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Ausência de Alckmin em filiação de Garcia é vista por tucanos como sinal de possível saída do PSDB

Valor Econômico - Finanças A pré-candidatura do vice-governador prejudica os planos de Geraldo Alckmin de disputar um novo mandato no Estado pelo partido e isola o ex-governador na legenda A ausência do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) no evento de filiação do vice-governador Rodrigo Garcia ao PSDB, na sexta-feira, gerou desconforto dentro do partido e foi vista por dirigentes como um sinal de que o tucano poderá deixar em breve a legenda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Advogados mostram relevância de novas regras de privacidade do WhatsApp

Valor Econômico - Finanças Novas diretrizes de política de privacidade entram em vigor a partir de hoje O WhatsApp, que possui mais de 2 bilhões de usuários no mundo, colocou em vigor a partir deste sábado as novas regras de política de privacidade, que preveem o compartilhamento de dados com o Facebook. Essa medida foi apontada como relevante por advogados especializados nesta área. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Conflito de Israel em Gaza testa limites de nova détente com o mundo árabe

Valor Econômico - Finanças Além da retórica para apoiar os palestinos e das tentativas para mediar o conflito, a maioria dos países árabes não têm meios viáveis para intervir na crise Imagens de prédios explodindo na Faixa de Gaza, após ataques aéreos israelenses, e da polícia do país invadindo a mesquita Al Aqsa, em Jerusalém, o terceiro local mais sagrado do Islã, catalisaram uma onda de protestos pró-Palestina no Oriente Médio e em outras nações, colocando à prova os limites das relações entre governos árabes e o de Israel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Duas diferentes facetas de Lina Bo Bardi

Valor Econômico - Finanças Arquiteta ítalo-brasileira é tema de dois livros que seguem trilhas diferentes para contar sua história Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

China veta escaladas ao Everest para evitar contaminação por coronavírus

Valor Econômico - Finanças Topo do monte também pode ser alcançado a partir do Nepal, que enfrenta um duro momento da pandemia A China vetou a escalada do monte Everest a partir de seu território, para evitar o risco de contágios pelo novo coronavírus. A escalada ao topo da montanha mais alta do planeta fica mais fácil no meio do ano, quando o clima melhora e há mais dias de céu claro. Com isso, a temporada de escaladas de 2021, a partir da China, fica suspensa. O veto não tem data para acabar. O topo do Everest, que fica a 8.849 metros de altura, pode ser alcançado também a partir do Nepal, que mantém a rota aberta. O país emitiu 408 autorizações para alpinistas, enquanto a China tinha autorizado apenas 21 neste ano, que agora foram anuladas. Monte Everest Pixabay O Everest já foi escalado por mais de 6 mil pessoas desde 1953, quando a primeira expedição atingiu seu cume. Ao menos 311 alpinistas morreram na jornada rumo ao topo. Devido à pandemia, a escalada do Everest estava proibida desde o ano passado, mas recentemente o Nepal voltou a liberar a atividade. A China foi o primeiro país a ser atingido pela covid-19, mas conseguiu controlar o contágio. Na sexta-feira, havia apenas 285 casos de coronavírus no país, segundo dados oficiais, em uma população de 1,4 bilhão. Ao todo, o país teve 103 mil casos e 4.858 mortes desde o início da crise. Já o Nepal enfrenta um momento duro da pandemia. O número de casos novos diários, que não alcançava 200 no início de abril, agora chega a quase 9 mil. No total, o país de 28 milhões de habitantes registrou 440 mil casos de coronavírus e 4.669 mortes. O Nepal também faz fronteira com a Índia, que registra recordes de casos há algumas semanas, além de cerca de 4 mil mortes diárias. De acordo com o jornal The New York Times, o acampamento onde os alpinistas ficam no Nepal antes de concluir a escalada teve, recentemente, um surto de coronavírus, e muitos foram contaminados. Dezenas de pessoas tiveram que ser resgatadas de helicóptero e levadas a hospitais da capital, Katmandu, após apresentarem sintomas enquanto subiam a montanha. A reabertura ajuda a movimentar o turismo do Nepal. Só a autorização para a escalada custa US$ 10 mil (R$ 52,7 mil) por pessoa. Fora isso, é preciso pagar pela ajuda de guias locais e alojamentos, em uma jornada que leva mais de um mês. Antes de subir ao topo, é preciso fazer um processo de aclimatação do corpo à altitude, por três semanas. Antes da pandemia, agências internacionais vendiam pacotes para a escalada por cerca de R$ 250 mil. No domingo passado, a China anunciou que pretende instalar uma barreira no topo do Everest, para impedir que alpinistas vindos do Nepal entrem em seu território, como forma de conter a entrada do coronavírus. Tradicionalmente, os viajantes dos dois lados se encontravam nesse espaço, sem restrições. No entanto, o governo chinês não detalhou como será essa barreira nem deu prazos para sua colocação. Em 2019, antes da pandemia, houve fila de alpinistas que tentavam chegar ao topo, e a situação gerou ao menos 11 mortes. O engarrafamento em rotas estreitas levou a paradas forçadas em áreas chamadas de "zonas da morte", que ficam a mais de 8 mil metros acima do nível do mar. Ali, não há oxigênio suficiente no ar, e é preciso usar cilindros próprios para respirar. Se a viagem leva mais tempo do que o planejado, o suprimento pode acabar, gerando morte por falta de oxigênio. Além disso, há risco de congelamento, exaustão e de outras doenças relacionadas à altitude. Veja Mais

Novos ataques deixam mais mortos em Gaza e Israel

Valor Econômico - Finanças As Forças Armadas israelenses destruíram um edifício em Gaza que abrigava veículos de imprensa, como a Al Jazeera e a agência de notícias AP Israel voltou a atingir Gaza com ataques aéreos, e militantes palestinos lançaram mais foguetes contra o território israelense neste sábado (15), em um sinal claro de que o fim da pior escalada de violência na região desde 2014, após seis dias de conflito e em meio a um crescente número de mortos, está distante. Leia também: Entenda o que deflagrou o mais recente confronto entre Israel e palestinos Diplomatas americanos e árabes tentam acalmar a situação depois de mais uma noite de violência em que militantes dispararam cerca de 200 foguetes contra cidades de Israel, cujos aviões atingiram o que eles disseram ser alvos usados pelo Hamas, o grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza. Ao menos 139 pessoas foram mortas em Gaza desde o início desta nova fase de hostilidades, incluindo 39 crianças e 21 mulheres, e outras 950 ficaram feridas, segundo médicos palestinos. Neste sábado, um israelense de 50 anos foi morto em Ramat Gan, nos arredores de Tel Aviv, após um ataque lançado de Gaza, de acordo com serviços de emergência e o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld. Agora, a cifra de mortos do lado israelense chegou a nove – um soldado na fronteira e oito civis, dois dos quais crianças. Durante a noite, o bombardeio israelense matou ao menos 12 palestinos em Gaza, ainda de acordo com médicos, incluindo uma mulher e quatro de seus filhos, que morreram após a casa deles, em um campo de refugiados, ser atingida. Em Israel, milhares de israelenses correram para abrigos enquanto sirenes de alerta soavam. Um foguete lançado de Gaza atingiu um prédio residencial em Beersheba, no sul de Israel, segundo a polícia. Há relatos de que, na cidade, pessoas que correram para se proteger ficaram feridas. Em Gaza, Akram Farouq, 36, deixou sua casa às pressas com a família depois de um vizinho contar que um oficial israelense ligou para avisar que seu prédio seria atingido. "Não dormimos a noite toda devido às explosões, e agora estou na rua com minha esposa e filhos, que choram e tremem." Ariel Schalit/AP De acordo com militares israelenses, os bombardeios atingiram locais de lançamento de foguetes – um deles teria sido a base de um disparo contra Jerusalém – e apartamentos que pertencem a militantes do Hamas, facção radical que iniciou a ofensiva após tensões em torno de um processo judicial que determinou o despejo de famílias palestinas de Jerusalém Oriental e em retaliação aos confrontos entre a polícia israelense e palestinos na mesquita de al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã. As Forças Armadas israelenses, porém, também destruíram um edifício em Gaza que abrigava veículos de imprensa, como a Al Jazeera e a agência de notícias Associated Press (AP). Os militares, assim como descreveu o palestino Farouq, telefonou para avisar os ocupantes do prédio de que o local seria atacado em uma hora e enviou um míssil que não provoca danos graves como um alerta para evacuação. Os esforços diplomáticos regionais e internacionais ainda não mostraram sinais de interrupção das hostilidades. O Egito enviou ambulâncias por meio de sua fronteira com Gaza para levar palestinos a hospitais egípcios, e Hady Amr, subsecretário-assistente dos EUA para Israel e assuntos palestinos, voou para Israel na sexta, antes da reunião do Conselho de Segurança da ONU marcada para este domingo. Washington diz que pretende "reforçar a necessidade de trabalhar em prol de uma calma sustentável". Desde sexta-feira, as baixas palestinas se estendem além de Gaza. Após manifestantes e forças israelenses entrarem em confronto, houve o relato de 11 mortos na Cisjordânia ocupada. Em Israel, de pequenas cidades na fronteira com Gaza a Beersheba e Tel Aviv, muitos correm para se proteger ao receberem avisos na rádio e na TV e mensagens de alerta em seus telefones celulares. Em uma praia de Tel Aviv, houve correria após o disparo de sirenes que avisam do perigo de foguetes. As hostilidades entre Israel e Gaza foram acompanhadas de violência nas comunidades mistas de judeus e árabes de Israel. Sinagogas foram atacadas, lojas de propriedade de árabes e de judeus foram vandalizadas e brigas ocorreram de rua. O presidente de Israel, Reuven Rivlin, que desempenha um papel essencialmente cerimonial, alertou sobre a possibilidade de uma guerra civil. O Egito vem pressionando por um cessar-fogo para que negociações pudessem começar, de acordo com duas fontes de segurança do país. Cairo tem apoiado o Hamas e pressionado outros atores do conflito, como os Estados Unidos, para garantir um acordo com Israel. Os chanceleres egípcio e jordaniano discutiram os esforços para encerrar o confronto em Gaza e evitar "provocações" em Jerusalém. Segundo uma autoridade palestina, as negociações tomaram um caminho "real e sério" na sexta-feira, com os mediadores do Egito, do Qatar e da ONU intensificando contatos de todos os lados numa tentativa de restaurar a calma na região, ainda que um pacto não tenha sido alcançado. Os Emirados Árabes Unidos também pediram a interrupção dos ataques e negociações. Em setembro, o país e o Bahrein se tornaram os primeiros estados árabes em um quarto de século a estabelecer laços formais com Israel. As companhias aéreas emiradenses Etihad Airways e FlyDubai, que passaram a operar em Israel após os acordos diplomáticos, anunciaram o cancelamento de voos para Tel Aviv a partir deste domingo, acompanhando a decisão de empresas americanas e europeias para evitar as hostilidades na região. O Exército israelense disse neste sábado que cerca de 2,3 mil foguetes foram disparados de Gaza contra Israel desde segunda-feira, com cerca de 1 mil deles interceptados por defesas antimísseis, e 380 caindo na Faixa de Gaza. A agitação civil entre judeus e árabes em Israel desferiu um golpe nos esforços da oposição israelense para destituir o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu após uma série de eleições inconclusivas, aumentando a perspectiva de uma inédita quinta eleição em pouco mais de dois anos. Naftali Bennet, líder do partido ultranacionalista Yamina, anunciou ter abandonado as negociações para formar um novo governo com uma coalizão de siglas de centro e com partidos de esquerda. O cenário pós-eleitoral continua basicamente o mesmo: Netanyahu teve a chance de formar um novo governo e falhou. Agora, o principal bloco de oposição a ele, liderado pelo centrista Yair Lapid, da legenda Yesh Atid, também não tem um caminho claro para reunir maioria no Parlamento de 120 membros. Bennett disse ter abandonado as conversas por uma coalizão para priorizar um governo de união mais amplo, que atenda ao interesse da nação em tempos de crise. Analistas dizem que o colapso da parceria entre Lapid e Bennett no contexto da violência atual em Israel dá a Netanyahu tempo extra para fazer um movimento político para se manter no poder. "A partir do momento em que o fogo começou, o governo de mudança morreu, e Netanyahu, ressuscitou", escreveu o comentarista Ben Caspit no jornal Maariv na sexta-feira. Lapid tem mais três semanas para formar um governo de coalizão. Um "acordo rotativo", em que Lapid e Bennett se revezariam como premiês, foi cogitado, mas precisaria do apoio de legisladores árabes para obter maioria. Veja Mais

Estímulos contra a crise da covid deixaram os bilionários ainda mais ricos

Valor Econômico - Finanças A classe dos bilionários cresceu num ritmo recorde, aumentando a ameaça de reações contra a riqueza, escreve Ruchir Sharma, estrategista-chefe global do Morgan Stanley Investment Management Nas duas últimas décadas, com a população mundial de bilionários crescendo mais de cinco vezes e as maiores fortunas superando os US$ 100 bilhões, comecei a monitorar essa riqueza. Não por prazer voyerista, mas em busca de sinais de alerta. O aumento da desigualdade estava se tornando cada vez mais uma questão política, ameaçando provocar reações populares contra o próprio capitalismo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

‘Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração’ investiga seita satânica

Valor Econômico - Finanças Assassino atuou nos anos 1970 em Nova York Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Enjoei eleva aposta na captação de usuários e prejuízo cresce 23 vezes

Valor Econômico - Finanças Para seguir no plano de expansão, empresa fez novos parceiros de serviço logístico, pois antes só operava com os Correios O Enjoei, marketplace de compra e venda de itens usados e novos de moda e decoração, registrou um salto de 23 vezes no prejuízo líquido do primeiro trimestre de 2021, ante mesmo período do ano anterior, para R$ 31,8 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em evento, Ricardo Nunes diz que manter trabalho é forma de homenagear Bruno Covas

Valor Econômico - Finanças "O que ele [Bruno Covas] sempre nos orientou e cobrou da gente, mesmo quando teve essa última internação, foi que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas", diz prefeito em exercício de São Paulo Em ação para marcar a aplicação de 4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 neste sábado (15), o prefeito em exercício de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou que a manutenção da agenda é uma forma de homenagear o prefeito Bruno Covas, internado no Hospital Sirio-Libanês para o tratamento de um câncer. Na noite de sexta-feira, a equipe médica anunciou que seu quadro clínico é irreversível. "O que ele [Bruno Covas] sempre nos orientou e cobrou da gente, mesmo quando teve essa última internação, foi que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas. A equipe tem seguido e continuará seguindo as orientações do prefeito", disse Nunes em coletiva na escola Dona Chiquinha Rodrigues, no Campo Belo, zona sul. O local é um dos mil pontos abertos no sábado para o Dia D da vacinação contra a gripe. Ricardo Nunes, prefeito em exercício de São Paulo Reprodução Nunes estava visivelmente emocionado enquanto falava com a imprensa e deixou a escola chorando. Ele assumiu a prefeitura interinamente no dia 2, quando Covas anunciou que licenciaria do cargo para cuidar de sua saúde. Segundo Nunes, a informação mais recente que recebeu sobre o estado de saúde de Covas é a que foi divulgada na noite de sexta. O texto divulgado informava que ele estava sedado e com a família. Os dois se viram pela última vez na quinta (13), mas Nunes diz que conversou com o prefeito também na sexta por telefone e mensagens. Presente na ação, o secretário Municipal de Educação, Fernando Padula, também se emocionou ao falar do prefeito. "Eu conheço o Bruno há 30 anos. Ele ficaria muito bravo com a gente se cancelasse essa agenda." Titular da Saúde, o secretário Edson Aparecido destacou a trajetória recente de Covas. "O Bruno enfrentou a pandemia, a doença, uma campanha eleitoral de cabeça erguida. A melhor homenagem, e ele quer que seja assim, é trabalhar e cuidar da população." Veja Mais

Análise: Banco Central esvazia argumentos para juros em 6,5%

Valor Econômico - Finanças Setores do mercado reclamaram nos últimos dias de um certo ziguezague nas sinalizações de política monetária Dirigentes do Banco Central (BC) esvaziaram, em dois eventos separados na sexta-feira, alguns dos principais argumentos que circulam no mercado financeiro em defesa de uma alta mais forte de juros neste ano, levando a taxa Selic a 6,5% anuais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Taiwan aumenta as restrições após aumento de casos de covid-19

Valor Econômico - Finanças Reuniões internas com mais de cinco pessoas e as externas com mais de 10 serão proibidas a partir das 16h (hora local) até 28 de maio Taiwan impôs restrições de movimento mais rígidas em torno de sua capital no sábado, após um aumento nos casos de covid-19 em uma ilha que era vista globalmente como um modelo para lidar com a pandemia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pazuello pretende responder a todas as perguntas na CPI, diz advogado

Valor Econômico - Finanças Segundo relator da CPI, comissão pleiteará que ex-ministro da Saúde fale sobre a atuação de outras pessoas no governo, sem que produza provas contra si mesmo Após o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello fique em silêncio em seu depoimento previsto na CPI da Covid, o advogado Zoser Hardman, que auxilia o general, diz que Pazuello pretende responder a todas as perguntas dos senadores, no próximo dia 19. “Já era esperado (o habeas corpus). O ministro Pazuello pretende responder todas as perguntas. Porém, como toda e qualquer testemunha tem o direito ao tratamento digno, urbano e respeitoso — disse ao Globo Hardman. Pablo Jacob/Agência O Globo A autorização de Lewandowski para que Pazuello fique em silêncio atendeu ao pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU). O presidente Jair Bolsonaro deu aval para que o órgão do governo apresentasse o pedido em favor do ex-auxiliar. A expectativa é que outros integrantes do governo recorram ao mesmo expediente para tentar se blindar, segundo membros da área jurídica do Executivo. Lewandowski, porém, consignou na sua decisão que o direito concedido ao ex-ministro é para ser exercido apenas em perguntas que possam incriminá-lo, sendo “vedado faltar com a verdade relativamente a todos os demais questionamentos não abrigados nesta cláusula”. Assim, ele terá que responder a perguntas sobre a conduta de outras pessoas, como Bolsonaro. No recurso, a AGU alegava que Pazuello, por ser investigado pela condução da crise sanitária em Manaus, não pode produzir prova contra ele mesmo. Na decisão, Lewandowski afirmou que esse fato empresta “credibilidade ao receio” de que ao responder algumas perguntas ele possa “incorrer em autoincriminação, razão pela qual se mostra de rigor o reconhecimento de seu direito ao silêncio”. Mas ressaltou que, sobre terceiros, “permanece a sua obrigação de revelar, quanto a eles, tudo o que souber ou tiver ciência, podendo, no concernente a estes, ser instado a assumir o compromisso de dizer a verdade”. Pazuello também pediu que não fosse alvo de “constrangimentos físicos ou morais”. A defesa citou como argumento os depoimentos do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e do ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Fabio Wajngarten — que teve a prisão pedida pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e negada pelo presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM). Lewandowski concordou, também dando direito de ser acompanhado por um advogado. Bolsonaro concordou com a apresentação do habeas corpus (HC) pela AGU após uma reunião com Pazuello no domingo, no Palácio da Alvorada. Os termos do pedido começaram a ser definidos ali. Pazuello foi ao encontro do presidente após ter adiado seu depoimento na CPI alegando precisar fazer quarentena, devido a contato com pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Antes, já tinha recebido o ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência) no Hotel de Trânsito de Oficiais, onde mora. A decisão do presidente foi baseada no receio de que Pazuello, sem o HC, abrisse mão da defesa da AGU e se distanciasse do governo. O temor era que, para se proteger, ele pudesse expor Bolsonaro. Um dia antes da reunião no Alvorada, o Globo mostrou que o militar havia recusado um cargo na Secretaria-Geral da Presidência e avaliava ser representado pelo advogado Zoser Hardman, seu ex-assessor jurídico no Ministério da Saúde. A combinação dos fatos acendeu o alerta no governo. Havia divergência interna sobre a medida. Ministros como o advogado-geral da União, André Mendonça, e Onyx eram contra por temer os efeitos políticos. Onyx, que tem ajudado a preparar Pazuello para depor, argumentava que o ex-ministro não tinha nada a temer. Há seis anos, durante a CPI da Petrobras, o ministro afirmou que “só bandido” se valia desse tipo de instrumento. Outros integrantes do governo tinham temor que a medida municiasse a oposição. Filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também defenderam que Pazuello prestasse esclarecimentos. Em 2016, na CPI da Funai e do Incra, Eduardo disse que quem pede habeas corpus para não falar é “covarde” e “não tem um pingo de vergonha na cara”. Relator da CPI, Renan afirmou ao Globo que a decisão do STF “não anula” o depoimento do militar à comissão. Segundo Renan, a CPI pleiteará que Pazuello fale sobre a atuação de outras pessoas no governo, sem que produza provas contra si mesmo. “A decisão do STF não anula a fala. O que queremos dele (Pazuello) é que, como importante testemunha, diga o que observou nos outros, como ministro da Saúde e secretário-executivo, nos outros que participaram do ministério e das conversações”, disse Renan. “Com certeza, ao longo dos nossos trabalhos, alguém vai citar o ex-ministro. Mas não queremos que ele o faça, que ele se autoincrimine. Mas que dê testemunho do que presenciou ou não presenciou da conduta de terceiros”, concluiu o relator. O presidente da CPI criticou a decisão: “O Supremo tomou uma decisão para que o Senado abrisse a CPI. E agora um ministro do Supremo impede a gente de investigar”, reclamou Aziz. Veja Mais

Concessão do Litoral Paulista é atrativa, mas impõe desafios

Valor Econômico - Finanças Fluxo de passageiros e licenciamento ambiental estão entre as maiores preocupações A nova concessão de rodovias do Litoral Paulista, cujo leilão foi marcado para 15 de setembro, é vista no mercado como um projeto interessante, que poderá atrair diversos operadores, mas também com desafios ambientais, urbanos e de demanda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

PGFN pode tentar derrubar decisões que excluem ICMS do PIS/Cofins antes de 2017

Valor Econômico - Finanças Entre especialistas em tributos, a principal dúvida é se a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional ainda teria prazo para fazer esse pedido Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que só permite a exclusão do ICMS do PIS/Cofins a partir de 2017, a União pode tentar derrubar decisões com trânsito em julgado (não cabe mais recurso) que autorizam a retirada do imposto estadual de período anterior. Bastaria que a decisão seja fruto de ação judicial proposta após aquele ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

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STF concede a Pazuello direito de se calar na CPI da Covid

Valor Econômico - Finanças Mais cedo, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou ao Supremo que o ex-ministro terá o direito ao silêncio respeitado se assim desejar, mas que a sua negativa em responder aos questionamentos vai dificultar as investigações da comissão O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) , concedeu um habeas corpus para que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tenha direito ao silêncio ao depor na CPI da Covid. Na noite da última quinta-feira, a Advocacia-Geral da União (AGU), com respaldo do presidente Jair Bolsonaro, impetrou o pedido no Supremo em defesa de Pazuello. Mais cedo, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou ao Supremo que o ex-ministro terá o direito ao silêncio respeitado se assim desejar, mas que a sua negativa em responder aos questionamentos vai dificultar as investigações da comissão. Ministro Eduardo Pazuello Pablo Jacob/Agência O Globo Veja Mais

Dono da JJ Invest é condenado a três anos após sumir com até R$ 120 milhões de clientes

Valor Econômico - Finanças Jonas Jaimovick vai poder recorrer em liberdade e pode substituir a pena pelo pagamento de 15 salários mínimos a instituições beneficentes Jonas Jaimovick, que aplicou golpe financeiro multimilionário em milhares de investidores por meio da gestora fraudulenta JJ Invest, foi condenado, na quinta-feira, a três anos de prisão pela Justiça Federal do Rio. Mas o juiz Ian Legay Vermelho, da 2ª Vara Federal Criminal, determinou a substituição da pena pelo pagamento de 15 salários mínimos a instituições beneficentes e prestação de serviço comunitário. Jaimovick será solto e recorrerá em liberdade. Antes, o empresário havia ficado foragido por quase dois anos, depois que uma série de reportagens do "O Globo" revelou que sua empresa era investigada pela Polícia Federal e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que levou a uma corrida de pedidos de resgate por seus clientes. A condenação de Jaimovick foi primeiro publicada pela coluna de Lauro Jardim, no site do O Globo. A advogada Rosane Garcia, que defende Jaimovick, afirmou que o empresário deve ser solto ainda nesta sexta-feira. Ele está preso em Bangu 8. O empresário foi condenado por dois crimes: operar entidade financeira clandestina e de ter emitido valor mobiliário— neste caso, entendeu-se que o contrato de investimento oferecido pela JJ Invest seria um valor mobiliário — falsos e sem autorização. As penas poderiam chegar a 12 anos de prisão, mas a Justiça levou em conta atenuantes, como o fato de Jaimovick ter confessado o crime. “Verifico que o crime imputado foi praticado sem violência ou grave ameaça e sendo assim, o réu preenche os requisitos que autorizam sua substituição”, justificou o magistrado em sua sentença. A defesa de Jaimovick vai recorrer da decisão. Em sua sentença, o juiz Legay Vermelho observou que os próprios clientes da JJ Invest foram negligentes na hora de avaliar a legalidade da gestora fraudulenta, o que teria sido motivado, segundo o magistrado, por “grau considerável e reprovável de avidez.“ “O comportamento das vítimas milita em favor do réu, visto que a rentabilidade por ele prometida é evidentemente acima daquela obtida nas opções de investimento conhecidas e acessíveis ao grande público (…). É dizer, diante do fabuloso retorno prometido (em torno de 10% ao mês!), somente um grau considerável e reprovável de avidez redundaria na entrega de recursos a Jonas Jaimovick, sem que antes fosse realizada uma avaliação mínima acerca da regularidade da empresa ou consistência no destino dos valores aportados, ou seja, às cegas”, escreveu Legay Vermelho. Embora esteja livre para deixar a cadeia, Jaimovick ainda é investigado em outros inquéritos da Polícia Federal por crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, apropriação de valores pertencentes à instituição financeira e fraude contra investidores. Essas investigações podem resultar em novos processos e condenações. Além disso, ele responde a 216 processos cíveis, movidos por clientes que tiveram prejuízo no esquema. A gestora clandestina JJ Invest teria desaparecido com R$ 170 milhões de pelo menos três mil credores, mas nem a Justiça sabe ao certo se essas cifras procedem. Em depoimento, Jaimovick também não soube dizer ao certo quanto causou em prejuízos, mas estimou que o valor fique entre R$ 70 milhões e R$ 120 milhões. Sustentou que não ficou com o dinheiro, que teria sido inteiramente gasto com ressarcimento a clientes insatisfeitos e perdas na Bolsa. A Justiça não encontrou os recursos em contas bancárias vinculadas a Jaimovick e à JJ Invest, tampouco identificou bens substanciais em seus nomes. Jonas Jaimovick quando foi preso na Barra da Tijuca Reprodução / TV Globo via G1 Veja Mais

Sindicato do IBGE diz que decisão do STF é “luz no fim do túnel do apagão estatístico”

Valor Econômico - Finanças Nesta sexta, o plenário do Supremo determinou a realização do Censo Demográfico em 2022 O Núcleo Chile do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ASSIBGE) comemorou nesta sexta-feira a decisão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da realização do Censo Demográfico em 2022, ao classificá-la como “uma luz no fim do túnel do apagão estatístico que o país vive, com o atraso de dois anos da pesquisa censitária”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Oposição tenta sustar portaria que permite ‘supersalários’ a Bolsonaro e ministros

Valor Econômico - Finanças Cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira, pautar a proposta Partidos de oposição tentam suspender a portaria do Ministério da Economia que permitiu ao presidente Jair Bolsonaro e ministros da cúpula do governo ganharem salários superiores ao teto do funcionalismo público, de R$ 39,7 mil, equivalente aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles apresentaram projetos de decreto legislativo para que a portaria seja suspensa, mas cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pautar a proposta — ele tem consultado os líderes partidários todas as semanas sobre os projetos que serão incluídos na pauta, mas nesta semana não houve reunião. Pela portaria, as aposentadorias e pensões de servidores não são incluídas no teto — elas teriam um teto à parte, também de R$ 39,7 mil. Com isso, Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão e ministros como o chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, podem receber tanto as aposentadorias como militares da reserva como os salários pelos cargos que ocupam. Valter Campanato/Agência Brasil Até a publicação dessa portaria, os salários, aposentadorias e pensões era todos somados e cortados quando ultrapassassem o teto salarial do funcionalismo previsto na Constituição. A mudança causará um gasto adicional de R$ 180 milhões para os cofres públicos. Parlamentares como o vice-líder do PSB, Elias Vaz (GO), e o líder do PT, Elvino Bohn Gass, protocolaram os projetos para sustar essa nova portaria. Eles precisam ser aprovados pelo plenário da Câmara e do Senado para terem efetividade. “Em um momento de crise financeira, em plena pandemia que tem deixado várias famílias dependendo de um auxílio emergencial insuficiente de R$ 250, o governo apresenta uma medida para beneficiar o presidente e o alto escalão, e que não teve aprovação prévia do Congresso Nacional. É vergonhoso", afirmou Vaz. Veja Mais

Queiroga diz que assina contrato definitivo por com a Pfizer nesta sexta

Valor Econômico - Finanças Segundo ele, objetivo é que vacinas cheguem a toda população acima de 18 anos neste ano O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que será assinado nesta sexta-feira, de maneira definitiva, um contrato para a compra de mais 100 milhões de doses do imunizante contra covid-19 com a farmacêutica Pfizer. O objetivo do Ministério da Saúde, disse, é que as vacinas cheguem a toda a população acima de 18 anos até o fim do ano. Queiroga deu as declarações em cerimônia de vacinação de atletas que vão para as Olimpíadas de Tóquio, no Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx), na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Há um ano, somos atacados pelo novo coronavírus, que tem vitimado a nossa gente”, disse. “Agora, temos nas Olimpíadas um alento para o nosso povo”, continuou. “O esforço para vacinar é um esforço de todos os governos. Ter vacinas em espaço de tempo tão curto é um milagre da ciência. E dá a esperança de pôr fim à pandemia.” Marcelo Queiroga Marcello Casal Jr/Agência Brasil O ministro informou que as vacinas para os atletas vêm de cooperação com a Pfizer e Sinovac, responsável pela Coronavac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo. “Os excedentes das vacinas para atletas vão para o PNI [Programa Nacional de Imunizações], do ministério”, completou. Segundo ele, 1.800 atletas brasileiros serão imunizados com a vacina da Pfizer, com intervalo de 21 dias entre as duas doses. A vacinação de atletas foi compactuada com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e não conduzirá a qualquer prejuízo na imunização da população brasileira, disse. Na ocasião da cerimônia, o ministro afirmou que “a vacinação vai muito bem” no Brasil, que “já é o quinto país que mais distribui [vacinas no mundo]”. IFA Ele disse que o Brasil mantém boas relações com a China, país responsável pela remessa do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), para produção da vacina. “Temos relações muito boas com todos os países, inclusive com a China. Eu me reuni pelo menos duas ou três vez com o embaixador Yang”, disse, referindo-se ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. “E não há nenhum problema diplomático com a China.” O ministro comentou ainda a interrupção na produção da Coronavac pelo Instituto Butantan, em São Paulo, por falta de IFA. “A questão do Butantan com a China é contratual e espero que o suprimento de IFA aconteça normalmente, e se regularize, e tenhamos também a Coronavac como tem sido desde o início do ano.” Segundo o ministro, há uma carência mundial de IFA no mercado. “E o ministério da Saúde tem trabalhado junto com o das Relações Exteriores para que tenhamos IFA. É uma luta, esforço coletivo.” Queiroga disse que o Brasil será autônomo pra produzir o IFA da vacina contra covid-19. “Isso é fruto de um acordo de transferência de tecnologia. Esse acordo está na iminência de ser assinado entre AstraZeneca e Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz]”, afirmou, lembrando da parceria entre as duas organizações para elaboração do imunizante do tipo Oxford/AstraZeneca. “Isso significa a produção de pelo menos um milhão de doses todos os dias pela Fiocruz. Há pequenos detalhes a serem resolvidos entre Fiocruz e AstraZeneca”, afirmou. Queiroga falou ainda que o país deve receber doses de vacina do consórcio Covax Facility, aliança mundial para aquisição e posterior distribuição de vacinas contra covid-19 para os países mais pobres. CPI da Covid Queiroga reiterou sua disponibilidade de comparecer novamente à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que ocorre em Brasília. “Meu dever, como cidadão brasileiro, é ficar à disposição. Se os senadores julgarem que é importante que eu vá prestar novos esclarecimentos, irei ao Senado como fui pela primeira vez, entrando pela porta da frente.” Durante a cerimônia, ele foi questionado sobre negociações entre governo e farmacêutica Pfizer, no ano passado, que foram objeto de debates acalorados na CPI nesta semana. “Não estou aqui para julgar ninguém, sou ministro da Saúde, não posso julgar negociações [com Pfizer]”, respondeu. Veja Mais

Arezzo &Co: Linha de vestuário da Schutz deve trazer cerca de R$ 200 milhões em faturamento ao ano, diz Birman

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Sem eventos no Brasil, T4F tem prejuízo 20% menor

Valor Econômico - Finanças Empresa de entretenimento teve uma perda de R$ 11 milhões no 1º trimestre O prejuízo da empresa de entretenimento T4F caiu 20% no primeiro trimestre, em comparação ao registrado no mesmo período de 2020, para R$ 11 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ser Educacional espera que cursos digitais representem mais de 50% da base de alunos

Valor Econômico - Finanças Grupo matriculou 56 mil calouros em cursos digitais nos primeiros quatro meses do ano A Ser Educacional estima que o volume de alunos em cursos digitais ultrapasse os 50% num curto prazo, segundo Jânyo Diniz, presidente da companhia, que realizou nesta sexta-feira teleconferência para analistas e investidores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Grupo Mateus mantém plano de abrir 40 novas lojas neste ano

Valor Econômico - Finanças Até agora, o grupo inaugurou 18 lojas, sendo a última um atacarejo em São Luiz O presidente do Grupo Mateus, Ilson Mateus Rodrigues, destacou que a empresa tem um forte portfólio de abertura de lojas pela frente. Até agora, o grupo inaugurou 18 lojas, sendo a última um atacarejo em São Luiz. “Temos faturamento muito bom. Sete lojas estão em acabamento, e quatro lojas novas já em estrutura metálica”, disse, apontando um total de 29 novas lojas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Lucro da Ser Educacional cresce 79% com aumento de novos alunos

Valor Econômico - Finanças Empresa somou um ganho de R$ 30,1 milhões no primeiro trimestre A Ser Educacional teve lucro de R$ 30,1 milhões no primeiro trimestre, o que representa uma alta de 79% em comparação ao resultado do mesmo período de 2020. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mais da metade das mulheres cuidam dos filhos durante o home office

Valor Econômico - Finanças Pesquisa da Ticket com 800 brasileiros, sendo 544 mulheres, indica que apenas 40% possuem flexibilidade para adaptar a rotina de trabalho na pandemia Mães no home office: desafio de conciliar rotina, desempenho e tarefas escolares dos filhos Pexels Uma pesquisa com 800 brasileiros, sendo 544 mulheres, apontou que quase 60% delas estão trabalhando em casa durante a pandemia enquanto cuidam dos filhos. Mas apenas 40% dessas mulheres revelaram ter flexibilidade de horário para adaptar seu expediente à rotina na pandemia. Um terço das profissionais entrevistadas, sendo que todas são mães, não conseguem usufruir da flexibilidade devido ao cargo que ocupam ou atividade que realizam e 35% trabalham em empresas que não oferecem alternativas flexíveis. Pesquisa: como o brasileiro entende colaboração no home office A pesquisa foi realizada um ano após o começo da pandemia, em março de 2021, pela Ticket, marca de benefícios de alimentação e refeição da Edenred, e ouviu profissionais de empresas clientes. "A pandemia quebrou alguns paradigmas com relação a modelos mais flexíveis, de local ou horário, mas a pesquisa indica que muitas mulheres não têm acesso ou oportunidade a isso, diz José Ricardo Amaro, Diretor de RH da Ticket. Diante desse cenário, que se prolonga com a extensão da pandemia, as mulheres apontam suas principais dificuldades. Preparo e consumo das refeições em horários corretos é o que mais pesa para 20,5% delas, ajudar os filhos nas tarefas on-line da escola para 17% e fazer com que os filhos entendam que elas estão trabalhando de casa para 15%. Cerca de 13% mencionaram a falta de tempo para realizar atividades físicas; uma parcela de 10% disse não ter tempo de lazer com os filhos e 10% não conseguem um período de lazer para si mesmas ou com o companheiro. Fazendo o que podem, 30% das mulheres entrevistadas afirmaram que o nível de ruído no home office aumentou e a concentração foi prejudicada - 19% se sentem mais distraídas por conta da quantidade de mensagens, e-mails e reuniões on-line. Em relação ao desempenho profissional durante a pandemia, 45% afirmaram que ele aumentou, enquanto 34% disseram que não houve mudanças. Outras 11% afirmaram que houve uma queda na performance e já foram, inclusive, sinalizadas pelo gestor. Dez por cento também sentiram um declínio, mas não foram notificadas pelo líder. Nesse contexto, independentemente de uma política de flexibilidade ou de acolhimento à mãe, Amaro diz que os gestores diretos precisam estreitar elos de confiança, ouvir as demandas de cada colaboradora da equipe e entender necessidade individuais. "O que gestores devem desenvolver a partir de agora é estilo de liderança mais pautado em entrega de resultados, confiança e reciprocidade. Mas também a prática de entender que cada um tem uma realidade. Procure ouvir quem tem filhos, precisa cuidar de familiares, quais são os melhores horários para a refeição de cada um. É preciso sensibilidade", diz Amaro. Mais de 90% das mulheres entrevistadas afirmaram que o home office permitiu uma maior aproximação com seus filhos. Gerentes se sentem mais produtivos que CEOs, sócios e diretores Veja Mais

Em ‘Mães de Verdade, Naomi Kawase retrata o drama da adoção em sociedade machista

Valor Econômico - Finanças Drama representou o Japão na busca por vaga ao Oscar 2021 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

As muitas caras do espião de Viet Thanh Nguyen

Valor Econômico - Finanças Viet Thanh Nguyen retoma personagem de ‘O simpatizante’ Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

As fotos carregadas de significados de German Lorca

Valor Econômico - Finanças As coisas pequenas ficavam grandes nas imagens do fotógrafo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

O Brasil sombrio e em chamas de Vânia Mignone

Valor Econômico - Finanças Com exposição em cartaz e livro, artista diz que não há como não ser influenciada pela política e pela realidade em sua obra Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ações ligadas ao ciclo econômico devem se destacar

Valor Econômico - Finanças Aceleração da vacinação deve ajudar na recuperação da economia As nuvens carregadas e escuras no horizonte da economia brasileira nos faz duvidar em alguns momentos de que a retomada da atividade virá. Mas analistas de mercado garantem que sim e muitos investidores já estão ajustando suas carteiras de ações para embolsar lucros polpudos quando a economia voltar a entrar nos trilhos. Vale lembrar que os mercados acionários antecipam em seus preços os movimentos esperados para a economia real. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

G2D e GetNinjas concluem IPO; Dotz suspende oferta

Valor Econômico - Finanças Volatilidade levou a ajustes nas operações; no ano, bolsa conta com 27 novatas A plataforma de serviços GetNinjas e a G2D, subsidiária da GP Investimentos, concretizaram IPOs (sigla em inglês para ofertas públicas iniciais de ações) ontem, apesar dos dias ainda difíceis no mercado de capitais. Ambas enfrentaram volatilidade e pouco interesse de investidores, mas fizeram ajustes nas ofertas e vão chegar à bolsa no dia 17. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

‘Brasil hoje não vale o risco’, diz Appel

Valor Econômico - Finanças Posições de multimercados da Adam Capital no mercado local limitam-se a Petrobras e Vale Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Renner vê recuperação a partir de abril

Valor Econômico - Finanças Companhia informou que registrou o melhor Dia das Mães da história, com alta de 20% sobre 2019 A Renner começou a ver uma retomada expressiva dos negócios a partir de abril, depois de registrar prejuízo de R$ 147,7 milhões no primeiro trimestre. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da varejista, Alvaro de Azevedo, as vendas para o Dia das Mães foram as melhores para a data na história da empresa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Acabou narrativa sobre compra da vacina Pfizer, diz Bolsonaro sobre fala de diretor da empresa na CPI

Valor Econômico - Finanças O presidente Jair Bolsonaro afirmou na quinta-feira (13) que o depoimento do gerente-geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, à CPI da Covid acabou com a narrativa de que o governo demorou para contratar os imunizantes da farmacêutica. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em primeiro balanço como companhia aberta, GPS vê alta de 90% no lucro

Valor Econômico - Finanças Empresa nota que as operações da companhia foram afetadas pelos desafios da covid-19, mas que foram compensados pelos resultados das aquisições realizadas O Grupo GPS, que presta serviços de mão de obra, divulgou hoje seu primeiro resultado como companhia aberta — a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa foi no final de abril. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

FT: Chefe da Roche compara fim de patentes de vacinas às estatizações da Alemanha Oriental

Valor Econômico - Finanças O executivo-chefe da Roche, Severin Schwan, critica proposta apoiada pelos Estados Unidos O executivo-chefe da Roche, Severin Schwan, advertiu que suspender as patentes das vacinas contra a covid-19 seria uma “catástrofe” comparável às estatizações dos laboratórios farmacêuticos na antiga Alemanha Oriental. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Casa Civil confirma portaria que restringirá voos da Índia para o Brasil

Valor Econômico - Finanças Anvisa recomendou a medida diante da detecção de uma nova variante da covid-19 no país A Casa Civil confirmou nesta sexta-feira que incluirá a Índia na lista de países com restrição de voos para o Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a medida diante da detecção de uma nova variante do vírus da covid-19 e da escalada de casos e mortes pela doença naquele país. A Casa Civil não detalhou a partir de quando a medida será adotada. “Desde o envio da recomendação da Anvisa, a Casa Civil tem se reunido com o órgão e demais ministérios envolvidos nos trâmites para minimizar prejuízos com a decisão. O resultado disso será a edição de uma nova Portaria que irá incluir a Índia na lista de países com restrição de voos internacionais oriundos daquele país com destino ao Brasil”, confirmou a pasta em nota. “Na portaria fica explícito a liberação de voos de cargas, para evitar prejuízos econômicos e de saúde, uma vez que recebemos insumos da Índia para vacinas contra covid-19”, afirmou a Casa Civil. Channi Anand/AP Veja Mais

Commodities: Em novo tombo, milho recua mais de 4% em Chicago

Valor Econômico - Finanças Soja e trigo fecharam a sessão em alta Pelo segundo dia seguido, o milho fechou com baixa expressiva na bolsa de Chicago. Nesta sexta-feira, o contrato para julho, atualmente o mais negociado, caiu 4,59% (31 centavos de dólar), a US$ 6,4475 o bushel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

TSE lança campanha em defesa da urna eletrônica

Valor Econômico - Finanças O lançamento ocorreu um dia depois de a Câmara dos Deputados instalar uma comissão especial para analisar a PEC do voto impresso O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, lançou hoje campanha sobre a segurança da urna eletrônica, que nesse ano completa 25 anos de uso no país. O lançamento ocorreu um dia depois de a Câmara dos Deputados instalar uma comissão especial para analisar a proposta de emenda constitucional (PEC) do voto impresso. Apesar do “timing”, o ministro afirmou que a campanha não era uma “uma resposta a ninguém”. “Não é uma campanha de polemização”, disse. O voto impresso é uma bandeira defendida pelo presidente Jair Bolsonaro que desde 2018, lança dúvidas sobre a segurança do voto eletrônico, embora não tenha apresentado provas de problemas no equipamento. Barroso também anunciou a criação de uma comissão externa para acompanhar todo o processo de votação eletrônica. A ideia é que façam parte deste comitê representantes dos partidos, de instituições e universidades. Em sua fala, Barroso defendeu que a urna eletrônica “mudou a qualidade da democracia no Brasil” e que, até hoje, jamais se comprovou “sequer um caso de fraude”. Ele também afirmou que, embora o Congresso seja o lugar certo para discutir a utilização do voto impresso, cabe à Justiça Eleitoral apontar quais a “inconveniências” da aprovação de uma PEC com esse propósito. O primeiro ponto citado pelo ministro foi o alto custo. Segundo ele, a estimativa de R$ 2 bilhões já estaria até defasada, diante do aumento do dólar. Ele também apontou para o risco da quebra do sigilo do voto e do aumento da judicialização do resultado das eleições. A proposta que será debatida na Câmara mantém a urna eletrônica, mas determina a impressão do voto. A versão em papel serviria para se fazer a checagem posterior do resultado eleitoral. Citando o exemplo do ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos, o ministro disse ainda que o voto impresso não vai acabar com o discurso de quem propaga que há fraude nas eleições. “Eu acho que seria inútil relativamente ao discurso da fraude, porque esse é um discurso político. Nos Estados Unidos havia voto impresso e boa parte das pessoas que defende o voto impresso no Brasil afirmaram que houve fraude nas eleições americanas. Portanto, ficaríamos no mesmo lugar." Para ele, a o voto impresso seria “um custo, um risco e uma inutilidade, porque eles vão continuar achando a mesma coisa”. Barroso, no entanto, ponderou que se a PEC for aprovada pelo Congresso e não for considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), caberá às instituições tomarem as medidas necessárias para implementar o novo modelo de votação. Ele também voltou a afirmar que qualquer suspeita de ilegalidade nos resultados eleitorais deve ser encaminha ao TSE. “Se alguém trouxer alguma suspeita, imediatamente será apurada. Eu respeito quem defende o voto impresso, mas falar em fraude é retórica política.” Nelson Jr./ ASICS/TSE Veja Mais

Ajuste mais acelerado do juro é chave para controlar expectativas de inflação, diz diretor do BC

Valor Econômico - Finanças "O mundo mudou, as condicionantes mudaram e o BC se ajustou", diz Bruno Serra, da área de Política Monetária da instituição O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra Fernandes, afirmou nesta sexta-feira que o ajuste mais acelerado dos juros que o autoridade tem implementado desde março “é a chave para controlar as expectativas [de inflação] e para garantir que esse choque seja, de fato, temporário”. A avaliação foi feita em evento organizado pelo Credit Suisse, no qual Serra também defendeu a maior transparência do BC tanto na linguagem quanto nos dados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Entenda o que deflagrou o mais recente confronto entre Israel e palestinos

Valor Econômico - Finanças O confronto, desencadeado por velhas e novas tensões, ameaça agravar a já turbulenta região Os confrontos entre palestinos e a polícia israelense na cidade contestada de Jerusalém rapidamente escalaram para o pior conflito desde a Guerra de Gaza, em 2014, com Israel bombardeando Gaza pelo ar e por terra, enquanto militantes palestinos lançam milhares de foguetes contra as principais cidades israelenses. Até agora, 119 palestinos, incluindo 31 crianças, e oito israelenses, incluindo uma criança, morreram nos combates. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras recupera parte das perdas desde intervenção do governo, mas ainda cai 10% no ano

Valor Econômico - Finanças Companhia volta a ser cotada em mais de R$ 330 bilhões, mas temor de uma possível mudança na política de preços de combustíveis aplicada pela empresa ainda não saiu do radar O balanço do primeiro trimestre de 2021 da Petrobras impulsiona nesta sexta-feira as ações da estatal e ajuda a companhia a reaver parte do valor perdido desde fevereiro, quando a intervenção do governo no comando da empresa afugentou os investidores. Pouco antes de 12h15, a ação preferencial da Petrobras subia 4,12%, aos R$ 26,02, já com alguma distância para a marca de R$ 20 de fevereiro, mas ainda com perda de 5,32% no acumulado do ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Israel intensifica bombardeios e aumenta presença militar na fronteira de Gaza

Valor Econômico - Finanças Segundo a ONU, pelo menos 1.750 palestinos já deixaram suas casas por causa dos ataques Israel bombardeia Gaza Khalil Hamra/AP Militares de Israel disseram nesta sexta-feira que, durante a noite, realizaram os bombardeios mais intensos contra a Faixa de Gaza desde o início da campanha de ataques aéreos, há cinco dias. Tanques e artilharia terrestre foram levados à fronteira para auxiliar a operação, enquanto o número de mortos não para de crescer. O Exército de Israel disse que o objetivo dos ataques, que incluíram o uso de 160 aeronaves, era destruir uma rede de túneis sob bairros residenciais usadas pelo Hamas, grupo palestino que governa Gaza. A introdução de forças terrestres representa uma ampliação da ofensiva israelense, que resultou na campanha militar mais severa contra Gaza desde 2014, que durou 50 dias. Temendo uma possível incursão terrestre de Israel, famílias palestinas fugiram de suas casas próximas à fronteira em direção a escolas da Organização das Nações Unidas (ONU) que estão sendo usadas como abrigos. Na quinta-feira, a ONU disse que pelo menos 1.750 pessoas já deixaram suas residências por causa dos bombardeios. “Esta é a primeira vez na minha vida que vivo algo assim”, disse um morador da cidade de Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza. “O céu está da cor vermelho sangue.” Para alguns, a decisão de fugir foi repentina. Um homem que se identificou como Wessam disse que ele e sua família já estavam abrigando alguns vizinhos quando uma nova rodada de ataques aéreos começou na noite de quinta-feira. Todos correram enquanto as crianças gritavam por causa das explosões. “Todo mundo pegou algumas coisas básicas, nossos filhos e fomos embora”, disse ele. “Não temíamos por nossas próprias vidas ou nossas casas quanto temíamos pela vida dessas crianças.” Desde o início dos ataques, na segunda-feira, 122 palestinos foram mortos, entre eles 31 crianças e 20 mulheres. Pelo menos 900 pessoas ficaram feridas, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza. Oito israelenses morreram por causa dos foguetes lançados pelo Hamas, entre eles uma idosa que faleceu enquanto corria para um abrigo antiaéreo durante a noite, segundo os militares do país. Além disso, um soldado foi morto por um míssil antitanque. As forças terrestres de Israel estão se movimentando ao longo da fronteira, mas não avançaram sobre o território palestino, de acordo com o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta-voz do Exército. Na quinta-feira à noite, os militares israelenses disseram que as tropas haviam entrado em Gaza. Mais tarde, a declaração foi retificada. Conricus afirmou que o anúncio equivocado ocorreu por causa de uma falha de comunicação interna. Ele assumiu a responsabilidade pelo erro. Grupos armados palestinos dispararam 55 foguetes contra Israel durante a noite, disseram os militares. Nenhum dos mísseis foi lançado contra a região central do país, em uma mudança em relação aos ataques anteriores, quando Tel Aviv e outros grandes centros populacionais israelenses estiveram entre os alvos. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo na quinta-feira, em respeito ao feriado de Eid al-Fitr, que marca o fim do Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos. “Muitos civis inocentes já morreram. Este conflito pode aumentar a radicalização e o extremismo em toda a região”, disse ele em uma mensagem postada no Twitter. Israel rejeitou publicamente um cessar-fogo com o Hamas, enquanto o grupo palestino enviou sinais contraditórios. Na quinta, Saleh al-Aruri, um dos líderes do Hamas, disse em uma entrevista a uma emissora de TV que havia rejeitado uma proposta para interromper os combates por três horas. No início desta semana, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou que Mousa Abu Marzook, também da liderança do grupo, havia afirmado que estava pronto para uma trégua mútua. A operação israelense em Gaza provocou a destruição de prédios comerciais e residenciais. Dois dos edifícios abrigavam escritórios de agências de notícias locais e estrangeiras, incluindo a emissora londrina Al-Araby e o jornal Al-Hayat Al-Jadida, de acordo com o Comitê para a Proteção de Jornalistas. Os militares israelenses disseram que o Hamas mantinha escritórios militares e de inteligência nos dois edifícios. Sherein Al-Dali, dona de um salão de beleza no bairro nobre de Rimal, em Gaza, disse que seu negócio foi destruído em um ataque aéreo na quinta-feira. “Ainda estou totalmente em choque. Não sei por que eles o alvejaram. Não há relação com o Hamas ou qualquer militante. Meus sonhos se foram”, lamentou. O porta-voz do Exército de Israel afirmou que medidas estão sendo tomadas para proteger os civis. No entanto, Conricus se recusou a dizer como Israel poderia proteger os civis enquanto atacava túneis construídos embaixo de bairros residenciais de Gaza. O Exército de Israel também disse que seus tanques dispararam tiros de advertência nesta sexta-feira contra manifestantes que tentaram cruzar a fronteira do país vindos do Líbano. Os bombardeios continuam a provocar protestos em toda a região. Na vizinha Jordânia, que tem uma enorme população de refugiados palestinos, milhares de pessoas foram até a fronteira com a Cisjordânia em protesto contra os ataques israelenses. Veja Mais

Investidor estrangeiro retira R$ 1,2 bilhão na B3 em 12 de maio

Valor Econômico - Finanças Com isso, o saldo positivo no mês caiu para R$ 4,282 bilhões, conforme dados apresentados pela B3 Os investidores estrangeiros retiraram R$ 1,206 bilhão no segmento secundário da Bolsa (ações já listadas) no dia 12 de maio, segundo informações divulgadas pela B3. Com isso, o saldo positivo no mês caiu para R$ 4,282 bilhões - resultado de R$ 132,725 bilhões em compras e R$ 128,443 em vendas. No acumulado de 2021, o saldo líquido segue positivo, em R$ 23,463 bilhões. Reprodução / Facebook B3 Também em 12 de maio, o investidor pessoa física colocou R$ 2,184 bilhões líquidos na B3. Assim, o saldo no mês voltou a ficar positivo, agora em R$ 2,015 bilhões. No ano, porém, o saldo continua superavitário, em R$ 16,042 bilhões. Já o investidor institucional retirou R$ 1,160 bilhão da B3 no mesmo dia. No mês, o saldo negativo subiu a -R$ 5,378 bilhões. No ano, está deficitário em R$ 32,279 bilhões. Veja Mais

Petrobras reduz número de plataformas e custos de manutenção

Valor Econômico - Finanças Em um ano, total caiu de 86 para 47, disse diretor Fernando Borges em apresentação sobre o balanço do primeiro trimestre A Petrobras fechou o primeiro trimestre de 2021 com 47 plataformas sob sua operação, ante 86 em igual período do ano anterior, disse o diretor executivo da estatal, Fernando Borges, em conferência com analistas nesta sexta-feira sobre o balanço divulgado na véspera. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Morre Jorge Picciani, ex-presidente da Alerj

Valor Econômico - Finanças Político fazia tratamento contra câncer e estava em um hospital em São Paulo Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), faleceu de câncer, informa a TV Globo, segundo informações apuradas pelo jornal “Bom Dia Rio”. De acordo com apuração da TV Globo, Picciani morreu em um hospital em São Paulo, onde fazia tratamento contra câncer. Picciani era um político do MDB e começou como deputado estadual pelo Rio de Janeiro na década de 1990. Teve seis mandatos na Alerj. Pecuarista do Sul Fluminense, entrou na carreira política na década de 90. Teve quatro presidências na Alerj entre 2003 e 2010. Sua carreira política tem histórico de controvérsias. Em 2017, foi alvo de mandado de condução coercitiva expedido pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) no âmbito da Operação Cadeia Velha. Segundo informações veiculadas na época na imprensa e por força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio, na época, Picciani era suspeito de comandar suposto esquema de distribuição de propinas entre deputados estaduais na Alerj. Também foi alvo, em 2018, de mandado de prisão preventiva no âmbito da Operação Furna da Onça, desdobramento da Lava-Jato no Rio. Pai de cinco filhos, entre eles o também político e ex-ministro do Esporte do Brasil e deputado federal por quatro mandatos Leonardo Picciani, o pecuarista e político faleceu com 66 anos de idade. Procurada para se manifestar a respeito da morte do político, por meio de sua assessoria de imprensa, a Alerj não se pronunciou até o momento. O ex-presidente da Alerj Jorge Picciani Márcio Alves/Agência O Globo Veja Mais

Leia as manchetes desta sexta-feira dos principais jornais brasileiros

Valor Econômico - Finanças Veja os destaques da imprensa nacional VALOR - Supremo encerra disputa bilionária sobre o ICMS - Projeto prevê mudanças no IR e em isenções - Governo ignorou ofertas da Pfizer desde agosto - Mais grave, 2ª onda impacta planos de saúde O GLOBO - País deixou de receber, até março, 4,5 milhões de doses - Afrouxamento de fiscalização ambiental gera reações - Barroso: "Urna eletrônica é solução, não problema" - Nordeste tem mais alta taxa de rejeição a Bolsonaro FOLHA DE S.PAULO - CPI avança e expõe indícios de negligência com vacinas - Ex-secretário de Cabral nega pagamento a Toffoli - Anvisa aprova uso de tratamento com anticorpos - Governo admite risco de perda de 2,3 mi de testes O ESTADO DE S.PAULO - Depoimento da Pfizer na CPI reforça suspeita de 'gabinete paralelo' - Israel amplia ataques a Gaza e chama 9 mil reservistas - STF impõe derrota à União em caso de PIS/Cofins - Câmara alivia controle sobre licenciamento ambiental Veja Mais

Fernando Abrucio: Bolsonarismo é inimigo da educação

Valor Econômico - Finanças Presidente toma medidas para colher no futuro um país atrasado e subserviente Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

À Mesa com o Valor - Bruno Wainer: Como o distribuidor dos filmes de Paulo Gustavo aprendeu a bater Hollywood

Valor Econômico - Finanças Para o filho de Danuza Leão e Samuel Wainer, o cinema brasileiro foi, quase sempre, um bom negócio Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novo romance da autora de ‘Precisamos Falar sobre o Kevin’ mostra futuro distópico

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Pix decola com usuários jovens e substituição de serviço tradicional

Valor Econômico - Finanças Em seis meses de operação, novo sistema realizou 1,5 bilhão de transações Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BNDES tem de alocar risco na ‘ponta’, diz Montezano

Valor Econômico - Finanças Gustavo Montezano, presidente do BNDES, defende que banco aloque mais capital e risco na ‘ponta’ Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Constellation recomenda investir em boas empresas por prazo longo

Valor Econômico - Finanças Para Bartunek, os critérios ESG são um caminho sem volta para avaliar investimento Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Como o crescimento acelerado nos EUA afeta os emergentes

Valor Econômico - Finanças O caminho é conhecido, resta saber se será trilhado O FMI, em seu mais recente relatório sobre previsões econômicas, revisou para cima suas estimativas de crescimento global e também para a economia americana, que deve agora crescer 6,4% em 2021. Essa revisão chama a atenção pois refletem a percepção de que a aprovação de novos pacotes fiscais combinada a uma política monetária ainda no terreno altamente estimulativo, tem o potencial de empurrar a maior economia do mundo para taxas de crescimento acima de seu potencial, pelo menos temporariamente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pressionado, governo recompõe verba de universidades

Valor Econômico - Finanças Dinheiro será usado para custeio, pagamento de programas de bolsas de pesquisa próprios e investimentos Um dia após universidades federais ameaçarem interromper parte das atividades por falta de verba, o governo federal revisou a lógica orçamentária e liberou R$ 2,59 bilhões a estas instituições. O montante recompõe a fatia discricionária, já prevista na lei orçamentária, das 69 universidades espalhadas pelo país. Os valores serão usados para custeio, pagamento de programas de bolsas de pesquisa próprios e investimentos. A informação foi dada ao Valor pelo presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Edward Madureira. Embora bem vinda, segundo reitores de universidades ouvidos, a verba ainda não é suficiente para que as universidades cheguem ao fim do ano. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), maior federal do país em número de alunos - 70 mil - informou que sua fatia é suficiente para manter os serviços até setembro. Segundo o pró-reitor de finanças da UFRJ, Eduardo Raupp o montante global liberado às universidades integra os R$ 18,7 bilhões liberados para o reforço de dotações de várias áreas, oficializado em portaria publicada ontem pela pasta (nº 5.545/ 2021). Os recursos, diz Raupp, virão por meio de crédito suplementar e estão desobrigados de autorização do Congresso Nacional para cumprimento da regra de ouro. Nas palavras de Madureira, o governo aumentou “em boa medida” a parcela do orçamento das universidades não condicionada à regra, até então 40% da dotação. Atual reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), o presidente da Andifes, esteve reunido com o secretário executivo do Ministério da Educação (MEC), Victor Godoy até o meio da noite de ontem, quando foi informado das liberações. “A reunião foi positiva, mas ainda falta um longo caminho a percorrer para as universidades conseguirem chegar ao fim desse ano. Havia uma situação de colapso e agora ganhamos um fôlego”, disse Madureira. O Valor procurou o MEC, mas não obteve respostas. Em que pese a liberação, Madureira afirma que 13,8% do orçamento total das universidades, cerca de R$ 700 milhões - que fazem parte dos valores liberados - permanecem contingenciados e vinculados ao desempenho da arrecadação. Além desse montante, os reitores pleiteam a liberação de outro R$ 1 bilhão, para equiparar a verba disponível das universidades este ano àquela de 2020. No caso da UFRJ, Raupp detalha que a mudança devolve o acesso da universidade à R$ 152,2 milhões já previstos na lei orçamentária em um total de R$ 299 milhões. “É importante lembrar que não estamos falando de dinheiro novo. Tudo já estava previsto e vamos precisar ir além disso”, diz ele “Aparentemente o movimento organizado dos reitores sensibilizou o governo. Mas os cortes com relação ao orçamento de 2020 permanecem”, continua. Na passagem de 2020 para 2021, só a UFRJ perdeu R$ 80 milhões em verbas de livre aplicação. “Recuperar essa verba ainda continua sendo o nosso principal objetivo”, disse. O pró-reitor informou que R$ 41 milhões dos R$ 152,2 milhões liberados permanecem contingenciados. Ontem, Raupp e a reitora Denise Pires convocaram entrevista coletiva para comunicar a situação financeira “crítica” da instituição que já previa a interrupção de serviços - como os da parte hospitalar - e só tinha recursos para honrar contratos até o mês que vem. Madureira, da Andifes, informou que, a partir de amanhã, as universidades já podem fazer novos empenhos, mas que, segundo o MEC, o decreto de programação das liberações, que traz seu cronograma, só será publicado no dia 21 de maio. Veja Mais

Commodities: Açúcar fecha em baixa de 4% na bolsa de Nova York

Valor Econômico - Finanças Café, algodão e cacau também recuaram nesta quinta, e suco de laranja avançou O preços do açúcar fecharam esta quinta-feira com queda expressiva na bolsa de Nova York, ainda sob um quadro que sugere correções técnicas após altas recentes. Os papéis do demerara para julho, os mais negociados no momento, caíram 4,09% (73 pontos), a 17,11 centavos de dólar por libra-peso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Urna eletrônica nunca teve fraude comprovada em 25 anos, diz Barroso

Valor Econômico - Finanças Para ele, as "urnas eletrônicas ajudaram a superar os ciclos da vida brasileira que vêm pelo menos desde a República Velha, em que as fraudes se acumulavam” No dia em que a urna eletrônica completa 25 anos, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, saiu em defesa do sistema de votação brasileiro e destacou que, neste período, nunca se comprovou qualquer fraude nas eleições. “O Brasil tem muitos problemas que o processo democrático e a democracia ajudam a enfrentar e resolver, mas um desses problemas não é a urna eletrônica, que até aqui tem sido parte da solução, assegurando um sistema íntegro e que tem permitido a alternância de poder sem que jamais se tenha questionado de maneira documentada e efetiva a manifestação da vontade popular”, disse. Para ele, as "urnas eletrônicas ajudaram a superar os ciclos da vida brasileira que vêm pelo menos desde a República Velha, em que as fraudes se acumulavam”. Sem nunca apresentar provas, o presidente Jair Bolsonaro costuma questionar a lisura do resultado das eleições de 2018. Seus apoiadores são acusados de disseminar "fake news" contra as urnas e pedir a instituição do voto impresso. Barroso disse ainda que o voto eletrônico garante um “processo seguro, transparente e auditável”. Ele também destacou que será lançada nesta sexta-feira uma campanha para mostrar o passo a passo do desenvolvimento das fases de segurança, transparência e auditabilidade da urna. O TSE enviou as primeiras urnas eletrônicas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) no dia 13 de maio de 1996. A ideia era que eles pudessem conhecer o equipamento que seria utilizado nas eleições municipais daquele ano. Na ocasião, mais de 32 milhões de brasileiros, um terço do eleitorado da época, votaram nas mais de 70 mil urnas eletrônicas produzidas para aquelas eleições. Participaram 57 cidades com mais de 200 mil eleitores, entre elas, 26 capitais. Nelson Jr./ ASICS/TSE Veja Mais

À CPI, Economia diz que não alocou mais recursos porque não previu piora da pandemia

Valor Econômico - Finanças No documento, o ministério explicou que o governo optou por continuar utilizando créditos extraordinários, destinados a gastos imprevisíveis, em 2021 Ofício do Ministério da Economia, encaminhado à CPI da Covid, aponta que não alocou recursos orçamentários para o combate à covid-19 em 2021 porque o governo federal subestimou o impacto da doença neste ano. Segundo o documento, a previsão de alocação de valores tornou-se incerta porque no momento da elaboração do orçamento não se vislumbrou a continuidade ou o crescimento da pandemia no patamar atingido em 2021.  No documento, o ministério explicou que o governo optou por continuar utilizando créditos extraordinários, destinados a gastos imprevisíveis, em 2021, em razão da incerteza da pandemia. Segundo a pasta, a doença se tornou um fenômeno imprevisível, sobre o qual pesam um grande número de variáveis, como as diferenças entre as regiões do país. "É fundamentalmente por esse motivo que as dotações específicas para o combate à pandemia foram, ao menos em regra, veiculadas por créditos extraordinários", analisou a equipe técnica da Secretaria de Orçamento. Créditos extraordinários são aqueles realizados pelo governo para lidar com gastos urgentes e imprevisíveis, como foi o caso do coronavírus em 2020, visto que a chegada da pandemia não poderia estar presente no orçamento. Senadores questionam, entretanto, por que os valores não foram previstos para 2021, quando a doença já estava no país há nove meses. O Ministério da Economia justificou que essa estratégia permite que os gastos com a covid-19 sejam analisados separadamente e não sejam incluídos em gastos orçamentários mais gerais. Além disso, de acordo com a pasta, foram alocados ao orçamento da União créditos e emendas parlamentares que, somados, chegam a R$ 86,5 bilhões. Os valores, segundo o ministério, serão destinados ao combate à pandemia. Um dia após a instalação da CPI da Covid, no final de abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já tinha admitido que contava com o fim da pandemia em 2021, e disse que "erros foram cometidos por todos os lados". "Todo mundo achou que a pandemia estava indo embora. Não adianta atacar só o governo federal. Estamos juntos nessa batalha. Não é hora de jogar pedra nos outros", disse na ocasião. Em outubro de 2020, Guedes afirmou, em audiência no Senado, que a pandemia estava caindo e que a economia estava se recuperando. "A doença está descendo, a economia está voltando, está voltando em V. A criação de empregos está se dando em ritmo bastante impressionante", disse Guedes na ocasião. Em junho do ano passado, o secretário de política econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, declarou que as medidas emergenciais tomadas pelo governo para atenuar os efeitos da pandemia tinham data para acabar em dezembro de 2020. "Não podemos transformar uma crise transitória em permanente. Essa crise transitória tem data para acabar. As medidas terminam, inevitavelmente, até o fim de 2020", afirmou. Em novembro, apesar de já haver tendência de crescimento de casos e mortes por covid-19, Guedes reforçou que a doença “cedeu” e negou que o país estivesse passando por uma segunda onda de contaminações. "A doença desceu, é um fato. Alguns dizem agora “não, mas está voltando, (está havendo) segunda onda”. Espera aí. Nós tínhamos 1.300 mortes por dia, 1.200, 1.000, 900, 700, 500, 300… E agora parece que está havendo um repique. Mas vamos observar. São ciclos", disse Guedes. No Congresso, parlamentares criticaram a postura de Guedes e da equipe econômica ao subestimar a duração e os impactos da pandemia. A leitura é de que, ao demorar para renovar o auxílio emergencial, o governo demonstrou que não esperava uma segunda onda da doença. Nesta semana, o jornal “O Globo” revelou que outros setores do governo federal também subestimaram o impacto da pandemia. Uma propaganda contratada pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, teve que ser suspensa porque seu objetivo era retratar o Brasil superando a doença, bem como a recuperação econômica. Em outro lote de documentos, o Ministério da Economia confirmou uma reunião em 7 de agosto com o então presidente da Pfizer no Brasil Carlos Murillo e outros executivos da empresa para tratar de vacinas. Segundo a pasta, a Pfizer a procurou para falar sobre "a sua tecnologia para desenvolver a produção da vacina contra a covid-19, o que incluiu o estágio de desenvolvimento (testes clínicos em curso) e tecnologia inovadora envolvida". O Ministério da Economia informou então que não cabia à pasta "decidir sobre a compra de determinada vacina, pois se trata de uma decisão de saúde pública". Em depoimento à CPI na quinta-feira, Murillo citou essa reunião. "Nessa reunião, nós apresentamos para os funcionários do governo brasileiro, lá do Ministério da Economia, a informação sobre o andamento de nossa vacina e as tratativas e os avanços que tínhamos tido com o Ministério da Saúde. Não entramos no detalhe da oferta porque, inclusive, nessa data, não tínhamos fornecido oferta formal ao Governo do Brasil e também porque nós não tínhamos um acordo de confidencialidade com o Ministério da Economia para entrar em detalhes do que estava sendo conversado", explicou Murillo à CPI. O Ministério da Economia também enviou quatro notas técnica da Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade da pasta sobre propostas em tramitação no Congresso. Foi contra, por exemplo, um projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) já aprovado no Senado e enviado à Câmara que permite a quebra de patentes de vacinas e medicamentos usados contra a covid-19. O Ministério da Economia diz que a legislação atual já é flexível a ponto de permitir quebra de patentes, mas sempre seguindo o devido processo legal e observando a capacidade tecnológica do Brasil de fabricar aquele produto. O projeto de lei, diz o ministério, exorbitaria isso, enviando "uma mensagem errada aos parceiros internacionais do Brasil" e desincentivando "as indústrias farmacêuticas a venderem vacinas e medicamentos ao país e a realizarem investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação no Brasil". O Ministério da Economia também foi contra um projeto de lei apresentado por deputados da comissão externa de acompanhamento ao enfrentamento à  pandemia. Eles citaram a dependência em relação à China e à Índia para instituir incentivos à indústria nacional no setor de saúde e criar a figura das Empresas Estratégicas de Saúde (EES), que passariam a ter algumas vantagens em licitações e também tratamento tributário diferenciado. Para o Ministério da Economia, a medida atrapalha a concorrência. Por fim, a pasta foi favorável a duas propostas. Uma delas permite a dispensa de licitação para contratar no exterior fornecedores de produtos usados no enfrentamento à pandemia  quando os preços no mercado interno estiverem altos, ou quando houver escassez de produtos. Também elaborou um parecer favorável a emendas feita na medida provisória que permite a adesão do Brasil à Covax Facility, iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) para distribuição de vacinas. AP Photo/Silvia Izquierdo Veja Mais

Advogados se preparam para possível nova disputa após decisão da "tese do século"

Valor Econômico - Finanças Receita ainda deverá editar algum ato normativo para disciplinar as regras de cálculo das contribuições sem o ICMS Um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) colocar fim à discussão da “tese do século”, advogados especialistas em tributos já se preparam para novas divergências que podem aparecer. Uma delas relativa ao valor dos créditos de PIS e Cofins, usados na quitação de débitos de tributos federais, sem o ICMS. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Salto da Petrobras garante novo dia de recuperação no Ibovespa

Valor Econômico - Finanças Apesar do ganho na sexta, o índice não conseguiu reverter as baixas da semana, que foi marcada pela preocupação com a inflação nos Estados Unidos Com forte valorização da Petrobras após balanço do primeiro trimestre e salto nos preços de petróleo, o Ibovespa assegurou mais um dia de alta e voltou para a marca de 121 mil pontos. No entanto, apesar do ganho, o índice não conseguiu reverter as baixas da semana, que foi marcada pela preocupação com a inflação nos Estados Unidos e o efeito na política do Federal Reserve. Após ajustes, o Ibovespa terminou a sexta-feira em alta de 0,97%, aos 121.881 pontos, com giro de R$ 26,086 bilhões. Ainda assim, o índice encerrou a semana com perda acumulada de 0,13%. O grande destaque do dia foi a Petrobras, cujas ações ordinárias subiram 4,65%, a R$ 25,64, e as preferenciais ganharam 5,16%, a R$ 26,28 - com maior giro do mercado à vista, ao atingir volume financeiro de R$ 5,08 bilhões. O que impulsionou a movimentação foi a valorização forte do petróleo hoje e o balanço do primeiro trimestre da estatal, com resultados operacionais considerados robustos e redução da alavancagem, o que sinaliza espaço para futura distribuição de dividendos. Além disso, os dirigentes da estatal reiteraram hoje o compromisso com a atual política de preços de combustíveis, que se ancora na paridade com cotações internacionais de petróleo. O risco de uma intervenção, porém, segue no radar. De acordo com um gestor de ações, o resultado do primeiro trimestre ainda é fruto da administração de Roberto Castello Branco no comando da estatal e, devido ao alívio recente no câmbio, a nova gestão não passou por um verdadeiro teste sobre a necessidade de reajuste de preços. “O mercado está menos pessimista com Petrobras e a ação estão muito barata. Mas tem motivo para preços baixos. O risco não desapareceu de uma hora para outra”, explica o profissional. As ações da estatal já recuperaram parte do terreno perdido desde a piora da aversão ao risco com a intervenção do governo no comando da empresa, mas não reverteram totalmente as perdas. Do dia 22 de fevereiro para cá, as ações ordinárias subiram 23% de R$ 20,84 para R$ 25,64 e as preferenciais avançaram 27% de R$ 20,75 para R$ 26,28. Ainda assim, seguem com perdas de 8,11% e 4,15%, respectivamente no acumulado do ano. Em termos de valor de mercado, a Petrobras começou o ano valendo R$ 373,477 bilhões, mas caiu de patamar para R$ 280,549 bilhões em 22 de fevereiro – quando a aversão ao risco piorou devido a decisão do presidente Jair Bolsonaro em trocar Roberto Castello Branco por Joaquim Silva e Luna no comando da estatal. Agora, a companhia volta a ser cotada a R$ 338,046 bilhões, o que significa uma recuperação de 20% ante o patamar de fevereiro, mas ainda 9% abaixo do valor no começo do ano. Além do bom desempenho de Petrobras, o mercado contou ainda com avanço de outros empresas que publicaram seus balanços recentemente. É o caso de Qualicorp e Hering - neste caso, o foco também reside em sua associação com o Grupo Soma. Por outro lado, Vale ON perdeu 1,72%. Para o sócio-economista da BRA, João Beck, o desempenho das ações relacionadas às commodities está mais suscetível ao noticiário vindo da China. Porém, Becker lembra que o rali das matérias-primas impulsionou as exportadoras. “Ocorre que as empresas ligadas ao setor vem subindo bastante no passado recente e são mais suscetíveis a alguma realização”, ressalta. Marco Ankosqui, SP/BRA /Agência O Globo Veja Mais

Bolsas operam em alta em NY com recuperação de ações de tecnologia

Valor Econômico - Finanças Papéis da Apple e Microsoft puxam avanço do setor; Amazon, Alphabet, Facebook e Tesla também contribuem amplamente para o tom positivo dos negócios As ações de tecnologia, que exibiram oscilação intensa ao longo da semana, pressionadas pelas perspectivas de taxas de juros mais altas nos EUA, operam em alta nesta sexta-feira e contribuem para os ganhos mais amplos das bolsas americanas. Por volta de 12h50, o Dow Jones subia 0,84%, aos 34.305,56 pontos, enquanto o S&P 500 avançava 1,27%, a 4.164,72 pontos. O índice eletrônico Nasdaq tinha ganhos de 1,89%, a 13.373,22 pontos. Todos os subíndices do S&P 500 têm alta no pregão de hoje, mas os destaques são os segmentos de energia, que avança mais de 2% e de tecnologia, que sobe acima de 1%. Os papéis das gigantes Apple e Microsoft puxam a alta do setor. As outras gigantes do mercado americano, Amazon, Alphabet, Facebook e Tesla também avançam e contribuem amplamente para o tom positivo dos negócios de hoje. Veja Mais

Com rede de aeroportos, CCR se vê bem posicionada para próximos leilões

Valor Econômico - Finanças Companhia se tornou a operadora brasileira com mais ativos no país e a segunda maior em número de passageiros Com a conquista de 15 novos aeroportos no Brasil, a CCR deverá estar bem posicionada para os próximos leilões do setor, afirmou o diretor financeiro, Waldo Perez, em teleconferência com analistas nesta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

EUA: Republicanos elegem aliada de Trump para liderança da bancada na Câmara

Valor Econômico - Finanças Elise Stefanik substituirá Liz Cheney, que foi destituída do cargo por críticas ao ex-presidente Os republicanos elegeram nesta sexta-feira Elise Stefanik, de Nova York, para integrar a liderança da bancada do partido na Câmara dos Deputados. Aliada de Donald Trump, ela substituirá Liz Cheney, que foi destituída do cargo por críticas ao ex-presidente. Stefanik derrotou o deputado Chip Roy, do Texas, que entrou na disputa na noite de quinta-feira. Antes da votação, ela destacou o apoio de Trump a sua indicação. “Estou orgulhosa de ter o apoio do presidente Trump”, disse. “Ele é o líder mais importante do nosso partido para os eleitores e será importante trabalharmos como uma equipe para conquistar a maioria em 2022.” Trump endossou Stefanik na semana passada, antes do afastamento de Cheney, e reforçou o apoio quando Roy anunciou que entraria na disputa. “Não consigo imaginar como os republicanos aceitaram Chip. Ele não fez um bom trabalho”, afirmou o ex-presidente em um comunicado. Capitólio Dustin Humes / Unsplash Deputados republicanos disseram que a vitória de Stefanik encerraria um período de desconforto causado por Cheney, filha do ex-vice-presidente Dick Cheney, que criticava Trump pelas falsas alegações de que as eleições presidenciais foram fraudadas. “Se vocês querem líderes que permitam e espalham as mentiras destrutivas dele, eu não sou essa pessoa, vocês têm muitos outros para escolher”, disse Cheney, que votou a favor do impeachment de Trump, na reunião em que foi afastada da liderança do partido. Veja Mais

BR Malls vê impacto menor da segunda onda de covid nos shoppings

Valor Econômico - Finanças Para Ruy Kameyama, a segunda onda foi muito mais curta do que a primeira, quando os shoppings ficaram fechados por mais de três meses Os fechamentos temporários e restrições de funcionamento de shoppings devido à segunda onda de covid-19 no Brasil tiveram impacto sobre o primeiro trimestre de 2021, segundo os executivos da BR Malls. Mas a pressão ocorreu de forma menor do que um ano antes, no início da pandemia, e em que os empreendimentos não abriram por mais tempo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras tem nível intermediário de frequência de reajustes, diz diretor

Valor Econômico - Finanças Segundo executivo, política permite não repassar imediatamente oscilações das cotações no mercado externo e do câmbio, ao mesmo tempo em que estatal consegue manter preços competitivos A Petrobras está “num nível intermediário” de frequência de reajustes de preços de combustíveis, disse o diretor executivo de comercialização e logística da estatal, Cláudio Mastella, em teleconferência com analistas nesta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Protestos na Colômbia são sinal de alerta para América Latina e Brasil?

Valor Econômico - Finanças Em 60 segundos, diretor da Eurasia Group analisa que governantes terão cada vez mais dificuldade de fazer reformas econômicas difíceis e ressalta ciclo eleitoral será marcado por uma revolta popular que deve favorecer extremos políticos '60 segundos' é uma parceria entre o site da revista ÉPOCA e a GZERO Media - empresa da Eurasia Group, especializada em análises políticas. Toda sexta-feira, às 10h, Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, apresenta sua avaliação sobre os temas mais relevantes e tendências do cenário político brasileiro e internacional. O conteúdo é republicado neste canal. Leia, abaixo, a transcrição do vídeo: Olá, meu nome é Christopher Garman, da Eurasia Group, para falar sobre o Brasil, e um pouco do mundo, em 60 segundos. Vamos lá para a pergunta da semana: A onda de protestos na Colômbia representa um sinal de alerta para a América Latina e o Brasil? A resposta é sim. Desde o dia 28 de abril, quando o presidente Iván Duque propôs uma reforma tributária que aumentaria tributos sobre bens de consumo, o seu governo tem sofrido com uma onda de manifestações no país como um todo. E mesmo depois de ele recuar dessa proposta, os protestos continuaram. Isso sugere que o episódio trouxe à tona uma onda de revolta que vai muito além do aumento de tributos. A Colômbia, hoje, vive não só com o drama sanitário, mas com um aumento de pobreza, um aumento do desemprego e desigualdade de renda, e muita insatisfação sobre o tratamento das forças policiais. Olhando a América Latina e o Brasil, a Colômbia não está sozinha. A região como um todo ainda está sofrendo com as repercussões desse quadro sanitário, nós estamos vendo altos índices de desemprego e pobreza na região, inclusive no Brasil, e governos não têm capacidade de financiar gastos para dar um alento para essas populações mais desprotegidas. Tudo isso sugere que governantes vão ter cada vez mais dificuldade de fazer reformas econômicas difíceis, e o ciclo eleitoral de 2021/22 vai ser marcado com uma revolta popular que deve favorecer os extremos políticos. Ficamos por aqui, e até a próxima semana. Mensagem do patrocinador Safra Mensagem do patrocinador O impacto da covid-19, apesar de diferente em cada continente e país, tem sido muito forte na América Latina. Sem vacinas, o controle da doença é difícil, especialmente onde o isolamento social não é estrito. Onde a rede de proteção social é menos robusta, o isolamento social tem sido limitado e o cansaço maior, especialmente entre aqueles que vivem em condições de menor conforto. É um ambiente onde o tensionamento social e econômico tende a se manifestar, especialmente quando questões pré-existente aumentam as dificuldades da população. A América Latina tem passado por desafios econômicos desde 2015, quando o dólar ficou mais forte e o preço de diversas matérias primas caiu, levando a menor clareza política em vários países. O choque das commodities afetou as finanças públicas, especialmente onde, por exemplo, royalties de carvão e petróleo constituem parte importante das receitas do governo. Corrigir desequilíbrios fiscais que já vinham crescendo é doloroso, especialmente na esteira de uma pandemia. Conflitos podem assim emergir e se alastrar se parte grande do ajuste recai nas pessoas mais pobres. Apesar dos choques, da fragmentação política, e da pandemia, as eleições mais recentes têm transcorrido com relativa tranquilidade no continente— ainda que elas nem sempre favoreçam os candidatos de centro ou estejam imunes à polarização que tem crescido ao redor do mundo. Nesse quadro desafiador, a maturidade das democracias e os ganhos trazidos pela boa gestão macroeconômica nas duas últimas décadas têm se mostrado preciosos para dar resiliência aos países, mesmo onde aparecem desvios dessas normas. Quanto mais rápido ocorrer a vacinação e a população experimentar maior normalidade no dia a dia, mais rápido a região poderá aproveitar do boom das commodities e ter maior tranquilidade social. Veja Mais

DB Diagnósticos celebra 10 anos com nova logomarca e aporte em inovação

Valor Econômico - Finanças O DB Diagnósticos – empresa pioneira em alta tecnologia especializada na oferta de serviços de apoio a laboratórios parceiros – decidiu comemorar seus 10 anos com um grande investimento em inovação e no lançamento de uma nova identidade visual. “Nossa previsão é aumentar a capacidade produtiva mensal de 15 para 20 milhões, somando todas as unidades”, diz Tobias Thabet Martins, diretor comercial e um dos fundadores do grupo. A marca também oferece capacitação dos colaboradores, consultoria financeira, apoio na criação de marketing e jurídico, assessoria médica e científica. Atualmente, a empresa tem uma carteira de mais de 6.000 clientes em 1.900 cidades brasileiras, com cerca de 600 rotas terrestres e transporte aéreo. Mais de R$ 75 milhões serão destinados a inovações para ampliar a capacidade de produção, principalmente, implementar soluções digitais em áreas como a coleta e uso de dados, inteligência artificial (IA), big data, internet das coisas (IOT, do inglês internet of things) e computação em nuvem, além da experiência do cliente e rastreabilidade dos lotes. “Vamos mudar a cultura da empresa”, diz Martins, que pretende inaugurar novas unidades ao longo deste ano. Criado em 2011 na cidade de São José dos Pinhais (PR), onde mantém uma megaunidade matriz, o grupo traz a descentralização e segmentação no seu DNA. Em 2012, lançou as unidades DB Molecular, DB Patologia e DB Toxicológico, concentrando exames específicos. Quatro anos depois, construiu unidades espelhadas na matriz em Sorocaba (SP), o que repetiu em Recife (PE) em 2018, ano em que reestruturou e ampliou todas as suas unidades especializadas. Com a pandemia da Covid-19, o modelo de negócio confirmou sua agilidade na resposta à emergência sanitária. “Tivemos um crescimento de 300% na capacidade produtiva da unidade DB Molecular. Reinventamos fluxos e processos para superar a escassez de matéria-prima e falta de insumos”, registra Martins. A marca intensificou a busca por produtos, fornecedores, colaboradores e novas tecnologias. “Se no início da pandemia a extração do material genético de 93 amostras era feita em três horas, logo passou a ser realizada em menos de uma hora”, descreve o diretor. Somando todas as áreas, a companhia teve um crescimento de 27% em 2020. “A perspectiva de crescimento é de 33% para 2021, batendo a meta de mais de 150 milhões de exames por ano”, completa ele. Inovação e tecnologia Uma das metas da companhia é agregar novas ferramentas digitais. “Já temos um sistema robusto, mas vamos inovar no modo de pensar em times e espaços digitais de trabalho integrando as pessoas, as tecnologias e os processos”, conta o executivo. As inovações contemplam o uso da inteligência artificial (IA) para o desenvolvimento de algoritmos voltados a análises preditivas, automação e robotização de processos (para eliminar trabalhos repetitivos) e o emprego de IOT para analisar os melhores fluxos. Outra grande beneficiada será a área de TI. “Passaremos a ser uma empresa com decisões orientadas por dados. Queremos criar uma rede integrada que traga a visão do cliente para dentro do DB. A ideia é estarmos mais conectados com todos e promover a melhor experiência possível para os parceiros”, diz Martins. As taxas de aprovação em pesquisas de satisfação com clientes sinalizam que o DB está no caminho certo. “Obtivemos 93,7% de satisfação em 2020. Em outro índice, o NPS, apurado no mês de setembro, atingimos níveis de excelência”, comemora o diretor. Veja Mais

Morning Call Safra: Eletrobras sobe 7% com notícias

Valor Econômico - Finanças Estatal teve forte alta com otimismo dos investidores sobre processo de privatização No Morning Call do Safra desta sexta-feira, mostramos a recuperação dos mercados de ações. No Brasil, a Eletrobras se destacou entre as altas. No segundo bloco, comentamos o resultado do IBC-Br, uma aproximação mensal do PIB brasileiro. Quer receber o Morning Call do Safra, análises de ações e outros conteúdos exclusivos? Faça parte do canal do Safra no Telegram. Veja Mais

‘Anna Kariênina’ e ‘Guerra e Paz’ ganham novas traduções diretamente do russo

Valor Econômico - Finanças Rússia de Tolstói Traduzida diretamente do russo, uma nova edição de “Anna Kariênina”, de Liev Tolstói, está sendo lançada pela editora 34, que também vai publicar “Guerra e Paz” ainda neste ano. Tradutor de ambas as obras, Irineu Franco Perpetuo aponta uma linha de continuidade entre elas. “A Rússia vivia uma modernização acelerada, tentando deixar para trás seu passado feudal”, afirma. “A questão dos camponeses, servos até pouco tempo, já aflorava em ‘Guerra e Paz’, e neste livro é plenamente desenvolvida.” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Oito crimes reais que viraram narrativas da ‘New Yorker’

Valor Econômico - Finanças Volume reúne oito reportagens publicadas entre 1971 e 2017 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Dados bancários O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que, em situação de cooperação jurídica internacional, as diligências feitas em países estrangeiros conforme as leis locais são válidas no Brasil mesmo se não houver prévia autorização judicial ou participação das autoridades centrais. A decisão é da 5ª Turma, que negou provimento a recurso da defesa (AREsp 701833) e manteve a condenação imposta pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região a um réu acusado de crime contra o Sistema Financeiro Nacional. O relator, ministro Ribeiro Dantas, explicou que não viola a ordem pública brasileira o compartilhamento de dados bancários que, no exterior, foram obtidos sem prévia autorização judicial, quando tal autorização não era exigida pela legislação local. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o recorrente foi denunciado pelo crime de evasão de divisas (artigo 22 da Lei nº 7.492, de 1986) e por manter depósito de valores no exterior de 1999 a 2005, sem a declaração respectiva ao órgão competente no Brasil. A denúncia decorreu de inquérito instaurado pela Polícia Federal no âmbito de investigações sobre contas bancárias que receberam recursos oriundos de agência do extinto Banestado na cidade de Nova York. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ibovespa ensaia recuperação, mas cautela ainda prevalece

Valor Econômico - Finanças Ibovespa fechou em alta de 0,83%, aos 120.706 pontos, com ajuda de bancos em dia de recuperação em Wall Street Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alongamento do perfil da dívida desafia Tesouro

Valor Econômico - Finanças Embora tenha conseguido acumular um colchão de liquidez bastante robusto, o Tesouro tem tido dificuldade para alongar o prazo médio da dívida pública Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Modalmais cria estrutura para crescimento

Valor Econômico - Finanças Aquisições pavimentaram o terreno; no 1º trimestre, banco teve incremento de R$ 3 bi em ativos sob custódia Na primeira divulgação de resultados após a estreia do Modalmais na B3, o copresidente do banco digital Cristiano Ayres destacou os tíquetes médios mais altos na captação, e a estrutura criada via aquisições que pavimenta o terreno para um crescimento acelerado. As sinergias com o Credit Suisse, que entrou para a sociedade no ano passado, com a opção de adquirir até 35% da operação, começam a aparecer. Neste mês, coloca na rua o Modalmais Premium, em que os clientes da plataforma passam a ter acesso ao asset allocation do grupo suíço. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Erros em repasses do Fundeb seguem sem correção

Valor Econômico - Finanças Levantamento mostra que pelo menos 831 mil estudantes não estão sendo considerados na distribuição de recursos Em meio à expectativa pelos novos recursos do Fundeb que devem ser pagos a partir de julho, parte dos municípios ainda aguarda a solução de pendências em repasses do programa feitos neste início de ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pandemia jogou classe média negra no fim da fila, afirma José Vicente

Valor Econômico - Finanças Pandemia “dizimou” o ambiente produtivo em que os negros se inseriam, diz reitor da Universidade Zumbi dos Palmares Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Live do Valor: Luiz Marcelo Turazza, auditor-fiscal da Receita Federal, fala sobre o IRPF 2021 nesta sexta-feira, às 11h

Valor Econômico - Finanças O auditor-fiscal da Receita Federal Luiz Marcelo Turazza fala sobre cuidados para não cair na malha fina do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2021, na Live do Valor desta sexta, dia 14, às 11h, em parceria com o Valor Investe. O prazo para envio dos dados ao Fisco se encerra no próximo dia 31. Arte/Valor Graduado em ciências econômicas pela Fundação Santo André e bacharel e licenciado em história pela Universidade de São Paulo, Turazza trabalha na Receita desde 1982. Atuou nas Divisões de Arrecadação e Fiscalização da Delegacia da Receita Federal em Guarulhos e nas Divisões de Arrecadação e Fiscalização e no Plantão fiscal da Delegacia da Receita Federal de São Paulo. É Instrutor das disciplinas “Imposto de Renda da Pessoa Física” e “Imposto Territorial Rural”, na Escola de Administração Fazendária/ESAF. Com a pandemia, mais do que falar sobre as novidades da declaração do Imposto de Renda, o auditor vai esclarecer sobre situações que hoje em dia são mais comuns e levam a rendimentos ou custos. Por exemplo, sobre o aluguel por temporada, investimentos em criptomoedas e gastos com testes de covid-19. Embora um projeto de lei tenha sido aprovado pelo Congresso Nacional prorrogando o prazo de entrega do IRPF 2021 para 31 de julho, como o presidente da República vetou a medida, o prazo vence no fim do mês. Todos que, em 2020, receberam mais de R$ 28.559,70 em rendimentos, são obrigados a entregar a declaração para ficar quites com o leão. Mais de 19 milhões já foram enviadas à Receita Federal. A entrevista será conduzida pela jornalista Laura Ignacio, editora-assistente de Legislação & Tributos do Valor e será transmitida pelo site e pelas páginas do Valor e do Valor Investe no YouTube e no LinkedIn. Veja Mais

Estapar consegue desconto de 90% na outorga fixa da Zona Azul na pandemia

Valor Econômico - Finanças Reperfilamento terá validade de três meses e valores serão pagos de forma corrigida em dois anos; não se trata de reequilíbrio da concessão, que será solicitado mais adiante A Estapar conseguiu um desconto de 90% no valor a ser pago de outorga fixa à prefeitura de São Paulo dentro da Zona Azul, sistema de estacionamento rotativo da capital paulista, disse o diretor do braço On-Street da empresa, Fernando Zillo, em teleconferência com analistas sobre os resultados do primeiro trimestre. O reperfilamento dos valores, explicou, terá validade para os próximos três meses. “É alívio de caixa. Conseguimos dentro desse contexto”. Ele destacou, entretanto, que o desconto na outorga será pago, de forma corrigida, no período de dois anos. O executivo disse ainda que tal desconto na outorga não se enquadra como medida de reequilíbrio da concessão por causa da pandemia. “O contrato traz mecanismo de reequilíbrio em evento extraordinário. E, para o efeito de reequilíbrio, precisa comprovar a extensão. A gente ainda monitora e quantifica esses efeitos e não apresentamos pleito formal de reequilíbrio”, explicou. Ainda conforme Zillo, o pleito será apresentado após a estabilização do mercado, que será quando o grupo conseguirá de fato quantificar o impacto. O diretor destacou que a empresa aposta na renovação de contratos de estacionamentos rotativos que estão para vencer em Piracicaba (SP) e Vila Velha (ES). Em Piracicaba, o contrato é de 10 anos e vence neste ano, com possibilidade de renovação por mais 10 anos. “Por mais que o primeiro ciclo encerra nesse ano, a gente tem expectativa de renovar pelo segundo ciclo”, disse. Em Vila Velha, ele afirmou que também há espaço para se prolongar o contrato por mais um ciclo. “Estamos discutindo”, disse. Já em Mauá (SP) o contrato será encerrado. Ele ponderou, entretanto, que, por conta da pandemia, todos os contratos estão sofrendo reequilíbrio, sendo boa parte deles pela extensão do prazo de validade, que pode se prolongar para 2022 com esse mecanismo. Reproduçao/Estapar Veja Mais

Banco ABC dribla a crise com aposta em empresas médias

Valor Econômico - Finanças Carteira para empresas com faturamento entre R$ 30 milhões e R$ 300 milhões teve crescimento anual de 163% no primeiro trimestre A decisão do ABC Brasil de passar a trabalhar com empresas de médio porta, há dois anos, vem se mostrando acertada. Essa carteira teve crescimento anual de 163% no primeiro trimestre e ajudou no resultado do banco, que subiu 51,1%, a R$ 122,4 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Brasil quer ampliar parceria com EUA em energia e agricultura sustentáveis, diz Guedes

Valor Econômico - Finanças Ministro da Economia falou por telefone com a secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo O Brasil está disposto a ampliar suas parcerias com os Estados Unidos nas áreas de energia renovável e agricultura sustentável, disse nesta sexta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes, por telefone, à secretária de Comércio daquele país, Gina Raimondo. Segundo o Ministério da Economia, Guedes informou que o Brasil tem importante estoque de atividades nessas áreas. A agenda ambiental brasileira tem sido ponto de crítica pelo governo do presidente americano, Joe Biden. Paulo Guedes Marcos Corrêa/PR O ministro reafirmou ainda o interesse em trabalhar com vistas a um acordo de livre comércio “moderno e ambicioso”. A corrente de comércio entre os dois países tem potencial para se expandir, disse ele. A acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) também foi tema da conversa. Guedes comentou que esse processo contribuirá de forma direta para a modernização do Brasil, com benefícios para consumidores e empresas dos dois países. No telefonema, feito pela manhã, o ministro parabenizou Raimondo pelo início de suas funções no cargo e reafirmou o interesse do Brasil em aprofundar as parcerias econômicas e comerciais. A corrente de comércio bilateral tem potencial para expansão, avaliou o ministro. Ele também destacou iniciativas já em andamento, como o Fórum de Altos Executivos Brasil - Estados Unidos ("Fórum de CEOs”) e o Diálogo Comercial. Veja Mais

Presidente da Caixa quer torná-la o "banco do agro"

Valor Econômico - Finanças "Vamos emprestar em especial para quem nunca teve dinheiro", afirmou Pedro Guimarães O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou hoje que pretende transformar a instituição no "banco do agro", se tornando referência em programas de crédito para os produtores rurais. Em cerimônia de entrega de títulos fundiários em Terinos (MS), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, Guimarães afirmou ainda que garantirá crédito a quem "nunca teve dinheiro". "Temos pelo menos 20% e em cinco anos nós vamos ser o maior banco agro do Brasil", prometeu Guimarães. "Vamos emprestar em especial para quem nunca teve dinheiro. O foco não será apenas para a próxima safra, e sim para receber em cinco ou dez anos, este é o foco de um banco social". Guimarães lembrou que a Caixa fará parte do Plano Safra pela primeira vez neste ano, com trabalho focado no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e no Pronamp pecuária. Em busca de aproximação com os produtores, a Caixa está abrindo 21 agências focadas em agro. Durante a cerimônia, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou o anúncio: "A Caixa vai entrar pesado no Pronaf." Caixa Econômica Federal Marcelo Camargo/Agência Brasil Veja Mais

Gâmbia e Costa Rica dominam compras de arroz brasileiro

Valor Econômico - Finanças Juntos, os dois países receberam quase metade dos embarques do cereal que o Brasil fez em abril, segundo Abiarroz e Sindarroz A República de Gâmbia liderou as compras de arroz (base casca) do Brasil no mês passado, com importações de 29,41 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e o Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz). O segundo maior importador de abril foi a Costa Rica, com 24,23 mil toneladas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Arezzo tem aumento nas vendas on-line, mesmo com reabertura de lojas físicas

Valor Econômico - Finanças Vendas nos sites das marcas do grupo além da plataforma de marketplace cresceram 149%, segundo Alexandre Birman O avanço da digitalização da Arezzo & Co tem se refletido em crescimento robusto nas vendas digitais da companhia. “Em maio, mesmo com abertura das lojas físicas, vendas on-line crescem e superam 2019”, disse Alexandre Birman, presidente da fabricante e varejista de moda, em teleconferência de resultados nesta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Análise de ações VVAR3: bom resultado no 1T21 faz Via ser favorita no varejo, segundo Safra

Valor Econômico - Finanças Recomendação para ações é de compra, com preço-alvo a R$ 27 e potencial de alta de 131% Ações VVAR3: Via registrou lucro líquido de R$ 180 milhões, um aumento de 1.284,6% em relação ao mesmo período de 2020 Getty Images A Via (ex-Via Varejo), varejista responsável pelas marcas Casas Bahia e Ponto, registrou lucro líquido de R$ 180 milhões no 1T21, o que representa um salto de 1.284,6% em relação ao mesmo período de 2020. A receita líquida avançou 19% no comparativo trimestral, para R$ 7,55 bilhões. O resultado veio ligeiramente acima das expectativas da Safra Corretora, demonstrando a assertividade da execução e a aplicação da plataforma de marketplace. “Em circunstâncias normais, esperaríamos que essas tendências fossem um gatilho positivo para as ações VVAR3. No entanto, o setor de comércio on-line está desfavorecido. Nossa opinião é que o mercado continua cético e não está pagando pela boa execução entregue no ano passado”, diz relatório assinado por Guilherme Assis. De acordo com os números do Safra, VVAR3 está sendo negociado a 0,4 vez EV/GMV (Valor da Empresa sobre o Volume Bruto das Mercadorias Vendidas) estimado para 2021, um desconto de 83% sobre Magalu (MGLU3, recomendação de compra com preço-alvo a R$ 32). Os analistas reiteram a visão construtiva sobre VVAR3, que continua sendo a principal escolha da Safra Corretora entre os nomes do varejo no Brasil. A recomendação para VVAR3 é de compra, com preço-alvo a R$ 27 e potencial de alta de 131%. Ações VVAR3: principais vantagens Os especialistas entendem que a Via continua a recuperar participação de mercado à medida que agiliza sua transformação digital e melhora sua experiência omnichannel. De acordo com o relatório do Safra, no primeiro trimestre de 2021, a empresa intensificou as campanhas para fomentar o engajamento do consumidor, oferecendo serviços gratuitos de streaming de vídeo Paramount +, reposicionamento de suas marcas e mais anúncios em mídias sociais. Além disso, segundo o documento, a Via também apresentou um crescimento impressionante no sortimento por meio do marketplace (SKUs - Unidade de Manutenção de Estoque de 24 milhões contra 7 milhões no quarto trimestre do ano passado). "Olhando para o futuro, esperamos investimentos em logística e em uma série de iniciativas digitais para sustentar o envolvimento e a frequência do consumidor, levando a ganhos contínuos de participação de mercado”, apontam os analistas. Juntamente com os números do primeiro trimestre de 2021, a Via reportou ganhos de market share de quase 200 pontos-base em abril e maio. O Safra destaca o desempenho do BanQi, com R$ 420 milhões de TPV (volume total de pagamentos), quase o dobro em relação ao quarto trimestre do ano passado (R$ 206 milhões), mas ainda bem atrás dos R$ 5,1 bilhões da AME. Resultados do 1T21 O lucro líquido atingiu R$ 180 milhões (R$ 63 milhões excluindo os R$ 117 milhões da concessão de incentivo anterior). A segunda onda da Covid-19 prejudicou a operação de B&M (queda de 9,6% na receita líquida em relação ao mesmo período no ano anterior), mas foi compensada por meio do comércio on-line. O GMV on-line cresceu 123% ano a ano, chegando a R$ 5 bilhões (superando os 90% da B2W e os 92% da MELI). A forte impressão foi impulsionada pela continuidade das operações 1P (aumento de 122,4% ano a ano) e aceleração do marketplace (aumento de 123,5% ano a ano). A margem bruta ficou acima das expectativas do Safra, com alta de 50 pontos base no comparativo anual, para 32%, em melhores negociações e benefícios fiscais. O relatório destaca ainda que as despesas com SG&A (despesas com vendas, gerais e administrativas) foram pressionadas por maiores investimentos em marketing digital e pela contratação de equipe de TI para impulsionar sua transformação digital. Já a margem Ebitda ajustada deteriorou-se 210 pontos base no período, para 7,7%, com o Ebitda ajustado chegando a R$ 584 milhões. Por que investir em VVAR3 - Escala muito superior à concorrência, uma vantagem em um setor com margens apertadas e preços competitivos; - Bom posicionamento para o multicanal com base em suas quase mil lojas; - Maior potencial de margem com escala e mix de produtos; - Alta exposição a taxas de juros em queda; - Marca valiosa, um dos principais fatores para atrair tráfego na web; e - Expectativa de uma concorrência mais racional na internet após anos de perdas. Riscos de investir em VVAR3 - Deterioração da economia devido à alta correlação de vendas com a atividade; - Alta nas taxas de juros devido ao grande impacto nos ganhos com recebíveis e Crédito Direto ao Consumidor com Interveniência (CDCI); - Frustração no capital de giro, devido à volatilidade dos indicadores históricos do ciclo de caixa; - Reversão da jurisprudência relacionada à Lei do Bem; e - Processos judiciais. Veja Mais

IRB reverte prejuízo do quarto trimestre, mas ainda sente impacto de limpeza da carteira

Valor Econômico - Finanças Pior momento para o ressegurador pode ter ficado para trás O IRB Brasil Re apresentou lucro de R$ 50,8 milhões no primeiro trimestre de 2021 e reverteu o prejuízo contábil de R$ 620 milhões visto no quarto trimestre do ano passado. A disparidade das cifras sinaliza que o pior momento para o ressegurador ficou para trás. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Confiança do consumidor americano diminui em maio, aponta universidade

Valor Econômico - Finanças Recuo na confiança é associado à inflação mais alta, segundo o levantamento da Universidade de Michigan O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan recuou para 82,8 pontos em maio, após se situar em 88,3 em abril, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pela instituição. A leitura contrariou a expectativa de alguns analistas, que esperavam uma marca ao redor de 90 pontos. O índice de condições econômicas atuais caiu para 90,8 pontos em maio, frente a 97,2 do levantamento anterior, enquanto o dado referente às expectativas dos consumidores recuou a 77,6 pontos, de 82,7 pontos. "A confiança do consumidor no começo de maio caiu devido à inflação mais alta - a expectativa de inflação mais elevada para o próximo ano, assim como a inflação de longo prazo mais elevada da última década", disse o economista-chefe responsável pelo levantamento, Richard Curtin. "A média de menções negativas dos preços nas condições de compras de casas, veículos e bens duráveis foi pior do que em qualquer momento desde a era inflacionária em 1980." Veja Mais

Mills lucra R$ 7,3 milhões no 1° tri e reverte prejuízo

Valor Econômico - Finanças Prestadora de serviços especializados em engenharia encerrou o primeiro trimestre com lucro A Mills, prestadora de serviços especializados em engenharia, encerrou o primeiro trimestre com lucro de R$ 7,3 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 1 milhão registrado um ano antes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsas da Ásia têm sessão positiva, mas só China continental tem alta na semana

Valor Econômico - Finanças Investidores continuam atentos à situação da inflação nos EUA e possíveis reações a esse quadro As bolsas asiáticas tiveram um sessão positiva nesta sexta-feira, com altas generalizadas, após autoridades do Federal Reserve (Fed, banco central americano) terem minimizado os temores de inflação elevada no país, que pudesse levar a instituição dos EUA a apertar a política monetária antes do previsto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Jorge Lucki: Promotor do ‘Julgamento de Paris’ fez os franceses se mexerem

Valor Econômico - Finanças Promotor do ‘Julgamento de Paris’, Steven Spurrier colocou em discussão muitas questões e fez os produtores franceses se mexerem Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estratégias das empresas centenárias para sobreviver a pandemias e guerras mundiais

Valor Econômico - Finanças Para marcas como Aviação, Granado e Lupo, pandemia de covid-19 é mais uma de muitas crises já enfrentadas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Com ‘Pequena coreografia do adeus’, Aline Bei fortalece discurso feminista

Valor Econômico - Finanças “Pequena coreografia do adeus” retrata opressão feminina Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Justiça exclui ISS da própria base de cálculo

Valor Econômico - Finanças Juíza do Rio fundamentou liminar na decisão do STF que excluiu o ICMS do cálculo do PIS e da Cofins A Justiça do Rio de Janeiro autorizou uma empresa de tecnologia da informação a excluir do cálculo do ISS o próprio imposto municipal e o PIS e a Cofins. É a primeira decisão no Estado a vedar o chamado cálculo por dentro - ou seja, a inclusão do ISS na sua própria base. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Após tombo por inflação, Wall Street avança

Valor Econômico - Finanças VIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, recuou 16,17% na sessão, terminando o dia aos 23,13 pontos Os agentes financeiros receberam novas evidências ontem de que a pressão inflacionária é crescente nos EUA, com os números do índice de preços ao produtor atingindo uma máxima da série histórica. Mesmo assim, o dia foi de relativo alívio em Wall Street, com as bolsas fechando em alta e os rendimentos dos Treasuries recuando, dinâmica que sugere um reajuste parcial de posições, após as oscilações bruscas da véspera. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Órama se une à Hunter para reforçar área de banco de investimento

Valor Econômico - Finanças A Órama se uniu à Hunter Capital, empresa especializada em assessoria em fusões e aquisições, dívida estruturada e mercado de capitais, com o objetivo de reforçar sua área de banco de investimentos. Segundo o presidente da Órama, Habib Nascif Neto, o objetivo da parceria é oferecer aos clientes -sejam empresas ou investidores - uma plataforma completa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novos usos preveem Pix até para assinar documentos

Valor Econômico - Finanças Clicksign, empresa de assinatura eletrônica, vai permitir que documentos gerados na plataforma sejam validados por meio do sistema de pagamentos Criado para permitir pagamentos e transferências sem restrição de horários, o Pix acabou se tornando foco de inovações que vão além do uso original do sistema instantâneo ou antecipam a agenda evolutiva prevista pelo Banco Central (BC). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Nova regra libera mais recursos para educação pública

Valor Econômico - Finanças Mudança no Fundeb é desafio para gestores que ainda incluem aposentados no mínimo constitucional de 25% para a educação George Santoro, secretário de Fazenda de Alagoas: Estado prevê R$ 500 milhões mais para educação Silvia Zamboni/Valor Com a retomada universal das aulas presenciais ainda indefinida, a remodelagem do Fundeb traz novos desafios para Estados e municípios. Com o novo programa, as despesas com pagamento a professores aposentados não podem mais, a partir deste ano, ser contabilizadas na educação. Com isso, recursos novos serão alocados para cumprir o mínimo constitucional de 25% das receitas naqueles entes que ainda registravam os inativos na educação. No entanto, nem todos governadores e prefeitos consideram possível destinar o volume necessário para a área. Ao mesmo tempo, os primeiros meses de 2021 foram marcados por equívocos por parte do governo federal no repasse de valores que já integram o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) há mais de uma década. Com isso, aumentaram as expectativas em relação aos recebimentos, a partir de julho, de complementações novas e adicionais resultantes do redesenho do programa. No Rio Grande do Sul, a mudança na contabilização de pagamentos a professores inativos resultaria em alocação adicional de cerca de R$ 3 bilhões em 2021 para cumprir com o mínimo constitucional para a educação, diz o secretário de Fazenda, Marco Aurelio Cardoso. Sem esse valor, diz, os gastos na educação ficariam abaixo de 20% das receitas. O Estado ainda não tem solução para o assunto. “Isso é impossível de ser cumprido. Não há viabilidade financeira nem prática”, diz. Se isso for colocado em despesa de pessoal, a conta triplicaria em razão da paridade e integralidade com os aposentados, explica ele. O orçamento de custeio e investimento na educação do Estado, ressalta Cardoso, é de cerca de R$ 1 bilhão. A alocação dos recursos adicionais nessas contas, diz, multiplicaria esse orçamento por quatro. “A medida não considerou as diferentes situações em termos demográficos e regionais”, ressalta. Por ser antigo e ter universalizado a educação antes de muitas regiões, diz, o Estado tem 2,5 professores inativos para cada ativo. Nem todos os entes precisarão fazer a adaptação este ano porque parte deles já não contabiliza os gastos com inativos para cumprimento do mínimo. Minas Gerais informa que se adaptou neste ano à medida. Em 2020 registrou os pagamentos a professores inativos na educação e cumpriu o mínimo constitucional destinando 25,49% das receitas para a área, segundo a Fazenda mineira. Neste ano, o Estado informa que não inclui mais os gastos com inativos e pensionistas para efeito do mínimo. Em nota, a Fazenda diz que “até o final do exercício corrente, prazo para se cumprir o mínimo constitucional, com certeza, o governo de Minas Gerais vai alcançar o índice de 25% para a educação”. Josué Modesto, responsável pelo tema financiamento no Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), diz que o ideal seria criar uma regra de transição para que todos os Estados pudessem atingir o gasto mínimo com educação. “Se não vai ser possível atingir 25% neste ano, seria possível fazer um plano plurianual, para ir incrementando aos poucos os gastos com melhores investimentos e dispêndios”, afirma. Segundo ele, há debates entre os gestores para que os montantes sejam revertidos em investimentos. O espaço para isso, acrescenta, vale para os demais entes já enquadrados no mínimo para educação. “Ainda mais agora com as escolas fechadas e queda no custeio, como luz e energia. Mesmo em Estados que não estão passando por essa mudança contábil, há possibilidade de a execução orçamentária neste momento permitir conversão de custeio em investimento.” Em Alagoas, o impacto da mudança envolverá alocação de cerca de R$ 500 milhões em recursos adicionais para a educação neste ano, diz o secretário de Fazenda do Estado, George Santoro. Desde o ano passado, conta, quando o assunto entrou no texto de discussão da remodelagem do Fundeb, o Estado se organizou para a mudança e a despesa adicional. A ideia, diz Santoro, é que os valores engordem investimentos e programas que resultem em melhora de indicadores. Entre eles, investimentos em duas universidades estaduais, na construção de 200 creches e pagamento de prêmios a municípios que subirem na classificação no Ideb. No Espírito Santo, o aporte adicional na educação em 2021 será próximo a R$ 670 milhões, diz Rogelio Pegoretti, secretário de Fazenda do Estado. Segundo ele, parte dos recursos será aplicada na interligação por fibra ótica das 440 escolas da rede capixaba de ensino. Outro programa já definido é a compra de 60 mil chromebooks para alunos do fim do ensino fundamental II e do ensino médio, além de pagamento, para cada professor da rede pública estadual, de R$ 5 mil destinados à compra de computadores. Tanto Alagoas quanto Espírito Santo, segundo os secretários, devem manter cumprimento do mínimo constitucional da educação. Veja Mais

Kassio vota contra pedido para obrigar governo federal a realizar Censo em 2021

Valor Econômico - Finanças Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Kassio Nunes Marques abriu uma terceira via e se manifestou contra o pedido para obrigar o governo federal a realizar o Censo Demográfico este ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Governo avalia escalação de Onyx Lorenzoni para alinhar defesa na CPI da Covid

Valor Econômico - Finanças Iniciativa é reflexo do depoimento de Fabio Wajngarten, que quase saiu preso da comissão Após sofrer duros golpes na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, o governo Jair Bolsonaro avalia reorganizar sua base aliada no Senado. Uma das possibilidades é colocar o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni (DEM), para coordenar a estratégia de defesa na comissão. Até agora, os bolsonaristas vinham atuando sem orientação específica. Tanto Onyx quanto a ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL), conversavam com os senadores da base, o que não teria surtido efeito. A mudança no direcionamento é reflexo do depoimento prestado na quarta-feira pelo ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten, que quase saiu preso da CPI. Diante da ameaça real de detenção, o Palácio do Planalto acionou o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), que foi à comissão para fazer frente aos pedidos de prisão contra o aliado. Onyx Lorenzoni Andre Coelho/Valor Na ocasião, Wajngarten tentou blindar o presidente Jair Bolsonaro, mas desmentiu as próprias declarações e foi acusado de mentir à CPI. A escalação de Onyx, no entanto, tende a acirrar os ânimos com o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Os dois são adversários políticos há algum tempo. O emedebista não esconde, por exemplo, que o ministro é o único com quem ele não se relaciona na gestão Bolsonaro. Os ânimos se acirraram mais ainda a partir de 2018, quando Onyx patrocinou a candidatura de Davi Alcolumbre (DEM-AP) à presidência do Senado e ajudou a derrotar Renan, considerado o franco favorito. Antes mesmo do início da CPI, os senadores governistas já vinham se queixando da falta de articulação do Planalto. O senador Marcos Rogério (DEM-RO) reclamou publicamente da falta de coordenação. Na avaliação dele, faltou "cautela" e "cuidado" do governo Bolsonaro na hora de tentar influenciar as indicações feitas pelos partidos para a composição da CPI, cuja maioria dos integrantes é de oposição ou tem postura independente em relação ao Executivo. Veja Mais

Eletrobras: Novo comando está “supercomprometido” com capitalização, diz diretora

Valor Econômico - Finanças Elvira Presta, diretora financeira da estatal, participou de evento on-line nesta quinta-feira A diretora financeira da Eletrobras, Elvira Presta, disse nesta quinta-feira que o novo comando da companhia está “supercomprometido” com a medida provisória (MP) da capitalização da empresa. Rodrigo Limp tomou posse como presidente da Eletrobras no início de maio e, segundo a executiva, chegou “bastante motivado e engajado” com o processo de privatização da estatal elétrica. Questionada sobre a agenda da Eletrobras para 2021, Presta afirmou que a maior expectativa da companhia, hoje, gira em torno do andamento da MP no Congresso – que deve ser votada até 22 de junho. “É o grande tema do ano. Mas também temos nosso dia a dia para tocar, o nosso Plano Diretor de Negócios e Gestão (PDNG)”, afirmou a executiva, durante participação em evento on-line. Segundo ela, a expectativa é que o plano seja mantido pela nova gestão da Eletrobras. “A expectativa é seguir com o que foi planejado.” Empréstimo compulsório Presta disse que a dívida bilionária que a Eletrobras detém com consumidores, por causa de empréstimos compulsórios criados nos anos 1960, é a principal contingência da companhia. Segundo ela, não é provável que a questão seja resolvida a tempo da privatização da estatal elétrica. “São R$ 16 bilhões em provisões aproximadamente. Não é um tema que se resolve no curto prazo.” “Pensando no horizonte da MP e no cronograma que está sendo desenhando para fazer a capitalização, já no início de 2022, a ideia é fazer a operação em janeiro ou fevereiro, não é provável que esse assunto esteja resolvido até lá”, disse. Em março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da companhia e manteve inalterada decisão que desobrigou a União de dividir com a Eletrobras a dívida. O caso envolve o depósito compulsório criado para gerar recursos ao governo para a expansão do setor elétrico. O dinheiro era descontado da conta de luz dos clientes com consumo superior a dois mil quilowatts/hora (kWh) por mês. Posteriormente, os contribuintes poderiam converter tais valores em ações da Eletrobras O direito à correção monetária foi definido em julgamento realizado pelos ministros do STJ, em 2009. Desde lá, a Eletrobras tentava adiar os pagamentos e cobrar os valores da União por meio de ações regressivas. Dividendos Durante o evento on-line, Presta afirmou que a companhia não pretende alterar a política de dividendos da empresa no curto e médio prazos. De acordo com o Estatuto Social da Eletrobras, os acionistas têm o direito assegurado, em cada exercício, a dividendos e/ou juros de capital próprio não inferiores a 25% do lucro líquido ajustado, conforme previsto na forma da Lei das S.A. Angra 3 A executiva também disse que a estatal aumentou em cerca de R$ 2 bilhões as estimativas de investimentos para a conclusão da usina nuclear de Angra 3, em Angra dos Reis (RJ), devido a variações do câmbio. Após correção, o orçamento foi revisto de R$ 16 bilhões para R$ 18 bilhões. “Mas esse valor ainda pode subir ou cair, dependendo da evolução do câmbio”, disse Presta. Segundo Presta, a estatal prevê investir R$ 2,5 bilhões no projeto este ano, dos quais R$ 850 milhões já foram investidos durante o primeiro trimestre. A diretora financeira da Eletrobras reforçou que a previsão é que a usina entre em operação em 2026. A Eletrobras tem um edital aberto no momento para contratação de obras civis para a construção de Angra 3, parte do dos esforços da companhia acelerar a conclusão da usina, afirmou. A expectativa é que a contratação das obras principais da usina ocorra após o a conclusão dos cálculos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) da nova tarifa da usina. “Quando o BNDES concluir a definição da tarifa, o que esperamos que aconteça nos próximos meses, vamos poder fazer o edital principal, para a contratação do EPCista”, disse Presta. A diretora confirmou que, mesmo em meio à troca no comando da estatal, o plano é que a Eletrobras siga com seu plano de disciplina financeira, com controle de despesas e renegociação de dívidas. Eletrobras Divulgação Veja Mais