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O ato de “flanar” desapareceu de Paris

Valor Econômico - Finanças Parisienses se veem impedidos de flanar, sentar nos cafés e visitar museus Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Um “plano de guerra” para salvar o planeta da mudança climática

Valor Econômico - Finanças Físico americano Michael E. Mann procura se contrapor a pessimismo excessivo que pode causar paralisia nos esforços Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

José de Souza Martins: Desafios da educação profissional no Brasil

Valor Econômico - Finanças Os ritmos cada vez mais desiguais do capitalismo contemporâneo produzem uma sociedade de fachada, de aparência: parece moderna, no trabalho, mas é retrógrada na mentalidade Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

As criações de Arnaldo Antunes no isolamento

Valor Econômico - Finanças Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

À Mesa com o Valor - Morena Leite: “O restaurante teve que morrer e renascer”, diz chef do Capim Santo

Valor Econômico - Finanças Chef do Capim Santo encara novos desafios depois de ser obrigada a fechar seus restaurantes por seis meses Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

A compensação cruzada e a linha do tempo

Valor Econômico - Finanças O período de apuração do crédito tributário não coincide com o momento do seu reconhecimento judicial definitivo Com o advento da Lei nº 11.457, de 2007, a Receita Federal passou a deter a competência para fiscalizar e administrar as contribuições previdenciárias. Malgrado tenha a Receita Federal recebido tal múnus, esse mesmo diploma legal, no seu artigo 26, parágrafo único, expressamente proibiu a compensação de débitos de contribuição previdenciária com créditos relativos aos outros tributos federais igualmente sob a administração da Receita Federal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

PagSeguro amplia lucro com volume maior de transações

Valor Econômico - Finanças Empresa prevê crescimento de 40% nas transações O PagSeguro, empresa de pagamentos do grupo UOL, registou um lucro líquido ajustado no quarto trimestre de 2020 de R$ 430 milhões, alta de 4,5% ante igual período de 2019, o maior lucro líquido já registrado pela companhia. A receita líquida total da empresa alcançou R$ 2,1 bilhões nos meses de outubro a dezembro de 2020, um crescimento de 33% frente ao registrado no último trimestre do ano anterior. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Taxa do Treasury volta a ser pressionada

Valor Econômico - Finanças Wall Street registra perdas expressivas com a escalada dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Crise na Petrobras detona fuga histórica de capital externo

Valor Econômico - Finanças Em apenas três dias, estrangeiro retira R$ 9,2 bilhões da B3 e fluxo fica negativo no mês Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bayer aumenta aposta no Brasil

Valor Econômico - Finanças Prejuízo líquido de € 10,5 bilhões em 2020 foi provocado por baixa contábil e litígio do glifosato nos EUA O Brasil promete ser a “menina dos olhos” da Bayer em 2021 e 2022, com lançamentos de novas biotecnologias para soja, milho e algodão no horizonte. A operação no país terá especial relevância após a multinacional alemã fechar 2020 com prejuízo líquido global de € 10,5 bilhões, segundo os resultados divulgados nesta quinta-feira (no ano anterior, ela havia registrado lucro líquido de € 4,09 bilhões). O tombo teve como pivô a divisão agrícola da companhia e entraves envolvendo a operação nos Estados Unidos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em Tóquio, japoneses respeitam orientações do governo na pandemia

Valor Econômico - Finanças Japoneses atendem aos apelos feitos pelo governo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

A vida de Churchill nos mínimos detalhes

Valor Econômico - Finanças Biografia destaca hábitos e manias do político inglês Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Rigor estético e mistério movem ‘Beginning’

Valor Econômico - Finanças ‘Beginning’ retrata Testemunhas de Jeová Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Redes hoteleiras apostam em viagens locais e trabalho remoto

Valor Econômico - Finanças Redes hoteleiras apostam mais em residências para aproveitar demanda de quem pode fazer trabalho remoto Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ainda em vacinação, Washington respira distanciamento social

Valor Econômico - Finanças Vacinação avança, mas capital americana ainda respira o distanciamento social Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Toffoli altera voto sobre tributação de heranças e doação de bens no exterior

Valor Econômico - Finanças Ministro do STF mexeu na parte da chamada “modulação de efeitos” O ministro Dias Toffoli mudou o seu voto em meio ao julgamento que discute a possibilidade de os Estados tributarem doações e heranças de bens no exterior - que se encerra hoje no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é o relator da ação. Toffoli manteve posicionamento contra a cobrança, mas mexeu na parte da chamada “modulação de efeitos”. Esse novo voto piora a situação para os Estados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Caixa estreia nova linha imobiliária

Valor Econômico - Finanças A Caixa começa a oferecer na próxima semana uma linha de crédito imobiliário atrelada à poupança. Num ambiente de Selic baixa, a modalidade tende a ser mais barata para o mutuário que o financiamento convencional corrigido pela taxa referencial (TR). Para o banco, as vantagens esperadas são ampliar as concessões e equalizar funding e remuneração. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Reflação global é uma ameaça real?

Valor Econômico - Finanças Após a crise de 2008 e 2009 ficou mais claro que o grande problema da economia moderna é desinflação e não o oposto Não resta dúvida de que se existe uma variável que tem o poder de desarranjar todo o cenário global corrente e afetar negativamente os mercados financeiros globais é a inflação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Itaú compra 15% da Asset1, gestora de ex-executivos do banco

Valor Econômico - Finanças O Itaú Unibanco anunciou ontem a aquisição de uma parcela de 15% da Asset 1, gestora de recursos fundada por ex-executivos do banco - Marcello Siniscalchi, Marcelo Fatio e Bruno Carvallho, além do ex-diretor do Banco Central Carlos Viana. O valor da transação, antecipada pelo Valor, não foi revelado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dinheiro para o campo

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Jorge Lucki: Manejo natural faz surgir o ‘vinho laranja’

Valor Econômico - Finanças Correntes que enfatizam manejo natural fazem surgir o gênero dos “vinhos laranja” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Aumentar orçamento é o maior desafio, diz nova presidente da Spcine

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A Sun

Valor Econômico - Finanças O candidato de Taiwan ao Oscar 2021 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Busca por vida bucólica move mercado publicitário

Valor Econômico - Finanças Voracidade das plataformas digitais encontrou seu limite O primeiro ano da pandemia provocou uma perda média de 30% nas receitas das agências de publicidade, mas o meio digital conseguiu se manter em território positivo. Neste ano, as plataformas digitais devem abocanhar ainda mais das verbas publicitárias - metade dos investimentos globais, segundo pesquisa da agência Dentsu. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Bem de família A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que não é possível a penhora de imóvel residencial familiar oferecido como caução imobiliária em contrato de locação. Para o colegiado, o rol das hipóteses de exceção à regra da impenhorabilidade do bem de família, previsto na Lei nº 8.009, de 1990, é taxativo. No caso analisado, um aposentado atuou como caucionante. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) consignou que a caução de bem imóvel no contrato de locação (artigo 37, inciso I, da Lei nº 8.245, de 1991) configura hipoteca, que é hipótese de exceção à impenhorabilidade, nos termos do artigo 3º, inciso V, da Lei nº 8.009, de 1990. Mas a ministra relatora Nancy Andrighi lembrou que entre as previsões de exceção não há menção à caução imobiliária (REsp 1873203). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Desconfiança afasta ainda mais o estrangeiro, diz Pimco

Valor Econômico - Finanças Para Ismael Orenstein, cabe ao governo brasileiro a tarefa de aprovar as reformas para permitir que o ambiente continue positivo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dólar supera R$ 5,51 com exterior tenso e fiscal

Valor Econômico - Finanças Na renda variável, o Ibovespa recuou 2,92% A aversão ao risco nos mercados globais, disparada pela alta dos juros americanos, atingiu em cheio os ativos brasileiros, que sofrem também com a fragilidade da situação fiscal e as incertezas sobre os rumos da Petrobras. Penalizados por essa combinação de fatores, o Ibovespa perdeu quase 3% e o dólar voltou para R$ 5,51, a despeito das intervenções do Banco Central no mercado de câmbio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Companhias conseguem se financiar no exterior

Valor Econômico - Finanças Safra de ofertas trouxe emissores frequentes e novatos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

André Brandão ganha sobrevida no BB, mas situação segue instável

Valor Econômico - Finanças Brandão está acelerando a agenda de desinvestimentos e parcerias com o setor privado Depois de um violento tiroteio do próprio Palácio do Planalto, a situação do presidente do Banco do Brasil, André Brandão, é vista como “mais estável dentro da instabilidade”. Isso não significa que o executivo esteja garantido no cargo, mas sim que, a despeito dos movimentos de alguns setores interessados no banco, o ímpeto do presidente Jair Bolsonaro foi arrefecido, pelo menos nos últimos dias, e ele ganhou uma sobrevida. Enquanto isso, Brandão está acelerando a agenda de desinvestimentos e parcerias com o setor privado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Minerva distribuirá R$ 542 milhões em dividendos, recorde para a companhia

Valor Econômico - Finanças A Minerva Foods, maior exportadora de carne bovina da América do Sul, planeja realizar a maior distribuição de dividendos de sua história, com o valor recorde de R$ 542 milhões, ou R$ 1,03 por ação. A companhia anunciou ontem o pagamento adicional de R$ 384,3 milhões, ou R$ 0,73 por ação, referentes ao exercício fiscal de 2020. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Vanessa Kirby trilha rota ao Oscar com ‘Pieces of a Woman’

Valor Econômico - Finanças Interpretação visceral de Vanessa Kirby em ‘Pieces of a Woman’ a coloca como forte candidata ao Oscar de melhor atriz Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

‘Cidade Invisível’ traz Saci e Cuca modernos

Valor Econômico - Finanças Carlos Saldanha dirige série que moderniza Saci e Cuca Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Michel Laub: Dilemas na reorganização de uma biblioteca

Valor Econômico - Finanças Tempo, acaso e ilusão na reforma de uma biblioteca Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Como Buenos Aires foi da quarentena rigorosa a um quase descaso

Valor Econômico - Finanças Capital argentina foi agressiva contra o coronavírus, mas só no início Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Maioria no STF julga inconstitucionais cadastros de ISS

Valor Econômico - Finanças Ferramentas foram criadas para identificar prestadores de serviços com sede em outras cidades A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) considera inconstitucionais cadastros criados por municípios para identificar prestadores de serviços com sede em outras localidades e impedir eventuais fraudes. Ainda faltam dois votos no julgamento sobre a questão, iniciado no Plenário Virtual na semana passada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Crédito livre registra queda em janeiro

Valor Econômico - Finanças Para BC, fim de medidas emergenciais e volta de IOF afetaram a demanda por empréstimos O fim de medidas emergenciais adotadas durante a pandemia já tem impactos sobre o mercado de crédito neste início de ano. Em janeiro, as concessões de crédito livre, por exemplo, caíram 27,7% em relação a dezembro, para R$ 289,1 bilhões. Houve recuo tanto nos empréstimos para pessoas físicas (20,4%) quanto para pessoas jurídicas (35,5%). Os números foram divulgados ontem pelo Banco Central (BC). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ivascyn, da Pimco, alerta para ‘falsa sinalização do rumo inflacionário’

