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Luan Santana acha cobra em sua casa: 'Minha preocupação foi devolver o animal ao seu habitat'; veja vídeo

G1 Pop & Arte Cobra foi encontrada em um vaso de planta da mansão do cantor em São Paulo e resgatada pela equipe do condomínio; veja vídeo. Luan Santana acha cobra em sua casa Luan Santana achou uma cobra na varanda de sua mansão em São Paulo e chamou o resgate do condomínio para devolver o animal. Veja o vídeo acima. "Minha preocupação foi a de devolver o animal em seu habitat natural, o que foi possível , já que o condominio é cercado de mata virgem e tem equipe preparada para o resgate e cuidados", disse o cantor ao g1. No vídeo, Luan e os funcionários do condomínio conversam sobre a cobra e especulam se ela é uma jararaca ou uma cascavel. O cantor também mandou outro vídeo que mostra o animal já capturado mais de perto. Veja Mais

Aos 78 anos, Roger Waters se casa pela quinta vez

G1 Pop & Arte Cantor mostrou imagens de cerimônia de união com Kamilah Chavis em suas redes sociais. 'Estou muito feliz'. Aos 78 anos, Roger Waters se casa pela quinta vez Reprodução/Instagram O cantor e compositor inglês Roger Waters, de 78 anos, anunciou que se casou pela quinta vez. Em suas redes sociais, o ex-integrante da banda Pink Floyd, compartilhou imagens com a mulher, Kamilah Chavis, durante a cerimônia, que aconteceu em uma das propriedades do astro, em Bridgehampton, em Nova York. "Estou muito feliz", escreveu Waters. Segundo o jornal Daily Mail, o cantor comprou a propriedade em 2010 por US$ 16,2 milhões. Initial plugin text Ainda de acordo com a publicação, em 2018, Waters contou que conheceu Kamilah anos antes durante uma de suas turnês. Na ocasião, ela trabalhava com transportes e dirigia o carro que o levava e o deixava no hotel. A primeira imagem oficial dos dois juntos foi feita em 2019, durante o Festival de Veneza. Antes de Karinah, Roger Waters foi casado com Judy Trim (entre 1969 e 1975), Lady Carolyne Christie (de 1974 até 1992), Priscilla Phillips (com quem permaneceu de 1993 a 2001) e Laurie Durning, de quem se separou em 2015. Os dois estavam juntos desde 2004 e se casaram em 2012. Roger Waters lança filme que conta a turnê "Us + Them” Veja Mais

Obra autodestruída de Banksy volta a ser leiloada; nova versão está avaliada entre US$ 5,5 e US$ 8,2 milhões

G1 Pop & Arte 'Menina com balão' será vendida três anos após obra de arte se autodestruir assim que foi vendida. Funcionários da casa de leilões Sotheby’s apresentam a obra "Menina do balão", de Banksy. Nova versão da obra será vendida em leilão em 14 de outubro Tolga Akmen / AFP O quadro "Menina com balão" de Banksy retorna à cena do crime. Três anos depois de se autodestruir parcialmente durante um leilão em Londres, o que resta da obra volta a ser vendido nesta quinta-feira (14) no mesmo local. Esta nova versão, rebatizada de "Love is in the Bin" ("Amor está no lixo"), está avaliada entre 4 e 6 milhões de libras (US$ 5,5 milhões e US$ 8,2 milhões), de acordo com a casa de leilões Sotheby's. O valor equivale atualmente a algo entre R$ 30 milhões e R$ 45 milhões. Essa estimativa, que pode ser superada, é entre quatro e seis vezes mais elevada do que o preço pago na primeira venda por um colecionador anônimo em 2018. O famoso artista de rua, cuja identidade permanece um mistério, surpreendeu o mundo naquele leilão, também na Sotheby's de Londres. Assim que o martelo foi batido ao lance mais elevado, um mecanismo escondido na moldura destruiu a parte inferior da tela, que representa uma menina soltando um balão em forma de coração. Agora, apenas o balão permanece em um fundo branco. Com esta ação, Banksy afirmou que desejava denunciar a "mercantilização" da arte, embora, no final, os restos de sua obra provavelmente serão revalorizados. Em seu comunicado anunciando a venda, a Sotheby's descreveu a destruição como o "acontecimento" artístico mais espetacular do século XXI, enquadrado "na herança da arte contracultural que começou com o dadaísmo e Marcel Duchamp". "Durante aquela noite surrealista de três anos atrás, acidentalmente me tornei o dono privilegiado de 'Amor está no lixo' (...) mas é hora de me separar", declarou o comprador anônimo, citado em nota da Sotheby's. "Menina com balão" apareceu pela primeira vez em 2002 e se transformou em "uma espécie de leitmotiv" para Banksy e em "uma obra muito apreciada", disse à AFP Katharine Arnold, curadora da Christie's para arte contemporânea e do pós-guerra na Europa. Banksy se tornou mundialmente conhecido por suas obras pintadas às escondidas em paredes de edifícios em vários países. O artista urbano gosta de provocar e conscientizar através de sua arte, e já abordou temas como o Brexit e a imigração. Até o momento, sua identidade permanece desconhecida, mas sabe-se que ele é originário da cidade de Bristol, na Inglaterra. Obra de Banksy triturada durante Leilão é exposta na Alemanha Veja Mais

Vikings, guerras e zumbis: Uma análise das letras das bandas de sócios da Prevent Senior

G1 Pop & Arte Carreira musical dos irmãos Parrillo foi citada na CPI da Covid. Em duas bandas, empresários passearam por festivais e lançaram música sobre superar momento difícil durante a pandemia. Semana Pop mostra o som e o que dizem as letras das bandas de sócios da Prevent Senior Em meio a fatos agora investigados na CPI da Covid, sócios da Prevent Senior usavam parte de seu tempo livre para cantar sobre temas como vikings, guerras e zumbis. Os irmãos Eduardo e Fernando Parrillo integraram pelo menos duas bandas de rock, em uma carreira musical que ganhou luz no noticiário ao ser citada na comissão para investigar irregularidades durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. A operadora de planos de saúde é investigada no Senado por conduta antiética e anticientífica. Pesam sobre ela denúncias de alteração de prontuários médicos para maquiar mortes, realização de pesquisa médica sem consentimento de pacientes e distribuição de medicamentos para tratamento precoce da doença – que não têm qualquer eficácia comprovada. Rock 'viking' Eduardo Parrillo, um dos sócios da Prevent Senior, é o vocalista da banda Armored Dawn (centro); grupo foi cortado de festival em SP após empresa ser investigada pela CPI da Covid Divulgação Com a repercussão do escândalo, a banda Armored Dawn anunciou o fim das atividades no começo de outubro. Eduardo, um dos sócios da empresa, era o vocalista do grupo. O término aconteceu um dia depois da banda ser retirada da programação do Knotfest, um festival criado pelo grupo Slipknot, que terá sua primeira edição no Brasil em dezembro de 2022. A Armored Dawn foi fundada em 2014 e lançou três álbuns de estúdio. Em todos os eles, a banda mostra um tipo de som é conhecido como viking metal, um subgênero do metal, marcado pela influência da cultura e da mitologia dos países nórdicos. As letras têm referências à era viking e às conquistas de povos escandinavos. As melodias são compostas por estruturas e instrumentos típicos da música folclórica do norte da Europa. Uma das músicas mais conhecidas da banda se chama justamente "Zombie viking". Faz parte do disco mais recente, lançado em 2019 e batizado de... "Viking zombie". A letra -- em inglês, como todas do grupo -- retrata um ambiente de batalha viking. O eu lírico fala de um inimigo invisível, que não tem chance contra ele. "Eu sou como uma phoenix subindo (subindo) Eu nunca vou morrer Nunca vou morrer O zumbi viking está subindo (subindo) Eu nunca vou morrer Nunca vou morrer" Em abril desse ano, a Armored Dawn lançou uma música composta já durante o período de isolamento da pandemia. "Stronger together" fala justamente sobre superar um momento difícil através da união, além de discorrer sobre o poder da amizade, um tema recorrente no repertório do grupo. "Sinta a esperança dentro de nós Sinta isso em sua alma Eu sei que eles não podem nos vencer porque Nós vamos governar o mundo" Nos sete anos em que ficou na ativa, a Armored Dawn tocou em festivais de metal no Brasil e na Europa. Também participou da edição mais recente do Rock in Rio, em 2019. Festivais patrocinados Doctor Pheabes no Rock in Rio Alexandre Durão/G1 A Doctor Pheabes também passeou muito por festivais. É mais uma banda de Eduardo Parrillo, dessa vez em parceria com o irmão, Fernando, também sócio da Prevent Senior. Em 2017, o grupo foi o único escalado tanto para o Rock in Rio quanto para o Lollapalooza - os dois festivais patrocinados pela operadora de saúde naquele ano. A banda também abriu turnês brasileiras do Guns N’ Roses (2014), Black Sabbath (2016) e Rolling Stones (2016). G1 visita estúdio da banda Doctor Pheabes, que vai tocar no Lolla e no Rock in Rio Há quatro anos, o g1 visitou o estúdio da Doctor Pheabes, que ficava no próprio prédio da Prevent Senior, em São Paulo. Numa entrevista, Eduardo disse, na época: "Se você acha que abrimos só porque patrocinamos, é uma verdade. tá bom. qual banda deveria estar no nosso lugar?" O primeiro disco da Doctor Pheabes, ‘Seventy dogs’, saiu em 2013. Para produzir o álbum, a banda conseguiu escalar o renomado Renato Patriarca, que trabalhou com os Titãs. Depois, o grupo ainda lançou mais dois discos, em 2017 e 2019. O som deles é menos inspirado pela cultura nórdica. Vai mais na linha do hard rock, vertente do rock mais densa, pesada, com longos solos de guitarra. Também há diferenças nas letras, um pouco mais sentimentais. Enquanto a música da Armored Dawn exalta o poder da união, uma das mais conhecidas da Doctor Pheabes, "Better off alone", é um hino de solidão. A letra fala de um término de relacionamento, que não fica muito claro se é amoroso ou não. “Você não pode segurar Você não pode me segurar Eu estou melhor sozinho” 'Hino dos guardiões' Uma outra música dos irmãos Parrillo ficou famosa durante o escândalo da Prevent. É o chamado “hino dos guardiões”, que foi citado na CPI. Ouça o hino da Prevent Senior Bruna Morato, a advogada que representa médicos que trabalharam para o plano de saúde, disse que, entre 2015 e 2017, funcionários eram obrigados a cantar a música com a mão no peito, em eventos da empresa. Segundo ela, os próprios Eduardo e Fernando, sócios da Prevent, tocavam o hino para os empregados. A assessoria de imprensa da empresa negou, disse que os médicos não eram obrigados a cantar, e que o hino era apenas uma brincadeira. Veja Mais

América Latina vive 'novo renascimento feminista', diz escritora chilena

G1 Pop & Arte Diamela Eltit é vencedora do Prêmio FIL de Literatura 2021,considerado o encontro literário de língua espanhola mais importante do mundo. Ela faz parte de geração que abriu espaços de reflexão sobre sexualidade, política e identidade de gênero. Escritora chilena Diamela Eltit em foto de 2011 Francisco García/Notimex/ Notimex via AFP A escritora chilena Diamela Eltit, vencedora do Prêmio FIL de Literatura 2021, afirma que a América Latina vive "um novo renascimento feminista" com mulheres que lutam por melhores condições de vida, reivindicam seus corpos e exigem o fim da violência de gênero. "Os feminismos são diversos, há muitas opções, muitas buscam outros horizontes, o interessante é evitar a ruptura" entre as mulheres, disse Eltit à AFP em entrevista na Cidade do México, onde recebeu o Prêmio Internacional Carlos Fuentes de Criação Literária 2020. A autora de obras como "Jamais o fogo nunca" (2007) lembrou que o Chile vive desde 2018 "uma rebelião feminista", após a eclosão de enérgicas manifestações pela erradicação do "machismo predominante" e o patriarcado. "As mulheres se juntaram de forma massiva para pedir melhores condições de vida, para reivindicar o corpo, não como objeto, mas como sujeito político", apontou. Eltit, de 72 anos, pertence a uma geração de escritores chilenos que, na década de 1980, abriu espaços de reflexão sobre questões como sexualidade, política e identidade de gênero. E, para ela, a lei de interrupção da gravidez aprovada em dezembro de 2020 na Argentina graças à luta feminista, representou uma grande mudança para os direitos reprodutivos na América Latina. "O corpo da mulher ainda pertence ao sistema jurídico e, em outros casos, à religião, porque controlaram a mulher, confiscaram seu útero", lamentou, porém, a também ganhadora do Prêmio Nacional de Literatura do Chile em 2018. Câmara da Argentina aprova legalização do aborto REUTERS/Agustin Marcarian Longo caminho pela frente Embora esteja otimista com os avanços do feminismo na região, ela alertou que "o caminho pela frente é longo". Enquanto discussões como as que estão ocorrendo sobre o assédio sexual - que têm levado homens à prisão nos Estados Unidos - avançam, questões como disparidade salarial ainda persistem, indicou. Harvey Weinstein é condenado a 23 anos de prisão por estupro e agressão sexual R. Kelly é condenado pelo tráfico sexual de mulheres e menores de idade "As mulheres ganham menos, o que significa que pelo sistema valemos menos. Essa desvalorização é algo que devemos tentar reduzir", disse. Rafa Brites chora ao falar sobre veto de Bolsonaro a distribuição gratuita de absorvente Com mais de vinte livros publicados, incluindo "Lúmperica" (1983), "Vaca Sagrada" (1991) e "Impuesto a la carne" (2010), a obra de Eltit será duplamente premiada no México, onde viveu entre 1990 e 1994. Em novembro, receberá o prêmio da Feira Internacional do Livro (FIL), considerado o encontro literário de língua espanhola mais importante do mundo. "Foi uma surpresa emocionante, linda (...) Ainda estou impressionada com os prêmios", concluiu. Veja Mais

Julia Faria dá à luz sua primeira filha

G1 Pop & Arte Cora nasceu na madrugada desta quarta (13). 'Ela chegou num parto vaginal mágico pra mudar as nossas vidas para sempre', escreveu a influenciadora. Júlia Faria dá à luz a primeira filha Reprodução/Instagram/HannaRocha Julia Faria deu à luz a primeira filha, Cora, na madrugada desta quarta (13). A influenciadora compartilhou a notícia com uma foto em que aparece ao lado de Guto Cavanha. "13/10/2021, ás 4:26am, ela chegou num parto vaginal mágico pra mudar as nossas vidas para sempre! Bem vinda, minha filha!", escreveu Julia. O nascimento foi comemorado por amigas famosas no mesmo post no Instagram. Thaila Ayala, uma das grandes amigas de Júlia, comentou: "Ahhhh meu Deus do céu!!!! Titia ama vocês!". A atriz também está grávida do ator Renato Góes. "Ahhhhhh???? bem vinda Coraaaa! Amo vcs!", escreveu Fernanda Paes Leme. "Que benção!!! Parabéns!!!", comemorou Mariana Ximenes. BEBÊS DA QUARENTENA: Lore Improta, Simone e Nick Minaj também deram à luz nos últimos meses LEIA: 'Meu maior sonho se realizou', diz Lore ao apresentar rostinho da filha com Léo Santana Veja Mais

'Capitão Kirk': ator William Shatner se torna a pessoa mais velha a ir ao espaço, aos 90 anos

G1 Pop & Arte Astro da série "Jornada nas estrelas" voou por 10 minutos em nave do bilionário Bezos, da Blue Origin. 'Eu espero nunca me recuperar disso', declarou. VÍDEO mostra os melhores momentos. Veja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o 'Capitão Kirk', ao espaço William Shatner, o eterno "Capitão Kirk" da série "Jornada nas estrelas" ("Star trek"), se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço, aos 90 anos, nesta quarta-feira (13). Ele voou por 10 minutos na cápsula New Shepard, da empresa Blue Origin, do bilionário Jeff Bezos. A decolagem ocorreu às 11h50 (horário de Brasília), partindo de uma base no Texas, nos Estados Unidos. Em novo marco do turismo espacial, Shatner superou o recorde de tripulante mais velho que pertenceu a Wally Funk, de 82 anos, a mulher que participou da 1ª viagem de Bezos, há cerca de 3 meses. LEIA MAIS: O g1 transmitiu evento: reveja MINUTO A MINUTO Assista VÍDEOS da viagem do 'Capitão Kirk' ao espaço Veja FOTOS da viagem do ator Ao descer da cápsula, Shatner começou a relatar a sua experiência a Bezos: "Eu espero nunca me recuperar disso [...] é muito maior do que eu e do que a vida", disse. "O que você proporcionou para mim foi a mais importante e profunda experiência". Ao lado do ‘Capitão Kirk’, viajaram mais três pessoas (veja abaixo). Os tripulantes experimentaram 4 minutos de gravidade zero e tiveram uma vista privilegiada da Terra. Principais momentos da viagem O embarque: 'Capitão Kirk' e outros tripulantes são levados para foguete da Blue Origin A decolagem: Foguete da Blue Origin decola com 'Capitão Kirk' Momento em que a cápsula se separa do foguete: Veja o momento em que cápsula com 'Capitão Kirk' se separa de foguete Nave retorna com ajuda de paraquedas: Cápsula com os 'Capitão Kirk' e tripulantes retorna com ajuda de paraquedas Cápsula atinge o solo: Nave com 'Capitão Kirk' atinge o solo 'Capitão Kirk' saindo da Blue Origin: 'Capitão Kirk' sai da cápsula da Blue Origin Passageiros do 2º voo tripulado da Blue Origin Wagner Magalhães/Arte g1 Como foi o voo Os tripulantes fizeram um novo voo suborbital, como o que Bezos fez. Esse tipo de voo é diferente do realizado pela SpaceX, que manteve turistas na órbita terrestre por três dias (veja infográfico ao final da reportagem). A missão ultrapassou a Linha de Kármán, que fica 100 km acima do nível do mar. O limite é considerado para definir o início do espaço, mas Nasa e o Exército dos Estados Unidos consideram que a barreira já é superada em uma altitude de 80 km. Depois do lançamento, o foguete se separou da cápsula, onde ficaram os passageiros, e retornou ao solo de forma autônoma. A cápsula também não precisa de piloto e termina o voo com ajuda de paraquedas. Os passageiros tiveram a sensação de gravidade zero durante 4 minutos. Durante a viagem, eles poderão contemplar a curvatura da Terra. A cápsula reutilizável New Shepard foi batizada em homenagem a Alan Shepard, primeiro norte-americano a chegar ao espaço, em 1961. VÍDEOS: relembre o voo espacial de Jeff Bezos Sabe tudo sobre a nova corrida espacial? Faça o teste e descubra Voo orbital x suborbital: as diferenças entre voos da Blue Origin e da SpaceX Jeff Bezos, Elon Musk e Richard Branson: os bilionários na corrida espacial Quem é quem no voo da New Shepard William Shatner Conhecido por ser o astro de "Jornada nas Estrelas", William Shatner foi o primeiro ator da franquia de séries e filmes a realmente cruzar a fronteira espacial. Além de ator, ele já atuou como diretor, produtor, escritor e músico. Com 90 anos de idade, Shatner se tornou a pessoa mais velha a viajar ao espaço, superando Wally Funk, de 82 anos, que esteve no primeiro no voo de Bezos. William Shatner, astro de 'Star Trek', participará de voo espacial da Blue Origin Josh Edelson/AFP; Reprodução Audrey Powers Vice-presidente de missão e operações da Blue Origin, Audrey Powers foi anunciada junto com Shatner como passageira do NS-18. Ela trabalha na empresa de Bezos desde 2013 e supervisiona os voos e a manutenção das cápsulas New Shepard. Powers, que também é piloto, liderou um processo de anos para certificar a New Shepard para voos tripulados. Antes disso, a executiva trabalhou como vice-presidente da área jurídica da Blue Origin e como controladora de voo da Nasa, agência espacial americana. Audrey Powers, vice-presidente de missão e operações da Blue Origin Blue Origin Chris Boshuizen A presença de Chris Boshuizen, ex-engenheiro da Nasa e cofundador da empresa de satélites Planet Labs, na NS-18 foi confirmada pela Blue Origin ainda em setembro. "Esta é a realização do meu maior sonho de infância", disse Boshuizen. "Mais importante, porém, vejo este voo como uma oportunidade para inspirar estudantes a seguirem carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, e catalisar a próxima geração de exploradores espaciais", afirmou. Chris Boshuizen e Glen de Vries, passageiros do 2º voo tripulado da Blue Origin Divulgação/Blue Origin Glen de Vries Glen de Vries, vice-presidente da Dassault Systèmes e cofundador da Medidata, duas empresas de software, foi anunciado junto de Boshuizen como passageiro do 2º voo tripulado da Blue Origin. O executivo afirmou que participar do avanço da indústria espacial e um dia oferecer esses recursos para todos é uma "oportunidade incrível". "Eu sou apaixonado por aviação e espaço desde que me lembro, então este voo é realmente um sonho que se tornou realidade", disse. Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic Arte g1 Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital G1 Initial plugin text Veja Mais

Gatos no home office ou na volta ao trabalho: mudar rotina da casa pode estressar animais

G1 Pop & Arte Manter rotina dos gatos evita estresse deles, dizem especialistas ouvidos pelo G1. Brincar em horários específicos e prestar atenção nas mudanças comportamentais são boas dicas. As cenas de gatinhos passando na frente das câmeras durante reuniões virtuais de trabalho têm se tornado cada vez mais comuns. Para entender como o home office e a volta do trabalho presencial afetam a vida dos gatos, o G1 conversou com médicos veterinários e especialistas em comportamento felino. As principais dicas são: Tente minimizar as interferências na rotina do animal; Crie um ambiente agradável perto do seu local de trabalho para o gato ficar; Crie uma rotina de brincadeira nos horários específicos e com brinquedos diferentes; Inclua as crianças na rotina de cuidados e de brincadeiras do animal (com supervisão de adultos); Continue com a alimentação normal, cuidado com excessos de ração e petiscos; Respeite a individualidade do gato. Casa Prática Pets: veja dicas e cuidados para gatos hiperativos Por que a rotina é importante? A principal recomendação é que os tutores, os donos dos gatos, tentem minimizar as interferências na rotina do animal. "Gato é um animal territorialista. Ele determina o território com os recursos que precisa na natureza e faz o mesmo dentro de casa. Para o bem-estar dele, esse controle territorial é crucial e está relacionado com a rotina, com a percepção temporal", afirma Juliana Damasceno, doutora em comportamento felino na empresa WellFelis. Respeite momentos de relaxamento do gato e crie rotinas para brincadeiras para animal continuar saudável na quarentena Acervo Pessoal/Dr. Carlos Gabriel Dias Por isso, se o gato tem o hábito de tirar soneca durante a tarde, não fique acordando o bichinho. "Esse momento de inatividade é muito importante para eles", diz Juliana. As cenas de gatinhos deitados em notebooks podem parecer fofas, mas demonstram muito sobre a relação do gato e do dono. "Provavelmente são gatos que não têm aquele contato diário e estão querendo chamar atenção, aproveitando que o tutor está em casa", conta a doutora. "Isso acontece, porque o tutor não tem os horários de atenção consistentes." Neste caso, a recomendação é aproximar a caminha do local de trabalho, sem dar bronca no gato: "Você pode falar 'não', mas a repreensão não é entendida como 'estou errado. Você coloca a caminha no lugar certo e ele deve ir para lá." Juliana Damasceno adaptou a sala de trabalho com mobiliários para os gatos Acervo Pessoal/Juliana Damasceno "O gato é muito fácil de redirecionar desde que você seja sutil assim como ele é. Não adiantar usar a mesma comunicação dos cães com os gatos. Não vai ser a mesma resposta, é uma espécie muito diferente." Uma saída é antecipar o problema e criar espaços agradáveis para eles perto do novo local de trabalho em casa. Com quatro gatos em casa, ela tem prateleiras para felinos, colocou uma caminha em cima da mesa e deixou outra no chão. Juliana conta que todos estavam descansando bem pertinho dela, mas sem incomodar nada durante a entrevista: "Faça um local confortável, aconchegante pro gato, perto de você, mas não fique interagindo fora do horário." Quanto ao horário de brincar, Juliana afirma que o pico de atividade dos gatos acontece no início da manhã e à noite, momentos em que a família normalmente está em casa. É importante conservar esses momentos para as brincadeiras até para o gatinho não sofrer na volta ao trabalho presencial. Como sei se o gato está irritado? Para Juliana Gil, veterinária comportamentalista da clínica PsicoVet, os gatos podem ficar mais irritados com a família em casa, se as pessoas tentarem interação o tempo todo. "O que acontece é que as pessoas estão em casa em um momento emocional difícil, então a tendência é que elas vão procurar ficar como gato, abraçar, pegar no colo por mais tempo", afirma Juliana. Fugir de um carinho, ficar de costas para o dono, passar mais tempos nos cantinhos preferidos e isolados são sinais que o animal pode estar irritado. Carlos Gabriel Dias, da clínica veterinária The Cat From Ipanema, diz que é necessário que os donos lembrem da personalidade dos seus gatos. "Se você olha para o animal e ele está mostrando comportamentos diferentes do habitual pode ser um sinal também." Gatos fizeram de uma mala antiga o cantinho deles na casa de Carlos Gabriel Dias; quando estão lá a recomendação é deixá-los em paz Acervo Pessoal/Carlos Gabriel Dias Comer e dormir demais e deixar de fazer coisas que os animais normalmente fazem como subir em prateleiras, arranhar, também podem ser indicativos da necessidade de ajuda médica. Respeitar os espaços que os gatos determinam como deles também é importante para evitar a irritação dos animais. "Eles precisam ter a certeza de um local em casa que ninguém vai acessar. Então se eles estiverem lá, não é para mexer", explica. Relação de crianças x gatos Se a relação entre crianças e gatos não era muito harmoniosa em dias normais, a casa pode ficar um caos durante as férias escolares. Trazer as crianças para a rotina de brinquedos e de manutenção de limpeza do gato é uma sugestão da especialista Juliana Damasceno. "Tenho feito brinquedos para gatos em casa, com caixa de papelão. As crianças podem ser envolvidas para pintar e até construir junto mesmo." Criar novos brinquedos para os gatinhos pode ser uma atividade interessante nesta quarentena Acervo Pessoal/Juliana Damasceno "É preciso que as atitudes sejam recompensadoras para os dois e sejam previsíveis, consistentes e positivas pro gato." Ela lembra que gatos não gostam de ser apertados e nem toda hora ficar no colo, movimentos comuns feitos pelas crianças: "Tem que ensinar que ele gosta de carinho onde ele está, gosta de carinho na cabeça, no queixo, nas bochechas, brincadeiras com varinhas, penas." "A gente tem que envolver a criança na brincadeira e na responsabilidade", completa Juliana Gil. Ela também relembra da importância da supervisão de adultos nessa interação gatos e crianças. Por falar em brincadeiras, Dias sugere que as pessoas separem dois momentos por dia para brincar: "Você brinca com os gatos e vai alternando os brinquedos, assim eles ficam sempre interessantes e estimulantes pro animal." "Este é o momento de aproveitar que você está em casa para fazer tudo que o veterinário pede, mas você sempre diz que não faz porque não tem tempo", ensina o veterinário. Veja Mais

J.K. Rowling publica novo romance inspirado por seu filho

G1 Pop & Arte Ideia do livro veio de um porquinho de pelúcia que deu a seu filho David quando bebê, e que rapidamente se tornou seu bichinho de pelúcia favorito. "Jack e o Porquinho de Natal" foi inspirado no filho da autora Reprodução A escritora britânica J. K. Rowling, autora dos livros da saga Harry Potter que venderam 500 milhões de cópias em todo o mundo, publicou um novo romance juvenil, "Jack e o Porquinho de Natal", inspirado em seu filho. A ideia do livro veio de um porquinho de pelúcia que deu a seu filho David quando bebê, e que rapidamente se tornou seu bichinho de pelúcia favorito. Para evitar uma crise caso o amado ursinho fosse perdido, J.K. Rowling comprou um segundo, que seu filho acabou encontrando. "Um dia pensei nisso, o que significa ser o substituto, o suplente, aquele que não é 'o escolhido', por assim dizer. E percebi que finalmente tinha a minha história de Natal", explicou a romancista da 55 anos ao jornal The Sunday Times. Publicado originalmente pela editora Hachette Children's Group sob o nome de "The Christmas Pig", será lançado em mais de 20 idiomas. No Brasil, o lançamento é pela Editora Rocco. Como os sete volumes das aventuras do aprendiz de feiticeiro Harry Potter, publicados entre 1997 e 2007, este novo romance é sobre "o mundo oculto" e "mágico", mas são "totalmente diferentes", explicou J.K. Rowling. Escritora britânica J. K. Rowling, autora de 'Harry Potter' Martyn Hicks, One Young World A romancista também disse ao Sunday Times que embora tenha começado a escrever aos seis anos, ela não começou a escrever um livro infantil ("Harry Potter e a Pedra Filosofal") até os 25. "Nunca havia me ocorrido a ideia de escrever para crianças, não porque achasse que era menos importante do que escrever para adultos - era uma leitora voraz desde criança e ainda tenho alguns livros infantis entre os meus favoritos - mas porque a minha infância não foi feliz", contou. Após a saga Harry Potter, Rowling escreveu romances para adultos antes de retornar à literatura infantil com "O ickabog", um conto publicado no ano passado. Sua enorme popularidade foi recentemente prejudicada por acusações de transfobia. No ano passado, J.K. Rowling compartilhou um artigo sobre "pessoas que menstruam" no Twitter, comentando ironicamente, "tenho certeza que tínhamos uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude. Mu? Mul? Mulher?" Isso provocou a ira de alguns internautas, que a lembraram que homens transexuais podem menstruar e mulheres transexuais não. Veja Mais

Wesley Safadão chora ao lembrar início da carreira durante show em Cancun; veja vídeo

G1 Pop & Arte Cantor fez discurso ao cantar 'Tentativas em vão', música que mudou sua carreira com o Garota Safada em 2010, no Weekend WS, em Cancun. Veja o vídeo e relembre a história do forró eletrônico. Wesley Safadão chora em show em Cancun Wesley Safadão chorou no palco ao cantar músicas do início da carreira durante show em Cancun na noite de domingo (10). Veja o vídeo acima. Ele estava cantando músicas lançadas antes de "Camarote", quando o cantor estourou nacionalmente, em 2015. Durante "Tentativas em vão", de 2010, ele começou a chorar e fez um discurso sobre a banda Garota Safada e seu início na música. "A gente só tirava o almoço e o jantar, era só acreditando que ia dar certo", ele lembrou. "E essa música virou uma chave. Mudou nossa vida." O Garota Safada surgiu na segunda geração do chamado forró eletrônico, que modernizou e popularizou o estilo entre os anos 90 e o início dos anos 2000. Saiba mais sobre a história destes grupos e ouça abaixo o podcast g1 ouviu sobre a revolução do forró eletrônico: O show aconteceu no hotel Grand Oasis, em Cancun, durante o projeto Weekend WS, realizado de 8 a 12 de outubro. Wesley Safadão chora em Cancún Reprodução Veja Mais

Após anúncio da volta da dupla t.A.T.u., produtor afirma que não vai permitir o uso das canções originais

G1 Pop & Arte Detentor dos direitos do hit 'All The Things She Said' e 'Not Gonna Get Us' afirmou que não permitirá uso destes e outros sucessos conhecidos na voz de Lena Katina e Yúlia Volkova. t.A.T.u.: Top 5 mostra sucessos da dupla russa Após o anúncio da volta da dupla t.A.T.u., o detentor dos direitos dos maiores sucessos conhecidos na voz de Lena Katina e Yúlia Volkova afirmou que não vai permitir o uso de suas canções. “Eu não dei permissão e não vou dar. Lena Katina, saiba negociar com todas as partes”, disse Serguei Galonian em uma rede social. Galonian é coautor e proprietário dos direitos dos hits “All The Things She Said” e “Not Gonna Get Us”, entre outras músicas da dupla.  LEIA TAMBÉM: Por onde andam as meninas da banda t.A.T.u.? A dupla de pop russa chegou às paradas de sucesso na virada do milênio, mas se separou em 2011. Hoje, Katina e Volkova seguem carreira solo. Lena Katina e Julia Volkova nos tempos de t.A.T.u. Divulgação Na semana passada, Katina publicou no Instagram que voltaria a se reunir com Volkova na primavera de 2022 em uma "homenagem oficial a t.A.T.u". “Por favor, comente alguns artistas ou DJs que vocês gostariam de ouvir conosco no palco? A sua opinião é importante para a gente”, escreveu a artista com a hashtag #tatucomeback (#tatuoretorno). Veja Mais

Renato Russo: buscas por músicas solo e da Legião Urbana despencaram nos últimos anos

G1 Pop & Arte Buscas no YouTube ficaram em índice mais baixo em 2021, nos 25 anos da morte do cantor. Hinos como 'Pais e filhos' seguem em destaque, mas briga de filho com músicos trava projetos. Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, do Legião Urbana, em foto de julho de 1990 Alexandre Landau/Estadão Conteúdo/Acervo As músicas de Renato Russo na Legião Urbana e em sua carreira solo ficaram no índice mais baixo de popularidade no YouTube em 2021, ano em que a morte do cantor completa 25 anos. Apesar da queda de audiência, as músicas mais conhecidas do repertório ainda têm dezenas de milhões de acessos por ano, com destaque para a trinca "Pais e filhos", "Tempo perdido" e "Faroeste caboclo". Veja abaixo a evolução da busca no YouTube desde 2008, ano em que o site começou a compilar os dados. No fim do texto, confira as 10 músicas mais ouvidas nos últimos 12 meses. A diminição do interesse não é exclusiva da Legião, mas geral entre as bandas de rock brasileiro, hoje um dos estilos menos ouvidos nas paradas de streaming. Mas o legado da banda tem uma dificuldade adicional: a gestão dos direitos. A queda nos últimos anos acontece em meio a disputas entre o filho de Renato, Giuliano Manfredini, e os outros membros da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, que travou projetos de relançamento e divulgação de gravações da banda. Em 2015, os músicos disseram que Guiliano não autorizou um box com material do primeiro disco da banda. Em 2018, foi barrado uma reedição com sobras do segundo álbum. "Tudo isso vetado pelo herdeiro do Renato. Não tenho mais paciência para lidar com isso", disse Dado ao site "Bem Paraná". Em junho de 2021, o STF autorizou Dado e Bonfá a usarem o nome Legião Urbana. Mas Giuliano continua sendo o herdeiro dos direitos autorais de Renato Russo na banda e na carreira solo. Quando os projetos saem do papel, eles costumam se refletir na popularidade das músicas. O filme "Somos tão jovens", de 2013, por exemplo, levou ao maior volume de buscas pelas músicas da banda desde 2008. "Quando não tem produto para lançar, não existe divulgação e marketing. Assim como quando não libera a música para uma série, por exemplo", diz Chris Fuscaldo, autora de "Discobiografia Legionária" (Ed. Leya). "Ainda é uma obra fortíssima, com um vocalista que deixou esse legado de seguidores. É difícil tirar isso dele e a memória morrer. Mas corre esse risco de diminuir, de novas gerações chegarem e não conhecerem", diz a pesquisadora. 10 vídeos mais vistos da Legião Urbana nos últimos 12 meses: "Pais E Filhos" - 26.4 milhões de views "Tempo Perdido" - 25.4 milhões de views "Faroeste Caboclo" - 19.8 milhões de views "Tempo Perdido (Ao Vivo)" - 18.4 milhões de views "Vento No Litoral" - 12.4 milhões de views "Índios" - 10.4 milhões de views "Faroeste Caboclo (Acústico)" - 9.21 milhões de views "Eduardo E Mônica" - 9.17 milhões de views "Pais E Filhos (Acústico)" - 6.47 milhões de views "Será" - 6.36 milhões de views 10 vídeos mais vistos de Renato Russo nos últimos 12 meses: "Mais Uma Vez" - 5.04 milhões de views "Strani Amori" - 2.75 milhões de views "La Solitudine" - 1.45 milhão de views "La Forza Della Vita" - 586 mil views "A Carta" - 579 mil views "Gente" - 288 mil views "I Venti Del Cuore" - 251 mil views "Passerà" - 247 mil views "Scrivimi" - 205 mil views "Due" - 193 mil views Veja Mais

Olivier Rousteing revela que sofreu graves queimaduras em explosão de lareira há um ano

G1 Pop & Arte Estilista e diretor criativo da Balmain publicou foto de curativos. 'Não sei bem por que estava tão envergonhado. Talvez essa obsessão pela perfeição, pela qual a moda é conhecida', escreveu. Olivier Rousteing sofreu queimaduras graves após acidente com lareira Reprodução/Instagram/olivier_rousteing Olivier Rousteing, diretor criativo da Balmain, revelou, com uma foto chocante, que sofreu graves queimaduras há um ano devido à explosão de sua lareira e que as escondeu por "vergonha" em um ambiente onde reina "a obsessão pela perfeição". "Agora me sinto pronto para compartilhar isso. Escondi por muito tempo", escreveu o estilista francês de 36 anos em uma longa mensagem postada na noite de sábado (9) em sua conta no Instagram, onde tem 7 milhões de seguidores. O texto vem acompanhado de uma foto que mostra seu torso, braços e parte superior do crânio completamente enfaixados e marcas de queimaduras em seu rosto. "Há exatamente um ano, a lareira da minha casa explodiu. Acordei na manhã seguinte no hospital Saint-Louis, em Paris", explicou. "Fiz de tudo para esconder essa história do maior número de pessoas possível, tentando mantê-la em segredo com minhas equipes e amigos por muito tempo", disse. "Para ser sincero, não sei bem por que estava tão envergonhado. Talvez essa obsessão pela perfeição, pela qual a moda é conhecida, e por minhas próprias inseguranças", acrescentou. Initial plugin text Rousteing, que garante que já está "curado" e que fala em um "renascimento", afirma que "trabalhou dia e noite para esquecer e criar [as suas] coleções". Diz que "escondeu [suas] cicatrizes com máscaras faciais, gola alta, mangas compridas e até anéis em todos os [seus] dedos em inúmeras entrevistas e sessões de fotos". "Percebi que o poder das redes sociais era revelar apenas o que queremos mostrar", frisou. "Permitir-nos criar a nossa própria história, evitando o que não queremos ver ou mostrar: esse é o nosso novo mundo". Rousteing, diretor criativo da Balmain há dez anos, fez essa revelação dez dias após seu último desfile, realizado em 29 de setembro na Semana de Moda de Paris. Veja Mais

'Easy on me', de Adele, bate recorde de audição diária da história do Spotify

G1 Pop & Arte Música é o 1º single do álbum '30', o quarto da carreira, que será lançado em 19 de novembro. Ela foi a faixa mais ouvida em um dia no serviço de streaming. Adele anuncia álbum '30' Reprodução/Twitter/Adele "Easy on me", de Adele, bateu o recorde do Spotify nesta sexta-feira (15) e se tornou a música mais ouvida no período de um dia no serviço de streaming, anunciou a empresa. A música é o primeiro single cantora desde 2015 e faz parte do álbum "30", que sairá no dia 19 de novembro. Adele, enfim de volta: parças da cantora explicam como ela cria as músicas que te fazem chorar Depois da estreia com "19", de 2008, vieram os álbuns "21" e "25". Em todos os casos, os números correspondem à idade que ela tinha ao criar as músicas. Será assim com "30". O quarto álbum da cantora de 33 anos é a forma que encontrou de explicar ao filho por que ela se divorciou. "Eu certamente não estava nem perto de onde esperava estar quando comecei, quase três anos atrás. Muito pelo contrário, na verdade. Confio na rotina e na consistência para me sentir segura. Sempre confiei. E, no entanto, lá estava eu conscientemente - até de bom grado, me jogando em um labirinto de confusão absoluta e turbulência interior", escreveu a cantora, ao anunciar a álbum. "Aprendi muitas verdades sobre mim mesma ao longo do caminho. Eu derrubei muitas camadas, mas também me envolvi em novas. Descobri mentalidades genuinamente úteis e saudáveis para lidar e sinto que finalmente encontrei meu feeling de novo. Eu diria que nunca me senti mais em paz em minha vida." "Então, estou finalmente pronta para lançar este álbum." "25", álbum de 2015, tem músicas como "Hello", "Send My Love (To Your New Lover)" e "When We Were Young". Em 2017, a cantora cancelou os últimos dois shows de sua turnê mundial por conta de problemas nas cordas vocais. VÍDEO: Conheça o parceiro de compositor de Adele em 'Someone like you' Quando eu hitei: Líder do Semisonic conta história incrível com 'Closing Time' Veja Mais

Polícia britânica assegura que placa em estrada não indica caminho para 'Round 6'

