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Aumento do prêmio das LFTs tem impacto pouco relevante para a dívida, diz Tesouro

Valor Econômico - Finanças Títulos atrelados à Selic foram apelidados de "papéis da crise" por ser um instrumento natural para rolagem da dívida nos momentos de tensão no mercado O Tesouro Nacional disse nesta segunda-feira, em resposta ao Valor, que o aumento do prêmio cobrado por investidores nos títulos pós-fixados (LFTs) do governo “tem impacto pouco relevante” para o órgão. Seriam dois os principais motivos: “o prêmio maior só será utilizado como referência em novas emissões, sem nenhum impacto sobre o estoque da dívida; e ii) a despeito do aumento no nível de prêmio, o custo total para o Tesouro permanece no menor nível da série histórica”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Empresários ligados ao governo da Venezuela enviaram bilhões ao exterior, mostra investigação

Valor Econômico - Finanças Recursos foram movimentados com a ajuda de bancos nos EUA e na Europa e ocorreram mesmo quando a economia já dava sinais de colapso Empresários próximos ao governo de Hugo Chávez e seu sucessor na presidência da Venezuela, Nicolás Maduro, enviaram bilhões de dólares de dinheiro público ao exterior, mesmo quando a economia do país já dava sinais de colapso. As transações dos empresários chavistas foram publicadas pelo site “Poder 360” e fazem parte da megainvestigação coordenada pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) que revelou US$ 2 trilhões em operações suspeitas, envolvendo bancos de vários países, a partir de documentos vazados ao “BuzzFeed”. A revista “Época”, da Editora Globo, e a “Piauí” também fazem parte do trabalho que envolveu 400 jornalistas, de 88 países e 110 meios de comunicação. Segundo o “Poder 360”, os relatórios bancários secretos mostram como os chamados “boligarcas”, apelido irônico dado aos empresários ligados ao chavismo na Venezuela, movimentaram enormes quantidades de dinheiro público para fora do país. Parte dos recursos derivava de contratos assinados com os governos de Chávez e Maduro. Os documentos mostram, por exemplo, como Alejandro Ceballos Jimenez, um magnata de empresas de construção civil ligado ao chavismo, enviou ao menos US$ 116 milhões obtidos em contratos públicos para empresas offshore e contas bancárias de familiares. Ceballos Jimenez é apenas um dos sete magnatas que tiveram seus esquemas financeiros revelados em documentos entregues à FinCen, a agência do Departamento do Tesouro dos EUA responsável por investigar crimes financeiros. Os relatórios vazados, segundo o “Poder 360”, também mostram o papel desempenhado por bancos na Europa e nos EUA na movimentação de dinheiro para fora da Venezuela, apesar dos avisos frequentes de que as operações eram suspeitas. O Banco Espírito Santo, com sede em Portugal, teria transferido mais de US$ 100 milhões do governo da Venezuela para a família Ceballos. A movimentação ocorreu antes de a instituição ser dissolvida pelas autoridades de Portugal, que a investigam por lavagem de dinheiro. De acordo com a análise do ICIJ, outros grandes bancos mundiais, como o JPMorgan Chase e o Standard Chartered, também processaram transações questionáveis. Eles teriam atuado como bancos correspondentes, ligando pequenas instituições ao sistema financeiro global. Os dois bancos teriam reportado ao FinCen mais de US$ 4,8 milhões em transações suspeitas com ligações com a Venezuela. Quase 70% desse montante envolvia dinheiro público. Em declarações enviadas ao ICIJ e republicadas pelo “Poder 360”, o JPMorgan reconheceu que, no início da década, seu sistema para combater lavagem de dinheiro “precisava ser melhorado”. O banco, porém, disse que agora assumiu um papel de liderança na luta contra o crime financeiro. Já o Standard Chartered afirmou ter feito grandes investimentos no seu programa de conformidade e que passou por uma “transformação abrangente e positiva ao longo dos últimos anos”. Pixabay Veja Mais

Acesso Digital recebe aporte de R$ 580 milhões do Softbank e General Atlantic

Valor Econômico - Finanças Quase a totalidade do investimento é primário, ou seja, vai para o caixa da companhia brasileira de tecnologia voltada à identificação digital A Acesso Digital, companhia brasileira de tecnologia voltada à identificação digital, fechou um aporte de R$ 580 milhões liderado pelos fundos Softbank e General Atlantic. Quase a totalidade do investimento é primário, ou seja, vai para o caixa da empresa, que não divulga o percentual acionário vendido. A transação foi minoritária e sabe-se que a companhia foi avaliada em mais de R$ 1,1 bilhão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Doria promete vacina para toda população de São Paulo até fevereiro, diz portal

Valor Econômico - Finanças Estado participa do desenvolvimento de vacina contra covid-19 com um laboratório chinês O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta segunda-feira que os 46 milhões de habitantes do Estado de São Paulo serão vacinados contra a covid-19 até fevereiro do ano que vem. A afirmação foi feita em entrevista à imprensa no Palácio dos Bandeirantes, segundo o portal da revista Exame. “Aos brasileiros de São Paulo, garanto que teremos a vacina para atender a totalidade da população já no final deste ano e ao longo dos dois primeiros meses de 2021. Temos que, evidentemente, terminar esta terceira fase de testagem e esperamos que tudo ocorra bem”, afirmou o governador. Governador do Estado de São Paulo, João Doria Governo do Estado de SP São Paulo participa, por meio do Instituto Butantan, do desenvolvimento de uma vacina com o laboratório chinês Sinovac. Os testes estão na fase 3, a última antes da eventual comprovação da eficácia, e a expectativa é que esse processo dure até outubro. Com a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a imunização poderia começar já em dezembro. Segundo o portal Exame, o Butantan receberá, nos próximos dias, as primeiras 5 milhões de doses da vacina, e a expectativa é de que até dezembro o total importado chegue a 46 milhões de doses. Em 2021, um total de 100 milhões. O acordo com a Sinovac prevê, além da importação, a construção pelo governo paulista de uma fábrica com capacidade de produzir 120 milhões de doses da vacina. De acordo com a previsão feita pelo governo de São Paulo, as obras serão iniciadas em novembro deste ano e o projeto executivo já foi contratado. Veja Mais

Dívida nos EUA sobe a um ritmo recorde com gastos na pandemia

Valor Econômico - Finanças O total da dívida não financeira doméstica aumentou a uma taxa anual recorde, ajustada sazonalmente, de 25,3% no trimestre de abril a junho, para US$ 59,3 trilhões O peso da dívida sobre a economia dos EUA aumentou em um ritmo recorde no segundo trimestre, liderado pelos empréstimos do governo necessários para amortecer o golpe pandemia de covid-19, de acordo com um relatório do Federal Reserve divulgado nesta segunda-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fed muda estratégia de política, mas público não entende

Valor Econômico - Finanças “O discurso de Powell aparentemente não alcançou ou impactou a vasta maioria da população”, escreveu os professores Olivier Coibion, da Universidade do Texas, e Yuriy Gorodnichenko, da Universidade da Califórnia O Federal Reserve (Fed, banco central americano) espera que sua nova estratégia de política monetária, apresentada por seu chairman Jerome Powell em 27 de agosto em um discurso no Simpósio de Jackson Hole, a conferência mais visível da instituição, seja bem compreendida pelo público americano e o leve a acreditar que a inflação será mais alta no futuro, levando as pessoas a agir de acordo com essa expectativa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Democratas apresentam projeto de orçamento para evitar paralisação do governo

Valor Econômico - Finanças Republicanos reagiram ausência de previsão de recursos para auxílio de agricultores Democratas da Câmara dos Deputados apresentaram nesta segunda-feira um projeto de orçamento para garantir que o governo dos Estados Unidos tenha recursos suficientes para se financiar até 11 de dezembro, uma medida para evitar uma paralisação das atividades, conhecida como “shutdown”, antes das eleições de novembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Para o Google, LGPD é parte de evolução e não ruptura, diz presidente

Valor Econômico - Finanças Empresa já estava adaptada para lidar com legislação que entrou em vigor na sexta, disse Fabio Coelho na Live do Valor A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) não exigiu grandes adaptações do Google no Brasil, de acordo com o presidente da companhia, Fabio Coelho. A lei nº 13.709 foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro e entrou em vigor na última sexta-feira, mas Coelho diz que a empresa de tecnologia já estava adaptada para lidar com a legislação. “Ainda não percebemos grande mudança até porque nos adaptamos para ficar em conformidade com a LGPD no Brasil. Para o Google, a LGPD é parte de uma evolução constante e não uma ruptura”, disse Coelho na Live do Valor desta segunda-feira. Esse preparo veio da experiência prévia da empresa com legislações semelhantes em outros lugares do mundo, como na Europa e na Califórnia. O Google atualizou a política de dados, criou páginas de ajuda e formulários para as pessoas solicitarem informações sobre seus dados. “Privacidade tem que estar no centro de tudo que fazemos e o usuário tem que estar no controle de suas informações sempre.” Coelho argumenta que, no caso da publicidade digital, a segmentação torna a comunicação mais efetiva, mas diz que o usuário tem o poder de decidir quais dados quer compartilhar. “Na prática, a publicidade vai continuar sendo apresentada, mas sem segmentação”, diz ele, contando que a pessoa pode desativar todas as soluções que ajudam a apresentar anúncios mais relevantes ou decidir que seus dados sejam excluídos automaticamente de seis em seis meses, o que ela preferir. “Nosso objetivo é continuar sendo mais útil e mais relevante para os usuários. E, com isso, a gente precisa cada vez mais de menos informação.” Para as empresas que precisam se adequar à nova legislação, ele aconselha a colocar o consumidor em primeiro lugar e oferecer controle e transparência sobre o uso dos dados. “Fico feliz de ter um tempo para se adaptarem ou, se fosse criada uma regulamentação muito restrita de uma hora para outra, inibiria a inovação”, aponta. Reprodução/Youtube Veja Mais

Comissário diz que UE quer compromisso claro do Mercosul sobre sustentabilidade

Valor Econômico - Finanças Segundo Valdis Dombrovski, a União Europeia busca um claro engajamento dos países do Mercosul sobre a parte de sustentabilidade ambiental do acordo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Compra da Conbras pela Top Service é aprovada pelo Cade

Valor Econômico - Finanças Foi constatado que a operação envolve menos de 20% do setor da companhia vendedora no Brasil A empresa Top Service obteve autorização da Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para adquirir quotas representativas de 100% do capital social da empresa Conbras Serviços Técnicos de Suporte. A Top Service desenvolve atividades de prestação de serviços de vigilância patrimonial. Já a vendedora está no setor de prestação e gestão de serviços de recursos humanos, exercendo atividades de gestão, planejamento, operação, limpeza e manutenção nos setores imobiliário, comercial e industrial. A Conbras faturou mais de R$ 75 milhões, em 2019, e por isso teve que notificar esse negócio ao Cade. Formalmente, foi identificado que a Conbras é detida pela empresa Babcock Project Services Limited e que a operação dela se justifica devido à sua consolidação no mercado de prestação e gestão de serviços de recursos humanos, tendo em vista que as atividades envolvidas apresentam grandes sinergias com os setores atualmente atendidos pelas demais empresas deste grupo. Logo, para a companhia vendedora esse negócio representa oportunidade de desinvestimento nos setores em que ela atua. A tarefa da Superintendência foi a de verificar como esse negócio poderá afetar a competitividade. Diante disso foi constatado que essa operação envolve menos de 20% deste setor da companhia vendedora no Brasil. Assim, foi dado aval a esse negócio. “A presente operação pode ser aprovada sob o rito sumário”, concluiu esse órgão antitruste. Veja Mais

Itália aprova redução do número de parlamentares, diz boca de urna

Valor Econômico - Finanças Segundo a pesquisa, até 64% dos eleitores disseram “sim” à reforma constitucional em referendo Uma pesquisa de boca de urna divulgada nesta segunda-feira indica que os italianos aprovaram, em referendo realizado no domingo, a redução em um terço do número de deputados e senadores do país. Segundo a pesquisa, divulgada pela emissora RAI, entre 60% e 64% dos eleitores disseram “sim” à reforma constitucional para reduzir o número de parlamentares. Caso o resultado se confirme, o número de parlamentares cairá de 945 para 600 - no Senado, a redução será de 315 para 200; na Câmara, de 630 para 400. Sessão do Senado italiano - Parlamento da Itália Reprodução / Instagram A redução era uma das principais bandeiras do Movimento 5 Estrelas (M5S), que faz parte da coalizão governista e foi responsável por apresentar o projeto votado em referendo. A pesquisa também aponta que blocos de direita venceram ao menos três das sete eleições regionais realizadas em paralelo ao referendo. A esquerda, porém, deve continuar no poder na Toscana, impedindo uma vitória da Liga, de extrema-direita, liderada por Matteo Salvini. Liga e M5S eram aliados até 2019, mas a coalizão foi rompida após uma crise provocada por Salvini, que, na época, exigiu a convocação de eleições antecipadas. O MS5, então, uniu-se ao Partido Democrático, de centro-esquerda, em um acordo para manter Giuseppe Conte, indicado pelo partido, como primeiro-ministro. Veja Mais

Solução para mudanças climáticas não depende só do Brasil, diz ministro da Ciência

Valor Econômico - Finanças Marcos Pontes atribuiu as queimadas nas florestas brasileiras a fenômenos naturais Jorge William/Agência O Globo O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse que a solução para as mudanças climáticas e o aquecimento global "é uma responsabilidade do planeta inteiro, e não algo só do Brasil". Ele discursou em audiência pública promovida nesta segunda-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a gestão do Fundo Clima. Assim como o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, Pontes atribuiu as queimadas nas florestas brasileiras aos fenômenos naturais, e não a uma omissão do governo como alegam os partidos que impetraram a ação no Supremo. "Logicamente, o aumento da temperatura do planeta causa uma melhor condição para que existam queimadas, ou seja, propicia um número maior de focos de incêndio no planeta inteiro, assim como a própria meteorologia, fenômenos como o El Niño, também interferem nos períodos de chuva e na maior incidência de queimadas", disse. Segundo ele, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que queimadas são sazonais, variando seus índices conforme períodos de maior e menor precipitação, e tendo em conta o aumento da temperatura média do planeta entre os séculos 20 e 21. O ministro afirmou que o Inpe foi recentemente reestruturado para abarcar projetos estratégicos de monitoramento ambiental e que a ideia é "conseguir mais financiamento" para essas ações - uma das prioridades é o incentivo à bioeconomia, isto é, à fabricação de produtos em pequena escala a partir de ativos da Amazônia. "O governo tem intensificado as ações de monitoramento e desenvolvimento sustentável destinadas à mitigação e adaptação à mudança do clima e seus efeitos, à melhoria da qualidade de vida da população e à garantia da soberania e da preservação da Amazônia Legal", concluiu. Veja Mais

Sem mostrar provas, Heleno diz que 'interesses ocultos' querem prejudicar o Brasil e derrubar Bolsonaro

Valor Econômico - Finanças O ministro do Gabinete de Segurança Institucional não citou nomes das supostas pessoas e entidades envolvidas Agência Brasil Sem apresentar provas, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, disse nesta segunda-feira durante debate sobre o Fundo Clima que há “interesses ocultos” de Nações, entidades e personalidades em “prejudicar o Brasil e derrubar o governo Bolsonaro”. Sem citar nomes das supostas pessoas e entidades envolvidas, também acusou sem provas ONGs de utilizarem dados falsos para apresentar o Brasil ao mundo como vilão do desmatamento e aquecimento global. “Não podemos admitir e incentivar que nações, entidades e personalidades estrangeiras sem passado que lhes dê autoridade moral para nos criticar tenham sucesso no seu objetivo principal, obviamente oculto, mas evidentemente claro para os menos inocentes, que é prejudicar o Brasil e derrubar o governo Bolsonaro”, afirmou. Heleno é um dos representantes do governo federal em audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para debater o funcionamento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo do Clima). O debate ocorre no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 708, que questiona a suposta falta de providências do governo de Jair Bolsonaro para o funcionamento do Fundo Clima. Embora tenha admitido a necessidade de aperfeiçoar os meios para combate a ilegalidades, Heleno criticou países da Europa que criticam o Brasil e, no entendimento dele, não são exemplo de preservação do Meio Ambiente. Acrescentou que há ligação de “potências estrangeiras” e entidades não governamentais com objetivo de prejudicar o Brasil. “As ONGs têm por trás potências estrangeiras para nos apresentarem ao mundo como vilões do desmatamento e do aquecimento do planeta. Pior, usam argumentos falsos, números fabricados e manipulados e acusações infundadas para prejudicar o Brasil. É preciso deixar claro que a Amazônia brasileira nos pertence, e nos foi legada grandiosa e cobiçada graças ao heroísmo e obstinação de nossos antepassados”, afirmou. O ministro também questionou informações sobre aquecimento global, disse que há "teses antagônicas entre cientistas famosos". Para Heleno, o aumento de incêndios nas florestas brasileiras está ligados a “fenômenos naturais”. “É importante ressaltar que o assunto é altamente polêmico. Não há comprovação científica de que o aumento de incêndio nas florestas primárias decorra de inação do governo federal. Na verdade, elas têm a ver com fenômenos naturais, cuja ação humana é incapaz de impedir”, finalizou. Veja Mais

CSN atualiza projeções financeiras para 2020

Valor Econômico - Finanças Empresa espera Ebitda ajustado de R$ 9,75 bilhões no calendário, alta de 34,5% perante um ano antes A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou nesta segunda-feira que atualizou suas projeções financeiras para o fechamento do ano de 2020. Nos novos números divulgados, a companhia projeta um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações, na sigla em inglês) ajustado de aproximadamente R$ 9,75 bilhões em 2020, que seria uma alta de 34,5% ante 2019. A companhia projetou que a alavancagem será na proporção de 2,99 vezes a razão dívida líquida dividida pelo Ebitda ajustado no fim de 2020. Divulgação | CSN Além disso, também divulgou que pretende investir em imobilizado R$ 1,5 bilhão no acumulado deste ano. Para lembrar, o Ebitda ajustado do ano de 2019 totalizou R$ 7,25 bilhões, tendo sido 24% maior do que o de 2018, que somou R$ 5,89 bilhões. Se a projeção para 2020 se concretizar, será uma alta de 34,4%. No que se refere a relação dívida líquida pelo Ebitda ajustado, a relação ao fim de 2019 estava em 3,74 vezes, e em 2018 estava em 4,55 vezes. CSN Mineração O conselho de administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou, em reunião realizada no dia 18 de setembro, o novo plano de negócios da controlada CSN Mineração e a realização de uma oferta pública inicial de ações da controlada, tendo em vista a expansão para exploração do potencial de reservas e recursos da companhia. Veja Mais