Valor Econômico - Finanças Gestor diz que nunca vivemos a passagem da economia em quarenta para uma abertura com este volume de estímulos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mercado local parece receptivo a novos papéis

Valor Econômico - Finanças Em fevereiro, fundos de crédito caminham para fechar com captação levemente positiva O mês de fevereiro sinalizou que a demanda do investidor institucional doméstico por títulos de dívida está voltando aos poucos, enquanto a pessoa física segue com grande apetite por esses papéis. Já no mercado internacional, um excesso de liquidez no início do mês criou demanda muito elevada para empresas brasileiras, que fizeram cinco operações até dia 12. Uma nova leva de emissões externas só virá com os números do balanço de 2020. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

No STF, relator indica veto a terras para estrangeiros

Valor Econômico - Finanças Ministro Marco Aurélio Mello abre hoje votação no Supremo Gustavo Junqueira, secretário de Agricultura de São Paulo: para ele, regras atuais limitam aportes no agronegócio Ana Paula Paiva/Valor Em dezembro, quando prometeu vetar qualquer proposta aprovada no Congresso Nacional que flexibilize as regras sobre compras de terras por estrangeiros, o presidente Jair Bolsonaro deu um banho de água fria nas pretensões de parte da bancada ruralista e das entidades do agronegócio. Agora, quem pode resolver o assunto é o Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte inicia hoje o julgamento de duas ações sobre a constitucionalidade das restrições impostas pela legislação de 1971 e por um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) de 2010. Entre outros itens, as normas restringem a 25% do território do município, sem exceder 10% para pessoas de mesma nacionalidade, as áreas rurais que podem ser vendidas a empresas brasileiras com maioria de capital internacional. Essa mesma regra vale para pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras. O ministro Marco Aurélio Mello, relator do caso, indicará a manutenção do entendimento atual, informa o texto de seu voto, obtido pelo Valor. Segundo ele, a restrição respeita os princípios da soberania, da segurança nacional, da proteção do meio ambiente e da ordem econômica. A aquisição indiscriminada de imóveis rurais, afirma o ministro, poderia violar a independência do país. “A ausência de regulação compromete o aspecto externo da soberania, ao permitir que parcela do território seja submetida à vontade de pessoas de fora”, escreveu ele, no âmbito da ação em que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) contesta o parecer da AGU que limitou o acesso às terras. O ex-presidente da SRB e atual secretário de Agricultura de São Paulo, Gustavo Junqueira, autor da ação, diz que o parecer da AGU, publicado no segundo governo Lula, segue uma “cartilha socialista”, que limita investimentos no agronegócio ao estabelecer uma “intervenção estatal na vida privada das empresas e pessoas”. Ao Valor, ele criticou a diferenciação de tratamento dado ao capital estrangeiro direcionado ao campo e disse que, devido à rigidez das leis fundiária, trabalhista e ambiental brasileiras, a soberania nacional não está sob risco. “O risco está mais com estrangeiro que vai investir aqui do que com o brasileiro”, opinou. Para o relator do caso, contudo, a lei pretende garantir “a autodeterminação do povo brasileiro para conduzir a política econômica de forma eficaz, sem ser constrangido ante influência externa indevida”. Ao contrário de interferir na autonomia das pessoas jurídicas, prossegue o ministro, a norma estimula a igualdade em relação às demais potências no mercado global e evita “atividade econômica predatória”. De acordo com Marco Aurélio, o parecer da AGU traduz a urgência da regulamentação, diante da expansão da fronteira agrícola e do aumento nos índices de biopirataria, desmatamento e grilagem de terras. “A terra rural ocupa posição nuclear na condução dos assuntos econômicos, tendo em conta a distribuição desigual. A liberdade absoluta à circulação de capital estrangeiro ensejaria graves reflexos do capital especulativo na questão agrária, com o aumento de latifúndios e de conflitos agrários”. O ministro também dá razão ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e considera ilegal um parecer da Corregedoria Geral de Justiça de São Paulo que dispensou tabeliães e oficiais de registro de observarem as restrições e as determinações impostas pela lei. Com a indicação dada por Bolsonaro de barrar mudanças saídas do Congresso, o agronegócio foi pego de surpresa com a pauta do Supremo. Marco Aurélio indeferiu os pedidos da SRB e do governo paulista para que o julgamento não fosse virtual, alegando que o tribunal está sobrecarregado e a prestação jurisdicional “não pode ficar paralisada”. Com isso, o julgamento de ambos os casos começará hoje no plenário virtual do STF. A plataforma fica aberta até o próximo dia 5 para receber os votos dos ministros, depositados por escrito. O advogado Ricardo Quass Duarte, sócio do escritório Souto Correa, defendeu uma empresa brasileira com capital estrangeiro na compra de imóvel rural em São Paulo em 2012, caso que gerou a ação movida pelo Incra. Na sua visão, a regra não mais se sustenta em um mercado aquecido de fusões e aquisições. “Se a pessoa jurídica tem sede no Brasil e é organizada sob as leis brasileiras, pagando impostos e gerando empregos aqui, não há motivo para equipará-la a estrangeiro”, afirmou. Procurada, a AGU disse que as restrições são compatíveis com os preceitos constitucionais da soberania, do desenvolvimento nacional e da função social da propriedade. O Incra, em nota, defendeu o cumprimento da lei. Veja Mais

Últimos dias

Preços do minério garantem bom resultado à Vale mesmo com provisão para Brumadinho

Valor Econômico - Finanças Os preços do minério de ferro, acima de US$ 100 por tonelada no ano passado, garantiram à Vale um bom resultado operacional no quatro trimestre do ano e no exercício de 2020 como um todo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Política e exterior pesam e dólar sobe a R$ 5,51 mesmo com leilões do BC

Valor Econômico - Finanças Um resultado ruim em um leilão de títulos do Tesouro americano (Treasuries) de 7 anos nos Estados Unidos azedou o clima dos mercados globais na tarde desta quinta-feira, resultando em uma alta forte do dólar contra as principais divisas emergentes. No Brasil, esse avanço foi amenizado com a ajuda do Banco Central, que fez duas intervenções no câmbio. Ainda assim, a moeda americana encerrou em alta de 1,70%, a R$ 5,5129. No mesmo horário, o dólar subia 2,07% contra o peso mexicano, 1,39% frente ao rublo russo e 3,32% ante o rand sul-africano. A alta dos rendimentos dos Treasuries vem chamando a atenção nos últimos dias. No entanto, após o resultado ruim do leilão nos EUA, o retorno da T-note de 10 anos chegou perto de 1,70%, disparando uma piora das bolsas nos Estados Unidos. Por aqui, chamou a atenção o fato de que a intervenção do BC, que injetou US$ 1,53 bilhão no mercado à vista, ocorreu mesmo com o real operando em linha com a maior parte dos pares. Para Sergio Goldenstein, consultor independente e estrategista da Ohmresearch, a ação indica que a autoridade monetária ficou incomodada quando o câmbio passou de R$ 5,50. "Vale lembrar que a combinação de alta do petróleo e depreciação da moeda gera um grande incômodo político para o governo, tendo em vista os efeitos sobre os preços dos combustíveis e o imbróglio recente com a Petrobras", diz o ex-chefe do Departamento de Mercado Aberto (Demab) do BC. Em sua visão, a taxa de câmbio depreciada, as pressões fiscal e inflacionária e o cenário externo menos favorável indicam que uma elevação de 50 pontos-base da Selic já em março seria a decisão mais acertada. "Se o BC não elevar a Selic em 50 bps, o resultado seria mais pressão na taxa de câmbio. Um tiro no pé", diz. Paralelamente, os agentes ainda citaram apreensão com as negociações envolvendo a tramitação da PEC emergencial. Inicialmente, o calendário do Senado previa que a votação da PEC Emergencial começasse hoje. No entanto, a Casa decidiu adiá-la para a próxima quarta-feira. Há pressão, entre parlamentares, para que o texto seja fatiado para acelerar a aprovação do auxílio emergencial. No entanto, a equipe econômica entende que a medida poderia resultar, no fim das contas, em uma desidratação do texto final. CC0 Creative Commons / pixabay Veja Mais

Relatório da reforma tributária não será apresentado nesta semana

Valor Econômico - Finanças Aguinaldo Ribeiro disse que não pode apresentar um parecer antes de falar com Paulo Guedes O relator da reforma tributária no Congresso, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou a parlamentares que não entregará seu parecer nesta semana, como era esperado pela cúpula do Legislativo. Aguinaldo conversou com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), na quarta-feira, e com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), nesta quinta. Ele disse que está tratando de impostos federais e que não pode apresentar um parecer antes conversar com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Lira pediu que o relator voltasse a Brasília no começo da próxima semana para eles conversarem sobre o relatório e sobre a tramitação. Aguinaldo Ribeiro Marcelo Camargo/Agência Brasil Veja Mais

Merck vai comprar a Pandion Therapeutics por US$ 1,85 bi

Valor Econômico - Finanças A Pandion é uma empresa de Watertown, Massachusetts, que desenvolve terapias para doenças autoimunes A Merck chegou a acordo para comprar a empresa de biotecnologia Pandion Therapeutics por US$ 60 por ação, ou cerca de US$ 1,85 bilhão, em dinheiro. O preço é mais do que o dobro da cotação de fechamento de quarta-feira de US$ 25,63 da Pandion, uma empresa de Watertown, Massachusetts, que desenvolve terapias para doenças autoimunes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estrangeiros retiram R$ 9,2 bilhões da bolsa após estouro da crise na Petrobras

Valor Econômico - Finanças Pior momento da fuga de capitais ocorreu logo na segunda-feira, com uma debandada impressionante de R$ 6,8 bilhões Os investidores estrangeiros retiraram R$ 9,2 bilhões da bolsa brasileira em curto período de três dias desde o estouro da crise na Petrobras, de acordo com dados mais recentes da B3. Os números consideram o movimento no mercado secundário (ações já listadas) entre sexta-feira passada, quando o governo criticou o aumento do preços de combustíveis pela estatal e sinalizou interferência no comando da empresa, até a terça-feira. O pior momento da fuga de capitais ocorreu logo na segunda-feira, com uma debandada impressionante de R$ 6,8 bilhões. Foi justamente naquela sessão que o mercado reagiu à decisão do presidente Jair Bolsonaro em retirar Roberto Castello Branco da direção da companhia e indicar o general Joaquim Luna e Silva para o posto. No mesmo dia, as ações da companhia caíram mais de 20%. Mesmo no dia seguinte, quando houve uma recuperação técnica das ações, os estrangeiros continuaram reduzindo sua exposição na bolsa brasileira e a saída foi de R$ 2,3 bilhões naquele pregão. Vale dizer que esses números de fluxo consideram o mercado secundário como um todo - não somente as ações da Petrobras -, mas servem de termômetro para avaliar a percepção de risco dos investidores lá de fora. Bolsa de valores, B3, Ibovespa Reprodução/Facebook Em entrevista ao Valor nesta semana, o chefe de pesquisa global da consultoria britânica TS Lombard, Oliver Brennan disse que a a troca realizada pelo presidente Jair Bolsonaro no comando da Petrobras mostra que o governo cruzou uma linha de perigo importante. O episódio coloca em risco a participação das ações do país no rali global que deve se estabelecer nos emergentes neste ano. Para ele, mesmo antes do episódio, os ativos brasileiros já estavam subavaliados e Bolsonaro deu aos investidores globais mais um motivo para ignorar o Brasil até que os ativos pareçam ainda mais baratos. Nos últimos dias, o general Luna e Silva - indicado pelo governo para a chefia da estatal - tem reforçado que não vai interferir na política de preços da estatal. Além disso, a companhia divulgou, ontem, resultados bastante robustos do quarto trimestre. Tudo isso tem sido acompanhado por uma recuperação parcial no preço das ações. Ainda assim, a cautela impera no mercado a respeito das perspectivas para a Petrobras e o próprio direcionamento da agenda econômica do governo. Os analistas do Credit Suisse ressaltam que o resultado da Petrobras superou as expectativas da casa em várias frentes. A grande pergunta, porém, é qual será a magnitude de direção que a empresa ira tomar com o novo management. Para eles, o desenrolar da semana foi menos negativo do que inicialmente esperado ao longo do final de semana e que o valuation tem um upside muito relevante em um cenário minimamente construtivo, mas os analistas preferem esperar mais clareza antes de voltar com uma recomendação mais otimista para as ações. Veja Mais

