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Poético e surreal, 'A Árvore' traz Alessandra Negrini em seu primeiro solo

O Tempo - Diversão - Magazine Primeiro monólogo da atriz mistura teatro e cinema e ganha primeira exibição nesta sexta-feira (26); ao Magazine, ela também fala sobre 'Cidade Invisível', da Netflix Veja Mais

'Nomadland' mostra dor e beleza da vida na estrada em ficção com toque de documentário; G1 já viu

G1 Pop & Arte Filme mostra vida de pessoas sem casa que vagam em vans pelos EUA com coajduvantes não-atores. Dobradinha confirma força da atriz Frances McDormand e revela a diretora Chloé Zhao. Assista ao trailer de "Nomadland" Os personagens de "Nomadland" vagam por estradas dos EUA sem serem enquadrados por condescendência ou julgamentos morais. Eles têm nuances como as de pessoas reais - ou exatamente isso, no caso dos coadjuvantes não-atores que interpretam a si mesmos. Mas a base é ficcional, fruto de uma dobradinha que confirma a vocação da atriz Frances McDormand de encarnar a alma da América profunda (como em "Fargo" e "Três anúncios para um crime", pelos quais ganhou seus dois Oscars) e faz despontar a diretora e roteirista chinesa Chloé Zhao. Ambas foram indicadas ao Globo de Ouro 2021, que acontece neste domingo (28). O filme também concorre a melhor drama e melhor roteiro. Veja a lista. Chloé tem 38 anos, nasceu em Beijing, estudou cinema em Londres e se mudou para os EUA, onde já tinha se destacado em outro filme independente que examina o coração americano "Domando o destino", de 2017. Mas foi com "Nomadland" que ela se tornou a queridinha da vez em Hollywood. O roteiro é baseado no livro-reportagem "Nomadland: Surviving America in the Twenty-First Century", da jornalista americana Jessica Bruder. Ela acompanhou pessoas mais velhas afetadas pela crise de 2008 que passaram a viver em vans e mortorhomes, se virando em empregos temporários. Frances McDormand em 'Nomadland' Divulgação A personagem interpretada por Frances McDormand, Fern, vive um resultado extremo - e também real - da recessão: uma cidade-fantasma, Empire, Nevada, que deixou de existir após a falência da fábrica de material de construção que fornecia todos os seus empregos. Viúva, sem filhos e agora sem casa, Fern sai de Empire com alguns objetos de lembrança e o mínimo para viver em uma van e arranjar trabalhos precários como de empacotadora em um galpão da Amazon. Nos serviços e na estrada, ela conhece outros nômades. Chloé Zhao, em foto de janeiro de 2018 Taylor Jewell/Invision/AP/Arquivo Esses coadjuvantes são pessoas retratadas no livro, em especial a amiga Linda May, ou figuras que Chloé e Frances conheceram na estrada. A cineasta tinha uma base para a história, mas foi adaptando em tempo real na viagem para as filmagens, ao longo de quatro meses em 2018. Os nômades gostam da vida na estrada e, ao mesmo tempo, não têm muita opção de vida. Há cenas mundanas, como da escolha do melhor balde para substituir o vaso sanitário, e conversas emocionantes que mostram o carinho entre pessoas que parecem não ter nada a perder. Frances McDormand (Fern) e os nômades da vida real de 'Nomadland' Divulgação Frances consegue se misturar a esse grupo e interpretar o universo deles sem um tom de pena e muito menos de glamour. Está tudo lá em "Nomadland" - desigualdade, precarização, liberdade, solidariedade, finitude da vida - sem conclusão, como na realidade. Uma grande pergunta desse road movie pelo meio-oeste dos EUA parece ser: o sonho americano se esfarelou de vez ou está mais vivo do que nunca? A grande resposta não existe. Veja outros trailers de filmes indicados ao Globo de Ouro 2021: Veja Mais

Wanda Sá sobe ao palco da Blue Note com convidados especiais

O Tempo - Diversão - Magazine A cantora terá a presença de sua banda: no piano, Adriano Souza; no baixo Guto Wirtti; na bateria Renato Massa, e no trompete, Jessé Sadoc Veja Mais

Últimos dias

Ex-namorada de Arthur, do BBB 21, nega que ele seja 'abusador'

O Tempo - Diversão - Magazine "Sempre me tratou com muito respeito, por isso estou fazendo esses stories", falou a digital influencer Hemilly Bellon Veja Mais

'Amor de Mãe': Adriana Esteves se emociona ao falar de reencontro com Chay Suede

G1 Pop & Arte 'A gente não vai se abraçar?', lembra de pergunta comum na retomada das gravações. Novela volta na segunda (1º) com retrospectiva; capítulos inéditos serão exibidos a partir do dia 15. Adriana Esteves e Chay Suede em cena de 'Amor de Mãe', antes da novela ser interrompida pela pandemia do novo coronavírus Globo/Estevam Avellar Adriana Esteves se emocionou ao falar sobre o reencontro com Chay Suede quando as gravações de "Amor de Mãe" foram retomadas durante a pandemia do novo coronavírus. A atriz vive Thelma, a mãe possessiva e adotiva de Danilo, personagem de Chay. A novela volta ao ar na segunda (1º), após quase um ano de pausa. "Primeiro dia que a gente se viu, de máscara, na cidade cenográfica, o Chay ficou um pouquinho longe de mim, perto de uma pilastra e falou "Mentira, a gente não vai se abraçar?", diz e se emociona. "Todo dia, nesses quatro meses, a gente chegava e falava 'É verdade? A gente não vai se abraçar? No dia que fazíamos teste, a gente roubava e dava um apertãozinho no braço", continua Adriana. A retomada ao trabalho foi emocionante, mas também causou estranheza para a atriz acostumada a chegar em um estúdio enorme e sempre movimentado. A equipe estava bastante reduzida e toda paramentada. "Deu um frio na barriga, uma solidão, um susto bem grande, mas isso também botou a gente muito emotivo e o nosso trabalho é feito com emoção", explica. Por duas semanas, "Amor de mãe" vai dividir o horário das 21h com "A força do querer" em capítulos que serão grandes retrospectivas do que foi exibido até março de 2020. Segundo a autora Manuela Dias, os doze capítulos iniciais vão ser "um híbrido entre o que já vimos e o que ainda não". "Fiz um grande off para as três protagonistas da novela. Elas contam a vida delas até o ponto que a novela parou. Está super condensado, mas ao mesmo tempo tem todo o tempo, as cenas antológicas que a gente lembra", diz Manuela. A partir do dia 15, os 23 capítulos da reta final da novela serão exibidos na faixa das 21h. Ao invés de mostrar a passagem do tempo com dias ou meses, Manuela decidiu registrar a passagem do tempo com o número de mortos e infectados no Brasil. A pandemia também vai estar presente na narrativa com personagens usando máscaras e em quarentena. Vitória (Taís Araújo), por exemplo, passará a defender mulheres que foram violentadas durante esse período, segundo a atriz em entrevista ao programa "Conversa com Bial". Thelma x Carminha Vilãs de Adriana Esteves: Carminha em "Avenida Brasil" e Thelma em "Amor de Mãe" Globo/Alex Carvalho; Globo/João Cotta Nas entrevistas de retomada da novela, surgiram comparações entre as vilãs Thelma e Carminha "Avenida Brasil" (2012). A história surgiu depois de Regina Casé falar que Carminha "era uma fofa" perto de Thelma. A atriz, no entanto, não incentivou a comparação entre as duas personagens durante a coletiva realizada com jornalistas nesta quinta (25). "Não me preocupei em ser diferentes, porque elas são naturalmente diferentes. Eu fiz duas vilãs do João Emanuel Carneiro, Carminha e Laureta (em "Segundo Sol"), ali minha preocupação foi maior porque eram filhas do mesmo autor". "O João e a Manuela são bem diferentes e construíram personagens muito diferentes. Se elas ficassem parecidas teria algum erro meu, porque seria eu impondo a minha personalidade", continua. Adriana diz que não pode nem lembrar do final de Thelma em "Amor de Mãe" que já se emociona. A atriz não dá spoilers do que vai acontecer, mas deixa escapar que o final da personagem é como ela imaginava. "Fiquei bem satisfeita e me emocionou muito. Acho que fica bonito, só para vocês não ficarem achando que ela vai ser os 23 capítulos tão doida e tão vilã, como a gente tem anunciado. Tem também uma coerência e uma beleza muito fortes, mas bem no final", completa. Veja, abaixo, entrevista com Adriana Esteves no lançamento de "Amor de Mãe", em 2019: Adriana Esteves fala ao G1 sobre maternidade, 'Amor de Mãe' e 'Avenida Brasil' em 2019 Veja Mais

Usuários verificados do Twitter fazem 'pegadinhas' com posts fakes sobre 'BBB'

G1 Pop & Arte Contas com selo azul de credibilidade fingem ser perfis oficiais de Lucas Penteado, Ana Maria Braga, Big Brother Brasil e outros para tentar enganar usuários. Em um mundo paralelo de pegadinhas e posts falsos no Twitter, o BBB é visto de forma diferente. Kéfera Buchmann teria entrado na vaga deixada por Lucas Penteado, que teria negado com rispidez uma amizade alardeada por Karol Conká. Tudo isso é fake. É comum também ver uma Ana Maria Braga falsa dizendo que não quer ir ao famoso café da manhã da eliminação, no "Mais Você", quando a rejeição ao participante é muito alta. Os perfis que publicaram esses tipos de tuítes (veja três abaixo) são influenciadores com contas verificadas pelo Twitter, com o selo azul que dá credibilidade a elas. Reprodução/Twitter Em todos os casos, funciona assim: O influenciador com conta "verificada" muda foto e nome; Fingindo ser outra conta, o perfil tuíta algo; Pessoas são enganadas e dão RT ou like; Algumas se divertem com a "pegadinha"; Outros denunciam o tuíte por ser "abusivo" ou a conta por "estar fingindo ser outra". O falso Lucas O caso mais recente aconteceu na noite da eliminação de Karol Conká, na terça-feira (23). Na conversa com Tiago Leifert, após a saída da casa, ela disse que era amiga de Lucas Penteado. Um tuíte com um xingamento, atribuído ao ex-BBB, negava a amizade, mas na verdade era do influenciador digital Gustavo Rocha. Ele tem 1,6 milhão de seguidores no Twitter e o tuíte fake teve mais de 90 mil retuítes. A mensagem fake enganou vários fãs de BBB que interagiram com a publicação. O post falso chegou até Lucas, que lamentou: Initial plugin text Gustavo Rocha respondeu: "Lucas, não tive a intenção de ofender ninguém e peço perdão pelo ocorrido. Foi uma brincadeira de mau gosto, porque no fim as pessoas realmente acharam que era você. Não pensei na hora. Não quero prejudicar ninguém, jamais." Lucas também foi citado em outro tuíte falso, que dizia que Kéfera (cotada para o BBB21) entraria no lugar dele. O autor foi o roteirista e influenciador Rodolpho Rodrigo (o Rod Pocket). Ele fingiu ser o perfil oficial do Big Brother Brasil. Logo após o tuíte viralizar, ele trocou a imagem e o nome para os originais. Ana Maria, é você? Outros usuários verificados do Twitter costumam fazer piadas com Ana Maria Braga. Foi o caso do youtuber Caio Pericinoto. O tuíte que escreveu fingindo ser a apresentadora dizia que "Se bater 1000 likes nesse tweet, amanhã eu peço pra Globo colocar a Tv Globinho no horário do meu programa!". A mensagem passou dos 300 mil likes. Na noite desta quarta-feira (24), Ana Maria escreveu sobre esses tuítes falsos: "Há quem diga que vivemos numa era de pós verdade. É inegável que você já recebeu (e talvez até já acreditou e repassou) fake news." Initial plugin text O G1 entrou em contato com os donos de todos os perfis citados, mas não teve respostas até a última atualização deste texto. O que diz o Twitter? Procurado pelo G1, o Twitter não respondeu aos questionamentos sobre os tuítes fakes e o porquê de eles continuarem sendo postados, sem que contas sejam bloqueadas. A rede social explicou que existe uma "política de falsa identidade do Twitter" e que "qualquer pessoa pode fazer uma denúncia de possível falsa identidade". Segundo essa política, "a falsa identidade é uma violação das Regras do Twitter". "As contas do Twitter que se apresentam como outra pessoa, marca ou organização de maneira confusa ou enganosa poderão ser permanentemente suspensas de acordo com a política de falsa identidade do Twitter". O Twitter não monitora ativamente o conteúdo dos usuários, mas aceita reclamações de falsa identidade mediante o recebimento de denúncias. VÍDEOS: Semana Pop explica BBB Veja Mais

Cleo e Fábio Jr. lançam música de Fiuk durante 'BBB' e não descartam parceria

O Tempo - Diversão - Magazine 'Amor Da Minha Vida' fazia parte dos projetos do cantor antes de entrar no reality e também ganhou videoclipe Veja Mais

'Spider-Man - No Way Home': Tom Holland, Zendaya e Jacob Batalon divulgam título do próximo 'Homem-Aranha'

G1 Pop & Arte Nome em português ainda não foi divulgado. Estreia está prevista para dezembro. Zendaya e Tom Holland em cena de 'Homem-Aranha: Longe de casa' Divulgação Tom Holland, Zendaya e Jacob Batalon divulgaram o título oficial da sequência de "Homem-Aranha" nos cinemas: "Spider-Man - No Way Home". Os atores brincaram nas suas redes sociais nesta terça (23), soltando títulos falsos, mas, no final, fizeram a revelação. Eles também brincaram com a fama de Holland de soltar spoilers sobre a franquia durante entrevistas. Initial plugin text O nome em português ainda não foi divulgado. A estreia do longa está prevista para dezembro deste ano. O filme vai ser uma continuação de "Homem-Aranha: Longe de casa" (2019). A Sony ainda não divulgou a sinopse do longa. VÍDEOS: Semana Pop tem tudo sobre cinema, música e mais Veja Mais

Trajetória de Chiquinha Gonzaga é lembrada em mostra no Itaú Cultural

O Tempo - Diversão - Magazine Exposição que começa nesta quarta (24) traz recursos de interatividade; um portal será lançado para visitas e atividades virtuais Veja Mais

Karol Conká fala da rejeição recorde no 'BBB21': 'Sou a nova Carminha'

G1 Pop & Arte Cantora participa do ‘Mais Você’ e diz que não é 'vilã do lado de fora'. Karol Conká no Mais Você Reprodução/TV Globo Karol Conká esteve no "Mais Você" na manhã desta quarta-feira (24) e falou, entre outras coisas, sobre sua saída do "BBB21" com rejeição recorde. A cantora foi a quarta eliminada do programa e deixou o jogo com 99,17% dos votos. "Sou a nova Carminha, Nazaré, algo do tipo. Achei bem interessante como absorvi, porque realmente pretendo melhorar", afirmou a cantora após passar a madrugada olhando as redes sociais. "Essa vilã não é real aqui do lado de fora, porque se fosse real, eu não teria conquistado tantas coisas na vida sendo uma pessoa má e injusta", apontou a cantora. Karol citou que a culpa de sua eliminação "foram minhas atitudes péssimas. Não tenho muita coisa pra dizer." "Pedia pra sair porque sentia dor do remorso, da culpa", declarou a cantora, que disse se sentir "ácida e amarga" e que "não estava se sentindo bem na casa". "Me perdi no jogo, me perdi de mim", lamentou Karol. A cantora ainda ficou assustada ao rever cenas de sua participação no jogo. "Meu Deus, passando uma vergonha em rede nacional. É bem agressivo o jeito que falo. Realmente acreditei naquilo", citou a cantora ao rever sua briga com Carla Diaz. Ela ainda pediu perdão para Bill -- com quem teve um relacionamento na casa -- e para Carla, além dos familiares dos participantes. "Sinto muito mesmo." Karol Conká no programa desta terça-feira (23). Reprodução/TV Globo Ana Maria também mostrou para Karol a cena em que ela expulsa Lucas Penteado da mesa e, em seguida, diz que "voaria na cara" do ator. Lucas desistiu do programa em 7 de fevereiro. "Foi um modo bruto de dizer, mas jamais voaria na cara dele e agrediria o Lucas. Foi extremamente agressivo e petulante de minha parte ali", lamentou. A apresentadora também recordou a briga da cantora com Camilla de Lucas e, em seguida, questionou Karol se ela se arrependia. "Sim. Acho que causei perturbação na casa. Levei minha perturbação e acabei jogando nos outros e fazendo com que eles ficassem tristes." Karol ainda afirmou que conversou com a psicóloga algumas vezes ao longo do programa e que se sentiu aliviada ao deixar o jogo. "Ontem não derrubei nenhuma lágrima ao sair porque senti alívio", afirmou Karol, que disse estar em desequilíbrio. "Preciso realmente me tratar. A personagem vilã surgiu a partir do momento que entrei na casa. Óbvio que já tive momentos de explosão fora da casa, já fui agredida, e não agi assim." Arrependimento Karol também revelou arrependimento em ter entrado no reality show. "Se soubesse que ia ser desse jeito, que ia chegar toda estragada lá dentro, não teria entrado", afirmou a cantora, que ainda citou que a mãe e o filho estão sofrendo ameaças. "Minha família não merece ser ameaçada por pessoas sem noção. O erro foi meu. Estão passando do limite e indo além do que fui na casa. Não cometi nenhum crime, o que fiz foi perder o controle, me desequilibrei. Eu não sou dessa forma aqui fora, da maneira que me expus." "O que posso levar, além de reconhecer meu erro e me arrepender amargamente, é que tenho sanidade suficiente pra buscar ajuda psiquiatra." Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? VÍDEOS: Saiba tudo sobre "BBB" e outros temas de entretenimento com o Semana Pop Veja Mais

MIS Cine Santa Tereza reabre nessa quarta-feira (24) com programação gratuita

O Tempo - Diversão - Magazine Fechado há quase um ano, espaço vai reabrir com todos os protocolos de prevenção da Covid-19 e retirada antecipada de ingressos Veja Mais

Stephen King ganha mostra apavorante no CCBB a partir desta quinta-feira

O Tempo - Diversão - Magazine Com programação presencial e online, recorte reúne 52 produções, entre filmes e minisséries de TV baseadas nas obras do escritor norte-americano Veja Mais

Com apoio de artistas, Renasce Museu chega à reta final com sucesso

O Tempo - Diversão - Magazine Financiamento coletivo em prol do Museu de História Natural da UFMG, atingido por um incêndio em 2020, termina nesta quinta-feira (25) Veja Mais

Tom Zé, Ailton Krenak e Letrux: Festival Cajubi promove música, cinema e debates

O Tempo - Diversão - Magazine A partir desta terça-feira (23), evento apresenta programação online e gratuita; documentário ‘Espero Tua (Re)volta’, com Lucas Koka, do 'BBB 21', é um dos destaques Veja Mais

Tula Black & Banda azeitam mistura de rap e MPB em seu primeiro single

O Tempo - Diversão - Magazine Sonoridade diversa e letras com referências sociais embalam a música 'É Só Acreditar', que abre caminhos para o grupo betinense Veja Mais

Karol Conká, Doutor Gê, Aline: Como vilões do BBB se tornam vilões do BBB?

G1 Pop & Arte Pesquisadora explica que quando alguém foge do que se espera dele, ele acaba punido e pode se tornar o antagonista da história. Fugir do esteriótipo gera rejeição e fama de inautêntico. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Todo BBB tem pelo menos um antagonista. Mas como nascem os vilões no reality show? A resposta mais simples é: repetindo erros de edições anteriores (veja a explicação no vídeo acima). Tem quem se identifique com vilões. Mas nem tanto: nunca um vilão ganhou. Considerada a vilã do BBB21, Karol Conká dificilmente será campeã desta edição. Na dissertação de mestrado, “O que o BBB tem a ver com você?: uma análise sobre o sucesso de um reality show”, a pesquisadora Erika Lucchini mostra que o BBB só faz sucesso por ter vários “grandes irmãos”, e um deles é o famigerado vilão. Karol Conká no BBB21 Divulgação A pesquisadora mostra que além do malvado ou malvada da edição, o BBB também tem perfis como bonzinho, mãe, vítima, velho, bela, infantil. Ela conta que esses estereótipos são bem definidos e fazem o programa ter sucesso. Já na primeira semana, o espectador já tem uma ideia de quem está com cada papel. Dr. Gê do 'BBB 5' relembra paródia com 'Yeah' de Usher e diz que música virou hit por causa dele Karol Conká, Doutor Gê e Aline: participantes do BBBs foram considerados vilões Divulgação No texto “Personagens emolduradas: os discursos de gênero e sexualidade no Big Brother Brasil 10”, a então mestranda Katianne de Souza explicou bem os temas do título, mas também resumiu como vilões surgem na casa. A pesquisadora escreveu que toda vez que um participante do BBB foge do que se espera dele, foge do que ela chama de "moldura", ele acaba punido. As cifras de Karol Conká: queda em redes, subida na música Segundo a dissertação, toda vez que você tem uma performance que não tem mais a ver com o estereótipo pelo qual você é conhecido, acontece uma ou várias punições. No Big Brother, ser punido é ser eliminado antes daqueles que são mais leais aos seus papéis. O que todos os ganhadores do BBB têm em comum? Eles e elas podem ser chamados de "autênticos". Cada qual do seu jeito, mas autenticidade é uma qualidade importantíssima. Quem foge da estereótipo é rejeitado Nego Di como líder do BBB21 Divulgação/TV Globo É simples aplicar a ideia da “fuga da moldura” no BBB21. Você não espera, por exemplo, que uma rapper conhecida por versar sobre temas progressistas seja considerada preconceituosa ou intolerante. Não se espera que um humorista seja tenso e pouco piadista ou que não traga leveza para casa. Esperava-se graça de Nego Di. Nego Di: do zap ao BBB, conheça o estilo do humorista Também era natural esperar que ele fosse leal ao melhor amigo, Lucas, com quem ganhou duas provas. Ele negou duas vezes o papel que lhe foi dado e saiu com 98,76% dos votos, uma rejeição recorde. BBB5, a edição da rejeição Mesmo depois de 15 anos do 'BBB 5', Rogério Padovan, o Doutor Gê, diz que pessoas ainda tocam a música 'Yeah' para homenageá-lo Divulgação Globo/Reprodução/Instagram/RogerioPadovan No BBB 5, Doutor Gê se destacou como um dos principais vilões. Ele se apresentou como um médico bon vivant, divertido, mas depois foi ficando ofensivo, pilhado. Fugiu do papel dele e saiu com 92%. Na mesma edição, Aline foi ainda mais rejeitada. Ela saiu com 95% dos votos. Só teve essa rejeição recorde porque não entregou o que se esperava dela. O público imaginava que ela se daria bem com a turminha da Pink, Alan, Grazi Massafera e Jean Wyllys. Aline sabia que o grupo que iria trair era popular, porque ela entrou no decorrer do programa. Ela substituiu Marielza, após ela sofrer um AVC. Aline fingiu ser amiga dos “bonzinhos” do reality e fofocava com o grupo rival. Ela fingiu ser alguém que não era. E por isso foi tão rejeitada. VÍDEOS: Semana Pop fala de BBB e mais Veja Mais

Barack Obama e Bruce Springsteen formam parceria em novo podcast

G1 Pop & Arte Eles vão discutir desde a paternidade e o casamento até questões de raça e a atual situação do país. O presidente dos EUA, Barack Obama, homenageia o cantor Bruce Springsteen Saul Loeb / AFP Photo O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o cantor Bruce Springsteen estrearam um novo podcast nesta segunda-feira (22) no qual discutem tópicos diversos desde a paternidade e o casamento até questões de raça e a atual situação do país.  A série de oito episódios, chamada "Renegades: Born in the U.S.A." está disponível exclusivamente no serviço de streaming do Spotify. Os dois primeiros episódios foram lançados na segunda-feira.  Na introdução ao episódio um, Obama diz que ele, sua família e amigos estavam discutindo as divisões nos Estados Unidos e como "encontramos nosso caminho até uma história americana mais unificadora". Um de seus amigos, diz Obama, "por um acaso é o Sr. Bruce Springsteen".  "Aparentemente, eu e Bruce não temos muita coisa em comum", acrescenta Obama. "Mas ao longo dos anos, o que descobrimos é que temos uma sensibilidade em comum. Sobre o trabalho, sobre a família, sobre a América. De nossos jeitos, Bruce e eu estivemos em jornadas paralelas tentando entender este país que nos deu tanto".  O podcast foi lançado enquanto o Spotify anunciou sua entrada em 85 novos mercados nos próximos dias, tornando o serviço disponível para mais de 1 bilhão de pessoas em todo mundo.  O Spotify oferece mais de 2,2 milhões de podcasts junto de sua biblioteca de música, incluindo um programa apresentado pela ex-primeira dama norte-americana Michelle Obama. Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Milton Nascimento aparece com novo visual sem tranças em casa em Juiz de Fora

G1 Pop & Arte 'Depois de quase 25 anos, decidi mudar o visual! O que vocês acharam?', publicou em rede social um dos maiores nomes da música brasileira. Milton Nascimento posta foto com novo visual sem tranças em casa em Juiz de Fora Instagram/Reprodução O cantor, compositor e multi-instrumentista Milton Nascimento, carinhosamente também chamado de Bituca, apareceu com um novo visual neste fim de semana em uma publicação na rede social de uma foto em casa em Juiz de Fora. Na publicação, ele afirmou que decidiu mudar o visual após quase 25 anos e perguntou aos fãs e internautas o que eles acharam desta nova versão. Bituca aparece na foto tirada por Augusto Nascimento sem as tradicionais tranças que por muito tempo o acompanharam. "Depois de quase 25 anos, decidi mudar o visual! O que vocês acharam?", publicou. As tranças de Milton Nascimento marcaram por muitos anos o visual do artista João Couto / Divulgação O novo visual foi elogiado por diversos seguidores do astro da Música Popular Brasileira (MPB) e também por famosos como Iza, Fernando Venturini, Maria Gadu, Jota Quest, Daniela Mercury, Vanessa da Mata, entre outros grandes nomes do cenário musical brasileiro. O músico está com 78 anos e é reconhecido mundialmente como um dos mais influentes e talentosos músicos da MPB. Carioca de nascimento, mas mineiro de coração, se mudou para Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, há aproximadamente cinco anos, onde vive atualmente. Milton Nascimento muda o visual após 25 anos Veja Mais

Daft Punk anuncia fim após 28 anos

O Tempo - Diversão - Magazine O duo francês de música eletrônica emplacou hits como ‘One More Time', 'Get Lucky' e 'Harder, Better, Faster, Stronger' Veja Mais

Pandemia registra alta de produtos para cuidados com a pele

O Tempo - Diversão - Magazine Hábitos de higiene pessoal são ressignificados Veja Mais

G1 Ouviu #129 - Dave Grohl explica a virada dançante do Foo Fighters para trazer 'alívio' na pandemia

G1 Pop & Arte Ele fala ao G1 sobre o álbum 'Medicine at midnight', descreve sua relação com o techno e o rock dançante, relembra sua época no Nirvana e vê o futuro do rock na geração da filha de 14 anos. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais

Série Bastidores, do Inhotim, mostra restauro do Magic Square, de Oiticica

O Tempo - Diversão - Magazine O vídeo acompanha todas as etapas de restauro do site-specific e traz depoimentos da equipe técnica do instituto Veja Mais

Filhos de Asa Branca brigam com viúva do pai por herança do locutor de rodeios

O Tempo - Diversão - Magazine Locutor já chegou a ganhar R$ 1 milhão em um único mês, usava helicópteros e aviões fretados como meio de transporte Veja Mais

Nego Di faz longo desabafo após rejeição recorde no 'BBB21': 'Me arrependi de ter entrado'

G1 Pop & Arte Comediante gaúcho comentou 'choque' ao sair do programa, pediu perdão à família de Arlindo Cruz pelas piadas com o sambista e falou que errou no jogo. Nego Di faz desabafo após sair com rejeição recorde do "BBB21" Reprodução/Instagram/NegoDi O comediante Nego Di postou, nesta sexta (19), dois longos vídeos comentando a sua participação no "BBB21". Ele foi eliminado na terça (16) com 98,76% dos votos, recorde histórico de rejeição da história do reality. "Logo que saí as pessoas me perguntavam se eu me arrependi de alguma coisa e eu falava que não, mas a sensação depois que eu peguei meu celular, se as pessoas me perguntassem de novo, eu ia responder que me arrependi de ter entrado no Big Brother'". "Fui julgado de uma maneira muito cruel, não foi um cancelamento, foi um linchamento", continua e relata as ameaças que ele e a família sofreram. Durante cerca de 26 minutos, o comediante falou sobre a participação no reality, pediu perdão à família de Arlindo Cruz pelas piadas anteriores ao programa e criticou quem está promovendo o que ele chamou de "linchamento" na internet. "Estou sendo julgado como se fosse um criminoso, pior que um criminoso. Como se tivesse matado alguém, como fosse um serial killer ou psicopata". Nego Di afirma que tentou jogar e acreditar em seus instintos no reality. "Tentei seguir minha intuição, segui errado, joguei errado. Errei para caramba em escolhas atitudes, posicionamentos, fiz muita piada idiota. Só depois que eu saí de lá , pude perceber o quanto eu errei". Durante entrevista à Ana Maria Braga, no programa "Mais Você", Nego Di chegou a dizer que tinha sido manipulado dentro da casa, mas aliviou o discurso no novo vídeo. "Hoje chego à conclusão que não gosto da ideia de fui manipulado, de que me manipularam. Eu me deixei manipular, eu errei, eu escolhi ter aquelas atitudes erradas e admito que estou errado", Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Nego Di, do zap ao BBB: Comediantes analisam estilo de humor 'escatológico e ofensivo' 'Foi um choque' Nego Di no 'BBB21' Reprodução/Globo É assim que Nego Di descreve o momento em que saiu do "BBB21" e soube da porcentagem que o eliminou. "Quando peguei meu celular estava recebendo uma enxurrada de xingamentos, ofensas racistas, xenofóbicas, ameaças", diz. "Eu entrei ali para buscar meu sonho e saí ali praticamente com minha vida profissional e pessoal destruída". O comediante também comentou sobre as campanhas de artistas nas redes sociais para eliminá-lo. "Fiquei muito triste porque vi muitos artistas promovendo meu cancelamento, mas também meu linchamento. Para minha decepção, artistas grandes que eu sempre fui fã, já pedi ajuda", critica. "Teve artista gigante praticamente fazendo aniversário com balão com meu nome, incitando um linchamento". Pedido de desculpas à Arlindo Cruz Em outro momento do vídeo, Nego Di fala sobre as piadas antigas que vieram à tona com a sua participação no reality. Um dos que mais chamou atenção e gerou revolta foi o vídeo em que o comediante debocha das sequelas de Arlindo Cruz após o AVC que sofreu há quatro anos. "Não me orgulho de ter feito, vim aqui pedir perdão pelas piadas que eu fiz. Na época, eu já tinha pedido desculpa, já tinha vindo me retratar nas redes sociais", diz. "Em nenhum momento parei para pensar o quão grave era a piada. Não parei para pensar e se fosse minha mãe ou meu pai. Errei. Realmente não tenho absolutamente mais nada para falar a não ser pedir perdão à toda família". Relembre rejeições históricas O comediante passou a ser considerado um dos "vilões da edição" pelo público quando abandonou Lucas Penteado, seu primeiro aliado na casa. Os dois venceram as duas primeiras provas do programa juntos, incluindo a que deu a primeira liderança para ele, e mesmo assim o vetou de participar da prova na semana seguinte. Nego Di também se aliou a outros participantes considerados vilões no "BBB21" e fez comentários considerados ofensivos a outros participantes. O humor de Nego Di: veja trechos do comediante do BBB21 Antes desta terça, a participante Aline Cristina, do "BBB5", manteve a posição de mais rejeitada do programa por 15 anos. Ela saiu da casa com 95% dos votos em uma disputa contra Grazi Massafera. Aline foi considerada falsa e fofoqueira pelo público. A quinta edição teve outra eliminação acima da casa dos 90%: o médico Rogério, conhecido como Dr. Gê, saiu com 92%. Ele foi considerado o "vilão" do programa. A segunda maior rejeição foi a de Patrícia Leitte, em 2018. Ela saiu com 94,26%, depois de protagonizar uma briga com Gleici, campeã do "BBB18". Patrícia detinha o recorde de votação para um paredão triplo. Outras duas participantes da edição de 2018 estão no TOP 10 de rejeições do "BBB": Nayara, com 92,69%, e Ana Paula, com 89,85%. Veja lista com maiores rejeições do programa Nego Di ("BBB21") - 98,76% (paredão triplo) Aline ("BBB5") - 95% (paredão duplo) Patrícia ("BBB18") - 94,26% (paredão triplo) Felipe Cobra ("BBB7") - 93% (paredão duplo) Nayara ("BBB18") - 92,69% (paredão triplo) Rafa ("BBB12") - 92% (paredão duplo) Rogério ("BBB5") - 92% (paredão duplo) Airton ("BBB7") - 91% (paredão duplo) Ana Paula ("BBB18") - 89,85% (paredão triplo) Fani ("BBB7") - 89% (paredão duplo) VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

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Prince Markie Dee, do grupo The Fat Boys, morre aos 52 anos

G1 Pop & Arte Produtor também assinou trabalhos para Mariah Carey, Ariana Grande, Drake, Jennifer Lopez e outros artistas. Causa da morte não foi informada. Prince Markie Dee, do grupo The Fat Boys, morre aos 52 anos Reprodução/Instagram Prince Markie Dee, um dos integrantes do trio The Fat Boys, morreu aos 52 anos, em Miami, nos EUA. Segundo o site TMZ, ele morreu subitamente, na quinta-feira (18). A informação foi confirmada pela rádio SiriusXM, na qual o artista comandava um programa. A causa da morte não foi revelada. Prince foi um dos fundadores do grupo de hip hop, conhecido na década de 1980. A banda ajudou a ampliar o mercado do beatbox, abrindo espaço para artistas como Biz Markie e Doug E. Fresh. Após a ruptura do trio, Prince partu para carreira solo e seguiu compondo e produzindo para outros artistas, como Mariah Carey, Ariana Grande, Drake, Jennifer Lopez, Mary J. Blige, Destiny's Child e Frank Ocean. Initial plugin text Initial plugin text VÍDEOS: Personalidades que morreram em 2021 Veja Mais

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Morre, aos 27 anos, o fotógrafo 1993agosto, que trabalhou com Anitta e Djonga

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Marília Mendonça, Neymar e Anitta pedem 'paz' para Karol Conká em caso de eliminação do 'BBB21'

G1 Pop & Arte 'Não concordo com nenhum tipo de perseguição', afirmou cantora sertaneja ao compartilhar mensagem de jogador nas redes sociais. Conká está no paredão da semana em disputa contra Arthur e Gilberto. Karol Conká no BBB21 Divulgação Marília Mendonça, Neymar e Anitta mostraram preocupação com o pós-jogo de Karol Conká. A cantora está no paredão desta semana contra Arthur e Gilberto e pode ser eliminada do programa nesta terça-feira (22). Em suas redes sociais, as cantoras e o jogador pediram "paz" em caso de eliminação de Conká. Durante sua participação, a cantora foi alvo de críticas por sua postura em relação a alguns participantes. Entre as atitudes criticadas nas redes sociais estão uma conversa com a paraibana Juliette, em que ela disse que "lá na terra dessa pessoa é normal falar assim". Ela também xingou Lucas e o proibiu de conviver com os demais. Lucas desistiu do reality em 7 de fevereiro. "Amei Karol no paredão igual todo mundo. Não concordo com nada que ela fez e faz no jogo. Mas, ainda assim, temo pelo que pode acontecer com ela quando sair", escreveu Anitta. "Espero que ela possa andar na rua e tenha ajuda psicológica quando sair. Desejo que saia, que se dê mal no jogo porque fez um péssimo jogo, que tenha a consequência de seus atos, mas que possa ter oportunidade de aprender e ter uma vida quando sair", seguiu a cantora. Initial plugin text Initial plugin text Neymar, que tem comentado bastante sobre o reality em suas redes, fez um pedido de paz." "Galerinha, vamos combinar uma coisa: Karol Conká vai sair com a maior porcentagem do BBB e depois disso nós vamos deixar a coleguinha em paz, viver a sua vida outra vez... Fechou? Não precisamos levar o jogo que ela jogou no BBB pra vida aqui fora, isso não é justo." Marília Mendonça apoiou o jogador e pediu para que não haja perseguição contra a cantora em caso de eliminação. "É isso aí. Seja com ela ou qualquer outra pessoa! O jogo é o jogo! Vida real é outra coisa! Eu brinco, faço gracinha, faço festa porque realmente tô aproveitando esse tempo que tô tendo pra entrar na onda. Mas não concordo com nenhum tipo de perseguição. De verdade." "Se vocês forem ver a foto da brincadeira com o Nego Di, só tinha coisas relacionadas ao jogo, ao que ele disse dentro do jogo, porque apesar de 'artista' eu também estou assistindo BBB e tenho direito de opinar e brincar como todo mundo", afirmou a cantora sertaneja. Initial plugin text O rapper Rico Dalasan também entrou para a campanha e relembrou as críticas recebidas quando contestou um acordo de participação na música "Todo dia", com Pabllo Vittar, em 2016. "Mano, se eu que fui linchado na internet por ir atrás de um direito trabalhista fiquei anos triste sem vontade de fazer nada... Pensa o que pode acontecer com essa menina. Que seja leve pra ela. Depois de terça-feira eu só desejo o melhor pra Karol. Acho que o espírito tem que ser esse." Initial plugin text Acadêmicos do BBB: por que ricos e famosos não vencem o reality? Veja Mais

Daft Punk se separa após 28 anos de carreira

G1 Pop & Arte Duo francês tem hits como 'Get Lucky', 'One More Time' e 'Da Funk', e revolucionou a música eletrônica nas últimas décadas. Daft Punk, em foto de abril de 2013 Matt Sayles/Invision/AP/Arquivo O duo francês Daft Punk anunciou o fim da carreira de 28 anos na música eletrônica. A informação foi confirmada ao site Pitchfork por Kathryn Frazier, representante de longa data dos artistas, nesta segunda (22). Eles também divulgaram um vídeo de 8 minutos chamado "Epílogo", com um trecho do filme "Daft Punk's Electroma", de 2006, e uma cartela com a mensagem "1993-2021". Assista abaixo. Até o momento não foi divulgado o motivo para o fim da parceria entre Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter. A dupla parisiense é um nome importante da música eletrônica nas últimas décadas com sucessos como "Get Lucky", "One More Time" e "Starboy", esta última em parceria com The Weeknd. O disco "Random Access Memories", de 2013, é o último lançado pelo Daft Punk. Com ele, o duo ganhou 4 Grammys no ano seguinte: gravação do ano e performance do ano por "Get Lucky", álbum do ano e melhor álbum de música eletrônica. Daft Punk se reinventa em álbum nostálgico com boas parcerias Eles também foram premiados em 2008 com a gravação de "Harder Better Faster Stronger" e pelo álbum "Alive" em categorias de música eletrônica. Guy-Manuel e Thomas fazem aparições públicas vestindo produções como se fossem robôs e não costumam dar muitas entrevistas. História do duo Daft Punk recebe Grammy de 'Single do Ano' por 'Get Lucky' Mario Anzuoni/Reuters O nome do duo cibernético foi inspirado em um artigo publicado na revista britânica "Melody Maker" sobre o primeiro trabalho da dupla, lançado em uma coletânea em 1992. Na época, eles se chamavam Darling e faziam rock. A matéria dizia que eles tocavam como "um bando de punks bobos" -- ou "daft punk". A estreia do Daft Punk com o nome definitivo foi em "The new wave", lançado pela Soma Records em 1993. O primeiro sucesso comercial da dupla, "Da funk" (que vendeu cerca de 30 mil cópias), é de 1995, e foi incluído no primeiro álbum oficial, "Homework", lançado dois anos depois. O disco, considerado uma síntese inovadora de diversos estilos da música eletrônica, se tornou um dos mais influentes da dance music dos anos 90. "Discovery", de 2001, é mais comercial, mas não desapontou no quesito "vendas" -- "One more time" chegou ao segundo lugar das paradas no Reino Unido. Daft Punk, em foto de janeiro de 2014 Robyn Beck/AFP/Arquivo Já "Human after all", disco de 2005, ironiza sua característica mais marcante: usar capacetes de robôs e efeitos de voz conhecidos como vocoders. Naquele ano, a dupla também lançou a coletânea "Musique, Vol.1: 1993-2005". Depois, o duo lançou "Musique Vol.1", "Alive 2007" e a trilha sonora do filme "Tron Legacy" até chegar ao último disco "Random Access Memories" (2013). O Daft Punk coleciona ótimos videoclipes dirigidos por nomes como Spike Jonze, Michel Gondry e pela lenda das animações Leiji Matsumoto. Daft Punk é o grande vencedor do Grammy 2014 VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

'No Escuro' no Globoplay: Protagonista diz que série equilibra 'humor, sarcasmo e autodepreciação'

G1 Pop & Arte Seriado tem mulher cega que tenta desvendar assassinato do melhor amigo. Duas temporadas estão disponíveis no streaming. Perry Mattfeld em cena de 'No Escuro' Reprodução/Instagram/Perry Mattfeld "No Escuro" mostra até que ponto a lealdade pode levar amigos a situações extremas. A série disponível na Globoplay tem como fio condutor as inúmeras tentativas de Murphy (Perry Mattfeld) em desvendar o assassinato do melhor amigo Tyson (Thamela Mpumlwana). O enredo se aproximaria de uma série policial qualquer, mas ganha contornos diferentes pelo fato de a personagem principal ser uma mulher independente, viciada em sexo, determinada, teimosa e cega. Mattfeld é uma atriz americana de 26 anos que não tem deficiência visual, mas se aproximou bastante da mulher que inspira Murphy, sua personagem: Lorri Bernson, consultora e parte da equipe de produção da série. "Lorri se tornou meu projeto de pesquisa. Passei muito tempo com ela, vendo como trabalhava com os três cães-guia, como cozinhava, como fazia a maquiagem, se preparava para dormir, mandava e-mails", explica Mattfeld ao G1. Murphy (Perry Mattfeld) e Jess (Brooke Markham) em cena de 'No Escuro' Divulgação No elenco, apenas Calle Watson é cega e interpreta a adolescente Chloe. A protagonista releva as críticas de que o lugar poderia ser ocupado por alguém que não enxerga, já que os papéis são reduzidos para esse grupo de atores. "Na minha opinião, assim que o programa foi ao ar e o público conseguiu entender do que se tratava, algumas das críticas diminuíram". "Tem sido especialmente gratificante receber mensagens de uma grande variedade de pessoas com diferentes deficiências que são empoderadas por Murphy". 'Humor, sarcasmo e auto depreciação' Para Mattfeld, o desafio em "No Escuro" vai muito além de mostrar a limitação visual. "Uma das coisas mais desafiadoras é encontrar o lado vulnerável de Murphy nos momentos em que ela parece selvagem". Calle Walton, a Chloe de 'No Escuro', participa de evento da série em 2019 Frederick M. Brown/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo A personagem é muito determinada e parecer não saber o significado da palavra limite quando o assunto é misteriosa morte de Tyson. Ela também não pensa duas vezes, por exemplo, em transar no banheiro de um bar com um desconhecido. "Ela é incrivelmente leal, mas às vezes até demais. É meu trabalho expor o lado vulnerável e garantir que o público entenda suas motivações — as ruins e, especialmente, as boas", diz. Somado isso, as relações com a família, com a melhor amiga Jess (Markham) e com o namorado Max (Deidrick) são bem conflituosas. Tudo isso faz com que Mattfeld defina que "há um equilíbrio intrigante de humor, sarcasmo e autodepreciação que define a voz da série". Casey Deidrick e Perry Mattfeld em cena de 'No Escuro' Divulgação Este é o primeiro papel de destaque na carreira de Mattfeld, que começou a dançar balé aos 5 anos e se dedicou ao teatro musical ainda criança. Antes da série, ela chegou a participar de uma roda de leitura do roteiro "Homecoming", filme com Julia Roberts, mesmo após saber que não teria o papel. "Tive a honra de fazer parte do processo criativo, mesmo de uma forma diferente do que eu imaginava". Tempos depois, encontrou uma nova oportunidade em "No Escuro" e diz aprende diariamente com Murphy. "Ela me deu uma nova confiança em minha própria voz e no meu jeito fora das câmeras". As duas temporadas de "No Escuro" já estão disponíveis no Globoplay. Uma terceira série de episódios já foi aprovada, mas ainda não entrou em fase de produção por conta da pandemia do novo coronavírus. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Vaquinhas virtuais têm funcionado como espécie de salva-vidas para artistas

O Tempo - Diversão - Magazine Plataformas de financiamento online tiveram aumento expressivo de projetos desde o início da pandemia, em março do ano passado Veja Mais

Elvis, Madonna, Michael Jackson e outros vão ganhar biografias em filmes no cinema; veja lista

G1 Pop & Arte Semana Pop deste sábado (20) fala sobre dez produções que estão em desenvolvimento em Hollywood e que podem ser lançadas nos próximos meses e anos. Semana Pop lista cinebiografias de grandes músicos que estão em produção Os últimos anos trouxeram belos filmes para quem curte cinema e música, com histórias de grandes artistas como Freddie Mercury ("Bohemian Rhapsody") e Elton John ("Rocketman"). Mas o futuro ainda tem espaço para muita coisa, então o Semana Pop deste sábado (20) traz uma lista com dez projetos em desenvolvimento que devem ser lançados nos próximos meses e anos. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Governo de MG lança Plano Estadual de Desenvolvimento da Cozinha Mineira

O Tempo - Diversão - Magazine A iniciativa visa promover políticas públicas para o fomento, posicionamento e fortalecimento da gastronomia em Minas Gerais Veja Mais

Felipe Neto pede R$ 50 mil em ação contra mulher que o chamou de 'pedófilo'

O Tempo - Diversão - Magazine 'Macaco' e 'criminoso' foram outras ofensas proferidas pela pesquisadora Maria Carla Petrellis em uma publicação de 2019 no Twitter Veja Mais

Clássico mostra por que Joan Didion foi pioneira do 'novo jornalismo'

O Tempo - Diversão - Magazine 'Rastejando Até Belém', que enfim sai no Brasil após meio século, põe autora ao lado de Gay Talese e Norman Mailer Veja Mais

Por que ricos e famosos têm menos chance de ganhar o BBB?

G1 Pop & Arte Histórico mostra que só uma vez participante famoso levou prêmio final: Dourado, no entanto, é caso isolado. Dissertação de mestrado mostra que público premia 'excluídos e injustiçados'. Acadêmicos do BBB: por que ricos e famosos não vencem o reality? O BBB 21 é a segunda edição com os participantes divididos entre os grupos camarote e pipoca. Mas o programa já teve outras edições com influenciadores e até com ex-BBBs. Será que ricos e famosos têm menos chances de ganhar o BBB? Olhando o histórico, fica claro que existem chances, mas elas são poucas. Só uma vez um participante considerado famoso ganhou o BBB. Dourado, o único O lutador Marcelo Dourado levou o prêmio em 2010, com uma trajetória polêmica e carismática. O concorrente do BBB4 era um dos sete ex-BBBs que estavam naquela edição. Uma dissertação de mestrado de 2005 chamada "Big Brother Brasil: fabricação do cotidiano" analisa, entre outros temas, essa questão. Renato Menezes, pesquisador do interior de São Paulo, mostrou que o público é solidário com os "excluídos e injustiçados". Para ele, os fãs não têm vontade de ver um participante rico ganhando o prêmio. Duas sorteadas, duas premiadas O trabalho acadêmico lembra das duas vezes em que o BBB teve participantes escolhidos por meio de sorteios. Nesses edições, foram sorteadas que ganharam o prêmio final: Cida Santos, babá carioca, foi a campeã do BBB 4 por ser uma pessoa simples e simpática com todos no programa; Mara Viana, auxiliar de enfermagem baiana, ganhou em 2006 e era uma espécie de "mãezona" na casa. A partir daí, o BBB parou de ter gente selecionada por sorteio. Menezes explica que "não temos simpatia em ver um participante rico ganhando". E as edições recentes? Rafa, Thelma e Manu aguardam anúncio da vencedora do 'BBB20' Reprodução/Globo Favoritas em 2020, as famosas Manu Gavassi e Rafa Kalimann chegaram ao top 3, mas acabaram perdendo para a médica Thelma Assis. No BBB21, Sarah e Fiuk mostraram que estão entre os favoritos do público, após receberem menos de 1% dos votos no paredão que eliminou Nego Di. Mas, desta vez, anônimos (Juliette, Caio, Gil e a própria Sarah) estão com ainda mais moral do que os membros da Pipoca de 2020. Não foi só no BBB Mas não é apenas no Big Brother que quem tem menos dinheiro geralmente vence. Na primeira "Casa dos Artistas", a final foi entre Supla e Bárbara Paz. O Supla era favorito, no auge da fase charada brasileiro. Quem levou, porém, foi Bárbara, que dizia ter vários problemas financeiros na época. Veja Mais

Débora Falabella estreia 'Depois a louca sou eu': 'Quem não está ansioso no país está alienado'

G1 Pop & Arte Comédia dramática sobre ansiedade é baseada no livro de Tati Bernardi sobre a 'geração Rivotril', segundo diretora Júlia Rezende. Filme estreia nos cinemas nesta quinta (25). Débora Falabella estrela 'Depois a louca sou eu' e fala de ansiedade "Depois a louca sou eu" é um filme sobre a escritora Tati Bernardi, é um pouquinho sobre a Débora Falabella também e poderia ser sobre qualquer pessoa entre os vinte e muitos e os trinta e poucos. O longa inspirado no livro homônimo da Tati estreia nesta quinta (25) nos cinemas e coloca toda uma geração nas telonas: "a geração Rivotril", como resume a diretora Júlia Rezende. Ele acompanha Dani (Débora Falabella), uma publicitária aspirante a escritora que sofre de ansiedade e crises de pânico. É uma comédia dramática sobre jovens cansados, sobrecarregados, com muitas aspirações e pouca ideia de como equilibrar todos os pratinhos da vida rodando, sem deixar cair. Para criar essa história que oscila entre realidade, surtos e imaginação, a diretora teve duas grandes inspirações: "Réquiem para um sonho", de Darren Aronofsky, e o diretor francês Michel Gondry ("Brilho eterno de uma mente sem lembranças"). A protagonista do filme foi construída com base no roteiro, claro, mas também em experiências da própria atriz, que já teve ansiedade e depressão. "As questões que eu já tive, as questões que amigos próximos já tiveram, eu acho que isso acontece com muita gente que às vezes não tem coragem de dizer. E como eu sabia de muitas histórias, tudo serviu um pouco de inspiração", conta. "Eu sofro de ansiedade, já passei por alguns episódios e acho que quem não está ansioso no nosso país está alienado." Assista ao trailer do filme "Depois a Louca Sou Eu" com Débora Falabella O filme mostra a infância, a adolescência, os empregos, as paixões e o amor da personagem. Falabella também gravou entre amores. Quem interpreta o par romântico dela é Gustavo Vaz, que foi namorado da atriz até ano passado. E a mãe dela (com quem a personagem tem uma relação importante) é interpretada por Yara de Novaes, integrante da mesma companhia de teatro de Débora. Gustavo Vaz e Débora Falabella em 'Depois a louca sou eu' Divulgação/Stella de Carvalho Também estão no elenco Duda Batista, Rômulo Arantes Neto, Evandro Mesquita, Cristina Pereira, Debora Lamm e Beatriz Oblasser. O filme é feminino: baseado na obra de uma autora, protagonizado, dirigido e produzido por mulheres. Mais da metade da equipe envolvida em todo o processo é formada por mulheres, celebra Falabella. "Isso é sensacional. Quando eu comecei a fazer cinema, o set de filmagem era mais masculino. Eu tenho visto essa mudança. Em 'Aruanas', temos uma equipe mais de 50% feminina também. Acho que já tinha passado da hora de isso acontecer." A escolha de Débora para interpretar a personagem principal foi vontade da própria Tati. Elas haviam se encontrado em um teatro de São Paulo pouco tempo depois do lançamento do livro em 2016, e a atriz disse que queria muito fazer a personagem caso tivesse um filme. Débora Falabella estrela 'Depois a louca sou eu' Divulgação Quando Rezende comprou os direitos de adaptação do livro, a escritora lembrou da conversa. A história da personagem não acaba no filme. Durante a quarentena e com o lançamento adiado em 10 meses, elas aproveitaram a discussão geral sobre saúde mental para lançar a websérie "Diário de uma quarentena". Agora, elas querem continuar a história em uma série de TV, como sequência do filme. Os atores, a equipe e a produtora já toparam, só precisam alinhar o caminho. Mais de 70 locações Débora Falabella em cena de 'Depois a louca sou eu' Divulgação/Desirée do Valle O livro da Tati conta alguns causos de sua vida e muitas paranoias e pensamentos. Colocar cada um deles em cena exigiu muito trabalho de produção e direção, ultrapassagem dos limites de tempo e orçamento. "Foram 77 trocas de roupa. A cada flash da cabeça dela, que durava menos de 10 segundos, era uma locação e uma produção diferentes. A cena com ela vestida de noiva vomitando, por exemplo, dura 4 segundos, mas precisamos abrir um set, colocar figurino, fazer a pós-produção do vômito. O mais caro no cinema é o tempo. Tive até que fazer uma justificativa para a Ancine", desabafa a produtora Mariza Leão. VÍDEOS: Semana Pop explica tudo sobre cinema Veja Mais

Há 125 anos, nascia Alberto da Veiga Guignard, um mestre do modernismo

O Tempo - Diversão - Magazine Nascido em Nova Friburgo, mas com trajetória atada a Minas a partir dos anos 40, ele ganha agora uma nova biografia Veja Mais

Offspring lança faixa-título do próximo disco, o primeiro desde 2012

O Tempo - Diversão - Magazine Single ‘Let The Bad Times Roll’ chegou às plataformas digitais nesta quarta-feira (24); álbum está previsto para abril Veja Mais

Ao vivo, Carlos Bracher vai pintar retrato do estilista Ronaldo Fraga

O Tempo - Diversão - Magazine Neste sábado (27), todo o processo poderá ser acompanhado pelas redes sociais do Ateliê Casa Bracher Veja Mais

'BBB21': eliminação com recorde de rejeição pode afetar carreira de Karol Conká?

O Tempo - Diversão - Magazine Especialistas sugerem pausa na exposição, gerenciamento de crise bem feito, foco no futuro e uma mudança de postura Veja Mais

Jennifer Garner e Mark Ruffalo posam juntos em bastidores de filme 17 anos após parceria em 'De repente 30'

G1 Pop & Arte Atores compartilharam foto juntos e celebraram reencontro durante gravação de 'The Adam Project' no Canadá. Jennifer Garner e Mark Ruffalo posam juntos em bastidores de filme 17 anos após parceria em 'De repente 30' Reprodução/Instagram Jennifer Garner e Mark Ruffalo usaram as redes sociais para compartilhar um reencontro nos bastidores de um novo projeto 17 anos após o lançamento de "De repente 30". Os atores, que protagonizaram a comédia romântica, estão em Vancouver, no Canadá, gravando o filme "The Adam Project". "A poeira mágica funcionou. E tive um dia perfeito com meu velho parceiro", escreveu Garner, relembrando a purpurina que marca a história do longa. "Me reconectando com minha velha parceira. Alguém sabe onde podemos encontrar Razzles no Canadá?", brincou o ator, citando a bala que também aparece no filme. Além de Garner e Ruffalo, "The Adam Project" ainda conta com Ryan Reynolds, Zoe Saldana e outras estrelas no elenco. Com direção de Shawn Levy, o filme ainda não tem previsão de lançamento. Veja abaixo um trecho do filme 'De repente 30': Confira o trailer de 'De Repente 30' Initial plugin text Initial plugin text 'De Repente 30' tem Jennifer Garner e Mark Ruffallo Divulgação/IMDb VÍDEOS: Saiba tudo sobre cinema e outros temas do entretenimento com o Semana Pop Veja Mais

'Judas e o Messias Negro' trata de questões raciais com impacto e vigor; G1 já viu

G1 Pop & Arte Filme produzido pelo diretor de 'Pantera Negra' impressiona pela ótima direção de Shaka King e pela trilha sonora. Daniel Kaluuya, de 'Corra!', é o destaque do elenco como Fred Hampton. Temas como representatividade, racismo e desigualdades sociais foram amplificados pelo movimento Black Lives Matter. Por isso, um filme como "Judas e o Messias Negro" se torna ainda mais relevante para levar o público a refletir, mesmo com uma história ambientada no final da década de 1960. A estreia nos cinemas brasileiros é nesta quinta-feira (25). Assista ao trailer do filme "Judas e o Messias Negro" Dirigido por Shaka King, estreante na direção de longas para um grande estúdio, o filme mostra como o jovem ativista Fred Hampton (Daniel Kaluuya, de "Corra!") ascendeu no movimento Panteras Negras, em 1969. Ele chegou a se tornar o líder do grupo no estado de Illinois. Os atos dele acabaram chamando a atenção de J. Edgar Hoover (Martin Sheen, de "Os Infiltrados", com uma estranha maquiagem). O chefão do FBI resolve acabar com a "ameaça" que Hampton representa. Diretor de 'Pantera Negra' fala de filme sobre ativista assassinado: 'Estamos na mesma luta' Assim, o agente Roy Mitchell (Jesse Plemons, de "Vice") resolve transformar o ladrão de carros William O’Neal (LaKeith Stanfield, de "Corra!") em seu informante. Ele é colocado dentro dos Panteras Negras para ficar de olho em Hampton e repassar informações sobre ele. O'Neal começa a entrar em conflito ao perceber que está simpatizando com Hampton e se envolvendo mais do que gostaria com a causa dos manifestantes. Mas ele sabe que, se não fizer o que mandam, ele pode acabar atrás das grades. Assista ao segundo trailer do filme 'Judas e o Messias Negro' Inspirado em uma história real, "Judas e o Messias Negro" mantém um clima de tensão. O diretor, também roteirista ao lado de Will Berson, se mostra seguro na condução da trama. Ele bota o suspense sempre em alto nível, sem exageros. Daniel Kaluuya e Dominique Fishback numa cena de 'Judas e o Messias Negro' Divulgação Coração de pantera Outra questão bem trabalhada no filme é a relação que Hampton desenvolve com Deborah Johnson (Dominique Fishback). Além de mostrar a vulnerabilidade do ativista, tímido na intimidade, ganha pontos quando discute a possibilidade de morrer por uma causa que a jovem levanta após engravidar dele. Nesses momentos, os dois atores tornam ainda mais convincente o envolvimento do casal. Numa das cenas mais belas do filme, Deborah explica que teme pelo bebê que espera, embora admire o fato de que ele nascerá com o coração de uma pantera. Daniel Kaluuya e LaKeith Stanfield (de braços erguidos) protagonizam 'Judas e o Messias Negro' Divulgação 'Eu sou um revolucionário!' No entanto, o que mais deve causar impacto a quem assistir a "Judas e o Messias Negro" é ver os incendiários discursos de Fred Hampton para o público. Daniel Kaluuya mostra mais uma vez que é uma das melhores revelações dos últimos anos. Quando diz "Eu sou um revolucionário!", frase que tornou Hampton conhecido nos Estados Unidos, ele se entrega. Não é por acaso que seu nome vem sendo lembrado na temporada de premiações, com grandes chances de ser indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante. Quando ele sai de cena momentaneamente no meio da trama, o filme cai um pouco de ritmo, centrando-se ainda mais nos conflitos do personagem de LaKeith Stanfield (embora muito bem em seu papel). Mas isso dura pouco. Após o ressurgimento de Kaluuya, o filme fica ainda mais intenso e impactante. William O’Neal (LaKeith Stanfield) numa reunião dos Panteras Negras em 'Judas e o Messias Negro' Divulgação Além da boa direção e do elenco afiado, "Judas e o Messias Negro" se destaca na parte técnica pela ótima direção de arte. Ela transmite bem a ambientação de época e a trilha sonora, assinada por Craig Harris e Mark Isham, que ajudam a criar a tensão que permeia o filme. Como disse Ryan Coogler, diretor de "Pantera Negra" e um dos produtores de "Judas e o Messias Negro", a luta mostrada no filme permanece atual. Ainda mais com tantos conflitos raciais que acontecem no mundo nos últimos tempos. Isso fica bem claro quando são mostradas imagens da época em que se passa a trama, num recurso que lembra um pouco o também ótimo "Infiltrado na Klan", de Spike Lee. A sequência revela que muita coisa ainda precisa ser mudada em termos de relações pessoais, não só nos Estados Unidos, mas também em boa parte do mundo. VÍDEOS: Semana Pop fala de cinema e outros temas Veja Mais

Karol Conká bate recorde de rejeição do 'BBB' com 99,17%; veja lista com maiores rejeições do programa

G1 Pop & Arte Cantora disputava eliminação desta terça-feira (23) com Gilberto (0,29%) e Arthur (0,54%). Karol Conka no 'BBB21' Reprodução/Globo A cantora Karol Conká foi eliminada nesta terça (23) do "BBB21" com 99,17% dos votos e, com essa porcentagem, bateu o recorde de rejeição de todas as edições do reality. Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Karol Conká, Doutor Gê, Aline: Como vilões do BBB se tornam vilões do BBB? Ao ser eliminada em um paredão contra Karol Conká quebrou um recorde duplo: a maior rejeição total e a maior rejeição para paredões triplos. Os recordes anteriores foram da semana passada, com Nego Di. Antes desta edição, a participante Aline Cristina, do "BBB5", manteve a posição de mais rejeitada do programa por 15 anos. Ela saiu da casa com 95% dos votos em uma disputa contra Grazi Massafera. Aline foi considerada falsa e fofoqueira pelo público. A quinta edição teve outra eliminação acima da casa dos 90%: o médico Rogério, conhecido como Dr. Gê, saiu com 92%. Ele foi considerado o "vilão" do programa. A segunda maior rejeição ERA a de Patrícia Leitte, em 2018. Ela saiu com 94,26%, depois de protagonizar uma briga com Gleici, campeã do "BBB18". Patrícia detinha o recorde de votação para um paredão triplo. Outras duas participantes da edição de 2018 estão no TOP 10 de rejeições do "BBB": Nayara, com 92,69%, e Ana Paula, com 89,85%. Veja lista com maiores rejeições do programa Karol Conká ("BBB21") - 99,17% (paredão triplo) Nego Di ("BBB21") - 98,76% (paredão triplo) Aline ("BBB5") - 95% (paredão duplo) Patrícia ("BBB18") - 94,26% (paredão triplo) Felipe Cobra ("BBB7") - 93% (paredão duplo) Nayara ("BBB18") - 92,69% (paredão triplo) Rafa ("BBB12") - 92% (paredão duplo) Rogério ("BBB5") - 92% (paredão duplo) Airton ("BBB7") - 91% (paredão duplo) Ana Paula ("BBB18") - 89,85% (paredão triplo\) VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Lawrence Ferlinghetti, poeta americano, morre aos 101 anos

G1 Pop & Arte Poeta fez parte da Geração Beat que revolucionou a literatura americana na década de 50 e fundou a histórica livraria City Lights, em São Francisco. Lawrence Ferlinghetti, em foto de novembro de 2005 Henny Ray Abrams/AP/Arquivo O poeta Lawrence Ferlinghetti morreu aos 101 anos nesta segunda (22). O artista americano fez parte da Geração Beat que influenciou a literatura americana na década de 50. Ele vivia em São Francisco, na Califórnia, cidade em que fundou a famosa livraria City Lights. A informação da morte foi confirmada ao jornal Washington Post pelo filho Lorenzo, que atribuiu a causa da morte à uma doença pulmonar. "Ferlinghetti foi fundamental na democratização da literatura americana ao criar (com Peter D. Martin) a primeira livraria do país em 1953, dando início a um movimento para tornar diversos livros de qualidade baratos amplamente disponíveis", diz o comunicado publicado nas redes da livraria nesta terça (23). "Por mais de sessenta anos, aqueles de nós que trabalharam com ele na City Lights foram inspirados por seu conhecimento e amor pela literatura, sua coragem na defesa do direito à liberdade de expressão e seu papel vital como um embaixador cultural americano. Sua curiosidade era ilimitada e seu entusiasmo era contagiante. Sentiremos muito a sua falta", continua. Initial plugin text Vida e obra Lawrence Ferlinghetti, em foto de outubro de 1988 Frankie Ziths/AP/Arquivo Lawrence Monsanto Ferlinghetti nasceu em março de 1919 na cidade de Yonkers, em Nova York. Ele começou a destacar nos anos 50 quando publicou o poema-manifesto "Uivo", de Allen Ginsberg. O lançamento atraiu a atenção para Ginsberg, e, consequentemente, para toda a Geração Beat de poetas, artistas e hipters que se rebelavam contra o conservadorismo através da literatura. Ferlinghetti escreveu dezenas de livros, incluindo um dos volumes de poesia mais vendidos da história americana: "A Coney Island of the Mind" (1958), uma crítica direta e frequentemente irônica da cultura dos Estados Unidos. Além do trabalho como escritor, o poeta era visto como guru da cena artística de São Francisco. A livraria e editora independente City Lights foi fundada em 1953 por Ferlinghetti e por Peter D. Martin, e é um das mais icônicos espaços literários dos Estados Unidos. Veja Mais

'Acústico MTV' com o grupo de k-pop BTS tem estreia mundial

O Tempo - Diversão - Magazine Programa com o fenômeno da música sul-coreana vai ao ar nesta terça-feira (23), às 23h (horário de Brasília) Veja Mais

Reconstrução do Museu Nacional vai deixar visíveis as marcas do incêndio

O Tempo - Diversão - Magazine Projeto de restauro prevê interior com paredes sem reboco, revelando áreas que resistiram ao fogo que atingiu o prédio em 2018 Veja Mais

Brasileira Dayane Mello se declara bissexual ao vivo no 'Big Brother' italiano

G1 Pop & Arte Modelo brasileira é finalista do 'Grande Fratello VIP', que está na última semana. Ela disse que se apaixonou por outra participante, Rosalinda, e por outra mulher antes. Dayane Mello no 'Grande Fratello VIP' Reprodução/Instagram/dayanemelloreal Dayane Mello, brasileira que participa da versão italiana do "Big Brother" com famosos, o "Grande Fratello VIP", se declarou bissexual e disse que estava apaixonada por uma colega do reality, Rosalinda, nesta segunda-feira (22). Ela disse que "amor é sempre amor" e contou que já havia se apaixonado por outra mulher antes do programa, mas que a relação não aconteceu pois elas tiveram medo. A modelo brasileira virou finalista após uma votação com o público para escolher quem iria direto à final. Ela concorria com outros três colegas de reality show. O programa está em sua última seman. Initial plugin text "Quero dedicar esta final à minha filha e a você, Alfonso", afirmou a modelo ao apresentador do programa, Alfonso Signorini. Dayane conquistou o apoio da torcida brasileira após ser alvo de comentários misóginos e xenofóbicos. "São mensagem de gente do Brasil, de Portugal, da Argentina, do mundo todo. Pessoas que se identificaram com o que passamos, que viveram a mesma situação'", disse ao G1 o irmão dela, Juliano Mello. Ao longo da edição, ela foi indicada a 11 paredões. Veja Mais

Café com Letras Savassi volta a sediar projeções de trabalhos de artistas locais

O Tempo - Diversão - Magazine Projeto 'Café TV' é relançado com exposição do fotógrafo mineiro Weber Pádua Veja Mais

'Tom & Jerry - O Filme' segue na liderança da bilheteria nacional e fatura R$ 1,5 milhão

G1 Pop & Arte Filme foi visto por 104,2 mil pessoas no primeiro final de semana em cartaz. 'Monster Hunter' e 'Mulher-Maravilha 1984' completam top 3 no ranking de quinta (18) a domingo (21). Assista ao trailer de 'Tom & Jerry - O Filme' "Tom & Jerry: O Filme" segue na liderança da bilheteria nacional após estrear nos cinemas brasileiros na quinta (18). O longa foi visto por 104 mil pessoas e teve renda de R$ 1,5 milhão da estreia até domingo (21). O filme já estava no topo do ranking na semana passada apenas com sessões especiais de pré-lançamento. "Monster Hunter" assumiu o segundo lugar com público de 57 mil e renda de R$ 944 mil. Já "Mulher Maravilha 1984" aparece na sequência e completa o top 3 do levantamento com dados da ComScore. Os dez filmes com maior arrecadação neste final de semana somam, juntos, R$ 3,7 milhões, e foram vistos por 230,4 mil pessoas. O levantamento da ComScore não informa quantas salas de cinema estão abertas no país. Semana Pop explica como ficou o calendário de filmes para os próximos meses Veja o ranking de bilheteria entre os dias 18 e 21 de fevereiro de 2021: "Tom & Jerry - O Filme" - R$ 1,5 milhão "Monster Hunter" - R$ 944 mil "Mulher-Maravilha 1984" - R$ 522,1 mil "#Sem Saída" - R$ 237,7 mil "Pinóquio" – R$ 226,1 mil "Legado Explosivo" – R$ 80 mil "Destruição final: O Último Refúgio" - R$ 51,4 mil "Amizade Maldita" - R$ 19,8 mil "O Mensageiro do Último Dia" – R$ 13,3 mil "Trolls 2" - R$ 10,8 mil LEIA MAIS: Quais estreias vão entrar em cartaz em 2021? Veja trailers dos lançamentos do ano VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Silviano Santiago lança primeira parte de sua esperada autobiografia

O Tempo - Diversão - Magazine 'Menino Sem Passado' é o relato da infância do escritor mineiro, de 84 anos Veja Mais

Lagum planeja lançar terceiro álbum neste ano com homenagem a Tio Wilson

O Tempo - Diversão - Magazine Todas as canções do novo disco da banda mineira foram gravadas antes da morte do baterista; ele morreu em setembro de 2020 Veja Mais

'Casa Vertigem', da Cia de Dança Palácio das Artes, tem novo formato

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Degusta Cultura acrescenta a palavra "diversidade" em seu título

O Tempo - Diversão - Magazine Evento tem início neste domingo, em ambiente virtual, e prosseguirá até a terça-feira, dia 23 Veja Mais

Supergirl vai ser interpretada por Sasha Calle em 'The Flash'

G1 Pop & Arte Atriz de ascendência colombiana vai ser primeira versão latina da super-heroína, e foi escolhida entre mais de 400 pessoas. Sasha Calle em cena de 'The Young and the Restless' Divulgação A DC anunciou nesta sexta-feira (19) que a atriz Sasha Calle vai interpretar a Supergirl no filme "The Flash". Em vídeo publicado em redes sociais, o diretor da produção, o argentino Andy Muschietti ("It – A coisa"), parabeniza a atriz americana de ascendência colombiana. Initial plugin text Ao receber a notícia, Calle chora e comemora. "The Flash" tem previsão de estreia para novembro de 2022. De acordo com o site Deadline, Calle foi escolhida entre mais de 400 atrizes que participaram de testes em busca de alguém para interpretar a super-heroína. "Vi mais de 400 testes. Estados Unidos, Argentina, Brasil, México, Colômbia. O grupo de talentos era verdadeiramente maravilhoso e foi muito difícil tomar a decisão, mas finalmente encontramos uma atriz destinada a interpretar esse papel", afirmou o cineasta ao site. As participantes só ficaram sabendo qual era o personagem nas últimas etapas do processo, realizado totalmente por chamadas de vídeo. Nesse tempo, Calle chegou a fazer um teste de química com Ezra Miller, intérprete do Flash. Com 25 anos, Calle é mais conhecida nos EUA por seu trabalho na novela "The young and the restless". 'É definitivamente mais fácil trabalhar com crianças', diz diretor de 'It - Capítulo dois' Andy Muschietti parabeniza Sasha Calle por ter sido escolhida como a Supergirl de 'The Flash' Reprodução/Twitter/DCComics VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Marjorie Estiano se emociona ao lembrar de trabalho com Nicette Bruno em 'A vida da gente'

G1 Pop & Arte Atriz conta que relação com Nicette, dentro e fora da novela, foi de muito acolhimento. Trama escrita por Lícia Manzo será reexibida a partir de 1º de março no horário das 18h. Marjorie Estiano e Nicette Bruno gravam cena de "A vida da gente" TV Globo / João Miguel Júnior Marjorie Estiano não segurou a emoção ao recordar seu trabalho ao lado de Nicette Bruno em "A vida da gente". Na novela, que será reexibida na Globo a partir de 1º de março, no horário das 18h, as atrizes faziam avó e neta, Iná e Manuela. Nicette Bruno morreu em dezembro de 2020, aos 87 anos, vítima de Covid-19. Durante conversa com alguns jornalistas sobre o retorno da obra escrita por Lícia Manzo, Marjorie falou sobre suas lembranças no projeto, que foi ao ar originalmente entre 2011 e 2012. "Não conseguiria isolar uma cena, o que mais me marca como um todo são as conversas. É a escuta, é a troca entre os personagens. Particularmente com a Nicette era muito emocionante." "Era uma troca muito sincera, honesta, bonita. Tanto Iná com Manu, como Nicette e Marjorie, foi [uma relação] de muito acolhimento", afirmou a atriz, sem segurar as lágrimas. Marjorie também afirmou não conseguir lembrar uma cena marcante específica com a atriz. "A memória tem dessas coisas. Não é porque não ficou claramente na memória que não foi marcante", disse Marjorie, ainda emocionada, antes de falar sobre Nicette nos bastidores. "A Nicette é uma mulher muito interessante. Ela é um espetáculo mesmo. Tive o privilégio de, por um ano, assistir esse espetáculo. Ela é muito impressionante." "É uma pessoa que não pertence a uma geração. Ela atravessa gerações. Ela tinha uma conexão muito clara, simples e sensível com tudo. Com todos os assuntos." "O mundo se transforma muito. Se você nasceu em determinado período, tem dificuldade em absorver algumas coisas. Mas Nicette estava à frente, sabia tudo." Ela ainda recordou que, ao longo da novela, via a atriz recebendo o telefonema do marido, o ator Paulo Goulart, todas as manhãs. "A gente filmando de madrugada, ela acordava toda disposta. E o Paulo ligava sempre pra dar bom dia, falar com ela um pouco antes. E eu achava aquilo tão incrível. Casados há tantos anos, tão viva essa relação, essa delicadeza, esse acompanhamento." Paulo morreu em 2014, aos 81 anos, vítima de um câncer renal. A Vida da Gente: Um brinde ao tempo (2011) VÍDEOS: Semana Pop fala sobre novelas e outros temas Veja Mais

SiAcalme Festival une música, teatro, yoga e tarot a partir desta sexta-feira

O Tempo - Diversão - Magazine Até domingo (21), show de Chico Chico e Fran Gil e pré-estreia de monólogo com Juliana Martins movimentam a programação Veja Mais

Dave Grohl diz que futuro do rock está na geração da filha de 14 anos e tocar Nirvana com ela 'foi lindo'

G1 Pop & Arte Ele conta como sua vida 'completou um ciclo' no palco com Violet, que canta no novo álbum do Foo Fighters. Ao G1, Dave também fala de 'alívio' na pandemia e lembra 'revolução' grunge; ouça. Os Foo Fighters estão vivos e operantes, com um disco novo na missão de prover "alívio e alegria" na quarentena com rock dançante, descreve Dave Grohl ao podcast G1 Ouviu (clique acima para escutar). Dave também garante o futuro de longo prazo do estilo musical que encarna. Ele vê o rock são e salvo nas mãos da geração de Violet, sua filha de 14 anos. A garota faz vocais de apoio na faixa "Making a fire", do álbum "Medicine at midnight". Ela já havia subido ao palco em shows do Foo Fighters. Mas Dave viu sua vida "completar um ciclo" quando tocou uma música do Nirvana com ela em um show, ao lado seus ex-colegas da antiga banda. "Foi como voltar ao tempo e olhar para o futuro", ele descreve. Violet, filha de Dave Grohl, canta 'Heart-shaped box', do Nirvana, com o pai na bateria e St. Vincent na guitarra em janeiro de 2020 Reprodução / YouTube Na entrevista, o empolgado Dave, que vestia uma camisa do ABBA, também fala sobre: David Bowie - ele explica por que "Medicine at midnight" é o "Let's dance" do Foo Fighters. Rock e eletrônica - ele diz que amava techno enquanto tocava com o Nirvana, e defende que sem os pioneiros do rock não haveria e dance music de hoje. "Smells like teen spirit" - Dave acredita que Kurt Cobain cantava sobre a cena punk de Olympia, Washington: 'No nosso pequeno mundo, a gente estava começando uma revolução.' Ao relembrar o Nirvana, Dave desmente um detalhe sobre a história da composição de "Smells like teen spirit", repetida em diversas reportagens, filmes e livros, como a biografia "Heavier Than Heaven - Mais pesado que o céu" (Ed. Globo), do jornalista de Seattle Charles R. Cross. Reza a lenda que Dave namorava Kathleen Hanna, líder do Bikini Kill, quando ela escreveu "Kurt cheira a 'Teen Spirit'" na parede da casa do cantor, inspirando sem querer o título da música. O caso da frase é real, mas Dave faz uma breve correção: ele nunca ficou com Kathleen. Eram só amigos. Ok. Dave Grohl também explica como saiu da banda que fez um dos shows de estádio mais desastrosos no Brasil - Nirvana no Hollywood Rock de 1993 - para virar especialista em domar multidões em megashows no país. "Com o Nirvana eu só sentava no fundo e espancava a bateria. Mas no Foo Fighters eu tento convidar o público para entrar em uma celebração", ele ensina. Leia a entrevista completa abaixo. G1 - Sei que vocês fizeram o disco antes da pandemia, pensando em tocar em estádios, mas achei que ele também é bom para dançar em casa mesmo. Isso tem a ver com o fato de que vocês gravaram em uma casa em Los Angeles, ou estou viajando? Dave Grohl - Não, é mesmo. Começamos a escrever há uns dois anos, com muita expectativa para 2020. Era o nosso 25º aniversário, nosso décimo disco, então marcamos uma turnê gigante, que ia passar pelo mundo inteiro em festivais e estádios. A gente queria uma trilha para essa celebração, para as pessoas se mexerem e dançarem com energia positiva. Achamos que seria uma festa gigante. Aí o mundo parou, tudo fechou. Em março a gente guardou o disco. Achamos que talvez as coisas iam voltar ao normal. Mas depois de três, quatro, cinco meses, vimos que nada mudaria tão cedo. E as pessoas precisam mais de música do que nunca. Você não tem que dançar num estádio ou num festival. Pode ser em casa, na cozinha, na sala, onde for. Nem que seja sozinho. Por isso decidimos soltar agora: queríamos que as pessoas tivessem uma fuga, um alívio, uma alegria. Mas sim, escolhi as músicas que fossem as melhores no palco, como “Love dies young”, “Making a fire” ou “No son of mine”. Essas seriam incríveis ao vivo, todo mundo ia cantar junto. Foo Fighters Divulgação G1 - Vocês já citaram Abba e David Bowie como referências. Você estava escutando muito eles no final de 2019 ou quando estavam gravando? Dave Grohl - Engraçado, estou usando uma camisa do Abba agora (risos). Mas “Let's dance” é uma referência interessante, porque tem um lugar especial na história do David Bowie. Ele sempre fez músicas incríveis e tocantes. Mas esse disco representa um momento divertido, de leveza na carreira. Porque os discos dele podiam ser muito sombrios e emocionalmente pesados. Mas "Let's Dance" era divertido. Então é isso que queremos dizer quando falamos que esse é nosso "Let's Dance" Nesses 25 anos fizemos músicas rápidas, altas, pesadas, sombrias, punk rock. E coisas suaves, acústicas, belas, orquestradas. Agora a gente queria fazer algo com energia positiva, para cima, divertida. Por isso usamos esse disco do Bowie como referência. G1 - As pessoas discutem o fato de o rock estar menos popular que a EDM. E parece que algumas pessoas têm uma noção de que o rock é para balançar a cabeça, não o resto do corpo. Você acha que o novo álbum de vocês contradiz essa noção que opõe o rock ao pop dançante? Dave Grohl - Eu comecei a ouvir música eletrônica nos anos 80. Meu primeiro amor na música eletrônica foi o Kraftwerk, que descobri em 1982, 1983. Aí fiquei muito ligado em industrial music. Bandas como Psychic TV, Einsturzende Neubauten, aquele industrial doido mesmo. E também artistas dance como Tackhead, coisas underground dos anos 80 que ninguém ouvia. Aí, no final dos anos 80, a música em Chicago e Detroit começou a ficar muito popular. Então quando a revolução techno explodiu no começo dos anos 90, eu amava. Eu estava colecionando os discos. Eu amava Prodigy. Isso foi durante o Nirvana. Eu sempre fui fã. As pessoas acham que eu não gosto de música eletrônica porque uma vez eu disse em um discurso [no Grammy em 2012] que a questão não era o que está no computador, mas o que está no seu coração. E ainda acredito nisso. Mas não significa que eu não goste de computador. Significa que eu gosto do lado humano da música. De usar a criatividade humana, não importa com qual instrumento: guitarra, computador, bateria, bateria eletrônica. Enfim. Eu toquei bateria com o Prodigy. Foo Fighters faz primeiro show em SP da turnê de 2018 pelo Brasil Fábio Tito/G1 Eu gosto de rock and roll do tipo cru, barulhento, bagunçado. Mas amo escutar música eletrônica criativa e inventiva. Só não gosto de músicas que se parecem com outras. Aqueles gêneros que ficam populares e tudo fica igual. Não gosto do que não é criativo. Quando eu falo de “dance music”, Little Richard era música para fazer dançar. Elvis, Sly & the Family Stone, [a gravadora] Motown faziam músicas para dançar. Não tem a ver com eletrônica ou pop. É como te faz mexer. Então, quando a gente fez um disco para as pessoas se mexerem, não tinha que ser eletrônico ou no computador. Jimi Hendrix te faz dançar. Eu não acho que é uma contradição. Acho que faz todo sentido. Porque sem essa música que te fazia dançar há 50, 60, 70 anos, a gente não teria a dance music de hoje. O vocalista Dave Grohl, do Foo Fighters, no Rock in Rio 3, em 2001, e na edição de 2019 L.C. Leite/Estadão Conteúdo/Arquivo; Marcelo Brandt/G1 G1 - Sua filha canta no disco novo, e no começo de 2020 ela também cantou “Heart-shaped box” do Nirvana com você e os outros ex-colegas ao vivo. Achei aquele vídeo muito bom. Como foi aquele momento para você? Dave Grohl - Foi uma noite especial. Fui chamado para um show beneficente. O Foo Fighters estava de férias. Aí chamei Krist Novoselic e Pat Smear para fazer músicas do Nirvana com outras pessoas. O Beck e a St. Vincent cantaram. A gente ligou para a Joan Jett, mas ela não podia. A gente precisava de outro cantor. Eu pensei: talvez minha filha Violet possa. Ela ouve Nirvana. Mas não sou eu que a faço ouvir, eu nem escuto Nirvana em casa. Ela escuta no quarto dela porque se conecta com as músicas, porque ela tem essa idade. Pat Smear, St. Vincent, Violet e Dave Grohl tocam 'Heart-shaped box', do Nirvana Reprodução / YouTube Aí perguntei se ela queria cantar uma música e ela topou. Eu falei: “Que música?” E ela: “Heart-shaped box” (risos). Não acreditei, porque é a música mais sombria do Nirvana. Sempre que eu toco com o Pat e o Krist, é um sentimento muito doce-amargo. Porque o Kurt não está lá. E eu me lembro de quando ele estava. Mas ver lá de trás na bateria minha filha no microfone foi um momento em que a vida completou um ciclo. Eu compartilhei com ela algo que experimentei quando era jovem, com 21, 22 anos. Agora ela entende como era minha vida trinta kuranos atrás. Foi como voltar no tempo e olhar para o futuro. Foi lindo. G1 - Eu me lembrei da frase que o Kurt Cobain escreveu no diário dele, sobre “sentir conforto em saber que as mulheres são o único futuro do rock and roll". Como o pai de uma adolescente roqueira, você acha que pessoas como ela, as amigas dela, a St. Vincent e Billie Eilish são o futuro do rock? Dave Grohl - Sim, eu vejo como minha filha e suas amigas descobrem música. É um um jeito diferente de mim quando era novo. Mas o sentimento é o mesmo. Elas não estão só ouvindo novas músicas, mas a história da música. Ouvem de Beatles a Led Zeppelin a Stevie Wonder a James Brown a Little Richard a Elvis. E novos artistas também. Essa época na vida é muito importante. A adolescência é quando você descobre a identidade e se conecta à música. Acho que é por isso que a Billie Eilish [cantora que Dave conheceu através de Violet e já elogiou várias vezes] se tornou tão popular. Porque há milhões de jovens que se sentem do mesmo jeito que ela. Eu vejo o futuro da música na minha filha e nas amigas dela. Elas tocam guitarra, bateria, amam rock. Então eu vejo o futuro do rock ‘n’ roll nessa nova geração, com certeza. Pat Smear, Joan Jett, Lorde, Dave Grohl, St. Vincent, Kim Gordon e Krist Novoselic se apresentam durante a indução do Nirvana ao Rock and Roll Hall of Fame, na noite de 10 de abril Larry Busacca/Getty Images/AFP G1 - Por falar em mulheres no rock, você namorava Kathleen Hanna quando ela escreveu que ‘Kurt cheirava a Teen Spirit’. O Nirvana e o Bikini Kill tinham a mesma energia explosiva... Dave Grohl - Espera. Eu não namorei Kathleen Hanna. [O termo em inglês usado na pergunta e na resposta é "date", que também pode ser traduzido como "ter encontros" ou "ficar". De qualquer forma, Dave nega qualquer "date" com a vocalista do Bikini Kill]. Não, ela era uma amiga nossa. Éramos todos amigos em Olympia, amigos do Bikini Kill, da Kathleen, da Toby (Veil). Mas não. Mas era uma época empolgante, porque em Olympia, Washington, tinha uma cena muito pequena de punk rock, de umas 40 ou 50 pessoas, e todo mundo era muito criativo e prolífico. Dave Grohl, Kurt Cobain e Krist Novoselic em ensaio de fotos do disco 'Nevermind' Divulgação No nosso pequeno mundo, a gente estava começando uma revolução. A gente sentiu que tinha a liberdade de mudar as coisas. A gente não pensava que ia virar o que virou. Tinha essa energia jovem e linda com pessoas sempre juntas formando bandas, lançando discos, fazendo shows. E era uma cena muito pequena. E era sobre isso que o Kurt canta em músicas como ‘Smells Like Teen Spirit’. Ele está falando sobre nosso pequeno grupo de amigos em Olympia, Washington. Sim, foi uma época incrível. Éramos garotos de 21, 22 anos, e tudo era empolgante. Dave Grohl no clipe de 'Lithium' Divulgação G1 - Você é conhecido por megashows no Brasil com o Foo Fighters, comandando multidões. Mas talvez seu show mais discutido no Brasil até hoje tenha sido aquele desastroso no Hollywood Rock com o Nirvana em 1993. Como foi passar de shows caóticos como aquele para ter hoje todo esse domínio do público? Dave Grohl - Antes de tudo, eram bandas totalmente diferentes. Mas com o tempo você cresce e aprende, fica mais confortável e entende como transformar um show numa celebração. Com o Nirvana eu só sentava no fundo e espancava a bateria. Mas no Foo Fighters eu tento convidar o público para entrar em uma celebração. Sempre que eu subo no palco, é assim que eu me sinto - e tento compartilhar essa sensação ótima. Dave Grohl, vocalista do Foo Fighters, no Rock in Rio 2019 Marcelo Brandt/G1 Veja Mais

Brinquedo 'Mr. Potato Head' vai passar a ter gênero neutro, anuncia fabricante

G1 Pop & Arte Boneco de batata com rosto humano, também conhecido no Brasil como "Senhor Cabeça de Batata", vai se chamar apenas "Potato head", anunciou a Hasbro. Novos bonecos da linha "Mr. Potato Head" vão passar a ter gênero neutro e se chamar apenas "Potato Head", anunciou a fabricante Divulgação / Hasbro O clássico brinquedo "Mr. Potato Head", criado em 1952, vai passar a ter gênero neutro, e se chamar apenas "Potato head", anunciou a sua fabricante nos EUA, a Hasbro, nesta quinta-feira (25). O boneco também é vendido no Brasil como "Senhor Cabeça de Batata". Ainda não houve um anúncio oficial sobre a mudança fora do mercado dos EUA. O lançamento de brinquedo sem o gênero definido é uma tendência nos EUA. Em 2019, a fabricante da Barbie lançou uma linha de bonecos de gênero neutro, a Creatable World. Entenda as novidades da cultura no Semana Pop: Veja Mais

Globo de Ouro da vida real: Veja quem concorre com personagens que fizeram história

G1 Pop & Arte Cantores e ativistas políticos dominam histórias com personagens reais entre as indicações deste ano. Prêmio acontece neste domingo (28). Assista também aos trailers. Sacha Baron Cohen, Andra Day, Viola Davis, Daniel Kaluuya e Leslie Odom Jr. interpretam personagens reais em filmes indicados ao Globo de Ouro Divulgação Entre os atores e atrizes concorrentes do Globo de Ouro 2021, seis interpretam personagens que existiram na vida real. A premiação acontece no domingo (28) e é uma das mais importantes antes do Oscar. Veja quem são os indicados ao Globo de Ouro Cantores de jazz, blues e soul, ativistas políticos e até uma personalidade da política americana do século XVIII estão entre os retratados pelos atores indicados. São eles: Viola Davis como Ma Rainey ("A voz suprema do blues") Andra Day como Billie Holiday ("Estados Unidos Vs Billie Holiday") Daniel Kaluuya como Fred Hampton (“Judas e o messias negro”) Leslie Odom, Jr. como Sam Cooke (“Uma noite em Miami...”) Sacha Baron Cohen como Abbie Hoffman (“7 de chicago”) Lin-Manuel Miranda como Alexander Hamilton (“Hamilton”) Apesar de só Sacha Baron Cohen e Leslie Odom Jr. estarem indicados individualmente, os protagonistas de "Os 7 de Chicago" e "Uma Noite em Miami..." são inspirados em pessoas que realmente existiram (Leia mais abaixo). Veja, abaixo, a comparação entre atores e personagens: Viola Davis como Ma Rainey ("A voz suprema do blues") Viola Davis como cantora de blues Ma Rainey no filme "A voz suprema do blues" Divulgação Viola Davis foi a atriz escalada para interpretar uma das primeiras cantoras de blues, Ma Rainey. Inspirado na peça de nome "Ma Rainey's Black Bottom", o filme mostra como a artista precisou se impor na sociedade e na indústria da música machista e racista dos anos 20. "Estamos honrando você, Rainha. Obrigado pelo seu talento, pela sua verdade, pela sua força e pela sua coragem!", escreveu Davis quando o filme estreou. Além de Davis, Chadwick Boseman recebeu uma indicação póstuma pela atuação no longa dirigido por George C. Wolfe. O ator de “Pantera Negra” morreu aos 43 anos em agosto. 'A voz suprema do blues' é prova do talento de Chadwick Boseman em sua despedida; G1 já viu 'A voz suprema do blues' ganha trailer com Chadwick Boseman Sacha Baron Cohen como Abbie Hoffman (“7 de chicago”) Sacha Baron Cohen interpreta o ativista político Abbie Hoffman em "Os 7 de Chicago" Divulgação Sacha Baron Cohen interpreta o ativista político Abbie Hoffman em "Os 7 de Chicago", filme que mostra o julgamento de manifestantes contrários à Guerra do Vietnã depois que um protesto que acabou em violência durante a Convenção Nacional Democrata de 1968, em Chicago. O elenco todo é inspirado nos agitadores sociais que, de fato, foram a julgamento pelo tumulto nos anos 60. Estão no filme também Jeremy Strong como Jerry Rubin, Eddie Redmayne como Tom Hayden e Alex Sharp como Rennie Davis. Cohen também concorre como melhor ator em filme de comédia ou musical pelo trabalho em "Borat: fita de cinema seguinte" Andra Day como Billie Holiday ("Estados Unidos Vs Billie Holiday") Andra Day como Billie Holiday no filme "Estados Unidos Vs Billie Holiday" Divulgação Outro grande nome da música retratado nos cinemas é Billie Holiday. O filme fala sobre a investigação secreta do governo dos Estados Unidos por envolvimento com drogas contra a cantora de jazz. Andra Day, duas vezes indicada ao Grammy em 2016, faz sua estreia no cinema com o papel de destaque. Ela perdeu quase 20kg e começou a fumar por conta do filme. Antes, Day chegou a fazer uma participação em "Marshall" (2017), longa com Chadwick Boseman e Josh Gad. Além de indicada a melhor atriz em filme de Drama, ela também concorre a melhor canção original por “Tigress & Tweed”, com Raphael Saadiq. Assista ao trailer de 'Estados Unidos Vs Billie Holiday' Daniel Kaluuya como Fred Hampton (“Judas e o messias negro”) Daniel Kaluuya como Fred Hampton (“Judas e o messias negro”) Reprodução/Youtube; Divulgação Daniel Kaluuya, de "Corra!" interpreta o jovem ativista Fred Hampton que ascendeu no movimento Panteras Negras, em 1969. Ele chegou a se tornar o líder do grupo no estado de Illinois. 'Judas e o Messias Negro' trata de questões raciais com impacto e vigor; G1 já viu Dirigido por Shaka King, "Judas e o Messias Negro" conta a história dos Panteras Negras, seu líder carismático e as tentativas do FBI de se infiltrar na organização. LaKeith Stanfield, Jesse Plemons e Dominique Fishback também estão no elenco. Assista ao segundo trailer do filme "Judas e o Messias Negro" Leslie Odom, Jr. como Sam Cooke (“Uma noite em Miami...”) Leslie Odom Jr. como Sam Cooke em “Uma noite em Miami...” Divulgação O filme de estreia de Regina King como diretora retrata um encontro fictício na década de 1960 entre quatro símbolos da luta dos negros nos Estados Unidos: o boxeador Muhammad Ali (Eli Goree), o ativista Malcolm X (Kingsley Ben-Adir), o cantor e compositor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.) e o jogador da liga de futebol americano Jim Brown (Aldis Hodge). Globo de Ouro 2021 tem recorde de mulheres indicadas para melhor direção Odom Jr. foi indicado como ator coadjuvante pelo performance como o Rei do Soul e na categoria música original por "Speak Now". "A Change is Gonna Come" é um dos hits de Cooke e virou hino na luta pela igualdade dos direitos civis nos Estados Unidos. Assista ao trailer de 'Uma Noite em Miami' Lin-Manuel Miranda como Alexander Hamilton (“Hamilton”) Lin-Manuel Miranda como Alexander Hamilton National Portrait Gallery; Divulgação Lin-Manuel Miranda foi o idealizador, escritor e criador da trilha sonora do premiado musical da Broadway de 2015. Ele foi indicado como melhor ator em comédia ou musical pela atuação como Alexander Hamilton. A Disney comprou os direitos e transformou a peça em filme. Na vida real, Hamilton foi um grande nome da política americana com grande participação no processo de independência dos Estados Unidos. Ele foi capitão do Exército na Guerra contra a Inglaterra, colaborou com a criação do Banco Nacional e da Casa da Moeda e foi o primeiro Secretário do Tesouro do país em 1789. Mais cinebiografias a caminho Além dos filmes indicados neste ano, Freddie Mercury e Elton John também já tiveram suas vidas e carreiras transformadas em cinebiografias em "Bohemian Rhapsody" e "Rocketman", respectivamente. Com o formato no gosto do público e das premiações, as próximos histórias a serem contadas no cinema são de Maddona, Elvis Presley e Bob Dylan. Saiba tudo no vídeo abaixo. Semana Pop lista cinebiografias de grandes músicos que estão em produção Veja Mais

Potente até a medula, 'Judas e o Messias Negro' entra em cartaz nesta quinta

O Tempo - Diversão - Magazine Filme de Shaka King foi indicado ao Globo de Ouro na categoria de melhor ator coadjuvante pelo trabalho de Daniel Kaluuya Veja Mais

Mia Farrow diz que lutava para respirar ao saber do caso de Woody Allen e filha

O Tempo - Diversão - Magazine O conturbado relacionamento entre a atriz e o cineasta tem sido o foco dos primeiros episódios do documentário 'Allen V. Farrow', no ar pela HBO Veja Mais

Streaming: coletânea de 'Os Trapalhões' é disponibilizada em plataforma gratuita

O Tempo - Diversão - Magazine São 32 filmes no NetMovies, entre eles 'Aladim e a Lâmpada Maravilhosa', 'O Trapalhão na Ilha do Tesouro' e 'Simão, O Fantasma Trapalhão' Veja Mais

Após rejeição recorde de Karol Conká, artistas pedem 'mais amor' fora do jogo

O Tempo - Diversão - Magazine MC Rebecca, Anitta e Lucas Koka se manifestaram nas redes sociais após a rapper deixar o programa Veja Mais

Margaret Atwood pensa o jogo de poder entre os sexos evitando militância

O Tempo - Diversão - Magazine Política que atravessa os 45 poemas de novo livro da autora de 'O Conto da Aia' não se mostra de forma estridente Veja Mais

'BBB21' quebra recordes do programa em menos de um mês; veja números das 21 edições

G1 Pop & Arte Relembre recordes de rejeição, provas longas, paredões 'apertados' e maiores vitórias. Karol Conká foi eliminada com 99,17% dos votos Reprodução Com menos de um mês no ar, o "Big Brother Brasil 21" atualizou três recordes da história do programa: Em menos de um mês no ar, o "Big Brother Brasil 21" já entrou para a história do reality show no país. Ele teve: O maior número de participantes autodeclarados negros (8): Karol Conká, João Luiz, Lucas Penteado, Lumena, Nego Di, Pocah, Projota e Gilberto; O maior recorde de rejeição: Karol Conká foi eliminada com 99,17% em um paredão triplo, contra Arthur e Gil; No mesmo paredão, Gil foi o participante com a menor votação das edições: 0,29% dos votos. No ano passado, o "BBB20" também quebrou recordes e chegou até o Guinness Book como o programa de televisão que recebeu a maior quantidade de votos do público: 1,5 bilhão. Acadêmicos do BBB: Como um vilão do BBB se torna vilão do BBB? Relembre outros números marcantes da história do reality: Votações recordistas "BBB20": 1,5 bilhão "BBB20": 416 milhões A votação que entrou para o Guinness Book eliminou Felipe Prior em um paredão com Manu Gavassi e Mari Gonzalez e ultrapassou o recorde de votações da história antes mesmo do encerramento dos votos. O segundo lugar também é do "BBB20": o paredão entre Gizelly, Guilherme e Pyong teve mais de 416,6 milhões de votos e eliminou Guilherme. Mais paredões "BBB20": Babu - 10 paredões "BBB14": Marcelo e "BBB9" Ana Carolina - 7 paredões Babu Santana sofreu e chorou durante o “BBB20” porque não aguentava mais ir a paredões. O ator foi o recordista de indicações, com 10. Antes disso, Ana Carolina, em 2009, e Marcelo, em 2014, haviam sido indicados 7 vezes em suas edições. Ambos foram eliminados no último paredão do programa pelos vencedores das edições. Maiores rejeições Karol Conká ("BBB21") - 99,17% (paredão triplo) Nego Di ("BBB21") - 98,76% (paredão triplo) Aline ("BBB5") - 95% (paredão duplo) A cantora bateu o recorde após ser massivamente criticada por atitudes e comentários em relação a outros participantes da casa, como Lucas Penteado, Juliette Freire, Arcrebiano e Carla Díaz. Karol quebrou recorde duplo: a maior rejeição total e a maior rejeição para paredões triplos. Os recordes anteriores foram da semana passada, com Nego Di. O comediante passou a ser considerado um dos "vilões da edição" pelo público quando abandonou Lucas Penteado, seu primeiro aliado na casa. Antes desta edição, a participante Aline Cristina, do "BBB5", manteve a posição de mais rejeitada do programa por 15 anos. Ela saiu da casa com 95% dos votos em uma disputa contra Grazi Massafera. Aline foi considerada falsa e fofoqueira pelo público. Aline e Grazi, do 'BBB5' TV Globo Menores votações "BBB21": Gil - 0,29% "BBB21": Sarah - 0,37% "BBB20": Babu - 0,44% Vitórias mais folgadas "BBB12": Fael - 92% "BBB7": Alemão, 91% Diego Alemão vence 'BBB7' TV Globo O empenho massivo da torcida também apareceu ao longo do programa nas votações para eleger o vencedor. Em 2007, Alemão ganhou com 91% dos votos contra Carollini. Cinco anos depois, o caubói Fael teve ainda mais vantagem e venceu Fabiana com 92% da preferência do público. Votações mais apertadas Francine, Max e Priscila no 'BBB9' TV Globo "BBB9": Final - 34,85%/ 34,61% "BBB8": Final - 50,15% / 49,85% Enquanto Alemão e Fael venceram de lavada, outros participantes tiveram vitórias muito apertadas no reality. A disputa mais acirrada foi entre Max e Priscila em 2009. Maximilliam se tornou campeão com uma diferença de 0,24% em relação a Priscila. Ele recebeu 34,85% e ela, 34,61%. A final do "BBB8" foi a segunda mais apertada. O músico Rafinha foi campeão com 50,15% dos votos. A modelo Gyselle ficou em segundo lugar, com 49,85%. Jean Wyllys e Grazi Massafera durante a final do 'BBB 5' TV Globo Provas mais longas "BBB18": 42 horas e 58 minutos "BBB12": 29 horas e 57 minutos "BBB18": 29 horas e 48 minutos Kaysar e Ana Clara protagonizaram a prova mais longa do 'BBB', em 2018 TV Globo Em 2018, dois dos participantes mais fortes do programa se enfrentaram durante 42 horas e 58 minutos na maior prova de resistência de todas as edições. Ana Clara e Kaysar tiveram que ser retirados da prova e cada um ganhou um carro. A segunda prova mais longa foi disputada por Kelly e Jakeline em 2012. As duas participantes passaram 29 horas e 57 minutos dentro de um carro. Kelly venceu a disputa. Kaysar é o campeão das provas de resistência. Ele foi o vencedor da terceira prova mais longa das edições, após 29 horas e 48 minutos. Finais femininas As mulheres foram as que mais chegaram às finais do programa: foram 31 mulheres contra 21 homens nas 20 finais, algumas com dois e outras com três participantes. VÍDEOS: Semana pop explica 'BBB' e mais Veja Mais

Karol Conká é a quarta eliminada do 'BBB21' com 99,17% dos votos

G1 Pop & Arte Cantora disputava eliminação desta terça-feira (23) com Gilberto (0,29%) e Arthur (0,54%), e bateu recorde de porcentagem de votos para eliminação da história do programa. Karol Conká no programa desta terça-feira (23). Reprodução/TV Globo Karol Conká foi a quarta eliminada no paredão do "Big Brother Brasil 21" com 99,17% dos votos. Ele disputava a eliminação desta terça-feira (23) com Gilberto (0,29%) e Arthur (0,54%). Veja lista completa dos 20 participantes iniciais Karol Conká, Doutor Gê, Aline: Como vilões do BBB se tornam vilões do BBB? Karol Conká teve altas e baixas em cifras nas redes e streaming durante o BBB Ao ser eliminada em um paredão contra Karol Conká quebrou um recorde duplo: a maior rejeição total e a maior rejeição para paredões triplos. Os recordes anteriores foram da semana passada, com Nego Di. A cantora foi ao paredão indicada pela líder da semana, Sarah. Arthur e Gilberto estavam na disputa pois foram os dois mais votados na casa. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Viúva de Kobe Bryant se irrita após tragédia virar música

O Tempo - Diversão - Magazine 'Caro Meek Mill, acho estes versos extremamente insensíveis e desrespeitosos. Fim de papo', afirmou Vanessa Bryant Veja Mais

Com miniestúdio em casa, Caco Barcellos celebra 15 anos do 'Profissão Repórter'

O Tempo - Diversão - Magazine Nova temporada do programa estreia nesta terça-feira (23), após o 'BBB 21'; para Barcellos, responsabilidade do jornalismo é redobrada em tempos de pandemia Veja Mais

Bob Marley, Aretha Franklin e Madonna vão ser retratados em filmes; veja lista

G1 Pop & Arte Dez biografias cinematográficas estão em produção e podem mostrar as vidas de nomes como Elvis Presley e Bob Dylan nos próximos anos. Semana Pop lista cinebiografias de grandes músicos que estão em produção Quem curte cinema e música não pôde reclamar nos últimos anos, com excelentes biografias cinematográficas de grandes nomes da música como Freddie Mercury ("Bohemian Rhapsody"), Elton John ("Rocketman") e NWA ("Straight outta Compton). Mas outros ícones ainda não tiveram suas histórias contadas. Tanto que Hollywood já prepara filmes sobre Elvis Presley, Bob Dylan e Madonna. Veja abaixo 10 produções que devem ser lançadas nos próximos meses e anos: Elvis Presley Austin Butler, à direita, foi escalado para interpretar Elvis Presley no filme de Baz Luhrman AP No filme dirigido por Baz Luhrmann, de "O grande Gatsby" (2013), o "Rei" é interpretado pelo americano Austin Butler, que ficou mais conhecido em "Era uma vez em Hollywood" (2019). O elenco conta ainda com Tom Hanks como o famoso empresário do cantor, o coronel Tom Parker. Bob Dylan Bob Dylan AP Foto/Chris Pizzello, File O grande ícone da música folk vai ser interpretado pelo jovem Timothée Chalamet ("Me chame pelo seu nome") em biografia dirigida por James Mangold, diretor com experiência no gênero com "Johnny e June" (2005). Mas não se animem tanto com a ideia. O projeto foi adiado por causa da pandemia por tempo indeterminado. Aretha Franklin Aretha Franklin se apresenta na estreia de 'Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives', durante o Festival de Cinema Tribeca 2017, em Nova York Charles Sykes/Invision/AP/Arquivo Foi a própria "rainha do soul" quem escolheu Jennifer Hudson ("Dreamgirls - Em busca de um sonho") para interpretá-la nos cinemas antes de morrer em 2018. "Respect" tem estreia prevista para agosto nos Estados Unidos, e é dirigido por Liesl Tommy, em seu primeiro longa-metragem. Michael Jackson Michael Jackson durante apresentação em Moscou em 1996 Reuters/Arquivo O produtor de "Bohemian Rhapsody", George King, comprou os direitos para retratar a vida de Michael Jackson nos cinemas em 2019. Ainda não há previsão de estreia, mas vale ficar de olho. Bee Gees Em 2019, o próprio King também começou a desenvolver uma outra biografia musical, a do lendário trio Bee Gees. Desde então não o filme não mostrou muitas novidades – além da adição de Steven Spielberg como produtor. John Lennon e Yoko Ono John Lennon e Yoko Ono Divulgação Outra grande história que não tem novidades há um tempo é o filme sobre o famoso romance entre John Lennon e Yoko Ono. Anunciado em 2018, a produção contava com o diretor Jean Marc Vallée ("Objetos cortantes") e foi escrita pelo roteirista de "Bohemian Rhapsody", Anthony McCarten, com a própria Yoko. Amy Winehouse Amy Winehouse canta no Brit Awards, em Londres, em fevereiro de 2008 Arquivo/Reuters Amy Winehouse teve uma das carreiras mais arrebatadoras dos últimos anos, então era inevitável que sua vida ganhasse um retrato nos cinemas. A família da cantora anunciou um filme sobre a britânica lá em 2018. Desde então, tudo que se sabe é que um roteiro estava em desenvolvimento. Bob Marley Bob Marley canta em show de 1977 Reprodução/YouTube No mesmo ano, foi divulgado que Ziggy Marley, filho do lendário Bob Marley, produzia um filme sobre o pai. Poucas novidades surgiram desde então, mas é surpreendente que até agora ninguém tenha contado a história do jamaicano, que morreu em 1981 de câncer. Madonna Initial plugin text Como nada na vida de Madonna segue qualquer padrão, em setembro de 2020 a "rainha do pop" avisou que vai dirigir um filme sobre a própria carreira. E se isso não basta para te deixar animado, o roteiro ainda vai ser escrito por Diablo Cody, que ganhou um Oscar com "Juno" (2008). Lemmy Kilmister Lemmy Kilmister, líder do Motörhead Fabian Bimmer/Reuters Em 2020 também anunciaram que Lemmy Kilmister, vocalista do Motorhead que morreu em 2015, também será tema de uma biografia. O filme "Lemmy" vai ser dirigido por Greg Olliver, cineasta que conhece a banda muito bem após acompanhá-los por anos para a gravação de um documentário lançado em 2010. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Woody Allen diz que documentário sobre acusações de abuso é 'repleto de falsidades'

G1 Pop & Arte Série da HBO tem entrevistas com Mia Farrow e Dylan Farrow, que repetiram a acusação de que Allen abusou sexualmente da enteada em 1992, quando ela tinha sete anos de idade. Woody Allen em foto no Festival de Cannes de 2016 Valery Hache/AFP Woody Allen e sua esposa Soon-Yi Previn fizeram críticas a um novo documentário da HBO que reexamina uma acusação de décadas atrás de que o cineasta vencedor do Oscar teria molestado sua filha adotiva Dylan Farrow, chamando a série televisiva de "crítica feroz repleta de falsidades".  A HBO estreou o primeiro episódio da série documental de quatro capítulos "Allen v. Farrow" no domingo (21). A série inclui longas entrevistas com a ex-companheira de Allen Mia Farrow e com Dylan Farrow, que repetiram a acusação de que Allen abusou sexualmente de Dylan em 1992, quando ela tinha sete anos de idade.  A série também contém novo material, incluindo entrevistas com pessoas que conheciam a família. Pouco depois da transmissão do primeiro episódio, um porta-voz de Allen e Previn emitiu um comunicado dizendo que os autores do documentário "não têm interesse na verdade".  "Em vez disso, passaram anos colaborando veladamente com os Farrows e seus potencializadores para montar uma crítica feroz repleta de falsidades", diz a nota. "Como é sabido há décadas, essas acusações são categoricamente falsas", acrescenta. Allen, diretor vencedor do Oscar por "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" e outras comédias, já negou repetidamente a acusação de que teria molestado Dylan Farrow. Ele não participou do documentário.  O cineasta de 85 anos há muito defende a tese de que Mia Farrow fabricou a acusação de abuso contra ele e a plantou na mente de Dylan após descobrir que Allen tinha um caso com a filha adotiva da atriz, Previn, que tinha então 22 anos. Semana Pop explica temas do entretenimento: Veja Mais

A mensagem secreta inscrita no quadro 'O Grito' pelo próprio autor da obra

G1 Pop & Arte As palavras "Só pode ter sido pintado por um louco" estão escritas no canto da famosa pintura. A famosa pintura de 1893 será exibida no novo Museu Nacional da Noruega a partir de 2022 NATIONAL MUSEUM OF NORWAY O artista Edvard Munch escreveu mensagens secretas em sua pintura de O Grito, demonstrou um scan infravermelho feito no quadro. Uma frase pequena e quase invisível escrita em uma das pinturas mais conhecidas do mundo sempre foram a causa de muitas conjecturas no mundo da arte. As palavras "Só pode ter sido pintado por um louco" estão inscritas a lápis no canto superior esquerdo. Agora, novos exames feitos pelo Museu Nacional da Noruega confirmaram que a anotação foi feita pelo próprio Munch. A pintura original, exibida pela primeira vez na cidade natal de Munch, Oslo (então Kristiania), em 1893, tornou-se uma expressão radical e atemporal da ansiedade humana. Sua influência se estende desde filmes de terror de Hollywood a emojis modernos. A obra passou por conservação em preparação para sua instalação no novo museu, que deve ser inaugurado na capital norueguesa no próximo ano. Os críticos de arte há muito questionam se a mensagem era um ato de vandalismo feito por um espectador indignado ou se fora escrita pelo próprio Munch - conhecido por ter tido problemas de saúde mental ao longo de sua vida. O museu concluiu que as palavras foram escritas por Munch, após usar a tecnologia para analisar a caligrafia e compará-la com seus próprios diários e cartas. "A escrita é, sem dúvida, do próprio Munch", disse a curadora do museu, Mai Britt Guleng. "A caligrafia, assim como os acontecimentos ocorridos em 1895, quando Munch apresentou a pintura na Noruega pela primeira vez, apontam no mesmo sentido." Em 1994, O Grito foi roubado de um museu de arte norueguês. O quadro foi recuperado por detetives britânicos, em uma operação secreta ousada. 'Sentimento profundo de ansiedade' O trabalho provocou fortes críticas na época, juntamente com especulações públicas sobre o estado mental de Munch. Munch, de acordo com seus diários, ficou profundamente magoado com a reação e acredita-se que ele tenha voltado à pintura para adicionar sua declaração a lápis depois. O pai e a irmã de Munch sofreram crises de depressão e Munch foi finalmente hospitalizado após um colapso nervoso em 1908. Sua mãe e irmã mais velha morreram antes de o artista completar 14 anos. Seu pai morreu 12 anos depois, e outra irmã foi internada com transtorno bipolar. "Desde que me lembro, tenho sofrido de um profundo sentimento de ansiedade que tentei expressar em minha arte", escreveu Munch. "Sem essa ansiedade e doença, eu seria como um navio sem leme." Em 2019, a série BBC Arts escreveu que o trabalho era "uma expressão de sua ansiedade em um ponto de inflexão na história, em um mundo cada vez mais livre de velhas tradições", observando que "há paralelos claros no mundo de hoje". "É certamente por isso que O Grito retém seu poder apesar de sua onipresença: é um espelho de nossos próprios medos contemporâneos. Por dentro, não estamos todos gritando também?" O Grito será exibido com uma série de outras obras de Munch, incluindo Madonna, A Dança da Vida e Autorretrato com Cigarro, no Museu Nacional da Noruega em 2022. Veja Mais

Guido Stagnaro, criador do ratinho Topo Gigio, morre de Covid-19 aos 96 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Escritor italiano é considerado um dos pioneiros da televisão em seu país e escreveu e dirigiu diversas atrações infantis Veja Mais

Livro de professor mineiro quer facilitar a leitura de 'Grande Sertão: Veredas'

O Tempo - Diversão - Magazine Luiz Carlos de Assis Rocha pesquisa a obra rosiana há décadas e lança, nesta segunda-feira (22), 'Para ler Grande Sertão: Veredas' Veja Mais

A cantora Teresa Cristina é a convidada desta segunda do 'Roda Viva'

O Tempo - Diversão - Magazine Desde que a quarentena teve início, a carioca tem bombado com suas lives, que já reuniram vários expoentes da MPB Veja Mais

Entre 50 artistas inscritos, quatro escolhidos vão expor na Galeria do Minas

O Tempo - Diversão - Magazine Todos os artistas escolhidos estão em início de carreira ou em fase de reconhecimento do trabalho no cenário cultural da capital mineira Veja Mais

'Olhei Pro Buraco e Era Um Olho Mágico' tem nova temporada

O Tempo - Diversão - Magazine A apresentação, que acontece ao vivo via Sympla Streaming é dividida em três atos temáticos, chamados de buracos Veja Mais

Kim Kardashian pede divórcio de Kanye West, diz site

G1 Pop & Arte Os dois estavam casados havia sete anos e divórcio é amigável, segundo o site TMZ. O casal Kim Kardashian e Kanye West posa para fotos antes da cerimônia do Oscar 2020 em 9 de fevereiro Evan Agostini/Invision/AP Kim Kardashian pediu divórcio de Kanye West, disse o site TMZ nesta sexta-feira (19). Os dois estavam casados havia sete anos e a separação é amigável, segundo o site. Ela propõe uma custódia compartilhada dos quatro filhos do casal. De acordo com o TMZ, eles já estavam vivendo separadamente e o pedido é apenas do registro formal do divórcio. O site diz que o casamento começou a se desfazer em 2020, quando Kanye lançou uma campanha independente para a presidência dos EUA. Na ocasião, ele criticou publicamente sua família, disse que tentava se separar havia dois anos e depois apagou o post. Este é o terceiro divórcio de Kim Kardashian e o primeiro de Kanye West. Leia mais: as separações de famosos na quarentena Kanye West anuncia que perdeu nas eleições americanas Vídeos: Semana Pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Viviane Ferreira, da Associação do Audiovisual Negro, substitui Laís Bodanzky na presidência da Spcine

G1 Pop & Arte Secretário da da Cultura da cidade de São Paulo, Alê Youssef, afirmou que Laís ficaria dois anos à frente da empresa municipal para reestruturá-la. Viviane também presidiu o comitê de seleção do Oscar 2021 Laís Bodansky, Viviane Ferreira e Alê Youssef Divulgação O secretário da Cultura da cidade de São Paulo, Alê Youssef, anunciou nesta sexta-feira (19) que Viviane Ferreira será a nova diretora-presidente da Spcine, empresa municipal do setor de audiovisual na cidade. Especialista em políticas públicas para o audiovisual, advogada e cineasta, Vivian é presidente e uma das fundadoras da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro. Presidiu também o Comitê de Seleção do Oscar 2021, responsável por indicar o representante brasileiro para a Academia de Cinema norte-americana. Viviane substituirá Laís Bodanzky que, segundo Youssef, tinha deixado claro que se dedicaria por dois anos à estruturação e valorização da Spcine, para depois retomar a carreira como cineasta com exclusividade. Laís fará um período de transição com Viviane, segundo o secretário. Veja Mais

Audiobook: Isabel Fillardis narra biografia da cantora Elza Soares

O Tempo - Diversão - Magazine Projeto foi lançado pela Ubook e já está disponível na plataforma; livro foi escrito pelo jornalista e apresentador Zeca Camargo Veja Mais

Claudia Raia diz que o Brasil é machista e não valoriza a mulher de mais de 50

O Tempo - Diversão - Magazine Atriz afirma que ideias machistas persistem até entre mulheres Veja Mais

Cláudio Venturini e Telo Borges fazem show intimista online

O Tempo - Diversão - Magazine Crias do Clube da Esquina, os músicos são atração da série virtual 'Allegro Vivace', que acontece nesta sexta (19), às 20h, no auditório do Mater Dei, com transmissão pelo Youtube Veja Mais