Alpargatas vende operação da Mizuno no Brasil à Vulcabras Azaleia por R$ 200 milhões

Valor Econômico - Finanças Mizuno está presente no Brasil há mais de 20 anos e faturou aproximadamente R$ 444 milhões em 2019 A Alpargatas, dona das marcas Havaianas e Osklen, assinou um contrato de compra e venda de 100% da operação da Mizuno no Brasil para Vulcabras Azaleia. O negócio foi avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões. A operação inclui os ativos, excluindo ativos industriais, e as atividades de comercialização dos produtos Mizuno, incluindo os canais de comércio eletrônico e as lojas da marca. O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a separação da unidade de negócio em uma nova empresa, a assinatura entre Vulcabras Azaleia e Mizuno Corporation de um contrato de distribuição e a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Reprodução/Facebook Mizuno A Alpargatas informou em fato relevante que a Vulcabras Azaleia vai pagar R$ 32,5 milhões da seguinte forma: R$ 10 milhões até o fechamento da operação e o valor restante até cinco dias úteis após a determinação do valor final. O valor final será ajustado pelo estoque a ser apurado no momento do fechamento da operação. Os recebíveis não serão transferidos para a Vulcabras Azaleia. De acordo com a Alpargatas, a operação está em linha com seu plano estratégico de acelerar o crescimento por meio de investimentos em tecnologia e inovação, priorizando a expansão global, digital e de portfólio das marcas Havaianas e Osklen. A Alpargatas informou ainda que, após o fechamento do negócio, as unidades fabris que produzem Mizuno serão remodeladas e reestruturadas para que estejam preparadas para atender o crescimento de Havaianas em chinelos e novos segmentos. A Mizuno está presente no Brasil há mais de 20 anos e faturou aproximadamente R$ 444 milhões em 2019. “Adquirimos a robusta operação da Mizuno no Brasil para ampliar ainda mais a nossa relevância no segmento de artigos esportivos. Colocaremos à disposição das nossas marcas Mizuno, Under Armour e Olympikus o maior Centro de Desenvolvimento e Tecnologia da América Latina e uma moderna fábrica, capaz de produzir qualquer tênis do mundo”, afirmou em comunicado Pedro Bartelle, executivo da Vulcabras. Veja Mais

EUA liberam mais US$ 13 bi para agricultores compensarem reflexos negativos da pandemia

Valor Econômico - Finanças Apoio a produtores rurais cresceu em diversos países O governo dos Estados Unidos vai liberar US$ 13 bilhões adicionais para os agricultores do país compensarem reflexos negativos provocados pela pandemia da covid-19. O anúncio foi feito por Donald Trump na quinta-feira passada em comício no Wisconsin, num sinal de particular preocupação do presidente com a situação dos produtores antes da eleição presidencial de 3 de novembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ouro opera em queda com avanço do dólar

Valor Econômico - Finanças Pano de fundo é a preocupação com o aumento de casos de covid-19 na Europa, entre outros pontos Apesar da aversão ao risco nos mercados internacionais, que aumenta a demanda por ativos de segurança nesta manhã de segunda-feira, o ouro opera em queda, muito influenciado pela alta do dólar, normalmente muito demandado em dias de tensão nos mercados, como hoje. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Executivos de turismo estão hesitantes nas previsões sobre fim da pandemia

Valor Econômico - Finanças Recrudescimento de casos de covid-19 e dúvidas sobre a vacina dificultam a previsibilidade Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mercado melhora projeção para queda do PIB em 2020

Valor Econômico - Finanças A mediana das projeções no Boletim Focus subiu de -5,11% para -5,05% Sergio Souza/Unsplash A mediana das projeções do mercado para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020 voltou a subir, de -5,11% para -5,05%, no Boletim Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira com estimativas coletadas até o fim da semana passada, vindo de um piso de -6,54% atingido no fim de junho. Para 2021, o ponto-médio das expectativas manteve-se em 3,50%, com algumas casas apostando na recuperação de parte das perdas deste ano no próximo. Inflação A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2020 subiu de 1,94% para 1,99%. Para 2021, o ponto-médio das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) manteve-se em 3,01%. Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial subiu de 1,95% para 2,05% em 2020 e permaneceu em 3,20% para 2021. A meta de inflação a ser perseguida pelo BC é de 4,00% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% para 2022, sempre com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Juros A mediana das estimativas para a taxa básica de juros no fim de 2020 manteve-se em 2,00% ao ano tanto na estimativa que inclui todo o mercado quanto entre os Top 5. Para 2021, a projeção para a Selic permaneceu em 2,50% ao ano entre os economistas em geral e 2,00% ao ano entre os campeões de acertos. Dólar A mediana das projeções para o dólar no fim de 2020 entre o Top 5 voltou a cair, de R$ 5,34 para R$ 5,30. Para 2021, o ponto-médio das projeções subiu permaneceu em R$ 5,10 entre os campeões de acertos. Entre os economistas em geral, a expectativa permaneceu em R$ 5,25 para o fim de 2020 e R$ 5,00 no encerramento de 2021. Veja Mais

Wilson Witzel criou 'rachadinha da Saúde' com sete prefeituras, diz PGR

Valor Econômico - Finanças A Procuradoria-Geral da República apontou mais um suposto esquema para desviar dinheiro público da Saúde do Rio, durante a gestão do governador afastado Foto Gabriel Monteiro/ Agência O Globo A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou mais um suposto esquema para desviar dinheiro público da Saúde do Rio, durante a gestão do governador afastado Wilson Witzel e do ex-secretário Edmar Santos, em que teria sido instituída uma espécie de “rachadinha” de repasses do Fundo Estadual de Saúde a sete prefeituras. Do total transferido para esses municípios, o grupo receberia de volta 10% do valor. A modalidade de desvio foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) na segunda denúncia em que aponta Witzel como líder da organização criminosa. O plano executado pelo ex-secretário e agora delator Edmar Santos foi detalhado pelo empresário Edson Torres, apontado como operador financeiro do grupo. O empresário compareceu de forma voluntária ao MPF, após a deflagração da Operação Tris in Idem, que culminou no afastamento de Witzel. Segundo Torres, a Secretaria Estadual de Saúde planejou transferir R$ 600 milhões aos fundos municipais de Saúde, para que o montante entrasse no cálculo do valor mínimo constitucional a ser aplicado na área. Em tese, a divisão dos recursos seria feita pelo tamanho da cidade, mas isso não foi respeitado em todos os casos. Segundo a denúncia, a intenção seria superfaturar obras em algumas cidades para que o lucro fosse revertido para o núcleo comandado pelo Pastor Everaldo. Torres narra que ele e outros integrantes do grupo participaram de reuniões sobre a destinação de verbas para Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi e Itaboraí. Afirmou ainda, em seu depoimento, que as prefeituras de Magé, Saquarema e São Gonçalo também retornaram valores ao grupo. Sem citar nomes, conta que parte do valor era recolhido junto aos prefeitos ou a alguém indicado por eles. A escolha das cidades, segundo Torres, partia de quatro núcleos: o seu grupo, o Palácio Guanabara, deputados da Assembleia Legislativa do Rio e Edmar Santos. “Houve também ajustes de pagamento de vantagem indevida, devendo o gestor do município agraciado com a verba devolver parte do valor para o grupo que o direcionou. Em Petrópolis, São João de Meriti, Paracambi e Itaboraí houve o ajuste de retorno de valores de 10% para o grupo. O valor era recolhido junto aos prefeitos, ou a quem eles indicavam, por Pedro Osório, que entregava o dinheiro para o Edson Torres ou para Pastor Everaldo. Além destes municípios, também foram recolhidos valores nas cidades de Magé, Saquarema e São Gonçalo. Nesses três municípios, o recolhimento foi feito por pessoa de nome Leandro Pinto Coccaro, empresário na área de medicamentos” diz Edson Torres. Em sua delação premiada, Edmar Santos confirma o esquema. Ele detalha que, além dos recursos de Fundo Estadual de Saúde, foi criado uma outra fonte de pagamento, já que a primeira só poderia ser realizada após a compra ou a realização de obra pelo município. Santos diz que partiu dele e sua equipe a ideia de criar o Finansus, com um orçamento de R$ 2 bilhões, em que os repasses pudessem ser feitos para custear gastos futuros. Já Wilson Witzel é citado por Edmar Santos por ter indicado um outro município para receber repasses do Fundo Estadual de Saúde. O escolhido pelo então governador seria Duque de Caxias, pela proximidade do prefeito Washington Reis com o empresário Mário Peixoto. Santos narra uma reunião, em que, por exigência de Witzel, todos os presentes deveriam deixar os celulares e relógios smarts fora da sala, onde o governador pediu para serem repassados à prefeitura R$ 50 milhões. Um mês antes desse encontro, Edmar conta que recebeu um pedido de repasse a Caxias do mesmo valor pelo empresário Edson Torres. “O colaborador não teve dúvidas quanto ao referido ajuste ilícito, uma vez que a informação a respeito dos valores a serem repassados ao Município de Duque de Caxias lhe foi inicialmente passada pelo empresário Edson Torres e, em um segundo momento, confirmada exatamente pelo governador Wilson Witzel, em reunião no Palácio Laranjeiras em dezembro de 2019”, diz trecho da denúncia do MPF. O valor desviado, nesse caso, já teria uma função: adquirir uma rádio para ganhos políticos nas eleições. Procurada, a Secretaria Estadual de Saúde afirmou que todos os contratos, convênios e repasses feitos anteriormente estão sendo revisados pela pasta, em conjunto com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e a Controladoria Geral do Estado (PGE). Informou ainda que estão sendo tomadas as medidas cabíveis com a finalidade de ressarcimento de valores já pagos pelo estado. Witzel nega que pediu ou recebeu vantagem indevidas. A defesa do Pastor Everaldo diz que ele nunca fez parte de nenhum grupo criminoso e que suas empresas não prestaram serviço ao governo do estado. A prefeitura de Caxias afirma que Washington Reis não é réu na ação penal e que sua relação com empresários e políticos é pautada por “intenso republicanismo”. A prefeitura de Petrópolis diz não ter cometido nenhum tipo de irregularidade. A prefeitura de Magé diz desconhecer a denúncia e não compactuar com esquemas ilícitos. A Secretaria de Saúde de Paracambi afirma desconhecer a denúncia e que os recursos recebidos por meio do Fundo Estadual de Saúde estão devidamente descritos nos Portais da Transparência. A Prefeitura de São Gonçalo nega qualquer envolvimento na denúncia. Os demais citados não responderam os contatos ou não foram encontrados pela reportagem do jornal "O Globo". Veja Mais

Bolsas asiáticas fecham queda e sinalizam apreensão com aumento de casos da covid-19

Valor Econômico - Finanças Investidores asiáticos entraram em modo de espera após o fechamento negativo na última sexta-feira nas bolsas americanas As principais bolsas asiáticas fecharam em queda nesta segunda-feira, enquanto o aumento de casos de covid-19 na Europa traz preocupação. Os investidores asiáticos entraram em modo de espera após o fechamento negativo na última sexta-feira nas bolsas americanas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fundação Tênis reforça vínculo com jovens no Sul

Valor Econômico - Finanças Organização já doou o equivalente a 70 toneladas de alimentos A Fundação Tênis, organização não governamental que realiza um programa social e educativo por meio do esporte, fez em setembro a quinta recarga de cartões de alimentação para seus mais de mil alunos. Desde o início do isolamento social, a instituição doou o equivalente a 70 toneladas de alimentos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Movimento falimentar

Valor Econômico - Finanças Falências Requeridas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Apps chineses têm novos capítulos nos EUA

Valor Econômico - Finanças Enquanto WeChat é mantido no ar por decisão judicial, acordo de compra abre caminho para TikTok O destino do TikTok e do WeChat nos Estados Unidos, onde os dois aplicativos chineses enfrentam forte resistência do governo americano, teve desdobramentos importantes no fim de semana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Interesse renovado em saúde impulsiona Nestlé, diz CEO

Valor Econômico - Finanças Companhia investe em aquisições para ampliar portfólio com suplementos alimentares, vitaminas e antialérgicos A Nestlé espera que as vendas de sua divisão de nutrição e saúde dobrem em relação ao nível de cinco anos atrás, em meio à expansão da empresa suíça em suplementos personalizados e tratamentos de alergias, disse o diretor-presidente do grupo, Mark Schneider. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Reino Unido planeja restringir funcionamento de pubs para conter covid-19

Valor Econômico - Finanças Centro Conjunto de Biossegurança elevou a ameaça da covid-19 do nível 3 para o 4 O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, deverá anunciar limitações ao funcionamento de pubs na Inglaterra. Segundo o jornal britânico “Financial Times”, os pubs deverão fechar às 22h para tentar controlar a disseminação da covid-19 sem infringir novos danos à economia do país. O anúncio de Johnson, na terça-feira, será uma resposta aos alertas feitos nesta segunda por conselheiros médicos do governo britânico, que projetam até 50 mil casos diários da doença no Reino Unido em outubro se medidas urgentes não forem adotadas. Matt Dunham/AP Photo Depois do alerta, o Centro Conjunto de Biossegurança elevou a ameaça da covid-19 do nível três para o quatro, que significa que a transmissão da doença é alta ou está aumentando de forma exponencial no Reino Unido. Na semana passada, Johnson e o ministro da Saúde, Matt Hancock, não descartaram a hipótese de decretar um novo confinamento nacional para combater a covid-19. Para o primeiro-ministro, uma segunda onda de casos é “inevitável”. As autoridades estão especialmente preocupadas por já preverem uma piora da situação durante o inverno europeu, que começa em dezembro. Conselheiros de Johnson disseram que o vírus pode avançar de forma descontrolada se nada for feito. Segundo o “FT”, Johnson conversou com os líderes de Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte sobre as novas medidas que serão anunciadas para enfrentar o novo surto de casos de covid-19. Mais de 13 milhões de britânicos já estão sob algum tipo de restrição para combater a propagação do vírus. Veja Mais

Flávio Bolsonaro não comparece à acareação no MPF com empresário Paulo Marinho

Valor Econômico - Finanças O ato serviria para confrontar falas conflitantes a respeito de suposto vazamento de informações sigilosas sobre "Operação Furna da Onça" O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) não compareceu, nesta segunda-feira (21), à acareação, marcada pelo Ministério Público Federal (MPF), entre ele e o empresário Paulo Marinho. A informação foi confirmada no fim da tarde de hoje pelo Procurador da República Eduardo Benones. O ato serviria para confrontar falas conflitantes a respeito de suposto vazamento de informações sigilosas sobre "Operação Furna da Onça", deflagrada em 2018 pela Polícia Federal (PF), que investigava possível esquema de corrupção envolvendo empresários e parlamentares do Rio. Benones é responsável pelo caso que apura o suposto vazamento. O procurador informou à imprensa que comprovou, em juízo, a presença de Marinho na acareação e a ausência de Flávio Bolsonaro. Agora, o procurador vai pedir a verificação de documentação sobre a justificativa da ausência do senador ao ato. "Em não havendo, tomaremos providências cabíveis" disse, sem detalhar quais seriam as ações. Ao ser questionado se a acareação poderia ser virtual e não presencial, devido à atual pandemia por covid-19, Benones foi taxativo. "Eu acho que precisa ser pessoalmente não pode ser virtual" disse. Na prática, o procurador esclareceu que quando as visões de dois depoentes são totalmente conflitantes, com divergências substanciais e não apenas circunstanciais, o ato de acareação precisa ser feito pessoalmente, em seu entendimento. Em maio, Marinho deu entrevista ao jornal “Folha de S.Paulo” informando que ouviu de Flavio relato que a operação da PF teria sido comunicada, com antecedência, a membros da equipe do parlamentar por agente policial. O senador nega. Outro aspecto mencionado por Benones, em sua fala à imprensa, é que, em sua análise, nenhum dos dois participantes de ato de acareação poderia, em seu entendimento, escolher hora e local — mesmo que tenham foro privilegiado. "Por exemplo, se eu for fazer acareação com duas pessoas que tenham foro. Qual seria a escolha?" perguntou ele, ressaltando que o foro privilegiado não pode ser usado como justificativa nesse caso. No MPF do Rio nesta segunda-feira, Marinho afirmou à imprensa que, em sua análise, o caso poderia ser melhor esclarecido com investigação de celulares de assessores do parlamentar, e se houve comunicação, via telefone celular, entre esses e algum agente da PF na ocasião. "Não sei se ele [Flávio Bolsonaro] está mentindo. Mas eu sei que eu estou falando a verdade" frisou o empresário, à imprensa que o aguardava do lado de fora da representação do MPF, no Rio de Janeiro. Procurada para falar sobre o tema, a assessoria do senador informou que o político encontra-se em Manaus (AM) nessa segunda-feira e não iria ao depoimento. A assessoria disse estar verificando nova data para o ato de acareação. A assessoria do senador pediu que a acareação fosse remarcada para o dia 5 de outubro. Veja Mais

Após "aventura" com Renan Calheiros, PT deve apoiar reeleição de Alcolumbre no Senado

Valor Econômico - Finanças Respaldo à manutenção do senador do DEM no cargo é praticamente um consenso na bancada do partido Além do apoio do governo à sua reeleição, explicitado pelas posições da AGU e da PGR, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também terá respaldo de uma parcela importante da oposição, mais notadamente do PT. O respaldo a Alcolumbre é praticamente um consenso na bancada do partido. Nas palavras de um interlocutor, não há qualquer resistência dentro da legenda à permanência do presidente do Senado no cargo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsonaro defenderá política ambiental e condução da pandemia na ONU