BB inicia adesão de estados e municípios para pagamento de imposto via Pix

Valor Econômico - Finanças Banco explica que a integração com o setor público depende do sistema adotado pelo ente arrecadador e pode ser feita via API Marcello Casal Jr/Agência Brasil O Banco do Brasil (BB) informou nesta quinta-feira que começou a adesão de estados e municípios brasileiros à solução Arrecadação Integrada da instituição, que permite o recebimento de impostos e taxas por meio do Pix. Segundo o BB, até agora, já estão em fase de integração à solução os governos dos estados de São Paulo, Piauí e Acre, bem como os municípios de Eusébio (CE), Linhares (ES), São José dos Campos (SP), Uberlândia (MG) e Vila Velha (ES), dentre outros. Em dezembro, a Receita Federal tornou-se o primeiro ente público a utilizar o serviço. Por meio de nota, o BB explica que a integração com o setor público depende do sistema adotado pelo ente arrecadador e pode ser feita via API (application programing interface) ou por meio de troca de arquivos no padrão Febraban (arquivo no formato CNAB 750). Na prática, não há nenhuma diferença, pois ambas as formas permitem gerar QR Code para recebimento de obrigações tributárias e a verificação da liquidação desses pagamentos de forma instantânea e integrada à arrecadação atual. No âmbito estadual, o convênio com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo permitirá o pagamento de diversos tributos, como o Dare (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais) e o ICMS, além de multas e custas judiciais. Conforme o BB, na esfera municipal, Eusébio (CE), na região metropolitana de Fortaleza, é a primeira cidade do país a arrecadar seus tributos por meio da solução com emissão, inclusive, do boleto do IPTU 2021 – Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano. Para quitar suas obrigações, o contribuinte deve abrir o aplicativo do BB, ou de qualquer outra instituição participante do Pix, e apontar o celular para o QR Code que será lido pela câmera do celular. Veja Mais

Accor prevê retomada do mercado entre 12 e 18 meses

Valor Econômico - Finanças A receita da rede hoteleira na América do Sul em 2020 caiu 58% em relação a 2019 Manuela Jaeger/Pixabay A rede hoteleira Accor espera se recuperar para os níveis pré-pandemia daqui entre 12 e 18 meses, disse hoje o CEO da empresa na América do Sul Thomas Dubaere, que assumiu o cargo em outubro do ano passado. A receita da Accor na América do Sul em 2020 caiu 58% em relação a 2019 para 76 milhões de euros. A taxa de ocupação na região caiu 34 pontos percentuais para 23% em 2020 e a receita por quarto disponível recuou 61,9% em 2020. A rede prevê um retorno mais rápido em turismo do que em viagens corporativas e eventos em 2021. Diante das variações de políticas de contenção de casos de covid-19, a empresa flexibilizou a política de cancelamento em 100% das reservas, disse Dubaere. A empresa notou que 85% dos clientes faziam reservas uma semana antes da hospedagem. A rede hoteleira, que teve um prejuízo global de 2 bilhões de euros em 2020, segue com planos de expansão na América do Sul. A meta é ampliar a rede em 97 novos hotéis e 13.500 quartos em dois anos. Demanda corporativa Mesmo após a retomada do mercado, Dubaere prevê uma mudança permanente na demanda corporativa. “Após a pandemia, 20% dos negócios corporativos irão desaparecer”, disse o executivo. “Já vimos que o crescimento ocorrerá em lazer.” Diante da mudança no perfil do setor, a empresa também fez uma parceria global com a Microsoft para promover eventos híbridos presenciais e digitais usando a plataforma de comunicação Teams. Para conter a queda de 34 pontos percentuais na ocupação, que foi de 23% no ano passado, a empresa aplicou um plano de gestão de crise incluindo redução de jornada, férias obrigatórias e renegociação com fornecedores. “Fizemos uma revisão completa na cadeia de fornecimento e vimos muita solidariedade por parte dos fornecedores com descontos, revisão de escopo”, disse o diretor financeiro para a região, André Rial. A empresa também flexibilizou exigências de marca, adiando reformas exigidas entre parceiros da rede. Rial afirmou que “o desafio para 2021 é colocar todos os hotéis no lucro novamente.” Veja Mais

Governadores negociam compra de vacinas com vários fornecedores, diz Zema

Valor Econômico - Finanças O governador de Minas diz que o país deve receber até o fim do bimestre 18 milhões de doses Maria Tereza Correia/Valor/Arquivo O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse nesta quinta-feira que um grupo de governadores negocia com vários fornecedores a compra direta de vacinas contra a covid-19. O grupo é liderado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT). "Nós temos tratativas com diversos fornecedores para fazer a compra direta caso o país não receba vacinas em quantidade suficiente", disse o governador, em entrevista coletiva. Zema acrescentou que o país deve receber até o fim do bimestre 18 milhões de doses. Para março e abril, o Ministério da Saúde informou que devem chegar ao país 90 milhões de doses. "Se esse compromisso for cumprido estaremos com uma velocidade de recebimento muito acima da maioria dos países", afirmou Zema. Veja Mais

Governo de Minas envia projeto de obras com recursos de indenização da Vale

Valor Econômico - Finanças Projeto de lei enviado à Assembleia autoriza o Executivo a abrir crédito suplementar de R$ 4,5 bi O governo de Minas Gerais enviou nesta quinta-feira à Assembleia Legislativa um projeto de lei que autoriza o Executivo a abrir crédito suplementar de R$ 4,5 bilhões para viabilizar o uso de recursos do acordo de indenização firmado com a Vale. O valor faz parte do montante de R$ 11,6 bilhões que representa a soma das ações de obrigação do Estado durante tida a execução do acordo, de R$ 37,68 bilhões. Com aprovação dos deputados, o governo poderá executar projetos já neste ano. Para os anos seguintes, os valores a serem aplicados serão incluídos no Plano Plurianual de Ação Governamental e de Lei Orçamentária Anual. Entre as obras previstas estão a recuperação de rodovias, implementação do Rodoanel da região metropolitana de Belo Horizonte, obras de segurança nas bacias do Paraopeba e no rio das Velhas. Também estão previstas construção de bacias de contenção no córrego Ferrugem, construção de gasoduto na bacia do Paraopeba, renovação da frota da polícia militar e dos bombeiros, entre outras. Veja Mais

Juro do cartão de crédito vai a 311,7% em janeiro para cliente regular

Valor Econômico - Finanças Taxa do parcelado do cartão saiu de 148,9% para 161,5% do fim de 2020 para o início do calendário atual A taxa de juros do cartão de crédito rotativo para o chamado cliente regular, que paga o mínimo de 15% da fatura dentro do prazo regular, variou de 301,9% ao ano em dezembro para 311,7% em janeiro, de acordo com o Banco Central (BC). O rotativo é a linha de crédito pré-aprovada no cartão e inclui também saques feitos na função crédito do meio de pagamento. No caso de inadimplência do cliente, o banco deverá parcelar o saldo devedor ou oferecer outra forma para quitar a dívida em condições mais vantajosas dentro de 30 dias. stock.xchng Já a taxa do parcelado do cartão saiu de 148,9% para 161,5% do fim de 2020 para o início do calendário atual. Para o cliente não regular, que não fez nem o pagamento mínimo, a taxa foi de 342,2% no primeiro mês de 2021, contra 347,7% em dezembro. Assim, a taxa de juros total do rotativo do cartão de crédito variou de 327,8% para 329,3% em janeiro. No cheque especial, a taxa de juros cobrada ficou em 119,6%, vinda de 115,6% em dezembro de 2020. Veja Mais

Soluções biológicas ampliam mercado para a cadeia fria

Valor Econômico - Finanças Pandemia faz fabricantes e distribuidores de medicamentos revisarem sistemas de transporte Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Clínicas privadas ajudam o país a atingir as metas de cobertura

Valor Econômico - Finanças Segmento ocupa 10% do mercado brasileiro de vacinas, segundo a ABCVAC Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Capilaridade do PNI é trunfo para a logística

Valor Econômico - Finanças Programa Nacional de Imunizações responde por mais de 300 milhões de doses anuais de 48 imunobiológicos O Programa Nacional de Imunizações (PNI), que em meio século se tornou referência mundial, é responsável pela aplicação de mais de 300 milhões de doses anuais de 48 imunobiológicos (vacinas, soros, imunoglobulinas) no Brasil. Universal e gratuito, ele já garantiu o controle e até a erradicação de doenças. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Farmacêuticas ganham espaço no portfólio

Valor Econômico - Finanças Corretoras e gestoras correm para formatar produtos atrelados a ativos da área de saúde Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

STF restringe cobrança retroativa de impostos sobre softwares

Valor Econômico - Finanças Ministros da Corte fixaram soluções para oito situações diferentes O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu ontem como deve ser aplicada a decisão que estabeleceu a incidência do ISS sobre as operações com software. Os ministros, por meio da chamada modulação de efeitos, fecharam praticamente todas as portas para evitar cobrança retroativa por parte de Estados e municípios ou mesmo para o contribuinte recuperar o que pagou indevidamente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

STJ autoriza inscrição de contribuinte no Serasa

Valor Econômico - Finanças Tema foi julgado em recurso repetitivo e servirá de orientação para as instâncias inferiores A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a inscrição em cadastros de inadimplentes, por decisão judicial, do devedor que está no polo passivo de execução fiscal. A decisão, unânime, reconhece a validade de previsão do Código de Processo Civil (CPC) de 2015. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em derrota para Lira, Câmara adia análise da PEC da Imunidade Parlamentar para sexta

Valor Econômico - Finanças Com quórum apertado, a Câmara adiou para esta sexta-feira (26) a análise da proposta de emenda constitucional (PEC) da imunidade parlamentar. A sessão está marcada para 9h, mas a ordem do dia será aberta apenas às 10h. O vice-presidente da Casa, Marcelo Ramos (PL-AM), será o responsável por comandar a sessão novamente, já que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), estará em São Paulo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Anatel aprova destinação da capacidade de 1.200 MHz para o ‘WiFI 6G’

