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SP vai pedir ao governo federal transferência da gestão da Cinemateca

O Tempo - Diversão - Magazine Pedido será formalizado pelo secretário estadual da Cultura, Sérgio Sá Leitão, ao Ministério do Turismo Veja Mais

Após dois dias de evento, Lollapalooza dos EUA passa a exigir uso de máscaras

G1 Pop & Arte Evento, que teve início na quinta-feira (29), fez novo comunicado sobre uso de máscaras em espaços internos após recentes recomendações do Departamento de Saúde Pública de Chicago. Lollapalooza dos Estados Unidos começa nesta quinta-feira (29) Scott Olson/Getty Images/AFP Após dois dias de festival, o Lollapalooza dos EUA fez um comunicado oficial informando alterações sobre os protocolos de entrada no evento. A partir deste sábado (31), será exigido o uso de máscaras em espaços internos. Desde quinta-feira (29), primeiro dia de shows, o festival tinha entrada liberada somente mediante comprovação de vacinação ou teste negativo para Covid-19. Agora, além dos documentos, o evento pede uso de máscaras em espaços internos. Lollapalooza EUA; veja FOTOS "Seguindo as recentes recomendações do Departamento de Saúde Pública de Chicago, o Lollapalooza vai exigir o uso de máscaras em todos os espaços internos do Grant Park a partir deste sábado. Recomendamos que todos os fãs presentes no festival tragam uma máscara enquanto participam dos dois últimos dias do festival." O Lollapalooza dos EUA foi cancelado em 2020 por causa da pandemia de coronavírus. Neste ano, a abertura do festival aconteceu na quinta-feira (29). O evento segue até domingo (1ª). Shows de Foo Fighters, Post Malone, Tyler, The Creator, Miley Cyrus e o DJ brasileiro Vintage Culture estão na programação. A expectativa da organização é de receber 110 mil pessoas em cada dia de evento. Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, 50,6% da população de Chicago (onde acontece o festival) está totalmente vacinada contra Covid-19. No Brasil, o número de imunizados com as duas doses ou dose única da vacina está em 18,65% da população. A edição do Lollapalooza Brasil, que aconteceria em março de 2020 já foi adiada três vezes e, atualmente, está marcada para março de 2022. Público apresenta comprovante de vacinação ou teste negativo para coronavírus antes de entrar no Lollapalooza dos EUA 2021 Scott Olson/Getty Images/AFP Veja Mais

Teatros da Broadway exigirão vacinação e máscaras quando reabrirem para shows

G1 Pop & Arte Reabertura dos 41 teatros está marcada para setembro. A nova política ficará em vigor em outubro, e os teatros podem relaxar as regras em novembro 'se a ciência mandar', informou a Broadway League em um comunicado. Funcionário da limpeza caminha pela Broadway, perto da Times Square, após o surto de coronavírus (COVID-19), em Manhattan, Nova York Andrew Kelly/Reuters Plateias da Broadway precisarão de máscaras e prova de vacinação quando os shows reabrirem a partir de setembro, afirmou uma associação da indústria nesta sexta-feira (30), e o Metropolitan Opera planeja proibir a entrada de crianças com menos de 12 anos, que ainda não podem ser imunizadas contra o coronavírus. Todos os 41 teatros da Broadway exigirão documentação de vacinação completa antes de permitir a entrada de clientes, artistas, funcionários de bastidores e dos teatros para todos os shows, afirmou a Broadway League em um comunicado. O público precisará usar máscaras. O anúncio chega apenas semanas antes da maioria dos teatros da Broadway reabrir após um fechamento de 16 meses por causa da Covid-19. Com a disseminação rápida da variante Delta, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos recomendou esta semana que máscaras voltem a ser usadas em locais fechados, mesmo por pessoas vacinadas. A política na Broadway ficará em vigor em outubro, e os teatros podem relaxar as regras em novembro “se a ciência mandar”, disse a liga. Os teatros farão uma exceção para crianças e pessoas com condições médicas ou crenças religiosas que impedem a vacinação, afirmou a liga. Os clientes precisam apresentar provas de um teste PCR negativo contra a Covid-19 feito nas 72 horas anteriores ao show começar, ou teste antígeno negativo de seis horas antes do início. Alguns dos locais de espetáculos mais importantes da cidade, incluindo o Met, estão proibindo crianças com menos de 12 anos e tornando o uso de máscaras opcional à plateia. “Assim que crianças com menos de 12 anos puderem receber a vacina, crianças totalmente vacinadas serão novamente bem-vindas ao Met”, afirmou a icônica casa de ópera em comunicado. Tanto a Broadway e o Met estão abrindo com capacidade total, em vez de parcial para poder praticar distanciamento social. Os teatros da Broadway variam de capacidade de 600 a 1000 assentos, e o Met recebe 3.000 pessoas, disse o New York Times. EUA: Broadway anuncia retorno dos espetáculos para 14 de setembro Veja Mais

Kris Wu, ex-membro da banda EXO, é preso na China por suspeita de estupro

G1 Pop & Arte Cantor, ator e modelo nascido de origem chinesa fez sucesso como integrante de boyband foi acusado de ter cometido o crime por uma garota de 19 anos. Jovem afirmou que o artista a estuprou quando ela tinha 17; ele nega. Kris Wu, ex-membro da banda EXO, perde contratos com marcas chinesas após ser acusado de estupro Reprodução/Instagram O cantor e ator Kris Wu, ex-membro da banda EXO e estrela da música pop na China, foi preso por suspeita de estupro, anunciou a polícia chinesa neste sábado (31). Na semana passada, uma estudante chinesa de 19 anos acusou Kris Wu de estuprá-la quando ela tinha 17 anos. As acusações causaram agitação geraram e uma onda de críticas nas redes sociais contra o artista, que também tem cidadania canadense. Ele nega as acusações. "Wu Yifan, de 30 anos, cidadão canadense, está atualmente detido por crime de acordo com a lei pela seção do [distrito de] Chaoyang da polícia de Pequim por suspeita de estupro", informaram as forças de segurança na rede social chinesa Weibo, citando o nome chinês de Kris Wu. A polícia afirma ter aberto uma investigação depois que usuários da internet o acusaram de "ter enganado jovens para fazerem sexo em várias ocasiões". Kris Wu é um ex-membro do grupo sino-sul-coreano EXO, do qual saiu em 2014 para iniciar uma carreira solo como ator, cantor, modelo e jurado de programas de variedades. A estudante Du Meizhu acusou o cantor pop de estuprá-la durante um encontro quando ela tinha 17 anos. Ela lhe deu um ultimato para deixar o show business e se desculpar, caso contrário daria detalhes do suposto crime. Depois da repercussão do escândalo, na semana passada marcas como Louis Vuitton, Bulgari, L'Oreal e Porsche, com as quais Kris Wu colaborou, suspenderam seus contratos com ele. Os advogados do cantor processaram Du por difamação. A estudante, por sua vez, alega ter entrado com uma ação legal contra Wu. VÍDEOS: Semana Pop Veja Mais

Após Italo Ferreira, Neymar também comenta post de Juliette elogiando beleza de atletas

G1 Pop & Arte 'Não estou nas Olimpíadas, mas sou atleta também', brincou o jogador, empolgando os fãs com o ship do casal. Neymar e Juliette Reprodução/Instagram O comentário de Juliette sobre a beleza dos atletas dos Jogos Olímpicos repercutiu até entre jogadores que não estão em ação em Tóquio. Depois do medalha de ouro no surf Italo Ferreira, foi a vez de Neymar interagir com a publicação da vencedora do "BBB21". "Não estou nas Olimpíadas, mas sou atleta também", brincou o jogador, retuitando o post de Juliette. O jogador largou com alguns dias de atraso, mas assim como aconteceu com Italo, ganhou boa pontuação com os fãs, que se animaram com o ship. Initial plugin text Vale lembrar que há menos de duas semanas Neymar e Juliette se encontraram. Os dois publicaram algumas fotos juntos nas redes sociais. Em sua página, Juliette explicou que o encontro era "aposta paga". Isso porque a ex-BBB cobrou o jogador de um óculos de "moleca doida" prometido por ele. "O meu amigo Neymar me prometeu um óculos de moleca doida e até hoje não recebi. Bora cobrar?!!", escreveu Juliette. "Vou te mandar a Juju. E você vai ficar 'on'", respondeu o jogador. Dias depois, aposta paga, e encontro realizado. Com Neymar tendo pontos de vantagem pelo encontro, Italo resolveu correr mais forte e respondeu a postagem do jogador: "Peraí menino Ney, você quer atacar e voltar pra marcar?". Pepe Gonçalves, representante da canoagem nas Olimpíadas, também resolveu correr por fora na disputa e insinuou que já mandou uma direct para Juliette. Depois que uma internauta questionou se a ex-BBB já havia recebido alguma DM de atletas após o post elogioso, Juliette respondeu: "Recebi de um, mas não foi cantada não". Pepe se apressou na remada e escreveu: "Olha bem essa DM aí". Initial plugin text Initial plugin text Juliette, a melhor cantora do BBB? G1 analisa performance dela Veja Mais

Ruins de banho: Ashton Kutcher, Mila Kunis e mais famosos com hábitos de higiene estranhos (e suas justificativas)

G1 Pop & Arte Casal chocou muita gente ao relevar que não toma banho todos os dias. Semana Pop mostra outras celebridades não tão íntimas do chuveiro; assista. Semana Pop fala sobre famosos que têm hábitos de higiene bem estranhos Apesar de parecer normal no Brasil, tomar banho todos os dias não é prática comum em alguns países. E alguns famosos, como Ashton Kutcher e Mila Kunis, dizem com orgulho que não são muito íntimos do chuveiro. O Semana Pop deste sábado (31) conta quem são essas celebridades e quais suas justificativas. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Veja Mais

Obra de arte em campo de arroz no Japão celebra Jogos Olímpicos de Tóquio

G1 Pop & Arte Imagem, que este ano homenageia as Olimpíadas, faz parte de uma tradição anual iniciada em 2008 pela cidade de Gyoda, em Saitama, na tentativa de atrair turistas. Imagem aérea mostra obra de arte em campo de arroz em Gyoda, no Japão Harumi Ozawa/AFP Do solo, é difícil distinguir as diferentes variedades de arroz em um campo em Gyoda, Japão, mas de cima pode se ver uma enorme obra de arte celebrando os Jogos Olímpicos. A gigantesca instalação traz imagens icônicas japonesas, como a famosa onda ou o Monte Fuji - da xilogravura de Katsushika Hokusai - e um ator kabuki, com uma pintura facial marcante, semelhante à que apareceu na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio. As imagens fazem parte de uma tradição anual iniciada em 2008 pela cidade de Gyoda, em Saitama, ao norte de Tóquio, na tentativa de atrair turistas. Em 2015, eles alcançaram um recorde no Livro Guinness ao criar a maior obra de arte em campos de arroz do mundo (28.000 m2). A cada ano, um comitê propõe um novo desenho e centenas de voluntários plantam variedades de arroz de diferentes cores para produzir imagens espetaculares que podem ser vistas de um observatório próximo, a 50 metros de altura. O projeto é selecionado no início do ano e o plantio ocorre por volta do mês de maio. Em 2019, o tema homenageou a Copa do Mundo de Rugby, realizada no Japão. A imagem deste ano teve como objetivo destacar a herança cultural japonesa, partindo do pressuposto de que uma multidão de estrangeiros visitaria o país para os Jogos Olímpicos. Mas não foi o caso, pois os espectadores estrangeiros foram proibidos e a maioria dos eventos dos Jogos são realizados a portas fechadas. "É muito mais dinâmico do que eu esperava", disse à AFP Kiyo Hoshino, visitante de 23 anos. "Eu esperava algo mais simples. Mas é mais complicado no design e em uma escala realmente grande. Fiquei impressionado com a arte tão panorâmica", disse ele. A manutenção da obra de arte, evitando que as diferentes cores se misturem ou se misturem com outras plantas, envolve muito trabalho. Nesta sexta-feira (30), quase uma dúzia de funcionários do departamento de agricultura da cidade limparam o campo, vasculhando a vasta área com botas de borracha e armados com foices. O projeto também busca unir a comunidade e promover o interesse pela agricultura. Em um ano normal, cerca de mil pessoas estão envolvidas na complexa tarefa de plantar as variedades certas de arroz no lugar certo para produzir a obra de arte. Entre eles estão voluntários com alguma experiência agrícola e outros sem, incluindo crianças locais. Mas a pandemia obrigou os organizadores a reduzir o número de participantes pela metade, embora as pessoas tenham outra chance de participar quando o arroz for colhido em outubro. Todos os participantes recebem dois quilos de arroz como presente de agradecimento, no final de novembro. Imagem aérea mostra obra de arte em campo de arroz em Gyoda, no Japão Harumi Ozawa/AFP Semana Pop: Casal inseparável, cama 'anti-sexo' e mais fofocas dos bastidores da Olimpíada Veja Mais

Fernanda Montenegro lamenta incêndio em Cinemateca Brasileira: 'Das cinzas, vamos renascer'

G1 Pop & Arte Atriz publicou um vídeo em suas redes sociais após fogo atingir galpão na Vila Leopoldina, em São Paulo, na noite de quinta-feira (29). Fernanda Montenegro fala sobre incêndio em Cinemateca Brasileira Fernanda Montenegro usou as redes sociais para lamentar o incêndio que atingiu o galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, na noite desta quinta-feira (29). Segundo informações dos bombeiros, o fogo começou quando uma empresa terceirizada fazia manutenção do ar condicionado. Não houve vítimas. Fernanda fez um post em que diz: "Eu quero falar aqui o que eu escrevi. O incêndio na nossa Cinemateca Brasileira em São Paulo, é uma tragédia anunciada". "Toda a nossa cultura das artes sofre um 'cala a boca' neste momento. Mas vamos renascer, tenho certeza. Nós temos certeza". "Das cinzas, vamos renascer. É sagrado o eterno retorno. Das artes, então. Na cultura das artes, então. Um país não existe sem cultura ligada as artes." Ao longo de toda sexta-feira (30), famosos e autoridades lamentaram o incidente na Cinemateca Brasileira. Em conversa com o G1, Paloma Rocha, filha de Glauber Rocha, relatou que parte do acervo do cineasta foi perdido no incêndio. Paloma contou ainda que lutava junto à secretaria de Cultura para salvar acervo do pai mesmo antes do incêndio na Cinemateca: "Até que pegou fogo", lamentou. Mais de 24h após incêndio, o governo não informou quanto do cervo da Cinemateca foi perdido Veja Mais

Zeca Baleiro estreia show infantil ‘Zoró Zureta’ em formato online

O Tempo - Diversão - Magazine Com canções de dois álbuns do maranhense voltados para a garotada, apresentação gratuita acontece neste domingo, 1º de agosto, às 16h, com transmissão pelo YouTube e Facebook Veja Mais

Cantor Giovani, da dupla com Gian, sofre acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra

G1 Pop & Arte Acidente foi na manhã deste sábado (31), na altura de Arujá. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, ele estava acompanhado da esposa quando dormiu ao volante, perdeu o controle do veículo e acabou capotando. O casal teve ferimentos leves. Nas redes sociais, esposa de Giovani postou imagens do acidente Érico Andrade/G1 / Redes Sociais/Reprodução O cantor Giovani, da dupla com Gian, sofreu um acidente de carro na manhã deste sábado (31) na Rodovia Presidente Dutra, em Arujá. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, ele estava acompanhado da esposa e os dois foram levados ao hospital com ferimentos leves. Nas redes sociais, Anna Carolina Morais publicou imagens do acidente e contou que voltava de Cuiabá com o marido quando o carro capotou. Ela disse que já está em casa e que passam bem. Nas redes sociais Anna Carolina Morais, esposa de Giovani, falou sobre o acidente Instagram/Reprodução "Hoje eu saí de manhã para cumprir uma agenda de compromissos do meu marido em Cuiabá. Nesse caminho, nosso carro capotou três vezes. Essa aqui sou eu inteira depois de um carro capotado", relatou a mulher. "Senti Deus protegendo a gente. Sou católica, tenho muita fé em Deus, muita fé no amor que Deus tem pela gente. Meu olho está vermelho porque eu já chorei muito. Não quero fazer 'story' chorando, mas eu e meu marido tivemos um livramento muito grande hoje", completou. Gian e Giovani cantam na Festa do Peão de Barretos 2018 Érico Andrade/G1 O acidente O acidente ocorreu por volta de 7h20, na altura do km 198. De acordo com a PRF, o sertanejo cochilou na direção, perdeu o controle do veículo e bateu contra uma mureta. O carro capotou e deslizou por cerca de 80 metros, até parar no acostamento da via. Giovani e a esposa foram levados para o Hospital Nipo Brasileiro pela equipe médica da CCR NovaDutra, concessionária que administra a via. A Polícia Rodoviária Federal informou, ainda, que eles tiveram ferimentos leves e ficaram em observação, aguardando o resultado de exames. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê Veja Mais

'Quiz dos famosos' desafia o Esse Menino. Será que ele tá no grau, mami?

G1 Pop & Arte Gabi Gonçalves deu muita risada com o Esse Menino, mas será que ele foi bem no quiz? Veja o vídeo! Todo sábado um famoso será desafiado no Quiz dos famosos no canal do G1 no YouTube. O convidado do Quiz dos famosos neste sábado (31) é o Esse Menino. Será que ele tá no grau, mami? A gente não vai dar spoiler do resultado, mas já adianta que a Gabi Gonçalves deu muita risada! O jogo é uma competição, que na estreia teve o ex-BBB e professor João Luiz Pedrosa. Vamos ao vídeo pra ver como ele foi? Assista! Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. Quiz dos famosos: Esse Menino G1 Veja Mais

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Paulo Gustavo vai virar enredo da escola de samba São Clemente em 2022

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'Jungle Cruise', 'Dupla Explosiva 2' e 'Tempo' estreiam nos cinemas; G1 comenta em VÍDEO

G1 Pop & Arte Semana tem aventura da Disney, filme de ação e novo suspense de M. Night Shyamalan. Com Dwayne Johnson e Emily Blunt, 'Jungle Cruise' não consegue repetir sucesso de 'Piratas do Caribe'. 'Jungle Cruise', 'Dupla Explosiva 2' e 'Tempo' estreiam nos cinemas Os destaques entre as estreias que chegaram aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) têm uma aventura da Disney na selva amazônica, um novo suspense de M. Night Shyamalan ("O sexto sentido") e uma continuação de ação com Ryan Reynolds ("Deadpool") e Samuel L. Jackson ("Homem-Aranha: Longe de casa"). Assista ao vídeo acima para saber mais ou leia abaixo: 'Jungle Cruise' "Jungle Cruise" é a nova aventura feita pela Disney para toda a família. Assim como a franquia "Piratas do Caribe", também é baseada em uma atração clássica de um dos parques da empresa, com cenários exóticos do continente americano, sotaques europeus e vilões monstruosos carregados nos efeitos especiais. Infelizmente, o filme estrelado por Dwayne Johnson ("Jumanji: Próxima fase") e Emily Blunt (em cartaz em "Um lugar silencioso - Parte 2") tem poucas chances de repetir o sucesso do antecessor, que somou mais de US$ 4,5 bilhões em bilheterias no mundo inteiro. Afinal, nem o carisma gigantesco da dupla de protagonistas consegue superar uma história pouco inspirada, que se limita a reproduzir características dos filmes com Johnny Depp com mais furos e menos animação. Para brasileiros, a trama passada no rio Amazonas pode irritar ainda mais com sua indecisão sobre o idioma falado no país e uso de inúmeros clichês sobre a região. 'Tempo' Assista ao trailer do filme "Tempo", de M. Night Shyamalan O novo filme de M. Night Shyamalan acompanha a viagem de um casal à beira do fim do casamento com seus dois filhos a um hotel de luxo. Na região, decidem ir a uma praia isolada, onde encontram outros turistas. Porém logo fica claro que as coisas ali não são normais e um corpo flutuando no mar se torna o menor dos problemas quando as crianças começam a envelhecer rapidamente com o passar dos minutos. Com uma força invisível que os impede de deixar o local, eles são forçados a encarar seus próprios demônios e decidir se continuam concentrados em busca de uma saída naqueles que podem ser seus últimos momentos de vida. Leia a resenha completa. 'Dupla explosiva 2 - E a primeira-dama do crime' A continuação do filme de 2017 promove o reencontro entre Ryan Reynolds, um dos melhores guarda-costas do mundo, e seu protegido, o assassino de aluguel vivido por Samuel L. Jackson. Dessa vez, a história envolve ainda a mulher do matador, interpretada por Salma Hayek ("Linha reta") em uma trama internacional com o vilão de Antonio Banderas ("Dor e glória") e direito até a Morgan Freeman ("Truque de Mestre: O 2º Ato"). Veja Mais

Roberta Campos se arrisca em outras veredas musicais com 'O Amor Liberta'

O Tempo - Diversão - Magazine O disco autoral, que chega nesta sexta às plataformas, mostra a cantora e compositora se arriscando em outros territórios e parcerias Veja Mais

Série 'Genera+ion' coloca personagens fluidos e queer em primeiro plano

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Tom Cavalcante e Clarice Falcão estarão em novo reality do Amazon Prime

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Rebeca Andrade: Como 'Baile de Favela' foi parar nas Olímpiadas de Tóquio

G1 Pop & Arte Coreógrafo da seleção ouviu funk, de MC João, nas Olimpíadas do Rio de 2016 e fez trilha com tema de Bach. Ginasta conquistou medalha de prata nesta quinta-feira (29) e ainda concorre no solo e salto. Como 'Baile de Favela' foi parar nas Olimpíadas de Tóquio com Rebeca Andrade Dos intervalos das Olimpíadas do Rio direto para Tóquio. A história de "Baile de Favela" no solo de Rebeca Andrade começou em 2016, quando Rhony Ferreira, coreógrafo da seleção brasileira, viu como o funk funcionava bem para "levantar a galera". Cinco anos depois, a ginasta fez uma apresentação impecável que a colocou na final dos Jogos Olímpicos com o funk de MC João. "Achei sensacional e via como aquela plateia toda, batia a palma junto, cantava. Pensei: 'Que bacana para a gente usar um dia justamente para levantar a galera, né?'. Fiquei com essa cartinha na manga", diz Ferreira ao G1. Rebeca conquistou a prata nesta quinta-feira (29) na categoria individual geral. É a primeira medalha olímpica do Brasil na ginástica feminina. Ela ainda disputa o ouro no salto no domingo (1º) e no solo na segunda (2). Rebeca Andrade conquista prata nas Olimpíadas de Tóquio nesta quinta (29); medalha olímpica é da ginástica brasileira Reuters/Dylan Martinez O funk de 2015 é um marco na expansão do funk de São Paulo ao citar os principais fluxos da periferia paulista, mas ele não é o único elemento da apresentação da ginasta. Ferreira conta que precisava de outra música para fazer o contraponto com "Baile de Favela" e optou por procurar entre os clássicos. "Cheguei na 'Tocata e Fuga', do Johann Sebastian Bach, que é tocado em órgão de tubo, uma coisa bem séria, bem. Achei original essa mistura de uma coisa tão clássica com outra tão moderna". Reação de Rebeca na 1ª vez que ouviu As ginastas brasileiras não se envolvem na produção das músicas, essa é uma missão que cabe ao coreógrafo. Ele lembra do dia que mostrou a música para Rebeca pela primeira vez e fez um único pedido: que ela ouvisse até o final antes de comentar. Rhony Ferreira e Rebeca Andrade no dia que o coreógrafo da seleção mostrou a música do solo, com 'Baile de Favela', pela 1ª vez para atleta Acervo pessoal/Rhony Ferreira "Quando começou o 'Tocata e Fuga', ela já me olhou com o olho arregalado assim e disse 'Nossa, não vou conseguir fazer, é muito forte". "Quando começou a tocar o 'Baile de Favela', ela abriu um sorrisão e já começou a dançar com o fone no ouvido", comenta o coreógrafo que não vai para Tóquio. Depois da coreografia montada, as ginastas fazem treinos com os técnicos brasileiros e passam para Rhony os ajustes necessários até a versão final. Maestro achou que não ia dar certo Rhony faz as trilhas da ginástica com o maestro Misa Jr.(centro) e a diretora musical Angela Molteni desde Brasileirinho, de Daiane dos Santos. Acervo Pessoal/Misa Jr. Rhony faz as trilhas da ginástica com o maestro Misa Jr. e a diretora musical Angela Molteni desde "Brasileirinho", de Daiane dos Santos. A inovação esteve presente nos solos brasileiros desde então, mas o pedido de juntar Bach com "Baile de Favela" foi uma surpresa para o maestro. "Eu achei que realmente não iria conseguir achar caminhos que soassem bem musicalmente. Tanto que comecei a mentalidade de mostrar para o Roni que não ia ter uma conexão ali". "Só que começou soar muito homogêneo, tem uma ligação, são tons menores, não teve tanto problema na mudança de ritmo e quando entrou o ritmo do funk deu um impacto maior ainda", completa Misa Jr. LEIA MAIS: Pop olímpico: saiba quem são os ídolos e ouça hits das principais potências VEJA ABAIXO: MC João, autor de 'Baile de Favela', manda mensagem para Rebeca Andrade MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade Veja Mais

M. Night Shyamalan está de volta aos cinemas com 'Tempo'

O Tempo - Diversão - Magazine Longa acompanha um grupo de turistas preso numa praia paradisíaca na qual a passagem da juventude para a velhice é só uma questão de horas Veja Mais

'Todo Mundo Odeia o Chris': animação da série ganha produtor executivo

O Tempo - Diversão - Magazine Sanjay Shah foi o escolhido para a tarefa da produção que conta a história de vida de Chris Rock Veja Mais

Lily Allen celebra dois anos sóbria: 'Livre de drogas e álcool'

G1 Pop & Arte 'Foi a melhor coisa que já fiz', comemorou a cantora nas redes sociais. Lily Allen celebra dois anos sóbria: 'Livre de drogas e álcool' Reprodução/Instagram Lily Allen usou as redes sociais para celebrar que está sóbria há dois anos. A cantora compartilhou um breve texto e, também, o bolo que ganhou para a data especial. “Dois anos livre de drogas e álcool. Me desintoxicar foi a melhor coisa que eu já fiz, e eu tenho feito um monte de coisa legal”, escreveu Allen, que sempre falou abertamente sobre seu passado com drogas. A cantora aproveitou a postagem para convidar o público para assistir à peça "2:22 A Ghost Story", na qual integra o elenco. "Venham me ver no espetáculo que eu tenho trabalhado". Lily Allen celebra dois anos sóbria: 'Livre de drogas e álcool' Reprodução/Instagram Initial plugin text Fãs encaram chuva em fila para conseguir ingresso para show de Lily Allen Veja Mais

Ashton Kutcher e Mila Kunis revelam que não tomam banho todos os dias; comentário rende memes

G1 Pop & Arte Em entrevista para o podcast Armchair Expert, casal afirmou que também não dá banho nos filhos diariamente. O ator Ashton Kutcher usa o celular para fazer selfie com sua mulher, a atriz Mila Kunis, antes do jogo 4 da série entre Chicago Cubs e Los Angeles Dodgers na liga nacional de beisebol dos EUA, em Los Angeles, na quarta-feira (19) David J. Phillip/AP Ashton Kutcher e Mila Kunis revelaram em entrevista ao podcast "Armchair Expert" que não tomam banho todos os dias. Durante conversa com os apresentadores Dax Shepard e Monica Padman, o casal afirmou que também não dá banho nos filhos diariamente. O assunto teve início quando Shepard comentou com Padman que usar sabonete todos os dias retira os óleos naturais do corpo. Ashton Kutcher e Mila Kunis concordaram com o comentário. "Quem ensinou vocês a não se lavarem?", questionou Padman, surpresa com o comentário. "Eu não tive água quente quando era criança, então não tomei muitos banhos", explicou Kunis. A atriz ainda afirmou que segue a mesma linha peculiar de higiene com os filhos Wyatt, de 6 anos, e Dimitri, de 4. "Não fomos aqueles pais que dão banhos em seus recém-nascidos sempre." "Se você pode ver a sujeira neles, limpe-os. Do contrário, não adianta", completou Kutcher. O ator ainda afirmou que lava as "axilas e virilha diariamente e nada mais" e que , após os treinos, "joga um pouco de água no rosto após para tirar os sais". A revelação dos atores rendeu uma série de memes nas redes sociais. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Vídeo: Mila Kunis e Kate McKinnon falam sobre 'Meu ex é um espião' Mila Kunis e Kate McKinnon falam sobre 'Meu ex é um espião' Veja Mais

Paquera, perrengues e zoeira: como o TikTok revelou lado B da Vila Olímpica em 2021

G1 Pop & Arte Sem público presente, mas com milhões de seguidores no app, atletas 'tiktokers' mostram azaração pela janela, enquete de pegação e detalhes sobre cama, mesa e banho. Veja VÍDEO. TikTóquio: Os melhores atletas olímpicos da rede social As arquibancadas dos Jogos Olímpicos de Tóquio estão vazias, mas os fãs nunca estiveram tão por dentro dos bastidores. Com perfis bombados no TikTok, atletas compartilham treinos, mas também dançam, paqueram e mostram o dia a dia da Vila Olímpica. Veja no vídeo acima. O app que domina a faixa de idade da maioria dos atletas virou o meio perfeito para mostrar o que acontece quando se junta milhares de jovens do mundo em um alojamento: Técnicas avançadas de paquera; Dancinhas de zoeira que unem culturas; Perrengues e mimos, do refeitório à lavanderia; Curiosidades sem fim sobre cama (de papelão, mas firme), mesa (o melhor guioza do mundo) e banho (altos demais não cabem). Existe um universo de novos influenciadores olímpicos pelo mundo com vídeos informativos e bem humorados. Olimpíada da cachorrada Atletas bombam no TikTok com dança, zoeira, bastidores e paquera nos Jogos Olímpicos de Tóquio Reprodução/TikTok A maior surpresa do TikTok olímpico é ver o lado mais "saidinho" de atletas. Eles: postam vídeos babando ou paquerando colegas e adversários; deixam claro que estão "on" e quais as orientações sexuais de cada um do time; se divertem com maneiras criativas de extravasar as paixonites. No primeiro dia na Vila Olímpica, a skatista brasileira Letícia Buffoni fez o vídeo que resume o sentimento de muita gente por ali: “vai ser difícil se concentrar com tanta gente bonita”. Jogadoras de vôlei dos Estados Unidos já gravaram vídeos sobre os possíveis crushes diários em Tóquio. A equipe australiana de hóquei até compartilhou uma tentativa bem raiz de chegar ao contatinho: uma das competidoras gostou de um atleta desconhecido do prédio à frente e pendurou um cartaz na sacada do quarto para chamar a atenção do moço. Ouro e prata no TikTok vão para... A campeã do espírito sedento olímpico é a jogadora de basquete da equipe de Porto Rico Ali Gibson. Ela já surtou com coleguinhas correndo sem camisa pela vila, perguntou para todas as colegas de time quem elas beijariam em uma pegação geral pós-jogos e levou bebida escondida para o quarto. Medalha de ouro da cachorrada. A jogadora de rúgbi dos Estados Unidos Ilona Maher é digna de prata. Em um de seus vídeos, ela deixa claro que se algum atleta sarado quiser se casar, ela também quer. Maher não faz divulgação só do seu belo perfil, mas também ajuda as amigas. Marcada como uma das atletas LGBTQIA+ mais legais das Olimpíadas por seguidores da rede, ela esclareceu que é, na verdade, hétero, mas divulgou as amigas de time que também estão na pista. Tour por Tóquio VÍDEO: Douglas Souza, atleta do vôlei, conquista web mostrando bastidores da Olimpíada Sem a cobertura maravilhosa dos atletas ociosos e ansiosos nas horas vagas, como a gente saberia... Que os atletas enfrentam uma fila enorme na lavanderia da Vila Olímpica? Que as camas são mesmo de papelão, mas muito resistentes a movimentações intensas? Ou que os atletas têm comidinhas típicas japonesas, Coca à vontade e até espaço de entretenimento para jogar tênis de mesa com os coleguinhas? A musa Ilona Maher faz o enorme sacrifício de aumentar suas horas ligada na tela do celular só para levar entretenimento aos seguidores. Divertida, ela chega a postar mais de 15 vídeos por dia com absolutamente tudo de divertido da vida na Vila Olímpica. Ela já mostrou o melhor guioza do mundo, a maneira elaborada como o lixo é descartado, a dificuldade de arrumar o cabelo de uma equipe inteira antes dos jogos, os treinos puxados na academia gigante disponível, a roupa cafona que a delegação norte-americana precisa usar para passear... Altos desafios O argentino Fran Caffaro, do time de basquete, também mostra a rotina da equipe na competição, com um recorte muito peculiar: os perrengues sofridos pelos altos. Eles mal passam pelas portas e têm dificuldade se caber no banheiro. Alguns aproveitam para explicar como funcionam as regras de esportes menos conhecidos, como remo, rúgbi e tiro. Eles podem ser os melhores do mundo em seus esportes, estrelas das redes com milhares de seguidores, mas ainda são gente como a gente. O mergulhador da equipe dos Estados Unidos Tyler Downs teve a única reação possível ao saber que Simone Biles estava pertinho dele em Tóquio: implorar para que ela seja amiga dele. E a melhor dupla criada na Vila Olímpica, as jovens amigas Rayssa Leal e Margielyn Didal, também esbanjaram simpatia com dancinhas bem "tiktoker" para coroar a parceria da pista de skate. Dança da Fadinha: de onde veio a coreografia que embalou a medalha de Rayssa Leal no skate Veja Mais

'Letra em Cena. Como ler...' apresenta especial 'Biblioteca'

O Tempo - Diversão - Magazine Comandada por José Eduardo Gonçalves, a edição traz depoimentos de escritores (como José Eduardo Agualusa e Itamar Vieira Junior) sobre a vivência com esses espaços Veja Mais

Cineasta Ugo Giorgetti é homenageado com retrospectiva

O Tempo - Diversão - Magazine Espaço Itaú de Cinema - Frei Caneca comemora 20 anos de existência com mostra digital dedicada ao diretor brasileiro Veja Mais

Carolina Ferraz diz viver amadurecimento na TV e veta novelas para sempre

O Tempo - Diversão - Magazine 'Não quero fazer alguém ficar dez meses vendo a mesma história' Veja Mais

Selton Mello diz estar emocionado com sua volta às novelas e exalta Dom Pedro II

O Tempo - Diversão - Magazine Ator mineiro, que ficou 21 anos afastado dos folhetins, é o protagonista de 'Nos Tempos do Imperador', que estreia no dia 9 de agosto Veja Mais

'Velozes e Furiosos 9' volta ao topo da bilheteria nacional e desbanca 'Viúva Negra'

G1 Pop & Arte Filme com Scarlett Johansson cai para 3º lugar no ranking. Dez filmes mais vistos no último final de semana arrecadaram R$ 15 milhões. "Velozes e Furiosos 9" volta ao topo da bilheteria nacional após duas semanas e desbanca "Viúva Negra", líder anterior. O filme foi visto por 215 mil pessoas, o que gerou uma renda de R$ 4 milhões. Já o longa com Scarlett Johansson caiu para 3º lugar, com público de 171 mil e faturamento de R$ 3,2 milhões. Os dados são da ComScore e foram coletados no período entre 22 e 25 de julho de 2021. 'Velozes e furiosos 9' continua busca exagerada da franquia pelo absurdo; G1 já viu 'Viúva Negra' é ótimo filme tardio da heroína com foco em família e espionagem; G1 já viu No total, os dez filmes mais vistos no país neste final de semana arrecadaram juntos R$ 15,6 milhões e foram vistos por 804 mil de pessoas. Veja o ranking de bilheteria entre os dias 22 e 25 de julho de 2021: "Velozes & Furiosos 9" - R$ 4 milhões "Um Lugar Silencioso - Parte II" - R$ 3,6 milhões "Viúva Negra" - R$ 3,2 milhões "Space Jam: Um Novo Legado" - R$ 2,6 milhões "Os Croods 2: Uma Nova Era" - R$ 1,1 milhão "Dupla Explosiva 2" - R$ 289 mil "Invocação do Mal 3 - A Ordem dos Demônios" - R$ 96,9 mil "Cruella" - R$ 29,2 mil "Irmãos à Italiana" - R$ 12,6 mil "Nomadland" - R$ 8,3 mil 'Velozes e furiosos 9' ganha 1º trailer; ASSISTA Veja Mais

Festival de Veneza 2021 terá filme brasileiro estrelado por Rodrigo Santoro

O Tempo - Diversão - Magazine Produção da Netflix retrata a dura realidade de trabalhos análogos à escravidão Veja Mais

Com quase 30 anos de carreira, Bruno de Luca mostra talento e paixão no que faz

O Tempo - Diversão - Magazine Ator, apresentador e produtor, que ficou conhecido do grande público em 'Malhação', disponível no catálogo do Globoplay, está cheio de projetos Veja Mais

Só no Brasil um meme envolve política, ciência e ex-atriz pornô; entenda

G1 Pop & Arte No 'Que meme é esse?' deste domingo (25) saiba quem é Mia Khalifa e entenda como ela foi parar na CPI da Covid. Veja o vídeo! Como explicar o Brasil pros gringos? Só aqui mesmo pra uma história misturar: política, ciência e uma ex-atriz pornô. E tudo virar um meme no final... A Rafaela Putini explica melhor no 'Que meme é esse' como Mia Khalifa foi parar na CPI da Covid. Veja o vídeo: Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. VEJA MAIS VÍDEOS DO 'QUE MEME É ESSE?' G1 no YouTube - Mia Khalifa e a CPI da Covid Arte/G1 Veja Mais

John Vercher lança 'À Flor da Pele' no dia de encerramento da Flipoços

O Tempo - Diversão - Magazine Escritor norte-americano fala sobre seu complexo personagem Bobby Saraceno, filho de uma mulher branco e um homem negro Veja Mais

Inverno Estelar, promovido pelo Espaço Comum Luiz Estrela, termina neste sábado

O Tempo - Diversão - Magazine Evento do centro cultural belo-horizontino reuniu rodas de conversa, exposição de fotos e filmes e oficina de dança, entre outras atividades Veja Mais

Cinemateca pode desabar e bombeiros ainda lutam contra fogo após 15 horas

O Tempo - Diversão - Magazine Fumaça sai ocasionalmente pelo teto e profissionais estão com mangueiras dentro da instituição Veja Mais

'Schmigadoon!’: protagonistas e espectador em musical clássico desconstruído

O Tempo - Diversão - Magazine Série da Apple TV+ estreia novos episódios todas as sextas-feiras Veja Mais

Billie Eilish mira a bossa nova, busca a paz e fala do corpo em novo disco

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora que remodelou o pop gravando no quarto mantém sussurro melancólico em seu aguardado segundo álbum Veja Mais

'Tempo', de M. Night Shyamalan, explora natureza humana: 'Um dos meus filmes mais emocionais'

G1 Pop & Arte Em entrevista ao G1, diretor e atores falam sobre suspense baseado em HQ que estreou no Brasil nesta quinta-feira (28). Há alguns anos, o diretor M. Night Shyamalan ganhava das filhas a história em quadrinhos "Castelo de areia", de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters. O presente de dia dos pais bateu forte no cineasta, que usou a trama da obra como inspiração para explorar a natureza humana em seu novo filme, "Tempo", lançado no Brasil nesta quinta-feira (29). "É um dos meus filmes mais emocionais", diz sobre o suspense o cineasta conhecido por "O sexto sentido" (1999) em entrevista ao G1. Leia a resenha completa do filme. "Esse foi definitivamente um período muito pessoal e emocional. Não sei se foi o que estava acontecendo na minha vida pessoalmente, a pandemia. Tudo. Quão velho eu estou. A idade das minhas filhas. Meus pais." O diretor M. Night Shyamalan durante as gravações de 'Tempo' Divulgação De olho no relógio De fato, "Tempo" destoa das demais obras do diretor e roteirista de 50 anos. Ao contar a história de um grupo de turistas presos por uma força misteriosa em uma praia onde envelhecem anos em minutos, ele discute temas como amadurecimento, laços familiares e os lados mais primitivos do ser humano. Mesmo assim, volta mais uma vez sua atenção aos quadrinhos, peça fundamental da trilogia que iniciou em "Corpo fechado" (2001) e encerrou em "Vidro" (2019). "Quando penso em uma ideia, eu não sei bem como descrever além de que a ideia não tem um fundo", conta Shyamalan, que assina o roteiro de "Tempo". "'Castelo de areia' fez isso pra mim. Quando eu li, tive essa impressão da pedra no poço de que não tinha fundo. Eu poderia continuar tendo ideias para sempre." Vicky Krieps, Thomasin McKenzie, Luca Faustino Rodriguez e Gael García Bernal em cena de 'Tempo' Divulgação Gravação pandêmica A trama de certa forma distópica encontrou reflexos na própria realidade. As gravações realizadas em 2000 em uma praia na República Dominicana marcaram a primeira vez em que o diretor comandava uma produção fora dos Estados Unidos. Enquanto isso, o mundo enfrentava as medidas de segurança por causa da pandemia – que chegaram a paralisar Hollywood por meses. Tudo isso ajudou a criar o sentimento de isolamento necessário para a história, e reforçou laços entre o elenco formado por atores de diversas partes do mundo. "É a melhor coisa trabalhar com um diretor que é tão ousado e tão comprometido com um tipo de procura e experimentação ao fazer esses grandes filmes de gênero", afirma o mexicano Gael García Bernal ("Wasp network: Rede de espiões"). Thomasin McKenzie e Alex Wolff em cena de 'Tempo' Divulgação "Envolvem muitas premissas malucas, que são difíceis de imaginar como juntar em uma história, em uma estrutura narrativa." No filme ele interpreta Guy, pai da família de protagonista, um homem metódico que leva os filhos naquela que prometia ser a última lembrança deles antes da separação do casal. "Eu aprendi muito. Foi realmente legal trabalhar com ele, ver a forma como ele monta as coisas", diz o ator sobre o Shyamalan. "Ele não apenas atingiu minhas expectativas, mas ultrapassou elas completamente em deslumbramento." Rufus Sewell em cena de 'Tempo' Divulgação Veja Mais

Laura Finocchiaro lança mais um single pandêmico: 'Vírus'

O Tempo - Diversão - Magazine A artista encomendou uma letra ao amigo e jornalista João Luiz Vieira, e, assim, surgiu a composição Veja Mais

Morre Roberto Calasso, crítico literário e um dos maiores editores da Itália

O Tempo - Diversão - Magazine Nascido em em Florença, em 1941, o intelectual publicou livros sobre textos védicos, mitologia grega, críticas literárias e reflexões sobre o setor editorial Veja Mais

Luísa Sonza se inspira em Clarice Lispector no vídeo de 'Penhasco'

O Tempo - Diversão - Magazine Fãs interpretam letra como sendo sobre a relação com Whindersson Nunes Veja Mais

Em 'Tempo', M. Night Shyamalan atrapalha uma boa história com seus maneirismos; G1 já viu

G1 Pop & Arte Adaptação de trama intrigante de HQ chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) com bons momentos, mas exageros do diretor destoam. Ao longo de sua carreira, o diretor M. Night Shyamalan ("O sexto sentido") passou por altos e baixos com crítica e público. Em seu mais novo filme, "Tempo", o cineasta enfrenta mais um momento complicado – e a culpa não é de ninguém além dele mesmo. O filme que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (29) parte da interessante premissa da HQ "Castelo de Areia", de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters, para discutir a natureza humana com suspense e tensão. Infelizmente, em "Tempo", Shyamalan se perde em seus próprios maneirismos e exageros, e atrapalha uma história que merecia um olhar mais sensível e paciente no comando. Assista ao trailer do filme "Tempo", de M. Night Shyamalan O tempo voa A produção acompanha a viagem de um casal à beira do fim do casamento com seus dois filhos a um hotel de luxo. Na região, decidem ir a uma praia isolada, onde encontram outros turistas. Porém logo fica claro que as coisas ali não são normais e um corpo flutuando no mar se torna o menor dos problemas quando as crianças começam a envelhecer rapidamente com o passar dos minutos. Com uma força invisível que os impede de deixar o local, eles são forçados a encarar seus próprios demônios e decidir se continuam concentrados em busca de uma saída naqueles que podem ser seus últimos momentos de vida. Vicky Krieps, Thomasin McKenzie, Luca Faustino Rodriguez e Gael García Bernal em cena de 'Tempo' Divulgação Até relógio parado acerta duas vezes A base da história do filme parece muito com a da HQ por um bom tempo. Enquanto explora o turbilhão de emoções dos personagens atônitos diante de uma situação tão bizarra, o roteiro de Shyamalan consegue os melhores momentos. Em especial, graças às atuações competentes do conjunto do elenco, encabeçado por Gael García Bernal ("Wasp network: Rede de espiões") e Vicky Krieps ("Trama fantasma"), os pais desesperados, e Alex Wolff ("Hereditário") e Thomasin McKenzie ("Jojo Rabbit"), as crianças envelhecidas. Porém Shyamalan cede aos próprios impulsos, que tinha conseguido controlar de forma admirável em "Vidro" (2019), e exagera no suspense em sequências que mereciam silêncio ou reflexão. As circunstâncias são extraordinárias, com certeza, mas público e protagonistas mal conseguem refletir, obrigados a desviar de cenas grotescas até para o alguns dos filmes mais sombrios do cineasta. Abbey Lee, Nikki Amuka-Bird, Ken Leung, Thomasin McKenzie, Rufus Sewell, Aaron Pierre e Vicky Krieps em cena de 'Tempo' Divulgação A coisa piora quanto mais ele se afasta do original. A história sem explicações ou motivações da HQ permitia à obra uma exploração direta e crua do lado mais primitivo do ser humano. Em "Tempo", a pseudociência apresentada até convence. O que complica são as forças por trás do fenômeno. Previsíveis e singelas, não conseguem justificar sua existência, quebram o ritmo de um final que encontrava novamente alguma beleza e deixam um gosto amargo após os créditos. Shyamalan passou por altos e baixos em sua carreira. Com sorte, seu próximo filme recupere a sua melhor forma. Thomasin McKenzie e Alex Wolff em cena de 'Tempo' Divulgação Veja Mais

Nei Lopes recebe título de doutor honoris causa da UFRJ

O Tempo - Diversão - Magazine A honraria, que significa "por causa da honra", é dada a pessoas que se destacam na área de atuação e é equivalente a um doutorado acadêmico Veja Mais

Ecad firma primeiro contrato com TikTok para pagamento de direitos autorais sobre músicas no app

G1 Pop & Arte Escritório Central de Arrecadação e Distribuição não divulgou porcentagem estabelecida. Média praticada no mercado costuma ser de 12% das receitas geradas por cada plataforma. O Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e o TikTok fecharam um contrato para o pagamento de direitos autorais sobre músicas tocadas na rede social. O acordo também garante pagamento retroativo. O Ecad e a empresa não divulgaram a porcentagem estabelecida na negociação. Cada contrato firmado tem condições próprias, mas a média praticada no mercado é que 12% das receitas de cada plataforma sejam destinadas aos direitos autorais. Desses 12%, 3% são destinados ao Ecad (e distribuído pelos profissionais da música representados pela instituição) e 9% são repassados para divisão entre compositores e editoras musicais (empresas que gerenciam e licenciam repertórios). A porcentagem exata depende do tipo de contrato entre editoras e artistas. O TikTok tem sido o trampolim de muitas músicas para o topo das paradas nacionais, com desafios de dança e virais. Além disso, a área de streamings foi uma das poucas que apresentou aumento de faturamento do pagamento de direitos autorais neste ano - quando os compositores amargaram queda de 15% no faturamento em relação ao ano passado. As porcentagens representam uma média do mercado. Os valores pagos por cada empresa são negociados por contratos individuais. — Foto: Daniel Ivanaskas/G1 Daniel Ivanaskas/G1 Veja Mais

Bob Odenkirk desmaia no set de 'Better call Saul' e é hospitalizado

G1 Pop & Arte Ator de 58 anos recebe tratamento médico, segundo site. Causa do desmaio não foi divulgada. Bob Odenkirk, de ‘Better call Saul’, no tapete vermelho do 71º Emmy, no Microsoft Theatre, em Los Angeles, no domingo (22) Reuters/Mario Anzuoni O ator Bob Odenkirk, estrela de "Better Call Saul", desmaiou no set de filmagens da série nesta terça-feira (27) e foi levado ao hospital. Odenkirk filma a sexta e última temporada da série derivada de "Breaking Bad" no estado de Novo México, nos Estados Unidos. O ator de 58 anos ainda recebe tratamento médico, segundo o site TMZ, mas a causa do desmaio não foi divulgada. De acordo com o site, a equipe chamou a ambulância no momento em que o incidente ocorreu. Vencedor de dois Emmys, ele interpreta o advogado Saul Goodman em "Better Call Saul". Além disso, ele também tem uma carreira consolidada em Hollywood, com filmes como "Anônimo", "Adoráveis mulheres" e "The Post: A guerra secreta". Veja Mais

Jean-François Stévenin, ator e diretor francês, morre aos 77 anos

G1 Pop & Arte Stévenin começou a carreira trabalhando para cineastas como Jacques Rivette e François Truffaut antes de se tornar diretor e um popular ator coadjuvante do cinema francês. Jean-François Stevenin em imagem registrada em dezembro de 2019, quando ator prestou um tributo ao diretor Jean-Pierre Mocky, em Paris Eric Feferberg / AFP O ator e diretor francês Jean-Francois Stévenin morreu nesta terça-feira (27), aos 77 anos, segundo informou sua família. A causa da morte não foi revelada, mas de acordo com a imprensa internacional, Sagamore Stévenin, filho do ator, informou que ele "morreu no Neuilly Hospital e lutou bastante". Stévenin começou a carreira trabalhando para cineastas como Jacques Rivette e François Truffaut antes de se tornar diretor e um popular ator coadjuvante do cinema francês. Jean-François Stévenin dirigiu três filmes considerados cult ("Passe montagne", "Doubles messieurs" e "Mischka"), mas foi sobretudo um ator prolífico e sua carreira inclui participações em "Na Idade da Inocência" de François Truffaut, "Um Quarto na Cidade", de Jacques Demy e "O Pacto dos Lobos", de Christophe Gans. Videos: Personalidades que morreram em 2021 Veja Mais

Pandemia se impõe como obstáculo à preservação de saberes da cultura popular

O Tempo - Diversão - Magazine Covid-19 tem levado o luto a comunidades tradicionais e comprometido a transferência de conhecimento Veja Mais

Bituca Universidade de Música abre inscrições para residência digital gratuita

O Tempo - Diversão - Magazine Com 60 vagas disponíveis para instrumentos como baixo, sax, bateria e clarinete, interessados têm até o dia 8 de agosto para se candidatar Veja Mais

Em novo romance, Mariana Enriquez promove encontro do racional e o sobrenatural

O Tempo - Diversão - Magazine Em 'Nossa Parte de Noite', autora argentina usa diferentes estilos literários para tratar da ditadura Veja Mais

Forum do Audiovisual Mineiro terá lançamento nesta terça, em evento virtual

O Tempo - Diversão - Magazine Um dos assuntos em pauta é o Projeto de Lei Complementar (PLC) n° 73, de 2021, batizado de “Lei Paulo Gustavo" Veja Mais

Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro são selecionados para Festival de Veneza

G1 Pop & Arte 'Ato' é um curta-metragem e '7 Prisioneiros' foi produzido por Fernando Meirelles ('Cidade de Deus') e Ramin Bahrani ('O Tigre Branco'). Festival acontece entre os dias 1º e 11 de setembro. Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro são selecionados para Festival de Veneza Divulgação O novo filme de Bárbara Paz e o longa "7 Prisioneiros", estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Malheiros, são os representantes do Brasil no Festival de Veneza 2021. O anúncio dos filmes selecionados foi feito nesta segunda-feira (26). Veja quem concorre ao Leão de Ouro neste ano Depois de ser premiada com o melhor documentário por "Babenco" em 2019, a atriz e cineasta Bárbara Paz volta ao festival com o curta "Ato" na seleção Orizzonti Short Films. Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira interpretam o casal Ava e Dante no curta filmado em Ouro Preto (MG). "Em um mundo onde a solidão foi a maior protagonista, com palcos vazios e o medo constante da morte. O afeto é o Ato, a fuga, o desejo fundamental da sobrevivência", comenta a diretora Bárbara Paz. “É um honra tão grande voltar ao grande Festival de Veneza com meu primeiro filme de ficção. Um pequeno ATO de silêncio e solidão". Bárbara Paz Divulgação Já "7 Prisioneiros", estrelado por Santoro e Malheiros, foi produzido por Fernando Meirelles ("Cidade de Deus") e Ramin Bahrani ("O Tigre Branco"). A estreia está prevista para ainda este ano na Netflix. Dirigido por Alexandre Moratto, o filme será exibido pela primeira vez no festival e concorre na seleção Orizzonti Extra. "O filme, dirigido por Alexandre Moratto, é mais uma oportunidade importante pra gente falar pro mundo de temas urgentes por meio da Arte", escreveu Santoro no Instagram. "Fico muito honrado por fazer parte disso, ao lado de uma equipe tão dedicada e deste grande talento que é Christian Malheiros", completou. A 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza acontece entre os dias 1º e 11 de setembro. Relembre os destaques da temporada de premiações do começo de 2021: Perdido no Globo de Ouro? Semana Pop tem guia rápido para começar temporada de premiações Veja Mais

'Madres Paralelas', novo filme de Almodóvar, ganha primeiro trailer; ASSISTA

G1 Pop & Arte Filme com Penélope Cruz e Rossy de Palma vai disputar Leão de Ouro no Festival de Veneza. TRAILER: Filme 'Madres paralelas', de Pedro Almodóvar "Madres paralelas", filme de Pedro Almodóvar com Penélope Cruz e Rossy Palma, ganhou primeiro trailer nesta segunda (26). Assista no vídeo acima. O longa do diretor espanhol vai abrir a 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que acontecerá de 1º a 11 de setembro, e concorre ao Leão de Ouro. 'Madres Paralelas', novo filme de Pedro Almodóvar com Penélope Cruz Divulgação O elenco também é composto por Milena Smit, Israel Elejalde, Aitana Sánchez Gijón, Julieta Serrano. A história acompanha mães que dão à luz no mesmo dia. "Com 'Madres paralelas', volto ao universo feminino, à maternidade, à família. Falo da importância dos ancestrais e descendentes. A inevitável presença de memória. Têm muitas mães na minha filmografia, as que fazem parte dessa história são muito diferentes", disse Almodóvar durante anúncio do elenco em fevereiro. "Nasci como diretor em Veneza em 1983 (...) na seção 'Mezzogiorno Mezzanotte". Trinta e oito anos depois me chamam para abrir a Mostra. Eu agradeço verdadeiramente ao festival por esta honra e espero estar à altura", afirmou o cineasta. O diretor do festival, Alberto Barbera, declarou que está feliz por receber "este retrato intenso e sensível de duas mulheres que enfrentam os temas de uma maternidade com mudanças imprevisíveis, a solidariedade feminina e uma sexualidade vivida em plena liberdade e sem hipocrisia". Pedro Almodóvar posa para fotos no segundo dia do Festival de Veneza de 2020 Tiziana Fabi/AFP Pedro Almodóvar, de 71 anos, recebeu em 2019 um Leão de Ouro honorário pelo conjunto de sua obra. Veja Mais

Dia dos Avós: chefs revelam suas receitas preferidas e com memória afetiva

O Tempo - Diversão - Magazine No clima da data celebrada neste 26 de julho, a presença de receitas repletas de carinho são mais do que bem-vindas para embalar a comemoração Veja Mais

Músico Roberto Bittar leva seu projeto 'Siga o Sax' para a praça da Liberdade

O Tempo - Diversão - Magazine O mineiro se apresenta neste domingo, a partir das 10h, no espaço público que é o epicentro do Circuito Cultural e Turístico Liberdade Veja Mais

Governo Bolsonaro criou condições para tragédia na Cinemateca, diz Walter Salles

O Tempo - Diversão - Magazine Para cineasta, fogo é 'resultado do desprezo e incompetência de um governo que veio para apagar a nossa memória' Veja Mais

Projeto #ZiriguidumEmCasa celebra os 75 anos de Alceu Valença

O Tempo - Diversão - Magazine Em live neste sábado (31), artistas vão interpretar canções de diferentes fases da carreira do cantor e compositor pernambucano Veja Mais

Criolo estreia especial em homenagem ao samba

O Tempo - Diversão - Magazine Dividida em três partes, a produção estreia a primeira delas nesta sexta-feira (30), no site do Teatro Unimed Veja Mais

Fogo na Cinemateca pode ter extinguido memória de políticas públicas do cinema

O Tempo - Diversão - Magazine União e Judiciário Federal vêm sendo alertados sobre risco de incêndio pelo Ministério Público Federal há um ano Veja Mais

Após quatro adiamentos, Comida di Buteco começa nesta sexta-feira (30)

O Tempo - Diversão - Magazine Concurso acontece em formato híbrido e com o objetivo de reerguer os donos dos bares que foram atingidos pela pandemia Veja Mais

Scarlett Johansson processa Disney por lançar 'Viúva Negra' no streaming

O Tempo - Diversão - Magazine Citando fontes anônimas, jornal afirma que a decisão de colocar o longa no Disney + provavelmente custará à atriz mais de US$ 50 milhões Veja Mais

Juliette elogia beleza dos atletas olímpicos, Italo Ferreira responde e internautas 'shippam' o casal

G1 Pop & Arte 'Que tanto atleta gato é esse?! Queriaaaa...', escreveu a vencedora do 'BBB21' nesta quarta em rede social. Surfista medalha de ouro nas Olimpíadas respondeu um emoji de foguinho. Juliette e Italo Ferreira Reprodução Instagram A campeã do "BBB21", Juliette Freire, elogiou a beleza dos atletas olímpicos em uma rede social e chamou a atenção do surfista Italo Ferreira, que ganhou o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. Em post no Twitter nesta quarta-feira (28), a vencedora do reality perguntou: "Que tanto atleta gato é esse?! Queriaaaa...". Italo, então, respondeu com dois emojis – um deles, de foguinho (veja abaixo). Foi o suficiente para os internautas ficarem eufóricos e começarem a "shippar" o "casal". Um internauta alertou que o atleta tinha namorada, o que foi rapidamente desmentido pelo próprio campeão: "Não namoro, não…". LEIA MAIS: Conheça a trajetória de Italo Ferreira Paquera, perrengues e zoeira: o lado B da Vila Olímpica Juliette elogia beleza de atletas olímpicos nas redes sociais e Italo Ferreira responde Reprodução Initial plugin text Initial plugin text O perfil oficial do SporTV entrou na brincadeira: "Um match mais bonito que eu e o @globoplay nessa Olimpíada Cara sorridente com os olhos em forma de coração". Initial plugin text Italo Ferreira ganhou o primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. A medalha é histórica também porque essa foi a estreia do surfe nas Olimpíadas. O potiguar chega ao Brasil na tarde desta quinta-feira (29) e deve chegar ao Rio Grande do Norte no dia seguinte. Veja, no vídeo abaixo, entrevista de Italo após a conquista do ouro: 'Ainda não caiu a ficha', afirma Italo Ferreira após conquistar medalha de ouro no surfe Veja, no vídeo abaixo, como o TikTok revela paqueras e perrengues na Vila Olímpica: TikTóquio: Os melhores atletas olímpicos da rede social Italo Ferreira respondeu comentário de Juliette sobre beleza dos atletas e levou os internautas à loucura Jonne Roriz/Reprodução Instagram Juliette Freitas Duda Freire/Gshow VÍDEOS: Italo Ferreira leva o ouro no surfe Veja Mais

Tico Santa Cruz, do Detonautas, fala sobre a crítica social do 'Álbum Laranja'

O Tempo - Diversão - Magazine 'Para continuar vivo, o rock terá de se posicionar' Veja Mais

Little Mix ganha estátuas de cera no Madame Tussauds de Londres

G1 Pop & Arte Formação original da banda foi mantida na homenagem, mesmo após saída de Jesy Nelson em dezembro. Girl band completa uma década de carreira neste ano. Little Mix ganha estátuas de cera no Madame Tussauds, em Londres; na foto, artista dá retoques finais nas réplicas das cantoras Reuters/Peter Nicholls As estátuas da girl band britânica "Little Mix" se juntaram a outras estrelas no Madame Tussauds em Londres nesta quarta-feira (28), com o museu de cera inaugurando as réplicas do grupo musical no aniversário de 10 anos da banda. A ex-integrante Jesy Nelson, que deixou a banda em dezembro, também está junto às cantoras Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards e Jade Thirlwall entre as estátuas de cera que foram criadas inspiradas no videoclipe "Bounce Back", de 2019. O grupo alcançou a fama depois de vencer a versão britânica do show de talentos "The X Factor", em 2011, e desde então emplacou vários sucessos no top 1 do Reino Unido, incluindo "Black Magic" e "Shout Out to My Ex". Little Mix ganha estátuas de cera no Madame Tussauds de Londres Reuters/Peter Nicholls As integrantes começaram o trabalho com o museu no início de 2020, meses antes de Nelson anunciar sua saída. "Quando essa notícia veio, decidimos coletivamente que era realmente melhor continuar com nossos planos de imortalizar o vídeo de 'Bounce Back' e, é claro, incluir Jesy nessa formação", disse Claire Treacy, gerente sênior de relações públicas do Madame Tussauds em Londres. "Jesy é uma grande parte do Little Mix, de tudo que elas conquistaram ao longo de 10 anos." Veja entrevista com a banda em março de 2020: Little Mix prepara novo álbum com volta ao pop e feminismo literal Veja Mais

Arte sacra ganha área VIP dentro da Lei Rouanet e preocupa o setor

O Tempo - Diversão - Magazine Há quem avalie a portaria como um movimento simbólico, um aceno para os setores do bolsonarismo ligados à chamada guerra cultural Veja Mais

'Schmigadoon!' agrada aos fãs de musical, mas deve irritar quem odeia o estilo

O Tempo - Diversão - Magazine Série do Apple TV+ se passa em cidade que vive como em um espetáculo da Broadway dos anos 1940 Veja Mais

'Jungle Cruise' transfere para a tela do cinema atração clássica da Disneylândia

O Tempo - Diversão - Magazine Nova aventura com Dwayne Johnson e Emily Blunt se inspira em 'Indiana Jones e em clássicos do cinema Veja Mais

Ator e diretor francês Jean-François Stévenin morre aos 77 anos

O Tempo - Diversão - Magazine Cineasta começou a carreira trabalhando com nomes como Jacques Rivette e François Truffaut Veja Mais

Morre aos 91 anos o filósofo José Arthur Giannotti

O Tempo - Diversão - Magazine Falecimento foi confirmado pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, entidade da qual ele foi um dos fundadores, mas a causa não foi informada Veja Mais

Decreto inclui arte sacra na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, responsável por análise de projetos da Lei Rouanet

G1 Pop & Arte Governo definiu seis áreas de atuação que devem compor comissão: arte sacra, belas artes, arte contemporânea, audiovisual, patrimônio cultural material e imaterial; e museus e memória. Um decreto publicado nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União pelo presidente Jair Bolsonaro determina que a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura tenha um representante de arte sacra entre seus membros. A comissão é responsável pela última análise dos projetos culturais que buscam captação pela Rei Rouanet, oficialmente Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ela faz a recomendação ao Secretário Especial de Cultura sobre aprovação total, parcial ou reprovação de projetos que já receberam parecer técnico. Além da arte sacra, a comissão também deve ser formada por representantes de belas artes, arte contemporânea, audiovisual, patrimônio cultural material e imaterial; e museus e memória. Até então, a lei estabelecia que o órgão tivesse seis representantes de setores culturais entre os membros, mas sem delimitar as áreas de atuação. Entenda a Rouanet Os projetos contemplados pelo sistema da Lei de Incentivo à Cultura são financiados com recursos privados de empresas. Funciona assim: O governo federal analisa os projetos para decidir quais poderão ser contemplados pela lei; Ao ter seu projeto aprovado pelo ministério, o produtor cultural sai em busca de patrocínio para obter os recursos; Pessoas físicas ou empresas podem decidir patrocinar o projeto. Em troca, elas recebem possibilidade de abatimento no Imposto de Renda de parte ou do total do valor aplicado no projeto. VÍDEOS: Semana pop explica temas do entretenimento Veja Mais

Palco do amor e de tragédia, casa de Frank Lloyd Wright mudou a arquitetura

O Tempo - Diversão - Magazine Em Taliesin, modernista desenhou o Guggenheim, de Nova York, mas foi ali também que sua mulher foi morta a machadadas Veja Mais

Nara Vidal: histórias que nascem em noites insones e com pitadas de rebeldia

O Tempo - Diversão - Magazine m entrevista a O TEMPO, a premiada autora mineira fala sobre seu mais recente livro, ‘Mapas para Desaparecer’, e novos projetos Veja Mais

Por que a Rússia não disputa a Olimpíada de Tóquio (e em vez do hino é tocado Tchaikovsky)?

G1 Pop & Arte Isso ocorre devido à descoberta de um grande escândalo de doping que baniu o país de grandes competições esportivas até 2023. Atletas do país disputam pelo 'Comitê Olímpico da Rússia'. Equipe masculina de ginástica artística do Comitê Olímpico Russo (da direita para a esquerda: Denis Abliazin, Nikita Nagornyy, David Belyavskiy e Artur Dalaloyan) comemoram após ganhar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, em 26 de julho de 2021, por equipes Gregory Bull/AP Os atletas russos explodiram de emoção quando, na última nota, superaram o Japão e conquistaram o ouro por equipes masculinas na ginástica artística nesta segunda-feira (26), porque a última vez que haviam ganhado a modalidade tinha sido em Atlanta 1996, no século passado. Mas, quando subiram no pódio, não havia bandeira da Rússia e a música que tocou não foi o hino nacional do país, mas sim uma música clássica — um trecho de "Concerto para piano e orquestra nº 1", de Piotr Ilitch Tchaikovski, um dos grandes compositores russos. VEJA TAMBÉM: Quiz das Olimpíadas: Você sabe tudo sobre os países participantes e a organização dos Jogos? Rayssa Leal é a medalhista mais jovem dos Jogos em 85 anos; conheça os outros prodígios Atleta do esgrima aceita pedido de casamento do técnico em entrevista ao vivo para a TV Já é a quarta vez que isso acontece nas Olimpíadas de Tóquio, pois os atletas russos já conquistaram 12 medalhas nos Jogos (4 de ouro, 5 de prata e 3 bronze) até agora e ocupam o 4º lugar no quadro geral de medalhas, atrás apenas de Japão, Estados Unidos e China. Além disso, os atletas não disputam sob o nome do país, mas pela sigla ROC ("Comitê Olímpico da Rússia", em tradução livre). Svetlana Gomboleva, Elena Osipova e Ksenia Perova (da esquerda para a direita), atletas russas que conquistaram medalhas de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. No uniforme, é possível ver o símbolo Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês). Alessandra Tarantino/AP Isso ocorre devido à descoberta de um grande escândalo de doping. A Rússia foi excluída de grandes competições esportivas em 2019, durante quatro anos, por falsificar dados de testes antidoping. Assim, além da Tóquio 2020, o país não poderá ser representado nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 e de Mundiais de todas as modalidades esportivas, inclusive a Copa do Catar. A sigla foi uma alternativa encontrada pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) para permitir a participação de atletas russos que não tiveram ligação comprovada com o escândalo. A "bandeira" do ROC também é adaptada: no uniforme dos atletas, ela é branca e tem os cinco anéis olímpicos, além das cores vermelho, azul e branco, as mesmas da bandeira russa. VEJA TAMBÉM: Imprensa internacional repercute adolescentes vitoriosas no skate Acompanhe a cobertura do ge em Tóquio Veja as últimas notícias sobre as Olimpíadas Ginastas do Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês), ao centro, são os únicos cujos uniformes não levam o nome do país nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 Ashley Landis/AP VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

Mike Mitchell, ator de 'Gladiador' e 'Coração Valente', morre aos 65 anos na Turquia

G1 Pop & Arte Ator passava férias no país quando sofreu um ataque cardíaco. Ator Mike Mitchell em 'Coração Valente' Reprodução O ator escocês Mike Mitchell, que participou dos sucessos "Gladiador" e "Coração Valente", morreu aos 65 anos na cidade turística de Fethiye, no sudoeste da Turquia, informou a mídia local neste domingo (25). O ator, que estava de férias na cidade costeira, morreu de ataque cardíaco na sexta (23), segundo o TMZ. "É difícil acreditar. Uma morte súbita de um ator internacional, uma pessoa honesta, um amigo leal e querido nos deixa muito triste. Sempre terei a honra de ter sido seu empresário. Desejo paciência para sua mulher Denise e seus filhos", afirmou o representante de Mike Mitchell ao site americano. Segundo a imprensa turca, o corpo, encontrado pelo gerente de uma marina, foi levado ao necrotério para uma autópsia que deve determinar a causa exata da morte. VÍDEOS: Personalidades que morreram em 2021 Veja Mais

Novo filme de Bárbara Paz é selecionado para mostra do Festival de Veneza

O Tempo - Diversão - Magazine 'Ato' e estrelado por Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira, do Grupo Galpão Veja Mais

'Booktok': onda de vídeos sobre livros no TikTok impulsionam obras de suspense e fantasia

G1 Pop & Arte Jovens e adolescentes falam de livros em vídeos descontraídos. Vendas de literatura infantojuvenil subiram 42% neste ano com 'Mentirosos', 'Vermelho, branco e sangue azul' e mais. VÍDEO: Livros indicados no TikTok entram em listas de mais vendidos no Brasil Se os booktubers eram os novos críticos literários de 2018, os booktokers mandam em 2021. Vídeos longos para o YouTube se transformaram em curtas de 30 segundos para o TikTok. A maioria dos booktokers é de jovens e adolescentes. Eles fazem resumos divertidos e criativos das obras, encenam personagens e pequenas análises. Também existem as listas temáticas, receitas inspiradas em livros famosos e, claro, memes e "trends". A nova onda colocou quatro obras infantojuvenis antigas entre as mais vendidas do Brasil. "Mentirosos" (2014), de E. Lockhart "Um de nós está mentindo" (2017), de Karen McManus "Corte de espinhos e rosas" (2018), de Sarah J. Maas "Vermelho, branco e sangue azul" (2019), de Casey McQuiston Essas obras ajudam a puxar uma alta de 42% nas vendas de obras para crianças e adolescentes no Brasil neste ano. Além destes, outros que ganharam destaque no aplicativo também conquistaram boas posições nas listas de editoras, livrarias e comércio eletrônico ao longo do ano: O box "O povo do ar" (2018), de Holly Black; "Teto para dois" (2019), de Beth O’Leary; e "Os sete maridos de Evelyn Hugo" (2019), de Taylor Jenkins Reid. Livros mais famosos no TikTok: 'Um de nós está mentindo', 'Mentirosos', 'Os sete maridos de Evelyn Hugo', 'O Príncipe cruel', 'Vermelho, branco e sangue azul' e 'Corte de espinhos e rosas' Divulgação Choro, romance e beleza Estes livros se encaixam em pelo menos uma dessas características abaixo, sagradas para ganhar o coração e a estante dos leitores: São obras de fantasia, suspense ou young adult; Têm personagens LGBTQIA+ ou pertencentes a minorias; Têm "plot twists chocantes", as viradas de roteiro; Ser visualmente bonito, com capas e lombadas coloridas de preferência. A boktoker e analista de projetos especiais do PublishNews Maju Alves estuda o fenômeno desde 2020 e diz que o segredo do sucesso é uma mistura de formato e coração. Maju Alves é booktoker com 26mil seguidores Reprodução/TikTok/Maju Alves "São livros que causam emoções diversas nos leitores. Livros que fazem chorar, por exemplo, são enormes lá! (Como é o caso de 'Mentirosos' e 'Os sete maridos de Evelyn Hugo'). Romances e fantasia também são muito populares entre os leitores, ainda mais se tiver representatividade." A representatividade não está só nos livros com personagens LGBTQIA+. Tiktokers, seja usuários ou produtores de conteúdo, têm procurado conhecer autores iniciantes e independentes. Uma parte deles também dedica espaço a autores nacionais. "Os booktokers estão bem empenhados em indicar nacionais e livros com diversidade. Muitos autores estão no TikTok e acaba que criamos um carinho por eles. Também queremos elevar a literatura jovem nacional que não é muito valorizada. E sobre representatividade, [faz sucesso] porque as pessoas querem se enxergar naquilo que estão lendo", explica Myreia Liduario, com 22 mil seguidores e um perfil dedicado à literatura de fantasia. Myreia Liduario é booktoker e tem mais de 22 mil seguidores em perfil dedicado à literatura de fantasia. Reprodução/TikTok/Myreia Liduario Neste gênero, se destacam as sagas protagonizadas por mulheres "que lutam e salvam o mundo". A cara da geração Z. Com isso, escritores precisaram se tornar tiktokers. É o caso do potiguar Pedro Rhuas, vencedor do prêmio Flipop de 2020 com seu livro de estreia, "Enquanto eu não te encontro". Para promover o lançamento oficial da sua comédia romântica gay, ele criou um perfil que divulga não só sua obra, mas faz muito do que os booktokers fazem: listas, recomendações, artes para fãs e dicas de escrita. O fenômeno da literatura young adult está ligado à faixa etária dos usuários da rede. "O TikTok não dá informação sobre a faixa etária de quem está consumindo conteúdo na plataforma, mas é possível ver, pelas interações com os seguidores, que tem um público novo, a partir de 12/14 anos. Já os criados de conteúdo são um pouco mais velhos, a maioria entre 18 a 25 anos", diz Maju. Grande parte do público dos booktokers começou a ler recentemente, diz Myreia. Por isso, vídeos de unboxing e indicações de novos livros são o que mais bomba. Aos negócios O aumento das vendas já mostra seu impacto no mercado. O 6º Painel de Varejo do livro, feito pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a empresa Nielsen, mostrou que, neste ano, foram vendidos mais de 5 milhões de livros infantojuvenis/educacionais no primeiro semestre - um aumento de 42% em relação ao mesmo período do ano passado. É claro que há outros fatores, como a presença das crianças em casa. O fenômeno é global. Nos Estados Unidos, desde 2020, livros com as mesmas características chegaram às listas de best sellers: o romance LGBTQIA+ young adult "Os dois morrem no final" (2017), de Adam Silvera; o romance épico homoafetivo sobre a Guerra de Tróia "A canção de Aquiles" (2011), de Madeline Miler; além de todos estes que também fazem sucesso no Brasil. Uma das lojas da livraria Barnes & Noble, na Flórida, tem espaço dedicado aos livros que trendam no TikTok Reprodução/Facebook/Barnes & Noble Editoras e livrarias norte-americanas já estão tirando proveito desta onda. A tradicional livraria Barnes and Noble tem espaços nas lojas físicas e virtuais dedicados ao TikTok. Além disso, editoras têm parcerias sólidas com os nomes mais famosos da rede. No Brasil, a propaganda ainda depende muito de "publis", quando editora ou autor pagam por vídeos dedicados ao seu catálogo. Maju Alves tem mais de 25 mil seguidores e cobra cerca de R$ 150 por vídeo. O valor depende do alcance e do formato da ação. Também existem as parcerias fixas com editoras. Com elas, os tiktokers não ganham dinheiro, mas recebem livros novos todo mês. Veja Mais

A música independente e verdadeira de Nando Reis

O Tempo - Diversão - Magazine Em entrevista, o cantor e compositor discute temas como pandemia, sexualidade e política e discorre sobre a sua trajetória musical, que já ultrapassa quatro décadas Veja Mais

Maria Bethânia diz que o Brasil não vai morrer em disco de amor, tesão e pânico

O Tempo - Diversão - Magazine Cantora baiana expõe melancolia e faz um apelo em nome da vida no álbum 'Noturno', repleto de ares pandêmicos Veja Mais

Cantora Lanna Rizzi morre em decorrência de complicações da Covid-19

O Tempo - Diversão - Magazine Compositora tinha 26 anos e estava internada em Vitória da Conquista, no interior da Bahia Veja Mais

Disney responde Scarlett Johansson após atriz processar estúdio pelo lançamento de 'Viúva Negra': 'Desrespeito cruel'

G1 Pop & Arte Filme foi lançado nos cinemas e na plataforma de streaming Disney+. De acordo com ação movida por Johansson, estratégia reduziu valor que atriz receberia atrelado a bilheterias. Scarlett Johansson em cena de 'Viúva Negra' Divulgação A Disney deu uma dura resposta à atriz Scarlett Johansson nesta sexta (30). A estrela do filme "Viúva Negra" processou a Disney na quinta (29) alegando que a empresa violou seu contrato ao lançar o filme em sua plataforma de vídeos e nos cinemas ao mesmo tempo. Em nota, a Disney alegou que o processo é "triste e angustiante em seu desrespeito cruel pelos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia COVID-19". "A Disney cumpriu integralmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento na Disney + com o Premier Access melhorou significativamente sua capacidade de ganhar uma compensação adicional além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até o momento", declarou a companhia. Assista ao trailer de Viúva Negra O que diz Johansson A estratégia de duplo lançamento reduziu o valor que Johansson receberia, atrelado às bilheterias mundiais, de acordo com a queixa apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles. "Viúva Negra" foi lançado em 9 de julho nos cinemas americanos (um dia antes no Brasil) e por R$ 69,90 no Disney+. A Disney vem testando o plano de duplo lançamento para alguns filmes durante a pandemia de coronavírus, enquanto tenta impulsionar seu serviço de streaming. Atriz já liderou lista das mais bem pagas de Hollywood 'Eternos': veja trailer de filme da Marvel com Angelina Jolie Sexismo ainda prevalece na indústria apesar do movimento #MeToo David Harbour e diretora Cate Shortland falam sobre 'Viúva Negra' Atualmente, "Viúva Negra" arrecadou quase US$ 320 milhões ao redor do mundo. Em uma ação inédita, a Disney anunciou que o filme tinha conseguido US$ 60 milhões em seu primeiro fim de semana pós-lançamento só com as compras no Disney+. O processo de Johansson afirma que a Disney quis direcionar o público para a plataforma, "onde poderia manter as receitas para si mesma e, ao mesmo tempo, aumentar a base de assinantes da Disney+, uma forma comprovada de aumentar o preço das ações da Disney". "Em segundo lugar, a Disney quis desvalorizar substancialmente o acordo da Sra. Johansson e, assim, enriquecer", disse o processo. Semana Pop fala sobre principais estreias nos cinemas no 2º semestre de 2021 Veja Mais

Sucesso fake: operação do MP fecha serviços que fraudavam números de streaming de música

G1 Pop & Arte Sites vendem 'plays' artificiais para ajudar músicos a inflar cifras e fingir sucesso. 1ª ação no Brasil a tratar prática como crime achou ligação com rede de fraude em redes sociais do Leste Europeu. Imagens de sites que oferecem plays no Spotify e no YouTube. O MP-SP fechou dezenas de sites que manipulavam os serviços de streaming comercializando plays feitos de forma automática, não por usuários comuns dos serviços Reprodução Dezenas de sites que fraudavam plataformas de streaming musical e vendiam o serviço de inflar artificialmente o número de audições de músicas foram fechados após uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Foi a primeira vez no Brasil que esta prática de "fake streams", em que músicos compram "plays" para suas músicas, foi tipificada como crime no Brasil, e virou alvo de uma ação comandada pelo Núcleo de Investigações de Crimes Cibernéticos do MP-SP. O número que aparece abaixo de um clipe no YouTube ou de uma faixa no Spotify é cada vez mais importante para os músicos. Impulsionar os "plays" na internet rende dinheiro e pode dar uma falsa impressão de sucesso, que leva a convites para shows e para outras mídias. Entenda a manipulação e seu impacto em 4 pontos: O streaming já representa 85% da renda da indústria musical no mundo. Quando um músico compra "plays" falsos, ganha direitos autorais e faz cair o pagamento e a visibilidade de outros que não fazem isso. Os sites que vendem "fake streams" usam robôs - computadores programados para acessar automaticamente as faixas e aumentar os números. As plataformas de streaming, como YouTube e Spotify, tentam, mas nem sempre conseguem pegar a fraude. O problema é tão sério que gerou uma ação mundial da indústria da música. No Brasil, a tarefa ficou com a Associação Protetora dos Direitos Intelectuais e Fonográficos (Apdif), que abriu a queixa-crime no MP em dezembro de 2020. Agora, entenda como foi a investigação em 4 pontos: A resposta do MP pode guiar a reação jurídica a esta atividade no Brasil, na música ou em outras áreas: eles tipificaram a ação como possível crime de estelionato, além de violar o Código de Defesa do Consumidor, e abriram um inquérito. Eles localizaram e interrogaram responsáveis por 18 sites próprios e mais 17 pessoas que vendiam "fake streams" através do sites de varejo online. Confrontados com a tipificação de estelionato, todos fecharam, até julho de 2021, acordos com o MP para tirar o site do ar ou, ao menos, fechar a parte de venda de "fake streams". A investigação descobriu que todos os operadores no Brasil usavam como base um serviço de manipulação de redes sociais baseado no Leste Europeu. Essa operação atua também em outras redes sociais e áreas do marketing e da política. O MP não divulgou o nome dos sites que foram fechados, nem de músicos que usaram estes serviços. A ação, chamada Operação Antidoping, ainda está em atividade, e não resolveu o problema: uma busca na internet mostra que ainda há vários sites oferecendo "fake streams" no Brasil. Combinado com os russos "Embora as empresas tenham sede no Brasil, verificou-se que, em geral, o serviço de impulsionamento é executado no Leste Europeu, o que dificulta a identificação do seu operador primário", diz ao G1 o promotor Lister Caldas Braga Filho, que participou do inquérito. Estes serviços brasileiros não têm a tecnologia própria das chamadas "fazendas de cliques". Uma das configurações dessas "fazendas" é a de painéis com centenas de aparelhos que ficam o tempo inteiro gerando os acessos - diretamente por pessoas ou controlados automaticamente. Imagem de uma empresa que funciona como 'fazenda de cliques' flagrada na China em 2017 Reprodução / GloboNews "Todos estes serviços do Brasil são espelhos de uma plataforma que está hospedada na Rússia. Ali você encontra impulsionamento para tudo: Facebook, Instagram, Twitter, conteúdos de notícias, de política, de personalidades", diz ao G1 Paulo Rosa, presidente da Pró-Música, associação das gravadoras no Brasil, que participou da formulação da queixa-crime com a Apdif. "E entrou a música ali dentro desse ecossistema, infelizmente. É uma coisa que viaja para a Rússia e volta", diz o executivo. "Porém, isso não interfere na punição dos demais envolvidos (no Brasil): a responsabilidade penal é pessoal, podendo tornar-se réu qualquer um que tenha concorrido de modo relevante para a prática do crime, independentemente da responsabilização dos demais", ressalta Lister Braga. "Entendemos que os fatos constituem o crime do art. 67 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), e podem também configurar estelionato, caso haja intenção de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio", diz o promotor. Estelionato é uma fraude que induz alguém a uma falsa concepção de algo com o intuito de obter vantagem ilícita para si. O artigo 67 do CDC proíbe fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva. Usuária do Spotify Jamile Alves/G1 Fakes globais Em 2020, antes de apresentar a queixa-crime, a Apdif conseguiu fechar cerca de 30 sites após o envio de notificações extrajudiciais. O Brasil não é o único país em que há este esforço. Recentemente, a Alemanha anunciou o fechamento de oito sites de "fake streams". "A venda de plays é uma coisa que distorce tudo: a remuneração, a percepção que o público tem do que está fazendo sucesso. É uma das prioridades do setor combater esse tipo de prática no mundo inteiro", diz Paulo Rosa. "Por isso uma coalizão foi formalizada no final de 2019, entre as plataformas, gravadoras multinacionais, independentes, editores de músicas, organizações que representam artistas, autores, para se combater essa prática. E estamos fazendo essa parte aqui no Brasil", diz Paulo Rosa. Qual é o tamanho da fraude? O fã de música pop vai pensar: será que minha torcida para meu ídolo subir nas paradas de streaming não significa nada? É tudo uma farsa? Não é bem assim... O que as investigações apontam é que há um limite para que a manipulação não seja flagrada pelos próprios serviços de streaming. "A gente percebeu que as compras são feitas de forma fragmentada, a cada mil 'plays'. Eles tomam cuidado de não fazer o impulsionamento falso de muito volume para não ser detectado", diz o advogado Paulo Batimarchi, coordenador da Apdif. Em geral, a música mais tocada no Spotify no Brasil tem 1 milhão de plays por dia. Então, pelo menos no que foi apurado até agora, é difícil comprar uma posição assim. Mas, o que se faz, explica Paulo Batimarchi, é comprar plays para "enganar o algoritmo". Algoritmo enganado Quando uma música é lançada, mesmo uma manipulação na casa dos poucos milhares pode fazer com que o sistema das próprias plataformas entenda que ela está sendo bem recebida por ouvintes de verdade, e dê destaque real para estas faixas. Assim, a desconfiança maior fica para novos artistas e lançamentos que sobem rápido, geralmente com pouco engajamento nas redes para condizer com esses números. Para um mercado muito competitivo, em que se destacar entre as novidades é uma tarefa árdua, e viver com a remuneração baixa das plataformas por plays é quase impossível, não é pouca coisa este estelionato. O prejuízo fica, principalmente com o músico novo que faz tudo certinho. Trump feat. Putin Plataforma que opera a partir do Leste Europeu, segundo investigações, era usada para gerar "fake streams" de música no Brasil e oferece centenas de formas de manipular redes sociais no mundo Reprodução "Esses serviços inflam a audiência ou popularidade de um determinado artista através da mesma estrutura e ferramental tecnológico utilizados em campanhas de desinformação que vêm sendo largamente discutidas desde as eleições americanas de 2016", diz Lister Braga. A campanha de manipulação de redes sociais na eleição de Donald Trump feita por operadores russos gerou uma crise internacional e reações das grandes empresas, que não impede que o problema siga. "Esses sistemas autônomos não servem apenas à manipulação da opinião pública em relação a questões políticas, mas também para induzir o consumidor a agir com base em informações enganosas sobre popularidade ou influência de pessoas ou produtos", diz o promotor. "O MP foi muito feliz em lidar com essa operação", diz Paulo Batimarchi. Ele diz que houve um impacto real nos "fake streams", mas o baile segue, na música e fora dela. "Existem mais de 150 operadores de impulsionamento fraudulento de conteúdo no Brasil hoje, abertamente", estima o advogado. Problema é mundial: site europeu vende visualizações no YouTube Reprodução O que dizem as plataformas sobre o 'fake stream'? Google: "A contagem de views é incrivelmente importante para nós no YouTube. Nós tomamos ações contra views gerados de maneiras que não seguem nossas regras, incluindo tentativas de terceiros de inflar artificialmente a contagem." Spotify: “Nós levamos a atividade de streaming fraudulento extremamente a sério. O Spotify possui várias ferramentas de detecção de fraude monitorando o consumo no serviço para detectar, investigar e lidar com atividades fraudulentas. Continuamos a investir pesadamente nos processos de refinação e na melhora dos métodos de detecção e remoção, para continuarmos reduzindo o impacto dessa atividade nos criadores de conteúdo e detentores de direitos legítimos.” Veja Mais

Pedro Santos lança primeiro disco autoral e, ainda, um livro de poesia

O Tempo - Diversão - Magazine O cantor, compositor e poeta já disponibilizou o clipe da faixa que dá nome ao disco, “Feliz Cidade”, no seu canal de YouTube Veja Mais

Scarlett Johansson processa Disney pelo lançamento de 'Viúva Negra' no Disney+

G1 Pop & Arte De acordo com ação, estratégia de estreia nos cinemas juntos da plataforma de vídeos reduziu valor que atriz receberia, atrelado a bilheterias. Scarlett Johansson em cena de 'Viúva Negra' Divulgação Scarlett Johansson, a estrela do filme de super-herói da Marvel "Viúva Negra", processou a Disney nesta quinta-feira (28) alegando que a empresa violou seu contrato ao lançar o filme em sua plataforma de vídeos e nos cinemas ao mesmo tempo. A estratégia de duplo lançamento reduziu o valor que Johansson receberia, atrelado às bilheterias mundiais, de acordo com a queixa apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles. "Viúva Negra" foi lançado em 9 de julho nos cinemas americanos (um dia antes no Brasil) e por R$ 69,90 no Disney+. A Disney vem testando o plano de duplo lançamento para alguns filmes durante a pandemia de coronavírus, enquanto tenta impulsionar seu serviço de streaming. Atualmente, "Viúva Negra" arrecadou quase US$ 320 milhões ao redor do mundo. Em uma ação inédita, a Disney anunciou que o filme tinha conseguido US$ 60 milhões em seu primeiro fim de semana pós lançamento só com as compras no Disney+. David Harbour e diretora Cate Shortland falam sobre 'Viúva Negra' O filme deve ser o último da atriz como a personagem que assumiu em "Homem de Ferro 2" (2010). O processo de Johansson afirma que a Disney quis direcionar o público para a plataforma, "onde poderia manter as receitas para si mesma e, ao mesmo tempo, aumentar a base de assinantes da Disney+, uma forma comprovada de aumentar o preço das ações da Disney". "Em segundo lugar, a Disney quis desvalorizar substancialmente o acordo da Sra. Johansson e, assim, enriquecer", disse o processo. A Disney não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da agência de notícias Reuters. Veja Mais

'Baile de favela': entenda história do funk de MC João que embalou a prata de Rebeca Andrade

G1 Pop & Arte Entenda o funk em 5 pontos: ele exalta os principais bailes de rua de SP, marcou virada no estilo; foi hit do réveillon de 2016; mudou vida do MC João e tem letra controversa - autor nega apologia à violência. MC João comemorou a prata de Rebeca Andrade com 'Baile de Favela' Dylan Martinez/Reuters; Reprodução/Instagram/MCJoão A conquista história de Rebeca Andrade, com primeira medalha olímpica de uma ginasta no Brasil, também enriquece a história de uma música fora do comum: "Baile de favela", o funk escolhido para embalar o solo da atleta. Conheça a história em 5 pontos: A música composta por MC João em 2015 lista e exalta os principais bailes de rua da periferia de São Paulo na época: Helipa, Marconi, Eliza Maria, Rua Sete e São Rafael são todos nomes de fluxos de "quebrada" famosos. A música foi o grande hit do réveillon no Brasil de 2015 para 2016. Era uma época em que o funk se expandia e ganhava cada vez mais público. O sucesso mudou a vida de MC João. Ele cresceu na periferia da Zona Norte de SP, na Jova Rural, comunidade próxima à de Rebeca Andrade, Vila Fátima, em Guarulhos. João perdeu o pai e sustentava a família desde os 17 anos. O clipe, gravado em um baile na Rua Sete, na porta da casa onde ele cresceu, foi um marco no estilo. 'Na época a gente pensava: será que alguma música algum dia vai superar “Baile de Favela”? Tinha sido a primeira a dar 100 milhões de views', contou o diretor Kondzilla ao G1. Hoje ela tem mais de 230 milhões de views. Por outro lado, muita gente ouviu na letra um incentivo à violência contra a mulher, no verso “vai voltar com a x... ardendo”. O MC negava com veemência. “No funk digo que ‘ela veio quente’. A gente está no clima, ela quer”, disse, defendendo o consentimento da personagem da letra. Veja abaixo o vídeo que o G1 gravou com MC João sobre sua história, o sucesso da música e as polêmicas em 2016. MC João comenta 'Baile de favela' Ao falar do sucesso João citou a morte do pai quando ele tinha 17 anos. Ele era pedreiro e sustentava a família. O jovem ficou sozinho para cuidar da mãe, com problemas de saúde, e duas irmãs. O funk era “válvula de escape” da rotina difícil. “Comecei a sustentar a minha família com R$ 620 por mês. Imagina o que você faz com esse dinheiro...” Da Jova Rural, ele saia todo dia para trabalhar de office boy. Passou pela Ericsson e foi ajudante no escritório de advocacia Pinheiro e Associados, na avenida Paulista. Quando anunciou que largaria o trabalho de 9h às 17h para se dedicar só ao funk, ouviu dos antigos chefes: “Você é louco”. Na verdade, João já cantava em paralelo com os trabalhos diurnos. Quem convenceu João Israel a cantar foi um colega da escola, no final do Ensino Médio. “Tinha conhecido um ano antes e depois acabamos na mesma sala. A gente ficava rimando o dia inteiro, mano. Falava do professor, da cadeira, da mesa. E eu inistia: ‘Vira MC, vira MC’”. O colega era Renato Lima Rodrigues, que também virou MC, o Menor da VG, outro ídolo dos bailes de favela. 'Fuga' do crime Perceber o jeito para o funk evitou que João Israel fosse para outro trabalho paralelo na comunidade. “Com a perspectiva que ele tinha, ou ele trabalhava ou ele ia roubar”, disse Juninho Love, o produtor artístico da produtora GR6. MC João, voz de 'Baile de favela', e R7, produtor da faixa, na casa da empresa GR6 Rodrigo Ortega / G1 “Você ganha um salário mínimo, e aí chegam do seu lado pessoas que ganham mais e têm uma saída para você, que está numa bola de neve." "Eu tinha perdido o meu pai, a única fonte de renda da família, meu porto seguro veio abaixo. O que você vai fazer? Nessa hora vêm vários pontos de interrogação na cabeça. A geladeira estava vazia. E nesse momento chegou o funk, e você não vai pelo outro caminho”, contou João. Ele seguiu por quase sete anos entre os trabalhos de office boy de dia e pequenos shows à noite. Cantar era o que ele queria de verdade. “Você vai viver o sonho ou a realidade? No começo do ano, tocou em mim que eu tinha que arriscar, porque era novo. Se for para quebrar a cara, tem que ser agora, porque mais para frente eu não sei como vai ser. Eu saí do trampo e no outro dia entrei na GR6”, lembra. Hit improvisado Depois de um funk que quase estourou (“'Caçador de pererecas' bateu na trave”, diz), ele voltou ao estúdio da GR6. “Baile de favela” veio de improviso. “Fui gravar outra música. Mas esqueci a melodia. O produtor é muito rigoroso, chucro. Ele levantou e falou: 'Tá uma bosta'. E agora, o que eu faço? Tinha um refrãozinho pronto e comecei: ‘Ela veio quente, hoje tô fervendo.’ Aí fui citando os bailes pelos quais passei. Todo mundo começou a pular no estúdio". O produtor é Rodrigo Santos, o R7 - apelido citado na música. Ele morava no Espírito Santo e ficou conhecido no funk de SP com trabalhos de produção à distância. Funkeiros mandavam a voz pela internet e recebiam a música pronta de volta. A GR6 gostou do trabalho e bancou a mudança dele para São Paulo. Ele se transformou em umd os principais produtores do funk do Brasil. Letra criticada Em redes sociais, houve muitas acusações de que a letra incentivava a violência contra a mulher, em versos como “vai voltar com a x... ardendo”. Ele nega. “Na letra digo que ‘ela veio quente’. A gente está no clima, ela quer”, diz João, defendendo o consentimento da personagem. Ele compara ao “pode vir quente que estou fervendo” de Roberto e Erasmo. Para ele, é fácil criticar o funk. “Só porque a gente é humilde e veio da favela, vem essa interpretação”, diz. Preconceito Os bailes de favela são alvos de críticas e repressão policial. “A gente é jovem, então por falta de opção de lazer acaba acontecendo. A gente é induzido a ter as coisas e passa vontade, e isso não faz bem. O fluxo é um jeito de se divertir. Tem gente que paga R$ 100 só para entrar numa balada. Com R$ 100 você faz a festa do fluxo. Sei que fica ruim para quem quer dormir na região, mas também virou uma fonte de renda para a comunidade”, diz. “Tem noção de quantos carrinhos de bebida, de refrigerante, quanta gente o fluxo emprega?". "Só quando a polícia chega é que uma correria para não perder tudo. É tiro de borracha pra lá, pra cá...”. João já tomou um destes tiros? “Não, eu sempre fui esperto. Menino do beco não toma não, sabe se esquivar”. Um dos bailes citados na letra, o da Rua Sete, acontecia na porta da sua casa. Ele convenceu a GR6 a gravar o clipe lá. “Foi mágico, só colocamos o som no carro e apareceram umas 3 mil pessoas”. Uma virada no funk "'Baile de favela” representou uma virada no mercado do funk, tanto pelo patamar de sucesso quanto pela parte sexual da letra. Quem explicou este impacto ao G1 foi o diretor Kondzilla, dono do canal de funk que é um dos maiores do mundo no YouTube. "'Baile de favela' tinha um palavrão no refrão. O MC João foi na Fátima Bernardes e ela falou: 'Nossa, parabéns, incrível. Mas se você não falasse aquela palavrinha, sua música ia mais longe.' Na época a gente pensava: será que alguma música algum dia vai superar “Baile de Favela”? Tinha sido a primeira a dar 100 milhões de views. Quando ouvi a Fátima, pensei: “Faz sentido”. Em setembro de 2016, a gente tinha 6 milhões de inscritos no canal. Eu achava que tinha esse teto para a audiência do funk, pois no Facebook os maiores MCs tinham 6 milhões de likes. Mas pensava: “Como a gente faz para romper essa bolha e alcançar um território maior? Depois que tomamos a decisão, a gente passou de 6 milhões em 2016 para 22 milhões de inscritos em 2017. Hoje deve ter mais de 40 vídeos com mais de 100 milhões" Desde então, Kondzilla criou um "filtro de palavrão" que bane versos mais pesados do seu canal. Isso expandiu muito seu público, sua potencial receita publicitária e, por consequência, a audiência do funk no Brasil. Mas, ao mesmo tempo, o filtro pós-Baile de Favela abriu espaço para outros produtores concorrentes sem este filtro e com mais conexão com as letras que são tocadas de verdade nos bailes de favela. Consagração olímpica Veja, abaixo, como foi escolhida e arranjada a versão de Baile de Favela para a apresentação de Rebeca. A seguir, assista também a reação de João ao uso da sua música pela ginasta: Como 'Baile de Favela' foi parar nas Olimpíadas de Tóquio com Rebeca Andrade MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade Veja Mais

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Pop brasileiro invade Tóquio com 'Baile de favela' de Rebeca, 'Zap zum' de Douglas, dança de Rayssa e mais

G1 Pop & Arte 'Baile de favela' embala Rebeca Andrade rumo à final; DJ austríaco antenado tocou Anitta, Barões da Pisadinha e mais; Douglas exaltou 'Zap zum'; Rayssa fez passinhos de funk entre manobras; veja como nossa música se infiltra nas Olimpíadas. Pop no vôlei, Pabllo no quarto de Douglas e funk na ginástica e nos passos de Rayssa: hits brasileiros invadem Tóquio Montagem: Arquivo pessoal/Facebook-Reprodução A participação dos brasileiros nos Jogos Olímpicos de Tóquio não se limita apenas ao time de atletas. As caixas de som das quadras, pistas e arenas mostram a cultura do país, que se infiltrou até em apresentações oficiais do evento. Os jogos de vôlei viraram um festival pop brasileiro, com Anitta, Barões da Pisadinha, Israel & Rodolffo e Pabllo Vittar nas caixas de som das quadras. Por falar em Pabllo, a música "Zap zum" virou o hino de Douglas Souza depois que ele postou vídeos com o hit. Rebeca Andrade vai levar à final da ginástica o "Baile de favela" de MC João. Enquanto o Brasil estava tenso ao ver a final do skate feminino, Rayssa Leal fazia, tranquila, a dancinha de TikTok de "Não nasceu pra namorar" no meio da pista. Vôlei pop festival O DJ austríaco Stari é um dos responsáveis por levar a música brasileira para os jogos de vôlei nas quadras e na areia. Ele já afirmou que monta sua setlist a partir de pesquisas sobre os hits dos países que participam de cada jogo. Além disso, o europeu conta que atende aos pedidos dos atletas e que aprende os gostos de cada um pelas redes sociais. Nessa, ele já levou para os jogos Barões da Pisadinha, Anitta, Ivete Sangalo, Jojô Todynho e Israel & Rodolffo. A entrevista de Stari ao G1 até gerou uma polêmica: o DJ austríaco disse que não ia mais tocar "Batom de cereja" depois que fãs de vôlei contaram ao DJ sobre a controversa participação de Rodolffo no BBB 21. "Prefiro não tocar mais e evitar polêmica", disse, sem entrar em detalhes. Os fãs de Rodolffo fizeram campanha no domingo (25) para que ele desistisse do bloqueio e tocasse "Batom de cereja". Eles levaram a campanha aos assuntos mais comentados no Twitter, mas, até agora, Stari não voltou atrás. Pabllo nas quadras e no quarto de Douglas Stari também já tocou "Zap Zum", de Pabllo Vittar. Para o jogador de vôlei Douglas Souza, a música é o hit dos Jogos Olímpicos de Tóquio. O atleta, que está bombando nas redes mostrando um pouco dos bastidores das Olimpíadas, costuma usar a faixa diversas vezes como trilha. Com tanta divulgação de seu trabalho nas redes de Douglas, Pabllo logo se tornou fã do jogador e passou -- como milhões de brasileiros -- a seguir o atleta nas redes sociais. E Douglas também já mostrou que o álbum de Pabllo "Batidão Tropical" tem aprovação de Maurício Borges, o Jorges, companheiro de quarto do atleta. Funk nos Jogos Olímpicos MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade O funk brasileiro também ganhou lugar na apresentação oficial da ginasta Rebeca Andrade. A atleta fez sua entrada no solo ao som de "Baile de favela", o funk que mudou a vida de MC João. "A Rebeca Andrade é baile de favela", brinca o artista. "Queria agradecer a Rebeca por ter escolhido essa música para abrilhantar ainda mais a apresentação dela, e por fazer parte de um momento tão importante da sua vida", disse João após Rebecca chegar à final das Olimpíadas de Tóquio de 2021 com a apresentação. "Baile de favela" é um marco na expansão do funk de São Paulo em 2015. Ela virou com letra que cita os principais fluxos da periferia paulista. Em 2020, "Baile de favela" foi tocada até nas festas de rua dos EUA em comemoração pela derrota de Donald Trump nas eleições presidenciais do país. ''Baile de favela', eu costumo dizer, tem vida própria, e todos os anos ela dá o seu jeitinho de aparecer. E esse ano não foi diferente. Dessa vez a ilustre apresentação da digníssima Rebeca Andrade", diz João. A dança da Fadinha Dança da Fadinha: de onde veio a coreografia que embalou a medalha de Rayssa Leal no skate Outro funk que inspirou movimentos nos Jogos Olímpicos foi "Não nasceu pra namorar", parceria entre MC Zaquin e MC Rick. O Brasil inteiro roía as unhas na prova final do street de skate na madrugada desta segunda-feira (26), enquanto Rayssa se divertia e fazia os passinhos da coreografia, que já é sucesso no TikTok. Já são quase meio milhão de vídeos com a dancinha na rede social. E, com seu inseparável skate nas mãos, a atleta de 13 anos repetiu os passinhos, mostrando que estava bem tranquila antes de levar sua primeira medalha olímpica pra casa. A maranhense, conhecida como Fadinha, se tornou a mais jovem medalhista olímpica da história do Brasil ao ficar em segundo lugar na categoria street do skate. Veja Mais

Festival de Veneza 2021 divulga lista de filmes que concorrem ao Leão de Ouro

G1 Pop & Arte Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro também foram selecionados para outros prêmios do festival. Pedro Almodóvar posa para fotos no segundo dia do Festival de Veneza de 2020 Tiziana Fabi/AFP Várias figuras do cinema, entre elas o espanhol Pedro Almodóvar, a neozelandesa Jane Campion, o italiano Paolo Sorrentino e o chileno Pablo Larraín, competirão na seleção oficial da 78ª edição do Festival de Cinema de Veneza, de 1º a 11 de setembro. No total, 21 filmes foram selecionados para competir pelo prestigioso Leão de Ouro, entre eles vários cineastas reconhecidos, uma edição que se apresenta particularmente interessante e rica. (Veja lista completa no final da reportagem). A seleção oficial contará com diretores da estatura de Almodóvar, que abre a competição com "Mães paralelas", o relato de várias mulheres, com o qual ele aborda um de seus temas favoritos: maternidade e família. O primeiro trailer do filme com Penélope Cruz foi divulgado nesta segunda-feira (26). Assista abaixo. Filme 'Madres paralelas', de Pedro Almodóvar, ganha trailer Também foi convidado ao concurso, para apresentar sua última obra, o ganhador do Oscar italiano Paolo Sorrentino, com seu filme "Foi a mão de Deus" (em tradução livre), gravado em sua cidade natal Nápoles. No longa, o diretor explica sua relação com o futebol, com seu ídolo Maradona, e como ele salvou sua vida. Após mais de dez anos de seu último filme, a premiada Jane Campion ("O Piano", 1993) volta a competir com o filme "The Power of the Dog", inspirado na novela de mesmo nome de Thomas Savage, sobre uma guerra entre irmãos. América Latina, convidada especial Será uma edição especial, que confirma também o excelente estado do cinema da América Latina, com quatro filmes na competição oficial e três na seção Horizons, a mais experimental, berço de futuros grandes nomes da sétima arte. Premiado em 2015 com o Leão de Ouro com seu filme "Desde Allá", o venezuelano Lorenzo Vigas volta a competir em Veneza com "La caja". Outro retorno a Veneza é o do chileno Pablo Larraín, aclamado há seis anos pelo seu inquietante filme sobre os mecanismos para encobrir os padres pedófilos em "O Clube". À esquerda, Kristen Stewart como Diana no filme 'Spencer'; À direita, Princesa Diana durante recepção na Alemanha, em novembro de 1987 AP Photo/Herman Knippertz, File e Divulgação Este ano compete com "Spencer", dedicado ao fim de semana em que Diana de Gales, interpretada por Kristen Stewart, decidiu se divorciar do príncipe Charles, herdeiro da coroa da Inglaterra. O brilhante casal argentino Gastón Duprat e Mariano Cohn volta pela terceira vez ao Festival com o filme "Competição Oficial", protagonizado por Penélope Cruz e Antonio Banderas. Outra presença notável será a do cineasta mexicano Michel Franco, que depois de ter impactado no ano passado com seu filme "Nova ordem", volta a Veneza com "Sundown". "A qualidade média dos filmes está mais alta que o normal", confessou o diretor do Festival, Alberto Barbera. "É como se a pandemia tivesse estimulado a criatividade", acrescentou. O cineasta sul-coreano Bong Joon-ho, aclamado com o Oscar pelo filme "Parasita", será o presidente do júri, enquanto a atriz americana Jamie Lee Curtis receberá o Leão de Ouro por sua carreira e o italiano Roberto Benigni o Leão de Ouro da Trajetória. Diretor Bong Joon-ho no palco do Festival de Cannes Reuters/Eric Gaillard Brasileiros em Veneza Novo filme de Bárbara Paz e longa com Rodrigo Santoro são selecionados para Festival de Veneza Divulgação Filmes brasileiros também foram selecionados para o festival, mas em circuitos alternativos à principal premiação do evento. "7 Prisioneiros", dirigido por Alexandre Moratto, será exibido pela primeira vez no festival e concorre ao prêmio Orizzonti Extra, uma nova categoria lançada neste ano. O filme tem Rodrigo Santoro e Christian Malheiros no elenco e é produzido por Fernando Meirelles ("Cidade de Deus") e Ramin Bahrani ("O Tigre Branco"). A estreia está prevista para ainda este ano na Netflix. Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira no curta 'Ato', dirigido por Bárbara Paz Divulgação Outra produção brasileira que será exibida em Veneza é o curta-metragem "Ato", da cineasta e atriz Bárbara Paz ("Babenco"). "Que honra voltar com meu pequeno ATO", escreveu Bárbara em post nas redes sociais. "Um filme feito nesse isolamento nessa suspensão do tempo. Entre o teatro e o cinema..." A lista de todos os filmes que serão exibidos e vão concorrer em alguma categoria está no site do festival. Filmes que concorrem ao Leão de Ouro no Festival de Veneza 2021: "Madres paralelas", do espanhol Pedro Almodóvar. "Mona Lisa and the Blood Moon", da americana Ana Lily Amirpour. "Un autre monde", do francês Stéphane Brizé. "The Power of the Dog", da neozelandesa Jane Campion. "America Latina", dos italianos Fabio e Damiano D'Innocenzo. "L'événement", da francesa Audrey Diwan. "Competencia oficial", dos argentinos Gastón Duprat e Mariano Cohn. "Il buco", do italiano Michelangelo Frammartino. "Sundown", do mexicano Michel Franco. "Illusions Perdues", do francês Xavier Giannoli. "The Lost Daughter", da americana Maggie Gyllenhaal. "Spencer", do chileno Pablo Larraín. "Freaks out", do italiano Gabriele Mainetti. "Qui rido io", do italiano Mario Martone. "On the Job: The Missing 8", do filipino Erik Matti. "Leave no Traces", do polonês Jan P. Matuszynski. "Captain Volkonogov Escaped", dos russos Natasha Merkulova e Aleksey Chupov "The Card Counter", do americano Paul Schrader. "É stata la mano di Dio", do italiano Paolo Sorrentino. "Reflection", do ucraniano Valentyn Vasyanovych. "La caja", do venezuelano Lorenzo Vigas. Relembre como foi a temporada de premiações do começo de 2021: Perdido no Globo de Ouro? Semana Pop tem guia rápido para começar temporada de premiações Veja Mais

Série 'Mestres do Universo' causa polêmica por não mostrar He-Man o tempo todo

O Tempo - Diversão - Magazine Produção da Netflix não agradou muito aos fãs ao ter como protagonista a personagem Teela Veja Mais

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'Baile de Favela' em Tóquio: autor do funk que embalou Rebeca Andrade, MC João manda 'energia positiva' para a final; VÍDEO

G1 Pop & Arte "Baile de favela' em Tóquio, quem diria?' MC do funk que estará na final das Olimpíadas destaca trajetória de superação da atleta que cresceu em comunidade próxima à dele em SP: 'Já é uma vencedora'. MC João fala sobre o uso de "Baile de Favela" na apresentação de Rebeca Andrade Rebeca Andrade e MC João cresceram em comunidades próximas. Enquanto a ginasta da Vila Fátima, em Guarulhos (SP), dava seus primeiros saltos, o cantor da Jova Rural, Zona Norte de São Paulo, trabalhava como office boy enquanto se arriscava no funk. Bem longe das suas comunidades, lá no Japão, as histórias dos jovens de origem humilde se encontraram: Rebeca brilhou na classificatória da ginástica artística e chegou à final das Olimpíadas de Tóquio de 2021 ao som de "Baile de favela", o funk que mudou a vida de MC João. Em vídeo ao G1, João agradece e deseja boa sorte a Rebeca, e fala sobre o funk que "ganhou vida própria". ASSISTA ACIMA. "A Rebeca Andrade é baile de favela", brinca João. "Queria agradecer a Rebeca por ter escolhido essa música para abrilhantar ainda mais a apresentação dela, e por fazer parte de um momento tão importante da sua vida", diz o cantor. "Independentemente de qualquer coisa eu já acho ela uma vencedora, uma campeã, ainda mais por tudo que ela tem passado, por todas as barreiras que ela tem enfrentado e superado", incentiva o cantor. "Vai que você consegue mais, estamos na torcida, mandando muita energia positiva." "Baile de favela" é um marco na expansão do funk de São Paulo em 2015. Ela virou com letra que cita os principais fluxos da periferia paulista. A música mudou a vida de João, mas ele diz que não ganhou tudo o que deveria e hoje comanda sua empresa com a missão de dar poder aos MCs. Em 2020, "Baile de favela" foi tocada até nas festas de rua dos EUA em comemoração pela derrota de Donald Trump nas eleições presidenciais do país. ''Baile de favela', eu costumo dizer , tem vida própria, e todos os anos ela dá o seu jeitinho de aparecer. E esse ano não foi diferente. Dessa vez a ilustre apresentação da digníssima Rebeca Andrade", diz João. O pai de João Israel Simeão morreu quando ele tinha 17 anos. Ele era pedreiro e sustentava a família. O jovem ficou sozinho para cuidar da mãe, com problemas de saúde, e duas irmãs. O funk era “válvula de escape” da rotina difícil. “Comecei a sustentar a minha família com R$ 620 por mês. Imagina o que você faz com esse dinheiro...” Ee saia todo dia para trabalhar de office boy. Passou pela Ericsson e foi ajudante no escritório de advocacia Pinheiro e Associados, na avenida Paulista. Quando anunciou que largaria o trabalho de 9h às 17h para se dedicar só ao funk, ouviu dos antigos chefes: “Você é louco”. Leia o perfil do cantor feito pelo G1 em 2015, quando ele estourou "Baile de Favela". Veja Mais

G1 Ouviu #151 Olimpíada de sons: descubra as músicas ouvidas nos países com mais medalhas

G1 Pop & Arte Podcast explica quem são o Legião Urbana da Rússia, o Roberto Carlos da China, o Alok francês e mais 32 artistas. Curadoria é do projeto Invasões Bárbaras, da rádio UFMG Educativa. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação Veja Mais