Valor Econômico - Finanças Presidente usará o discurso na Assembleia-Geral, nesta terça-feira, para tentar tirar do Brasil a pecha de vilão internacional do meio ambiente Em seu discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas, o presidente Jair Bolsonaro fará uma defesa da política ambiental de seu governo e da condução que ele deu à pandemia, que em ambos os casos o transformou em alvo de críticas internas e externas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Após cair 5% na abertura, ação da Cury sobe 2,5%, a R$ 9,60, na estreia na B3

Valor Econômico - Finanças Oferta pública de ações da construtora arrecadou R$ 977,5 milhões na última quinta-feira As ações da construtora e incorporadora Cury viraram e passaram a subir 2,5%, a R$ 9,60, após abrir esta segunda-feira em queda de 5% e chegar a perder até 6,7% ante o valor de abertura de R$ 9,35, no primeiro dia de negociações da companhia na B3. A oferta pública de ações da companhia arrecadou R$ 977,5 milhões na última quinta-feira (17). O valor ficou abaixo da faixa indicativa, que era entre R$ 11 e R$ 14,30. Do total captado, R$ 170 milhões vão para o caixa da empresa. Foi a quinta companhia no último mês a reduzir o piso da faixa para viabilizar a oferta — Pague Menos, Lavvi, JSL Logística e Plano&Plano fizeram o mesmo. Julio Bittencourt/Valor Veja Mais

Internações caem, mas mortes e casos por covid-19 crescem em SP

Valor Econômico - Finanças Entre 13 e 19 de setembro, houve queda de 3% no número de novas internações na comparação com a semana anterior Pela nona semana consecutiva, o estado de São Paulo vem registrando queda no número de novas internações por covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus]. Na 38ª Semana Epidemiológica, entre 13 e 19 de setembro, houve queda de 3% no número de novas internações na comparação com a semana anterior. No entanto, nesta mesma semana, o estado observou um pequeno crescimento no número de mortes e de casos confirmados na comparação com a semana anterior. Andre Penner/AP Entre os dias 13 e 19 de setembro, o estado registrou 1.360 novas mortes, média móvel de 194 óbitos por dia, acima do que foi anotado na semana anterior (37ª Semana Epidemiológica), quando houve 1.254 novas mortes, com média móvel de 179 óbitos por dia. A média móvel é calculada somando o número de casos da semana e dividindo pelo total de dias. Quanto aos casos, o estado contabilizou 40.983 casos confirmados na 38ª Semana Epidemiológica, média móvel de 5.855 ocorrências por dia, também pouco acima do que foi anotado na semana anterior, quando houve 37.605 novos casos, com média móvel de 5.372 casos por dia. Isso interrompeu uma sequência de quedas. São Paulo vinha tendo queda de óbitos há cinco semanas e, de casos, há duas semanas. Segundo o Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, uma das hipóteses para o crescimento do número de casos e de óbitos é um possível represamento de dados ocorrido no feriado de 7 de setembro e os fins de semana. Mas o centro investiga também se o aumento não foi provocado por aglomerações nas praias, parques e bares durante o feriado prolongado de 7 de setembro, período que fez muito calor em todo o estado. “Esse dado do aumento de óbitos infelizmente interrompeu uma sequência de quedas. E deve ser olhado com muita atenção. Mas não podemos fazer relação direta ainda de causa e efeito ou se esses óbitos têm alguma relação com o aumento de aglomerações que tivemos no feriado”, disse hoje (21) João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência. O que chama a atenção do centro é que, apesar do aumento de óbitos e de casos, não foi verificado aumento de internações, indicador que ajuda a demonstrar o atual estágio da pandemia. “É relevante considerar que, mesmo tendo piora nesse indicador [de mortes], o número de internações continuou caindo, o que é um bom sinal. Claro que preocupa. Mas não há possibilidade de fazermos uma relação direta entre o período em que houve a aglomeração com a piora que ocorreu esta semana. Temos que avaliar isso por mais tempo. Nessa próxima semana vamos ficar muito atentos com o monitoramento de dados para ver se existe alguma relação de caso e efeito”, afirmou Gabbard “Ao longo da semana, entenderemos se isso foi fruto desse represamento ou se estamos incrementando essas estatísticas”, reforçou Jean Gorinchteyn, secretário estadual da Saúde. O Centro de Contingência continua alertando as pessoas para que evitem aglomerações e que mantenham as recomendações sanitárias como a de uso obrigatório de máscaras fora de casa. Balanço Segundo balanço divulgado hoje pela Secretaria estadual da Saúde de São Paulo, o estado somou 2.032 novos casos e 32 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, totalizando agora 937.332 casos confirmados e 33.984 mortes pela doença desde o início da pandemia. Dos casos diagnosticados, 803.994 pessoas estão recuperadas, sendo 103.141 delas após internação. Há 3.945 pessoas internadas em estado grave no estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 5.127 pessoas internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) de todo o estado está em 47,7%, enquanto na Grande São Paulo ela situa-se em 47%, taxas mais baixas desde o início da pandemia. Veja Mais

INSS terá todos peritos médicos de volta em ‘muito pouco tempo’, diz Rolim

Valor Econômico - Finanças Médicos alegaram falta de condições para retornarem ao trabalho com a reabertura das agências Grande parte dos peritos médicos voltou hoje às agências e “em muito pouco tempo” o restante também deve retomar as atividades, disse há pouco o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, ao Valor. “Acredito que em todas as agências com inspeção os peritos vão voltar. Já estão voltando hoje em grande parte delas e acredito que rapidamente, na medida em que a nova subsecretária [Filomena Maria Bastos Gomes] toma posse, vai começar a ter um controle maior sobre a situação. É questão de muito pouco tempo para que todas essas agências tenham peritos médicos trabalhando”, afirmou. Na semana passada, o INSS deu início ao retorno gradual do atendimento presencial nas agências, mas os peritos médicos não retornaram, alegando falta de condições de segurança diante da pandemia. Em meio à disputa com a Associação Nacional dos Médicos Peritos (ANMP), o governo fez trocas no comando da Subsecretaria da Perícia Médica Federal e, na sexta-feira, Filomena Maria Bastos Gomes foi nomeada para o cargo. O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, diz que grande parte dos peritos já voltou Geraldo Magela/Geraldo Magela/Agência Senado Também na sexta, o Ministério da Economia publicou uma convocação para que peritos médicos e supervisores periciais retornassem imediatamente ao atendimento presencial. Ontem, em entrevista à GloboNews, Rolim disse que os profissionais mentem ao dizer que faltam condições seguras para o retorno. Rolim disse que em São Paulo, por exemplo, os peritos não retomaram o atendimento em vários locais. Inclusive em cidades em que a antiga direção da subsecretaria já tinha atestado que as agências estavam aptas à prestação do serviço, disse, citando as cidades de São José dos Campos e Taubaté como exemplo. “Nesses dois casos, eles [peritos] não foram por orientação do sindicato deles, a ANMP. O que mostra que é uma greve disfarçada.” Desde a semana passada, o governo entende que 150 agências estão prontas para o retorno das perícias. Novas inspeções foram realizadas na sexta-feira e, a partir de amanhã, esse número sobe para 174. Outras inspeções serão realizadas durante a semana, afirmou Rolim. A expectativa, explicou o presidente, é que, ao longo das próximas semanas, de 300 a 400 agências estejam abertas no país para realização de perícias médicas. “Não posso dizer quando, dentro de 30, 60 dias mais ou menos, porque a gente está fazendo as adaptações.” Hoje, há potencialmente 600 mil pessoas aguardando a perícia porque tiveram a antecipação do auxílio-doença negada. Além disso, há outros 500 mil pedidos de Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência que em breve se somarão efetivamente à fila dos peritos, explicou Rolim. Esses requerimentos aguardam adaptação do sistema do governo à portaria publicada na semana passada, que, segundo Rolim, deve acelerar a análise dos processos quando implementada. Veja Mais

Havan testa piso de R$ 70 bilhões de valor de mercado em IPO

Valor Econômico - Finanças Apesar de não ser um número definido pelos bancos, a ambição de Luciano Hang é estrear valendo R$ 100 bilhões A varejista Havan vai divulgar nas próximas semanas a faixa indicativa de preço por ação que vai buscar em sua oferta pública inicial (IPO). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsas operam em forte queda em NY com aversão a risco global e cena política nos EUA

Valor Econômico - Finanças Índice conhecido como termômetro do medo de Wall Street volta a disparar Os índices acionários em Nova York seguem seus pares globais nesta segunda-feira e iniciam o dia com perdas consistentes. O índice de volatilidade do S&P 500, o VIX, dispara 20% e opera novamente na casa dos 30 pontos. A aversão a ativos de risco hoje é atribuída ao crescimento de casos de covid-19 em diversas regiões do mundo, a reportagens que apontam que grandes instituições financeiras globais mantiveram negócios com clientes suspeitos de lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas e à morte da juíza da Suprema Corte americana Ruth Bader Ginsburg, que deve desencadear uma forte disputa política sobre a nomeação de seu sucessor, complicando ainda mais o cenário para a aprovação de um novo pacote de estímulo fiscal nos EUA. Perto das 12h, na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones operava em queda de 2,90%, aos 26.856,18 pontos, enquanto o S&P 500 recuava 2,33%, aos 3.242,23 pontos. O índice eletrônico Nasdaq cedia 2,03%, aos 10.574,51 pontos. Richard Drew/AP As ações de empresas do setor financeiro operam em forte queda nesta segunda-feira, após o site de notícias americano BuzzFeed News e o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos terem divulgado milhares de documentos que indicam que cerca de US$ 2 trilhões em recursos ilícitos foram movidos e lavados através do sistema financeiro dos EUA ao longo das últimas duas décadas. Os papéis do J.P. Morgan operavam em queda de 4,22%, do Bank of America recuavam 3,77% e do Bank of New York Mellon caíam 4,36%. No noticiário relacionado à pandemia da covid-19, a média móvel de sete dias de novos casos confirmados nos EUA registra alta por oito dias consecutivos e tem se mantido no mesmo patamar desde o fim de agosto. "No ritmo atual, as hospitalizações provavelmente começarão a aumentar novamente em meados de outubro, após terem caído continuamente nos últimos dois meses", afirmou o economista-chefe da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson. Já os casos na Europa continuam a crescer de forma constante. Os aumentos mais rápidos estão na Holanda e Bélgica, mas também há altas na França e na Espanha. Os casos diários da Alemanha estão subindo lentamente, enquanto a tendência na Itália é quase estável. Como fator adicional de preocupação para os agentes financeiros, a morte da juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos Ruth Bader Ginsburg deve complicar ainda mais a corrida eleitoral e tornar mais incertas as perspectivas de um acordo sobre uma nova rodada de estímulo fiscal para sustentar a economia dos EUA. O presidente Donald Trump disse no sábado que anunciaria um novo candidato à Suprema Corte em breve, enquanto os democratas afirmam que o vencedor da eleição de 3 de novembro deve escolher o candidato. “Ambos os lados do espectro político foram energizados pelas ações do presidente, que apenas complicam o cenário eleitoral já volátil dos EUA. De fato, com os dados econômicos sugerindo uma desaceleração na recuperação, a história dos mercados pode se transformar em risco geopolítico que, por sua própria natureza, sugere uma ação de preço muito mais volátil na próxima semana”, disse Boris Schlossberg, diretor-gerente de estratégia de câmbio da BK Asset Management, em nota diária. Veja Mais

Cade dá aval para compra da Moreno pela JSL no setor de transportes

Valor Econômico - Finanças Negócio envolve menos de 10% do setor onde a empresa compradora atua Imagem retirada do site da JSL A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval para a compra pela companhia JSL, que tem sede em São Paulo, e presta serviços de logística em gestão de frotas e transporte de passageiros, do capital social da empresa Moreno. A companhia vendedora está no mercado de transporte rodoviário e tem sede na cidade de São José dos Pinhais (PR). As empresas alegaram ao órgão antitruste que o mercado relevante desse negócio envolve transporte de veículos para montadoras. Diante disso, foi tarefa deste órgão antitruste verificar como essa operação poderá causar impactos a outras empresas que atuam neste setor. Nessa avaliação, a Superintendência identificou que esse negócio envolve menos de 10% deste setor onde a empresa compradora atua. Logo, essa operação não deverá prejudicar a competitividade com outras companhias. “Conclui-se que a presente operação não acarreta prejuízos ao ambiente concorrencial, razão pela qual o ato de concentração pode ser aprovado sob o rito sumário”, ressaltou esse órgão antitruste ao dar aval a esse negócio. Veja Mais

Cade aprova aquisição por SK Hynix de parte da Kioxia

Valor Econômico - Finanças Órgão antitruste verificou que essa operação não gera preocupações concorrenciais A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição pela empresa multinacional SK Hynix, que atua globalmente em vários campos de negócios como energia, produtos químicos e farmacêuticos, telecomunicações, infraestrutura, logística e serviços, de participação indireta de 14,96% no capital da Kioxia. A companhia vendedora já foi conhecida anteriormente como Toshiba Memory Holdings Corporation e atua globalmente na pesquisa e desenvolvimento de memória flash conhecida como “NAND” e como “SSDs”. Segundo as empresas, a SK Hynix e a Kioxia se sobrepõem, em âmbito global, na fabricação e fornecimento dessa memória flash. Logo, a operação implica em integração vertical entre elas. Diante disso a tarefa do Cade é a de checar como esse negócio poderá afetar a competitividade com outras empresas que atuam neste setor. Baseada nesta medida a Superintendência deste órgão antitruste verificou que essa operação não gera preocupações concorrenciais, uma vez que não consiste em fusão entre as partes, mas somente em aquisição de participação minoritária, que está abaixo de 15% da companhia vendedora. “Ademais, cumpre ressaltar que as partes não possuem atividades produtivas no Brasil e que, mesmo no que diz respeito às exportações para o país, a atuação da SK hynix é pouco expressiva”, verificou a Superintendência. “Nesse sentido, entende-se que a operação não deve produzir impactos relevantes sobre o ambiente concorrencial do mercado interno.” Com base neste parecer, esse negócio foi aprovado. “Conclui-se que as condições de rivalidade presentes no mercado global de memória flash NAND são suficientes para disciplinar eventual exercício de poder de mercado pelas Requerentes no cenário pós-operação”, enfatizou o Cade. Veja Mais

Trump diz que só aprovará acordo se Walmart e Oracle tiverem “controle total” do TikTok

Valor Econômico - Finanças No fim de semana, empresas disseram ter chegado a acordo para comprar 20% do app chinês O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que só aprovará um acordo de venda das operações do aplicativo chinês TikTok nos Estados Unidos se Walmart e Oracle tiverem “controle total” da nova empresa. “Vai ser tudo controlado pela Oracle”, disse Trump em entrevista ao canal Fox News. “Se descobrimos que não temos controle total, então não aprovaremos o acordo. Estamos acompanhando bem de perto.” TikTok, aplicativo de vídeos curtos, China Anton Be/Pixabay Ao longo do fim de semana, Oracle e Walmart informaram que haviam chegado a um acordo para comprar 20% do aplicativo TikTok nos EUA, formando uma nova empresa batizada como TikTok Global. A Oracle seria responsável por armazenar os dados de usuários americanos no próprio país. Os 80% restantes continuaram sendo controlados pela chinesa ByteDance. No sábado, porém, Trump havia celebrado o acordo e dito que o aprovaria. “Será uma empresa totalmente nova. Não terá nada a ver com a China”, disse na ocasião. Veja Mais

EUA: Índice nacional do Fed Chicago mostra desaceleração da economia em agosto

Valor Econômico - Finanças Leitura a 0,79 ponto foi menor do que a estimativa de economistas de 1,2 ponto e bem abaixo dos 2,54 de julho A economia dos EUA continuou se recuperando em agosto, mas em um ritmo mais lento em comparação com os três meses anteriores, segundo dados do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de Chicago. O Índice de Atividade Nacional da entidade ficou em 0,79 ponto em agosto, abaixo dos 2,54 revisados para cima em julho. Economistas consultados pela FactSet esperavam que o índice ficasse em 1,2 ponto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Barroso diz que debate sobre Fundo Clima não é 'contra o governo', mas a favor da Constituição

Valor Econômico - Finanças O ministro do STF reforçou que os recursos do Fundo são parte relevante de um esforço maior de preservação do Meio Ambiente Nelson Jr./SCO/STF O ministro Luís Roberto Barroso disse nesta segunda-feira na abertura de uma audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir o funcionamento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) que o debate não é “contra o governo”, e sim a favor da “Constituição e do Brasil”. “Esta não é uma audiência pública contra nem a favor de ninguém, é uma audiência para termos informações suficientes e adequadas sobre a realidade fática vigente e podermos de maneira plural ouvirmos o governo, acadêmicos, ambientalistas e empresários”, explicou. "É uma audiência a favor do Brasil e da Constituição e em nenhum hipótese contra ninguém". Barroso é relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 708, que questiona a suposta falta de providências do governo de Jair Bolsonaro para o funcionamento do Fundo Clima. O ministro reforçou que os recursos do Fundo são parte relevante de um esforço maior de preservação do Meio Ambiente. “O Fundo Clima se insere no cumprimento da Constituição, em acordos internacionais que o Brasil se comprometeu e da própria lei de criação do Fundo”, argumentou. Barroso acrescentou ainda a necessidade de o país dar atenção aos efeitos das mudanças climáticas. “Considero que o tema da mudança climática e aquecimento global sejam as grandes questões ambientais do nosso tempo”, pontuou. “Há mistura de ceticismo com desconhecimento, apesar da grande maior dos cientistas afirmar que isso é um grande problema”. O impacto ambiental que se produz hoje só vai produzir efeito daqui a 25 ou 50 anos, segundo Barroso, e isso leva, no entendimento do ministro, a um “egoísmo inato na condição humana de adiar soluções que são urgentes”. Por fim, relembrou que o conceito central no mundo continua a ser de desenvolvimento sustentável, e que as consequências do aquecimento já são sentidos no mundo, com aumento de temperatura e derretimento de geleiras, por exemplo. Veja Mais

