliseu de Roma vai ser o maior kit de Lego com mais de 9 mil peças Divulgação A Lego anunciou que vai lançar na próxima sexta (27) o kit Coliseu de Roma, na Itália, com 9.036 peças. O conjunto supera o da nave Millenium Falcon, da franquia "Star Wars", de 7.541 peças, e se torna o maior da história da marca. Nos Estados Unidos, o brinquedo vai custar US$ 549,99, cerca de R$ 2.945, nas lojas e no site oficial. O monumento italiano vai ser reproduzido com detalhes nas dimensões de 27 cm de altura, 52cm de largura e 59 de profundidade. São 3 andares com peças de diferentes tonalidades com o objetivo de apresentar o aspecto envelhecido do Coliseu. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Samba, cachaça e piolhos em fã: Livro mostra relação intensa de Jimmy Page com o Brasil

G1 Pop & Arte 'Jimmy Page no Brasil', de Leandro Souto Maior, reconta histórias brasileiras do guitarrista do Led Zeppelin. Livro tem fotos e entrevistas com fãs e amigos que receberam o músico por aqui. Em 1996, Jimmy Page toca com Luciano Silva, saxofonista de Margareth Menezes, em Lençóis (BA). Músico é pai da enteada de Page Divulgação/Calil Neto/Livro 'Jimmy Page no Brasil' Fã de Led Zeppelin, o jornalista e músico Leandro Souto Maior leu vários livros sobre a banda inglesa, mas não encontrou nada sobre a relação dela com o Brasil. Só que a conexão do Led com o Brasil é antiga, principalmente a do guitarrista Jimmy Page. Tem tanto assunto que daria um livro e Leandro resolveu escrevê-lo. Lançado em edição bilíngue (português e inglês), "Jimmy Page no Brasil" mostra com fotos e relatos as temporadas do rockstar na Bahia e no Rio. O site do projeto tem mais detalhes sobre o livro. Jimmy Page com Paulo Ricardo em um hotel no Rio, em 1996 Cristiano Granato/Livro 'Jimmy Page no Brasil' G1 - Por que lançar um livro sobre Jimmy Page no Brasil? Quando surgiu a ideia? Leandro Souto Maior - A ideia surgiu em um papo informal há uns cinco ou seis anos, com o Luiz Claudio Rocha, o Lula Zeppeliano, presidente do Zeppeliano Fã-Clube. Ele estava me contando das vezes que o Jimmy Page veio ao Brasil, e que ele estava presente em quase todas. Ele tem muitas fotos cedidas ao livro, desde a coletiva de imprensa no Sheraton em 1994, para divulgar o CD “Unledded”, até o passeio que ele fez por escolas de samba cariocas em 2010. Eu achei que havia já ali uma espinha dorsal de uma boa história. Já li a maioria de livros sobre Page e Zeppelin, e despertei para o fato de que essa história ainda não havia sido contada. G1 - Desde quando você é fã de Led? Lembra da primeira vez que ouviu? Leandro Souto Maior - A lembrança mais antiga que tenho de Led Zeppelin é de ter visto o filme deles “The song remains the same”. Ganhou o nome brasileiro de “Rock é rock mesmo”. É um filme que muda a vida de uma pessoa, principalmente quando se conhece bem novo, na adolescência. E eu sonhava com a guitarra do Jimmy Page, colava o ouvido na caixa de som para a cabeça tremer ao som da guitarra dele. E tinha a bateria de John Bonham também, claro. G1 - Você já disse que tem várias histórias de fãs bem engraçadas no livro. Poderia contar as que te fizeram rir mais? Leandro Souto Maior - Várias me fizeram rir, posso destacar a de um fã cuja mãe trabalhava no cabeleireiro do hotel Sheraton, em São Conrado [bairro do Rio], onde Jimmy e [Robert] Plant [vocalista do Led Zeppelin] se hospedaram naquela tour de 1994. Ele estava infestado de piolhos e foi, então, fazer tratamento... no cabeleireiro do Sheraton, é claro, aproveitando para juntar duas coisas: de repente dava a sorte de encontrar um deles. E é o que aconteceu. Ele estava com a namorada e abraçaram o Jimmy Page na saída do elevador: "minha namorada quase beijou ele na boca. Se pararmos para pensar que piolhos se alimentam do nosso sangue e que provavelmente contaminamos ele com alguns piolhos, mesmo que por alguns minutos ou dias... posso considerar que ele é sangue do meu sangue". Era o Rafael Marroig, na época com 16 anos. Jimmy Page acena para fãs brasileiros Gianne Carvalho/Livro 'Jimmy Page no Brasil' Outra que gosto aconteceu com o baixista Fernando Nunes, que anos depois tocaria com a Cássia Eller. Jimmy estava em Salvador visitando o estúdio de um amigo dele, até que perguntou onde poderia comprar cigarros. O Fernando se ofereceu para ir comprar, mas o Jimmy disse que iria junto. Os dois saíram e ninguém reconheceu na rua. Pararam num bar bem simples na esquina, enquanto Fernando entrou para comprar o cigarro, Jimmy deu uma de manobrista e ajudou um motorista a estacionar. “Eu quero, na verdade, é tomar uma cachaça escondido da minha mulher”, revelou, às dez da manhã. E ele virou uma “purinha” ali mesmo. G1 - Quais foram as entrevistas que, na sua opinião, foram mais importantes para reconstruir as passagens dele pelo Brasil? Teria sido a da Aninha Capaldi? Leandro Souto Maior - Além daquele papo inicial com o Lula Zeppeliano, que foi a centelha de inspiração para o livro, depois tiveram várias sessões com ele, onde me detalhou muita coisa. As entrevistas dele foram bem fundamentais. A da Aninha Capaldi foi igualmente importante por revelar detalhes da visita do Jimmy em 1979, quando veio ao Rio com a filha Scarlet e a esposa na época, a modelo francesa Charlotte Martin. Eles foram ciceroneados pelo casal Capaldi. Através da Aninha eu consegui também um depoimento da Charlotte, atualmente elas são vizinhas e grandes amigas desde os anos 1970. Fora que o papo foi na casa dela na Inglaterra, uma casa mais antiga que o Brasil, da Idade Média. Era tipo um mini castelo, onde ela morou com o músico Jim Capaldi do grupo Traffic. G1 - Como rolou o convite para o Ed Motta escrever o prefácio? E de onde vem essa paixão dele pela banda? Leandro Souto Maior - Eu tinha uma pista errada de que ele teria estado com o Page pessoalmente, mas não. Mandei uma mensagem em uma rede social e ele, muito gentilmente, me respondeu que nunca havia estado com Page, mas que era um aficionado por ele e pelo Led. Ele é dono de uma coleção expressiva de material sobre a banda, a primeira fissura na música. Aproveitei e o convidei para, então, escrever o prefácio, sobre a relação com o Led, de como era difícil conseguir material na época em que não tinha internet. Para ele, o livro seria um item indispensável para qualquer colecionador, como ele mesmo. G1 - Você já entrevistou o Jimmy Page? Será que o livro pode fazer com que você consiga? Leandro Souto Maior - Entrevistei algumas pessoas do círculo pessoal do Jimmy, além de tentar contato através da gravadora Warner, que se entusiasmou com a ideia e prometeu contactá-lo através de seu agente na Inglaterra, informando sobre o projeto. Respeitei a privacidade dele, mas dando a oportunidade de contato caso queira colaborar com algum depoimento ou entrevista. Ainda não tive retorno, mas os dedos estão cruzados. Capa do livro 'Jimmy Page no Brasil' Divulgação VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'O homem já ganhou'; 'bota lá no grupo': resultados chegam com jingles de vitória já prontos

G1 Pop & Arte Mesmo antes do resultado do 1º turno produtoras já tinham transformado 'Homem disparou' em 'Homem já ganhou'. Hits de Ivete e pisadinha viraram 'músicas para debochar e comemorar'. Produtoras de jingles já oferecem canções genéricas de vitórias com versões de hits "O homem disparou", jingle genérico que virou hit durante a eleição de 2020, virou "O homem já ganhou". Outros sucessos de Ivete Sangalo e Barões da Pisadinha que tinham ganhado versões de campanha, agora têm letras "para debochar e comemorar". Mesmo antes de os resultados do 1º turno seram anunciados, produtoras de jingles já corriam neste final de semana para divulgar suas músicas em versões genéricas para os candidatos terem a opção pronta em caso de vitória. Desde sexta-feira o YouTube e as listas de Whatsapp das produtoras já estavam cheios de ofertas de músicas prontas para a comemoração. Ouça exemplos acima. Jingles prontos para vitórias de candidatos oferecidos por produtoras no YouTube Reprodução Abaixo, no podcast G1 Ouviu, entenda como os grandes fenômenos musicais da campanha brasileira em 2020 foram o jingle genérico "O homem disparou" e as versões de sucessos antigos adaptadas sem autorização dos autores com letras eleitorais. Leia as reportagens da cobertura musical das eleições 2020 no G1: Paródia ou reciclagem? Como a campanha eleitoral de 2020 virou um festival de hits reaproveitados 'O homem disparou': como um jingle eleitoral genérico em ritmo de pisadinha se espalha pelo Brasil Ritmo dos jingles: forró é estilo mais presente nas campanhas para prefeito em capitais; veja mapa Clipe de 'O homem disparou', gravado no Piauí. O jingle genérico foi composto por César Araújo (centro) e gravado em parceria com Karkará (direita), que fez um álbum só com músicas de campanha que podem se encaixar para qualquer candidato Divulgação No ritmo dos jingles Élcio Horiuchi / G1 Veja Mais

Lives de hoje: Gusttavo Lima, Foo Fighters, Zélia Duncan e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Dennis DJ, Brendan Benson, Clube do Balanço, Rodrigo Vellozo e Benito Di Paula também fazem transmissões neste sábado (14). Veja horários. Gusttavo Lima, Foo Fighters e Zélia Duncan fazem lives neste sábado (14) Globo/Paulo Belote; Ethan Miller/Getty Images North America/Getty Images via AFP; Roberto Setton/Divulgação Gusttavo Lima, Foo Fighters e Zélia Duncan fazem lives neste sábado (14). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Noca da Portela - 12h - Link Rodrigo Vellozo e Benito Di Paula - 17h - Link Loose Tanos - 17h30 - Link STRR (PA), Thais Badu (PA), Elder Effe & os Comparsas (PA) e Zélia Duncan (RJ) & Arthur Nogueira (PA) - Se Rasgum TV Show (SIM São Paulo) - 18h - Link Clube do Balanço - Sesc em Casa - 19h - Link Metallica - Transmissão paga - 19h - Link Brendan Benson - 19h20 - Link Dennis DJ - 20h - Link Gusttavo Lima - 20h - Link Foo Fighters - Transmissão paga - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Em 'Babenco', Bárbara Paz se despede do cineasta, mas celebra o amor: 'É um filme sobre vida'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, viúva de Hector Babenco fala sobre dirigir documentário que retrata últimos anos do argentino: 'não existe chapa-branca, mas eu entrei nessa crise'. Bárbara Paz fala sobre documentário 'Babenco' O documentário "Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou" é tão complexo quanto seu título. Com estreia em cinemas brasileiros nesta quinta-feira (26), o filme: retrata os últimos anos da vida de Hector Babenco, cineasta argentino naturalizado brasileiro que se firmou como um dos maiores nomes do cinema nacional; é a estreia da atriz Bárbara Paz, que foi casada com Babenco até sua morte em 2016, na direção de um longa-metragem; ganhou prêmios no Festival de Veneza, um dos mais importantes do mundo, e de Mumbai, na Índia; é o primeiro documentário escolhido pela Academia Brasileira de Cinema como representante do país para tentar uma vaga como melhor filme internacional, no Oscar 2021. Mas, ao mesmo tempo, é muito mais do que tudo isso. "Para mim é um filme de amor à vida. Um filme de amor ao cinema. É um filme de despedida, mas não é sobre morte. É sobre vida, de um homem que lutou para sobreviver, para fazer cinema", diz Paz em entrevista ao G1. Assista ao vídeo acima. "Esse para mim é o filme que eu quis fazer. Contar essa história desse homem, não só a cinebiografia dele, mas esse leão que lutava para sobreviver e estava sempre na iminência da morte – e fazia um outro filme." Bárbara Paz em cena de 'Meu amigo hindu' utilizada em 'Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou' Reprodução/YouTube/Gullane Entretenimento Amores Babenco morreu em 2016, aos 70 anos, após uma parada cardíaca enquanto estava internado para tratar de uma sinusite. Cineasta consagrado por filmes como "Pixote, a Lei do Mais Fraco" (1980) e "O beijo da mulher aranha" (1985), pelo qual foi indicado ao Oscar de direção, contou uma versão de sua batalha contra um câncer linfático em 1990 em sua última obra, "Meu amigo hindu" (2015). Casado desde 2010 com Paz, atriz que conheceu através de amigos em Paraty (RJ), permitiu que a mulher filmasse os últimos anos de sua vida, parte de um desejo de ser o protagonista de sua própria morte. "Acho que é um casamento de tudo. Foi um fechamento de uma coisa muito bonita, uma história de amor muito bonita. De um encontro de almas", afirma Paz. "Sobre o amor de nós dois, mas também o amor dele e esse oxigênio que era o cinema, né, que era onde a gente se encontrava." Leia abaixo a entrevista realizada na última quinta-feira (19) com a diretora, que fala sobre a experiência de dirigir um diretor, o medo de fazer um filme "chapa-branca", e a escolha da Academia Brasileira, anunciada um dia antes: Hector Babenco em cena de "Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” Divulgação G1 – Primeiro, parabéns por ter sido escolhida como representante ao Oscar. A gente já vai falar mais sobre isso, mas antes acho importante perguntar: sobre o que é "Babenco" para você? Bárbara Paz – Obrigada. O filme ou o homem? (risos) G1 – (risos) O filme. Bárbara Paz – Para mim é um filme de amor à vida. Um filme de amor ao cinema. É um filme de despedida, mas não é sobre morte. É sobre vida, de um homem que lutou para sobreviver, para fazer cinema. Então o cinema o manteve vivo. Acho que o filme é sobre isso. É você enxergar um homem saindo de cena, fazendo o que mais ama. Filmando até o fim. Porque realmente esse para mim é o filme que eu quis fazer. Contar essa história desse homem, não só a cinebiografia dele, mas esse leão que lutava para sobreviver e estava sempre na iminência da morte – e fazia um outro filme. Quando você achava que ele estava indo embora ele voltava com outro filme. Isso é de uma beleza sem tamanho. Então é sobre isso, eu acho. E atravessa meu olhar para esse homem. Um olhar de amor para o outro, sobre o outro. Também é isso. A base de tudo isso é esse grande amor que o ser humano move montanhas por ele. Por amor seja ao que for, a uma pessoa, um cachorro, ao cinema, à imagem, à palavra, ao livro. O amor em geral. O amor move. Esse sentimento mais genuíno. G1 – Um amigo falou que "Babenco", por ser feito por você, poderia ser "chapa-branca". Com essa tua ligação tão forte com o Babenco, você acha que é possível e até que é necessário fazer um documentário imparcial? Bárbara Paz – Você sabe que isso rolou muito? Eu entrei muito em crise na época da montagem. "Mas eu estou muito chapa-branca. Eu não posso. Então vamos achar o Hector gritando. O Hector mau. Vamos achar essa imagem. Vamos agora. Tem." Aí a gente saía procurando. "Eu quero um grito dele. Eu quero esse malvado. Esse outro lado dele, que ele era um demônio. O mito Babenco." E a gente não encontrava. A gente encontrava uma coisinha ali, outra aqui, que não fazia sentido, nas imagens que eu tinha – e eu tinha muita. Eu falei: "gente, a gente não encontrou uma cena para quebrar, talvez." As cenas que eu encontrei mais eu coloquei, mas não é um filme chapa-branca de forma alguma. É um filme sobre o meu ponto de vista. Quer dizer, você vai fazer um filme sobre ele no seu ponto de vista. O outro pode fazer o filme sobre ele com o ponto de vista dele. Esse é o filme sobre o meu ponto de vista. O meu Hector. O homem que eu conheci. Não é sobre o cinema dele. É sobre o homem. A diferença é essa. As pessoas falavam para mim. Você acha que eu não ouvi muito isso antes? "Ah, você vai fazer um filme chapa-branca, é? Ah, mas não vai fazer não sei o que." Eu parava, e às vezes eu não respondia, mas um dia eu comecei a responder: "eu vou fazer o filme que eu quero fazer. Você pode fazer outro filme sobre ele." Então é isso. Eu acho que não existe chapa-branca, mas eu entrei nessa crise (risos). Eu acho que fiz o filme que eu queria fazer. Ponto. Hector Babenco em imagem de 'Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou' Divulgação G1 – Até porque você mesma falou que não é um filme sobre o cineasta, mas sobre o amor entre vocês. Bárbara Paz – Também. Sobre o amor de nós dois, mas também o amor dele e esse oxigênio que era o cinema, né, que era onde a gente se encontrava. Acho que é um casamento de tudo. Foi um fechamento de uma coisa muito bonita, uma história de amor muito bonita. De um encontro de almas, eu acho também. A gente tem que tomar cuidado com as palavras que usamos hoje em dia, mas realmente foi um lindo encontro na vida. G1 – Em relação à escolha para o Oscar, esse ano foi tão atípico em relação a lançamentos. Antes do anúncio, eu lembrei que o "Babenco" ganhou prêmio no Festival de Veneza, e pensei que faria sentido se fosse o escolhido. Até porque "Honeyland" foi indicado ano passado. Bárbara Paz – Maravilhoso o filme. Um dos documentários mais lindos que eu já vi. Nem parece documental, né. G1 - Exatamente. É um pouco essa quebra de linguagem que você usa em "Babenco" também, né? Bárbara Paz – Acho que a gente não precisa mais. Tem tanta coisa que a gente pode experimentar, com tantos recursos de câmeras que a gente tem, que esse padrão de entrevista, sentado, "vamos contar a história do começo ao fim" – eu acho que já desgastou um pouco. Não são os filmes que me interessam. Os filmes que me interessam têm uma linguagem mais pessoal. Uma narrativa quase ficcional. Eu me lembro que gostei muito do "Ex-Pajé" também. Muito. Brasileiro, do Bolognesi, que tem isso também. Você fala: "mas isso é um documentário ou uma ficção?". E é muito lindo isso, quando você consegue atravessar essa linha tênue. Hector Babenco em imagem de 'Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou' Divulgação G1 – Mas ontem, no dia do anúncio, você estava de olho, ansiosa, ou foi uma surpresa total? Bárbara Paz – A gente estava inscrito, mas eu nem sonhava, porque nunca tinha sido escolhido um documentário, né. E eu inclusive fui júri [da Academia Brasileira de Cinema] nessa época, há uns três anos, e o "Ex-Pajé" estava também. E foi discutido isso sobre o documentário, que nunca tinha sido indicado. E tantos filmes maravilhosos que estavam nessa seleção de agora. O cinema brasileiro está com uma safra incrível. O ano passado, esse ano. Muita coisa premiada, sabe. O mundo gosta, ama o cinema brasileiro. Então a gente está em um lindo momento. Infelizmente um péssimo momento político no Brasil, mas a gente está em um belo momento mundial, lá fora. Só tenho a agradecer a Academia Brasileira por ter escolhido um documentário. Então isso foi uma surpresa e uma emoção muito grande. Eu realmente chorei bastante (risos). O meu cachorrinho aqui ficou todo apavorado, porque eu via o sorriso do Hector, sabe. Eu senti ele, a presença dele. Falei: "cara, ele não quer arredar o pé" (risos). Foi muito emocionante mesmo. Agora tem uma longa estrada de campanha, de fazer o pessoal assistir ao filme, votar, porque uma indicação agora tem todo um trabalho de campanha mesmo. E vamos botar o carro na estrada, no meio da pandemia. Willem Dafoe em cena de 'Meu amigo hindu', utilizada em 'Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou' Divulgação G1 – A gente sabe que a Academia (de Hollywood) adora filmes sobre cinema. Com a paixão do Hector pelo cinema, e ele mesmo uma figura importante, você acha que isso aumenta as chances um pouco? Bárbara Paz – Ah, vamos esperar que sim? A gente não sabe o que vai tocar o coração. Eu não imaginava que esse filme fosse chegar tão longe. Veneza foi uma surpresa maravilhosa. E todos os outros. A gente também ganhou outros festivais incríveis. No Chile, na Índia. Tudo em países que você nem imagina que a história vai chegar, vai tocar as pessoas. Então, é só agradecer mesmo e agora começar a trabalhar para esse filme ser visto. E agora com a estreia no Brasil as pessoas vão poder ver também. Com todo o protocolo. É possível ir. Vamos voltar às salas de cinemas com "Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou". G1 – Você acompanhou toda essa fase final da vida dele com ele. E você tinha um "problema" de "dirigir" um diretor. Como foi essa questão do distanciamento? De ele querer ser o diretor, e te guiar? Bárbara Paz – Ah, não. Isso não teve, não. Imagina. Eu sou muito brava (risos). Teve uma cena que eu deixei no filme, que todo mundo fala que é curiosa, mas também foi a única. Porque esse filme era meu, o meu olhar. E ele gostava muito do meu olhar. Ele me dava muita confiança. Eu falo que a maior herança que ele me deixou foi a confiança. Ele falava: "confia no seu olhar, não fica ouvindo ninguém. Vai na sua". Então, no começo, sim, era delicado, mas depois ele largou de mão. No começo eu falava: "Hector, eu não quero esse homem". E desligava a câmera. Ele era muito bom de lábia, né. Muito bom na entrevista. Então eu falava: "Hector, isso aqui eu já ouvi. Está cheio de entrevista na TV com você falando isso. Não é esse que eu quero, então vou desligar a câmera". E desligava. Teve filmagem que eu parei (risos). E não usei mesmo essas coisas. Porque ele era muito bom nisso, falava as mesmas coisas sempre. Enfim, eu fui desconstruindo e ficando só com aquele que me interessava, aquele homem. Aquele que está impresso no filme. Esse mais nas entranhas mesmo (risos). Veja Mais

Galvão Bueno fala sobre Maradona: 'A cada momento, produzia uma obra de arte'

G1 Pop & Arte Narrador, que acompanhou o jogador em Copas do Mundo, destacou o desempenho do argentino no Mundial de 86 e outros grandes momentos da carreira; veja VÍDEO Galvão Bueno destaca lances geniais de Diego Maradona Galvão Bueno falou nesta quarta-feira (25) sobre a relação com Diego Maradona, maior jogador da história da Argentina e lenda do futebol mundial, que morreu aos 60 anos após uma parada cardiorrespiratória. Veja a repercussão da morte de Maradona Maradona deixa marca de gênio polêmico na história do futebol Como narrador, Galvão acompanhou Maradona nas Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994. Em entrevista ao Jornal Hoje, ele relembrou grandes momentos da carreira do atleta em campo (assista ao vídeo acima). "A cada momento, ele produzia uma obra de arte. Mas, sem dúvida, a Copa de 86 foi o grande momento de Maradona", disse Galvão. Diego Maradona comemora após marcar seu gol da vitória contra a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo no México, em 22 de junho de 1986 Ted Blackbrow/Pool/Reuters/Arquivo O jogador foi decisivo para o título mundial argentino daquele ano. O campeonato eternizou Maradona pelos dois gols que ele marcou contra a seleção da Inglaterra nas quartas de final. "Como jogador de futebol, ele foi o que, em genialidade, mais se aproximou de Pelé. Para muitos, principalmente os argentinos, foi até maior que Pelé", acrescentou Galvão. Cirurgia no cérebro Maradona morreu em casa, na cidade de Tigre, na Argentina. Ele sofreu uma delicada cirurgia no cérebro no começo do mês e recebeu alta oito dias depois, após drenar uma pequena hemorragia no cérebro. O médico Leopoldo Luque afirmou na ocasião que a cirurgia era considerada simples, mas havia preocupação pela condição de saúde do ex-jogador. Initial plugin text Veja Mais

The Weeknd chama organização do Grammy de 'corrupta' após não receber indicações

G1 Pop & Arte Cantor foi uma das grandes ausências entre indicados anunciados nesta terça-feira (24) pela Academia de Gravação. Ele lançou disco 'After Hours' em março. The Weeknd canta no Lollapalooza 2017, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 O cantor The Weeknd reclamou nesta terça-feira (24) da organização do Grammy, após ficar de fora das indicações à premiação. Veja lista dos principais indicados "Os Grammys continuam corruptos. Vocês devem transparência a mim, a meus fãs e à indústria", escreveu o canadense em seu perfil no Twitter. Initial plugin text Em comunicado à revista "Hollywood Reporter", o presidente interino da Academia de Gravação, Harvey Mason Jr., afirmou que a ausência de Weeknd entre indicados não teve a ver com seu show no Super Bowl de 2021, como o site TMZ publicou. "Para ser claro, a votação em todas as categorias terminou muito antes que a apresentação de Weeknd no Super Bowl fosse anunciada, então não há como isso tenha afetado o processo de indicação", disse o chefe da organização do Grammy. "Houve um número recorde de aplicações neste ano incomum e competitivo. Nós entendemos que Weeknd esteja decepcionado por não ser indicado. Fiquei surpreso e tenho empatia com o que ele está sentindo. Sua música este ano foi excelente, e suas contribuições à comunidade da música e ao mundo foram dignas da admiração de todos." A Academia anunciou os indicados ao Grammy 2021, que acontece em 31 de janeiro de 2021, nesta terça. Os destaques nas categorias principais foram Beyoncé e Dua Lipa, que concorrem em dois dos prêmios mais prestigiados do evento (canção e gravação do ano). The Weeknd, que lançou o disco "After hours" em março, foi uma das principais ausências. Tanto que seu nome de batismo, Abel, entrou nos assuntos mais comentados do Twitter. Além dele, Selena Gomez, Katy Perry e Bob Dylan também passaram em branco. Grammy 2021: Veja lista de indicados de melhor música do ano Veja Mais

Glenn Close diz que Fernanda Montenegro merecia ter ganhado Oscar em 1999

G1 Pop & Arte 'Lembro o ano em que Gwyneth Paltrow ganhou daquela atriz incrível de 'Central do Brasil'. Eu pensei: 'O quê? Isso não faz sentido'', afirmou atriz durante entrevista à rede americana ABC. Glenn Close, indicada a melhor atriz por 'A Esposa', no tapete vermelho do Oscar 2019 Jordan Strauss/Invision/AP Glenn Close afirmou que Fernanda Montenegro merecia ter levado o Oscar de Melhor Atriz por "Central do Brasil" durante entrevista ao ABC News para promover o novo filme "Era uma vez um sonho". A atriz falou sobre o Oscar de 1999 quando foi questionada sobre como encara a opinião dos outros sobre quem merece levar o prêmio. "Honestamente, eu nunca entendi como é possível comparar atuações. Eu lembro aquele ano em que Gwyneth Paltrow ganhou daquela atriz incrível de 'Central do Brasil.' Eu pensei o quê? Isso não faz sentido", afirmou a atriz americana. Fernanda Montenegro interpretou Dora no filme 'Central do Brasil', de 1998 Divulgação Gwyneth Paltrow ganhou o Oscar pela atuação no filme "Shakespeare in Love". Além de Fernanda, também concorriam na mesma categoria Cate Blanchett, Meryl Streep e Emily Watson. Glenn foi indicada sete vezes ao Oscar nas categorias "Melhor Atriz" e "Melhor Atriz Coadjuvante", mas nunca levou a estatueta para casa. A indicação mais recente foi no Oscar 2019, quando concorria pela atuação no filme "A Esposa". 'Era uma vez um sonho' Glenn Close e Amy Adams em 'Era uma vez um sonho' Divulgação Ao longo da entrevista, a atriz americana falou sobre a preparação e caracterização para o filme "Era uma vez um sonho", do diretor Ron Howard ("Apollo 13" e "Uma Mente Brilhante"). Baseado no livro de memórias de J. Vance, o filme conta a história da volta à cidade natal de uma estudante de direito. Lá, ela encontra a mãe (Amy Adams) e a avó (Glenn). O filme está em cartaz nos cinemas e já entrou no catálogo da Netflix. As duas atrizes já começam a ser cotadas ao prêmio pelas atuações no drama, mas a Academia só vai anunciar a lista indicados ao Oscar 2021 em 15 de março. A maior premiação do cinema americano estava prevista para o dia 28 de fevereiro de 2021, mas foi adiada para 25 de abril por conta da pandemia do novo coronavírus. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Miguel Falabella testa positivo para Covid-19: 'Tive um leve mal-estar, mas estou bem'

G1 Pop & Arte Ator e apresentador gravou um vídeo com breve mensagem nas redes sociais. 'Esperando essa onda passar e ansioso pelo retorno da vida como todos nós.' Miguel Falabella testa positivo para Covid-19 Miguel Falabella usou as redes sociais para contar que testou positivo para Covid-19. Na manhã desta terça-feira (24), o ator e apresentador afirmou que teve um leve mal-estar, mas está bem e com acompanhamento médico. "Estou bem, aqui em quarentena, esperando essa onda passar e ansioso pelo retorno da vida como todos nós", afirmou Miguel. "Testei positivo pra Covid e estou em casa, aparentemente assintomático. Tive um leve mal-estar, mas estou com acompanhamento médico. Muito obrigado por vocês que estão preocupados, me telefonando, mandando mensagem", agradeceu o ator e apresentador. Miguel Falabella Reprodução/TV Globo VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

Emmy Internacional é nesta segunda-feira; veja indicados

G1 Pop & Arte Três produções da Globo estão na disputa: Andrea Beltrão concorre na categoria de Melhor Atriz por seu trabalho na série 'Hebe'. A novela 'Órfãos da terra' e a série 'Elis - Viver é Melhor que Sonhar' também aparecem na lista. Andrea Beltrão interpreta a apresentadora Hebe Camargo na série "Hebe" Divulgação A 48ª edição do Emmy Internacional acontece nesta segunda-feira (23). Os nomes dos vencedores serão anunciados durante cerimônia que acontece em Nova York. Ao todo, são 44 indicados de 20 países concorrendo em 11 categorias. Todas as obras foram exibidas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2019, conforme informou a premiação. Três produções da Globo foram indicadas ao Emmy Internacional. Estão na lista a atriz Andrea Beltrão, a novela "Órfãos da terra" e a série "Elis - Viver é Melhor que Sonhar". Andrea Beltrão concorre na categoria de Melhor Atriz por seu trabalho na série "Hebe". "Órfãos da Terra" disputa o prêmio de Telenovela e "Elis - Viver é Melhor que Sonhar" está entre as indicadas de Filme/Minissérie para TV. O Memória Globo traz uma página especial do Emmy, com as indicações e os vencedores da Globo. Globo recebe indicações em três categorias do Emmy Internacional de Entretenimento Confira todos os indicados do Emmy Internacional 2020: Programa de Arte "Jake And Charice" (Japão) "Refavela 40" (Brasil) "Vertige De La Chute" (França) "Why Do We Dance?" (Reino Unido) Melhor Atriz Emma Bading em "Play' (Alemanha) Andrea Beltrão em "Hebe" (Brasil) Glenda Jackson em "Elizabeth Is Missing" (Reino Unido) Yeo Yann Yann em "Invisible Stories" (Singapura) Melhor Ator Arjun Mathur em "Made In Heaven' (Índia) Billy Barratt em "Responsible Child" (Reino Unido) Guido Caprino em "1994" (Itália) Raphael Logam em "Impuros" – 2ª temporada (Brasil) Comédia "Back To Life" (Reino Unido) "Fifty" (Israel) "Four More Shots Please" (Índia) "Ninguém Tá Olhando" (Brasil) Documentário "El Testigo" (The Witness) (Colômbia) "For Sama" (Reino Unido) "Granni-E-Minem" (Coreia do Sul) "Terug Naar Rwanda" (Back To Rwanda) (Bélgica) Série de Drama "Charité 2" (Alemanha) "Criminal: UK" (Reino Unido) "Delhi Crime" (Índia) "El Jardín De Bronce" (The Bronze Garden) – 2ª Temporada 0 (Argentina) Melhor programa no Horário Nobre Americano em língua não-inglesa "20th Annual Latin GRAMMY Awards" "La Reina Del Sur" – S2ª Temporada "No Te Puedes Esconder" "Preso No.1" Programa de Entretenimento sem Roteiro "Canta Comigo" (Brasil) "Folkeopplysningen" – Make Lillestrøm Great Again (Noruega) "MasterChef Thailand" – 3ª temporada (Tailândia) "Old People’s Home For 4 Year Olds" (Austrália) Série de curta duração "Content" (Austrália) "#Martyisdead" (República Tcheca) "Mil Manos Por Argentina" (One Thousand Hands For Argentina) (Argentina) "People Like Us" – 2ª Temporada (Singapura) Telenovela "Chen Xi Yuan" (Love And Destiny) (China) "Na Corda Bamba" (On Thin Ice) (Portugal) "Órfãos Da Terra" (Orphans Of A Nation) (Brasil) "Pequeña Victoria" (Victoria Small) (Argentina) Filme/Minissérie para TV "L’Effondrement" (The Collapse) (França) "Elis – Viver É Melhor Que Sonhar" (Brasil) "The Festival Of The Little Gods" (Japão) "Responsible Child" (Reino Unido) Assista ao trailer da série 'Hebe' Veja Mais

Zé Felipe: como filho de Leonardo caiu na bregadeira e emplacou hit com ajuda da noiva Virgínia

G1 Pop & Arte 'Só tem eu' subverte regras do sertanejo, põe Auto-Tune na voz e usa batida de brega eletrônico para embalar dança da noiva 'influencer' Virgínia Fonseca; ouça história em podcast. Zé Felipe, um sertanejo de voz e de sangue, apareceu diferente no topo das paradas do Brasil. Desde o fim de outubro, o filho de Leonardo é número 1 no YouTube com versos românticos em ritmo de bregadeira baiana, no hit "Só tem eu". O G1 Ouviu, podcast de música do G1, conta como Zé Felipe infiltrou o amor sertanejo nos paredões de som e nas dancinhas de influenciadores, em especial de sua noiva Virgínia Fonseca. Ouça acima. Zé Felipe e Virgínia no clipe de 'Só tem eu' Divulgação "Só tem eu" desrespeita várias regras sertanejo tradicional. Além do ritmo, a maior "heresia" é o vocal com Auto-Tune, programa criado para corrigir erros na voz, mas que virou ferramenta para criar um efeito robótico, em especial no rap. Não se esperava essa ousadia de Zé Felipe, o quinto dos seis filhos do Leonardo. Ele aprendeu a tocar violão ainda criança com o pai e em 2014, aos 16 anos, já tinha contrato com a Sony Music. Zé fazia sertanejo pop adolescente, bem convencional, com canções que podiam ser do repertório do pai. Ele até se aventurou em misturas como o "funknejo", mas nunca longe das fórmulas do mercado. Leonardo e Zé Felipe Reprodução/Instagram Em 2016, por exemplo, lançou uma parceria com Ludmilla, “Não me toca”. É uma das músicas mais comportadas da carreira da cantora carioca. Até antes do fenômeno "Não me toca", que caminha para ser seu maior hit, a música mais ouvida de Zé Felipe no YouTube era "Tijolinho por tijolinho". É uma modinha sertaneja em dueto com Enzo Rabelo, filho do Bruno, parceiro de Marrone. Zé Felipe na fase teen-nejo Divulgação Mas em "Só tem eu", tudo está diferente. No clipe todo cor-de-rosa (inclusive o cabelo do cantor), Zé aparece dançando com Virgínia (13 milhões de seguidores no Instagram, mais que o noivo). O vídeo tem basicamente os dois dançando, namorando e mexendo no celular. A melodia até combina com sertanejo, mas a levada é de bregadeira, um brega mais dançante, com batida eletrônica, com baixo e guitarra de pagodão baiano. Zé Felipe diz que, depois de viajar muito pelo Brasil em turnês, não quer ficar preso só ao sertanejo. "Onde a gente vai, conhece música nova, cultura nova. O negócio é pegar o melhor de cada lugar e juntar na sua verdade. Sou cantor sertanejo", ele afirma. "Mas não é por minha essência ser sertaneja que tenho que gravar só moda de viola", completa. Zé Felipe anima 26 mil pessoas durante festa de aniversário de Montes Claros (MG) em 2017 Alexandre Nobre/InterTv "Quero poder agradar quem curte outros gêneros também. Quero levar minha música não só para o público sertanejo, mas para o máximo possível de pessoas", diz o filho de Leonardo. Essa ideia de "pegar o melhor de cada lugar" já tinha aparecido em “My baby”, lançada no final de 2018 por Zé Felipe, Naiara Azevedo e a banda Furacão Love, do Rio Grande do Norte. "Foi uma música que começou a tocar o Zé Felipe em lugares em que não tocavam antes", ele diz na terceira pessoa. O maior território conquistado foi o de festas de rua com caixas potentes, geralmente de som automotivo, os chamados "paredões". "Tocava muito em porta mala de carro, muito em paredão, começou a tocar em balada, então me levou para outro público", ele lembra. A expansão comercial também passa pelo gosto e pelas referências artísticas de Zé Felipe. "Só tem eu" tem versos declamados com influência de Bonde do Maluco, grupo de arrocha da Bahia que estourou em 2007 com "Não Vale Mais Chorar Por Ele", versão de "Don't matter", de Akon. Sobre o Auto-Tune, ele diz ouvir essa a robótica em músicas internacionais, mas a referência é brasileira. "Escuto do forró ao reggaeton. E o forró tem muito isso. Uma banda que eu escuto é o Forró Boys, de Brasília. Tem muito Melodyne [efeito semelhante ao Auto-Tune] na voz", ele explica. Leonardo com os filhos Pedro Leonardo, João Guilherme, Zé Felipe e Matheus Reprodução/Instagram Mas o que será que o pai dele, um dos grandes nomes desse sertanejo mais tradicional, achou de tantos elementos estranhos à tradição? "Cara, meu pai é louco com essa música. Apesar de ser sertanejo raiz, meu pai curte, é um cara de cabeça muito aberta, fala que música boa não tem gênero - e eu concordo plenamente", diz o filho de Leonardo. Os parceiros de "Só tem eu" estavam há tempos na mira de Zé Felipe. O paraibano Shylton Fernandes, coautor da música, e o produtor fluminense Rafinha RSQ já conversavam com ele bem antes de a música aparecer. Shylton é autor de hits como "Eu quero tchu, eu quero tcha", de João Lucas & Marcelo, "Juramento do dedinho", de Mano Walter, e "Recairei", dos Barões da Pisadinha. O compositor conta que "Só tem eu" foi composta como uma balada, mas ele teve a ideia de colocar em ritmo de bregadeira. "Quando montamos a música na batida da bregadeira com arrocha, eu mandei para várias pessoas, mas pensei: cara isso pode ser a cara do Zé Felipe", ele diz, e justifica: "Porque ele é um cara jovem e falou comigo: 'Shylton, eu quero algo que tenha a cara do Nordeste.' Fiquei com isso na cabeça". O produtor Rafinha RSQ é especialista em unir astros brasileiros de diferentes estilos, em parcerias como "Loka", de Anitta com Simone e Simaria, "Apaixonadinha", de Marília Mendonça com Léo Santana e "Puxa agarra e beija", da Turma do Pagode com Aviões do Forró. Ele vê potencial no "sertanejo de paredão" de "Só tem eu": "Ela conversa muito com o povo. E o povo periférico, especificamente onde tem muito paredão, muitas festas da periferia, é um povo que escuta muito arrocha e brega", ele diz. "Ela entra em lugares que o sertanejo não está tão inserido, porque conversa muito com o brega, conversa muito com o povo", diz Rafinha. Zé Felipe em imagem de divulgação do clipe de 'Só tem eu' Divulgação Rafinha começou a carreira como percussionista. Ele saiu de Campos (RJ) para tocar em Salvador aos 14 anos e entrou no Parangolé aos 16. "O que eu faço é aplicar o meu pensamento percussivo na harmonia", ele define. "Todo mundo imaginava essa música muito mais romântica do que dançante", Rafinha diz sobre "Só tem eu". "Só que eu faço romântico-dançante. Aí a pessoa canta o romance alegre. A Virgínia posta os vídeos sempre dançando", o produtor descreve. Os vídeos da noiva influenciadora no Instagram impulsionam o sucesso. A faixa virou hino para os fãs do casal, ainda mais depois que eles anunciaram que estão esperando o primeiro filho. O neto de Leonardo vai conhecer o suíngue brasileiro desde a barriga da mãe. Virgínia e Zé Felipe no clipe de 'Só tem eu' Divulgação Veja Mais

Lives de hoje: Iza, Chitãozinho e Xororó, Nando Reis e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Lauana Prado, Mato Seco e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais também fazem transmissões neste sábado (21). Veja horários. Iza, Chitãozinho e Xororó e Nando Reis fazem lives neste sábado (21) Iwi Onodera/Brazil News; Érico Andrade / G1; Carol Siqueira / Divulgação Iza e Letieres Leite & Orkestra Rumplilezz fazem live com participações de Bnegão, Carlinhos Brown, Chico Correa, João Milet Meirelles, Larissa Luz, Lazzo Matumbi, Margareth Menezes e Mateus Aleluia neste sábado (20). Chitãozinho e Xororó, Lauana Prado e Mato Seco também têm transmissões programadas. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Rodrigo Vellozo e Benito Di Paula - 17h - Link Mato Seco - 18h - Link Orquestra Filarmônica de Minas Gerais - Maratona Beethoven - 18h - Link Premê (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Chitãozinho e Xororó - 20h - Link IZA, Letieres Leite & Orkestra Rumplilezz recebem Bnegão, Carlinhos Brown, Chico Correa, João Milet Meirelles, Larissa Luz, Lazzo Matumbi, Margareth Menezes e Mateus Aleluia - 20h - Link e Multishow Letrux - 21h30 - Link Lauana Prado - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Lucy Alves lança single 'Dia de Festa', em parceria com Natiruts

G1 Pop & Arte Música 'Dia de Festa' fala sobre positividade e amor, segundo a cantora. Lucy Alves Divulgação A cantora paraibana Lucy Alves lançou nesta sexta-feira (20) o single "Dia de Festa", em parceria com a banda de reggae Natiruts. A música já está disponível nas plataformas digitais. Lucy conta que a música é "uma alegria que remete ao clima de verão". Ela foi composta pela musicista com o vocalista da banda Natiruts, Alexandre Carlo, e o produtor Marcel Sousa. A ideia da parceria com a banda Natiruts aconteceu após um show em Fortaleza, em 2019. A música foi gravada em Brasília e, segundo o vocalista Alexandre Carlo, é um "xote-reggaeton maravilhoso". "Admiro muito o trabalho do Alexandre e da banda Natiruts por trazerem pro reggae Brasil uma riqueza ímpar. Rico dos nossos ritmos e muita originalidade. Estou muito honrada com essa parceria. Isso é grande. 'Dia de Festa' é uma música que fala sobre positividade, amor e sonhar junto. É um trabalho muito lindo e estou muito feliz em dividi-lo com o público!", disse Lucy. Lucy se prepara para iniciar uma turnê nacional, que começa no dia 12 de dezembro no Rio de Janeiro. A turnê vai contar com o repertório do ep 'Chama' e outros sucessos da artista. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba Veja Mais

Lives de hoje: Emicida, Anelis Assumpção, Teresa Cristina e mais shows para ver em casa

G1 Pop & Arte Veja horários das transmissões desta sexta (20). Emicida, Anelis Assumpção e Teresa Cristina fazem lives nesta sexta (20) Divulgação; Reprodução/Instagram/Anelis Assumpção; Reprodução/Instagram/Teresa Cristina Emicida, Teresa Cristina, Anelis Assumpção fazem lives nesta sexta (20), Dia da Consciência Negra. A Feira Preta 2020 também começa nesta sexta com uma programação online que vai até o dia 10 de dezembro. São mais de 100 atrações nacionais e internacionais, entre shows, workshops, talks e painéis. A abertura na parte da música fica com Amaro Freitas e Sidmar, que vão fazer um show direto da Casa Natural Musical em São Paulo. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Veja horários e links: Amaro Freitas e Sidmar - Feira Preta 2020 - 18h - Link Danny Bond - Festival Bem Bolado + Showlivre - 19h - Link Samba de Dandara convida Graça Braga e Raquel Tobias (Em Casa com Sesc) - 19h - Link Teresa Cristina - 19h - Link Emicida - 20h - Link Mac DeMarco - Transmissão paga - 21h - Link Marina Peralta - 21h - Link Pitty - 21h - Link Anelis canta Itamar Assumpção - Lançamento do Museu Itamar Assumpção - 21h30 - Link Seu Jorge, Agnes Nunes, Xamã, Toni Garrido, Orochi, Mahal Reis, Zé Ricardo e Priscila Tossan - Consciência com Melodia - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Livro de memórias de Barack Obama vende mais de 887 mil cópias em lançamento

G1 Pop & Arte 'A Promised Land' foi lançado na terça-feira (17) e traz a trajetória do ex-presidente americano contada por suas próprias palavras. Livro de memórias de Barack Obama vende mais de 887 mil cópias em lançamento Divulgação "A Promised Land" ("Uma terra prometida"), livro de memórias de Barack Obama, vendeu mais de 887 mil cópias na terça-feira (17), dia de seu lançamento. Segundo a Penguin Random House, o número coloca o livro como o de "maior venda total em lançamento de qualquer outro livro já publicado pela editora". O número representa a soma da pré-venda com as vendas no dia do lançamento, em todos os formatos e edições nos Estados Unidos e Canadá. Em "Uma terra prometida", Barack Obama narra, nas próprias palavras, a história de sua trajetória, desde quando era um jovem em busca de sua identidade até se tornar líder da maior democracia do mundo. Durante entrevista ao programa "Conversa com Bial", que foi ao ar esta semana, Obama comentou passagens do livro em que fala sobre o Brasil, como quando visitou o Cristo Redentor com sua família, no Rio de Janeiro. Ele também relembrou o momento em contrariou sua segurança para se aproximar de centenas de crianças na Cidade de Deus. "As crianças nas favelas, no Rio, em Chicago, ou em qualquer lugar do mundo, precisam de mais do que inspiração, precisam de boas escolas, trabalhos quando se formarem", disse Obama. VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop: Veja Mais

'Mank': Gary Oldman e David Fincher celebram 'Cidadão Kane' em clássico moderno; G1 já viu

G1 Pop & Arte Com um dos melhores roteiros do ano e atuações impecáveis, filme que estreia em cinemas nesta quinta (19) conta história de escritor da produção de Orson Welles. Em menos de 20 minutos, é possível perceber que "Mank" é um dos melhores roteiros de 2020. Ao final da história dirigida por David Fincher ("Garota exemplar"), não dá para negar que é um dos melhores filmes dos últimos anos. A produção estreia em cinemas brasileiros nesta quinta-feira (19) e na Netflix em 4 de dezembro. Assista ao trailer de 'Mank' Com a ajuda de um elenco inspirado pela atuação de um Gary Oldman ("O destino de uma nação") no auge, o cineasta foca nos bastidores pouco conhecidos da obra-prima de Orson Welles, "Cidadão Kane" (1941), mas também entrega um novo clássico moderno. Tudo isso com uma fotografia em preto e branco belíssima e diálogos construídos por frases de efeito com tamanha maestria que transcendem o clichê para formar um possível concorrente poderoso ao Oscar. Cidadão Mank Inspirado em fatos, mas sem compromisso com um retrato fiel da realidade, "Mank" acerta ao se aprofundar na história do roteirista Herman J. Mankiewicz (Oldman) e ir além da parceria complexa com Welles (Tom Burke), que aparece de forma passageira na trama, para a realização de "Cidadão Kane". Com isso, o filme pega emprestado o formato não linear do clássico para retratar momentos marcantes de uma vida que se confunde com a história do cinema entre as décadas de 1920 e 1940, e mostrar que tem um protagonista tão grandioso – ou pelo menos interessante – quanto Charles Foster Kane. Tom Burke e Gary Oldman em cena de 'Mank' Divulgação/Netflix Entre idas e vindas, o público acompanha seus problemas com a bebida e com apostas e sua relação com figuras poderosas como chefes de estúdios. Com paciência e cuidado, o enredo desvenda aos poucos o mistério de como a amizade improvável entre o beberrão desbocado e o magnata de mídia William Randolph Hearst (Charles Dance) se transformou no roteiro sobre um certo cidadão sedento por poder. A produção ainda encontra espaço para dar voz a outras personagens esquecidas no sucesso da obra de Welles, como a da atriz Marion Davis (Amanda Seyfried), jovem amante de Hearst, e de Rita Alexander (Lily Collins), secretária que ajudou Mankiewicz a escrever depois de um acidente de carro. Charles Dance em cena de 'Mank' Divulgação/Netflix Ingredientes poderosos Com fotografia fiel à época e uma história fundamentalmente humana, "Mank" é talvez o filme menos marcado pelo estilo de Fincher em sua carreira, celebrada por obras de linguagem única como "Seven: Os sete crimes capitais" (1995) e "Clube da luta" (1999). A escolha talvez seja explicada pelo roteiro, assinado pelo pai do cineasta, Jack Fincher, antes de sua morte em 2003. O respeito pelo texto é acompanhado por uma devoção às atuações, encabeçadas por Oldman, em um dos melhores trabalhos de uma carreira repleta de personagens inesquecíveis. Sob o olhar do diretor, o britânico tem espaço para elevar as performances de todos a seu redor, com um desempenho desenfreado e autodestrutivo mas doce e carismático, tudo ao mesmo tempo, como apenas alguém no ápice de sua arte conseguiria. Arliss Howard e Amanda Seyfried em cena de 'Mank' Divulgação/Netflix Entre um elenco notável se destaca também Seyfried, que dá a Davies uma sagacidade contida indispensável para equipará-la a Mankiewicz, e justificar o carinho entre dois personagens tão distintos, um dos pontos centrais da trama. "Mank" mostra como um roteiro impecável é a base de atuações brilhantes – e prova o poder explosivo da mistura desses dois ingredientes quando bem utilizados. Ao partir da celebração de um dos maiores clássicos do cinema, o filme se torna algo mais: uma homenagem ao próprio ofício de contar histórias em duas horas e alguns trocados. Gary Oldman em cena de 'Mank' Divulgação/Netflix Veja Mais

Game Awards 2020: 'The last of us part 2' e 'Hades' lideram indicações; veja lista

G1 Pop & Arte Continuação pós-apocalíptica recebeu 10 indicações e jogo independente ficou com oito. 'Ghost of Tsushima' concorre em sete categorias. Premiação acontece dia 10 de dezembro. Ellie em 'The last of us part 2' Divulgação M O Game Awards 2020 anunciou sua lista completa de indicados nesta quarta-feira (18). A premiação acontece de forma digital, por causa da pandemia, no dia 10 de dezembro. "The last of us part 2" foi o jogo com o maior número de indicações, 10 no total. O independente "Hades" ficou com oito. "Ghost of Tsushima" foi o terceiro, concorrendo em sete categorias. Na categoria principal, a de jogo do ano, o trio compete com "Animal Crossing: New Horizons", "Doom Eternal" e "Final Fantasy VII Remake". Em 2019, o vencedor de game do ano foi "Sekiro: Shadows die twice", mas "Disco Elysium" foi o game com o maior número de vitórias, com quatro no total. Veja lista completa de indicações abaixo: Jogo do ano "Animal Crossing: New Horizons" "Doom Eternal" "Final Fantasy VII Remake" "Ghost of Tsushima" "Hades" "The Last of Us Part II Melhor direção "Final Fantasy VII Remake" "Ghost of Tsushima" "Hades" "Half-Life: Alyx" "The Last of Us Part II" Melhor narrativa "13 Sentinels: Aegis Rim" "Final Fantasy VII Remake" "Ghost of Tsushima" "Hades" "The Last of Us Part II" Melhor direção de arte "Final Fantasy VII Remake"" "Ghost of Tsushima" "Hades" "Ori and the Will of the Wisps" "The Last of Us Part II" Melhor trilha sonora/música "DOOM Eternal" "Final Fantasy VII Remake" "Hades" "Ori and the Will of the Wisps" "The Last of Us Part II" Melhor design de áudio "DOOM Eternal" "Half-Life: Alyx" "Ghost of Tsushima" "Resident Evil 3" "The Last of Us Part 2" Melhor atuação Ashley Johnson como Ellie, "The Last of Us Part II" Laura Bailey como Abby, "The Last of Us Part II" Daisuke Tsuji como Jin Sakai, "Ghost of Tsushima" Logan Cunningham como Hades, "Hades" Nadji Jeter como Miles Morales, "Marvel’s Spider-Man: Miles Morales" Games for Impact "If Found…" "Kentucky Route Zero: TV Edition" "Spiritfarer" "Tel Me Why" "Through the Darkest of Times" Melhor game ainda em atualização "Apex Legends" "Destiny 2" "Call of Duty Warzone" "Fortnite" "No Man’s Sky" Melhor jogo independente "Carrion" "Fall Guys: Ultimate Knockout" "Hades" "Spelunky 2" "Spiritfarer" Melhor jogo para dispositivos móveis "Among Us" "Call of Duty Mobile" "Genshin Impact" "Legends of Runeterra" "Pokémon Café Mix" Melhor apoio à comunidade "Apex Legends" "Destiny 2" "Fall Guys" "Fortnite" "No Man’s Sky" "Valorant" Melhor inovação em acessibilidade "Assassin’s Creed Valhalla" "Grounded" "HyperDot" "The Last of Us Part II" "Watch Dogs Legion" Melhor jogo de realidade virtual/realidade aumentada "Dreams" "Half-Life: Alyx" "MARVEL’s Iron Man VR" "STAR WARS: Squadrons" "The Walking Dead: Saints & Sinners" Melhor jogo de ação "DOOM Eternal" "Hades" "Half-Life: Alyx" "Nioh 2" "Streets of Rage 4" Melhor jogo de ação/aventura "Assassin’s Creed Valhalla" "Ghost of Tsushima" "MARVEL’s Spider-Man: Miles Morales" "Ori and the Will of the Wisps" "Star Wars Jedi: Fallen Order" "The Last of Us Part II" Melhor jogo de RPG "Final Fantasy VII Remake" "Genshin Impact" "Persona 5 Royal" "Wasteland 3" "Yakuza: Like a Dragon" Melhor jogo de luta "Granblue Fantasy: Versus" "Mortal Kombat 11/Ultimate" "Street Fighter V: Champion Edition" "One Punch Man: A Hero Nobody Knows" "UNDER NIGHT IN-BIRTH Exe: Late[cl-r]" Melhor jogo para família "Animal Crossing: New Horizons" "Crash Bandicoot 4: It’s About Time" "Fall Guys: Ultimate Knockout" "Mario Kart Live: Home Circuit" "Minecraft Dungeons" "Paper Mario: The Origami King" Melhor jogo de simulação/estratégia "Crusader Kings III" "Desperados III" "Gears Tactics" "Microsoft Flight Simulator" "XCOM: Chimera Squad" Melhor jogo de esporte/corrida "Dirt 5" "F1 2020" "FIFA 21" "NBA 2K21" "Tony Hawk’s Pro Skater 1+2" Melhor jogo multiplayer "Animal Crossing: New Horizons" "Among Us" "Call of Duty: Warzone" "Fall Guys: Ultimate Knockout" "Valorant" Melhor jogo de estreia "Carrion" "Mortal Shell" "Raji: An Ancient Epic" "Röki" "Phasmophobia" Criador de conteúdo do ano Alanah Pearce NickMercs TimtheTatman Jay Ann Lopez Valkyrae Melhor jogo de eSports "Call of Duty: Modern Warfare" "Counter-Strike: Global Offensive" "Fortnite" "League of Legends" "Valorant" Melhor atleta de eSports Ian "Crimsix" Porter / "Call of Duty" Heo "Showmaker" Su / "League of Legends" Kim "Canyon" Geon-bu / "League of Legends" Anthony "Shotzzy" Cuevas-Castro / "Call of Duty" Matthieu "ZywOo" Herbaut / "CS:GO" Melhor time de eSports DAMWON Gaming / "League of Legends" Dallas Empire / "Call of Duty" San Francisco Shock / "Overwatch" G2 Esports / "League of Legends" Team Secret / "DOTA2" Melhor evento de eSports BLAST Premier: Spring E2020 European Finals ("CS:GO") "Call of Duty" League Championship 2020 IEM Katowice 2020 ("CS:GO") "League of Legends" World Championship 2020 "Overwatch" League Grand Finals 2020 Melhor apresentador de eSports Eefje "Sjokz" Depoortere Alex "Machine" Richardson Alex "Goldenboy" Mendez James "Dash" Patterson Jorien "Sheever" van der Heijden Veja Mais

Combos do Globoplay com Disney+ começam a ser vendidos nesta terça-feira (17)

G1 Pop & Arte Serviços de streaming poderão ser assinados em uma única oferta, a partir de R$ 37,90. Globoplay e Disney+ se unem para oferecer combo inédito no Brasil Divulgação As vendas dos combos do Globoplay com Disney+ começam na manhã desta terça-feira (17). Os dois serviços de streaming poderão ser assinados em uma única oferta, a partir de R$ 37,90. O anúncio de parceria entre as plataformas foi feito no início de novembro. Serão oferecidos combos do Disney+ com o Globoplay básico e com o novo Globoplay + Canais Ao Vivo, em planos mensais e anuais. Os descontos vão de 10% a 25% em relação aos preços dos produtos assinados isoladamente no plano mensal. Os atuais assinantes do Globoplay que contrataram o serviço diretamente pela web também poderão fazer upgrade para os novos combos. “Nós sempre ouvimos os consumidores para entender seus desejos e aspirações. Nesse processo, uma mensagem vem se tornando cada vez mais clara: as pessoas querem simplicidade, conveniência, qualidade e preço justo. Para atender a essa demanda, nos associamos aos nossos parceiros da Disney para reunir em uma única oferta dois serviços de streaming que têm simplesmente o melhor em termos de conteúdo: filmes, séries, novelas, documentários, desenhos, programas infantis e para a família e ainda os melhores canais da TV por assinatura, no caso do combo com o Globoplay + Canais ao vivo. Tudo isso por um preço que as pessoas podem pagar”, afirma Erick Brêtas, diretor de Produtos e Serviços Digitais da Globo. Quais os preços? Globoplay com Disney+ Mensal: R$ 43,90 por mês Anual: R$ 454,80 ou em até 12 X R$ 37,90 Globoplay + canais ao vivo com Disney+ Mensal: R$ 69,90 por mês Anual: R$ 718,80 ou em até 12 x R$ 59,90 O que estará disponível no Disney+? O serviço de streaming por assinatura da The Walt Disney Company contará com o acesso exclusivo e permanente à coleção completa disponível de filmes e séries de Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic, além de produções originais exclusivas. Na América Latina, alguns dos novos filmes, séries, documentários e curtas produzidos para serem vistos somente na plataforma (Disney+ Originals, com 19 indicações ao Emmy® no 2020) estarão disponíveis no lançamento do serviço, outros irão estrear posteriormente. As novas histórias da Marvel Studios, que chegarão na região em lançamento simultâneo aos EUA atualmente programado para 2020 e 2021: "WandaVision", a série de comédia que combina o estilo das comédias clássicas com o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), no qual Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) estão vivendo uma vida suburbana ideal, até começarem suspeitar que nem tudo é o que parece "Falcão e o Soldado Invernal", que reúne Sam Wilson/Falcão (Anthony Mackie) e Bucky Barnes/O Soldado Invernal (Sebastian Stan) após os eventos de "Vingadores: Ultimato", em uma aventura global que testa suas habilidades e paciência; e "Loki", uma nova série na qual Tom Hiddleston volta ao seu papel como Loki e que também se passa depois de "Vingadores: Ultimato". Os oito episódios que compõem a primeira temporada de “The Mandalorian”, a série épica de live-action da saga Star Wars que acumula 15 indicações ao Emmy, com Jon Favreau como showrunner e Pedro Pascal como o Mandaloriano. Os fãs de Star Wars também poderão ver em novembro "Disney Gallery: The Mandalorian" uma série documental que explora os bastidores da primeira temporada de "The Mandalorian" em entrevistas, imagens exclusivas e mesas redondas com os envolvidos no projeto. Além disso, "Star Wars: The Clone Wars", a série animada vencedora do Emmy, retorna para sua conclusão épica no Disney+. Filmes criados pelo The Walt Disney Studios exclusivamente para a plataforma, como "A Dama e o Vagabundo", uma versão live-action do clássico de animação de 1955; "Noelle", uma comédia original com temática natalina protagonizada por Anna Kendrick; "Togo", uma história real ambientada no inverno de 1925, na perigosa tundra do Alasca, cheia de aventura, que testarão a força, a coragem e a determinação de um homem, Leonhard Seppala (interpretado por Willem Dafoe, nomeado para o Oscar quatro vezes) e Togo, seu principal cão de trenó Filmes que capturam a essência de experiências ao vivo, como "Hamilton", que representa um salto na arte de filmar shows ao vivo como longas-metragens e transportará o público para o mundo dos espetáculos da Broadway de maneira única e intimista, conta com a direção de Thomas Kail e produção executiva de Lin-Manuel Miranda e Jeffrey Seller, entre outros. "High School Musical: O Musical - A Série", uma nova série que segue os dias dos alunos do East High que estão se preparando para apresentar um musical na escola pela primeira vez, com muitas referências à franquia original do Disney Channel. "Secret Society of Second-Born Royals", um filme emocionante que combina o encanto da realeza com as aventuras repletas de ação de super-heróis em treinamento. Da diretora Anna Mastro e baseado em uma história de Alex Litvak, Andrew Green e Austin Winsberg. A série original do Disney+ "The Right Stuff" uma adaptação do best-seller homônimo de Tom Wolfe, no qual ele relata no gênero "não-ficção" os primeiros dias do programa espacial dos Estados Unidos. Produzida para a National Geographic por Leonardo Di Caprio e Jennifer Davisson da Appian Way e Warnet Bros Television. Warner Horizon Scripted Television, c.Mark Lafferty ("Castle Rock", "Halt and Catch Fire") é produtor executivo e showrunner. O "Projeto Os Heróis da Marvel", que celebra os extraordinários jovens que fazem a diferença em suas comunidades. A série documental de seis episódios "The Imagineering Story", da diretora Leslie Iwerks, indicada ao Emmy e ao Oscar. As novas séries em formato curto "Pixar na Vida Real", "Disney Family Sundays", "Forky Asks a Question" e a coleção completa de curtas “Disney Sparkshots”, da Pixar Animation Studios. Animações clássicas da Walt Disney Signature Collection, da Walt Disney Animation Studios, criados ou inspirados na imaginação e no legado de Walt Disney, incluindo: "Branca de Neve e os sete anões", "A bela e a fera", "Pinóquio", "Bambi", "O rei leão", "A dama e o vagabundo", "Peter pan", "A pequena sereia", "Cinderela" entre outros. Os mais recentes sucessos da Disney em live-action, tais como: "Aladdin", "Mogli - o menino lobo", "O rei leão", "A bela e a fera", "Cinderela", entre outros. Filmes produzidos pela Marvel Studios e distribuídos pela Walt Disney Studios que fazem parte do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) de “Homem de Ferro” a “Vingadores: Ultimato”. A saga completa de STAR WARS, desde a estreia em 1977 até o ápice em 2019, além de títulos lançados no cinema que ampliam esse universo como "Rogue One: Uma história Star Wars" e "Han Solo: Uma história Star Wars". E no Globoplay? Só no Globoplay o público encontra novelas que fizeram e fazem história, filmes e séries internacionais e nacionais, produções exclusivas, jornalismo, além da programação ao vivo e completa de todos os canais Globo para assistir como e onde quiser. O Globoplay decidiu resgatar títulos clássicos de novelas a cada duas semanas. São desde novelas que jamais foram reprisadas até grandes sucessos exibidos no ‘Vale a Pena Ver de Novo’ e no Viva. “A Favorita”, “Explode Coração”, “Tieta”, “Vale Tudo”, “Laços de Família”, “Fera Radical”, entre outras, estão entre os títulos já disponibilizados. Até agora a plataforma tem 107 novelas disponíveis. O investimento em originais nacionais é crescente. São séries como “Hebe”, “Desalma”, “Todas as Mulheres do Mundo”, “Shippados”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, entre outras. Ainda este mês, “As Five” chega à plataforma. A parceria com o mercado independente é cada vez mais frequente. Entre as séries originais que são coproduções estão “Arcanjo Renegado”, “A Divisão” e “Sessão de Terapia”. Também há séries internacionais vencedoras de Emmys como The “Handmaid’s Tale”, “Homeland”, “Modern Family”, “Killing Eve”, “Grey’s Anatomy” e “Dexter”. Outros sucessos internacionais são “The Good Doctor”, “Manifest”, “The Big Bang Theory”, “Filho Pródigo”, “Vampire Diaries”, “Prison Break”, “One Tree Hill”, “Chicago Fire”, “Chicago PD”, “Chicago Med”, entre outros. Documentários originais e exclusivos apresentam temas relevantes e que dialogam com a sociedade, como “Marielle”, “Em Nome de Deus”, “Medina”, entre outros. O cardápio tem ainda shows ao vivo e documentários musicais exclusivos de diversos artistas, entre eles da dupla “Sandy & Junior”, “Tardezinha” (Thiaguinho) e o documentário “Narciso em Férias” (Caetano Veloso). Conteúdos exclusivos Globoplay como “Zoey a Sua Fantástica Playlist”, “Como se Tornar uma Divindade na Flórida”, “The Head – Mistério na Antártida”, “A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert”, “A Million Little Things”, entre outros. Filmes nacionais e internacionais como “Cinquenta Tons de Cinza”, “Os Homens São de Marte e é Pra Lá que Eu Vou”, “Kung Fu Panda 3”, “Minha Mãe é Uma Peça 2”, “Como Treinar Seu Dragão 2”, “Manchester à Beira-mar”, entre outros. Toda programação ao vivo da Globo. Oferta completa dos canais lineares da Globo através do Globoplay + canais ao vivo, que agrega em um só lugar, além da TV Globo, o Multishow, Globonews, Sportv 1, Sportv 2, Sportv 3, GNT, Viva, Gloob, Gloobinho, Off, Bis, Mais Na Tela, Megapix, Universal TV, Studio Univeral, SYFY, Canal Brasil e Futura. VÍDEOS: as notícias mais assistidas do G1 nos últimos 7 dias Veja Mais

'O homem disparou': como as eleições de 2020 criaram um dos hits do ano

G1 Pop & Arte Jingle genérico em ritmo de pisadinha foi o grande sucesso musical da campanha. Podcast conta história: piauiense criou letra e se juntou a paraibano em álbum com modelos de faixas. Antes de as urnas serem apuradas no primeiro turno já dá para apontar o vencedor musical das eleições municipais de 2020: "O homem disparou", jingle genérico em ritmo de forró pisadinha, se espalhou pelo Brasil e tocou sem parar, até em campanhas concorrentes. O G1 Ouviu, podcast de música do G1, contou a história de 'O homem disparou'. Ouça acima. Clipe de 'O homem disparou' Reprodução/Redes sociais O hit foi além das caixas de som de comícios. No YouTube, só os principais vídeos com a música - que nem falam de um candidato em específico - somam mais de 6 milhões de visualizações. A faixa também entrou no top 20 de canções virais do Spotify. A música tem versos como "ele é querido, atencioso, trouxe a liberdade paro o nosso povo", que podem servir para qualquer candidato. Dupla de forró faz sucesso com jingle genérico "O homem disparou" tem melodia de um músico mineiro, feita para uma banda brasiliense, reciclada por um cantor piauiense e encomendada por um agente cearense. O estouro foi no projeto de um empresário paraibano: criar um álbum só com esses jingles genéricos. O jingle que roda o Brasil também tem uma história que cruzou o país. Conheça a jornada de 'O homem disparou' em seis passos: Em 2013, a banda brasiliense Forró Perfeito lançou "Menina pavorô", escrita pelo mineiro João Silveira, que é cantor, compositor e empresário do grupo. Ela tocou muito no Nordeste na época, mas não chegou a ser hit nacional. No início de 2020, o empresário cearense Francisco Neto, que mora em São Paulo, foi procurado por um pré-candidato a prefeito no interior do Piauí, em busca de um jingle. Como ainda não era período eleitoral, ele não podia citar o nome do candidato. O jingle genérico "O homem disparou" foi composto a pedido de Francisco pelo piauiense César Araújo, com letra nova sobre um político qualquer, usando a melodia de "Menina pavorô". A faixa se espalhou pela internet e despertou o interesse do empresário paraibano Patrício da Costa, que mora em Recife e agencia o cantor cearense Karkará, do grupo Vilões do Forró. Patrício e Karkará estavam montando um álbum só com esses jingles genéricos, que pudessem ser usados por vários candidatos. Eles chamaram César para participar e cantar sua faixa. Regravada por César Araújo, Karkará e os Vilões do Forró, com direito a videoclipe, a faixa estourou de vez, usada até por campanhas que concorrem entre si. Leia mais. Karkará (esquerda) e César Araújo (direita) no clipe de 'O homem disparou', gravado no Piauí Divulgação Pisadinha certeira Essa simplicidade da pisadinha, forró todo feito no teclado, é uma das características que faz o estilo se espalhar pelo Brasil, como o G1 explicou nessa reportagem. "O homem disparou" segue a fórmula de novos ídolos como os Barões da Pisadinha - que o G1 também explicou aqui no 'Barômetro da pisadinha': o som forte e seco da caixa de bateria; uma frase de teclado marcante logo no início; melodia festiva que combina com as "festas de piseiro" - vide o "pararapapa" no fim da música. Veja Mais

Will Smith mostra trailer de reunião de elenco de 'Um Maluco no Pedaço'

G1 Pop & Arte Encontro entre atores será exibido no dia 19 de novembro na HBO e terá homenagem ao ator James Avery, o tio Phill da série. Will Smith mostra fotos de reunião especial com elenco de 'Um Maluco no Pedaço' Reprodução/Instagram Will Smith divulgou nesta sexta-feira (13) um trailer do encontro entre o elenco de "Um Maluco no Pedaço". A reunião especial com os atores aconteceu em setembro, em comemoração aos 30 anos desde a estreia da série. O encontro completo será exibido no dia 19 de novembro pela HBO. "Estas são as pessoas que me fizeram ser o homem que sou hoje. E eu não poderia deixar esse dia passar sem registrar a ocasião", escreveu Will Smith em suas redes sociais ao divulgar o trailer. Initial plugin text No vídeo, imagens do animado e emocionante encontro mesclam com cenas de episódios da série. No vídeo, Will também recorda sua emoção em das cenas gravadas ao lado de James Avery, o tio Phill, que morreu em 2014 aos 65 anos. Will Smith mostra trailer de reunião de elenco de 'Um Maluco no Pedaço' Além do encontro especial, a série "Um maluco no pedaço" ganhará em breve uma versão dramática produzida por Will Smith. Em vídeo um publicado em seu canal no YouTube, o ator afirmou que o projeto terá ao menos duas temporadas. "Um Maluco no Pedaço" foi exibido nos EUA por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, foi exibido pelo SBT a partir do ano 2000. O clássico revelou os talentos cômicos e de atuação de Smith, um jovem rapper que viria a se tornar um dos maiores astros do cinema de Hollywood. Veja Mais