Valor Econômico - Finanças Evolução da rede sem fio opõe gigantes da tecnologia, que querem impulsionar uso de novas aplicações, e operadoras de telefonia, que gostariam de usar capacidade para ampliar oferta de serviço 5G A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira a totalidade da capacidade de rede disponível na faixa de 6 gigahertz (GHz) para a evolução das redes WiFi no Brasil. Ao todo, são 1.200 megahertz (MHz), compreendidos entre 5.925 e 7.125 MHz, que ficarão à disposição dos usuários para usar roteadores mais eficientes, capazes de disponibilizar um sinal mais estável e rápido para o tráfego de dados nas residências ou ambientes empresariais. A evolução da rede fixa de acesso sem fio é batizada de “WiFi 6G”. O tema coloca em oposição gigantes da tecnologia como Apple, Facebook, Google e Microsoft, que enxergam a oportunidade de impulsionar o uso de novas aplicações, e operadoras de telefonia no mundo, que gostariam de usar a mesma capacidade para ampliar a oferta de serviço da quinta geração (5G). O relator do processo na Anatel, o diretor Carlos Baigorri, disse que a decisão de hoje propiciará “uma experiência mais completa” ao usuário no uso de redes não licenciadas, que é o caso do WiFi. “A partir de agora será esperado o incremento de aplicações de realidade aumentada e realidade virtual que permitirão novas possibilidades de uso", disse outro diretor da Anatel, Moisés Moreira. A importância da decisão também foi destacada pelo presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais. “Este processo é fundamental para que a agência conquiste respeito por sua postura técnica e transparente na gestão do espectro radioelétrico”, afirmou. Gerd Altmann/Pixabay Veja Mais

Crédito novo encolhe em meio ao fim de programas emergenciais, diz Iedi

Valor Econômico - Finanças Concessões totais caíram 10,4% em janeiro; aquelas com recursos livres declinaram 12,7% O encolhimento do crédito novo pode estar associado ao fim dos programas emergenciais, afirma o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Segundo o órgão, dados do Banco Central divulgados nesta quinta-feira mostram que “o ano de 2021 se iniciou com encolhimento do crédito novo concedido a famílias e empresas”. As concessões totais caíram 10,4% em janeiro de 2021 frente ao mesmo período do ano anterior, já descontada a inflação medida segundo o IPCA. Para o instituto, “esse comportamento pode estar associado ao encerramento dos programas emergenciais de crédito adotados no ano passado para amortecer a crise econômica da covid-19”. As concessões livres reais declinaram 12,7%, no pior resultado desde maio de 2020 e a nona queda mensal desde abril do ano passado. O Iedi chama a atenção ainda que os dados do BC indicam que tanto o financiamento corporativo como o crédito às famílias tiveram quedas de dois dígitos. “No caso das empresas, o agravante é que a perda de dinamismo vem do final de 2020 e atinge tanto as operações livres como as operações direcionadas.” Para as empresas, o crédito livre novo no quarto trimestre de 2020 já havia registrado recuo de 5,8% ante o mesmo período do ano anterior. Mas, em janeiro deste ano, o ritmo de queda acelerou para 11,5%. Para as famílias, a deterioração da virada do ano também foi intensa, com as concessões reais passando de alta de 0,6% no quarto trimestre para retração de 13,6% em janeiro. Conforme o Iedi, o crédito direcionado apresentou maior resiliência, com subida de 24,8% entre outubro e dezembro de 2020 para alta de 31% em janeiro nas concessões. O desempenho se deve ao financiamento imobiliário, que apresentou um crescimento de 102,9% nas concessões em janeiro frente ao mesmo mês de 2020. Outros dados ilustram a piora no crédito corporativo, diz o instituto. No caso da taxa média de juros de janeiro de 2021, que registrou 13,4% ao ano, trata-se do maior patamar nominal desde março de 2020. A elevação ocorreu devido, principalmente, às operações com recursos livres, nas quais a taxa média de juros saltou de 11,7% anuais em dezembro de 2020 para 15,2% ao ano em janeiro. Os spreads médios também subiram e voltaram ao patamar de abril de 2020. A inadimplência, porém, recuou de 2,3% para 1,2% no período. A taxa média de juros das operações contratadas em janeiro alcançou 20% ao ano, variação positiva de 1,6 ponto percentual no mês e declínio de 3 pontos em 12 meses. O spread geral das taxas das concessões situou-se em 15,7 pontos, o que representou variações positiva de 1,3 ponto e negativa de 2,6 pontos, nas mesmas bases de comparação. As instituições financeiras públicas emprestaram R$ 1,809 trilhão, representando 45% do volume de crédito. As instituições financeiras privadas concederam R$ 1,481 trilhão, representando 36,8%, e as instituições financeiras estrangeiras contribuíram com R$ 729,7 bilhões, representando por sua vez 18,2% do volume total de crédito no sistema financeiro. EBC Veja Mais

Petrobras: Ainda há ativos a serem vendidos, diz Castello Branco sobre plano estratégico

Valor Econômico - Finanças Presidente da empresa disse não ver necessidade de mudança na execução do planejamento da petroleira com a sua saída do cargo O atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou durante teleconferência com analistas, na manhã de hoje, que não vê necessidade de mudança na execução do plano estratégico da petroleira com a sua saída do cargo. “A estratégia da companhia está traçada há bastante tempo, mas em termos de execução ainda há muita coisa a ser feita. Ainda há ativos a serem vendidos, cortes de custos têm que ser contínuos, existe muita coisa a ser feita na transformação digital. Se for respeitado o plano estratégico, execução terá que continuar em ritmo acelerado”, afirmou Castello Branco, em teleconferência para comentar balanço da empresa referente ao quarto trimestre de 2020, anunciado ontem. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro indicou o general da reserva Joaquim Silva e Luna para assumir a presidência da estatal a partir de 20 de março. A nomeação ainda precisa ser aprovada em Assembleia Geral Extraordinária (AGE). Em meio a elogios de analistas durante a conferência, Castello Branco também voltou a defender a política da estatal de paridade de preços de combustíveis no mercado interno com os preços do mercado internacional e afirmou que vai trabalhar normalmente até o fim de sua gestão. “O que estávamos fazendo não mudará, inclusive em relação à continuidade da paridade de preços. Não se atende aos melhores interesses da sociedade subsidiando preços. Optamos por ter projetos sociais no meio ambiente, educação, em doações para combate à covid-19”, disse Castello Branco. O executivo também defendeu novamente as medidas tomadas pela Petrobras para lidar com a transição energética para uma economia de baixo carbono. A estatal incluiu ativos de geração de energia renovável em seu plano de desinvestimos nos últimos anos. “Mudança climática é algo que tem que ser levada a sério, mas conduzida de forma responsável. O petróleo continuará a ser importante por muitos anos ainda", comentou. Veja Mais

Petrobras vai explorar oportunidades de pré-pagamento para reduzir dívida bruta

Valor Econômico - Finanças “Temos muito a fazer para reduzir dívida e taxas de captação”, afirmou diretora A Petrobras vai explorar oportunidades, para o pré-pagamento de dívidas, de modo a alcançar sua meta de reduzir a dívida bruta da companhia para US$ 60 bilhões, afirmou a diretora executiva de finanças da estatal, Andrea de Almeida. Ao todo, a estatal encerrou o ano de 2020 com uma dívida bruta de US$ 75,5 bilhões. “Temos muito a fazer para reduzir dívida e taxas de captação”, afirmou a executiva em teleconferência com analistas, na manhã de hoje, para comentar o balanço anual da estatal, publicado ontem. A diretora também afirmou que a companhia vai continuar a perseguir seus “melhores interesses”. “Fizemos proteções extras na governança da empresa, nos últimos anos”, acrescentou a executiva. A decisão da Petrobras de reverter parcialmente a baixa contábil pela perda do valor recuperável de seus ativos (“impairment”), em seus resultados, foi fruto da melhoria dos preços do petróleo e da revisão do portfólio de projetos, de acordo com a diretora. Ontem, na divulgação do balanço do quarto trimestre de 2020, a estatal brasileira reverteu parte do impairment anunciado no primeiro trimestre de 2020, no valor de R$ 31 bilhões. Durante conferência com analistas na manhã de hoje, para comentar o desempenho da companhia, a executiva reforçou que a empresa segue com a agenda de transformação anunciada em 2019, e que a companhia tem colhido os frutos da menor percepção de risco, com a melhoria das condições de emissões. “Continuamos firmes na meta de reduzir dívida bruta para US$ 67 bilhões até o fim de 2021”, ressaltou ela. Veja Mais

PIB do México tem queda de 8,5% em 2020, a maior desde 1932

Valor Econômico - Finanças Dados desta quinta mostram que a covid-19 aprofundou a crise que já afetava o país em 2019 O Produto Interno Bruto (PIB) do México recuou 8,5% em 2020, a maior contração já registrada desde 1932, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi). A queda entra para a história como a segunda maior desde o início dos registros. Em 1932, durante a Grande Depressão, a economia mexicana encolheu 14%. Já em 2009, o recuo foi de 5,3% por causa da última crise financeira global. Em 1995, na crise que provocou uma grande desvalorização do peso, o PIB do México caiu 6,9%. Os dados divulgados pelo Inegi mostram que a pandemia aprofundou uma crise econômica que já afetava o país desde 2019, quando o PIB recuou 0,1%. A última vez que o México registrou dois anos seguidos de contração havia sido em 2001 e 2002, com quedas de 0,4% e 0,3%, respectivamente. Ginnette Riquelme/AP Apesar do recuo histórico em termos anuais, a economia mexicana continuou se recuperando no quarto trimestre e avançou 3,3% em relação ao período entre julho e setembro, quando já havia crescido 12,1% após a suspensão de uma série de medidas restritivas para controlar a disseminação da covid-19. O crescimento foi puxado pelo setor industrial, que registrou um avanço de 3,9%, melhor do que a previsão do mercado, que esperava uma expansão de 3,3%. Os serviços tiveram uma alta de 3,2% entre outubro e dezembro na comparação com o trimestre anterior, um desempenho também superior ao esperado por analistas (3%). Andrés Abadía, economista da consultoria Pantheon Macroeconomics, disse que os números divulgados nesta quinta-feira confirmam que o final de ano foi melhor do que o esperado. No entanto, ele fez um alerta de que o impulso dado pelo fim das restrições contra a covid-19 está se dissipando. Abadía prevê um “crescimento decente nos próximos três a seis meses, dependendo do quão bem a pandemia possa ser controlada”. Ele observou, porém, que indicadores de confiança, como crédito fraco aos consumidores e a debilidade do mercado de trabalho, sugerem que a recuperação será modesta neste ano. Para o economista, o PIB do México deve crescer 4,5% em 2020. Um dos riscos é a lentidão da campanha de vacinação, um problema também enfrentado por outros países da região, avalia. Antes da divulgação dos números, a Moody’s Investors Services havia elevado sua previsão de crescimento do PIB mexicano em 2021 de 3,5% para 5,5%, citando a expectativa de que o desempenho no quatro trimestre fosse melhor do que o inicialmente previsto e as perspectivas de uma forte recuperação nos Estados Unidos, que devem impulsionar a demanda por exportações do país vizinho. Economistas consultados nesta semana pelo Citibanamex preveem que a economia do país crescerá 3,9% neste ano. *El Economista faz parte da Red Iberoamericana de Periodismo Económico (RIPE). Veja Mais

PEC só deve tratar de artigo da Constituição que disciplina a imunidade parlamentar, diz Lira

Valor Econômico - Finanças Ele pediu que a sociedade avalie o resultado final do texto, que ainda será negociado O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta quinta-feira que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Imunidade Parlamentar deve tratar apenas do artigo 53 da Constituição Federal, que disciplina as regras sobre a imunidade parlamentar, e que os demais pontos da proposta deverão ser excluídos – dentre eles, os que limitam a Lei da Ficha Limpa e criam novos recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). PEC poderá ser debatida no STF? Entenda ponto a ponto No projeto, o artigo 53 diz que os parlamentares “são invioláveis civil e penalmente por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”, que caberá somente aos conselhos de ética do Congresso responsabilizá-los “por procedimento incompatível com o decoro parlamentar”, que eles não poderão ser afastados do mandato por decisão judicial e que apenas ministros do STF poderão autorizar ações de busca e apreensão em seus gabinetes e residências. Lira disse que a proposta teve apenas sua admissibilidade aprovada pelo plenário e que a sociedade deve avaliar o resultado final do texto, que ainda será negociado pelos líderes da Casa. “Sempre disse que não importa como as matérias chegam, importa como as matérias saiam”, afirmou. Para Lira, o STF precisou decidir sobre o afastamento do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) com base na Lei de Segurança Nacional “por culpa do próprio Congresso”, que deixou um vácuo legal, mas que a decisão da Câmara de autorizar a prisão e marcar uma posição firme de que a inviolabilidade da fala parlamentar “não é plena quando for contra a democracia” exigiu a regulamentação desse artigo. “A Câmara faz um corte no braço”, definiu. Arthur Lira Pablo Valadares/Câmara dos Deputados O presidente da Câmara disse que a pressa em votar a PEC se justifica por esse vácuo legal. Segundo ele, o rito de dar o parecer de admissibilidade já foi usado outras vezes na história e está sendo repetido agora porque a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ainda não foi instalada – o que deve ocorrer na próxima quinta-feira, 4 de março. O texto final da proposta será definido após negociação dos líderes partidários, na manhã desta quinta-feira. A sessão para votar a proposta em primeiro turno deverá ser realizada à tarde. “O que o plenário da Câmara vai resolver com relação ao texto é o plenário da Câmara. Minha opinião é relevante, meu papel é colocar em discussão”, disse. Ele defendeu que a inviolabilidade da fala dos parlamentares têm de ser mantida porque o Congresso vota projetos contra organizações criminosas e grupos empresariais muito fortes. “Ontem, o que estava sendo discutido na imprensa, com todo o respeito, não condiz com as variáveis que o Congresso quer estabelecer”, afirmou, dizendo que matérias abordaram textos “vazados” sobre o debate. O pepista atribuiu as críticas de outros deputados a uma Câmara “plural”, mas reclamou de deputados que negociam o projeto nos bastidores e o criticam em público. “O que não é possível é o texto dizer uma coisa e o parlamentar dizer outra porque se arrependeu de um voto”, criticou. Lira disse ainda que respeita o partido Novo, mas que a sigla defendeu na semana passada que Silveira não poderia ser preso porque a decisão era uma afronta à Constituição e que é justamente por isso que a Câmara está tratando da regulamentação do tema agora. O presidente da Câmara não disse se colocará em votação a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) de afastar do mandato a deputada Flordelis (PSD-RJ) pelo suposto envolvimento no assassinato do marido. Segundo ele, a Procuradoria-Parlamentar está avaliando o caso, assim como os órgãos técnicos da Câmara, e que deve acionar o STF para decidir se tribunais inferiores podem decretar o afastamento de uma parlamentar federal. Ele não quis comentar as críticas de ministros do STF que nos bastidores disseram que a discussão sobre a PEC logo após a prisão de Silveira soa como “uma afronta ao Judiciário”. Lira disse que respeita muito a Corte e não comentar decisão judicial, mas que o Legislativo também recebe respeito em suas atribuições. “Nesse aspecto, da regulamentação constitucional, não vejo onde o Congresso esteja desrespeitando outro Poder.” Na avaliação de Lira, a semana foi “muito importante [porque] tivemos diversos fatos extremamente positivos para o Brasil”: a sanção do projeto de autonomia do Banco Central e a duas visitas do presidente Jair Bolsonaro ao Congresso para entregar os projetos de capitalização da Eletrobras e o que abre caminho para a privatização dos Correios. Veja Mais

Senado discute parecer da PEC Emergencial hoje; votação será na semana que vem

Valor Econômico - Finanças Relator deve fazer leitura em sessão a partir das 16h; adiamento da apreciação foi necessário por conta da tentativa do governo de desvincular pisos de saúde e educação O Senado vai iniciar nesta quinta-feira as discussões sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) emergencial, mas a votação da matéria deve acontecer apenas na terça-feira, 2. A informação foi confirmada nesta manhã pelo líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), que participa de reunião de líderes sobre o assunto. A conversa acontece por videoconferência e está sendo comandada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). A sessão está marcada para começar às 16h e a previsão é que o relator, senador Marcio Bittar (MDB-AC), faça a leitura do seu substitutivo. "Senado começa, hoje, discussão da PEC emergencial com leitura e discussão do parecer do relator. A votação da matéria só acontece na próxima semana", explicou Prates. O adiamento da apreciação foi necessário por conta da tentativa do governo de fazer uma desvinculação dos pisos de saúde e educação. O relator da PEC Emergencial, senador Marcio Bittar (MDB-AC) Jefferson Rudy/Agência Senado Esta medida foi incluída no relatório da matéria e fez aumentar as pressões por uma nova “desidratação” da proposta. Além disso, líderes partidários passaram a discutir, nos bastidores, um possível “fatiamento” da PEC, de forma que apenas os artigos que viabilizam o novo auxílio emergencial seriam votados. A tese foi endossada até mesmo pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o que fez o governo reagir publicamente. Palácio do Planalto e equipe econômica insistem na votação de uma proposta “robusta” que aponte “responsabilidade fiscal”. Veja Mais

Por que quem tomou a vacina contra covid-19 ainda deve continuar usando máscara

Valor Econômico - Finanças Nosso organismo pode levar quase dois meses para construir seu próprio escudo após o início da vacinação Manish Swarup/AP Photo A vacinação contra covid-19 no Brasil entre os primeiros grupos prioritários veio acompanhada de muitos planos de quem está na espera para o dia seguinte da agulhada: festas, viagens e abraços nos avós. Mas calma. De acordo com cientistas, nosso organismo pode levar quase dois meses para construir seu próprio escudo após o início da vacinação. E, vale lembrar, a pandemia continua e o número de novos contaminados só vai começar a cair quando muita gente estiver vacinada. As vacinas desencadeiam uma reação de defesa no organismo a partir, por exemplo, de um vírus inativado ou de um adenovírus geneticamente "vestido" de coronavírus (o chamado vetor). Esse processo fica na memória do nosso sistema imunológico que, ao encontrar, de fato, o vírus, estará preparado para barrar sua entrada nas células. Isso tudo leva um tempo. "A resposta do organismo pode variar de acordo com faixa etária e outros aspectos individuais. Não sabemos quando se dá exatamente a imunidade de cada pessoa", diz a epidemiologista Ethel Maciel, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). No caso da Coronavac, o aprendizado do sistema imune ainda leva, aproximadamente, duas semanas após a aplicação da segunda dose. Às contas: a enfermeira Mônica Calazans, por exemplo, recebeu a primeira dose da Coronavac em SP em 17 de janeiro — aquele domingo na qual se comemorou a aprovação dos primeiros imunizantes no país para uso emergencial (a vacina da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford, produzida na Índia, também teve aval). A segunda dose de Calazans foi ministrada no dia 12 de fevereiro. Tecnicamente, considerando a média, proteção imune contra covid-19, então, só depois de 26 de fevereiro. No caso da vacina de Oxford, essa proteção contra o vírus começa em torno de 21 dias depois da primeira dose (a segunda dose tem um papel de prolongar a proteção adquirida). Essa vacina começou a ser aplicada dia 25 de janeiro no país. Então, alguns meses após a vacina já dá para descartar as máscaras faciais e aglomerar? Não. Nenhuma vacina do mundo garante proteção imune total. Enquanto o vírus estiver circulando, há possibilidade de doença inclusive entre os imunizados. Sabemos que a Coronavac, por exemplo, reduz pela metade o risco de que os vacinados desenvolvam covid-19. Isso é ótimo, mas ainda há possibilidade de se ficar doente (ainda que não com a forma grave). Dados publicados neste mês no periódico científico The Lancet mostram que a vacina de Oxford reduz em 70% a possibilidade de desenvolvimento da covid-19 em pessoas com menos de 55 anos. Novamente: ainda há risco de ficar doente. E, mesmo sem desenvolver a doença, os vacinados ainda podem se contaminar e transmitir o novo coronavírus. Como ainda há pouquíssimos vacinados no Brasil — menos de 3% da população até agora —, o risco de alguém que tomou a vacina encontrar o vírus e transmiti-lo (mesmo sem ficar doente) para quem ainda não esteja protegido é bem grande. Por isso, mesmo quem já tenha tomado as duas doses da vacina contra covid-19 tem de seguir todos os protocolos amplamente conhecidos para segurar a transmissão da doença: higienização das mãos, distanciamento social e máscara facial. Sem festinha. Não há, ainda, nenhum estudo científico revisado e devidamente publicado sobre redução de transmissão do novo coronavírus entre vacinados pelas imunizações disponíveis no Brasil. "A Pfizer reduz a carga viral em até quatro vezes e, por isso, poderia estar também reduzindo a transmissão do vírus. Mas ainda não temos essa certeza", diz a epidemiologista Denise Garrett, vice-presidente do Instituto Sabin (EUA). Vale lembrar: não temos a vacina da Pfizer no Brasil. Para a microbiologista Natália Pasternak, as medidas de proteção devem ser relaxadas quando o número de casos, de hospitalizações e de mortes cair significativamente. "Vacina não é passaporte de imunidade, é uma ferramenta para chegar lá", diz. Por enquanto, os dias seguintes de quem tomou vacina contra covid-19 têm de ser iguais ao dia anterior à imunização. Veja Mais

Vacina da Pfizer reduz casos sintomáticos em 94% em Israel, mostra estudo

Valor Econômico - Finanças Os resultados no “mundo real” estão de acordo com o ensaio clínico realizado pelos fabricantes Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pandemia pode impulsionar inovação

Valor Econômico - Finanças Especialistas veem crise como alavanca para investimentos na produção nacional de imunizantes Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Desenvolvimento depende de colaboração tecnológica

Valor Econômico - Finanças Multinacionais preferem manter seus centros de pesquisa no exterior Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estrangeiras lideram os depósitos de patentes

Valor Econômico - Finanças Institutos públicos respondem pela liderança local no ranking da Fiocruz O Brasil chegou atrasado à corrida das patentes. Quando a Organização Mundial do Comércio (OMC) definiu o acordo sobre aspectos dos direitos de propriedade intelectual (Trips), em 1995, previu dez anos para ajustes, mas o país abriu mão de estruturar a indústria local no período e aprovou sua lei de patentes em 1996. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Geopolítica envolve o licenciamento compulsório