Ações de bancos sofrem duras perdas e puxam bolsas globais para baixo

Valor Econômico - Finanças Escândalo sobre lavagem de dinheiro derruba índices europeus e futuros em NY Já abalados pela crise desencadeada pelo novo coronavírus e pelas taxas de juros nas mínimas históricas em boa parte do globo, os bancos veem suas ações amargarem fortes perdas na manhã desta segunda-feira. Na Europa, o índice Stoxx Banks cedia impressionantes 4,76% por volta de 9h45 e arrastava para abaixo os mercados acionários da região. O pan-europeu Stoxx 600 caía 2,71%, enquanto a Bolsa de Frankfurt (-3,14%) era afetada pelas ações do Deutsche Bank (-7,57%) e a de Londres (-3,15%) recuava alinhada aos papéis do HSBC (-4,84%) e do Standard Chartered (-4,95%). Documentos secretos do governo americano revelam que grandes bancos, como J.P. Morgan, HSBC e Standard Chartered, desafiaram repressões contra a lavagem de dinheiro ao movimentarem trilhões de dólares de fundos ilícitos por quase duas décadas. Diante do escândalo, também os futuros dos principais indicadores acionários em Nova York sofrem perdas nesta manhã: o do Dow Jones caía 2,25%, o do S&P 500 cedia 1,85% e o do Nasdaq recuava 1,64%. Boris Roessler/AP Vale lembrar que as discussões em torno de um novo pacote de estímulos à economia nos Estados Unidos se mantêm no radar, no momento em que a atividade no país começa a dar sinais de pausa na retomada. No relatório de agosto do comércio varejista nos EUA, as vendas do grupo de controle caíram 0,1% em relação ao mês anterior, em um nível abaixo do consenso do mercado (+0,5%). No entanto, o impasse nas discussões quanto a um novo pacote fiscal entre republicanos e democratas adiciona incertezas ao ambiente e se torna ainda mais desafiador diante da disputa em torno da vaga da juíza Ruth Bader Ginsburg, da Suprema Corte. Às 9h45, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, participa de evento na Assembleia Parlamentar Franco-Alemã. No fim de semana, o vice-presidente do BCE, Luís de Guindos, concedeu entrevista em que ressalta a flexibilidade do programa de compras de ativos na pandemia (PEPP) e reforça que a autoridade monetária está preparada para ajustar seu programa conforme apropriado. De Guindos disse, ainda, que o BCE monitora a taxa de câmbio e, questionado sobre uma guerra cambial, afirmou que “seria suicídio entrar em qualquer disputa sobre taxas de câmbio”. Veja Mais

Trump diz que fará indicação de nova juíza da Suprema Corte na sexta ou no sábado

Valor Econômico - Finanças Em uma entrevista, o presidente americano revelou que reduziu a lista de possíveis indicadas para cinco nomes Alex Brandon/AP Photo O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que indicará uma nova juíza para a Suprema Corte na sexta-feira ou no sábado. Em entrevista à “Fox News”, Trump reiterou que a indicada será uma mulher e disse que prefere esperar o funeral de Ruth Bader Ginsburg, que morreu na última sexta-feira, para fazer a nomeação. Trump revelou que reduziu a lista de possíveis indicadas para cinco nomes. Entre eles estão os de Amy Coney Barrett e Barbara Lagoa, apontadas pela imprensa americana como favoritas. “Pode ser qualquer uma delas. Eu criei uma lista e prefiro não dizer quem são as outras”, afirmou Trump, confirmando que Barrett e Lagoa estão entre as cotadas. De origem cubana, Lagoa poderia dar a Trump vantagem na Flórida, um Estado-chave para as eleições de novembro. Questionado se deixará a política influenciar na escolha, Trump admitiu que esta é uma possibilidade. “Acho que isso é automático [a influência política]”, disse ele. “[Lagoa] é excelente, é hispânica. É uma mulher ótima em tudo que eu soube. Não a conheço pessoalmente. Todas são muito inteligentes”, acrescentou Trump. O presidente americano voltou a defender que a indicação seja confirmada pelo Senado antes das eleições, uma hipótese contestada pelos democratas por causa de um precedente criado há quatro anos. Em 2016, o juiz Antonin Scalia morreu faltando 269 dias para as eleições presidenciais de novembro. O líder da maioria do Senado, o republicano Mitch McConnell, que segue no cargo, bloqueou a votação do indicado de Barack Obama, dizendo que a escolha não deveria ser feita durante um ano eleitoral. “Perder eleições têm consequências: o outro lado vai escolher os juízes da Suprema Corte. Não é uma grande coisa. Escolhi dois bons [juízes] e agora tenho uma terceira [escolha]”, disse Trump. Veja Mais

BC da China mantém taxa básica de juros para empréstimos

Valor Econômico - Finanças LPR de um ano ficou em 3,85% e a taxa de cinco anos segue em 4,65% O banco central da China decidiu nesta segunda-feira manter sua taxa básica de juros para empréstimos (LPR, na sigla em inglês) inalterada em setembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petróleo cai quase 2% com retomada da produção na Líbia

Valor Econômico - Finanças Ao mesmo tempo, investidores mostram-se preocupados com a covid-19 O petróleo opera em queda de quase 2% na manhã desta segunda-feira diante dos temores de que a onda de aumento de casos de covid-19 na Europa leve a novos confinamentos e com a Líbia começando a retomar a sua produção depois de um longo bloqueio imposto por forças que dominam áreas no leste do país. “A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) provisoriamente forneceu algum alívio de que o mercado de petróleo estava caminhando para o equilíbrio, mas o aumento da produção da Líbia coloca isso em risco", afirmou em nota o analista da Oanda em Nova York, Edward Moya. Perto das 9 horas, o WTI para outubro cedia 1,95%, a US$ 40,31. O contrato do Brent para novembro declinava 1,88%, saindo a US$ 42,34. A commodity é pressionada ainda pela valorização do dólar em uma sessão de aversão ao risco nos mercados globais. Segundo Moya, "os preços parecem muito vulneráveis no momento se a propagação do vírus se deteriorar ainda mais na Europa”. Chris Carlson/AP Veja Mais

Confiança na indústria em setembro pode ser a maior desde 2013, aponta FGV

Valor Econômico - Finanças Crescimento da confiança em prévia decorre tanto da avaliação positiva dos empresários em relação ao presente quanto do otimismo para os próximos meses A prévia da Sondagem da Indústria de setembro da Fundação Getulio Vargas (FGV) sinaliza avanço de 7,2 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de agosto, para 105,9 pontos. Se o resultado se confirmar, esse será o maior resultado do índice desde janeiro de 2013 (106,7 pontos). Dado Galdieri/Bloomberg O crescimento da confiança decorre tanto da avaliação positiva dos empresários em relação ao presente quanto do otimismo para os próximos meses. O Índice de Situação Atual aumentou 8,9 pontos, para 106,7 pontos. Já o Índice de Expectativas avançou 5,5 pontos, para 105,1 pontos. O dado preliminar desse mês indica aumento de 2,7 pontos percentuais do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), para 78%, o maior desde março de 2015. Com este valor, a média do terceiro trimestre ficaria 13,8 pontos acima da média do segundo trimestre. Veja Mais

Fundador da Nikola renuncia à Presidência em meio a acusações de fraude

Valor Econômico - Finanças Trevor Milton será substituído por Stephen Girsky, um ex-executivo da GM O presidente-executivo da Nikola, Trevor Milton, anunciou que está deixando o cargo na fabricante de caminhões elétricos com efeito imediato, após as alegações de que ele e a empresa haviam feito declarações falsas aos investidores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mesmo sem novos programas sociais, massa salarial voltará ao nível pré-crise em meados de 2021

Valor Econômico - Finanças Estudo de especialistas em macroeconomia do Safra discute também cenários alternativos e impacto para o PIB É consenso entre economistas que o auxílio emergencial em meio à pandemia mais do que compensou a queda da massa de salários devido à paralisação da economia e aumento do desemprego, além de outros benefícios. A pergunta em voga agora, na visão de especialistas em macroeconomia do Safra, é qual será o impacto econômico do término desses programas. Para responder à questão, o Safra destaca que diversas outras variáveis precisam ser consideradas. Um estudo do time de macroeconomia do Banco estabeleceu cenários para considerar o comportamento do mercado de trabalho e avaliar o impacto no crescimento do PIB. O exercício dos economistas buscou verificar qual seria a distância entre a massa salarial no final de 2020 e o início de 2021 e quanto isso faria o crescimento do PIB desacelerar, caso o governo não compense uma parte desses benefícios sociais. Cenário base para a massa salarial O cenário base dos especialistas do Safra considera a recuperação de 5,8 milhões de ocupações, das quase 9 milhões que foram destruídas no 1º trimestre, ainda em 2020 ajustado sazonalmente. Mas em dezembro deste ano ainda haveria cerca de 3 milhões de empregos a menos que no mesmo mês de 2019, e voltaríamos ao nível pré-crise apenas em maio de 2021. Para os analistas, a velocidade de recuperação de emprego tem papel importante para mitigar a queda da massa de rendimentos ao final do auxílio emergencial. Segundo os cálculos do Safra, a massa disponível ficará apenas 1,2% menor do que o nível observado no final de 2019, após ajuste sazonal. No segundo trimestre de 2021, ela já voltará ao observado no pré-crise e vai retomar a trajetória de crescimento gradual observada no final do ano passado. Cenários alternativos Além do cenário base, os especialistas do Safra apresentaram também um cenário pessimista e outro otimista. No cenário pessimista, apenas 3,5 milhões de postos de trabalho são recuperados ainda em 2020 e fecharemos o ano com mais de 5,1 milhões de ocupações abaixo do final de 2019. Assim, a massa de rendimentos estará 4,1% menor no primeiro trimestre de 2021 e não voltaremos ao nível pré-crise no próximo ano. Já no cenário otimista, os postos de trabalhos recuperados em 2020 somam 6,7 milhões e estarão apenas 2,1 milhões abaixo do nível de referência. Ainda, a ocupação volta ao patamar de 2019 no primeiro trimestre de 2021 e praticamente não se observará choque negativo na massa de rendimentos, na comparação com dezembro de 2019. Uma variável importante na definição dos cenários, segundo o Safra, é o impacto que o término do Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm) terá sobre o emprego. O programa permite que as empresas reduzam a jornada de trabalho de seus colaboradores ou suspendam contratos por até 120 dias. Em contrapartida, exige a manutenção do vínculo. “Podemos verificar que as empresas começaram a aderir [ao BEm] em abril, mas o programa foi ganhando mais corpo ao longo dos meses seguintes”, aponta a equipe do Safra, em relatório. Assim, para as empresas que aderiram em junho, assumindo que elas permaneçam no programa pelo prazo máximo, os empregos estariam protegidos até janeiro. Empresas que aderiram em julho e agosto, fazendo a mesma hipótese, precisariam manter os empregos até fevereiro e março. Dessa maneira, haveria tempo para que a economia se recuperasse e as empresas decidissem por manter definitivamente esses empregos ou parte deles. Riscos para recuperação do emprego Segundo uma pesquisa do Ibre, entre os setores que mais sofrem com as medidas de distanciamento, como o de serviços, uma em cada quatro empresas avalia ter que desligar pelo menos parte de seus funcionários. “Isso de fato se coloca como um dos grandes riscos ao cenário de recuperação do emprego e portanto da massa de salários”, destaca o Safra. Embora a equipe da macroeconomia do Banco considere a pesquisa uma fotografia da situação atual, que pode melhorar nos próximos meses com o avanço da reabertura da economia, as informações devem ser monitoradas de perto para avaliar a necessidade de ajustes no cenário. Poupança deve estimular consumo Por fim, os economistas têm a expectativa de que parte da poupança criada nos últimos meses, seja por questões precaucionais ou pela impossibilidade das famílias saírem para consumir, seja utilizada para consumo. De acordo as estimativas, papel moeda em poder do público mais os depósitos remunerados estavam R$ 550 bilhões maior do que o estimado no cenário sem pandemia em julho. Para o Safra, a maior parte dessa poupança está em posse das famílias de classe de renda mais elevada, portanto a propensão ao consumo não tende a ser elevada. De qualquer forma, parte desse montante deve ser destinada ao consumo nos próximos trimestres e parece bastante razoável, segundo os analistas, imaginar algo na faixa de R$ 200 bilhões, o que poderá suprir a queda na massa de rendimentos no início do próximo ano. Mesmo no cenário pessimista, esse volume seria suficiente para empurrar o problema da falta de renda para o final do segundo trimestre. Por isso, na opinião dos analistas, os dados de atividade econômica seguirão apresentando recuperação pelo menos até o primeiro trimestre de 2020 Possível extensão de benefícios Segundo o Safra, ainda resta saber se o governo irá encontrar uma maneira de aumentar o gasto público, seja com benefícios sociais ou com investimentos. Para trazer a massa de salários no primeiro trimestre de 2021 para os níveis de 2019, seriam necessários R$ 8 bilhões no cenário base. No cenário pessimista, seriam necessários R$ 28,5 bilhões. A pergunta, segundo os economistas, é se essa expansão é compatível com o teto dos gastos. Uma forma de analisar essa situação é comparar as despesas totais de 2019 com aquelas previstas no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2021. Por essa ótica, destaca o Safra, não haveria espaço para programa de auxílio. Segundo os economistas, caberá ao governo e ao Congresso explorar alternativas para a sustentação da renda na virada de 2020-21, sem ferir o teto de gastos, suspenso em 2020. A antecipação de algumas despesas para o último mês de 2020 poderia contribuir para isso, mas teria que ser feita com muito critério e cuidado para não ferir a credibilidade da política fiscal. Veja Mais

Curta

Valor Econômico - Finanças Mente empreendedora O Sebrae e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) irão atuar juntos para implementar conteúdos fundamentais sobre empreendedorismo na Base Nacional Comum Curricular. A expectativa é que o projeto atenda 500 mil alunos, 50 mil professores e 5 mil gestores municipais de educação. As ações devem começar em outubro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Atividade mineral no país sobrevive à crise

Valor Econômico - Finanças Produção sobe e é beneficiada por alta dos preços; recolhimento de royalty (Cefem) tem projeto de crescer 5% no ano Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Proposta da Latam tem sinal verde nos EUA

Valor Econômico - Finanças Modelo de financiamento proposto para a companhia para reestruturar dívidas foi aceito pela Justiça O juiz do Tribunal do Distrito Sul de Nova York, James L. Garrity aprovou, na sexta-feira, o plano revisado de financiamento das dívidas do Grupo Latam, que pediu recuperação judicial nos Estados Unidos. Durante a audiência, que durou cerca de 15 minutos, os credores da Dechert e Knighthead Capital pediram ao juiz para retirar as objeções feitas anteriormente à proposta apresentada pela Latam. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Melão brasileiro na China

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Queda nas ações coloca S&P 500 a caminho do pior mês de setembro desde 2011

Valor Econômico - Finanças O avanço da pandemia, as incertezas políticas nos EUA e a leniência de instituições financeiras com casos de lavagem de dinheiro afastaram os investidores de ativos de risco Um acúmulo de fatores negativos freou o apetite dos agentes financeiros globais por ativos de risco nesta segunda-feira (21), impondo mais um fechamento negativo às ações em Nova York. Com a queda diária, o S&P 500 ampliou suas perdas em setembro a 6,26%, caminhando para encerrar sua maior desvalorização para o mês desde 2011, quando teve queda de 7,18%. O avanço contínuo da pandemia de covid-19 em diversas regiões do mundo, além de incertezas políticas nos Estados Unidos e reportagens que apontaram a leniência de grandes instituições financeiras ao redor do mundo com casos de lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas afastaram os investidores de ativos de risco hoje. No fim do dia, no entanto, a recuperação nas ações da Apple (+3,03%) e da Microsoft (+1,07%) ajudaram os índices a moderar as perdas. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones terminou o dia em queda de 1,84%, aos 27.147,70 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 1,16%, aos 3.281,06 pontos. O índice eletrônico Nasdaq cedeu 0,13%, fechando o pregão aos 10.778,80 pontos. A queda colocou o S&P 500 próximo do território de correção — uma baixa de 10% em relação a um pico recente. No dia 2 de setembro, o índice fechou aos 3.580,84 pontos, registrando desvalorização de 8,37% desde então. A tensão dos investidores também ficou refletida no índice de volatilidade do S&P 500, conhecido como o "termômetro do medo de Wall Street", que chegou a disparar 20%, superando os 31 pontos nas máximas intradiárias. Ao fim do dia, o VIX moderou os ganhos e encerrou a sessão em alta de 7,55%, aos 27,78 pontos. Em meio ao crescimento de casos de covid-19 na Europa, os agentes financeiros temem que uma nova rodada de restrições à atividade possa pesar sobre a retomada econômica do continente. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, disse, hoje, que ele e autoridades locais vão propor novas medidas para conter a disseminação do novo coronavírus. Pubs na Inglaterra podem estar sujeitos a fechamentos antecipados para combater infecções crescentes, enquanto alguns bares e restaurantes em áreas afetadas podem ser fechados completamente, de acordo com uma matéria do jornal "The Sun". Ao mesmo tempo, autoridades locais de Madri ordenaram o bloqueio de algumas áreas da capital espanhola. “Permanece uma enorme incerteza”, disse John Kaprich, diretor de investimentos da Aware Asset Management, referindo-se ao aumento no número de casos covid-19 na Europa. “Os números não parecem tão otimistas quanto antes”, afirmou. A perspectiva de novos bloqueios abateu as ações de empresas aéreas nesta segunda-feira. O fundo de índice (ETF) U.S. Global Jets, que reúne companhias do segmento, fechou em queda de 6,39%. As ações da United Airlines, American Airlines e da Delta Airlines caíram 8,60%, 7,35% e 9,20%, respectivamente. Outro setor fortemente atingido no pregão de hoje foi o financeiro, que recuou 2,49% dentro do S&P 500. A queda veio após o site de notícias americano BuzzFeed News e o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos terem divulgado milhares de documentos que indicam que cerca de US$ 2 trilhões em recursos ilícitos foram movidos através do sistema financeiro dos EUA ao longo de duas décadas. Os papéis do J.P. Morgan Chase recuaram 3,10%, do Bank of New York Mellon perderam 4,01%, do Bank of America caíram 2,86%, do Wells Fargo cederam 4,34% e do Citigroup fecharam em queda de 2,08%. Outra preocupação dos agentes financeiros é o ambiente político aquecido dos EUA, diante das eleições gerais de novembro, o que poderia atrasar ainda mais a ajuda fiscal adicional por parte dos congressistas em Washington. “Com um mercado de ações esticado, não é surpreendente ver uma retração”, disse John Kaprich, diretor de investimentos da Aware Asset Management, ao MarketWatch. “Passamos de grandes baixas ao normal, não em anos, mas em meses”, afirmou. Veja Mais

Uso de mobile banking dispara no Brasil

Valor Econômico - Finanças Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2020 identifica o crescimento dos acessos ao sistema bancário a partir de smartphones, que responderam por 67% de todas as operações no pico do período de distanciamento social “O setor bancário brasileiro estava preparado para enfrentar a crise da Covid-19. Os bancos brasileiros apostam há décadas que a tecnologia é o caminho para levar o melhor atendimento ao cliente”. A avaliação de Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), é sustentada pelos nos números expressivos reunidos pela Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2020, conduzida pela Deloitte. Em sua 28ª edição, o levantamento aponta não só o alto investimento dos bancos em tecnologia, mas também a adoção massiva dos clientes. O estudo registra que os investimentos de bancos com tecnologia cresceram 48% em 2019, enquanto o orçamento total chegou a R$ 24,6 bilhões. Os investimentos passaram de R$ 5,8 bilhões para R$ 8,6 bilhões, enquanto as despesas cresceram de R$ 14 bilhões para R$ 16 bilhões. Os canais digitais foram responsáveis por 63% das transações em 2019, sendo que o mobile banking, sozinho, representa 44% das operações realizadas em todo o País no período. “As transações com movimentação financeira, que envolvem pagamentos, transferências e contratações, cresceram 41% na modalidade mobile”, informa Sérgio Biagini, sócio-líder da Deloitte para a indústria de Serviços Financeiros. “O digital vem sendo utilizado como um canal principal não só para o uso no dia-a-dia, mas também para a contratação de novos produtos”. Na comparação de 2019 com o ano anterior, o mobile banking avançou de forma expressiva em todas as transações pesquisadas: depósito virtual (alta de 327%), contratação de seguros (133%), contratação de investimento (114%); abertura de contas (66%) e tomada de crédito (47%). “Outro ponto interessante trazido pela pesquisa é o aumento dos heavy users, que representam 51% da base de contas com mobile banking”, diz Sergio Biagini. Um heavy user faz 40 logins por mês no seu banking app, contra 23 do usuário comum. Inscreva-se para conhecer mais conteúdos e soluções sobre a transformação digital e de negócios Inovação e treinamento A pesquisa constatou que indústria bancária segue como o maior investidor privado em tecnologia – e confirma assim uma tendência global. No Brasil, o setor responde por 14% do total dos investimentos feitos em tecnologia, atrás apenas dos investimentos governamentais, que ficam na ordem de 15%. No mundo, esses percentuais são, respectivamente, 14% e 16%. A pesquisa contou com a participação de 22 instituições financeiras, que representam 90% dos ativos dessa indústria no Brasil. A comparação com os estudos de anos anteriores permite identificar tendências com clareza. A inovação faz pate do futuro próximo do sistema bancário, que aposta sobretudo na adoção de Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial. Para dar conta dessa demanda por inovação, 149 mil horas de treinamentos foram ministrados para formação de 11,4 mil profissionais em métodos ágeis em 2019. “O alto investimento em inteligência artificial é dedicado à conveniência e à oferta a novos modelos de atendimento”, afirma Gustavo Fosse. O setor também está atento ao open banking, que começará a ser implementado a partir de novembro no Brasil. O sistema possibilita a criação novos modelos de negócios com o uso de APIs (interfaces de programação de aplicações, em português), e permitirá aos clientes a consolidação de suas contas, investimentos, serviços e produtos contratados, tanto do próprio banco, como em outras instituições. Segundo o relatório, 90% dos bancos já têm APIs. “Todos os bancos estão se preparando para essa nova realidade e se organizam para incrementar parcerias, melhorar o atendimento, fazer novos negócios”, conta Gustavo Fosse. Efeitos da pandemia O estudo também analisou os impactos da pandemia da Covid-19 no setor. O levantamento descobriu que as interações dos clientes com os seus bancos por meio de chatbots registraram um crescimento de 78%, ao passo que a quantidade de atendimentos por meio de contact centers aumentou quase 7 milhões entre janeiro e abril. “As transações migraram fortemente para os canais digitais e, durante o ápice do período de isolamento social, representaram 74% das transações para pessoas físicas”, diz Sérgio Biagini, da Deloitte. “Não há dúvida de que esse período de pandemia que vivemos colocou à prova a resiliência dos bancos. E a resposta foi muito positiva”, diz ele, para finalizar: “A lição aprendida da crise é que a transformação digital precisa ser acelerada, e com certeza será acelerada”. Veja Mais

Governo age em favor de quem destrói a Amazônia, diz Sônia Guajajara

Valor Econômico - Finanças Para a líder indígena, coordenadora da Apib, este é “um governo extremamente perigoso” A coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Sônia Guajajara, classificou nesta segunda-feira como "perigosa" a posição do governo Jair Bolsonaro em relação ao meio ambiente e aos povos indígenas. "Podemos dizer que é um governo extremamente perigoso, porque acaba questionando dados e, quando esses dados não condizem com seus interesses, tentam imediatamente omitir a verdade ou punir e exonerar responsáveis, como já aconteceu com servidores do Inpe, do ICMbio", disse a líder indígena durante audiência pública sobre o Fundo Clima, realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Sônia Guajajara Eric Terena/ Midia India Ela também afirmou que este é um "governo que faz alianças e protege invasores, desmatadores, seja madeireiros, garimpeiros, e ainda anistia multas e condena denunciantes". "Por isso que a gente diz que é um governo perigoso, porque acaba agindo em favor de quem está destruindo, de quem está de fato explorando [a Amazônia]." Para Sônia Guajajara, sem participação dos povos indígenas no debate e "com o desmantelo que há nas políticas climáticas", há um desrespeito aos direitos humanos e indígenas. Em sua fala, ela lembrou a afirmação de Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial de 2019, divulgada recentemente, de que ele gostaria de "explorar" os recursos da Floresta Amazônica com os Estados Unidos. "É nossa a Amazônia, não abro mão disso. A Amazônia é de todo mundo, então vamos protegê-la. Essa seria a narrativa correta", disse. Para a líder da Apib, há uma decisão política do governo de não demarcar novas terras indígenas, de extinguir as políticas ambientais e de legalizar a exploração da Amazônia. Na semana passada, Sônia Guajajara virou alvo do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Augusto Heleno, que acusou a Apib de crime de lesa-pátria por trabalhar, segundo ele, "24 horas por dia para manchar a nossa imagem no exterior". Os dois participaram da audiência pública promovida pelo ministro do STF Luís Roberto Barroso nesta segunda-feira. Veja Mais

Juros futuros fecham em alta firme, guiados por exterior e riscos fiscais

Valor Econômico - Finanças No fim da sessão regular, a taxa do DI para janeiro de 2022 passou de 2,96% no ajuste anterior para 2,99% e a do DI para janeiro de 2023 subiu de 4,38% para 4,44% Os juros futuros se afastaram das máximas do dia na segunda etapa dos negócios nesta segunda-feira (21), mas se mantiveram em alta firme ao longo da curva a termo. Os riscos fiscais e a incerteza quanto ao financiamento da dívida pública continuaram no radar dos agentes e se somaram ao tom negativo dos negócios no exterior, o que contribuiu para uma forte incorporação de prêmio de risco nos trechos intermediários e longos da curva de juros brasileira. No fim da sessão regular, às 16h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 passou de 2,96% no ajuste anterior para 2,99% e a do DI para janeiro de 2023 subiu de 4,38% para 4,44%. Já a taxa do contrato para janeiro de 2025 saltou de 6,30% para 6,40% e a do DI para janeiro de 2027 avançou de 7,28% para 7,38%. O escândalo que envolve supostos esquemas de lavagem de dinheiro por grandes bancos, o impasse nas discussões em torno de um novo pacote de estímulos econômicos nos Estados Unidos e os temores quanto a uma segunda onda de covid-19 em solo europeu geraram forte aversão a risco nos mercados internacionais nesta segunda. Com os ativos de mercados emergentes pressionados, a curva de juros tem um novo dia de abertura, após a forte alta vista já na semana passada. Como nota a equipe de estratégia de renda fixa do Bradesco BBI, a curva de juros já encerrou a semana passada com abertura significativa das taxas, tendo em vista que que a parte longa continua a ser influenciada por questões fiscais. Sem novidades que fizessem a inclinação diminuir, houve ainda, “aumento da instabilidade entre a equipe econômica e o Planalto, adicionando mais incertezas, o que ajudou a pressionar a parte longa da curva para cima”. Os temores continuam no ar e colocam dúvidas, ainda, quanto à estratégia que o Tesouro Nacional irá adotar para gerenciar a dívida pública. No momento, o mercado tem pedido por prêmios cada vez mais elevados nos leilões de títulos públicos feitos pelo Tesouro. Na avaliação do diretor-executivo da Sparta, Ulisses Nehmi, com a Selic nas mínimas históricas, os investidores muitas vezes não têm demanda por ativos como alguns títulos públicos. “Se o governo precisa colocar mais títulos, vai precisar colocar a uma taxa maior. É um sinal de que não adianta forçar muito a mão na taxa de juros”, diz. Para ele, se por um lado a expectativa de inflação está ancorada e, ao mesmo tempo, se deseja estimular a economia, por outro a dívida pública aumentou e há, ainda, outras questões fiscais e de risco que não colaboram com a rolagem da dívida pública pelo governo. “Cria-se um descompasso. Nesse nível de taxa de juros, eventualmente os investidores não têm tanto apetite pelos títulos”, diz Nehmi. No fim do dia, a curva de juros se acomodou um pouco e abandonou as máximas do dia. Vale lembrar que, amanhã, às 8h, será divulgada ata da reunião de semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que pode dar ainda mais ênfase na percepção de que a política monetária é uma passageira de um avião pilotado pela política fiscal, no momento. Veja Mais

MPRJ detecta superfaturamento de quase R$ 4 bi em contratos públicos do Rio

Valor Econômico - Finanças Valor refere-se à análise de acordos feitos pelo Ministério Público desde 2017 e seria suficiente para construir quase 2.000 escolas, segundo cálculos dos técnicos O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informou, em comunicado, ter apurado superfaturamento de quase R$ 4 bilhões em contratos públicos de licitação firmados no Rio de Janeiro. O cálculo foi feito a partir de análise dos acordos entre janeiro de 2017 e agosto deste ano, por meio de iniciativa do órgão denominada Radar MPRJ. A análise foi feita por técnicos do MPRJ, por meio do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ). Foram feitas 833 verificações de contrato, nas quais foram identificados superfaturamento em 494 deles. Essas verificações foram objeto de análise técnica do MPRJ, no âmbito de investigações das Promotorias de Justiça espalhadas por todo o Estado. No entendimento do MPRJ, o valor total superfaturado nos contratos do Rio de Janeiro pode ser até muito superior. Isso porque, o valor observado pela área técnica do órgão, na iniciativa Radar MPRJ, é um recorte delimitado das investigações do Ministério Público, ressaltou o órgão, em seu informe sobre o tema. O MPRJ detalhou que a iniciativa contabilizou todas as avaliações realizadas a partir de janeiro 2017, alcançando contratos firmados que remontam desde 2005. Por exemplo: um contrato celebrado em 2009 pode ter sido apontado como supostamente lesivo em 2015 - mas remetido ao MPRJ para análise apenas em 2017. Vale ressaltar que as ações judiciais para ressarcimento de danos ao erário são, em regra, imprescritíveis, frisou o órgão em comunicado sobre o tema. A ideia do órgão é de trabalhar na consolidação das análises de superfaturamento, e assim gerar informações que possam apoiar decisões dos Promotores de Justiça. Na prática, com base na análise de padrões, é possível acender alerta ao promotor, por exemplo, que determinado tipo de contratação é mais arriscada e tem mais chance de conter uma irregularidade, notou o MPRJ. O órgão informou ainda que 79,24% do montante apurado como superfaturado já é objeto de ações judiciais propostas pelo MPRJ. O MPRJ fez as contas de quanto o valor superfaturado poderia conduzir em benefícios ao Estado do Rio de Janeiro. O valor calculado de quase R$ 4 bilhões poderia ser usado para construir 1.981 escolas com 12 salas de aula; oito laboratórios; quadra poliesportiva; biblioteca e auditório. Ou poderia ser alocado na construção de 360 hospitais, com 138 leitos de enfermaria 32 leitos de UTI geral, 32 leitos de UTI cirurgia, 20 leitos de UTI neonatal, 24 leitos de maternidade, 14 enfermarias para obesos. Os recursos também seriam suficientes para adquirir 60.952 novas viaturas; ou, ainda, custear 18 anos de passe livre nos transportes públicos, segundo cálculos do MPRJ. Joel santana Joelfotos/Pixabay Veja Mais

STF retoma audiência sobre Fundo Clima

Valor Econômico - Finanças A audiência foi convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator de ação protocolada no Supremo pelos partidos PSB, Psol, PT e Rede Sustentabilidade O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta segunda-feira a audiência pública sobre o Fundo Clima e a situação das políticas públicas para o meio ambiente no Brasil. Pela manhã, se manifestaram as autoridades, especialmente ligadas ao governo federal. Agora será a vez das entidades, que pretendem apresentar um contraponto às declarações oficiais. A audiência foi convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, relator de ação protocolada no Supremo pelos partidos PSB, Psol, PT e Rede Sustentabilidade. As legendas alegam haver omissão do governo federal na gestão do Fundo do Clima — que teria ficado paralisado nos últimos dois anos - e em outras questões relacionadas ao meio ambiente no Brasil — levando a um cenário de retrocesso e desproteção. Ao todo, representantes de 15 entidades devem se manifestar, entre eles do Greenpeace Brasil, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), do WWF Brasil, da Conectas Direitos Humano e do Instituto Socioambiental (ISA). Como mostrou o Valor, as entidades apontam que este é o primeiro grande debate sobre a agenda ambiental do governo Jair Bolsonaro e esperam que o encontro sirva como um contraponto ao discurso oficial que será apresentado pelo país na Assembleia Geral da ONU. A expectativa é que Bolsonaro, ao se pronunciar na abertura da reunião nesta terça-feira, minimize os problemas relacionados ao desmatamento ilegal e às queimadas que atingem a Floresta Amazônica e a região do Pantanal. Munidos de estatísticas, gráficos e projeções, as organizações da sociedade civil pretendem usar o espaço para denunciar o que chamam de “desmonte” das políticas públicas da área e cobrar um compromisso do governo com a pauta ambiental. Pela manhã, falaram nomes como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); os ministros Augusto Heleno (Segurança Institucional), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Tereza Cristina (Agricultura); representantes dos ministérios de Minas e Energia, Justiça e Segurança Pública; entre outras autoridades. STF Valter Campanato / Agência Brasil Veja Mais

Ibama reconhece queda em multas, mas atribui à aposentadoria de servidores

Valor Econômico - Finanças Presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim participou de audiência no STF O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Eduardo Fortunato Bim, reconheceu ter havido uma diminuição no número de multas aplicadas por irregularidades ambientais, mas atribuiu isso à “perda de servidores” para a aposentadoria. “Perdemos servidores que já tinham idade para a aposentadoria, já que somos uma das autarquias mais antigas. Isso contribui, sim, para o decréscimo no número de autuações – uma crítica que recebemos semanalmente”, afirmou durante audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). Área de garimpo ilegal na Amazônia Chico Batata / AFP Bim disse ainda que não procede a narrativa de que o Ibama “persegue” fiscais ou exonera servidores como forma de retaliação por algum eventual posicionamento contrário ao governo Jair Bolsonaro. Segundo ele, todas essas saídas ocorreram a pedido. “O Ibama trabalha no limite da sua capacidade operacional, e não de má vontade. O Ibama não está paralisado – pelo contrário, está trabalhando com parceiros históricos, como o Ministério Público Federal, no programa Amazônia Protege”, exemplificou, sobre as ações que combatem o desmatamento ilegal. Ao fim de sua fala, o ministro do STF Luís Roberto Barroso o questionou sobre a dificuldade para se cobrar multas ambientais no país. Bim respondeu que “temos um sistema procrastinatório que protege muito o devedor, o que é uma dificuldade institucional”. Segundo ele, os infratores, por vezes, vivem em locais isolados e só possuem registro de CPF, sem quaisquer outros bens que possam, eventualmente, ser bloqueados pela Justiça para efetivar a cobrança das autuações. Veja Mais

Ações do HSBC atingem menor nível em 25 anos após denúncia sobre falha em controles

Valor Econômico - Finanças Banco foi citado em investigação internacional que mostrou movimentações de instituições financeiras com recursos de atividades suspeitas As ações do HSBC atingiram o menor nível em 25 anos depois que notícias detalharam "relatórios de atividades suspeitas" apresentados por ele e outros grandes bancos às autoridades dos EUA, colocando nova pressão sobre uma ação que já caiu drasticamente este ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Salles cita ações para retomada do Fundo Clima e vê perda de objeto em ação no STF