G1 Pop & Arte Sinalização com triângulo, quadrado e círculo lembra símbolo utilizado na série coreana. Placa em estrada do Reino Unido (esq.) e cartão da série 'Round 6' (dir.), ambas usam formas geométricas Reprodução/Polícia de Thames Valley e Netflix O departamento de polícia de Thames Valley, no Reino Unido, afirmou em uma rede social que uma placa afixada em uma estrada local não indicava o caminho para "Round 6", da série de ficção sul-coreana. No universo da série, o triângulo, quadrado e círculo enfileirados representam o jogo mortal em que os participantes arriscam a vida para conseguir ficar milionários. Na terça-feira (12), "Round 6", conhecida em inglês como "Squid Game", se tornou a série assistida da plataforma de streaming Netflix, vista “em mais de 111 milhões de lares”, segundo a companhia. Já na vida real, explicam os agentes da polícia rodoviária, os símbolos enfileirados à beira da estrada alertam para uma alteração no fluxo enquanto há trabalhos na pista. Initial plugin text o "Nós podemos confirmar que esta sinalização no trevo da M4 em Thames Valley não vai te levar para a série popular da Netflix 'Round 6'. Ela só indica rotas alternativas durante trabalhos na pista... ufa!", disse a corporação. A explicação, repleta de bom humor, foi feita pelos agentes após uma imagem da placa viralizar e levantar teorias dos fãs da série. VÍDEO: Assista ao trailer de 'Round 6' Assista ao trailer de 'Round 6' Veja Mais

Rock in Rio 2022 anuncia Coldplay no Palco Mundo no dia 10 de setembro

G1 Pop & Arte Banda volta ao festival 11 anos após última apresentação. Eles lançam nesta sexta-feira (15) o álbum 'Music of the Spheres'. Show do Coldplay em SP Celso Tavares / G1 A organização do Rock in Rio 2022 anunciou nesta quinta-feira (14) o show do Coldplay. O grupo inglês será a atração principal do palco mundo no dia 10 de setembro. O Coldplay volta ao Rock in Rio após seu show em 2011. A banda lança nesta sexta-feira (15) o seu nono álbum, "Music of the Spheres". Compartilhe essa notícia por WhatsApp Compartilhe essa notícia por Telegram O festival está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022.Veja os shows do Palco Mundo que já foram divulgados do festival em 2022: Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro) Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro) Justin Bieber, Demi Lovato e Iza (4 de setembro) Coldplay (10 de setembro) Dua Lipa e Ivete Sangalo (11 de setembro) Veja os shows do Palco Sunset que já foram divulgados do festival em 2022: Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro) CeeLo Green (10 de setembro) Ludmilla e Macy Gray (11 de setembro) A venda do Rock in Rio Card começou no dia 21 de setembro. O cartão que equivale a um ingresso antecipado dá ao comprador a chance de escolher em qual data pretende usá-lo antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril de 2022 — a definição poderá ser feita de 23 de novembro de 2021 a 1º de abril de 2022. A nona edição do Rock in Rio, que aconteceria em 2021, foi adiada para setembro de 2022 por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio da nova data foi feito em março de 2021. Pra matar a saudade: as 100 melhores fotos no Rock in Rio 2019 Relembre o show do Coldplay no Maracanã, no Rio, em 2016: Coldplay leva quase 70 mil fãs ao Maracanã Veja Mais

Fifa dobra valor para licença de nome em game, pede US$ 1 bilhão e EA considera rebatizar franquia

G1 Pop & Arte De acordo com o 'New York Times', entidade do futebol e desenvolvedora também não concordam sobre extensão dos direitos de exclusividade. Assista ao trailer de 'Fifa 22' A Fifa pediu mais do que o dobro do valor atual para renovar o contrato de licenciamento que permite à Electronic Arts o uso do nome da entidade em sua franquia de games de futebol. De acordo com reportagem publicada nesta quarta-feira (13) pelo jornal "New York Times", a Fifa quer receber mais de US$ 1 bilhão a cada quatro anos, o ciclo estabelecido pelas Copas do Mundo. Com isso, a desenvolvedora considera rebatizar a série. Com uma edição nova todo ano, a mais recente, "Fifa 22", foi lançada em 1º de outubro. Na quinta-feira (7), a EA publicou um longo comunicado no qual discutia o futuro da franquia. No fim, afirmou que está "explorando a ideia de renomear nossos jogos globais de futebol da EA Sports". A organização e a empresa também discordam em relação à extensão dos direitos de exclusividade. Em busca de novas oportunidades de arrecadação com licenças, a entidade maior do futebol mundial prefere que o uso da EA se limite apenas ao game em si. Já a desenvolvedora quer continuar a ter exclusividade sobre o nome em áreas relacionadas, como em torneios e na venda de produtos digitais, como NFTs. Veja Mais

Cientistas encontram ferramentas de ossos em caverna no Marrocos, peças mais antigas para confecção de roupas no mundo

G1 Pop & Arte Cerca de 60 ferramentas ósseas encontradas na Caverna dos Contrabandistas. Elas datam de 120 mil anos atrás. Arqueólogos encontram ferramentas de osso usadas para confeccionar roupas há 120 mil anos Fadel Senna/AFP Uma equipe internacional de cientistas identificou as ferramentas ósseas para confeccionar roupas mais antigas já encontradas, que datam de 120 mil anos atrás, em uma caverna perto de Rabat, informou um arqueólogo marroquino que participou das escavações. "É uma descoberta importante porque, embora já tenham sido descobertas ferramentas de osso mais antigas no mundo, é a primeira vez que foram identificadas umas que serviram para confeccionar peças", explicou à AFP o arqueólogo Abdeljalil El Hajraoui. Cerca de 60 ferramentas ósseas encontradas na Caverna dos Contrabandistas, perto da capital, Rabat, "foram moldadas intencionalmente para tarefas específicas que incluíam o trabalho com couro e peles", segundo um estudo publicado na semana passada na revista científica americana Iscience. Leia também: Conheça as roupas digitais, moda entre influenciadoras Jojô Todynho, Cauã Reymond, Juliana Paes... Brasileiros dominam Semana de Moda de Paris Essas roupas não existem: artistas criam modelos digitais para fotos e não desperdiçam Reprodução/Instagram Esta descoberta pode contribuir para responder perguntas sobre a origem do comportamento moderno do Homo sapiens, reforça o arqueólogo. "A costura é um comportamento que se perpetuou desde esses tempos. Além disso, as ferramentas descobertas na caverna foram usadas durante 30 mil anos, o que provaria o surgimento da memória coletiva", afirma o especialista do Instituto Marroquino de Ciências da Arqueologia e do Patrimônio (INSAP). "Dado o nível de especialização das ferramentas da Caverna dos Contrabandistas, é possível que se encontrem exemplares anteriores no local", destaca o texto. Desfile Primavera-Verão da Dior na Semana de Moda de Paris Christophe Archambault/AFP Na caverna também foram descobertos refúgios escavados na terra, construídos ou ao ar livre, para os hominídeos se protegerem dos fenômenos naturais, assim como adornos (conchas perfuradas). Por outro lado, a cerca de 400 km da Caverna dos Contrabandistas, pesquisadores marroquinos, americanos e franceses desenterraram cerca de 30 conchas moldadas a partir de caracóis marinhos em uma camada que data de 142 mil a 150 mil anos atrás na Caverna de Bizmoune, perto de Essaouira (sudeste), segundo um comunicado do ministério da Cultura do Marrocos. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Adele anuncia álbum '30' para 19 de novembro

G1 Pop & Arte 'Easy on me', primeiro single, será lançada no dia 15 de outubro, após quase seis anos do disco "25'. Adele anuncia álbum '30' Reprodução/Twitter/Adele Adele anunciou, nesta quarta-feira (13), que vai lançar o álbum "30" no dia 19 de novembro. O novo álbum vem seis anos após seu último trabalho, "25", lançado em 2015. "Eu certamente não estava nem perto de onde esperava estar quando comecei, quase três anos atrás. Muito pelo contrário, na verdade. Confio na rotina e na consistência para me sentir segura. Sempre confiei. E, no entanto, lá estava eu conscientemente - até de bom grado, me jogando em um labirinto de confusão absoluta e turbulência interior", escreveu a cantora. Initial plugin text "Aprendi muitas verdades sobre mim mesma ao longo do caminho. Eu derrubei muitas camadas, mas também me envolvi em novas. Descobri mentalidades genuinamente úteis e saudáveis para lidar e sinto que finalmente encontrei meu feeling de novo. Eu diria que nunca me senti mais em paz em minha vida." "Então, estou finalmente pronta para lançar este álbum." A cantora britânica já tinha anunciado o single "Easy On Me" para dia 15 de outubro, além de ter divulgado um trecho do clipe. Veja abaixo: Initial plugin text O último lançamento foi o álbum "25", de 2015, que tem músicas como "Hello" e "I Miss You". Adele estourou em 2008, com o disco "19", e três anos depois lançou "21". Em 2017, a cantora cancelou os últimos dois shows de sua turnê mundial por conta de problemas nas cordas vocais. 'Mulheres' x 'Million years ago' O álbum "25" conta com "Million Years Ago", música que segundo o compositor Antônio Eustáquio Trindade Ribeiro, conhecido como Toninho Geraes, é um plágio da música "Mulheres" (1995). Segundo o compositor, grande parte de sua melodia foi usada na canção "Million years ago" (2015), creditada a Adele e ao produtor musical Greg Kurstin. "Eu não quero brigar, só quero que reconheçam que a minha música está dentro da obra dela", afirmou o compositor de "Me Leva", gravada por Agepê, e "Verdade", gravada por Zeca Pagodinho. Ao g1, o advogado Fredímio Biasotto Trotta, responsável pela ação, explica o que levou Geraes a processar a cantora, as três notificações já enviadas às partes e quais os próximos passos judiciais. "Million Years Ago" foi lançada 6 anos atrás, mas Toninho só ouviu no ano passado. Ele ainda não entrou com um processo, mas já enviou três notificações. Duas delas foram para Adele, que não deu resposta. Ele quer ser creditado como coautor, receber royalties e uma indenização por danos morais. Veja comparação no vídeo abaixo: 'Mulheres' x 'Million years ago': veja comparação entre canções de Geraes e Adele Veja Mais

Counting Crows e os segredos de 'Mr. Jones': bebedeira e transtorno mental estão no DNA do hit

G1 Pop & Arte 'Talvez nós teríamos sido uma banda enorme como os Stones se não tivesse estragado um monte de coisas', diz cantor ao g1. Série 'Quando eu hitei' entrevista artistas que sumiram. Quando eu hitei: Counting Crows e os segredos por trás de Mr. Jones Quando se fala do Counting Crows, uma imagem e um som já vêm na cabeça. Esse cara do vídeo acima balançando o dread ao som de "Mr. Jones". O clássico do pop rock tocou demais nos anos 90 e toca até hoje em rádios brasileiras. Mas poucos sabem das histórias desse hit (leia mais abaixo) e dos causos de Adam Duritz, o tal cara de dreads. O cantor de 57 anos tem um transtorno mental que o faz se esquecer de como se toca piano, quando ele fica um tempo longe do instrumento. Na série semanal "Quando eu hitei", artistas do pop relembram como foi o auge e contam como estão agora. São nomes que você talvez não se lembre, mas quando ouve a música pensa “aaaah, isso tocou muito”. Leia mais textos da série e veja vídeos ao final desta reportagem. Adam Duritz, líder da banda americana Counting Crows Divulgação Esse transtorno, claro, afeta o jeito que ele cria música. Afetava nos anos 90 e afeta agora, quando ele foi compor as músicas de “Butter Miracle”, o oitavo álbum de estúdio do Counting Crows, lançado no primeiro semestre de 2021. Cantor do Semisonic virou hitmaker de Adele "The Tall Grass" foi a primeira música escrita por ele depois de não tocar piano por muito tempo. Ela começa muito, muito simples musicalmente. "Provavelmente, porque é tudo que eu conseguia tocar, sabe?", explica o cantor ao g1 (veja entrevista no vídeo acima). "Só alguns dias depois, pude escrever 'Elevator Boots', muito mais complicada." "Eu acho que sou eu me abrindo e podendo tocar algo um pouco mais complicado. Não sei se isso me afeta, exceto que provavelmente me segura um pouco, porque às vezes fico frustrado quando tento me sentar para escrever e não consigo tocar muito bem." Adeus, dreads Adam Duritz, do Couting Crows, no começo dos anos 90 e em foto recente Reprodução/Facebook do cantor O jeito de compor músicas não mudou, mas o visual, quanta diferença. Ao ouvir que muitos fãs brasileiros iriam ficar surpresos quando assistissem ao vídeo do papo, Duritz deu risada. Ele contou por que mudou o visual. Assim que chegou na casa de um amigo que estava morando, em 2019, ele foi tomar um banho, para ver se o jet-lag passava. A namorada já estava dormindo quando ele entrou no banheiro. "Olhei para o lado e vi a máquina de barbear na bolsa e acabei raspando minha cabeça. Foi tipo uma extravagância, mas estava pensando nisso há um tempo. Sendo honesto, me senti muito bem. Foi ótimo tomar um banho, lavar o cabelo e não esperar oito horas para secar." Fastball transformou notícia de tragédia em 'The way' Adam Duritz em show do Counting Crows Divulgação/Facebook da banda/Jason Kempin Hoje, quando canta "Mr. Jones" em shows, os dreads não sacodem mais. Mas a história do começo dos anos 90 segue fazendo sentido. "O que me deixa mais orgulhoso é que não é apenas uma música sobre sonhar em ser uma estrela do rock", explica ele. "Também se trata de perceber que isso não vai consertar toda a sua vida e eu não sei como sabia disso antes de experimentar, mas eu sabia." "Talvez nós teríamos sido uma banda enorme como os Stones, se eu não tivesse estragado um monte de coisas. Mas até mesmo estar aqui é tão raro. 30 anos depois, acho que tomei muitas decisões certas." Mas quem é Mr. Jones? David Jones Serva, violonista flamenco é o 'Mr. Jones' da música do Counting Crows Reprodução/YouTube do músico Mr. Jones é o pai de Marty Jones, baixista original do Counting Crows que tocou com o Adam em outras bandas. David Jones Serva tinha se mudado para Espanha, após se separar da esposa. "Ele virou talvez o único americano que um dia já foi bem-sucedido tocando flamenco em Madri, tipo bem-sucedido de verdade." Quando voltou para fazer shows de flamenco em San Francisco, Mr. Jones já era Mr. Serva. "Fomos vê-los e foi incrível. Saímos naquela noite com os rapazes e as mulheres da trupe flamenca. Ficamos muito bêbados." Counting Crows no começo dos anos 90, com Adam Duritz (centro, de chapéu) Divulgação Após o show, Adam e seus parças foram parar no bar New Amsterdam, citado na letra da música. "Lá estava o Kenney Dale Johnson, baterista da banda do Chris Isaak naquela época. Eles eram a banda mais falada em San Francisco, antes de fazerem sucesso. Eles eram bons demais." Chris Isaak ficou famoso com um rock n' roll romântico de baladas como "Wicked Game", no fim dos anos 80 e começo dos 90. "Ele vivia cercado por pelo menos três mulheres no canto dele e a gente mal conseguia falar com garotas", lembra Duritz, falando do baterista, que não era exatamente um galã como Isaak (veja no vídeo do topo). O clipe de 'Mr Jones' do Counting Crows Reprodução "E eu me lembro dizendo para o Marty: 'Cara, a gente tem que virar rockstars ou algo assim, olha para isso... a gente pode conhecer garotas, sabe?' E eu fui para casa naquela noite pensando como aquilo era engraçado e eu escrevi a música." "A gente pensava que seria um hit? Honestamente, não. A gravadora também não. Ninguém pensava. Todo mundo pensava que 'Rain King' seria o hit." A preguiça de 'Mr. Jones' Counting Crows com Adam Duritz (centro) Divulgação Com o status de megahit, veio também certa preguiça. "Tivemos shows em que não tocamos 'Mr. Jones', mas eu não queria tocar naquela noite e não sei se é uma boa ideia tocar alguma coisa se você não quer tocar", justifica-se. Hoje, ele parece ter feito as pazes com a música inspirada na noitada com Sr. Jones. "Eu me lembro de ficar pensando, há muito tempo, quão incrível era para alguém como Paul McCartney escrever talvez 60 ou 70 músicas que se eu disser o nome, você vai cantarolar para mim", comenta Duritz. "Eu tenho algumas músicas assim, sabe? Não são muitas, mas tenho 'Mr. Jones', 'A Long December', as pessoas podem cantarolar essas e já faz muito tempo." Adam Duritz, do Couting Crows Divulgação/Facebook da banda O Counting Crows tem outras canções conhecidas como "Accidentally in Love", trilha de "Shrek 2", de 2004. Tem também muitas outras histórias. Uma delas tem a ver com o lado galã do cantor. No meio dos anos 90, Duritz namorou duas atrizes de "Friends", no auge da série. Além de Jennifer Aniston e Courtney Cox, teve casinhos com mais famosas, como Winona Ryder. Agora, ele tem a primeira relação mais séria na vida dele, e não é com uma estrela. A vida pessoal sossegada mudou um pouco a vida artística dele: "Mudou a minha perspectiva. A música sempre foi mais importante do que qualquer outra coisa na minha vida. Na real, nada importava muito para mim a não ser fazer música. E uma coisa sobre estar em um relacionamento por tanto tempo é que isso se tornou mais importante e eu não acho que senti a necessidade de ser como um viciado, de precisar criar como antes." Bem além de 'Mr. Jones' A banda americana Counting Crows Divulgação Ao explicar a conflituosa relação com "Mr. Jones", Adam elegeu (sem pensar muito) a canção preferida do Counting Crows: "Eu me sinto diferente com 'A Long December'. Foi uma coisa estranha, quando eu escrevi: 'Ok, essa música é perfeita'. Nunca fico entediado com ela e soube quando a escrevi que ela era atemporal, uma joia. Tinha algo cristalino e perfeito nela. Como um artesanato." Para ele, “Round Here” foi a música que fez a banda mudar de patamar. "Ela realmente fez nossa carreira, porque 'Mr. Jones' foi um sucesso no rádio e o álbum não estava nem no top 200. Mas 'Round Here', nós tocamos no 'Saturday Night Live' e nossa carreira decolou", diz, lembrando da apresentação no programa humorístico americano, em 1994. Em 2021, eles seguem na ativa, embora ainda sem shows no Brasil. "Deus, já se passaram 30 anos e ainda estamos aqui. Temos uma música de sucesso no rádio. Não estamos fazendo shows de 'Greatest Hits'. Nós somos uma banda na ativa, 30 anos depois." VÍDEOS: Quando eu hitei Initial plugin text Veja Mais

'Round 6' e o k-drama: Coreia do Sul apostou na cultura e virou potência no cinema e na TV

G1 Pop & Arte Série de terror baseada em jogos infantis da Coreia do Sul bateu recorde da Netflix. Sucesso é resultado de mais de duas décadas de aposta do país em cultura pop como indústria rentável e estratégica. Biscoito Dalonga é uma das brincadeiras infantis mostradas em Round 6. Divulgação Se hoje o mundo não consegue tirar a "batatinha frita, 1, 2, 3" de "Round 6" da cabeça, é porque a Coreia do Sul trabalhou por mais de duas décadas para transformar sua produção cultural em lucro e poder. Em 1994, o país queria se modernizar após anos de censura e governos militares. Kim Young Sam, primeiro presidente civil eleito em 30 anos, achou um dado curioso: o filme americano “Parque dos dinossauros” superou o lucro de 60 mil carros coreanos da Hyundai. O caso está em uma reportagem do jornal “Los Angeles Times” de 1996, que explicava o interesse dos sul-coreanos na indústria audiovisual dos EUA. Vinte e cinco anos depois, o país que apostou no entretenimento exporta sucessos como o filme “Parasita” e a série “Round 6”. Os brasileiros podem ficar surpresos com a vitória do Oscar em 2020 e, agora, com o fenômeno popular da nova série em 2021. A história de terror baseada em brincadeiras infantis coreanas se tornou a série mais vista da história do serviço de streaming. A face mais conhecida dessa onda até hoje no Brasil era a musical. O G1 já contou como o k-pop do BTS e outros ídolos da música é fruto de investimento, rende bilhões de dólares e impulsiona a economia, o turismo e a diplomacia sul-coreana. Mas tal "onda coreana" (ou "hallyu", na língua local), semeada nos anos 90, cultivada no início dos anos 2000 e colhida agora, também fez brilhar o k-drama, as produções de TV da Coreia do Sul. Exportar essas histórias foi um projeto de início improvável e hoje bilionário. Assista ao trailer de 'Round 6' Negócio na China A primeira façanha do “hallyu” aconteceu bem antes de o BTS existir. Em 1997, o k-drama “What Is Love” virou um sucesso na TV chinesa, a CCTV. A emissora controlada pelo estado, de conteúdo restrito e público gigantesco, se abriu para o k-drama. No meio da crise asiática do final dos anos 90, era um sinal de que entretenimento é coisa séria. A Coreia do Sul, antes considerada atrasada e fechada, se jogou de vez no mundo. Foi nesta época que o Ministério da Cultura, que havia sido criado em 1990, começou a receber mais investimentos e modernizar seus programas. A atenção não era apenas às manifestações tradicionais coreanas, mas também à cultura pop. "A Coreia investe na área cultural porque achou que era um mercado de futuro, que vai trazer resultado. Nos próximos anos, o mercado cultural vai crescer mais que os de Tecnologia da Informação e de automóveis", disse Sang Kwon, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil. 'Round 6' Divulgação A onda coreana rende ao país o chamado "soft power" (poder brando), termo que descreve influência de uma nação através dos seus produtos culturais. Os k-dramas ganharam o coração até dos vizinhos coreanos do norte, que pirateiam e contrabandeiam fitas dos programas. Música e TV estão longe de serem casos isolados de sucesso da Coreia do Sul. O país triplicou seu Produto Interno Bruto (PIB) entre 2000 e 2018 - de US$ 500 bilhões a 1,5 trilhão. O “hallyu” faz parte da inovação em cultura e tecnologia que ajudou neste salto. O orçamento do Ministério do Turismo, Cultura e Esportes da Coreia do Sul em 2021 foi de 6,8 trilhões de yuons - cerca de R$ 31 bilhões, mais de dez vezes maior do que o do Brasil, que foi de 2,2 bilhões para as três áreas. Em 2019, a exportação de produtos culturais da Coreia do Sul cresceu 22,4% e chegou a US$ 12,3 bilhões. O objetivo é incentivar artistas e empresas para somar investimento público e privado. Agora, até a americana Netflix entrou na roda, e planeja investir US$ 500 milhões em dramas coreanos. Em 2017, uma pesquisa do Ministério do Turismo da Coreia do Sul indicou que metade dos visitantes estrangeiros decidiu fazer a viagem após ver o país em alguma série de TV ou filme. Histórias de família... e dívidas familiares O k-drama ganha a América duas décadas após conquistar a China, baseado em histórias românticas de conteúdo familiar (palatáveis ao temido governo chinês), e se expandir para o resto da Ásia, inclusive o Japão, que antes ditava o que era “cool" no continente. “É preciso quebrar a barreira do preconceito para assistir um k-drama, mais do que para ouvir o k-pop. Mas, para divulgar a cultura, o k-drama consegue fazer melhor, porque mostra coisas do dia a dia da cultura coreana que só por uma música você não vai saber”, conta Manu Gerino, dona do canal do YouTube Coreanismo, especializado em k-dramas. Durante um tempo, os k-dramas foram estereotipados pelo conteúdo familiar e água-com-açúcar. Mas "Round 6" mostra, com doses intensas de terror e crítica social, que o cardápio é diverso. “Hoje temos acesso a mais gêneros, porque antes vinham ao Brasil só romances e comédia romântica, então a gente tinha uma visão idealizada do que é o coreano", diz Manu. Ela aponta uma característica dos roteiros que pode ter ajudado no sucesso do k-drama: contar histórias sobre a cultura local com um pano de fundo de dilemas universais - seja amor, família ou, no caso de "Round 6" e "Parasita", a pobreza e a desigualdade econômica. Série coreana 'Round 6' estreou em 17 de setembro e lidera entre os programas mais vistos da Netflix em diversos lugares do mundo Divulgação/Netflix "Há um encontro do global com o local, um misto entre ser da Ásia e ser internacional. Tem algumas coisas nos dramas coreanos que se relacionam muito facilmente com produções dos EUA, da Europa e do Brasil", diz Manu. Um exemplo: os brasileiros podem não conhecer os jogos infantis do folclore sul-coreano, mas não devem ter dificuldade para entender o drama da pobreza e das dívidas dos personagens de "Round 6", que os leva a participar do jogo violento. A atuação dos sul-coreanos costuma causar menos estranhamento do que dos japoneses, por se aproximar mais do estilo ocidental, explica Manu. Para quem gostou de "Round 6", ela recomenda os k-dramas "Black", "Strangers from Hell" e "Além do Mal". "Eles sempre conseguem fazer produções muito comerciais e, ao mesmo tempo, ter uma crítica social ou fazer refletir sobre algo da vida", diz a dona do canal Coreanismo. Veja Mais

Chico Buarque vai passar por uma cirurgia na coluna nesta terça

G1 Pop & Arte Cantor e compositor sofre de estenose do canal vertebral - um estreitamento das vértebras por onde passa a medula. Ele deverá permanecer internado entre dois e quatro dias. Chico Buarque vai se submeter a uma cirurgia na coluna. Alexandre Durão/G1 O cantor e compositor Chico Buarque vai se submeter a uma cirurgia na coluna nesta terça-feira (12). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do artista, que também confirmou que ele sofre de estenose do canal vertebral – um estreitamento anormal das vértebras por onde passa a medula. O problema causa dores constantes. A hora e o local do procedimento não foram informados. Buarque será submetido a um procedimento chamado artrodese – fixação de uma placa para manter o espaço vertebral necessário à passagem da medula. A cirurgia será feita pelo ortopedista Luiz Cláudio Schettino. Buarque deverá permanecer internado entre dois e quatro dias. Vídeos mais vistos no Rio nos últimos 7 dias Veja Mais

Diretor do novo 'Duna', Denis Villeneuve espera conquistar fãs antigos e novos com filme

G1 Pop & Arte Filme é adaptação do romance épico de ficção científica de 1965 de autoria de Frank Herbert. Estreia está prevista para o dia 21 de outubro no Brasil. Timothée Chalamet vive o protagonista Paul Atreides em 'Duna' Divulgação/Warner Bros. Pictures Denis Villeneuve espera conquistar fãs de "Duna", romance épico de ficção científica de 1965 de autoria de Frank Herbert, e apresentá-lo a novos admiradores com sua adaptação cinematográfica grandiosa, a produção mais ambiciosa da carreira do diretor canadense. Timothée Chalamet e Zendaya estrelam o filme muito aguardado, que chega aos cinemas no final deste mês e vem na esteira de tentativas anteriores de adaptar o livro de quase 700 páginas. O filme deve estrear no dia 21 de outubro no Brasil. Em um futuro no qual famílias de nobres dominam feudos planetários, a história acompanha Paul Atreides (Chalamet), cujo pai assume a administração do planeta Arrakis. O lugar é conhecido como Duna por seu povo nativo Fremen e disputado devido à especiaria, uma commodity única encontrada em seu deserto inóspito. "Foi de longe a coisa mais desafiadora que já fiz na vida", disse Villeneuve à agência Reuters. Trailer de 'Duna' O cineasta é conhecido por "Blade Runner 2049", "A Chegada" e "Sicario: Terra de Ninguém". "Tive que encontrar um equilíbrio entre as pessoas que leram o livro... queria que elas realmente sentissem que é uma homenagem profunda ao espírito do livro. Ao mesmo tempo, queria que as pessoas que não sabem nada do livro se sintam bem-vindas no mundo, não deixadas de lado". O filme de duas horas e meia, descrito como a parte um da história, é o maior projeto de Chalamet até hoje, algo que ele disse tê-lo ajudado a se identificar com Paul no tocante à superação dos medos. "Às vezes as coisas que você está sentindo no set podem entrar no arco ou na progressão natural de uma história", disse ele. Villeneuve disse que é muito cedo para falar sobre a segunda parte, mas Zendaya espera que sua personagem Chani, que aparece nas visões de Paul, seja mais explorada: "Qualquer pessoa que esteja familiarizada com os livros (sabe) que há muito em que mergulhar e muito ainda está por vir." Veja Mais

Advogada cria bezerra em Roraima e diz que pet a ajuda tratar depressão: 'amor recíproco'

G1 Pop & Arte Advogada Otacília Brito, de 24 anos, é dona de Pipoca, uma bezerra, de seis meses, que antes era criada em uma fazenda no interior de Roraima. A jovem relata que sempre teve sonho de criar como mascote uma vaca. Advogada cria bezerra como pet em Roraima "Relação de ajuda e amor recíproco". É assim que a advogada Otacília Brito, de 24 anos, descreve a convivência com sua pet, a bezerra Pipoca, de seis meses. Juntas desde 9 de setembro, a jovem - que é apaixonada por vacas - afirma que o novo "bichinho" trouxe ânimo no tratamento contra a depressão. Dada de presente pela mãe de Otacília, Pipoca era criada em uma fazenda, no interior de Roraima, antes de morar no quintal da advogada, em Boa Vista. Por conta desse passado, os primeiros dias não foram fáceis. Sem costume de contato com humanos, a bezerra dava "cabeçadas" na nova dona. Estudante faz ensaio fotográfico com jiboia de estimação para eternizar amor: 'trouxe alegria' "A criação que ela tinha era solta em um pasto e, o único contato com seres humanos, era uma coisa distante, onde alguém ia lá enxotá-la de um lugar para outro, fazer a criação de abatedouro e ela não estava acostumada com uma criação mais próxima". "Eu tocava nela e ela achava ruim. Levei algumas cabeçadas no início. Nunca cheguei a levar um coice, mas ela tentou no começo. Foi uma semana até ela entender que eu não era uma inimiga. Passávamos bastante tempo juntas. Ela vinha para dar uma cabeçada, e eu segurava a cabeça dela para fazer carinho. Foi todo um processo de estabelecer uma confiança dela em mim", relata Otacília. A advogada Otacília Brito, cria a bezerra Pipoca de seis meses como pet Caíque Rodrigues/G1 RR E foi nessa construção de afeto que Pipoca passou a exercer um grande papel no tratamento de Otacília contra a depressão. Como a bezerra é criada no quintal, a advogada passou a sair mais do isolamento no próprio quarto e assim, nutriu o amor entre as duas. "Eu tenho um processo longo de depressão e isso faz a gente querer se isolar, querer se trancar. A Pipoca me obrigou a ter que sair de dentro do quarto para fora, que é onde ela fica. Todo o dia de manhã, quando eu acordo, vou pra fora ficar com ela. Pego sol e passamos um tempo juntas". "Estabelecer essa relação de confiança com ela me ajudou muito a entender relações de confiança em geral, com seres e até com pessoas que estão traumatizadas, que têm certa vulnerabilidade", confessa. Otacília dando banho na bezerra Pipoca Caíque Rodrigues/G1 RR Otacília conta que, depois desses primeiros dias, a relação com a pet tem sido de amor, carinho e companheirismo. Pois, segundo ela, com tratamento de afeto, diferente do que é dado em algumas fazendas, Pipoca deixou de vê-la como "inimiga". "Hoje em dia, na hora que me vê abrindo o portão, se ela estiver em qualquer lugar, vai direto para o lugarzinho onde eu costumo fazer carinho nela. Quando eu sento, ela já chega, fica esfregando a cabeça, me lambendo, e se esfrega em mim", relata Otacília. Sonho realizado Além de advogada, Otacília é defensora dos direitos dos animais. Desde 2016, quando se tornou vegetariana, a jovem passou a ter vontade de criar, com afeto, um animal como uma vaca, pois conforme ela, esses bichos costumam ser criados para o consumo humano. "A Pipoca tem o papel de representar que o amor por animais não precisa ser restrito aos cães e gatos", declara. "Quando me tornei vegetariana, percebi que vacas são tão dignas de carinho e tão merecedoras de respeito como qualquer outro pet que as pessoas geralmente criam. A partir disso, eu sempre tive esse sonho de ter uma vaquinha, um porquinho, um carneirinho, algum bichinho desses que as pessoas usam como animais de consumo", diz. A advogada Otacília conta que considera a bezerra Pipoca um animal "resgatado" Caíque Rodrigues/G1 RR Apesar de Pipoca ter sido dada como presente pela sua mãe, Otacília considera que a bezerra foi "resgatada", tendo em vista o local em que ela nasceu e o destino que a aguardava. "Minha mãe sempre faz viagens pelo interior, então ela conhece muitas pessoas que criam esses animais e surgiu a oportunidade de trazer a Pipoca. Eu nunca tinha ido atrás, pois não queria comprar. Sou totalmente contra a compra de animais, e a minha intenção sempre foi resgatar mesmo. Pegar um animal que serviria de uso de consumo, ou uma vaca que serviria para indústria leiteira ou abate", conta. Otacília Brito tem uma tatuagem que homenageia as vacas Arquivo Pessoal A paixão por vacas é tanta que esse amor foi gravado na pele da advogada. Segundo ela, esses animais "são muito carinhosos". "Sou muito apaixonada, fico vendo vídeos de vacas sempre em santuários, onde elas são bem tratadas e, quando bem tratadas, são muito carinhosas e amáveis". "A Pipoca é muito amada. É um animal de estimação tanto quanto meus cães e gatos" Caíque Rodrigues/G1 RR Outros pets Apesar de ter se tornado o xodó da casa, Pipoca divide a atenção de Otacília com outros animais resgatados pela advogada. E, além disso, a bezerra não foi a única a ganhar nome de comida. Ao todo, são oito gatos e sete cães que dividem espaço no quintal da casa. Nessa lista, há nomes como Tapioca, Batata, Pimenta, Banana e Goiaba. Pipoca com um dos animais criados pela advogada Arquivo Pessoal A convivência entre todos os pets, de acordo com a advogada, é tranquila e eles receberam "muito bem" a nova colega Pipoca. Recentemente, no entanto, uma das gatas criadas por Otacília desapareceu. Priscila, como é chamada a pet, tem pelo nas cores cinza e branco (Veja a imagem abaixo). Qualquer informação sobre ela, pode ser repassada ao telefone 95 99126-8085. Priscila, gatinha desaparecida de Otacília Arquivo Pessoal Defesa dos animais Otacília Brito é presidente da Comissão de Proteção aos Direitos dos Animais na Ordem dos Advogados de Roraima (OAB-RR), que tem o intuito de educar e conscientizar sobre os direitos dos animais. "Ano passado eu requeri da OAB a criação da Comissão de Proteção de Direito dos Animais e eu fui nomeada presidente. Desde então, lançamos campanhas para ajudar animais em situação de vulnerabilidade. Buscamos ensinar sobre o direito dos animais, sobre como cuidar devidamente e o que fazer quando se deparar com um animal maltratado, como e onde denunciar, para que número ligar e com quem entrar em contato". Otacília Brito é presidente da Comissão Especial de Proteção aos Direitos Animais da OAB/RR Reprodução/Instagram Mas o trabalho de Otacília na defesa dos animais começou antes, quando se tornou vegetariana, em 2016, e passou a questionar a forma como os humanos tratavam certos animais com amor e outros como alimento. Depois de muita pesquisa, decidiu mudar seus hábitos alimentícios. "Sempre me pareceu estranho o conceito de consumir animais, pois eu sempre senti amor pelos animais que tenho em casa, e os que eu consumia também eram animais. [A partir daí] Eu comecei a pesquisar sobre a indústria carnista, sobre a quantidade de malefícios da indústria no planeta". "Diversos motivos me fizeram virar vegetariana. Eu acho importante que as pessoas deem visibilidade para isso, por mais que falem '"eu não consigo virar vegetariano'", mas pelo menos entendam a importância da causa e respeitem, pois é necessária". A Comissão, presidida pela advogada, inaugurou recentemente no bairro Centenário, zona Oeste da capital, um espaço de arrecadação no Centro de Controle de Zoonoses com intuito de receber doações de rações, materiais de limpeza ou medicamentos veterinários para ONGs de proteção animal do estado. Os trabalhos feitos pela Comissão Especial de Proteção aos Direitos Animais da OAB/RR podem ser acompanhados pelo Instagram. "Ela me ajuda e eu ajudo ela" Otacília sobre a relação com a bezerra Pipoca Caíque Rodrigues/G1 RR Veja Mais

Em menos de 1 dia, campanha arrecada valor para cirurgia de cão 'mascote' de quiosque que foi atropelado

G1 Pop & Arte Chico é o 'mascote' dos comerciantes que trabalham na Rua Dr. José Bella Netto, em frente ao Hospital Adib Jatene, em Sorocaba (SP). Motorista em alta velocidade atropelou o animal e fugiu, segundo testemunhas. Em menos de 1 dia, campanha arrecada valor para cirurgia de cão 'mascote' de quiosque que foi atropelado Arquivo pessoal Em menos de um dia, a campanha criada por clientes de um quiosque em Sorocaba (SP) conseguiu arrecadar o valor necessário para a cirurgia de um cachorro que foi atropelado na tarde de quinta-feira (7). Chico é o "mascote" dos comerciantes que trabalham na Rua Dr. José Bella Netto, em frente ao Hospital Adib Jatene. Na tarde de quinta-feira, o cão foi atropelado por um carro que passou pela rua em alta velocidade. Josias Campos Cerioni, que é dono de um dos estabelecimentos próximos ao local, relatou ao g1 que o motorista fugiu sem prestar socorro. Os clientes do quiosque se mobilizaram e socorreram o animal, que foi levado até uma clínica veterinária. Carolina d'Barros é uma das organizadoras da campanha. Ela contou que Chico teve uma fratura no fêmur e, por isso, o grupo decidiu iniciar uma vaquinha online. Em menos de um dia, as doações ultrapassaram R$ 2 mil, valor suficiente para pagar todas as despesas médicas do cãozinho. Cachorro que virou 'mascote' de quiosque é atropelado e clientes se mobilizam para pagar cirurgia Arquivo pessoal De acordo com Josias, Chico chegou ao local há três anos e, desde então, recebe cuidados das pessoas que frequentam a região. "Ele sempre fica com a gente. É o primeiro a vir me receber quando chego. Nós cuidamos dele e tem uma casinha para ele dormir também. Não sabemos como ele foi parar ali, acredito que possa ter sido abandonado por alguém", diz. Josias é um dos comerciantes que cuida de Chico Arquivo pessoal VÍDEOS: assista às reportagens da Tv Tem Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí Veja Mais

G1 Ouviu #162 - Adele plagiou 'Mulheres'? Entenda regras e veja mais brigas, de Katy Perry a Led Zeppelin

G1 Pop & Arte Semelhança entre samba na voz de Martinho da Vila e balada da cantora inglesa virou ameaça de processo. Podcast avalia chances do autor brasileiro através de outras disputas recentes. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

'Love is in the Bin': a obra semidestruída de Banksy vendida a R$ 121 milhões em leilão

G1 Pop & Arte Quadro, que se autodestruiu parcialmente quando foi arrematado em 2018, foi vendido agora por um valor superior ao dobro do preço estimado. O leiloeiro Oliver Barker bate o martelo e afirma estar aliviado que a obra de Banksy 'ainda estava lá' Haydon Perrior via BBC Uma obra de arte de Banksy que se autodestruiu parcialmente em um leilão anterior foi arrematada agora a um preço recorde de 16 milhões de libras (cerca de R$ 121 milhões). "Love is in the Bin" foi o que restou da obra Girl with Balloon, picotada ao vivo após ser arrematada por 1 milhão de libras (aproximadamente R$ 7,5 milhões na cotação de hoje) em 2018. O martelo foi batido mais uma vez na famosa Sotheby's, em Londres, na quinta-feira (14), e a obra foi vendida por um valor superior ao dobro do preço estimado de 4 a 6 milhões de libras. Incluindo as taxas, o comprador pagou 18,5 milhões de libras (cerca de R$ 140 milhões) no total. A venda, disputada por nove licitantes que travaram uma batalha por cerca de 10 minutos, bateu o recorde anterior de 14,4 milhões de libras (16,8 milhões de libras com as taxas) estabelecido por Banksy em março. Após o fechamento do leilão, o leiloeiro Oliver Barker brincou dizendo que estava aliviado que a obra de arte "ainda estava lá". Funcionários da casa de leilões Sotheby’s apresentam a obra "Menina do balão", de Banksy. Nova versão da obra será vendida em leilão em 14 de outubro Tolga Akmen / AFP 'Um verdadeiro ícone' Antes de abrir o leilão, Barker afirmou que o quadro se tornou uma "obra de arte performática inesperada" quando foi picotada na mesma sala após ter sido vendida a um "investidor privado europeu" três anos atrás. Com um lance inicial de 2,5 milhões de libras, o preço da obra atingiu 10 milhões de libras em poucos minutos, conforme uma série de ofertas eram feitas. Os lances subiram então gradualmente para 15 milhões de libras à medida que a corrida desacelerava progressivamente com menos concorrentes. Houve um momento de expectativa depois que o licitante Nick Buckley Wood, representando um investidor privado, esperou para ver se alguém superaria a oferta de 16 milhões de libras de seu cliente. Um aceno de cabeça de seu concorrente finalmente indicou que ele estava fora do páreo. "Por 16 milhões de libras, senhoras e senhores, estamos vendendo o Banksy na Sotheby's", anunciou Barker. "Vocês presenciaram este momento fantástico." Em seguida, ele arrancou risos da plateia ao comentar: "Vocês nem imaginam o quão apavorado estou de bater este martelo." Mantendo seu estilo de guerrilha irreverente, Banksy zomba do mundo da arte com Love is in the Bin. O diretor de arte contemporânea da Sotheby's, Alex Branczik, observou que a façanha do artista "não destruiu tanto uma obra de arte ao picotá-la, mas, em vez disso, criou uma". "Hoje, esta obra é considerada herdeira de um legado venerado de arte antissistema", ele acrescentou, rotulando o quadro como "a obra de arte definitiva de Banksy e um verdadeiro ícone da história da arte recente". Em 2018, momentos depois que o martelo foi batido no leilão, um alarme foi acionado, e a tela deslizou por um triturador de papel escondido na parte inferior da moldura, sendo parcialmente picotada. A mulher europeia anônima que comprou a obra declarou: "No começo fiquei chocada, mas percebi que acabaria com meu próprio pedaço de história da arte." Obra 'Amor está no lixo', de Banksy, bate recorde em leilão 'É excepcional' O ex-editor de artes da BBC, Will Gompertz, escreveu na época que acreditava que Love is in the bin passaria a ser vista como "uma das obras de arte mais significativas do início do século 21". "Não é um grande quadro que pode ser comparado a um Rembrandt, ou uma escultura no mesmo patamar de David de Michelangelo, mas em termos de arte conceitual que emana da sensibilidade dadaísta de [Marcel] Duchamp, é excepcional", acrescentou. "Foi brilhante tanto na concepção quanto na execução." "O que é Love is in the Bin?" ele indagou. "É um quadro? Ou agora é uma obra de arte conceitual? Ou deveria ser classificada como uma escultura? Ou é lixo?" "Quem decide? Quem sabe? Duchamp diria que cabe a você decidir." A obra havia sido emprestada permanentemente para o museu Staatsgalerie Stuttgart, na Alemanha, desde março de 2019. Veja Mais

O país que virou 'lixão' de roupas de má qualidade dos países ricos

G1 Pop & Arte Todas as semanas, mais de 15 milhões de peças de roupas usadas chegam a Gana, mas apenas parte disso consegue ser reaproveitada. Todas as semanas, mais de 15 milhões de peças de roupas usadas chegam a Gana, na África Ocidental, onde são disputadas por revendedores. BBC Todas as semanas, mais de 15 milhões de peças de roupas usadas chegam a Gana, na África Ocidental, onde são disputadas por revendedores. Grande parte é de doações vindas da Europa, China e dos Estados Unidos. Leia também: Conheça nova roupas digitais, moda entre influenciadoras Mas hoje, muito do que chega nos lotes do exterior são peças de baixa qualidade ou danificadas, herdadas do mercado da "fast fashion" – marcado por roupas mais baratas e pouco duráveis. Poucas pessoas querem comprar esses produtos, fazendo com que fiquem encalhados e acabem sendo descartados em aterros, que já estão sobrecarregados. Neste vídeo, o repórter da BBC Africa, Thomas Naadi, mostra que as roupas descartadas por esse comércio já são um problema ambiental em Gana. Confira no vídeo neste link. Veja Mais

A imigrante venezuelana que cantava debaixo de ponte na Espanha e foi descoberta por programa de TV

G1 Pop & Arte Rosa María Martínez é uma enfermeira de 30 anos que participou de audição de competição musical na Espanha e conquistou o público e os jurados. Rosa María Martínez veio da Venezuela para a Espanha Cortesia: Rosa María Martínez via BBC "Você representa tudo o que temos que nos orgulhar", disse o apresentador Risto Mejide à imigrante venezuelana Rosa María Martínez, após a apresentação dela no programa musical espanhol "Got Talent España" no mês passado. Ao classificar a apresentação como perfeita, Mejide e os outros dois jurados agradeceram Rosa por também ter ajudado o país no combate à pandemia de covid-19. Ela é enfermeira e esteve na linha de frente contra o novo coronavírus. Segundo os jurados, ela representa os idosos (de quem ela cuida como enfermeira), os profissionais de saúde e também o talento dos artistas. Na disputa, Rosa cantou a música "Adiós Nonino", de Astor Piazzolla. Após os diversos elogios, os jurados tomaram uma medida pouco comum na disputa: apertaram o botão dourado. Isso significa que após essa primeira audição ela foi direto para a semifinal da competição. A participação da cantora, exibida em 17 de setembro, foi um episódio emocionante no concurso, especialmente quando um grupo de idosos, seus "heróis" — como ela chama —, subiram ao palco para acompanhá-la antes da decisão dos jurados. Rosa gostava de cantar para os idosos que tratava no hospital. Para preparar as canções de seu repertório, ela costumava ensaiar em baixo de uma ponte, onde havia boa acústica. Acabou sendo descoberta por acaso por um jornalista, que fez uma reportagem que despertou o interesse dos produtores do Got Talent España. Essa é a história da enfermeira de 30 anos, mãe solo, que nasceu em Maracay, na Venezuela, e cuja voz cativou muitas pessoas na Espanha e em outros países. Artista vestida para apresentação na Venezuela Cortesia: Rosa María Martínez via BBC "Um vínculo muito forte" "Quando criança, era muito doente e asmática. Eu admirava muito a minha tia Miriam, que era enfermeira. Queria ser como ela e como as enfermeiras que cuidavam de mim. Também queria usar o uniforme branco", conta a artista à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC). Ela começou a estudar música aos 12 anos e aos 17 passou a se especializar em canto lírico. Anos mais tarde, realizou o sonho de se formar em enfermagem. "Trabalhei em uma área muito dura no setor de saúde na Venezuela, a oncológica". "Os pacientes com câncer são muito afetados pelas dificuldades do país", especialmente, explica Rosa, pela falta de remédios específicos, que são importados. "Quando uma pessoa passa por uma quimioterapia, precisa de um conjunto de medicamentos e se falta algum, a finalidade dos outros medicamentos é afetada. Por isso, tive de enfrentar com frequência as mortes dos meus pacientes", desabafa. "Tive que ajudar muitos deles que não tinham recursos. Por exemplo: ou comiam ou iam para a quimioterapia. Então, eu dizia: invista o seu dinheiro em vir para a quimioterapia, eu me encarrego de trazer comida para você", diz Rosa. "Os pais dos adolescentes que tinham algum tipo de câncer, desses que acometem as crianças, não tinham recursos", conta Rosa. "Esses pais chegavam e me diziam: 'Enfermeira, preciso de passagem para levar essa amostra, o único dinheiro que tenho é para pagar o laboratório, mas também preciso de dinheiro para o transporte'. Eu acabava ajudando alguns a complementar o que faltava", relata. "Por quê? Bem, no fim das contas é estabelecida muita conexão com o paciente, mesmo que não queira, e a ruptura desse vínculo é muito forte." Rosa conta que quando o marido ligava para ela, na época ele morava em Caracas (capital da Venezuela), sempre a encontrava chorando porque algum paciente havia morrido. Ela conta que a situação começou a afetar profundamente. "É muito sofrimento", lamenta. E Rosa sentiu que era necessário parar e fazer algo diferente por um tempo, "talvez para clarear a mente e me afastar um pouco daquela situação que tem a ver com doença e com morte". Rosa junto com colegas que trabalhavam com ela em setor de oncologia na Venezuela Cortesia: Rosa María Martínez via BBC A mudança Ela foi trabalhar com música em Caracas. Como soprano, integrou o Coro de Ópera do Teatro Teresa Carreño, o principal da região. A artista começou como cantora solo e, após várias apresentações, em 2018 se apresentou junto com a Orquestra Filarmônica da Venezuela. Rosa se tornou prestigiada como cantora, mas uma decisão se tornou inevitável. "Como muitos venezuelanos, deixei o país em busca de mais estabilidade". "A coisa mais dolorosa foi ter que deixar a minha filha, que tem 10 anos", conta. "A Giselle é a minha maior inspiração, o meu principal motor", afirma. "Ela, a minha mãe e a minha irmã dependem completamente de mim. Todos os gastos da minha filha são por minha conta", diz. Ela conta que criou a garota sozinha, após se separar do pai da criança. Rosa chegou à Espanha em 2019, fez mestrado em Música Espanhola e Hispano-Americana na Universidade Complutense, fez estágio no departamento de Música da Biblioteca Nacional da Espanha e algumas poucas apresentações. Mas a chegada do novo coronavírus virou tudo de cabeça para baixo. O golpe da pandemia "Como aconteceu em todo o mundo, na Espanha também apareceu a necessidade de recrutar enfermeiros que pudessem trabalhar em meio à crise sanitária", afirma Rosa. "E para mim foi um dever moral, ético e profissional oferecer os meus serviços como enfermeira, tendo em vista que eu tenho formação e experiência no meu país, por isso atendi ao chamado e comecei a trabalhar em asilos". Ela conta que trabalhou em um abrigo para idosos que foi muito afetado pela pandemia. "Houve vários (que morreram), um, dois, três ou quatro no mesmo dia. A situação era difícil porque no início tínhamos que atendê-los sem os recursos necessários", desabafa. Mas depois do início da pandemia, período em que a Espanha foi um dos países mais atingidos pela covid-19, a situação mudou e as coisas melhoraram. "Hoje vejo o processo da morte de forma diferente", revela Rosa. "A minha experiência com pacientes com câncer me preparou um pouco e o trabalho com esses idosos e a morte terminou de me mostrar um outro lado desse processo da vida, que é o fim", diz. 'Cante o que quiser' "Em um dos corredores de um dos primeiros asilos em que trabalhei, um grupo de idosos se reuniu para fazer o rosário". Ela perguntou se poderia cantar para eles. "Como são muito simpáticos, me disseram: 'Claro, filha, cante o que quiser' e eu cantei Ave Maria". "Eles ficaram tão emocionados que aquilo se tornou em um ritual para mim e todas as 17h30 passei a cantar. Se eu não aparecia, porque estava muito ocupada, mandavam me chamar", diz. Para se apresentar para idosos, ela sempre seguiu um protocolo sanitário rígido. "Comecei a cantar com todo o traje de proteção (contra a covid), com óculos especiais, luvas, máscara dupla e uma tela. Tudo para protegê-los", detalha. Depois dos meses mais difíceis da pandemia, os espaços para receber idosos durante o dia começaram a reabrir na Espanha e Rosa conseguiu emprego em um deles. No novo emprego, ela não apenas cuidava da saúde dos idosos. Ela também participava de atividades de estimulação neurológica para eles. Nesse período, sua paixão pela música ganhou uma nova dimensão e ela se especializou em musicoterapia. "Eu havia cantado na festa de despedida de uma enfermeira e, desde então, os idosos decidiram que eu cantaria para eles nos aniversários e em todas as comemorações que surgissem". E, aos poucos, ela foi passando a fazer apresentações no lugar, no qual os idosos iam vestidos com roupas de gala. "Na Ponte de Toledo, onde conheci o jornalista", diz Rosa Cortesia: Rosa María Martínez via BBC Debaixo da ponte Rosa diz que não tinha lugar para ensaiar para essas apresentações. Ela não podia fazer isso em casa porque, segundo a artista, isso não é comum na região em que mora. Então, junto com o seu pianista, que é seu companheiro que migrou com ela, buscou um lugar. "Caminhando no parque Madrid Río, passei embaixo da Ponte de Toledo e, por acaso, me dei conta de que os arcos do local tinham uma acústica muito boa", diz. "Quis experimentar com a voz e me pareceu um lugar extraordinário para ensaiar". Assim, ela encontrou o lugar que precisava. "Um dos ensaios foi ouvido por um jornalista que, como muitos dos que foram ao parque, ficou até o fim do ensaio", relembra Rosa. Ele se aproximou, a parabenizou e perguntou se ela queria ser entrevistada. Fizeram uma reportagem para a televisão no dia em que ela faria uma apresentação para os idosos. A reportagem foi vista por um dos produtores do Got Talent España, que entrou em contato com Rosa e perguntou se ela queria participar da competição musical. Não esperava Rosa seguiu todos os passos para participar da atração e foi convidada para cantar em frente aos três jurados e ao público, que assistiria à audição dela na plateia do programa. "No último minuto, a equipe de produção teve a ideia de que eu poderia levar alguns dos idosos. Então, escolhemos os mais ativos, os mais artísticos, os mais participativos e os levamos com uma equipe de cuidadores", conta. "Eu podia vê-los sentados no teatro e disse algumas palavras a eles quando estava no palco", diz. "Mas o que eu não esperava era que eles fossem subir e que os jurados apertassem o botão dourado enquanto eu estava com os meus idosos lá em cima", diz a artista, muito animada. "Fiquei em uma espécie de choque, especialmente quando falaram para os avós subirem, porque ali deixei de ser artista e voltei a ser enfermeira e falei: 'os meus avós vão cair, tenho que buscá-los' e calculei cada passo que eles davam. Me desliguei um pouco nesse momento, para ficar atenta a eles, que são uma responsabilidade muito grande", relata. Ela afirma que não esperava ouvir palavras tão bonitas dos jurados, que ela avalia que também se estenderam para os profissionais de saúde, para os idosos que ela cuida e "para todos os venezuelanos que estão espalhados por muitos países para sustentar suas famílias na Venezuela". "Foi um reconhecimento muito bom. Para mim, na verdade, foi um grande prêmio", diz. Os antigos pacientes Rosa diz que se sente muito orgulhosa dos venezuelanos, da solidariedade deles e da capacidade que têm de "se unir e celebrar as conquistas de outros". Ela sabe que o "enorme sacrifício" que passa por estar separada da filha também se repete em muitas histórias de seus compatriotas. "É algo que os pais não querem fazer, mas que os filhos têm que saber que vamos buscá-los e daremos tudo o que merecem, principalmente o amor que temos contido", diz. Ela afirma que fica feliz que sua filha a acompanhou, ainda que a distância, nessa experiência na competição musical. "O que mais quero é que ela veja em mim uma pessoa exemplar, que queira ser como eu". Diante da grande repercussão que a audição gerou nas redes sociais, muitas pessoas entraram em contato com ela. "No momento, estou recebendo mensagens dos pacientes com câncer", diz. "Eu me perguntava o que teria acontecido com eles, talvez tivessem morrido e eu não fiquei sabendo. Mas não. Eles estão vivos!", comemora. Initial plugin text "Por exemplo, a família de um dos meus pacientes com leucemia conseguiu levá-lo para a Itália para um transplante de medula e ele me escreveu: 'lembra de mim? Você me colocou em muitas quimioterapias. Continuo na Itália.' Comecei a chorar de alegria". "Admiro os pacientes com câncer. Eles são uma inspiração, porque não existe pessoa mais próxima da morte do que um paciente com câncer, mas não há pessoa que ame mais a vida do que um paciente com câncer. Ele a ama mais do que uma pessoa que está saudável,e tem muita esperança e vontade de viver". "Para eles, o meu respeito e o meu agradecimento por terem me ensinado a apreciar e a amar a vida e por terem me ensinado que existem milagres". Enquanto espera a semifinal da competição, Rosa continua em seus trabalhos com idosos. Ela sonha em seguir para a final da disputa e procura uma forma de reencontrar a filha. VÍDEO: Semana pop tem música, fofocas, filmes, lançamentos e mais: Veja Mais

'Capitão Kirk' e tripulação ficam 'maravilhados' com vista do espaço; vídeo

G1 Pop & Arte Primeiras imagens internas do voo foram divulgadas e mostram emoção dos viajantes. Astro da série 'Jornada nas estrelas' voou por 10 minutos em nave do bilionário Jeff Bezos, da Blue Origin. A Blue Origin divulgou as primeiras imagens do espaço do voo feito nesta quarta-feira (13). William Shatner, o Capitão Kirk da série "Jornada nas estrelas" ("Star trek"), se tornou a pessoa mais velha a ir ao espaço, aos 90 anos, ao participar da viagem. Initial plugin text Diretamente da cápsula espacial, os tripulantes ficaram "maravilhados" com a visão da Terra e do espaço. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Veja os melhores momentos da viagem de William Shatner, o 'Capitão Kirk', ao espaço Eles voaram por 10 minutos na cápsula New Shepard, sem piloto, da empresa Blue Origin, do bilionário Jeff Bezos. A decolagem ocorreu às 11h50 (horário de Brasília), partindo de uma base no Texas, nos Estados Unidos. Em novo marco do turismo espacial, Shatner superou o recorde de tripulante mais velho que pertenceu a Wally Funk, de 82 anos, a mulher que participou da 1ª viagem de Bezos, há cerca de 3 meses. LEIA MAIS: O g1 transmitiu evento: reveja MINUTO A MINUTO Assista VÍDEOS da viagem do 'Capitão Kirk' ao espaço Veja FOTOS da viagem do ator Ao descer da cápsula, Shatner começou a relatar a sua experiência a Bezos: "Eu espero nunca me recuperar disso [...] é muito maior do que eu e do que a vida", disse. "O que você proporcionou para mim foi a mais importante e profunda experiência". Ao lado do ‘Capitão Kirk’, viajaram mais três pessoas (veja abaixo). Os tripulantes experimentaram 4 minutos de gravidade zero e tiveram uma vista privilegiada da Terra. Principais momentos da viagem O embarque: 'Capitão Kirk' e outros tripulantes são levados para foguete da Blue Origin A decolagem: Foguete da Blue Origin decola com 'Capitão Kirk' Momento em que a cápsula se separa do foguete: Veja o momento em que cápsula com 'Capitão Kirk' se separa de foguete Nave retorna com ajuda de paraquedas: Cápsula com os 'Capitão Kirk' e tripulantes retorna com ajuda de paraquedas Cápsula atinge o solo: Nave com 'Capitão Kirk' atinge o solo 'Capitão Kirk' saindo da Blue Origin: 'Capitão Kirk' sai da cápsula da Blue Origin Passageiros do 2º voo tripulado da Blue Origin Wagner Magalhães/Arte g1 Como foi o voo Os tripulantes fizeram um novo voo suborbital, como o que Bezos fez. Esse tipo de voo é diferente do realizado pela SpaceX, que manteve turistas na órbita terrestre por três dias (veja infográfico ao final da reportagem). A missão ultrapassou a Linha de Kármán, que fica 100 km acima do nível do mar. O limite é considerado para definir o início do espaço, mas Nasa e o Exército dos Estados Unidos consideram que a barreira já é superada em uma altitude de 80 km. Depois do lançamento, o foguete se separou da cápsula, onde ficaram os passageiros, e retornou ao solo de forma autônoma. A cápsula também não precisa de piloto e termina o voo com ajuda de paraquedas. Os passageiros tiveram a sensação de gravidade zero durante 4 minutos. Durante a viagem, eles poderão contemplar a curvatura da Terra. A cápsula reutilizável New Shepard foi batizada em homenagem a Alan Shepard, primeiro norte-americano a chegar ao espaço, em 1961. VÍDEOS: relembre o voo espacial de Jeff Bezos Sabe tudo sobre a nova corrida espacial? Faça o teste e descubra Voo orbital x suborbital: as diferenças entre voos da Blue Origin e da SpaceX Jeff Bezos, Elon Musk e Richard Branson: os bilionários na corrida espacial Quem é quem no voo da New Shepard William Shatner Conhecido por ser o astro de "Jornada nas Estrelas", William Shatner foi o primeiro ator da franquia de séries e filmes a realmente cruzar a fronteira espacial. Além de ator, ele já atuou como diretor, produtor, escritor e músico. Com 90 anos de idade, Shatner se tornou a pessoa mais velha a viajar ao espaço, superando Wally Funk, de 82 anos, que esteve no primeiro no voo de Bezos. William Shatner, astro de 'Star Trek', participará de voo espacial da Blue Origin Josh Edelson/AFP; Reprodução Audrey Powers Vice-presidente de missão e operações da Blue Origin, Audrey Powers foi anunciada junto com Shatner como passageira do NS-18. Ela trabalha na empresa de Bezos desde 2013 e supervisiona os voos e a manutenção das cápsulas New Shepard. Powers, que também é piloto, liderou um processo de anos para certificar a New Shepard para voos tripulados. Antes disso, a executiva trabalhou como vice-presidente da área jurídica da Blue Origin e como controladora de voo da Nasa, agência espacial americana. Audrey Powers, vice-presidente de missão e operações da Blue Origin Blue Origin Chris Boshuizen A presença de Chris Boshuizen, ex-engenheiro da Nasa e cofundador da empresa de satélites Planet Labs, na NS-18 foi confirmada pela Blue Origin ainda em setembro. "Esta é a realização do meu maior sonho de infância", disse Boshuizen. "Mais importante, porém, vejo este voo como uma oportunidade para inspirar estudantes a seguirem carreiras em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, e catalisar a próxima geração de exploradores espaciais", afirmou. Chris Boshuizen e Glen de Vries, passageiros do 2º voo tripulado da Blue Origin Divulgação/Blue Origin Glen de Vries Glen de Vries, vice-presidente da Dassault Systèmes e cofundador da Medidata, duas empresas de software, foi anunciado junto de Boshuizen como passageiro do 2º voo tripulado da Blue Origin. O executivo afirmou que participar do avanço da indústria espacial e um dia oferecer esses recursos para todos é uma "oportunidade incrível". "Eu sou apaixonado por aviação e espaço desde que me lembro, então este voo é realmente um sonho que se tornou realidade", disse. Diferenças entre as naves da SpaceX, Blue Origin e Virgin Galactic Arte g1 Entenda a diferença entre voo orbital e voo suborbital G1 Initial plugin text Veja Mais

Americana usa avião para salvar 27 cachorros que seriam sacrificados; veja vídeo

G1 Pop & Arte Animais iam ser sacrificados no estado do Alabama, mas uma mulher conseguiu levá-los de avião para a Flórida. Americana fretou um pequeno avião para resgatar 27 cachorros Cassandra Bergeron, uma norte-americana que mora no estado da Flórida, conseguiu levar 27 cachorros em um pequeno avião do estado do Alabama, onde os animais iam ser sacrificados, para a Flórida. Ela publicou vídeos com trechos da viagem em uma rede social e teve mais de 13 milhões de visualizações. O título de um deles é “Adivinhe quantos cachorrinhos foram salvos?”. Bergeron está sentada no avião e é possível ver suas amigas segurando os cachorros na cabine. O vídeo foi gravado no dia 29 de setembro, segundo o jornal “Independent”. Bergeron e suas amigas receberam a proposta de levar os cachorros de avião do próprio piloto, Michael Young, um professor universitário da Flórida. Ele afirma que já resgatou mais de 7.000 cachorros, de acordo com o “Daily Mail”. Estados do sul dos Estados Unidos têm sacrificado cachorros em abrigos para cães que não são adotados. Leia também A pedido da dona, cachorro saudável é morto nos EUA para ser sepultado junto a ela Cachorro com coronavírus é sacrificado nos EUA Cachorro que mordeu bebê é sacrificado mesmo sem apresentar sintomas de raiva em Goiânia Veja os vídeos mais assistidos do g1 Veja Mais

Viih Tube e Bruno Magri anunciam término de namoro: 'Fases diferentes'

G1 Pop & Arte Ex-BBB e youtuber falou sobre fim de namoro de três anos com Bruno Magri em post nas redes sociais. Viih Tube anuncia fim de namoro de 3 anos Reproduçaõ/Instagram Viih Tube e Bruno Magri anunciaram, nesta quarta (13), que o namoro de três anos chegou ao fim. O ex-casal esteve recentemente em São Miguel dos Milagres, litoral de Alagoas. A ex-BBB e youtuber fez um post com foto ao lado de Bruno no qual escreveu que os dois não estão mais juntos. "Eu nem sei como dizer isso a vocês, mas eu e o Bruno não estamos mais juntos. Não sabia o momento certo de contar e nem como fazer, mas aí percebi que não vai ter momento certo, vai ser difícil anunciar de qualquer jeito", afirma. "E o mais engraçado é que realmente foi aquela coisa clássica de “estamos em fases diferentes”. Foram 3 anos juntos, dividindo a vida e momentos lindos, eu só consigo lembrar da gente dessa forma, e agradeço que seja assim!". Veja post completo abaixo. Initial plugin text Magri também fez um post falando sobre o término na manhã desta quarta. "É, a vida é uma montanha russa de emoções, e você me proporcionou as melhores durante meus últimos 3 anos. Foi você quem me ensinou o que é esse amor. A estar lá, cuidar, sentir e torcer pelo outro como se fosse por mim mesmo", disse. "Obrigada por me mostrar esse meu lado que nem eu conhecia. Nosso ciclo juntos se encerra aqui, mas o que jamais se encerra é o carinho e a admiração que sinto. Vou te guardar no coração com todo o amor do mundo, pois é assim que quero me lembrar de nós. Obrigado por partilhar a vida ao meu lado, até agora. Torcendo daqui'. Viih Tube foi a décima terceira eliminada do reality show em um paredão com Gil e Fiuk. Na primeira entrevista pós-eliminação, a youtuber brincou com Ana Maria Braga, no "Mais Você", sobre a fama de tomar poucos banhos durante a participação no "BBB21". No 'BBB21': Reveja primeira entrevista de Viih Tube pós-reality Acadêmicos do BBB: por que ricos e famosos não vencem o reality? Veja Mais

Paul McCartney culpa John Lennon pelo fim dos Beatles

G1 Pop & Arte 'Não instiguei a separação. Isso foi o nosso Johnny', disse o cantor em entrevista à Radio 4 da BBC. 'Aquela era minha banda, aquele era meu trabalho, aquela era minha vida, então eu queria que continuasse.' Paul McCartney lança álbum produzido durante isolamento Reprodução/Instagram Paul McCartney diz que queria continuar tocando com os Beatles quando a banda se separou em 1970 e John Lennon instigou o rompimento. As especulações sobre o que causou o fim do grupo pop mais famoso do mundo vão de diferenças artísticas e disputas legais ao casamento de Lennon com a artista Yoko Ono. Em um episódio do programa "This Cultural Life" da Radio 4 da BBC, Paul, de 79 anos, fala sobre o que classificou como o período mais difícil de sua vida. "Não instiguei a separação. Isso foi o nosso Johnny", disse. "Aquela era minha banda, aquele era meu trabalho, aquela era minha vida, então eu queria que continuasse." Quando o cantor e compositor foi indagado sobre sua decisão de prosseguir por conta própria, Paul pediu ao entrevistador para "parar ali mesmo" antes de dar sua explicação sobre o que aconteceu. "Ah não, não, não, John entrou em uma sala um dia e disse 'estou saindo dos Beatles'", contou Paul. "E ele disse 'é muito arrepiador, parece muito com um divórcio'. E nós tivemos que recomeçar do zero." Paul disse que a banda teria continuado se Lennon não tivesse saído. "Eu achava que estávamos fazendo coisas muito boas. 'Abbey Road', 'Let It Be', nada mau." Paul afirmou que, depois que Lennon anunciou que queria sair, os membros remanescentes foram aconselhados por seu novo empresário, Allen Klein, a manter o rompimento iminente em segredo enquanto ele amarrava algumas pontas soltas. Beatles em apresentação na BBC em 1966; influência da banda britânica se estendeu para diversos estilos musicais BBC Vídeo: Cavern Club, que abrigou os Beatles, pode fechar por causa da pandemia na Inglaterra: Cavern Club, que abrigou os Beatles, pode fechar por causa da pandemia na Inglaterra Veja Mais

'Pânico': trailer do quinto filme da franquia é divulgado; assista

G1 Pop & Arte Onze anos após o quarto lançamento, filme tem estreia prevista nos cinemas do Brasil para o dia 13 de janeiro de 2022. Veja trailer de novo filme da franquia 'Pânico' O trailer do quinto filme da franquia "Pânico" foi divulgado nesta terça-feira (12). Clique acima para assistir. O lançamento no Brasil será no dia 13 de janeiro de 2022. O quarto filme da série saiu em 2011. O longa terá o título de "Pânico", sem o número, assim como o primeiro lançamento da série, de 1996. Neve Campbell, David Arquette e Courtney Cox, dos filmes originais, estão no quinto filme. A direção é de Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett, de "Casamento sangrento" (2019). Veja Mais

Dia das Crianças: pandemia inspira frases infantis inusitadas que vão da fofura ao nonsense

G1 Pop & Arte Com ajuda de perfil famoso nas redes sociais, g1 reuniu algumas 'pérolas' de crianças no contexto da pandemia de Covid-19 para mostrar em VÍDEO; assista. Crianças e suas frases inusitadas durante a pandemia Dia das Crianças é um bom momento para celebrar a criatividade infantil. Após mais de um ano e meio de pandemia do coronavírus no país, o g1 foi atrás de frases inusitadas ditas por crianças inspiradas por esse contexto de “novo normal”. Veja o vídeo acima. Para isso, a reportagem teve ajuda de um perfil que faz sucesso nas redes sociais reunindo FRASES curiosas e engraçadas de crianças, enviadas por pais e mães de todo o país. No Instagram, a página tem atualmente mais de 1,3 milhão de seguidores. O g1 selecionou algumas dessas "pérolas" que tinham ligação com a pandemia e propôs que alguns dos responsáveis recontassem com as crianças como a frase foi dita. Também contou com a participação de duas meninas e um menino, que toparam ler outras frases destacadas pelo perfil. Agradecimentos a: Alice (8 anos), Lívia (4 anos), Miah (4 anos), Nina (6 anos), Pablo Miguel (5 anos), Pedro (3 anos) e Raul (6 anos), além de seus pais e responsáveis, e à equipe do Frases de Crianças. Também a Arthur (7 anos), Hector (7 anos), João Henrique (3 anos) e Theo (4 anos), que tiveram frases lidas no vídeo. Frases infantis no contexto da pandemia destacadas no vídeo Reprodução/Instagram/Frases de Crianças VÍDEOS: MAIS ASSISTIDOS DO G1 NOS ÚLTIMOS 7 DIAS Veja Mais

'Round 6' desperta interesse em aprender coreano

G1 Pop & Arte Com sucesso da série, Duolingo relatou aumento de até 76% em usuários interessados pelo idioma. Busca por aulas é mais um sinal da obsessão mundial com a cultura sul-coreana. Assista ao trailer de 'Round 6' O interesse em aprender coreano aumentou desde o lançamento da série "Round 6", da Netflix, conhecida como "Squid Game" no exterior, de acordo com serviços de estudos. O interesse pelo idioma ressalta uma crescente obsessão mundial com a cultura sul-coreana, que vai do entretenimento a produtos de beleza. Quais os ingredientes da série? As brincadeiras mortais do seriado O aplicativo de aprendizado de idiomas Duolingo disse que a série de nove capítulos, em que competidores sem dinheiro disputam jogos infantis mortais na tentativa de ganhar 45,6 bilhões de wons (cerca de R$ 210,80 milhões), estimulou tanto iniciantes quanto antigos alunos que desejam melhorar suas habilidades. Trama de 'Round 6' mostra personagens desesperados e sem grana que competem por um prêmio em dinheiro Divulgação/Netflix O Duolingo relatou um aumento de 76% em novos usuários que se inscreveram para aprender coreano no Reino Unido e 40% nos Estados Unidos durante as duas semanas após a estreia da série. A Coreia do Sul, a quarta maior economia da Ásia, se estabeleceu como um centro de entretenimento mundial com sua vibrante cultura pop, incluindo a banda BTS. Há também a força de filmes como os vencedores do Oscar "Parasita", que aborda o aprofundamento das desigualdades sociais; e "Minari: Em Busca da Felicidade", sobre uma família de imigrantes coreanos nos Estados Unidos. Apenas nesta semana, o Oxford English Dictionary acrescentou 26 novas palavras de origem coreana à sua edição mais recente, incluindo "hallyu", ou onda coreana. O termo é utilizado para descrever o sucesso mundial da música, cinema, TV, moda e comida sul-coreanas. Biscoito Dalonga é uma das brincadeiras infantis mostradas em Round 6. Divulgação As adições foram bem recebidas pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, nesta semana, que chamou o "Hangeul", o alfabeto coreano, de "poder brando" do país. "Língua e cultura estão intrinsecamente conectadas e o que acontece na cultura pop e na mídia geralmente influencia as tendências no aprendizado de línguas e idiomas", disse o porta-voz do Duolingo, Sam Dalsimer. "A crescente popularidade mundial da música, do cinema e da televisão da Coreia está aumentando a demanda pela aprendizagem de coreano." Existem cerca de 77 milhões de pessoas que falam coreano em todo o mundo, de acordo com a Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional. Catarina Costa, uma portuguesa de 24 anos que mora em Toronto, no Canadá, disse que desde que começou a aprender o idioma, há dois anos, ele tem se tornado mais popular "As pessoas ficam fascinadas quando digo que estou aprendendo coreano", disse Costa, que está estudando pela plataforma de ensino online TalkToMeInKorean. Dicionário de K-Pop Veja Mais

VÍDEOS: Renato Russo, 25 anos sem cantor

G1 Pop & Arte Relembro músicas e entrevistas do líder da Legião Urbana. Relembro músicas e entrevistas do líder da Legião Urbana. Veja Mais

'Renascer' estreia no Globoplay: Relembre novela com Antônio Fagundes e Marcos Palmeira

G1 Pop & Arte Escrita por Benedito Ruy Barbosa, obra foi exibida na TV em 1993 com relação difícil entre pai e filho. A novela "Renascer" estreia nesta segunda-feira (11) no Globoplay. Exibida em 1993, a novela de Benedito Ruy Barbosa tinha Antônio Fagundes e Marcos Palmeira em trama sobre uma relação conturbada entre pai e filho. Para quem sente saudade da história, o g1 relembra alguns dos principais momentos da obra, além de curiosidades, com dados do Memória Globo (leia mais ao fim da reportagem). Em uma primeira fase nos quatro capítulos iniciais, "Renascer" conta a história de José Inocêncio (Leonardo Vieira), que chega às roças de cacau de Ilhéus, na Bahia, e finca seu facão ao pé de um jequitibá, fazendo uma promessa: não morrer. A árvore passa a representar sua sorte, força e existência, acompanhando a trajetória do personagem ao longo de toda a narrativa. Enquanto o facão estiver fincado na terra, ele terá o corpo fechado e não morrerá, nem de "morte matada" nem de "morte morrida". Com o passar dos anos, valente, trabalhador e obstinado, José Inocêncio constrói um verdadeiro império do cacau, e se casa com a doce e ingênua Maria Santa (Patrícia França), por quem devota um amor incondicional. Ela lhe dá quatro filhos, mas morre ao dar à luz João Pedro, rejeitado desde então pelo pai, que o culpa pela morte de seu grande amor. Na segunda fase, agora coronel, José Inocêncio (Antonio Fagundes) é um contador de histórias, que mantém uma aura mística a seu redor. Ele mantém ainda um estranho amuleto: um diabo dentro de uma garrafa, chamado caramulhão. Segundo a crença popular, o diabinho fecha o corpo de quem o possui e traz prosperidade. Os filhos José Augusto (Marco Ricca), José Bento (Tarcísio Filho) e José Venâncio (Taumaturgo Ferreira) moram e trabalham na cidade grande. Já o caçula João Pedro (Marcos Palmeira), que nunca deixou a fazenda, mantém-se ao lado do pai, mesmo sofrendo com sua indiferença. "Fui chamado pelo Luiz Fernando Carvalho para fazer Renascer e foi incrível. Renascer resgatou muito da minha família. Meu bisavô era produtor de cacau, então eu fiz um laboratório na fazenda da minha avó, usei toda a experiência da minha infância, joguei dentro dessa novela, improvisei, tinha uma liberdade total", afirmou Palmeira ao Memória Globo. "João Pedro era um personagem que eu criava o tempo inteiro e foi um sucesso." A relação dos dois piora com a chegada de Mariana (Adriana Esteves), por quem João Pedro se apaixona. Ele a leva para trabalhar na fazenda do pai sem saber que a jovem é neta de Belarmino (José Wilker), inimigo de José Inocêncio morto na primeira fase da novela, e que sua intenção é se aproximar da família somente para se vingar. Ela não contava, no entanto, que se apaixonaria pelo coronel, a quem chama carinhosamente de "painho". Renascer: João Pedro conhece Mariana Depois de anos viúvo e sofrendo com a perda de Maria Santa, José Inocêncio se apaixona por Mariana e decide se casar com a moça, num duro golpe para João Pedro, que se vê obrigado a sufocar o amor que sente pela jovem. "Essa novela eu tenho guardada no fundo do meu coração, porque é uma das novelas mais bonitas que eu fiz, mais emocionantes. O Benedito é um autor riquíssimo de telenovelas, dono de uma sabedoria profunda. Ele me chamou, eu li a sinopse e fiquei muito impressionado", contou Fagundes. "O Ruy é muito emocional, ele se envolve muito quando ele conta a história, ele chora, ele se emociona mesmo. É muito bonito ouvir ele contando as histórias. Nós saímos para jantar ele me contou a última cena da novela. Eu fiquei tão impressionado com aquilo que terminamos os dois aos prantos no restaurante, porque era uma cena deslumbrante, eu fico arrepiado até hoje de lembrar. E fiquei com essa cena na cabeça a novela inteira." Curiosidades Inicialmente, "Bumba-Meu-Boi" seria o título da novela, mas após pesquisas de opinião feitas pela TV Globo, a história foi batizada de "Renascer"; A novela marcou a estreia de Benedito Ruy Barbosa no horário nobre da Globo depois do sucesso obtido com a novela "Pantanal" (TV Manchete, 1990). O autor começou a trabalhar no projeto de "Renascer" no início dos anos 1970, após escrever a novela "Meu Pedacinho de Chão" (1971), exibida pela Globo; Benedito rodou três mil quilômetros no sertão baiano colhendo informações, impressões e histórias que desenvolveu posteriormente na trama, como a história do diabo trancafiado na garrafa. Essa lenda já havia sido usada em outra novela de sua autoria, "Paraíso" (1982); O personagem de Jackson Antunes, Damião, foi inspirado em um ex-matador que o autor conheceu nessa viagem, chamado "Seu Visita"; A atriz Patrícia França, que vinha do sucesso da minissérie "Tereza Batista" (1992), estreava em novelas na TV Globo, ao lado do também iniciante Leonardo Vieira. O trabalho dos dois atores na primeira fase de "Renascer" rendeu-lhes um convite para integrar o elenco da novela seguinte das 18h, "Sonho Meu" (1993), de autoria de Marcílio Moraes, na qual voltaram a protagonizar um par romântico; "Renascer" também foi a primeira novela de Jackson Antunes, Maria Luisa Mendonça, Marco Ricca, Paloma Duarte e Isabel Fillardis na Globo; O bordão do personagem de José Wilker (Belarmino) – “É justo, é muito justo, é justíssimo” – nasceu de um improviso. O ator esquecera sua fala durante a gravação de uma cena trabalhosa, que envolvia o diretor de fotografia Walter Carvalho, e, para não ficar em silêncio, criou a fala que se tornou marca de seu personagem; Depoimento - José Wilker: "É justo, é muito justo, é justíssimo", bordão em Renascer(1993) Além de Osmar Prado, vencedor do prêmio de melhor ator coadjuvante, a Associação Paulista de Críticos de Arte elegeu Antonio Fagundes como melhor ator e Regina Dourado como melhor atriz coadjuvante do ano de 1993. Jackson Antunes, que interpretava Damião, foi premiado como revelação. "Renascer" foi considerada, ainda, a melhor novela do ano pela APCA. A apresentação do último capítulo de Renascer fugiu ao padrão. Devido à exibição de uma partida de futebol, metade do capítulo foi ao ar na sexta-feira, e a outra metade, no sábado. O último capítulo foi reprisado no domingo, na íntegra, após o "Fantástico". A mudança se deu por conta da final do Campeonato Brasileiro daquele ano, que seria disputada na sexta-feira, às 21h30, por Internacional e São Paulo. Como o capítulo final tinha 80 minutos de duração, e não uma hora como os anteriores, não daria tempo de exibi-lo na íntegra. A direção da emissora, avaliando a importância da partida de futebol e da novela, optou por dividir o último capítulo em duas partes; "Renascer" foi vendida para Bolívia, Chile, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, entre outros países. Veja Mais

'Meninas' 15 anos depois: o que aconteceu com adolescentes grávidas que protagonizaram documentário

G1 Pop & Arte Filme lançado em 2006 é exibido em escolas de todo o país para conscientizar sobre a gestação na adolescência. BBC News Brasil conta o que aconteceu com as protagonistas da produção. Evelin, Edilene, Joice e Luana: histórias de adolescentes grávidas foram contadas em documentário Gisela Camara/ Montagem BBC News Brasil Evelin tinha 13 anos quando engravidou do namorado de 22. Pouco após o nascimento da filha, ele foi assassinado. Luana, que engravidou aos 14, dizia que tinha planejado a gestação. Ela e o namorado, de 16, estavam juntos havia cerca de um ano quando descobriram que seriam pais. Edilene, 14, soube que seria mãe pouco após terminar o relacionamento com o então namorado, de 21 anos. Na mesma época, ele também engravidou Joice, 15. As histórias dessas adolescentes grávidas, moradoras de regiões periféricas do Rio de Janeiro, são contadas no documentário Meninas, dirigido por Sandra Werneck e Gisela Camara. As jovens foram acompanhadas pela produção por cerca de um ano. Filmado em 2005, após ser aprovado em um edital da Petrobras, o documentário foi lançado no ano seguinte. Na época, chegou a ser exibido no Festival de Berlim, na Alemanha. No Brasil, foi adotado em escolas brasileiras como parte de campanhas de prevenção da gravidez na adolescência. Sandra Werneck diz à BBC News Brasil que decidiu fazer o documentário pois queria responder a uma pergunta: por que uma menina abre mão da adolescência para ter um filho? A diretora diz que não há uma resposta exata para o questionamento, mas comenta que descobriu que ter um filho pode ser sinônimo de status na periferia. "Eu acho que elas não têm consciência (sobre o que é ser mãe). Mas muitas passam a vida cuidando dos irmãos mais novos e têm uma vontade de ter uma coisa delas, porque a vida inteira não tiveram nada", diz Sandra. "Para essas garotas, ter um filho representa que passarão a ser vistas como meninas mais velhas", acrescenta. 'Era tranquilo falar sobre tudo na câmera', diz, Evelin, que resolveu participar do documentário após ouvir um anúncio na rádio buscando personagens Gisela Camara (via BBC) Do ano em que a obra foi lançada aos dias atuais, a gravidez na adolescência continua como um problema no país. Nos últimos 20 anos, o Brasil registrou queda de 37,2% no número de adolescentes grávidas, segundo estudo da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). O levantamento foi feito com base em dados de nascidos vivos (NV) de mães de 10 a 19 anos, entre 2000 e 2019. Mesmo com a redução nos números, pesquisadores ressaltam que esse cenário continua preocupante. Um dos argumentos é que a taxa de gestação entre adolescentes está muito acima de países considerados bons exemplos nessa área. 'Escolhi esperar': por que só campanha de abstinência sexual não evita gravidez na adolescência De acordo com o estudo, o Brasil possuía uma taxa de mães adolescentes (de 15 a 19 anos) de 48 a cada mil nascimentos em 2019. Nos Estados Unidos, a taxa era de 20 a cada mil, e em países europeus havia uma média de oito a cada mil, segundo o Banco Mundial. A gestação na adolescência afeta o presente e o futuro dessas jovens, porque costuma prejudicar os estudos e a busca por emprego. Os impactos de ser mãe na adolescência foram sentidos pelas protagonistas do Meninas, na época das gravações e também nos anos seguintes. Até hoje, o documentário é visto por muitos jovens. É possível observar a dimensão da obra por meio do YouTube. Na plataforma de vídeos, a produção foi compartilhada por diferentes contas — em uma delas, contabiliza mais de 2,4 milhões de visualizações, enquanto em outra tem mais de 790 mil. 15 anos depois do lançamento do Meninas, a BBC News Brasil foi atrás das histórias das protagonistas do documentário para mostrar os rumos que seguiram. Grávida aos 13 anos 'Eu procuro criar meus filhos de modo diferente de como eu fui criada, eu tinha muita liberdade naquela época', diz Evelin Gisela Camara (via BBC) Uma das histórias mais marcantes no documentário é a de Evelin Rodrigues. A jovem de 13 anos foi a mãe mais nova entre as meninas. Poucos meses após dar à luz, ela se tornou viúva. Ela relata que, apesar de ter sido alertada pela mãe sobre a possibilidade de engravidar depois de "ficar mocinha", não obedecia ao conselho de tomar anticoncepcional. "Tinha medo de engordar ou passar mal", conta à BBC News Brasil. Quando ela descobriu a gravidez, a mãe e a avó chegaram a sugerir um aborto. "Mas eu não quis tirar", relata a jovem, que afirma que tinha medo do procedimento. "Eu vi amigas abortarem, vi meninas que morreram no processo, eu não queria tirar de jeito nenhum." No documentário, Evelin contou sobre um episódio no qual ela, quando já estava grávida, apanhou do pai da filha na frente dos amigos por ter saído de casa sozinha. "Minha mãe falava que 'mulher de bandido apanha', e eu não acreditava", disse a adolescente de 13 anos à câmera. Nove anos mais velho, o pai do filho dela era membro de uma organização do tráfico de drogas na Rocinha. Atualmente, ela reconhece que tinha uma relação conturbada com o rapaz. "Ele era um cara ciumento e possessivo, queria me manter presa dentro de casa e dizia que eu era só dele", lembra. "Quando eu saía, ele queria me agredir", conta. O pai da criança morreu em um conflito com a polícia, dois meses após o nascimento da filha. Evelin teve ajuda da mãe para criar a filha. "Ela (mãe) disse que a 'responsa' era minha, mas sempre me ajudou", diz. Ela trabalhou como manicure no fim da adolescência e aos 18 anos conseguiu um emprego como vendedora. Durante quase uma década, Evelin trabalhou em lojas, e hoje investe na carreira como influenciadora digital. Ela acumula 64 mil seguidores no Instagram, sendo a grande maioria composta por pessoas que a acompanharam no documentário e querem saber como está a vida dela atualmente. Estudo da USP mostra que gravidez na adolescência reduz salário de mulheres em até 30% Nas redes, ela fala com frequência sobre o documentário. Em seu canal no YouTube, onde acumula 48 mil inscritos, os vídeos mais assistidos são relacionados ao Meninas. Entre eles há uma homenagem a Edilene, após a morte dela, e um passeio para mostrar como está atualmente a casa em que Evelin morava na época do documentário. Evelin se mudou da Rocinha após conhecer o atual marido, pai de seus outros dois filhos. A residência em que ela morava na época do documentário atualmente é ocupada por seu irmão. Mãe de três filhos, Evelyn saiu da Rocinha com o marido e investe em carreira de influencer Arquivo pessoal/via BBC Ela considera que a mudança de casa foi uma forma de evitar que a filha, hoje com 16 anos, repetisse a história da gravidez na adolescência. "Sei que isso não define nada, porque se ela quiser seguir o mesmo caminho, vai seguir. Mas eu quis tentar ter uma vida mais tranquila", afirma. "Eu tive menos escolha. Parece que tem um ímã, você acaba se envolvendo porque aquela é a realidade em que você vive, mas eu quis um outro futuro pros meus filhos", diz. Hoje, aos 30 anos, Evelin diz que cria os filhos de forma diferente de como foi criada. "Eu tinha muita liberdade", diz. Em meio às regras que criou para os filhos, uma das mais importantes para ela é a transparência sobre assuntos considerados espinhosos. "Desde quando ela (a primogênita) quis começar a namorar, eu já fui bem clara sobre ter relação (sexual). Quando ela quis saber do pai, eu também falei. Ela assistiu ao documentário, perguntou se o pai me batia, eu contei que sim, batia e era ciumento", conta Evelin. Ela diz ter orientado a filha a "se cuidar antes de se envolver" com alguém. 'Eu realmente quis engravidar' Luana quis engravidar durante a adolescência. 'Eu falava que queria ter um (filho) só pra mim', disse no documentário Gisela Camara (via BBC) No início da adolescência, enquanto cuidava da irmã caçula, Luana Santos decidiu que logo se tornaria mãe. "Eu falava que queria ter um (filho) só pra mim por ter cuidado dela", disse no documentário, enquanto estava grávida. Luana explicou, na produção, que sabia os métodos para evitar uma gravidez, como por meio do uso de anticoncepcional ou de preservativo. Porém, em determinado momento quis se tornar mãe e abandonou as formas de prevenção. Hoje, Luana diz que acreditava que a gestação faria com que ela passasse a ser vista como uma pessoa madura. "Eu realmente quis engravidar. Eu tinha muitos atritos com a minha mãe e achava que as pessoas entenderiam que eu era adulta se eu também virasse mãe", afirma à BBC News Brasil. A então adolescente morava junto com a mãe e as quatro irmãs na comunidade Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O pai das garotas era traficante e morreu durante uma guerra de facções, quando as filhas ainda eram crianças. Quando soube da gravidez da primogênita, a mãe de Luana ficou triste. "Ela me rejeitou a gravidez inteira. Fiz o pré-natal sozinha, junto com o pai da minha filha. A minha mãe só aceitou a minha gestação quando precisou me acompanhar em um exame, por eu ser adolescente, e ouviu o coração da neta pela primeira vez", diz Luana. Durante a gestação, a mãe de Luana exigiu que a filha continuasse estudando. "Parei quando a minha filha nasceu e voltei dois meses depois, levando ela para a escola", diz. Pouco depois, Luana parou de estudar. Atualmente, ela está concluindo o ensino médio e planeja cursar administração. Hoje, Luana entende a postura da mãe. "Ela não aceitava que eu me tornasse mãe tão jovem. Agora, eu falo para a minha filha, que tem 16 anos, que não precisa ultrapassar etapas da vida. Ela pode viver cada fase", diz. "A minha filha namora há dois anos, mas a minha relação com ela é diferente da que eu tinha com a minha mãe. A gente conversa muito e sou muito parceira. Sou a primeira a saber e sempre digo para ela que não há ninguém melhor do que eu para ajudá-la", comenta Luana. Dois anos depois do nascimento da primeira filha, Luana se separou do então namorado e iniciou um novo relacionamento. Logo engravidou novamente. Nessa época, ela saiu da casa da mãe para viver com o então marido. Luana ficou por quatro anos com o pai do segundo filho e se separou. Depois, teve um novo relacionamento e teve o caçula. Atualmente, ela mora sozinha com os três filhos (de 16, 14 e nove anos) na comunidade Morro dos Macacos e tem uma microempresa de salgados para festas. Luana tem três filhos e trabalha como microempresária. 'Eu falo para a minha filha, que tem 16 anos, que não precisa ultrapassar etapas da vida', diz Arquivo pessoal via BBC Na adolescência, ela sonhava em ser atriz e fazia aulas de teatro. Mas desistiu da atuação desde a primeira gravidez. "Depois que fui mãe, abandonei, porque tive um filho atrás do outro", comenta. Atualmente, os filhos mais velhos dela fazem aulas de teatro. "Falei pra eles: se vocês conseguirem e for realmente isso que querem, seguem nessa área porque é lindo. Eles cresceram assistindo teatros, porque eu seguia páginas para conseguir ingressos de graça para a gente assistir peças", diz. Nas redes sociais, Luana costuma ser lembrada com frequência sobre o documentário. Hoje com 31 anos, ela considera que a produção a acompanhará para sempre. "Na época das gravações, tudo era muito bom pra mim. Toda vez que a equipe ia em casa para filmar era uma festa, sempre levavam presentes como fraldas descartáveis. Eu gostava muito disso", diz Luana. "Hoje as pessoas me enchem de perguntas sobre o documentário no Instagram, o pessoal me marca em publicações sobre os filmes e eu sempre tento falar sobre esse assunto", comenta ela, que tem 16 mil seguidores, conquistados em razão do Meninas. O câncer do colo do útero Edilene engravidou pela primeira vez aos 14 anos Gisele Camara (via BBC) Quando conheceu o namorado, Edilene Ferreira gostava de brincar de boneca e conversar com as amigas na região em que morava em Engenheiro Pedreira, em Japeri, na Baixada Fluminense. No documentário, ela conta que o rapaz, na época com 21 anos, foi o primeiro parceiro com quem teve relação sexual. O namoro durou cerca de seis meses, eles se separaram e pouco depois a garota descobriu que estava grávida. "Vou ficar aqui só até ganhar (o filho), porque ele tem outra mulher grávida", explicou Edilene, no documentário, ao comentar sobre o fato de ter se mudado para a casa do rapaz. Quando o bebê nasceu, a adolescente voltou para a casa da mãe, Maria José Ferreira, que na época estava grávida do quinto filho — ela engravidou do então marido pouco depois da filha. Após se tornar mãe, Edilene não voltou para o pai do primogênito e teve outros dois filhos — hoje eles têm 16, 13 e oito anos. Nos últimos anos, ela estava casada com o pai do caçula. No ano passado, Edilene sentiu dores constantes nas pernas e teve sangramentos, segundo a mãe dela. Quando procurou ajuda médica, passou por exames e foi diagnosticada com câncer do colo do útero. Ela precisou ser internada e o quadro de saúde piorou rapidamente. O tumor foi descoberto em um estágio muito avançado. "Disseram que não tinha mais como tratar", conta a mãe de Edilene. O câncer do colo do útero, na parte inferior do órgão (entre o corpo do útero e a vagina), é um dos mais frequentes entre as mulheres no país. Na imensa maioria dos casos, é causado por infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV) — que pode ser prevenido com vacina — , que caso não tratada pode progredir e evoluir lentamente para o câncer. HPV: por que vacinação de adolescentes contra vírus de transmissão sexual que causa câncer não avança no Brasil O HPV pode causar alterações graves que exigem tratamento. "O mais importante quando a mulher tem diagnóstico de HPV é o acompanhamento, porque caso ela apresente alguma alteração grave é possível fazer o tratamento e a retirada das lesões para não ocorrer a evolução para o câncer", explica a ginecologista e obstetra Laís Yamakami. No caso de Edilene, segundo a mãe dela, o câncer surgiu de maneira inesperada. "Foi tudo muito rápido, ela era totalmente saudável", afirma Maria à BBC News Brasil. Ela diz que a filha não tinha doenças e afirma não saber o motivo do surgimento do tumor. Edilene morreu aos 30 anos, em decorrência de câncer do colo do útero Arquivo pessoal (via BBC) Edilene morreu em junho do ano passado, aos 30 anos, cerca de um mês e meio após descobrir o câncer. "Foi uma tristeza muito grande. Ela era muito amiga. Era uma filha e uma amiga", emociona-se a mãe. Nas redes sociais, muitas pessoas que assistiram ao documentário lamentaram a morte dela. "Tão triste saber que ela se foi, mas ela sempre será lembrada", escreveu uma mulher em um perfil no Instagram sobre o documentário. "Tão nova e cheia de vida. Que Deus console o coração dos familiares, amigos e fãs", comentou outra, no mesmo perfil. O filho caçula de Edilene mora com o pai. Os dois mais velhos moram com a avó materna, em uma casa em Engenheiro Pedreira com outras cinco pessoas: dois tios e três primos. A principal renda da casa, diz Maria, vem das faxinas que ela faz duas vezes por semana e do valor que tem recebido do auxílio emergencial durante a pandemia de Covid-19. Além disso, ela afirma que recebe R$ 200 mensais do pai do segundo filho de Edilene. O fim do sonho de entrar para a Marinha 'Hoje em dia é mais fácil você ir num posto de saúde, pegar um preservativo. Na minha época as coisas não eram tão conversadas quanto hoje', diz Joice Vantoen Pereira Jr (via BBC) Em meio à história de Edilene surgiu Joice Delfino Rosa, a garota que engravidou do mesmo rapaz. "Eu sonhava em terminar meus estudos e me alistar para a Marinha. Mas agora não vai mais ser possível", desabafou a jovem, na época com 15 anos, em sua primeira cena no documentário. Ao longo do filme, Joice aparece em poucos momentos. "Eu dei graças a Deus que não apareci muito na época, porque eu tenho vergonha", relata à BBC News Brasil. Primeiro, a produção chegou à história de Edilene. Quando descobriram que o namorado da jovem havia engravidado outra garota também, a direção foi atrás de Joice para conhecer sua história. "A gente resolveu que a gente ia namorar em casa, mas aí depois aconteceu isso tudo: eu fiquei grávida e a outra menina (Edilene) também ficou grávida. Aí terminamos tudo e eu tento esquecer ele", explicou Joice no documentário. Ela, assim como Edilene, também morava em Engenheiro Pedreira. Joice diz à BBC News Brasil que não ficou preocupada quando descobriu a gravidez. "Mas fiquei muito sentida, porque na época eu gostava dele (o pai de sua filha)", conta. Ela comenta que seu maior medo era a reação dos pais, mas diz que eles a apoiaram quando souberam. Além disso, afirma ter recebido apoio do pai da criança e da mãe dele. Aos 32 anos, Joice atualmente está desempregada. Ela não voltou a estudar após a gravidez e teve várias ocupações: já foi auxiliar de serviços em hospital, copeira, faxineira e recentemente trabalhou como manicure e como vendedora de salgados. Depois do nascimento da primeira filha, Joice iniciou um novo relacionamento, se casou e teve outras duas filhas com o então marido, com quem ficou durante 10 anos. A experiência de se tornar mãe na adolescência é usada por Joice para conversar abertamente com as filhas — hoje com 16, 14 e 11 anos — sobre sexualidade. "Eu explico como é, para elas poderem enxergar a vida com outros olhos, não acharem que a vida é feita de flores", diz. "O povo, às vezes, me chama de maluca porque não tenho 'rodeio' com elas", conta. Hoje, Joice ressalta a importância de manter um diálogo transparente com suas filhas sobre sexualidade e cuidados: 'Rasgo o verbo mesmo' Arquivo pessoal (via BBC) Uma das preocupações dela como mãe é sobre a homofobia — a filha mais velha de Joice é lésbica. "A gente tem que sentar e conversar, porque o mundo aí fora hoje é puro preconceito. Então, tento passar o máximo de experiência", relata. Na casa da família, o documentário é motivo de brincadeira. "Elas (as filhas) assistem com frequência, ficam zoando e rindo da cara da gente", conta Joice. "Minha filha até tem um vídeo numa rede social dublando uma fala do pai dela no filme". "Pra mim, foi uma experiência totalmente nova, me olhar nos telões lá do cinema. Uma vergonha que só, mas foi positivo", afirma Joice, ao relembrar a estreia do documentário. "Foi uma boa experiência, a gente pôde alertar muitos com a nossa história, muitas meninas aprenderam muito com a gente e isso é muito gratificante pra mim." O atual cenário da gravidez na adolescência no Brasil As histórias das Meninas mostram também a realidade de muitas jovens brasileiras depois que seus filhos nascem: grande parte da responsabilidade, ou toda, fica com a mãe e seus familiares próximos. Isso costuma afetar duramente o futuro dessas adolescentes. "Uma menina pobre grávida vai estudar menos, ela vai pro mercado informal, vai ganhar significativamente menos... Como ela vai sair desse ciclo de pobreza?", questiona a pesquisadora Ana Lúcia Kassouf, docente sênior do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (LES) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP. As mais afetadas pela gravidez na adolescência são as meninas pretas e pardas, que correspondem a sete em cada 10 mães adolescentes, segundo levantamento da Esalq com base em números da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento feito pela Esalq aponta que mães adolescentes ganham em média 30% menos (em comparação às que não têm filhos) quando chegam ao mercado de trabalho — esse número é maior nas regiões Norte e Nordeste, áreas em que chega a 34%, segundo a pesquisa. Os salários menores para essas garotas são explicados pela redução da escolaridade. Segundo o levantamento da Esalq, elas têm 12% menos chances (em comparação às que não são mães) de entrar no mercado formal. "Sabemos que há uma grande correlação entre pobreza e gravidez na adolescência", diz Ana Lúcia. Em relação às medidas de prevenção da gravidez, especialistas são unânimes em afirmar que apenas campanhas de abstinência não são eficazes. "Não defendemos a atividade sexual precoce, mas se essa atividade existe, temos que proteger essas meninas da gravidez com contracepção eficaz", diz a ginecologista Denise Monteiro, secretária da Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Infanto Puberal da Febrasgo, responsável pelo estudo que avaliou os dados sobre gravidez na adolescência nos últimos 20 anos. Educação sexual ainda é tabu no Brasil e adolescentes sofrem com a falta de informação Após palestra de educação sexual na escola, criança revela abuso e homem é condenado a prisão "Tem que ter educação mostrando os contraceptivos, ensinar como escolher os mais adequados, mostrar onde buscar… Não permitir que ela tenha a possibilidade de engravidar nessa idade", reforça Ana Lúcia. O Ministério da Saúde afirma que o acesso à educação e aos serviços de saúde foram fundamentais para o declínio da gestação na adolescência nos últimos anos. Entre as políticas de uma estratégia nacional, segundo a pasta, estão "métodos contraceptivos, com destaque aos que protegem por mais tempo". Educação sexual para jovens: O que as escolas devem ensinar? "Atualmente, o SUS (Sistema Único de Saúde) oferta os preservativos masculino e feminino, a pílula combinada, o anticoncepcional injetável mensal e trimestral, o dispositivo intrauterino (DIU) de cobre, o diafragma, a anticoncepção de emergência (pílula do dia seguinte), a minipílula e o implante subdérmico", detalha a pasta. Gravidez com DIU? Entenda por que foto de bebê com dispositivo na mão não deve abalar eficácia do método Ainda segundo o ministério, existem "estratégias de planejamento familiar e reprodutivo, elaboradas no âmbito do Projeto Terapêutico Singular- PTS, com atendimento individual ou coletivo, de acordo com as expectativas, valores e necessidades das pessoas". De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019 foram registradas 987.362 consultas de pré-natal para adolescentes no SUS. No ano seguinte foram 879.632 registros — dados preliminares. Não há nenhum recorte socioeconômico sobre esses números, informa a pasta. Enquanto o Ministério da Saúde ressalta o declínio nos números de gestações na adolescência, pesquisadoras destacam que essa redução está longe de representar que o problema está solucionado. Elas mencionam que é fundamental que haja cada vez mais políticas públicas sobre o tema, principalmente entre as mais novas. Uma preocupação grande é sobre as meninas de 10 a 14 anos. Nessa faixa etária, a diminuição nos índices nas duas últimas décadas foi menos expressiva: correspondeu a 26%, enquanto a queda para o grupo de 15 a 19 anos é de 40,7%. "O número de estupros de vulneráveis é muito alto, e sabemos que a realidade é muito maior que os números que são notificados. Então a gente tem que agir nesse público (de 10 a 14 anos) que a gente já detectou que é o problema", explica a ginecologista Denise Monteiro. As pesquisadoras alertam que além de orientação sexual para evitar gestações indesejadas, as políticas sociais e educativas precisam conscientizar essas adolescentes sobre os impactos de uma gestação nessa fase da vida. "Ela (a adolescente grávida) não tem a ciência de que possivelmente vai ficar sozinha, sem renda, com uma criança, parar de estudar…", aponta Ana Lúcia. "Uma pessoa de 11 anos achar que ela tem vontade de ser mãe, por exemplo, mostra que essa menina não tem outras perspectivas. Uma menina com perspectiva de futuro, de profissionalização, não vai querer engravidar cedo", afirma Denise. Para Luana Santos, é fundamental conversar com as adolescentes sobre como a vida de uma jovem muda após se tornar mãe. "Esse tema não pode ser colocado como um tabu e precisa ser falado, sim. Quanto mais falar, melhor", avalia. Ela admite que não pensava muito nisso quando engravidou aos 14. Luana na época em que engravidou pela primeira vez. Hoje, ela dá palestras para conscientizar adolescentes Gisela Camara (via BBC) Desde que o documentário ganhou repercussão, Luana passou a dar palestras para conscientizar sobre os problemas de uma gestação na adolescência. Ela sempre costuma frisar que a sua história exibida na produção não é um exemplo a ser seguido. Veja VÍDEOS sobre ciência e saúde: Veja Mais

David DePatie, criador e produtor de 'Pantera Cor-de-Rosa', morre aos 91 anos

G1 Pop & Arte Produtor de animação morreu de causas naturais em Washington no dia 23 de setembro. David DePatie, produtor do desenho 'Pantera Cor-de-Rosa', morre aos 91 anos Reprodução/Acervo da família David H. DePatie, produtor de animação que foi um dos criadores do desenho animado "Pantera Cor-de-Rosa", morreu em 23 de setembro de causas naturais em Gig Harbor, Washington. Ele tinha 91 anos. A morte foi anunciada em um obituário do jornal "The Seattle Times" nesta quinta-feira (14). Ao lado do parceiro Friz Freleng, DePatie criou os segmentos de abertura de alguns filmes da "Pantera Cor-de-Rosa", que dariam a base para o desenho animado de sucesso. Juntos, eles fundaram a empresa DePatie Freleng Enterprises. David Hudson DePatie nasceu em 24 de dezembro de 1929 em Los Angeles. O pai Edmond L. DePatie trabalhou na Warner Bros, empresa na qual o filho passaria boa parte da vida profissional até chegar aos postos de vice-presidente executivo e gerente geral do estúdio. Além da carreira na própria produtora e da Warner, DePatie também foi produtor executivo da Marvel. Veja Mais

REP Festival 2022 terá Matuê, Baco Exu do Blues e Djonga entre dezenas de atrações

G1 Pop & Arte Evento acontece no Rio em 12 de fevereiro. Azzy, Filipe Ret, Xamã, Luccas Carlos também estão na programação. REP Festival 2022 anuncia programação com dezenas de atrações Divulgação O REP Festival – Ritmo e Poesia 2022 anunciou as dezenas de atrações que farão parte do evento. Entre elas, estão Matuê com participação especial de Teto, Baco Exu do Blues, Orochi e Djonga. O festival de rap acontece no dia 12 de fevereiro de 2022, no gramado do Riocentro, na Barra da Tijuca. Azzy, Filipe Ret, Xamã, Luccas Carlos, Mc Poze do Rodo, o projeto Poesia Acústica, BK’, Jovem Dex, Cabelinho, Papatinho e Black Alien também estão entre as atrações confirmadas. Segundo a produção do evento, as mais de 40 atrações vão se apresentar em 3 palcos simultâneos ao longo de mais de 15 horas de festival. VÍDEO: Semana pop tem música, fofocas, filmes, lançamentos e mais: Veja Mais

Turnê 'Patroas': Marília Mendonça, Maiara e Maraísa vão contar história de amizade e incentivar apoio entre mulheres

G1 Pop & Arte Trio sobe aos palcos em 2022 para apresentar repertório cantado ou escrito por elas. Marília afirma que projeto é alter ego, parar criar sem se preocupar se vai assustar fãs da sofrência. Marília Mendonça, Maiara e Maraísa vão unir vozes e fãs para uma turnê em parceria. O Festival das Patroas segue o exemplo de outros projetos do sertanejo como "Amigos" (Zezé Di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó e Leonardo) e "Amizade Sincera" (Renato Teixeira & Sérgio Reis). DATAS E INGRESSOS: Veja informações da turnê As "patroas" querem contar na turnê a história da amizade entre elas, que teve início quando elas ainda se dedicavam apenas às composições, há quase uma década. "Já conquistamos bastante coisa, mas o foco agora, o principal é mostrar a amizade", diz Marília. "E como você pode estar ao lado de uma mulher, ou abaixo, acima de uma mulher, e mesmo assim você estar junto com ela o tempo todo." Para cantar a história das três, as artistas vão incluir no repertório não apenas as canções dos álbuns "Patroas", mas também as músicas de suas carreiras separadas. As apresentações também terão músicas escritas gravadas por outros aristas. Marília Mendonça e Maiara & Maraisa anunciam turnê do projeto 'Patroas' para 2022 Marcelo Brandt/g1 A ideia das três é mostrar essa história por todos esses ângulos e só diversificando o repertório, é claro, para conectar as playlists da carreira de Marília, Maiara e Maraisa. "Vamos trazer para os fãs tudo isso o deixar sempre esse recado: 'não precisa ter medo de outra mulher'. Está tudo bem. Pega na mão dela e vai crescer junto com ela que vai ser lindo." Feat no palco A turnê reflete muito dos sonhos das amigas na época em que uniram forças na composição. Nesses encontros, além de escreverem os versos de grandes hits, elas imaginavam como seria um encontro no palco. "A gente sempre foi muito perseverante, compunha pra grandes artistas. O povo falava: 'Mulher no meio não acontece'. Mas nós sempre pensamos no positivo. Quando nós estávamos compondo no sofazinho lá, nós já falávamos que ia acontecer, que um dia nós íamos ter o nosso show, que ia parar tudo", recorda Maraisa. "A gente nunca tinha gravado uma música sequer na vida." "Uma mulher determinada ninguém para, imagina três juntas", completa Maiara. Maiara fala com a imprensa no lançamento da turnê 'Patroas' Marcelo Brandt/G1 Não fui eu, foi meu alter ego Marília Mendonça faz uma análise sobre o projeto e diz que o "Patroas" é seu alter ego, pois nele consegue criar mais sem precisar pensar se vai assustar fãs de sua carreira solo caso tente sair de suas raízes da sofrência e do brega. "Chega aqui, eu desbloqueio tudo", resume ela. "Tenho me divertido de uma forma e deixado as coisas acontecerem de uma forma tão bonita, desde nosso primeiro álbum. Sou muito livre para criar aqui dentro do 'Patroas'. A minha responsabilidade diminui aqui." Após 'pé no freio', sertanejos retomam ritmo "E essa Marília vem aqui, aproveita de tudo isso, de toda essa criatividade, de toda essa genialidade dessas duas meninas. Essas oportunidades que eu tenho vou levar praquela Marília lá de uma forma mais sutil pra não assustar o fã de Marília Mendonça." "A gente começou do zero, já fizemos músicas para outros cantores, a gente canta o sertanejo, somos três mulheres que estão aí, guerreiras, escrevendo a nossa história. Para mim, a representatividade de ser indicada, de o álbum ser indicado, é uma coisa surreal. Imagina se ganhar", dispara Maiara. "A gente sempre fala, projeta as coisas, a gente se diverte e fala muita coisa boa. E as coisas acontecem", completa Maraisa. Maraisa Marcelo Brandt/g1 VÍDEO: Semana pop tem sertanejo, fofocas, filmes, lançamentos e mais Veja Mais

Estudantes têm treinamento de varinha com coreógrafo de 'Harry Potter' em comemoração aos 20 anos do filme

G1 Pop & Arte Crianças e adolescentes de Londres aprendem a 'girar e sacudir' varinhas, além de outros movimentos famosos da franquia. Estudantes aprendem a “girar e sacudir” varinha em comemoração aos 20 anos de Harry Potter O filme "Harry Potter e a Pedra Filosofal" vai completar 20 anos em novembro. Para celebrar o aniversário da estreia do bruxinho nos cinemas, estudantes de Londres tiveram aulas de guerra de varinhas com o coreógrafo de lutas do filme, Paul Harris. Veja no vídeo acima. As crianças ficaram encantadas com as aulas. "Foi muito divertido, foi como Harry Potter lutou com seus inimigos, com os mesmos movimentos e as mesmas coisas", disse a pequena Ajwa. Estudantes têm treinamento de varinha com coreógrafo de 'Harry Potter' em Londres REUTERS/Toby Melville A praça Leicester, uma das mais famosas da capital inglesa, também recebe uma instalação com varinhas gigantes. Harris foi o coreógrafo do filme "Harry Potter e a Ordem da Fênix". Ele diz que os atores aprenderam rápido a manusear as varinhas porque entenderam "a necessidade da linguagem física, gramática e técnica como um ballet ou uma luta de kung fu". O personagem Sirius Black (à esq.) foi batizado assim por causa do nome da estrela da constelação Cão Maior Divulgação "Mas eu diria que a pessoa que dominou isso e, de certa forma, personalizou seu estilo, foi Gary Oldman [que interpreta Sirius Black] Ele era simplesmente fantástico, inventivo e divertido. O jeito que o personagem luta precisa bater com sua personalidade", explicou. A primeira adaptação cinematográfica dos livros da J.K. Rowling foi lançada em novembro de 2001. Os oito filmes se tornaram uma das maiores franquias do cinema, arrecadando cerca de US$ 7,7 bilhões em bilheterias de todo o mundo. Paul Harris, coreógrafo das lutas de 'Harry Potter e a ordem da fênix', ensina crianças REUTERS/Toby Melville G1 15 anos: Os 15 filmes que se destacaram no cinema Veja Mais

Luisa Mell destitui advogado e diz que ele pediu prisão do ex-marido sem autorização dela; advogado nega

G1 Pop & Arte Advogado protocolou o pedido de prisão na segunda-feira (11). Nesta quarta (13), Luisa disse que não quer que ex-marido seja preso. Advogado diz que apenas reforçou pedido de prisão feito em denúncia de agressão registrada pela própria Luisa. Luisa Mell acusa ex-marido de abuso e de ameaças Reprodução/Instagram/luisamell A ativista da causa animal Luisa Mell disse ao g1 nesta quarta-feira (13) que vai destituir seu advogado, Angelo Carbone, pois ele pediu a prisão do ex-marido dela sem que ela tivesse autorizado que ele entrasse com o pedido em seu nome. O pedido de prisão do ex-marido de Luisa, Gilberto Zaborowsky, foi feito pelo advogado na segunda-feira (11), com base na Lei Maria da Penha. Mas Luisa diz que não quer que o marido seja preso. Ao g1, Angelo Carbone negou que tenha feito o pedido sem autorização de Luisa. Ele afirma que apenas pediu que a justiça garantisse as medidas protetivas mais seguras para proteger sua cliente, incluindo a prisão, baseadas numa denúncia anterior feita pela própria Luisa. "Não fui eu que pedi, foi ela. Ela foi na delegacia junto com outro advogado. Só que o juiz deferiu parcialmente. Não deu a prisão, só autorizou distância e outras coisas. Então eu pedi reconsideração", disse Carbone. Luisa Mell acusa o ex-marido de abuso psicológico e ameaças. Ela registrou um boletim de ocorrência no dia 29 de setembro. Com isso, ela ganhou uma medida protetiva contra Zaborowsky, que não pode se aproximar a menos de 500 metros da ativista, nem entrar em contato com ela. Porém, segundo Carbone, essa medida não foi suficiente e Zaborowsky continuou procurando Luisa e fazendo ameaças à sua integridade física por meio de telefonemas sem identificação. "Há o temor que ele venha a agredi-la fisicamente ou até matá-la", dizia o documento protocolado pelo advogado de Luisa. Carbone disse ao g1 que ainda não foi comunicado por Luisa de sua destituição, e que respeita a decisão da cliente. "Ou ela está mudando de ideia, ou é uma pressão muito séria por fora", disse o advogado. "Ela tem muito medo dele", Carbone afirmou. Mas ele diz que, assim que for comunicado oficialmente, vai sair do caso. Compartilhe essa notícia no WhatsApp Compartilhe essa notícia no Telegram Abuso psicológico No sábado (9), Luisa Mell publicou um texto em seu Instagram, acusando o ex-marido de abusos psicológicos durante o casamento dos dois e de ameaças desde o fim do relacionamento. "Agressão também se faz com palavras, atitudes e manipulações e nem sempre quem está presa em um relacionamento abusivo percebe isso", afirmou Mell. Initial plugin text O que diz o ex-marido Procurado pelo g1 na terça-feira (12), Zaborowsky disse que vai se posicionar na hora certa e que tem "muita coisa para falar e mostrar". No domingo (10), ele disse que iria se defender na Justiça: "Agradeço a oportunidade para me manifestar, mas como a questão está em juízo, é lá que eu vou me defender, depois que tomar conhecimento das acusações que a Marina me fez, das quais, por enquanto, eu só sei por notícias esparsas da mídia." Veja Mais

Chico Buarque passa bem após cirurgia e deve receber alta no fim de semana

G1 Pop & Arte Cantor e compositor sofre de estenose do canal vertebral - um estreitamento das vértebras por onde passa a medula. Chico permanecerá por mais dois dias no hospital devido ao pós-operatório. Cirurgia de Chico Buarque é bem sucedida e artista recebe alta neste final de semana Alexandre Durão/G1 O cantor e compositor Chico Buarque passa bem na manhã desta quarta-feira (13), após a realização de uma cirurgia realizada devido a um problema de coluna na terça (12). Chico está internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde deve ficar mais dois dias devido ao pós-operatório. A expectativa é que ele receba alta médica no sábado (16). De acordo com a assessoria de imprensa do artista, a cirurgia foi um sucesso. Entenda o caso Buarque sofre de estenose do canal vertebral – um estreitamento anormal das vértebras por onde passa a medula. O problema causa dores constantes. Dessa forma, ele foi submetido a um procedimento chamado artrodese – fixação de uma placa para manter o espaço vertebral necessário à passagem da medula. A cirurgia foi conduzida pelo ortopedista Luiz Cláudio Schettino. Veja Mais

Ponte do Ursinho Pooh é leiloada por US$ 179 mil no Reino Unido

G1 Pop & Arte Criador do ursinho barrigudo gostava dessa ponte da floresta de Ashdown, no sudeste da Inglaterra. Valor chega perto de R$ 1 milhão. Uma bucólica ponte de madeira do campo inglês que inspirou o autor das aventuras do Ursinho Pooh foi vendida por mais de US$ 179 mil dólares, mais que o dobro do estimado, em um leilão no Reino Unido. O valor, em reais, chega a R$ 986 mil. James Rylands, especialista da casa de leilões britânica Summers Place Auctions, afirmou nesta quinta-feira (7) estar "absolutamente feliz de ter conseguido vender uma peça da história da literatura". O preço da ponte foi estimado entre 40 mil e 60 mil libras, mas o resultado da venda superou todas as expectativas, alcançando 131.625 libras. Ponte do Ursinho Pooh é leiloada por US$ 179 mil no Reino Unido Handout/Summers Place Auctions/AFP Alan Alexander Milne, criador do ursinho barrigudo, gostava dessa ponte da floresta de Ashdown, no sudeste da Inglaterra. LEIA MAIS: Casa na árvore do Ursinho Pooh foi recriada por ilustrador e pode ser alugada por final de semana Ele e seu filho Christopher Robin Milne, que inspirou o pequeno amigo de Pooh, costumavam brincar na ponte de um jogo de sua invenção chamado "Poohsticks": cada jogador lançava uma vara contra a corrente e vencia a vara de quem chegasse primeiro debaixo da ponte. A ponte, construída por volta de 1907 e conhecida como Posingford Bridge, ficou famosa após aparecer desenhada neste clássico livro infantil. Em 1979 foi oficialmente nomeada de Poohsticks Bridge. Após ter sido atravessada e desgastada por milhares de turistas, foi desmontada em 1999 e substituída, com o apoio financeiro da Corporação Disney. Ponte que inspirou desenho Ursinho Pooh foi leiloada para quase R$ 1 milhão HANDOUT / Summers Place Auctions / AFP A ponte original foi colocada à venda após ser totalmente restaurada: as partes que faltavam foram reconstruídas com carvalho da região. O novo proprietário, Lord De La Warr, planeja colocá-la em sua fazenda de Buckhurst Park, em Withyham, no sudeste da Inglaterra. "Espero que muitas crianças (e adultos) possam admirar a ponte original que inspirou uma das brincadeiras mais famosas que ainda é jogada pelas crianças no Reino Unido e em outros países", afirmou o novo proprietário em um comunicado. A venda coincidiu com o centenário do urso de pelúcia dado a Christopher Robin Milne em seu primeiro aniversário, em 1921, e que inspirou a personagem do Ursinho Pooh. Casa da árvore também pode ser visitada Casa baseada nos desenhos do Ursinho Pooh é recriada por desenhista original e pode ser alugada pelo Airbnb Divulgação/Airbnb Outra parte do cenário que marcou gerações também existe na "vida real". Para comemorar os 95 anos da criação do personagem, o ilustrador dos desenhos, Kim Raymond, criou e decorou uma casa baseada as histórias. É possível alugar a propriedade para passar um final de semana. Ela fica na Floresta de Ashdown, em Sussex, na Inglaterra. Foi ela que serviu de inspiração para a criação do Bosque dos Cem Acres, onde Pooh, Leitão, Bisonho e Tigrão vivem. A casa foi construída com ramos de árvores expostos e enrolados em volta da entrada, com a placa “Mr. Sanders” por cima. Casa inspirada nos desenhos do Ursinho Pooh Divulgação/Airbnb Veja Mais

'Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar' ganha trailer; ASSISTA

G1 Pop & Arte Comédia estreia em 12 de novembro e é o 6º filme da franquia, que teve dois com Macaulay Culkin nos anos 90. Archie Yates (coadjuvante de 'Jojo Rabbit') é o protagonista. 'Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar': assista ao trailer Foi divulgado nesta terça-feira (12) o trailer de "Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar". Relembre o antigo 'Esqueceram de Mim' A Disney+ já havia anunciado a data de lançamento do novo filme da franquia "Esqueceram de Mim", que fez sucesso com Macaulay Culkin nos anos 90. O novo filme chega à plataforma de streaming em 12 de novembro. O elenco tem Archie Yates (coadjuvante de "Jojo Rabbit"), Ellie Kemper ("Unbreakable Kimmy Schmidt") e Rob Delaney ("Deadpool 2"). A nova comédia é o sexto filme da franquia, que teve dois protagonizados por Culkin. Detalhe do cartaz de 'Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar' Divulgação Veja Mais

Luisa Mell pede prisão de ex-marido com base na Lei Maria da Penha

G1 Pop & Arte Advogado protocolou o pedido na segunda-feira (11). Nele, consta que Luisa sofre pressões psicológicas e agressões verbais do empresário Gilberto Zaborowsky, com quem foi casada por 10 anos. Luisa Mell acusa ex-marido de abuso e de ameaças Reprodução/Instagram/luisamell A ativista da causa animal Luisa Mell entrou com um pedido de prisão provisória contra o ex-marido, o empresário Gilberto Zaborowsky. A ação foi protocolada por seu advogado, Angelo Carbone, na tarde de segunda-feira (11), com base na Lei Maria da Penha. Luisa Mell acusa o ex-marido de abuso psicológico e ameaças. Ela já tem uma medida protetiva contra Zaborowsky, que não pode se aproximar a menos de 500 metros da ativista, nem entrar em contato com ela. Porém, segundo Carbone, essa medida não foi suficiente e Zaborowsky continua procurando Luisa e fazendo ameaças à sua integridade física por meio de telefonemas sem identificação. "Há o temor que ele venha a agredi-la fisicamente ou até matá-la", diz o documento protocolado pelo advogado de Luisa. Na ação, o advogado também afirma que Zaborowsky "é dependente de drogas e com um poder incalculável financeiro, aduz que vai fazer justiça com as próprias mãos". “Estamos em busca de calmaria para Luisa. Ela sofre com as pressões psicológicas e agressões verbais. Ela teme até sair de casa. O motivo é um ex-marido que extrapolou as regras e deve ser contido. Ela quer ser feliz, cuidar do filho e poder ir e vir. Para isso, invocou a Lei Maria da Penha", afirma Carbone. Abuso psicológico No sábado (9), Luisa Mell publicou um texto em seu Instagram, acusando o ex-marido de abusos psicológicos durante o casamento dos dois e de ameaças desde o fim do relacionamento. "Agressão também se faz com palavras, atitudes e manipulações e nem sempre quem está presa em um relacionamento abusivo percebe isso", afirmou Mell. Initial plugin text Procurado pelo g1 nesta terça-feira (12), Zaborowsky ainda não se manifestou. No sábado, ele disse que iria se defender na Justiça. "Agradeço a oportunidade para me manifestar, mas como a questão está em juízo, é lá que eu vou me defender, depois que tomar conhecimento das acusações que a Marina me fez, das quais, por enquanto, eu só sei por notícias esparsas da mídia." Segundo Carbone, Luisa Mell não quer se pronunciar agora, porque "está depressiva e chora muito". Veja Mais

Famosos comemoram ida de Tadeu Schmidt para o BBB

G1 Pop & Arte Tiago Leifert, que comandou o BBB entre 2017 e 2020, foi um dos que celebrou novo comando do reality show: "Não deixa eles pipocarem Tadeu". Tadeu Schmidt é o novo apresentador do BBB TV Globo/João Cotta Após ser oficializado como o novo apresentador do Big Brother Brasil a partir de 2022, Tadeu Schmidt recebeu o carinho de colegas famosos nas redes sociais. Quem assume seu lugar no Fantástico é a jornalista Maju Coutinho, ao lado de Poliana Abritta. Tiago Leifert, que comandou o BBB entre 2017 e 2020, foi um dos comemorou a escolha em sua conta no Instagram: "O querido @tadeuschmidt é a escolha ideal para o BB: inteligente, experiente e bem humarado. Parabéns e boa sorte, Tadeu!". E ainda mandou o recado: "Não deixa eles pipocarem Tadeeeeu". Tiago Leifert comemora ida de Tadeu Schmidt para o BBB Reprodução Instagram A apresentadora Fátima Bernardes, que também deixou o jornalismo para assumir um programa de entretenimento, também celebrou o novo comando do programa: "Parabéns! Vai ser demais!", comentou em um post do apresentador. Na publicação de Schmidt, outros famosos comentaram: "Vai arrasar!!!", disse a comediante Ingrid Guimarães. "Incrível! Parabéns! Você vai arrebentar como sempre", comemorou o DJ Alok. "Vai ser demais!", disse Fernanda Gentil. "Quando eu fui fazer o Mister Eme também foi uma mudança radical...Você é muito divertido e vai se sair muito bem! Tenho certeza!", comentou o jornalista Cid Moreira. Outros nomes conhecidos parabenizaram o substituto de Leifert no Twitter: Rafa Kalimann parabeniza Tadeu Schmidt Reprodução Twitter Allan Severiano cumprimenta Tadeu Schmidt e Maju Coutinho pelos novos cargos Reprodução Twitter Antonio Tabet também gostou da escolha para o comando do BBB Reprodução Twitter VÍDEO: Relembre momentos mais importantes de Tadeu Schmidt na Globo Tadeu Schmidt apresentará o BBB; Maju assumirá Fantástico ao lado de Poliana Abritta Veja Mais

25 anos sem Renato Russo; FOTOS

G1 Pop & Arte Líder da Legião Urbana e compositor de clássicos do rock brasileiro morreu, aos 36 anos, em 1996. Galeria de fotos relembra carreira na música. Renato Russo durante show da banda Legião Urbana no estádio Parque Antártica, em São Paulo, no ano de 1990 Cesar Diniz/Estadão Conteúdo/Acervo Renato Russo canta com o Legião Urbana no programa 'Chico & Caetano' (1986) Acervo Grupo Globo Renato Russo canta com o Legião Urbana no programa 'Chico & Caetano' em 1986 Acervo Grupo Globo Hebert Vianna e Renato Russo no show 'Paralamas do Sucesso e Legião Urbana Juntos' (1988) Acervo Grupo Globo Hebert Vianna e Renato Russo no show 'Paralamas do Sucesso e Legião Urbana Juntos' (1988) Acervo Grupo Globo Renato Russo no show 'Paralamas do Sucesso e Legião Urbana Juntos' (1988) Acervo Grupo Globo Renato Russo no show 'Paralamas do Sucesso e Legião Urbana Juntos' (1988) Acervo Grupo Globo Dado Villa-Lobos, Renato Rocha, Renato Russo e Marcelo Bonfá, membros da banda Legião Urbana, posam para fotografia em 1986 Juvenal Pereira/Estadão Conteúdo/Arquivo Dado Villa-Lobos, Renato Rocha, Renato Russo e Marcelo Bonfá, membros da banda Legião Urbana, posam para fotografia em 1986 Juvenal Pereira/Estadão Conteúdo/Arquivo Renato Russo, cantor e compositor do grupo de pop rock Legião Urbana, durante entrevista no Hilton Hotel, em São Paulo, em 1986 Juvenal Pereira/Estadão Conteúdo/Arquivo Renato Russo, cantor e compositor do grupo de pop rock Legião Urbana, durante show, em São Paulo, em junho de 1988 Estadão Conteúdo/Arquivo Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, do Legião Urbana, em foto de julho de 1990 Alexandre Landau/Estadão Conteúdo/Acervo Cantor Renato Russo durante show da banda Legião Urbana no estádio Parque Antártica, em São Paulo, em agosto de 1990 Masao Goto Filho/Estadão Conteúdo/Arquivo Renato Russo canta durante show da banda Legião Urbana, em agosto de 1990, São Paulo Cesar Diniz/Estadão Conteúdo/Arquivo Os integrantes da banda Legião Urbana (e/d): o guitarrista Dado Villa-Lobos, o vocalista e baixista Renato Russo e o baterista Marcelo Bonfá em foto de novembro de 1993 Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo/Arquivo Os integrantes da banda Legião Urbana (e/d): o guitarrista Dado Villa-Lobos, o vocalista e baixista Renato Russo e o baterista Marcelo Bonfá em foto de novembro de 1993 Tasso Marcelo/Estadão Conteúdo/Arquivo Renato Russo canta no show do Legião Urbana em junho de 1994, em São Paulo Milton Michida/Estadão Conteúdo/Arquivo Renato Russo canta no show do Legião Urbana em junho de 1994, em São Paulo Milton Michida/Estadão Conteúdo/Acervo Foto do Renato Russo no livro 'Pós-New Brasília' Livro Pós-New Brasília/Divulgação Apresentação do concerto sinfônico 'Legião Urbana e Orquestra Sinfônica Brasileira', com a participação de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes da banda brasiliense durante o Rock in Rio 2011; show fez parte da homenagem ao cantor e compositor Renato Russo, vocalista do Legião Urbana, no aniversário de 15 anos da morte de Renato Russo Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo/Arquivo Apresentação do concerto sinfônico 'Legião Urbana e Orquestra Sinfônica Brasileira', com a participação de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes da banda brasiliense durante o Rock in Rio 2011; show fez parte da homenagem ao cantor e compositor Renato Russo, vocalista do Legião Urbana, no aniversário de 15 anos da morte de Renato Russo Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo/Arquivo Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo/Arquivo Especial 'Por Toda Minha Vida' homenageou Legião Urbana em 2007; na foto, o ator Bruce Gomlevsky como Renato Russo TV Globo / João Miguel Júnior Renato Rocha, Renato Russo, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos tocaram juntos na banda Legião Urbana Site da Legião Urbana The Stonewall Celebration Concert: Primeiro disco solo de Renato Russo, gravado entre fevereiro e março de 1994, é interpretado totalmente em inglês Reprodução 'Equilibrio Distante', segundo e último álbum da carreira solo de Renato Russo, foi lançado em 1995; depois foram lançados dois discos com compilações e registros inéditos Reprodução Veja Mais

'007 - Sem tempo para morrer' estreia abaixo das expectativas nos EUA, com US$ 56 milhões

G1 Pop & Arte Especialistas projetavam cerca de US$ 60 a 70 milhões na arrecadação do primeiro fim de semana em cartaz do último filme de Daniel Craig como o espião. Assista ao trailer de "007-Sem Tempo para Morrer" "007 - Sem tempo para morrer", o mais recente filme da franquia James Bond, arrecadou US$ 56 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu primeiro fim de semana em cartaz. G1 já viu: 'Sem tempo para morrer' é despedida emocionante de Daniel Craig como James Bond O valor abaixo das expectativas é um sinal de que até mesmo uma das maiores marcas da história do cinema ainda precisa lidar com um panorama da indústria cinematográfica dramaticamente alterado pela pandemia. Antes do fim de semana, projetava-se que "Sem Tempo para Morrer" arrecadaria entre US$ 60 e 70 milhões nos seus primeiros três dias de lançamento. Embora não seja um desastre, esperava-se que a bilheteria final do fim de semana fosse maior porque o filme recebe críticas positivas e foi o último com Daniel Craig como o elegante agente secreto. Para alguns filmes, especialmente durante a pandemia, um fim de semana de estreia de US$ 56 milhões seria motivo para alegria. Mas "Sem Tempo para Morrer" não é um filme normal. Teve um orçamento de produção de US$ 250 milhões, sem falar em mais de US$ 100 milhões gastos em marketing. Daniel Craig e Ana de Armas em cena de '007 - Sem tempo para morrer' Divulgação Acrescenta-se ainda dezenas de milhões para adiar o lançamento, que deveria ter ocorrido em abril de 2020 antes da pandemia alterar os planos. Especialistas em bilheteria estimam que "Sem Tempo para Morrer" precisaria fazer pelo menos US$ 800 milhões na bilheteria global para gerar dinheiro exclusivamente em sua janela nos cinemas. A franquia tem vários parceiros de marketing e acordos auxiliares, como Rolex, Aston Martin e outros, que podem ajudar a aliviar potenciais perdas. Veja Mais

Rock Prevent Senior: Como é o som e o que dizem as letras das bandas de sócios da empresa

G1 Pop & Arte Protagonistas de escândalo médico, Eduardo e Fernando Parrillo tocaram em pelo menos duas bandas de rock. Semana Pop analisa músicas da Armored Dawn e da Doctor Pheabes; assista Protagonistas de um dos maiores escândalos médicos da história do Brasil, os sócios da operadora de saúde Prevent Senior também têm ligação com a música. Os irmãos Eduardo e Fernando Parrillo tocaram em pelo menos duas bandas de rock, que o Semana Pop deste sábado (9) analisa. Você vai entender como é o som e o que dizem as letras dos grupos Armored Dawn e Doctor Pheabes. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

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Roupas digitais: Conheça nova moda entre influenciadoras e recado ambiental por trás da tendência

G1 Pop & Arte 'Conheço muitas mulheres que compram vestido, usam uma vez para tirar uma foto e nunca mais. Poderiam reduzir o consumo e o desperdício com a moda digital', diz modelo brasileira criadora de marca virtual. Essas roupas não existem: artistas criam modelos digitais para fotos e não desperdiçam Reprodução/Instagram Daniella Loftus é uma jovem britânica apaixonada por moda que se veste digitalmente há pouco mais de um ano. E tem tido tanto sucesso que decidiu largar o emprego para se concentrar neste mundo. Isabelle Boemeke é uma modelo brasileira que mora nos Estados Unidos. Vive de seu físico, mas, apesar disso, decidiu criar um avatar, Isodope, que usa nas redes para defender a energia nuclear e a roupa virtual como forma de combater a mudança climática. O mundo da moda está povoado de "influencers" que ditam, ou tentam ditar, as tendências do setor. Mas nem Daniella nem Isabelle usam roupas de grife. Suas roupas não podem ser compradas em loja, porque elas não existem. Daniella Loftus é uma jovem britânica apaixonada por moda que se veste digitalmente há pouco mais de um ano. Christophe ARCHAMBAULT / AFP "Quando comecei com isso, meus amigos me diziam 'mas do que você está falando?'", conta a jovem de 27 anos, com um sorriso. "Mas o que acho fascinante é que tem toda uma geração que chega, como minhas sobrinhas de 14 anos, que jogam Fortnite, que entenderam perfeitamente", acrescenta. Daniella trabalhou como consultora e, em janeiro, criou o site thisoutfitdoesnotexist.com ("esta roupa não existe", em tradução literal), para se divertir. Graças aos seus contatos com criadores digitais, Daniella se divertia com vestidos extravagantes e fluorescentes, perfeitamente ajustados ao seu corpo. Como se fosse uma roupa de alta-costura. O sucesso foi avassalador. "A forma como interagia durante a pandemia era com reuniões pelo Zoom. Nos acostumamos com essas existências digitais. E acho que grande parte da paixão digital durante a pandemia era, em parte, porque as pessoas estavam presas em casa. Não tinham um lugar para ir para exibir suas roupas", afirmou. Por um vestido digital verde berrante de cauda longa e franjas onduladas, Daniella diz que pagou US$ 69. "O que é muito dinheiro, mas não é uma extorsão", acrescenta. Initial plugin text A moda digital não pode causar mais isolamento social? Sobre isso, Daniella tem um ponto de vista radical: "Não sei se muita gente que compra esse tipo de coisa on-line tem vontade de conhecer outras pessoas" no mundo real. "Acho que muitas das suas necessidades e desejos podem ser satisfeitos on-line", acrescenta. Torne-se o que quiser Initial plugin text Isabelle Boemeke decidiu aos 30 anos que a moda e as passarelas não eram suficientes para sua curiosidade. Ele começou a ler sobre o desafio das mudanças climáticas e a enorme quantidade de roupas jogadas fora anualmente. De acordo com um estudo de 2015 da organização Barnados, 92 milhões de toneladas de roupas são jogadas fora a cada ano. No Reino Unido, a média de uso de uma roupa é sete vezes. E, durante a pandemia da Covid-19, Isabelle também ficou chocada com as imagens de incêndios florestais na Amazônia. Hoje, sua atitude em relação à moda digital é essencialmente política. "Criei Isodope como uma identidade, porque queria fazer algo provocativo. Se aparecesse nos meus vídeos com uma camiseta e jeans, provavelmente não teriam o mesmo impacto", disse ela em um e-mail à AFP. O avatar do Isodope se assemelha fisicamente a Isabelle, mas o que parece, à primeira vista, um vídeo de conselhos de estética se transforma rapidamente, e com humor, em uma mensagem ambiental pró-nuclear. "Conheço muitas mulheres que compram vestido, usam uma vez para tirar uma foto e nunca mais. Poderiam reduzir o consumo e o desperdício com a moda digital", defende. "E, mais no longo prazo, imagino um mundo onde as pessoas vão andar com uma interface" capaz "de criar roupa digital realmente criativa". Pessoas passeando com óculos especiais, que permitirão que suas roupas se transformem aos olhos dos demais, também equipadas para isso. Um mundo, conhecido como "realidade aumentada", em que realidade e virtualidade se confundem e se sobrepõem. Como nos videogames, "se você não for atraente, se não tiver a aparência que gostaria, pode se tornar o que quiser", afirma Daniella Loftus. Veja Mais

É plágio ou não? Conheça grandes brigas recentes e entenda chances de Toninho Geraes contra Adele

G1 Pop & Arte Podcast explica ações milionárias contra Pharrell, Katy Perry e Led Zeppelin, e acordo entre Olivia Rodrigo e Paramore. Veja como essas disputas apontam prós e contras para autor de 'Mulheres'. Músicos que se envolveram em casos recentes impactantes sobre plágios. Da esquerda, acima: Pharrell Williams e Robin Thicke ('Blurred lines'), Katy Perry ('Dark horse'), Led Zeppelin ('Stairway to heaven). Abaixo: Hayley Williams, do Paramore, e Olivia Rodrigo, que reconheceu a coautoria de 'Good 4 u'), Toninho Geraes (autor de 'Mulheres') e Adele (acusada de plágio por Toninho em 'Million years ago') Divulgação Brigas recentes por supostos plágios abalaram o mercado pop. Teve disputa do tipo explosiva (por "Blurred Lines", de Pharrell e Robin Thicke), do tipo enrolada (por "Stairway to heaven", do Led Zeppelin), do tipo indecisa (por "Dark horse", de Katy Perry) e até do tipo amigável (por "Good 4 U", de Olivia Rodrigo). Mas nenhuma delas fez o Brasil tão feliz quanto a disputa inusitada sobre o suposto plágio de "Mulheres", sucesso de Martinho da Vila, composto por Toninho Geraes, em "Million years ago", de Adele, escrita por ela e o produtor Greg Kurstin. O podcast g1 ouviu mostra as batalhas mais importantes por acusações de plágios recentes. O que essas disputas apontam sobre as chances de Toninho contra Adele? Ouça especialistas e entenda os prós e contras: O que caracteriza um plágio? Essas brigas são antigas, mas as leis que garantem os direitos do autor no Brasil e lá fora não traçam os limites do plágio. A diferença entre a cópia e a mera coincidência não está escrita. A definição vem de obras jurídicas e de casos já julgados. Para dificultar, poucos casos chegam a cortes altas. Como ações de plágio são caras e demoradas, muitos músicos evitam o tribunal ou acabam fazendo acordos extrajudiciais. Nem tudo que parece é plágio. Essa é a primeira lição do advogado especializado em direitos autorais Daniel Campello. Ele organiza suas análises em quatro fatores que precisam existir ao mesmo tempo: Semelhança - O elemento copiado precisa ser uma criação musical original, única. Não basta a coincidência de trechos corriqueiros, simples, que podem aparecer em qualquer canção. Anterioridade - A obra que se alega ser plagiada precisa ser, comprovadamente, anterior à que é alvo da acusação, é claro. Prova de acesso - O acusador deve demonstrar que o suposto plagiador teve contato com sua música. Não basta só mostrar que a faixa estava disponível no YouTube, por exemplo. Ma fé - Deve ficar claro que o plagiador é um impostor e agiu para ter uma vantagem: se apropriar de um sucesso alheio ou de algo original que ele não conseguiria criar. O g1 conversou com Daniel e outros dois advogados especialistas em direitos autorais, Marcel Gladulich e Priscilla Crespo. Com a música pop cheia de samples, referências e inspirações, como estes casos estão sendo decididos? Os herdeiros de Marvin Gaye alegaram plágio de "Got to give it up" em "Blurred lines", de Pharrell, Robin Thicke e T.I. A banda Spirit alegou plágio de "Taurus" em "Stairway to heaven", do Led Zeppelin O rapper cristão Flame alegou plágio de "Joyful noise" em "Dark horse", de Katy Perry Olivia Rodrigo reconheceu que "Good 4 U" usava trechos de "Misery business", do Paramore Neste cenário, qual a chance de Toninho? Eles mostram visões opostas sobre uma eventual ação e falam de um possível acordo, ao qual Toninho se mostra aberto - mas não Adele. 1 - O terremoto de 'Blurred lines' Pharrell, Robin Thicke e a modelo Emily Ratajkowski no clipe de 'Blurred lines' Divulgação O hit "Blurred lines" seria só um refrão de gosto duvidoso lá de 2013 se não fosse uma decisão judicial bombástica dois anos depois. A família de Marvin Gaye ganhou uma ação de plágio de US$ 7,4 milhões contra seus autores, Pharrell Williams e Robin Thicke. Os herdeiros alegavam que a música era plágio de "Got to give it up", lançada em 1977. A defesa negava e dizia que esse precedente iria tolher a criatividade de músicos que tentam reconstruiur a sonoridade de outras épocas ou de outros artistas. Mas a derrota foi confirmada em 2018. "A indústria criativa da música, principalmente dos EUA, ficou muito abalada, por se considerar que, pela primeira vez, um tribunal concedeu direito autoral a um estilo musical, a um tema", diz Marcel Gladulich. Ouça e compare as músicas no podcast acima. O advogado explica que a decisão polêmica teve um gol contra do autor de "Blurred lines" - quase uma prova de acesso voluntária. "Pharrell reconheceu que ele queria estar na cabeça do Mavin Gaye tentando entender como ele comporia a música", o que favoreceu o adversário. Priscilla Crespo diz que outros músicos ficaram "em pânico" e que "Blurred lines" virou um "fantasma": "Todo mundo ficou com medo de ser processado. Mas hoje eles estão mais aliviados com a decisão do Led Zeppelin e da Katy Perry." 2 - O alívio do Led - com ajuda do Tom John Paul Jones, Robert Plant e Jimmy Page durante lançamento do filme 'Celebration day', em Londres Miles Willis/Invision/AP O dedilhado que assombra festas com rodas de violão pelo mundo virou briga séria. O Led Zeppelin foi acusado de plágio em "Stairway to heaven", de 1971. Os acusadores eram da desconhecida banda Spirit, que fizeram a instrumental “Taurus” em 1967. Mas o processo só foi aberto em 2016. A ação se arrastou por cinco anos por questões técnicas. O Led Zeppelin ganhou com base no ponto que o advogado Daniel Campello explicou ali em cima: não basta haver uma semelhança, mas ela deve de um trecho original, de uma criação única. Ouça e compare as músicas no podcast acima. A argumentação teve até ajuda brasileira. "Eles levaram um professor de música que tocou diversas canções no piano para provar que a progressão dos acordes dessa música é usada há mais de 300 anos. E que, inclusive, teria sido usada até por Tom Jobim em 'Insensatez'", conta Priscilla. 3 - Katy Perry: foi por pouco Katy Perry no vídeo de 'Dark horse' Divulgação Foi a maior reviravolta na carreira de Katy Perry desde que ela se vestiu de hambúrguer para fazer as pazes com Taylor Swift. Em 2019, um juri popular nos EUA a condenou por plágio em "Dark horse". Em 2020, ela conseguiu uma rara reversão de decisão de juri e ganhou a apelação. Se perdesse, Katy teria que pagar US$ 2,8 milhões de indenização ao rapper cristão Flame, que alegava plágio da música "Joyful noise". Mas, assim como no caso do Led Zeppelin, a juíza considerou que a semelhança era de trechos comuns, não originais. Ouça e compare as músicas no podcast acima. A decisão ocorreu poucos dias depois da vitória do Led Zeppelin. Christine Lepera, advogada de Katy Perry disse: “A maldição de 'Blurred lines' - e seu efeito assustador - foi suspensa". Mas o fato de que Katy se livrou por pouco mostra que o terreno não é tão firme. Sem contar o caso abaixo em 2021... 4 - Olivia Rodrigo deu uma de Rod Stewart Olivia Rodrigo Divulgação Em agosto de 2021, a vocalista Hayley Williams e o ex-guitarrista Josh Farro, do Paramore, entraram na lista de coautores do hit "Good 4 U", de Olivia Rodrigo. Ela considerou que a música interpola trechos de "Misery business". Ouça e compare as músicas no podcast acima. Em vez de processo, houve acordo. O caso foi parecido com o de Rod Stewart, que admitiu em 1979 que "Do ya think I'm sexy" usava um trecho de "Taj Mahal", do Jorge Ben Jor. Ele assumiu o plágio e deu o crédito, assim como Olivia. Não se sabe se ela perderia uma ação. Mas o desgaste de um processo para a imagem e as finanças pode motivar esse tipo de acordo, mesmo posterior ao lançamento, explica Priscila. Indenização e créditos fututros são acordados. Mas o melhor seria sempre pedir autorização antes do uso. 5 - Qual é a chance de Toninho? O compositor Toninho Geraes vai processar Adele por suposto plágio da música 'Mulheres' em 'Million years ago' Reprodução/Facebook Toninho Geraes; Matt Sayles/Invision/AP Há pessimismo, otimismo e ponderação nos comentários dos três advogados. Toninho ainda não entrou com uma ação, mas já contratou relatórios para apontar a semelhança e ameaça levar a cantora aos tribunais. Para tentar um acordo, ele enviou notificações extrajudiciais há mais de quatro meses, sem resposta. Entre os quatro notificados, a única a se pronunciar foi a gravadora Sony do Brasil, que afirmou que o assunto está nas mãos da XL Recordings e da própria cantora. Além das gravadoras, Adele e Greg Kurstin foram notificados. Veja as três análises: Priscila Crespo avalia que Toninho "tem grandes chances" de ser reconhecido. "Eu me dei ao trabalho de ouvir uma música em cima da outra e acompanhar o que os peritos que ele contratou colocaram em superposição. E, de fato, não tem o que falar. Ele tem grandes chances, eu acho", ela diz. Ela avalia como fator positivo para o sambista o fato de o coautor Greg Kurstin ter relação próxima com a música brasileira, demonstrada publicamente. Priscilla ressalta a falta de resposta das notificações. "O silêncio é uma forma de pressão", ela analisa. É como se Adele estivesse duvidando que Toninho entraria com uma ação tão difícil no exterior. Qual seria, então, o melhor final para as duas partes? "Era mais bonito fazer um acordo", ela diz. Daniel Campello tem uma visão oposta. "Antes da resposta, queria deixar bem claro que admiro o Toninho enormemente e acho ele um dos principais compositores da música brasileira. No entanto, infelizmente, nesse caso, não há caracterização de plágio, a meu ver." Ele reforça a regra de que o suposto plagiador deve ser um impostor que copiou algo totalmente original para obter uma vantagem com isso. Além disso, Daniel considera que não há uma prova de acesso direta só pelo fato de Greg Kurstin gostar de música brasileira. "O contributo de originalidade dessa música, a meu ver, é muito mais o relato do que a melodia. O que provavelmente aconteceu foi que os compositores da Adele tiveam a mesma ideia, que é muito interessante, muito boa, mas não é uma ideia que se possa apropriar no mundo inteiro." "Pode acontecer uma coincidência", Daniel opina. "O Toninho merece todo o reconhecimento do mundo. Tenho ele na conta de um dos maiores gênios da música brasileira. Mas daí a dizer que, por isso, uma outra música parecida com a dele foi criada de má fé, é um caminho distante." Marcel Gladulich poderia ter desempatado o jogo, mas equilibrou fatores positivos e negativos para a alegação de Toninho Geraes. Os laudos já contratados pelo brasileiro podem ajudar, mesmo que tenham que ser refeitos de forma independente em um eventual julgamento. "E a gente sabe que o Greg Kurstin é um profundo conhecedor de música brasileira", ele diz. "São elementos que tendem para a existência do plágio". Por outro lado, Marcel aponta que Adele já foi acusada de plágiar a música "Acilara Tutunmak", do compositor turco Ahmet Kaya, em "Million years ago". O caso não chegou à justiça, mas a semelhança foi bastante noticiada na Turquia e na Inglaterra em 2015. Ouça a música no podcast acima. A música turca foi lançada em 1985, dez anos antes de "Mulheres". "É uma melodia original? Será que ele (Toninho) não bebeu na mesma fonte que o Ahmed? Ou essa é uma forma expressiva musical comum?", questiona Marcel. "Ainda existe outro complicador que é a prescrição, se um processo desse acontecer no Brasil." A música de Adele saiu em 2015 e o prazo aqui para entrar com uma ação deste tipo é de três anos, ele explica. O jeito seria mesmo procurar os tribunais dos EUA ou da Inglaterra. Uma ação do tipo cara... Veja Mais

Oscar Schmidt diz que continua fazendo tratamento contra câncer no cérebro: 'Tô brigando pela minha vida aqui'

G1 Pop & Arte Ex-jogador de basquete vem passando por quimioterapia, sem prazo para terminar. Oscar Schmidt esteve em Natal para a festa dos 80 anos do Salesiano São José Jocaff Souza/GloboEsporte.com O ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, de 53 anos, comentou que continua com o tratamento contra um câncer. Em 2011, ele fez a primeira cirurgia para retirar um tumor no cérebro. Em 2013, o ex-atleta passou por uma segunda operação e fez sessões de radioterapia. Desde então, ele vem passando por quimioterapia, sem prazo para terminar. "Se eu curei, eu vou parar agora? Eu continuo fazendo, a quimio nunca para. Se o médico quiser para. Um dia ele falou que estava pensando em parar a quimioterapia, daí eu falei ‘você quer me matar? Tá dando tudo certo, vai parar para quê?’ Tô brigando pela minha vida aqui, meu amigo", comentou Oscar, em entrevista ao Ticaracatica Cast, programa apresentado por Bola e Carioca, ex-membros do "Pânico". Câncer de cérebro tem até quatro graus de gravidade "Eu perdi o medo de morrer, mas eu morria de medo de morrer. Perdi porque vencer um câncer a vida fica maravilhosa. Tenho a vida que pedi a Deus, a vida que eu sonhei." Considerado um dos maiores jogadores do basquete brasileiro, Oscar fez história ao liderar a seleção na conquista dos Jogos Pan-Americanos em 1987, quando o Brasil venceu os EUA em solo americano. Relembre depoimento de Oscar ao 'O que vi na vida', quadro do Fantástico. "Câncer me ensinou a aproveitar a vida", disse o ex-jogador. O Que Vi da Vida: 'Câncer me ensinou a aproveitar a vida', diz Oscar Schmidt Veja Mais

Câmara aprova projeto que cria prêmio Paulo Gustavo de valorização do humor e da comédia

G1 Pop & Arte Ator e humorista foi um dos artistas mais populares e admirados do país. Prêmio será concedido a cinco artistas “que se destaquem por contribuições à cultura brasileira". Paulo Gustavo, em foto de agosto de 2014 Fernando Souza/Agência O Dia/Estadão Conteúdo/Arquivo A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (7) um projeto que cria o prêmio Paulo Gustavo de valorização do humor e da comédia. Ator e humorista , Paulo Gustavo foi um dos artistas mais populares e admirados do país. Ele morreu em maio, aos 42 anos, vítima de Covid-19. Criador da Dona Hermínia e de outros personagens inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema, Paulo Gustavo tinha um estilo de humor acessível, baseado em cenas familiares e cotidianas. Por se tratar de uma resolução da Casa, o texto não vai ao Senado e já foi promulgado pelos deputados durante a sessão desta quinta-feira (7). Segundo o texto aprovado, o prêmio será concedido pela Câmara dos Deputados a cinco artistas, personalidades, grupos, organizações ou iniciativas “que tenham se destacado por suas contribuições à cultura brasileira através do humor e da comédia”. A indicação ao prêmio Paulo Gustavo poderá ser feita por qualquer deputado no exercício do mandato. Cada parlamentar poderá indicar um único concorrente. Não poderão ser indicados, entre outros: membros do Congresso Nacional no exercício do mandato ou pessoas jurídicas a eles vinculadas; comissões permanentes ou temporárias do Congresso Nacional, ainda que em parceria com outras instituições; servidores públicos em exercício no Congresso Nacional; A administração e realização do prêmio ficará a cargo da Comissão de Cultura da Câmara. Caberá ao presidente do colegiado e seu segundo-secretário a distribuição do prêmio, que consistirá em diploma de menção honrosa. VÍDEOS: notícias sobre política Veja Mais

Lei Rouanet: Entenda como funciona lei e o que mudou nos últimos meses

G1 Pop & Arte Secretaria da Cultura dispensou 174 profissionais responsáveis por pareceres de projetos da Lei Rouanet nesta terça (5). Edital para nova formação do Conselho Nacional de Cultura também foi lançado esta semana. A Secretaria Especial da Cultura do governo federal descredenciou 174 peritos responsáveis por pareceres técnicos sobre projetos culturais que buscam recursos de políticas públicas como a Lei Rouanet. Segundo a portaria, os técnicos foram descredenciados do banco de pareceristas da secretaria "após esgotadas as tentativas de contato formal, para as quais não obtivemos resposta". Os peritos têm cinco dias úteis para apresentar defesa. E a secretaria vai abrir edital para selecionar novos funcionários. Criada em 1991, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, autoriza produtores a buscarem investimento privado para financiar iniciativas culturais. Em troca, as empresas podem abater parcela do valor investido no Imposto de Renda. Entenda o que fazem os pareceristas, como funciona a lei Rouanet e conheça outros mecanismos de incentivo às atividades culturais. Como funciona a Rouanet? A Lei Rouanet é o principal mecanismo de fomento à cultura no Brasil. Os autores (que podem ser pessoas físicas ou empresas) submetem seus projetos à Secretaria Especial da Cultura e passam por avaliação do órgão. Desde que siga os requisitos da lei, o projeto é aprovado. Com isso, o autor tem a permissão de procurar empresas ou pessoas interessadas em apoiar financeiramente o projeto. O valor pode ser repassado através de doação ou patrocínio. No segundo caso, o incentivador pode aparecer em publicidade do projeto, e até receber parte dos produtos para distribuição gratuita. Os incentivadores podem deduzir de seu Imposto de Renda (IR) uma parte ou 100% do valor investido. O que fazem os pareceristas e o que significa a demissão? Os pareceristas são técnicos de diversas áreas culturais que recebem para avaliar os projetos inscritos na Lei Rouanet. Eles são os responsáveis pela terceira fase da lei, quando o produtor cultural ou empresa já conseguiu captar 10% do dinheiro previsto. São eles que fazem a análise técnica correspondente a cada área e segmento (artes cênicas, artes visuais, patrimônio) e indicam ou não a proposta para aprovação do Conselho Nacional de Incentivo à Cultura. Os profissionais são contratados por editais a cada quatro anos e podem renová-los anualmente. O pagamento é feito de acordo com o número de projetos analisados. Os 174 demitidos não representam a totalidade de pareceristas da Secretaria Especial de Cultural, mas o órgão não informa quantos profissionais ainda estão disponíveis para a pasta. Um número menor de pareceristas pode levar a uma demora na análise de projetos submetidos à Rouanet. Quais projetos podem ser contemplados? As propostas podem envolver segmentos diversos da cultura, como espetáculos ou produtos de música, de teatro, de dança, de literatura, de artes plásticas e gráficas, patrimônio cultural (como museus) e de audiovisual (programas de rádio e de TV). Em julho, um decreto publicado no Diário Oficial da União determinou que a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura tenha também um representante de arte sacra entre seus membros. A comissão é responsável pela última análise dos projetos culturais que buscam captação pela Rei Rouanet. Governo usa citação religiosa para negar apoio da Lei Rouanet a festival de jazz da Bahia Quanto pode ser captado Em abril de 2019, o governo reduziu de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão o valor máximo permitido por projeto para captação. Já o valor máximo que pode ser captado por empresa do setor cultural, que também era de R$ 60 milhões, passou para R$ 10 milhões. O teto de R$ 1 milhão não se aplica a quatro categorias de projetos: restauração de patrimônio tombado; construção e manutenção de teatros e cinemas em cidades pequenas; planos anuais de entidades sem fins lucrativos; e festas populares. Cada pessoa pode cadastrar até 4 projetos na lei. Já as empresas podem cadastrar até 16. Ela dá prejuízo ou retorno ao país? Um estudo inédito divulgado pelo extinto Ministério da Cultura em 2018 mostrou que, a cada R$ 1 investido por patrocinadores em projetos culturais por meio da Lei Rouanet, R$ 1,59 retorna para a economia do país, levando em conta o impacto econômico direto (valor total dos patrocínios captados, corrigido pela inflação) e o impacto indireto (relacionado à cadeia produtiva, como a produção de empregos). Quem aprova os projetos? A aprovação passa por cinco etapas. Primeiro, a empresa ou pessoa apresentação sua proposta no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). Depois disso, ela será analisada pelo Ministério da Cidadania. Se for admitida, a proposta se transforma em projeto, e o produtor cultural pode começar a captar recursos. Depois disso, passa por uma análise técnica feita por um parecerista (categoria que foi demitida nesta quarta) da área cultural do projeto. Depois do parecer técnico, o projeto cultural é analisado pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Desde abril, o Conselho está desativado porque acabou o mandato dos 21 integrantes da comissão. Um novo edital foi publicado nesta terça (5), mas o novo mandato só terá início em 2022. Atualmente, as decisões relativas à Rouanet são tomadas pelo secretário nacional de incentivo e fomento à cultura André Porciúncula, já que não há mais conselho em atividade. A decisão final sobre aprovação ou rejeição do projeto é feita pelo ministro da Cidadania. Mas, historicamente, o ministro apenas acompanha a decisão do conselho. É a única forma de fomento? Não. Existem outras formas de fomento indireto à produção nacional. A principal delas é a Lei do Audiovisual, voltada para projetos de TV e cinema apenas. Há também as diretas, que são feitas por meio de editais públicos. Durante a pandemia, o governo federal lançou a Lei Aldir Blanc, uma ajuda emergencial ao setor cultural. Essas outras alternativas podem suprir a demanda pela Rouanet? Não. A Lei do Audiovisual também funciona por meio de isenção fiscal, mas contempla apenas projetos cinematográficos ou de TV. A Rouanet não pode contemplar longas-metragens, mas engloba diversas outras áreas culturais. Já a Aldir Blanc funciona por meio de subsídios mensais, não financiamento de projetos. Espaços culturais podem receber de R$ 3 mil a R$ 10 mil. Já trabalhadores culturais tiveram direito a três parcelas de R$ 600. Veja Mais

'Round 6': Número de telefone que aparece em série pertence a sul-coreana e recebeu avalanche de trotes

G1 Pop & Arte Netflix e produtora afirmaram que vão editar as cenas para retirar número, que aparece em cartão de convite misterioso. Mulher administra comércio em Seongju, condado do sul do país. Trama de 'Round 6' mostra personagens desesperados e sem grana que competem por um prêmio em dinheiro Divulgação/Netflix Uma sul-coreana que recebeu uma avalanche de trotes e mensagens de texto depois que seu número de telefone foi destacado como elemento central da trama da popular série "Round 6" da Netflix, conhecida fora do Brasil como "Squid Game", pode ter algum alívio em breve. A Netflix e a produtora local Siren Pictures disseram nesta quarta-feira (6) que editarão cenas para retirar o número, que aparece em um cartão de convite misterioso dado a jogadores em potencial de uma série de jogos infantis mortais. A série de suspense dividida em nove partes mostra concorrentes necessitados de dinheiro jogando até a morte na tentativa de ganhar o equivalente a US$ 38,31 milhões de dólares. Assista ao trailer abaixo. Assista ao trailer de 'Round 6' A produção tornou-se um sucesso internacional ao estrear no serviço de streaming no mês passado. Também em setembro, a emissora local SBS exibiu uma entrevista com a dona do número de telefone, que identificou como Kim Gil-young, uma mulher que administra um negócio em Seongju, condado do sul do país. 'Round 6': os ingredientes da série que pode se tornar a mais vista da história da Netflix Ela mostrou algumas das mensagens que recebeu, como pedidos de convite para participar do jogo e ir "da miséria à riqueza". Ligações da Reuters para o número não tiveram resposta nesta quarta-feira. "Juntamente com a produtora, estamos trabalhando para resolver esta questão, inclusive editando cenas com números de telefone onde necessário", disse a Netflix nesta quarta-feira, pedindo aos fãs que se abstenham de trotes e mensagens de texto. Veja Mais

'Far Cry 6' oferece vilão complexo em mundo aberto gigante, rico e um pouco repetitivo; g1 jogou

G1 Pop & Arte Novo capítulo da série de games exagerados de tiro em primeira pessoa expande características responsáveis pelo sucesso, mas não traz grandes novidades. "Far Cry 6" é tudo o que se espera de um novo capítulo da franquia de games exagerados de tiro em primeira pessoa da Ubisoft. E isso funciona tanto para coisas boas quanto para aquelas não tão legais. O jogo – que vai ser lançado para Xbox Series X e S, Xbox One, PlayStation 5, PlayStation 4, Stadia e computadores nesta quinta-feira (7) – expande os fundamentos responsáveis pelo sucesso da série: Um mundo aberto gigantesco e rico; um vilão instigante interpretado por Giancarlo Esposito (o Gus Fring, de "Breaking Bad"); alternativas para jogadores encararem a campanha com a maior liberdade possível; e uma narrativa com a mistura absurda de violência brutal e humor pastelão, que invariavelmente resulta em um tom perturbadoramente instável. Infelizmente, uma atenção tão grande a fundamentos que se destacam nos games da franquia – e praticamente em todo o gênero, em sua maioria – desde "Far Cry 3" tem seu preço. Faltam novidades que tragam frescor, como aconteceu com o jogo de 2012, e muitas vezes os desafios se limitam a variações repetidas de missões anteriores. Assista ao trailer de 'Far Cry 6' O grande ditador Em "Far Cry 6", o jogador assume o controle de Dani Rojas (sim, bizarramente com o mesmo nome de um dos personagens de "Ted Lasso"), um jovem – ou uma jovem, já que é possível escolher o gênero do protagonista – doido para fugir de sua ilha natal. Inspirada fortemente por Cuba, Yara é uma nação caribenha congelada no tempo por um embargo internacional e que sofre há anos nas mãos de uma família de ditadores, os Castillo. Depois de uma tentativa de fuga desastrada, o jogador se vê atraído por um grupo de revolucionários com o plano de derrubar o atual "presidente", Antón, e impedir seu plano de usar o povo como escravos no plantio de uma erva que promete ser um tratamento milagroso contra o câncer. A trama focada em um vilão carismático e magnético é o primeiro grande indicador de que se trata, de fato, de um "Far Cry". Esposito, famoso por antagonistas icônicos como Gus Fring e Moff Gideon ("The Mandalorian"), entrega a já esperada atuação que eleva o personagem. Com métodos pouco ortodoxos de como educar o filho, Diego, para que um dia ele cresça e dê continuidade a seu sonho, Antón se torna rapidamente um dos mais memoráveis vilões da franquia. Antón Castillo, interpretado por Giancarlo Esposito, é o vilão de 'Far Cry 6' Divulgação Poderes supremos Em contraste à crueldade do ditador, que não tem problemas em sacrificar seu povo para atingir seu objetivo, está o tom próximo ao pastelão com que o game lida com a violência. Uma das grandes amostras do gênero cômico e exagerado está na principal novidade apresentada em "Far Cry 6". Maior representante da ideia de armas improvisadas pelos guerrilheiros, as mochilas batizadas de "Supremos" dão ao jogador poderes tecnologicamente mágicos, como uma saraivada de mísseis ou um pulso eletromagnético. Recarregadas pelo tempo, e pela morte de inimigos, elas ajudam a ditar o tom de uma realidade que definitivamente não se leva muito a sério. Armas improvisadas estão na base de 'Far Cry 6' Divulgação Principalmente se somadas aos "amigos", animais domados que vão de crocodilos com roupinhas fofas a um pequeno cão salsicha cadeirante que acompanham e recebem ordens do herói. O desequilíbrio entre análise social sobre dramas de zonas de conflito e elementos absurdos são marca da série há anos – mas nem por isso causam menos estranheza. Em especial, a instabilidade reforça problemas com usos de estereótipos dos povos retratados em cada capítulo da franquia. Dessa vez, não deixa de ser esquisito ver caribenhos flutuando do espanhol ao inglês, com gírias deslocadas e revolucionários beberrões. Chorizo é o irresistível pequeno salsicha que acompanha Dani Rojas em 'Far Cry 6' Divulgação Faça do seu jeito Superada a estranheza, o game oferece mais uma vez toda a liberdade para que o jogador enfrente os desafios da maneira que achar melhor, e rapidamente apresenta armas para os mais variados estilos. Com um bom inventário à disposição em qualquer lugar, até mesmo aqueles que favorecem um modo mais furtivo podem jogar a cautela pro ar e se deliciar com um combate direto, explodindo soldados inimigos ou até mandando que Guapo, o crocodilo, faça pedaços deles. A grande vantagem de um mundo que não se leva muito a sério. A ilha gigantesca, o maior território apresentado na franquia, favorece essa liberdade, principalmente com a eliminação das irritantes torres de controle já em "Far Cry 5'. Apesar de enorme, Yara parece de verdade um local vivo, com uma sociedade contida, reflexo da mão de ferro do ditador, mas ainda assim dinâmica. Vale perder um bom tempo explorando cada gruta, montanha ou atividade escondida pela ilha, evitando as opções das viagens rápidas. Por outro lado, os detalhes apresentados no ambiente deixam um pouco a desejar nos objetivos, que em sua maioria variam entre "invada lugar X", "mate o coronel Y" ou "destrua/recupere o item Z". Com uma campanha tão grande, é inevitável que em algum tempo as missões comecem a parecer repetitivas. As mudanças de cenários ajudam, e adversários com pontos fracos distintos também tornam as coisas mais dinâmicas, mas a sensação apenas se intensifica. "Far Cry 6" é definitivamente uma boa adição a uma franquia que busca repetir a repercussão de seu terceiro lançamento. Talvez precise se inspirar na própria trama e revolucionar um pouco seu processo. Mas, pelo menos para quem é fã da série, Yara merece uma visita. Veja Mais

Atriz e cineasta russos decolam para rodar primeiro filme no espaço

G1 Pop & Arte Yulia Peresild e Klim Shipenko terão 12 dias para gravar longa-metragem. 'É um milagre, uma chance incrível', afirmou a atriz antes de voar. Atriz e cineasta russos decolam para rodar primeiro filme no espaço Um foguete Soyuz decolou nesta terça-feira (5) com a atriz Yulia Peresild e o cineasta Klim Shipenko a bordo, com a missão de rodar o primeiro filme da história no espaço, segundo imagens exibidas ao vivo pela agência espacial Roscosmos. O foguete partiu da base de Baikonur, no Cazaquistão, e deve chegar à Estação Espacial Internacional às 9h12 no horário de Brasília, segundo o plano de voo. Atriz russa Yulia Peresild e o diretor Klim Shipenko decolam para gravar primeiro filme do espaço nesta terça-feira (5) Roscosmos Space Agency via AP Peresild e Shipenko terão 12 dias para filmar o longa-metragem que tem o título provisório de "O Desafio". Anton Shkaplerov, um astronauta veterano em três missões espaciais, acompanha a dupla russa na viagem. A equipe planeja filmar segmentos de um novo filme intitulado “Desafio” sobre um cirurgião convocado a correr para a estação espacial para salvar um tripulante que sofre de um problema cardíaco. Falando em uma entrevista coletiva na instalação de lançamento russa em Baikonur, Cazaquistão, Peresild reconheceu que o treinamento para a missão foi cansativo, mas o descreveu como uma oportunidade única na vida. "É um milagre, uma chance incrível", disse ela, segundo a agência de notícias Associated Press. Atriz Yulia Peresild, diretor de cinema Klim Shipenko e o cosmonauta Anton Shkaplerov antes de decolagem para 1º filme gravado no espaço Roscosmos Space Agency via AP “Trabalhamos muito e estamos muito cansados, embora continuemos de bom humor e sorrindo”, confidenciou a atriz de 37 anos. “Foi psicológica, física e moralmente difícil. Mas acho que assim que atingirmos a meta, tudo isso não parecerá tão difícil e vamos lembrar com um sorriso". William Shatner, astro de 'Jornada nas Estrelas', é convidado para voo espacial da Blue Origin Peresild disse que era difícil para ela se adaptar à disciplina rígida e às exigências rigorosas exigidas durante o treinamento. “Aqui em Baikonur, fizemos amizade com todos e todas as pessoas aquecidas”, disse ela. “Mas foi muito difícil no início, quando você não tinha muita escolha: vá, corra, vá mais rápido, espere, continue. Não foi fácil para nós e foi bastante inesperado, mas já passamos por isso. ” Para a atriz, a parte mais desafiadora da preparação foi aprender sobre o projeto e o manuseio da espaçonave. “Não foi fácil para mim, para ser sincera”, disse ela. “Nas primeiras duas semanas, aprendi até as 4 da manhã todas as noites. Existem tantos acrônimos, e se você não aprender todos, não entenderá mais nada adiante". O cineasta Klim Shipenko fez vários filmes de sucesso na Rússia, como "Serf", "Salyut-7" e "Text". Veja FOTOS da decolagem: Atriz russa Yulia Peresild acena antes de entrar no foguete para ir ao espaço; ela e o diretor Klim Shipenko vão gravar o primeiro longa no espaço Roscosmos Space Agency via AP Primeiro filme no espaço: atriz Yulia Peresild, diretor Klim Shipenko e astronauta Anton Shkaplerov se despedem antes do lançamento de foguete russo Roscosmos Space Agency via AP Foguete russo decola, nesta terça (5), com equipe para filmar primeiro longa-metragem no espaço Roscosmos Space Agency via AP Atriz russa Yulia Peresild e o diretor Klim Shipenko decolam para gravar primeiro filme do espaço nesta terça-feira (5) Roscosmos Space Agency via AP Veja Mais

Circo Voador anuncia reabertura

G1 Pop & Arte Casa de espetáculos tradicional do Rio prometeu divulgar agenda completa e protocolos em breve. Ingressos para algumas apresentações já estão disponíveis no site. Initial plugin text O Circo Voador, que funciona na Lapa, Centro do Rio, anunciou nesta segunda-feira (4) sua reabertura após um período de fechamento causado pela pandemia de Covid. A tradicional casa de shows fez uma brincadeira em seu Twitter sobre a queda de redes sociais como o Whatsapp e o Facebook: "A expressão travou a internet nunca teve um motivo tão especial quando hoje! O CIRCO VOADOR VOLTOU!!!". "E acompanhe com muito afinco as nossas redes essa semana para saberem da agenda de reabertura e dos protocolos para melhor acolher todas e todos nesse novo vôo!", acescentou. No site do Circo, as datas e ingressos de alguns shows já estão disponíveis, como apresentações dos Paralamas do Sucesso nos dias 26 e 27 de novembro. Vista da área externa do Circo, na Lapa Guito Moreto / Divulgação Veja Mais

WhatsApp, Instagram e Facebook apresentam instabilidade: veja memes

G1 Pop & Arte Os três serviços pertencem ao Facebook. WhatsApp diz que investiga o motivo da falha. Internautas brincam com fofoca interrompida, volta à idade média e 'oi, sumido' para Telegram e Twitter. WhatsApp, Instagram e Facebook apresentam instabilidade: veja memes Reprodução/Twitter WhatsApp, Facebook e Instagram apresentam instabilidade no começo da tarde desta segunda-feira (4). Ao g1, o Facebook informou que está investigando o motivo dessa instabilidade. No Twitter, internautas fazem memes com as divertidas situações: fofoca interrompida no meio do dia? Tem sim. Volta à idade média? Lembrar que Twitter e Telegram existem? Também. Veja, abaixo, os melhores memes sobre a instabilidade: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Veja Mais

Clint Eastwood ganha ação de US$ 6,1 milhões por uso de seu nome para vender canabidiol

G1 Pop & Arte Artista de 91 anos acusou empresa lituana de ter usado sua imagem em fraudes online para vender produtos com o composto não-psicoativo da cannabis. Clint Eastwood em Cannes AP Photo/Thibault Camus Clint Eastwood ganhou ação judicial nesta sexta-feira (1º) pelo uso fraudulento de seu nome para vender produtos de canabidiol (CBD). O astro de 91 anos e a empresa Garrapata, que detém os direitos de sua imagem, devem receber US$ 6,1 milhões (R$ 32,7 milhões) de uma empresa lituana pelo uso de sua imagem para vender óleo de CBD, gomas e outros produtos. Leia mais: 'Cry Macho' vale pela perseverança de Clint Eastwood como ator e diretor US$ 6 milhões foram pelo uso não autorizado de seu nome e imagem pela empresa, e cerca de US$ 95 mil foram pelos honorários dos advogados, além de uma liminar que bloqueia o uso futuro de seu nome e imagem associados aos produtos. O CBD é um composto não-psicoativo da cannabis e também é derivado da planta de cânhamo. Foi legalizado nos EUA em 2018. "O sr. Eastwood não possui e nunca teve nenhuma associação com a fabricação, promoção e/ou venda de qualquer produto de CBD", afirma o processo. Falsa entrevista Clint Eastwood numa cena de "Cry Macho: O caminho para redenção" Divulgação Eastwood já entrou com dois processos na Justiça americana contra três fabricantes e comerciantes de CBD e lojas online online. O primeiro cita um artigo de notícias online com uma suposta entrevista na qual Eastwood diz que está desenvolvendo uma nova linha de CBD e está "se afastando dos holofotes para dedicar mais tempo ao seu negócio de bem-estar". Eastwood, diretor e ator premiado com o Oscar, raramente apoia qualquer coisa, segundo o processo. Além disso, ele "não expressa um ponto de vista sobre os produtos de CBD ou sobre a indústria legítima de CBD", afirmou seu representante. A segunda ação afirma que código de programação foi usado para inserir ilegalmente o nome da Eastwood em algumas pesquisas online de produtos CBD. Veja também: os 15 filmes que marcaram os últimos 15 anos G1 15 anos: Os 15 filmes que se destacaram no cinema Veja Mais

'GTA: The trilogy': Remasterização é anunciada e vai ser lançada ainda em 2021

G1 Pop & Arte Pacote de versões para consoles atuais vai ter 'GTA 3', 'Vice City' e 'San Andreas'. 'Grand Theft Auto: The Trilogy - The Definitive Edition' será lançada ainda em 2021 Reprodução/Rockstar A Rockstar Games confirmou, nesta sexta-feira (8), que irá lançar a "Grand Theft Auto: The Trilogy - The Definitive Edition". Os jogos "Grand Theft Auto 3", "Grand Theft Auto: Vice City" e "Grand Theft Auto: San Andreas" estão sendo atualizados e serão lançados ainda em 2021. Eles terão melhorias na jogabilidade e atualizações no visual, mas sem perder o design clássico dos jogos. Veja teaser publicado nas redes da Rockstar. Initial plugin text A trilogia chega para PlayStation 5, Xbox Series X/S, PlayStation 4, Xbox One, Switch e PC nos próximos meses, e no ano que vem, ficará disponível para Android e dispositivos iOS. O lançamento é visto como celebração do 20º aniversário de lançamento do "Grand Theft Auto 3" para PlayStation 2. Veja Mais

Shannen Doherty, de 'Barrados no Baile', compartilha história sobre luta contra câncer de mama

G1 Pop & Arte Nas redes sociais, atriz afirmou que usou 'o humor a ajudou a passar pelo o que parecia impossível'. Shannen Doherty, de 'Barrados no Baile', compartilha história sobre luta contra câncer de mama Reprodução/Instagram Shannen Doherty, de "Barrados no Baile", usou as redes sociais para compartilhar um pouco de sua história de luta contra o câncer de mama. Ela foi diagnosticada pela primeira vez com câncer de mama em 2015, mas a doença se espalhou pelos gânglios linfáticos. No ano seguinte fez uma mastectomia e passou por sessões de quimioterapia e radioterapia. Em fevereiro de 2020, a atriz confirmou que a doença havia voltado. "No mês de conscientização sobre o câncer de mama eu gostaria de compartilhar mais sobre minha jornada pessoal desde meu primeiro diagnóstico até o segundo. É tudo lindo? Não, mas é honesto e minha esperança em compartilhá-lo é para que todos nós nos tornemos mais educados e familiarizados com o que é o câncer", afirmou a atriz. "Espero encorajar as pessoas a fazerem mamografias, check-ups regulares, que cortem o medo e encarem o que que esteja em sua frente. Em 2015, eu fui diagnosticada com câncer de mama. Fiz uma mastectomia, além de quimioterapia e radioterapia." "Tive vários sangramentos no nariz por causa da quimio. Não sei se alguns de vocês também passaram por isso. Também estava muito cansada." "Eu me animava colocando pijamas engraçados que minha amiga Kristy me deu. Eles realmente me animavam? Sim! Eu parecia ridícula e com isso, eu era capaz de rir de mim mesma. Encontrar humor me ajudou a passar pelo o que me parecia impossível. Desejo que todos nós encontremos humor no impossível", afirmou a atriz, que em seguida, recebeu diversas mensagens de apoio dos fãs. Initial plugin text Shannen Doherty em cena da nova série "90210", que tem o elenco original de "Barrados no Baile" Reprodução/INstagram/ShannenDoherty Veja Mais

Imigrantes merecem compaixão, não arame farpado, diz Abdulrazak Gurnah, Nobel de Literatura

G1 Pop & Arte Em entrevista à agência Reuters, escritor criticou governos da Europa e disse que quando recebeu a ligação para contar do prêmio achou que fosse um engano. Abdulrazak Gurnah posa para foto em sua casa em Canterbury, Inglaterra, nesta quinta-feira (7) Frank Augstein/AP A Europa deveria acolher os imigrantes com compaixão, ao invés de arame farpado, e o governo do Reino Unido é "bastante malvado" com aqueles que buscam asilo, disse o escritor tanzaniano Abdulrazak Gurnah, que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura de 2021. Gurnah, que explorou os legados do imperialismo em indivíduos desenraizados em seus livros, disse que ficou tão chocado quando a Academia Sueca lhe telefonou para contar do prêmio que inicialmente achou se tratar de um engano. Ele falou poeticamente sobre a experiência da migração, de se deixar para trás a família e uma parte da própria vida em troca de uma existência em uma nova sociedade na qual a pessoa sempre se sentirá parcialmente estrangeira. Ele disse que sente que o governo britânico parece malvado com aqueles que buscam asilo. Gurnah, de 73 anos, deu entrevista à Reuters em seu jardim ao lado de um bordo em Canterbury, no sul da Inglaterra. Nobel de Literatura 2021 vai para Abdulrazak Gurnah "Parece uma tremenda surpresa para eles que pessoas vindas de lugares difíceis iriam querer vir a um país que é próspero. Por que estariam surpresos? Quem não iria querer vir a um país que é mais próspero? Existe uma espécie de mesquinharia nesta reação". Gurnah, que nasceu em Zanzibar, hoje Tanzânia, disse que os imigrantes não estão chegando sem nada, mas que querem trabalhar. Ele expressou espanto com a determinação e a coragem daqueles que viajaram de tão longe para fugir dos próprios países almejando uma vida nova. "Isto, de certa forma, é formulado como se fosse imoral, você sabe que eles usam a frase 'imigrante econômico', como se ser um imigrante econômico fosse algum tipo de crime. Por que não?" "Ao longo dos séculos, milhões de europeus deixaram suas casas precisamente por esta razão e invadiram o mundo precisamente por esta razão", disse. Gurnah disse que não está defendendo uma imigração "vale-tudo", mas que não deveria haver uma representação antagônica e abusiva dos imigrantes. O Brexit, disse ele, revelou "uma certa mesquinharia" em relação ao Reino Unido, e por trás daquela votação estava outra narrativa sobre imigrantes de muito além das fronteiras da Europa. Veja Mais

Ex-marido suspeito de assassinar influenciadora Alexis Sharkey morre nos Estados Unidos

G1 Pop & Arte Thomas Sharkey era procurado por conexão com a morte de mulher de 26 anos, depois de mandado de prisão ser expedido em setembro. Thomas Sharkey, ex-marido da influenciadora Alexis Sharkey, é encontrado morto; ele é suspeito da morta da mulher de 26 anos no ano passado Reprodução/Instagram Thomas Sharkey, ex-marido da influenciadora Alexis Sharkey morta em novembro de 2020, foi encontrado morto, na Flórida, nesta quinta-feira (7), segundo a revista People. Ele era procurado pela polícia por conta da morte da ex-mulher, que foi estrangulada no final do ano passado. Na investigação sobre o caso, a polícia americana determinou que Sharkey era a única pessoa com motivos para assassinar a Alexis. Os policiais também concluíram que o relacionamento tinha histórico de violência e que o homem de 50 anos não tinha superado o término. Um mandado de prisão chegou a ser expedido no último dia 29 de setembro. Influenciadora de 26 anos Alexis Sharkey foi encontrada morta em Houston, nos Estados Unidos, no dia 28 de novembro, após familiares e amigos notificarem seu desaparecimento. Na época, a mulher de 26 anos não chegou a um encontro marcado com amigos e não respondeu mensagens de textos e chamadas telefônicas. A mãe da influencer, Stacey Clark Robinault, conta que a última vez que a filha foi vista foi na noite do dia anterior. Veja Mais

Quiz: Qual série do Globoplay você tem que ver?

G1 Pop & Arte Serviço de streaming da Globo tem opções para todos os gostos: ação, comédia, romance, drama, policial, aventura, terror e mais. Descubra qual pode ser sua nova queridinha. QUIZ: Qual série do Globoplay você tem que ver? G1 15 anos: As 15 séries que mais se destacaram na TV Veja Mais

Festival de Cinema de Roma vai homenagear as mulheres com filmes de 22 diretoras

G1 Pop & Arte Evento acontece entre os dias 14 a 24 de outubro. 'Os Eternos', dirigido por Chloe Zhao ('Nomadland') e estrelado por Angelina Jolie, encerra programação. Chloe Zhao, diretora de "Nomadland", no Oscar 2021 AP Photo/Chris Pizzello A 16ª edição do Festival de Cinema de Roma, de 14 a 24 de outubro, vai homenagear as mulheres, com 22 diretoras convidadas na seção oficial, entre elas a dominicana Natalia Cabral e a espanhola Clara Roquet, anunciaram os organizadores nesta quarta-feira (6). "Será o ano do renascimento do cinema. Também convidamos 22 mulheres", disse o diretor artístico, Antonio Monda, que organizou o evento no Auditório de Roma e em vários novos cinemas e espaços da capital italiana devido ao coronavírus. Os célebres cineastas Quentin Tarantino e Tim Burton receberão o prêmio pelo conjunto da obra, enquanto o novo filme da Marvel, "Os Eternos", dirigido pela recente vencedora do Oscar, Chloe Zhao, e estrelado por Angelina Jolie, fechará o festival em 24 de outubro com uma exibição especial. Assista ao teaser de 'Eternos' Entre os convidados para os encontros com o público estão a atriz Fanny Ardant e o diretor mexicano Alfonso Cuarón, além dos italianos Marco Bellocchio e Luca Guadagnino. "Queremos uma festa, internacional e muito pop", prometeu Laura Delli Colli, presidente do festival, que confirmou a seção "Filmes das nossas vidas", que embora não sejam obras-primas, voltamos a ver com prazer. Os 26 filmes da seção oficial vêm de 23 países, entre eles "Mi novia es la revolución", do mexicano Marcelino Islas Hernández; "Una película sobre parejas", da dominicana Natalia Cabral e Oriol Estrada, "Libertad", da espanhola Clara Roquet e "One second" de Zhang Yimou. Veja Mais

'Cães geniais' aprendem até 12 nomes de brinquedos e guardam vocabulário; border brasileira é destaque no grupo

G1 Pop & Arte Gaia, Nalani, Max, Rico, Squall e Whisky aprenderam nomes e foram capazes de lembrar do vocabulário até 2 meses depois. Pesquisa foi publicada na revista 'Royal Society Open Science' nesta quarta-feira (6). Max, um dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Cooper Photo (via Shany Dror) Os border collies Gaia, Nalani, Max, Rico, Squall e Whisky são tão fofos quanto qualquer cachorro, mas têm uma habilidade especial: aprender e lembrar de nomes de brinquedos. Essa capacidade foi atestada em uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (6) na revista britânica "Royal Society Open Science". Os autores são da Universidade Eötvös Loránd, em Budapeste, na Hungria. “Sabemos que os cães podem aprender facilmente palavras associadas a ações, como "senta" ou "deita". Mas muito poucos cães podem aprender nomes de objetos", explica a pesquisadora Shany Dror, primeira autora da pesquisa. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Os cientistas buscaram por dois anos cachorros que soubessem os nomes de seus brinquedos. A procura foi feita em vários países. Um dos cachorrinhos "geniais" encontrados pelos pesquisadores é a brasileira Gaia, de 2 anos (veja foto abaixo e continue lendo para conhecer os outros): Gaia, border collie de 2 anos considerada 'genial' por pesquisadores húngaros Shany Dror O estudo Nos testes, conduzidos no final do ano passado, os cachorros tiveram que aprender de 6 a 12 nomes de objetos em uma semana. Para isso, cada dono recebeu, primeiro, 6 novos brinquedos – e teve uma semana para ensinar seus nomes aos cães. O mesmo procedimento foi repetido depois, só que com 12 brinquedos novos. “Acontece que, para esses cães talentosos, isso não foi um grande desafio. Aprenderam facilmente entre 11 a 12 brinquedos", afirma Shany Dror. É o equivalente a crianças no primeiro salto de vocabulário. Nalani, uma dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Sonja De Laat Spierings E os 6 cachorrinhos fizeram mais do que simplesmente aprender os nomes dos brinquedos: nos testes feitos por Dror e colegas, eles foram capazes de reter o aprendizado por pelo menos dois meses – tempo máximo medido pelos cientistas. (Os nomes dos brinquedos novos foram escolhidos aleatoriamente a partir de sugestões de pessoas que acompanham o projeto nas redes sociais. A única restrição ao escolher os nomes dos brinquedos era que eles não podiam soar semelhantes a nenhum dos brinquedos que os cachorros já tinham). Cãezinhos geniais Gaia e a dona, Isabella. Gaia é uma das border collies consideradas 'geniais' por uma pesquisa da Hungria Shany Dror A brasileira Gaia foi capaz de aprender os nomes dos 12 brinquedos novos. Quando ela e a dona, Isabella, participaram do desafio, Gaia já sabia os nomes de 24 brinquedos. Em apenas três meses, a border collie aprendeu os nomes de 37 brinquedos novos. Hoje, ela tem mais de 80 brinquedos em sua coleção, segundo o site do "Genius Dog Challenge". Conheça os outros cachorros considerados "geniais" pela pesquisa: Nalani, 7 anos Nalani, uma dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Sonja De Laat Spierings Nalani, que mora na Holanda, sofre de convulsões epilépticas graves, mas isso não a impediu de participar da pesquisa. Em novembro de 2019, quando se juntou ao desafio, Nalani sabia os nomes de cerca de 50 brinquedos. Hoje, ela conhece os nomes de mais de 85 brinquedos diferentes. Os testes com Nalani podem demorar um pouco porque ela se certifica de sacudir e "matar" todos os brinquedos antes de trazê-los para a dona. Max, 2 anos Max, um dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Cooper Photo (via Shany Dror) Max mora em Budapeste, na Hungria, e se juntou ao projeto quando tinha apenas 7 meses – e já sabia o nome de 15 brinquedos! Hoje, já sabe os nomes de 100. Ele adora fazer agilidade e canicross. Max é muito generoso e adora empurrar seus brinquedos para os cientistas durante os testes. Quando o dono lhe pergunta "Max, onde está...", ele se concentra tanto que às vezes mostra a língua, segundo o site da pesquisa. Squall, 2 anos Squall, de dois anos, é um dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Shany Dror Squall mora na Flórida, nos Estados Unidos. Quando se juntou ao projeto, em julho de 2020, ele sabia o nome de 20 brinquedos. Hoje, sabe o de mais de 55 – não se sabe exatamente quantos, porque muitas vezes eles não sobrevivem à sua mordida de crocodilo. Whisky, 6 anos Whisky, de 6 anos, é uma dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Helge O. Savela Whisky mora na Noruega e foi o primeiro a participar do projeto. Na época, sabia o nome de 64 brinquedos. Hoje, sabe o nome de mais de 100. Rico, 4 anos Rico, de 4 anos, é uma dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria. Shany Dror/Divulgação Rico mora com seus donos na Espanha. Ele deve seu nome ao famoso border collie Rico da Alemanha, o primeiro cão com capacidade documentada de recuperar brinquedos pelos seus nomes. Ele adora subir e descer escadas correndo para pegar seus brinquedos, mas nem sempre está tão interessado em largá-los. Mas só border collies conseguem fazer isso? Segundo os pesquisadores, não. "Graças ao Genius Dog Challenge, conseguimos até agora encontrar também cães de outras raças, incluindo um pastor alemão, um pequinês, um mini pastor australiano e alguns cães de raças mistas”, diz Shany Dror. Pesquisas anteriores documentaram essa habilidade também em yorkshires. Max, um dos border collies considerados 'geniais' por pesquisadores da Hungria Cooper Photo 'Cães-detetives' identificam casos de Covid pelo cheiro com mais de 90% de precisão Além disso, nem todos os border collies são capazes de aprender nomes de objetos. “Originalmente, os border collies foram criados para trabalhar como cães pastores, então a maioria deles é muito sensível e responsiva ao comportamento de seus donos", afirma Dror. "No entanto, embora a capacidade de aprender nomes de brinquedos pareça ser mais comum entre os border collies, em um estudo publicado recentemente descobrimos que mesmo entre esta raça é muito rara ”, enfatiza a pesquisadora. G1 no YouTube Veja Mais

Adele anuncia 'Easy On Me' e divulga trecho de primeiro single após álbum de 2015; ouça

G1 Pop & Arte Música será lançada no dia 15 de outubro, após quase seis anos do disco "25'. Adele anuncia lançamento de single para o dia 15 de outubro Reprodução Adele anunciou, nesta terça-feira (5), que vai lançar o single "Easy On Me" no dia 15 de outubro. A cantora britânica compartilhou o título da primeira faixa desde o lançamento do álbum "25", em 2015, com um trecho do clipe, mas não divulgou nenhum detalhe adicional. Veja abaixo. Initial plugin text Imagens com o número "30" tem aparecido em lugares espalhados pelo mundo e tudo leva a crer que se trata de ações para o quarto álbum da cantora. Havia uma expectativa para que o projeto surgisse ainda em 2020, mas a cantora jogou um balde de água fria nos fãs ao revelar que o disco ainda não estava pronto. A cantora Adele no Grammy 2017 Reuters/Mario Anzuoni/File Photo O último lançamento foi o álbum "25", de 2015, que tem músicas como "Hello" e "I Miss You". Adele estourou em 2008, com o disco "19", e três anos depois lançou "21". Em 2017, a cantora cancelou os últimos dois shows de sua turnê mundial por conta de problemas nas cordas vocais. 'Mulheres' x 'Million years ago' O álbum "25" conta com "Million Years Ago", música que segundo o compositor Antônio Eustáquio Trindade Ribeiro, conhecido como Toninho Geraes, é um plágio da música "Mulheres" (1995). Segundo o compositor, grande parte de sua melodia foi usada na canção "Million years ago" (2015), creditada a Adele e ao produtor musical Greg Kurstin. "Eu não quero brigar, só quero que reconheçam que a minha música está dentro da obra dela", afirmou o compositor de "Me Leva", gravada por Agepê, e "Verdade", gravada por Zeca Pagodinho. Ao g1, o advogado Fredímio Biasotto Trotta, responsável pela ação, explica o que levou Geraes a processar a cantora, as três notificações já enviadas às partes e quais os próximos passos judiciais. "Million Years Ago" foi lançada 6 anos atrás, mas Toninho só ouviu no ano passado. Ele ainda não entrou com um processo, mas já enviou três notificações. Duas delas foram para Adele, que não deu resposta. Ele quer ser creditado como coautor, receber royalties e uma indenização por danos morais. Veja comparação no vídeo abaixo: 'Mulheres' x 'Million years ago': veja comparação entre canções de Geraes e Adele Veja Mais

Dixie D'Amelio, a influenciadora de 80 milhões de fãs que quer ir do TikTok aos palcos

G1 Pop & Arte Esse é o número de seguidores da influenciadora (e agora cantora) no Instagram e no TikTok. Ao g1, americana de 20 anos fala de pop com letras sobre ansiedade, insônia, cansaço e tristeza. Dixie D'Amelio, a influenciadora de 80 milhões de fãs que quer ir do TikTok aos palcos Dixie D'Amelio ficou famosa dançando com a irmã mais nova Charli (a pessoa mais seguida do TikTok) ou fazendo palhaçadinhas na frente do celular. Em um momento do talk show que comanda no YouTube, a influenciadora embala a irmãzinha para presente. Mas ela quer ir além disso. Desde junho de 2020, vem se arriscando como cantora. Quer transformar 80 milhões de fãs de vídeos divertidos nas redes sociais em fãs de músicas pop dançantes. Só que em quase todas as canções até agora, ela dança e "chora". Ao mesmo tempo. "Às vezes eu não quero ser feliz / Não use isso contra mim / Se eu estou para baixo, apenas me deixe lá / Deixe-me ficar triste", canta em "Be Happy". "Mas aquela voz na minha cabeça parece obcecada / Em me manter acordada a noite toda / Sim, ela conhece cada parte de mim / Isso causa toda a minha ansiedade", desabafa em "Roommates". Dixie D'Amelio Divulgação/Max Montgomery Embora pareça livre para falar o que quer nas músicas, na entrevista ao g1 (veja trechos no vídeo acima), ela pediu por meio da assessoria que as perguntas fossem previamente enviadas e que certos assuntos não fossem abordados. O g1 não mandou as perguntas e os assuntos citados não estavam na lista de perguntas, feitas antes do pedido. Entre os assuntos estavam Covid-19, política e relacionamentos. Não era recomendado mencionar o "Snailgate", vídeo em que Dixie caçoa de seu chef particular simulando vomitar caracóis da paella feita por ele. Na entrevista abaixo, os temas foram os que têm a ver com Dixie: internet, cultura pop, saúde mental e música (assista trechos de clipes no vídeo acima). G1 - Eu sei que você estudou violino e piano. Como esse passado como estudante de música te deixou mais preparada para ser uma cantora pop hoje? Dixie - Eu, definitivamente, aprendi muito. Aprender piano me ajudou a entender a pensar a música. Eu meio que aprendi sozinha a tocar piano... Violino, eu aprendi na escola e eu meio que me afastei do violino. Fiquei mais focada no piano e eu ainda volto para ele às vezes. Dixie D'Amelio Reprodução G1 - Como é sua relação com o piano hoje? Toca todo dia? Dixie - Eu meio que aprendo uma música bem rápido e então sigo em frente, eu sou realmente boa de pegar a música só de ouvido, sabe? Provavelmente, eu não toco da maneira correta, sabendo cada detalhe da parte técnica, mas eu gosto de brincar, de aprender sozinha. G1 - Além da música, você tem seu talk show, você tem um podcast, um reality show, suas redes sociais, suas coisas nas redes sociais. Como você tem tempo para fazer todas essas coisas? Dixie - Eu só tento fazer o meu melhor para equilibrar tudo isso. Não é fácil. É uma coisa complicada, mas eu faço o melhor que posso para encontrar tempo para tudo. E para encontrar tempo para meus amigos e para mim mesma. G1 - Cantoras como você, Ariana Grande e Billie Eilish estão cantando cada vez mais sobre saúde mental. Por que você acha que isso está acontecendo tanto na música pop em geral? Dixie - Acho super importante falar sobre saúde mental. Eu sinto que é uma conversa que as pessoas tentam ignorar mesmo que todos estejam lidando com isso e eu acho que quanto mais pessoas falarem sobre isso, mais a conversa se abre. Eu só me importo em compartilhar minhas experiências e se isso puder ajudar uma pessoa, então ficarei muito feliz. G1 - Por causa da pandemia, você nunca esteve em turnê cantando suas próprias canções. Quais são suas expectativas sobre isso? Dixie - Estou animada para me apresentar, em algum momento. Estou animada para compartilhar o que tenho trabalhado e sinto que tudo isso que tenho feito é como um treino e a cantar ao vivo seria como a "hora do jogo". Então, estou animada para finalmente estar no palco. Dixie e Charli D'Amelio estão entre as celebridades mais seguidas no TikTok Divulgação G1 - Você acha que poderia ter a ajuda da sua irmã para pensar em coreografias e coisas da turnê? Dixie - Acho que não vou trabalhar com Charli na coreografia. Mas estou trabalhando com um dos coreógrafos dela para me ajudar a descobrir qual é meu projeto. Ela com certeza quer se envolver um pouco, mas não quero arruinar nosso relacionamento tentando trabalhar juntas, tão próximas assim. G1 - Por quê? Dixie - Como irmãs, quando você ficar junta por um longo período nem sempre funciona da melhor forma. Então, temos um relacionamento de irmã muito bom e eu nunca iria querer estragar isso. G1 - Você conhece alguma cantora pop brasileira, talvez Pabllo Vittar ou Anitta? Dixie - Eu conheço a Anitta, eu a conheci em Nova York recentemente. Ela é super doce. Eu a segui no Instagram já faz um tempo. Ela é super fofa, mas não estou totalmente por dentro de todas as músicas daí não... Dixie D'Amelio Reprodução G1 - 'Psycho' é seu primeiro single como compositora, certo? O quão diferente é cantar uma música que você também compôs? Dixie - Com certeza, significa muito mais e eu curto muito mais... Eu amo poder cantar as palavras que escrevi, porque eu realmente as queria dizer. Eu amo tudo o que faz parte de “Psycho”. E estou tão feliz que as pessoas tenham gostado, porque o positivo tem sido feedback, quer dizer, o feedback tem sido muito positivo. Oh, meu Deus! G1 - Eu estava lendo suas letras, não só essa em particular, as outras que você canta… e todas elas têm pelo menos um momento muito triste. Quando você fala que está triste, sozinha, cansada, com insônia ou coisas assim. Por que você acha que tem tantas músicas assim? Dixie - Acho que porque quando elas são lançadas é o que eu estava sentindo, eu acho. Muitas pessoas se sentem assim às vezes e é compreensível. Eu me identifico com isso e sinto que você não deveria fazer algo apenas para fazer outras pessoas felizes, se isso não estiver te fazendo feliz. A influenciadora e cantora Dixie D'Amelio Divulgação G1 - Entrevistei a Dua Lipa uns quatro anos atrás e ela gosta de descrever o som dela como 'dark pop' ou 'dance crying'. Você se considera uma cantora de estilos parecidos com esses também? Dixie - Eu não sei como eu me descreveria ainda. Eu me sinto como que se nos últimos, sinceramente, estivesse em um processo de descoberta para mim. Descoberta do que eu quero lançar, como eu quero meu som... então, é isso que eu tenho trabalhado e eu realmente não tenho um rótulo para mim ainda, eu acho. G1 - E você acha que é possível dançar e chorar? É que eu imagino pessoas chorando e dançando enquanto ouvem suas músicas em baladas... Dixie - É possível. Definitivamente, é possível. Eu acho que é 100% possível. [risos] Dixie D'Amelio Divulgação/Steven Gomillion G1 - Você já disse que adoraria cantar com o Shawn Mendes, porque ele também começou nas redes sociais, ele era do Vine. Que tipo de música você gostaria de cantar com ele? Dixie - Hum, eu amo tudo do primeiro álbum dele, é tudo bem acústico, lento, é meu tipo de música. Eu amo isso, então provavelmente algo assim eu acho que seria superlegal. G1 - Mas seus singles até aqui são bem para cima, mais dançantes. Você se vê fazendo versões acústicas deles, ou lançando baladas? Dixie - Com certeza. Eu tenho algumas músicas assim, mas só estou tentando entender o que eu quero lançar. Definitivamente, tenho algumas desse tipo de música que eu realmente amo. Eu sou bem aberta para todos os tipos de música, todos os tipos de som. Dixie D'Amelio no clipe de 'Be Happy' Divulgação G1 - O que você acha sobre a cultura do cancelamento e como ela te afeta como influenciadora e como artista? Dixie - Todo mundo é muito duro com todo mundo e isso em tudo, mesmo fora das redes sociais. Estamos sempre tentando transformar todos em seres perfeitos, o que é desafiador é ter tantos olhos te vigiando, principalmente porque estamos todos nas redes sociais. Nós temos nossos perfis nas redes sociais e todo mundo fica assistindo cada movimento, tipo como se a gente tivesse que ser perfeito. E se não for perfeito, você vai ser cobrado por isso. "É importante falar de saúde mental, porque as pessoas que estão atacando as outras podem precisar de ajuda também. Gostaria que meu trabalho fosse descrito na internet como: ela faz as pessoas felizes e espalha positividade." Dixie D'Amelio Divulgação/Steven Gomillion Eu adoro brincar com meus seguidores, eu faço um bom trabalho com isso e curto dar uma boa risada. Mas também sei traçar o limite onde a saúde mental é importante. Não é que não dê para fazer piada com tudo, mas você precisa saber a hora certa e se você está sendo uma pessoa correta com as outras. G1 - Como é sua relação com a música no seu dia a dia? Você ouve mais álbuns, playlists? Como você se conecta com a música? Dixie - Eu ouço música constantemente, o dia todo, todos os tipos de música. Eu amo isso. Quer dizer, eu posso rir, posso chorar, posso dançar, posso gritar, e essa é a coisa incrível sobre a música. Música nunca é demais. Eu acho que você pode ter uma música que literalmente representa uma situação única para você e se enxerga completamente em uma música. Ou pode ter uma música com a qual você não se identifica de forma alguma, mas você adora ouvir, porque adora o som. VÍDEO: Quando eu hitei relembra sucessos Veja Mais

WhatsApp, Facebook e Instagram fora do ar: Famosos comentam, fazem meme e até concurso de samba

G1 Pop & Arte Marcelo Adnet publicou 3 músicas no Twitter enquanto os serviços do Facebook estavam fora do ar nesta segunda-feira (4). Lulu Santos, Gil do Vigor, Maísa, Luísa Sonza e Lumena estão entre os chateados com a queda. Marcelo Adnet faz samba sobre queda do WhatsApp, Facebook e Instagram (Reprodução / Twitter) Muita gente está sofrendo com a instabilidade de WhatsApp, Facebook e Instagram no começo da tarde desta segunda-feira (4). Compartilhe esta notícia no Telegram Enquanto o Facebook investiga o motivo da queda, famosos comentam, fazem memes e até concurso cultural inspirados na instabilidade. Marcelo Adnet criou três sambas sobre a queda do zap. O humorista publicou o primeiro vídeo às 13h21, pouco tempo depois do início dos relatos sobre a queda dos serviços. Ouça acima e abaixo. Marcelo Adnet faz segundo samba sobre queda do WhatsApp, Facebook e Instagram "Tu é muito rápido", comentou um seguidor do humorista. "Impossibilitado de seguir minha curadoria de vídeos apocalípticos no grupo vim parar aqui", respondeu Adnet. Veja, abaixo, outras reações e memes: Lulu Santos, cantor Initial plugin text Antônio Tabet, humorista Humorista Antônio Tabet brinca com queda de Whatsapp, Facebook e Intagram Reprodução/Twitter Initial plugin text Padre Fábio de Melo Initial plugin text Gil do Vigor, ex-BBB Initial plugin text Lumena, ex-BBB Initial plugin text Preta Gil, cantora Initial plugin text Wesley Safadão, cantor Initial plugin text Leandro Hassum, humorista Initial plugin text Maísa, atriz e apresentadora Initial plugin text Luísa Sonza, cantora Initial plugin text Marcos Castro, ator e humorista Initial plugin text Álvaro, influenciador Initial plugin text Jade Baraldo, cantora Initial plugin text Kerline Cardoso, ex-BBB Initial plugin text Queda do WhatsApp, Instagram e Facebook gera memes Veja Mais

'007 - Sem Tempo Para Morrer' estreia no topo da bilheteria nacional e desbanca 'Shang-Chi'

G1 Pop & Arte Último filme de Daniel Craig como famoso espião foi visto por 321 mil pessoas, com renda de R$ 6,9 milhões, no primeiro final de semana em cartaz. Daniel Craig e Ana de Armas em cena de '007 - Sem tempo para morrer' Divulgação "007 - Sem Tempo Para Morrer" estreou no topo da bilheteria nacional e desbancou a liderança de quatro semanas consecutivas de "Shang-Chi e a lenda dos dez anéis". O último filme de Daniel Craig como famoso espião foi visto por 321 mil pessoas, o que gerou uma renda de R$ 6,9 milhões, de quinta (30) a domingo (3). Assista trailer abaixo. 'Sem tempo para morrer' é despedida emocionante de Daniel Craig como James Bond; g1 já viu Novo 007: o que é fato ou ficção sobre serviço secreto britânico em filmes de James Bond Assista ao trailer de "007-Sem Tempo para Morrer" "Shang-Chi e a lenda dos dez anéis" (R$ 1,9 milhão) foi para segunda posição, seguido por "Patrulha Canina" (R$ 883 mil). Os dados divulgados pela Comscore são referentes ao período entre os dias 30 de setembro a 3 de outubro. Com a estreia do filme de James Bond, os números de bilheteria tiveram uma aumento em relação ao final de semana anterior. A soma dos dez longas mais vistos no período foi de R$ 11,6 milhões, contra R$ 7,3 milhões. Já o público foi de 584 mil, mas na semana anterior foi de 410 mil. Veja o ranking de bilheteria entre os dias 30 de setembro a 3 de outubro de 2021: "007 - Sem Tempo Parar Morrer" - R$ 6,9 milhões "Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis" - R$ 1,9 milhão "Patrulha Canina - O Filme" - R$ 883 mil "Ainbo - A Guerreira da Amazônia" - R$ 581 mil "A Casa Sombria" - R$ 552 mil "Escape Room 2 - Tensão Máxima" R$ 332 mil "Poderoso Chefinho 2: Negócios da Família" - R$ 122 mil "Maligno" R$ - R$ 114 mil "No Ritmo do Coração" - R$ 85,2 mil "A Abelhinha Maya - E o Ovo Dourado" - R$ 58,3 mil Veja Mais

'O Clone' de volta: Juca de Oliveira relembra experiências em laboratório e apoio de cientistas para falar de clonagem

G1 Pop & Arte Novela de Gloria Perez será reexibida no "Vale a pena ver de novo" a partir desta segunda (4). Juca de Oliveira em 'O Clone' (2001) Gianne Carvalho/Globo "O Clone", um dos maiores sucessos do horário nobre, volta à tela da Globo nesta segunda (4) 20 anos após sua estreia. A novela de Gloria Perez será reexibida no "Vale a pena ver de novo". Exibida originalmente em 2001, "O Clone" contou a história de amor de Jade (Giovanna Antonelli) e Lucas (Murilo Benício). Ela também mostrou traços da cultura mulçumana e discutiu a relação de clonagem em humanos e a dependência química. Em outubro de 2020, a novela ficou disponível no Globoplay. Juca de Oliveira deu vida ao audacioso Dr. Albieri, responsável pela clonagem de Lucas (Murilo Benício). Em entrevista divulgada pela assessoria da novela, ele relembra como as experiências em laboratórios e as constantes conversas com cientistas conferiram a seriedade e confiabilidade que o assunto demandava. "O maior desafio foi o contato com vários cientistas que nos assessoravam. É impossível desenvolver a criação de uma personagem como o cientista Albieri sem se envolver emocionalmente. A ovelha Dolly, o primeiro mamífero a ser clonado na Escócia, ainda estava viva quando gravávamos o nosso O Clone. Acreditávamos que ela e outros clones humanos aprimorariam a nossa vida social. Não sofreríamos mais. Clones de entes queridos voltariam para a nossa alegria e felicidade... Não aconteceu." "O nosso 'O Clone' foi um extraordinário sucesso, mas a clonagem humana não resultou como esperávamos. Murilo Benício como Léo e como Lucas em 'O Clone' (2001) João Miguel Júnior/Globo O ator classifica a novela de Glória Perez como "uma obra prima" e diz que sua lembrança mais viva daquela época era como tudo que envolvia a produção era audacioso. "A principal lembrança eram exatamente os bastidores da novela. Nunca tinha me envolvido num trabalho com participantes tão solidários. Nos tornamos uma família, um grupo de amigos empenhados no sucesso de todos. Nossa viagem ao Marrocos também foi um acontecimento que ficou marcado para sempre em minha memória", conta. Depoimento - Juca de Oliveira: "O Clone" (2001) "O momento mais emocionante e terrível foi quando, no laboratório de clonagem, tive o primeiro contato com Diogo vivo! Albieri usa as células de Lucas na formação do embrião e o insere em Deusa (atriz Adriana Lessa), como se fosse uma inseminação artificial. E de repente o embrião está vivo! Lucas ressuscitou! Era o milagre da clonagem humana!" Dar vida a Albieri fez com que os fãs levassem o ator "mais a sério", segundo sua avaliação. Além disso, o público ainda lembra com carinho do personagem quando o vê. "É um das meus trabalhos mais comentados pelo público espectador. Sempre que falam da minha carreira ao longo de mais de sessenta anos lá está, com destaque, 'O Clone'." O ator conta que vai assistir à reprise feliz, mas também com olhar crítico à sua atuação na época. Murilo Benício e Giovanna Antonelli em 'O Clone' (2001) Zé Paulo Cardeal/Globo 'A Favorita', 'A força do querer', 'Verdade Secretas' e mais: as 15 novelas mais marcantes Veja Mais

Pobreza menstrual: veja filmes que trataram do tema

G1 Pop & Arte Obras sobre história do indiano Arunachalam Muruganantham falaram do assunto. 'Absorvendo o Tabu' ganhou Oscar de Documentário curta-metragem em 2019. Pobreza menstrual: veja filmes que trataram do tema Divulgação Pobreza menstrual é uma questão que existe faz muito tempo, mas ganhou destaque nesta semana após o presidente Jair Bolsonaro vetar a distribuição gratuita de absorvente menstrual para estudantes de baixa renda de escolas públicas e pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema. O tema, que ainda é realidade de milhões de mulheres e meninas pelo mundo, já foi tratado em alguns longas e documentários. A história mais contada é a de Arunachalam Muruganantham, um indiano de família pobre que revolucionou a saúde feminina em países de baixa renda ao inventar uma máquina que produz absorventes baratos. Leia também: Famosas se manifestam após veto de Bolsonaro a distribuição gratuita de absorvente menstrual Leia sobre filmes sobre pobreza menstrual: 'Absorvendo o Tabu' Lançado em 2018, o premiado documentário de 26 minutos é dirigido por Rayka Zehtabchi e produzido por Melissa Berton. O filme se passa na Índia rural, onde os estigmas da menstruação persistem, e conta a história de mulheres fazem absorventes higiênicos de baixo custo em uma nova máquina, caminhando em direção à independência financeira. O filme ganhou o Oscar de Documentário curta-metragem em 2019. 'Pad Man' Lançado em 2018, "Pad Man" ("Homem-Absorvente") é baseado na história real de Arunachalam Muruganantham. Apesar da humilhação pública e da resistência pela busca de seus ideais, ele criou uma máquina que produz absorvente feminino de baixo custo, ajudando a conscientizar a população sobre práticas anti-higiênicas tradicionais em torno da menstruação na Índia rural. Lançado em 2018, o filme de 140 minutos foi escrito por R. Balki, que também assina a direção. 'Menstrual Man' O documentário "Menstrual Man" repete a temática e conta um pouco da história inspiradora e revolucionária de Muruganantham. O empreendedor analfabeto abandonou a escola antes de ir em busca de uma missão para fornecer absorventes higiênicos de baixo custo para as mulheres. No início, Muruganantham foi rotulado de pervertido. Agora, é saudado como um visionário. 'Pandora’s Box' O documentário lançado em 2019 tem direção de Rebecca Snow. Ao longo de 75 minutos, o filme tece histórias de mulheres do vilarejo Maasai que são forçadas a faltar à escola, ou até mesmo a abandonar os estudos, simplesmente porque não têm acesso a suprimentos menstruais. O documentário conta com entrevistas que destacam missões para educar e mudar mentes e preconceitos culturais. Veja Mais

Famosas se manifestam após veto de Bolsonaro a distribuição gratuita de absorvente menstrual

G1 Pop & Arte Rafa Brites, Claudia Raia, Nathalia Dill e outras famosas usaram suas redes sociais para criticar decisão. Rafa Brites chora ao falar sobre veto de Bolsonaro a distribuição gratuita de absorvente Rafa Brites, Claudia Raia, Nathalia Dill e outras famosas usaram suas redes sociais para se manifestar após o presidente Jair Bolsonaro vetar a distribuição gratuita de absorvente menstrual para estudantes de baixa renda de escolas públicas e pessoas em situação de rua ou de vulnerabilidade extrema. A decisão, que foi publicada na edição desta quinta-feira (7) do "Diário Oficial da União", argumenta que o texto do projeto não estabeleceu fonte de custeio. Leia mais: Veto de Bolsonaro a distribuição de absorventes expõe 'pobreza menstrual'; entenda o conceito Entidade reage após Bolsonaro vetar distribuição de absorvente: 'Milhares são obrigadas a usar itens improvisados' 'Nas ruas, usam miolo de pão' como absorvente, diz ativista sobre veto de Jair Bolsonaro à distribuição do produto Rafa fez um vídeo em seu Instagram no qual aparece chorando após saber da decisão. "Viver no Brasil não é fácil, mas tem dias que realmente a gente acorda sem esperança. Depois de tanto que a gente lutou pelo projeto de lei que visava distribuir absorventes pra mulheres pobres, que passou na Câmara, que passou no Senado, esse crápula desse presidente hoje vetou e a gente não pode deixar isso passar. Isso representa muito pras mulheres. Isso é saúde pública", desabafou Rafa a apresentadora e escritora. Rafa ainda recebeu apoio de diversos famosos em sua postagem, incluindo da atriz Maitê Proença, que comentou: "Vamos pressionar". Nathalia Dill, atriz "Uma das partes que mais me chocou no discurso do monstro, foi: 'se atende a um grupo de beneficiárias, não atende ao princípio de universalidade do sistema único de saúde' aff. Esse cara não consegue diferenciar igualdade de equidade. Se os grupos têm diferentes demandas, é preciso olhar pra elas! Menstruar não é uma opção. A pobreza menstrual impede que meninas e mulheres tenham uma vida de igualmente justa na sociedade. Muitas deixam de ir à escola, precisam usar jornal velho. Enfim. Mais uma atrocidade desse desgoverno." Claudia Raia, atriz "Menstruação é uma questão de saúde pública, ter acesso a produtos menstruais é um direito e uma necessidade de higiene básica. O que infelizmente acontece nesse país, é que boa parte das pessoas que menstruam não possuem recursos financeiros para comprar absorventes e/ou ter acesso a saneamento básico. Você consegue imaginar o risco a saúde ginecológica? Estamos falando de riscos infecções, esterilidade e outras doenças. Ou seja, são direitos humanos em jogo, o governo vetar a distribuição gratuita de absorventes a quem mais precisa é, negar o direito de dignidade e saúde pública." Initial plugin text Preta Gil, cantora "Em que século estamos, mesmo? Por que ainda precisamos nos desgastar por pautas óbvias? Hoje, mais uma vez, nós mulheres fomos desrespeitadas. A pobreza menstrual é presente há anos em nosso país. Muitas mulheres não conseguem comprar itens necessários para sua higiene pessoal no seu período menstrual e até mesmo o saneamento básico em suas casas. Não podemos fechar os olhos perante isso. Você sabia que adolescentes já deixaram de ir para a escola por falta de absorvente? Até quando nossas meninas serão privadas de estudar? A batalha continua. Isso se trata sobre saúde pública, SIM e essa luta é NOSSA!" Initial plugin text Ludmilla, cantora "É todo dia um 7x1 nesse governo. Tantas outras coisas pra eles se preocuparem, mas não, só querem f mais ainda a galera que já é sofrida e vulnerável. Imagina uma mulher não poder ir pra escola porque tá menstruada e não tem absorvente? Mas o leite condensado tá lá na mesa dele, né?" Initial plugin text Veja Mais

'Hellraiser' vai ter novo filme com Jamie Clayton, de 'Sense8', como Pinhead

G1 Pop & Arte Atriz vai interpretar vilão vivido por Doug Bradley ao longo de oito filmes em recomeço da franquia nos cinemas. Jamie Clayton, de 'Sense8', vai dar vida ao vilão Pinhead, antes interpretado por Doug Bradley, em novo filme da franquia 'Hellraiser' Divulgação A série de filmes de terror "Hellraiser" vai ganhar um um recomeço nos cinemas com a atriz Jamie Clayton, conhecida por "Sense8", como o vilão Pinhead. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (7) pelas produtoras Spyglass Media Group e Hulu. O escritor criador das histórias e diretor do primeiro filme, Clive Barker, se juntou ao projeto como produtor. As gravações já foram realizadas, mas ainda não há data de lançamento. O novo filme, que marca um recomeço para a série sobre seres demoníacos que se divertem com experimentos sádicos, vai apresentar a mudança de seu vilão principal. Pinhead, o líder dos cenobitas, vira uma mulher após ser interpretado por Doug Bradley em oito filmes, de 1987 a 2005. Veja Mais

Twitch, plataforma da Amazon, diz que 'não há indícios' de vazamento de senhas

G1 Pop & Arte Serviço de transmissões de partidas de videogames disse que mudança em configuração de servidor deixou dados vulneráveis. Logo da Twitch Reprodução A Twitch, plataforma da Amazon usada para a exibição ao vivo de partidas de games, disse nesta quinta-feira (7) que por enquanto "não há indícios" de que informações de login e senha tenham sido vazados. O serviço teve 125 GB de dados publicados em um fórum on-line na última quarta (6). A empresa disse que uma mudança em configuração de servidor deixou dados vulneráveis e que "está investigando os impactos em detalhes". A Twitch disse que não armazena informações de cartões de crédito e que isso não foi vazado. Como "medida de precaução", a plataforma reconfigurou algumas chaves para os usuários que fazem transmissões. "Podemos confirmar que uma violação ocorreu. Nossas equipes estão trabalhando com urgência para entender a extensão disso", escreveu o perfil oficial do serviço no Twitter. LEIA MAIS: Entenda o que é backbone e como ocorreu a pane nas redes sociais Pane expõe dependência mundial das redes de Zuckerberg De acordo com o site especializado "Video Games Chronicle", o arquivo publicado em um fórum on-line contém códigos-fonte da Twitch, informações de pagamentos feitos para streamers (como valores das transações), códigos relacionados a uma possível loja virtual de games da Amazon, entre outros itens. A empresa não confirmou se essas informações foram realmente comprometidas. No fórum, o usuário que publicou as informações disse que essa seria "a primeira parte" do conteúdo, dando a entender que mais arquivos seriam divulgados. A Twitch permite a transmissão de conteúdos ao vivo e tem forte apelo com a comunidade gamer, que transmite suas partidas na plataforma. O serviço foi vendido para a Amazon por US$ 970 milhões em 2014. Veja abaixo 5 dicas para se manter seguro on-line: 5 dicas de segurança para sua vida digital Veja Mais

'Venom: Tempo de Carnificina' decepciona com embate fraco entre grandes inimigos dos quadrinhos no cinema; G1 já viu

G1 Pop & Arte Segundo filme do anti-herói da Marvel não empolga apesar da 'briga' entre Tom Hardy e Woody Harrelson. Andy Serkis, o Gollum de 'O Senhor dos Anéis', não impressiona na direção. Uma das poucas coisas dignas de nota do primeiro "Venom" era uma cena que acontecia durante os créditos e mostrava Eddie Brock (Tom Hardy) indo a uma prisão entrevistar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson). Como sabem os leitores dos quadrinhos da Marvel (mais precisamente do universo do Homem-Aranha), isso é bem importante para a história do simbionte alienígena que divide o corpo do repórter protagonista. A cena deixou os fãs empolgados para uma continuação. Com o sucesso do filme de 2018, não demorou muito para que a sequência começasse a ser produzida, tomando como base justamente aquele gancho mostrado na primeira parte. É uma pena que os responsáveis por "Venom: Tempo de Carnificina" não tenham aprendido com os erros do passado e não se esforcem em fazer uma continuação para superar o original. Mesmo com bons momentos, o resultado é frágil e decepcionante. Assista ao trailer de 'Venom: Tempo de Carnificina' Na trama, Eddie Brock continua a ter sua relação simbiótica com Venom para, entre outras coisas, combater criminosos como o Protetor Letal. Só que o simbionte já não aguenta mais ser contido, principalmente em relação a suas questões alimentares, o que o leva a entrar em constantes conflitos com seu hospedeiro favorito. Mas os problemas de Brock ficam ainda mais complicados quando o assassino Cletus Kasady morde a mão dele e absorve uma parte do alienígena, transformando-o no monstruoso Carnificina. Com o seu novo parceiro, Kasady consegue fugir da prisão e vai atrás de Frances Barrison (Naomie Harris, a Moneypenny de "007 - Sem Tempo Para Morrer"), a única pessoa que mostrou algum sentimento por ele. Intrigado com os ataques de Kasady, Eddie tenta descobrir mais sobre essa nova simbiose para impedir que a insanidade do vilão cause mais destruição. Além disso, ele precisa lidar com sua relação mal resolvida com Anne (Michelle Williams). Saindo do Armário Cena de "Venom - Tempo de Carnificina" Divulgação Assim como no primeiro filme, "Venom - Tempo de Carnificina" possui problemas na ação e no humor. A direção de Andy Serkis (o Gollum de "O Senhor dos Anéis" e o Cesar da franquia "Planeta dos Macacos") não consegue dar o tom certo para cada gênero presente do filme: como a aventura, o terror ou a comédia. Até começa bem, com ângulos inusitados de câmera para uma adaptação de quadrinhos ou ao usar animação para contar a origem do vilão. Mas cai no lugar comum e não entrega nada mais de interessante, até com momentos dignos de uma série de TV de terceira classe. Mas Serkis não é o único culpado. O roteiro tem situações ridículas e que nada acrescentam à trama principal, como a sequência em que Venom vai parar numa festa rave e é bem recebido pelas pessoas que acham que ele está fantasiado. Tom Hardy e Woody Harrelson numa cena de "Venom - Tempo de Carnificina" Divugação Isso sem falar nos diálogos, com frases tão pavorosas quanto às de "Esquadrão Suicida" ou "Cinquenta Tons de Cinza", não por acaso, também escrito por Kelly Marcel, também roteirista do primeiro "Venom" e deste filme aqui, em parceria com Tom Hardy. A única vantagem em relação à primeira parte é que o texto tem uma ou outra piada que pode até despertar um sorriso no rosto do espectador. Muitos astros, pouco brilho Outro ponto negativo a chamar a atenção é como "Venom - Tempo de Carnificina" tem tantos bons atores e todos eles estão atuando bem abaixo do esperado. A começar por Tom Hardy, que logo na primeira cena, mostra que está bem mais preocupado em fazer caras e bocas do que fazer uma interpretação que faça o público simpatizar com ele. Quanto a Venom (que Hardy faz a voz), não há grandes mudanças em relação ao seu tipo de humor grotesco que já havia mostrado antes e que faz a alegria de muito adolescente. Os mais novos podem, claro, gostar desta segunda parte. Woody Harrelson interpreta o vilão Cletus Kasady em "Venom - Tempo de Carnificina" Divulgação Já Michelle Williams, pelo menos, pode dizer que tem uma boa cena no filme, ao contrário do primeiro "Venom", em que tenta fazer contato com o simbionte alienígena. Tirando isso, a atriz não tem muito o que fazer, a não ser servir de "escada" para Hardy. Naomie Harris não chega a acontecer como Frances Barrison (também conhecida como Shriek), mas não compromete. Apenas marca (pouca) presença com sua personagem. A maior decepção, no entanto, está em Woody Harrelson como o vilão de "Venom - Tempo de Carnificina", já que o ator tem uma grande experiência em fazer tipos desequilibrados com grande talento. Agora, não faz nada digno de nota, como se estivesse fazendo o filme só para pegar o seu pagamento ao final do dia. Quem já o viu em produções como "Assassinos por Natureza", sabe que Harrelson é capaz de fazer muito mais do que sua performance burocrática como Cletus Kasady. Eddie Brock (Tom Hardy) discute a relação com seu parceiro alienígena em "Venom: Tempo de Carnificina" Divulgação Curto, porém sem ir direto ao ponto Um outro ponto que chama a atenção em "Venom - Tempo de Carnificina" é a sua curta duração. Numa época em que a maioria dos filmes baseados em quadrinhos tem mais de duas horas de projeção (às vezes, quase três), surpreende o fato de que essa sequência leva um pouco mais de uma hora e 30 minutos para contar sua história, sendo que seu clímax dura cerca de 30 minutos. Mesmo assim, essa curta duração não significa que o filme tenha agilidade. Isso acontece porque ele se perde em cenas pouco relevantes e o confronto entre o anti-herói e seu inimigo demora tanto para se resolver que falta fascínio e sobram tédio e indiferença. Cena do filme "Venom - Tempo de Carnificina" Divulgação Ainda mais porque os efeitos especiais das criaturas estão bem longe da perfeição e, assim, como no primeiro filme, a qualidade é digna dos piores jogos do Playstation. Pelo menos, "Venom - Tempo de Carnificina" tem um ótimo trunfo na manga que é uma cena que acontece durante os créditos finais e deve deixar muita gente feliz ao final da projeção, além de criar expectativas por possíveis novas sequências. Mesmo assim, a abertura da bilheteria nos Estados Unidos ficou acima de US$ 90 milhões, muito boa em tempos de pandemia. Com o bom resultado, não seria surpresa a confirmação de uma terceira parte. Só resta torcer para que ela seja melhorzinha. Veja Mais

Chloe: o olhar de julgamento que virou um meme de quase R$ 400 mil

G1 Pop & Arte Em 2013, aos dois anos, Chloe Clem viralizou na internet com um vídeo em que olha "de lado" para irmã que estava chorando. O meme foi vendido por US$ 79,3 mil, em formato NFT em julho. Em 2013, o vídeo em que uma menina de apenas dois anos olhava “de lado” para a irmã viralizou a gerou todo o tipo de meme. Foi uma viagem surpresa em família que fez a garotinha Chloe Clem ficar famosa em todo o mundo. E, graças ao meme, ela a família até foram convidados pelo Google para visitar o Brasil. Em setembro de 2021, o meme foi vendido em formato NFT por US$ 73,9 mil - que, em reais, equivale a mais de R$ 390 mil. Oito anos se passaram desde a publicação do vídeo original, mas Chloe é um meme que é lembrado e compartilhado ainda hoje pelos internautas. O Túlio Mello mostra, no canal do g1 no Youtube, tudo o que aconteceu na vida da menina nos últimos oito anos. Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Que Meme é Esse? Chloe Reprodução/g1 Veja Mais

Twitch, plataforma que pertence à Amazon, sofre vazamento de dados

G1 Pop & Arte Informações dos pagamentos feitos para streamers e código-fonte da plataforma teriam sido expostos, segundo site. Serviço confirmou o caso, mas não detalhou extensão do problema. Logo da Twitch Reprodução A Twitch, plataforma da Amazon usada para a exibição ao vivo de partidas de games, confirmou nesta quarta-feira (6) que teve dados vazados após um ataque hacker. "Podemos confirmar que uma violação ocorreu. Nossas equipes estão trabalhando com urgência para entender a extensão disso", escreveu o perfil oficial do serviço no Twitter. LEIA MAIS: Entenda o que é backbone e como ocorreu a pane nas redes sociais Pane expõe dependência mundial das redes de Zuckerberg Os dados vazados teriam sido publicados em um fórum online, segundo o site especializado "Video Games Chronicle". De acordo com o veículo, no arquivo de 125 GB que foi publicado estão presentes códigos-fonte da Twitch, informações de pagamentos feitos para streamers (como valores das transações), códigos relacionados a uma possível loja virtual de games da Amazon, entre outros itens. Ainda não está claro se dados pessoais de usuários cadastrados foram vazados. No fórum, o usuário que publicou as informações disse que essa seria "a primeira parte" do conteúdo, dando a entender que mais arquivos seriam divulgados. A Twitch permite a transmissão de conteúdos ao vivo e tem forte apelo com a comunidade gamer, que transmite suas partidas na plataforma. O serviço foi vendido para a Amazon por US$ 970 milhões em 2014. Veja abaixo 5 dicas para se manter seguro on-line: 5 dicas de segurança para sua vida digital Veja Mais

'House of the Dragon', série derivada de 'Game of thrones', ganha teaser; ASSISTA

G1 Pop & Arte Produção foca na família Targaryen, com história passada antes dos acontecimentos da série épica que terminou em 2019. Teaser de 'House of the dragon' "House of the Dragon", série derivada do fenômeno "Game of thrones", ganhou seu primeiro teaser nesta terça (5). Assista acima. A nova produção contará a história do reinado dos Targaryen 200 anos antes dos acontecimentos da série original, e foi escrita pelo próprio autor dos livros, George R. R. Martin, e Ryan Condal ("Rampage: Destruição Total"). "House of the Dragon" é baseada em outra obra do escritor, "Fogo & sangue". 'Game of thrones' Divulgação/HBO No teaser, é possível ver os personagens de Matt Smith ("Dr. Who", "The Crown"), Emma D'Arcy ("Truth seekers") e Steve Toussaint ("Príncipe da Pérsia e as areias do tempo"), além de confrontos e batalhas. E quatro palavras que vão ditar a nova série: "Deuses. Reis. Fogo. Sangue." G1 15 anos: As 15 séries que mais se destacaram na TV Veja Mais

'Alan Wake Remastered' renova um dos melhores jogos já lançados, mas fica devendo em conteúdo inédito; g1 jogou

G1 Pop & Arte Versão ganha visual com gráficos em 4K, mas não mexe em mecânicas e elementos que tornam o game datado. Em 5 de maio de 2010, escrevi para o g1 a análise de "Alan Wake". “A escuridão é o inimigo e a luz é a salvação” foi como descrevi o jogo que, na época, era exclusivo do Xbox 360, da Microsoft. Com a versão remasterizada chegando 11 anos depois, nada do que eu escrevi na época mudou já que o game continua exatamente o mesmo em "Alan Wake Remastered". O game foi lançado nesta terça-feira (5) para Xbox Series X/S, Xbox One, PlayStation 5, PlayStation 4 e PC. A novidade é que o visual está melhor, retrabalhado, e que os donos de um PS4 ou PS5 vão poder finalmente jogar uma das maiores experiências narrativas já lançadas para os videogames. Contudo, o que está nesta nova edição é apenas uma evolução técnica, já que não houve nenhum incremento ou modificação, fazendo com que o game continue mostrando sua "idade avançada". Assista ao trailer de 'Alan Wake Remastered' Alan Wake é um escritor de livros de suspense e mistério no melhor estilo Stephen King que vai para a cidade de Bright Falls para tentar conseguir inspiração para sua nova história. Lá, ele é assombrado por pesadelos de uma escuridão bizarra, que transforma pessoas em uma espécie de monstros, confundindo o personagem entre o que é real e o que é um sonho. Quando sua esposa é sequestrada, ele parte em busca dela nas florestas sombrias do local, enfrentando todo o tipo de inimigos sombrios e fazendo o jogador tomar muitos sustos pelo caminho. Nesta versão remasterizada, os gráficos foram aprimorados e, no Xbox Series X (onde a nova edição foi testada) e no PS5, o jogo roda em resolução 4K e com fluidez de 60 quadros por segundo. Comparado com o título original, que pode ser jogado via retrocompatibilidade nos Xbox, o salto é gigantesco. Realmente, por meio dessa comparação, é perceptível que o game ganha nova vida. A maior parte da ação acontece no escuro, no meio de uma floresta medonhamente assustadora em que a luz, que é a salvação, sai apenas da sua lanterna ou de pontos específicos da fase. A vegetação está mais viva e é perceptível o cuidado com árvores e com as plantas. Os inimigos, que muitas vezes na versão original eram meio borrados, estão mais nítidos e os cenários têm uma iluminação mais realista. O próprio Alan Wake tem traços com maior definição e podemos até perceber nuances do tecido de seu casaco estiloso. Mas por mais que tenha todo esse frescor, o game continua o mesmo lançado em 2010, sem tirar nem botar. E isso fica evidente logo nos primeiros instantes da trama. Por que remasterizar? Comparado a games atuais do estúdio Remedy, o mesmo de "Alan Wake", como "Control", o jogo remasterizado parece bem antiquado. O acabamento de personagens e de cenários entregam a "velhice" do título. Os rostos, suas expressões faciais e movimentação são meio "duras", algo que na época não era tão perceptível. Os combates, que continuam da mesma maneira, revelam a idade avançada. A mecânica de apontar a lanterna ao inimigo para eliminar a escuridão do seu corpo e depois atirar contra ele segue sendo interessante e desafiadora. Mas quando Alan precisa saltar ou se esquivar, percebe-se que ali é um game de mais de 10 anos de idade. Esses momentos parecem meio desengonçados. Por ter tido um retrabalho para lançar "Alan Wake Remastered", seria interessante que os desenvolvedores resolvessem alguns problemas do passado, o que não foi feito. Há uns erros de movimentação que são evidentes quando o personagem pula por obstáculos, algo que você vai fazer bastante para encontrar munição (que é escassa), pilhas para a lanterna (elas acabam rápido nos combates), manuscritos (que contam mais da história misteriosa e incrível) e garrafas de café -- itens muito bem escondidos que devem ser encontrados para conseguir "platinar" o game, ou seja, concluir todos os objetivos. Alan Wake usa uma lanterna para enfrentar a escuridão em seus inimigos Divulgação/Remedy Há uma certa simplicidade remanescente da época do "Alan Wake" original que não chega a incomodar, mas que mostra que faltou um pouco mais de cuidado e trabalho para um game que é tão importante para a indústria dos jogos eletrônicos. Faltou também, mais conteúdo. Embora os dois materiais extras lançados estejam no pacote, "The Signal" e "The Writer", poderiam ter acrescentado novidades do desenvolvimento como artes, trilha sonora, vídeos de bastidores e até a possibilidade de mudar a configuração dos botões de ação, o que não aconteceu. Tamanho trabalho para "Alan Wake Remastered" poderia ter dado mais material aos fãs e a quem não jogou a edição original. A pergunta que fica é: precisava remasterizar? Mas há algo que me deixou curioso: durante a aventura há códigos QR espalhados. Escaneie com seu celular para ter acesso a vídeos bem misteriosos da história. A esperança que fica é que, depois de tanto tempo para se ter alguma novidade de "Alan Wake", essa remasterização mostre que ainda é possível ganharmos o tão sonhado “Alan Wake 2”. Alan Wake volta para que os donos do PS4 ou PS5 joguem um dos melhores games dos anos 2000 Divulgação/Remedy Veja Mais

Billie Eilish será principal atração do festival de Glastonbury de 2022

G1 Pop & Arte Após ser adiado por dois anos, maior festival de música a céu aberto do mundo deve voltar a acontecer entre os dias 22 e 26 de junho. Billie Eilish no Austin City Limits Festival no sábado (2) Rich Fury / Getty Images via AFP A vencedora do Grammy Billie Eilish se apresentará em Glastonbury em junho que do próximo ano, tornando-se a artista solo mais jovem a encabeçar o festival de música britânico, disseram organizadores nesta segunda-feira (4). A cantora de 19 anos, que interpreta o tema do filme mais recente de James Bond, "007 – Sem Tempo para Morrer", cantou no palco Other Stage do festival em 2019, a última vez em que o grande evento em campo aberto foi realizado. Drogas consumidas no festival do Reino Unido contaminam rios e ameaçam animais O festival foi cancelado no ano passado e neste por causa da pandemia de Covid-19, mas uma versão virtual foi organizada em maio. Eilish, conhecida por canções como "Bad Guy" e "Bury a Friend", publicou uma selfie no Instagram usando um moletom com gorro de Glastonbury e escreveu "2022" na foto. Festival Glastonbury em 2019 Oli Scarff/AFP/Arquivo "Esta parece a maneira perfeita para voltarmos, e mal posso esperar!", disse Emily Eavis, coorganizadora de Glastonbury, em um comunicado, acrescentando que Eilish se apresentará no palco principal Pyramid no dia 24 de junho. O festival acontecerá entre os dias 22 e 26 de junho, e seus ingressos já estão esgotados. As entradas compradas para evento em 2020 se acumularam pelo segundo ano, explicaram os organizadores. Veja Mais

'Marighella', dirigido por Wagner Moura, vai estrear em 4 de novembro após mais de dois anos de atraso

G1 Pop & Arte Longa chega aos cinemas brasileiros no aniversário da morte do guerrilheiro. Seu Jorge interpreta escritor, político e guerrilheiro ao lado de Bruno Gagliasso, Adriana Esteves e Humberto Carrão. Trailer de 'Marighella' Após ter o lançamento adiado algumas vezes nos últimos dois anos, o filme "Marighella" ganhou nova data de estreia: 4 de novembro de 2021. A data marca os 52 anos do assassinato do guerrilheiro brasileiro. O longa é inspirado na biografia escrita pelo jornalista Mário Magalhães e foca nos últimos cinco anos de vida de Carlos Marighella, escritor, político e guerrilheiro, de 1964 até sua violenta morte em uma emboscada em 1969. Veja entrevista com Wagner Moura "Marighella" é o primeiro trabalho de Wagner Moura na direção. Seu Jorge interpreta o protagonista e contracena com Bruno Gagliasso, Adriana Esteves, Humberto Carrão, Rafael Lozano, Luiz Carlos Vasconcelos, Herson Capri e Bella Camero. A estreia mundial do longa ocorreu no Festival de Berlim de 2019, no qual o filme foi aplaudido de pé. Ele também por outros festivais internacionais em Seattle, Hong Kong, Sydney, Santiago, Havana, Istambul, Atenas, Estocolmo e Cairo. Seu Jorge e o diretor Wagner Moura no set de 'Marighella'. Filme estreia no Festival de Berlim 2019 Divulgação Pedido de reembolso vetado Em agosto de 2019, a Diretoria Colegiada da Ancine vetou um pedido de reembolso de mais de R$ 1 milhão feito pela produtora do filme “Marighella”. Segundo a decisão da diretoria, o pedido foi negado porque os recursos pelos quais a produtora O2 pede reembolso são parte da receita já aprovada para o projeto. Eles não poderiam, então, ser ressarcidos com recurso público. Na mesma reunião, a diretoria negou outro requerimento em relação ao filme, feito pela O2 e pela SM Distribuidora em 8 de agosto. As empresas pediam que o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) reavaliasse os prazos de investimento na comercialização do filme. Produtora e distribuidora propuseram que as obrigações fossem cumpridas antes da assinatura do contrato de investimento na produção. Segundo estabelece o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria Audiovisual, para ter este direito, é preciso já ter o contrato. Procurada pelo g1, a O2 disse que o pedido de revisão de prazos foi motivado pela "morosidade do FSA no processo de contratação e nele a O2 apenas formulou questionamento acerca da viabilidade da obrigação de oferta ao Fundo ser cumprida antes da efetiva contratação". Em entrevista ao g1em abril do ano passado, Moura comentou a situação. "Não recebemos o dinheiro do Fundo Setorial, o qual teríamos direito. Tomamos essa posição. Os produtores foram valentes em fazer isso. Então, estou muito tranquilo." "Me angustiou muito o começo, quando o filme não estreava por uma pressão do governo. Uma má vontade da Ancine. Um episódio claro de censura", disse o diretor. Veja Mais

MC Zaquin começou na igreja, viralizou com funk caseiro e virou hitmaker e aposta de gravadora

G1 Pop & Arte Um dos MCs mais tocados no Brasil é filho de pastores, vendeu água no sinal após morte do pai, viralizou com 'ousadia light', virou aposta da Universal Music e grava parcerias até com Belo. MC Zaquin Divulgação Isac César das Graças, 20 anos, foi de baixista mirim da pequena Comunidade Evangélica Unidos em Cristo, na Zona Norte de Belo Horizonte, a um dos funkeiros mais tocados no Brasil e aposta no Brasil da multinacional Universal Music. MC Zaquin, cantor de "Não nasceu pra namorar", o funk mais tocado no país em agosto de 2021, tem outras duas músicas nas paradas atuais: "Ô moça" e "Ei tudo bem". A voz melódica de Zaquin ainda deve ser ouvida em parcerias já gravadas com o funkeiro Kevin O Chris e o pagodeiro Belo. O podcast g1 ouviu explica o som “brisado” dos mineiros e conversa com os músicos que criaram essa batida viajada, que todo mundo quer dançar em desafios no TikTok e copiar no resto do Brasil. Ouça abaixo. Os DJs criaram uma levada lenta e envolvente com uma variedade incrível de sons: barulho de latinha, chiado, violino recortado, flauta sintetizada, toque de telefone, gritinho de Bob Esponja, Pikachu e Pica-Pau, luta de Mortal Kombat, King of Fighters... O gosto de Zaquin pela melodia e por letras (um pouco) menos sexuais do que a média do funk de BH tem explicação: ele aprendeu a cantar na igreja do bairro de Venda Nova onde seus pais eram pastores. "Comecei no grupo de louvor na igreja. Tocava contrabaixo. Aí comecei pedindo uma chance para cantar. Tinha vergonha até de falar em público. Aí cantei e comecei a ganhar um gosto por música", conta o músico. Ele ainda é evangélico, mas não frequenta a igreja tanto quanto antes. E como ele parou de tocar na igreja e começou a cantar funk? "Foi em 2013. Meu pai faleceu e a vida começou a piorar. Tive que começar a ralar também. Comecei a fazer uns bicos: vendia água no sinal de fone de ouvido na beira de loja. Trabalhei de pizzaiolo, auxiliar de padaria, sorveteria... Com 17 anos entrei para a Asspron (empresa de jovens aprendizes de Minas Gerais)." Depois de um ano e meio como office-boy, ele resolveu se arriscar na música. MC Zaquin Divulgação Viralizou nos status do WhatsApp O primeiro sucesso de Zaquin, de 2018, viralizou em um canal muito popular para grande parte dos brasileiros, mas ignorado pela indústria musical: os vídeos de status do WhatsApp. A música era a primeira composição dele, "Focado nela". "Peguei uma base de funk no YouTube, cantei a música e coloquei no status do WhatsApp. Postei e fui dormir", lembra Zaquin. "No outro dia eu acordei com o pessoal me falando: tá todo mundo postando e perguntando quem é. Foi quando explodiu o bagulho, muito louco". Belo Horizonte e Belo pagodeiro Para não assustar a mãe, evangélica, as letras sensuais são mais suaves. A "ousadia light" tinha como modelo as letras de Kevinho, ídolo de SP. Mas a base era toda no “pique BH”. “É ritmado demais o pique daqui. Mistura tudo - é só organizar que dá certo”, ele define. “Imagina você no baile, aí ouve uma garrafinha quebrando, tum, um passarinho piando, umas panelas batendo.... Você começa a se envolver”, descreve Zaquin. A voz dele subindo de tom em “Ô moça” é imitada por MCs de São Paulo no hit "Bipolar". “Falavam que o funk de BH era embolado, avacalhado, que ninguém ia curtir, só o pessoal daqui mesmo. Agora os caras lá de fora estão pegando referência. Maior hipocrisia”, diz aos risos. Com o sucesso, Zaquin fez contato com Umberto Tavares, compositor e produtor de Anitta, Ludmilla outros. A conexão carioca levou a parcerias acertadas com Kevin o Chris e até uma faixa com Belo. A música com o pagodeiro já está gravada e pronta para sair, avisa Zaquin. MC Zaquin Divulgação Veja Mais

Feira de adoção de cães e gatos passa a acontecer todos os domingos na orla da Ponta Verde, Maceió

G1 Pop & Arte Dia 10 será o primeiro domingo com a feira de adoção fixa no canteiro central da orla. Feira de adoção de cães e gatos acontece todos os domingos na orla da Ponta Verde, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Uma feira de adoção de cães e gatos vai acontecer no domingo (10) na orla da Ponta Verde em Maceió. A partir dessa data, evento vai se repetir todos domingos. Os 15 animais que serão levados para adoção são filhotes e adultos. Todos já estão castrados, vermifugados e com a vacina antirrábica em dia. A ação acontecerá dentro do projeto “Na Orla é Massa”, das 8h às 17h, no canteiro central da orla ao lado da Rua Fechada. Os animais que serão levados para adoção estão abrigados na sede da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), na Cidade Universitária. “Queremos dar visibilidade à causa animal e a importância da adoção responsável. Esses animais estavam nas ruas e já sofreram muito, mas foram resgatados, tratados e merecem um lar com todo o amor e carinho”, comentou o gerente administrativo da Zoonoses, Marcos Vasconcelos. Zoonose quer dar visibilidade à causa animal e a importância da adoção responsável, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Quem quiser adotar um animalzinho deve ser maior de idade, levar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Depois de ter os requisitos conferidos, o visitante pode escolher o seu cachorro ou gato. Um profissional da Zoonoses estará no local para passar aos candidatos orientações sobre adoção responsável. Quem tiver interesse em adotar um animal mas não puder comparecer na feira aos domingos, pode também ligar para Zoonoses no número 3312-5576. Animais filhotes e adultos serão levados para adoção na orla da Ponta Verde, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Cães e gatos foram resgatados da rua, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Para adotar um animal é preciso ser maior de idade, levar os documentos e comprovante de residência, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Animais já estão castrados, vermifugados e com a vacina antirrábica em dia, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Feira é facilitador para que mais pessoas tenham acesso à oportunidade, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Contato para esclarecimento de dúvidas e agendamento de serviços no Zoonoses é 3312-5576, em Maceió, Alagoas Gabriel Moreira/Secom Maceió Veja os vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL Veja Mais

Como ver séries na TV por meio de serviço de streaming

G1 Pop & Arte Smart TV, cabo HDMI, controles inteligentes, chromecast, Apple TV, videogame e pacotes de TV por assinatura são opções para acessar seus serviços pela televisão. Nova linha de TVs da Samsung terá o Globoplay pré-instalado e vai proporcionar mais facilidade na transição entre o conteúdo da TV aberta e do streaming Wallace Belato/Divulgação Os streamings cresceram e têm um catálogo recheado de filmes e séries de sucesso. Existem várias formas de conectar o aplicativo das suas plataformas na sua televisão, desde as Smart TVs que já com conexão à internet e até botões específicos dos streamings em seus controles remotos, a outras alternativas para televisões convencionais. Ela são: Smart TV Cabo HDMI Controles inteligentes Chromecast Videogame Pacotes de TV por assinatura Abaixo, explicamos como usar cada uma das ferramentas para acessar as séries e filmes na telinha. Smart TV O modo mais prático de assistir às séries e filmes do streaming na telinha é por meio de uma Smart TV. Passo 1: O primeiro passo é acessar a loja da sua televisão e baixar o aplicativo dos serviços que você usa. Depois disso, vão surgir instruções para conectar a sua TV à conta. As instruções são específicas de cada streaming. Com o Globoplay, por exemplo, é preciso estar conectado à sua conta em um celular ou computador. Depois, você precisa abrir o aplicativo na sua TV e acessar a opção "Minha conta", que fica na lista de opções na lateral esquerda. Depois disso, o aplicativo vai exibir um código de seis dígitos e um QR code. Você pode tanto escanear o código quanto digitar os números no site do Globoplay. Depois, é só clicar em "Ativar dispositivo" na TV. Veja na imagem abaixo: Como acessar o Globoplay pela televisão Reprodução/Globoplay Com o Disney+, o processo é muito parecido: é preciso abrir o aplicativo na televisão e clicar em entrar. Um código de oito dígitos vai aparecer. Aí você precisa fazer login no site pelo celular ou acessar o site disneyplus.com/start pelo computador e digitar o código na tela. Veja exemplo abaixo: Como acessar Disney+ pela smart TV Reprodução/ Disney+ Com a netflix, você também vai precisar entrar no aplicativ pela TV e digitar um código de ativação pelo site netflix.com/activate. Também é possível digitar email e a senha na própria TV para entrar. Algumas TVs fazem parcerias com serviços e trazem alguns deles pré-instalados e mesmo botão exclusivo do streaming no controle remoto. Cabo HDMI Se você não tem uma TV smart, o jeito raiz de acessar a internet pela TV convencional é por meio do cabo HDMI. Basta conectar o seu notebook à televisão por meio deste cabo e a TV vai espelhar a tela do note, como se fosse um monitor. Aí você continua mexendo normalmente nos sites dos streamings pelo computador, mas conseguirá assistir pela televisão. Controles inteligentes Várias marcas possuem controles ou dispositivos que se conectam a uma TV convencional e adicionam funcionalidades de smart TV. Os mais conhecidos são o Firestick (da Amazon), Apple TV e Roku (empresa americana de televisões inteligentes). Controle inteligente Roku Divulgação O Roku vem com um aparelho e um controle remoto. Nele, já estão disponíveis os serviços de streaming. Para acessá-los, você precisa ligar o dispositivo, conectá-lo à internet e criar uma conta do Roku. Depois de criar a conta, ele estará disponível. Para acessar ao conteúdo dos streamings, é preciso ter assinatura de cada um. Leia também: Globoplay anuncia parceria com Roku Nova Apple TV 4K, anunciada em 20 de abril de 2021. Divulgação/Apple O Apple TV também funciona conectado por meio de um cabo na porta HDMI da televisão. O dispositivo possui um controle remoto para controle da interface. Quando ele estiver conectado na mesma rede Wi-Fi, é possível exibir imagens, reproduzir áudio e vídeo na TV. Oficialmente o Apple TV só permite sincronizar a reprodução de conteúdo e o espelhamento da tela de produtos produzidos pela Apple — iPhone, iPad e Mac. Porém, usando aplicativos como o AllCast, doubleTwist Player, VLC Media Player, entre outros, é possível contornar essa limitação. Fire TV Stick Lite, acessório que adiciona funcionalidades da Amazon em televisores Amazon/Divulgação O Fire TV Stick também é um dispositivo para ser conectado na entrada HDMI de televisores e concorre com o Chromecast e Apple TV. Chromecast Nova versão do Chromecast é arredondada e possui mais antenas para captar o Wi-Fi. Divulgação/Google O Chromecast é um aparelho do Google que parece um pendrive. Ele possui um cabo HDMI que deve ser conectado à TV por essa entrada. Depois, você precisa usar o celular para encontrá-lo, e os dois precisam estar conectados à mesma rede Wi-Fi. Por meio do celular, você escolhe quais aplicativos quer acessar e eles serão espelhados na TV. Enquanto o conteúdo é espelhado, é possível utilizar o celular livremente. Serviços de TV por assinatura Alguns serviços de TV por assinatura incorporam os streamings à sua lista de canais. Assim, Globoplay e Netflix, por exemplo, ganham um número de canal. Mas, para acessar o conteúdo, ainda é preciso ter uma assinatura do streaming independente da assinatura da TV. Na NET/Claro TV, por exemplo, o Globoplay é acessado pelo 831; a Netflix, pelo 680. Cada uma das operadoras tem maneiras diferentes de acesso. Confira com sua operadora. Videogame Cada edição de videogame tem um modo diferente de acessar o streaming: PlayStation 5: Na tela inicial, acesse a seção Mídia. Selecione Todos os aplicativos, navegue para Aplicativos de vídeo e música, selecione e baixe o ícone do serviço que você quer. Informe o e-mail e senha e estará logado. PlayStation 4: Na tela inicial, vá para a seção TV e vídeo e selecione o ícone do serviço que você quer. Baixe o app e faça login. Xbox Series X e S e Xbox One: Na tela inicial, abra o aplicativo da Microsoft Store. Depois, encontre o aplicativo que você deseja e clique em Obter. O app será instalado. Xbox 360: Na tela, clique na aba apps. Depois, em explorar apps e selecione o que você quer. Então é só clicar Download e Confirmar compra. Veja Mais

Com programação presencial e online, Festival Animage exibe 170 filmes de animação

G1 Pop & Arte Mostra começa na sexta-feira (8) e segue até 17 de outubro. Programação conta com exibição de curtas e longa-metragens, oficinas, masterclasses e competição internacional. Imagem do longa metragem 'Cryptozoo', que faz parte da programação do Animage Animage/Divulgação Depois de um ano longe do público e de uma edição exclusivamente online em março deste ano, o Festival Internacional de Animação de Pernambuco (Animage) volta às telas na sexta-feira (8). Até o dia 17 de outubro, a 11ª edição do festival promove a exibição gratuita de 170 filmes, entre longas e curtas-metragens de animação, no recém-inaugurado Teatro do Parque, no bairro da Boa Vista, na área central da cidade, no Centro Comunitário da Paz (Compaz) Miguel Arraes, no Cordeiro, na Zona Oeste, e pela internet. O Animage conta, ainda, com mostras especiais, competição internacional de curtas, masterclasses e oficinas. Toda a programação é gratuita e pode ser conferida no site do evento. Neste ano, 44 países foram representados pela curadoria que separou as produções em dez mostras especiais e uma competitiva, que vai premiar os melhores filmes selecionados pelo júri oficial. "É um festival tão abrangente que a gente não segue um tema único [...] O espírito do festival é ter essa diversidade de técnicas, de abordagens. Ter muitos países envolvidos, trazer influências culturais de regiões distintas. Isso tudo reflete no trabalho e da uma riqueza de diversidade que é o que a gente busca com o evento", explicou um dos idealizadores do festival, Antonio Gutierrez. Imagem do longa-metragem 'Wolfwakers', que deve ser exibido durante a programação presencial no Teatro do Parque Animage/Divulgação Dos 170 filmes exibidos no evento, 165 são curtas-metragens e cinco são longas. Na mostra competitiva, que vai premiar os filmes escolhidos pelo júri em oito categorias, 69 curtas participam, com produções de 33 países. "O que a gente quer é montar esse mosaico de propostas diferentes, com essa sacada plural, democrática e inclusiva. Dar essa panorama da produção não só de Pernambuco e do Brasil, como de outras partes do mundo que aparecem menos nas produções hegemônicas", disse Gutierrez. Programação presencial Em 2020 não houve festival devido à pandemia da Covid-19. Em março deste ano aconteceu uma edição especial e online, com exibições e cursos pela internet. Mas o público estava mesmo à espera da volta do festival ao formato presencial. Ilustradora e jornalista, Helena Portilhou contou que acompanha sempre as edições do festival Animage Helena Portilho/Acervo pessoal A ilustradora e jornalista Helena Portilho contou que é apaixonada pelo Animage e participou de várias edições presenciais e da online. "A versão online foi uma surpresa, assisti online com alguns amigos, convidei gente de fora da cidade e do país para acompanhar também. Mas deixou saudades do Cinema São Luiz. Só quem frequenta o cinema sabe a saudade que dá", contou. Parte da programação presencial do festival, que até 2019 acontecia no tradicional Cinema São Luiz, no bairro da Boa Vista, no Centro do Recife, vai ser sediada no Teatro do Parque, reinaugurado em dezembro de 2020 após dez anos em obras. A ilustradora também disse que vê o festival como fonte de inspiração para sua própria produção artística. "Eu sou fã de animação há muito tempo e acho a ideia do festival genial. As mostras competitivas e internacionais ajudam muito a descobrir novos horizontes. Me dão ideias para os meus próprios desenhos". Cena do curta-metragem 'Dream Cream', que deve ser exibido na Mostra Erótica do festival Animage Animage/Divulgação Na programação presencial, o espaço do teatro vai ser limitado à ocupação de 300 pessoas por sessão, atendendo a protocolos como uso obrigatório de máscaras, distanciamento entre as poltronas e disponibilização de álcool em gel. Os ingressos são gratuitos e ficam disponíveis na bilheteria do teatro uma hora antes do início da exibição do dia. No teatro, acontece a mostra erótica, cuja classificação indicativa é de 18 anos. A programação também conta com a exibição dos longas "Wolfwalkers" (Estados Unidos), indicado ao Oscar de melhor animação; "Absolute Denial" (Reino Unido) e "Cryptozoo" (Estados Unidos), vencedor do prêmio de inovação do Festival Sundance deste ano. Gutierrez explicou que no início de cada sessão, os espectadores vão assistir a algumas produções da mostra online. "A gente colocou alguns curtas abrindo as exibições, daquela curadoria que vai estar disponível na programação online. Quem for ao Teatro do Parque vai ver uns três ou quatro curtas que estarão na internet. Mas os longas do parque não vão para o festival online, é uma programação exclusiva", explicou. No Compaz Miguel Arraes, na Zona Oeste do Recife, duas sessões voltadas para o público infantil acontecem nos dias 14 e 16 de outubro. Programação online Imagem da série pernambucana 'Foi Assim Foi Assado', participante da programação online do festival Animage/Divulgação A programação do festival acontece da sexta-feira (8) ao dia 17 de outubro. Para ter acesso é necessário fazer um pequeno cadastro na plataforma do site. Os filmes ficam disponíveis até 24 horas após o horário da primeira exibição e contam com calendário de reprise. Dentro da proposta de acessibilidade, os curtas-metragens brasileiros são disponibilizados com Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE). Além disso, o festival informou que a Mostra Brasil conta também com audiodescrição. Ao todo, nove mostras especiais foram destinadas ao público online, são elas: Africana, Foi Assim e Foi Assado, Animasivo, Além do Eixo, Florence Miailhe, Brasil, Hors Concours, Pernambucana e Estúdio Monströös. A diretora Chia Beloti, moradora de Olinda, no Grande Recife, assina a série pernambucana 'Foi Assim Foi Assado', feita com a técnica stop motion catout. "A gente usa recorte de revista, sem computação gráfica, é como se fosse uma técnica analógica". Imagem da série pernambucana 'Foi Assim Foi Assado', participante da Mostra de mesmo nome do festival Animage/Divulgação A diretora explicou que a série é sobre uma menina chamada Tereza que tem por volta de 5 anos de idade e mora com a avó, uma inventora de todo tipo de objeto. "A avó dela é uma inventora, de traquitanas. Elas moram em uma casa bem maluca que vai se transformando dependendo da temática do episódio". A produção aconteceu entre os anos de 2018 e 2019 e, segundo a diretora, foi feita em tempo recorde para o tipo de produção. "Foram 18 meses de trabalho, para 90 e tantos minutos da série. Essa nossa técnica é chamada de limited animation, porque a gente usa menos frames por segundo. A Disney, por exemplo, faz os filmes com 24 a 30 frames por segundo, enquanto a nossa produção tem de oito a 12 frames por segundo". Mostra competitiva A mostra competitiva contou com inscrição de 1,2 mil curtas, de acordo com o evento. Os curtas são julgados nas categorias Melhor Curta-Metragem, com prêmio em dinheiro no valor de R$ 4 mil, Melhor Curta Infantil, Melhor Curta Brasileiro, além da melhor Direção, Roteiro, Direção de Arte, Técnica e Som. Parte das gravações do curta de animação Magnética, que contou com imagens reais na produção Marco Almeida/Acervo pessoal Um dos competidores é o "Magnética", dirigido pelo gaúcho Marco Almeida. O filme conta com vários tipos de técnicas de animação, 2D, 3D e rotoscopia, que é um tipo de animação feito em cima de uma imagem real. "É uma história de uma cidade que tem personagens indígenas, onde eles recebem a visita de uma força holográfica que mexe com a cabeça de todo mundo só que ninguém sabe por que, então eles começam a sentir sensações diversas", contou o diretor. O curta nasceu de um projeto pessoal de Almeida e foi feito ao longo de dez anos. "As pessoas se espantam quando a gente conta o tempo de produção, mas na verdade foi um projeto feito em paralelo", relatou. Serviço Festival Animage – 11º Festival Internacional de Animação de Pernambuco De 8 a 17 de outubro de 2021 Exibições online para todo o Brasil pelo site do evento e sessões presenciais no Teatro do Parque Acesso gratuito em todas as atividades Confira aqui a programação detalhada * Estagiária sob supervisão da editora Luiza Mendonça VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias Veja Mais

Globoplay vai virar cinema: Plataforma dá nome às duas salas do Cine Marquise, em São Paulo

G1 Pop & Arte Plataforma ganhará salas no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, na segunda quinzena de outubro. Antigo Cinearte estava fechado desde fevereiro de 2020. Cine Marquise em São Paulo Divulgação/Yago Moreira O Globoplay chegou ao cinema! A plataforma de streaming dá nome às duas salas do Cine Marquise, que será inaugurado em outubro em São Paulo. O projeto é a reativação das salas do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, fechado há quase dois anos. Faça o teste: Qual série do Globoplay você tem que ver? Leia também: Globoplay vai incorporar catálogo do Telecine As salas serão chamadas de Sala Globoplay 1 e Sala Globoplay 2. Elas passaram por reformas e ganharam sistema de som Dolby de última geração, telas importadas, poltronas semi-vip e recuperação do piso original. "A parceria com esse projeto que traz de volta salas importantes de cinema de São Paulo reforça o nosso compromisso com a produção audiovisual. Nada mais adequado ao Globoplay, uma plataforma que apoia, valoriza e incentiva a cultura nacional", diz afirma Tiago Lessa, Head de de Marketing, Aquisição e Engajamento Produtos e Serviços Digitais Globo em nota. O antigo Cinearte estava fechado desde fevereiro do ano passado. Ele vai reabrir na segunda quinzena de outubro com o nome de Cine Marquise. G1 15 anos: Os 15 filmes que se destacaram no cinema Veja Mais

Giancarlo Esposito vive novo vilão em 'Far Cry 6' e chama jogadores para briga: 'Desafio vocês a me enfrentar'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, intérprete de antagonistas famosos de 'Breaking Bad' e 'The Mandalorian' fala sobre interatividade e dar vida a homens cruéis mesmo sendo um cara legal. Giancarlo Esposito fala sobre a experiência de viver vilão digital em "Farcry 6" Aos 63 anos, o ator Giancarlo Esposito é conhecido pelo ódio e medo – não necessariamente nessa ordem – que provoca no público de séries celebradas como "Breaking Bad", "The Mandalorian" e "The Boys" ao interpretar vilões memoráveis. Mas basta cinco minutos de conversa para ver que ele é um cara legal. Tanto que, a partir desta quinta-feira (7), oferece a seus fãs a chance de acertarem as contas com ele pessoalmente com o lançamento de "Far Cry 6", novo capítulo de uma franquia de games de tiro em primeira pessoa marcada principalmente por seus grandes antagonistas. G1 jogou: 'Far Cry 6' traz vilão complexo e mundo aberto rico, mas repetitivo Ele, é claro, dá vida ao vilão principal do jogo, um ditador cruel de uma ilha caribenha que não tem problema em escravizar o próprio povo para atingir seus objetivos. Em entrevista ao g1, uma das poucas realizadas sobre o projeto, o homem que ajudou a eternizar o metódico e frio Gus Fring, de "Breaking Bad" e "Better call Saul", celebra a oportunidade de um contato inédito com o público. Assista ao vídeo acima. "Sabe, é fascinante, porque funciona pros dois lados. E no cinema e na TV é apenas um. Com o game, são os dois lados", afirma Esposito, depois de uma calorosa risada. Segundos depois, invoca o tom do dono dos Pollos Hermanos para chamar os jogadores para a porrada. "Isso que é maravilhoso sobre esse jogo. Eu literalmente digo: 'Eu te desafio a me enfrentar. E te convido. É como um duelo. Veja se você tem o cérebro, a esperteza, a paixão, a coragem, a convicção, o poder, para enfrentar Antón Castillo'." Antón Castillo, interpretado por Giancarlo Esposito, é o vilão de 'Far Cry 6' Divulgação Vilão de família No jogo lançado para Xbox Series X e S, Xbox One, PlayStation 5, PlayStation 4, Stadia e computadores, jogadores assumem o papel de um revolucionário relutante, que se junta a um grupo de guerrilheiros para libertar a ilha fictícia de Yara do controle do ditador. Para Esposito, que já interpretou de líderes de cartel a um CEO maligno e até Moff Gideon, comandante do que restou do Império Galáctico do universo de "Star Wars" em "The Mandalorian", Castillo apresenta a chance inédita de construir um vilão com a missão paralela de treinar o filho para um dia assumir o poder. Pai de quatro filhas, o ator buscou inspiração no próprio relacionamento com elas para dar vida ao personagem. "Antón, e sua relação com o Diego, tem todas essas aspirações para o garoto neste jogo. É tão fabuloso. Ele tem uma janela de tempo. Há uma revolução acontecendo. Esse cara é amor duro", conta Esposito. "'Você tem que crescer rápido. Aqui está a história do que aconteceu comigo. Eu estou te preparando para ser o próximo líder. E se os revolucionários ganharem?'" "São todas essas outras coisas que você tem que pensar. E eu apenas amo a ideia, ou a experiência de ter me envolvido nisso. Porque eu usei muito da minha vida, e eu aprendi tanto com minhas filhas. Porque comecei a calar a boca e ouvir o que elas têm a dizer." Um dos pôsteres de propaganda do regime de Castillo, que aparece com o filho Diego, espalhados pela ilha em 'Far Cry 6' Divulgação A chavinha de Giancarlo Para chegar ao ator, os desenvolvedores da Ubisoft passaram por testes com diversas outras pessoas. Mas o desejo de ter Esposito como o grande vilão acompanhou a equipe desde o começo, quando o personagem ainda nem estava totalmente formado. Na verdade, durante todo o processo eles nem tinham certeza se o ítalo-americano nascido na Dinamarca ia aceitar o convite. Mas o diretor de narrativa do game, Navid Khavari, conta que sabia que não tinha muita alternativa desde que começou a ouvir o ditador falando com a voz do ator. "Não estávamos interessados em Gus Fring ou Moff Gideon. O que é ótimo, quando você o conhece, e algo também que ele trouxe para o personagem, é que ele é tão energético e é charmoso e cheio de exuberância. Isso também formou o Antón", conta o desenvolvedor. "Porque o Antón se transformou em alguém que publicamente consegue fazer todo mundo se apaixonar por ele. E o Giancarlo tem essa chavinha, que permite que ele se transforme na pessoa mais aterrorizante que você já conheceu. Então essa dualidade, esses dois lados de uma moeda, foi algo que Giancarlo criou, e algo que eu acho que ninguém nunca viu em um vilão de 'Far Cry' antes." Em 'Far Cry 6', o jogador explora a ilha caribenha de Yara Divulgação Veja Mais

'Verdades Secretas 2' vai estrear no dia 20 de outubro com transmissão ao vivo no Globoplay; veja teaser

G1 Pop & Arte Primeiro capítulo será transmitido em uma live na plataforma às 21h30. Os 10 episódios iniciais vão ficar disponíveis para os assinantes no mesmo dia. Assista ao teaser de 'Verdades Secretas 2' "Verdades Secretas 2" vai estrear no dia 20 de outubro no Globoplay, anunciou a Globo nesta quarta-feira (6). O primeiro capítulo será transmitido em uma live na plataforma, aberta para não assinantes, às 21h30. Em seguida, os 10 capítulos iniciais vão ficar disponíveis na plataforma para os assinantes. Veja acima o teaser de 'Verdades Secretas 2'. A trama inicial, além de acompanhar um triângulo amoroso envolvendo mãe e filha, teve como pano de fundo o lado obscuro do mundo da moda. A segunda temporada seguirá essa mesma narrativa do lado B do mundo fashion. As gravações de "Verdades Secretas 2" tiveram início em 10 de março e contaram com o reencontro de duas grandes estrelas do elenco original: Camila Queiroz, a eterna Angel, e Agatha Moreira volta no papel da rebelde Giovanna. A segunda temporada ganhou a direção de Amora Mautner e a obra será um produto exclusivo Globoplay. Leia mais sobre 'Verdades Secretas II' Veja Mais

Nobel de Literatura: Apostas apontam para diversidade em 2021

G1 Pop & Arte Academia Sueca diz que renovou seus critérios para que o prêmio seja mais global e feminino. Anúncio será feito nesta quinta-feira (7). Louise Glück, poeta americana, venceu o Nobel de Literatura em 2020 Robin Marchant / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP Depois de quase uma década de agraciados exclusivamente ocidentais, os responsáveis pelo Prêmio Nobel de Literatura devem cumprir sua promessa de mais diversidade na quinta-feira (7). Após o escândalo #MeToo, que levou à suspensão do prêmio em 2018, e as críticas recorrentes pela presença de laureados masculinos e eurocêntricos, a Academia Sueca, encarregada de conceder a prestigiosa distinção, disse que renovou seus critérios e espectro para que o prêmio seja mais global e feminino. Desde então, duas mulheres conquistaram a distinção: a romancista polonesa Olga Tokarczuk, em 2018, e a poeta americana Louise Gluck, em 2020. Nobel de Química 2021: Benjamin List e David MacMillan são premiados por nova ferramenta de construção de moléculas Em contrapartida, o vencedor de 2019, o austríaco Peter Handke, gerou polêmica sobre suas posições pró-sérvias que o levaram a apoiar o ex-presidente sérvio Slobodan Milosevic, julgado por genocídio quando morreu em 2006. Este ano, há expectativas de que a Academia Sueca cumpra sua promessa de uma maior extensão geográfica. O último premiado não europeu e não americano foi o romancista chinês Mo Yan, em 2012. Mo Yan Reprodução Globo News "Chegou a hora de o Prêmio Nobel de Literatura tomar consciência?", questionou o principal jornal sueco Dagens Nyheter neste fim de semana. As inclinações da Academia Sueca costumam ser impenetráveis. Suas indicações e deliberações são mantidas em segredo por 50 anos. Isso não impede que os círculos literários especulem, longa e detalhadamente, sobre dezenas de candidatos. "Perceberam que devem ser muito discretos, muito reservados, porque isso o torna mais mágico, mais emocionante", disse à AFP o diretor literário da editora sueca Norstedts, Hakan Bravinger. Sua aposta para este ano é a canadense Margaret Atwood, autora de "O Conto de Aia", que inspirou a série "The Handmaid's Tale". Margareth Atwood posa com o livro "The Testaments", sequência de "The Handmaid's Tale", nesta terça (10), em Londres Dylan Martinez/Reuters Eleito por três anos e composto de cinco membros, o comitê do Nobel é responsável por coletar e discutir as indicações antes de enviar uma lista de cinco nomes para os outros 13 membros da Academia Sueca. "Eu acredito que queiram descobrir um gênio de uma área anteriormente ignorada", especulou Jonas Thente, crítico literário da Dagens Nyheter. Áreas ignoradas Chimamanda Ngozi Adichie GloboNews Thente acredita que a Academia vai favorecer o húngaro Peter Nadas. A publicação mantém a esperança de que a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie a escolhida deste ano, por seus romances de "experiências transculturais", mas reconhece que, aos 44 anos, a autora pode ser considerada "talvez muito jovem" para um Nobel. O mais jovem laureado até o momento foi o britânico Rudyard Kipling, premiado aos 41 anos, em 1907. Os críticos apontam que há muitos escritores não ocidentais. Ngugi wa Thiong'o, do Quênia, é frequentemente citado como um autor africano digno do prêmio, assim como o somali Nuruddin Farah e o moçambicano Mia Couto. Mia Couto em São Paulo, em agosto de 2011 Filipe Araújo/Estadão Conteúdo/Arquivo O sul-coreano Ko Un perdeu a preferência após ser acusado de agressão sexual, mas o indiano Vikram Seth e os chineses Can Xue, Yan Lianke e Lao Yiwu (conhecido como Lao Wei) são mencionados como possíveis vencedores. Os grandes países ocidentais têm vários vencedores, liderados pela França, com 15. Enquanto isso, os dois países mais populosos do mundo, Índia e China, têm um premiado cada - um número que exclui Gao Xingjian, nascido na China, mas nacionalizado francês. Maria Hymna Ramnehill, crítica do jornal Goteborgs-Posten, aposta em um dramaturgo, como o norueguês Jon Fosse. A canadense Anne Carson, as americanas Joyce Carol Oates e Joan Didion, a russa Ludmila Ulitskaya, a franco-ruandesa Scholastique Mukasonga e a francesa Annie Ernaux foram identificadas como candidatas a se tornarem a 17ª mulher a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, concedido 117 vezes desde 1901. O poeta sírio Adonis tem sido ignorado pela academia, assim como o japonês Haruki Murakami. Seus fãs temem que o prêmio nunca chegue. O testamento de 1985 do inventor sueco Alfred Nobel, criador dos prêmios, especifica que a obra geral do vencedor deve ter uma "direção idealista". A Academia parece, no entanto, disposta a ferir suscetibilidades, se considerar que toda uma obra merece reconhecimento, como aconteceu no caso de Handke, em 2019. "Seria de se esperar que a Academia iria querer evitar um escândalo, mas isso mostra que o prêmio é mais imprevisível do que nunca", comentou o crítico Jonas Thente. Veja Mais

Modelo acusa Robin Thicke de assédio na gravação do clipe 'Blurred Lines'

G1 Pop & Arte Emily Ratajkowski afirma, em biografia, que cantor apalpou seus seios sem permissão. Hit de 2013 já tinha sido acusado de promover cultura do estupro e foi condenado por plágio. Emily Ratajkowski acusa Robin Thicke de assédio na gravação do clipe 'Blurred Lines' Reprodução/YouTube/Robin Thicke A modelo e atriz americana Emily Ratajkowski acusa o cantor Robin Thicke de assédio na gravação do clipe "Blurred Lines". Ela falou pela primeira vez sobre o caso na biografia "My Body". Emily explica que topou gravar o clipe nua por confiar na diretora Diana Martel, mas o plano não saiu como planejado quando Thicke chegou bêbado ao set. "De repente, do nada, senti a frieza e a estranheza das mãos de um estranho envolvendo meus seios nus por trás. Eu instintivamente me movi longe, olhando de volta para Robin Thicke". "Ele deu um sorriso bobo e cambaleou para trás, com os olhos escondidos atrás dos óculos escuros", continua. Atriz e modelo Emily Ratajkowski em foto de 2021 Eugene Gologursky/Getty Images via AFP A modelo conta que Diana perguntou se ela estava bem e encerrou a gravação após o acontecimento. De acordo com o trecho, a diretora confirmou a versão da modelo dizendo: "Lembro do momento em que ele agarrou os seios dela. Um em cada mão. Ele estava de pé atrás dela enquanto os dois estavam de perfil. Eu gritei com minha voz agressiva do Brooklyn: 'O que diabos você está fazendo, é isso! A sessão acabou!". Procurada pela imprensa internacional, a equipe de Thicke não comentou publicamente o caso até a última atualização desta reportagem. Ainda na biografia, a modelo que acusa o cantor de assédio diz que gostaria ter tido outra reação no momento. "Empurrei meu queixo para a frente e encolhi os ombros, evitando contato visual, sentindo o calor da humilhação bombear meu corpo", escreveu Emily. "Eu não reagi - não realmente, não como eu deveria". Música polêmica A música é uma parceria entre Thicke, T.I e Pharell Williams e ficou entre os hits do verão americano de 2013, ao lado de "Get Lucky", do Daft Punk, mas tanto a letra quanto o clipe foram criticados pelo tom misógino e sexista. A música chegou a ser banida por uma lista de universidades depois que sua letra foi acusada de promover a cultura do estupro. Também acusado de ter conteúdo sexualmente explícito, o clipe tem mais de 763 milhões de visualizações no YouTube desde o lançamento em março de 2013. Pharrell, Robin Thicke e a modelo Emily Ratajkowski no clipe de 'Blurred lines' Divulgação O cantor de "Happy", Pharell Williams, chegou a dizer, em 2019, que sente "vergonha" da música. "Percebi que existem homens que usam essa mesma linguagem quando se aproveitam de uma mulher, e não importa que esse não seja meu comportamento", disse ele à revista GQ na época. "Só importa como isso afeta as mulheres." Os artistas ainda foram condenados por plágio em relação à "Blurred Lines". Decisão da justiça americana afirmou, em 2015, que hit é uma cópia de "Got to give it up", de Marvin Gaye, e condenou a dupla a pagar US$ 7,4 milhões de dólares. Veja Mais

Após produções sobre Suzane von Richthofen, veja lista com 5 filmes brasileiros sobre crimes reais

G1 Pop & Arte Gostou de 'A menina que matou os pais' e 'O menino que matou meus pais' e quer mais histórias do gênero? G1 relembra filmes como 'O lobo atrás da porta' e 'Assalto ao banco central'. Semana Pop lembra cinco filmes brasileiros baseados em crimes reais Desde que foram lançados no último dia 24 de agosto, os filmes "A menina que matou os pais" e "O menino que matou meus pais", sobre a história de Suzane von Richthofen e o assassinato de seus pais, aumentaram o interesse do público sobre produções baseadas em crimes reais. Por isso, o g1 preparou uma lista com cinco filmes brasileiros do gênero, que vão desde clássicos do cinema nacional a suspenses lançados nos últimos anos. Veja abaixo: 'O Bandido da Luz Vermelha' (1968) Paulo Villaça em cena de 'O Bandido da Luz Vermelha' Sesc/Divulgação Inspirado pelas ações de um dos criminosos mais famosos da história do Brasil, "O Bandido da Luz Vermelha" (1968), mais do um marco do cinema marginal, é um dos maiores clássicos brasileiros. Dirigido por Rogério Sganzerla, o filme trazia Paulo Villaça como Jorge Acácio Pereira da Costa, que tinha sido preso um ano antes, depois de anos de investigações da polícia. Conhecido por invadir mansões com sua lanterna vermelha e jeito espalhafatoso e sedutor, o personagem foi retratado por Ney Matogrosso anos depois na continuação, "Luz nas trevas: A volta do Bandido da Luz Vermelha" (2010). 'Lúcio Flávio, o passageiro da agonia' (1976) Falando em clássico, vale lembrar de um dos melhores filmes nacionais de todos os tempos, "Lúcio Flávio, o passageiro da agonia" (1976). Assim como "O Bandido da Luz Vermelha", talvez não seja um true crime assim dos mais encaixados no gênero, mas é impossível ignorar o filme de Hector Babenco, que conta a história não de um crime em específico, mas de um criminoso. Lúcio Flávio, interpretado por Reginaldo Faria, foi uma das figuras mais famosas das páginas policiais nos anos 60 e 70, conhecido por assaltos a bancos e fugas espetaculares. 'Última parada 174' (2008) Michel Gomes interpretou Sandro Barbosa do Nascimento em 'Última parada 174' Reprodução No ano de 2000, muita gente acompanhou ao vivo pela TV o sequestro do ônibus 174 no Rio de Janeiro. O caso ficou tão famoso que foi retratado em um documentário de José Padilha e no filme "Última parada 174", do diretor Bruno Barreto. A produção de 2008 narra a história da vida do autor do crime, Sandro Barbosa do Nascimento, um sobrevivente de outro episódio terrível, a Chacina da Candelária. O sequestro mesmo ocupa os apenas últimos trinta minutos da produção. Com o ator Michel Gomes, da novela "Nos tempos do imperador", como Sandro, o filme foi escolhido para representar o Brasil no Oscar, mas não conseguiu a indicação. 'Assalto ao Banco Central' (2011) Lima Duarte faz o delegado Amorim no filme, um policial à moda antiga Divulgação Um dos assaltos a banco mais conhecidos da história do Brasil foi retratado em um filme com Lima Duarte e Eriberto Leão em 2011. "Assalto ao Banco Central" conta a história do roubo realizado em 2005, em Fortaleza. Além do valor gigante, estimado em cerca de R$ 164 milhões, o caso impressionou porque foi realizado através de um túnel, escavado ao longo de três meses. 'O lobo atrás da porta' (2014) O filme "O Lobo Atrás da Porta" com Leandra Leal e Milhem Cortaz Diego Cavalcante/Divulgação Milhem Cortaz, que esteve no "Assalto ao Banco Central", mostra que é um grande fã do gênero ao retornar a ele em "O lobo atrás da porta". O suspense é baseado livremente no caso real de Neyde Maria Maia Lopes. Em 1960, ela chocou o país ao ser presa pelo sequestro e assassinato da filha de 4 anos do homem do qual era amante. No filme de Fernando Coimbra, a personagem principal se chama Rosa, e é interpretada por Leandra Leal. Veja Mais

Marcelo Adnet faz sambas sobre queda do WhatsApp, Facebook e Instagram; ouça

G1 Pop & Arte Humorista publicou músicas no Twitter enquanto os serviços do Facebook estavam fora do ar nesta seguinta-feira (4): 'Alô nação 'twitteira', chegou a hora!' Marcelo Adnet faz samba sobre queda do WhatsApp, Facebook e Instagram Marcelo Adnet criou dois sambas sobre a queda do WhatsApp, Facebook e Instagram nesta segunda-feira (4). Ouça acima. WhatsApp, Facebook e Instagram apresentam instabilidade no começo da tarde desta segunda-feira. Internautas em todo o mundo estão relatando dificuldade pra acessar os serviços que pertencem ao Facebook. Ouça acima. O humorista publicou o primeiro vídeo às 13h21, pouco tempo depois do início dos relatos sobre a queda dos serviços. "Tu é muito rápido", comentou um seguidor do humorista. "Impossibilitado de seguir minha curadoria de vídeos apocalípticos no grupo vim parar aqui", respondeu Adnet. Veja Mais

'As Branquelas': atriz do filme ganhou prêmios no cinema pornô

G1 Pop & Arte Comédia de 2004 será exibida na 'Sessão da Tarde' desta segunda (4). Maitland Ward começou a fazer filmes adultos há dois anos e já levou mais de dez prêmios para casa. Maitland Ward atuou em 'As Branquelas' (foto à esquerda na premiere do filme em 2004); atriz passou a fazer filmes pornôs em 2019 Frederick M. Brown/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo; Reprodução/Instagram/Maitland Ward Maitland Ward, conhecida pela atuação em "As Branquelas", começou a fazer filmes adultos há dois anos e já conquistou onze prêmios. O filme com Marlon Wayans, Shawn Wayans e Teddy Crews será exibido na "Sessão da Tarde" desta segunda (4). 'Sessão da Tarde': Escolha de filmes tem ajuda de algoritmos e busca por histórias de superação A atriz que interpretou Brittany Wilson na comédia de 2004 comemorou a chegada dos últimos troféus com um post nas redes sociais. "Meus bebês chegaram em casa! Finalmente recebi meus prêmios XBIZ e AVN. Em apenas dois anos, eu ganhei 6 XBIZs e 5 AVNs. Obrigada a cada um dos meus maravilhosos fãs, vocês realmente tornaram primeiros 18 meses incríveis", escreveu Maitland no Instagram em março. O AVN Awards, considerado o Oscar dos filmes pornôs, é organizado pela revista "Adult Video News". Nos Estados Unidos, a atriz é bem conhecida pela série "O Mundo é dos Jovens", exibida nos anos 90 na qual interpretava Rachel McGuire. Maitland Ward posa ao lado de prêmios que ganhou por atuação em filmes adultos Reprodução/Instagram/MaitlandWard 'Sessão da tarde': Top 10 de filmes mais vistos em 2019 Veja Mais

Lars Vilks, autor sueco de caricatura de Maomé, morre em acidente de trânsito

G1 Pop & Arte Carro em que o artista viajava com 2 policiais bateu em um caminhão. Cartunista desenhou Maomé com o corpo de um cachorro em 2007 e foi alvo de um atentado em Copenhague em 2015. Lars Vilks em foto de 2015 Vesa Moilanen/Lehtikuva/Reuters O cartunista sueco Lars Vilks, que vivia sob proteção policial após desenhar o profeta Maomé com o corpo de um cachorro em 2007 e ser alvo de um atentado em Copenhague em 2015, morreu em um acidente de trânsito no domingo (3) na Suécia. A polícia sueca confirmou a morte do cartunista de 75 anos e dos dois policiais que faziam a sua segurança e descartou a hipótese de um ato intencional. O carro em que estavam se chocou contra um caminhão que trafegava no sentido contrário em uma estrada na comuna de Markaryd, no sul do país. Os dois veículos pegaram fogo após a colisão, e o motorista do caminhão foi hospitalizado. Proteção policial Vilks passou a viver sob proteção quase ininterrupta desde que desenhou um cartum de Maomé como um cachorro devido a inúmeras ameaças de fundamentalistas islâmicos. Em 14 de fevereiro de 2015, um jovem dinamarquês de origem palestina abriu fogo durante um debate sobre liberdade de expressão em Copenhague, organizado após o ataque à revista Charlie Hebdo em Paris. Vilks e o embaixador francês saíram ilesos na ocasião, mas um cineasta dinamarquês de 55 anos foi morto pelo jovem, que horas depois também matou um guarda da sinagoga na capital da Dinamarca. O agressor foi morto no dia seguinte em um confronto com a polícia. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais