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Família Biden recebe Willow, a nova gata da Casa Branca; Veja FOTOS

G1 Pop & Arte A felina de olhos verdes e pelo listrado, da primeira-dama, fará companhia para Commander, cachorro adotado no ano passado pelo presidente Joe Biden. Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca A família Biden finalmente tem um gato – na verdade uma gata. A primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, anunciou que a família do presidente está empolgada com a chegada de Willow, uma gata cinza e branca listrada de dois anos de idade, à Casa Branca. Biden, que é professora universitária, batizou a felina em homenagem à sua cidade natal, Willow Grove, na Pensilvânia, segundo afirmou o porta-voz da primeira-dama, Michael LaRosa. Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca "Uma gata de uma fazenda da Pensilvânia, Willow conquistou a doutora Biden em 2020, quando pulou no palco e interrompeu um discurso seu durante a campanha", afirmou LaRosa. "Vendo a ligação imediata entre elas, o dono da fazenda sabia que Willow pertencia à doutora Biden", disse a porta-voz. Jill Biden anunciou em abril que a família tinha uma gatinha "esperando para chegar". Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca A felina de olhos verdes e pelo curto está se adaptando bem à Casa Branca com "seus brinquedos e petiscos favoritos e bastante espaço para cheirar e explorar", disse LaRosa. Willow, a nova gata da Casa Branca Cortesia/Casa Branca Em dezembro, os Biden receberam um novo cachorro na família, um Pastor Alemão chamado Commander, que tinha quatro meses de idade na época. O cachorro da família, Champ, morreu no início de 2021. Major, um outro cachorro que a família havia adotado na Casa Branca, está morando em outro lugar com amigos da família, após alguns episódios em que mordeu funcionários da Casa Branca. Veja Mais

BBB 22: Tiago Abravanel define Lucas ou Rodrigo como suas opções de voto

O Tempo - Diversão - Magazine Líder da semana contou sobre expectativas para Linn Veja Mais

Melody diz que fama a atrapalhava na escola: 'Não tinha paz'

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora de 14 anos relembrou como o início da carreira prejudicou seus estudos Veja Mais

Pop pós-Olivia Rodrigo? Cantora inspira nova cena com som indie e angustiado em 2022

G1 Pop & Arte Gayle, Baby Queen, Lauren Spencer Smith, Gracie Abrams e Holly Humberstone estão na lista. Olivia Rodrigo foi o começo de uma era do pop pós-Lorde, em que músicas antes consideradas mais alternativas, com letras sinceras e angustiadas sobre a vida de jovem adulta, passaram a ser comum no topo das paradas. Mas isso é muito ano passado. 2022 traz uma cena com jovens que seguem os passos da cantora americana. Três das cinco apostas abaixo (Gayle, Baby Queen e Gracie Abrams) vão abrir shows de Olivia e todas disseram ter a jovem como inspiração. Ouça análise no podcast acima e veja clipes no vídeo abaixo. Pop pós-Olivia Rodrigo? Veja clipes de novas cantoras apostas para 2022 Gayle A cantora Gayle Divulgação Taylor Gayle Rutherford é uma americana de 17 anos. Começou cantando em barzinhos da cidade americana Nashville, aos 10. Com uma voz pachorrenta e charmosa, fez com que a música "abcdefu" chegasse ao primeiro lugar nas paradas do streaming. É claro, depois de estourar no TikTok. O clipe tem uma vibe meio Avril Lavigne fazendo farra no shopping "Complicated", porque ela e amigos quebram tudo na casa do ex. Segundo a Gayle, porém, a grande inspiração para ela escrever essa letra sobre mandar o namorado se ferrar é Olivia Rodrigo. Lauren Spencer Smith A cantora Lauren Spencer Smith Divulgação/Facebook da cantora Outra cantora subindo nas paradas se chama Lauren Spencer Smith. Ela tem 18 anos, vem do Canadá e já participou do "American Idol", em 2020. Ela ficou no top 20, não foi tão bem, mas agora está indo bem demais, graças ao TikTok. De novo. Foi lá que surgiu o hit “Fingers Crossed”, bem confessional, como o resto do repertório. O arranjo é alternativo e arrastado, mas nem tanto. Lauren fala que se arrepende de ter se dedicado tanto a uma pessoa por tanto tempo, sem ter nada em troca. Diz ainda que gostaria de ter de volta todas as lágrimas que ela chorou. Bem intensa. Gracie Abrams A cantora Gracie Abrams Divulgação/Universal Esta lista deve seguir fazendo quem tem mais de 30 anos se sentir velho ou velha demais. Gracie Abrams é a filha do diretor J. J. Abrams, de “Lost” e de “Star Wars”. Sim, ele já tem uma filha com idade para ser aposta musical. A californiana Gracie Madigan Abrams tem 22 anos e faz um som mais suave do que o da Gayle e da Lauren. Ouvindo dá para notar uma vocação mais alternativa, uma coisa mais Billie Eilish, aquela angústia sussurrada jovem adulta. Desde 2019 lançando singles e clipes, ela também cita influências mais do folk como Elliott Smith e Joni Mitchell. Holly Humberstone A cantora Holly Humberstone Divulgação Angústia sussurrada jovem adulta é também uma forma boa de definir Holly Humberstone, de 22 anos. Depois de duas americanas e uma canadense, agora é a vez de uma inglesa. Holly começou tocando violino, mas largou o instrumento para ser cantora pop. Além de algumas composições próprias, chamou atenção em 2020 ao fazer uma cover de "Fake Plastic Trees", do Radiohead. Segundo ela, o álbum que a fez querer ser cantora foi "O" (2002), lançado pelo irlandês Damien Rice, conhecido pela canção "The Blower's Daughter", que estourou um ano antes. Baby Queen Baby Queen Divulgação Bella Latham adotou a alcunha Baby Queen para fazer um pop debochado, com o primeiro single ("Internet Religion") lançado em maio de 2020. Nascida na África do Sul, hoje ela mora em Londres e se diz fã de Taylor Swift e 1975. A ideia é fazer hits eletrônicos leves com letras sobre Instagram, séries ("Killing Eve", por exemplo), moda, saúde mental e outras questões da Geração Z. Ela é direta ao descrever o som que a fez ganhar elogios de MTV, BBC e "NME". "Anti-pop introspectivo e inteligente", definiu Baby Queen. Olivia Rodrigo faz sucesso já no seu primeiro álbum solo Veja Mais

Disputa de Neil Young com o Spotify ressalta problemas de desinformação em podcasts

G1 Pop & Arte Polêmica aconteceu nesta semana quando artista deu ultimato no streaming. Entre Young e Joe Rogan, Spotify ficou com podcaster que divulga fake news e comentários preconceituosos. Neil Young durante apresentação em Washington em novembro de 2015 REUTERS/Joshua Roberts/Arquivo O ultimato de Neil Young ao Spotify, para que a plataforma escolhesse entre sua música e o famoso e controverso podcaster Joe Rogan, se tornou um ponto crítico no debate sobre desinformação digital e a responsabilidade corporativa de moderá-la. Esta semana, o roqueiro exigiu que o gigante do streaming retirasse suas músicas (com 2,4 milhões de seguidores e mais de seis milhões de ouvintes mensais), a menos que o Spotify estivesse disposto a se livrar de Rogan, cujo programa é o mais popular da plataforma, mas é repetidamente acusado de propagar teorias da conspiração. Rogan, 54, desaconselhou a vacinação em jovens e promoveu o uso não autorizado de medicamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid. "Percebi que não podia mais apoiar a desinformação no Spotify que ameaça a vida do público amante da música", disse Young, uma sobrevivente da pólio, em uma carta aberta. Sua contestação veio após uma ação judicial apresentada por centenas de profissionais médicos pedindo ao Spotify que impedisse Rogan de promover "várias falsidades sobre as vacinas contra a covid-19", que, segundo eles, estariam criando "um problema sociológico de proporções devastadoras". Rogan, que tem um contrato de exclusividade de US$ 100 milhões por vários anos com o Spotify, prevaleceu na decisão do Spotify. Na quarta-feira (26), os sucessos de Young, incluindo "Heart of Gold", "Harvest Moon" e "Rockin' In The Free World" foram retirados da plataforma. A empresa, que na quarta-feira lamentou a decisão de Young e citou a necessidade de equilibrar "tanto a segurança dos ouvintes quanto a liberdade dos criadores", não respondeu a um pedido de comentário da AFP. Joe Rogan Divulgação / Spotify No ano passado, o diretor executivo da plataforma, Daniel Ek, disse à Axios que não achava que o Spotify, que recentemente começou a investir pesadamente em podcasts, tivesse responsabilidade editorial por Rogan. Ek comparou o podcaster a "rappers realmente bem pagos", dizendo que "também não ditamos o que eles estão colocando em suas músicas". 'Preocupações comerciais' A atitude do Spotify atraiu aplausos virtuais de organizações como o Rumble, uma plataforma de streaming de vídeo popular entre a direita, que elogiou a empresa sueca por "defender os criadores" e "a liberdade de expressão". Mas Young, de 76 anos, também recebeu muitos elogios por se posicionar, inclusive do chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS). O músico pediu a outros artistas que sigam seu exemplo. Summer Lopez, diretora sênior de programas de liberdade de expressão da organização sem fins lucrativos PEN America, enfatizou que "Young é provavelmente uma dos únicos artistas que realmente podem se dar ao luxo de fazer esse tipo de ultimato". No entanto, Lopez expressou preocupação com "pedidos mais amplos para boicotar o Spotify", porque "é um lugar essencial para os artistas alcançarem seu público e uma fonte de receita". O papel de plataformas como o Spotify na moderação de conteúdo é complexo, destacou López, porque, diferentemente das redes sociais, é um serviço "projetado principalmente para amplificar a arte e as obras de arte". "Acho que o verdadeiro problema aqui é que o Spotify não tem uma política clara sobre isso", analisou, levantando questões sobre se "há alguma independência significativa" entre "o processo de tomada de decisão e suas preocupações comerciais". 'Experiência pessoal' Nos últimos anos, titãs da mídia online, incluindo Facebook e YouTube, foram criticados por permitir que teóricos da conspiração divulgassem seus pontos de vista. Mas, apesar de seu crescimento explosivo, o podcasting passou despercebido. Valerie Wirtschafter, analista de dados sênior da Brookings Institution que estuda a mídia contemporânea e o comportamento político, explicou que isso se deve principalmente ao fato do podcasting ser "um espaço tão grande e descentralizado". No entanto, ele admitiu que o áudio é um meio particularmente poderoso para espalhar inverdades: "Há um tipo de experiência pessoal acontecendo lá". A intimidade do som combinada com o estilo conversacional dos podcasts permite que os ouvintes processem a informação de uma forma que "potencialmente a torna um meio mais forte para essas falsidades". Veja Mais

Naka manda recado a Medina após separação de Yasmin: 'Tudo passa'

O Tempo - Diversão - Magazine Amigo do surfista diz que faz quase dois anos que não fala com ele Veja Mais

Após decisão judicial, Alok recupera vídeo de 'Un Ratito' removido do YouTube

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Maria foi ouvida quase 1 bilhão de vezes no 'Poesia Acústica', mas carreira solo é de iniciante

G1 Pop & Arte Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. Maria estuda teatro desde criança e estreou como atriz em 'Amor de Mãe'. Em 2019, gravou singles que não emplacaram tanto. Maria Victor Pollak/TV Globo/Divulgação Maria é conhecida por alguns pela atuação em "Amor de Mãe", novela das 21h de Manuela Dias, mas já teve a voz ouvida 1 bilhão de vezes no "Poesia Acústica". Mesmo assim, a carioca de 21 anos entrou no "BBB22" como uma das artistas do camarote mais desconhecidas. Conheça história de Maria e dos outros cantores do 'BBB22' no podcast g1 ouviu: Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Apesar do nome artístico, Maria, de 21 anos, nasceu como Vitória Nascimento Câmara, na comunidade da Cidade Alta, no Rio. Em entrevista ao g1, ela não explicou muito bem o porquê desse nome artístico genérico de Maria, só diz que foi um nome que “a escolheu”. Antes era Maria Andrade, mas ela entrou no BBB só como Maria mesmo. Na música, ela é a única rapper mulher no Poesia Acústica #2 "Sobre Nós" e #3 "Capricorniana". O projeto é um fenômeno do YouTube, com milhões de visualizações, ao reunir rappers em gravações especiais. A ponte para entrar no projeto foi através do rapper carioca Delacruz, que ela conheceu tocando em barzinho aos 15 anos. Era o começo do projeto em 2017. Dois anos depois, Maria começou a lançar singles depois de assinar com a Sony Music. As músicas seguiam por um caminho pop com um pouco de funk, rap e R&B mas não decolou muito. A faixa "Perdão" foi a que teve melhor resultado. Verena (Maria) e Álvaro (Irandhir Santos) em cena de 'Amor de Mãe' Globo/Victor Pollak Maria estuda teatro desde aos 7 anos e via a música como uma habilidade complementar à carreira de atriz. O papel em "Amor de Mãe" foi a estreia na televisão, depois de cinco anos fazendo muitos testes. Ela interpretou a Verena, mulher que se casou com Álvaro, o grande vilão interpretado por Irandhir Santos. "No início, eu duvidei da minha capacidade, mas acho que isso é natural em qualquer ser humano. Agora estou começando a me acostumar, estou me jogando mais, abracei a parada", afirmou ao g1 quando a novela ainda estava no ar em 2020. Logo nos primeiros dias do reality, Pedro Scooby e outros brothers ficaram surpresos quando descobriram que ela era a "mina do Poesia Acústica" nas faixas que bombaram. Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Justin Bieber e Olivia Rodrigo lideram as indicações ao iHeartRadio

O Tempo - Diversão - Magazine Premiação, que vai acontecer em março, conta também com nomes como Doja Cat, Dua Lipa e Ed Sheeran Veja Mais

Spotify diz ter removido 20 mil episódios de podcasts com fake news sobre Covid

O Tempo - Diversão - Magazine Informação foi divulgada após polêmica com Neil Young, que acusou a plataforma de vender mentiras por dinheiro Veja Mais

BBB 22: Naiara questiona Arthur Aguiar: 'Você acredita que quem ama trai?'

O Tempo - Diversão - Magazine Cantor já admitiu ter traído a esposa Maíra Cardi 16 vezes Veja Mais

Pessoas trans vivem sob 'tolerância frágil', diz pesquisadora que contabilizou 140 mortes em 2021

G1 Pop & Arte Crimes contra essa população costumam ter requintes de crueldade, como no caso da travesti queimada viva no Recife, em junho. Casos de sucesso, como o de Linn da Quebrada, que está no BBB, ainda são distantes da realidade da maioria das trans, aponta Bruna Benevides. Relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra) contabilizou 140 assassinatos de pessoas trans e travestis em 2021 g1 Ainda que termos como “trans”, “transexual” e “travesti” estejam começando a ter mais alcance, em virtude do sucesso de nomes como o de Linn da Quebrada, que está no BBB, ou os das vereadoras eleitas em 2020, a maioria da população trans no Brasil continua vivendo em alta vulnerabilidade. "As pessoas têm medo de se aproximar das pessoas trans/travestis. (Vivemos) sob uma tolerância muito frágil. Somos vistas como ameaça", diz Bruna Benevides, mulher trans que, pelo quinto ano, produziu um dossiê sobre a violência contra essa população no país. A edição mais recente será entregue nesta sexta-feira (28) à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), em Brasília. O dia seguinte, 29 de janeiro, é Dia Nacional da Visibilidade Trans. O dossiê aponta que, em 2021, 140 pessoas trans foram assassinadas no país, sendo 135 travestis e mulheres transexuais, e 5 homens trans e pessoas transmasculinas. Como não há um dado oficial sobre o tema, a pesquisa é feita a partir de informações encontradas em órgãos públicos, organizações não-governamentais, reportagens e relatos de pessoas próximas das vítimas (leia mais ao fim da reportagem). Pelo 13º ano, o Brasil continuou sendo o país onde mais se mata essa população, seguido pelo México e os Estados Unidos, de acordo com a ONG Transgender Europe (TGEU, na sigla em inglês), que reportou 375 assassinatos em todo o mundo no ano passado. A vítima mais nova: 13 anos O relatório da Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil (Antra), da qual Bruna Benevides faz parte, mostra ainda que as vítimas morrem cada vez mais cedo. Keron Ravach é a vítima mais jovem nos relatórios da Antra, que contabiliza as mortes de transexuais no Brasil desde 2017 Arquivo pessoal Keron Ravach, de 13 anos, assassinada a pauladas no Ceará, ainda no começo de 2021, se tornou a vítima mais jovem conhecida nesses 5 anos de pesquisas da Antra. Foi também a mais jovem registrada em todo o mundo em 2021, pela TGEU. Uma idade bem abaixo da já curta expectativa de vida de uma pessoa trans no Brasil, que é de 35 anos. Só foi possível saber a idade de 100 das 140 assassinadas no ano passado; 53% delas tinham entre 18 e 29 anos. Crimes de ódio Muitos crimes relatados contra pessoas trans têm requintes de crueldade: houve ao menos 4 casos em que foi ateado fogo à vítima ainda viva, como aconteceu com Roberta Nascimento da Silva, em junho, em Pernambuco. Das 120 ocorrências onde havia informação sobre como a morte ocorreu, 47% foram por armas de fogo; 24% por arma branca; 24% por espancamento, apedrejamento, asfixia e/ou estrangulamento; e 5% de outros meios, como pauladas, degolamento e queimaduras. Em 14 ocorrências, houve a associação de mais de um método, como assassinato e sequestro/rapto e/ou desaparecimento da vítima. E ao menos 5 casos em que a vítima havia sobrevivido a uma tentativa de assassinato anterior. Marcadas para morrer O raio-X das vítimas não mudou nos últimos anos. Em 2021, 81% eram travestis/mulheres trans negras. Uma era indígena. E 78% dos crimes foram contra travestis e mulheres trans profissionais do sexo, a maioria atuando nas ruas. Não à toa, 77,5% dos assassinatos aconteceram em espaços públicos. Daí a avaliação de Bruna Benevides de que os casos de pessoas trans que conseguem "furar a bolha" e ter reconhecimento público não resolvem o problema como um todo. "Acreditamos que se mantém atual a estimativa de que apenas 4% da população trans feminina se encontra em empregos formais, com possibilidade de promoção e progressão de carreira”, escreveu no relatório da Antra. Ainda segundo a associação, 6% estão em atividades informais e subempregos. E 90% da população de travestis e mulheres transexuais utiliza a prostituição como fonte primária de renda. A resposta está no ciclo que envolve muitas dessas pessoas, passando pela expulsão de casa e da escola, que levam à necessidade de se sustentar a despeito do preconceito e da baixa escolaridade. Especial Mais que uma letra: ‘Empresas não estão preparadas para pessoas trans’, diz produtora Também foram identificados 5 assassinatos de defensores de direitos humanos, sendo 4 travestis e mulheres trans e 1 pessoa transmasculina, todas pessoas negras. São Paulo se manteve como o estado como o maior número de mortes, sendo 25 em 2021, seguido pela Bahia (13) e o Rio de Janeiro (12). Visibilidade torta Para a pesquisadora, não falta visibilidade para a população trans, mas é preciso mudar o que é evidenciado: uma imagem de abjeção e medo. Bruna Benevides, autora de dossiê sobre a violência contra a população trans no Brasil, diz que é preciso mudar o estigma que este grupo carrega Reprodução/Instagram "Precisamos de uma visibilidade que saia desse paradigma da dor, da violência. E não é só pegar casos excepcionais, de pessoas que se deram bem na vida. É um processo que envolve um esforço de toda a sociedade", explica Bruna Benevides. "Na verdade, as pessoas trans que são assassinadas, que têm esse perfil já conhecido, elas já são vistas como culpadas acima de qualquer coisa. Independente do que lhes aconteça. É isso que precisa ser vencido", conclui. Entenda as definições das identidades de gênero como ‘cis’, ‘trans’ e ‘não-binário’ Faltam dados oficiais A pesquisa realizada pela Antra é feita a partir de relatos obtidos junto a órgãos de segurança pública, organizações ligadas aos direitos humanos e à população LGBTQIA+, reportagens e redes sociais: não há dados oficiais sobre a população trans no país. Isso, segundo Bruna, pode significar um número ainda maior de vítimas que o contabilizado em 2021 e nos anos anteriores. Em 2020, foram 175, um recorde. "Por isso não é possível dizer que, na realidade, a violência está diminuindo", pontua. O Atlas da Violência 2021 trouxe dados relativos à quantidade de pessoas LGBTQIA+ que passaram pelo sistema de saúde em 2019, sem especificar, por insuficiência de informações, a motivação das violências sofridas por elas. O levantamento é feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Ministério da Economia, e o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), ligado ao governo do Espírito Santo. A base do Atlas são os registros do Sistema de Informação de Agravos de Notificação. "É assustador pensar que 98,8% dos registros (do Sinan) não possuem a informação sobre a identidade de gênero das pessoas", aponta o dossiê da Antra. Veja Mais

'Nos Tempos do Imperador': Mariana Ximenes revela susto no final de Luísa

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz diz que romance da condessa com Pedro acabará: 'Não tem como' Veja Mais

Após saída da Globo, Camila Queiroz protagoniza 'Procura-se um Marido'

O Tempo - Diversão - Magazine Ela atuará ao lado do marido Klebber Toledo no filme da HBO Max Veja Mais

BBB 22: Tiago Abravanel é o líder da semana e Scooby está imune

O Tempo - Diversão - Magazine A dupla venceu a prova da liderança na noite da última quinta (27) Veja Mais

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Rock in Rio 2022 anuncia Racionais, Criolo, Xamã, Papatinho, L7nnon, MC Hariel e MC Carol

G1 Pop & Arte Eles serão as atrações do Palco Sunset, que será dedicado ao rap no dia 3 de setembro. Racionais MC's Divulgação / Klaus Mitteldorf O Rock in Rio anunciou nesta quinta-feira (27) que o dia 3 de setembro será dedicado ao rap no segundo maior palco do festival, o Sunset. As atrações serão: Racionais MC's, Criolo com a cantora de Cabo-Verde Mayra Andrade, Xamã com o grupo de rap indígena Brô MC's, Papatinho e L7nnon convidando os funkeiros MC Hariel e MC Carol. No dia 3 de setembro as atrações principais do maior palco, o Mundo, são Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok. O festival está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022. O funkeiro e o rebelde: o improvável elo entre MC Hariel e a música latina de protesto Xamã: hit 'Malvadão 3' surgiu de noite de drinks e versos livres, 'bem irresponsável mesmo' MC Carol conta como deu virada na carreira após anos 'de terror' com equipe: 'Eu era roubada' Veja os shows do Palco Mundo que já foram divulgados do festival em 2022: Iron Maiden, Megadeth, Dream Theater e Sepultura (2 de setembro) Post Malone, Jason Derulo, Marshmello e Alok (3 de setembro) Justin Bieber, Demi Lovato e Iza (4 de setembro) Guns N' Roses e Måneskin (8 de setembro) Coldplay, Camila Cabello, Bastille e Djavan (10 de setembro) Dua Lipa e Ivete Sangalo (11 de setembro) Veja os shows do Palco Sunset que já foram divulgados do festival em 2022: Joss Stone, Corinne Bailey Rae, Gloria Groove e Duda Beat (8 de setembro) Racionais MC's, Criolo + Mayra Andrade, Xamã + Brô MC's, Papatinho e L7nnon + MC Hariel e MC Carol (3 de setembro) Avril Lavigne (9 de setembro) CeeLo Green (10 de setembro) Ludmilla e Macy Gray (11 de setembro) Xamã Reprodução / Instagram do artista O Rock in Rio Card, ingresso antecipado para o festival de 2022, está esgotado. O cartão equivale a um ingresso antecipado para o Rock in Rio 2022, e dá ao comprador a chance de escolher em qual data pretende usá-lo. A escolha da data poderá ser feita entre 23 de novembro de 2021 a 1º de abril de 2022, antes que a venda oficial de ingressos seja aberta ao público em geral, em abril de 2022. A nona edição do Rock in Rio, que aconteceria em 2021, foi adiada para setembro de 2022 por causa da pandemia do novo coronavírus. O anúncio da nova data foi feito em março de 2021. Pra matar a saudade: as 100 melhores fotos no Rock in Rio 2019 Veja Mais

Cantora Ludmila Ferber é enterrada no Rio

G1 Pop & Arte Ela tinha 56 anos e morreu na quarta-feira (26). Ludmila lutava contra um câncer. Cantora Ludmila Ferber é enterrada no Rio A pastora e cantora Ludmila Ferber, de 56 anos, foi enterrada nesta quinta-feira (27) no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, na Zona Norte do Rio. Ela morreu na quarta-feira (26), também no Rio, após lutar contra um câncer. Ludmila Ferber era conhecida como uma mulher de alegria e fé inabaláveis, e deixa três filhas. “Uma grande cantora, intérprete, compositora, mãe, amiga, e ela simplesmente ignorava a dor. ela passava por cima. Ela era muito guerreira. As canções dela sempre tocaram meu coração”, disse a cantora Eyshila Santos Ludmila Ferber, cantora e pastora, morre aos 56 anos Ludmila tinha 56 anos, nasceu no Rio de Janeiro, mas foi em Goiás que começou a carreira, no grupo Koynonia, referência da música cristã no Brasil. Na década de 1990, seguiu carreira solo, com músicas de grande sucesso. Ludmila morava no Rio com as três filhas. Nas redes sociais, o prefeito Eduardo Paes, o governador Cláudio Castro e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, fizeram homenagens a ela. “A Ludmila era essa gigante, eu não tenho conhecimento de alguém que não tenha sido influenciada por ela”, disse Eyshila Filhas fazem homenagem nas redes sociais Mais cedo, as filhas da cantora Ludmila Ferber usaram as redes sociais para divulgar um comunicado que fala sobre a morte da matriarca, exaltar sua força e falar sobre um culto de ação de graças para celebrar sua vida. “Comunicamos que o Senhor Jesus levou nossa mãe, pastora, amiga, Ludmila Ferber, para a Sua glória. Apesar da tristeza que sua ausência física nos traz, não viemos aqui com pesar em nossos corações, porque sabemos que no Senhor temos a vida eterna, uma vida plena, cheia de saúde e alegria, e é lá que nossa mãe se encontra agora. Faremos um culto de ação de graças pela sua vida, pois mesmo nessa hora de luto, havemos de celebrar a vida dela. Uma vida honrada, com propósito, com uma fé INABALÁVEL e uma força que vinha diretamente do céu. Uma guerreira que combateu o bom combate até o fim”, diz trecho do comunicado. Ludmila Ferber com as filhas: Ana Lídia, Daniela e Vanessa Reprodução Em outro trecho do comunicado, as filhas pedem que não se enlutem pela mãe, mas a celebrem. “Usem roupas brancas, coloridas, mas não se vistam de preto. Não é um dia de lamentação, mas de celebração, pois há muito o que se agradecer, e o faremos no lugar preferido dela aqui na terra: a casa do Senhor. Divulgaremos o endereço e o horário em breve”, diz o comunicado assinado por Ana Lídia, Vanessa e Daniela. Veja Mais

Quadro raro de Botticelli é leiloado em Nova York por US$ 45 milhões

O Tempo - Diversão - Magazine Preço superou estimativa da Sotheby's (US$ 40 milhões), mas ficou abaixo do recorde alcançado em 2021 (US$ 92,2 milhões) por uma pintura do renascentista Veja Mais

Livro 'Escolas Que Se Abraçam' une alunos de Minas e Portugal

O Tempo - Diversão - Magazine Projeto é resultado de cartas trocadas entre estudantes mineiros de Conceição do Mato Dentro e da cidade portuguesa de Óbidos Veja Mais

Pitty lança documentário e selo musical para lançar novos artistas

O Tempo - Diversão - Magazine Mesmo com a pandemia,cantora baiana buscou ficar 'na ativa' criando e experimentando muito na internet e musicalmente Veja Mais

Em 'O Beco do pesadelo', Guillermo del Toro entrega thriller noir elegante e sangrento sobre moral; g1 já viu

G1 Pop & Arte Com um elenco fino liderado por Bradley Cooper e Cate Blanchett, diretor vencedor do Oscar lado sombrio de circos e truques criado por William Lindsay Gresham em 1946. Cate Blanchett e Bradley Cooper em 'O Beco do pesadelo' Divulgação/Disney Guillermo del Toro escalou um elenco fino para estrelar seu novo longa, “O Beco do pesadelo”. Ele tinha a difícil missão de readaptar um clássico underground da literatura americana que se tornou um excelente filme noir em 1947. Embora peque um pouco no ritmo, lento no começo, o diretor mexicano entrega uma obra elegante e atormentadora sobre moral e a psique humana. Del Toro cria um thriller noir sanguinário com sua assinatura fantástica ambientada na sujeira e no encantamento dos circos antigos americanos. O mundo vive o caos da Segunda Guerra Mundial, e os Estados Unidos, apreensão e contenção. Assista ao trailer de O Beco do Pesadelo' O filme, baseado na obra “O Beco das ilusões perdidas”, publicada em 1946 pelo autor William Lindsay Gresham, segue o misterioso Stan Carlisle (Bradley Cooper). Ninguém sabe de onde ou a que veio, mas sabemos que ele precisa passar uma borracha no passado e deixar a poeira baixar enquanto luta por alguns trocados. Ele ganha um emprego de faz tudo no circo de Clem, interpretado brilhantemente por Willem Dafoe. A ambientação do picadeiro decadente criado por Gresham e adaptado por del Toro é interessante e guarda truques que revelam o pior do ser humano. Willem Dafoe em 'O Beco do pesadelo' Divulgação/Disney O mais grotesco deles é a atração “Selvagem”: dezenas de pessoas pagam seus últimos centavos para ver um homem sujo e despido de qualquer humanidade matar, estraçalhar e devorar com a boca animais vivos. Mais desumano ainda é ver como Clem arma a armadilha perfeita para atrair bêbados, andarilhos e pessoas sem esperança para esse show de horrores. Stan é esperto e ambicioso e começa a subir degraus na hierarquia circense. Logo se torna ajudante de Zeena (Toni Collette) e Pete (David Strathairn) em um número de mentalismo. Stan descobre que o casal desenvolveu um sistema de códigos para ler os segredos de qualquer pessoa, a la Sherlock Holmes, e já ganhou rios de dinheiro com o truque no passado. Quando Pete morre, Stan herda seu código de ouro e convence a inocente Molly (Rooney Mara) a deixar o circo e ir com ele para a cidade grande atrás de grana e glória com uma versão melhorada do número antigo. A partir daí tem início a segunda etapa do filme, com um ritmo muito melhor que a anterior. Na cidade, Stan conhece a psiquiatra Lilith (Cate Blanchett), rica, cética e amiga dos poderosos. Ela topa ajudar o charlatão a ser uma espécie de mentalista mediúnico para os figurões mais importantes da cidade a troco de analisá-lo sem que ele pestaneje. A história de 2h30 sobrepõe peças de horror, romance, policial, melodrama e jogo psicológico para chegar a um quebra-cabeças final surpreendente e extremamente bem amarrado sobre nossos fantasmas, medos e erros passados que insistem em nos assombrar. Del Toro alterna do luxo à decadência com uma técnica impecável e nos convida para uma viagem pelo submundo dos circos e espetáculos, mas também para as arestas mais intrincadas da mente. Veja Mais

Spotify retira músicas de Neil Young após cantor exigir que plataforma apagasse podcast antivacina

G1 Pop & Arte Artista protestou contra relacionamento da empresa com o apresentador Joe Rogan, que ele acusa de espalhar desinformação sobre a Covid. Neil Young durante apresentação em Washington em novembro de 2015 REUTERS/Joshua Roberts/Arquivo O Spotify confirmou nesta quarta-feira (26) que começou a remover as músicas de Neil Young de seu catálogo. O cantor tinha exigido que a plataforma retirasse do ar um episódio de um podcast de Joe Rogan, que ele acusava de espalhar desinformação sobre a Covid. Young, que sobreviveu à pólio quando criança, publicou brevemente uma carta em seu site endereçada ao seu empresário e sua gravadora, Warner Music Group, exigindo que o Spotify não disponibilizasse mais suas músicas. A carta foi posteriormente apagada. Em uma segunda publicação, o cantor afirmou que a plataforma "se tornou o lar de desinformação que coloca vidas em risco" e que tem "mentiras vendidas por dinheiro". O Spotify se defendeu das acusações em declaração nesta quarta, na qual afirma que removeu mais de 20 mil episódios relacionados à Covid desde o começo da pandemia, mas que busca equilibrar a segurança dos ouvintes com a liberdade para criadores. "Sentimos muito pela decisão de Neil em remover sua música do Spotify, mas esperamos recebê-lo de volta em breve." Em seu site, Young afirmou que ficou sabendo do problema ao saber da união de centenas de cientistas, professores e especialistas em saúde pública em um pedido para que a plataforma retirasse do ar um episódio do podcast de Rogan. Nele, o apresentador conversava com imunologista que, segundo o grupo, divulgava "diversas mentiras sobre vacinas contra a Covid". O "The Joe Rogan Experience" é o podcast mais popular do Spotify, que tem direitos exclusivos do programa. Veja Mais

Adele será substituída por Keith Urban em Las Vegas

O Tempo - Diversão - Magazine Recentemente, ela chorou ao publicar vídeo em que revelava que metade de sua equipe estava com Covid Veja Mais

Heverton Guimarães lamenta morte de lhama da família: 'Triste demais'

O Tempo - Diversão - Magazine O apresentador compartilhou um vídeo do animalzinho de estimação nas redes e prestou uma homenagem especial Veja Mais

China altera final do filme 'Clube da Luta'

G1 Pop & Arte Cinéfilos chineses perceberam durante fim de semana que versão do filme disponibilizada recentemente na plataforma Tencent Video tem mudança que altera a mensagem anarquista e anticapitalista. Cena de 'Clube da Luta', com Brad Pitt, filme que passava no cinema na hora do crime Divulgação Com uma mensagem anarquista, "Clube da Luta" se tornou um filme cultuado desde sua estreia em 1999. Mas agora chega às TVs da China com um final alternativo em que o governo vence e impede o caos. A censura rígida na China permite a estreia de poucos filmes estrangeiros por ano e, em vários casos, com importantes cortes. Entre as produções modificadas recentemente está o filme dirigido por David Fincher, com Brad Pitt e Edward Norton. Os cinéfilos chineses perceberam durante o fim de semana que a versão do filme disponibilizada recentemente na plataforma Tencent Video tem uma mudança que altera a mensagem anarquista e anticapitalista. No fim original, o personagem de Norton, o Narrador, mata seu alter ego imaginário Tyler Durden (Brad Pitt) e contempla a explosão de vários edifícios, sugerindo que o plano de seu personagem para acabar com a civilização moderna está em andamento. Na China, o longa-metragem termina com o assassinato de Durden. Em seguida aparece a mensagem: "A polícia rapidamente descobriu todo o plano e prendeu todos os criminosos, evitando com sucesso a explosão da bomba". E acrescenta que Tyler - um produto da imaginação do Narrador - foi enviado para um "manicômio" para tratamento psicológico e mais tarde recebeu alta. O novo final, com o triunfo do governo, provocou indignação entre muitos chineses, que assistiram versões piratas do filme original. "É ultrajante", afirmou um cliente da Tencent Video. "Não apenas eliminam cenas, também acrescentam novas ao roteiro", criticou outro cliente. A Tencent não fez nenhum comentário sobre o tema e não está claro se a mudança foi ordenada pelos censores do governo chinês ou decidida pelos produtores originais do filme. Os estúdios de Hollywood costumam lançar versões alternativas de suas produções com a esperança de driblar a censura chinesa e obter os lucros em um mercado de milhões de consumidores. Em 2019, por exemplo, várias cenas do filme "Bohemian Rhapsody" com referências à homossexualidade de Freddie Mercury (parte fundamental de sua biografia) foram eliminadas na versão para a China. Veja Mais

Arthur Aguiar foi o rebelde dos 'Rebeldes', mas carreira solo fica atrás de vídeos com Mayra Cardi

G1 Pop & Arte Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. Grupo autoral de Arthur não foi muito longe quando dedicação ficou dividida com lado de ator. O ator, cantor e compositor Arthur Aguiar no estúdio Matheus Rodrigues e Michelly Machado / Black Comunicação Arthur Aguiar segue o caminho do cantor solo com um violão e versos românticos, mas ficou conhecido na música em grupo, com a banda Rebeldes. Se no BBB do ano passado teve uma ex-Chiquititas, o "BBB22" tem um ex-"Rebelde". Dada a paixão que a novelinha adolescente despertou, que nenhum candidato se atreva a fazer piada com Arthur como Karol Conká tentou fazer no ano passado com a Carla Diaz. Arthur foi ídolo adolescente com o grupo da série que lançou dois álbuns na vida real, entre 2011 e 2012. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada artista no "BBB22". Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo O maior dos 'Rebeldes' Arthur Aguiar causou polêmica quando anunciou a saída do grupo em 2013 — o grupo acabou se desfazendo e nunca tocou sem ele. Ele dizia que queria se dedicar à sua banda, a F.U.S.C.A. O Rebeldes tinha todas as músicas com assinatura do Di Ferreiro e do Gee Rocha, do Nx Zero. Eram composições adolescentes simples, mas um pouco menos genéricas do que as do F.U.S.C.A. Arthur acabou focando na atuação e o grupo não foi para frente. Arthur Aguiar trabalhou em 'Malhação Sonhos' em 2014 Globo/Estevam Avellar Em seguida, a carreira solo na música até engatou e ganhou um pouco de personalidade. É um jeitinho de cantautor voz e violão, meio Jason Mraz, meio Tiago Iorc mais arrumadinho. “A Flor”, de 2016, foi a música mais tocada do primeiro e até agora único disco dele, “O que te faz bem”. Mas ela seria superada pelo vídeo de “O maior presente que deus me deu”, em 2018. A música foi feita para o nascimento da Sophia, filha dele com a ex-BBB Mayra Cardi. Hoje o relacionamento conturbado dos dois chama mais atenção do que a música do Arthur. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Tanto que os vídeos dele com a Mayra têm muito mais views do que a maioria das músicas que ele já publicou no YouTube. Talvez o público fique mais ligado no que ele vai falar da Mayra, ou se vai surgir alguma nova polêmica ligada ao casal, do que quando ele pegar o violão pra cantar suas baladas. Na televisão, ele participou de novelas como "Em Família", "Malhação", "Êta Mundo Bom" e "O Outro Lado do Paraíso". Conheça as histórias dos outros cantores do 'BBB22': Naiara Azevedo fez sertanejo 'cachaceiro' e 'funknejo' com Catra até estourar '50 reais' Maria ficou conhecida na música pela 'Poesia Acústica' e na TV em 'Amor de mãe' Maior hit de Linn da Quebrada veio de álbum lançado em promessa para Prior sair do 'BBB20' Tiago Abravanel ensaiou virar cantor pop, mas emplacou mesmo em musicais e na TV Veja Mais

Elton John testa positivo para Covid e adia turnê nos EUA

O Tempo - Diversão - Magazine "Felizmente, estou completamente vacinado e com dose de reforço, e meus sintomas são leves", assinalou o músico Veja Mais

Luta pelo direito ao aborto é destaque no festival de Sundance

G1 Pop & Arte Documentário 'The Janes' e o filme repleto de estrelas 'Call Jane' retratam coletivo de mesmo nome que nos anos 1960 ajudava mulheres grávidas em Chicago a entrar em contato com médicos que trabalhavam escondidos. Fachada do Egyptian Theatre, onde costuma acontecer as exibições do Festival de Sundance, em Utah. Foto Arthur Mola/Invision/AP, Arquivo Com o direito ao aborto sob ameaça nos Estados Unidos, cineastas apresentam no Festival de Sundance três filmes que destacam os riscos históricos que as mulheres enfrentam ao passarem por procedimentos ilegais. O documentário "The Janes" e o filme repleto de estrelas "Call Jane" retratam o coletivo de mesmo nome que nos anos 1960 ajudava mulheres grávidas em Chicago a entrar em contato com médicos que trabalhavam escondidos, enquanto o premiado drama "Happening" fala sobre uma jovem que arrisca tudo para abortar na França nessa mesma década. "Tendo vivido essa época, acredite, não queremos voltar a isso", disse Sigourney Weaver, que protagoniza "Call Jane". Sigourney Weaver, estrela do filme "Call Jane". Na foto, atriz aparece na Comic-Con de San Diego em julho de 2017 REUTERS/Mario Anzuoni O festival traz essas produções no aniversário de 49 anos do caso Roe v. Wade, com o qual a Suprema Corte estabeleceu jurisprudência para endossar o direito ao aborto nos Estados Unidos. Esse direito constitucional está sob ataque, em um momento em que vários estados dominados pelo Partido Republicano aprovam leis que dificultam o acesso a um aborto para as mulheres. Os defensores do direito ao aborto temem que a atual configuração da Suprema Corte, que inclui três juízes conservadores indicados pelo ex-presidente republicano Donald Trump, restrinja ou até elimine esse direito. Entenda por que o direito ao aborto está sob ameaça nos EUA Phyllis Nagy, diretora de "Call Jane", disse que estava "impactada pela necessidade de contar uma história sobre as mulheres que permita outras mulheres se emanciparem, e queria fazer isso com humor, com um toque de leveza, e com certa urgência". "Acho que há muitos filmes, porque é um tema importante. Isso é extremamente necessário para que o nosso precioso direito de escolha não desapareça de imediato", comentou. O coletivo "Jane", que surgiu no final dos anos 1960 enraizado nos movimentos dos direitos civis e contra a guerra do Vietnã, operou até 1973, quando o aborto foi legalizado. Naquela época, voluntários, em sua maioria mulheres, forneciam conselhos telefônicos e ofereciam seus apartamentos para improvisar clínicas. Usavam seus carros para levar as mulheres grávidas e ajudavam quem não tinha recursos, arrecadando dinheiro para pagar por essas operações ilegais. Algumas das "Janes" inclusive aprenderam a realizar os procedimentos. "Sem essas mulheres, eu não teria conseguido aproveitar as liberdades das quais desfrutei por toda a minha vida", disse Elizabeth Banks, protagonista do filme. Elizabeth Banks, protagonista de "Call Jane" AP/Joel Ryan Vários membros do grupo foram entrevistados para a gravação do documentário da HBO "The Janes", que estreou na segunda-feira (24). Entre as entrevistadas está Heather Booth, que fundou o coletivo. "Até falar sobre fazer um aborto era considerado uma conspiração para cometer um crime", lembra Booth. Quando a decisão de Roe v. Wade foi anunciada e seu trabalho se tornou desnecessário, vários membros do grupo foram presos e julgados. "Estávamos emocionados e pensamos que havia acabado. Quem sabia o que viria depois? Pensamos que havíamos vencido", disse outra integrante do grupo, identificada apenas como "Jeanne". O festival de Sundance, que exibe o melhor do cinema independente, vai até 30 de janeiro. Veja Mais

Baco Exu do Blues lança disco contra ódio que diz ter criado por falta de afeto

O Tempo - Diversão - Magazine Rapper vai além do hip-hop ao se unir a nomes como Gloria Groove, Muse Maya, Gal Gosta e Vinicius de Moraes no álbum 'Quantas Vezes Você Já Foi Amado?' Veja Mais

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BBB 22: Luana Piovani solta 'viva Douglas' por salvar Scooby do Paredão

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Cirurgião francês tenta vender raio X de vítima de atentado no Bataclan como NFT

G1 Pop & Arte Emmanuel Masmejean vai ser processado na Justiça e denunciado ao Conselho Federal de Medicina da França. Ataque terrorista deixou 130 mortos e mais de 350 feridos em 2015. Casa de shows Bataclan, um dos alvos dos ataques terroristas que deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos em 2015 em Paris Reprodução GloboNews Um renomado cirurgião francês tentou vender um NFT da radiografia de uma jovem ferida no Bataclan, casa de shows que foi um dos locais atacados por terroristas nos atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, que deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos (veja mais abaixo). A revelação foi feita pelo site do jornal "Mediapart" no sábado (22), e agora o cirurgião ortopédico Emmanuel Masmejean vai ser processado pela APHP, rede que gerencia os hospitais públicos de Paris, e denunciado ao Conselho Federal de Medicina francês. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram A decisão de processar Masmejean foi anunciada pelo diretor dos hospitais públicos parisienses, Martin Hirsch, que classificou o comportamento de "odioso" e "contrário à deontologia", "que fere os valores da APHP e do serviço público". Em outra mensagem, enviada aos funcionários da APHP, Hirsch afirmou que a atitude de Masmejean é um "ato escandaloso cometido por um cirurgião, professor de universidade e médico do hospital europeu Georges Pompidou". A radiografia foi feita durante o atendimento da sobrevivente, que foi operada por Masmejean. Segundo a reportagem, o cirurgião tentou leiloar a radiografia no site OpenSea, especializado na venda de objetos NFT, e a imagem podia ser comprada por U$S 2.776 (cerca de R$ 15 mil). O NFT ainda estava disponível no OpenSea no domingo (23), e embaixo da foto do anúncio o médico conta que a vítima "perdeu seu namorado no ataque e tinha uma fratura exposta no antebraço esquerdo, com uma bala de kalachnikov encravada nos tecidos cutâneos". O que são NFTs? NFT é a sigla em inglês para "non fungible token" (ou "token não fungível", em tradução livre), uma tecnologia que permite o registro de qualquer tipo de arquivo digital. Com isso, o NFT transforma o arquivo em um objeto único (uma espécie de "selo de autenticidade digital"). A tecnologia transforma o arquivo digital em um criptoativo que pode ser comercializado e utiliza códigos numéricos que permitem a sua transferência, mas não a sua reprodução (veja mais sobre NTFs no vídeo abaixo). VEJA TAMBÉM: NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que transforma um arquivo digital em 'único' Vendas de NFT atingem US$ 25 bilhões em 2021, mas tendência aponta desaceleração O erro que fez uma arte digital NFT de R$ 1,7 milhão ser vendida por R$ 17 mil NFT: 5 pontos sobre a tecnologia que torna um arquivo digital ‘único’ Intenção 'pedagógica' Procurado, o cirurgião afirmou que sua intenção era "pedagógica", mas depois questionou seu ato do ponto de vista "ético" e reconheceu que "errou" ao não ter pedido autorização para a paciente. A principal associação de vítimas do 13 de novembro, a "Vida por Paris", disse em um comunicado que "defenderá a vítima do atentado, que hoje também é vítima da ganância de um médico que se esqueceu do código de deontologia e não tem nenhum bom senso ou empatia". Outra associação, a "Fraternidade e Verdade", afirmou que o ato foi "odioso" e não representa o trabalho dos profissionais de saúde, em quem temos toda a confiança". O ataque terrorista Ataques simultâneos na casa de shows Bataclan, no Stade de France e em cafés e restaurantes deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos em Paris em 13 de novembro de 2015. A noite de horror foi o maior atentado terrorista da história da França e o pior ataque na capital francesa desde a 2ª Guerra Mundial. Primeiro, um homem-bomba detonou seus explosivos perto do estádio de futebol, onde acontecia um jogo amistoso entre as seleções da França e da Alemanha. Entre os milhares de torcedores presentes estava o então presidente francês, François Hollande. Outros dois terroristas continuaram a ação, matando um motorista de ônibus. Na região central da cidade, dois grupos diferentes dispararam contra pessoas que estavam em bares e restaurantes e no Bataclan, onde morreu a maioria das vítimas. Julgamento na Justiça A Justiça francesa começou a julgar os acusados pelos ataques em 8 de setembro de 2021. O processo tem 20 réus e quase 1,8 mil partes civis envolvidas. Dos 20 acusados, 11 estão presos, 3 respondem ao processo em liberdade e 6 estão mortos, mas serão julgados mesmo assim. Doze réus podem ser condenados à prisão perpétua. VEJA TAMBÉM: Ataque ao Bataclan: o relato de um sobrevivente do 'horror sem limites' em Paris 'Frase de Keith Richards me revelou que sobreviveria', diz brasileiro que sobreviveu aos atentados VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

Naiara Azevedo fez sertanejo 'cachaceiro' e 'funknejo' com Catra até estourar '50 reais'

G1 Pop & Arte Cantora paranaense começou cantando em barzinho até gravar 1º DVD em 2011, mas sucesso veio mesmo com hit de traição. Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes. Naiara Azevedo no programa 'Só Toca Top' Globo/Fábio Rocha Se os cantores do "BBB22" fizessem um festival de música, seria a plateia com o público mais diverso do Brasil. A começar pelas duas cantoras mais ouvidas, com estilo quase oposto, do sertanejo padrão com Naiara Azevedo à eletrônica alternativa com Linn da Quebrada. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada um. Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Cantora de '50 reais' Naiara Azevedo Divulgação Naiara de Fátima Azevedo tem 32 anos e nasceu em Farol, no interior do Paraná. Ela morava na fazenda, cantava no coral da igreja e foi estudar estética numa cidade maior, Umuarama. O desejo de cantar a levou a fazer shows em barzinhos da região, mas foi só em 2011 que lançou o primeiro álbum "Exclusividade". O pop-rock sertanejo lembrava o do conterrâneo paranaense Luan Santana, então recém-estourado. A música que mais apontava o futuro da Naiara era "Coitado", uma resposta ao funk "Sou Foda" e aos homens arrogantes. Naiara ainda se mudaria para outra cidade maior do Paraná e lá gravaria o DVD "Ao Vivo em Londrina" (2014). Este era mais bem produzido e tinha o som do "sertanejo pegação "da época, como o "funknejo" em parceria com Mr. Catra, “Mulher não trai”. A cantora já estava namorando Rafael Cabral, empresário sertanejo conhecido, que também teve no elenco Humberto e Ronaldo e Gabriel Gava. Eles se casaram em 2016 e se separaram em 2021. Sucesso com feminejo Naiara Azevedo no clipe de '50 reais' Reprodução/YouTube/NaiaraAzevedo Naiara foi para Goiânia e gravou "Totalmente Diferente", o DVD que tinha "50 Reais" em 2016, mesmo ano em que o feminejo explodiu. O g1 fez um levantamento na época com as estrelas do estilo para ver qual era a marca de cada uma. A Naiara era campeão das letras "cachaceiras". O DVD dela tinha até mais citação a bar e bebida do que o da Maiara e Maraísa. O DVD teve outras músicas conhecidas, como "Ex do Seu Atual". Mas nenhuma chegou perto do sucesso de “50 reais”, nem naquela época e nem até hoje na carreira dela. Entre os destaques seguintes estão parcerias no funk, como “Ó quem voltou”, com a Dani Russo e outra ex-bbb, a Pocah. A música dela que mais chegou perto do maior sucesso foi “Pegada que desgrama”, de 2017. A faixa tem o vozeirão da Naiara, mas um romantismo mais tradicional. Naiara Azevedo também compõe, mas uma parte pequena do seu repertório é assinada por ela. São 27 músicas registradas no Ecad, incluindo "Coitado", "50 reais" e "50 porcento", que ainda não foi lançada. Confusão com família de Marília Mendonça Naiara Azevedo e Marília Mendonça em 2020, em gravação de clipe para o projeto 'Juntas' Divulgação A música "50 porcento" causou a primeira treta do programa, antes mesmo de começar. Em 2020, ela estava produzindo um projeto chamado “Juntas”, que teria parcerias com várias cantoras. Ela gravou com a Marília Mendonça o clipe de "50 porcento”. Só que o projeto nunca saiu. Logo antes de entrar no BBB, Naiara anunciou que tinha regravado a música em dezembro de 2021, para o álbum que ela deixou pronto pra lançar ao longo do BBB. Na gravação, ela canta a música e coloca trechos do clipe com a Marília cantando. A estratégia parece com a do Rodolffo no "BBB21". O g1 já mostrou como isso deu certo e eles emplacaram “Batom de cereja”, estourada durante o programa, que virou a música mais tocada no ano passado no Brasil. Uma música póstuma com Marília era garantia de hit, só que virou a maior confusão. Entenda abaixo: O irmão da Marília, João Gustavo, postou no Twitter que a Naiara queria usar a irmã pra “se promover” e que “ia fazer de tudo pra ela sair do programa” A equipe da Naiara disse que a música era uma "homenagem", e que não havia problema Mas a família da Marília subiu o tom e se disse magoada porque Naiara nunca os procurou para falar da música A equipe da Naiara deu um passo pra trás e disse que, se a família não quisesse, eles não lançariam a música No meio disso tudo, a Naiara já estava confinada e não sabia de nada. Ela chegou a até a cantar a música na casa, dizendo aos colegas que ela vai sair em fevereiro. Na última sexta (21), a família de Marília Mendonça autorizou que a música seja lançada desde que o clipe com imagens editadas da cantora não seja utilizado. João Gustavo até pediu desculpas pela "forma impulsiva" como agiu ao criticar o lançamento, mas explicou o motivo. "Peço desculpas pela forma intempestiva como agi, criticando de uma forma dura a artista Naiara... quando minha mãe tomou conhecimento do vídeo que queriam lançar, ela ficou muito triste, e vê-la daquela forma me fez perder a cabeça e agir de uma forma impulsiva. Hoje, de cabeça fria, reconheço que fui duro nas palavras e por não ter compromisso com o erro, peço desculpas à Naiara e toda sua equipe." Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Veja Mais

g1 ouviu #177 - 'BBB', o musical: o som de Naiara Azevedo, Linn da Quebrada, Maria, Arthur Aguiar e Tiago Abravanel

G1 Pop & Arte Podcast mostra as principais faixas e a trajetória musical dos cinco participantes do reality em 2022 que também são cantores. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação A cantora Brisa Star Divulgação Veja Mais

Fãs de Ana de Armas processam estúdio após atriz ser cortada de filme

O Tempo - Diversão - Magazine A atriz chegou a gravar cenas para produção, lançada em 2019, mas não aparece em nenhum momento no filme Veja Mais

TV Brasil presta tributo a Elza Soares com show 'Carioca da Gema'

O Tempo - Diversão - Magazine O canal apresenta o show gravado com exclusividade pela TVE/RJ, em 1999, no palco do Teatro João Caetano, no Rio Veja Mais

TRF-3 nega recurso da AGU e tira efeito de portaria que proíbe passaporte da vacina em projetos da Lei Rouanet

G1 Pop & Arte Magistrada confirmou decisão em primeira instância, do fim de 2021, que já havia determinado que exigência de comprovante de vacina em São Paulo é parte das determinações válidas para conter disseminação da Covid-19. Justiça nega recurso da AGU e mantém exigência de passaporte vacinal Decisão da desembargadora Monica Nobre, da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) contraria portaria assinada pelo secretário nacional da Cultura, Mario Frias, que vetava a exigência do passaporte de vacina em projetos da Lei Rouanet. A magistrada confirmou uma decisão em primeira instância, do fim de 2021, que já havia determinado que o comprovante de vacina é parte das determinações válidas para conter a disseminação da Covid-19. A decisão da desembargadora Monica Nobre é do dia 20 de janeiro. O governo federal tentava suspender a exigência do certificado de imunização para a entrada no musical Dona Summer, realizado pela Rojo Entretenimento e que está sendo apresentado em São Paulo, no Teatro Santander. Secretaria de Cultura veta passaporte sanitário em projetos da Lei Rouanet A portaria foi publicada em novembro, vetando a exigência de passaporte sanitário em projetos financiados pela Lei Rouanet. "Fica vedado pelo proponente a exigência de passaporte sanitário para a execução ou participação de evento cultural a ser realizado, sob pena de reprovação do projeto cultural e multa", dizia o texto publicado no "Diário Oficial da União". Leia também: ENTENDA: Como funciona a Lei Rouanet e o que mudou nos últimos meses MAIS MUDANÇAS: Governo proibiu linguagem neutra em projetos da Rouanet Criada em 1991, a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, autoriza produtores a buscar investimento privado para financiar iniciativas culturais. Em troca, as empresas podem abater parcela do valor investido no Imposto de Renda. O passaporte sanitário ou passaporte de vacina é uma medida adotada em algumas cidades para exigir que o acesso a determinados ambientes só possa ser feito por quem tomou a vacina contra a Covid. A GloboNews entrou em contato com a AGU, e o órgão afirmou que "só se manifesta nos autos, caso seja cabível". VÍDEOS: Tudo sobre São Paulo e região metropolitana Veja Mais

Steven Spielberg e Denis Villeneuve são indicados a prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA; veja lista

G1 Pop & Arte Jane Campion, Paul Thomas Anderson e Kenneth Brannagh completam lista de melhor diretor de 2021. Prêmio que acontece no dia 12 de março é um dos termômetros do Oscar. Steven Spielberg no painel de 'Ready player one' na Comic-Con San Diego 2017 Richard Shotwell/Invision/AP O Sindicato de Diretores da América (DGA, da sigla em inglês) anunciou a lista dos indicados à sua premiação de 2022 nesta quinta-feira (27). As premiações de sindicatos são consideradas bons indicadores das respectivas categorias no Oscar. Na categoria de melhor diretor de 2021 estão Kenneth Branagh ("Belfast"), Jane Campion ("Ataque dos cães"), Paul Thomas Anderson ("Licorice Pizza"), Steven Spielberg ("Amor, sublime amor") e Denis Villeneuve ("Duna"). Este ano, o prêmio acontece em 12 de março. Com muitos membros entre os integrantes da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas, o DGA "previu" 17 ganhadores da categoria de melhor diretor do Oscar nos últimos 20 anos. Steven Spielberg e Rachel Zegler falam sobre a nova versão de 'Amor, sublime amor' Já na categoria de melhor diretor estreante, que teve início em 2015, os indicados foram Maggie Gyllenhaal ("A filha perdida"), Rebecca Hall ("Passing"), Tatiana Huezo ("Reze pelas mulheres roubadas"), Lin-Manuel Miranda ("Tick, Tick … Boom!"), Michael Sarnoski ("Pig") e Emma Seligman ("Shiva Baby"). Melhor diretor em longa-metragem Kenneth Branagh ("Belfast") Jane Campion ("Ataque dos cães") Paul Thomas Anderson ("Licorice Pizza") Steven Spielberg for "Amor, sublime amor" Denis Villeneuve ("Duna") Melhor diretor estreante em longa-metragem Maggie Gyllenhaal ("A filha perdida") Rebecca Hall ("Passing") Tatiana Huezo ("Reze pelas mulheres roubadas") Lin-Manuel Miranda ("Tick, Tick … Boom!") Michael Sarnoski ("Pig") Emma Seligman ("Shiva Baby") Veja Mais

Chico Buarque diz que vai parar de cantar música criticada por feministas

O Tempo - Diversão - Magazine Artista dá razão às críticas, mas argumenta que tempo em que escreveu a música era outro Veja Mais

Mariana Ximenes testa drinks com artistas em novo programa do GNT

O Tempo - Diversão - Magazine A atriz vai coquetéis junto com amigos de longa data, além de bater um papo sobre assuntos como arte e gastronomia Veja Mais

Morre Ludmila Ferber, cantora e compositora gospel, aos 56 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Artista, que também era pastora, lutava contra um câncer de pulmão há três anos Veja Mais

'O Caso Celso Daniel': Contradições de morte de prefeito de Santo André viram série documental do Globoplay

G1 Pop & Arte Com rica pesquisa e entrevistados envolvidos no caso, produção reconta assassinato que surpreendeu país em 2002. Globoplay vai investir em outras 30 séries documentais nos próximos três anos. O prefeito Celso Daniel foi assassinado em janeiro de 2002 em um crime que surpreendeu o país. O caso foi um dos mais comentados na época e vira e mexe volta a ser falado diante de tantas contradições que surgiram ao longo das investigações. Exatamente 20 anos depois, as diferentes versões da morte do político são contadas na nova série documental do Globoplay, "O Caso Celso Daniel". Com oito episódios, o projeto que começou em 2017 estreia nesta quinta (27). A cada semana serão disponibilizados dois capítulos. Assista a um teaser abaixo. Veja teaser da série 'O caso Celso Daniel' A série documental tem o propósito de mostrar os fatos a partir de personagens relevantes para a história como familiares, colegas de partido, jornalistas, advogados, além de delegados e promotores. "Nosso foco foi esclarecer e montar uma história que desse conta dos fatos reais, dos fatos oficiais e das experiências vividas pelos personagens", afirma a produtora Joana Henning. Ela também é CEO do Estúdio Escarlate, produtora que desenvolveu a série em parceria com o Globoplay. Inicialmente, a ideia era fazer um filme, mas ao longo do tempo o projeto foi sendo ajustado até virar uma série documental. "A gente se depara com um história muito passional, com muita dor, para além da morte de uma pessoa querida, de um gestor público admirável, além de se deparar também com engenharias da política brasileira sensíveis", continua Joana. "É uma responsabilidade enorme. A nossa busca é pela informação acima da opinião", diz a produtora. Além de ótimos registros da cobertura de 2002, a produção também utiliza recursos como reconstituições e animações para recriar momentos com base em depoimentos e entrevistas. "O grande mérito é mostrar os fatos com muita precisão, de diferentes maneiras, seja por meio de entrevistas com os protagonistas da história e da investigação, com a família, companheiros e adversários políticos", diz Erick Brêtas, diretor de Produtos e Serviços Digitais da Globo. Celso Daniel foi prefeito de Santo André por dois mandatos Acervo documentário 'O Caso Celso Daniel' O executivo ainda ressalta o investimento no gênero do documentário por parte do streaming. Entre 2022 e 2024, o Globoplay deve lançar cerca de 30 títulos, que se somam às séries sobre a cantora Nara Leão e a do caso Celso Daniel lançadas neste mês. "Como plataforma, nós estamos abrindo espaço para os documentaristas brasileiros. A gente tem muito orgulho, porque o documentário é um gênero muito importante. Uma sociedade que consome documentário é uma sociedade mais informada", defende Brêtas. Quem foi Celso Daniel? Celso Daniel foi prefeito de Santo André por dois mandatos Reproduçaõ/Globonews O político do PT era um dos grandes líderes carismáticos da região do ABC. Filho de Bruno José Daniel, ex-prefeito de Santo André, ele enveredou na política depois de estudar filosofia e se formar engenheiro. Celso foi eleito prefeito de Santo André em 1988 e assumiu o cargo no ano seguinte. Depois, ele foi deputado federal por São Paulo e voltou à prefeitura da cidade natal em 1997. Ele estava o cargo quando foi assassinado. O prefeito era uma figura respeitada pelos membros do PT, como mostra o documentário com participações de José Dirceu, ex-presidente nacional do partido, e Gilberto Carvalho, secretário de comunicação de Santo André e posteriormente ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. Fernando Henrique Cardoso, Mara Gabrilli e Eduardo Suplicy também estão entre os entrevistados. Segundo o Ministério Público de São Paulo, Celso Daniel foi morto porque descobriu a cobrança de propinas e tentou impedi-la. Os desvios abasteceriam o “caixa dois” do partido, segundo promotores. No entanto, para a polícia, o político foi morto em um crime comum. Vários narradores Bruno Daniel, irmão do prefeito Celso Daniel, em entrevista à série documental do Globoplay Divulgação/Clara Soria Com tantas contradições e visões diferentes, o documentário não tem apenas uma única voz que conduz a história ao longo dos episódios. São as entrevistas com os principais personagens que vão criando o fio condutor da narrativa. Foram mais de 100 horas de entrevistas, com 50 pessoas envolvidas com o caso ou com Celso, dos quais 30 aparecem no documentário. Bruno Daniel, irmão do prefeito de Santo André, é o primeiro depoimento e a participação é relevante aos longo dos capítulos. A entrevista que aparece no documentário durou um dia inteiro, e a equipe já tinha encontrado com o professor universitário dois anos antes para conversas iniciais. Ivone de Santana, viúva de Celso Daniel, durante entrevista para série documental sobre a morte do prefeito de Santo André Divulgação/Clara Soria "As entrevistas com os familiares foram as mais difíceis, porque a gente enfrentava uma grande emoção por parte deles", diz o diretor Marcos Jorge, conhecido pelo filme "Estômago" (2007). "É certamente um dos lados mais importantes da história, é muito emocionante ouvi-lo". Ele destaca também a emoção nas participações da ex-mulher, Miriam Belchior, que também foi ex-Ministra do Planejamento, e da viúva e socióloga Ivone de Santana. "A gente tem uma riqueza humana que dá uma camada a mais para o documentário. Não é só um 'true crime', são personagens fascinantes que você acompanha durante 20 anos. Acho que o público vai sentir isso", explica. 'Cascas de banana' por todos os lados Diretor Marcos Jorge e a produtora Joana Henning nos bastidores da série 'O Caso Celso Daniel' Divulgação/Clara Soria Explicar uma história tão complexa não é um trabalho fácil, mesmo quando se tem oito capítulos de 50 minutos. Mas as divergências de informações e caminhos deram um gás a mais para a equipe. Em conversa com jornalistas, a produtora Joana Henning lembra de uma reunião em que foi discutido o risco de cair em "cascas de bananas" e nas versões apaixonadas que cercam o caso. "Lembro de responder que a gente estava desbravando um bananal inteiro... Justamente o encontro com essas cascas de bananas que motivaram a equipe a ir atrás de informações não manipuladas sobre o caso", explica. "A gente sempre tentou ponderar quando a excitação da curiosidade não podia flertar com sensacionalismo desonesto, mas deveria flertar com as curiosidades interessantes da história". Joana também responde sobre a possibilidade de trechos do documentário serem tirados do contexto, ainda mais neste ano com eleições no segundo semestre. "Esse é um risco que qualquer obra comunicação está correndo", diz. "A melhor forma de ligar com notícias descontextualizadas é a certeza da fonte, a certeza da honestidade no trabalho apresentado". Veja Mais

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Japãozin surge no piseiro com 'Carinha de Neném' depois de tentar carreira no funk e no rap

G1 Pop & Arte Cantor trabalhava em pastelaria antes de ser contratado pela Sua Música Records, gravadora do steaming forte no Nordeste. Hit já acumula mais de 58 milhões de views no YouTube. Antes de emplacar "Carinha de Neném", Japãozin fez de tudo um pouco. O último trabalho foi em uma pastelaria, mas ele já trabalhou em bares, restaurantes, boates e como pedreiro ajudando o pai. Natural de Embu-Guaçu (SP), mas criado em Campina Grande (PB), o cantor de 27 anos começou cantando funk e rap há sete anos, mas migrou para o piseiro por uma questão de mercado (e não tem problema em falar isso). "Vi a necessidade de mudar para buscar um ritmo diferente e levar meu funk, meu rap dentro do piseiro", diz Japãozin ao g1. "Em Campina Grande, o forró é muito presente então eu queria estar envolvido nisso. Tenho mais facilidade de encontrar as portas abertas, mais casas tocando forró e piseiro", continua. Além de Japãozin, o g1 ouviu destaca Felipe Amorim, Mc Danny e MD Chefe como apostas para 2022. Ouça podcast abaixo: Caio Alexandre Linhares de Souza Silva fazia músicas para times de futebol de Campina Grande, mas viu a vida mudar quando entrou para o Sua Música Records, gravadora do streaming forte no Nordeste. Foi lá que ele se tornou o "Brabo dos Paredões", nome que usa para se descrever, mas que também é o nome do primeiro álbum lançado em agosto. "Decidi representar essa galera dos paredões por gostar de som automotivo, por isso que eu levanto essa bandeira do Brabo dos Paredões e também para defender essa galera que nos ajuda muito divulgando nosso som". LEIA MAIS: Os planos do Sua Música para seguir antecipando sucessos do forró 'Carinha de Neném' Japãozin começou cantando rap e funk, mas seguiu pro piseiro por uma questão de mercado Divulgação/Calango A música nem era a aposta de Japãozin inicialmente, mas viralizou no Tik Tok e aí já viu... Começou a aparecer entre as mais ouvidas do Brasil, chegou a ficar semanas no Top 50 do Spotify e é uma música quase que obrigatória no repertório desse verão dos cantores de forró. A letra não é de Japãozin que também compõe, mas de seis compositores: Breno Lima, Daniel dos Versos, Filipe Gideão, Junyor Silva, Patrick Ferreira e Sueldo Lima. Ela bombou "por acaso" na rede social e rendeu uma agenda de 40 shows só em dezembro. Para o cantor que é fã de Racionais e Tribo da Periferia, o exercício de compor é natural e rápido. Ele assina "Amarok" e "Balança o Celtinha" no álbum de estreia. Japãozin, do hit 'Carinha de Neném', começou cantando rap e funk para equipes de futebol em Campina Grande (PB) Divulgação "A gente tem esse costume de rimar muito fácil, de juntar as palavras e rimar uma com a outra. Começo fazendo bregadeira, rap, batidão, termino no piseiro... trazendo para minha pegada, trazendo para a minha cara", diz. Japãozin também canta forró de vaquejada e canta de um jeito parecido com o de João Gomes. É forró, mas é meio falado como um rap. Do começo na música, o cantor traz as referências de rap e do funk para o repertório com "Solitário em Piseiro". Nada mais que uma versão do "Rap do Solitário", do Mc Marcinho. "Não podia perder a minha essência. Queria mostrar algo que eu gostava de fazer que era cantar funk. Deu um brilho", explica. No finalzinho de dezembro, Japãozin lançou o segundo álbum, "Pen Drive Atualizado", com 18 músicas e espera chegar perto do sucesso de "Carinha de Neném" outra vez. "Meu maior sonho é fazer com que o que eu estou vivendo hoje nunca acabe". Veja Mais

Presidente eleito chileno viraliza com mensagem de apoio a Taylor Swift em bate-boca virtual

G1 Pop & Arte Gabriel Boric elogiou a cantora no Twitter após Damon Albarn ter dito que ela não escrevia as próprias músicas. O presidente eleito do Chile, Gabriel Boric, comemora sua vitória no segundo turno da eleição presidencial chilena, com apoiadores, na capital Santiago, em 19 de dezembro de 2021 Luis Hidalgo/AP O presidente eleito do Chile, o millennial Gabriel Boric, tomou partido em seu primeiro incidente internacional: ficou ao lado da estrela do pop Taylor Swift em uma disputa nas redes sociais contra o vocalista da banda Blur, Damon Albarn, por conta de seu status como compositora.  LEIA MAIS: Swift rebate Albarn após cantor acusá-la de não escrever suas músicas Albarn, o britânico co-fundador e compositor da banda Gorilazz, sugeriu que Swift não compôs todas as suas canções em uma entrevista à imprensa, o que levou a uma reação da cantora norte-americana. Albarn pediu desculpas depois. Boric, de 35 anos, deu seu apoio a Swift em um tuíte que viralizou rapidamente em seu país, em um reflexo de como o ex-líder estudantil está estremecendo a política no Chile, tradicionalmente o país mais austero da América do Sul. "Aqui no Chile você tem um grande grupo de apoiadores que sabem que você escreve suas próprias canções com o coração", disse Boric, um autodeclarado fã de Swift, aos seus 1,4 milhão de seguidores no Twitter. A publicação teve mais de 74 mil curtidas.  Initial plugin text "Abraços do sul, Taylor", disse Boric, que se tornará o presidente mais jovem do Chile, quando tomar posse, em março. Semana Pop #64: Taylor Swift e seus empresários entram em guerra Veja Mais

Charlotte Casiraghi, filha da princesa Caroline de Mônaco, abre desfile da Chanel montada a cavalo

G1 Pop & Arte Desfile com referências aos anos 1920 foi concebido pelo artista contemporâneo Xavier Veilhan e retomou elementos do mundo da equitação e do minigolfe no Grand Palais, em Paris. Charlotte Casiraghi abre desfile da Chanel montada a cavalo GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP A aristocrata Charlotte Casiraghi presidiu o desfile de alta-costura da Chanel, nesta terça-feira (25), montada em um cavalo, uma proposta com decoração construtivista e onírica, com referências aos anos 1920. O desfile foi concebido pelo artista contemporâneo Xavier Veilhan e retomou elementos do mundo da equitação e do minigolfe para este espetáculo realizado no Grand Palais, em Paris. Filha da princesa Caroline de Mônaco, Charlotte é embaixadora da Chanel e uma especialista em equitação que participou de vários campeonatos desta disciplina. O esporte fez parte do universo que inspirou a fundadora da casa, Gabrielle Chanel. Na primeira fila do desfile, estiveram a diretora de cinema americana Sofia Coppola, o cantor americano Pharell Williams, a atriz francesa Vanessa Paradis e a intérprete australiana Margot Robbie, entre outras personalidades. Depois que Charlotte abriu a passarela, as modelos desfilaram com sapatos bicolores com salto pequeno, no estilo dos anos 1920. Toda a decoração foi inspirada nas vanguardas das décadas 1920-1930 e na estética das exposições universais, explicou a diretora artística da marca, Virginie Viard. "Essas formas geométricas me deram vontade de marcar contrastes, com uma grande leveza e muito frescor: vestidos aéreos, flutuantes, como se estivessem suspensos", disse Viard. A construção rígida das jaquetas de tweed foi compensada pela leveza das saias esvoaçantes. Já os vestidos de noite, enfeitados com plumas, mostravam um jogo de contrastes com transparências. A noiva, que tradicionalmente fecha o desfile, mostrou uma proposta simples. Surgiu com um longo branco e um buquê de flores pretas, um sinal de luto e homenagem ao ator francês Gaspard Ulliel. Rosto da marca, ele faleceu na semana passada, aos 37 anos. Charlotte Casiraghi abre desfile da Chanel montada a cavalo GEOFFROY VAN DER HASSELT / AFP Veja Mais

Tiago Abravanel ensaiou virar cantor pop, mas emplacou mesmo em musicais e na TV

G1 Pop & Arte Tiago se destacou no musical 'Tim Maia - Vale Tudo', em 2012, mas ainda não lançou álbum como cantor, apenas singles. Podcast g1 ouviu analisa carreiras musicais dos 5 participantes; ouça. Tiago Abravanel em foto de outubro de 2015 Celso Tavares/g1 "Agora, nesse momento, é encarar a música profissionalmente, no mercado musical", disse Tiago Abravanel em agosto 2014 ao "Fantástico", quando lançou o clipe de "Eclético". Parecia a estreia na música pop do cantor consagrado em musicais, em especial ao interpretar Tim Maia no teatro. Mas até hoje Tiago Abravanel não lançou um álbum. "Eclético" ficou só na turnê cheia de covers, seguida por poucos singles até hoje. O podcast g1 ouviu analisa a carreira musical de cada artista no "BBB22". Ouça abaixo e leia mais a seguir. Relembre os cantores do 'BBB21': Karol Conká, Fiuk, Projota, Pocah e Rodolffo Tiago até tem uma carreira longa na música, mas em espetáculos musicais. O neto do seu Sílvio Santos atua desde 17 anos na TeenBroadway. Ele fez musicais grandes, tipo "Miss Saigon" e o "Hairspray" do Miguel Falabella. O grande sucesso foi quando ele estrelou o musical "Tim Maia - Vale Tudo", em 2012. Até hoje é o trabalho mais conhecido dele na música. Tanto que em 2017 ele lançou o remix com o Make U Sweat de “Não quero dinheiro”. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? O artista também já mostrou sua habilidade como dançarino ao participar da “Dança dos Famosos”, em 2013, e da “Super Dança dos Famosos”, em 2021. No “Show dos Famosos”, outro quadro que apresentou suas vertentes artísticas, ficou em terceiro lugar em 2018, junto com Naiara Azevedo. Quem sabe as festas do BBB cheias de hits no som não despertem a vontade de seguir a trilha de "Eclético" e engatar a carreira de cantor pop de vez. Conheça também história de Jade Picon: Jade Picon, a mais seguida do 'BBB22': Semana Pop explica por que ela é rica e famosa Veja Mais

Morre, aos 32, a cantora Karine Delavechia Rodrigues

O Tempo - Diversão - Magazine Ela era vocalista da banda de pop rock Lado B, e faleceu em um acidente de trânsito no Rio Grande do Sul Veja Mais

Dior e a história entrelaçada do bordado e da alta costura

O Tempo - Diversão - Magazine No desfile realizado nesta segunda-feira (24), no Museu Rodin, os tons monocromáticos e a pureza das linhas predominaram Veja Mais

'Me Poupe!': Nathalia Arcuri assume vida financeira de endividados no reality

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Vídeo de 'Un Ratito' é retirado do YouTube após briga entre Alok e o duo americano Sevenn

G1 Pop & Arte Plataforma informa que vídeo 'já não está disponível devido a uma notificação de violação de direitos de autor de Kevin Brauer'. Dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas de Alok, incluindo faixa que tem participação de Juliette e Luis Fonsi. O duo Sevenn e o DJ Alok Divulgação Após a briga entre Alok e o duo americano Sevenn, o vídeo de "Un ratito", single que tem a participação de Juliette e Luis Fonsi, foi retirado do YouTube. Segundo mensagem que aparece na plataforma, o "vídeo já não está disponível devido a uma notificação de violação de direitos de autor de Kevin Daniel Brauer de Oliveira". Kevin é um dos intergrantes do Sevenn e alega junto com o irmão, Sean Brauer, terem trabalhado como "produtores fantasmas" para Alok. A dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas do DJ brasileiro, incluindo a faixa "Un ratito" (veja lista completa mais abaixo). Vídeo de 'Un Ratito' é retirado de plataforma após briga entre Alok e o duo americano Sevenn Reprodução/Youtube Em conversa com o g1, Eduardo Senna, advogado do duo Sevenn, disse que eles vão entrar com uma ação contra Alok pelo uso sem crédito nem pagamento de 15 músicas do DJ. Eles dizem que eram "produtores fantasmas" e que Alok lucrou com o trabalho deles "sem oferecer nada em troca". O advogado também disse que Alok tentou impor uma cláusula de silêncio, que previa multa de R$ 2 milhões a cada vez que o duo falasse mal do DJ publicamente (ou o inverso, que o DJ falasse do duo), para evitar que a denúncia viesse a público. Alok nega as acusações. Veja abaixo os detalhes das versões de cada lado. A acusação do Sevenn surgiu em reportagem da "Billboard" nesta sexta-feira (21). Eles disseram à revista que estavam avaliando a situação jurídica. Agora, Eduardo Senna disse ao g1 que já está organizando as provas para entrar com o processo em até quatro semanas. As provas incluem arquivos de áudio das músicas gravados pelo Sevenn anos antes de terem sido lançadas por Alok, com registros de envio para o DJ, afirma o advogado. Alok se diz ameaçado e cita empresário sertanejo por trás Robson Cunha, advogado de Alok, disse ao g1 que o DJ está sendo ameaçado pela dupla, e que foram eles que lançaram 6 músicas feitas por Alok sem crédito para o brasileiro. Ele entrou com uma ação no dia 12 de janeiro de 2022 contra o duo citando estas músicas. O advogado questiona o fato de Sevenn ter feito a denúncia na "Billboard" e não na justiça. Ele vê a reportagem como uma ameaça a Alok. Robson também diz ter provas do uso indevido das 6 músicas do Sevenn, como mensagens e arquivos originais do computador de Alok, que será periciado. Ele afirma que Marcos Araújo, ex-empresário de Alok, incentivou o Sevenn a fazer as denúncias após romper com o DJ. No fim da tarde de sexta-feira (21), após o g1 falar com o Robson, Alok divulgou vídeos em que reproduz vários argumentos do advogado. Alok repete que nunca recebeu uma notificação do Sevenn, que eles deveriam ter procurado a justiça, que eles não o creditaram na música "Boom", que o Sevenn apenas fazia masterizações e dava "sugestões", mostra alguns projetos e diz que eles estão sendo manipulados por Marcos Araújo. Alok rebate acusações de que teria roubado músicas do duo Sevenn No início da manhã deste sábado (22), o duo Sevenn publicou uma série de vídeos em sua conta no Instagram (veja abaixo). Nos vídeos, os irmãos Kevin e Sean Brauer rebatem os argumentos publicados por Alok, também na rede social. Kevin diz que Alok já sabia sobre a reportagem desde pelo menos o dia 10 de novembro e questiona o por que de o dj não ter respondido aos questionamentos da revista "Billboard". O artista mostra ainda o que seria uma notificação do duo com as acusações, além de uma série de arquivos e versões de músicas para provar que as faixas teriam sido feitas quase que inteiramente por eles. Dupla diz ter provas de ser autora de 15 músicas de Alok e vai processar DJ Cada lado conta histórias opostas de ameaça e plágio. Veja o que disse a 'Billboard' e as versões dos dois lados para o g1: A acusação na 'Billboard' Segundo Sevenn, eles trabalharam como "produtores fantasmas". "Começamos a perceber que ele estava lucrando enormemente com nosso trabalho sem oferecer nada substancial em troca". É normal no mercado da música eletrônica a função de "ghost writer", em que produtores atuam sem crédito, mas eles são remunerados pela função. O Sevenn enviou à revista e-mails e mensagens trocadas com Alok por mais de 6 anos, e gravações do DJ discutindo detalhes das músicas e fazendo pedidos. As faixas citadas na reportagem são: "Un ratito" (Alok, Luis Fonsi, Lunay, Lenny Tavárez e Juliette) “Favela” (Alok e Ina Wroldsen) “Fuego” (Alok e Bhaskar) “Suave” (Alok e Matheus & Kauan) “Got To Get a Grip” (remix de Mick Jagger) “Piece of Your Heart” (remix de Meduza) “BYOB” (remix de System of a Down) "All I want" (Alok e Liu) "Favela" (Alok e Ina Wroldsen) "Suave" (Alok e Matheus e Kauan) "Piece of your heart" (remix de Alok para Meduza) A versão do Sevenn Sevenn Divulgação Os irmãos Sean e Kevin Brauer, que formam o Sevenn, foram criados na comunidade religiosa Meninos de Deus, do Rio. A parceria entre Sevenn e Alok teve início em 2015. Eles foram contratados pela empresa de agenciamento Artist Factory, uma sociedade de Alok com o empresário Marcos Araújo, dono de outra empresa, a AudioMix. Alok era parte do elenco da AudioMix, mas rompeu com a Marcos, assim como vários outros artistas. O contrato do Sevenn com a Artist Factory valia até 2027 e previa multa de recisão de R$ 20 milhões. Segundo Eduardo Senna, há três anos, quando o Sevenn começou a pedir informalmente a Alok para reconhecer a autoria deles nas músicas, a multa de recisão foi usada como fator de pressão. "Eles diziam: 'Se não quiser pagar a multa, assina esse documento reconhecendo que o Alok nunca roubou nenhuma música sua e a gente te libera. Caso contrário, a gente não vai lançar nada, fazer nenhum show, acabar com sua carreira'", descreve o advogado. "Eles não assinaram e me procurarm." "Eu liguei para o advogado do Alok e perguntei: afinal, vocês estão de acordo em liberar o Sevenn? Ele veio com um papo ensaboado, que queria liberar, mas tinha medo de saírem falando mal do Alok. Eu disse: não tem problema, a gente bota uma cláusula de ninguém dar declaração pública sobre o outro." "Fiz o texto do distrato e mandei para ele. Aí ele me mandou com considerações. Eu tinha colocado uma multa básica, mas ele passou para R$ 2 milhões por evento. Ou seja: a cada vez que alguém falasse mal do outro, a multa era de R$ 2 milhões". (O g1 voltou a procurar o advogado de Alok, Robson Cunha, para saber se ele realmente propôs este valor na cláusula de silêncio como condição para liberar o Sevenn do contrato. Ele disse que o acordo não foi feito, portanto a cláusula de silencio nunca existiu, e que cabe ao Sevenn provar o que diz.) Eduardo continua: "Ele inseriu outra cláusula dizendo que o Sevenn declarava que não tinha nenhuma demanda de direito autoral com o Alok, que ele não tinha pegado nada. Aí marcamos uma reunião, eu, o Robson e o Alok." "E eu disse para o Alok: "Deixa eu fazer uma pergunta clara: Você está condicionando liberar o contrato a dizer que não teve rompimento de direito autoral?'. Porque eu conversei com o Sevenn e ele disse que houve, que ele não tinha intenção de reivindicar, mas que se sentia chantageado.'" "O Alok me deixou muito claro, pessoalmente, com todas as letras, que ele não liberaria em nenhuma hipótese sem essa declaração, que ele usaria toda a popularidade e a máquina que ele tem para acabar com a carreira do Sevenn, e que não queria mais conversa." (Robson diz que Eduardo mente quando diz que conversou com Alok, e que partiu do advogado de Sevenn a proposta de incluir uma cláusula que declarava que não haviam disputas autorais. Ele mostrou um email com essa proposta de Eduardo e afirmou que ele fez isso para evitar que Alok questionasse as músicas que Sevenn teria usado sem crédito). Mas veio uma reviravolta: "O Marcos Araújo também é socio da Artist Factory, foi contra essa chantagem e assinou o distrato. Ele pode assinar sozinho, pois é sócio majoritário e o sócio-diretor. O Alok estava fazendo a chantagem pelas costas do sócio dele." (A equipe de Alok diz que Marcos não poderia assinar unilateralmente e que o Sevenn não está liberado do contrato com a Artist Factory). "Ele entrou com a ação [dizendo que o Sevenn tinha lançado seis músicas de Alok] no mesmo dia que eu informei para ele que o distrato estava assinado. Ele entrou com essa ação sem pé na cabeça, para ter alguma coisa para dizer para a mídia quando a matéria saísse." "O Sevenn vem pedindo reconhecimento da autoria há quase três anos, mas de forma amigável entre eles. Até pela história de vida deles (em uma comunidade cristã), alijados do mundo real, isso é totalmente compreensível. Eu entrei nesse circuito há menos de um mês.", ele afirma. "Vamos entrar com uma ação judicial séria, profissional e bem documentada, e isso não se faz de um dia para o outro.Todas essas músicas têm gravações de anos anteriores, com datas e registro do envio do arquivo para o Alok e para o time dele. Vamos entrar daquie a duas a quatro semanas." A defesa - e a acusação - de Alok Alok Divulgação "No ano passado, o Alok rescindiu o contrato com a Audiomix e com o Marcos Araújo. A partir daí ele vem sofrendo uma série de perseguições", diz o advogado Robson Cunha. "O Sevenn estava usando obras do Alok sem os devidos créditos, Nós entramos com o processo. Sofremos ameaça dizendo que não tirássemos a ação eles iam fazer isso aí, ia para a mídia causar esse tumulto. Acontece que nós nunca cedemos." "Depois disso, eles, sem nenhuma prova, nenhum documento, vão atrás da 'Billboard', muito possivelmente orientados pelo ex-empresário do Alok, que continua sendo deles, o Marcos Araújo. Isso só reforça a posição de que eles estão tentando fazer um ataque." (O g1 procurou Marcos Araújo, que não respondeu aos contatos). "Eu fiz uma notificação extrajudicial no dia 17 de dezembro", afirma o advogado. Ele enviou a notificação ao g1, que alega que o Sevenn lançou seis músicas feitas por Alok: "Boom" "Tam tam" "Beautiful tonight" "BYOB" "BYOB (Sevenn remix)" "It's always you" "Em momento algum usaram a via judicial, nem notificação, para fazer valer seu direito. Pelo contrário, vão num meio de comunicação. O que é correto, procurar a justiça ou ir atrás da imprensa para fazer alegações infundadas? Vamos entrar com uma ação por perdas e danos morais e materiais", ele diz. "[A acusação deles de que Alok roubou músicas] nunca chegou de forma muito concreta, era sempre de forma velada e especulativa. Mas essa semana chegou uma notificação formal de uma gravadora que teria sido procurada por um repórter da 'Billboard'. Tentaram entrar no circuito das gravadoras." "Eles falam que o Alok não creditou. Se pegar a música com a Juliette ('El ratito'), há um crédito, ainda que a obra tenha sido alterada. As músicas que nós acionamos, que são também de autoria dele, não há o crédito. Então eles não têm provas nem do que alegam. " "Eles falam de obras antes do Sevenn existir. Quando saiu "Fuego" [2016] sequer havia vinculação com o Sevenn. O direito autoral tem um vasto campo probatório. Basta mandar documentos que corroboram, e eu tenho certeza que eles não mandaram nenhum papel." "Se você for fazer um comparativo de histórias, eu os notifiquei [extrajudicialmente pelo uso das 6 músicas] e eles fizeram ameaças com acusações levianas sem o mínimo de provas." Veja Mais

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'Tick, tick... Boom!' e 'King Richard' são indicados a prêmios do Sindicato dos Roteiristas dos EUA; veja lista

G1 Pop & Arte Premiação é considerada um dos principais indicadores do Oscar; evento da entidade acontece no dia 20 de março. 'Tick, tick... Boom!', 'King Richard' e 'O beco do pesadelo' são indicados aos WGA Awards 2022 Divulgação O Sindicato de Roteiristas da América (WGA, na sigla em inglês) divulgou nesta quinta-feira (27) os indicados à sua premiação anual. O evento é considerado um dos grandes indicadores das respectivas categorias no Oscar, já que muitos de seus membros fazem parte da Academia. Os indicados a melhor roteiro adaptado são "No ritmo do coração", "Duna", "O beco do pesadelo", "Tick, tick… Boom!" e "Amor, sublime amor". Já os concorrentes como roteiro original são "Being the Ricardos", "Não olhe para cima", "A crônica francesa", "King Richard: Criando campeãs" e "Licorice Pizza". A premiação do Sindicato dos Roteiristas acontece no dia 20 de março. Entre as principais entidades de classes de Hollywood, o WGA é uma das que apresentam a maiores exigências mínimas para que uma produção seja elegível à sua premiação. Por causa disso, alguns favoritos ao Oscar sempre ficam de fora. Em 2022, filmes como "Belfast" (roteiro original) e "Ataque dos cães" (roteiro adaptado) não puderam concorrer. Veja lista completa: Melhor roteiro original "Being the Ricardos" "Não olhe para cima" "A crônica francesa" "King Richard: Criando campeãs" "Licorice Pizza" Melhor roteiro adaptado "No ritmo do coração" "Duna" "O beco do pesadelo" "Tick, tick… Boom!" "Amor, sublime amor" Melhor roteiro de documentário "Being Cousteau" "Exposing Muybridge" "Like a Rolling Stone: The Life & Times of Ben Fong-Torres" Veja Mais

Carnaval do Bem comunica cancelamento do evento

O Tempo - Diversão - Magazine De acordo com o texto, os ingressos adquiridos serão cancelados imediatamente e estornados conforme o prazo de cada modalidade de compra Veja Mais

Criações de Yves Saint Laurent entram nas coleções de seis museus de Paris

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'Belle' leva o idealismo de 'A Bela e a Fera' para a época do metaverso

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'BBB22': Luciano diz que está se divertindo com memes sobre querer ser famoso em conversa com Ana Maria Braga

G1 Pop & Arte Brother deixou reality após receber 49,31% dos votos em paredão contra Naiara Azevedo e Natália. Luciano participa do "Mais Você" após ser eliminado do "BBB22" Reprodução/Globo Após ser eliminado do "BBB22", Luciano foi o primeiro convidado do café da manhã com Ana Maria Braga no "Mais Você", na manhã desta quarta-feira (26). O dançarino e ator deixou o reality no paredão desta terça-feira (25) após receber 49,31% dos votos em uma disputa contra Naiara Azevedo (15,8%) e Natália (34,89%). Naiara foi parar na berlinda por uma indicação direta do líder da semana, Douglas Silva, enquanto Luciano foi ao paredão no contragolpe de Naiara. Já Natália foi uma das mais votadas da casa. Logo no primeiro contato com Ana Maria, Luciano comentou que ainda não havia dormido desde sua saída da casa. "Nem no carro dei uma piscadela", disse o ex-brother. Em seguida, ele reviu as cenas de sua eliminação e falou sobre o sonho de ser famoso, que repetiu diversas vezes no programa. "Primeiro de tudo, ela [minha mãe] sempre sentiu muito orgulho de mim. Vindo para cá, eu estava ouvindo um áudio dela e ela falava: 'Filho, não interessa o que os outros falem, você é famoso, sim. Você é meu famoso'", afirmou o bailarino. "Ela falava isso pra mim desde molequinho quando eu fazia minhas artes, dançava. Ela falava: 'você vai ser famoso, um astro'. Sempre teve um peso muito fofo, muito gostoso. Nunca vi de um jeito pejorativo, pretencioso. Então sempre levei ao pé da letra", explicou. Luciano ainda comentou que sempre que conhece alguém, costuma perguntar: "O que você quer da vida? Qual sua meta de vida?". "E a pessoa normalmente não sabe o que falar. A minha, desde os 9 anos de idade, eu sempre disse que queria ser muito rico e muito famoso." "Acabou virando meme dentro da casa e fora da casa e estou me divertindo horrores com isso", garantiu o brother. Durante conversa com a apresentadora, ele também falou sobre críticas construtivas de alguns membros do Camarote e disse que inspirava pessoas em suas redes sociais mesmo quando tinha poucos seguidores. "Agora quero fazer muito mais". Em seguida, Ana Maria questionou se Luciano já havia pensando sobre qual área trilhar para se tornar famoso. "Para as pessoas reconhecerem, admirarem... ou é fama por fama?". "Durante minha vida inteira, sempre trabalhei três áreas de minha trajetória como artista: Sou ator, dançarino e modelo. Quando veio a internet em peso, comecei a trabalhar como criador de conteúdo, digital influencer. Mas tenho 20 anos de caminhada como ator, modelo e bailarino. Inclusive, Globo, se quiser me chamar pra uma novela, tô aí", afirmou. Naiara Azevedo Luciano ainda falou sobre a mensagem deixada por Naiara Azevedo em sua saída. Ao se despedir, a cantora afirmou que iria deixar o telefone dela para que ele a procurasse após o programa. Vale lembrar que a sertaneja foi quem indicou Luciano ao paredão. "Eu estou aberto pra ela e sempre vou estar. Me chamando pra tomar um café já é uma grande ajuda. Me tendo como amigo, já é uma grandíssíssima ajuda", afirmou. Ele ainda comentou que não pretende levar os comentários negativos de outros participantes para fora da casa. "Cada um tem um ponto especial, detalhe que chamou atenção. Já vi pessoas que falarem mal de mim, mas quem nunca falou mal de pessoa que convive? Vou relevar tudo, porque jogo é jogo, vida real é vida real." Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

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Produtor de 'Minions' diz que Anitta integra elenco de nova animação 'Hitpig': 'Todo mundo vai amar a personagem dela'

G1 Pop & Arte Produtor Dave Rosenbaum está de férias no Brasil e falou sobre o novo filme. O g1 procurou a assessoria de Anitta, mas não teve resposta. Anitta deve integrar elenco de 'Hitpig', nova animação do produtor de 'Minions' Reprodução O produtor de cinema americano Dave Rosenbaum - responsável por sucessos como “Madagascar” e “Minions” - afirmou que a cantora a compositora brasileira Anitta faz parte do elenco da sua animação, "Hitpig". Segundo ele, ela vai dar voz à personagem Letícia dos Anjos, uma ativista dos direitos dos animais, no filme que está previsto para sair ainda em 2022. O g1 procurou a assessoria de Anitta, que ainda não se manifestou. O produtor, roteirista e diretor de cinema é casado com um chef paraibano e está de férias em João Pessoa. Ele conversou com exclusividade com a TV Cabo Branco e com o g1 e revelou detalhes sobre o filme e sobre a participação de Anitta no longa. “Nós estamos animados em ter Anitta no projeto. Ela própria é uma ativista dos direitos dos animais e defensora da Amazônia, que tem milhões de fãs ao redor do mundo e que a adoram. Ela é uma atriz extremamente talentosa e nós estamos amando trabalhar com ela”, disse Rosenbaum. Produtor Dave Rosenbaum diz que Anitta faz parte do elenco da animação 'Hitpig' Porco caçador de recompensas “Hitpig” conta a história de um porco caçador de recompensas, que dá nome ao longa, e que aceita um próximo trabalho: capturar Pickles, uma elefante que escapou das garras de um trilionário maligno. Apesar de Hitpig começar indo em busca de capturar o paquiderme fugitivo, eventualmente os dois acabam embarcando em uma aventura inesperada ao redor do mundo. Esboços da arte de "Hitpig" Cinesite/Divulgação O longa é baseado no livro infantil “Pete & Pickles” (2008), do premiado autor e ilustrador Berkley Breathed, ganhador de um Pulitzer em 1987. “Essencialmente, é um filme sobre direitos dos animais, porque o porco, como um animal, precisa aprender que não se deve capturar e prender os outros animais, e sim ajudá-los a serem livres”, conta o produtor da animação. Arte conceitual de "Hitpig" Cinesite/Divulgação Na trama, Anitta deve interpretar Letícia dos Anjos, uma humana que é a favor da libertação dos animais, ajudando a soltar os bichos encarcerados em todo o mundo. Além de Anitta, estão confirmados no elenco do filme Peter Dinklage (Tyrion, de Game of Thrones), que vai interpretar Hitpig; Lilly Singh, que vai fazer Pickles; RuPaul; Hannah Gadsby; Charlie Adler; e Rainn Wilson (Dwight, de The Office). Nome de Anitta consta no site do estúdio ao lado de atores e atrizes como Peter Dinklage, Lilly Singh, RuPaul, Hannah Gadsby, Charlie Adler e Rainn Wilson Aniventure/Reprodução Gravações com Anitta Segundo Dave Rosenbaum, as gravações com Anitta estão quase completas, faltando apenas uma sessão para concluir. “Nós gravamos com ela no Brasil e também em outros países em que ela está fazendo turnê. Porque nós precisamos gravar várias vezes com os autores e durante estas sessões conversamos bastante sobre a personagem dela”, conta. A voz de Anitta, após captada, é enviada para a equipe responsável pela animação, na Inglaterra, no Canadá e na Alemanha. “Os animadores estão se divertindo muito em trabalhar com a personagem, porque Anitta entrega nuances tão boas e tem uma performance tão incrível que acredito que o público brasileiro e de todo o mundo vai amar a personagem dela”, completa o produtor. Anitta no Grammy Latino 2021 Arturo Holmes/Getty Images via AFP Cinema de animação pós-pandemia Dave, que assina a produção e roteiro de “Hitpig”, é diretor de criação em uma produtora de cinema responsável por efeitos visuais de vários filmes e séries de sucesso nos últimos 30 anos, como as franquias “James Bond” e “Harry Potter”, alguns longas da Marvel e também “Game of Thrones”. Antes desta função, ele atuou como vice-presidente de talentos em uma produtora, sendo responsável por encontrar artistas e roteiros que deram origem a animações de sucesso como “Meu Malvado Favorito”, “Madagascar”, “Kung Fu Panda”, “Minions”, “A Vida Secreta dos Pets” e, mais recentemente, “Riverdance - Uma Aventura Dançante”, que estreou na Netflix no último dia 14. Cineasta americano Dave Rosenbaum está de férias em João Pessoa Rosenbaum também falou sobre o cenário do cinema de animação pós-pandemia de Covid-19. “Há uma diferença sísmica na indústria pós-Covid. Você não pode mais contar com 100% de participação de público em cinemas de todas as cidades do mundo. A maioria das salas só permite 50%. Então é 50% da receita possível que você costumava obter”, conta. Para ele, um dos reflexos da pandemia foi a migração de parte do público para serviços de streaming. “Quando as pessoas passam a ver os filmes exclusivamente em streaming, [os realizadores] precisam trabalhar seus orçamentos em torno deste público de streaming”, completa o cineasta. Vídeos mais assistidos da Paraíba Veja Mais

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No 'BBB22', Linn da Quebrada explica tatuagem 'Ela' e diz: 'Quero ser tratada nos pronomes femininos'

G1 Pop & Arte Depoimento foi dado após pergunta de Tadeu Schmidt. Entrada da cantora no jogo gerou diversos debates sobre gênero com participantes. Especialista faz alerta sobre importância da educação para diversidade. Linn da Quebrada no "BBB22" Reprodução/Instagram Durante a exibição do "BBB22" ao vivo na noite deste domingo (23), Linn da Quebrada respondeu ao questionamento do apresentador Tadeu Schmidt e explicou a origem de sua tatuagem "Ela" acima da sobrancelha. A cantora ainda afirmou para os confinados que quer ser tratada com pronomes femininos. A chegada de Linn da Quebrada no "BBB22" trouxe debates sobre gênero logo em seu primeiro dia de reality. A cantora ingressou na casa na quinta-feira (20) com Arthur Aguiar e Jade Picon. Eles ficaram isolados por terem testado positivo para Covid-19. Em sua apresentação no jogo, Linn se emocionou e afirmou: "Não sou homem, nem sou mulher, sou travesti." Ao longo de seus primeiros dias no reality, Linn teve conversas sobre gênero com Eslovênia, Naiara Azevedo e Rodrigo. (leia mais logo abaixo). Tadeu começou a conversa perguntando aos participantes sobre o estado civil, enfatizando os pronomes "elas" e "eles" no questionamento: "Primeiro uma pergunta para elas: quem aí está solteira? Agora uma pergunta para eles. Quem aí está solteiro?". "Linna, você tem o pronome 'ela' tatuado acima da sobrancelha. Queria que você explicasse porque você fez essa tatuagem e também que você dissesse, mais uma vez, reforçando, como as pessoas devem se dirigir a você, devem tratar você", seguiu Tadeu. "Eu fiz essa tatuagem, na verdade, por causa da minha mãe. Porque no começo da minha transição, a minha mãe ainda errava e me tratava no pronome masculino. E eu falei: 'mãe, vou tatuar 'ela' aqui na minha testa que é pra ver se a senhora não erra", iniciou Linn. "E acho que também assim é uma indicação pra todas as outras pessoas. Então ficou na dúvida? Lê, e daí vocês lembram que eu quero ser tratada nos pronomes femininos." Veja o resumo do que aconteceu no BBB22: Linn corrigiu Eslovênia sobre qual gênero preferia ser chamada. A modelo e estudante de marketing repercutiu com outros participantes da casa que estava se sentindo mal após ter chamado a cantora de "ele". Linn tem o pronome "ela" tatuado na testa. "Eu me referi a ela de ele. E foi tão natural. Ela me corrigiu na hora. Ai depois, falei: 'desculpa'. Ela é muito bem resolvida, falou: 'acontece'". A equipe da participante usou as redes sociais para falar sobre o ocorrido (leia no final deste texto). Falando com Naiara, Linn disse: "Eu quero que me vejam como travesti, não quero que me vejam só como mulher.... É importante. Tudo é importante. Faz dez anos que não se apresenta um corpo trans aqui nesse reality. E quando se apresentou, saiu na primeira semana", afirmou Linn, relembrando da participação de Ariadna no "BBB11". O comentário foi feito após Naiara dizer que Linn "não chegou aqui como mulher, nem como homem, chegou como gente". Já na hora de dormir, Rodrigo perdeu o sono depois de usar o termo "traveco" para se referir a travesti. Rodrigo logo foi repreendido pelos colegas e pediu desculpas. No dia seguinte, o participante procurou Linn pedindo para que ela o ajude no aprendizado e a cantora explicou que o primeiro termo é usado de forma pejorativa. Em um dos torpedos secretos enviados pelos próprios participantes, surgiu um que perguntava: "Linn, você está solteiro? Tem alguém perguntando aqui". Durante a primeira festa da casa, Eslovênia chamou Linn de "amigo", e a cantora alertou: "Amiga, não dá mais pra ficar errando". Linn da Quebrada tem a tatuagem "Ela" na lateral da testa Reprodução/Instagram "Acredito que fica muito claro de que nós temos muito a aprender, muito a percorrer. E que todas as pessoas da sociedade têm um papel fundamental nessa jornada, nessa mudança, para posturas que acolham mais, que respeitem mais, que celebrem mais as diferenças com dignidade e pertencimento", afirma Guilherme Gobato, especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão, e Sócio-Fundador da Diálogos Entre Nós Diversidade e Inclusão em conversa com o g1. "A exemplo da Eslovênia, talvez ela nunca teria esse aprendizado caso não tivesse ali no 'BBB' convivendo com uma travesti, convivendo com a Linn da Quebrada. O que prova que a convivência com as diversidades é muito positiva para alcançarmos uma sociedade melhor, mais madura, mais respeitosa, mais acolhedora." Ele explica que, "o artigo e o pronome de gênero para pessoas que se identificam como travestis é sempre a/ela/dela". "Enquanto travestis, estamos falando sobre um conceito que é de identidade de gênero, que é a maneira com a qual as pessoas se enxergam e se identificam em termos de gênero." Elza Soares comemorou Linn da Quebrada no BBB "Se o gênero corresponde ao sexo biológico associado ao nascimento, é uma pessoa cisgênera. Agora se a pessoa não se identifica ao sexo atribuído ao nascimento, que é o caso da Linn, que biologicamente nasceu homem e ela passou a se identificar com o gênero feminino, com uma pessoa travesti, estamos falando de uma pessoa transgênera." Educação para diversidade Linn da Quebrada entra no 'BBB 22' TV Globo/Reprodução Para o especialista, a educação para diversidade é algo primordial para que situações semelhantes a enfrentadas por Linn no jogo sejam cada vez menos frequentes. "É algo revolucionário, que pode impulsionar respeito, acolhimento, crescimento, dignidade a todas as pessoas da sociedade." PERFIL: Linn é cantora, atriz e apresentadora E no processo de educação para a diversidade, Gobato enumera passos importantes para o aprendizado diante de situações semelhantes às que aconteceram no jogo: Temos que reconhecer que erramos. Nesse caso específico, quero ressaltar que estamos falando de viés ou preconceitos inconscientes, que são associações automáticas que nosso cérebro faz em frações de segundos com base em tudo o que nós já vimos, ouvimos, lemos, presenciamos na vida. Pedir desculpas. E que sejamos sinceros e respeitosos com as maneiras pelas quais as pessoas se identificam em termos de gênero. Trago uma situação bem prática: Imagina você ser chamado continuamente pelo pronome de gênero pelo qual não se identifica. Isso é mais do que uma microagressão, é um violência a nossa individualidade. Refletir sobre o que nos levou a errarmos. Se foi por falta de conhecimento, nós devemos perguntar a pessoa como ela mesma gostaria de ser chamada. Tanto em relação aos nomes quanto aos pronomes de acordo com o gênero que ela se identifica. Dessa forma, nós exercemos empatia e humildade e a gente acaba por nos colocar na posição de aprendizado. Trabalhar nossa autodisciplina. Prestarmos continuadamente atenção aos nossos próprios vieses, nossos próprios preconceitos inconscientes e procurarmos sempre reduzir ao máximo a sua ocorrência. Isso é uma postura tremendamente inclusiva, respeitosa, só que requer muito trabalho interno e atenção. Educar as pessoas ao nosso redor sobre seus próprios vieses, sobre formas de diversidades humanas e sobre o tratamento que nós devemos conferir a essas pessoas. Nós podemos e devemos educar sobre essas formas de mitigar, reduzir os preconceitos inconscientes, para que possamos todos, todas e todxs colheremos em conjunto uma sociedade com mais respeito às individualidades. O que dizem equipes de Eslovênia e Rodrigo Eslovênia "Aqui fora, no mundo real, Eslô é uma pessoa que sempre é ouvidos, ela sempre silencia para aprender. Diversas vezes, em conversas com amigos, ela aprendeu algo e não voltou a repetir. Sabemos o quão grave é chamar uma pessoa trans/travestis pelo pronome que ela não se identifica. Sabemos o quão isso pode atingir e machucar várias pessoas e não concordamos com isso. Nunca iremos colocar Eslovênia no papel de vítima diante dessa situação, mas cabe a gente também comunicar que no momento que ela percebeu o erro gigante. Ela arrependeu e se desculpou com a Linn e a participante entendeu e aceitou suas desculpas. Esperamos que todos os dias ela evolua para que atitudes como a de hoje não voltem a acontecer." Initial plugin text Rodrigo "O Rodrigo teve uma fala infeliz e errada nessa madrugada onde ele usa 'traveco'. Viemos por meio deste comunicado, pedir desculpas pela fala do Rodrigo e relembrar que esse termo é ofensivo e jamais deve ser usado para se referir a qualquer pessoa trans ou travesti. Após ter essa fala, Rodrigo foi repreendido pelos colegas, reconheceu o erro, pediu desculpas e disse que hoje iria conversar com a Linn. Esperamos que ele possa aprender com isso e evoluir como ser um humano." Initial plugin text VÍDEO: Big Brothers inusitados Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Morre o estilista francês Thierry Mugler, aos 73 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Conhecido pelos desfiles performáticos, ele fez figurinos para turnê de Beyoncé e vestiu Kim Kardashian Veja Mais

'BBB22': Naiara, Luciano e Natália formam primeiro paredão

G1 Pop & Arte Trio disputa permanência no jogo após primeira semana de reality show. primeiro paredão do 'BBB22' Reprodução/TV Globo Naiara, Luciano e Natália formam o primeiro paredão do "BBB22". Clique aqui para votar Naiara foi parar na berlinda por uma indicação direta do líder da semana, Douglas Silva, enquanto Luciano foi ao paredão no contragolpe de Naiara. Já Natália foi uma das mais votadas da casa. Além de Natália, Jade Picon e Pedro Scooby também foram os mais votados, cada um com 7 votos. O líder Douglas Silva livrou Scooby da prova bate e volta, que foi vencida por Jade. O primeiro eliminado será conhecido no programa de terça-feira (25). Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Internada com Covid, Elizangela tem 'melhora significativa', diz assessoria

G1 Pop & Arte Segundo a Prefeitura de Guapimirim, dosagem do oxigênio para auxiliar na respiração vem sendo reduzida. Ao dar entrada no hospital, atriz disse que não tomou vacina contra a Covid. Atriz Elizângela, de 67 anos, está internada com Covid, em estado grave, em Guapimirim, na Baixada Fluminense Reprodução/TV Globo A assessoria de imprensa da Prefeitura de Guapimirim informou neste sábado que a atriz Elizangela, internada no Centro de Tratamento para Covid do Hospital Municipal José Rabello de Mello, teve uma "melhora significativa no quadro". De acordo com a assessoria, Elizangela, de 67 anos, está interagindo com a equipe do hospital e a saturação só tem baixado em situações de esforço. A atriz ainda está internada na sala vermelha, mas a dosagem do oxigênio necessária para auxiliar na respiração vem sendo cada vez menor. Elizangela foi internada na quinta-feira (20), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da Covid. Segundo a prefeitura, no ato de sua internação, Elizangela informou que não tomou nenhuma dose da vacina que ajuda imunizar contra o vírus da doença. Elizangela é internada com sequelas da Covid; atriz não tomou vacina Elizangela, que positivou para Covid no dia 12 de janeiro, não tem mais o vírus ativo em seu organismo, mas sofre com a questão respiratória. Segundo seu empresário, nem ele, nem a filha de Elizangela, a bailarina Marcelle Sampaio, sabem se a atriz tomou as vacinas que imunizam contra a Covid. “Ela é uma pessoa muito alegre, alto astral, não gosta de falar sobre doença. Daí, não sabemos ou não. Nunca tivemos esse tipo de conversa”, diz. Elizangela: quadro é melhor Divulgação LEIA TAMBÉM: ÔMICRON: por que a variante é tão contagiosa e mais 6 perguntas 'VIVA O SUS': vídeo mostra a emoção de crianças vacinadas no Brasil MUNDO: o que revela a morte de cantora que pegou Covid de propósito A Prefeitura de Guapimirim disse que a atriz já tinha ido ao hospital uma semana antes de ser internada, após se sentir mal. Na ocasião, ela foi atendida, medicada e teve alta. Na quinta-feira, Elizangela retornou à unidade em estado mais grave. Ela foi encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la. Elizangela estreou na TV como criança, no programa "Clube do Guri", na extinta TV Tupi, em 1965. Logo depois passou ao programa infantil "Clube do Capitão Furacão", na TV Globo. Ela já participou de mais de 30 novelas. A última foi "A dona do pedaço", em 2019. VEJA VÍDEOS: Como funciona o autoteste de Covid: Entenda como funciona o autoteste para detectar Covid Crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação: Primeiras crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação Veja Mais

Rachel Sheherazade ganha processo trabalhista contra o SBT

O Tempo - Diversão - Magazine A jornalista pleiteava cerca de R$ 20 milhões; Justiça arbitrou, em um primeiro momento, valor em torno de R$ 4 milhões Veja Mais

'Duna' e 'Não olhe para cima' são indicados a prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA; veja lista

G1 Pop & Arte Considerada um dos melhores termômetros para o Oscar, premiação acontece no dia 19 de março. No total, dez filmes concorrem a melhor produção do ano. Duna', 'Não olhe para cima' e 'Amor, sublime amor' estão entre os indicados a melhor produção do Sindicato dos Produtores dos EUA Divulgação O Sindicato dos Produtores da América (PGA, na sigla original) anunciou nesta quinta-feira (27) os dez indicados à melhor produção cinematográfica do ano. O evento, que acontece em 19 de março, é considerado um dos grandes indicadores da categoria de melhores filmes do Oscar. Na categoria principal, os indicados são os produtores de "Being the Ricardos", "Belfast", "No ritmo do coração", "Não olhe para cima", "Duna", "King Richard: Criando campeãs", "Licorice Pizza", "Ataque dos cães", "Tick, tick… Boom!" e "Amor, sublime amor". Com grande parte dos membros votantes da Academia, e um sistema de votação parecido, o PGA é um dos melhores termômetros da categoria principal do Oscar. Melhor produção cinematográfica do ano (Prêmio Darryl F. Zanuck): "Being the Ricardos" "Belfast" "No ritmo do coração" "Não olhe para cima" "Duna" "King Richard: Criando campeãs" "Licorice Pizza", "Ataque dos cães" "Tick, tick… Boom!" "Amor, sublime amor" Melhor produção cinematográfica de animação do ano: "Encanto" "Luca" "The Mitchells vs. The Machines" "Raya e o Último Dragão" "Sing 2" Veja Mais

Herdeiros de Picasso negam projeto de criptoarte relacionado ao pintor

O Tempo - Diversão - Magazine O projeto se basearia no lançamento de mais de 1.000 NFTs vinculados à imagem de uma cerâmica pintada à mão pelo artista Veja Mais

PBH abre edital para escolher Organização da Sociedade Civil para realizar o FIT

O Tempo - Diversão - Magazine Propostas devem ser entregues de 3 a 7 de março, enquanto que Festival está programado para acontecer em outubro de 2022 Veja Mais

Morre o cineasta Mário Vaz Filho, atuante na Boca do Lixo, aos 74 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Carreira do diretor foi marcada por filmes adultos de humor, como 'Um pistoleiro chamado Papaco' Veja Mais

Levado pela polícia aos 14, aprovado na OAB aos 23: 'Graças ao teatro mudei minha vida'

G1 Pop & Arte Aos 13, Alex de Jesus saiu algemado da escola por ter levado um revólver na mochila. Depois de passar brevemente pela Fundação Casa, se envolveu com o teatro, que o ajudou a mudar sua cabeça, fazer faculdade e conseguir um emprego. Alex mora até hoje na comunidade onde cresceu, na zona norte de São Paulo Arquivo Pessoal via BBC Janeiro é um dos meses em que milhares de formados em direito que passaram na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) comemoram a aprovação, exigência para exercer a profissão de advogado e conhecida pela dificuldade. Descobrir o resultado foi um dos momentos mais felizes da vida do jovem Alex de Jesus, 23, que comemorou sua aprovação na OAB na laje de casa, com vista para a comunidade Filhos da Terra, na zona norte de São Paulo, onde mora desde que nasceu. Alex pulou e chorou de alegria ao lado do irmão e da mãe, que é empregada doméstica. Seu pai, que é pedreiro, também se emocionou com a notícia. O sucesso teve um sabor especial para o jovem não apenas por ser morador da comunidade ou por seus pais não terem educação formal - sua mãe, que aprendeu a ler depois de adulta, sempre disse que teria um filho que seria "doutor" - mas também porque Alex teve uma passagem da Fundação Casa, quando tinha 13 anos, por porte de arma de fogo. "Passar na OAB significa muito para mim não só porque foi um grande orgulho para a família, mas pensando nesse passado, nos envolvimentos errados, em como eu poderia ter acabado indo por um outro caminho. Mostra que é possível a gente voltar pro caminho certo na vida", diz ele à BBC News Brasil, antes de mostrar uma reportagem de 2013: Não há estatísticas oficiais sobre qual porcentagem de jovens com passagem pela Fundação Casa, cujo objetivo é ressocializar menores infratores, fizeram faculdade ou conseguiram se colocar com sucesso no mercado de trabalho. Mas a entidade está criando um programa para fazer esse acompanhamento. "Às vezes, o jovem só precisa de uma oportunidade, de uma chance, de um exemplo", diz Alex. Em 2020, 56 jovens que ainda estavam na Fundação tiveram nota suficiente no Enem para disputar vagas em instituições de ensino. Já o índice de reincidência em infrações foi de 26% em 2021. O jovem comemorou a aprovação na OAB na laje de casa Arquivo Pessoal via BBC Arma de fogo Quando era criança, Alex e seu irmão aprenderam a se virar sozinhos desde muito novos. "Assim que crescemos um pouquinho a gente já ficava sozinho em casa, porque meus pais tinham que trabalhar, a escola não era integral, eles não tinham ficar com a gente ou como pagar alguém para olhar a gente", diz Alex. Sem supervisão durante a tarde, Alex e o irmão passavam muito tempo na rua, onde, diz Alex, acabaram tendo maus exemplos e má influência. "A gente ficava na rua, e crescendo na comunidade você convive com tudo, desde os velhinhos simpáticos até com o maior bandido que tem ali." Quando era adolescente, conta Alex, a falta de dinheiro da família começou a gerar ainda mais angústias. "A gente via meus pais trabalhando pra danar, mas o dinheiro nunca dava. Quando eu era novo, perdemos quase tudo porque a casa, que era abaixo do nível da rua, inundou durante uma chuva", conta. "Às vezes eu me pegava chorando e comecei a pensar que precisava fazer alguma coisa. Consegui meu primeiro emprego de cobrador de lotação aos 13 anos." "Mas eu ganhava muito pouco. Aí infelizmente veio uma ideia errada... dá para seguir outro caminho, mas eu entrei numa esteira que levava pro caminho errado. A gente via os caras vendendo droga e ganhando em um dia o que minha mãe ganhava no mês", diz ele, que começou a vender também maconha e cocaína. "O problema é que a gente começou a usar também, fumar maconha e, mais tarde, a cheirar", conta Alex, hoje ciente dos danos de saúde física e mental resultantes do uso de drogas na adolescência. Os adolescentes também começaram a temer pela própria segurança, diz ele e, acabaram furtando um revólver - que nunca chegaram a usar, mas carregavam sempre na mochila. "A violência era muito ruim na época, estava uma bagunça. Aí pegamos o revólver para proteção pessoal." "Não era para roubar, eu não tinha coragem de fazer isso, eu sempre falava para o meu irmão: droga a gente não tá tirando de ninguém, a gente só vende para quem quer comprar. Mas roubar, não, vou tirar de outra pessoa que também trabalha, que também tá lutando pra viver", diz ele. "Mesmo assim era um pensamento errado de querer vender droga, hoje eu sei. Mas infelizmente a gente acabou se envolvendo com essas coisas, acabou tendo essas ideias, éramos jovens, com a cabeça fraca." Os irmãos revezavam o porte da arma, cada hora na mochila de um, mesmo quando iam para escola. "Foi muito pouco tempo depois, uma menina da escola viu o revólver e denunciou para a escola, que chamou a polícia", conta Alex, que foi levado para um DP e depois para a Fundação Casa ao lado do irmão. "Encheu de polícia na escola, eles me colocaram em algemas, eu saí da escola algemado, com todo mundo olhando. Fiquei morrendo de vergonha, fiquei mal pela minha mãe, que falava que não sabia o que tinha feito de errado pra gente fazer isso, porque não foi assim que ela educou", conta Alex. "No DP a gente conheceu um menino que era filho de um irmão (membro do PCC) e já tinha passado por várias unidades. A gente não sabia de nada sobre ser internado, né, ele explicou. Ele falou que algumas são comandadas pela facção, outras não. Explicou que tem algumas melhores, outras que são bem ruins", conta Alex. Sua passagem pela Fundação Casa foi breve, mas o marcou profundamente. Como os dois eram primários, frequentavam a escola, tinham responsáveis, e porte de arma é um ato infracional não violento, o juiz aplicou como medida socioeducativa prestação de serviços à comunidade (PSC) em vez de internação. "Me marcou muito porque tem um estigma. A PSC era fazer faxina em um lugar que era em frente à escola onde tudo aconteceu - da qual eu fui expulso. Imagina todo mundo olhando para mim, me vendo ali? Eu estava morrendo de vergonha, arrependido, e aí o juiz me enviou para outro lugar", diz ele. Ter conseguido se formar é um grande orgulho para Alex Arquivo Pessoal via BBC O poder da arte Foi essa pequena mudança autorizada pelo juiz que acabou mudando a vida de Alex para melhor. O novo local para o qual ele foi designado para fazer limpeza e outros serviços era uma Fábrica de Cultura, um equipamento do governo do Estado que oferece cursos e atividades culturais. "Ali era demais, tinha um monte de cursos, várias atividades que eu podia fazer. E antes eu nem conhecia. Então eu fazia o serviço e depois de terminar continuava por lá o dia inteiro", diz o jovem. Uma das oficinas das quais participou era a atuação em uma peça - que Alex amou. A oficina era oferecida pelos Satyros, grupo de teatro que atua há mais de 30 anos em São Paulo. Foi lá que Alex ficou sabendo do programa Satyros Teen - um curso com a companhia de teatro que oferecia uma bolsa auxílio de 600 reais. "No princípio eu estava na dúvida de me inscrever, porque era no centro, muito longe da minha casa, 4 horas para ir e para voltar. Mas quando soube da bolsa, eu fui. 600 reais era muito dinheiro, ia fazer muita diferença na minha casa, ajudar meus pais a pagar o aluguel. E eu ia poder ajudar sem fazer algo errado, fazendo inclusive uma coisa que eu tinha adorado". Alex conta que a oportunidade virou um ciclo virtuoso em sua vida. Na cia. de teatro, o jovem conheceu e fez amizade com os fundadores, Ivam Cabral e Rodolfo Garcia Vazquez. "Eles me ensinaram muita coisa, me ajudaram a lidar com os sentimentos. Eu tinha muita raiva dentro de mim, das injustiças, das dificuldades que meus pais passavam, tinha ressentimento que as pessoas tinham dinheiro e minha família não, apesar do quanto meus pais trabalhavam", conta. "Até que Luiza, que eu chamo de minha madrinha, me perguntou: por que você não usa isso para a arte?", conta Alex. "Então eu criei um personagem para uma peça, e aprendi a canalizar todos aqueles sentimentos para uma coisa boa." No programa de ensino de teatro para adolescentes da companhia., uma das atividades era apresentar a peça - criada com as histórias dos jovens - em escolas e outras instituições. No final, havia uma conversa onde os jovens conversavam com a plateia. "Sempre perguntavam se eu queria seguir carreira no teatro, mas no Brasil viver da arte é muito difícil, né? Então eu sempre comentava isso e dizia que agora meu plano era fazer uma faculdade, conseguir um emprego", conta. Alex então prestou direito no Enem. "Eu pensei, vou me formar e realizar o sonho da minha mãe, que sempre dizia que queria que seu filho fosse doutor." Mas o jovem não passou em nenhuma universidade pública. "Depois de ser expulso da escola, que já não era muito boa, eu fui para uma escola pior ainda, único lugar onde consegui vaga, que era uma escola para quem tinha repetido, sido expulso. Os professores nem ficavam na sala", conta Alex. O jovem não desistiu e começou a fazer direito na Unip, cuja mensalidade custava toda sua bolsa. Ele continuou trabalhando com a cia. de teatro, e, nas conversas com a plateia, começou a falar das dificuldades que sofria para conseguir estágio. Ao final de uma dessas conversas, um homem deixou um cartão com Alex. "Ele estava muito bem vestido, estava de roupa social, e me perguntou: 'você está falando sério que quer um estágio? Se estiver falando sério me liga amanhã nesse número'", conta o jovem. "Eu nem sabia o que falar na ligação, mas liguei. E ele me conseguiu uma entrevista em um escritório de advocacia", conta. Alex foi sincero - não falava inglês, não sabia mexer no computador direito porque nunca tinha tido um, não sabia usar e-mail, Word ou Excel. Mas contou sua história, suas dificuldades, sua passagem pela Fundação Casa. Contou como se esforçava na faculdade, que parecia ser muito mais difícil para ele do que para os outros por causa do seu ensino médio fraco. E conseguiu a vaga. "Eu era o único estagiário que não era da USP, do Mackenzie, da PUC. Lá eles me ensinaram tudo, tudo. De mexer no computador à prática do direito. Sou grato demais pela oportunidade que me deram", conta. "Eu tive que correr atrás de muita coisa, porque, por mais que eu estudasse, todo mundo tinha muita bagagem que eu não tinha, sabe? De cultura mesmo, de viajar, de conhecer as pessoas, falar várias línguas. Coisas muito básicas eram diferentes - como o almoço. Eu tentava ir almoçar com o pessoal, mas não dava para ir sempre. Os outros estagiários, que não ajudavam a família, que já tinham dinheiro, iam almoçar nos restaurantes da Vila Olímpia. Eu levava marmita", conta. "No começo eu me sentia um peixe fora d'água mesmo, mas todo mundo me recebeu muito bem, meu chefe fazia questão de me incluir" Quando se formou, Alex não passou direto na prova da OAB. "Não passei na primeira fase, que exigia conhecimento em todas as áreas. Fiquei arrasado, muito mal, e não podia pagar cursinho", conta. "Achei que todas minhas esperanças iam morrer." Foi então que os sócios do escritório deram um presente - R$ 800 para Alex pagar o cursinho para prestar OAB de novo. E dessa vez ele passou - e agora é oficialmente advogado. "Não tenho nem como colocar em palavras a importância que o teatro tem na minha vida, e a importância da chance que me deram no escritório", conta Alex, que apesar de todo o esforço que fez para mudar o rumo da sua vida, diz que não gosta quando atribuem seu sucesso à "meritocracia". "Eu me esforço muito mesmo, mas eu consegui porque tive uma oportunidade, me deram uma chance! Não existe meritocracia quando não existem oportunidades iguais, quando tantos jovens não têm oportunidade nenhuma", diz ele. Alex ainda mora na mesma comunidade onde cresceu e ainda demora quase duas horas para voltar para casa, na zona norte, do trabalho, na av. Brigadeiro Faria Lima. Às vezes, depois de descer do ônibus e começar a subir o morro em direção à sua casa - ainda vestido com as roupas sociais que usa no trabalho - ele reencontra no caminho antigos colegas "do corre", como diz, seus amigos da infância e da adolescência, alguns dos quais também chegaram a cometer atos infracionais. "Olha lá o doutor!", "Tá chique, hein?" eles cumprimentam. "Outro dia um dos caras me parou e perguntou 'como que é esse negócio aí de fazer faculdade' e contei que é muito da hora, que minha vida mudou, que também dá para ele fazer e tal", diz Alex, com clara alegria na voz. "Fiquei muito feliz. Às vezes as pessoas nem acham que têm essa possibilidade na vida, sabe? Falta oportunidade, informação, exemplos. E é muito bom sentir que eu estou sendo um exemplo positivo." Veja Mais

Raul Sampaio, compositor de 'Meu Pequeno Cachoeiro', hit de Roberto Carlos, morre aos 93 anos

G1 Pop & Arte Música mais conhecida do compositor fala da cidade natal dele e de Roberto, Cachoeiro de Itapemirim. Compositor Raul Sampaio morreu, na noite desta quarta-feira (26), aos 93 anos Reprodução/TV Gazeta O compositor Raul Sampaio morreu, aos 93 anos, na noite desta quarta-feira (26). A causa da morte não foi divulgada. Raul é autor da música "Meu Pequeno Cachoeiro", eternizada na voz de Roberto Carlos e que fala sobre a cidade natal de ambos, Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. Além de "Meu Pequeno Cacheiro", o compositor escreveu mais de 200 músicas, gravadas por vários artistas. "A Carta" foi sucesso na voz de Erasmo Carlos. Nos últimos anos, Raul vivia em Marataízes, também no Sul do ES. Exposição homenageou cantor e compositor Raul Sampaio em 2018 O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), lamentou a morte do artista em uma rede social. "Hoje a saudade veio visitar nossos corações. Raul Sampaio, cachoeirense, que tanto enriqueceu a cultura capixaba com suas composições, melodias e poesias, nos deixou. Seus versos e sua memória ficarão eternizados em nossa história. Meu abraço aos seus familiares e amigos", escreveu Casagrande. O prefeito de Cachoeiro, Victor Coelho (PSB), também homenageou o compositor e disse que vai decretar luto de três dias na cidade. "Notícia triste: Raul Sampaio, autor de 'Meu Pequeno Cachoeiro', que virou nosso hino, nos deixou essa noite. Tive a alegria de homenageá-lo nos seus 90 anos. Por sua história e amor por Cachoeiro, vamos decretar luto de 3 dias. Viva, Raul! E que Deus console familiares e amigos", postou. Raul Sampaio completou 93 anos em 2021 VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

Maurício de Souza lança, junto com o filho, Mauro, 'Sou um Rio'

O Tempo - Diversão - Magazine Voltado ao público infantil, a obra mostra a transformação de um fio d'água em rio, que corre livre até ser afetado pela ação humana Veja Mais

Inhotim estreia podcast que une arte, botânica e ciência

O Tempo - Diversão - Magazine Com participação de Adriana Varejão e Marcelo Gleiser, entre outros, iniciativa conta com a apresentação da atriz Barbara Colen Veja Mais

Luciano recebe conselho de Rafa Kalimann após eliminação do 'BBB22': 'Fama é consequência demorada e árdua'

G1 Pop & Arte Ator e bailarino foi o primeiro eliminado no programa. Ele disputou o paredão desta terça com Naiara Azevedo e Natália. Luciano recebe conselho de Rafa Kalimann após eliminação do 'BBB22': 'Fama é consequência' Reprodução/Globoplay Luciano foi o primeiro eliminado do "BBB22" nesta terça (25), após receber 49,31% dos votos em um paredão triplo. O brother disputou a permanência na casa com Natália (34,89%) e Naiara Azevedo (15,8%). Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Em várias conversas na casa, Luciano disse que queria ser muito famoso, e suas falas geraram críticas dentro e fora do "BBB". Na conversa com o eliminado, Rafa Kalimann pediu licença para dar um conselho a ele. Ela disse que almejar a fama não é errado, mas que isso é uma consequência de muito trabalho. "É só uma consequência demorada e às vezes até árdua demais. Você vai ouvir coisas que não vai gostar de ouvir. Se submeter a cosias que tem que fazer pelo seu trabalho, mas é uma consequência linda de um trabalho muito bem feito. Demora, é difícil pra caramba, mas é genuíno que você deseje ser famoso." "Tem uma explosão de pessoas te acompanhando e te seguindo. O que você vai fazer com isso agora, Luciano, é o que vai fazer com que a sua estrela brilhe. Com que você realize seus sonhos", continuou a apresentadora. "Use disso a seu favor, use essa potência e essa força de querer. 'Quero ser famoso?' É digno, não tem problema. Pode querer ser famoso, sim." "Então não se sinta mal por sonhar com isso. Está tudo bem, várias pessoas sonham com isso. Só que use disso a seu favor para você construir isso." Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Thais Fersoza diz que batalhou para se tornar apresentadora do 'The Voice +'

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz vai apresentador os bastidores do programa, função que na edição anterior ficou com Thalita Rebouças Veja Mais

Luciano é o primeiro eliminado no 'BBB22' com 49,3% dos votos

G1 Pop & Arte Luciano, Naiara Azevedo e Natália disputaram primeiro paredão do programa. primeiro paredão do 'BBB22' Reprodução/TV Globo Luciano é o primeiro eliminado no "BBB22", com 49,31% dos votos. O paredão desta terça-feira (25) do "BBB22" foi disputado entre Luciano, Naiara Azevedo (15,8%) e Natália (34,89%). Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Naiara foi parar na berlinda por uma indicação direta do líder da semana, Douglas Silva, enquanto Luciano foi ao paredão no contragolpe de Naiara. Já Natália foi uma das mais votadas da casa. Além de Natália, Jade Picon e Pedro Scooby também foram os mais votados, cada um com 7 votos. O líder Douglas Silva livrou Scooby da prova bate e volta, que foi vencida por Jade. Antes do 'BBB22', Semana Pop relembra 5 momentos chocantes de 'Big Brothers' pelo mundo Veja Mais

Elton John testa positivo para covid e adia shows de turnê nos EUA

G1 Pop & Arte Músico de 74 anos diz que está bem: 'felizmente, estou completamente vacinado e com dose de reforço, e meus sintomas são leves'. Elton John volta aos palcos após quase dois anos em Nova Orleans, nos Estados Unidos Reuters/Jonathan Bachman O astro britânico do pop Elton John adiou nesta terça-feira (25) duas apresentações nos Estados Unidos, que fazem parte de uma longa turnê de despedida, depois de testar positivo para a covid-19. "É sempre uma grande decepção adiar os shows e sinto muito por qualquer pessoa afetada por isso, mas quero manter a mim e minha equipe em segurança", disse o músico de 74 anos em um comunicado nas redes sociais, em referência ao adiamento de duas apresentações em Dallas, no estado do Texas. "Felizmente, estou completamente vacinado e com dose de reforço, e meus sintomas são leves", disse o músico. Os shows, que são parte da turnê "Farewell Yellow Brick Road", estavam programados para os dias 25 e 26 de janeiro. Tanto Elton John como o American Airlines Center de Dallas, local onde aconteceriam as apresentações, disseram que os eventos serão remarcados e que os fãs devem manter seus ingressos. John garantiu que espera estar saudável o suficiente para seu próximo show, no dia 29 de janeiro, em Little Rock, no estado do Arkansas. A turnê, que está sendo considerada como a última do artista, tem se deparado com cancelamentos e adiamentos por causa da pandemia de coronavírus, assim como vem acontecendo com muitos outros eventos artísticos. A lenda do pop também se submeteu recentemente a uma operação no quadril que o obrigou a remarcar várias apresentações. Veja Mais

Samba Barretos confirma mais três atrações no festival que acontece em abril

G1 Pop & Arte Evento acontece de 21 a 23 de abril, no Parque do Peão, em Barretos, e recebe Zeca Pagodinho e Menos é Mais. Ingressos podem ser comprados pela internet. L7NNON, Matuê e Orochi são confirmados no Samba Barretos Divulgação A organização do Samba Barretos anunciou nesta terça-feira (25) mais três atrações no festival que acontece em abril. O line-up passa a contar com Matuê, L7NNON e Orochi, representantes da trap music. De acordo com a organização, cada artista fecha um dia de programação, uma espécie de after com mistura de ritmos. Ainda de acordo com a organização, os três artistas escolhidos bateram recordes de ouvintes nas principais plataformas de streaming do país e, segundo dados levantados pelo Spotify, entre 2016 e 2019, o consumo do gênero musical cresceu 61% ao ano. O festival ainda reúne famosos do samba e do pagode, como Zeca Pagodinho, Dilsinho e Menos é Mais. Programação 21 de abril: Dilsinho, Mumuzinho, os grupos Menos é Mais e Vou Zuar e L7NNON; 22 de abril: Sorriso Maroto, Ferrugem, Karinah, Di Propósito, Envolvência, Akatu e Orochi; 23 de abril: Zeca Pagodinho, Belo, Turma do Pagode, Pixote, Presença e Matuê. Pixote Divulgação Ingressos O público pode comprar as entradas pelo site Total Acesso. São três opções de ingressos, com preços que variam de R$ 35 a diária a R$ 410 o pacote para os três dias. Confira: Stage: área com bares e banheiros. Os ingressos diários custam R$ 35 (meia-entrada) e R$ 70 (inteira). O pacote para os três dias pode ser comprado por R$ 80 (meia) e R$ 160 (inteira). Front Stage: área em frente ao palco, com bares e banheiros exclusivos. Os ingressos diários custam R$ 90 e o pacote para todos os dias é vendido a R$ 200. Camarote Open Premium: setor com maior visibilidade do palco, acesso ao Front Stage, banheiros exclusivos e open bar de cerveja, vodka, whisky, gin, água e refrigerante. Os ingressos são vendidos por R$ 180 (diária) e R$ 410 (pacote para os três dias). O grupo de pagode Menos é Mais Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Saiba tudo sobre a região Veja Mais

O Assunto #629: A vez dos games nos grandes negócios

G1 Pop & Arte O recente movimento feito pela Microsoft chama a atenção primeiro pela cifra: quase US$ 69 bilhões (aproximadamente R$ 380 bilhões) para adquirir a Activision Blizzard. Vicente Martin Mastrocola detalha as implicações dessa compra, que levará a Microsoft ao terceiro lugar no ranking do setor, atrás apenas da chinesa Tencent e da japonesa Sony. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. O recente movimento feito pela Microsoft chama a atenção primeiro pela cifra: quase US$ 69 bilhões (aproximadamente R$ 380 bilhões) para adquirir a Activision Blizzard. Ela é responsável por franquias consolidadas no mundo dos jogos interativos (como Call of Duty, Candy Crush e WarCraft), mas a importância do acerto vai muito além: mostra o quão central, para as empresas de tecnologia, tornou-se um mercado que movimentou quase US$ 200 bilhões em 2021. Com quase 3 bilhões de usuários (mais de um terço da população do planeta), os games já superam em valor ramos tradicionais da indústria do entretenimento, como o cinematográfico. Neste episódio, Vicente Martin Mastrocola, professor de Sistemas de Informação da ESPM, detalha as implicações dessa compra, que levará a Microsoft ao terceiro lugar no ranking do setor, atrás apenas da chinesa Tencent e da japonesa Sony. "A Microsoft, proprietária do Windows e do Xbox, vai investir pesado na integração desses jogos dentro de sua plataforma", diz. “O objetivo é conectar várias telas, como computador, consoles, tablets e smartphones, em um ecossistema só.” Na conversa com Renata Lo Prete, ele discute também o papel dos games na aposta da indústria no metaverso (integração de universos virtuais com o físico por meio de tecnologia imersiva). O que você precisa saber: Microsoft vai comprar Activision Blizzard por US$ 68,7 bilhões, maior aquisição do mercado de games Activision Blizzard e Microsoft: após compra recorde, conheça maiores aquisições da indústria de games Funcionários da Activision Blizzard fazem greve e protestam contra empresa após processo por assédio sexual Metaverso: o que é a economia do mundo paralelo e como ela pode ser explorada nos próximos anos O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Gabriel de Campos, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Eto Osclighter. Neste episódio colaborou também: Gustavo Honório. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo Veja Mais

Morre Don Wilson, guitarrista fundador da banda The Ventures, aos 88

O Tempo - Diversão - Magazine O grupo musical é autor de sucessos como "Walk, Don't Run" e a música tema da série "Hawaii Five-O" Veja Mais

Bob Dylan vendeu à Sony seu catálogo de gravações

O Tempo - Diversão - Magazine Ele já havia vendido o direito de suas composições musicais - o que é diferentes do direito de gravação, que rege a reprodução e a distribuição - à Universal Veja Mais

Netflix, ao lançar seu primeiro filme em árabe, pode quebrar tabus da região

O Tempo - Diversão - Magazine Chegada da plataforma ainda pode permitir que cineastas locais se dediquem ao audiovisual sem recorrer a bicos Veja Mais

Original, 'Spencer' tem atuação incrível de Kristen Stewart na pele da Princesa Diana; g1 já viu

G1 Pop & Arte Atriz de 'Crepúsculo' comprova talento que rendeu indicações a prêmios. Filme que conta episódio na vida da princesa Diana de forma não convencional é dirigido por Pablo Larraín, de 'Jackie'. Quando você vai ver uma produção sobre algum episódio da Família Real britânica, alguns elementos não podem faltar: Cenários luxuosos em belíssimas locações; Intrigas envolvendo integrantes da realeza; Figurinos incríveis; Cenas mostrando toda a pompa e circunstância dos monarcas; Fotografia de tirar o fôlego. "Spencer", que finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (27), tem tudo isso, mas trunfos na manga o diferenciam das cinebiografias tradicionais já feitas sobre a Princesa Diana. Um dos diferenciais é o uso de elementos de suspense e até de terror para contar a história. O outro (e mais importante) é a incrível interpretação de Kristen Stewart como a Princesa de Gales. 'Spencer': veja trailer A trama se passa durante os preparativos da festa de Natal de 1991 para a Família Real britânica, em sua casa de campo de Sandringham, em Norfolk, no Reino Unido. Neste cenário, a Princesa Diana (Stewart) chega ao local insatisfeita com a relação que tem com o Príncipe Charles (Jack Farthing). Está disposta a terminar seu casamento. Ela se sente pressionada em manter as aparências para não criar conflitos nem com o marido, nem com a Realeza, principalmente com a Rainha Elizabeth (Lore Stefanek). Isso e o assédio da imprensa são motivos para ela ficar angustiada e buscar uma saída para o seu sofrimento. Ela entra em conflito com Charles por não concordar com a forma que o marido quer criar os filhos William (Jack Nielen) e Harry (Freddie Spry). Sem contar com apoio da Família Real, a única pessoa com quem a princesa se sente bem é com a camareira Maggie (Sally Hawkins, de "A Forma da Água"), com quem troca confidências enquanto repensa a sua vida. Tensão Real Diana (Kristen Stewart) é arrumada para um jantar com a Família Real em "Spencer" Divulgação "Spencer", embora se inspire em fatos que realmente ocorreram, se permite ir mais para o território da imaginação. O filme se torna uma experiência bem mais artística, criativa e audaciosa. O grande mérito disso vai para a direção firme de Pablo Larraín ("Jackie") e do roteiro de Steven Knight (da série "Peaky Blinders" e indicado ao Oscar por "Coisas Sujas e Belas", de 2002). O diretor chileno já mostra sua excelência na sequência que abre o filme, com todos os rituais e formalidades da equipe da cozinha liderada pelo Chef Darren McGrady (Sean Harris, de "Missão Impossível: Efeito Fallout"). Ele prepara as refeições da Família Real, como se fosse uma operação militar. Kristen Stewart interpreta a Princesa Diana numa cena de "Spencer" Divulgação Larrín ganha pontos ao fazer com que o público sinta o sofrimento e a angústia da protagonista com cenas atordoantes. Em uma delas, Diana fica bastante incomodada com o clima sufocante imposto por Charles e seus parentes durante um jantar. A tensão culmina em um momento inusitado e tenso. O objetivo é levar o espectador a compreender melhor o que se passa na mente da princesa. O cineasta cria belíssimas sequências em que Diana começa a divagar sobre como ela era, como é e como seria se não se envolvesse com Charles. Amparado pela fotografia, Larrín faz um mergulho na alma de Diana com sequências que explicam de forma simbólica os sentimentos reprimidos. Knight desenvolve situações bem densas nos momentos solitários de Lady Di e em diálogos desconcertantes. O roteirista consegue aprofundar as camadas que formam seus personagens, em especial a protagonista. Diana (Kristen Stewart) sente-se sozinha e incompreendida em "Spencer" Divulgação Além disso, o roteiro cria um interessante paralelo entre a situação vivida por Diana e a Rainha Ana Bolena, também abandonada pelo marido, assim como Charles, que não consegue esconder seu caso com Camilla Parker-Bowles. O filme merece destaque ainda pela trilha sonora, assinada por Jonny Greenwood, habitual colaborador do diretor Paul Thomas Anderson. O membro do Radiohead contribui para a criação do clima sufocante dos momentos mais dramáticos. Verdadeira rainha No entanto, apesar das qualidades técnicas, o verdadeiro trunfo de "Spencer" está na fantástica atuação de Kristen Stewart como a Diana. A atriz da "Saga Crepúsculo" atinge seu melhor momento em sua carreira até então. É uma performance bem trabalhada e comovente, que rendeu indicação ao Globo de Ouro. Na pele da Princesa de Gales, ela passa no difícil teste do sotaque britânico e emposta a voz de uma maneira convincente e nada afetada, o que poderia acontecer com atrizes menos talentosas. Diana (Kristen Stewart) conversa com os filhos William (Jack Nielen) e Harry (Freddie Spry) em "Spencer" Divulgação Chama a atenção as cenas em que ela faz com os jovens atores que interpretam seus filhos, em que procura mostrar que há mais na vida do que a Realeza oferece para eles. As sequências são naturais, pois foram improvisadas pelo trio. Os três tiram de letra o desafio: ela parece que, de fato, é a mãe daquelas crianças. O mais incrível enquanto se assiste a "Spencer" é a sensação de que, aos poucos, a atriz "desaparece" para dar lugar a sua personagem. Com boa vontade, você vai se pegar pensando se quem está ali na tela é Kristen ou Diana Spencer. Kristen Stewart numa cena de "Spencer" Divulgação Além de Stewart, o filme tem ótimos atores como os já citados Sally Hawkins e Sean Harris, além de Timothy Spall (o Rabicho da franquia "Harry Potter") como o Major Alistar Gregory. Ele busca manter tudo sob controle, pelo bem da Família Real. "Spencer" pode causar estranheza para quem espera ver mais uma cinebiografia simples e burocrática como várias que são lançadas a cada ano, ou mesmo uma versão das séries como "The Crown" (que a própria Kristen Stewart confessou ter visto para se preparar sua atuação). Mas irá agradar aos que buscam por algo mais original sobre uma personagem tão emblemática quanto Lady Diana Spencer. Mesmo depois de 25 anos de sua morte, ela ainda é lembrada e adorada em todo o mundo e, neste filme, recebeu um tratamento digno de sua majestade. Veja Mais

Após melhora da sequela da Covid, Elizangela faz fisioterapia respiratória

G1 Pop & Arte Segundo empresário da atriz, Lauro Santanna, outros índices somo saturação também estão bons neste domingo (23). Atriz Elizângela, de 67 anos, está internada com Covid, em estado grave, em Guapimirim, na Baixada Fluminense Reprodução/TV Globo A atriz Elizangela, de 67 anos, segue se recuperando bem das sequelas da Covid no Hospital Municipal José Rabello de Mello, em Guapimirim, onde está internada desde o dia 20 de janeiro. Segundo seu empresário, Lauro Santanna, neste domingo (23), ela segue apresentando bons indicadores de saúde, como o de saturação. Além disso, se comunica, se alimenta bem e já faz fisioterapia pulmonar - que são exercícios que ajudam a expandir a capacidade do órgão. "Desde o sábado (22), ela foi liberada para fazer pequenos exercícios que não comprometam muito, porque ela ainda fica muito cansada, mas está muito bem, se recuperando cada vez mais", disse Lauro ao g1. No sábado (22), a assessoria de imprensa do hospital já havia confirmado a melhora significativa da atriz informando ainda que ela estava interagindo com a equipe do hospital, e que sua saturação só baixava em situações de esforço. Elizangela segue na sala vermelha, mas a dosagem do oxigênio necessária para auxiliar na respiração vem sendo cada vez menor. Lauro disse acreditar que a gravidade do estado de Elizangela tenha se dado por causa dos problemas respiratórios prévios que ela possui. A atriz já teve um efisema pulmonar e foi internada em agosto de 2019, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). "Como ela já foi internada sem Covid, acredito que o organismo dela tenha sofrido mais por causa desse histórico dela", disse ele. Internação pós-covid Elizangela foi internada na quinta-feira (20), em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em estado grave com sequelas respiratórias da Covid. Segundo a prefeitura, no ato de sua internação, Elizangela informou que não tomou nenhuma dose da vacina que ajuda a criar anticorpos contra o vírus da doença. Elizangela é internada com sequelas da Covid; atriz não tomou vacina Elizangela, que positivou para Covid no dia 12 de janeiro, não tem mais o vírus ativo em seu organismo, mas sofre com a questão respiratória. Segundo seu empresário, nem ele, nem a filha de Elizangela, a bailarina Marcelle Sampaio, sabem se a atriz tomou as vacinas que imunizam contra a Covid. “Ela é uma pessoa muito alegre, alto astral, não gosta de falar sobre doença. Daí, não sabemos ou não. Nunca tivemos esse tipo de conversa”, diz. Elizangela: quadro é melhor Divulgação LEIA TAMBÉM: ÔMICRON: por que a variante é tão contagiosa e mais 6 perguntas 'VIVA O SUS': vídeo mostra a emoção de crianças vacinadas no Brasil MUNDO: o que revela a morte de cantora que pegou Covid de propósito A Prefeitura de Guapimirim disse que a atriz já tinha ido ao hospital uma semana antes de ser internada, após se sentir mal. Na ocasião, ela foi atendida, medicada e teve alta. Na quinta-feira, Elizangela retornou à unidade em estado mais grave. Ela foi encaminhada à sala vermelha, onde os médicos conseguiram estabilizá-la. Elizangela estreou na TV como criança, no programa "Clube do Guri", na extinta TV Tupi, em 1965. Logo depois passou ao programa infantil "Clube do Capitão Furacão", na TV Globo. Ela já participou de mais de 30 novelas. A última foi "A dona do pedaço", em 2019. VEJA VÍDEOS: Como funciona o autoteste de Covid: Entenda como funciona o autoteste para detectar Covid Crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação: Primeiras crianças que tomaram a Coronavac em SP falam da importância da vacinação Veja Mais

Família de Marília Mendonça chega a acordo com equipe de Naiara Azevedo

O Tempo - Diversão - Magazine João Gustavo, irmão da cantora falecida em novembro, em um acidente aéreo, pediu desculpas pelo que diz ter sido um impulso Veja Mais

Viúvo da atriz Françoise Forton narra a dor da perda

O Tempo - Diversão - Magazine "Não tem sido fácil o exercício da superação, nada fácil. Respiro e inspiro a cada segundo, cada minuto, cada hora, cada dia e cada noite", escreveu ele Veja Mais