Valor Econômico - Finanças Em audiência relacionada ao questionamento de falta de iniciativa do governo, ministro afirmou que “a narrativa de que a gestão atual não preserva o Meio Ambiente não corresponde aos fatos” O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, rebateu hoje os argumentos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 708, que questiona a suposta falta de iniciativa do governo de Jair Bolsonaro para o funcionamento do Fundo Clima. Em audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para debater o tema, Salles disse entender que a ação perdeu objeto pois o governo já teria tomado todas as providências para a retomada do Fundo. “O plano de ação já foi feito, o comitê gestor já foi empossado, e os recursos foram para o BNDES”, argumentou Salles. O ministro eximiu o governo brasileiro de responsabilidade sobre a interrupção do financiamento e atribuiu à Noruega a iniciativa de requerer que não houvesse mais desembolsos do Fundo por discordâncias sobre a governança do mesmo. Salles comentou ainda outros temas de sua pasta e reclamou que “a narrativa de que o governo não preserva o Meio Ambiente não corresponde aos fatos”. “O desmonte ambiental dito por alguns foi recebido pelo governo [Bolsonaro]”, argumentou. O ministro defendeu a necessidade de garantir que a preservação ambiental venha acompanhada de melhoria na qualidade de vida da população que vive na região amazônica. Citando o ministro da Economia, Paulo Guedes, Salles afirmou que “a miséria é o maior problema do Meio Ambiente”. “Nós reputamos a questão do saneamento, ou da falta do saneamento, como principal problema ambiental do Brasil, e que também concorre com as emissões”, acrescentou. Sobre alguns episódios polêmicos em sua gestão, o ministro garantiu não ter perseguido funcionários e argumentou que mudanças na equipe são naturais. Salles rebateu as acusações de falta de ação do governo em temas ambientais e disse que o Fundo Clima já está sendo retomado Jorge William/Agência O Globo Veja Mais

Congresso deve decidir sozinho sobre reeleição das mesas, opina PGR

Valor Econômico - Finanças Na avaliação de Aras, uma possível interferência do Judiciário na interpretação do regimento interno das duas Casas mostra-se “inviável” Em parecer concluído na manhã desta segunda-feira, o procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu que o Congresso Nacional tem a prerrogativa exclusiva de decidir sobre a possibilidade de reeleição das mesas diretoras do Senado e da Câmara dos Deputados. Na avaliação de Aras, uma possível interferência do Judiciário na interpretação do regimento interno das duas Casas mostra-se “inviável”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Microsoft compra ZeniMax Media, de videogames, por US$ 7,5 bilhões

Valor Econômico - Finanças Negócio vai ampliar as operações de jogos da companhia de 15 para 23 estúdios A Microsoft vai comprar a ZeniMax Media, dona da empresa de videogames Bethesda Softworks, por US$ 7,5 bilhões em dinheiro, informou a Microsoft em comunicado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Conselho da Simpar aprova recompra de 3,9 milhões de ações

Valor Econômico - Finanças Para intermediar o programa, a companhia contratou Bradesco, XP Investimentos, Santander e BTG Pactual O conselho de administração da Simpar, ex-JSL, aprovou o programa de recompra de ações, sem redução do capital social, com prazo de encerramento em 20 de março de 2022. Em 18 meses, a companhia poderá comprar até 3,9 milhões de ações, ou 6,3% do total de papéis em circulação, para manter o mínimo de 25% no mercado. Para intermediar o programa, a Simpar contratou Bradesco, XP Investimentos, Santander e BTG Pactual. Veja Mais

Alemanha planeja montar clínicas temporárias para covid-19 no inverno

Valor Econômico - Finanças Objetivo do plano é tirar dos hospitais pacientes com covid-19 ou sintomas típicos de gripe A Alemanha planeja montar clínicas temporárias para testar e tratar casos de covid-19. A medida faz parte de uma estratégia do governo de Angela Merkel para enfrentar o novo coronavírus durante o inverno europeu, quando o número de infecções deve crescer. O objetivo do plano é tirar dos hospitais pacientes com covid-19 ou com sintomas típicos de gripe, segundo explicou nesta segunda-feira o ministro da Saúde, Jens Spahn, ao jornal “Rheinische Post”. “Idealmente, eles deveriam estar acessíveis em todo o país no outono”, disse. Alemanha torna obrigatório uso de máscaras Michael Sohn/AP A estratégia foi anunciada enquanto o país já registra um aumento significativo de casos de covid-19, assim como outras regiões da Europa. Nos últimos dez dias, o Instituto Robert Koch diagnosticou mais 10.735 pessoas com a doença e afirmou que a alta requer um acompanhamento rigoroso. Só no sábado, foram 2.297 novas infecções, o maior número desde abril. Spahn também afirmou que pretende discutir com os governadores alemães uma estratégia de testagem durante o inverno europeu, que incluirá testes rápidos e novos períodos de quarentena para aqueles que retornarem de áreas de risco. Veja Mais

Grupo Mateus define faixa de preço e pode levantar R$ 4,1 bi em IPO

Valor Econômico - Finanças Total em oferta da rede de supermercados maranhense pode chegar a R$ 5,534 bi com lotes adicional e suplementar A rede de supermercados maranhense Grupo Mateus definiu entre R$ 8,97 e R$ 11,66 a faixa indicativa de preços na sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Considerando o meio da faixa, de R$ 10,32, e o número de 397.286.822 ações da oferta base, a operação pode movimentar R$ 4,100 bilhões. Há ainda possibilidade de um lote adicional de até 20%, ou 79.457.364 ações, e suplementar de até 15%, ou 59.593.023 ações. Nesse caso, ainda considerando o meio da faixa indicativa, a oferta total subiria para R$ 5,534 bilhões. A oferta será primária, quando os recursos vão para o caixa da empresa (339.147.287 ações, ou R$ 3,500 bilhões considerando o meio da faixa indicativa); e secundária, quando acionistas atuais vendem parte de suas fatias (58.139.535 ações, ou R$ 600,000 milhões). A precificação do IPO deve ocorrer no dia 8 de outubro. A companhia será negociada no Novo Mercado da B3 sob o ticker ‘GMAT3’. Os principais acionistas vendedores são Ilson Mateus Rodrigues, que tem uma fatia de 52,60% e pode reduzir para até 40,10%, se forem exercidos os lotes adicional e suplementar; Maria Barros Pinheiro, que tem 38,50% e pode cair para até 29,30%; Ilson Mateus Rodrigues Junior, que tem 4,40% e pode cair para 3,30%; e Denílson Pinheiro Rodrigues, que tem 4,40% e pode cair a 3,30%. Os recursos da oferta primária serão utilizados para expansão orgânica. O grupo tem uma rede de 137 lojas físicas, que inclui 29 atacarejos, 23 supermercados, 2 hipermercados, 67 lojas de eletroeletrônicos, 16 lojas de vizinhança, abastecidas por nove centros de distribuição, considerando as bandeiras Mix Atacarejo, Supermercado Mateus, Eletro Mateus e Camiño Supermercados, além de uma plataforma de e-commerce em rápida expansão. No primeiro semestre de 2020, o Grupo Mateus teve receita de R$ 5,124 bilhões, com expansão anual de 30%. O lucro foi de R$ 297,176 milhões, com crescimento de 62%. A operação é coordenada por XP, Bradesco BBI, BTG, Itaú BBA, BB Investimentos, Santander e Safra. Michael Gaida/Pixabay Veja Mais

Morning Call Safra: ata do BC, IPCA-15 e mais destaques para acompanhar nesta semana

Valor Econômico - Finanças Veja também análise dos especialistas em macroeconomia do Banco para a atividade após o fim dos benefícios criados pelo governo durante a pandemia No Morning Call do Safra desta segunda-feira, mostramos o desempenho do Ibovespa no último pregão e destacamos os principais indicadores que serão conhecidos nesta semana. No segundo bloco, mostramos a visão dos especialistas em macroeconomia do Banco para a atividade após o fim dos benefícios criados pelo governo durante a pandemia. Quer receber o Morning Call e análises exclusivas diretamente no seu celular? Participe do canal do Safra no Telegram. Veja Mais

Ações do HSBC e do Standard Chartered caem após relatos de lavagem de dinheiro

Valor Econômico - Finanças Alegações são baseadas em documentos vazados relacionados a mais de US$ 2 trilhões de transações nas últimas duas décadas, principalmente entre 2011 e 2017 As ações do HSBC Holdings PLC e Standard Chartered PLC caíram na Ásia e no Reino Unido nesta segunda-feira, após relatos de que os dois bancos e outros movimentaram fundos suspeitos de serem ilícitos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Biden tem ampla vantagem sobre Trump entre os latinos, mostra pesquisa

Valor Econômico - Finanças O democrata teria 62% de apoio entre essa parcela do eleitorado, contra apenas 26% do republicano, conforme levantamento Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Sem ação urgente, Reino Unido pode ter 50 mil casos diários de covid-19 em outubro

Valor Econômico - Finanças Alerta foi feito nesta segunda-feira, em um discurso transmitido pela televisão, por Chris Whitty e Patrick Vallance, que lideram os conselhos médico do governo britânico Os britânicos devem ter que conviver com novas medidas rígidas de distanciamento social, inclusive nos locais de trabalho, para evitar atingir 50 mil casos diários de covid-19 em outubro. O alerta foi feito nesta segunda-feira, em um discurso transmitido pela televisão, por Chris Whitty e Patrick Vallance, que lideram os conselhos médico e científico do governo do Reino Unido, respectivamente. Para eles, o país vai enfrentar “um inverno muito desafiador”. Em meio aos alertas de que o número de casos diários pode chegar a 50 mil e o de mortes a 200 se nenhuma ação for tomada, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, deve reagir anunciando novas medidas para combater o vírus. Matt Dunham/AP Segundo reportagem do jornal “Financial Times”, ministros já estão discutindo novas medidas nacionais para a Inglaterra, onde estão em vigor novos “lockdowns” parciais que afetam mais de 13% da população de todo o Reino Unido. Os dois conselheiros do governo mostraram previsões de que o número de casos poderia passar de 3.105, em 15 de setembro, para 49 mil, em 13 de outubro. Se o ritmo atual for mantido, o número diário de mortes pode subir para 200 em novembro. Segundo Vallance, cerca de 70 mil pessoas estão atualmente com a covid-19 no Reino Unido e outras 6 mil estão contraindo o vírus diariamente. Apenas 8% dos britânicos desenvolveram anticorpos contra a doença, conforme diferentes estudos já conduzidos no país. “Os números estão crescendo em todos os grupos de idade”, disse ele. Já Whitty explicou que a medida mais firme para combater o vírus seria reduzir o contato social entre diferentes famílias, incluindo locais de trabalho, e admitir que a economia pode sofrer outra vez. “Todos nós sabemos que não podemos fazer isso sem algumas desvantagens”, afirmou ele. Na sexta-feira passada, Johnson disse que um novo confinamento nacional seria desastroso para o Reino Unido, mas não descartou a possibilidade. Veja Mais

Bolsas europeias caem perto de 3% com avanço de covid e acusações contra bancos

Valor Econômico - Finanças Instituições de grande porte ignoraram seus próprios alertas e têm sido lenientes em relação à lavagem de dinheiro, aponta investigação As bolsas europeias operam em forte queda nesta segunda-feira, com os investidores preocupados com o aumento de casos de covid-19 na Europa e atentos à revelação de um grupo de jornalistas investigativos mostrando que documentos secretos do governo dos EUA apontam que grandes bancos como JP Morgan Chase e o HSBC ignoraram seus próprios alertas e têm sido lenientes em relação à lavagem de dinheiro. Por volta de 8h20, o índice pan-europeu Stoxx Europe 600 tinha forte queda de 2,77%, a 358,56 pontos, com o setor bancário despencando quase 6%. As ações do HSBC, mais uma vez envolvido em alegações de permissividade em relação à lavagem de dinheiro de seus clientes, caíam mais de 6%. O Deutsche Bank, outro banco europeu envolvido diretamente no caso, perdia mais de 8%. Os papéis do Standard Chatered recuavam mais de 5%. Francisco Seco/AP Os registros se referem a clientes de bancos em mais de 170 países. A investigação, coordenada pelo Consórcio de Jornalistas Investigativos (ICIJ), contou com uma rede de 400 jornalistas de 110 veículos em 88 países para investigar as operações suspeitas. O DAX, índice de referência da Bolsa de Frankfurt, operava em queda de 3,24%, a 12.690,81 pontos; o FTSE 100, da Bolsa de Londres, recuava 3,26%, a 5.811,48 pontos; e o CAC 40, de Paris, cedia 3,19%, a 4.819,62 pontos. Em Milão, o FTSE MIB caía 3,20%, a 18.899,61 pontos, e em Madri, o Ibex 35 perdia 3,33%, a 6.698,70 pontos. No fim da última semana, a Espanha voltou a impor medidas de restrição na região da capital diante de uma nova onda de aumento de casos de covid-19. “O apetite ao risco está bastante sombrio em meio ao aumento de novos casos de covid-19 em toda a Europa”, escreveu em nota a clientes o estrategista-chefe da AxiCorp, Stephen Innes. “Ficou feio rapidamente, pois os ativos de risco estão sendo martelados quase como se o mercado estivesse finalmente acordando para a percepção de que o vírus se espalha mais rápido com a chegada do tempo frio no hemisfério norte”, acrescentou. Os analistas ainda destacam que a ausência de novos estímulos dos bancos centrais nas decisões mais recentes de política monetária deixa os mercados à sua própria sorte pelo menos até o fim do ano. “Como os bancos centrais provavelmente não entrarão em ação de novo até dezembro, isso está deixando o sentimento do mercado flutuando por conta própria”, afirmou Innes. Amanhã e quarta-feira, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, prestará depoimentos no Congresso americano. O texto do discurso de abertura deve ser divulgado ainda hoje, às 11h. Mas, após a reunião da semana passada em que o banco central americano se manteve em modo de espera, há poucas esperanças de que alguma declaração leve alívio aos mercados no dia. Veja Mais

O que você precisa saber e acompanhar nesta segunda

Valor Econômico - Finanças Aqui estão as notícias para você começar o dia Ana Paula Paiva/Valor BNDESPar venderá 150 milhões de ações da Suzano A Suzano informou que o BNDESPar vai fazer uma oferta pública secundária de até 150 milhões de ações da companhia sob sua titularidade. O preço será fixado em 1º de outubro após coleta de intenções de investimento, e pode chegar a R$ 7,4 bilhões considerando o preço de fechamento das ações na quinta-feira. BC publica boletim Focus da semana O Banco Central (BC) publica, às 8h30, o Boletim Focus da semana encerrada em 18 de setembro. No boletim da semana encerrada em 11 de setembro, a mediana das projeções do mercado para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020 subiu de -5,31% para -5,11%. Para 2021, o ponto-médio das expectativas manteve-se em 3,50% IBGE divulga Painel Covid-19 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga às 10h o Painel Covid-19 Síntese por Município. Os especialistas da Diretoria de Geociências do IBGE farão apresentação por videoconferência desta nova plataforma digital, que permite ao usuário selecionar seu município de interesse e visualizar, em um único ambiente, 24 indicadores municipais para o planejamento de ações contra a pandemia. Petrobras recebe propostas para Repar, no Paraná Três empresas apresentaram propostas pela Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná. Os investidores interessados acompanham os desdobramentos do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido para impedir a venda das refinarias da estatal. Na sexta-feira, a empresa anunciou dois programas com foco em refino e gás natural. O Biorefino 2030 produzirá bioquerosene de aviação e diesel renovável, enquanto o Gas+ pretende aumentar a competitividade da Petrobras no segmento de gás natural. Gol diz que ação contra empresa nos EUA não é relevante A Gol afirmou que a ação ajuizada contra a companhia nos Estados Unidos, em razão de “supostas falhas de divulgação” que resultaram na queda do preço das ações, não é relevante e será contestada. Ser Educacional compra faculdade no Ceará A Ser Educacional anunciou a aquisição da Faculdade de Juazeiro do Norte (FJN), no Ceará, por R$ 24 milhões. A instituição teve receita líquida de R$ 20 milhões em 2019. Bradesco comunica renúncias de dois diretores O Bradesco comunicou na sexta-feira a renúncia dos diretores Jeferson Ricardo Garcia Honorato e Victor Rosa Marinho de Queiroz. Os dois executivos assumirão cargos de diretoria com dedicação integral no banco digital Next. Presidente da Nikola renuncia O presidente-executivo da Nikola, Trevor Milton, renunciou ao cargo na fabricante de veículos elétricos, na qual a GM comprou uma participação, após as alegações de que ele e a empresa haviam feito declarações falsas aos investidores. As ações chegaram a cair 25% em Nova York. Veja Mais

Estratégia difere da dos fundos de impacto

Valor Econômico - Finanças Desafio é mudar a mentalidade de investidores acostumados a ganhos elevados no mercado financeiro Além dos juros baixos, a própria pandemia estimula as estratégias de blended finance, já que deixou mais visíveis as desigualdades e o tamanho das carências sociais no Brasil. “Além disso, as pessoas e as empresas resolveram botar a mão no bolso e dar dinheiro sem expectativa de retorno para enfrentar a pandemia”, afirma Leonardo Letelier, CEO da Sitawi Finanças do Bem, gestora de fundos de impacto social. Prova disso, diz ele, são os mais de R$ 6 bilhões doados para ações sociais em prol do combate à crise. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

MG estuda PPP de R$ 8 bilhões para construir Rodoanel

Valor Econômico - Finanças Governo mineiro negocia com a Vale recursos para viabilizar projeto, diz secretário Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ribeiro Caram cresce com novas obras de galpões

Valor Econômico - Finanças Expansão reflete demanda por “e-commerce” e retomada de investimentos por desenvolvedoras de galpões e fundos que investem nesse negócio Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Crise deve trazer de volta livraria ‘romântica’

Valor Econômico - Finanças Em Live do Valor, sócio da Sextante conta como o setor foi afetado e qual será o novo perfil do negócio Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Problema fiscal no Brasil é gasto demais ou receita de menos?

Valor Econômico - Finanças Idealmente, deveria ser revertido o aumento dos subsídios tributários ocorrido de 2006 a 2014 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pandemia muda projeções da indústria de tecnologia, mídias e telecomunicações

Valor Econômico - Finanças Pesquisa global TMT Predictions, realizada pela Deloitte, analisa como o mercado revisou suas expectativas depois da Covid-19, no Brasil e no exterior Produzido anualmente pela Deloitte, o relatório TMT Predictions reúne as principais projeções para a indústria de tecnologia, mídia e telecomunicações, e funciona como uma espécie de manual para o setor. Em 2020, pela primeira vez ao longo de 19 edições, o relatório precisou passar por uma revisão depois de ser publicado. “É a primeira vez que precisamos atualizar esse documento, tamanha é a profundidade do impacto gerado pela pandemia”, explica Marcia Ogawa, sócia-líder da Deloitte para a indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações. De maneira geral, a nova versão do TMT Predictions indica que, por maiores que sejam as dificuldades trazidas para a saúde pública e a economia, a pandemia trouxe alguns benefícios para esse setor específico. “As empresas precisaram acelerar, ou mesmo retomar, os projetos de digitalização”, explica Ogawa. “Por isso, esse mercado não parou com a pandemia. Ao contrário, continuou crescendo”. Entenda abaixo de que forma as projeções foram revisadas à luz do contexto da pandemia de Covid-19 – que deve trazer uma queda de 8% do Produto Interno Bruto Global anual e uma redução de 7% a 10% nas vendas de smartphones 2020 como um todo. No Brasil, a queda deverá ser de 9%. Apesar de se tratar de perspectivas globais, mas o Brasil, segundo Ogawa, acompanha a maioria delas. Inscreva-se para conhecer mais conteúdos e soluções da Deloitte sobre a transformação digital e de negócios Private 5G Projeção inicial: A expectativa era que mais de 1000 empresas em todo o mundo começassem a implantar e testar a tecnologia de private 5G até o final de 2020, investindo coletivamente em mão-de-obra e equipamentos. Projeção revista: Poucas mudanças nesse ponto, pois o número de empresas que testam as implementações de private 5G vem se mantendo até mesmo acima do esperado. Isso porque a técnica já estava em curso antes da crise e os testes têm baixo custo. “O 5G trouxe boas notícias também para o Brasil”, afirma Ogawa. “Já se fala mais, no mercado nacional, de private network no 5G do que antes da pandemia”. Robôs como serviço profissional Projeção inicial: A estimativa inicial apontava que a tecnologia seria voltada para o uso corporativo em 2020, gerando mais de US$ 16 bilhões em receita – 30% a mais comparado ao ano anterior. Projeção revista: As vendas de robôs de serviço profissional podem crescer perto de 40%, enquanto as de robôs industriais devem diminuir em 10%. Isso porque metade dos robôs de serviços profissionais são vendidos para áreas de logística e saúde, enquanto 60% dos robôs industriais são direcionados aos setores automotivo e eletrônico, bastante afetados pela crise. Inteligência artificial Projeção inicial: A expectativa era que fossem vendidos 750 milhões de chips de inteligência artificial que executem ou acelerem tarefas de aprendizagem, anteriormente desempenhadas por um data center remoto. Projeção revista: Considerando que os smartphones são os maiores utilizadores de chips de inteligência artificial de ponta no momento – e que a venda desses aparelhos deve cair entre 7% e 10% -- a previsão de vendas foi revisada para 650 milhões de chips – 100 milhões de unidades e US$ 400 milhões a menos. “A diminuição na venda de smartphones é resultado da quebra na cadeia logística, baseada em grande parte na China, e na redução do consumo provocada pela crise econômica”, analisa a executiva da Deloitte. Vídeos e anúncios Projeção inicial: A receita global de serviços de vídeos sustentados por anúncios chegará a US$ 32 bilhões em 2020. A Ásia, que compreende à China e à Índia, liderará as receitas no período, com US$ 15,5 bilhões, quase metade do total em uma perspectiva global. Projeção revista: As receitas globais nesse quesito provavelmente ficarão abaixo de US$ 30 bilhões, em parte por conta da crise na Ásia, em parte, inclusive, em resultado do cancelamento das Olimpíadas de Tóquio. Por outro lado, o número de espectadores e os minutos de exibição eventualmente aumentarão de forma massiva, cerca de 40%, por conta do isolamento social e mais pessoas em casa. Permanência da TV Projeção inicial: A TV por antena prosperará em 2020 com pelo menos 1,6 bilhão de pessoas em todo o mundo, vivendo em 450 milhões de residências. A TV aberta ajudará a indústria global televisiva a continuar crescendo mesmo diante da queda da audiência. Em alguns mercados, um número expressivo de consumidores tem desconsiderado a TV paga a cabo. Projeção revista: Essa projeção permanece inalterada. No entanto, em virtude do enfraquecimento econômico, mais consumidores darão espaço à TV gratuita, enquanto a TV a cabo pode diminuir ainda mais do que o previsto. Games e entretenimento Projeção inicial: Também conhecida pela sigla CDN, de content delivery network, deveria crescer mais de 25% e 2019 para 2020, alcançando US$ 14 bilhões. Projeção revista: Com as medidas de distanciamento social e o aumento do consumo de vídeos e games por streaming, esse mercado deverá crescer mais e alcançar US$ 15,5 bilhões. O aumento só não será maior porque a construção da infraestrutura necessária será refreada pela crise econômica. Mercado de satélites de baixa órbita Projeção inicial: A projeção era que mais de 700 satélites de baixa órbita estivessem em funcionamento até o final de 2020, oferecendo banda larga de internet globalmente – um aumento de 500 satélites em relação a 2019. Projeção revista: A pandemia reforçou a necessidade de internet e conectividade e a projeção agora é que mais de 1000 satélites de baixa órbita estejam em funcionamento até o final do ano. Veja Mais

Live do Valor: Bernardo Parnes, da Investment One, fala sobre o mercado de capitais brasileiro nesta terça, às 11h

Valor Econômico - Finanças Bernardo Parnes, sócio-fundador da assessoria financeira Investment One, é o entrevistado da Live do Valor nesta terça, dia 22, às 11h. Ele fará uma análise sobre o mercado de capitais brasileiro. A entrevista, que será conduzida pela repórter especial do Valor Maria Luíza Filgueiras, pode ser acompanhada pelo site e pelas páginas do Valor no YouTube, no LinkedIn e no Facebook. Bernardo Parnes tem mais de 30 anos de experiência à frente de instituições financeiras nacionais e internacionais. Foi presidente para a América Latina do Deutsche Bank e presidente da Merrill Lynch no Brasil. Também participou da estruturação do Bradesco BBI, banco de investimento do Bradesco, e geriu a JSI Investimentos, family office de Joseph Safra. Veja Mais

TST concede reajuste e determina volta ao trabalho nos Correios

Valor Econômico - Finanças A paralisação, que já dura um mês, teve início quando cerca de 70 cláusulas trabalhistas foram suprimidas pelos Correios A Seção Especializada em Dissídios Coletivos do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que os trabalhadores dos Correios encerrem a paralisação e voltem a operar amanhã, sob pena de multa diária de R$ 100 mil, em caso de descumprimento. A decisão se deu após a resolução judicial do conflito entre os grevistas e a direção da estatal. Os ministros concederam 2,6% de reajuste salarial aos servidores. O julgamento ocorreu depois que audiências de conciliação mediadas pela ministra relatora no TST, Kátia Arruda, não resultaram em acordo entre as partes. Os ministros entenderam, por maioria, que a greve não poderia ser considerada abusiva. Também votaram para que os dias de paralisação sejam descontados das remunerações em 50%; o restante deverá ser compensado. O colegiado também decidiu reincluir 20 "cláusulas sociais" que haviam sido suprimidas pelos Correios, mas que não trazem ônus econômico para a estatal — exemplo dos artigos que regulamentam o limite de peso a ser transportado pelo carteiro e o direito à ampla defesa em apurações disciplinares. Nesse ponto, ficou vencida a relatora, que se posicionou pela manutenção de todos os cerca de 70 dispositivos que haviam vigorado no acordo anterior. A paralisação, que já dura um mês, teve início quando essas cláusulas trabalhistas foram retiradas pela direção dos Correios, sob a alegação de que certos benefícios extrapolavam a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), tornando-os insustentáveis para a empresa em meio à crise econômica. A medida reduziu benefícios como o adicional noturno e a licença-maternidade, restrições que foram mantidas pelo tribunal. Os sindicatos e federações devem realizar assembleias ainda hoje para deliberar sobre o retorno aos trabalhos. Nos bastidores dessas entidades, conforme apurou o Valor, o entendimento é o de que as cláusulas mais relevantes para a subsistência dos profissionais dos Correios, como as citadas acima, continuam sem validade, o que poderia justificar a continuidade da greve. Abusividade negada Ao votar contra a declaração de abusividade da greve, a relatora, ministra Kátia Arruda, lembrou que, em nenhuma das prévias tentativas de conciliação, a diretoria da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) se mostrou disposta a negociar. "A empresa nunca avançou nas propostas. Negou-se peremptoriamente em apresentar qualquer avanço, no sentido de atender ao menos parcialmente as reivindicações da categoria. Houve uma conduta negativista que eu, em 30 anos, jamais havia vivenciado", disse ela. Para a relatora, não há como ser acolhida a tese de que a estatal passa por dificuldades financeiras, pois ela se baseia apenas em uma hipótese - sem comprovação - de que futuramente possa haver alguma restrição de fluxo de caixa. Ela foi seguida pelos ministros Aloysio Corrêa da Veiga, Maurício Delgado e Vieira de Mello Filho. O ministro Ives Gandra Martins Filho divergiu, sendo acompanhado pela ministra Dora Maria da Costa - eles votaram para que a greve fosse considerada abusiva e para que os servidores sofressem descontos em seus salários em razão da paralisação, mas ficaram vencidos. Embora considere o movimento como um ato que extrapola o direito à greve, Gandra ponderou que os Correios deveriam reincluir no acordo trabalhista as cláusulas ditas sociais, que não causam impacto econômico para a estatal. É o exemplo dos artigos que regulamentam o limite de peso a ser transportado pelo carteiro e o direito à ampla defesa em apurações disciplinares. A defesa da estatal afirma que a saúde financeira da empresa está fragilizada, de forma que não seria possível voltar atrás da decisão de, em razão da pandemia, suspender o acordo coletivo de 2019-2021. Já a categoria defende que essas cláusulas são direitos adquiridos. Gabriel de Paiva/Agência O Globo Veja Mais

China hesita em usar lista de empresas “não confiáveis” para retaliar EUA

Valor Econômico - Finanças Algumas autoridades do país asiático sugerem que qualquer movimento só deve ser feito após as eleições de novembro Autoridades chinesas estão divididas sobre quando e como usar uma lista que está sendo elaborada para penalizar empresas de tecnologia dos Estados Unidos, em um movimento de resposta às ações de Donald Trump contra companhias como a ByteDance e a Huawei. Alguns em Pequim, inclusive, sugerem que qualquer movimento só deve ser feito após as eleições de novembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petróleo recua com aumento da oferta e receio em relação à queda da demanda

Valor Econômico - Finanças A alta do dólar no exterior também pressionou os preços da commodity Os preços do petróleo encerraram a segunda-feira (21) em forte queda, pressionados tanto pela perspectiva de aumento na oferta global da commodity quanto pelas incertezas relacionadas à demanda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Câmara aprova MP que dá aumento a policial e bombeiro do DF; custo anual é de R$ 1 bi

Valor Econômico - Finanças Texto segue para o Senado, que tem até amanhã para aprovar medida, ou reajuste perderá validade Apesar do congelamento de salários de todos os servidores públicos até 2022, a Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira aumento salarial de até 25% para os policias militares e civis e bombeiros do Distrito Federal e dos ex-territórios federais. O texto segue para o Senado, que tem até esta terça-feira para aprovar a medida provisória (MP) ou o aumento perderá a validade. A proposta do governo custará R$ 1 bilhão por ano aos cofres públicos. O aumento (que foi retroativo a janeiro) beneficiará uma quantidade maior de aposentados e pensionistas do que de funcionários em atividade. Segundo a justificativa da medida provisória, serão beneficiados 21 mil policiais e bombeiros que atualmente exercem suas funções, 20,6 mil que já estão aposentados e 5,1 mil pensionistas. O Novo foi o único partido a tentar obstruir a votação para impedir a aprovação da MP, mas, com apenas oito deputados, não teve número suficiente para isso. Para o deputado Tiago Mitraud (Novo-MG), o projeto contradiz a posição da própria Câmara, que manteve veto do presidente para congelar os salários de todos os servidores do país até 2022. Ele destacou ainda que os policiais e bombeiros do DF são os com maior remuneração do país. “Não faz o menor sentido, numa crise fiscal como a que o país enfrenta hoje, darmos aumento de salário para os servidores públicos que são os mais bem pagos do Brasil”, disse Mitraud. O PSDB não tentou obstruir a medida provisória, mas também se manifestou contra a proposta na votação simbólica, dizendo que o atual momento, com milhões de desempregados, não é adequado para discutir aumentos salariais para servidores. Todos os demais partidos votaram a favor do projeto, inclusive os de oposição ao governo. Marcelo Camargo / Agência Brasil O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez uma “cena” quando o Senado votou contra o congelamento de salários dos servidores, mas calou quando o próprio Bolsonaro propôs isso para a elite do funcionalismo. “No Distrito Federal, onde os funcionários públicos mais recebem, pode ter aumento. Nos outros lugares não?”, questionou. “Aí o Paulo Guedes some, é o liberal de Taubaté”, ironizou. O DEM de Kataguiri, contudo, apoiou a proposta e inclusive indicou o relator, o deputado Luís Miranda (DF), que defendeu que se tratava de uma recomposição salarial, porque os policiais e bombeiros do Distrito Federal não recebem reajuste desde 2013, e que não haveria elevação nos gastos, apenas remanejamento dentro do Fundo Constitucional do Distrito Federal – bancado pelo governo federal para custear saúde, educação e segurança pública na capital. O Congresso aprovou, no meio do socorro financeiro do governo federal aos Estados e municípios por causa da crise da covid-19, o congelamento dos salários de todos os servidores públicos do país, com algumas exceções, como policiais e médicos, que continuavam a atuar mesmo com a pandemia. Bolsonaro vetou as exceções, mas segurou esse veto para poder, por meio de uma MP (que tem vigência imediata), dar o aumento para parte de sua base eleitoral. A polícia do Distrito Federal é uma das mais bem pagas do país. Um escrivão em início de carreira da Polícia Civil do Distrito Federal recebe hoje, sem o aumento, R$ 8.698,78 - salário que sobe a R$ 13.751,51 no topo da carreira. Recente concurso, que acabou adiado por causa da pandemia da covid-19, registrou 50 mil inscritos para disputar 300 vagas. Em São Paulo, Estado mais populoso do país, um escrivão iniciante recebe R$ 3.743,98. Além disso, a MP concedeu aumento salarial para policiais e bombeiros militares dos ex-territórios federais do Amapá, Rondônia e Roraima, que eram ligados à União na época da emancipação deles como Estados. São 541 militares da ativa, 2,2 mil aposentados e 545 pensionistas, o que custará R$ 30 milhões por ano para o governo federal. Caso o Senado não aprove a medida provisória até esta terça-feira, o texto perderá a validade e os servidores perderão o direito ao aumento salarial. Contudo, o Amapá, do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), é um dos beneficiados. Veja Mais

Irã registra maior número de casos de covid-19 desde junho

Valor Econômico - Finanças Total de casos no país chegou a 425.481 e o de mortes, a 24.478 O Irã registrou mais 3.341 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior número desde junho, uma alta que preocupa as autoridades do país. Além disso, mais 177 pessoas morreram no domingo. Com a alta, o total de casos chegou a 425.481 e o de mortes a 24.478, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Ebrahim Noroozi/AP Por causa do crescimento dos números, autoridades de saúde afirmaram que o Irã pode estar enfrentando uma terceira onda de contágios. O governo culpa a população por não respeitar os protocolos de distanciamento social. O líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, pediu hoje que os iranianos permaneçam em casa e evitem visitar o Iraque para a marcha de Arbaeen, uma peregrinação que todos os anos reúne milhões de muçulmanos xiitas nas cidades iraquianas de Karbala e Najaf. “Você pode prestar sua homenagem de casa”, disse Khamenei. “Não subestimem os impactos do coronavírus.” Veja Mais

País de Gales coloca mais 300 mil pessoas em confinamento

Valor Econômico - Finanças Anúncio foi feito pouco após um alerta dos principais conselheiros científicos do Reino Unido O País de Gales anunciou nesta segunda-feira um novo confinamento parcial para combater a segunda onda de casos de covid-19 no Reino Unido. Segundo o jornal britânico “Financial Times”, as novas regras afetam cerca de 300 mil pessoas. A partir das 18h de terça-feira, ninguém poderá visitar áreas ao sul do País de Gales. As exceções são viagens por motivos de saúde, trabalho ou educação. Lockdown no Reino Unido Frank Augstein/AP Moradores das cidades de Blaenau, Gwent, Bridgend, Merthyr Tydfil e Newport também não poderão encontrar pessoas de outras famílias em locais fechados. Todos os pubs terão de fechar às 23h. Outras cidades galesas já estavam sob restrições desde a semana passada. Em todo o Reino Unido, mais de 13 milhões estão convivendo com novas medidas para enfrentar uma segunda onda de casos da doença. O anúncio foi feito pouco depois de um alerta dos principais conselheiros científicos do Reino Unido. Sem que ações urgentes sejam tomadas, eles projetam que 50 mil casos de covid-19 sejam diagnosticados diariamente na região em outubro. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, não descarta decretar um novo confinamento em todo o Reino Unido e deverá anunciar novas medidas na terça-feira, em um discurso no Parlamento. Veja Mais

Vilanizar a agricultura não ajuda a preservar o meio ambiente, diz Tereza Cristina

Valor Econômico - Finanças Para a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as atividades agropecuárias não podem ser apontadas como causa da degradação ambiental do país Ana Paula Paiva/Valor A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, defendeu que as atividades agropecuárias não podem ser apontadas como causa da degradação ambiental do país. “A agropecuária e o produtor rural são os mais importantes aliados na preservação do meio ambiente. Vilanizar a agricultura brasileira não ajuda em nada”, disse ela. O discurso ocorreu em audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), para discutir a gestão do Fundo Clima pelo governo federal. A reunião ocorre no âmbito de uma ação protocolada por partidos de oposição, que alegam omissão do presidente Jair Bolsonaro nas políticas públicas ambientais. Em sua exposição, a ministra disse que o Brasil utiliza apenas 30% do seu território para a agropecuária, ou seja, a maior parte das terras ainda têm vegetação nativa. Ela defendeu a manutenção da integralidade do Código Florestal e disse que a regularização fundiária é um “eficaz instrumento de proteção do meio ambiente”, pois obriga os proprietários a preservá-lo. “Somos um dos únicos países capazes de responder a dois grandes desafios globais: a segurança alimentar e a conservação do meio ambiente”, disse ela. Tereza disse, ainda, que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) superou em 8,2% a meta para dez anos do Plano Agricultura de Baixo Carbono - segundo ela, a estimativa é a de que tenham sido mitigados, nesse período, 144 milhões de toneladas de CO2. Veja Mais

Compra da Rodobens pela JJ Investimentos é aprovada pelo Cade

Valor Econômico - Finanças Para o órgão antitruste, a aquisição não deverá prejudicar a competitividade com outras empresas do setor A compra de ativos da Rodobens Automóveis pela JJ Investimentos foi aprovada pela Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Com isso, esse negócio que envolve companhias com faturamentos superiores a R$ 750 milhões, em 2019, poderá ser realizado. Essa operação envolve uma decisão da Rodobens, que atua com o comércio de automóveis, de cessar a exploração de concessionária de revenda de automóveis da marca Mercedes-Benz em Belém e Salvador. Já a JJ Investimentos manifestou necessidade de ampliar os seus investimentos nesta área. Com isso, essa companhia poderá ampliar a revenda de veículos Mercedes-Benz, que hoje é realizada por outras empresas do grupo em Brasília, em Uberlândia (MG), em Campo Grande e em Goiânia. Como a empresa compradora não atuava neste setor em Belém e em Salvador, ela não deverá prejudicar a competitividade com outras empresas deste setor. Assim, o Cade aprovou esse negócio. Veja Mais

Ibovespa recua e fica em 96 mil pontos com aversão ao risco global

Valor Econômico - Finanças Preços das commodities também merecem atenção dos investidores O movimento de aversão ao risco contamina os mercados globais nesta segunda-feira, diante do aumento de casos de covid-19 na Europa e escândalo no setor bancário. E no Ibovespa não é diferente, pressionado ainda pela baixa dos preços de commdities, como petróleo e minério de ferro. Pouco depois de meio-dia, o Ibovespa cedia 2,22%, aos 96.139 pontos. O giro financeiro estava em R$ 7,8 bilhões, e com projeção de registrar R$ 31,05 bilhões até o fim do dia. A convergência de fatores leva o Ibovespa a perder o patamar dos 98 mil pontos, considerado importante por analistas gráficos. Agora, perdido, pode acelerar as vendas rumo aos 94 mil pontos ou até mais abaixo, segundo análise do banco digital modalmais. O desempenho negativo dos negócios na bolsa brasileira ocorre em linha com o exterior, onde as bolsas asiáticas já fecharam em queda e os índices acionários na Europa e Estados Unidos trilham o mesmo caminho. Em Nova York, Dow Jones e S&P 500 recuavam mais de 2% enquanto o Nasdaq diminuía 1,7%. O principal ponto que diminui o apetite ao risco está na pandemia. O aumento de casos da covid-19 na Europa levanta preocupação de novos fechamentos das economias, ainda em recuperação. Nos Estados Unidos, pressão ainda vem do setor bancário, depois de uma megainvestigação de um consórcio de jornalistas internacionais revelar que grandes bancos podem ter movimentado US$ 2 trilhões em transações com dinheiro ilegal nas últimas duas décadas. A revelação coloca em cheque o comprometimento do setor na prevenção à lavagem de dinheiro. Entre os citados está o J.P. Morgan e o Bank of New York Mellon. As commodities também não trazem alívio. O petróleo é negociado em queda, com temor de novos confinamentos pela covid-19 e retomada da produção na Líbia. No Ibovespa, Petrobras ON perdia quase 3% e PN cedia 2,8%. Já PetroRio ON tinha baixa de 3,8%. Vale ON registrava baixa de 2,8%. No caso da mineradora, vale lembrar que hoje é o último dia para ter direito ao pagamento de dividendos no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação. As ações serão negociadas sem direito à remuneração na B3 a partir de amanhã (22). Andre Penner/AP Veja Mais

Senado convida Ernesto Araújo para explicar visita de Pompeo a Roraima

Valor Econômico - Finanças Audiência será na quinta-feira A Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE) aprovou nesta segunda-feira um convite para que o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, explique a visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, na sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, na fronteira entre o Brasil e a Venezuela. A audiência acontecerá na quinta-feira, 24. Marcio Batista/MRE Para alguns senadores, Ernesto Araújo afrontou a Constituição Federal ao ceder "o território para um agente dos EUA ameaçar um país amigo", em referência a Venezuela. "Nossa missão é garantir que a Venezuela tenha uma democracia. Nós vamos tirá-lo [Maduro] de lá", disse. O ditador venezuelano é um dos principais focos de ataque da campanha do republicano, que defende e aplica sanções contra o regime. Trump está em disputa com o democrata Joe Biden. Como retaliação, senadores do centro e da oposição chegaram a cogitar, inclusive, o adiamento das sabatinas com os mais de 30 embaixadores indicados pelo governo brasileiro, que acontece nesta segunda-feira na Casa legislativa. O movimento, no entanto, acabou sendo dissuadido pelo presidente da CRE no Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS), que é aliado de Bolsonaro. A visita provocou a reação de políticos brasileiros já na sexta-feira passada. A primeira foi do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que afirmou que se tratava de uma “afronta às tradições de autonomia e altivez” da política externa brasileira. Maia também lembrou que os EUA estão em período eleitoral, na qual Trump busca a reeleição. Em nota, o presidente da Câmara disse, por fim, que o episódio não condiz com “a boa prática diplomática internacional”. Em seguida, seis ex-ministros das Relações Exteriores emitiram nota em apoio a Maia - o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que comandou o Itamaraty no governo Itamar Franco, além de Francisco Rezek, Celso Lafer, Celso Amorim, José Serra e Aloysio Nunes Ferreira. O ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero também subscreve a nota, assim como Hussein Kalout, ex-secretário de Assuntos Estratégicos no governo de Michel Temer. Veja Mais

Maia diz que ação no STF parece ter estimulado governo a agir pelo meio ambiente

Valor Econômico - Finanças O presidente da Câmara também criticou o governo federal por ter diminuído a média de dotação orçamentária anual do Fundo Clima em 2020 Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou o governo federal por ter diminuído a média de dotação orçamentária anual do Fundo Clima em 2020 e por não ter executado efetivamente os recursos no ano anterior. Ele ponderou, no entanto, que a ação em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) "parece ter estimulado" o poder público a agir. "O compromisso com o meio ambiente saudável não está no campo da disputa política. Isso é uma obrigação de todos os agentes públicos que, ao assumirem seus mandatos, prometeram cumprir a Constituição. Esses não têm opção de negligenciar essa obrigação. Descuidar desses deveres é violar a Constituição", disse ele, em audiência pública na Corte. Maia lembrou que o direito ao meio ambiente equilibrado se conecta a diversos outros, como o direito à saúde e à segurança alimentar — e que não promover políticas públicas ambientais satisfatórias pode ter "efeitos deletérios sobre o agronegócio", afetando a credibilidade do Brasil no plano internacional. Ele destacou que a aprovação das emendas que criaram o orçamento impositivo pelo Congresso Nacional foi uma "contribuição decisiva" nesse sentido, pois obrigou o governo federal a tomar providências relacionadas à defesa do meio ambiente. Apesar disso, lamentou que os recursos do Fundo Clima "simplesmente não foram executados" no ano passado. "O Fundo conta com média de dotação orçamentária autorizada de R$ 359 milhões ao ano, desde sua criação. Em 2020, foram repassados R$ 239 milhões, 77% do valor da média histórica. Mas em 2019 a execução efetiva dos recursos em 2019 ficou próxima de zero", criticou. Maia citou, ainda, as queimadas que têm ocorrido no Pantanal e na Amazônia. "Não podemos confiar nas chuvas, precisamos confiar na política - nos homens e mulheres responsáveis por formulá-la e implementá-la." Veja Mais

Entidades usarão audiência do STF para fazer contraponto a Bolsonaro na ONU sobre meio ambiente

Valor Econômico - Finanças Organizações pretendem usar o espaço para denunciar o que chamam de “desmonte” das políticas públicas da área Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dólar e juros futuros operam em alta firme em reação a exterior negativo

Valor Econômico - Finanças Ambiente externo avesso ao risco e preocupações em torno da sustentabilidade das contas públicas no Brasil influenciam negócios O dólar e os juros futuros dão início ao pregão desta segunda-feira em alta forte, influenciados pelo ambiente externo avesso a risco e pela continuidade das preocupações em torno da sustentabilidade das contas públicas no Brasil. Nesse cenário, o dólar era negociado a R$ 5,4614 (+1,55%) no mercado à vista por volta de 9h30. No mesmo horário, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 passava de 2,96% no ajuste anterior para 3,05%; a do DI para janeiro de 2023 subia de 4,38% para 4,53%; a do contrato para janeiro de 2025 avançava de 6,30% para 6,47%; e a do DI para janeiro de 2027 saltava de 7,28% para 7,46%. Pixabay O escândalo que envolve supostos esquemas de lavagem de dinheiro por grandes bancos, o impasse nas discussões em torno de um novo pacote de estímulos econômicos nos Estados Unidos e os temores quanto a uma segunda onda de covid-19 em solo europeu dão o tom dos negócios lá fora e geram forte aversão a ativos considerados mais arriscados. Esse movimento, assim, se espalha pelos mercados emergentes e afeta os ativos brasileiros. Não por acaso, o dia é de alta generalizada da moeda americana. Os mercados internacionais colocam, portanto, um cenário ainda mais complexo para os juros futuros, que, na sexta-feira, dispararam diante das preocupações relacionadas à questão fiscal, em um movimento que foi sentido inicialmente no mercado secundário de títulos públicos. A agenda do dia é bastante escassa, com destaque para discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, ainda nesta manhã. Veja Mais

Receita líquida da Randon sobe 10,2% em agosto, para R$ 497,5 milhões

Valor Econômico - Finanças Acumulado do ano mostra queda de 9% ante igual período de 2019, sob efeito da redução da produção em abril e maio por causa da pandemia A fabricante de implementos rodoviários Randon reportou uma alta de 10,2% na receita líquida consolidada em agosto, para R$ 497,5 milhões, quando comparado ao mesmo mês de 2019. No acumulado do ano a receita soma R$ 3,06 bilhões, queda de 9% na comparação com o mesmo recorte de tempo do ano passado. Divulgação A receita no mês de agosto não inclui valores relativos à Nakata, em razão de a aquisição ter sido efetivada no dia 1° de setembro de 2020. A receita bruta da Randon aumentou 5,2% em agosto, para R$ 686,5 milhões, mas no acumulado do ano ainda está 11% abaixo dos níveis de 2019, somando R$ 4,32 bilhões. Fras-le A Fras-le, fabricante de lonas e pastilhas de freio controlada pela Randon, registrou receita líquida consolidada de R$ 139,6 milhões em agosto de 2020, um valor 35,2% maior do que o de agosto de 2019, segundo a companhia. No acumulado do ano a receita líquida consolidada soma R$ 889,4 milhões, um valor 0,6% menor do que no mesmo período de 2019, afetado pela redução de produção nos meses de abril e maio, devido à pandemia. A receita no mês de agosto também não inclui valores relativos à Nakata. Em termos de receita bruta, agosto faturou R$ 199 milhões, ou 27,5% maior do que agosto do ano passado, e o acumulado do ano totaliza R$ 1,28 bilhão, 0,7% menor que no comparativo anual. Veja Mais

Justiça decide manter presa pré-candidata do PTB à prefeitura do Rio

Valor Econômico - Finanças Defesa de Cristiane Brasil entrou com habeas corpus alegando que prisão teria caráter político, mas presidente do TJRJ indeferiu pedidos A Justiça do Rio de Janeiro decidiu ontem (20) que Cristiane Brasil, pré-candidata à prefeitura do Rio de Janeiro pelo PTB, permanecerá presa. Há pouco mais de uma semana, a política, filha do presidente nacional do partido, Roberto Jefferson, se apresentou à Polícia após ser alvo de mandado de prisão, no âmbito da segunda fase da Operação Catarata, que investiga suposto esquema criminoso de desvios em contratos de assistência social no governo do Estado e prefeitura do Rio. Em sua decisão, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Claudio de Mello Tavares, indeferiu pedidos de relaxamento, revogação, substituição e conversão da prisão preventiva de Cristiane Brasil. Ele determinou, ainda, o cumprimento imediato da ordem do ministro Joel Ilan Paciornik no sentido de redistribuição da ação penal inicial e conclusão ao desembargador do Órgão Especial do TJRJ, que será sorteado nesta segunda-feira, para analisar o caso. De acordo com informações da Justiça do Rio de Janeiro, a defesa de Cristiane Brasil entrou com pedido de habeas corpus após apresentação da política à Justiça. Os advogados de Cristiane, ex-deputada federal, destacaram que ela seria candidata ao cargo majoritário na eleição municipal do Rio, e que “a prisão teria caráter político”, informou a Justiça do Rio. Pediram, ainda com base nessas alegações, o relaxamento da prisão, e, sucessivamente, a revogação da prisão preventiva, a substituição de prisão em medidas cautelares, a conversão em prisão domiciliar ou monitoramento eletrônico, detalhou a Justiça fluminense. A ex-deputada e pré-candidata à prefeitura do Rio Cristiane Brasil (PTB) Reprodução A defesa de Cristiane também informou que a política estaria em acompanhamento psiquiátrico desde fevereiro de 2018, diagnosticada com "transtorno misto depressivo ansioso”, sendo necessário o uso contínuo e diário de três medicamentos, como justificativa para relaxamento de detenção em regime fechado. Mas a Justiça decidiu pela manutenção de prisão por entender que o suposto esquema de desvio de recursos, do qual Cristiane faria parte, ainda estaria em vigor. Um exemplo citado pelo desembargador, em sua decisão, foi o fato de que a empresa Servlog, que estaria envolvida no suposto esquema, teria tido contrato renovado em 2019 com a Fundação Leão XIII - vinculada à vice-governadoria do Estado e que visa dar assistência a grupos populacionais de baixa renda. "Apura-se que há robusto panorama probatório superficial de que a paciente exerceu pressão política para auferir rendimentos dos contratos cartelizados, e valeu-se da sua condição de detentora de cargo de secretariado de município e deputada federal para garantir o sucesso da empreitada criminosa", afirmou o desembargador, com referência a Cristiane, em sua conclusão ao definir pela manutenção da prisão em regime fechado. Veja Mais

EUA: Tesouro preenche lacuna nos regulamentos contra lavagem de dinheiro

Valor Econômico - Finanças Novas regras para alocação de recursos de conformidade entram em consulta pública; para especialistas, exigências atuais levam a acúmulo de relatórios caros e ruins O Departamento do Tesouro do EUA decidiu preencher uma lacuna de longa data na regulamentação americana de combate à lavagem de dinheiro (AML - “Anti-Money Laundering”) e iniciou uma discussão sobre novas regras em potencial destinadas a permitir que os bancos aloquem seus recursos de conformidade com mais eficácia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novo premiê do Japão reforça importância de aliança com EUA

Valor Econômico - Finanças Premiê teve sua primeira conversa por telefone com presidente americano no domingo O primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, reafirmou a importância da aliança bilateral com os Estados Unidos em sua primeira conversa telefônica com o presidente americano, Donald Trump, no domingo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Leia as manchetes desta segunda-feira dos principais jornais brasileiros

Valor Econômico - Finanças Veja os destaques da imprensa nacional VALOR - Perdas atingem quase um terço dos fundos DI - Como o IRB estava sendo dilapidado - Renda básica tem amplo apoio - Bancos globais teriam girado US$ 2 tri ilegais O GLOBO - Desvios na saúde do Rio envolvem sete prefeituras - Câmara quer mudar lei de improbidade e lavagem de dinheiro - Tempo de TV volta a ser alvo de pré-candidatos - Vaga para juiz acirra disputa política nos EUA FOLHA DE S.PAULO - Recurso na fiscalização trabalhista cai pela metade - Damares agiu para tentar evitar aborto de menina - No Planalto, presidente deixa aliados para trás - Pandemia e rivalidades eclipsam 75 anos da ONU O ESTADO DE S.PAULO - 54% aprovam ação da gestão Covas no combate à pandemia - Na ONU, Bolsonaro vai rebater críticas a seu governo - Google tem recorde de buscas sobre transtornos mentais - Desemprego e auxílio menor travam crescimento Veja Mais

‘Blended finance’ turbina capital filantrópico

Valor Econômico - Finanças Modelo inovador de financiamento de projetos sociais tem alto potencial de crescimento Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Neoenergia fecha compra de projetos eólicos na Bahia

Valor Econômico - Finanças Localizados na Serra da Gameleira, projetos adquiridos podem atingir 400 MW de capacidade e se somam aos demais 1 GW em fase de construção Buscando ampliar a participação das fontes renováveis em seu portfólio, a Neoenergia fechou um acordo para adquirir projetos eólicos da PEC Energia, empresa da Engeform . Localizados na Serra da Gameleira (BA), os projetos da PEC têm potencial para atingir 400 megawatts (MW) de capacidade instalada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Três grupos disputam refinaria da Petrobras no PR

Valor Econômico - Finanças Em meio a debate no Supremo Tribunal Federal (STF), três candidatos apresentaram propostas pela Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas) Três empresas apresentaram propostas pela Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, e estão na disputa pelo ativo da Petrobras, apurou o Valor. Os investidores interessados acompanham os desdobramentos do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido para impedir a venda das refinarias da estatal. Ao mesmo tempo, a petroleira negocia com Mubadala, dos Emirados Árabes Unidos, a assinatura do contrato para venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), na Bahia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Embalixo estuda embalar alimento

Valor Econômico - Finanças Saco de lixo anticovid atrai varejistas, empresas de ônibus e aéreas, diz executivo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BC evita decretar o fim do ciclo de baixa de juro

Valor Econômico - Finanças Cortes de juros não resolvem todos os problemas O Banco Central agiu com prudência ao não encerrar em definitivo o ciclo de baixa de juros, mantendo uma porta aberta para eventuais novos cortes na taxa básica. O ritmo de retomada da economia é incerto. Apesar de uma boa parte da transmissão dos estímulos estar sendo obstruída pelas incertezas fiscais, o BC não deve se furtar em usar os seus instrumentos de política monetária para cumprir o seu mandato de levar a inflação para a meta. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais