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Reino Unido e UE retomam no domingo negociações para acordo pós-Brexit

Valor Econômico - Finanças As negociações entre o Reino Unido e a União Europeia sobre um acordo comercial envolvendo regulações entre as partes após o período de transição do Brexit (que termina no próximo dia 31) serão retomadas neste domingo (6) em Bruxelas. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em uma declaração conjunta. Segundo o documento, embora tenha havido progresso em diversas áreas, três pontos críticos permanecem sem solução: os direitos de pesca em águas britânicas, as regras de governança para garantir que o acordo seja cumprido após sua assinatura e mecanismos para garantir igualdade na competição entre empresas de UE e Reino Unido depois do Brexit. Na sexta-feira, representantes das duas partes já tentavam chegar a um acordo, mas o negociador-chefe da UE, Michel Barnier, e o líder da equipe do Reino Unido, David Frost, informaram que continuava o impasse em torno desses três pontos. Johnson e Leyen conversaram hoje por telefone sobre o andamento das conversas e instruíram suas equipes a retomar a negociação amanhã. "Ambos os lados sublinharam que nenhum acordo é viável se essas questões não forem resolvidas", resume a nota conjunta. "Embora reconhecendo a seriedade dessas diferenças, concordamos que um esforço adicional deve ser realizado por nossas equipes de negociação para avaliar se elas podem ser solucionadas." Veja Mais

Mundo supera 66 milhões de casos de covid-19

Valor Econômico - Finanças Nos EUA, casos estão perto de 14,4 milhões Os Estados Unidos registram mais de 279 mil mortos por covid-19, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins neste sábado. Os casos da doença estão próximos de 14,4 milhões. No mundo, as mortes passam de 1,520 milhão e os casos superam os 66,1 milhões, conforme o levantamento deste sábado. Quanto aos EUA, as infecções por coronavírus seguem registrando recordes no país - na sexta-feira, foram quase 228 mil casos diários. Nam Y. Huh/AP Veja Mais

Prazo de desinvestimento da TikTok se esgota, mas negociações continuam

Valor Econômico - Finanças Administração Trump afirma que o TikTok apresenta preocupações de segurança nacional O governo Donald Trump optou na sexta-feira por não conceder à ByteDance uma nova prorrogação de um pedido que exigia que a empresa chinesa se desfizesse dos ativos do TikTok nos Estados Unidos, mas as conversas continuarão sobre o destino do aplicativo de compartilhamento de vídeos curtos, segundo duas fontes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Argentina aprova imposto sobre grandes fortunas e debate cresce na América Latina

Valor Econômico - Finanças Outros países da região, como Chile, Peru e Bolívia, também discutem como taxar os mais ricos A Argentina aprovou na noite de sexta-feira um imposto sobre grandes fortunas, que atinge o 1% mais rico do país e deve arrecadar o equivalente a 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB). O novo tributo deve ajudar a reduzir o déficit público, mas tende a minar a confiança no governo e investimentos no médio prazo, afirmam economistas. Assim como a Argentina, outros países da região, como Chile, Peru e Bolívia, também debatem como taxar os mais ricos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

'Não digo uma coisa nem outra’, afirma Maia sobre novo mandato na Câmara

Valor Econômico - Finanças "No meio de um processo como esse, eu preciso me resguardar", sustenta Pivô, ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a legalidade da reeleição no comando do Legislativo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem participado de articulações sobre seu sucessor e dito, nos últimos meses, que não será candidato — o que não diminui as especulações sobre uma tentativa de um quarto mandado. Nesta entrevista, concedida na sexta-feira, primeiro dia do julgamento no plenário virtual, o deputado pela primeira vez não descartou a possibilidade, preferindo dizer que se pronunciará quando o tribunal encerrar o caso. Ele comentou ainda as perspectivas para 2022, tanto no plano nacional quanto no governo do Rio. Luis Macedo/Camara Questionado se tem planos de concorrer à Presidência da Câmara, independentemente do julgamento no Supremo, Maia disse acreditar não ser correto se manifestar sobre esse assunto enquanto ocorre o julgamento. "A única coisa que eu tenho certeza é que a Câmara precisa ter um presidente com alguma independência dentro da instituição, priorizando as agendas de reforma do país. O próximo presidente terá que ter o perfil de ser liberal na economia." "No meio de um processo como esse, eu preciso me resguardar, não digo uma coisa nem outra. Gosto de dar resposta para tudo. Mas no meio de um processo como esse, darei minha opinião sobre o assunto depois", sustentou. Veja Mais

FTSE Russell excluirá 8 empresas chinesas após entrada na lista negra dos EUA

Valor Econômico - Finanças Provedor de índices disse que agiu seguindo o retorno dos assinantes do índice e outras partes interessadas O provedor de índices FTSE Russell disse na sexta-feira que excluirá ações da Hikvision e de outras sete empresas chinesas de certos produtos após um ordem de restrição à compra de ações dessas empresas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mondial compra a fábrica da japonesa Sony em Manaus e vai produzir tevês

Valor Econômico - Finanças A Mondial, líder brasileira na fabricação de eletroportáteis, como ventiladores , batedeiras, liquidificadores, comprou a fábrica da japonesa Sony em Manaus. A empresa vai produzir micro-ondas, aparelhos de ar condicionado e televisores na unidade adquirida, já a partir do ano que vem, entrando em novos mercados e onde já estão gigantes como a LG, Samsung e Whirlpool. A informação foi antecipada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada ao jornal O Globo pelo presidente da Mondial, o empresário Giovanni Martins Cardoso. O valor do negócio não foi revelado. A japonesa Sony anunciou em setembro passado que fecharia sua fábrica no Brasil em 2021. Martins contou que então surgiu a oportunidade de aquisição do prédio e do maquinário da japonesa. A marca Sony não entrou na negociação. A Mondial já tem uma unidade menor em Manaus, onde produz DVDs e caixas de som, e vai transferir, aos poucos, a produção para a nova unidade. A empresa tem sua maior fábrica na Bahia, com 2,7 mil funcionários. "Assinamos o contrato de compra no último dia 23 de novembro. Vamos ampliar nossa produção na unidade adquirida e, a partir do segundo semestre, começamos a produção dos novos produtos. Fizemos em seis meses o que esperávamos fazer em três anos", disse Martins. Segundo ele, a Mondial planejava iniciar a produção de micro-ondas apenas em 2022, aparelhos de ar condicionado em 2023 e tevês a partir de 2024. Com a aquisição, acelerou esses planos em plena pandemia. Em nota, a Sony Brasil confirma o processo de venda de seu imóvel e outros ativos da sua planta em Manaus a empresa Mondial, negócio que "deverá ainda ser submetido para a devida anuência pelos órgãos competentes". A Sony comunicou aos varejistas, em setembro passado, que a produção de eletrônicos seria encerrada em março do ano que vem. Na sequência, no meio de 2021, a empresa também vai suspender a venda e a distribuição de seus produtos nos segmentos de TVs, aparelhos de áudio e câmeras. A decisão foi tomada, de acordo com o comunicado, “considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”. Mas a Sony não deu detalhes sobre o cenário de mercado ou as estimativas futuras que foram considerados. 05/12/2020 15:42:28 Veja Mais

Um ano após recomendação, OAB propõe mecanismo de autorregulação para impedir lavagem de dinheiro

Valor Econômico - Finanças Redação atual da minuta prevê a obrigatoriedade de advogados informarem aos órgãos de inteligência sobre as operações suspeitas dos clientes em setores específicos, como compra e venda de imóveis, gestão de fundos e aberturas de contas bancárias Mais de um ano depois da recomendação da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (Enccla), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) deve aprovar, no dia 14, um provimento que cria mecanismos de autorregulação no sentido de impedir a prática desses crimes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Região de San Francisco, nos EUA, impõe novo 'lockdown' após alta nos casos

Valor Econômico - Finanças Cabeleireiros, salões de beleza, cinemas e zoológicos devem permanecer fechados por todo o período A região da cidade de San Francisco, no norte da Califórnia, vai impor a partir deste fim de semana uma série de restrições para a circulação de pessoas e a abertura do comércio. A decisão, que deve afetar 6 milhões de pessoas, acontece em meio a uma alta no número de casos de covid-19 no estado e em todo o país. A ordem recomenda que toda a população fique em casa e saia apenas para atividades essenciais. As medidas vão começar a ser impostas entre domingo (6) e terça (8) e vão valer para cinco condados da região - Alameda, Contra Costa, Marin, Santa Clara e San Francisco (onde fica a cidade homônima)-, além da cidade de Berkley. Elas permanecerão em vigor no mínimo até o dia 4 de janeiro. David Santiago/AP Segundo as novas regras, o comércio só poderá abrir com no máximo 20% da capacidade e restaurantes e bares só poderão funcionar por delivery. Cabeleireiros, salões de beleza, cinemas e zoológicos devem permanecer fechados por todo o período. As lojas que ficarem abertas terão que obedecer regras de distanciamento social, incluindo o uso obrigatório de máscaras. O governo da Califórnia já tinha anunciado uma nova regra de quarentena para todo o estado, mas, pelo calendário inicial, as medidas só entrariam em vigor na região de San Francisco nas próximas semanas. Veja Mais

EUA e Equador abrem caminho para acordo de livre comércio

Valor Econômico - Finanças As duas partes chegaram a um acordo sobre normas para facilitação do comércio, segurança jurídica, regras para pequenas e médias empresas e medidas anticorrupção Estados Unidos e Equador assinarão um acordo preliminar para formalizar as negociações de livre comércio na próxima semana, disse o ministro de Produção e Comércio Exterior equatoriano, Iván Ontaneda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Caixa abre 755 agências hoje para pagar auxílio emergencial

Valor Econômico - Finanças Além do saque, será possível transferir de forma gratuita os valores, por meio do aplicativo Caixa Tem, para outra conta, seja da Caixa ou de outras instituições financeiras A Caixa Econômica Federal abre 755 agências neste sábado (5) para o pagamento do auxílio emergencial a 7 milhões de beneficiários dos ciclos 3 e 4 nascidos em novembro e dezembro. O atendimento será das 8h ao meio-dia. Ao todo, foram creditados R$ 5,6 bilhões para esse público. Desse total, R$ 2,4 bilhões são referentes às parcelas do auxílio emergencial, de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). O restante, R$ 3,2 bilhões, corresponde às parcelas do auxílio emergencial extensão, de R$ 300 (R$ 600 para mães solteiras). Marcelo Camargo/Agência Brasil A lista das agências está disponível no endereço www.caixa.gov.br/agenciasabado. Em comunicado, a Caixa esclareceu que todas as pessoas que procurarem as agências dentro do período de funcionamento serão atendidas. Além do saque, será possível transferir de forma gratuita os valores, por meio do aplicativo Caixa Tem, para outra conta, seja da Caixa ou de outras instituições financeiras. Do total de beneficiários, 3,6 milhões nasceram em novembro e 3,4 milhões, em dezembro. Entre os beneficiários do Ciclo 3, o dinheiro havia sido depositado na conta poupança digital em 29 de outubro, para os nascidos em novembro, e em 1º de novembro, para os nascidos em dezembro. No Ciclo 4, os depósitos na poupança digital haviam sido feitos em 18 de novembro, para os nascidos em novembro, e em 20 de novembro, para os nascidos em dezembro. Até agora, os recursos podiam ser movimentados apenas por meio do Caixa Tem, que permite compras por cartão de débito virtual, compras por QR Code (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros e o pagamento de boletos e de contas residenciais. Desde o início do programa, em abril, o auxílio emergencial alcançou 67,8 milhões de brasileiros, num montante de R$ 270,2 bilhões creditados em cinco parcelas regulares e até três parcelas do auxílio extensão. Veja Mais

Gás mata 18 trabalhadores em mina de carvão na China

Valor Econômico - Finanças A indústria de mineração de carvão da China costumava ser a mais letal do mundo, sofrendo mais de 5 mil mortes por ano A TV estatal da China diz que pelo menos 18 mineiros de carvão foram mortos por altos níveis de monóxido de carbono no sudoeste do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Rússia começa a vacinar trabalhadores em Moscou contra covid-19

Valor Econômico - Finanças A Rússia começou a vacinar contra o coronavírus os trabalhadores de Moscou considerados mais expostos ao vírus. A vacinação teve início neste sábado (5) em 70 centros instalados por toda a cidade. O governo russo decidiu que a imunização será dada primeiro a assistentes sociais, trabalhadores da saúde e professores. A Rússia foi um dos primeiros países a anunciar o desenvolvimento de uma vacina - batizada de Sputnik V em homenagem ao satélite soviético - em agosto, antes mesmo do início dos testes clínicos em larga escala. A vacina está atualmente na terceira e última fase de testes clínicos com 40.000 voluntários. Seus criadores anunciaram uma taxa de eficácia de 95% no mês passado, de acordo com resultados preliminares. Por não apresentar muitos detalhes sobre a vacina e por oferecê-la à população antes da conclusão dos estudos, a Rússia é contestada pela comunidade científica e cobrada pela falta de transparência. Segundo eles, a vacina será mais barata e mais fácil de armazenar e transportar do que outras que estão sendo desenvolvidas no mundo. A vacina, administrada em duas doses com 21 dias de intervalo, é um "vetor viral" usando dois adenovírus humanos. A imunização é gratuita para os cidadãos russos e administrada de forma voluntária. Neste sábado, as autoridades de saúde disseram que durante esta primeira fase de vacinação em Moscou, a vacina não seria administrada a trabalhadores com mais de 60 anos, pessoas com doenças crônicas, mulheres grávidas ou lactantes. Ainda não há previsão de quando a vacina estará disponível para o público em geral. O prefeito de Moscou, Serguei Sobyanin, anunciou na sexta-feira (4) que 5.000 pessoas se inscreveram nas primeiras cinco horas após a abertura do registro online para a imunização. "Quero ter certeza de que o coronavírus não infectará a mim e meus parentes", disse Serguei Bouslaïev, de 42 anos e que trabalha com seguros. "Quero poder ir à academia com segurança e retomar uma vida normal", acrescentou. Neste sábado, a Rússia registrou 28.782 novas infecções em 24 horas, novo recorde diário, elevando o total para 2.431.731 casos desde o início da pandemia. O país é o quarto no mundo em número de casos. Veja Mais

Liminar mantém validade de norma coletiva que reduz direitos trabalhistas

Valor Econômico - Finanças Ministra do TST considerou voto do ministro do STF Gilmar Mendes favorável a pedido da empresa O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não concluiu o julgamento pelo qual definirá se é válida norma coletiva, ajustada com sindicato, que reduz direitos trabalhistas. Apesar disso, o voto favorável do relator, ministro Gilmar Mendes, já teve efeito sobre o Tribunal Superior do Trabalho (TST). Uma empresa conseguiu liminar na Corte trabalhista para suspender execuções em que era cobrada por diferenças em razão da redução do horário de almoço. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Na contramão de emergentes, juro de longo prazo segue acima de níveis pré-pandemia

Valor Econômico - Finanças Movimento no Brasil, inclusive, destoa de outros mercados emergentes, onde também os juros longos caíram desde o início da crise, mostra levantamento do J.P. Morgan Embora a curva de juros brasileira tenha passado por uma retirada consistente de prêmios de risco nos últimos dias, as taxas de longo prazo se mantêm em níveis bastante elevados e até maiores do que os observados no início de março. O movimento no Brasil, inclusive, destoa de outros mercados emergentes, onde também os juros longos caíram desde o início da crise, mostra levantamento do J.P. Morgan. A desconfiança quanto à trajetória da dívida pública é o principal fator a explicar esse movimento e, mesmo com o fluxo de capital estrangeiro para emergentes, analistas ainda apontam que a questão fiscal deve ser determinante para o comportamento dos juros. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Decisão do STF sobre reeleição de presidente deve ser estendida para legislativo estadual e municipal

Valor Econômico - Finanças Análise feita nas Constituições estaduais e regimentos internos das assembleias aponta que, em 21 casas, não há limites de mandatos para a presidência O voto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que permite a reeleição de mandatários no Congresso, estende o limite de uma recondução ao cargo de presidente em assembleias legislativas e câmaras de veradores. Esse, porém, é um cenário que já é realidade em 22 das 26 assembleias estaduais pelo país, como mostra levantamento do Globo e do professor Daniel Falcão, doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). A análise feita nas Constituições estaduais e regimentos internos das assembleias aponta que, em 21 casas, não há limites de mandatos para a presidência. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Governo vai lançar versão web do eSocial para micro e pequena empresas

Valor Econômico - Finanças Objetivo da equipe econômica com as inovações é simplificar e desburocratizar o sistema, além de reduzir os custos para o empregador O governo vai fazer uma nova rodada de ajustes no eSocial. No próximo ano, será lançada uma versão web do eSocial destinada para que as micro e pequenas empresas possam apresentar, diretamente na plataforma do governo, as informações de seus funcionários no mesmo moldes do empregador doméstico e MEI (Microempreendedor Individual). O foco é atender companhias com até 50 funcionários, o que representa 70% dos empregadores do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estado da Califórnia certifica vitória de Joe Biden nas eleições

Valor Econômico - Finanças Com isso, número de eleitores que se comprometeram a votar no democrata sobe para 279, nove a mais do que o necessário A Califórnia certificou sua eleição presidencial na sexta-feira e nomeou 55 eleitores que prometeram votar no democrata Joe Biden, dando-lhe oficialmente a maioria do Colégio Eleitoral necessária para ganhar a Casa Branca. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Covid eleva disparidade de gênero em negociação salarial nos EUA

Valor Econômico - Finanças Para mulheres que conseguiram permanecer na força de trabalho, o menor poder de barganha significa menor probabilidade de ganhos salariais, mesmo com a recuperação da economia Mais mulheres do que homens disseram ter menos poder de barganha para pedir aumento salarial ou benefícios à luz da pandemia, um sinal de que o coronavírus pode ter aumentado a desigualdade de gênero na negociação salarial, segundo pesquisa da Moody’s Analytics e Morning Consult. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Futuros secretários de Paes terão que entregar cópias do Imposto de Renda e responder a questionário

Valor Econômico - Finanças A “investigação” deve se estender a parentes próximos dos escolhidos O deputado federal Marcelo Calero (Cidadania) vai deixar o Congresso para assumir uma missão das mais difíceis no Rio. Como novo secretário municipal de Governo e Integridade Pública, ele pretende implantar uma “cultura de compliance” na prefeitura. O objetivo é evitar outra “experiência ruim”, expressão que o prefeito eleito Eduardo Paes tem usado para se referir ao secretário de Obras do seu primeiro governo, Alexandre Pinto, condenado a 23 anos de prisão por fraudes na construção do BRT Transcarioca. Calero promete começar o seu trabalho no alto escalão antes mesmo da posse. Os futuros secretários vão ter que entregar cópias das últimas três declarações de Imposto de Renda e responder a um questionário para a averiguação de possíveis conflitos de interesse. A “investigação” deve se estender a parentes próximos dos escolhidos. Ruy Baron/Valor A preocupação de Calero é levantar a possível ligação de familiares com empresas que prestam serviço ao município. Ele estuda ainda medidas para monitorar a evolução patrimonial de outros servidores, mas frisa que não comandará um “tribunal de inquisição” na prefeitura: “Queria deixar muito claro que não é só caráter punitivo e persecutório, mas queremos criar cultura de integridade”. Isolado em casa porque apresentou sintomas da covid-19, Calero não foi na sexta-feira à sede da Firjan, no Centro, onde a equipe de transição está se reunindo. Ele trabalha na elaboração do Programa Carioca de Integridade Pública numa sala no segundo andar. “A grande questão é olhar a renda e o patrimônio para além da questão documental. É fácil só olhar o IR. Agora, quais são os bens de que ele usufrui? Tem algum possível conflito de interesse com atividade que vai desenvolver na prefeitura? Vamos atrás dessas informações adicionais”, diz. D Calero já foi secretário de Cultura de Paes, mas ficou conhecido quando, ao deixar o Ministério da Cultura de Michel Temer, acusou Geddel Vieira, um dos ministros mais próximos do então presidente, de ter lhe pressionado a fim de emitir “parecer técnico favorável aos seus interesses particulares”. Posteriormente, Geddel foi condenado por corrupção. No programa de Calero, estão previstos a criação do Estatuto da Integridade, um pacote de medidas a ser enviado para a Câmara Municipal e o fortalecimento da Controladoria-Geral do Município. Outros objetivos são formar Comissão de Integridade, implementar uma ouvidoria e incentivar a figura do “informante do bem”, para valorizar o servidor que denunciar atos de corrupção internos. Veja Mais

Sobe para 18 número de mortos em acidente com ônibus em MG

Valor Econômico - Finanças Veículo caiu na sexta-feira em João Monlevade, no km 350 da BR-381, em um trecho conhecido como "Ponte Torta" Subiu para 18 o número de mortos no acidente com o ônibus de viagem com mais de 40 passageiros em Minas Gerais. O veículo caiu na sexta-feira em João Monlevade, no km 350 da BR-381, em um trecho conhecido como "Ponte Torta". Reprodução/G1 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), indicou que o ônibus, com placa de Alagoas, não tinha autorização para prestar esse serviço. Segundo o portal G1, o ônibus, aliás, já tinha sido autuado três vezes em 2019 por transporte irregular de passageiros. A reportagem acrescenta que a Polícia Civil de Minas Gerais instaurou inquérito para apurar as causas do acidente. Neste sábado, os corpos estavam no Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte aguardando a liberação das famílias. Veja Mais

Airbus aposta em hidrogênio para vender jatos com emissão zero

Valor Econômico - Finanças Projeto é atualmente a melhor chance de obter um voo que não polua o planeta Existem muitos obstáculos para o desenvolvimento do primeiro avião movido a hidrogênio com emissão zero. O combustível altamente inflamável é difícil de usar e ser armazenado com segurança. Não existem aeroportos equipados para reabastecer jatos com hidrogênio. E o custo em si é proibitivo, pelo menos caso a empresa queira evitar a emissão de gases de efeito estufa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

EUA suspendem programas de intercâmbio com a China, chamando-os de 'propaganda'

Valor Econômico - Finanças Departamento de Estado chama os programas de 'ferramentas de propaganda de soft power' O Departamento de Estado dos EUA disse na sexta-feira que encerrou cinco programas de intercâmbio cultural com a China, chamando-os de "ferramentas de propaganda de poder brando". Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Últimos dias

Fundador da maior agência de comunicação do Brasil abdica do controle

Valor Econômico - Finanças Francisco Soares Brandão reduzirá sua participação na FSB de 52% para 30% nos próximos cinco anos O fundador da agência FSB, Francisco Soares Brandão, anunciou nesta sexta-feira (4) que reduzirá sua participação na empresa de 52% para 30% nos próximos cinco anos. A empresa é a maior do país no ramo de comunicação corporativa e relações públicas. Em comunicado, o grupo afirmou que Brandão irá repassar os 22% do capital a sócios e executivos em um prazo de cinco anos, mediante o cumprimento de metas de crescimento anuais e metas particulares. A agência incorporou dois novos sócios, Marcelo Diego e Gabriela Wolthers. Eles integram a liderança junto a Marcos Trindade, presidente do grupo, Alexandre Loures, Diego Ruiz, Flávio Castro, Magno Trindade e Renato Salles. Dos 22%, uma fatia será destinada aos dois novos sócios, outra aos que já ocupavam o cargo e uma terceira ficará como fundo de reserva a novas negociações ou possíveis sócios. Brandão criou a empresa, que completa 40 anos em 2020, nos anos 1980, e sua estratégia de sucessão ao negócio é desenhada há cerca de dois anos. Ele faz 72 anos em fevereiro. O sócio-fundador permanece como presidente do conselho da empresa, diz que não reduzirá seu trabalho e que está "bem cercado". Afirma ter Trindade, o presidente, como um filho. "Tive várias oportunidades de vender e colocar dinheiro no bolso, mas gostaria de passar para as pessoas que ajudaram a construir a empresa", afirmou à reportagem de seu sítio em Petrópolis, no Rio. "Espero que esse processo tenha continuidade, meu sonho é fazer uma empresa que permaneça." Criada no Rio e com braços em São Paulo e Brasília, o portfólio da FSB mescla clientes dos setores público e privado. Entre os públicos estão governo e prefeitura do Rio de Janeiro, Ministério da Infraestrutura, do Turismo e, até poucos meses, da Saúde. Ficou com a agência o trabalho de comunicação da pasta durante a crise de coronavírus, que teve três ministros. Entre as empresas privadas, o grupo presta serviço a companhias como BTG, JBS, McKinsey e B3. Há cerca de cinco anos, os contratos públicos representavam 60% do faturamento. O cenário mudou com a compra da agência Loures, em 2018, que expandiu muito as contas no mercado empresarial paulista. O faturamento de contas públicas caiu 12%, enquanto o de privadas cresceu 17%, de acordo com sócios. O faturamento anual é de R$ 250 milhões. No momento, a empresa passa por um processo de transformação liderado por Silvio Meira, que comandou a estratégia digital na Magazine Luiza. Isso é visto como um marco pela empresa. Há cerca de 50 pessoas envolvidas no projeto. Veja Mais

Aras defende que streaming não esteja submetido ao mesmo regime de TVs por assinatura

Valor Econômico - Finanças A equiparação é pleiteada pela Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (Bravi) O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) que os serviços de streaming não estão submetidos ao mesmo regime jurídico das TVs por assinatura. A equiparação é pleiteada pela Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (Bravi), em ação impetrada contra dispositivos do Marco Civil da Internet e da Lei da Liberdade Econômica. A entidade afirma que as duas normas dão margem a interpretações que violam os princípios da livre iniciativa, da livre concorrência e da garantia de promoção do acesso às fontes de cultura nacional. Ao Supremo, pede a declaração de que as plataformas de streaming e as TVs por assinatura prestam serviços concorrentes — portanto, devem ser submetidos aos mesmos procedimentos regulatórios e tributários. Aras entende que a ação questiona dispositivos de natureza infraconstitucional, o que não atrairia a competência do Supremo. Superado esse ponto, avança no mérito e se posiciona contra a demanda da Bravi. Ele cita que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu que a oferta de conteúdo audiovisual em programação linear via internet não constitui serviço de telecomunicação ou de acesso condicionado. “Não cabe ao Judiciário substituir-se à agência especializada a fim de estabelecer solução técnica, sob pena de invadir campo reservado ao ente regulador e afrontar a divisão funcional de Poder”, escreveu. Veja Mais

Vacina apoiada por Glaxo mostra forte resposta em ensaio inicial

Valor Econômico - Finanças A chinesa Sichuan Clover Biopharmaceuticals, que usa agentes da Glaxo, disse que sua injeção induziu anticorpos neutralizantes e provou ser segura em um estudo com 150 voluntários Um projeto de vacina contra a covid-19 com o apoio da GlaxoSmithKline vai iniciar ensaios avançados após mostrar forte resposta imunológica nos primeiros estudos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Tráfego no Aeroporto de Guarulhos sobe em novembro e metrô do Rio fica estável, diz Invepar

Valor Econômico - Finanças A Invepar informou em comunicado que registrou crescimento de 13% no tráfego de passageiros no Aeroporto de Guarulhos (SP) em novembro, na comparação com outubro, para 1,99 milhão de passageiros. Ante novembro de 2019, entretanto, a queda ainda é de 45%. O transporte de cargas cresceu 6% ante outubro, para 20,5 mil toneladas, mas caiu 15% em base anual. Nas linhas operadas do metrô do Rio, a movimentação de passageiros ficou praticamente estável ante outubro, caindo 2% nas linhas 1 e 2 e registrando estabilidade na linha 4. Em base anual, a movimentação das linhas 1 e 2 caiu 54% ante novembro de 2019. Na linha 4, o recuo foi de 56% em base anual. Nas rodovias administradas pela Invepar, foi registrado recuo em todas as concessões em novembro ante outubro. A maior queda foi na CLN, de 10%. Em base anual, CLN, CBN, CRA e Via 040 registraram alta na movimentação, enquanto CRT e ViaRio apontaram queda no tráfego. Veja Mais

Bolsas de NY anotam novos recordes históricos e encerram semana em alta

Valor Econômico - Finanças O Dow Jones terminou a sessão desta sexta (4) em alta de 0,83%, aos 30.218,26 pontos; o S&P 500 avançou 0,88%, a 3.699,12 pontos, e o Nasdaq registrou ganhos de 0,70%, e fechou o dia aos 12.464,23 pontos Os índices acionários em Nova York encerraram a semana em alta consistente e anotaram novos recordes históricos de fechamento no pregão desta sexta-feira (4). Apesar do número de criação de vagas de emprego nos Estados Unidos em novembro ter ficado aquém das expectativas dos analistas, a perda de fôlego do mercado de trabalho aumenta a esperança de que os congressistas em Washington e o próprio Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) tomem medidas para dar novo suporte à economia. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones terminou a sessão em alta de 0,83%, aos 30.218,26 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,88%, a 3.699,12 pontos. O índice eletrônico Nasdaq registrou ganhos de 0,70%, e fechou o dia aos 12.464,23 pontos. Os três índices anotaram novas máximas históricas de fechamento hoje. No acumulado da semana, os ganhos foram de 1,03% para o Dow Jones, 1,67% para o S&P 500 e 2,12% para o Nasdaq. O mercado de trabalho dos Estados Unidos gerou apenas 245 mil vagas em novembro, uma queda acentuada em relação a outubro, quando foram criados 610 mil empregos novos no país. O resultado ficou bem abaixo da expectativa dos analistas consultados pelo “Wall Street Journal”, de 440 mil novas vagas. A criação líquida de empregos foi a menor desde maio, quando uma onda de demissões sem precedentes se seguiu às primeiras restrições impostas para tentar frear o avanço pandemia. "Os dados de hoje ressaltam a necessidade urgente de apoio político adicional. As autoridades fiscais estão claramente melhor equipadas para oferecer ajuda e os desenvolvimentos recentes são encorajadores. Se o Congresso não chegar a um acordo na próxima semana, esperamos que o Fed intervenha. De qualquer forma, a ajuda está a caminho", afirmou Aneta Markowska, economista-chefe da Jefferies. A perspectiva de que as vacinas contra a covid-19 venham a ser aprovadas e distribuídas à população nos próximos meses também atua como um fator que limita a aversão a ativos de risco pelos agentes financeiros. "Acreditamos que os mercados continuarão a ignorar a interrupção econômica de curto prazo devido ao aumento dos casos de covid-19 e a se concentrar nas esperanças de lançamento de vacinas eficazes e uma recuperação econômica contínua no próximo ano. Como resultado, esperamos que a alta no S&P 500 continue", diz o economista-assistente da Capital Economics, Adam Hoyes. Pacote de estímulos Nos últimos dias, congressistas em Washington retomaram as negociações para a aprovação de um novo pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos. Hoje, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, disse que as negociações ganharam força e que o relatório de empregos de novembro mais fraco do que o esperado dá mais motivos para o Congresso agir. Ontem, o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, afirmou que chegar a um acordo é possível, desde que os democratas venham de encontro às posições republicanas. A retomada das conversas entre republicanos e democratas ocorre em meio ao crescimento de casos de covid-19 nos EUA. Mais de 2,8 mil pessoas morreram no país na quinta (3) em decorrência da covid-19 e o número de americanos hospitalizados com a doença superou os 100 mil. "Estamos diante de um longo e frio inverno, que exige que o Congresso aja rapidamente para aprovar um pacote de ajuda para ajudar a acabar com a fome, que já está crescendo nos Estados Unidos. Doe para seu banco de alimentos local", afirma a economista-chefe da Grant Thornton, Diane Swonk. No noticiário corporativo, as ações da DocuSign avançaram 5,29%, depois que a empresa forneceu orientações que superaram as expectativas dos analistas. As ações da Ulta Beauty caíram 3,45% após seu presidente executivo ter anunciado que a empresa espera que as vendas de lojas no quarto trimestre caiam entre 12% e 14%. Veja Mais

Mourão diz que governo falhou ao não dar diretriz sobre isolamento

Valor Econômico - Finanças Vice-presidente criticou “paixonite política” sobre isolamento social, hidroxicloroquina e vacina O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira que o governo falhou ao não ter dado uma diretriz sobre o isolamento social a Estados e municípios. Ele criticou a "paixonite política" em torno da covid-19, envolvendo temas como isolamento social e hidroxicloroquina, além de assegurar que tomaria a "vacina chinesa". A fala de Mourão, em entrevista ao canal de YouTube do jornalista Paulo Roque, vem de encontro à postura do presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente tem dito que o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou dele a prerrogativa de tomar decisões sobre a pandemia. Mourão exaltou as medidas tomadas na área econômica, como o auxílio emergencial e a expansão do crédito às empresas. Mas admitiu que o governo federal poderia ter orientado melhor Estados e municípios sobre uma linha de atuação em aspectos sociais e de saúde. "Foi uma falha nossa. Nós poderíamos ter feito uma diretriz. Fizemos isso de forma informal, uma disseminação de melhores práticas, mas poderia ter abordado outros aspectos, como tipos de isolamento." Hamilton Mourão: "Falha nossa. Nós poderíamos ter feito uma diretriz" Romário Cunha/VPR Mourão criticou também a politização em torno do vírus no Brasil. "Dentro deste mundo que estamos vivendo, do tribalismo excessivo, houve uma paixonite política em cima disso. Desde os aspectos mais simples", disse. "É isolamento total, é vertical; é hidroxicloroquina, não é hidroxicloroquina; é vacina da China, não é vacina da China. Algo totalmente desproporcional, ineficaz e prejudicial às necessidades que o país tinha de como combater a pandemia." O vice-presidente asseverou que não teria resistência em tomar a Coronavac, vacina que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o governo de São Paulo, "desde que seja certificada pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]". Ele disse ainda que se considera leal e coerente na relação com Bolsonaro e não contribui mais com o governo por causa de "intrigas palacianas". "Muitas vezes há uma certa incompreensão, mas isso eu coloco assim que é fruto das intrigas palacianas que são comuns em todo e qualquer governo", afirmou. "Incompreensão de parte de alguns assessores do presidente, que procuram distorcer fatos e levar uma outra realidade às ações que tenho buscado realizar". Mourão afirmou ainda que lida da forma "mais calma possível" com o caso e considera que, hoje, Olavo de Carvalho – espécie de guru da extrema-direita brasileira que lhe dirigiu ataques no ano passado – está em um "silêncio obsequioso". Veja Mais

Mexicana Siete Leguas vende têxtil Santista a grupo de sócios brasileiros

Valor Econômico - Finanças Dois anos após a Camargo Corrêa ter vendido a Santista para os mexicanos da Siete Leguas, a tradicional companhia têxtil volta para as mãos de brasileiros, numa transação concluída nesta tarde com a GBPK Investimentos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Juros futuros terminam em leve alta, com realização de lucros

Valor Econômico - Finanças Os ruídos em torno da situação fiscal contribuíram para o avanço dos juros Após uma semana marcada pela compressão de prêmios de risco na curva de juros, as taxas futuras chegaram ao fim do pregão regular desta sexta-feira (4) em leve alta, em um movimento de realização de lucros. Os ruídos em torno da situação fiscal contribuíram para o avanço dos juros, embora esse ajuste tenha sido bastante tímido em relação aos níveis de queda das taxas dos últimos dias. No fim da sessão regular, às 16h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2022 foi de 3,02% no ajuste anterior para 3,05% e a do DI para janeiro de 2023 passou de 4,49% para 4,51%. Já a taxa do contrato para janeiro de 2025 subiu de 6,11% para 6,15% e a do DI para janeiro de 2027 avançou de 6,90% para 6,94%. O movimento de queda intensa dos juros futuros nos três últimos pregões abriu margem para uma realização de lucros nesta sexta-feira. O recuo recente das taxas foi provocado, especialmente, por sinais do governo em relação a uma trajetória fiscal mais sustentável e pelo fluxo de capital estrangeiro que tem mirado mercados emergentes em busca de rendimento. “As preocupações fiscais permanecem elevadas, mas surgiram perspectivas para um cenário mais construtivo, uma vez que o governo e o Congresso parecem empenhados em apertar os estímulos fiscais em 2021”, avalia o economista-chefe para América Latina do ING, Gustavo Rangel. Ele avalia, ainda, que a dinâmica fiscal desafiadora do Brasil “sugere que as incertezas provavelmente não desaparecerão” e que os mercados devem ser marcados por alta volatilidade. A permissão dada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) à possibilidade de que um volume maior de gastos de 2020 seja repassado para 2021 foi o mais novo item a entrar no radar dos agentes. A iniciativa, inclusive, já acendeu o alerta em alguns agentes do mercado, que se mostram preocupados quanto à situação fiscal no ano que vem. O executivo de uma importante gestora carioca afirma que a decisão do TCU dá força à sua visão de que novos gastos fora do teto de gastos podem ser executados no ano que vem, o que acaba por ferir os princípios da regra do teto para contemplar mais gastos públicos. Veja Mais

Deutsche Bank anuncia parceria inédita com Google Cloud

Valor Econômico - Finanças Parceria de vários anos é a primeira do tipo no setor de serviços financeiros, diz banco alemão O Deutsche Bank informou nesta sexta-feira que celebrou uma parceria com a Google Cloud da Alphabet Inc. para acelerar a transição do banco para a nuvem e criar novos produtos e serviços. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Escola da vida não tem diploma ou férias

Valor Econômico - Finanças O colunista Renato Bernhoeft defende que os indivíduos não devem esperar da empresa a responsabilidade sobre a aprendizagem contínua para se reinventarem A atual onda intitulada “lifelong learning” – educação ou formação continuada – tenta preencher, ou modificar, um antigo processo de reconhecimento e uma excessiva valorização da educação formal. Era bastante comum que muitos profissionais, ao concluir seus cursos de graduação ou uma pós, se considerassem preparados para toda uma vida. Descartando a ideia de que autodesenvolvimento é algo permanente, e que envolve todos os papéis que vivemos, paralelamente ao profissional. O que se constatava era uma excessiva valorização da estrutura formal de educação, baseada no diploma, também apoiada pelo conceito de ‘"férias", considerada como uma "merecida pausa" no processo de aprendizagem. Também era muito comum que profissionais, uma vez empregados, atribuíssem às corporações a responsabilidade pelo seu desenvolvimento - por meio de treinamentos, mentoria, autoajuda, eventos e outros mecanismos didáticos na oferta de conhecimento necessário aos seus colaboradores. Raras eram as metodologias, ou processos formais, que tornavam o indivíduo como o verdadeiro responsável pelo seu processo de autodesenvolvimento. A “andragogia” – método de aprendizagem do adulto - torna muito clara a importância de uma revisão do que caracterizava o universo da educação formal. Ou seja: ao invés de apenas expor conteúdo, que era considerado vital, exclusivo e importante para o indivíduo, não havia estímulo para que ele próprio desenvolvesse um espírito crítico. Um senso de curiosidade na busca de uma conduta mais reflexiva, com novas perguntas e respostas. Mais inquietude. Entre as muitas mudanças que estão ocorrendo em nossa sociedade podemos destacar duas. A primeira é o aumento do índice de longevidade. Isso exige ter um projeto de vida para esta nova etapa, especialmente se consideramos que ela está se prolongando cada dia mais. Além disso, muitas profissões ou carreiras estão desaparecendo, com o surgimento de novas áreas que exigem conhecimentos e habilidades renovadas. Diante desse cenário, um dos hábitos que deve ser desenvolvido por todos nós é o aumento no acesso aos meios de informação e comunicação. Leituras, reflexões, diálogo, consultas às mais diferentes mídias, evitando se apegar a apenas a um meio ou linha de pensamento. Registro aqui o alerta do escritor e historiador israelense Yuval Noah Harari em seu ultimo livro “21 lições para o século 21”: “Quanto mais duro se trabalhou para construir alguma coisa, mais difícil é deixá-la ir embora e abrir espaço para algo novo. Mas, no século XXI dificilmente você pode se permitir ter estabilidade. Se tentar se agarrar a alguma identidade, algum emprego ou alguma visão de mundo estável, estará se arriscando a ser deixado para trás quando o mundo passar voando por você. Como a expectativa de vida está aumentando, você poderia ter de passar muitas décadas como um fóssil. Para continuar relevante – não só economicamente, mas acima de tudo socialmente – você vai precisar aprender a se reinventar o tempo inteiro, numa idade tão jovem como a dos cinquenta anos.” Ele conclui dizendo que “para sobreviver e progredir num mundo assim, você vai precisar de muita flexibilidade mental e de grandes reservas de equilíbrio emocional.” Reitero que, se manter em dia, nos diferentes papéis que vivemos – profissional, conjugal, familiar, social, educacional, espiritual – presume que devemos voltar à Escola da Vida, sem contar com falsos e enganosos diplomas e, menos ainda, imaginando poder sair de férias. Nada muito diferente do que já pregavam os filósofos gregos. E nada disso é delegável. Cabe a cada um assumir a sua individualidade. O desenvolvimento profissional é responsabilidade do indivíduo Empresas devem priorizar o pós-carreira Veja Mais

Filme premiado mostra casal em crise e o desejo reviver o amor

Valor Econômico - Finanças Comédia de Nicolas Bedas superou 1 milhão de expectadores na França Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Escritora foi obrigada a travar longa luta para chegar a si mesma

Valor Econômico - Finanças Apesar de toda a dor e dos conflitos que a agitam, “G.H.” é obra de uma escritora madura Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Iran Gonçalves Jr.: Confiar na ciência é a senha para a nossa segurança

Valor Econômico - Finanças Conhecimento avançou rápido e possibilitou que vacinas fossem propostas em tempo recorde Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

STF interrompe análise de contrato intermitente

Valor Econômico - Finanças Até o momento são dois votos a favor e um contrário O contrato de trabalho intermitente, modalidade criada em 2017 pela reforma trabalhista, tem dois votos favoráveis por sua constitucionalidade e um contra. O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa a validade da possibilidade, que prevê o pagamento do trabalhador pelas horas trabalhadas, sem considerar o período em que está “à disposição” da empresa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fluxo para emergentes derruba juros futuros e dólar recua a R$ 5,14

Valor Econômico - Finanças Para analistas, há uma busca global por rendimentos e o Brasil ainda tem muito prêmio a oferecer Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Amanhã será um novo dia

Valor Econômico - Finanças Cabe ao Brasil fazer o dever de casa para continuar se beneficiando do retorno dos investimentos externos ao paí Quando ingressei no mercado financeiro, há quase 17 anos, o Brasil estava desacreditado. Bancos estrangeiros haviam fechado suas operações, o risco país era altíssimo e, apesar do governo Lula ter dado indicações de manutenção do tripé econômico (meta de inflação, controle fiscal e câmbio flutuante), havia ceticismo sobre os rumos do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Preço do feijão deverá continuar salgado no varejo

Valor Econômico - Finanças Problemas na oferta e demanda firme deverão manter os preços do feijão em patamares elevados na prateleiras dos supermercados nos próximos meses Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Corrida pela vacina contra covid-19 impulsiona pequenos laboratórios

Valor Econômico - Finanças Novavax, Moderna, CureVac e BioNTech chegam à reta final e ações disparam Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Negócios com imóveis tiveram alta de 24% em São Paulo em outubro

Valor Econômico - Finanças Recuperação do mercado paulistano prossegue, segundo levantamento do Registro de Imóveis do Brasil e da Fipe A recuperação do mercado imobiliário paulistano continuou a ser vista em outubro. As operações de compra e venda de imóveis cresceram 23,7%, na comparação anual, e 17,4%, ante setembro, para 14.552 unidades, segundo levantamento do Registro de Imóveis do Brasil e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Commodities: Câmbio faz café e açúcar subirem em Nova York

Valor Econômico - Finanças Cacau e suco também registraram altas, enquanto o algodão recuou As cotações do café e do açúcar registraram altas nesta quinta-feira na bolsa de Nova York, impulsionadas pela queda do dólar ante o real. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Kalunga protocola pedido de IPO na CVM

Valor Econômico - Finanças O objetivo é a listagem da companhia no Novo Mercado da B3 A Kalunga protocolou hoje pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A oferta será de distribuição primária, quando os recursos vão para o caixa da empresa, e secundária, quando o dinheiro levantado vai para os acionistas vendedores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

TCU pede à Aneel documentos sobre obras da Cteep em subestações

Valor Econômico - Finanças O Tribunal de Contas da União requisitou documentos e informações à diretoria do órgão regulador para que encaminhe “as justificativas técnicas e econômicas” para autorizar as obras sem licitação A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) enfrenta nova pressão para rever a autorização dada à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) para realizar reforços na subestação de energia que atende a região metropolitana de São Paulo. Depois de grupos concorrentes entrarem com recurso administrativo na agência exigindo que os investimentos sejam contratados por licitação, o Tribunal de Contas da União (TCU) requisitou documentos e informações à diretoria do órgão regulador para que encaminhe “as justificativas técnicas e econômicas” para autorizar as obras sem licitação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras cancela projeto de adequação da UTGCA, em Caraguatatuba (SP)

Valor Econômico - Finanças De acordo com a companhia, a decisão foi tomada “devido á perda de atratividade econômica do projeto” A Petrobras comunicou ao mercado nesta sexta-feira (4) que decidiu interromper a adequação de infraestrutura da Unidade de Tratamento de Gás Monteiro Lobato (UTGCA), na cidade da Caraguatatuba, em São Paulo. De acordo com a companhia, a decisão foi tomada “devido á perda de atratividade econômica do projeto”, após a análise do Plano Estratégico de 2021-2025, divulgado na última semana. Com isso, ficam suspensas as licitações associadas ao projeto. A estatal afirma ainda que possui compromisso com a geração de valor de seu portfólio, abarcando fatores como redução do custo de capital e respeito às pessoas e ao meio ambiente. Veja Mais

Conselho aprova auxílio-saúde para membros do Ministério Público

Valor Econômico - Finanças Resolução surge na esteira de norma aprovada em 2019 pelo Conselho Nacional de Justiça O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) determinou a criação de programas de auxílio-saúde para membros e servidores dos Ministérios Públicos. A provada no plenário do órgão na quarta-feira, a resolução contempla funcionários ativos e inativos, bem como seus dependentes e pensionistas. A decisão regulamenta o auxílio-saúde em lugares em que já há o benefício e estabelece a criação dele nos Ministérios Públicos em que não existe atualmente em até um ano, a contar de março de 2021. A resolução do CNMP surge na esteira da aprovada em 2019 pelo Conselho Nacional de Justiça. Na quarta-feira, como revelou o jornal “Folha de S.Paulo”, o Tribunal de Justiça de São Paulo aprovou a criação de auxílio-saúde para magistrados com base na resolução do CNJ. A norma estabelece alguns modelos possíveis de assistência: contratação de equipe médica própria pelo MP, convênio com operadoras particulares ou reembolso. Nesse último caso, o teto é de 10% do subsídio do membro. No caso dos servidores, 10% do subsídio correspondente ao cargo inicial de sua carreira. Caberá a cada Ministério Público escolher o modelo adequado segundo suas necessidades e recursos financeiros. Para além da instituição do benefício nos MPs pelo país, a resolução impõe travas a modelos que foram considerados dispendiosos e pouco transparentes. Elas foram colocadas pelo relator Luiz Fernando Bandeira. Foram identificadas evidências de pagamento de auxílio-saúde sem comprovação a respeito do valor efetivamente gasto nos Ministérios Públicos do Acre, do Amapá e do Amazonas, por exemplo. A resolução agora estabelece a obrigatoriedade de apresentar comprovantes dos gastos com saúde para que sejam ressarcidos, implementando assim um modelo de prestação de contas com reembolso exclusivo dos valores despendidos com saúde. Veja Mais

Ibovespa sobe na semana e alcança maior pontuação desde fevereiro

Valor Econômico - Finanças Depois de um mês de novembro positivo — valorização de 16% —, o Ibovespa inicia dezembro com o pé direito e encerra a primeira semana com valorização de 2,87%, a quinta consecutiva de ganhos. Somente nos quatro pregões que correspondem a dezembro, a alta acumulada é de 4,46%. A euforia causada pelas vacinas, expectativa de um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos e valorização dos preços das commodities geram uma onda de bom humor global. Neste pregão, o Ibovespa fechou em alta de 1,30%, aos 113.750 pontos — o maior patamar desde 21 de fevereiro, período anterior à crise, em 113.681 pontos. Na máxima de hoje, o índice chegou aos 113.864 pontos, uma valorização de 1,40%. O volume financeiro totalizou R$ 24,37 bilhões, acima da média diária de 2020, de R$ 20,9 bilhões, mas abaixo do giro visto desde novembro, de R$ 25,7 bilhões. O grande destaque de alta foi CSN ON, de 12,45%, favorecida pela perspectiva de retomada das economias globais e pela alta de 5,8% do preço do minério de ferro somente hoje no porto de Qingdao, a US$ 145,01 por tonelada. A empresa também começou a aplicar, desde o dia 1º, aumento de preços de aços planos e longos em até 12%. O grupo de valorização de ações de siderúrgicas e mineradora também é composto por Usiminas PNA (6,94%), Gerdau PN (2,05%), Metalúrgica Gerdau PN e Vale ON (3,82%). O avanço do preço da commodity ocorre na esteira dos cortes de produção anunciados pela Vale para 2020 e 2021. O petróleo também teve dia de ganhos um dia depois que da reunião da Opep+. O Brent para fevereiro subiu 1,20%, próximo dos US$ 50, a US$ 49,25 o barril. Como consequência, PetroRio ON avançou 8,10%, Petrobras PN (3,34%) e Petrobras ON (3,31%). Nos Estados Unidos, foi divulgado hoje o relatório de mercado de trabalho, com a criação de 245 mil vagas em novembro, uma baixa acentuada ante outubro, quando foram criados 610 mil empregos. Mesmo com o indicador, que sinaliza desaceleração da economia, a gestora Bluline enfatiza, em comentário ao mercado, que a possibilidade de aprovação de um mini pacote de estímulo fiscal ainda neste ano foi o que deu conforto ao mercado. Em Nova York, o Dow Jones subiu 0,83%, S&P 500 (0,88%) e Nasdaq (0,70%). Já o EEM, principal ETF de mercados emergentes negociado em Wall Street, subiu 1,03%. Veja Mais

Juiz vê provas ilícitas e absolve Arthur Lira de acusação de ‘rachadinha’

Valor Econômico - Finanças Deputado é pré-candidato à presidência da Câmara, com apoio de Jair Bolsonaro O juiz Carlos Henrique Pita Duarte, da 3ª Vara Criminal de Maceió, anulou na quinta-feira as provas apresentadas pelo Ministério Público na denúncia contra o líder do PP na Câmara dos Deputados, Arthur Lira (AL), por um suposto esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa de Alagoas, absolvendo o parlamentar. Lira é pré-candidato à presidência da Câmara, eleição que ocorrerá em 1º de fevereiro, apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro. A decisão de absolvê-lo ocorreu no mesmo dia em que o jornal “O Estado de S. Paulo” divulgou documentos da acusação, que mostrariam desvios de mais de R$ 250 milhões de verbas da Assembleia entre 2001 e 2007. Oposição não descarta apoio a Lira Câmara dos Deputados Na decisão, o juiz determina que as provas são ilícitas porque foram obtidas com aval de um juiz que não era competente para julgar o caso. “Entendo que há no presente caso a nulidade absoluta ab initio, pois todas as decisões que deferiram diligências investigativas, a exemplo de interceptações telefônicas, quebras de sigilo, buscas e apreensões, foram decorrentes de autoridade judiciária absolutamente incompetente, o que atrai a imprescindível nulidade de todos os atos decisórios e de todo material probatório que deles decorreram”, diz. Em entrevista à CNN Brasil, Lira comemorou a absolvição e disse que a peça de acusação era um “monstrengo criado há 15 anos”. “É um peso que eu tiro das costas no dia de hoje. É a primeira oportunidade que a gente teve de um juiz sentar e se debruçar sobre o processo”, disse. Veja Mais

Tribunal define lista de 29 testemunhas em processo de impeachment de Witzel

Valor Econômico - Finanças Governador é acusado de envolvimento em esquema de desvios na saúde O tribunal misto que julga o processo de impeachment do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), decidiu, em sessão realizada nesta sexta-feira, ouvir 29 testemunhas. Os nomes foram sugeridos pela defesa, pela acusação e pelos deputados estaduais Waldeck Carneiro (PT), relator do caso, e Alexandre Freitas (Novo), um dos cinco parlamentares que compõem o colegiado. O tribunal especial tem ainda cinco desembargadores e é presidido pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), Claudio de Mello Tavares. Contra cassação, Witzel rebate PGR Imagem Valor Econômico A próxima reunião está marcada para o próximo dia 17, quando serão ouvidas, primeiramente, as testemunhas de acusação, apontadas pelo deputado Luiz Paulo (sem partido). Entre elas estão o pastor Everaldo Pereira, presidente nacional do PSC; o ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico Lucas Tristão, então homem forte do governador; e o ex-subsecretário de Saúde Gabriell Neves. Os três foram presos após o estouro do escândalo de corrupção, segundo o qual teria sido montado um esquema de desvio de recursos da área da saúde, por meio de contratos alegadamente superfaturados com organizações sociais, entre as quais a Iabas e a Unir Saúde. Uma das testemunhas de defesa é o empresário Mário Peixoto, um dos maiores fornecedores de serviços ao governo do Estado e epicentro do processo. O relator indicou a primeira-dama Helena Witzel como testemunha. Ela é acusada de ter usado seu escritório de advocacia para firmar contratos fictícios de prestação de serviço como forma de recebimento de propina, nos mesmo moldes da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo e ex-mulher do ex-governador Sergio Cabral, preso desde 2016 por corrupção. Para não haver atraso no julgamento, o tribunal misto não aceitou os pedidos de provas periciais, feitos pela defesa de Witzel, o que, segundo Claudio de Mello Tavares, estenderia o caso por “meses”. O prazo para a conclusão do julgamento é em janeiro. Veja Mais

Nova rodada de negociações entre Reino Unido e UE termina sem acordo

Valor Econômico - Finanças Em comunicado conjunto, o negociador-chefe da UE e o líder da equipe do Reino Unido disseram que “as condições para um acordo não foram atingidas” Apesar do otimismo expressado desde o início do dia, terminou sem resolução uma nova rodada de negociações entre representantes de Reino Unido e União Europeia (UE) sobre um acordo comercial envolvendo regulações entre as partes após o período de transição do Brexit, que termina no próximo dia 31. Em comunicado conjunto divulgado nesta sexta-feira (4), no Twitter, o negociador-chefe da UE, Michel Barnier, e líder da equipe do Reino Unido, David Frost, disseram que “as condições para um acordo não foram atingidas” porque ainda há “divergências significativas” em questões que travaram o avanço das negociações nas últimas semanas. Initial plugin text A nota cita especificamente os direitos de pesca em águas britânicas, as regras de governança para garantir que o acordo seja cumprido após sua assinatura e mecanismos para garantir igualdade na competição entre empresas de UE e Reino Unido depois do Brexit. As conversas entre Barnier e Frost foram interrompidas para que ambos relatem o que foi discutido ao longo da semana aos seus superiores. Neste sábado (5), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, discutirão o assunto. Veja Mais

Retomada é fato, mas recuperar investimento é fundamental para sustentação, diz Giannetti

Valor Econômico - Finanças Economista disse na Live do Valor que é possível prever alta de 3,5% a 4% para o PIB em 2021, mas faz alerta sobre incertezas Os números oficiais da atividade brasileira no terceiro trimestre, divulgados ontem pelo IBGE, mostram que a recuperação econômica é forte e real, ainda que o país continue abaixo do nível do fim de 2019 (pré-pandemia) e "muito abaixo" do pico registrado em 2014, avalia o economista e escritor Eduardo Giannetti. "A retomada é um fato concreto, estamos no início dela", disse na Live do Valor desta sexta-feira. Sem risco de otimismo exagerado, afirma ele, é possível prever um crescimento de 3,5% a 4% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. Só o carregamento estatístico para o próximo ano - ou seja, se o país não registrar nenhum crescimento na margem em 2021 - já garantiria um avanço ao redor de 2,5%, observa o economista. "Mas é muito importante a recuperação do investimento, é fundamental para que tenha sustentação", acrescenta Giannetti. Além disso, três incertezas ameaçam esse cenário. Uma delas é a dinâmica da pandemia, já que o Brasil vive um agravamento no número de casos de covid-19. "Temos boas notícias em relação à vacina, mas precisamos ver como isso se concretiza. Devemos saber melhor no primeiro trimestre do ano que vem. Mas é muito auspicioso", diz Giannetti. Outro risco dependerá de como o país vai reagir à suspensão dos estímulos extraordinários, como já acontece com a redução do auxílio emergencial. "Por fim, há o comportamento humano. Não sabemos como ele reage e muda depois de um trauma dessa magnitude. Será que esses consumidores vão ficar extremamente cautelosos? Vão querer poupar uma fatia maior de renda do que faziam no passado? Será que os investimentos vão voltar? Não é fácil, de antemão, saber como pode impactar uma pandemia, um susto, um pânico como o que vimos em 2020." Na avaliação de Giannetti, o desafio da sociedade brasileira a partir do próximo ano será garantir a recuperação da ancoragem fiscal - da qual foi preciso abrir mão durante a emergência da pandemia - e, ao mesmo tempo, atender "às legítimas demandas de sustentação de renda de grupos vulneráveis", afirma ele. "Foi preciso um enorme trabalho de sustentação de renda e de atividade com o auxílio a pessoas e empresas, o que fez a dívida pública saltar de algo como 75% do PIB para algo como 95% agora. Não é o abismo, não é o fim do mundo, países como Itália e Japão convivem com dívida pública acima de 100% há muito tempo. Mas vai exigir cuidado, temos que recuperar a ancoragem fiscal no Brasil, para perceber num horizonte que a dívida pública não vai continuar crescendo no próximo ano como foi neste", diz Giannetti. Ele cita como exemplos de caminhos nesse sentido os debates sobre reforma administrativa, política de reajuste do salário mínimo, privatizações e concessões e a manutenção dos juros primários baixos. "Se aumentar em 1% o juro médio sobre a dívida do setor público, gera um gasto adicional de R$ 70 bilhões por ano. São dois Bolsa Família anuais. Se houver um problema inflacionário ou a percepção de riscos agravados em relação à solvência do setor público que leve ao aumento de juros, se esse acidente acontecer, vamos estar em situação extremamente delicada", afirma. Sob essas condições, Giannetti diz que a atenção aos vulneráveis passa pela consolidação de programas sociais já existentes, com melhor focalização. "Grupos que não precisavam de auxílio emergencial capturaram, inclusive pouparam. Foram muito lenientes no critério de aceitação de quem estava habilitado para receber", diz ele. As ações do governo no campo econômico, porém, andam a passos lentos. "Estamos com dois anos de governo e o Executivo ainda não apresentou sua proposta de reforma tributária", afirma Giannetti. "O governo está se omitindo escandalosamente e não está ocupando o lugar de liderança que o Brasil precisa." Medidas consideradas importantes pelo economista, como a reforma da Previdência e a lei do saneamento, até passaram, mas "graças ao pró-ativismo do Congresso também", ele lembra. Falando sobre o campo econômico, Giannetti avalia que o governo "deixa muito a desejar" e não está "sequer cumprindo as promessas que fizeram na campanha". "Só que o tempo já passou, já estamos na metade do mandato. Daqui a pouco os hormônios da eleição aparecem. Meu temor é que, assim como já houve guinada populista na política, o próximo passo é a guinada populista fiscal", diz ele, ponderando que a figura de Paulo Guedes à frente do Ministério da Economia ainda ajuda a afastar essa possibilidade. “Mas, se ele for substituído num cenário de encaminhamento para eleição, apertem os cintos, porque a guinada populista está se erguendo.” Ana Paula Paiva/Valor A entrevista, conduzida pelo editor de Brasil, Sergio Lamucci, pode assistida na íntegra pelo site e pelas páginas do Valor no YouTube, no LinkedIn e no Facebook. Veja Mais

Mercado de trabalho na indústria criativa encolhe 10%

Valor Econômico - Finanças Emprego na cultura O Painel de Dados do Observatório do Itaú Cultural identifica retração de quase 10% na indústria criativa na comparação de abril e junho de 2020 com o mesmo período do ano passado. Nesse intervalo foram perdidos 690 mil postos de trabalho no setor. A análise levou em consideração os últimos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE, sobre características gerais do brasileiro. Em relação ao desempenho registrado entre outubro e dezembro, quando a economia registrava sensível recuperação, a queda é maior: 870 mil postos fechados. Até junho de 2020, o setor criativo registra 6,2 milhões postos de trabalho, o que representa encolhimento superior a 12%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pedro Butcher: “Mank” aborda força do roteiro no audiovisual

Valor Econômico - Finanças Filme traz contexto político da Hollywood dos anos 1930 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Clarice está ao lado de Machado de Assis no panteão da literatura nacional

Valor Econômico - Finanças Estranheza da autora aguçou curiosidade de Benjamin Moser Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Philip Yang: Por uma nova política externa

Valor Econômico - Finanças Na consolidação do “século asiático”, precisamos indagar qual direção deve ser dada à nossa diplomacia Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Interesses existenciais Ao reformar condenação por danos morais estabelecida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) em favor de um cliente que ficou frustrado na compra de um automóvel, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu balizas para a configuração da ofensa real aos chamados interesses existenciais - aquela que, segundo o colegiado, pode efetivamente dar margem à indenização (REsp 1406245). Segundo a turma, são interesses existenciais aqueles tutelados pelo instituto da responsabilidade civil por dano moral. Assim, na visão dos ministros, não estão abrangidos - ainda que possam ser lamentáveis - os aborrecimentos ou as frustrações na relação contratual, ou mesmo os equívocos cometidos pela administração pública, ainda que demandem providências específicas, ou mesmo o ajuizamento de ação. Pelo processo, o cliente adquiriu o veículo usado em uma loja e pagou parte do valor total por meio de financiamento bancário. Segundo o consumidor, o banco demorou 90 dias para enviar o contrato - período em que ele pagou as prestações normalmente. Ao tentar fazer a transferência, descobriu que o carro estava alienado fiduciariamente a outra instituição financeira, o que tornava inviável a operação. A primeira instância, declarou rescindido o contrato e condenou a loja e a instituição financeira a devolverem os valores pagos pelo cliente. O TJ-SP também condenou as rés, de forma solidária, ao pagamento de danos morais no valor de dez salários mínimos. No STJ, o ministro e relator Luis Felipe Salomão destacou que, embora o autor tenha dito que pagou três prestações por receio de que seu nome fosse incluído em cadastro negativo e o veículo sofresse busca e apreensão, tais problemas não se concretizaram. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estrategistas projetam que moeda dos EUA seguirá em queda no mercado global

Valor Econômico - Finanças A queda é parte de um movimento mais amplo nos mercados financeiros para precificar perspectivas de crescimento mais positivas em 2021 Estrategistas que apostam na queda do dólar no mercado internacional começam a ver sinais de confirmação de sua teoria defendida há anos. O dólar cai em espiral, testando níveis vistos pela última vez em abril de 2018, segundo desempenho monitorado por índice da Bloomberg. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

CVM pode ser mais dura com ‘influenciadores’

Valor Econômico - Finanças Orientações sobre atuação nas redes sociais foram o primeiro passo para novas ações, diz diretor As recentes orientações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a conduta de influenciadores digitais de investimentos foram o primeiro passo para que o regulador comece a adotar medidas mais duras em casos de irregularidades, na visão do diretor da autarquia, Henrique Machado. Pode ocorrer, por exemplo, abertura de processos sancionadores. Ou ainda a emissão de “stop orders” - quando, ao perceber determinada infração, o regulador ordena que aquela atividade deixe de ser realizada, sujeito a aplicação de multa diária. O diretor, que por vezes ficou marcado como voz dissonante do colegiado, encerra seu mandato na autarquia no dia 31 de dezembro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Sai a primeira CPR financeira em dólar

Valor Econômico - Finanças Itaú BBA fez a primeira operação com o título e espera concluir mais de 30 ainda neste ano Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petroleiras veem transformação no país

Valor Econômico - Finanças Brasil se prepara para transformações no mercado de petróleo, mudanças que foram discutidas esta semana na Rio Oil & Gas Diante dos impactos da pandemia de covid-19 sobre o consumo de petróleo e sobre as perspectivas de preços da commodity para o longo prazo, a indústria global de óleo e gás deve intensificar os esforços na transição energética para uma economia de baixo carbono. Enquanto isso, no Brasil, o setor se prepara para uma agenda de transformação profunda: ao mesmo tempo em que recebe atenção das empresas, de olho na vocação natural do país para as energias mais limpas, o mercado brasileiro mergulha em um processo de abertura sem precedentes nos negócios de refino e gás natural. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Curta

Valor Econômico - Finanças Minério renova recorde A redução da meta de produção da Vale em 2020, em um momento de demanda global fortemente aquecida, deu novo impulso aos preços do minério de ferro no mercado transoceânico, que renovaram o recorde em 2020 e alcançaram o nível mais elevado desde o início de setembro de 2013. Segundo a publicação especializada “Fastmarkets MB”, o minério com teor de 62% de ferro avançou 0,6% no porto de Qingdao, para US$ 137,08 por tonelada. Nos primeiros dias de dezembro, a valorização acumulada chega a 4%. No ano, o ganho é de quase 49%. Na bolsa de Dalian, os contratos mais negociados, com entrega em janeiro, avançaram 1,7%, a 937 yuans por tonelada. Anteontem, a Vale informou que a produção da commodity do aço em 2020 deve ficar entre 300 milhões e 305 milhões de toneladas, abaixo do previsto anteriormente - naquele momento, a companhia dizia que a previsão era a de que o volume produzido ficasse perto do piso do intervalo, uma vez que ainda enfrentava dificuldades na retomada das operações desde o desastre de Brumadinho (MG). A companhia também reduziu a meta de produção para 2021, de 375 milhões a 395 milhões de toneladas para 315 a 335 milhões de toneladas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Carrefour anuncia que vai deixar de usar seguranças terceirizados em lojas

Valor Econômico - Finanças Processo de mudança terá início em dez dias e começará pelos hipermercados do Rio Grande do Sul, segundo comunicado do grupo O Carrefour Brasil anunciou hoje que vai interromper a contratação de serviços terceirizados de segurança irá contratar profissionais próprios para atuar em suas lojas. O processo de mudança terá início em dez dias e começará pelos hipermercados do Rio Grande do Sul, segundo comunicado do grupo. Em novembro, João Alberto Silveira Freitas, um homem negro, morreu após ser espancado e asfixiado por seguranças em uma unidade do Carrefour em Porto Alegre. Hoje a Brigada Militar do Rio Grande do Sul desligou o policial temporário preso pela morte de Freitas. Ele fazia "bico" de segurança no local. A sugestão para a internalização dos serviços de segurança partiu do Comitê Externo e Independente, uma iniciativa independente criada para assessorar o Carrefour Brasil após a morte de Freitas. O time é composto por especialistas e líderes de movimentos negros e conta com nomes como Rachel Maia, Adriana Barbosa, Celso Athayde, Silvio Almeida, Anna Karla da Silva Pereira, Mariana Ferreira dos Santos, Maurício Pestana, Renato Meirelles e Ricardo Sales. "O novo modelo é o ponto inicial para transformação do seu modelo de segurança e faz parte dos compromissos anunciados pela rede. O processo de recrutamento e o treinamento dos profissionais para as lojas contará com associação que reúne empreendedores negros da região de Porto Alegre", afirmou a empresa. O Carrefour disse ainda que o processo de seleção levará em conta a representatividade da população brasileira, que conta com 50% de mulheres e 56% de negros. O hipermercado afirmou que a data de admissão dos novos colaboradores está prevista para o dia 14 nas lojas Carrefour da região. Veja Mais

Fux pauta para 17 de novembro ação que discute compra de vacinas pelo governo

Valor Econômico - Finanças O julgamento começou nesta sexta-feira (4), em plenário virtual, mas foi interrompido por um pedido de destaque de Fux O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, pautou para a sessão plenária do próximo dia 17 a ação que discute a compra de vacinas contra a covid-19 pelo governo federal. O julgamento começou nesta sexta-feira (4), em plenário virtual, mas foi interrompido por um pedido de destaque de Fux, que considerou a matéria complexa demais para ser examinada sem debate público. Relator das ações, o ministro Ricardo Lewandowski votou no sentido de obrigar o Ministério da Saúde a apresentar, em até 30 dias, um detalhamento das suas estratégias para garantir "a imunização de toda a população". De acordo com o ministro, o plano deverá pormenorizar as ações, projetos e parcerias do governo e detalhar os cronogramas e os recursos financeiros necessários para ofertar as vacinas de forma "tempestiva, universal e gratuita", segundo critérios técnicos e científicos. O relator também disse que o plano deverá ser atualizado mensalmente, pelo menos até dezembro de 2021, com envios periódicos ao Congresso Nacional "para os fins de fiscalização e controle", no que será auxiliado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A futura aquisição das vacinas pelo governo foi judicializada depois que o presidente Jair Bolsonaro informou ter proibido a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O órgão é vinculado ao governo do Estado de São Paulo, comandado por João Doria (PSDB), que tem planos de se candidatar à Presidência em 2022 e é desafeto de Bolsonaro. No voto, Lewandowski afirmou que o governo não pode rejeitar vacinas "por critérios políticos, partidários ou ideológicos, nem discriminá-las com base apenas em sua origem, não lhe sendo lícito abrir mão de qualquer imunizante que venha a mostrar-se eficaz e seguro". Lewandowski disse ainda que o Judiciário, via de regra, não deve impor a implementação de políticas públicas, mas que as "dúvidas acerca de um futuro acesso universal às vacinas" exigem do Supremo uma ação de "resistência às omissões de outros Poderes da República". "Portanto, estando em jogo a saúde de toda a população brasileira, em tempos de grande angústia e perplexidade, avulta mais do que nunca o dever que incumbe ao Estado de pautar as respectivas ações em conformidade com evidências técnicas, científicas e estratégicas." Apesar da repercussão da fala sobre a CoronaVac, o advogado-geral da União, José Levi, e o procurador-geral da República, Augusto Aras, defenderam no STF que a manifestação de Bolsonaro não foi oficial, pois foi publicada nos perfis pessoais do presidente nas redes sociais. Veja Mais

Carga de energia deve subir 4,5% na próxima semana, diz ONS

Valor Econômico - Finanças De acordo com o órgão, o aumento reflete a manutenção da trajetória de recuperação econômica que vem sendo observada desde junho O consumo de energia deve crescer 4,5% na semana de 5 a 11 de dezembro, na comparação com igual período no ano passado, aponta o boletim do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). De acordo com o órgão, o aumento reflete a manutenção da trajetória de recuperação econômica que vem sendo observada desde junho, após as fortes quedas no consumo de eletricidade causadas pela pandemia em abril e maio. Na sequência de altas, Sudeste e Norte devem ter crescimento no consumo de 6,3% e 6,2%, para 41.1816 MW e 5.970 MW médios, respectivamente. Em seguida, o Sul, com alta de 2,4% para 12.259 MW médios. Já o Nordeste tem redução de 0,2%, com 11.735 MW médios. O ONS estima a ocorrência de temperaturas mais amenas em relação às observadas durante a semana em curso nas capitais do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, com expectativa de ocorrência de nebulosidade e precipitação, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Para o subsistema Sul, são esperadas temperaturas estáveis em Porto Alegre, enquanto para Florianópolis e Curitiba, há previsão de declínios das temperaturas em relação às ocorridas nesta semana. Nos subsistemas Nordeste e Norte, são esperadas temperaturas elevadas, típicas para essa época do ano. Veja Mais

Abono do PIS será pago pelo Caixa Tem a quem não é correntista

Valor Econômico - Finanças A partir da próxima terça-feira (8), as contas digitais serão abertas de forma automática e gratuita para o recebimento do benefício A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira (4) que passará a pagar o abono do PIS 2020/2021 dos trabalhadores que não possuem conta no banco pelo aplicativo Caixa Tem, por meio da criação de um conta-poupança digital para cada trabalhador. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Biden diz estar confiante em apoio bipartidário para aprovar mais estímulos

Valor Econômico - Finanças O presidente eleito dos EUA não quis dar detalhes sobre a articulação de sua equipe de transição com o Congresso e não revelou se já conversou com o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta sexta-feira (4) que está confiante de que há apoio bipartidário suficiente no Senado americano para aprovar mais estímulos para a economia do país. Em um evento para comentar os números mais recentes divulgados pelo Departamento do Trabalho, que indicaram uma desaceleração no ritmo de contratações, Biden disse que os dados mostram que o Congresso precisa agir de forma urgente para aprovar mais alívio para os americanos. Biden não quis dar detalhes sobre a articulação de sua equipe de transição com o Congresso e não revelou se já conversou com o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell. “O que posso dizer é que estou confiante em ter apoio bipartidário agora e depois. Há um número suficiente de republicanos e democratas no Senado para aprovar um pacote”, afirmou o democrata. Questionado sobre McConnell, Biden afirmou que o senador o conhece há anos, que sabe que ele mantém sua palavra e que não propõe acordos que constranjam a oposição. “Tenho confiança de que poderemos concordar em um grande número de coisas”, disse ele. “[O pacote] não vai satisfazer a todos.” Ao reforçar o pedido para que o Congresso e o presidente Donald Trump aprovem de maneira urgente um novo pacote de estímulos, Biden voltou a deixar claro que não espera que o projeto discutido atualmente, de cerca de US$ 900 bilhões, seja suficiente para resolver o problema. “Estamos olhando para centenas de bilhões de dólares”, disse ele ao responder uma pergunta sobre o que espera de um próximo pacote. Biden afirmou que é preciso garantir ajuda para que as pessoas não sejam despejadas de suas casas e verbas para que Estados e municípios não demitam professores, bombeiros e outros trabalhadores essenciais, como ocorreu durante novembro, segundo dados divulgados pelo Departamento de Trabalho hoje. Veja Mais

Presidente do México pede que população evite aglomerações no fim do ano

Valor Econômico - Finanças Apesar da recomendação, López Obrador esclareceu que não pretende decretar um toque de recolher no país O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, pediu nesta sexta-feira (4) que a população atue de maneira responsável durante as festas de fim de ano e permaneça em casa, para evitar um aumento de casos de covid-19 e a superlotação dos hospitais do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Importações brasileiras de soja cresceram 20 vezes em novembro

Valor Econômico - Finanças Segundo dados da Secex, volume chegou a 122,4 mil toneladas A demanda aquecida no mercado doméstico e os volumes recorde de exportação levaram o Brasil a renovar máximas também na importação de soja neste ano. A combinação desses fatores, aliada ao dólar em alta, reduziram os estoques domésticos e os volumes do grão comprado em outros países devem continuar marcantes até janeiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Live do Valor: Mario Mesquita, do Itaú Unibanco, fala sobre o cenário de retomada da atividade econômica nesta segunda, às 11h

Valor Econômico - Finanças A perspectiva de que a vacinação contra a covid-19 comece em breve tem gerado um forte entusiasmo no mercado financeiro no mundo e também no Brasil. Na Live do Valor desta segunda-feira, dia 7, o economista-chefe do Itaú Unibanco, Mario Mesquita, vai analisar se essa euforia das bolsas pelo mundo é compatível com o cenário de recuperação da atividade econômica. E qual o impacto desse quadro sobre a política monetária no Brasil, tema que ganha especial relevância na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para decidir o rumo da taxa Selic. Mario Mesquita é doutor em economia pela Universidade de Oxford e foi sócio no Banco Brasil Plural, diretor de Política Econômica no Banco Central do Brasil, economista-chefe do ABN AMRO para Brasil e América Latina, diretor de economia da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e atuou também no FMI. A Live do Valor vai ser mediada pelo editor-executivo de opinião, José Roberto Campos, e pela editora do Valor PRO, Lucinda Pinto. A transmissão será feita pelo site e redes sociais do Valor no Youtube, Facebook e LinkedIn. Arte/Valor Veja Mais

Brasil receberá recursos internacionais para projeto de combate à fome no Nordeste

Valor Econômico - Finanças Sob pressão internacional por causa do aumento do desmatamento da Amazônia, o Brasil deverá receber US$ 99,5 milhões do Fundo Verde para o Clima (GCF, na sigla em inglês para Green Climate Fund) para um projeto de combate à seca e à fome no Nordeste. No total, o projeto contará com US$ 217,8 milhões e atenderá 250.000 famílias. O GCF foi criado em 2010 pela Convenção-Quadro das Nações Unidas para Mudança Climática. Atua no apoio a países em desenvolvimento com o objetivo de criar condições para o cumprimento da meta do Acordo de Paris, de redução da temperatura média do planeta em dois graus Celsius. Do valor aportado por esse fundo, US$ 34,5 milhões serão doação. Além dos recursos do GCF, o projeto receberá US$ 30 milhões do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), uma agência da Organização das Nações Unidas (ONU), que ficará responsável pela gestão do projeto. Haverá ainda US$ 73 milhões em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aos Estados beneficiados. Estes, por sua vez, deverão aportar outros US$ 15,3 milhões como contrapartida. “Os recursos serão destinados a intervenções de manejo sustentável de água e ao aumento da resiliência da população sertaneja em relação às secas e aos efeitos das mudanças climáticas, nos estados da região Nordeste do Brasil”, informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (04). “Para sua implementação, o projeto depende ainda de negociações internas.” O projeto dará apoio a famílias de pequenos agricultores que enfrentam redução de produtividade por causa da mudança climática, informou por meio de nota o secretário de Assuntos Internacionais, Erivaldo Gomes. Serão transferidas novas tecnologias para coleta e armazenamento, além de reciclagem de água e estratégias de diversificação produtiva. As famílias serão selecionadas conforme o nível de pobreza. Será dada prioridade a mulheres e jovens. Comunidades tradicionais e indígenas serão incluídas como beneficiárias sempre que possível, informou o ministério. A cooperação entre o Fida e a GCF faz do projeto um marco, comentou o secretário. Veja Mais

José de Souza Martins: Polarização ideológica perdeu eleições

Valor Econômico - Finanças A polarização ideológica perdeu a eleição Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Convidado da Flip, Obioma teme que luta identitária ofusque critérios da literatura

Valor Econômico - Finanças Convidado da Flip diz temer que luta identitária embaralhe critérios Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cult e pop, Clarice Lispector brilha na academia, nas redes e nas livrarias

Valor Econômico - Finanças No centenário da autora, popularidade confirma fôlego de sua obra Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Exigência de CND para recuperação é suspensa

Valor Econômico - Finanças Ministro Dias Toffoli suspendeu liminar concedida anteriormente por Fux A decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que exigia das empresas estar em dia com obrigações fiscais para ter a recuperação judicial aceita, foi revogada ontem pelo ministro Dias Toffoli - que se tornou relator do caso após Fux assumir a presidência da Corte. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

FS capta US$ 550 milhões em ‘green bonds’ de 5 anos

Valor Econômico - Finanças Depois de adiar a operação, por condições adversas,empresa voltou ao mercado com títulos de prazo menor, garantia e retorno mais alto A FS Agrisolutions, maior produtora de etanol de milho do país, captou ontem US$ 550 milhões por meio de “green bonds”. Os papéis saíram com uma taxa de retorno de 10% e têm vencimento em cinco anos. A demanda pela emissão, que teve como único coordenador o Morgan Stanley, ficou próxima de US$ 1 bilhão. Essa é a primeira emissão de dívida da empresa no mercado internacional. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Wall Street tem alta apesar de redução de meta da Pfizer

Valor Econômico - Finanças Governo divulga os dados de criação de vagas de trabalho no país no mês de novembro Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Produtores buscam amenizar aumento da tributação em SP

Valor Econômico - Finanças Incidência de ICMS tende a aumentar custo, e preços de alguns alimentos poderão subir, diz Faesp Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Robinson Crusoé investe para ganhar mercado

Valor Econômico - Finanças Impulsionada por investimentos que deverão alcançar ao menos R$ 100 milhões até 2025, empresa controlada pelo grupo espanhol Jealsa Rianxeira renovou planos de crescimento Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Importação de químicos bate recorde em 2020

Valor Econômico - Finanças Abiquim estima queda de 7% no déficit comercial do setor, a US$ 29,3 bilhões, mas em volume a participação das importações na demanda nacional deve ficar entre 44% e 46% Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Live do Valor: Retomada econômica parte de ponto mais baixo e reforça peso da política fiscal

Valor Econômico - Finanças Editores e colunistas do Valor debateram a expansão de 7,7% do PIB no terceiro trimestre, aquém dos 8,8% esperados pelo mercado financeiro, e consideram que essa é uma má noticia para a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes O ponto de partida da retomada da economia depois da primeira onda da pandemia do coronavírus foi mais baixo do que o esperado e amplia o foco na política fiscal como o fiel da balança da atividade daqui por diante, ao lado das novas vacinas. Para editores e colunistas do Valor, que debateram na Live do Valor desta quinta-feira, os dados divulgados hoje que mostram expansão de 7,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, ritmo de retomada aquém dos 8,8% esperados pelo mercado financeiro, são uma má noticia para a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele vem defendendo que a economia vai seguir a retomada com a força própria depois do fim das medidas de estímulo fiscal, como o pagamento do auxílio emergencial. De fato, está crescendo, mas o ritmo não era tão forte ao ponto de desenhar uma clara retomada em “V”. Hoje, a Live do Valor teve uma edição especial, com os jornalistas que participam do novo programa em áudio Valor em Pauta, que vai ao ar todas as manhãs às 7h30, com exclusividade para os assinantes do Valor PRO. Nele, são discutidos os assuntos que vão mexer com o mercado e os bastidores de Brasília. O Brasil, por ora, não se diferencia muito das economias avançadas, nas quais o principal tema de debate são novas medidas de estímulo pelos governos. Guedes fica pressionado também por declarações do Fundo Monetário Internacional (FMI), que pregou no seu relatório de avaliação da economia brasileira que o país deveria, de um lado, manter a disciplina fiscal e, de outro, manter um formato remodelado de auxílio emergencial focado na parcela mais pobre da população. Os jornalistas do Valor discutiram como, em mais um dos mistérios da macroeconomia, os dados do PIB contam uma história diferente do que vinham relatando os balanços das mais de 300 empresas com capital aberta em bolsa. As empresas vão muito bem, com alta de 12% do faturamento em no terceiro trimestre, em relação ao período equivalente de 2019. A abertura dos dados do PIB, por outro lado, mostra um pouco desse mundo mais exuberante, com uma alta do 14,8% da indústria e de 11% nos investimentos. O PIB menos forte, ao menos, representa um alívio para a política monetária, que esteve sob pressão nas últimas semanas devido ao aumento da inflação de curto prazo. Para o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, o ritmo de atividade é hoje um determinante mais importante para os juros porque, no fim, é a principal variável por trás da inflação de meados de 2022, seu principal alvo. Em fins de junho, a autoridade monetária estimava uma capacidade ociosa da economia de 5%. Agora, o Banco Central, que já estava preocupado com um novo mergulho recessivo no primeiro trimestre de 2021, quando os estímulos fiscais saem de cena, toma conhecimento que a economia vinha rodando um pouco abaixo do esperado. Conduzida pelo colunista e repórter especial Alex Ribeiro, a equipe fixa do Valor em Pauta é formada pelo chefe de redação da Sucursal de Brasília, Fernando Exman; pela editora do Valor PRO, Lucinda Pinto; pela coordenadora de mercados internacionais do Valor PRO, Roberta Costa; e pelo Editor de S/A, Nelson Niero. Nesta quinta-feira, o programa teve a participação do editor de Brasil, Sergio Lamucci. Reprodução Veja Mais

Fed prepara orientação para seu programa de compras de ativos

Valor Econômico - Finanças Na reunião de dezembro, as autoridades podem decidir substituir a orientação por uma nova linguagem que vincule o prazo para o programa de compras às condições econômicas Os membros do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) devem revelar, neste mês, uma nova orientação sobre quanto tempo eles esperam continuar seu programa atual de compra de ativos. A abordagem, que seria detalhada na reunião de 15 a 16 de dezembro, alinharia o programa com as condições que eles estabeleceram em setembro sobre por quanto tempo eles esperam manter as taxas de juros próximas de zero. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Tráfego de veículos em rodovias da CCR cresce 6,4% de 27 de novembro a 3 de dezembro

Valor Econômico - Finanças No acumulado de 2020 até 3 de dezembro, o tráfego consolidado da CCR recuou 2,6%, ou 7,9% excluindo a ViaSul O tráfego de veículos nas rodovias administradas pela CCR subiu 6,4% no período de 27 de novembro a 3 de dezembro, em comparação com período equivalente em 2019. Excluindo o tráfego da ViaSul, cuja cobrança de pedágio começou em fevereiro, o avanço foi de 0,9%. No acumulado de 2020 até 3 de dezembro, o tráfego consolidado da CCR recuou 2,6%, ou 7,9% excluindo a ViaSul. Por operação, Autoban e ViaOeste registraram queda de 1,5% e 2,5% no fluxo, respectivamente. Já NovaDutra (+2,7%), RodoNorte (+6,3%) e MSVia (+15,8%) apontaram crescimento na circulação de veículos. A CCR Mobilidade, braço da companhia que opera o Metrô Bahia, a Linha 4 do Metrô de São Paulo e outras concessões, viu o movimento de passageiros cair 46,5% no recorte semanal. No acumulado de 2020, o fluxo caiu 46,6%. Já a CCR Aeroportos registrou queda de 55,7% na quantidade de passageiros transportados entre 27 de novembro e 3 de dezembro, e recuou de 62,1% no acumulado do ano. Veja Mais

Mortes por covid-19 no Brasil se aproximam de 176 mil

Valor Econômico - Finanças Segundo levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa, o país registrou 674 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 175.981 O Brasil registrou 674 mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos provocados pela doença para 175.981, segundo levantamento desta sexta-feira (4) feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde do país. A média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 569 por dia, uma alta de 19% em relação aos dados registrados em 14 dias. De acordo com o balanço de hoje, fechado às 20h, foram registrados 47.435 novos casos de covid-19 de ontem para hoje, chegando ao total de 6.534.951 de infectados no país. A média móvel de casos foi de 42.411 por dia, um aumento de 45% em relação aos casos registrados em 14 dias. Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. Dados do governo federal Segundo o Ministério da Saúde, o país registrou 694 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o boletim desta sexta. Com isso, o total de óbitos provocados pela doença chegou aos 175.964, segundo as estatísticas do governo federal. De acordo com o órgão foram contabilizados 46.884 novos casos de covid-19 de ontem para hoje, elevando o número de infectados no país para 6.533.968. Segundo a pasta, o último balanço, fechado às 18h, aponta 5.744.369 pacientes recuperados da doença e 613.635 sob acompanhamento. São Paulo é o Estado com mais mortes (42.788) e casos confirmados (1.276.149) de covid-19. Minas Gerais é o segundo Estado com mais casos (433.081) e o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos (23.017). Veja Mais

Commodities: Café cai em Nova York com nova previsão de chuvas no Brasil

Valor Econômico - Finanças Açúcar e suco de laranja também recuaram, enquanto algodão e cacau subiram Com as previsões meteorológicas indicando chuvas nas regiões produtoras brasileiras de café, os preços do grão arábica fecharam em baixa nesta sexta-feira na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em março caíram 2,08% (250 pontos), para US$ 1,1755 por libra-peso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Commodities: Grãos registram perdas em Chicago

Valor Econômico - Finanças Cotações de milho, trigo e soja recuaram As cotações dos grãos caíram nesta sexta-feira na bolsa de Chicago, com os investidores preferindo não se arriscar antes do fim de semana e à espera de novos dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dólar tem terceira semana de queda e volta à casa dos R$ 5,12

Valor Econômico - Finanças A moeda americana ainda acumula alta de 27,78% em 2020, o que mantém o real com o terceiro pior desempenho no ano - melhor apenas que peso argentino e lira turca Depois de mostrar bastante instabilidade ao longo da sessão, o dólar comercial retomou a tendência de queda durante a tarde e garantiu a marca de R$ 5,12. Em um ambiente de abundância de liquidez e euforia com vacinas contra a covid-19, a moeda americana registra sua terceira semana consecutiva de baixa, algo que não era visto desde a virada de maio para junho. Na sexta-feira, o dólar comercial fechou em queda de 0,32%, aos R$ 5,1236, depois de oscilar entre R$ 5,1839 e R$ 5,1171. Com isso, acumulou baixa de 3,79% na semana. Vale dizer, entretanto, que a moeda americana ainda acumula alta de 27,78% em 2020, o que mantém o real com o terceiro pior desempenho no ano - melhor apenas que peso argentino e lira turca. De forma geral, os investidores têm se concentrado nas perspectivas de retomada da economia quando as vacinas chegarem à população. A despeito dos riscos e preocupações com uma segunda onda da covid-19, esse rali das vacinas tem contribuído para o bom desempenho de emergentes, que também leva investidores no Brasil a calibrarem suas posições em relação ao real. A ACE Capital, por exemplo, passou a ter uma posição vendida em dólar contra o real, de acordo com a carta do gestor referente ao mês de novembro. “Os termos de troca do país seguem melhorando com a alta das commodities, o fluxo de estrangeiros retornou para a bolsa e renda fixa e, por fim, a atuação do Banco Central deverá neutralizar parte relevante do fluxo de saída decorrente do overhedge dos bancos”, explicam os profissionais da casa. Hoje, entre os principais indicadores econômicos do dia, o relatório do mercado de trabalho dos Estados Unidos mostrou uma geração de apenas 245 mil vagas em novembro, uma queda drástica em relação a outubro, quando houve 610 mil posições novas (número revisado hoje). O resultado ficou bem abaixo da expectativa colhida pelo “The Wall Street Journal”, de 440 mil. No entanto, teve efeito limitado nos mercados globais. A taxa de desemprego veio em linha com o consenso, caindo para 6,7%, de 6,9%. A chamada taxa de desemprego U6, que mede o subemprego em toda a economia, caiu de 12,1% para 12,0%. No fim da tarde, as moedas emergentes operavam em direções mistas. O dólar caía 0,69% ante o peso mexicano e recuava 0,73% ante o rublo russo, enquanto subia 0,07% ante o rand sul-africano e 0,33% ante a lira turca. Kiyoshi Ota/Bloomberg Veja Mais

Petróleo fecha em alta e Brent se aproxima dos US$ 50 o barril

Valor Econômico - Finanças Os preços do West Texas Intermediate (WTI), a referência americana, para janeiro subiram 1,35%, a US$ 46,26 o barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex) Os futuros do petróleo encerraram a sexta-feira (4) em alta, com a referência global, o Brent, se aproximando da marca de US$ 50 o barril, um dia depois que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep +) concordaram em reduzir seus cortes atuais de produção gradualmente em janeiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Moagem de cana caiu 2,5% do início da safra até 15 de novembro em Mato Grosso do Sul

Valor Econômico - Finanças Segundo a Biosul, volume alcançou 42 milhões de toneladas A moagem de cana-de-açúcar no Mato Grosso do Sul totalizou 42 milhões de toneladas desde o início desta safra 2020/21 até 15 de novembro, 2,5% menos que no mesmo período do ciclo passado, segundo a Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul). Apesar da redução, a diferença tem ficado cada vez mais estreita Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

China se prepara para iniciar vacinação contra a covid-19

Valor Econômico - Finanças Ao contrário de países que já aprovaram vacinas, Pequim está agindo com cautela A China está realizando os preparativos finais para lançar uma vacina contra a covid-19 de uso emergencial e começar a produzi-la em massa, embora os ensaios clínicos para vários dos imunizantes desenvolvidos por empresas do país continuem localmente e no exterior. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Jairo Saddi, da FGV, destrincha fenômeno das fintechs

Valor Econômico - Finanças Obra traça futuros possíveis para o setor financeiro Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Salas de cinema enfrentam tempestade perfeita com pandemia

Valor Econômico - Finanças Salas seguem dependentes de blockbusters depois de pandemia Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Jorge Lucki: Importância da degustação virtual

Valor Econômico - Finanças Em menos de duas semanas, produtores chilenos da gama média e média alta realizam dois eventos digitais Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Procuradoria de SP divulga critérios para classificação de dívidas

Valor Econômico - Finanças Medida é importante para contribuintes conhecerem benefícios com transação de débitos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Polêmica sobre o rol da ANS no STJ

Valor Econômico - Finanças Interpretar o Rol como uma lista taxativa de procedimentos é conferir à ANS um poder que a própria lei não lhe entregou O mercado da saúde suplementar, ao mesmo tempo que se firmou como um dos setores mais relevantes da economia brasileira, com quase 47 milhões de beneficiários, continua sendo um dos maiores focos de controvérsias. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Vacinas estimulam escalada generalizada no mercado global

Valor Econômico - Finanças Analistas questionam se euforia já não foi longe demais; riscos ao crescimento preocupam Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Exemplo paulista pode ser seguido por outros Estados

Valor Econômico - Finanças Representantes de produtores fazem pressão para evitar aumento da tributação no campo Projetos que preveem o aumento da taxação do agronegócio não são novos no país, mas o setor agora teme que o exemplo de São Paulo seja seguido por outros Estados e também a nível federal - o Convênio 100/1997, que reduz a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais de insumos agropecuários em até 60% e isenta a comercialização dentro dos Estado, foi prorrogado até o fim de março mas corre risco de ser extinto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Preços ajudam e receita da paulista Coopercitrus deverá atingir R$ 6 bi

Valor Econômico - Finanças Em 2020, foram 1,5 milhão de sacas de café recebidas, 280 mil toneladas de soja e 95 mil toneladas de milho Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cipasa volta a lançar loteamentos após 5 anos

Valor Econômico - Finanças Loteadora forma joint venture com a gaúcha Cotiza para desenvolvimento conjunto de R$ 2,5 bilhões até 2026 Desde 2015 sem lançar empreendimentos, a loteadora Cipasa está voltando ao mercado, neste fim de ano, agora com o nome de Nova Cipasa. O principal marco da retomada de lançamentos por uma das mais tradicionais loteadoras brasileiras se dá pela formação de joint venture com a gaúcha Cotiza para desenvolvimento urbano conjunto nos estados da região Sul. A estimativa é que os lançamentos da parceria somem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,5 bilhões, até 2026, com participação de 50% de cada empresa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

STF nega pedido para suspender leilão da CEB Distribuidora

Valor Econômico - Finanças O ministro Nunes Marques afirmou que não reconhecia "os requisitos viabilizadores do regular trâmite" da reclamação apresentada por deputados do Distrito Federal O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para suspender o leilão da CEB Distribuidora S.A., marcado para esta sexta-feira (4). Nunes Marques afirmou, em seu despacho, que não reconhecia "os requisitos viabilizadores do regular trâmite" da reclamação apresentada por cinco deputados do Distrito Federal. No pedido, os parlamentares afirmavam que a Companhia Energética de Brasília (CEB) não poderia alienar a subsidiária sem autorização da Câmara Distrital. O Supremo decidiu, no ano passado, que a privatização de estatais depende de autorização legislativa apenas quando se trata da empresa-mãe, dispensado a necessidade de aval para a alienação das subsidiárias. De acordo com a petição, a CEB tenta burlar o entendimento da Corte, uma vez que a venda da distribuidora, responsável por 96% das receitas da estatal, praticamente inviabilizaria a empresa-mãe. A reclamação foi assinada pelos deputados Arlete Sampaio e Chico Vigilante, do PT; Leandro Grass, do Rede Sustentabilidade; Fábio Félix, do Psol; e Reginaldo Veras, do PDT. Veja Mais