Valor Econômico - Finanças Em meados de fevereiro 75% das doses se concentravam em dez países A necessidade de vacinas levou o Brasil a disputas geopolíticas. Depois da liderança em fóruns globais por maior acesso de países pobres a medicamentos, o país passou trocou de postura nos últimos anos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Taxa de cartões A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1º Região, por unanimidade, negou provimento à apelação de uma empresa para suspender o recolhimento do PIS e da Cofins sobre a taxa de administração pagas a empresas de cartão de crédito e débito. Do ramo de restaurantes e fabricação de produtos de padaria e confeitaria, a empresa alegou que já está sujeita à incidência dessas contribuições. Mas atestou que uma quantia variável dos pagamentos dos clientes por meio de crédito e de débito é retida pelas administradoras de cartão. Com isso, a empresa não recebe pela totalidade o valor pago pela mercadoria que vendeu, sendo inverídico afirmar que seu faturamento, base de cálculo do PIS/Cofins, é igual ao valor pago pelo cliente. O relator do processo, juiz federal Rodrigo Rigamonte Fonseca, disse que "as taxas cobradas pelas administradoras de cartões de crédito estão embutidas no preço de venda de produtos/serviços ao consumidor, o qual se enquadra no conceito de faturamento e receita para fins de recolhimento do PIS e da Cofins" (processo nº: 1008877-19.2020.4.01.3500). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petróleo fecha sem direção única, à espera de decisão da Opep + sobre produção

Valor Econômico - Finanças O contrato do petróleo Brent para abril fechou em queda de 0,23%, a US$ 66,88 por barril, enquanto o do WTI para o mesmo mês subiu 0,49%, a US$ 63,53 por barril Os contratos futuros do petróleo fecharam sem direção única nesta quinta-feira (25), com a referência americana da commodity, o WTI, fechando no seu maior nível desde maio de 2019, enquanto o benchmark global (Brent) cedeu terreno e fechou em queda, pressionado pela possibilidade de uma redução dos cortes da produção pela Organização dos Países Exportadores e aliados (Opep+), na semana que vem. O contrato do petróleo Brent para abril fechou em queda de 0,23%, a US$ 66,88 por barril na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para o mesmo mês subiu 0,49%, a US$ 63,53 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York. Os preços receberam pressão da expectativa em torno da próxima reunião da Opep+, em que o grupo pode discutir um alívio dos acordos de corte de produção. A Opep+ tem uma capacidade ociosa de produção de cerca de 8 milhões de barris diários. A expectativa é de que o grupo eleve a produção em 500 mil barris por dia, e os investidores avaliam a possibilidade de um fim ao corte unilateral de 1 milhão de barris por dia da Arábia Saudita, o que poderia ser absorvido sem transformar o mercado de petróleo em excesso de oferta”, diz a DNB Markets. A referência americana da commodity recebeu suporte, por sua vez, do petróleo, que operou em terreno negativo durante a maior parte da sessão. O índice dólar DXY, no entanto, virou para terreno positivo após o fechamento do petróleo, operando há pouco em alta de 0,04%, a 90,215 pontos. Veja Mais

PGR pede arquivamento de inquérito contra Maia sobre propina da Odebrecht

Valor Econômico - Finanças A PF apontou utilização fraudulenta envolvendo doações eleitorais feitas a candidatura do deputado federal, mas a PGR não viu provas suficientes para seguir com a investigação A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de inquérito que apura propina da Odebrecht ao deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e a seu pai, o vereador do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM). A Polícia Federal (PF) apontou "utilização fraudulenta do sistema eleitoral nos anos de 2010 e 2014, envolvendo as doações eleitorais oficiais feitas às candidaturas" dos dois, mas a PGR não viu provas suficientes para seguir com a investigação. Segundo a subprocuradora-geral Lindôra Araújo, as diligências realizadas na instrução do inquérito não trouxeram evidências que corroborassem os fatos narrados por executivos da empreiteira que assinaram delação premiada. "Os elementos de convicção obtidos na investigação não permitem a confirmação segura com relação a datas, valores e a efetiva realização dos pagamentos para o deputado federal Rodrigo Maia e o vereador César Maia", afirma ela. No pedido, a subprocuradora ainda afirma que os valores e datas localizados pelos investigadores nos sistemas do chamado "departamento de propina" da Odebrecht não coincidem completamente com os relatos dos delatores. A investigação já dura mais de três anos. Como a PGR é o órgão do Poder Judiciário responsável pela acusação e diz não haver novas linhas investigativas a seguir, a praxe é a de que o Supremo Tribunal Federal (STF) homologue o pedido de arquivamento. Veja Mais

Petrobras: Recorde de produção está sustentado em ativos de pré-sal, diz diretor

Valor Econômico - Finanças A Petrobras registrou aumento de produção de 5% em janeiro de 2021 em relação à média do quarto trimestre de 2020, de acordo com o diretor executivo de exploração e produção da estatal, Carlos Alberto Pereira. Segundo o diretor, o aumento referente ao mês passado está relacionado ao menor número de paradas de manutenção programadas para as plataformas. Ao todo, a Petrobras produziu 2,63 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) de petróleo e gás natural no Brasil durante o quarto trimestre de 2020. No ano passado, a petroleira produziu 2,84 milhões de boe/dia, volume recorde. “Os recordes de produção estão sustentados em carteira de ativos com mais projetos de pré-sal”, disse Pereira, em teleconferência com analistas para comentar o desempenho referente ao quarto trimestre de 2020, anunciado ontem. Para o ano de 2021, a empresa tem como meta produzir uma média de 2,72 milhões de boe/dia. Segundo o executivo, o objetivo leva em consideração o programa de venda de ativos em curso, além da finalização até setembro do acordo de coparticipação em negociação com as estatais chinesas CNODC e CNOOC para os volumes excedentes do campo de Búzios, na Bacia de Santos. As companhias adquiriram 5% de participação, cada, no projeto durante o leilão dos excedentes da cessão onerosa, em 2019. Veja Mais

Sanderson amplia receita no primeiro trimestre, que chega a US$ 909,3 milhões

Valor Econômico - Finanças No período, a empresa, terceira maior produtora de carne de frango dos EUA, teve lucro líquido de US$ 9,5 milhões A Sanderson Farms, terceira maior produtora de carne de frango dos Estados Unidos, fechou o primeiro trimestre do atual ano fiscal com receita líquida de US$ 909,3 milhões, montante superior aos US$ 823,1 milhões do mesmo período de 2020. O primeiro trimestre do ano fiscal da empresa se encerra em 31 de janeiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

IGC eleva estimativa de produção global de grãos

Valor Econômico - Finanças Aumento da oferta de trigo foi a principal mudança nas projeções; previsão agora é de colheita total de 2,216 bilhões de toneladas Em função de uma maior perspectiva de produção de trigo na Austrália, Cazaquistão e Rússia, o Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) elevou em 6 milhões de toneladas sua estimativa para a produção global de grãos e fibras em 2020/21. A previsão agora é de colheita de 2,216 bilhões de toneladas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Não tenho informação sobre processo de transição na Petrobras, diz Castello Branco

Valor Econômico - Finanças Executivo se diz dispostos a colaborar para processo suave e diz que atual diretoria vai continuar até o final de seus mandatos O atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, ainda não tem informações sobre o processo de transição do seu cargo para o general da reserva Joaquim Silva e Luna, indicado para o cargo pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada. “Sem dúvida nenhuma estamos dispostos a fazer com que a transição ocorra da forma mais suave o possível. Nosso compromisso não é com o nosso emprego, é com a Petrobras. Estamos dispostos a ajudar”, afirmou Castello Branco, em teleconferência com analistas essa manhã para comentar desempenho da empresa referente ao quarto trimestre de 2020, anunciado ontem. O atual presidente garantiu que a atual diretoria da companhia vai continuar até o final de seus mandatos. Nos últimos dias, houve especulações sobre a saída de executivos da petroleira junto a Castello Branco. “Não há debandada. Os diretores são pessoa altamente profissionais, reconhecidos pelo mercado e que têm forte compromisso com a Petrobras. Todos continuarão a trabalhar, como sempre trabalharam”, disse o presidente da estatal. Na teleconferência, o executivo também optou por não comentar perspectivas futuras para a continuação da venda de ativos da petroleira. Ele destacou, no entanto, que até o momento não houve desistências de interessados na compra das refinarias nos processos de desinvestimentos em curso. “Em março deixarei o cargo de presidente da Petrobras e prefiro não opinar, isso não é assunto meu. Como brasileiro, vou continuar a torcer para que a companhia se mantenha em uma trajetória virtuosa”, completou ele. Trabalho remoto A adoção do trabalho remoto na Petrobras ao longo de 2020, em meio à pandemia de covid-19, ajudou a companhia a reduzir custos e aumentar significativamente a produtividade, afirmou o presidente da petroleira. “O trabalho remoto não é uma invenção da Petrobras, muitas empresas adotaram e continuam dessa forma. Algumas, inclusive, já declararam o trabalho remoto permanentemente, nós vamos migrar, assim que a vacinação da população brasileira avançar e tivermos um percentual significativo da população vacinada, para um plano hibrido, parte presencial, parte remoto, que foi aprovado pela maioria dos nossos empregados”, disse o executivo. Na última semana, o presidente da petroleira foi criticado pelo presidente Jair Bolsonaro por estar trabalhando remotamente há 11 meses. “O mundo é dinâmico, muda muito mais rapidamente hoje em dia. O mundo é movido pela inovação tecnológica a e temos que nos adaptar rapidamente. O vencedor não é quem é maior, é quem sabe de adaptar rapidamente e isso a Petrobras sabe fazer”, afirmou Castello Branco. Veja Mais

Em carta ao G-20, Yellen pede apoio à campanha global de vacinação e manutenção de estímulos

Valor Econômico - Finanças Secretária do Tesouro americano afirmou que a primeira tarefa de todos os países é parar o coronavírus Em uma carta enviada aos ministros de Finanças do G-20, a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, afirmou que só será possível superar as crises sanitária e econômica com a cooperação de todos e pediu aos países do grupo a manutenção de medidas de estímulo e apoio às iniciativas multilaterais para acelerar a campanha global de vacinação contra a covid-19. Yellen afirmou que a primeira tarefa de todos os países é parar o coronavírus, um objetivo que só poderá ser atingido por meio de programas globais, como a Covax Facility, iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir que as vacinas sejam distribuídas aos países mais pobres do mundo. “Nenhum país sozinho pode declarar vitória sobre essas crises. Na verdade, nossa cooperação nunca foi tão importante. Este é um momento feito para a ação e para o multilateralismo”, escreveu Yellen. “Um programa de vacinação rápido e verdadeiramente global é o estímulo mais forte que podemos fornecer à economia.” A secretária do Tesouro também afirmou que, assim como a resposta à crise sanitária, medidas para mitigar os efeitos da covid-19 sobre a economia global devem ser coordenadas. Ela pediu aos países do G20 que continuem garantindo apoio econômico aos seus cidadãos. A manutenção dos estímulos, segundo ela, poderá servir como uma ponte entre o fim da pandemia e uma recuperação econômica mais forte e inclusiva. “Se houve um momento para pensar grande, este é o momento”, disse Yellen, repetindo uma mensagem que tem sido reforçada pelo presidente dos EUA, Joe Biden. “Juntas, nossos esforços serão maiores do que a soma de nossas respostas individuais. Juntos, podemos construir uma recuperação global melhor, mais forte e mais uniforme.” Justin Chin/Bloomberg Yellen também expressou apoio à intenção do Fundo Monetário Internacional (FMI) de reforçar a liquidez de países pobres com a emissão de uma nova alocação de Direitos Especiais de Saque (DES), em uma mudança de postura em relação ao governo do ex-presidente Donald Trump, que rejeitava a medida. Os recursos, na visão da secretária do Tesouro, poderiam facilitar os esforços desses governos para lidar com a crise. Para Yellen, a covid-19 também mostrou ao mundo que é preciso uma maior coordenação para enfrentar a crise climática, vista por ela como outra ameaça existencial para o mundo. Na avaliação da secretária do Tesouro, o G20 precisará ter discussões difíceis sobre como compartilhar os custos e as oportunidades de tornar as economias dos países do bloco mais sustentáveis. “Ao mesmo tempo que abordamos as dificuldades da transição de nossas próprias economias, também devemos apoiar os países de baixa renda na busca por suas metas climáticas, em equilíbrio com seus objetivos de crescimento. Uma resposta verdadeiramente coletiva e multilateral é a única solução realista para este desafio global”, disse na carta. Veja Mais

Governo de MG envia proposta de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal para assembleia

Valor Econômico - Finanças Uma das alterações no projeto é a ampliação do prazo de vigência do RRF de seis para nove anos Marcos Santos/USP Imagens O governo de Minas Gerais enviou nesta manhã à Assembleia Legislativa do Estado um projeto substitutivo que adequa a proposta para o Estado aderir ao Regime de Recuperação Fiscal do governo federal (RRF). Uma das alterações no projeto é a ampliação do prazo de vigência do RRF de seis para nove anos, com a suspensão do pagamento das parcelas das dívidas do Estado com a União e com instituições financeiras que têm a União como garantidora no primeiro ano de vigência do RRF. O retorno do pagamento seria de forma gradual, começando com parcelas de 11,11% do valor devido, alcançando 100% ao fim do prazo de nove anos. O refinanciamento vai se dar através de um contrato com prazo de 360 meses, em que prevalecem IPCA mais taxa de 4% (limitada à taxa Selic) sobre as parcelas que passarão a ser devidas após a homologação da RRF. Alíquota do ICMS Durante uma entrevista coletiva nesta quinta, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, negou a possibilidade de aumentar a alíquota do Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis no Estado. Atualmente, a alíquota de ICMS sobre a gasolina no Estado é de 31% e a alíquota sobre o diesel é de 12%. “Nós não vamos aumentar impostos. O ajuste que acreditamos é pelo lado da despesa, não por ampliação de impostos”, afirmou Zema. O governador também considerou improvável a possibilidade de reduzir o imposto. “Um estado que está quebrado teria grande dificuldade de abrir mão da sua receita”, disse. Ontem, o presidente da Assembleia Legislativa, Agostinho Patrus (PV), publicou em suas redes sociais que não colocaria em votação projeto de aumento do ICMS. O deputado disse em entrevista coletiva que a publicação foi feita para acalmar a sociedade sobre notícias de aumento de impostos. “Temos um risco grande de paralisação nos transportes, tivemos uma crise na Petrobras nesse último final de semana e não era isso que nós pretendíamos. E, quando começa-se a correr uma notícia como essa o risco de se prever uma greve, ocorrer desabastecimento nos postos, isso tem que ser imediatamente alinhado. Por isso, achei importante dar uma declaração”, afirmou. Veja Mais

Juro médio das operações de crédito sobe em janeiro e inadimplência segue em 2,1%

Valor Econômico - Finanças Taxa cobrada das pessoas jurídicas passou para 13,4% enquanto, para as pessoas físicas, correspondeu a 24,3% A taxa de juros média anual cobrada pelo sistema financeiro nas suas operações de crédito saiu de 18,4% em dezembro de 2020 para 20% no primeiro mês de 2021. A taxa cobrada das pessoas jurídicas passou de 11,2% para 13,4% enquanto, para as pessoas físicas, foi de 23,2% para 24,3%. Os dados são do Banco Central (BC). Olhando os juros com recursos livres, a taxa média variou de 25,5% no último mês de 2020 para 28,4% em janeiro do calendário atual. Já o spread, que mede a diferença entre o custo de captação dos bancos e as taxas que cobram de seus clientes nos empréstimos, saiu de 14,4 pontos percentuais em dezembro para 15,7 pontos um mês depois. Marcos Santos / USP Imagens O BC apontou ainda que a inadimplência média das operações de crédito no sistema financeiro ficou estável em 2,1% em janeiro, perante o mês anterior. Entre as empresas, a taxa média seguiu em 1,2%. Entre as famílias, passou para 2,9%, de 2,8% um mês antes. No crédito com recursos livres, a taxa de inadimplência ficou em 3% (2,9% em dezembro). No crédito direcionado, a inadimplência total foi de 1,1%, a mesma taxa apurada no mês final de 2020. Veja Mais

Estoque de crédito fica estável em R$ 4,02 trilhões em janeiro, aponta BC

Valor Econômico - Finanças Como proporção do PIB estimado pela autoridade monetária, o estoque de operações foi para 54,1% O saldo das operações de crédito do sistema financeiro ficou estável em janeiro, em R$ 4,02 trilhões, conforme divulgado nesta quinta-feira pelo Banco Central (BC). Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) estimado pela autoridade monetária, o estoque de operações foi para 54,1%, frente a 54,2% em dezembro de 2020. O saldo total do crédito livre recuou 0,3% em janeiro, ante o mês anterior, para um total de R$ 2,317 trilhões, enquanto o crédito direcionado avançou 0,3%, para R$ 1,702 trilhão. O saldo total de crédito para as famílias aumentou 0,6% no mês, chegando a R$ 2,256 trilhões. Para as empresas, a queda no mês foi de 0,8%, para R$ 1,764 trilhão. USP Imagens No primeiro mês de 2021, o sistema financeiro concedeu 27,7% a menos em novos empréstimos e financiamentos na comparação com dezembro de 2020. O número leva em conta as concessões totais em cada mês. Considerando a média por dia útil, houve queda de 18,7%. As concessões para clientes corporativos caíram 35,5% contra o mês anterior, somando R$ 123,5 bilhões. Para as famílias, o sistema financeiro concedeu R$ 165,6 bilhões em novos empréstimos e financiamentos, 20,4% abaixo do que tinha concedido em dezembro. A concessão com recursos livres, em que as taxas são pactuadas livremente entre bancos e clientes, caiu 24,5%. Já as operações com recursos direcionados, que são regulamentadas pelo governo ou vinculadas a recursos orçamentários, diminuíram 49,7% em janeiro. Pelo critério dessazonalizado, as concessões tiveram alta de 1,9% perante dezembro de 2020 com dezembro. Para as pessoas físicas, houve queda de 1,2%; para as pessoas jurídicas, foi registrada expansão de 3,5%. No crédito livre total, as concessões aumentaram 1,9%. No crédito direcionado, registraram incremento de 2,1%. Veja Mais

Fabricantes de seringas contratam e operam em três turnos

Valor Econômico - Finanças Indústria brasileira produz cerca de 1,2 bilhão de unidades por ano, 130 milhões só para vacinas A indústria brasileira de seringas produz cerca de 1,2 bilhão de unidades por ano, 130 milhões só para vacinas. Com todas as máquinas ligadas e todos os turnos preenchidos, ritmo imposto pela pandemia, a produção nacional pode passar dos 1,6 bilhão, grande parte destinada à imunização do coronavírus. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Transferência tecnológica acelera inovação

Valor Econômico - Finanças Mudanças de regras trazem insegurança jurídica e inibem investimentos das farmacêuticas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cooperação é essencial para acelerar o desenvolvimento de vacinas

Valor Econômico - Finanças Sem o esforço da comunidade científica, não é possível dar respostas rápidas como a vista na pandemia A comunidade científica brasileira foi tomada pela emoção durante o anúncio dos resultados de eficácia da vacina CoronaVac – produzida no país por meio de parceria entre o Instituto Butantan e a Sinovac Life Science – em janeiro deste ano. Por trás das câmeras, relata Rosana Richtmann, coordenadora de infectologia do Grupo Santa Joana e médica do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, o que se viu foi uma comoção equivalente à vitória do Brasil em uma Copa do Mundo de futebol. “Um grande esforço coletivo estava expresso naquele evento. Quando a China divulgou o sequenciamento genético do novo coronavírus [em janeiro de 2020], todo mundo começou a estudar. Foram meses intensos”, comenta a especialista. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Interrupções mexem com o humor, mas mercado acredita que vacinação irá continuar

Valor Econômico - Finanças A vacinação em massa é hoje uma das três principais preocupações de agentes financeiros A vacinação em massa é hoje uma das três principais preocupações do mercado financeiro. As outras duas são a questão fiscal no Brasil e o pacote de estímulos nos EUA. No entendimento dos agentes econômicos do país, se o governo federal não se empenhar para vacinar um percentual significativo da população até junho, dificilmente o país terá uma recuperação econômica estruturada da atividade econômica a partir do segundo semestre deste ano, o que levará ainda mais volatilidade para a Bolsa. Isso porque setores mais sensíveis à queda da circulação de pessoas, como os de serviços, de turismo e parte do comércio, ainda não se recuperaram do tombo que levaram desde o início do isolamento social. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Tesouro vê janeiro atípico e dívida pública alcança os R$ 5,059 tri

Valor Econômico - Finanças Volume de colocações de títulos no mês passado foi recorde para o período Janeiro foi um mês marcado pela volatilidade. No cenário doméstico, a curva de juros apresentou alta nas taxas, reagindo a fatores como a possível renovação do auxílio emergencial. A avaliação foi feita ontem pelo Tesouro Nacional em documento que acompanhou a divulgação da dívida pública federal, que subiu 0,99% no mês passado em relação a dezembro e somou R$ 5,059 trilhões. Em fevereiro, os juros voltaram a refletir a preocupação fiscal. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

TJ-SP nega recurso que poderia reverter execução da Atvos pelo Lone Star

Valor Econômico - Finanças Decisão foi publicada nesta quinta-feira O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) negou ontem um recurso que poderia ter resultado na reversão da execução das ações da Atvos pelo fundo americano Lone Star. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Análise: Tesouro pressiona Congresso por PEC Emergencial e mostra piora nos preços dos ativos

Valor Econômico - Finanças Movimento do Tesouro tenta se contrapor ao processo de fatiamento e desidratação da PEC Emergencial que se desenha no Congresso O Tesouro Nacional aproveitou a entrevista sobre o resultado fiscal de janeiro para fazer pressão pela PEC Emergencial. No sumário executivo do relatório mensal incluiu o recado de que aprovar o auxílio sem contrapartidas pode ser um evento bastante negativo para a economia brasileira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras recebeu propostas comerciais para contratação de plataformas

Valor Econômico - Finanças Empresa vai iniciar etapa de negociação referente às unidades P-78 e P-79, diz diretor de desenvolvimento A Petrobras está se preparando para iniciar a etapa de negociação para a contratação das plataformas P-78 e P-79. A expectativa é fechar os contratos ainda neste semestre, de acordo com informações do diretor executivo de desenvolvimento da produção, Rudimar Lorenzatto. Ambas unidades vão ser instaladas no campo de Búzios, na Bacia de Santos (SP), e têm previsão de entrar em produção em 2025. Segundo Lorenzatto, a companhia também deve iniciar, ainda este ano, a contratação do primeiro sistema definitivo de produção para seus ativos em águas profundas na Bacia de Sergipe-Alagoas. Sobre as plataformas programadas para iniciarem produção ainda este ano, o executivo afirmou que a unidade Mero 1 deve começar a operar ao final do ano. A unidade, batizada como FPSO Guanabara, vai produzir no campo de Mero, na Bacia de Santos. Ele deu as declarações durante teleconferência com analistas, essa manhã, para comentar desempenho da Petrobras, referente ao quarto trimestre de 2020, anunciado ontem. Veja Mais

Medicamento da GSK para tratar covid-19 não cumpriu objetivos

Valor Econômico - Finanças O Otilimab não trouxe melhorias significativas no sentido de manter os pacientes livres de insuficiências respiratórias A GlaxoSmithKline (GSK) disse na quinta-feira que o ensaio clínico de fase 2 que avaliou o uso do anticorpo monoclonal em pacientes com covid-19 não cumpriu o principal propósito quando testado em pacientes de todas as idades. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

CitrusBr: Em dezembro, estoques de suco de laranja estavam 20,5% menores que os de 2019

Valor Econômico - Finanças Volumes somavam 678,97 mil toneladas no último dia de 2020 Os estoques de suco de laranja em poder das empresas associadas à CitrusBR (Citrosuco, Cutrale e Louis Dreyfus) somavam 678,97 mil toneladas em 31 de dezembro. Esse volume é 20,5% menor que o registrado na mesma data do ano anterior. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA registram menor nível em 3 meses

Valor Econômico - Finanças Solicitações do benefício somaram 730 mil na semana até 20 de fevereiro O número de número de pessoas entrando com pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos caiu para o menor em quase três meses na semana encerrada em 20 de fevereiro. Segundo o Departamento do Trabalho, os pedidos iniciais de caíram para 730 mil na semana passada, enquanto o número da semana anterior foi revisado para baixo em 20 mil, para 841 mil. A expectativa de alguns economistas era de 845 mil pedidos. A leitura mais recente é a mais baixa desde novembro de 2020. Antes de o coronavírus atingir os Estados Unidos em março passado, as solicitações do benefício nunca bateram 700 mil, mesmo na recessão de 2008-2009. AP Photo/Wong Maye-E Veja Mais

Fachin determina que Justiça do Paraná volte a analisar recurso de Lula

Valor Econômico - Finanças Pedido negado pela 13ª Vara Federal de Curitiba diz respeito à ação penal sobre terreno onde seria construído Instituto Lula e que teria sido comprado pela Odebrecht O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Justiça Federal do Paraná volte a analisar um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com base nas mensagens apreendidas pela Operação Spoofing. O recurso foi negado pela 13ª Vara Federal de Curitiba e diz respeito à ação penal sobre o terreno onde seria construído o Instituto Lula e que teria sido comprado pela Odebrecht. Entre as alegações, os advogados afirmam que há "robustos elementos" que mostram a ilicitude do processo, especialmente os que dizem respeito ao não cumprimento das regras para fechar um acordo de cooperação internacional entre o Brasil e a Suíça. Ao se manifestar, Fachin afirma que o STF liberou o acesso à defesa de Lula das mensagens hackeadas, que mostram conversas entre o ex-juiz Sergio Moro e procuradores da Operação Lava-Jato. "Desse modo, impõe-se assegurar o direito defensivo em fazer o efetivo uso desses elementos de prova, porque inéditos, uma vez obtidos apenas por autorização do Supremo Tribunal Federal, por intermédio do meio processual cabível e que melhor lhe aprouver", disse o ministro. O ministro do STF Edson Fachin Nelson Jr/STF Veja Mais

Presidente da Petrobras defende política de preços: "Não se foge da oferta e demanda"

Valor Econômico - Finanças O atual presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, defendeu a política de preços de combustíveis adotada pela petroleira durante conferência com analistas na manhã de hoje, para comentar o balanço da empresa, divulgado ontem. A política de preços da Petrobras, em linha com a paridade com os preços internacionais no entendimento do executivo, tem sido alvo de críticas nas últimas semanas. “É surpreendente em pleno século XXI dedicarmos tanta atenção ao assunto de paridade de preços. Os preços são formados pela oferta e demanda global e não há como se desviar deles. A experiência de fugir da paridade de importação foi desastrosa, a Petrobras perdeu US$ 40 bilhões com isso”, afirmou o presidente da petroleira. Castello Branco voltou a afirmar que os preços de combustíveis no Brasil não são caros, mas destacou que “impostos são elevados”. “A Petrobras ainda é uma empresa muito endividada. Como vai conciliar obrigações em dólares com receitas em reais?”, questionou ele. “ Esse é mais um efeito perverso do descolamento dos preços de paridade. O preço não é caro nem barato, é o preço de mercado”, afirmou ele. “Se o Brasil quiser ser uma economia de mercado, tem que ter preços de mercado. Preços abaixo de mercado geram muitas consequências, algumas previsíveis, outras imprevisíveis, mas todas negativas”, disse o presidente da estatal. Castello Branco, presidente da Petrobras, em foto de arquivo Claudio Belli/Valor Veja Mais

Novos acionistas mudam nome e marca da Thyssenkrupp Elevadores um ano após compra

Valor Econômico - Finanças Divisão que era do grupo alemão Thyssenkrupp foi denominada como TK Elevator por consórcio formado pelos fundos Advent e Civen e a fundação RAG; TKE será marca mundial A Thyssenkrupp Elevadores, divisão de negócios que pertenceu ao grupo alemão Thyssenkrupp até um ano atrás, ganha novo nome a partir de hoje - TK Elevator. Os novos acionistas, um consórcio formado pelos fundos de private equity Advent e Civen e a fundação RAG, também definiram uma nova marca mundial para a companhia - TKE. O controle da divisão de elevadores, considerada o ativo mais valioso e a mais rentável das operações da Thyssenkrupp, foi transferido aos novos donos por US$ 18,7 bilhões em fevereiro de 2020. A Thyssen continuou com aço e bens de capital. A TK Elevator se posiciona entre as líderes mundiais de fabricação de elevadores e escadas rolantes, ao lado da norte-americana Otis, da suíça Schindler e da finlandesa Kone. Com mais de 50 mil empregados e presença em mais de 100 países, a TKE registrou receita de aproximadamente 8 bilhões de euros no ano fiscal 2019/2020, encerrado no fim de setembro. “A nova marca TKE permite que a empresa agora independente amplie ainda mais os seus negócios. É uma oportunidade valiosa para fortalecer nosso posicionamento de mercado e a liderança tecnológica em serviços de mobilidade de última geração”, disse Peter Walker, presidente da TK Elevator, em comunicado divulgado mundialmente na manhã desta quinta-feira, em Essen, na Alemanha, sede da companhia. Segundo o executivo, com a recente integração da plataforma digital baseada em nuvem MAX, em todos os tipos de novos sistemas de elevadores e escadas rolantes, foi dado passo significativo para a digitalização de todos os produtos e serviços. No Brasil, a companhia tem uma fábrica localizada na cidade de Guaíba (RS), resultado da compra da Sur Elevadores, pela ThyssenKrupp, em 1999. A empresa, que atende a América Latina, onde emprega mais de 5 mil funcionários, disputa o mercado brasileiro principalmente com Otis e Schindler. A TKE quer manter o legado deixado pela Thyssenkrupp Elevator. A linha de negócios mais importante continuará sendo a de serviços, que mantém cerca de 1,4 milhão de unidades de elevadores e escadas rolantes, com o suporte de mais de 24 mil técnicos de serviço no o mundo. A empresa fabrica desde elevadores comuns para edifícios residenciais e comerciais até equipamentos de ponta e altamente personalizados para arranha-céus de última geração, como o One World Trade Center, em Nova York (EUA). Além de elevadores, a TKE monta escadas e esteiras rolantes, pontes de embarque de passageiros e plataformas elevatórias. Veja Mais

Imunizantes com base em RNA vão avançar nos próximos anos

Valor Econômico - Finanças Pandemia fez com que riscos da tecnologia se tornasse menores que os benefícios que elas podem trazer A vacinação da inglesa Margareth Keenan, de 90 anos, contra covid-19, em 8 de dezembro de 2020, marcou o início de um novo ciclo nas pesquisas de vacinas. A tecnologia do RNA mensageiro (mRNA), que “ensina” a célula a produzir proteínas e com isso gerar uma reação de anticorpos contra a espícula do coronavírus (a coroa) poderá levar a avanços na abordagem envolvendo doenças há décadas sem tratamento, como malária e dengue. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pontes quer estratégia nacional para produzir insumos

Valor Econômico - Finanças Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação defende investimento continuado em pesquisa para reduzir dependência do país O Brasil corre contra o tempo para ter uma vacina própria contra a covid-19. As duas vacinas em produção no país envolvem transferência de tecnologia, mas foram desenvolvidas em parceria com laboratórios estrangeiros e com Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) importado. A CoronaVac em produção no Instituto Butantan tem parceria com a chinesa Sinovac; e a vacina produzida na Fiocruz foi desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Universidades se engajam nas pesquisas sobre o coronavírus

Valor Econômico - Finanças País ocupa 11º lugar entre as nações que mais publicaram estudos sobre covid-19 em 2020 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dengue deve ter solução este ano

Valor Econômico - Finanças Dois projetos estão em andamento, o da farmacêutica global Takeda e o do Instituto Butantan O Brasil poderá contar com vacina contra a dengue ainda em 2021, se todas as etapas, incluindo a obtenção do registro da Anvisa, tiverem êxito. Dois projetos estão em andamento, o da farmacêutica global Takeda e o do Instituto Butantan. Com testes clínicos divulgados pela revista “The Lancet”, em julho do ano passado, realizados em 300 voluntários de 18 a 59 anos, entre 2015 e 2013, a vacina do Butantan apresentou bons resultados em relação à segurança. Uma dose foi suficiente para que os voluntários desenvolvessem resposta imunológica contra os quatro tipos de vírus da dengue. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Apesar de crise, IPOs podem captar R$ 50 bi

Valor Econômico - Finanças Volume é o que pode ser levantado nos próximos três meses, por 37 empresas que estão na fila Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Diversidade deve mexer com notas de bancos, segundo DBRS

Valor Econômico - Finanças Duas das seis mulheres que dirigem os maiores bancos da Europa estão na região nórdica As métricas para notas de crédito dos banco podem, em breve, depender mais da seriedade de como as instituições lidam com a igualdade de gênero, de acordo com a DBRS Morningstar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais