Meu Feed

Últimos dias

Dona Ivone Lara revive em álbum ao vivo póstumo com gravação de show apresentado há 25 anos em São Paulo

G1 Pop & Arte Imagens de Dona Ivone Lara (1922 – 2018) no show apresentado pela artista no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, em 4 de setembro de 1999 Divulgação Selo Sesc / Montagem g1 ? Em 4 de setembro de 1999, quando pisou no palco do teatro do Sesc Vila Mariana, em São Paulo (SP), Dona Ivone Lara (13 de abril de 1922 – 16 de abril de 2018) ainda estava em cena com o show inspirado no álbum comemorativo dos 50 anos de carreira da dama do samba, Bodas de ouro, lançado em 1997. É esse show – especificamente a apresentação daquele 4 de setembro de 1999 – que, 25 anos depois, gera o primeiro álbum ao vivo póstumo da cantora e compositora carioca. Lançado hoje, 12 de abril, dentro da série Relicário do Selo Sesc, o álbum Dona Ivone Lara ao vivo no Sesc_1999 perpetua a apresentação feita pela artista com a banda formada pelos músicos Álvaro Barcelos (percussão), Armando Martinez (teclado), Edson Bastos (contrabaixo), Gilberto Torgano (bateria), Hélcio Brenha (sax e clarinete) e Maurício Verde (cavaquinho). O roteiro do show encadeia 20 músicas que, no disco, totalizam 15 faixas, já que há dois medleys no repertório quase inteiramente autoral. Espécie de best of do cancioneiro refinado da compositora, pioneira dos terreiros do samba, a seleção musical inclui joias como Liberdade (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1977), Sorriso de criança (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1979), Mas quem disse que eu te esqueço? (Ivone Lara e Hermínio Bello de Carvalho, 1981), Tendência (Ivone Lara e Jorge Aragão, 1981), Candeeiro de vovó (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1996) – a música mais recente do roteiro na época – e Sorriso negro (Jorge Portela, Adilson de Barro e Jair de Carvalho, 1981), samba que, embora não tenha sido composto por Dona Ivone, ficou imortalizado na voz dessa artista que somente conseguiu se impor como cantora na segunda metade da década de 1970. O álbum rebobina os maiores sucessos da artista. Um dos medleys do disco Dona Ivone Lara ao vivo no Sesc_1999 agrega os famosos sambas Acreditar (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1976), Sonho meu (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1978), Alguém me avisou (Ivone Lara, 1980) e Tiê (Ivone Lara, Hélio dos Santos e Mestre Fuleiro, 1934 / 1974). Capa do álbum ‘Dona Ivone Lara ao vivo no Sesc_1999’ Divulgação Veja Mais

Rapper Nego Freeza prepara o primeiro álbum solo, ‘Icyerekezo’, com direção musical e arranjos do produtor Pupillo

G1 Pop & Arte ? Em abril de 2023, Nego Freeza deu o pontapé inicial na carreira solo – após cerca de 20 anos como integrante do grupo baiano OQuadro – com a edição do single Mutimba, formatado por K'Bobo, produtor musical do Recife (PE) residente na Alemanha com quem Freeza bisou a parceria no segundo single solo, Simbora nesse rolê (2023). Decorrido um ano, o artista – nascido em Ipiaú (BA), município do interior do estado da Bahia, e residente no Recife (PE) há sete anos – dá outro passo importante na trajetória solo ao se conectar com o produtor musical Pupillo Oliveira, natural de Pernambucano. Rapper que sempre mixou a cultura do hip hop com a música africana, Negro Freeza prepara álbum com direção musical e arranjos de Pupillo. O disco se chama Icyerekezo, vocábulo que significa “visão” em Quiniaruanda, língua banta falada em Ruanda. O álbum Icyerekezo terá oito faixas. Ao idealizar o repertório autoral, Freeza partiu do rapper para dialogar com gêneros como rock, reggae e soul com mix de ancestralidade e tecnologia. Com o álbum Icyerekezo, Nego Freeza propõe pesquisa etnográfica sonora por regiões musicais pouco associadas no imaginário comum aos ritmos africanos. Nessa rota, Ruanda aparece como referência inicial para o artista pôr em pauta questões como ancestralidade e tecnologia com visão positiva e atual da produção dos povos pretos. Para viabilizar a gravação e edição do álbum solo Icyerekezo, disco que também será lançado no formato de CD, o artista promove campanha de financiamento coletivo a partir de hoje, 12 de abril. Veja Mais

Pedro Miranda apresenta ‘Nada de novo’ no quinto álbum solo, ‘Atlântica senhora’, depois de lançar sete singles

G1 Pop & Arte Além de cantar samba de Paulinho da Viola, o artista carioca faz duas incursões em espanhol pelo território da música argentina entre as faixas inéditas de disco que contabiliza seis composições autorais. Pedro Miranda lança hoje, 11 de abril, o álbum ‘Atlântica senhora’, com oito faixas já conhecidas Pepe Schettino / Divulgação ? Nada de novo. O título do refinado samba apresentado por Paulinho da Viola em 1970 – e ora revivido por Pedro Miranda no quinto álbum solo do artista carioca, Atlântica senhora – quase traduz o conteúdo do disco gravado com produção musical de Luís Filipe de Lima. Por ter sido antecedido com série de sete singles editados em série iniciada em fevereiro de 2023, o álbum Atlântica senhora chega ao mercado hoje, 11 de abril, com baixo teor de novidade. Das 14 faixas, oito já são conhecidas, já que um dos singles (o da música-título) revelou duas faixas. Além da regravação do samba do Paulinho da Viola, as faixas inéditas são Oracíón del remanso (chamamé do compositor argentino Jorge Fandermole lançado em 2002 e regravado por Pedro Miranda com arranjos e os toques dos músicos gaúchos Bebê Kramer e Guto Wirtti), Tanto pra sonhar (música composta e gravada por Pedro Miranda com Domenico Lancellotti), Deixa lavar (música de Zé Paulo Becker com letra de Miranda, gravada com o violão de Becker), Pois Zé (música que abre a parceria de Pedro Miranda com Zé Renato, gravada com a voz e o violão de Zé, além das cordas do quinteto norueguês Oslo Strings) e a versão completa do ponto Filha de caboclo (Cátia do Acarajé). Pedro Miranda canta músicas de Chico Buarque e Caetano Veloso no álbum ‘Atlântica senhora’ Pepe Schettino / Divulgação Esse ponto de umbanda fecha o disco na versão completa e o abre como vinheta que antecede a já lançada música-título Atlântica senhora (Cristovão Bastos e Pedro Miranda), gravada com as cordas norueguesas do Oslo Strings. Completam o disco as gravações de Capivara do Brasil (marcha composta por Miranda com Chacal), Era Marte? (xote de Pedro Miranda com Marcos Sacramento), Flor do Cerrado (Caetano Veloso, 1974), Futuros amantes (Chico Buarque, 1993), Candombe bailador (Daniel Maza e Maria Volonté, 2007) e Também pede bis (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2018), todas já lançadas previamente em singles ao longo de 2023, em ação que tirou grande parte do ineditismo do quinto álbum solo de Pedro Miranda. Capa do álbum ‘Atlântica senhora’, de Pedro Miranda Pepe Schettino Veja Mais

'Ghostbusters: Apocalipse de gelo' perde equilíbrio entre nostalgia e nova geração; g1 já viu

G1 Pop & Arte Novo filme da franquia não consegue repetir sucesso de 'Mais Além', que ressuscitou série nos cinemas em 2021. Aventura estreia nesta quinta-feira (11). "Ghostbusters: Apocalipse de gelo" pode até divertir o público, já que apresenta a mesma mistura de comédia, terror e ficção científica que os fãs (novos e antigos) tanto gostam, mas não mantém o mesmo nível de qualidade dos episódios anteriores, mesmo com grande potencial. O quarto filme da franquia principal — ignorando a tentativa de um recomeço sem ligação direta, com uma equipe totalmente feminina, em 2016 — chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (11), após o sucesso de público e de crítica de seu antecessor. Lançado em 2021, "Ghostbusters: Mais Além" trouxe a série cinematográfica iniciada em 1984 de volta à vida graças ao bom equilíbrio encontrado pelo diretor Jason Reitman ("Juno"), filho do diretor lendário dos dois primeiros filmes, em misturar nostalgia com novos elementos. Dedicada a Ivan Reitman, que morreu em 2022, a continuação infelizmente não consegue a mesma harmonia entre características tão delicadas. Assista ao trailer do filme "Ghostbusters: Apocalipse de gelo" Depois dos eventos do filme anterior, Callie Spengler (Carrie Coon, de "Garota exemplar") volta a Nova York com seus filhos Trevor (Finn Wolfhard, de "Stranger Things") e Phoebe (McKenna Grace, de "Annabelle 3”) e assume o legado dos Caça-Fantasmas. Auxiliados pelo ex-professor (e agora namorado de Callie), Gary Grooberson (Paul Rudd, de "Homem-Formiga"), a família enfrenta diversas atividades paranormais, apesar da pressão das autoridades que gostariam de acabar com suas atividades permanentemente. As coisas pioram quando um misterioso artefato vendido por Nadeem (Kumail Nanjiani, de "Eternos") para o ex-Ghostbuster Ray (Dan Aykroyd, de "Os irmãos Cara de Pau") liberta um espectro que deseja criar um exército de fantasmas e congelar toda Nova York. Diante dessa nova ameaça, os Spengler contam com a ajuda do grupo original, formado por Ray, Peter Wenkman (Bill Murray) e Winston Zeddemore (Ernie Hudson) para enfrentar a poderosa entidade e impedir uma nova Era do Gelo. Peter Wenkman (Bill Murray) e Winston Zeddmore (Ernie Hudson) voltam à ação em 'Ghostbusters: Apocalipse de gelo' Divulgação Nostalgia mal aplicada A primeira parte de "Apocalipse de gelo" é até promissora. Ela empolga ao colocar os novos Caça-Fantasmas em boas sequências de ação, em especial nas cenas em que o grupo persegue os espíritos pelas ruas de Nova York. Ao mesmo tempo, introduz a chegada da principal ameaça do filme, com momentos tensos e intrigantes, que despertam a curiosidade do expectador. À medida que a trama avança, o filme usa a nostalgia criada pela participação dos atores dos dois primeiros longas de forma cada vez menos inspirada. Bom exemplo disso é a recriação de uma cena emblemática do "Caça-Fantasmas" de 1984 que, removida, não faria a menor diferença. Outro exemplo é uma situação envolvendo o personagem de Wolfhard e o Geleia, o fantasma mais famoso da franquia, que volta a aparecer após não ter dado as caras no filme anterior. A subtrama não é divertida e não acrescenta nada a história. Geleia, um dos personagens mais famosos da franquia, está de volta em 'Ghostbusters: Apocalipse de gelo' Divulgação "Apocalipse de gelo" tem mini histórias demais, uma para cada personagem (Phoebe com problemas de relacionamento, Gary cobrado para se impor no grupo, Trevor quer ser visto como um adulto) e por aí vai. Até questões envolvendo a idade dos Ghostbusters originais aparecem no roteiro, escrito pelo diretor Gil Kenan (de "A Casa Monstro") e Jason (que retorna como produtor da sequência), desperdiçam tempo demais e diminuem o ritmo da trama. Nem mesmo o principal vilão da história chega a assustar de verdade, graças ao seu pouco desenvolvimento. "Apocalipse de gelo" também escorrega no humor. A franquia é conhecida por ter boas piadas e trocadilhos que, dessa vez, não funcionam. Um ou outro momento é realmente divertido, mas, na maioria dos casos, só arrancam um sorriso amarelo do espectador. Apesar de ter também sido uma figura importante no recomeço dos Caça-Fantasmas no cinema, já que foi co-roteirista e produtor de "Mais Além", Kenan não é um cineasta tão bom quanto Jason. É perceptível a queda de qualidade em sua direção, um trabalho esforçado, porém longe de notável ou com tanto calor humano quanto o seu de colega. Apenas dá para o gasto. Tanto para o humor quanto para o terror. Phoebe (McKenna Grace) durante um experimento numa cena do filme 'Ghostbusters: Apocalipse de gelo' Divulgação Novatos e veteranos Assim como no filme anterior, o grande destaque do elenco de "Ghostbusters: Apocalipse de gelo" é a atuação de Grace. A jovem atriz volta a funcionar como a neta de Egon (Harold Ramis, um dos membro originais), imitando bem os trejeitos do ator, que morreu em 2014, e tira de letra os problemas envolvendo sua subtrama. Já Rudd está apenas funcional em seu papel e tem pouco espaço para se destacar, mesmo nas cenas de ação. O mesmo problema atinge Coon, Wolfhard, Celeste O'Connor, que estão corretos, embora pouco tenham a oferecer. Até Logan Kim, que tinha se destacado no filme anterior com seu bom humor, está menos engraçado do que deveria. Entre as novas adições do elenco, Nanjiani apresenta performance irregular. Por isso, algumas cenas que deveriam divertir ficam no meio do caminho. Se ele aparecer em futuros filmes da franquia, seu humor precisa ser melhor trabalhado. Peter Wekman (Bill Murray) e Gary Grooberson (Paul Rudd) se encontram numa cena de 'Ghostbusters: Apocalipse de gelo' Divulgação A grande decepção, surpreendentemente, está na participação fraca e preguiçosa de Murray, um dos grandes responsáveis por tornar a franquia famosa mundialmente. O astro aparece pouco, como se fosse um mero adereço, e notadamente sem vontade de estar ali. Se se esforçasse um pouco mais, talvez suas cenas fossem mais divertidas e interessantes. Do jeito que ficou, parece que ele só foi cumprir tabela e ir logo para casa, com um belo pagamento no bolso. Não será surpresa se o ator não voltar para as próximas produções. Pelo menos, Aykroyd, Hudson e Annie Potts ainda mostram vontade de continuar em seus papeis e gosto pelos novos rumos da série. Juntos, eles despertam aquele sentimento bom da nostalgia que os Ghostbusters geram no público. "Apocalipse de gelo" perde para o filme anterior até na cena pós-crédito. Ao contrário das duas cenas que apareciam no longa de Jason Reitman, que divertiam e aqueciam o coração dos fãs, a sequência traz um momento que é só mera bobagem, que carece de graça. O que mostra que as coisas mudaram. E não foram para melhor. Os Caça-Fantasmas originais enfrentam uma nova ameaça no filme 'Ghostbusters: Apocalipse de gelo' Divulgação Veja Mais

Edu Lobo refaz baião ‘Ponteio’ com Zé Renato para a trilha sonora de novela

G1 Pop & Arte Zé Renato (à esquerda) e Edu Lobo cantam o baião modernista de 1967, composto por Lobo com José Carlos Capinan, na trilha da novela 'No rancho fundo' Reprodução / Facebook Zé Renato ? Baião modernista composto por Edu Lobo com letra de José Carlos Capinan, Ponteio reverbera na trilha sonora da próxima novela das 18h da Globo, No rancho fundo, 57 anos após ter garantido histórica vitória a Lobo em 1967 no III Festival de Música Popular Brasileira. Edu Lobo regravou Ponteio com Zé Renato para a trilha sonora da novela, que estreia na segunda-feira, 15 de abril, com seleção musical que inclui registros inéditos feitos com a assinatura dos produtores musicais Daniel Tauszig e Ricardo Leão. Música em que o compositor carioca apontou outros caminhos harmônicos para o baião, Ponteio está em sintonia com o tom nordestino da trilha da novela, cujo tema de abertura é a música No rancho fundo (Ary Barroso e Lamartine Babo, 1931) em gravação inédita que junta as cantoras Elba Ramalho e Natascha Falcão. Voz emblemática da música nordestina, a paraibana Elba também está presente na trilha com gravação antiga de Veio d’água (Luiz Ramalho, 1979). Rei do baião e da nação musical nordestina, Luiz Gonzaga (1912 – 1989) está representado na trilha por gravação de Sanfona sentida (Dominguinhos e Anastácia, 1976) enquanto a voz de Alceu Valença ecoa em registro de Eu quero ver você dizer que sou ruim (Alceu Valença, Alcymar Monteiro e Aracílio Araújo, 1998). Da nova geração nordestina, a trilha sonora da novela No rancho fundo inclui nomes como João Gomes – presente com a gravação da música Piloto (Flora Matos, 2018) que lançou em 2023 – e as cantoras Lucy Alves e Rachel Reis, intérpretes e compositoras de Melaço (2024), música também assinada por Clara Valverde, Filipe Toca e Marianna Eis. A trilha ainda inclui fonogramas de Fagner, Flávio José e Forró in the Dark. Veja Mais

Banda Uó é a entrevistada do g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira

G1 Pop & Arte Grupo, que se reúne para turnê, é convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok. Banda Uó é a entrevistada do g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira Grupo, que se reúne para turnê, é convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok. Veja Mais

Taylor Swift e Beyoncé podem mudar o rumo das eleições americanas?

G1 Pop & Arte Após apoio aos democratas em 2020, cantoras são alvo de expectativa e teorias da conspiração no debate político dos EUA. Socióloga explica qual o papel dos famosos na corrida eleitoral americana em 2024. Taylor Swift comemora vitória do Kansas City sobre o Baltimore Ravens no Super Bowl. Julio Cortez/Associated Press Após a última eleição presidencial nos EUA, os americanos estão de olho nas manifestações políticas de duas celebridades globais: Taylor Swift e Beyoncé. Após apoio aos democratas na reta final da corrida de 2020, a expectativa é alta para que as cantoras declarem abertamente o voto para presidência mais uma vez em 2024. Qual, no entanto, é o efeito prático do apoio de celebridades e artistas a candidatos? E que papel desempenham as celebridades no sistema político? O podcast “Matter of Opinion”, do jornal americano "The New York Times", debateu a linha existente entre o mundo das celebridades e da política, algo que Taylor Swift, Beyoncé e Trump entendem bem. Enquanto uma parcela dos fãs chega a cobrar posicionamentos políticos de artistas, o apoio pode gerar mais impacto ao chamar a atenção sobre o assunto do que um resultado efetivo na hora da votação. Em 2019, uma pesquisa da Hill-HarrisX mostrou que 65% dos americanos não levariam em conta a opinião de celebridades de Hollywood e da indústria do entretenimento no momento de votar. Gráfico mostra a chance de votação em candidatos apoiados por celebridades no EUA Gabriel Andrade/Globonews Enquanto 24% disseram que é menos provável votar no candidato, apenas 11% afirmaram que levariam a declaração pública em consideração. Mesmo sendo segmentos diferentes da indústria, a pesquisa consegue refletir em números o impacto da manifestação pública de famosos na população. A socióloga e colunista do "New York Times", Tressie McMillan, lembrou que, nas eleições americanas de 2020, tanto Taylor, quanto Beyoncé, se manifestaram publicamente apenas perto da votação – em outubro e novembro, respectivamente. McMlian aposta que, neste ano, se as cantoras fizeram novas declarações, elas devem ocorrer somente em outubro. As duas artistas estão no centro das atenções com lançamentos de novos álbuns - que já quebram recordes -, além de turnês mundiais. A passagem das estrelas chega a movimentar o Produto Interno Bruto (PIB) de países, como foi o caso da Suécia. “Se você é político agora, está sedento por ambas, certo? Você quer uma base de pessoas raivosas, dedicadas e emocionalmente motivadas. E é por isso que os políticos recorrem às celebridades durante os períodos eleitorais.”, afirma a socióloga. Público feminino Para a socióloga, a base de fãs de Beyoncé e Taylor Swift é realmente significativa agora – e as artistas atraem mulheres. Capa divulgada pela Parkwood/Columbia/Sony de 'Act ii: Cowboy Carter', de Beyoncé Parkwood/Columbia/Sony via AP A base de fãs de Beyoncé, forte e devota, é composta principalmente por mulheres negras e tem um grande alcance na comunidade queer. Já Taylor Swift é extremamente popular entre as fãs brancas, especialmente entre as ‘millennials’ e os ‘xennials’, um público mais velho que cresceu com a artista. McMillan diz: “Se você é um político agora e está ciente do fato de que mulheres furiosas e assustadas estão mudando o rumo político, você pode estar pensando que Beyoncé e Taylor Swift são endossos de celebridades especialmente adequados.” A apresentadora do podcast destaca também que não há outros nomes tão grandes no momento quanto o das duas cantoras -- nem de homens. Teoria da conspiração No começo do ano, Taylor Swift e o atual namorado, Travis Kelce, viraram alvos de teorias da conspiração da direita americana. Em fevereiro, cerca de um terço dos republicanos afirmavam acreditar que Taylor está envolvida em um esforço secreto do governo para ajudar Joe Biden a vencer a eleição presidencial de 2024. A pesquisa foi realizada pela Universidade de Monmouth (EUA). A infundada teoria da conspiração, popularizada pouco antes do Super Bowl, alega que o relacionamento da cantora com o jogador do Kansas City Chiefs foi fabricado pelo governo americano como parte de um grande plano para movimentar a votação. O objetivo seria aproveitar a enorme atenção com a vitória dos Chiefs para Taylor demonstrar apoio ao democrata. Taylor Swift durante show no Rio de Janeiro, em 2023 Stephanie Rodrigues/g1 Por semanas, Taylor Swift foi atacada por defensores dessa teoria, além de personalidades influentes com ideologias pró-Trump. Antes do jogo, o ex-presidente Donald Trump tentou pressionar a cantora, dizendo em redes sociais que ela seria “desleal” com ele caso Taylor optasse por endossar a candidatura de Biden. “Eu gosto do namorado dela, Travis, mesmo que ele possa ser um liberal, e provavelmente não me suporta!”, escreveu Trump. Veja Mais

Banda Uó é a entrevistada do g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira

G1 Pop & Arte Grupo, que se reúne para turnê, é convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok. Banda Uó é a entrevistada do g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira Grupo, que se reúne para turnê, é convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok. Veja Mais

Jorge Vercillo move águas passadas no show em que revê 30 anos de carreira

G1 Pop & Arte Turnê ‘JV 30’ estreia no Rio com casa lotada e segue para as principais capitais do Brasil antes de partir para Portugal em outubro. ? Festival mais longevo do Brasil, com 40 edições realizadas na cidade paulista de Avaré (SP) até 2023, a Feira avareense da música popular (Fampop) foi porta de entrada para muitos artistas hoje (re)conhecidos em escala nacional. Na 9ª edição, realizada em 1991, o então desconhecido Chico César concorreu com Beradêro enquanto o também iniciante Jorge Vercillo apresentou Encontro das águas, parceria com Jota Maranhão. A inspirada canção abriu caminhos para Vercillo quando, em gravação feita por Maurício Mattar, Encontro das águas reverberou em 1993 na trilha sonora da novela Mulheres de areia (TV Globo). No embalo, Vercillo gravou o primeiro álbum, intitulado justamente Encontro das águas e lançado em 1994. O disco deu impulso à carreira que completa 30 anos em 2024. A efeméride é o mote da turnê JV 30, cujo show estreou na noite de sábado, 6 de abril, no Vivo Rio, casa de shows do Rio de Janeiro (RJ), cidade natal desse artista que veio ao mundo em 11 de outubro de 1968. Em cena, Jorge Vercillo moveu águas passadas, cantando músicas lançadas ao longo desses 30 anos de carreira em roteiro inteiramente autoral que abarcou desde músicas do álbum seminal de 1994 – como Carinha linda, Penso em ti e Praia nua – até o recém-lançado single bilíngue Tu sabes (2024), parceria do artista com Rafinha RSQ, Léo Mucuri e Meri Deal, cantora uruguaia com quem Vercillo gravou a música para tentar se atualizar com o som do universo pop. A batida eletrônica que imperou no fim do show JV 30 – no bloco em que Vercillo revive os sucessos da fase áurea, como Final feliz (2000), Homem-aranha (2002) e Que nem maré (2002) – procurou transformar palco e plateia da casa Vivo Rio em pista de dança. Contudo, ao longo do show JV 30, Jorge Vercillo seguiu por trilhas antigas que ainda lhe garantem seguidores a ponto de ter estreado com casa lotada a turnê em que atende pedidos para cantar músicas menos conhecidas em momento de voz e violão – na estreia, a escolhida foi a canção Delicadeza (2005), parceria do artista com Jota Maranhão – momentos antes de fazer Fênix (2002) renascer com toda a exuberância melódica e poética dessa canção de Vercillo com Flávio Venturini. Após a estreia carioca, Jorge Vercillo leva o show da turnê JV 30 para capitais como Belém – PA (12 de abril), São Paulo – SP (13 de abril), Teresina – PI (11 de maio), Maceió – AL (18 de maio), Belo Horizonte – MG (7 de junho), Salvador – BA (9 de junho), Manaus – AM (12 de junho), Curitiba – PR (22 de junho), Fortaleza – CE (6 de julho) e Natal – RN (7 de julho) antes de cruzar águas intercontinentais em outubro para apresentar o show em Portugal. Jorge Vercillo no palco da casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), onde estreou em 6 de abril o show da turnê ‘JV 30’ Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio ? Eis o roteiro quase inteiramente autoral seguido em 6 de abril de 2024 por Jorge Vercillo na estreia da turnê JV 30 anos na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ): 1. Eu e a vida (2006) 2. Penso em ti (1994) 3. Você é tudo (2005) 4. Endereço (2021) 5. Ela une todas as coisas (2007) 6. Melhor lugar (Jorge Vercillo e Dudu Falcão, 2005) 7. Praia nua (1994) 8. Tudo que eu tenho (2007) 9. Encontro das águas (Jorge Vercillo e Jota Maranhão, 1991) 10. Tu sabes (Jorge Vercillo, Rafinha RSQ, Léo Mucuri e Meri Deal, 2024) 11. Avesso (2000) 12. Só quem ama (2023) 13. Contraste (2003) 14. Monalisa (2003) 15. Carinha linda (1994) 16. Delicadeza (Jorge Vercillo e Jota Maranhão, 2005) 17. Sensível demais (1998) 18. Ciclo (Jorge Vercillo e Dudu Falcão, 2005) 19. Fênix (Flávio Venturini e Jorge Vercillo, 2002) 20. Final feliz (2000) 21. Homem-aranha (2002) 22. Que nem maré (2002) Bis: 23. Toda espera (2007) 24. Quando a noite chegar (Paulo Façanha e Beto Paiva, 2000) Veja Mais

Mel Lisboa refaz foto de Rita Lee na capa de álbum de 1980 para promover estreia de musical de teatro sobre a cantora

G1 Pop & Arte ? Admiradores e seguidores de Rita Lee (31 de dezembro de 1947 – 8 de maio de 2023) certamente identificam de imediato a origem da imagem de Mel Lisboa, vista ao alto em foto de Priscila Prade. Sim, Mel refez a foto de Rita Lee na capa de um dos álbuns fundamentais da cantora e compositora paulistana. Segundo disco da artista com repertório centrado na afinada parceria com Roberto de Carvalho, aberta em 1978, o álbum Rita Lee foi lançado em 1980 com capa que expunha a cantora em foto de Miro. Foi essa foto que a atriz Mel Lisboa recriou para promover a iminente estreia do espetáculo Rita Lee – Uma autobiografia musical, protagonizado por Mel. O musical entra em cena a partir de 26 de abril, no Teatro Porto Seguro, em São Paulo (SP), onde ficará em cartaz de sexta-feira a domingo até 30 de junho. Sob direção de Débora Dubois e Márcio Macena, Mel Lisboa volta a interpretar Rita Lee no palco com roteiro de Guilherme Samora, também responsável pela pesquisa do musical. Há dez anos, a atriz personificou a roqueira no musical Rita Lee mora ao lado (2014), espetáculo que representou ponto de virada na carreira de Mel Lisboa. Se o musical de 2024 é baseado na autobiografia lançada por Rita Lee em 2016, o espetáculo de 2014 foi inspirado pelo livro Rita Lee mora ao lado - Uma biografia alucinada da rainha do rock (2006), escrito por Henrique Bartsch com narrativa que embaralhava ficção e realidade. Capa do álbum 'Rita Lee', de 1980 Miro Veja Mais

Corpo de Ziraldo é enterrado no Cemitério São João Batista

G1 Pop & Arte Cartunista e desenhista morreu aos 91 anos, na tarde deste sábado (6), em casa, de causas naturais. Corpo de Ziraldo chega ao Cemitério São João Batista, no Rio O corpo do desenhista e escritor Ziraldo foi enterrado na tarde deste domingo (7) no Cemitério São João Batista, em Botafogo, Zona Sul do Rio. O desenhista morreu aos 91 anos em casa, dormindo, de causas naturais. O velório, aberto ao público, ocorreu entre a manhã e a tarde no no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. com a presença de fãs, amigos, parentes, autoridades e artistas. Corpo de Ziraldo é enterrado no Cemitério São João Batista Reprodução/GloboNews Ziraldo também foi homenageado neste domingo, no Maracanã, no jogo entre Flamengo, seu time de coração, e Nova Iguaçu, pela final do Campeonato Carioca. O rubro-negro entrou com um desenho do Menino Maluquinho na faixa de capitão da equipe. Flamengo homenageia Ziraldo na faixa de capitão Reprodução/Instagram Flamengo No velório, ao lado do caixão, um boneco do Menino Maluquinho, personagem mais conhecido criado pelo artista, e outro de Jeremias, o Bom. Durante a cerimônia, foi reproduzido um áudio com palavras de Ziraldo, o que foi longamente aplaudido pelos presentes. Familiares, amigos e fãs se despedem de Ziraldo Bonecos do Menino Maluquinho e de Jeremias o Bom ao lado do caixão de Ziraldo. Suelen Bastos/ g1 A cineasta Daniela Thomas, filha de Ziraldo, conta que um de seus maiores orgulhos é o trabalho do pai ter atravessado gerações. "Meu pai é uma pessoa cuja obra tem uma grande conexão com as pessoas. Naquelas filas enormes das bienais vinham o avô, o filho e o neto e, às vezes, o bisneto. Todos com um livro esmagado, lido, usado. E isso é lindo", destacou Daniela. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, definiu Ziraldo como “um mineiro que mudou o Rio” e disse que ele terá todas as homenagens possíveis. “Ziraldo é um mineiro que marcou a história do Rio de Janeiro e construiu um legado, de educador, de homem da cultura e de pessoa interessante que era. Uma vida bem vivida”, afirmou o prefeito. Corpo de Ziraldo é velado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Suelen Bastos/ g1 Jornalista e escritor Zuenir Ventura no velório de Ziraldo, no MAM Milton Oliveira/ GloboNews Fabrizia Pinto, filha de Ziraldo, destacou a importância do desenhista na luta contra a ditadura militar. "Ele é uma das pessoas que salvou o Brasil da ditadura. Ele ficou no Brasil para lutar com a pena. Com papel, com ideias pequenas e pérolas. Uma pessoa como essa não vai embora", disse a filha. Quem também lembrou a luta contra a ditadura foi o ator Antônio Pitanga. "Aquele menino que pintou o Brasil, que fez gerações rirem, esse era o Ziraldo. No AI-5, a gente, em pleno Natal, o Exército chegou lá, a polícia, o soldado, o tenente, para prender o Ziraldo. Quando ele chegou na porta e viu a família, ele olhou para o Ziraldo, em pleno 68, e disse ‘Termine de cear com a sua família, que nós esperamos você lá embaixo, para levar para o Forte para o Copacabana. Isso é o Ziraldo. E está partindo com brilho, com luz, com bondade", destacou o ator. Os atores Antônio e Camila Pitanga no velório de Ziraldo Suelen Bastos/ g1 Débora Ovídio, fã de Ziraldo, chegou cedo para homenagear o escritor que mudou a forma como ela enxergava a realidade. Ela vestia uma camiseta que retrata Ziraldo como seu personagem mais famoso, o Menino Maluquinho. “Eu conheci Ziraldo quando a minha avó morreu, que foi também em um dia 7 de abril, há 18 anos. E eu fui presenteada com o livro Menina Nina, que conta a história do falecimento da primeira esposa do Ziraldo, e ele escreveu esse livro para a neta", explicou. Débora Ovídio foi prestar a última homenagem ao escritor e desenhista Ziraldo Reprodução/ TV Globo Ela destacou que, ao longo do tempo, passou a manter uma relação amistosa com Ziraldo. "Comecei a ir em todas as feiras do livro e ele começou a me chamar de ‘tipo neta’ quando ele descobriu que eu o conheci quando perdi a minha avó. Então, para mim, está sendo muito difícil porque hoje eu estou no velório do meu ‘tipo vô’”, disse Débora. Frederico Pinto, sobrinho de Ziraldo, e Santinha Alves Teixeira, irmã do desenhista Suelen Bastos/ g1 Santinha Alves Teixeira, Irmã de Ziraldo, contou que a grandiosidade do artista era tida como natural pela família. Ela contou que o desenhista era uma pessoa amorosa e que prezava pela união da família. “Desde que eu nasci ele já era famoso, já era uma pessoa pública. Era muito natural dele ser tão amoroso assim. Mas ele também era muito presente, foi um irmão maravilhoso, tio, pai”, disse Santinha. O sobrinho de Ziraldo, Frederico Pinto, lembrou que o tio abriu portas para o mundo, e também para a própria família, que se inspirou nos caminhos dele. “Ele deixa um conforto pra família, porque abriu portas para o mundo inteiro. Fez todos nós nos sentirmos especiais. Depois dele muitos viraram artistas na família. Ele incentivava e nos deixava confortáveis para fazermos nossas escolhas”, contou. O jornalista Daniel Alves Pinto, sobrinho do artista, lembrou do bom humor do tio. "Ele gostava de criar e gostava de ter esse contato com as pessoas, de reconhecer", destacou. Áudio de Ziraldo é aplaudido durante velório do artista Velório do escritor e desenhista Ziraldo no Museu de Arte Moderna Milton Oliveira/ GloboNews A cerimônia estava marcada inicialmente para acontecer na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro, mas a família decidiu pela troca do local. Os fãs também fizeram questão de prestar as últimas homenagens. “Eu era fã dele, já o vi uma vez e ele autografou minha camisa. Eu queria fazer o cartaz de tinta, mas como foi muito em cima da hora, fiz de canetinha mesmo porque não queria deixar de fazer essa homenagem. Ele marcou a minha geração, né”, contou um fã que levou um cartaz. Fã levou cartaz para homenagear Ziraldo Suelen Bastos/ g1 Criador de personagens como “O Menino Maluquinho” e a “Turma do Pererê”, Ziraldo também foi chargista, caricaturista e jornalista. Ele foi um dos fundadores do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil. FOTOS: veja imagens de Ziraldo VÍDEOS: Relembre momentos da carreira de Ziraldo Veja a repercussão da morte de Ziraldo Pai de personagens inesquecíveis, Ziraldo publicou 1º desenho aos 6 anos Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga (MG), onde passou a infância. Mais velho de uma família com sete irmãos, foi batizado a partir da combinação do nome da mãe (Zizinha) com o nome do pai (Geraldo). Leitor assíduo desde a infância, teve seu primeiro desenho publicado quando tinha apenas seis anos de idade, em 1939, no jornal “A Folha de Minas”. Veja a seguir fotos da carreira de Ziraldo: FOTOS: veja imagens de Ziraldo Iniciou a carreira nos anos 1950, na revista “Era uma vez...”. Em 1954, passou a fazer uma página de humor no mesmo “A Folha de Minas” em que havia estreado. Em 1957, formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No mesmo ano, entrou para o time das revistas “A Cigarra” e, depois, “O Cruzeiro”. Em 1958, casou-se com Vilma Gontijo, sua namorada havia sete anos. Tiveram três filhos, Daniela, Fabrizia e Antônio. Já na década seguinte, destacou-se por trabalhar também no “Jornal do Brasil”. Assim como em “O Cruzeiro”, publicou charges políticas e cartuns. São dessa época os personagens Jeremias, o Bom, Supermãe e Mineirinho. Nelson Motta dedica a coluna a Ziraldo, autor de "O Menino Maluquinho" No período, pôde enfim realizar um “sonho infantil”. Ele se tornou autor de histórias em quadrinhos e publicou a primeira revista brasileira do gênero com um só autor, sobre a “Turma do Pererê”. 'O Menino Maluquinho': filme da obra de Ziraldo está no Globoplay Os personagens eram um pequeno índio e vários animais que formam o universo folclórico brasileiro, como a onça, o jabuti, o tatu, o coelho e a coruja. A revista deixou de ser publicada em 1964, a partir do início do regime militar. Cinco anos mais tarde, Ziraldo fundou, com outros humoristas, “O Pasquim”. Com textos ácidos, ilustrações debochadas e personagens inesquecíveis, como o Graúna, os Fradins ou o Ubaldo, o semanário entrou na luta pela democracia. Ziraldo Divulgação Ao mesmo tempo que combatiam a censura, Millôr, Henfil, Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ivan Lessa, Sérgio Augusto e Paulo Francis, dentre outros colaboradores do jornal, sofriam com ela. Um dia depois do AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, Ziraldo foi detido em casa e levado para o Forte de Copacabana. Em 1969, publicou seu primeiro livro infantil, “FLICTS”. Em 1979, passou a se dedicar à literatura para crianças. Seu maior sucesso, “O Menino Maluquinho”, saiu em 1980. É considerado um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro em todos os tempos. O mural gigante Última Ceia, pintado em 1967 por Ziraldo, que estava encoberto na antiga casa de show Canecão, será restaurado pela UFRJ e aberto à visitação pública a partir de abril Fernando Frazão/Agência Brasil Veja Mais

Corpo de Ziraldo é velado no Museu de Arte Moderna do Rio; 'abriu portas para o mundo inteiro', disse sobrinho

G1 Pop & Arte Cartunista e desenhista morreu aos 91 anos, na tarde deste sábado (6), em casa, de causas naturais. Sepultamento será à tarde. Corpo de Ziraldo é velado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Suelen Bastos/ g1 O corpo do desenhista e escritor Ziraldo é velado no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro na manhã deste domingo (7). Ele morreu aos 91 anos em casa, dormindo, de causas naturais. O velório é aberto ao público. Familiares e fãs fizeram questão de prestar as últimas homenagens ao artista. O sepultamento está marcado para 16h30 no Cemitério São João Batista, na Zona Sul da cidade. A cineasta Daniela Thomas, filha de Ziraldo, conta que um de seus maiores orgulhos é a obra do pai ter atravessado gerações. "Meu pai é uma pessoa cuja obra tem uma grande conexão com as pessoas. Naquelas filas enormes das bienais vinham o avô, o filho e o neto e, às vezes, o bisneto. Todos com um livro esmagado, lido, usado. E isso é lindo", destacou Daniela. Débora Ovídio, fã de Ziraldo, chegou cedo para homenagear o escritor que mudou a forma como ela enxergava a realidade. Ela vestia uma camiseta que retrata Ziraldo como seu personagem mais famoso, o Menino Maluquinho. Débora Ovídio foi prestar a última homenagem ao escritor e desenhista Ziraldo Reprodução/ TV Globo “Eu conheci Ziraldo quando a minha avó morreu, que foi também em um dia 7 de abril, há 18 anos. E eu fui presenteada com o livro Menina Nina, que conta a história do falecimento da primeira esposa do Ziraldo, e ele escreveu esse livro para a neta", explicou. Ela destacou que, ao longo do tempo, passou a manter uma relação amistosa com Ziraldo. "Comecei a ir em todas as feiras do livro e ele começou a me chamar de ‘tipo neta’ quando ele descobriu que eu o conheci quando perdi a minha avó. Então, para mim, está sendo muito difícil porque hoje eu estou no velório do meu ‘tipo vô’”, disse Débora. Frederico Pinto, sobrinho de Ziraldo, e Santinha Alves Teixeira, irmã do desenhista Suelen Bastos/ g1 Santinha Alves Teixeira, Irmã de Ziraldo, contou que a grandiosidade do artista era tida como natural pela família. Ela contou que o desenhista era uma pessoa amorosa e que prezava pela união da família. “Desde que eu nasci ele já era famoso, já era uma pessoa pública. Era muito natural dele ser tão amoroso assim. Mas ele também era muito presente, foi um irmão maravilhoso, tio, pai”, disse Santinha. O sobrinho de Ziraldo, Frederico Pinto, lembrou que o tio abriu portas para o mundo, e também para a própria família, que se inspirou nos caminhos dele. “Ele deixa um conforto pra família, porque abriu portas para o mundo inteiro. Fez todos nós nos sentirmos especiais. Depois dele muitos viraram artistas na família. Ele incentivava e nos deixava confortáveis para fazermos nossas escolhas”, contou. O jornalista Daniel Alves Pinto, sobrinho do artista, lembrou do bom humor do tio. "Ele gostava de criar e gostava de ter esse contato com as pessoas, de reconhecer", destacou. Velório do escritor e desenhista Ziraldo no Museu de Arte Moderna Milton Oliveira/ GloboNews A cerimônia estava marcada inicialmente para acontecer na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro, mas a família decidiu pela troca do local. Os fãs também fizeram questão de prestar as últimas homenagens. “Eu era fã dele, já o vi uma vez e ele autografou minha camisa. Eu queria fazer o cartaz de tinta, mas como foi muito em cima da hora, fiz de canetinha mesmo porque não queria deixar de fazer essa homenagem. Ele marcou a minha geração, né”, contou um fã que levou um cartaz. Fã levou cartaz para homenagear Ziraldo Suelen Bastos/ g1 Criador de personagens como “O Menino Maluquinho” e a “Turma do Pererê”, Ziraldo também foi chargista, caricaturista e jornalista. Ele foi um dos fundadores do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil. FOTOS: veja imagens de Ziraldo VÍDEOS: Relembre momentos da carreira de Ziraldo Veja a repercussão da morte de Ziraldo Pai de personagens inesquecíveis, Ziraldo publicou 1º desenho aos 6 anos Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga (MG), onde passou a infância. Mais velho de uma família com sete irmãos, foi batizado a partir da combinação do nome da mãe (Zizinha) com o nome do pai (Geraldo). Leitor assíduo desde a infância, teve seu primeiro desenho publicado quando tinha apenas seis anos de idade, em 1939, no jornal “A Folha de Minas”. Veja a seguir fotos da carreira de Ziraldo: FOTOS: veja imagens de Ziraldo Iniciou a carreira nos anos 1950, na revista “Era uma vez...”. Em 1954, passou a fazer uma página de humor no mesmo “A Folha de Minas” em que havia estreado. Em 1957, formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No mesmo ano, entrou para o time das revistas “A Cigarra” e, depois, “O Cruzeiro”. Em 1958, casou-se com Vilma Gontijo, sua namorada havia sete anos. Tiveram três filhos, Daniela, Fabrizia e Antônio. Já na década seguinte, destacou-se por trabalhar também no “Jornal do Brasil”. Assim como em “O Cruzeiro”, publicou charges políticas e cartuns. São dessa época os personagens Jeremias, o Bom, Supermãe e Mineirinho. Nelson Motta dedica a coluna a Ziraldo, autor de "O Menino Maluquinho" No período, pôde enfim realizar um “sonho infantil”. Ele se tornou autor de histórias em quadrinhos e publicou a primeira revista brasileira do gênero com um só autor, sobre a “Turma do Pererê”. 'O Menino Maluquinho': filme da obra de Ziraldo está no Globoplay Os personagens eram um pequeno índio e vários animais que formam o universo folclórico brasileiro, como a onça, o jabuti, o tatu, o coelho e a coruja. A revista deixou de ser publicada em 1964, a partir do início do regime militar. Cinco anos mais tarde, Ziraldo fundou, com outros humoristas, “O Pasquim”. Com textos ácidos, ilustrações debochadas e personagens inesquecíveis, como o Graúna, os Fradins ou o Ubaldo, o semanário entrou na luta pela democracia. Ziraldo Divulgação Ao mesmo tempo que combatiam a censura, Millôr, Henfil, Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ivan Lessa, Sérgio Augusto e Paulo Francis, dentre outros colaboradores do jornal, sofriam com ela. Um dia depois do AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, Ziraldo foi detido em casa e levado para o Forte de Copacabana. Em 1969, publicou seu primeiro livro infantil, “FLICTS”. Em 1979, passou a se dedicar à literatura para crianças. Seu maior sucesso, “O Menino Maluquinho”, saiu em 1980. É considerado um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro em todos os tempos. O mural gigante Última Ceia, pintado em 1967 por Ziraldo, que estava encoberto na antiga casa de show Canecão, será restaurado pela UFRJ e aberto à visitação pública a partir de abril Fernando Frazão/Agência Brasil Veja Mais

Lula lamenta morte de Ziraldo: 'Um dos maiores expoentes da cultura, da imprensa, da literatura infantil e do imaginário do país'

G1 Pop & Arte Artista morreu em casa, aos 91 anos, no bairro da Lagoa, no Rio de Janeiro. Um dos fundadores do 'Pasquim' e criador do Menino Maluquinho, Ziraldo deixa legado de criatividade e luta pela democracia. Ziraldo foi entrevistado na última edição do 'Programa do Jô' O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou neste sábado a morte do cartunista, desenhista e escritor Ziraldo. Em sua redes sociais, Lula escreveu que Ziraldo foi um dos maiores expoentes da cultura do Brasil. Aos 91 anos, Ziraldo morreu no Rio de Janeiro. A família informou na tarde deste sábado que o artista faleceu dormindo, em casa, no bairro da Lagoa. Também chargista, caricaturista e jornalista, ele foi um dos fundadores nos anos 1960 do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil. A vasta obra de Ziraldo acompanha o imaginário de gerações de brasileiros. "O Brasil perdeu neste sábado, 6/4, um de seus maiores expoentes da cultura, da imprensa, da literatura infantil e do imaginário do país. Chargista, caricaturista, escritor e jornalista, o mineiro Ziraldo é nome onipresente na cultura popular brasileira", escreveu o presidente. Entre os personagens mais famosos de Ziraldo está o Menino Maluquinho, que foi lembrado por Lula na postagem. "O Menino Maluquinho, seu personagem mais conhecido, povoou mentes e a imaginação de crianças de todas as idades em todas as regiões. Um livro que virou filme, peças, pautou músicas e vem sendo passado de pais para filhos como sinônimo de inocência, curiosidade e beleza, além de um olhar esperançoso em relação aos imensos potenciais do mundo em que vivemos", continuou Lula. Leia mais: Morre Ziraldo, criador de 'O Menino Maluquinho', aos 91 anos Ziraldo publicou 1º desenho aos seis anos, foi ‘pai’ do Menino Maluquinho e fundou jornal ‘O Pasquim’ Ziraldo foi elogiado por Neil Armstrong, primeiro homem a pisar na lua; leia relato O presidente também ressaltou a contribuição de Ziraldo para a democracia durante os anos do regime militar. "São inúmeras e diversas as contribuições de Ziraldo, seja com a turma do Pererê, em seu trabalho à frente do Pasquim, nos anos da ditadura, em livros inesquecíveis, como Flicts, e num extenso trabalho em revistas e jornais brasileiros. Na defesa da imaginação, de um Brasil mais justo, com democracia e liberdade de expressão", declarou Lula. Políticos homenageiam Ziraldo Ministros, deputados e senadores também homenagearam Ziraldo e sua obra. Veja abaixo: Geraldo Alckmin, vice-presidente: "Recebi com grande pesar a notícia do falecimento de Ziraldo, artista de múltiplos talentos, que introduziu gerações de brasileiros à leitura, com leveza e humor. Ziraldo pertenceu a uma geração de intelectuais e artistas brilhantes, que fez história em nosso país e que continua a inspirar com sua criatividade e poder de síntese. Transmito meus sentimentos a seus amigos e familiares." Margareth Menezes, ministra da Cultura: "Uma perda irreparável. Ziraldo foi uma fonte de inspiração. Lembro-me do tempo em que participei de uma montagem baiana da peça 'O Menino Maluquinho'. Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente. Obrigada por tudo, Ziraldo. Sua partida deixa um vazio imenso." Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Congresso: "Ídolo de uma geração de crianças, morreu, neste sábado, o mineiro de Caratinga Ziraldo, um dos maiores cartunistas do país, inspiração para todos os brasileiros. Seus personagens, principalmente o Menino Maluquinho, marcaram gerações." Camilo Santana, ministro da Educação: "Com muita tristeza recebo a notícia da morte do desenhista, chargista, caricaturista e jornalista Ziraldo. Ele foi um dos fundadores do jornal “O Pasquim”, nos anos 60, e deixa um imenso legado à cultura brasileira, com o seu Menino Maluquinho e tantas outras criações. Sentimentos a familiares e amigos." Gilmar Mendes, ministro e decano do STF: "Artista de múltiplos talentos, Ziraldo nos deixou neste sábado. Responsável por formar gerações e gerações de leitores mirins, o cartunista cativou fãs de todas as idades com sua potência criativa nestes mais de 80 anos de carreira. Feliz da nação que pode educar suas crianças com personagens como, entre tantos outros, o Menino Maluquinho. Minhas condolências à família." Veja Mais

Relembre romances entre famosos que tiveram início após troca de mensagens pelo Instagram

G1 Pop & Arte Letícia Spiller e Nizan têm trocado mensagens e elogios na rede, mas não são os únicos famosos que já usaram a plataforma para a paquera. Tem quem diga que o melhor aplicativo de relacionamento é o Instagram. E parece que alguns famosos concordam com a afirmativa. Há alguns dias, Leticia Spiller deixou um comentário em uma foto do ex-BBB Nizan na rede social. A atriz escreveu "aff" e incluiu os emojis de ?? (coração) e ????(foguinho). A mensagem da atriz deixou muita gente impactada e curiosa, principalmente depois que eles apareceram juntos no Lollapalooza 2024. No festival de música, Nizan explicou que a interação entre eles não começou nas redes (eles se conheceram em um camarote no carnaval), mas comentou que os dois seguem em contato e se falando desde então. Letícia Spiller e o ex-BBB Nizan Reprodução/Instagram O ex-BBB não deu um status para o relacionamento entre eles, mas é fato que a troca de mensagens nas redes segue intensa: cheia de elogios e muitos corações. E os comentários estão na página principal de cada um, longe das DMs (mensagens diretas), que é o canal que muitos outros famosos usaram para se aproximar. Relembre outros casais que iniciaram romances com troca de mensagens pelo Instagram: Luisa Sonza e Chico Moedas Chico Moedas e Luisa Sonza Reprodução/Instagram Em agosto do ano passado, quando anunciaram que estavam juntos, Luisa Sonza e Chico Moedas contaram que se conheceram pelo Instagram. Luisa disse que assistiu a um vídeo do Chico no TikTok, se interessou, buscou o nome dele no Google. Em seguida, buscou o perfil dele no Instagram e enviou uma mensagem, dizendo que eles tinham algo em comum. Logo depois, os dois estavam namorando. O término veio dois meses após Luisa e Chico assumirem o romance. Deborah Secco e Hugo Moura Deborah Secco e o marido Hugo Moura chegam na Sapucaí Robson Barreto / AgNews Deborah Secco e Hugo Moura também se aproximaram pelo Instagram. Em 2019, a atriz contou como conheceu o marido. Ela disse que, na época, vivia uma relação tóxica com um homem casado. Certo dia, ela chegou triste em casa, se ajoelhou e fez uma prece. Em seguida, abriu o Instagram, e apareceu um post de Hugo na aba "explorar". Deborah se encantou e, então, começou a pesquisar quem eles tinham nos amigos em comum que pudesse ter feito o algoritmo da plataforma mostrar Hugo para ela nas redes, já que ela não o seguia. A atriz descobriu que a "responsável" era a personal dos dois. E, então, começou a curtir todas as fotos de Hugo na plataforma. Ao ver os cliques, o diretor de cinema mandou uma mensagem para Deborah, que foi direta ao dizer: "Você vai vai ser meu marido, pai dos meus filhos". Nesta semana, Deborah e Hugo anunciaram a separação após nove anos de relação. Sabrina Sato e Duda Nagle Duda Nagle e Sabrina Sato Reprodução/Instagram/dudanagle Sabrina Sato e Duda Nagle se separaram em 2023. Mas em 2016, quando eles se conheceram, o Instagram foi o caminho. Primeiro, Duda mandou uma mensagem para Sabrina, mas foi ignorado. Tempos depois, a apresentadora começou a curtir as fotos do ator, que decidiu enviar uma nova mensagem. Dessa vez, ele teve o retorno. E começaram a se falar. Os dois também tinham um personal em comum e usaram ele como desculpa para planejar um treino juntos. Zé Felipe e Virgínia Festa de aniversário de dois anos da Maria Alice, filha da influenciadora Virgínia Fonseca e do cantor Zé Felipe, em Goiânia, Goiás Reprodução/Redes Sociais/@veruskatoledooficial Zé Felipe e Virgínia começaram a conversar pelo Instagram em 2020, no meio da pandemia de coronavírus. O cantor viu um vídeo da Virgínia dançando no TikTok e se interessou pela influenciadora. Zé buscou o perfil dela no Instagram e mandou a primeira mensagem. Os dois começaram a conversar, marcaram um encontro, e no dia seguinte já estavam namorando. Eles que já são pais de Maria Alice e Maria Flor, vão aumentar a família com a chegada do terceiro filho, que vai se chamar José Leonardo, em homenagem ao vovô famoso, o cantor Leonardo. Iza e Yuri Lima O jogador Yuri Lima e a cantora Iza Reprodução/Instagram Após se separar do produtor musical Sergio Santos, em 2022, Iza decidiu dar uma olhada nas mensagens diretas que recebia no Instagram. No meio delas, a cantora encontrou a do jogador Yuri Lima. Iza stalkeou o atleta, gostou do que viu e decidiu responder a mensagem. Os dois se encontraram, se apaixonaram, e em fevereiro de 2023, assumiram o romance. Veja Mais

Roberto Cavalli, estilista italiano, morre aos 83 anos

G1 Pop & Arte Informação foi confirmada nas redes sociais da grife que leva o nome do estilista. Estilista era queridinho de estrelas como Lenny Kravitz e Cindy Crawford e vestiu Anitta no Coachella 2022. Roberto Cavalli durante evento na Califórnia, em 2006 AP Photo/Lucas Jackson O renomado estilista italiano Roberto Cavalli morreu, nesta sexta-feira (12), aos 83 anos. A informação foi confirmada através de uma postagem na rede social da marca do estilista. Segundo a agência de notícias italiana Ansa, o estilista morreu em sua casa, em Florença, após uma longa enfermidade. "Uma vida vivida com amor. É com grande tristeza que, hoje, damos nosso último adeus ao nosso fundador Roberto Cavalli. De origem humilde em Florença, Roberto se tornou um nome mundialmente reconhecido, amado e respeitado por todos. Naturalmente talentoso e criativo, Roberto acreditava que todos poderiam descobrir e cultivar o artista dentro de si. O legado de Roberto Cavalli viverá por sua criatividade, seu amor pela natureza e por sua família, a quem adorava", informou o texto postado na rede social da grife. A postagem não dá detalhes sobre a causa da morte do estilista. Na década de 1970, Cavalli se destacou na França com seus vestidos sendo usados por estrelas como Brigitte Bardot e Sophia Loren. Em 1990, reinventou o jeans de luxo, deixando a peça com um visual mais sexy. A peça foi levada para a passarela pela modelo Naomi Campbell, se tornando uma grande tendência. Foi nesse período que se tornou um grande ícone fashion, inaugurando lojas de sua marca ao redor do mundo e ganhando a atenção de artistas como Lenny Kravitz e Cindy Crawford, além de assinar linhas de perfumes, joias, óculos e até bebidas. Em 2013, uma versão personalizada do Mini Paceman e criada pelo estilista foi leiloada por 150 mil euros, em Viena, na Áustria. Entre as estrelas que foram garotas-propaganda da marca nos últimos anos estão a Cantora Ciara, Rita Ora e Nicki Minaj. Cavalli também já criou figurinos para a turnê mundial de Miley Cyrus e foi o responsável por desenhar o look verde-e-amarelo que Anitta usou no festival Coachella de 2022. Initial plugin text Anitta veste Roberto Cavalli no festival Coachella Divulgação Veja Mais

'BBB24': Davi é o último participante a deixar prova dos finalistas e garante vaga na final do programa

G1 Pop & Arte Brother venceu a prova após a desistência de Alane, que chorou no gramado assim que deixou a atividade. Davi é o último participante a deixar prova dos finalistas e garante vaga na final do "BBB24" Reprodução/Globo Após quase 10 horas, Davi foi o último a deixar a Prova do Finalistas e garantir uma vaga na grande final do "BBB24". A conquista aconteceu na manhã desta sexta-feira (12). O brother venceu a prova após a desistência de Alane, que chorou no gramado assim que deixou a atividade. Na dinâmica que garantia uma vaga na final do reality, Alane, Davi, Isabelle e Matteus precisavam ficar em uma plataforma giratória, segurando uma chave e encarando desafios, como vento e chuva. Matteus se sentiu mal após duas horas de prova e foi o primeiro a deixar a disputa. Isabelle foi a segunda eliminada, após sete horas da dinâmica. A prova teve início após a eliminação de Beatriz do "BBB24". A participante deixou o jogo após receber 82,61% dos votos em um paredão contra Isabelle e Davi. Conheça todos os participantes do BBB 24 Veja Mais

Início, quem mais vendeu, álbum com mais cópias: as curiosidades e os números do pop rock no Brasil

G1 Pop & Arte Gênero é o tema do concurso musical da EPTV, que vai revelar um novo talento do estilo musical. Prêmio é uma apresentação de 25 minutos no João Rock, em Ribeirão Preto. Microfone, microfones Pixabay Gênero responsável por reunir multidões de fãs fervorosos e pela venda de milhões de cópias, o pop rock construiu identidades e se tornou um elemento relevante da música brasileira ao longo do tempo. O estilo musical, inclusive, é o tema do novo concurso musical "ÉPra Cantar", da EPTV, afiliada da TV Globo. ???? Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp A competição vai revelar um talento do pop rock e o prêmio será uma apresentação de 25 minutos no palco Brasil do João Rock. As inscrições vão até o dia 19 de abril. LEIA MAIS: REGULAMENTO: veja as regras do concurso musical da EPTV ACESSE: confira a página especial do ÉPra Cantar QUIZ: quanto você sabe sobre pop rock? Para contextualizar o gênero - ou motivar cantores e bandas que sonham em serem estrelas da música a participar do concurso - o g1 preparou, abaixo, uma reportagem com curiosidades e números relacionados ao pop rock. ???? Qual é o álbum de rock mais vendido no Brasil? Você, que á fã de pop rock, ficou curioso para saber se o seu disco preferido figura nas listas de mais vendidos da história do Brasil? Vamos matar sua curiosidade: o álbum que mais vendeu cópias no país é um clássico do gênero e revelou uma das bandas mais emblemáticas da década de 1980, o RPM. O "Rádio Pirata ao Vivo", lançado em 1986, é o álbum de estreia da banda liderada por Paulo Ricardo e que fez história na música brasileira. O disco vendeu, de acordo com a estimativa da Pró-Música Brasil Produtores Fonográfico Associados, que antigamente era chamada de Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), três milhões de cópias. Dono de clássicos como "Revoluções por Minuto", "Olhar 43" e "Alvarada Voraz", o álbum ocupa a quarta posição na lista dos discos mais vendidos da história do país. Confira abaixo o top-15 (em milhões de cópias), que, além do RPM, também tem Mamonas Assassinas e Legião Urbana que fazem parte do universo do pop rock. ???? Qual banda de pop rock do Brasil mais vendeu discos? Ainda de acordo com dados da Pró-Música Brasil, se considerar o recorde apenas das bandas de pop rock, a que mais vendeu discos no país foi a Legião Urbana, com 25 milhões de cópias, seguida do Kid Abelha (9 milhões) e Lulu Santos (8 milhões). ? Como começou o pop rock no Brasil começou? A primeira gravação de uma música de rock no Brasil aconteceu com Nora Ney, que era essencialmente uma cantora de samba-canção, mas, como sabia cantar em inglês, foi chamada para gravar, em 1955, uma versão de "Rock Around the Clock", de Bill Haley & His Comets. Em seguida, Celly Campello, com seus hits como "Banho de Lua" e "Estúpido Cúpido", ficou conhecida como a grande precursora do rock no Brasil. No entanto, nos anos 60, o gênero de fato explodiu pela primeira vez no país com a Jovem Guarda. Liderado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa, o movimento, que se tornou um programa de TV na Rede Record, descortinou ao Brasil o rock que já era sucesso nos Estados Unidos. O produtor musical João Marcello Bôscoli acredita que a primeira grande expressão relevante do pop rock brasileiro é justamente a Jovem Guarda. "Eu acho a Wanderléa uma figura muito importante, porque ela tinha as roupas, que eram replicadas, eles estavam na TV, estavam no aparelho de som com os discos, estavam no cinema, isso é a essência do pop", explicou. Bôscoli, que é filho de uma das maiores cantoras do século 20, Elis Regina, com o também produtor e empresário Ronaldo Bôscoli, entende o gênero do pop como "mutante" e qualquer coisa que seja de assimilação instantânea do público, chegando até uma grande quantidade de pessoas. Ou seja, a música do momento. Além disso, o produtor musical explicou que para algo ser considerado um gênero musical obrigatoriamente ele precisa ter repetição de padrões. ÉPra Cantar Para concorrer ao prêmio, os candidatos (pode ser banda ou artista solo) devem enviar, em áudio, uma música autoral (ou autorizada pelo compositor) em português, no gênero pop rock. O áudio, em MP3, deve ter no máximo 14 megabytes. A inscrição é feita exclusivamente pelos números de Whatsapp da EPTV em Campinas (SP), Ribeirão Preto, São Carlos (SP) e Sul de Minas. O artista ou a banda deve enviar o áudio para o Whatsapp correspondente à região onde mora. Só será aceita uma música por candidatura. Veja abaixo os números: ???? EPTV Campinas: (19) 98899-3788 ???? EPTV Ribeirão Preto: (16) 99700-0000 ???? EPTV Sul De Minas: (35) 99888-8888 ???? EPTV São Carlos: (16) 99643-5959 VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja Mais

Claudia Leitte canta Renato Russo, Peninha e Sullivan & Massadas na gravação ao vivo do show ‘Intemporal’

G1 Pop & Arte Claudia Leitte no palco da casa Vibra, em São Paulo (SP), onde a cantora fez o registro audiovisual do show ‘Intemporal’ na noite de ontem, 9 de abril Reprodução / X Claudia Leitte ? Canção que encerrou o primeiro álbum da Legião Urbana, lançado no início de 1985, Por enquanto (Renato Russo) ganhou projeção na gravação apresentada em 1990 por Cássia Eller (1962 – 2001). É o registro de Cássia que inspirou Claudia Leitte a incluir Por enquanto no roteiro do show Intemporal. Apresentado na casa Vibra em São Paulo (SP) na noite de ontem, 9 de abril, o inédito show Intemporal foi gravado ao vivo para gerar álbum audiovisual. Além de Por enquanto, o repertório gravado pela cantora inclui canções de autoria de Peninha (Sozinho, lançada por Sandra de Sá em 1996 e amplificada por Caetano Veloso em 1998) e da dupla Michael Sullivan & Paulo Massadas (Deslizes, música apresentada em 1988 na voz de Fagner). Com produção musical de Torquato Mariano, Claudia Leitte reviveu sucessos da banda Babado Novo – com a qual foi projetada nos anos 2000 – e recebeu convidados como Léo Santana (com quem cantou o recém-lançado pagode Dragão chinês), Manu Bahtidão (Infinito), a dupla Marcos & Belutti (Beijo incomparável) e Tomate (Arrepio). Veja Mais

Divórcio litigioso, ameaça no Serasa, 'publi' de motel: relembre trajetória de Camila Moura, ex de Lucas Buda, do 'BBB24'

G1 Pop & Arte Professora participou do 'Mais Você' e conversou com o ex-marido, que foi eliminado do reality nesta terça-feira (09). Na saída, ele descobriu que Camila havia pedido o divórcio. Camila Moura, anunciou separação de ex-BBB, Lucas Buda Reprodução Lucas Buda passou 93 dias dentro do "BBB24" sem saber o que estava acontecendo do lado de fora da casa. Ao ser eliminado na noite desta terça-feira (09), descobriu que um de seus medos havia se concretizado: ele estava solteiro. Camila Moura, ex-mulher de Buda, conseguiu o divórcio litigioso na justiça. O pedido foi feito após ela assistir a algumas cenas da aproximação do participante e Pitel no reality. Entre as investidas de Buda, ele chegou a afirmar que a colega de confinamento "ela havia mexido com ele". Pitel e Lucas conversam na casa do 'BBB 24' Reprodução/Globoplay Antes do pedido de divórcio, Camila já havia anunciado que estava solteira e que estava se sentindo traída. Na manhã desta quarta-feira (10), durante o programa "Mais Você", os dois conversaram pela primeira vez após a separação. "Acho uma pena nosso primeiro contato ser assim. (...) Esperava um pingo de hombridade dele tentar me contactar durante a madrugada, o que não aconteceu. Só queria dizer, Lucas, que eu lamento muito", disse Camila, emocionada. Mas muita coisa aconteceu na vida de Camila antes da eliminação de Buda e o reencontro pela TV. Relembre: Lucas e Camila conversam pela primeira vez pós-BBB Fotos apagadas Logo após o primeiro flerte de Buda com Pitel, Camila deletou de suas redes sociais as fotos do marido. No mesmo instante, Camila começou a ganhar milhares de seguidores – chegando, atualmente, a 3,1 milhões. Mala pronta Na mesma época, ela também chamou a atenção ao postar nos Stories uma imagem de uma mala. Ela ainda fez uma enquete perguntando aos seguidores se a bagagem que estava ali era dela ou do "calabreso", apelido que Buda ganhou na casa após uma briga com Davi. Team Davi Como Buda e Davi haviam brigado na casa na mesma época, Camila aproveitou para inserir a hashtag "team Davi" em sua página, demonstrando que não estava mais na torcida do marido. Junto, ela incluiu a frase: "me pergunto porque me chamam de vingativa". Embora mantenha o "Team Davi", Camila alterou novamente sua biografia na rede social, incluindo sua profissão, historiadora, além do email de contato. Nome no Serasa Dentro da casa, Lucas Buca citou o nome de Camila por diversas vezes. Em uma delas, pediu para que a esposa pagasse o cartão de crédito. Camila usou as redes sociais, mais uma vez, para comentar a fala do ex: "Serasa, anota o nome dele". Publi no motel Enquanto Buda seguia no jogo, Camila fez uma publi para um site de motéis. Antes, algumas fotos foram divulgadas nas redes, citando um suposto flagra de Camila com um rapaz na saída de um motel. Pouco depois, ela foi às redes para confirmar que fazia parte de uma publicidade. Initial plugin text Desabafo nas redes Foi também ali nas redes que Camila fez um longo desabafo após um amigo de Buda dizer que a separação de Camila era "livramento". "Perdi metade da minha [vida] para o cara, perdoei vacilos anteriores, comi o pão que o diabo amassou cuidando dele no Big Brother, todo o dinheiro que nós tínhamos, nós investimos em um sonho juntos. Apoiei o cara em todos os sonhos, em tudo o que ele quis fazer, desde mestrado, doutorado. Apoiei todas as viagens, internacionais, a trabalho, virar funcionário público. Apoiei em tudo. O dia que eu abri a boca, eu virei um livramento? É sério isso?", questionou Camila. "Surreal. Quinze anos com o cara, os amigos convivendo com a gente, para o momento que a mulher decide não aceitar o que já tinha aceitado antes, o que já tinha perdoado antes, aí eu sou oportunista, biscoiteira, livramento. Olha como a nossa sociedade é. Está explicado porque as mulheres são cobradas como são e os homens isentos em tudo? Esse trecho é toda explicação sociológica da nossa sociedade", seguiu Camila. Divórcio litigioso Antes mesmo de Lucas Buda deixar a casa e conversar com ele, Camila conseguiu o divórcio litigioso do capoeirista. A informação foi confirmada ao g1, em 6 de abril, pela advogada Adélia Soares, que representa Camila. "O pedido de divórcio foi proposto no período de confinamento de Lucas no programa. Porém, de acordo com a legislação, o divórcio não precisa da aceitação da outra parte. É um ato unilateral, qualquer pessoa tem o direito de se divorciar da outra, e a outra não pode impedir. Por isso não houve a necessidade de uma intimação ou manifestação dele", explicou a advogada. O divórcio litigioso é a forma de dissolução do casamento quando as partes não estão de acordo com os termos da separação. No processo, o juiz decide sobre os principais pontos da separação, como partilha de bens e guarda de filhos. Lucas Buda Reprodução Veja Mais

Lucas e Camila conversam pela primeira vez após BBB: 'Faltou hombridade'

G1 Pop & Arte Durante a entrevista de Buda com Ana Maria Braga, Camila Moura entrou ao vivo no Mais Você para deixar uma mensagem ao ex. Lucas e Camila conversam pela primeira vez pós-BBB Camila Moura, ex-mulher de Lucas Buda, falou pela primeira vez com o ex-BBB depois da saída dele do reality show, nesta quarta-feira (10), durante o "Café com o Eliminado", no Mais Você. Camila pediu o divórcio de Buda enquanto ele ainda estava no BBB24. O participante só foi informado sobre o fim do relacionamento quando deixou a casa, na noite desta terça-feira (9). Ao longo do reality, ela conquistou mais de 3 milhões de seguidores no Instagram, mais do que o próprio Lucas, e fez uma série de desabafos nas redes. "Acho uma pena nosso primeiro contato ser assim. Mandei uma pessoa de nossa confiança entregar as coisas pra ele: a chave da nossa casa, a carteira com dinheiro. Esperava um pingo de hombridade dele tentar me contactar durante a madrugada, o que não aconteceu. Só queria dizer, Lucas, que eu lamento muito. Eu tentei", desabafou. Durante a entrevista de Buda com Ana Maria Braga, Camila Moura entrou ao vivo no Mais Você para deixar uma mensagem ao ex. "Você sabe que eu te apoiei. Tentei cuidar de você até a hora que eu vi que não ia conseguir cuidar de mim. Fui internada, fui hospitalizada algumas vezes e eu esperava de você nesse último momento o mínimo de hombridade de tentar me contactar já que eu mandei menagem para você e você optou por não me receber. Boa sorte, não desejo nada de ruim pra você. Sinto muito por tudo isso. Mantive a promessa de cuidar das coisas até o fim, como prometi que faria. Mas agora preciso me cuidar. Perdi 20 kg em 30 dias. Estou com meus problemas de saúde. E é uma pena a primeira vez que eu conseguir falar com você foi para o Brasil todo ver. " Fim do relacionamento Lucas e Camila conversam pela primeira vez pós-BBB Reprodução Eliminado do "BBB24", Lucas Buda esteve no "Mais Você" nesta quarta (10) para comentar sua participação no reality. Imediatamente após a eliminação, o professor de educação física ficou sabendo que a ex-esposa Camila Moura havia pedido o divórcio. O relacionamento chegou ao fim por conta das interações entre Buda e Pitel dentro do reality. Durante o programa, o participante disse que o sentimento que nutria por Pitel era "de amizade", mas que não imaginava a reação de Camila fora da casa. "Não imaginava, mas acho que só ela sabe o que ela sentiu e como sentiu. Não cabe a mim julgar. Ela tem que sentir da forma que deve, mas acho que a gente vai conversar depois para tentar se acertar de alguma forma." Flerte com Pitel Pitel e Lucas conversam na casa do 'BBB 24' Reprodução/Globoplay Durante uma festa, no início de março, Lucas disse para Pitel que a participante o havia "bagunçado". "Vou dizer só uma coisa: baiana, você me bagunçou, pirei em sua cor...", cantando a música "Baiana", de Emicida. Em seguida, Pitel pediu para o participante parar. "Real! Acabar aqui essa conversa. Morreu aqui, nem deveria ter nascido", disse Lucas. O participante disse, no entanto, que não tinha intenção de transformar a conversa em um romance dentro da casa. "Não ia sair beijo. Tinha um carinho de amizade com a Pitel muito grande. A gente construi essa relação por coisas que a gente viveu junto, assuntos que a gente tinha em comum, mas sempre tentei manter o respeito em relação contato com ela, tanto que a nossa relação começa por estratégia de jogo." "Eu entrei muito com a visão de jogar o BBB [...] Quando você conhece lá dentro pessoas que vão se conectar com você facilita. Foi assim com a Pitel, foi assim com a Leidy, foi assim com a Yasmin." Segundo o ex-BBB, a participação no reality trouxe "sentimentos muito confusos" "Nesse momento a gente tava com mais de 70 dias de jogo, aí você sente muita falta de várias coisas que você achava que nunca ia sentir falta. Bate muito sentimentos confusos e as coisas parecem maiores do que elas realmente são, mas nunca houve uma possibilidade de passar do que aconteceu." Veja Mais

Após eliminação do 'BBB 24', Lucas descobre término do casamento: 'respeito o que ela sentiu'

G1 Pop & Arte Participante foi eliminado na noite de terça-feira (9), com quase 65% da média dos votos. Brother diz que espera poder conversar com a ex-mulher sobre o assunto. Lucas Henrique, o Buda, durante o 'Bate-Papo BBB' Gshow/Globoplay Após ser eliminado da casa do "BBB 24", Lucas Henrique descobriu o término do casamento dele com a professora Camila Moura. O brother, que também ficou conhecido como "Buda" no reality, foi eliminado na noite de terça-feira (9). Saiba tudo sobre o BBB Camila anunciou que iria se separar de Lucas em março. À época, ela publicou um vídeo nas redes sociais comentando uma conversa entre Buda e Pitel dentro da casa do BBB, que foi vista como um flerte. Relembre mais abaixo. Durante o "Bate-Papo BBB", Lucas disse que espera poder conversar com Camila sobre o que aconteceu e resolver o assunto. "A casa mexe muito com os nossos sentimentos, com as nossas emoções. A gente sente muita falta de coisas que são muito importantes para gente no nosso dia a dia", disse. "Em relação a isso, imagino que a gente possa conversar, trocar uma ideia, e resolver. Enfim, não sei como é que as coisas estão. Respeito muito o que ela sentiu, porque só ela viu." Initial plugin text Buda também assistiu a um vídeo sobre a relação dele com Pitel e comentou a aproximação dos dois. "Eu sei o que eu senti, sei do respeito que tenho pela Pitel. Jamais iria invadir o espaço, contato físico, tudo mais. Mas enfim, isso é papo para conversar com a minha esposa", disse. Separação Durante uma festa, no início de março, Lucas disse para Pitel que a participante havia o bagunçado. "Vou dizer só uma coisa: baiana, você me bagunçou, pirei em sua cor...", cantando a música "Baiana", de Emicida. Em seguida, Pitel pediu para o participante parar. "Real! Acabar aqui essa conversa. Morreu aqui, nem deveria ter nascido", disse Lucas. No dia seguinte, Lucas voltou a dizer para Pitel que a sister tinha o bagunçado no jogo. Veja o diálogo: Pitel: "Você não doou nada para o mercado, já está no lucro" Lucas: "Bin te falou que eu não dei nada?" Pitel: "Você que falou, língua solta." Lucas: "C*, eu falo demais. É verdade, eu te falei, já pensando na semana seguinte." Pitel: "Fala tanto que nem lembra das coisas." Lucas: "É que eu fico confuso com as coisas que eu falo para você. Posso te falar? Você me bagunçou. Você me bagunçou no jogo." Pitel: "Para, para!" Ao anunciar o fim do casamento com Lucas, Camila disse que "traição não é só beijar na boca". "O Lucas sabe disso, ele entrou sabendo disso. A partir do momento que você tem a intenção, que você tem o flerte, que você está ali para o 'tudo ou nada' para conquistar a pessoa, para mim, Camila, isso já é uma traição", afirmou. Já no dia 6 de abril, a advogada que representa Camila Moura disse que Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido de divórcio litigioso. O processo corre sob sigilo. O divórcio litigioso é a forma de dissolução do casamento quando as partes não estão de acordo com os termos da separação. No processo, o juiz decide sobre os principais pontos da separação, como partilha de bens e guarda de filhos. VÍDEOS: mais assistidos do g1 Veja Mais

Arnaldo Antunes e Vitor Araújo vão do grão do silêncio aos ruídos no concerto do álbum ‘Lágrimas no mar ao vivo’

G1 Pop & Arte Vitor Araújo (à esquerda) e Arnaldo Antunes lançam o álbum ‘Lágrimas no mar ao vivo’ na sexta-feira, 12 de abril, com 17 faixas gravadas em Salvador (BA) José de Holanda / Divulgação ? Erguida no show O real resiste (2020), baseado no álbum homônimo de Arnaldo Antunes e estreado em apresentação online durante o isolamento social imposto pela pandemia de covid-19, a ponte do artista paulistano com o pianista pernambucano Vitor Araújo – prodígio no toque do instrumento – se estendeu para o álbum Lágrimas no mar (2021), gravado em estúdio. A edição desse disco gerou turnê com a qual o duo percorreu o Brasil entre 2022 e 2023 com apresentações feitas de forma já presencial. Captado em Salvador (BA), o show dá origem ao segundo disco de Arnaldo Antunes com Vitor Araújo. O álbum Lágrimas no mar ao vivo emerge na próxima sexta-feira, 12 de abril, com 17 faixas. Arnaldo Antunes contextualiza o disco ao vivo: “É uma alegria imensa lançar o registro ao vivo desse show que teve que atravessar longa pandemia para poder se realizar presencialmente. Já prevíamos que as emoções impressas no álbum Lágrimas no mar se acentuariam quando pudéssemos encontrar o público. Precisávamos ter esse álbum ao vivo para mostrar a sintonia estética tão rara desse encontro, na integridade do intuito original, que aconteceria ao vivo, mas que, pelas circunstâncias, acabou sendo precedido por nosso álbum de estúdio”, ressalta Arnaldo. No entender de Vitor Araújo, a apresentação ao vivo do concerto Lágrimas no mar é desenvolvimento do disco de estúdio. “É como se no show explodissem de fato todas as direções que no disco estão em potência, mas não explícitas. Eu gosto muito da versão ao vivo porque ela explora desde ‘o menos é mais’ até ‘o mais é mais’. O álbum vai do grão de informações mínimas recheadas de silêncio até o excesso desmedido de notas e de ruídos”, ressalta o pianista. Tal como no álbum de estúdio, cantor e pianista extrapolam o cancioneiro autoral de Arnaldo Antunes no disco Lágrimas no mar ao vivo. Além de Fim de festa (Itamar Assumpção, 2004), há a reedição do duo de Arnaldo com Marcia Xavier em Como 2 e 2 (Caetano Veloso, 1971). Capa do álbum ‘Lágrimas no mar ao vivo’, de Arnaldo Antunes e Vitor Araújo Divulgação Veja Mais

Anitta estreia em maio a primeira turnê internacional, 'Baile funk experience', com shows em 13 países até julho

G1 Pop & Arte Primeira excursão mundial da artista carioca vai passar por América do Norte, América do Sul e Europa no rastro da edição do álbum 'Funk generation'. ? Anitta vai dar em maio o passo mais decisivo na caminhada da artista carioca para se firmar no mercado internacional, movimento feito em escala crescente desde 2016. Em 18 de maio, a cantora estreia no México Baile funk experience, show idealizado para ser apresentado em turnê por 13 países da América do Norte, América do Sul e da Europa em cronograma que, por ora, se estenderá até 8 de julho. Trata-se da primeira turnê internacional da Girl from Rio. Anunciada nas redes sociais de Anitta na manhã de hoje, 8 de abril, a turnê Baile funk experience entrará em cena um mês após o lançamento do sexto álbum de estúdio da cantora, Funk generation, programado para 26 de abril. Disco e show estão calcados no funk. A intenção de Anitta é se diferenciar no mercado musical latino como espécie de embaixadora do funk brasileiro, em especial do batidão carioca. Após a estreia mundial na cidade do México, a turnê Baile funk experience segue por seis cidades dos Estados Unidos – Los Angeles, Miami, Orlando, Boston, Chicago e Nova York – com apresentação em Toronto, Canadá, agendada para 29 de maio entre os shows de Boston e Chicago. Na sequência, Anitta se apresenta em quatro capitais da América do Sul – Bogotá (Colômbia), Lima (Peru), Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) – entre 7 e 16 de junho, antes de partir para a Europa. Em solo europeu, a cantora fará Baile funk experience em Berlim (Alemanha), Amsterdam (Holanda), Londres (Inglaterra), Paris (França), Ibiza (Espanha), Madrid (Espanha), Barcelona (Espanha) e Milão (Itália) e 25 de junho a 8 de julho. Imagem promocional da turnê ‘Baile funk experience’, de Anitta Reprodução / X Anitta Veja Mais

Ana Castela canta 4 das 10 músicas mais ouvidas pelos brasileiros no verão; veja ranking

G1 Pop & Arte Pedro Sampaio, Lauana Prado, MC Ryan SP e a dupla Zé Neto e Cristiano também aparecem na lista do Spotify; g1 analisa músicas mais tocadas em VÍDEO; assista g1 analisa músicas mais ouvidas pelos brasileiros no verão Na lista das dez músicas mais ouvidas no verão de 2023 e 2024 no Brasil, a cantora sertaneja Ana Castela é mencionada quatro vezes. Pedro Sampaio, Lauana Prado, MC Ryan SP e a dupla Zé Neto e Cristiano também aparecem, entre outros artistas. No VÍDEO acima, o g1 analisa a lista das músicas mais ouvidas no verão de 2023 e 2024; assista Ana Castela no palco principal da Festa do Peão de Barretos Ricardo Nasi/g1 A estação é um período importante para o consumo de música entre os brasileiros: muitas faixas são lançadas especialmente para embalar os dias de calor e as festa do período, como o carnaval. Veja, abaixo, o ranking das músicas mais escutadas no Brasil entre os dias 22 de dezembro de 2023 e 20 de março de 2024. Os dados são do Spotify, que também divulgou rankings por região do país. "Let’s Go 4" - Dj GBR, MC GH do 7, MC GP, MC PH, MC Ryan SP, Mc Davi, Mc Don Juan, Mc IG, Mc Kadu, Mc Luki e TrapLaudo "Me Leva pra Casa" / "Escrito nas Estrelas" / "Saudade" - Lauana Prado "Pocpoc" - Pedro Sampaio "Deja Vu" - Luan Santana e Ana Castela "Barulho do Foguete" - Zé Neto & Cristiano "Tenho que Me Decidir" - MC PH, Borges, WIU, Pedro Lotto e WEY "Canudinho" - Gusttavo Lima e Ana Castela "Daqui pra Sempre" - Manu e Simone Mendes "Dia de Fluxo" - Ana Castela e Ludmilla "Fronteira" - Ana Castela e Gustavo Mioto Rankings por região Centro-Oeste "Me Leva pra Casa" / "Escrito nas Estrelas" / "Saudade" - Lauana Prado "Deja Vu" - Luan Santana e Ana Castela "Anestesiado" - Murilo Huff "Barulho do Foguete" - Zé Neto & Cristiano "Let’s Go 4" - Dj GBR, MC GH do 7, MC GP, MC PH, MC Ryan SP, Mc Davi, Mc Don Juan, Mc IG, Mc Kadu, Mc Luki e TrapLaudo Norte "Sai da Frente" - Juliette "Let’s Go 4" - Dj GBR, MC GH do 7, MC GP, MC PH, MC Ryan SP, Mc Davi, Mc Don Juan, Mc IG, Mc Kadu, Mc Luki e TrapLaudo "Daqui pra Sempre" - Manu e Simone Mendes "Anestesiado" - Murilo Huff "Me Leva pra Casa" / "Escrito nas Estrelas" / "Saudade" - Lauana Prado Nordeste "Tem Café" - Andrezin Araújo, Dj Kevin Oficial e Henry Freitas "Let’s Go 4" - Dj GBR, MC GH do 7, MC GP, MC PH, MC Ryan SP, Mc Davi, Mc Don Juan, Mc IG, Mc Kadu, Mc Luki e TrapLaudo "Macetando" - Ivete Sangalo e Ludmilla "Tenho que Me Decidir" - MC PH, Borges, WIU, Pedro Lotto e WEY "Pocpoc" - Pedro Sampaio Sul "Me Leva pra Casa" / "Escrito nas Estrelas" / "Saudade" - Lauana Prado "Deja Vu" - Luan Santana e Ana Castela "Barulho do Foguete" - Zé Neto & Cristiano "Let’s Go 4" - Dj GBR, MC GH do 7, MC GP, MC PH, MC Ryan SP, Mc Davi, Mc Don Juan, Mc IG, Mc Kadu, Mc Luki e TrapLaudo "Pocpoc" - Pedro Sampaio Sudeste "Let’s Go 4" - Dj GBR, MC GH do 7, MC GP, MC PH, MC Ryan SP, Mc Davi, Mc Don Juan, Mc IG, Mc Kadu, Mc Luki e TrapLaudo "Deja Vu" - Luan Santana e Ana Castela "Me Leva pra Casa" / "Escrito nas Estrelas" / "Saudade" - Lauana Prado "Pocpoc" - Pedro Sampaio "Barulho do Foguete" - Zé Neto & Cristiano Veja Mais

Arte maior de Ziraldo também está imortalizada na discografia brasileira

G1 Pop & Arte Veja quatro capas de álbuns criadas pelo desenhista mineiro entre 1967 e 2007 para edições em LP e CD. Gonzaguinha (1945 – 1981), Caetano Veloso, Ivan Lins e Milton Nascimento no traço de Ziraldo para a capa de álbum lançado pelo Quarteto em Cy em 1980 Arte de Ziraldo ? MEMÓRIA – Cartunista. Chargista. Desenhista. Escritor. Jornalista. Multifacetada, a arte maior de Ziraldo Alves Pinto (24 de outubro de 1932 – 6 de abril de 2024) foi muito além dos livros e dos quadrinhos, estando onipresente na cultura nacional, como ressaltou o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em nota oficial sobre a morte do artista mineiro na tarde de ontem. A arte de Ziraldo é tão grande que está está imortalizada na discografia brasileira através de capas de álbuns editados em LP e/ou CD. Para homenagear Ziraldo, o Blog do Mauro Ferreira expõe quatro capas de discos que estamparam a arte de Ziraldo: Capa do álbum ‘Quarteto em Cy interpreta Gonzaguinha, Caetano, Ivan, Milton’ Arte de Ziraldo Em 1980, o desenhista retratou Gonzaguinha (1945 – 1981), Caetano Veloso, Ivan Lins e Milton Nascimento na capa do LP em que o Quarteto em Cy interpretava músicas desses quatro compositores. Capa do LP ‘Show 1º de maio’, de 1980 Arte de Ziraldo Naquele mesmo ano de 1980, Ziraldo criou a capa do disco que trouxe registro do Show 1º de maio, espetáculo político e coletivo feito por Alceu Valença, Boca Livre, Dorival Caymmi (1914 – 2008), Frenéticas, João do Vale (1933 – 1996), Milton Nascimento, Moraes Moreira (1947 – 2020) e Sérgio Ricardo (1932 – 2020). Capa do disco ‘A grande música de Sérgio Ricardo’, de 1967 Arte de Ziraldo Treze anos antes, em 1967, o álbum A grande música de Sérgio Ricardo chegou ao mercado, no formato de LP, com capa assinada por Ziraldo. Em 2007, já na era do CD, o artista criou a capa do disco Aula de samba – A história do Brasil através do samba-enredo, mais um exemplo da brasilidade entranhada na arte imortal de Ziraldo. Capa do CD ‘Aula de samba – A história do Brasil através do samba-enredo’, de 2007 Arte de Ziraldo Veja Mais

Corpo de Ziraldo será velado no MAM neste domingo

G1 Pop & Arte Cartunista e desenhista morreu aos 91 anos, na tarde deste sábado (6), em casa, de causas naturais. Velório está marcado para as 10h deste domingo (7). Sepultamento será à tarde. Ziraldo morre aos 91 anos O corpo do desenhista e escritor Ziraldo será velado às 10h deste domingo (7) no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM), na Avenida Infante Dom Henrique, 85, Parque do Flamengo, na Zona Sul. O evento será aberto ao público. Já o sepultamento está marcado para às 16h30, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. A cerimônia estava marcada inicialmente para acontecer na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro, mas a família decidiu pela troca do local. Criador de personagens como os de “O Menino Maluquinho” e “Turma do Pererê”, Ziraldo morreu aos 91 anos em casa, dormindo, de causas naturais. A informação foi confirmada pela família do desenhista na tarde deste sábado (6). Também chargista, caricaturista e jornalista, ele foi um dos fundadores nos anos 1960 do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil. FOTOS: veja imagens de Ziraldo VÍDEOS: Relembre momentos da carreira de Ziraldo Veja a repercussão da morte de Ziraldo Pai de personagens inesquecíveis, Ziraldo publicou 1º desenho aos 6 anos Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga (MG), onde passou a infância. Mais velho de uma família com sete irmãos, foi batizado a partir da combinação do nome da mãe (Zizinha) com o nome do pai (Geraldo). Leitor assíduo desde a infância, teve seu primeiro desenho publicado quando tinha apenas seis anos de idade, em 1939, no jornal “A Folha de Minas”. Veja a seguir fotos da carreira de Ziraldo: FOTOS: veja imagens de Ziraldo Iniciou a carreira nos anos 1950, na revista “Era uma vez...”. Em 1954, passou a fazer uma página de humor no mesmo “A Folha de Minas” em que havia estreado. Em 1957, formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No mesmo ano, entrou para o time das revistas “A Cigarra” e, depois, “O Cruzeiro”. Em 1958, casou-se com Vilma Gontijo, sua namorada havia sete anos. Tiveram três filhos, Daniela, Fabrizia e Antônio. Já na década seguinte, destacou-se por trabalhar também no “Jornal do Brasil”. Assim como em “O Cruzeiro”, publicou charges políticas e cartuns. São dessa época os personagens Jeremias, o Bom, Supermãe e Mineirinho. Nelson Motta dedica a coluna a Ziraldo, autor de "O Menino Maluquinho" No período, pôde enfim realizar um “sonho infantil”. Ele se tornou autor de histórias em quadrinhos e publicou a primeira revista brasileira do gênero com um só autor, sobre a “Turma do Pererê”. 'O Menino Maluquinho': filme da obra de Ziraldo está no Globoplay Os personagens eram um pequeno índio e vários animais que formam o universo folclórico brasileiro, como a onça, o jabuti, o tatu, o coelho e a coruja. A revista deixou de ser publicada em 1964, a partir do início do regime militar. Cinco anos mais tarde, Ziraldo fundou, com outros humoristas, “O Pasquim”. Com textos ácidos, ilustrações debochadas e personagens inesquecíveis, como o Graúna, os Fradins ou o Ubaldo, o semanário entrou na luta pela democracia. Ziraldo Divulgação Ao mesmo tempo que combatiam a censura, Millôr, Henfil, Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ivan Lessa, Sérgio Augusto e Paulo Francis, dentre outros colaboradores do jornal, sofriam com ela. Um dia depois do AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, Ziraldo foi detido em casa e levado para o Forte de Copacabana. Em 1969, publicou seu primeiro livro infantil, “FLICTS”. Em 1979, passou a se dedicar à literatura para crianças. Seu maior sucesso, “O Menino Maluquinho”, saiu em 1980. É considerado um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro em todos os tempos. O mural gigante Última Ceia, pintado em 1967 por Ziraldo, que estava encoberto na antiga casa de show Canecão, será restaurado pela UFRJ e aberto à visitação pública a partir de abril Fernando Frazão/Agência Brasil Veja Mais

Jussara Silveira interpreta Gal Costa com precisão e canto límpido em show reverente à ‘musa de todos os tempos’

G1 Pop & Arte Jussara Silveira canta o repertório de Gal Costa em show que estreou em 5 de abril no Museu de Arte do Rio (MAR) Wesley Sabino / Divulgação Museu de Arte do Rio (MAR) Resenha de show Título: Jussara Silveira canta Gal Artista: Jussara Silveira Local: Museu de Arte do Rio – MAR (Rio de Janeiro, RJ) Data: 5 de abril de 2024 Cotação: ? ? ? ? ? A voz límpida de Jussara Silveira sempre explicitou a herança do canto matricial de Gal Costa (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022) com tamanha nitidez que um tributo de Jussara a Gal é ideia tão óbvia quando feliz. O show que estreou na noite de ontem, 5 de abril de 2024, no palco armado no piso térreo do Museu de Arte do Rio (MAR) – situado na zona portuária da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – é, a rigor, a segunda abordagem do repertório de Gal na carreira de cantora iniciada por Jussara em Salvador (BA) em 1989, quando tinha 30 anos. Há sete anos, essa artista de origem mineira e vivência baiana lançou o álbum Fruta Gogoia – Uma homenagem a Gal Costa (2017), gravado com Renato Braz e com produção musical de Dori Caymmi, arranjador que orquestrou disco de moldura clássica sob a direção artística de Luiz Nogueira. Embora também formatado sem transgressões, o show Jussara Silveira canta Gal resultou menos tradicionalista do que o disco. Na companhia dos músicos Luiz Brasil (guitarra) e Marcelo Galter (piano), Jussara Silveira cantou Gal Costa com certa reverência em show que já chegou bonito à cena, mas que tem tudo para ser aprimorado quando for apresentado em espaço fechado, em ambiente menos dispersivo do que o da apresentação feita no piso térreo do MAR, dentro de programação que incluía a abertura da exposição Bloco do prazer. Mostra sobre festas e celebrações coletivas, a exposição Bloco do prazer foi batizada com o nome do frevo de Moraes Moreira (1947 – 2020) e Fausto Nilo que, embora lançado em 1979 em disco do Trio Elétrico Dodô e Osmar, foi amplificado em todo o Brasil com a gravação feita por Gal Costa três anos depois para o álbum Minha voz (1982) – o que justifica que a exposição tenha módulo em homenagem a Gal. Obviamente presente no roteiro de Jussara Silveira, Bloco do prazer foi a terceira música do show, tendo sido reprisada no arremate do bis – iniciado com o bolero Folhetim (Chico Buarque, 1978) – porque o festivo frevo propiciou a comunhão popular, observada na dança e no coro espontâneo do público. Jussara Silveira canta Gal Costa com os músicos Luiz Brasil (guitarra) e Marcelo Galter (piano) em show no Museu de Arte do Rio (MAR) Wesley Sabino / Divulgação Museu de Arte do Rio (MAR) Com garra, Jussara Silveira driblou eventuais problemas de som – como a microfonia logo apontada pela artista em cena – e protagonizou apresentação que cativou admiradores da cantora e de Gal. Desde a primeira música, O amor (Caetano Veloso e Ney Costa Santos sobre poema de Vladimir Maiakovski, 1981), ficou evidente que a voz cristalina de Jussara Silveira é naturalmente vocacionada para encarar o repertório de Gal, “minha musa de todos os tempos”, como saudou a cantora antes de interpretar Negro amor (It's all over now, baby blue, Bob Dylan, 1965, em versão em português de Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti, 1977). Como Jussara jamais caiu na tentação de imitar Gal, dona de timbre único e inigualável, o que se viu e ouviu foi show reverente que, além do canto da intérprete, também destacou o brilho da guitarra de Luiz Brasil, hábil ao expor o sentimento de blues entranhado na balada Pérola negra (Luiz Melodia, 1971) e ao interagir com Jussara na canção Sua estupidez (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969) em duo de voz e guitarra que sobressaiu no roteiro, ainda que a cantora tenha mostrado certa insegurança com a letra da canção. Já Marcelo Galter, pianista igualmente virtuoso que tocou com o maestro Letieres Leite (1959 – 2021), brilhou no floreio jazzy do samba-canção Só louco (Dorival Caymmi, 1955). A propósito, Jussara Silveira tem em comum com Gal Costa o fato de ambas terem lançado álbuns somente com canções do compositor Dorival Caymmi (1914 – 2008). O songbook de Gal saiu em 1976 e o de Jussara foi lançado em 1998. Tal particularidade justificou no roteiro a recorrência de músicas de Caymmi, de quem Jussara também cantou outro modernista samba-canção, Nem eu (1952), antes de cair sacolejante no samba Rainha do mar (1939) com citação de Dois de fevereiro (1957). Além do parentesco do timbre e do repertório, o que mais legitimou o tributo de Jussara Silveira a Gal Costa foi o sentimento preciso com que Jussara interpretou músicas como Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971). A cantora soube dar o tom exigido tanto por um samba-canção angustiado como Volta (Lupicínio Rodrigues, 1957) quanto por uma canção de leveza pop como Sorte (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 1985). É fato que Vaca profana (Caetano Veloso, 1984) ainda pode ganhar mais potência – até poque está fresca na memória dos seguidores mais fiéis de Gal a interpretação apoteótica de Filipe Catto, cantora que também está em cena com show com o repertório de Gal (no caso, um tributo de atmosfera roqueira). Contudo, quando Jussara Silveira cantou Dê um rolê (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1971), ninguém duvidou de que a cantora era amor e devoção da cabeça aos pés na louvação à “musa de todos os tempos”. Jussara Silveira canta músicas como ‘Nem eu’ e ‘Sua estupidez’ em show em tributo a Gal Costa Wesley Sabino / Divulgação Museu de Arte do Rio (MAR) ? Eis as 16 músicas do roteiro seguido por Jussara Silveira em 5 de abril de 2024 na estreia do show Jussara Silveira canta Gal no Museu de Arte do Rio (MAR), no centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. O amor (Caetano Veloso e Ney Costa Santos sobre poema de Vladimir Maiakovski, 1981) 2. Negro amor (It's all over now, baby blue, Bob Dylan, 1965, em versão em português de Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti, 1977) 3. Bloco do prazer (Moraes Moreira e Fausto Nilo, 1979) 4. Pérola negra (Luiz Melodia, 1971) 5. Vapor barato (Jards Macalé e Waly Salomão, 1971) 6. Sua estupidez (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969) 7. Volta (Lupicínio Rodrigues, 1957) 8. Só louco (Dorival Caymmi, 1955) 9. Nem eu (Dorival Caymmi, 1952) 10. Rainha do mar (Dorival Caymmi, 1939) – com citação de Dois de fevereiro (Dorival Caymmi, 1957) 11. Não identificado (Caetano Veloso, 1969) 12. Sorte (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 1985) 13. Meu bem meu mal (Caetano Veloso, 1981) 14. Vaca profana (Caetano Veloso, 1984_ 15. Dê um rolê (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1971) Bis: 16. Folhetim (Chico Buarque, 1978) 17. Bloco do prazer (Moraes Moreira e Fausto Nilo, 1979) Veja Mais

Xande de Pilares muda local e data da estreia da turnê em que canta Caetano

G1 Pop & Arte Cronograma inicial prevê sete apresentações do show em seis capitais, entre junho e setembro, e abertura de vendas de ingressos em 16 de abril. Xande de Pilares estreia em 2 de junho, em Salvador (BA), o show em que canta músicas de Caetano Veloso sob direção musical de Pretinho da Serrinha Fernando Young / Divulgação ? A turnê do show em que Xande de Pilares canta Caetano Veloso teve o cronograma alterado. A mudança ocorreu em relação ao local e à data de estreia da turnê com o qual o artista carioca percorrerá algumas capitais do Brasil entre junho e setembro. Antes programado para estrear em 21 de junho em Belo Horizonte (MG), dentro das atrações do Festival Sensacional, o show Xande canta Caetano vai entrar em cena em Salvador (BA), estado natal de Caetano Veloso, artista nascido em Santo Amaro da Purificação (BA). A estreia nacional da turnê está agendada para 2 de junho, em apresentação na Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Somente depois da apresentação inicial na capital baiana é que Xande partirá com o show para Belo Horizonte (MG), na data já divulgada anteriormente. Por ora, além de Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG), o cronograma da turnê Xande canta Caetano também inclui apresentações em Vitória – ES (em 6 de julho, no Espaço Patrick Ribeiro), São Paulo – SP (em 20 de julho, no Espaço Unimed, e em 8 de setembro em apresentação no festival Coala), Rio de Janeiro – RJ (em 27 de julho, no Qualistage) e Brasília – DF (em 2 de agosto, em local ainda a confirmar). As vendas de ingressos para os shows serão abertas em 16 de abril. No show, Xande de Pilares abordará o cancioneiro de Caetano Veloso sob direção musical do percussionista Pretinho da Serrinha, tal como no álbum Xande canta Caetano (2023), lançado em agosto do ano passado com arranjos de Pretinho. No roteiro do show, Xande irá além do repertório do disco, no qual gravou as músicas Alegria alegria (1967), Qualquer coisa (1975), Gente (1977), Muito romântico (1977), Tigresa (1977), Diamante verdadeiro (1978), Lua de São Jorge (1979), Trilhos urbanos (1979), O amor (Caetano Veloso e Ney Costa Santos sobre poema de Vladimir Maiakovski, 1981) e Luz do sol (1982) dentro – e além – do universo do samba. Veja Mais

Tiganá Santana adentra as matas para saudar o orixá Oxóssi e anunciar o álbum ‘Caçada noturna’ para maio

G1 Pop & Arte Gravado pelo artista baiano em Portugal, o disco sai por selo sueco com músicas autorais como ‘Coração ao largo’, ‘O véu’ e ‘Estrelas pernoitadas’. ? Gravado em julho de 2023 no estúdio Musibéria, em Serpa, cidade de Portugal, o sétimo álbum de Tiganá Santana, Caçada noturna, chega ao mundo em 3 de maio pelo selo fonográfico sueco Ajabu!. Caçada noturna é o quinto álbum solo desse cantor, compositor, instrumentista e produtor musical baiano nascido em Salvador (BA) em 29 de dezembro de 1982. Gravado com produção musical e arranjos orquestrados por Tiganá com Leonardo Mendes e Ldson Galter, o álbum Caçada noturna apresenta repertório essencialmente autoral composto por músicas como Coração ao largo, Estrelas pernoitadas, Nkongo, Partes de mim, O amor simples e O véu. Contudo, o primeiro single do álbum Caçada noturna – Das matas, em rotação a partir de hoje, 12 de abril – traz a única música do disco sem a assinatura de Tiganá Santana. Saudação ao orixá caçador Oxossi, feita na levada do agueré, (ritmo recorrente nas cerimônias espirituais iorubano-brasileiras), Das matas é música de autoria de Fabrício Mota, historiador e baixista do grupo Ifá Afrobeat. Lançada em gravação que embute leitura incidental de trecho do texto O Ofá como oficina, de Tiganá Santana, a composição Das matas foi apresentada a Tiganá há mais dez anos pelo próprio autor Fabrício Mota. Veja Mais

Park Boram, atriz e cantora de K-pop, morre aos 30 anos

G1 Pop & Arte Informação foi confirmada pela produtora da artista ao jornal 'The Korean Times'. A polícia investiga a causa da morte. Park Boram, atriz e cantora, morre aos 30 anos Reprodução/Instagram Park Boram, atriz e cantora de k-pop, morreu nesta quinta-feira (11), aos 30 anos. A informação foi confirmada pela agência da artista ao jornal "The Korean Times". Segundo a agência XANADU Entertainment, "Park Boram faleceu repentinamente em 11 de abril. Estamos profundamente tristes em transmitir a notícia e expressar condolências aos seus familiares." Ainda de acordo com o "Koran Times", ela estava bebendo com seus amigos na quinta-feira em um bar em Namyangju, na província de Gyeonggi. Ela foi encontrada inconsciente no banheiro do local por volta das 22h, e levada ao hospital. A morte foi confirmada por volta das 23h. A polícia investiga a causa da morte. Park fez sua estreia musical na 2ª temporada do programa de TV "Super Star K" em 2010, no qual chegou entre os 11 finalistas. Ela lançou seu primeiro trabalho em 2014 com a música "Beautiful". No mês passado, ela lançou uma nova faixa intitulada "I Miss You Actually". Veja Mais

g1 Ouviu #281 - Banda Uó: o reencontro do pop debochado que não envelheceu

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1 Ouviu, o trio formado por Mateus Carrilho, Mel Gonçalves e Davi Sabbag falou sobre a reunião do grupo após seis anos de hiato, início da carreira e até relação com sertanejo. Após seis anos de hiato, a Banda Uó se reúne para uma turnê de reencontro. O grupo, formado em Goiânia, em 2011, foi um dos primeiros exemplos de artistas que ganharam destaque com lançamentos feitos pela internet. No trabalho, versões e músicas de pop debochadas que traziam ritmos populares, como o tecnobrega. "Sentimos do fundo do coração que essa história merecia ser revivida", afirmou Matheus Carrilho. "Primeiro estamos experimentando esse show. Estamos focados nesse show, vamos reviver isso de novo. E depois, quem sabe, se tocar no nosso coração", completou ao falar do futuro do grupo. CLIQUE ACIMA PARA OUVIR Banda Uó é entrevistada no programa g1 Ouviu, em São Paulo Fábio Tito/g1 Você pode ouvir o g1 Ouviu no g1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o g1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Veja Mais

A Banda Mais Bonita da Cidade faz 15 anos no movimento circular do quarto álbum, 'O futuro já está acontecendo'

G1 Pop & Arte A Banda Mais Bonita da Cidade lança hoje, 10 de abril, o quarto álbum de estúdio com músicas inéditas, ‘O futuro já está acontecendo’ Lubi Meirelles / Divulgação ? Grupo paranaense formado em Curitiba (PR) em 2009, A Banda Mais Bonita da Cidade completa 15 anos em 2024 e faz a festa de debutante com as músicas do quarto álbum de estúdio, O futuro já está acontecendo. Lançado hoje, 10 de abril, com capa que expõe arte de Efe Godoy, o disco O futuro já está acontecendo alinha oito músicas no repertório formatado com produção musical e arranjos de Eduardo Rozeira e Vinícius Nisi. O número de faixas está em sintonia com o conceito de que todo movimento é circular – mote do álbum gravado pelo quinteto no estúdio Gota, na cidade natal de Curitiba (PR). A intenção da banda foi criar sonoridade etérea que harmoniza sintetizadores à moda dos anos 1990, arranjos orquestrais e referências da música oriental. O repertório do álbum O futuro já está acontecendo apresenta as músicas Teu chá (Léo Fressato), Dias de ui (Amora Pera), Calma (Julia Ortiz), Peraí (Larie Tavares), Talhamar (Eduardo Rozeira), De visita (Naluz), Promissões (Klüber) e Luz e lugar (Julia Branco e Juliano Holanda). Capa do álbum ‘O futuro já está acontecendo’, d'A Banda Mais Bonita da Cidade Arte de Efe Godoy Veja Mais

VÍDEOS: g1 Ouviu com a Banda Uó

G1 Pop & Arte Banda Uó é a entrevistada do g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira, 10. Banda Uó é a entrevistada do g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira, 10. Veja Mais

Duda Beat canta com Liniker em faixa de ‘Tara e tal’, álbum que tem ‘Drama’

G1 Pop & Arte ? A cantora Liniker é a única convidada de Duda Beat no terceiro álbum de músicas inéditas da artista pernambucana, Tara e tal, programado para entrar em rotação às 21h de amanhã, 11 de abril. Liniker figura na gravação da música Quem me dera. Com 12 faixas, o álbum Tara e tal apresenta músicas inéditas no repertório autoral. Entre elas, há Drama, Q prazer, Doidinha, Teu beijo, Desapaixonar, Por aí mozão, Night maré, Baby e Na tua cabeça. Duas músicas, Saudade de você (2023) e Preparada (2024), já foram lançadas previamente em singles como aperitivos do álbum Tara e tal. O disco foi formatado em estúdio com produção musical orquestrada por Lux Ferreira e Tomás Tróia, dupla que produziu toda a discografia de Duda Beat. Veja Mais

Pabllo Vittar se mantém em zona confortável ao seguir a rota norte-nordeste do álbum ‘Batidão tropical 2’

G1 Pop & Arte Artista lança disco com foco na música inédita ‘Idiota’, mas a munição mais certeira vem do repertório antigo de bandas como Magníficos e Forró do Muído. Capa do álbum ‘Batidão tropical vol. 2’, de Pabllo Vittar Gabriel Renne com arte de Doug Reder Resenha de álbum Título: Batidão tropical vol. 2 Artista: Pabllo Vittar Edição: Sony Music Cotação: ? ? ? 1/2 ? Basta ouvir Me usa, sexta das 14 músicas do álbum Batidão tropical vol. 2, para captar o espírito do disco lançado por Pabllo Vittar na noite desta quarta-feira, 9 de abril. Até pela locução inserida no meio da aliciante faixa, a impressão que se tem é a de ouvir a gravação de uma banda de forró eletrônico como tantas surgidas ao longo da década de 1990 e dos anos 2000. Tal impressão é verdadeira. Composição de José Inácio da Silva (o Jotinha) em parceria com Gino Liver, Me usa foi lançada em 1997 pela banda paraibana Magníficos e, desde então, se manteve como um dos grandes sucessos do grupo. A melodia fácil de Me usa tem o efeito potencializado pelo refrão pegajoso. Tudo isso é mantido na gravação de Pabllo Vittar, formatada pelo time da Brabo Music sob a batuta do DJ e produtor musical Rodrigo Gorky. Em bom português, no segundo volume do álbum Batidão tropical, assim como no primeiro lançado em 2021, Pabllo Vittar se mantém em zona confortável, beneficiada pela segurança de estar rebobinando músicas já testadas e aprovadas. Há um ou outro toque de atualidade nas gravações, mas, em essência, a artista preserva a arquitetura original de músicas como São amores, sucesso da banda cearense Forró do Muído entre 2007 e 2008, quando as vocalistas eram as irmãs Simaria Mendes e Simone Mendes, cantoras que debandaram em 2012 para o universo sertanejo quando formaram a (atualmente já extinta) dupla Simone & Simaria. O refrão sedutor de São amores está intacto no Batidão tropical 2 de Pabllo. Embora o foco do álbum no lançamento recaia sobre a inédita música autoral Idiota, mix de piseiro com arrocha e bachata, a munição mais certeira do disco vem mesmo do repertório antigo. Ao longo das 11 faixas disponibilizadas (três permanecem inéditas por ora, substituídas por áudios da artista), Pabllo Vittar transita entre o norte e o nordeste do Brasil, mesclando batidas de tecnobrega e tecnomelody – matéria-prima de Ai ai ai mega príncipe (Alde César e Dj Deyvid, 2009), sucesso da paraense Banda Batidão – com levadas de forró. Faixa gravada com o DJ e cantor paraense Will Love, Rubi cruza a ponte norte-nordeste ao fundir o tecnobrega com toque do reggae amplificado nas ruas e festas do Maranhão. Composição de Vanda Ravelli, Rubi (2009) é o maior sucesso da banda paraense Ravelly. A fusão também ecoa em Não vou te deixar, versão em português de I don't want to get hurt (Per Hakan Gessle, 1995), música do duo sueco Roxette. A versão foi gravada originalmente por Gaby Amarantos quando a cantora paraense era a vocalista da banda TecnoShow. No Batidão tropical 2, Gaby se junta com Pabllo para revitalizar música cuja letra expõe a sofrência recorrente nas letras. A sofrência se repete em Falta coragem (Flavio dos Teclados e Flávio Pizada Quente, 2018), música do repertório de Taty Girl, cantora cearense projetada no segmento do forró. Tanto que em Falta coragem, música rebobinada por Pabllo com Taty, a balança pende para o universo do forró. Nas ondas do rádio (Kim Marques, 2002) – música da banda paraense Companhia do Calypso – flui bem em ritmo ágil, soando mais envolvente do que Pra te esquecer (Irlone Ramos dos Santos, 2003), sucesso da Banda Calypso que abre o álbum Batidão tropical 2. No fecho do disco (a real última faixa, a 14, permanece inédita), Não desligue o telefone (2009) – regravação de música da banda baiana de tecnobrega Djavú, rebobinada por Pabllo com Maderito, integrante da banda paraense de tecnomelody Gang do Eletro – se distancia mais da matriz original, com potência, mostrando que o time da Brabo Music pode ousar mais nos próximos volumes do Batidão tropical, tirando Pabllo Vittar da zona de conforto de projeto que se escora no poder de sedução de repertório alheio. Veja Mais

‘Fãs de Taylor Swift pagam por música, fãs de rock não’, diz Gene Simmons, ex-baixista do Kiss

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, artista defende que uma ressuscitação do rock só seria possível se os fãs do gênero seguissem os passos de fãs de divas pop. Muitos defensores da ideia de que o rock está morto têm como argumento as transformações pelas quais o gênero passa desde a década de 1950 e, sobretudo, sua relevância limitada nas paradas de sucesso atualmente. Convicto da existência de um sepultamento roqueiro, o ex-baixista e vocalista do Kiss Gene Simmons supõe, porém, que o motivo fúnebre está nos fãs do estilo. É o que ele disse ao g1, em entrevista por telefone. "O rock morreu quando os fãs pararam de pagar pela música", afirmou o artista, que vem ao Brasil no dia 28 de abril para o festival Summer Breeze, no qual fará seu primeiro show pós-Kiss. A banda chegou ao fim em dezembro do ano passado. O cantor e baixista Gene Simmons Divulgação "Quem são os novos Beatles?", questiona Gene, numa tentativa de provar o fim dos batimentos cardíacos do gênero. "Não pode haver outro AC/DC, ou Metallica, porque as novas bandas não conseguem ganhar dinheiro suficiente." Problema, que segundo ele, surge com um desinteresse dos roqueiros em ouvir música de forma paga. Aos olhos do baixista, uma ressuscitação do rock só seria possível se os fãs do estilo seguissem os passos de fãs de divas pop. Como exemplo, ele cita Taylor Swift, que só em 2023 teve 26,1 bilhões de streams globais no Spotify, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo a artista que mais vende vinil nos EUA e realizou a turnê mundial com maior bilheteria da história da música. Gene Simmons, do Kiss, em Ribeirão Preto (SP) Érico Andrade/g1 Uma análise publicada neste ano pela revista americana "Rolling Stone" mostra que dos 100 LPs mais vendidos nos EUA desde 2012, o pop é o gênero que mais cresce. "Seus fãs ainda pagam pela música. Os fãs de rock não", diz Gene. "É muito triste porque existem vários artistas novos talentosos por aí. Mas eles nunca terão a chance que tivemos." Dono de hits como "Rock and Roll All Nite", "I Was Made For Lovin' You" e "Detroit Rock City", o Kiss é um dos mais famosos nomes do hard rock. A banda, que durou 50 anos, ficou marcada por performances em que os músicos cuspiam fogo, vestiam plataformas e armaduras, babavam sangue e se jogavam no conceito rockstar festivo. Último show do Kiss no país foi no Hard Rock Live Florianópolis, em 2023 Sofia Mayer/Divulgação Com mais de 5.000 produtos licenciados, que vão de camisinhas a caixões, o Kiss havia faturado até 2009 mais dinheiro do que qualquer outra banda de rock, segundo dados da época levantados pela Live Nation Merchandise. (A comparação era com grupos que mesclavam turnê, licenciamento e vendas.) Dias após a realização desta entrevista, a marca Kiss e um catálogo de músicas do grupo foram vendidos por US$ 300 milhões. O g1 entrou em contato com a equipe de Genne para mais detalhes, mas não teve retorno até o momento desta publicação. Além de rock, o baixista comentou na entrevista sobre o fim da banda, sua carreira solo e o show no Brasil. Leia abaixo a entrevista completa. g1 - Como e por que o Kiss chegou ao fim? Gene Simmons - Bom, 50 anos é tempo suficiente. É meio século. Todos nós já vimos boxeadores lutarem por muito tempo. Todos já vimos bandas de rock durarem muito tempo… Queríamos parar enquanto ainda fosse bom. Essa é a razão para termos feito isso. Cinquenta anos são suficientes. g1 - Foi difícil tomar essa decisão? Gene Simmons - Não, a decisão veio no momento certo. Se você é um campeão mundial de boxe, a hora de desistir é quando ainda é campeão. Se ficar no ringue por mais tempo, alguém vai te nocautear. Nós fizemos a coisa certa, o que também significa que ainda posso me divertir bastante. Fazer uma turnê com a Gene Simmons Band me dá a chance de tocar músicas que nunca eram tocadas pelo Kiss. Em vez de me preocupar com grandes shows, posso me divertir bastante. Tenho uma produtora de filmes [Simmons/Hamilton Productions], uma rede de restaurantes [Rock & Brews] e muitas outras coisas. Gene Simmons, do Kiss, em meio ao show de pirotecnia em Ribeirão Preto (SP) Érico Andrade/g1 g1 - Como foi a turnê Farewell? Gene Simmons - Inacreditável. Haverá um documentário, um desenho animado e outras novidades, incluindo um avatar do Kiss. Você pode pesquisar no YouTube: ‘KISS Avatars’. Isso vai explicar um pouco. É o fim do KISS como turnê. Mas o KISS continuará existindo. g1 - O documentário já tem data de lançamento? Gene Simmons - Ainda não. Será neste ano. No filme, falamos dos últimos shows que fizemos em Nova York. g1 - Em termos históricos, qual é o maior feito do Kiss? Gene Simmons - Antes de fundarmos o Kiss, nós éramos fãs de shows ao vivo, mas eles nunca eram emocionantes. As bandas eram chatas. Por isso, quisemos colocar no palco uma banda que nunca tínhamos visto até então — e por meio século fizemos isso. Nós tocávamos a música que gostávamos e fazíamos os shows dos quais nos orgulhávamos. Banda Kiss em 1978 Redes Sociais/Reprodução g1 - Durante os anos de 1970, o Kiss foi uma febre. E mesmo hoje, 50 anos depois, a banda continua a ter uma base de fãs grande e eufórica. O grupo é um dos mais famosos da história do rock. Como vocês enxergam isso? Gene Simmons - Bem, nós sempre apreciamos. Sem os fãs, não estaríamos aqui. Para mim, isso significa o mundo. É muito gentil. Mas também existem muitas bandas ótimas. Se você gosta de um som mais pesado, eu recomendo o antigo Sepultura, curto muito. O antigo! Tem ainda o Pantera, que é muito bom. Se prefere pop, há Taylor Swift… Há muita música por aí que as pessoas podem curtir. Então, está tudo bem. g1 - E como é comparar a indústria musical dos anos 1970 e a atual? Quais são as mudanças mais marcantes? Gene Simmons - A tecnologia. Os computadores facilitaram bastante tanto a composição quanto a gravação musical. Mas isso não significa que a música esteja melhor. Até agora, existe apenas um Elvis Presley, um Beatles, um Led Zeppelin e um Stones. Nunca ouvi canções atuais que fossem melhores do que as deles. Gene Simmons, baixista do Kiss, em Ribeirão Preto (SP) Érico Andrade/g1 g1 - A propósito, em 2022 você disse que o rock estava morto. Você continua com esse pensamento ou algo mudou de lá para cá? Gene Simmons - Claro que está morto. g1 - Por quê? Gene Simmons - De 1958 a 1988, são 30 anos. Naquela época, havia Elvis, The Beatles, The Rolling Stones, Jimi Hendrix, David Bowie, Prince e mil bandas. Entre as de som mais pesado, estavam Metallica, ACDC, Iron Maiden. Na discoteca, tinha Madonna. Mas e agora? Quem são os novos Beatles? Veja, existem bandas boas. Foo Fighters? Ótimo. Guns N' Roses? Ótimo. Slipknot? Ótimo. Mas essas são bandas antigas, com 30, 40 anos de carreira. g1 - Então, não existe nenhuma estrela do rock, ou banda de rock atual pela qual você se sinta inspirado? Gene Simmons - Você quer dizer ‘inspirado’ como me sinto por Led Zeppelin, Beatles e Stones? Não. O rock morreu quando os fãs pararam de pagar pela música. Quando você faz download de graça, está matando a música que ama. Não existem leis que protejam os músicos. O salário mínimo obriga chefes a pagar certa quantia por cada hora de trabalho. Mas não existe uma lei como essa para uma banda de rock, um pintor, ou escritor. Daí, as pessoas podem baixar arquivos e compartilhá-los gratuitamente. Tudo porque não existem leis que impeçam isso. Esse é o problema. Por quanto tempo você acha que um supermercado funcionaria se tudo dele fosse de graça? É preciso ganhar dinheiro. Se você deseja fundar uma banda, escrever músicas, tocar em shows, ou fazer tudo isso, terá que largar seu emprego. Mas, caso não ganhe dinheiro suficiente com a carreira musical, não poderá largar seu emprego. E se você estiver trabalhando com ambos simultaneamente, não conseguirá dedicar tempo o suficiente para sua arte. É por isso que o rock morreu. Hoje em dia, música não vale nada. Os fãs não estão mais pagando por músicas. O cantor e baixista Genne Simmons Divulgação g1 - Mas isso não é só com o rock, certo? Tanto o acesso gratuito a músicas na internet quanto a pirataria digital acontecem com outros gêneros também. Você acha, então, que a música em geral está morta? Gene Simmons - Com exceção de Taylor Swift, Ariana Grande, algumas bandas de rap e country. Porque seus fãs ainda pagam pela música. Os fãs de rock não. O rock está morto. É muito triste porque existem vários artistas novos talentosos por aí. Mas eles nunca terão a chance que tivemos. Não pode haver outro AC/DC ou Metallica porque as novas bandas não conseguem ganhar dinheiro suficiente para estar numa banda. g1 - É comum o discurso de que a chegada das redes sociais teria facilitado a autopromoção profissional e divulgação artística. Você discorda dessa visão? Gene Simmons - Discordo. Porque há 100 milhões de músicos, escritores e artistas fazendo [a divulgação do próprio trabalho] ao mesmo tempo. Você nem consegue ver. Qualquer um que tenha violão, teclado, ou guitarra elétrica, vai às redes sociais. E quando há milhões de pessoas tocando milhões de músicas novas toda a semana, não há autopromoção. Não dá para assistir a tudo isso. Não dá para ouvir tudo isso. É muita coisa. g1 - Gene, ainda falando sobre as diferenças entre os anos 1970 e o mundo atual, o Kiss sempre teve a moda como uma de suas maiores marcas. Das roupas extravagantes às pinturas de rosto. Naquela época, era menos comum homens usarem maquiagem. O que vocês faziam pode ser considerado uma afronta a estereótipos? Ou dizer isso seria um equívoco? Gene Simmons - Não é afronta. Os homens foram os primeiros a usar maquiagem. Quando íamos para a guerra, colocávamos maquiagem. Também colocávamos por motivos religiosos. Até mesmo indígenas americanos se maquiavam. Chamavam de pintura de guerra. g1 - E na sua carreira solo, você canta sem maquiagem. O que prefere e por quê? Gene Simmons - É muito mais confortável se apresentar sem maquiagem. Não preciso me preocupar com isso, ou qualquer coisa do tipo. Nós simplesmente aparecemos e tocamos. Tem sido muito divertido se apresentar com a Gene Simmons Band. Cerca de cinco anos atrás, fizemos uma pequena turnê pelo Japão, Austrália e Europa. Tocamos músicas que o Kiss nunca tocou. É o que farei em São Paulo: tocar músicas que o Kiss nunca tocou. g1 - Como é retornar ao Brasil? Gene Simmons - Estou muito empolgado. Amo São Paulo. A música, a comida, as garotas. É ótimo. Os fãs brasileiros são os melhores do mundo. Os torcedores mais loucos do mundo. Dessa vez, vocês verão uma banda realmente arrebatadora. g1 - No livro "Face the Music: A Life Exposed", Paul Stanley diz que Ace Frehley e Peter Criss eram antissemitas, inclusive com você e ele, que são judeus. Você concorda com ele? Gene Simmons - Bom, isso não é importante. As pessoas dizem coisas estúpidas o tempo todo. É a vida. Antissemitas ou não, eles tocaram com dois judeus de qualquer maneira. Então qual é a diferença? Veja Mais

Jonathan Majors é condenado a 1 ano de aconselhamento doméstico por agressão

G1 Pop & Arte Condenação do ator saiu nesta segunda-feira (08). Ele deverá passar pelo programa ao longo de 52 semanas e seguirá fazendo terapia. Acompanhado da namorada, Meagan Good , Jonathan Majors deixa o tribunal após ouvir sentença em caso de agressão contra a ex-namorada David Dee Delgado/Getty Images/AFP Jonathan Majors foi condenado a 1 ano de aconselhamento doméstico por agressão. O ator deverá passar por um programa sobre violência doméstica, ao longo de 52 semanas, após ser considerado culpado em um caso envolvendo sua ex-namorada, Grace Jabbari. Ele também seguirá com a terapia de saúde mental na qual foi inscrito anteriormente, fornecendo atualizações sobre seu progresso. A sentença sobre o caso saiu nesta segunda-feira (08), quatro meses após o julgamento. Em dezembro de 2023, o ator foi considerado culpado em julgamento por agressão imprudente de terceiro grau e assédio. Mas foi inocentado nas acusações de agressão intencional de terceiro grau e assédio agravado. Segundo a revista Variety, Majors chegou ao tribunal acompanhado da atual namorada, Meagan Good. Grace Jabbari entrou no local logo depois e deu um depoimento sobre o impacto do caso em sua vida, afirmando ainda que Majors "não está arrependido e não aceitou a responsabilidade pela agressão". "Ele vai fazer isso de novo, vai machucar outra mulher. Ele é um homem que acredita estar acima da lei. Eu tinha uma carreira, uma vida e um corpo, e tudo isso foi prejudicado." Rompimento com a Marvel Conhecido por seu trabalho como o grande vilão do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês), Majors foi acusado de agressão em março de 2023. Logo após a decisão do júri, em dezembro, a Marvel decidiu romper seus laços com Majors, que não interpretará mais Kang em nenhuma produção do estúdio. Segundo Majors, ele chamou a polícia no dia 25 de março depois de encontrar Jabbari inconsciente em seu apartamento. Os policiais prenderam o ator ao encontrar machucados na mulher, como uma lesão atrás de sua orelha e um dedo quebrado. Ele alegou inocência em todas as acusações. No julgamento, ela afirmou que seus ferimentos foram causados pelo ator durante uma briga no carro naquele mesmo dia. Jabbari trabalhou como treinadora de movimentos em "Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania" (2023). O casal se conheceu durante as gravações. Quem é Jonathan Majors Paul Rudd e Jonathan Majors em cena de 'Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania' Divulgação O americano de 34 anos se destacou no filme independente "The last black man in San Francisco" (2019). Depois, passou ainda por "Destacamento Blood" (2020), de Spike Lee, e a série "Lovecraft Country". Em dezembro de 2020, ele foi anunciado como Kang, o próximo grande vilão do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU, na sigla em inglês). Desde então, interpretou versões do personagens em "Quantumania" e nas duas temporadas de "Loki". Em entrevista ao g1, o produtor da série, Kevin Wright, falou que as acusações contra o ator não afetaram o planejamento da produção. "Em relação a nossa série, nós escrevemos e contamos nossa história. Jonathan era parte dela e acho que tivemos muita sorte. Não precisamos regravar nada além do programado." Em 2023, ele ainda recebeu elogios por outro vilão, o antagonista principal de "Creed 3". Ainda não se sabe como a Marvel vai continuar sua grande saga cinematográfica depois da demissão de Majors. Seu personagem seria importante em um dos próximos filmes dos Vingadores, "Avengers: The Kang Dynasty", previsto para 2026. Jonathan Majors fala sobre vestir manto de vilão em 'Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania Veja Mais

Louis Tomlinson diz ter parado de comparar sua fama com a dos outros músicos do One Direction

G1 Pop & Arte Em entrevista ao g1, músico comenta mudanças na carreira, competitividade na indústria musical e remix brasileiro que transforma sua 'Kill My Mind' em funk. Louis Tomlinson diz não se comparar mais aos ex-colegas do One Direction Ex-membro da boy band britânica One Direction, Louis Tomlinson fará, em maio, três shows no Brasil. Será a terceira vez que o músico se apresenta no país, experiência que, segundo ele, é sempre caótica — e "no melhor sentido possível". É o que o cantor disse ao g1, em entrevista realizada no Allianz Parque, onde ele tocará em São Paulo, no dia 11 de maio. Os shows são da turnê "Faith in the Future", na qual Louis se volta ao seu último álbum, lançado em 2022. A setlist também passa por canções do disco "Walls" e, claro, hits do One Direction. Febre entre crianças e adolescentes nos anos 2010, o grupo de pop foi formado a partir do programa de TV "The X Factor" e durou seis anos, se desmanchando em 2016. De lá para cá, os músicos seguiram carreira solo. Fato que, aos olhos de Louis, é inevitavelmente competitivo. O cantor Louis Tomlinson, ex-One Direction Divulgação "Seu único referencial é se comparar com os outros membros", afirmou o inglês. "Você começa a pensar: ‘Se eles estão conseguindo isso, por que eu não estou conseguindo?’" No Spotify, o número de ouvintes mensais entre os artistas difere bastante. Astro mais popular da divorciada boy band, Harry Styles tem cerca de 58, 2 mil. Em seguida, estão Zayn (27, 3 mil), Niall Horan (17, 3 mil), Liam Payne (5, 7 mil) e Louis (2, 9 mil). Mas se medidores de sucesso como esse já foram um peso para o músico, hoje não são mais, segundo ele, que também fez questão de reiterar que sempre teve orgulho dos amigos. Na entrevista, o músico também comentou assuntos como as teorias da conspiração que o descrevem como parceiro de Styles, as mudanças de conceito entre seus álbuns, um remix brasileiro de sua "Kill My Mind" — do funkeiro FP do Trem Bala —, e seu interesse por moda. Assista ao vídeo acima. Leia abaixo a entrevista completa. O cantor Louis Tomlinson, ex-One Direction Divulgação g1 - Qual é a principal diferença entre o Louis Tomlinson do X Factor, de 2010, e o Louis Tomlinson de hoje? Louis Tomlinson - Há muita ingenuidade no garoto que apareceu no X Factor. Eu realmente não sabia no que estava me metendo. Não sabia como isso me colocaria sentado aqui. Definitivamente, não tinha noção do que estava adquirindo. Acho que me sinto muito mais realizado. Mais confiante. Eu levei um tempo para ter coragem o suficiente para dizer: ‘Sou criativo, sou cantor, sou compositor’. Agora, estou apenas internalizando todos esses sentimentos. Quando você cresce num lugar como Doncaster, onde cresci, leva um tempo até crer em todas essas coisas. Porque você só assistiu a isso de longe, na TV ou no rádio. Então, quando se torna uma dessas pessoas, há todo um processo até acreditar e entender tudo. g1 - E qual é a maior semelhança? Louis Tomlinson - Provavelmente, a minha aparência (risos). Bom, espero que meus fãs não me corrijam aqui. Gosto de pensar que sempre tive uma relação bastante adorável com eles. Acho que essa é a única coisa constante. Louis Tomlinson apresenta show da turnê 'Faith in the future' Divulgação g1 - Você conhece algum cantor ou banda brasileira? Louis Tomlinson - Estávamos falando hoje sobre Anitta. E hm... Fresco? Fre? Fresno? Eu tô aprendendo. Espero que [a confusão com o nome da banda] não tenha soado desrespeitoso, não foi minha intenção. Você tem alguma recomendação para mim? Peguei algumas dicas hoje. O que você tem para mim? g1 - Tem um músico brasileiro chamado FP do Trem Bala. Ele fez um remix de ‘Kill My Mind’... Louis Tomlinson - Que legal! Até agora, você foi a que fez a melhor recomendação. Definitivamente. g1 -Posso te mostrar? Louis Tomlinson - Claro! g1 - E aí? Curtiu? Tem algo que gostaria de dizer ao FP do Trem Bala? Louis Tomlinson - Sim, é bem vibe. Divertida. Muito divertida. Obrigado por fazer um remix da música. g1 - Esta é a sua terceira vez no Brasil. O que vem à sua mente ao ouvir coisas como 'fazer um show no Brasil’, ‘turnê brasileira’, ou simplesmente ‘fãs brasileiros’? Louis Tomlinson - Caos. E no melhor sentido possível. Eu amo totalmente. As experiências ao vivo são definidas pelos momentos mais caóticos. E vir para cá e sempre sentir essa energia é como se desde a primeira batida de bateria, os fãs já estivessem ali. É um sentimento realmente triunfante. g1 - Em termos musicais, como foi a experiência de criar ‘Faith in the Future’ em comparação a 'Walls’? Louis Tomlinson - Me senti muito mais realizado, confiante. Tive mais compreensão do que queria fazer e como fazer. [No primeiro disco], havia o fator de eu ter saído do One Direction. Era como se minha cabeça estivesse uma bagunça e havia tanto a pensar... Não tinha uma direção clara. Precisei passar pela fase de experimentação para, de fato, entender quem sou como artista. Isso levou tempo. Ao longo da minha criação de 'Walls’, tinha isso acontecendo, mas eu estava num lugar mais claro, conciso, indo para ‘Faith in the Future’. E acho que isso tornou [o segundo] disco melhor. g1 - Recentemente, você criou a 28 Clothing, uma marca de moda. Qual é a sua relação com esse setor? Louis Tomlinson - Sempre tive uma relação com moda bem engraçada. Sem dúvida, sou interessado em roupas, sempre fui. Desde jovem. Mas há um nível de alta costura que vai muito além do meu entendimento. Sabe, eu gosto de me vestir bem. A marca é algo que sempre quis fazer. Ela também está entrelaçada com uma das minhas [maiores] paixões, o futebol. Futebol e moda estão conectados desde que jogo é jogo. A moda das pessoas nas arquibancadas e tudo mais... Acho que é uma coisa muito interessante e, com certeza, uma cultura na qual eu já estava inserido quando era mais jovem. Então, a marca me ajuda a contar minha história. Calça da marca 28 Clothing Reprodução/Instagram/28 Clothing g1 - Você mencionou uma vez que se sentia um pouco desconfortável e mais competitivo no início de sua carreira solo. Disse que estava um pouco aborrecido porque ficava comparando o seu nível de sucesso com o dos outros membros do One Direction. Você ainda se sente assim? Louis Tomlinson - Não, não me sinto. De verdade. Mas eu acho que qualquer um — e obviamente, não haverá muitas pessoas que podem se identificar com isso —, mas qualquer um que tenha passado por uma situação semelhante... Estar numa banda e sair por conta própria fará sempre com que seu único referencial seja se comparar com os outros membros. Isso é literalmente tudo o que você tem. Acho que é uma questão de maturidade, na verdade. Demorou muito para eu olhar para isso pelo que era. Porque é aí que começa a petulância. Você começa a pensar: ‘Se eles estão conseguindo isso, por que eu não estou conseguindo?’. E isso se torna um pouco tóxico. Infelizmente, essa é a natureza da indústria da música. Ela é naturalmente competitiva. Todos estamos competindo por lugares. Zayn Malik, Niall Horan, Liam Payne, Louis Tomlinson e Harry Styles, do One Direction Divulgação/T4F Mas agora eu vejo isso de uma maneira muito diferente. E como eu disse, isso exige maturidade. Eu também precisava ter sucesso por conta própria para conseguir passar por isso. Para superar isso. Agora, isso retorna como uma confiança que sinto para estar dizendo essas coisas. Ah, e só para reiterar, porque é importante: enquanto eu me sentia competitivo, ou mais competitivo do que sou hoje, não era como se eu não estivesse imensamente orgulhoso de tudo o que os meninos estavam fazendo. Era mais sobre refletir sobre a minha própria situação. Apenas sobre pensar: ‘Oh, eu queria ter um pouco disso’. Agora, me sinto num lugar muito, muito, diferente. E é uma coisa mais agradável de se sentir, porque ser muito competitivo nem sempre é o sentimento mais agradável. Os integrantes do grupo britânico One Direction, formado no programa The X-Factor Charles Sykes/AP Photo g1 - Eu imagino que você ouça perguntas como essa o tempo todo, né? É tranquilo para você? Louis Tomlinson - Sim, tá tudo bem. Como mencionei antes, eu entendo o óbvio interesse público no One Direction. Isso é óbvio. E sabe, eu aprecio que essas coisas sejam interessantes. Eu suponho [que sejam]. g1 - Louis, muitos fãs acreditam na teoria conspiratória de que você namora Harry Styles, mesmo você descrevendo essa história como ridícula. Por que é tão famosa essa conspiração? O que percebi há alguns anos é que não há nada que eu possa dizer. Não há nada que eu possa fazer para barrar aqueles que creem nessa conspiração. Eles são tão conectados com o que acreditam que não vão enxergar a verdade pelo que ela de fato é. Tenho certeza que muitas pessoas olham e acham interessante todas essas pequenas conspirações que acontecem na vida. Eu estaria mentindo se dissesse que não me irrita um pouco, mas é a natureza do trabalho. Há momentos em que fica muito pessoal. Eu tenho meu filho, Freddie. É a pessoa mais importante na minha vida. E ocasionalmente, [essas teorias] acabam abordando coisas meio injustas. Isso é o que temos agora. Não há nada que eu possa fazer a respeito. Nada que eu possa dizer para impedir as pessoas de inventarem o que desejam inventar. Então, que assim seja. g1 - Por último, qual é a sua música favorita no momento e por quê? Meu disco favorito é o último do Palo Nutini. É ótimo, incrível. Ele é um vocalista incrível, talvez seja meu cantor favorito. É de fato um álbum inspirador. E música favorita... Não consigo lembrar o nome, mas é do The Libertines, banda gosto desde jovem. Veja Mais

Família pede estátua de Ziraldo ao lado de Carlos Drummond de Andrade, um de seus melhores amigos

G1 Pop & Arte Cartunista e desenhista morreu aos 91 anos, na tarde deste sábado (6), em casa, de causas naturais. Os dois artistas eram mineiros e o desenhista chegou a ilustrar obras do poeta. Antônio, Fabrizia e Daniela, filhos de Ziraldo Suelen Bastos/ g1 A família de Ziraldo, que morreu no sábado (6), sonha com uma homenagem que una dois mineiros gigantes da cultura brasileira: Ziraldo e Carlos Drummond de Andrade. Durante o velório do escritor e desenhista, a filha Fabrizia Pinto destacou a amizade dos dois. “Há muitos anos, eu sonho que meu pai tenha uma estátua no Rio de Janeiro como a do Drummond. Eu gostaria muito que ele ficasse sentadinho do lado dele. Porque eles se amavam. Eram muito amigos, foram muito amigos”, disse Fabrizia. A estátua de Carlos Drummond de Andrade, na Avenida Atlântica, na orla da Praia de Copacabana, é um dos pontos mais procurados para fotos por turistas na capital fluminense, que celebram a obra do poeta. Ele e Ziraldo eram muito amigos. O desenhista, que morreu no sábado (6), ilustrou obras de Drummond. Estátua de Carlos Drummond de Andrade na orla de Copacabana Divulgação/Seconserva O prefeito do Rio, Eduardo Paes, definiu Ziraldo como “um mineiro que mudou o Rio” e disse que ele terá todas as homenagens possíveis. “Ziraldo é um mineiro que marcou a história do Rio de Janeiro e construiu um legado, de educador, de homem da cultura e de pessoa interessante que era. Uma vida bem vivida”, afirmou o prefeito. O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, também confirmou que homenagens estão sendo preparadas. A família também planeja um centro cultural que reúna o trabalho de tantos anos retratando o país. “Ele foi um homem que criou por mais de 70 anos pelo Brasil. A gente tem na nossa casa, que era o estúdio dele, mais de mil desenhos do Ziraldo. E queremos que as pessoas vejam isso. Temos um instituto do Ziraldo, para cuidar da obra dele, mas queremos fazer um centro cultural, onde as pessoas possam passear e ver o trabalho dele”, disse Antônio Pinto, filho do artista. O escritor e cartunista Ziraldo MÁRCIA ZOET/ESTADÃO CONTEÚDO Ele conta que a influência de Ziraldo foi tão importante que quase todos da família se tornaram artistas. “Eu tive muita sorte, pois a minha infância era cercada por ele. O estúdio dele era em casa. Eu digo que tive acesso a internet antes dela existir. Passavam por lá artistas do mundo inteiro, caricaturistas, escritores e músicos. Eu tive um privilégio maravilhoso”, destacou. Corpo de Ziraldo é velado no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Suelen Bastos/ g1 Durante o velório, outra filha artista, a cineasta Daniela Thomas, ressaltou que a obra do pai atravessou gerações. "Meu pai é uma pessoa cuja obra tem uma grande conexão com as pessoas. Naquelas filas enormes das bienais vinham o avô, o filho e o neto e, às vezes, o bisneto. Todos com um livro esmagado, lido, usado. E isso é lindo", destacou Daniela. Ziraldo morreu aos 91 anos em casa, dormindo, de causas naturais. Amigos como o jornalista e escritor Zuenir Ventura fizeram questão de ir até o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro para prestar as últimas homenagens ao artista. Fabrizia Pinto destacou a importância do desenhista na luta contra a ditadura militar. "Ele é uma das pessoas que salvou o Brasil da ditadura. Ele ficou no Brasil para lutar com a pena. Com papel, com ideias pequenas e pérolas. Uma pessoa como essa não vai embora", disse a sobrinha. Velório do escritor e desenhista Ziraldo no Museu de Arte Moderna Milton Oliveira/ GloboNews Criador de personagens como “O Menino Maluquinho” e a “Turma do Pererê”, Ziraldo também foi um dos fundadores do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil. FOTOS: veja imagens de Ziraldo VÍDEOS: Relembre momentos da carreira de Ziraldo Veja a repercussão da morte de Ziraldo Pai de personagens inesquecíveis, Ziraldo publicou 1º desenho aos 6 anos Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga (MG), onde passou a infância. Mais velho de uma família com sete irmãos, foi batizado a partir da combinação do nome da mãe (Zizinha) com o nome do pai (Geraldo). Leitor assíduo desde a infância, teve seu primeiro desenho publicado quando tinha apenas seis anos de idade, em 1939, no jornal “A Folha de Minas”. Veja a seguir fotos da carreira de Ziraldo: FOTOS: veja imagens de Ziraldo Iniciou a carreira nos anos 1950, na revista “Era uma vez...”. Em 1954, passou a fazer uma página de humor no mesmo “A Folha de Minas” em que havia estreado. Em 1957, formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No mesmo ano, entrou para o time das revistas “A Cigarra” e, depois, “O Cruzeiro”. Em 1958, casou-se com Vilma Gontijo, sua namorada havia sete anos. Tiveram três filhos, Daniela, Fabrizia e Antônio. Já na década seguinte, destacou-se por trabalhar também no “Jornal do Brasil”. Assim como em “O Cruzeiro”, publicou charges políticas e cartuns. São dessa época os personagens Jeremias, o Bom, Supermãe e Mineirinho. Nelson Motta dedica a coluna a Ziraldo, autor de "O Menino Maluquinho" No período, pôde enfim realizar um “sonho infantil”. Ele se tornou autor de histórias em quadrinhos e publicou a primeira revista brasileira do gênero com um só autor, sobre a “Turma do Pererê”. 'O Menino Maluquinho': filme da obra de Ziraldo está no Globoplay Os personagens eram um pequeno índio e vários animais que formam o universo folclórico brasileiro, como a onça, o jabuti, o tatu, o coelho e a coruja. A revista deixou de ser publicada em 1964, a partir do início do regime militar. Cinco anos mais tarde, Ziraldo fundou, com outros humoristas, “O Pasquim”. Com textos ácidos, ilustrações debochadas e personagens inesquecíveis, como o Graúna, os Fradins ou o Ubaldo, o semanário entrou na luta pela democracia. Ziraldo Divulgação Ao mesmo tempo que combatiam a censura, Millôr, Henfil, Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ivan Lessa, Sérgio Augusto e Paulo Francis, dentre outros colaboradores do jornal, sofriam com ela. Um dia depois do AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, Ziraldo foi detido em casa e levado para o Forte de Copacabana. Em 1969, publicou seu primeiro livro infantil, “FLICTS”. Em 1979, passou a se dedicar à literatura para crianças. Seu maior sucesso, “O Menino Maluquinho”, saiu em 1980. É considerado um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro em todos os tempos. O mural gigante Última Ceia, pintado em 1967 por Ziraldo, que estava encoberto na antiga casa de show Canecão, será restaurado pela UFRJ e aberto à visitação pública a partir de abril Fernando Frazão/Agência Brasil Veja Mais

Mauricio de Sousa homenageia Ziraldo: 'Perdi um irmão. Das letras, dos traços e da vida!'

G1 Pop & Arte Criador da Turma da Mônica fez uma homenagem ao cartunista, que morreu neste sábado (6). Mauricio de Sousa homenageia Ziraldo: 'Perdi um irmão. Das letras, dos traços e da vida!' Reprodução O desenhista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, publicou em suas redes sociais uma homenagem ao cartunista Ziraldo, que morreu neste sábado (6). Maurício fez uma ilustração mostrando os dois juntos, ao lado de pranchetas e de suas principais criações. Também publicou uma foto ao lado de Ziraldo. "Que tristeza! Não tenho palavras. Perdi mais que um grande amigo. Perdi um irmão. Das letras, dos traços e da vida! Mas ele estará sempre em meu coração. E nos corações de milhões de brasileiros maluquinhos de todas as idades, que seguirão apaixonados por sua obra. Viva, Ziraldo!" Initial plugin text Ziraldo morreu dormindo, quando estava em casa, em um apartamento no bairro da Lagoa, na Zona Sul do Rio, por volta das 15h. Veja Mais

Menino Maluquinho: livro mais famoso de Ziraldo traça 'infância ideal' e teve versões em série, filmes e ópera

G1 Pop & Arte Obra mais famosa de Ziraldo foi lançada no dia de seu aniversário, virou um fenômeno editorial e teve mais de 129 edições em dez países. Ziraldo Foto: divulgação "Nunca repeti o sucesso de O Menino Maluquinho", afirmava Ziraldo quando falava sobre seu personagem mais famoso. O livro com a história de um garoto traquinas que se metia em aventuras de uma infância feliz não foi o primeiro livro do multiartista, mas foi o mais marcante da carreira de Ziraldo e um fenômeno editorial. A história foi publicada justamente no dia de seu 48° aniversário: 24 de outubro de 1980. Uma justa homenagem ao autor que buscou em suas próprias vivências de criança uma forma de mostrar as várias facetas de um menino "que sabia de tudo, só não sabia ficar quieto". Ziraldo contava em entrevistas que teve a ideia da história do menino “que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés” enquanto fazia a barba, conversando consigo mesmo. Desde sua primeira publicação, teve 129 edições, foi publicado em mais de 10 países, vendeu mais de 4 milhões de exemplares e foi adaptado na TV, no cinema, homenageado na Sapucaí e virou até ópera. Capa de O Menino Maluquinho Divulgação/Melhoramentos A história original No livro no qual o personagem é apresentado, o autor traça o perfil de um garoto de idade indefinida, que era "o menorzinho" da turma com a qual andava. O personagem enfrentava aquilo que a maioria das crianças e pré-adolescente encara ao longo do seu desenvolvimento: escola, problemas com notas, separação dos pais, brincadeiras como pipa e futebol, e namoradas. Página da obra "O Menino Maluquinho", de Ziraldo. Curiosamente, o personagem só aparece com a tradicional panela na cabeça na capa do livro. Reprodução "O menino maluquinho tinha dez namoradas!", conta o narrador. Mas ao longo das páginas que mostram como o garoto levava a vida, o autor também lembra que o personagem tinha seus momentos de tristeza, quando ficava sozinho no quarto brincando sozinho, desenhando e imaginando foguetes, "mapas e terras perdidas". "E era montado num foguete desses que ele saía do quarto a voar outra vez pela mesa da sala pelas grades da varanda pelas cercas do quintal. E todo mundo ficava alegre de novo ao ver de volta a alegria da rua!", conta. Mas, como Ziraldo conta no livro, o menino não conseguiu segurar o tempo e cresceu. "Virou o cara mais legal do mundo!". E é neste desfecho do livro em que o autor acaba "negando" o próprio apelido que tinha dado ao personagem. "E foi aí que todo mundo descobriu que ele não tinha sido um menino maluquinho, ele tinha sido era um menino feliz!", finaliza o escritor. Morre Ziraldo, criador de 'O Menino Maluquinho', aos 91 anos Ziraldo foi ‘pai’ do Menino Maluquinho, fundou jornal ‘O Pasquim’ e publicou primeiro desenho aos seis anos FOTOS: veja imagens de Ziraldo VÍDEOS: Relembre momentos da carreira de Ziraldo Veja a repercussão da morte de Ziraldo Das telas aos palcos A primeira adaptação da história do Maluquinho foi feita em uma revista em quadrinhos, que circulou entre 1989 e 2007, pelas editoras Abril e Globo. Em 1995, chegou às telas de cinema em ‘Menino Maluquinho, O Filme’, de Helvécio Ratton. Sua continuação, 'Menino Maluquinho 2 – A Aventura', chegou às telonas dois anos depois, dirigido por Fernando Meirelles. À esquerda, Helvécio Ratton na época das filmagens de Menino Maluquinho, ao lado de Samuel Costa; à direita, em foto atual. Estevam Avellar (esquerda) e Bianca Aun (direita) Ainda em 1997, o menino com a panela na cabeça chegou à Sapucaí: a Unidos do Porto da Pedra homenageou o personagem com o desfile ‘No Reino da Folia, cada louco com a sua mania’. Cena do filme "Menino Maluquinho", lançado em julho de 1995. Divulgação Em 2006, a série de TV "Um Menino Muito Maluquinho", com direção de Cao Hamburger e Anna Muylaert foi lançada com 26 episódios. A série foi a ar em canais de TV aberta e fechada. Outras duas séries, estas de desenhos animados baseados na obra mais famosa de Ziraldo, foram lançadas em 2014 e 2022 em plataformas de streaming. Além de inúmeras adaptações para os palcos, em 2015, para comemorar os 35 anos do personagem, o Menino Maluquinho foi tema de uma ópera, composta por Ernani Aguiar, que ao Teatro Municipal do Rio. Há quatro anos, para comemorar o 40° aniversário do livro, foi lançada uma edição comemorativa, com textos e fotos inéditas do autor. Ziraldo foi entrevistado na última edição do 'Programa do Jô' Veja Mais

Titãs grava álbum audiovisual acústico com Ney Matogrosso, Lenine, Preta Gil, Vitor Kley e Major RD como convidados

G1 Pop & Arte A banda Titãs posa com Vitor Kley (o segundo, da esquerda para a direita) na gravação de álbum Tony Santos / Reprodução Instagram Titãs ? Mal encerrou a consagradora turnê do show Titãs Encontro, com apresentação que agitou em 23 de março o festival Lollapalooza 2024, o grupo Titãs deu o ponto de partida em novo projeto. Novamente reduzido a um trio formado pelos remanescentes Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto, o grupo paulistano gravou álbum audiovisual acústico, em estúdio de São Paulo (SP), nesta primeira semana de abril. Para a gravação, o trio convidou nomes como Lenine, Major RD, Ney Matogrosso, Preta Gil e Vitor Kley. Trata-se do quarto projeto acústico da discografia da banda, que já lançou os álbuns Acústico MTV (1997), Volume dois (1998) e Titãs – Trio acústico (2020). Sérgio Britto (à esquerda) e Lenine em momento de descontração na gravação do disco Tony Santos / Reprodução Instagram Titãs O rapper carioca Major RD posa com os Titãs no estúdio de gravação do disco do trio Tony Santos / Reprodução Instagram Titãs Titãs com o cantor Ney Matogrosso (de calça azul) na gravação do álbum Reprodução Instagram Titãs Veja Mais

Bia nega que tenha criado personagem no 'BBB 24' e explica maquiagem borrada: 'Sou assim'

G1 Pop & Arte Participante foi ao 'Mais Você' na manhã desta sexta-feira (12). Ela foi eliminada com 82,61% dos votos. Beatriz é a convidada do 'Mais Você' desta sexta-feira (12) Reprodução/Globoplay Beatriz foi a convidada do "Mais Você" na manhã desta sexta-feira (12). Ela foi eliminada da casa do "BBB 24" na noite de quinta-feira (11), com 82,61% dos votos. Bia disputou a permanência com Davi e Isabelle. "Todo paredão a gente acha que vai sair", afirmou durante o programa. "Estava com muita esperança. Todo mundo brilha, todo mundo tem seu momento. Estou em choque, com as pessoas, desde os memes e tudo." Durante a conversa com Ana Maria Braga, ela falou sobre a sua maquiagem, as reclamações sobre seu comportamento expansivo e ainda levou bronca da apresentadora por fazer roupas feitas com cascas de frutas. Beatriz participa do 'Mais Você' nesta sexta-feira Reprodução/Globoplay Maquiagem Ana Maria questionou a ex-participante sobre a sua maquiagem dentro da casa, ao mostrar as fotos de trabalhos que ela fez como modelo. A apresentadora comentou que gerou brincadeiras com isso. À esquerda, Bia logo após a eliminação do 'BBB24'. À direita, Bia durante café da manhã com Ana Maria Braga Reprodução/TV Globo "Essas fotos [de trabalhos como modelo], eu tinha maquiadores que faziam em mim", disse. "Eu não sou boa de maquiagem. Eu passava base e a Alane falava 'amiga'.... Aí eu sei só passar uma base, o blush e uma sombrinha", disse. "É o jeito que eu sou." Reclamações O jeito mais expansivo de Bia virou discussão no Sincerão. Ela era criticada pelos outros participantes de querer chamar atenção, entrar na frente das pessoas e até tentar pegar nos artistas convidados. "Achei engraçado me perguntarem se é um personagem, porque eu sou assim. Eu tenho uma alegria dentro de mim. Eu gosto de brincar, pular, gritar, desde criança." Beatriz comenta seu jeito expansivo dentro da casa Reprodução/Globoplay "Com 6 anos, minha mãe me levou no médico porque achou que eu não era normal. Minha mãe não achava que eu era normal. O médico disse que era normal, só que eu nasci para brilhar", disse. Durante a conversa, foi exibida uma cena do show de Xande de Pilares, em que a Bia ficou quase em cima do palco, apesar dos alertas dos outros participantes que ela não poderia estar ali. "A gente estar no 'Big Brother', a gente ultrapassa o normal, e quando a gente vê um ídolo seu na sua frente, é muito forte, eu sai de mim." Ela contou que levou bronca da direção. "Mas eu fui tão feliz, eu me entreguei. Uma hora a gente vai partir dessa vida. Tem que viver. O mundo já é triste demais." Looks com cascas de frutas No "BBB", Bia começou a "pagar" promessas fazendo roupas com cascas de frutas. Na primeira, ela usou laranjas e foi alertada por Tadeu de que poderia causar danos à pele. Já na segunda vez, com bananas, ela acabou fazendo toda casa sofrer uma punição. Na ocasião, os participantes foram para o 'Tá com nada', com restrição de alimentos. "Eu não sabia que era cítrica", disse. Ana Maria ainda tentou dissuadir a participante a não fazer sua próxima fantasia, com jaca. "É que isso viralizou aqui fora. Eu fiquei tão feliz, uma criança fez um biquíni de casca de laranja", disse Bia. Beatriz leva bronca de Ana Maria por roupas feitas de casca de frutas Reprodução/Globoplay "Mas olha o perigo", disse Ana Maria. "Você viralizou com uma coisa que pode fazer mal para algumas pessoas. Tem que pensar um pouco antes de fazer um vídeo para viralizar." Amizade fora da casa Questionada sobre quem não teria sua amizade fora da casa, Bia citou Fernanda e Pitel, por não ter proximidade com elas. "Mas a vida vai dizer. Perda de seguidores Dentro da casa, Bia e Alane criticaram Isa e Matteus ficarem juntos na reta final do programa. O comentário de Bia fez ela perder seguidores. "Foi um surto que eu e a Alane tivemos. Do nada a gente começou a pensar, e depois, no dia seguinte, a gente já estava comemorando, dizendo para beijar mesmo. Foi um surto." Beatriz eliminada do 'BBB 24' Reprodução O programa relembrou também quando Davi a classificou como egoísta, o que gerou uma discussão entre os dois participantes. Em uma das discussões, Bia ainda pegou um cacho de bananas e colocou na cabeça. "Fiquei magoada por ele ter me chamado de egoísta e que eu não sabia quem eu era. Nesta reta fina, você fica numa panela pressão, é muita ansiedade", disse. "Eu fiquei magoada com ele, eu gosto muito dele." Ela diz que com o fim do programa, ela se enxerga mais madura e garante que vai voltar para o Brás. "Errei muito, aprendi muito, porque a gente é ser humano. Quero aproveitar tudo o que a vida tem a me oferecer." Veja Mais

Quem é DJ MAZ, único brasileiro além de Ludmilla a tocar no Coachella 2024

G1 Pop & Arte Dono do remix de 'Banho de Folhas', músico faz afro house que une batidas eletrônicas com percussões de gêneros como baião, samba e MPB. DJ Maz Fabrizio Pepe Ludmilla e DJ Maz são os únicos artistas brasileiros do lineup do Coachella 2024, que acontecerá entre os dias 12 e 21 de abril, na Califórnia, nos Estados Unidos. Mas se a pagodeira dispensa apresentações ao público nacional, o mesmo não pode ser dito do produtor. A música do carioca tem mais apelo no público estrangeiro do que no regional. "Os gringos estão amando ouvir essa pegada", diz ele ao g1, em referência a seu afro house que une batidas eletrônicas com percussões de gêneros como baião, samba e MPB. DJ Maz Fabrizio Pepe Pista abrasileirada O DJ é dono da versão suingada de "Banho de Folhas", de Luedji Luna. A canção é seu maior hit e foi um divisor de águas na carreira. "Antes, eu tinha preconceito com músicas eletrônicas que têm vocal em português. Nunca tinha visto algo que realmente fizesse sentido. Pensava que uma coisa não era feita para outra", disse o artista. Até então, ele apostava em músicas de pista com nenhum ou pouco vocal — em inglês. Casos de suas "Twin Fin", "Higher" e "Stomboli". Estética da qual se descolou em 2022, ano em que lançou o remix de "Banho de Folhas". DJ Maz Divulgação A composição, explicou ele, surgiu a partir de seu interesse da época em emplacar um hit que furasse a bolha eletrônica. Por isso, quis investir numa música brasileira que fosse "conhecida, mas não tanto". E a identificação com "Banho de Folhas" foi instantânea. “Nosso país é muito rico culturalmente e tem muito a ser explorado. Naquele período, eu ainda não sabia como fazer isso. Mas com ‘Banho de Folhas’ destravei esse tipo de produção. Hoje, é um dos estilos de som que mais gosto de fazer. Misturar não só vocais em português, mas também percussões que são características da nossa música.” No remix, o DJ acrescenta à faixa batidas de samba do músico Sergio Mendes — sample que, ao contrário de Luedji, não é creditado. "Me desculpa, Sergio. E obrigado pela sua arte", disse Maz, rindo. Para surpresa do DJ, o remix bombou primeiro na Europa — pouco após ser lançada, no fim de abril. No Brasil, foi colar mesmo no fim daquele ano, e até hoje é famosa em setlists festivas do país. "Na primeira vez que toquei essa música no Brasil, metade da pista ficou 'que salada é essa?', 'que Frankstein é esse?'. A outra metade achou absurdo de bom." Baião eletrônico Desde então, Maz se volta a sons regionais. Em "Todo Homem", o músico resgata o vocal hiperagudo de Zeca Veloso da faixa homônima (cuja versão original é um dos maiores sucessos do disco "Ofertório") e insere ali uma roupagem eletrônica, de batidas lentas e melódicas. Já "Baião Destemperado", que tem sons do grupo Barbatuques, traz uma percussão mais evidente e mais acelerada, cheia de alegria. No início deste ano, o DJ lançou "Brisa", parceria com Antdot e Jéssica Gaspar. Canção que vai da MPB à EDM. Festivais pelo mundo Dez anos atrás, Maz era apenas Thomaz, estava no mercado publicitário e havia acabado de falir sua antiga startup. Foi durante uma ida ao festival Universo Paralelo que ele, então, decidiu mudar de carreira. E migrou para a música. O DJ começou a ganhar destaque no início desta década. E de lá para cá, se apresentou em festivais como Tomorrowland Brasil, Rock in Rio e Lollapalooza. Veja Mais

'Motel Destino', de Karim Aïnouz, é selecionado para a competição pela Palma de Ouro do Festival de Cannes

G1 Pop & Arte Na disputa ao prêmio também estão nomes como Francis Ford Coppola e Yórgos Lánthimos. Festival acontece entre os dias 14 e 25 de maio. Cena de 'Motel Destino', indicado em Cannes Divulgação "Motel Destino", longa-metragem do diretor brasileiro Karim Aïnouz, foi selecionado para competição pelo principal prêmio do Festival de Cannes, a Palma de Ouro. O evento acontece entre os dias 14 e 25 de maio. O filme, um thriller erótico, marca a sexta passagem do diretor no festival. No ano passado, ele também foi indicado ao principal prêmio com "Fireband". Desta vez, Aïnouz concorre com nomes como Francis Ford Coppola, com "Megalopolis", e Yórgos Lánthimos, com "Kinds of Kindness". LEIA MAIS ENTREVISTA Karim Ainöuz busca raízes em 'Marinheiro das Montanhas': 'tinha uma intuição que tinha algo muito bonito a se descobrir ali' "É sempre muito emocionante ter um filme selecionado para o Festival de Cannes. Embora seja a minha sexta vez aqui, parece a primeira", afirmou o diretor. Karim Aïnouz durante filmagens de 'Motel Destino', indicado ao principal prêmio em Cannes Maria Lobo/Divulgação "Foi lá que estreei com 'Madame Satã', há mais de 20 anos, exibi na Quinzena dos Realizadores 'Abismo Prateado' e fui premiado com 'A Vida Invisível' na mostra Un Certain Regard. Foi no festival que dividi com o grande público 'Marinheiro das Montanhas', um filme tão pessoal sobre a história dos meus pais, e também 'Firebrand'." "Motel Destino" foi rodado inteiramente no Ceará. O estabelecimento na estrada do litoral do estado é o pano de fundo da história do jovem Heraldo, que chega em uma noite e transforma o cotidiano do local. No elenco estão os protagonistas Iago Xavier e Nataly Rocha, e Fábio Assunção. O filme é uma produção da Cinema Inflamável e Gullane, coproduzido internacionalmente pela francesa Maneki Films e pela alemã The Match Factory, em associação com Brouhaha Entertainment e Written Rock Films (UK). O filme também é coproduzido por Globo Filmes, Telecine e Canal Brasil e conta com o patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará. Veja Mais

Iza está grávida de seu primeiro filho

G1 Pop & Arte Informação foi confirmada pela assessoria da cantora, que deve se pronunciar a respeito na sexta-feira (12). Iza se apresenta no The Town 2023 Luiz Gabriel Franco/g1 Iza está grávida de seu primeiro filho. A informação foi divulgada pelo jornalista Leo Dias e confirmada pela assessoria da cantora nesta quarta-feira (10). "A assessoria confirma que a Iza está grávida, mas não temos mais nenhuma informação. Na sexta-feira (12), ela vai se pronunciar nas redes dela", afirmou a assessoria ao g1. Com show marcado como atração principal do Palco Sunset no Rock in Rio 2024, ela namora com o jogador de futebol Yuri Lima, com quem assumiu o relacionamento em fevereiro de 2023. Romances entre famosos que começaram no Instagram Veja Mais

Banda Uó fala sobre turnê de reencontro: 'Sentimos que essa história merecia ser revivida'

G1 Pop & Arte Mateus Carrilho, Mel Gonçalves e Davi Sabbag participaram ao vivo do g1 Ouviu e falaram sobre shows, processo criativo e relembraram início da carreira. Banda Uó fala sobre dificuldades no início da carreira, em Goiânia, um reduto sertanejo Mateus Carrilho, Mel Gonçalves e Davi Sabbag, da Banda Uó, participaram ao vivo do g1 Ouviu, o podcast e videocast de música do g1, nesta quarta-feira (10). O trio, que anunciou o recesso em 2018, falou sobre a turnê de reencontro, divulgada no início deste ano. Mateus Carrilho começou a entrevista dizendo que os fãs pediam o retorno da banda logo no primeiro ano do anúncio do término. O cantor disse que no início eles se recusaram, para que cada um pudesse fazer seu trabalho em sua cena musica. "Sentimos do fundo do coração que essa história merecia ser revivida", afirmou. Banda Uó posa para fotos antes de entrevista no programa g1 Ouviu, em São Paulo Fábio Tito/g1 O cantor também respondeu se a turnê é só comemorativa ou se a Banda Uó retornou de vez: "Primeiro estamos experimentando esse show. Estamos focados nesse show, vamos reviver isso de novo. E depois, quem sabe, se tocar no nosso coração...". "Tem muita coisa pra rolar", completou Davi Sabbag. O cantor adiantou que o show está "muito coerente" com a história do grupo. "Parte do brega, mais pop, e tem a fritação. Não pode deixar de ter." Ele ainda explicou que a turnê tem homenagens subjetivas ao passado da banda, aos fãs e a lugares que eles já cantaram. Início da banda Mel Gonçalves fala sobre importância de ‘início descomprometido’ da Banda Uó Mateus relembrou como foi o início da banda Uó: "Foi um tropeço", brincou. "Foi uma potência de três pessoas com talentos únicos, distintos, e que tinham faro pras coisas acontecerem", completou Davi. "Tinha uma festa que se chamava Uó, que era essa miscelânea. Aí numa delas, a gente criou a Banda Uó pra divulgar a festa. Foi uma sacada que veio do nada. A gente fez tipo um videoclipe, os três fingindo que eram um grupo", explicou Mateus. Mateus e Davi comentaram, também, que a terceira pessoa (que hoje é a Mel) "era só uma bailarina que meteu o pé, não era o sonho dela". "Depois fomos atrás de uma nova vocalista. A Mel, em Goiânia, participava de todas as nossas loucuras". Eles contaram que, no início do grupo, eles ouviram várias vezes que não eram uma banda pop. "As pessoas não faziam essa leitura". Ainda sobre o começo, Mel Gonçalves destacou a importância de um "início descomprometido" da Banda Uó: "Para o crescimento, foi muito importante passar por essa liberdade extrema pra ver o que a gente gosta e faz pra alcançar as pessoas." Relação com sertanejo Banda Uó fala sobre relação da banda com o sertanejo Formado em Goiânia, o trio falou sobre a relação com o sertanejo e como foi fazer parte da cena lado B da região. "Para além do sertanejo, tinha esses grupos de brega, forró, todos gravavam DVDs lá. A Joelma... A Banda Uó nasce nesse lugar independente, mas as referencias sempre estiveram muito na nossa cara", pontuou Mateus. Eles ainda falaram sobre as dificuldades no início da carreira, dentro do reduto sertanejo. "Dificuldades iniciais foram várias. Mas acredito que tudo foi um processo e que a gente se deu muito bem nessa caminhada", afirmou Mel. "Sempre fomos bem recebidos por todos os nichos. Roqueiro, heterosão, não tinha muito essa divisão. Acredito que a mídia embarreirava mais a gente dos que os consumidores. Não é porque a gente é LGBTQIAPN+, que quer dizer que nosso som é somente LGBTQIAPN+. A música tem esse poder de ir além do próprio artista", pontuou a cantora. Processo de composição A banda ainda falou sobre suas várias versões e sobre o processo de composição de músicas mais voltadas para o humor. "Não é porque é de humor que é bagaceira. Não é fácil fazer o que a gente faz", diz Mel. Ao falar sobre o processo criativo da banda, Davi diz que acha "mais difícil fazer humor bem feito do que um drama.Conseguir sacada legal, fazer aquele divertido dinâmico...". Banda Uó posa para fotos antes de entrevista no programa g1 Ouviu, em São Paulo Fábio Tito/g1 Banda Uó Fabio Tito/g1 Veja Mais

Eliminado do 'BBB 24', Lucas Buda fala sobre separação de Camila e flerte com Pitel: 'Fiquei muito mal'

G1 Pop & Arte Após deixar a casa em Paredão com Alane e Isabelle, participante descobriu que a ex-esposa Camila Moura havia anunciado separação. Lucas Buda Reprodução Eliminado do "BBB24", Lucas Buda esteve no "Mais Você" nesta quarta (10) para comentar sua participação no reality. O professor de educação física saiu da casa com 64,69% dos votos, em disputa com Alane e Isabelle. Imediatamente após a eliminação, Lucas ficou sabendo que a ex-esposa Camila Moura havia pedido o divórcio. O relacionamento chegou ao fim por conta das interações entre Buda e Pitel dentro do reality. Durante o quadro 'Café com o eliminado', o participante disse que o sentimento que nutria por Pitel era "de amizade", mas que não imaginava a reação de Camila fora da casa. "Não imaginava, mas acho que só ela sabe o que ela sentiu e como sentiu. Não cabe a mim julgar. Ela tem que sentir da forma que deve, mas acho que a gente vai conversar depois para tentar se acertar de alguma forma." "A gente lá não tem noção do que acontece aqui fora. Isso passa muito pela nossa cabeça. Você tenta se apegar a alguma porque no final das contas você não vai ter informação de nada e você só vai resolver quando sair" Camila conquistou mais de 3 milhões de seguidores nas redes sociais. Ao longo do reality, fez vários desabafos e publicações sobre o fim do relacionamento. Em um vídeo, rebateu um amigo do ex-BBB que a chamou de "livramento" e chegou a dizer que Buda "perdeu o amor da vida dele" "Acho que ela tem que fazer o que acha que deve. Ela É uma mulher adulta, tem muita inteligência, muita capacidade, muito conteúdo para apresentar. Sinto que a gente podia conversar, mas faz pare. Também preciso desse tempo para assimilar as informações." Lucas também comentou como se sentiu quando não recebeu o vídeo da ex-esposa no almoço do Anjo. "Me baqueou muito porque fazia muito tempo que não via minha família. Fiquei muito mal por aquilo. Teve muitos momentos em que pensei em desistir do game, mas desistir nunca foi uma opção pra quem vem de onde eu venho." O ex-BBB também disse a Ana Maria que esperava ser eliminado do programa. "Já tinha visto meus amigos todos eliminados um de cada vez. A sensação é de que eu seria o próximo." PITEL NO MAIS VOCÊ: 'Não cabe a mim essa situação entre eles dois' Flerte com Pitel Pitel e Lucas conversam na casa do 'BBB 24' Reprodução/Globoplay Durante uma festa, no início de março, Lucas disse para Pitel que a participante o havia "bagunçado". "Vou dizer só uma coisa: baiana, você me bagunçou, pirei em sua cor...", cantando a música "Baiana", de Emicida. Em seguida, Pitel pediu para o participante parar. "Real! Acabar aqui essa conversa. Morreu aqui, nem deveria ter nascido", disse Lucas. O participante disse, no entanto, que não tinha intenção de transformar a conversa em um romance dentro da casa. "Não ia sair beijo. Tinha um carinho de amizade com a Pitel muito grande. A gente construi essa relação por coisas que a gente viveu junto, assuntos que a gente tinha em comum, mas sempre tentei manter o respeito em relação contato com ela, tanto que a nossa relação começa por estratégia de jogo." "Eu entrei muito com a visão de jogar o BBB [...] Quando você conhece lá dentro pessoas que vão se conectar com você facilita. Foi assim com a Pitel, foi assim com a Leidy, foi assim com a Yasmin." Segundo o ex-BBB, a participação no reality trouxe "sentimentos muito confusos" "Nesse momento a gente tava com mais de 70 dias de jogo, aí você sente muita falta de várias coisas que você achava que nunca ia sentir falta. Bate muito sentimentos confusos e as coisas parecem maiores do que elas realmente são, mas nunca houve uma possibilidade de passar do que aconteceu." Divórcio litigioso Camila Moura anunciou na semana passada que conseguiu o divórcio litigioso. O processo está em segredo de Justiça, mas a advogada Adélia Soares confirmou a informação ao g1. Em entrevista ao Mais Você, o advogado Lucas Kignel disse Camila e Buda não precisariam dividir ganhos recentes. "O que rompe a relação de um casal e a decretação de um divórcio pelo juiz. Todavia há um período anterior que há a separação de fato, ou eventualmente a separação de corpos", explicou o advogado, que é especializado em Direito de Família. "Nesse período, cessam as questões de condomínio entre as parte patrimoniais[...] Por essa razão os eventuais ganhos que ela possa ter tido nesse período ela poderá pedir que fiquem apenas para ela, mas é um tema para se decidido pelo juiz." Veja Mais

Pacífico Mascarenhas, compositor e músico que foi das serenatas juvenis à bossa mineira, morre aos 88 anos

G1 Pop & Arte Nascido em Belo Horizonte e tido como ‘padrinho artístico’ de Milton Nascimento, artista foi pioneiro ao bancar em 1958 a produção do primeiro disco independente do mercado fonográfico brasileiro. Pacífico Mascarenhas (1935 – 2024), músico e compositor mineiro que morreu aos 88 abos na manhã de hoje, 9 de abril, em Belo Horizonte (MG) Reprodução / TV Globo ? OBITUÁRIO – A bossa nova nasceu oficialmente na cidade do Rio de Janeiro (RJ), mas parte expressiva da gestação aconteceu em Diamantina (MG), cidade mineira onde João Gilberto (1931 – 2019) burilou a batida diferente do violão que faria a revolução em 1958. Compositor e músico nascido em Belo Horizonte (MG), Pacífico Mascarenhas (21 de maio de 1935 – 9 de abril de 2024) estava perto de João na gestação da bossa nova em Diamantina (MG) por volta de 1956. Por isso, o violonista e pianista vem sendo caracterizado como “o pai da bossa mineira” nos títulos de vários obituários do artista, cuja morte aos 88 anos – ocorrida na manhã de hoje, de causa não revelada pela família – joga luz sobre a trajetória artística deste violonista e pianista que, nos anos 1960, integrou o conjunto instrumental Sambacana, no qual Milton Nascimento e Wagner Tiso fizeram gravações seminais quando ainda se enturmavam no Rio de Janeiro (RJ). Por isso, Pacífico costuma ser apontado como o “padrinho artístico” de Milton. Antes, em 1958, no mesmo ano em que a bossa nova de João Gilberto causou sensação, Pacífico Mascarenhas também fez história na música brasileira ao lançar o primeiro disco independente do mercado fonográfico nacional, Um passeio musical, editado em LP e, após 53 anos, reeditado em CD pelo selo Discobertas. Pacífico Mascarenhas bancou por própria conta e risco a produção e a gravação desse álbum em que o grupo denominado Paulinho e seu Conjunto apresentou 14 músicas compostas por Pacífico. Gravado no estúdio da Companhia Brasileira de Discos, no Rio de Janeiro (RJ), o disco Um passeio musical teve prensadas 880 cópias que tiveram circulação restrita a Belo Horizonte (MG). Foi, aliás, na cidade natal, que Pacífico debutou na música fazendo serenatas para as moças quando integrava a Turma da Savassi, grupo formado por rapazes que se encontravam em praça na região da Savassi, assim batizada com alusão ao nome de badalada padaria e confeitaria da capital mineira. Pacífico não somente fez parte da turma como compôs canções que, de certa forma, foram a trilha do grupo. Uma delas, Dia sorrindo na Savassi, integrou o repertório do álbum Belo Horizonte que eu gosto (2003), disco composto com inspiração na cidade natal e lançado há 21 anos pelo artista. Além do Conjunto Sambacana, Pacífico Mascarenhas teve músicas gravadas pelo pianista Luiz Eça (1936 – 1992), pelo grupo Os Catedráticos e pela cantora Isaura Garcia (1923 – 1993), entre outros nomes. Pacífico Mascarenhas será velado amanhã, 10 de abril, das 8h às 14h, em salão do Minas Tênis Clube, do qual foi sócio diretor por cerca de 30 anos. O enterro do corpo do artista está programado para as 15h no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte (MG), cidade à qual a bossa e a serenata de Pacífico Mascarenhas estarão para sempre associadas. Veja Mais

Paulinho da Viola adia gravação ao vivo no Rio por causa do show de Madonna

G1 Pop & Arte Artista muda data do registro audiovisual da turnê de 80 anos por entender que a apresentação da cantora gera mudanças na logística na cidade. ? Paulinho da Viola tinha agendado para 4 de maio, no Rio de Janeiro (RJ), a gravação ao vivo do show da turnê com o qual festeja 80 anos de vida. Ao saber da confirmação do show de Madonna na cidade, programado para a mesma data na Praia de Copacabana, o artista carioca decidiu a adiar o registro audiovisual do show. A gravação ao vivo passou para 25 de maio, mas o local permanece o mesmo, a casa Qualistage, onde o show Paulinho da Viola 80 anos estreou em 11 de novembro de 2022, véspera do 80º aniversário do cantor, compositor e músico nascido em 12 de novembro de 1942. “Quando agendamos o show de gravação do DVD da turnê Paulinho da Viola 80 anos, não poderíamos imaginar que um megaevento seria marcado posteriormente, para a mesma data, na cidade do Rio de Janeiro. O show da Madonna afetará toda a cidade – como o trânsito, transporte público, hotelaria e etc. Pensando no conforto do nosso público e em aspectos práticos para todos os envolvidos, decidimos adiar o show de gravação para o dia 25 de maio. Os ingressos já adquiridos permanecerão válidos para a nova data, sem necessidade de troca. Sabendo que muitos de vocês se programam com antecedência, agradecemos desde já a compreensão de que o adiamento se faz necessário”, justificou a Rabiola Produções Artísticas em comunicado postado nas redes sociais do artista nesta segunda-feira, 8 de abril, data em que também foi anunciado que o álbum resultante da gravação do show de Paulinho da Viola será posto no mercado através da gravadora Som Livre. Veja Mais

Giovanna fala sobre sua relação com MC Binn após romance no 'BBB24': 'Amizade vai prevalecer'

G1 Pop & Arte Nutricionista deixou a casa na noite deste domingo após enfrentar um paredão contra Alane e Davi. Giovanna no "Mais Você" após deixar o "BBB24" Reprodução/Globo Décima oitava eliminada do "BBB24", Giovanna participou do "Mais Você" e falou sobre sua participação no reality no quadro "Café com Eliminado". Giovanna deixou o jogo após receber 75,35% dos votos em um paredão contra Alane e Davi. A nutricionista começou a conversa falando sobre a lesão que sofreu no quinto metatarso do pé esquerdo logo no início do reality "Sei que outras pessoas já se lesionaram, mas não no início do jogo. Fui com muita sede ao pote. Mas não seria ‘Giovanna pezinho’ se isso não tivesse acontecido comigo. De qualquer forma, isso vai ficar pra sempre na minha historia." Ela ainda comentou que a lesão acabou a atrapalhando em algumas atitudes no jogo. "A fratura drenou minha energia. Tinha dias muito difíceis, tinha medo de sair antes da hora por causa da fratura. Dias difíceis, mas consegui, de alguma forma, me esquivar de alguns paredões. Tentei jogar o máximo possível", afirmou. Relação com MC Binn Giovanna também falou sobre sua relação com MC Binn (MC Bin Laden mudou seu nome artístico assim que deixou o programa). "O Binn é uma pessoa muito especial, gosto muito dele. A gente já conversou. A amizade vai prevalecer acima de qualquer coisa. Lá dentro ele foi muito importante pra mim", disse a sister. Ela ainda comentou a brincadeira de Ana Maria Braga comentando que o beijo do cantor parecia bom. "O que posso fazer, não posso negar. Se negar, vou estar mentindo. Foram bons momentos, né? Curti." "A gente foi até onde deu para ele. Ele achou melhor parar porque iria prejudicar o jogo dele, o meu", comentou. Leia mais: Mc Bin Laden altera nome artístico após saída do 'BBB24' Brigas com Davi Giovanna ainda explicou o momento em que retirou a louça da mesa, que havia sido colocada por Davi pouco antes, sem nem mesmo ninguém ter usado. Ao ser questionada por Ana sobre o motivo de ter feito isso, a sister disse: "Não vou saber ao certo, mas com certeza já tinham comido. Jamais desmontaria a mesa dele sem ninguém ter usado." "A galera, quando ia almoçar, pegava [os pratos] do armário. E o que ele já tinha montado ficava lá. Eu não demonstraria de propósito pra provocar ele. Não tenho idade pra isso", seguiu a nutricionista. Ela ainda comentou que Davi não falou com ela sobre sua insatisfação, então não pode se explicar sobre o assunto. Durante a conversa com Ana Maria, Giovanna ainda apontou Davi como "Vilão" do jogo, mas também como o jogador que deve sair "Campeão". "Não era [vilão] como pessoa, mas como se portou como jogador. As atitudes que ele tomou, eu não compactuava, me incomodava", analisou. Sobre o grande vencedor do reality, ela disse que queria que fosse Isabelle. Mas "vai ser o Davi. Vi que ele está com muita torcida. A gente já sabia. Ele não sai, batia em todos os paredões". Futuro Ana Maria quis saber o que Giovanna após a participação no programa, e a nutricionista afirmou: "Eu não consegui assimilar ainda o que tá acontecendo. Estou aberta a todas as oportunidades. Meu objetivo era ter oportunidades diferentes, que eu não teria se não fosse a participação nesse programa. Então com certeza eu vou dar chance pra viver muito coisa que eu achei que jamais viveria." Conheça todos os participantes do BBB 24 Veja Mais

'O Espigão' estreia no Globoplay; novela denunciou expansão imobiliária desenfreada

G1 Pop & Arte A trama gira entorno da construção de um grande empreendimento no bairro de Botafogo, na Zona Sul carioca. Milton Moraes em 'O Espigão', de 1974 Acervo Globo A novela "O Espigão" chega nesta segunda-feira (8) ao catálogo do Globoplay. Originalmente exibida em 1974, a obra foi escrita por Dias Gomes e dirigida por Régis Cardoso. A trama gira entorno da construção de um grande empreendimento no bairro de Botafogo, na Zona Sul carioca. MEMÓRIA GLOBO: 'O Espigão' O ponto de partida da história é a disputa entre o empresário Lauro Fontana (interpretado por Milton Moraes) e os irmãos Camará – Urânia (Wanda Lacerda), Tatá (Ary Fontoura), Tina (Susana Vieira) e Marcito (Carlos Eduardo Dolabella) –, que herdaram o terreno do pai. Wanda Lacerda, Carlos Eduardo Dolabella, Ary Fontoura e Susana Vieira em 'O Espigão', de 1974 Acervo Globo Marcito, o caçula, é o único a favor da venda da propriedade, local ideal para que Lauro construa o espigão, hotel mais moderno do mundo. O personagem Lauro, fascinado pelo projeto, não via empecilhos quando o assunto era a construção do espigão. Já os três irmãos Camará contrários à venda, apegados à memória do pai, mantinham a decisão de não entregarem o terreno. Betty Faria em 'O Espigão', de 1974 Acervo Globo Usando do humor, a novela denunciou a expansão imobiliária desenfreada. É a segunda novela mais antiga a ser disponibilizada no Globoplay, ficando atrás apenas de "O Bem-Amado" (1973), do mesmo autor. Susana Vieira ganhou o prêmio de Melhor Atriz pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), por seu trabalho na trama. Betty Faria também foi premiada pela performance na novela, na mesma categoria. Veja Mais

Helena Beltrão debuta em single com 'Sambinha bom' de Mallu Magalhães

G1 Pop & Arte ? Música de Mallu Magalhães que sobressaiu no repertório do terceiro álbum da artista, Pitanga (2011), Sambinha bom ganha regravação após 13 anos na voz de Helena Beltrão. Primeiro single de Beltrão, cantora de 25 anos nascida em São Paulo e residente em Nova York (EUA), Sambinha bom entrou em rotação na sexta-feira, 5 de abril, com cover motivado pela apresentação feita pela artista na graduação na Berklee College of Music, em Boston (EUA) onde a cantora se formou em 2021. Sambinha bom é música composta por Mallu Magalhães com inspiração na leveza da bossa nova que nasceu formalmente em 1958 na zona sul do Rio de Janeiro (RJ), cidade que tem imagem de cartão-postal exposta na capa do single de Beltrão, criada pela designer Fabiana Maksoud. A violoncelista Kely Pinheiro fez o arranjo da faixa e, além de ter tocado, também cantou um verso na gravação de Helena Beltrão, que também é atriz e se formará em Nova York (EUA), em junho deste ano de 2024, na American Musical and Dramatic Academy of Arts (AMDA), pela qual será graduada com certificado em teatro musical. Veja Mais

Corpo de Ziraldo será velado na Associação Brasileira de Imprensa

G1 Pop & Arte Cartunista e desenhista morreu aos 91 anos, na tarde deste sábado (6), em casa, de causas naturais. Velório está marcado para as 10h deste domingo (7). Sepultamento será à tarde. Ziraldo morre aos 91 anos O corpo do desenhista e escritor Ziraldo será velado às 10h deste domingo (7) na Associação Brasileira de Imprensa, no Centro do Rio. O sepultamento está marcado para as 16h30, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. Criador de personagens como os de “O Menino Maluquinho” e “Turma do Pererê”, Ziraldo morreu aos 91 anos em casa, dormindo, de causas naturais. A informação foi confirmada pela família do desenhista na tarde deste sábado (6). Também chargista, caricaturista e jornalista, ele foi um dos fundadores nos anos 1960 do jornal “O Pasquim”, um dos principais veículos a combater a ditadura militar no Brasil. FOTOS: veja imagens de Ziraldo VÍDEOS: Relembre momentos da carreira de Ziraldo Veja a repercussão da morte de Ziraldo Pai de personagens inesquecíveis, Ziraldo publicou 1º desenho aos 6 anos Ziraldo Alves Pinto nasceu em 24 de outubro de 1932 em Caratinga (MG), onde passou a infância. Mais velho de uma família com sete irmãos, foi batizado a partir da combinação do nome da mãe (Zizinha) com o nome do pai (Geraldo). Leitor assíduo desde a infância, teve seu primeiro desenho publicado quando tinha apenas seis anos de idade, em 1939, no jornal “A Folha de Minas”. Veja a seguir fotos da carreira de Ziraldo: FOTOS: veja imagens de Ziraldo Iniciou a carreira nos anos 1950, na revista “Era uma vez...”. Em 1954, passou a fazer uma página de humor no mesmo “A Folha de Minas” em que havia estreado. Em 1957, formou-se em Direito na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No mesmo ano, entrou para o time das revistas “A Cigarra” e, depois, “O Cruzeiro”. Em 1958, casou-se com Vilma Gontijo, sua namorada havia sete anos. Tiveram três filhos, Daniela, Fabrizia e Antônio. Já na década seguinte, destacou-se por trabalhar também no “Jornal do Brasil”. Assim como em “O Cruzeiro”, publicou charges políticas e cartuns. São dessa época os personagens Jeremias, o Bom, Supermãe e Mineirinho. Nelson Motta dedica a coluna a Ziraldo, autor de "O Menino Maluquinho" No período, pôde enfim realizar um “sonho infantil”. Ele se tornou autor de histórias em quadrinhos e publicou a primeira revista brasileira do gênero com um só autor, sobre a “Turma do Pererê”. 'O Menino Maluquinho': filme da obra de Ziraldo está no Globoplay Os personagens eram um pequeno índio e vários animais que formam o universo folclórico brasileiro, como a onça, o jabuti, o tatu, o coelho e a coruja. A revista deixou de ser publicada em 1964, a partir do início do regime militar. Cinco anos mais tarde, Ziraldo fundou, com outros humoristas, “O Pasquim”. Com textos ácidos, ilustrações debochadas e personagens inesquecíveis, como o Graúna, os Fradins ou o Ubaldo, o semanário entrou na luta pela democracia. Ziraldo Divulgação Ao mesmo tempo que combatiam a censura, Millôr, Henfil, Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ivan Lessa, Sérgio Augusto e Paulo Francis, dentre outros colaboradores do jornal, sofriam com ela. Um dia depois do AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, Ziraldo foi detido em casa e levado para o Forte de Copacabana. Em 1969, publicou seu primeiro livro infantil, “FLICTS”. Em 1979, passou a se dedicar à literatura para crianças. Seu maior sucesso, “O Menino Maluquinho”, saiu em 1980. É considerado um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro em todos os tempos. O mural gigante Última Ceia, pintado em 1967 por Ziraldo, que estava encoberto na antiga casa de show Canecão, será restaurado pela UFRJ e aberto à visitação pública a partir de abril Fernando Frazão/Agência Brasil Veja Mais

A repercussão da morte de Ziraldo

G1 Pop & Arte Desenhista e escritor é criador de personagens como os de “O Menino Maluquinho” e “Turma do Pererê”. Ziraldo Fernando Frazão/Agência Brasil A morte do cartunista Ziraldo comoveu milhares de fãs em todo o país, entre eles, celebridades do mundo da política, da cultura e das artes. Ziraldo morreu no Rio de Janeiro, neste sábado (6). "Eu amo Ziraldo. Não sei dizer adeus a ele. Não sei dizer adeus a ele....Meus sentimentos à família e ao Brasil", disse o ator Matheus Nachtergaele. "Com tristeza, recebemos a notícia da partida de Ziraldo, aos 91 anos, o brilhante criador de "O Menino Maluquinho". Suas histórias marcaram a infância de muitos e continuam a encantar gerações. Enviamos nossas condolências à família e aos admiradores. Descanse em paz, Ziraldo", escreveu o ministro Paulo Pimenta, da secretaria de comunicação social da Presidência da República. "Obrigada, Ziraldo! Você me (nos) deu o Menino Maluquinho e eu vivo com ele até hoje ??. Um abraço solidário aos familiares e amigos", escreveu a ex-deputada federal Manuela d'Ávila. "Que tristeza! O Brasil acaba de perder o cartunista Ziraldo, autor de "O Menino Maluquinho", que ajudou a alegrar gerações de crianças brasileiras. Um gigante da nossa cultura. Nossos sentimentos", disse o deputado federal Orlando Silva. "Foi-se o nosso Ziraldo. Tristeza imensa", escreveu no Twitter o jornalista, escritor e gestor cultural Afonso Borges. Veja Mais

VÍDEO: Jorge e Mateus falam sobre turnê inédita e dão 'spoiler' sobre álbum que está por vir

G1 Pop & Arte Dupla sertaneja dá início à turnê 'Único' e Brasília foi escolhida para ser palco do primeiro show, neste sábado (6). Cantores falam ainda sobre relação com capital federal e respondem quiz sobre gírias brasilienses. Jorge e Mateus falam sobre turnê e escolhem música com a cara de Brasília A dupla sertaneja Jorge e Mateus dá início neste sábado (6) à turnê "Único", que como o nome anuncia, tem um formato "único". Em estilo festival, os cantores trazem os sucessos antigos e atuais dos seus 17 anos de carreira, além de convidados especiais em apresentações inéditas.???????? ? Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Brasília foi escolhida para ser palco do primeiro show da turnê que vai percorrer o país no próximo semestre. Em conversa com o g1, a dupla falou sobre o que o público pode esperar e deu "spoiler" sobre o que vem por aí. Segundo eles, uma produção especial está a caminho e já tem até nome: "Check-in". "A gente está produzindo um álbum, um 'check-in' na verdade para a turnê de 20 anos que a gente vai lançar a partir do ano que vem", diz Jorge. "A gente pensou mais ou menos nesse nome, nesse check-in aí pra galera", completa Mateus. A dupla contou também que a música "Seu Astral" tem tudo a ver com Brasília. E até deu uma palinha (veja no vídeo do começo da reportagem). Será que eles acertaram ? Jorge e Mateus tentam acertar gírias do DF Aproveitando a estadia na capital federal, os cantores responderam a um quiz onde tentaram adivinhar cinco gírias típicamente brasilienses. Será que eles acertaram? ???? (veja vídeo acima). Veja quais as expressões a dupla acertou e quais errou: ???? "De rocha" - Essa foi fácil para a dupla, que acertou de primeira o significado da gíria usada para dizer que algo é verdadeiro, confiável ? ????????? "Véi" - Para muitos brasilienses, a gíria "véi" é um vício. Para Jorge e Mateus também, e eles acertaram: "A gente fala bastante", disseram sobre a palavra que significa algo como "cara" ? ???? "Baú" - Usada para se referir a ônibus, a gíria foi uma das que a dupla não conseguiu adivinhar ? ???? "Banda" - Mais popular entre os jovens, falar que algum local está "banda" significa que está livre, sem regras ou supervisão. Jorge e Mateus erraram ? ????? "Pardal" - Usada pelos brasilienses para nomear os radares de velocidade no trânsito, os cantores acertaram ? Jorge e Mateus contam que têm uma relação próxima com a capital federal. "A gente já veio mais pra se divertir do que pra trabalhar. Então é a extensão da nossa casa", dizem. "Brasília faz parte da história do Jorge e Mateus, tanto a história musical, quanto a história pessoal. Pelo fato de sermos goianos, temos muitos amigos aqui em Brasília. Então, a gente tem uma relação muito gostosa com a cidade e sempre nos sentimos muito bem aqui. Aquela sensação de de estar em casa mesmo", afirma a dupla. Quem é a dupla Jorge e Mateus Jorge e Mateus no Jaguariúna Rodeo Festival 2023 Júlio César Costa/g1 Os goianos Jorge e Mateus, da cidade de Itumbiara, em Goiás, ganharam projeção nacional em 2007 com a música "Pode Chorar" e o lançamento de seu primeiro CD/DVD, "Ao Vivo em Goiânia". Em 2008, a música "De Tanto te Querer", também do CD "Ao Vivo em Goiânia", foi escolhida para ser trilha sonora da novela "A Favorita", da TV Globo. Com 17 anos de carreira, os cantores assinam sucessos como "Voa Beija Flor", "Vou Fazer Pirraça", "Mistérios", "Amo Noite E Dia", "Tempo Ao Tempo", "Aí Já Era", "Cheirosa" e "Tijolão". LEIA TAMBÉM: Show de Jorge e Mateus, Feira da Goiaba, teatro e exposições animam fim de semana no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. Veja Mais

No mais...

Milton Nascimento vai desfilar triunfal no altar do Carnaval como enredo da escola de samba Portela em 2025

G1 Pop & Arte ‘A nossa procissão sai de Madureira e é a estrada que vai fazer o sonho acontecer’, celebra o artista. Milton Nascimento é o tema do enredo ‘Cantar será buscar o caminho que vai dar no sol’, dos carnavalescos André Rodrigues e Antônio Gonzaga Reprodução / Vídeo ? “A nossa procissão sai de Madureira e é a estrada que vai fazer o sonho acontecer”, sinalizou Milton Nascimento no vídeo em que a Portela – uma das mais tradicionais escolas de samba do Carnaval do Rio de Janeiro – anunciou que o enredo do desfile da agremiação em 2025 é a vida e obra de Milton, gênio da MPB, cantor, compositor e músico de origem acidentalmente carioca, mas de alma e vivência mineira. É das Geraes que o trem vai partir para circular no trilho folião da avenida Marquês de Sapucaí. Cantar será buscar o caminho que vai dar no sol – Uma homenagem a Milton Nascimento é o título do enredo criado pelos carnavalescos André Rodrigues e Antônio Gonzaga. O título reproduz verso da letra da canção Nos bailes da vida (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1981). Quando a Portela entrar na avenida, em 3 ou 4 de março de 2025, Milton já terá 82 anos e a escola já terá a simpatia antecipada do público. A procissão do samba vai abençoar um artista que canta como um Deus, como já sentenciou Elis Regina (1945 – 2022). Se o desfile da Portela soar como uma reza, um ritual, tendo a velha guarda como sentinela, tudo será natural, pois a obra de Milton Nascimento também carrega algo de sacro. E, citando novamente versos do o samba Portela na avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1981), apresentado e imortalizado na voz da ilustre portelense Clara Nunes (1942 – 1983), o (con)sagrado Milton Nascimento desfilará triunfal sobre o altar do Carnaval, vendo, apoteótico, a vida passar na avenida como um rio que liga Minas Gerais ao Rio de Janeiro, abrindo caminho para a tão ansiada 23ª vitória da escola azul-e-branca de Madureira no Carnaval carioca de 2025. Veja Mais

'BBB 24': 'Sinto vergonha', diz MC Binn sobre a briga com Davi após saída reality

G1 Pop & Arte Funkeiro participou do 'Mais Você' nesta sexta-feira depois da sua eliminação. Durante a conversa, ele comentou a separação de Buda e a lição que aprendeu com a briga com Davi. MC Binn participa do 'Mais Você' nesta sexta-feira (5) Reprodução/Globoplay Eliminado do "BBB 24", MC Binn foi entrevistado na manhã desta sexta-feira (5), no "Mais Você', no Café do Eliminado com Ana Maria. Durante a conversa, ele falou sobre sua adoção, sobre Lucas Buda, mudança do nome para Binn e sobre a briga com Davi. Binn foi o 17º participante a ser eliminado. Ele recebeu 80,34% dos votos em uma disputa no paredão com Davi. "Eu sinto vergonha. Ali no Sincerão, o Matteus queria falar comigo, mas eu não queria falar com ele. Eu já estava cansado mentalmente, estava com saudades da minha família", disse. Logo no início da entrevista, Ana e Binn falaram sobre a repercussão internacional nas redes sociais sobre a hashtag "justiça para Bin Laden", no começo do programa, quando Vanessa Lopes afirmou que ele estaria conspirando contra ela. MC anuncia mudança de nome para MC Binn Reprodução/Globoplay "Eu quase causei uma guerra entre Brasil e Estados Unidos. Por isso eu falava para o Tadeu, é Bin", disse durante a conversa. "Eu tenho muitos convites para ir para os Estado Unidos. Tenho o sonho de ir para lá, assistir um jogo de basquete." A equipe do cantor anunciou a mudança no nome para Binn ainda na quinta-feira (4). O funkeiro confirmou oficialmente, durante o "Mais Você", a alteração para "MC Binn". Apresentação Durante o café, Ana Maria passou pela história do cantor, que passou dificuldades e foi adotado aos 18 anos. "Como todo escorpiano, é ambicioso, mas cauteloso", disse a apresentadora. "Não tanto, fiz algumas besteirinhas no jogo", retrucou o cantor. "Passei por muitas situações. Eu sempre tive que lidar com muita coisa. Minha família não se dava bem, chegamos a passar fome, não ter luz em casa", contou. "Chegou um momento que minha mãe [biológica] morava em um lugar de risco, perdeu a casa em uma enchente." Ele contou que foi adotado pela pastora Mariza Ventura, que o incentivou a perdoar a mãe biológica, o que aconteceu pouco antes de ela morrer, em 2022. MC Binn fala sobre a mãe adotiva Mariza durante o 'Mais Você' Reprodução/Globoplay "Meu maior presente foi o que Deus me deu, foi encontrar minha mãe, encontrar com ela na produtora", disse. "Nenhum dinheiro, nenhum prêmio, vai ser maior do que eu ter a minha mãe e ter perdoado a minha mãe biológica." Encontros com ex-BBBs Além dos encontros com familiares, Binn também comentou os vídeos dos encontros com ex-participantes da casa, como Rodriguinho e Pitel. "Estava com saudades deles. Eram meio cabeça dura, mas a gente dava risada ali", disse. "A Pitel é uma pessoa muito inteligente, quero aprender com ela. A Fernanda também foi muito importante." Fama de fofoqueiro A apresentadora aproveitou a fama de Binn de fofoqueiro dentro da casa para falar para ele que Lucas Buda, participante que ainda está na casa, está solteiro. A mulher do participante, Camila Moura, anunciou a separação após ver a aproximação dele com Pitel dentro da casa. Em março, Camila publicou um vídeo em que afirmou que foi traída. Binn comenta relacionamento de Buda com Camila Reprodução/Globoplay "'Tá 'moiado' pro Buda", diz Binn. "Se puder dar um conselho pro Buda, é fica até o final. Eu queria saber duas coisas, do Santos e do Buda." "Independente de qualquer coisa, na hora que ele quiser, quando precisar, estou aqui pra ele." 'Vai lá, calabreso' Ana também repercutiu a discussão em que Davi chamou Buda de "calabreso" e Binn associou ao peso do participante. MC Binn é o convidado do 'Mais Você' desta sexta-feira (5) Reprodução/Globoplay "Aqui fora, sempre me chamam de calabresão. Aí eu falei para ele se podia ser por ele ser gordo, mas depois eu disse que não, que poderia ser uma teoria minha e não tinha nada a ver. Mas aí, já tinha se espalhado." A frase viralizou, virou meme e até música de Carnaval. Binn x Davi Uma das cenas exibidas no "Mais Você" foi a discussão entre ele, Matteus e Davi. Na ocasião, ele e Davi precisaram ser segurado pelos outros integrantes da casa. "Eu tenho muita vergonha do que aconteceu, do que eu fiz ali", disse. "Eu não queria pedir desculpas ali ao vivo para não parecer cliche. Eu tento ser sincero" Davi no BBB 24 Reprodução/Globo "Eu sinto vergonha. Ali no Sincerão, o Matteus queria falar comigo, mas eu não queria falar com ele. Eu já estava cansado mentalmente, estava com saudades da minha família", disse. "Não estava me sentindo bem comigo mesmo, eu vi que tinha engordado, não estava conseguindo treinar eu só queria ter um tempo para poder pensar e refletir." "Toda vez que estava no Sincerão, eu não queria falar. Ai, o Matteus tentou falar, a Alane se intrometeu e o Davi. A principal coisa que aprendi é reconhecer que errei. É saber pedir perdão. O momento mais leve da casa foi quando eu pedi desculpa para o Davi e depois para o Matteus, me senti mais leve", disse. "O que mais aprendi ali é saber reconhecer os erros, peça desculpa e bola pra frente." Relação com Giovanna "A gente viu que você beija muito bem", disse a apresentadora. "Vai ter futuro aqui fora?" perguntou. "Vai ter beijo, mas não com a Gi. Decidimos manter a amizade ainda lá na casa", respondeu ao afastar a possibilidade de relacionamento com a companheira de formação. MC Binn fala que relacionamento com Giovanna deve ser apenas de amizade Reprodução/Globoplay Ele também disse que se a Giovanna não conseguir a imunidade nesta noite, ela deve ser a próxima eliminada. Veja Mais

Roberta Miranda grava álbum ao vivo ‘Infinito’ com Gustavo Mioto, hit de Nalva Aguiar, ‘Panela velha’ e ‘Respeito’

G1 Pop & Arte ? Três meses após lançar o single Direct, Roberta Miranda se prepara para fazer o registro audiovisual de show inédito, Infinito, com o qual percorrerá o Brasil em turnê nacional. O ponto de partida da turnê é justamente a apresentação que será gravada na próxima quinta-feira, 11 de abril, para gerar álbum ao vivo. Com a participação de nomes como Gustavo Mioto, o primeiro show da turnê Infinito será apresentado na Villa Country, em São Paulo (RJ), cidade onde a artista paraibana reside há décadas. No roteiro desse show, a cantora e compositora mostrará a música inédita Respeito entre regravações de sucessos próprios e alheios. Do próprio repertório, Roberta Miranda reviverá Dói (1989), parceria com José Miranda gravada originalmente pela artista no terceiro álbum, além de Mito (1987), música lançada pela dupla Chrystian & Ralf no início da carreira fonográfica de Roberta. De lavra alheia, a cantora gravará músicas como Dia de formatura (1988) – composição de Moacyr Franco apresentada ao Brasil na voz da cantora mineira Nalva Aguiar – e Panela velha (Moraezinho e Auri Silvestre, 1982), sucesso de Sérgio Reis, além do standard sertanejo Boate azul (Aparecido Tomás de Oliveira e Benedito Seviero, 1982) e de Espumas ao vento (Accioly Neto, 1997). Veja Mais

Ludmilla abre portas latinas com single 'Piña colada', merengue de bom sabor pop tropical gravado com Ryan Castro

G1 Pop & Arte Capa do single ‘Piña colada’, de Ludmilla com Ryan Castro Divulgação Resenha de álbum Título: Piña colada Artistas: Ludmilla e Ryan Castro Compositores: Casta, Edgar Barrera, Elena Rose, Ludmilla, Ryan Castro e Scott Harris Edição: Edição independente de Ludmilla Cotação: ? ? ? ? ? “Wellcome, Baby, na minha favela / Fica à vontade com a bunda mais bela”, recepciona Ludmilla, em versos rapeados, dirigidos a Ryan Castro, cantor e compositor colombiano com quem faz feat. no single Piña colada. Em rotação desde as 21h de ontem, 3 de abril, o single Piña colada chega ao mundo dez dias antes da primeira das duas apresentações da artista fluminense no festival norte-americano Coachella, agendadas para 14 e 21 de abril. Composição inédita de autoria creditada a Casta, Edgar Barrera, Elena Rose, Ludmilla, Ryan Castro e Scott Harris, Piña colada é merengue de sabor pop tropical. Assinada por Casta com Jorge Fonseca, a produção musical acertou o ponto do tempero caribenho. Embora contenha dois versos em português com palavras em inglês, a letra erotizada de Piña colada é essencialmente cantada em espanhol por Ludmilla e Ryan Castro, artista latino associado ao reggaeton e ao rap. Mesmo sem um toque de originalidade, o single Piña colada é estratégico cartão-de-visitas com potencial para abrir portas para Ludmilla no mercado pop latino de língua hispânica em movimento coerente com os passos de artista que, em maio de 2023, lançou o single No se ve com a estrela do pop portenho Emilia. Sim, a voz vitoriosa da girl from Duque de Caxias tem cada vez mais chance de ecoar além das fronteiras do Brasil. Veja Mais

'Matrix': Série cinematográfica vai ganhar novo filme dirigido por Drew Goddard

G1 Pop & Arte Diretor é conhecido por 'O segredo da cabana'. Lana Wachowski, uma das criadoras da franquia, assume papel de produtora-executiva. Keanu Reeves em 'Matrix' Divulgação A série cinematográfica "Matrix" vai ganhar um novo filme, dirigido por Drew Goddard ("O segredo da cabana"). Lana Wachowski, uma das diretoras e criadoras da franquia, assume o papel de produtora-executiva, segundo o site Deadline. Não há informações se o elenco original, liderado por Keanu Reeves e Carrie Anne-Moss, retornam para este quinto filme. "Não é uma hipérbole falar que os filmes de 'Matrix' mudaram tanto o cinema quanto a minha vida. A arte requintada de Lana e Lilly me inspiram diariamente, e eu sou mais do que grato por ter a chance de contar histórias em seu mundo", afirmou Goddard ao site. O primeiro "Matrix" estreou em 1999 e se tornou um dos maiores fenômenos da cultura pop e do cinema de ação dos últimos 25 anos. Criado, escrito e dirigido pelas irmãs Wachowski, o filme deu origem primeiro a uma trilogia, com "Matrix Reloaded" e "Matrix Revolutions", ambos de 2003. Em 2021, o estúdio Warner Bros. e Lana retornaram à série com um quarto capítulo, "Matrix Resurrections". Os filmes são protagonizados pelo hacker Neo (Reeves), que descobre ser o Escolhido, um ser profetizado como o salvador da humanidade, que foi presa e escravizada dentro de uma realidade virtual criada pelas máquinas. "Drew veio à Warner Bros. com uma nova ideia que todos nós acreditamos que seria uma forma incrível de continuar o mundo de 'Matrix', tanto honrando o que Lana e Lilly fizeram há 25 anos e oferecendo uma perspectiva única baseada em seu próprio amor pela série e os personagens", afirmou o presidente de produção da Warner, Jesse Ehrman. Sem muitos créditos da direção além do terror "O segredo da cabana" (2011), Goddard é mais conhecido como roteirista. Ele foi indicado em 2016 ao Oscar de roteiro adaptado por "Perdido em Marte". Ele também tem trabalhos na televisão, como o criador da série "Demolidor". Veja Mais

Eliezer diz que desfez harmonização facial após achar que foto sua havia sido manipulada

G1 Pop & Arte Ex-BBB falou sobre a reversão do procedimento em uma sequência de stories no Instagram. Ele contou que pode ter tido distorção de imagem por ter sido chamado de feio nas redes sociais. Eliezer reverte harmonização facial após achar que foto foi manipulada Reprodução/Instagram Eliezer, influenciador e ex-BBB, afirmou que desfez harmonização facial após achar que uma foto sua havia sido manipulada. Ele falou sobre o assunto nesta terça-feira (2), nas suas redes sociais. Segundo ele contou em uma sequência de vídeos, o preenchimento do seu procedimento de harmonização era feito por debaixo da barba, que dava volume, e, com isso, não conseguia ver exatamente o resultado. LEIA MAIS 2023, o ano da reversão de procedimentos estéticos entre famosos Ácido hialurônico: os riscos e contraindicações do produto que virou hit contra rugas "Na semana que eu tirei a barba, fui em um evento com a Viih [Tube, companheira do ex-BBB], tiramos uma foto, que viralizou. Eu tinha certeza que aquela foto tinha sido mexida por alguém para me tacar hate", contou no vídeo. "Eu fui no fotógrafo, pedi a foto original, ele me mandou, e para minha surpresa, era eu mesmo. Ninguém tinha mexido em nada. Foi ali que eu caí na real, realmente não está legal. Não era aquilo que eu queria que estivesse. A própria Viih falou para mim que estava exagerado." Segundo ele, Viih foi quem o alertou sobre a possibilidade de ele estar com distorção de imagem. No VÍDEO abaixo, veja outros casos de famosos que reverteram procedimentos estéticos Por que 2023 foi o ano da reversão de procedimentos estéticos entre famosos? "Eu acho que o que aconteceu comigo foi uma grande distorção de imagem", disse Eliezer. "Para quem não sabe o que é isso, é quando a gente cisma com alguma característica da nossa aparência e a gente acha ou julga inapropriada para a nossa imagem. A gente não consegue ver nada além daquilo." "Quem me mostrou que eu poderia estar com isso foi a Viih. E o estalo veio depois de uma foto minha que viralizou", conta. "Ano passado eu tirei toda a barba, fiquei com o rosto liso e foi ai que eu vi o formato do meu rosto, como estava." Ele contou que começou a reverter os procedimentos no final do ano passado, com intervenções na mandíbula e no queixo. "Caí na real: eu percebi que a única vez que eu preenchi minha cara por mim foi antes do 'BBB'. Todas as outras vezes eu fiz foi para parar de ser chamado de feio", diz. "Em todos os pontos que me xingaram, que falaram que era feio, eu mexi. Antes do programa, eu convivia com eles." Ataques contra filha de Viih Tube e Eliezer 'invertem lógica da violência', diz psicanalista Veja Mais

'O Problema dos 3 Corpos': advogado é condenado por envenenar milionário que vendeu série à Netflix

G1 Pop & Arte Quatro outras pessoas adoeceram por beber bebidas envenenadas no escritório de Yoozoo, mas sobreviveram, ouviu o tribunal. 'O problema dos 3 corpos' Getty Images O lançamento da série "O Problema dos 3 Corpos", da Netflix, foi assistido milhões de vezes em todo o mundo desde seu lançamento, no fim de março. A série conquistou público inclusive na China, onde a Netflix não está disponível, gerando muito debate entre os telespectadores da série. Mas muitos fãs da série, baseada em uma trilogia creditada por impulsionar o nascente gênero de ficção científica na China após sua publicação em 2008, também têm prestado atenção a um julgamento em Xangai, onde um dos principais nomes por trás da adaptação foi condenado à morte pouco tempo após o lançamento. Seu crime? Assassinar um homem às vezes apelidado de "bilionário millennial" da China — o magnata dos jogos Lin Qi, cuja empresa Yoozoo Games tem os direitos das adaptações cinematográficas do épico de ficção científica chinês. De acordo com o tribunal, Xu Yao, que era conhecido como um advogado ilustre, foi consumido pela rivalidade profissional depois que Lin o deixou de lado logo após ele ter ajudado a fechar o acordo com a Netflix em 2020. Poucos meses depois deste suposto desrespeito, Lin estava morto — vítima de um plano de envenenamento descrito como "premeditado" e "extremamente desprezível" pelo tribunal na semana passada. Elenco de 'O problema dos 3 corpos' fala sobre série Fortuna de bilhões Para os fãs de "O Problema dos 3 Corpos", que apresenta uma civilização alienígena e tem como pano de fundo a Revolução Cultural da China, os paralelos eram claros. "Pelo menos sabemos que Xu Yao e Lin Qi leram 'O Problema dos 3 Corpos' completamente. Perca sua humanidade e você perderá muito; perca sua natureza animal e você perderá tudo", diz um comentário na rede chinesa Weibo. Lin e Xu supostamente se davam bem no início: Lin nomeou Xu para liderar uma subsidiária chamada The Three Body Universe um ano depois após ingressar na Yoozoo como diretor de risco da empresa em 2017. A subsidiária foi responsável por garantir os direitos de propriedade intelectual para as adaptações cinematográficas, e os dois trabalharam em estreita colaboração na negociação do acordo para adaptar a obra literária em uma série original da Netflix. Mas eles se desentenderam quando Lin — que fundou a Yoozoo em 2009 — decidiu colocar outros executivos no comando das operações comerciais, segundo relatos locais. Foi então que Xu, dizem as autoridades, começou a conspirar. Alguns relatos dizem que ele criou uma empresa no Japão para adquirir as substâncias letais e até as testou em animais. Xu então disfarçou as substâncias como pílulas probióticas e as deu a Lin. Lin deu entrada no hospital quando se sentiu mal depois de tomar os comprimidos e inicialmente estava em condição estável. Mas sua condição teve uma reviravolta dramática: ele morreu 10 dias depois, no Natal de 2020, aos 39 anos. Na época, acreditava-se que ele tinha um patrimônio líquido de cerca de 6,8 bilhões de yuans (R$ 4,7 bi), de acordo com a Hurun China Rich List (ou Lista Hurun dos Ricos da China). Quatro outras pessoas adoeceram por beber bebidas envenenadas no escritório de Yoozoo, mas sobreviveram, ouviu o tribunal. Após a morte, a Yoozoo emitiu um comunicado em seu microblog oficial do Weibo que dizia: "Adeus… Estaremos juntos, continuaremos a ser gentis, continuaremos a acreditar na bondade e continuaremos a lutar contra tudo o que é ruim." A morte chocou os setores de jogos e tecnologia da China e gerou especulações generalizadas, mas levou anos para que todos os detalhes surgissem – apesar de Xu ter sido detido poucos dias depois. "O Problema dos Três Corpos" é o primeiro livro de uma trilogia chamada "Lembrança do passado da Terra", do autor chinês Liu Cixin. O romance foi traduzido para cerca de 30 idiomas desde que foi publicado em chinês. A série da Netflix, chamada "O Problema dos 3 Corpos", estreou com 11 milhões de visualizações nos primeiros quatro dias e permaneceu entre os programas mais assistidos da Netflix desde seu lançamento em 21 de março. A série é um dos projetos mais caros realizados pela gigante do streaming, com um orçamento relatado de US$ 160 milhões para oito episódios. Seus cocriadores incluem os criadores da série "Game of Thrones", David Benioff e D.B. Weis, e Alexander Woo. Lin é creditado postumamente como produtor executivo. A série recebeu críticas positivas na China, mas também atraiu algumas críticas por seu retrato detalhado da Revolução Cultural e por supostamente ignorar os temas chineses presentes na obra original. Yoozoo também detém os direitos da série de televisão chinesa chamada "Three-Body", que estreou no ano passado, bem como da animação e adaptações teatrais de "O Problema dos Três Corpos". O que é o problema dos 3 corpos que virou sucesso em série da Netflix? 'O Problema dos 3 Corpos': criadores de 'Game of Thrones' contam por que trocaram dragões por alienígenas Griselda: o que é fato ou ficção na série da Netflix sobre a 'madrinha da cocaína' Veja Mais

Hunter Schafer, atriz de 'Euphoria', confirma que namorou a cantora Rosalía em 2019

G1 Pop & Arte Relação entre as duas era alvo de especulação entre fãs: 'É algo que tenho prazer em compartilhar, e acho que ela também se sente assim', disse à revista 'GQ'. A atriz Hunter Schafer e a cantora Rosalía em foto publicada no Instagram Reprodução/Instagram A atriz Hunter Schafer, conhecida principalmente por seu papel na série "Euphoria", revelou que teve um relacionamento de cerca de cinco meses com a cantora espanhola Rosalía em 2019. A declaração foi dada em uma entrevista à revista "GQ". Há anos a relação entre as duas era alvo de especulações de fãs na internet. "Parte de nós só quer acabar logo com isso, e outra parte diz: 'não é da conta de ninguém", disse Schafer, antes de confirmar: "É algo que tenho prazer em compartilhar. E acho que ela também se sente assim". Hoje, elas são amigas, segundo a atriz. "Tenho amizades realmente lindas com pessoas com quem já estive envolvida romanticamente”, afirmou. "Ela é como família para mim, não importa o que aconteça." Hunter Schafer chega ao Met Gala 2021 Theo Wargo/Getty Images North America/Getty Images via AFP Hunter Schafer é uma mulher trans de 25 anos, atriz, modelo e ativista dos direitos LGBT+. Ela estreou em "Euphoria" em 2019, interpretando a personagem Jules. Atualmente solteira, ela disse à "GQ" que ainda está se recuperando de seu último relacionamento. Entre o início de 2022 e meados de 2023, a atriz namorou o cantor e ator Dominic Fike, com quem contracenou em "Euphoria". “Quero ter certeza de que estou bem antes de pular para outra coisa.” Veja Mais

Natascha Falcão regrava com Elba Ramalho, para a abertura de novela, samba-canção que virou hit sertanejo

G1 Pop & Arte Natascha Falcão (à esquerda) e Elba Ramalho posam no estúdio na gravação da música ‘No rancho fundo’ para a abertura da novela homônima Reprodução / Instagram Natascha Falcão ? Cantora e compositora pernambucana que ganhou visibilidade ao ser indicada ao Grammy Latino 2023 na categoria Revelação, na qual era o único nome do Brasil entre os dez concorrentes, Natascha Falcão canta com Elba Ramalho o tema de abertura da novela No rancho fundo, programada pela TV Globo para estrear em 15 de abril no horário das 18h com elenco que inclui a própria Natascha, intérprete da personagem Lolita. A gravação foi feita para a trilha da novela. E o tema de abertura é justamente a música que batiza a produção sertaneja, No rancho fundo, parceria inspirada do compositor Ary Barroso (1903 – 1964) com Lamartine Babo (1904 – 1963). “É uma canção cheia de poesia, nostalgia e amor pela terra”, conceituou Natascha Falcão ao celebrar em rede social a gravação com Elba Ramalho. Lançada em disco na voz de Elisa Coelho (1909 – 2001), cantora gaúcha nascida em 1º de março, há exatos 115 anos, a música No rancho fundo chegou ao mercado fonográfico em 1931 na forma de samba-canção, em single com gravação em que Ary acompanhava Elisa ao piano. Ao longo dos anos, por conta da temática ruralista da letra escrita por Lamartine Babo para a melodia sublime de Ary Barroso (que já tinha letra anteriormente escrita pelo desenhista J. Carlos e intitulada Na grota funda), No rancho fundo foi sendo transposta para o universo sertanejo. É nesse tom rural que a música foi revivida pela dupla Chitãozinho & Xororó há 35 anos em marcante gravação amplificada na trilha sonora da novela Tieta (Globo, 1989 / 1990). Desde então, a canção No rancho fundo nunca mais saiu do universo sertanejo e da memória nacional. Veja Mais

Fernanda diz que entrou no 'BBB24' para recomeçar a vida: 'Precisava de um baque, um impulso'

G1 Pop & Arte Eliminada na noite deste domingo (31), sister reviu cenas do jogo e falou sobre fama de venenosa. 'Minha preocupação era: 'como faço pra ganhar provas?'. Não tava preocupada em ganhar mais amigos.' Fernanda participa do "Mais Você" após eliminação do "BBB23" Reprodução/Globo Fernanda foi a entrevistada do quadro Café com Eliminado, do "Mais Você", na manhã desta segunda-feira (1º). A sister fazia parte do top 10 do "BBB24" e deixou o jogo na noite deste domingo (31), após receber 57,09% dos votos em um paredão contra Giovanna e Beatriz. Logo no início do bate-papo, Ana Maria Braga quis saber o motivo de Fernanda dizer que desacelerou na reta final do programa. Participe do canal do g1 no WhatsApp "Comecei a me questionar sobre tudo o que estava acontecendo. As ideias dos amigos, os enredos, começam a convergir a gente pra briga, pra guerra, ataque. E chegou um momento que não via mais sentido naquilo. Nem pra minha vida. Não fui pra brigar", afirmou Fernanda. A sister ainda explicou que, apesar de não acompanhar o programa, "se inscreveu na cara e na coragem, como uma forma de ruptura da minha vida". "Tive momentos difíceis na minha vida e queria uma versão nova de mim. Foi depois do meu divórcio que quis ser a Nanda, dar uma oportunidade pra Nanda", disse. "Eu fui buscar meus objetivos: que era o recomeço. Não tava feliz com o ciclo que estava vivendo, e precisava de um baque, um impulso. E acredito que o programa poderia gerar isso em mim. Não fui pra me conhecer, fui pra buscar, recomeçar. Recomeçar minha vida." LEIA TAMBÉM SÃO PAULO: Vídeo mostra batida de Porsche em Sandero em SP; um motorista fugiu, e o outro morreu NOVA YORK: Após morar de graça em hotel por 5 anos, brasileiro coloca prédio todo em seu nome MATO GROSSO DO SUL: Ana Julia, sucuri mais famosa do mundo, morreu de causas naturais, aponta perícia 'Chora, bonequinha' Fernanda assistiu às cenas da briga que teve com Alane logo no início do jogo. Ana Maria quis saber de onde veio o "chora, bonequinha" que Fernanda disse para Alane durante o atrito (a frase acabou virando parte do roteiro da novela "Elas Por Elas"). "Não vou negar que o deboche é uma coisa enraizada aqui", afirmou Fernanda. "Mas o 'bonequinha' é porque eu colocava ela como bonequinha dentro do jogo. Não vou falar que é uma frase que existe no meu vocabulário", contou. Aproximação com grupo fada Fernanda também explicou que a aproximação com o Grupo Fada, vista com desconfiança pelos outros participantes, foi motivada por sua fase "branda", como ela definiu o momento que decidiu desacelerar do jogo. "Não me relacionava [com eles]. Até o determinado momento que vi que não fazia mais sentido a rixa, a briga", explicou. "Nunca é tarde para tentar. Mas agora foi o suficiente pra eu ser eliminada. Entendo que isso não é bem visto depois de 70 e poucos dias. Entendi que poderia passar por esse viés. Mas ainda assim quis tentar." 'Nanda Venenosa' Ana Maria também quis saber se Fernanda havia desistido de jogar, já que parecia "estar se lixando" com o que iriam pensar sobre ela aqui fora. No reality, a sister ganhou fama de ser "venenosa" por falar o que pensava. "Eu realmente tinha uma visão diferente de encarar o jogo. Ali dentro, a gente consegue ver claramente como cada pessoa opera de forma diferente. Tem gente que vai encenar mais, usar de algum artifício... Mas minha preocupação era: como eu faço pra ganhar provas? Não tava preocupada em ganhar menos ou mais amigos. Minha base era ganhar provas. Queria ter ganhado mais", pontuou. "Meu maior foco era esse. E não foi tão bem-sucedido." Conheça todos os participantes do BBB 24 Veja Mais

MPB recusou o ‘cálice’ da ditadura e produziu canções de resistência contra o golpe militar deflagrado há 60 anos

G1 Pop & Arte Vigorosas, as músicas da época permanecem fortes na memória de quem viveu nos anos de chumbo e lembram página infeliz da História do Brasil. Capa da edição digital do álbum ‘Comportamento geral’ (2014), de Marya Bravo Arte de Eduardo Kurt ? MEMÓRIA – Deflagrado em 31 de março, há 60 anos, o golpe de 1964 permanece como uma das páginas mais infelizes da História do Brasil. Página que deve estar para sempre virada, mas jamais esquecida para evitar o revival por governos totalitários. A efeméride traz à tona memórias da MPB, sigla que abarca diversos gêneros musicais, ainda que tenha se tornado, ela própria, um gênero que caracteriza música produzida a partir da segunda metade dos anos 1960 por compositores de formação universitária. Compositores geralmente engajados que se juntaram contra a ditadura, usando a música como arma, com letras para denunciar os algozes. Sim, a MPB se recusou a beber do cálice da ditadura e produziu canções de resistência contra o autoritarismo. Curiosamente, o período do golpe, em vigor até 1985, coincidiu com a fase áurea da produção dos maiores compositores do Brasil no segmento da MPB. Essa turma engajada incluiu Caetano Veloso, Chico Buarque (o compositor mais identificado com o combate à ditadura), Gilberto Gil, Gonzaguinha (1945 – 1991), Milton Nascimento – este ao lado de fundamentais parceiros letristas como Fernando Brant (1946 – 2015) e Marcio Borges – e Ivan Lins (a partir de 1974, em parceria com Vitor Martins). Sem falar em Geraldo Vandré, em Paulo César Pinheiro, em João Bosco – cuja obra desferiu golpes certeiros contra a ditadura no corte afiado das letras do bardo Aldir Blanc (1946 – 2020) – e em Jards Macalé, parceiro de poetas conscientes como Waly Salomão (1943 – 2003). Muitas dessas canções de resistência foram amplificadas em gravações de intérpretes como Elis Regina (1945 – 1982), Gal Costa (1945 – 2022) e Maria Bethânia, cantoras que também merecem ser lembradas e louvadas hoje e sempre porque ergueram literalmente as vozes para denunciar a asfixia do Brasil nos anos de chumbo. Todos esses artistas se posicionaram do lado certo da História com grandes músicas. Sim, independentemente da ideologia das letras, as músicas eram fortes, contundentes, muitas vezes inebriantes. Boa amostra dessa produção está eternizada no álbum Comportamento geral – Canções da resistência (2014), lançado pela cantora Marya Bravo há dez anos, com capa que expôs arte de Eduardo Kurt e com 13 músicas lançadas entre 1968 e 1978 (a década mais sombria da ditadura), para lembrar em 2014 o cinquentenário do golpe de 1964. Nesse disco, editado pela gravadora Joia Moderna, estão petardos como Roda viva (Chico Buarque, 1968), Apesar de você (Chico Buarque, 1970), Comportamento geral (Gonzaguinha, 1972), Pesadelo (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1972), Cálice (Chico Buarque e Gilberto Gil, 1973) e Cartomante (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977). “Cai o rei de espadas / Cai o rei de ouros / Cai o rei de paus / Cai, não fica nada”, previam os versos metafóricos de Vitor Martins em Cartomante, amplificados em 1977 no canto de Elis quando era preciso recorrer às metáforas para dizer nas entrelinhas o que censura proibia, perseguindo, em maior ou menor escala, todos os compositores supracitados que, se tinham um verso cortado, logo escreviam outro, ansiando pela imposição da democracia. E, sim, a previsão de Vitor Martins em Cartomante se confirmou. Caiu tudo, nada ficou, exceto as lembranças e essas canções de resistência que atravessaram gerações e, por vezes, voltaram a ficar perigosamente atuais como em anos recentes de outra página infeliz da história do Brasil. E é bom que elas estejam aí, firmes e fortes, para lembrar o que precisa ser lembrado hoje, amanhã e todos os dias: ditadura nunca mais! Veja Mais

Filha de Kurt Cobain posta fotos e texto de homenagem ao pai, morto há 30 anos

G1 Pop & Arte 'Kurt me escreveu uma carta antes de eu nascer. A última linha diz: 'aonde quer que você vá, ou aonde quer que eu vá, sempre estarei com você'. Ele cumpriu esta promessa', escreveu Frances Bean Cobain. Frances Bean Cobain bebê ao lado do pai, Kurt Cobain Reprodução/Instagram/Frances Bean Cobain Frances Bean Cobain, filha do músico Kurt Cobain postou um texto de homenagem a seu pai, no Instagram, nesta sexta-feira (5), data que marca 30 anos da morte do artista. A publicação traz fotos de ambos. "A maior lição aprendida pelo luto, desde que tenho consciência, é que ele serve a um propósito. A dualidade de vida e morte, dor e alegria, yin e yang, precisam existir lado a lado ou nada disso teria qualquer significado", escreveu Frances. "Sempre me perguntei se ele teria capturado girinos comigo durante os verões abafados de Washington, ou se ele cheirava a Camel Lights e Nesquik de morango (seus favoritos, pelo que me disseram)." Em outro trecho do texto, a filha de Kurt menciona uma carta deixada pelo músico. "Kurt me escreveu uma carta antes de eu nascer. A última linha diz: 'aonde quer que você vá, ou aonde quer que eu vá, sempre estarei com você'. Ele cumpriu esta promessa porque está presente de muitas maneiras. Seja ouvindo uma música ou através das mãos que compartilhamos, nesses momentos posso passar um tempinho com meu pai e ele se sente transcendente." Veja Mais

Ná Ozzetti e Luiz Tatit se equilibram na corda bamba da composição e do canto com o magistral álbum autoral 'De lua'

G1 Pop & Arte Artistas lançam na próxima sexta-feira, 12 de abril, songbook com dez músicas da parceria iniciada há 30 anos, em 1994, fora da obra do grupo Rumo. Capa do álbum ‘De lua’, de Ná Ozzetti e Luiz Tatit e arte de Gal Oppido Resenha de álbum Título: De lua Artistas: Ná Ozzetti e Luiz Tatit Edição: Circus Produções Culturais e Fonográficas Cotação: ? ? ? ? ? ? Em 1979, quando Ná Ozzetti foi admitida como vocalista do Rumo, o vanguardista grupo paulistano ganhou voz, cara e forma definitivas. A formatação do repertório do Rumo – do qual Luiz Tatit logo sobressaiu como o principal compositor – passou a ser indissociável do canto singular de Ná, dona de divisão particularíssima. Mesmo quando iniciou paralela carreira solo em 1988, Ná permaneceu linkada ao Rumo e em especial a Tatit. Daí que faz todo sentido um álbum que juntasse Ná Ozzetti e Luiz Tatit, parceiros desde 1994 em músicas gravadas pelos artistas nas respectivas discografias individuais e pelo Rumo no último álbum do grupo, Universo (2019). Esse álbum, De lua, está pronto, celebra os 30 anos da parceria e entra em rotação na próxima sexta-feira, 12 de abril, em edição do selo Circus, com dez músicas da parceria de Ná com Tatit. A rigor, somente três – Et cetera, Boa ideia e a música-título De lua – são inéditas. As outras sete músicas foram lançadas entre 2000 e 2022. Mas isso jamais atenua o valor desse songbook que expõe a afinação absoluta entre os compositores. Até porque as músicas antigas foram depuradas no álbum De lua, ganhando a melhor forma com a produção musical orquestrada por Jonas Tatit – também responsável pela mixagem e masterização do disco – e com arranjos criados coletivamente pelos solistas e pela banda que reúne os músicos Danilo Penteado (baixo, guitarra e sanfona), Mário Manga (violoncelo e guitarra) e Sérgio Reze (bateria), além do próprio Tatit ao violão. O violão de Tatit é o instrumento condutor da levada de faixas como Se você aparecer. Joia de alto quilate que merece abrir o álbum De lua, Se você aparecer (2022) batizou o álbum audiovisual lançado por Ná Ozzetti há dois anos somente no YouTube. Por isso, essa canção que imagina formas do amor ausente e invisível – com fina melancolia destilada bem distante do melodrama – pode até soar inédita para ouvintes das tradicionais plataformas de áudio e dos discos físicos. A propósito, o álbum De lua terá edição em CD. Embora a voz de Tatit esteja na ficha técnica de todas as 10 faixas do disco, nem que seja como discreto vocal, há no álbum De lua músicas que soam como solos de Ná – caso de Dengo (2019), faixa em que o canto límpido da intérprete alcança agudos que se afinam com o toque pontiagudo da guitarra de Mário Manga – e há reais duetos, como em Batuqueiro (2000), canção metalinguística em que Ná e Tatit versam sobre o poder do músico (e da música) de correr mundo com sons e sílabas. No álbum De lua, muito do poder da música reside na forma com que as sete canções pré-existentes foram remodeladas, geralmente superando os registros originais. Basta comparar a atual gravação de Equilíbrio (2011) – em que o canto de Ná Ozzetti se equilibra com maestria na corda bamba mencionada na letra – com o já apurado registro feito pela própria Ná para o álbum Meu quintal (2011), cuja música-título também é rebobinada nesse atual disco em duo dos artistas parceiros. O álbum De lua ilumina essas canções, apontando caminhos para – quem sabe? – alcançar outros nichos e ouvintes. Nessa releitura, Miolo (2013) fica com a cara de música do grupo Rumo, feição menos visível na gravação feita somente por Ná no álbum Embalar (2013). Já A voz da musa (2022) flui com a mesma naturalidade da gravação original do disco Se você aparecer (2022), aquele disponibilizado somente no YouTube. Das novidades, Et cetera (2024) inebria com os vocais que arrematam gravação feita com o toque ruralista da sanfona de Danilo Penteado. Esse toque sanfoneiro sobressai ainda mais na música-título De lua (2024), cuja letra traça paralelos poéticos entre a lua e a terra. Já Boa ideia – faixa escolhida para ser o single inicial, editado em 15 de março (Et cetera veio na sequência em 22 de março como o segundo single do álbum) – tem como musa a cidade de São Paulo (SP). Música que descreve hipotética paralisação de Sampa em tom de fábula, expondo na sequência a alegria aliviada quando a cidade volta a funcionar, Boa ideia é exemplo perfeito da total sintonia entre Ná Ozzeti e Luiz Tatit como compositores parceiros. Música e letra sempre se encaixam com precisão. Dai que criar um álbum com o cancioneiro da dupla é excelente ideia que resultou magistral. Ná Ozzeti e Luiz Tatit celebram 30 anos de parceria com a gravação do álbum ‘De lua’, songbook que será lançado em 12 de abril Gal Oppido / Divulgação Veja Mais

Paul McCartney elogia Beyoncé por versão de 'Blackbird': 'Fabulosa'

G1 Pop & Arte Versão da cantora para faixa histórica foi lançada no álbum 'Act II: Cowboy Carter', em 29 de março. Paul McCartney elogia Beyoncé por versão de 'Blackbird': 'Fabulosa' Reprodução/Instagram Paul McCartney elogiou Beyoncé pela versão da cantora feita para "Blackbird", sucesso do artista. Em uma postagem no Instagram feita nesta quinta-feira (04), Paul disse que a versão de Beyonce para a canção é fabulosa e incentivou a quem não a ouviu, que o faça. Composta por Paul, "Blackbird" foi gravada em 1968 e lançada com o álbum "The Beatles" (conhecido por "Álbum Branco") naquele ano. Já a versão de Beyoncé integra o disco "Act II: Cowboy Carter", lançado em 29 de março. Como muitas outras faixas do disco, "Blackbiird" ganhou um "i" a mais na nova versão. "Estou tão feliz com a versão da Beyoncé da minha música 'Blackbird'. Acho que ela fez uma versão magnífica dela, e que reforça a mensagem dos direitos civis que me inspirou a escrever a música. Acho que a Beyoncé fez uma versão fabulosa e insistiria para que quem ainda não a tenha ouvido, que faça isso. Vocês vão adorar", escreveu o cantor. Paul ainda comentou que conversou com Beyoncé e a disse que ela fez uma versão matadora para a faixa. "Conversei com ela pelo FaceTime e ela me agradeceu por escrever a música e por permitir que ela a fizesse. Eu disse a ela que o prazer foi todo meu e que achei que ela fez uma versão matadora da música." "Quando vi as imagens na televisão no início dos anos 60 das meninas negras sendo impedidas de frequentar a escola, fiquei em choque, e não consigo acreditar que ainda hoje existam lugares onde esse tipo de coisa aconteça. Qualquer coisa que minha música e a fabulosa versão da Beyoncé possam fazer para amenizar a tensão racial é algo ótimo e me deixa muito orgulhoso", seguiu o cantor. Segundo a revista Variety, além de receber a benção do cantor para a gravação, Beyoncé ainda usou elementos originais retirados da gravação master dos Beatles, de 1968, como o violão e as batidas de pé de McCartney. Initial plugin text LEIA TAMBÉM: Funk brasileiro incluído em álbum de Beyoncé foi criado em garagem, após treta entre DJ e cantor Quem é Jolene? Conheça história do clássico de Dolly Parton que ganhou versão em álbum de Beyoncé Fã brasileiro encontra Beyoncé em evento-surpresa em Tóquio e pede para a cantora fazer show no Brasil G1 ouviu: o novo disco da Beyoncé Veja Mais

'Ripley' escala Andrew Scott como o anti-herói interpretado por Matt Damon em filme: 'não acho que ele seja mau'

G1 Pop & Arte 'Padre Gato' de 'Fleabag' estrela nova série que estreia nesta quinta (4) como o golpista assassino dos livros de Patricia Highsmith: 'há um pouco de Tom Ripley em todos nós'. Na série, "Ripley", o ator Andrew Scott tenta deixar para trás os dias de fama como o "Padre Gato" da segunda temporada de "Fleabag" para assumir um personagem mais malicioso, enganador e – até, por que não? – assassino. Nesta nova adaptação do livro de Patricia Highsmith, 25 anos depois do sucesso do filme "O talentoso Ripley" com jovens Matt Damon e Jude Law, o protagonista mantém o charme enquanto comete fraudes, rouba identidades e até mata uma ou outra pessoa. O que não quer dizer que ele seja uma pessoa má. Pelo menos é o que fala o próprio Scott, em entrevista ao g1. Assista ao vídeo acima. "Eu vou dizer que não acho que ele seja mau. Mau é uma palavra extrema, por definição. Às vezes acho que, quando chamamos o Tom de mau, ou psicopata, ou sociopata, ou monstro, qualquer coisa dessas, acho que nos permite falar: 'bem, isso não tem nada a ver comigo, porque eu não sou mau'." Com oito episódios, a série estreia toda de uma vez nesta quinta-feira (4) na Netflix – com uma bela fotografia em preto e branco. Andrew Scott em cena de 'Ripley' Divulgação Eu amo Dickie "Ripley" reconta uma história mais parecida com a do livro do que o filme – por mais que sua ambientação aconteça no começo dos anos 1960, e não na metade da década anterior como na obra original. Na série, Tom Ripley (Scott) é um vigarista de baixo escalão que sobrevive de pequenos golpes em Nova York. Ele recebe sua grande chance ao ser recrutado por um magnata para convencer seu filho (o cantor Johnny Flynn) artista – playboy – a retornar da Itália, onde tem morado nos últimos anos sem qualquer indício de trabalho ou ambições. Sua obsessão por Dickie é só o início de uma trama cheia de mentiras, dinheiro, suspeitas e encontros com a polícia. "Há um pouco de Tom Ripley em todos nós – de algumas formas. Talvez não daquela extrema – mas somos vulneráveis e esquisitos e cometemos erros e também temos meio que uma escuridão e uma ferocidade dentro de nós", afirma "É isso que eu acho que é tão desconcertante sobre o personagem e é o por que nós na verdade torcemos para que ele consiga se dar bem no final. Essa é a grande realização de Patricia Highsmith e eu acho que é algo que o Steven Zaillian, nosso diretor, realmente conseguiu. Você pensa: 'qualé, qualé. Não seja pego. Não seja pego'." Dakota Fanning, Johnny Flynn e Andrew Scott em cena de 'Ripley' Divulgação No mesmo jogo O aparecimento de Tom gera uma forte suspeita na namorada de Dickie, Marge (Dakota Fanning). Provocadora e desconfiada, ela é uma versão bem diferente daquela doce e ingênua interpretada por Gwyneth Paltrow há 25 anos. "Essa Marge, nessa versão, realmente é alguém que está tentando pegar o Tom no jogo dele o tempo inteiro. Eles têm essa ótima relação. Ela é uma grande irritação para ele", diz a atriz. Aos 30 anos, a americana é mais conhecida por suas atuações infantis em filmes como "Uma lição de amor" (2001) e "Guerra dos mundos" (2005). "Eu nem acho que ela ache que ele é mau. Acho que ela só pensa que ele é um mentiroso, sabe? Ela não confia nele e não consegue sacar qual é a dele. Isso é meio o que todos os outros personagens sentem pelo Tom. Eles meio que não conseguem entender o que está errado." Dakota Fanning e Johnny Flynn em cena de 'Ripley' Divulgação Os muitos Toms Ripleys "Ripley" começou com Zaillian, um diretor e roteirista ganhador do Oscar pelo roteiro de "A lista de Schindler" (1993), que dirige e escreve todos os seus oito episódios. O desenvolvimento teve início ainda em 2019, mas as gravações só foram acontecer em 2021, na Itália, adiadas por causa da pandemia. A produção pode ser uma das primeiras séries a adaptar o primeiro dos cinco livros de Highsmith com o vigarista – mas o personagem foi interpretado por inúmeros grandes atores desde 1955, ano do lançamento da primeira história. Entre eles, estão Alain Delon em "O sol por testemunha" (1960), Denis Hopper em "O amigo americano" (1977), até John Malkovich, que estrelou "O retorno do talentoso Ripley" (2002), continuação do filme de Damon. Scott, é claro, entrou para o cânone da cultura pop por sua atuação como o padre – popularmente apelidado de "Padre Gato", já que o personagem em si não tem nome – da segunda temporada de "Fleabag", interesse amoroso da protagonista. Andrew Scott e Phoebe Waller-Bridge em cena de 'Fleabag' Divulgação Antes, ele já tinha ficado conhecido por muitos como o grande vilão da série "Sherlock", o maquiavélico Moriarty, que enfrentava o igualmente genial detetive interpretado por Benedict Cumberbatch. Até por isso, o irlandês se decepcionou com sua participação como um dos antagonistas de "007 contra Spectre" (2015). Em busca de evitar ficar marcado como um vilão, Scott buscou personagens diferentes, como o celebrado protagonista de "Todos nós desconhecidos" (2023) – talvez uma das maiores esnobadas reais do Oscar 2024. Por que, então, voltar a um personagem de moral duvidosa, que muitos considerariam maligno de verdade? "Acho que eles não são maus ou bons. Há algo questionável, ao menos, em cada um deles. Você pensa: 'aquela pessoa é afetada. A outra é mimada. Essa é sinistra'. Todos os personagens têm algo que os torna muito 'atuáveis'." Andrew Scott em cena de 'Ripley' Divulgação Veja Mais

Com oito canções registradas, delegado de Polícia Federal revela paixão pelo rock e brinca com visual: 'Acham que é um hippie'

G1 Pop & Arte Edson Geraldo de Souza, chefe da PF em Campinas, mostrou à EPTV faceta até então pouco conhecida. Emissora exibe nesta semana série de reportagens sobre pop rock, por conta do concurso musical 'ÉPra cantar'. ‘É pra Cantar’: Delegado da Polícia Federal de Campinas é fã e músico Se você pedir para alguém descrever características de um delegado de polícia federal, as representações sociais que vão surgir a partir da pergunta, em grande parte das vezes, desenharão uma pessoa séria, vestida de terno e gravata e que preside grandes investigações sobre casos de repercussão. ???? Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Edson Geraldo de Souza, chefe da PF de Campinas, de fato reúne todos estes elementos, mas só dialoga com os esteriótipos até aí. Na sala em que comanda operações importantes, Edson já dá o tom de que tem uma faceta que poucas pessoas imaginam. As guitarras que decoram o local e o cabelo comprido anunciam: ele é um aficcionado por cultura pop e rock n roll. LEIA MAIS: EPTV lança concurso musical e prêmio será apresentação no João Rock Conheça o regulamento do concurso musical da EPTV Saiba como enviar sua música para o concurso cultural ACESSE: veja a página especial do concurso Nas horas vagas em que não está em atividade na Polícia Federal, o delegado se dedica quase que inteiramente à música. E, surpreendentemente, não é só como ouvinte. Ele tem oito composições registradas na Biblioteca Nacional e gosta de tocar violão. [assista no vídeo acima] "Quando as pessoas não sabem o que eu faço e elas me veem, elas falam: é um hippie, um rockeiro, algo assim. Quando eu falo: sou delegado de polícia federal, as pessoas falam: ah, tá bom, eu também queria ser. Eu já acostumei, virou uma brincadeira já", brincou o delegado. A revelação foi feita em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, que exibe, nesta semana, uma série de reportagens que esmiúça o pop rock. Na segunda (1º), a emissora fez o lançamento do concurso "ÉPra cantar", que vai revelar um talento do gênero e tem como prêmio uma apresentação de 25 minutos no palco do João Rock, em Ribeirão Preto (SP). Edson Geraldo de Souza, delegado da Polícia Federal em Campinas Reprodução/EPTV Inspirações As inspirações de Edson para o cabelo comprido, segundo ele, foram variadas. Primeiro, Antônio Bandeiras no filme "El Mariacchi", de 1992, ou então o astro do Foo Fighters e eterno baterista do Nirvana, Dave Grohl. "Essa grande geração dos anos 80 e 90 tem cabelo comprido, e eu sou desta geração", explicou. A relação com a música, entretanto, começou de um jeito diferente. O pai de Edson era pedreiro e se reunia com amigos todo sábado para fazer o que chamavam de "tocada". "Eu sentava ali e via aqueles pedreiros, aquele pessoal de obra, se transformar em grandes artistas. Aí eles tocavam 'Tico-tico no fubá", "Brasileirinho", e eu ficava maravilhado", revelou. O envolvimento com a cultura pop chegou com os grandes filmes dos anos 80 que tinham relação com a música, como "Dirty Dancing" (1987) , "Footloose" (1984), entre outros, além, claro, do rádio. A partir daí, no início dos anos 80, ele se apaixonou pela cena de pop rock nacional que começava a se desenhar. "Você só tinha acesso a música se tivesse dinheiro para comprar um vinil, que era caro, e se tivesse um sistema de som. A gente não tinha, mas tinha um radinho e na época tocava-se muito rock internacional. Até que nos anos 80 começou a surgir um rock extraordinário no Brasil. Quando eu conheci Lulu Santos, eu me apaixonei totalmente pelo pop rock nacional", contou. ÉPra cantar Para concorrer ao prêmio, os candidatos (pode ser banda ou artista solo) devem enviar, em áudio, uma música autoral (ou autorizada pelo compositor) em português, no gênero pop rock. O áudio, em MP3, deve ter no máximo 14 megabytes. A inscrição é feita exclusivamente pelos números de Whatsapp da EPTV em Campinas (SP), Ribeirão Preto, São Carlos (SP) e Sul de Minas. O artista ou a banda deve enviar o áudio para o Whatsapp correspondente à região onde mora. Só será aceita uma música por candidatura. Veja abaixo os números: ???? EPTV Campinas: (19) 98899-3788 ???? EPTV Ribeirão Preto: (16) 99700-0000 ???? EPTV Sul De Minas: (35) 99888-8888 ???? EPTV São Carlos: (16) 99643-5959 ÉPra Cantar Guilherme Souza/Arte EPTV VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja Mais

Maria Flor, Malan, Vasconcellos: personagens de novo episódio de 'Grey's Anatomy' são homenagens a pessoas reais; entenda

G1 Pop & Arte Mais recente episódio da série médica, exibido nos Estados Unidos (EUA) no último dia 28 de março, foi escrito pelo roteirista Beto Skubs, que cresceu em Piracicaba, no interior de SP. Episódio escrito por Beto Skubs foi ao ar nos Estados Unidos no dia 28 de março pela ABC, com streaming no Hulu no dia seguinte (29) e expectativa é que a exibição no Brasil aconteça em julho. Anne Marie Fox / ABC/Reprodução Na 20ª temporada, o drama médico Grey's Anatomy tem no mais recente episódio da produção, exibido nos Estados Unidos (EUA) no último dia 28 de março, personagens com nomes inspirados em pessoas reais que nasceram ou viveram em Piracicaba (SP), cidade do interior paulista. O responsável pela homenagem é o roteirista Beto Skubs, que viveu a maior parte da vida no município antes de se mudar para os EUA em 2012, e assina o episódio “Walk on The Ocean” junto com Mark Driscoll. A expectativa é que o novo capítulo de uma das mais longevas séries de TV do mundo deva ser exibido no Brasil em julho, no Sony Channel. Grey's Anatomy teve a sua 21ª temporada confirmada nos Estados Unidos nesta terça-feira (2). A informação foi publicada no perfil oficial da série. ?????Confira, abaixo, quem são as pessoas homenageadas. “É uma forma de levar um pouquinho a mais de mim e, por consequência, do Brasil e de Piracicaba para a série”, afirma Skubs em entrevista ao g1. Beto Skubs e Bianca Comparato em reunião na casa do roteirista brasileiro Arquivo pessoal/Reprodução Família Uma das personagens, Maria Flor Vasconcellos, foi vivida no episódio pela atriz brasileira Bianca Comparato, nacionalmente conhecida por trabalhos em diferentes novelas da Globo, séries e filmes. “Maria Flor” é uma homenagem à sobrinha do roteirista, que possui o mesmo nome e morou em Piracicaba com os pais. A filha da personagem interpretada por Bianca Comparato também tem um nome que reverencia outra familiar do roteirista Beto Skubs. “A filha dela, Malan, é em homenagem a minha tia de Piracicaba”, diz o roteirista. “E o sobrenome delas é Vasconcellos, o mesmo da minha amiga Karine, que é fã da série”, conta lembrando de outra representante, da cidade do interior paulista, reverenciada no episódio. LEIA MAIS Saiba quem é Beto Skubs, roteirista brasileiro da série Grey's Anatomy ‘Assistam porque vão gostar, eu prometo!’, diz roteirista sobre novo episódio 'É um sonho realizado', diz Skubs sobre convite para integrar equipe da série No episódio, Bianca Comparato interpreta Maria Flor Vasconcellos, uma mãe solteira e católica, cuja filha tem paralisia cerebral. Na narrativa, ela interage com Amelia Shepherd (Caterina Scorsone), Monica Beltran (Natalie Morales, em sua estréia na série) e "Blue" Kwan (Harry Shum Jr. Bianca Comparato/Arquivo pessoal/Rede Social Participação de Bianca Comparato: ‘vou com tudo’ O episódio “Walk on The Ocean” foi aguardado pelos fãs brasileiros pela presença da atriz carioca Bianca Comparato, que atuou nas séries “3%” e "Sessão de Terapia”, as novelas da Globo “Avenida Brasil” e “Sete Vidas”, e os filmes “Somos tão Jovens” e “Morto Não Fala”. Mãe católica, abraço da diretora e ‘coisinha errada no set’ A personagem vivida por Bianca Comparato em Grey's Anatomy é brasileira e católica. Ela fala português no episódio e, inclusive, reza em português. Sua filha, Malan, que sofre de paralisia celebral, quer poder voltar a jogar capoeira. Bianca contou curiosidades sobre as gravações de Grey´s Anatomy. “Na última cena que eu gravei, eu não tinha ficado tão feliz assim com a minha performance. Aí deu um problema na luz, a gente teve que fazer mais um take e eu pensei ‘é agora, vou com tudo’”, relata a atriz. “Foi a tomada que eu mais gostei, que, inclusive, é a que foi pro ar. No final, a Debbie Allen, diretora, me deu um abraço e falou que ficou super feliz com o resultado. Teve uma coisinha errada no set, mas foi o melhor pra mim e pra cena”, lembra Bianca. Escolhida por unanimidade Beto diz que sempre admirou o trabalho de Bianca. “A atuação dela na serie “3%”, pra mim, foi a melhor coisa da série”, diz Skubs, que conheceu a atriz numa festa de brasileiros que atuam no setor audiovisual em Los Angeles. “Eu disse ‘adoraria trabalhar com você um dia’, mas ela não acreditou. Aí quando escrevi o episódio, tinha essa personagem. Perguntei se ela toparia fazer o teste, e ela disse que sim, e que é muito fã de Grey’s Anatomy”, recorda o roterista. “Apesar da minha indicação, a Bianca fez teste com quase 20 atrizes e foi escolhida por unanimidade entre os produtores e a Debbie Allen, diretora do episódio”, afirma. Beto Skubs e Bianca Comparato assistem à exibição do novo episódio lançado nos Estados Unidos em março. Arquivo pessoal/Reprodução “Espero que os brasileiros se sintam representados, já que nós estamos olhando para eles, os valorizando. O Brasil é importante. É um público gigante para filmes e séries de TV. Gostaria muito que isso inspirasse outros escritores a escrever personagens brasileiros em suas séries”, completa Beto Skubs. Amigos Ao longo de outros episódios, o roteirista reverenciou outros amigos e familiares, inclusive, pessoas que conheceu em Piracicaba. O 14º episódio da 18ª temporada da série, lançado em 2022, também é repleto de referências ao Brasil, tem o ator carioca Eduardo Muniz, além de uma participação do próprio roteirista como figurante. Um deles foi Daniel Lima, que apareceu em “Road Trippin’”, da 18ª temporada, que ficou conhecido como “episódio brasileiro” e foi interpretado pelo ator carioca Eduardo Muniz. O nome, segundo Beto, é o mesmo de um de seus “melhores amigos de ‘’Pira’”. O filho do personagem na série, por sua vez, é uma homenagem a diferentes amigos. “Raphael Lima é uma homenagem a metade dos meus amigos, quase todo mundo chama Rafael ou Raphael”, brinca Skubs, sobre amigos piracicabanos. “Velo, em um dos episódios, meu cunhado. O personagem Theo Ruiz, de Station 19 (uma série spin-off – ou derivada de Grey´s Anatomy), foi uma homenagem ao sobrenome da família da minha mãe, Ruiz. E teve meu tio Ismael, que apareceu numa foto com a camisa do Corinthians em um episódio”, conta o profissional. Episódio de Grey's Anatomy escrito por roteirista de Piracicaba leva referências ao Brasil Divulgação/Grey's Anatomy Pegando estrada O capítulo é intitulado “Road Trippin” ("pegando estrada”, em tradução livre), mesmo título de uma canção da banda Red Hot Chili Peppers. Entre outras narrativas, a trama apresenta a história de uma família brasileira que atravessa os Estados Unidos em um trailer, rumo ao Grey Sloan Memorial Hospital. Skubs (à esquerda) junto ao trailer filmado no episódio, que carrega a bandeira brasileira, Arquivo pessoal No enredo, a adolescente Fernanda Lima, que luta contra problemas cardíacos durante anos, precisa fazer uma cirurgia. Seu pai, Daniel Lima (interpretado pelo brasileiro Eduardo Muniz), tem a ideia de, ao longo da viagem, parar para ver lugares históricos dos EUA antes do procedimento da filha. Isso gera consequências à mãe, Angela, ao filho adolescente, Rafael, e à toda a família Lima. Brasileiro Beto Skubs é roteirista de Grey´s Anatomy Beto Skubs/Arquivo pessoal Ponta de ator Outra referência ao Brasil na série é o próprio Beto Skubs. O roteirista aparece como figurante no 14º episódio da nova temporada, como um médico. "É apenas uma figuração, apareço ao fundo, como um médico. Mas, não posso falar mais nada. É uma cena que vai deixar o público brasileiro bem feliz. Não por causa da minha participação. Pelo resto, é claro", afirma. Figurino de Beto Skubs para aparição em cena de Grey´s Anatomy Beto Skubs/Arquivo pessoal A decoração do trailer da família Lima reuniu objetos que evidenciam o Brasil, como fotos pessoais de Skubs em locais como o Rio de Janeiro e Mongaguá (Veja, abaixo). “Em uma das fotos da família, eu queria que eles estivessem jogando futebol e, para minha surpresa, os dois atores que fazem o pai e o filho, Eduardo Muniz e Alexander Pelaez, jogam muito bem. Foi divertido, tenho fotos e vídeos deles aqui batendo bola na frente de uma tela verde (chroma key) para fazer o efeito especial”, diverte-se Beto. Referências ao Brasil em episódio de Grey's Anatomy Beto Skubs/Arquivo pessoal Grey’s Anatomy Exibida desde 2005, "Grey's Anatomy" é centrada na rotina de cirurgiões internos, residentes e atendentes do hospital em Seattle (EUA) e nos dramas envolvendo suas vidas pessoais e seus pacientes. O nome da série médica e da protoganista são também uma referência ao livro “Gray's Anatomy”, escrito pelo anatomista inglês Henry Gray, que teve sua primeira edição publicada em 1858. VÍDEOS: Fique por dentro do que acontece nas cidades Veja mais notícias no g1 Piracicaba Veja Mais

WD reúne Wanessa Camargo, Lia Clark e Majur no primeiro álbum, 'Magnético'

G1 Pop & Arte WD lança o primeiro álbum, 'Magnético', amanhã, 3 de abril, com feats. com Majur, Lia Clark e Wanessa Camargo entre as 15 faixas Divulgação ? WD apresenta o primeiro álbum, Magnético. Em rotação a partir de amanhã, 3 de abril, o disco chega ao mundo digital mais de um ano após o artista paulista ter editado, em fevereiro de 2023, o primeiro dos seis singles em que foi adiantando paulatinamente o repertório autoral de Magnético. Com 15 faixas, incluindo os interlúdios Ops pecado e Dúvida, o álbum Magnético traz no repertório músicas ainda inéditas como Cardio favorito, Ex-cravo (gravada com Majur), F...comigo (feat. com Lia Clark), Love no topo, Maldito, O canto do magnético e Tóxico. Essas músicas se juntam às já conhecidas faixas 1+ 1 -é pouco (gravada com MC Soffia e DJ 2F), Surra de hãn, Toque de veludo, Carta aberta, Cartas e Quem é você? (música gravada por WD com Wanessa Camargo). WD é o nome artístico de Washington Duarte, cantor e compositor nascido em Campinas (SP) há 30 anos e em cena desde 2015. Com o canto lapidado em igrejas ainda na pré-adolescência, WD se posiciona no mundo e no mercado da música como artista periférico, integrante da comunidade LGBTQIA+ e uma voz da resistência preta, como enfatiza na letra de Eu sou (2021), música autoral que apresentou na 10ª temporada do programa The Voice Brasil, ganhando visibilidade nacional que deu impulso à carreira fonográfica de WD. O álbum Magnético foi gravado com produção musical de Umberto Tavares e Jefferson Júnior. “Magnético não é apenas um conjunto de músicas, é a essência pura do meu ser, capturada em melodias e letras que refletem o que está na minha alma”, conceitua WD. Capa do álbum 'Magnético', de WD Divulgação Veja Mais

Djavan sopra 'Ventos do norte' em disco ao vivo com a gravação do show ‘D’ em Maceió, terra natal do artista alagoano

G1 Pop & Arte Capa do álbum ‘D – Ao vivo Maceió’, de Djavan Karyme França com arte de Cubículo ? Em 31 de março de 2023, Djavan deu o pontapé inicial na turnê internacional do show D, baseado no álbum homônimo que o artista alagoano lançara em agosto de 2022 com inédito repertório autoral. A estreia mundial do show D aconteceu em Maceió (AL), cidade natal desse cantor, compositor e músico que imprimiu assinatura própria na MPB a partir de 1975. Na apresentação inaugural da turnê, Djavan cantou músicas autorais como Alagoas (1978) e Ventos do Norte (1976) – esta em formato de voz e violão – para as cerca de 20 mil pessoas que se aglomeraram em estacionamento de Jaraguá, tradicional bairro de Maceió (AL). É a gravação desse primeiro show que gera o álbum D – Ao vivo Maceió, programado para ser lançado em 11 de abril com capa que expõe o artista em foto de Karyme França em arte de Cubículo. O álbum D – Ao vivo Maceió chega ao mercado fonográfico com ação de marketing orquestrada pelas gravadoras Sony Music e Luanda Records com a plataforma Spotify. É que Djavan é um dos primeiros artistas a experimentar o Countdown page, ferramenta ainda em fase de testes na plataforma e oferecida a um seleto grupo de artistas ao redor do mundo. Pela ferramenta da página, cujo link estará disponível nas redes do cantor a partir das 14h de hoje, 2 de abril, os seguidores de Djavan poderão fazer diretamente o pré-save do álbum e acompanhar a contagem regressiva até o lançamento do disco ao vivo, recebendo recado exclusivo do cantor e tendo acesso prévio à relação das músicas que compõem o repertório do álbum D – Ao vivo Maceió. Veja Mais

'Ansiosa para ser presa': autora de Harry Potter desafia nova lei contra crimes de ódio da Escócia

G1 Pop & Arte A escritora, que vive em Edimburgo, é conhecida por se opor ao movimento trans de luta por direitos. JK Rowling é uma das mulheres mais ricas do Reino Unido Getty Images A escritora JK Rowling, autora da série Harry Potter, desafiou a nova lei escocesa contra crimes de ódio em uma série de postagens nas redes sociais — dizendo para que a polícia a prenda caso acredite que ela cometeu um crime. A escritora, que vive em Edimburgo, é conhecida por se opor ao movimento trans de luta por direitos. J.K. Rowling é denunciada à polícia por transfobia por apresentadora no Reino Unido Rowling descreveu várias mulheres transexuais que são figuras públicas como homens e disse que a "liberdade de expressão e de crença" chegaria ao fim se "a descrição precisa do sexo biológico fosse proibida". A Lei de Crimes de Ódio e Ordem Pública foi criada em 2021 e entrou em vigor agora em 2024, na segunda-feira (1º). Ela criminaliza comportamentos ameaçadores ou agressivos que visam "incitar ódio" relacionado a características pessoais que alguém tenha ou aparente ter — como idade, deficiência, religião, orientação sexual, identidade transgênero ou ser intersexo. A pena máxima prevista pela nova lei na Escócia é uma pena de prisão de sete anos. A nova legislação não criminaliza o debate de ideias nem diminui a liberdade de expressão, segundo o primeiro-ministro da Escócia, Humza Yousaf. "A menos que seu comportamento seja ameaçador ou abusivo e pretenda incitar o ódio, então você não tem nada com que se preocupar em termos das novas ofensas que estão sendo criadas", disse Yousaf. 'Ansiosa para ser presa' JK reclamou da nova legislação em uma postagem nas redes sociais. "Os legisladores escoceses parecem ter dado mais valor aos sentimentos dos homens que realizam sua ideia de feminilidade, por mais misógina ou oportunista que seja, do que aos direitos e liberdades das mulheres e meninas reais", escreveu a escritora. "É impossível descrever ou enfrentar com precisão a realidade da violência e da violência sexual cometida contra mulheres e meninas, ou abordar o atual ataque aos direitos das mulheres e meninas, a menos que possamos chamar um homem de homem", disse ela. Rowling afirmou que no momento está fora do país, mas disse ironicamente que "está ansiosa por ser presa". "Se o que escrevi aqui se qualifica como uma ofensa sob os termos da nova lei, estou ansiosa para ser presa quando retornar ao local de nascimento do Iluminismo Escocês", escreveu. A Polícia da Escócia disse não ter recebido nenhuma reclamação sobre as postagens. Segundo o primeiro-ministro, Humza Yousaf, a nova lei visa combater uma "onda crescente de ódio" no país. À época da criação da lei, ele afirmou que ela é uma forte "mensagem para vítimas, agressores, comunidades e para a sociedade em geral que ofensas motivadas por preconceito sertão tratadas com gravidade e não serão toleradas". A legislação visa deter uma 'onda crescente de ódio', segundo o primeiro-ministro escocês Getty Images A legislação recebeu críticas por não incluir mulheres cis como grupo que pode ser vítima de crimes de ódio. O governo, no entanto, diz que está elaborando uma lei específica sobre misoginia (ódio às mulheres). Incentivar o ódio com base na raça, sexualidade e religião já era ilegal no Reino Unido (que inclui a Escócia), mas agora há uma legislação específica escocesa sobre o assunto, que tem algumas diferenças. Uma delas é que a motivação por ódio pode ser considerada "agravante" em outros crimes, podendo levar um juiz a determinar penas maiores. Um grupo de cerca de 200 pessoas fez um protesto em frente ao Parlamento Escocês, em Edimburgo, na manhã em que a nova lei entrou em vigor, em março. Os defensores da nova lei salientam que ela contém trechos destinados a proteger a liberdade de expressão. Por exemplo, afirma que uma pessoa acusada de incitar o ódio pode se defender mostrando que as ações foram "razoáveis". A lei também faz referência ao direito à liberdade de expressão no Artigo 10 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, que inclui proteção para "ideias que ofendem, chocam ou perturbam". O governo escocês diz que a Lei do Crime de Ódio proporciona proteção contra o ódio e o preconceito sem sufocar a liberdade de expressão individual. "Para aqueles que pensam que podem acidentalmente de alguma forma infringir a lei porque acreditam que o gênero é imutável, porque acreditam que um homem adulto não pode se tornar uma mulher, porque fazem campanha pelos direitos dos palestinos, porque pregam sua crença religiosa de que relações entre pessoas do mesmo sexo são pecaminosas; nenhuma destas pessoas seria alvo da lei apenas por declarar a sua crença", afirmou o primeiro-ministro Humza Yousaf. "Por quê? Porque apenas afirmar qualquer crença, que pode ser ofensiva para alguns, não é passar do limite, não é incorrer no que a lei considera um comportamento criminoso", afirmou. Alemanha legaliza maconha: o que muda com as novas regras? Famílias famintas e mães desdentadas: o retrato da miséria na ditadura que ficou 'escondido' nos arquivos do IBGE As origens do Dia da Mentira Veja Mais

CCXP 2024 anuncia preços de ingressos; valores vão de R$ 160 a R$ 2,3 mil

G1 Pop & Arte Evento de cultura nerd acontece entre os dias 5 e 8 de dezembro, na São Paulo Expo. As vendas dos ingressos começam no dia 9 de abril. CCXP Divulgação A organização da CCXP 2024 anunciou nesta segunda-feira (1) os valores dos ingressos para o evento de cultura nerd, que acontece entre os dias 5 e 8 de dezembro, na São Paulo Expo. Os valores variam entre R$ 160 e R$ 2,3 mil, e as vendas começam a partir dia 9 de abril, às 12h. Os organizadores mantiveram os valores trabalhados no ano anterior, mas fizeram algumas mudanças em algumas credenciais: retiraram a Full Experience (com acesso à área VIP uma hora antes da abertura); e fizeram alterações na Epic Experience, que passa a ser chamada de "Epic Pass". Esta, dá direito a uma lista de benefícios, como acesso antecipado e passes para aproveitar Spoiler Night com 1 acompanhante (veja benefícios completos abaixo). Preço dos ingressos (valores para primeiro lote – de 9/4 a 6/5) Dia 1 (quinta-feira): R$ 160 (meia), R$ 210 (social), R$ 320 (inteira) Dia 2 (sexta-feira): R$ 180 (meia), R$ 230 (social), R$ 360 (inteira) Dia 3 (sábado): R$ 240 (meia), R$ 290 (social), R$ 480 (inteira) Dia 4 (domingo): R$ 240 (meia), R$ 290 (social), R$ 480 (inteira) 4 dias: R$ 740 (meia), R$ 890 (social), R$ 1.480 (inteira) Epic Pass: R$ 2.300 Benefícios do Epic Pass CCXP24: A credencial Epic Pass dá direito aos quatro dias de festival e conta com alguns benefícios: Acesso a Spoiler Night com direito a 1 acompanhante; Kit Epic Pass (com itens especiais); Epic Service: Fila preferencial, banheiros e pontos de hidratação exclusivos e acesso ao pavilhão 1h antes da abertura geral; 10% de desconto em produtos da CCXP Store, sem limite de compras ou valor mínimo; 1 foto ou 1 autógrafo com um artista convidado da CCXP; Público durante a CCXP 2022 Fabio Tito/g1 Veja Mais

'Ensaio Sobre a Cegueira', 'A Condição Humana', 'Irmã Outsider': os livros favoritos dos ministros de Lula

G1 Pop & Arte Nas últimas semanas, g1 procurou 11 dos 38 titulares do primeiro escalão do governo e perguntou a eles quais são os livros preferidos e o que estão lendo no momento. Biblioteca no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República Divulgação/PR Livros como "Ensaio Sobre a Cegueira", de José Saramago; "A Condição Humana", de Hannah Arendt; e "Irmã Outsider", de Audre Lorde, são citados como preferidos por ministros do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nas últimas semanas, o g1 procurou 11 ministros deste terceiro mandato do petista e perguntou a eles quais livros são os favoritos e quais os titulares do primeiro escalão estão lendo neste momento. A obra-prima do português Saramago – vencedor do Nobel de Literatura em 1998 – foi apontada como preferida pelo ministro da Educação, Camilo Santana, por exemplo. Já a titular do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que tem como livro predileto "A Condição Humana" – um dos principais trabalhos da filósofa alemã Hannah Arendt. Anielle Franco (Igualdade Racial), que teve a irmã Marielle assassinada em uma emboscada no ano de 2018, disse que a obra de Audre Lorde a ajudou a lidar com a perda da familiar. Nesta reportagem, além de indicações e alguns comentários feitos pelos ministros, são apresentadas sinopses dos livros – ou seja, breves relatos sobre o que os autores abordam nas publicações. Veja na arte abaixo quais obras foram citadas pelos titulares das 11 pastas procuradas pelo g1: Os livros preferidos dos ministros e o que eles estão lendo no momento Clique no nome dos ministros para saber mais sobre seus livros favoritos e suas leituras de momento: Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) Fernando Haddad (Fazenda) Marina Silva (Meio Ambiente) Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) Anielle Franco (Igualdade Racial) Cida Gonçalves (Mulheres) Camilo Santana (Educação) Sônia Guajajara (Povos Indígenas) Margareth Menezes (Cultura) André Fufuca (Esporte) Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse estar lendo 'Brasil: Uma Biografia' Cadu Gomes/Vice-Presidência da República Geraldo Alckmin Livro favorito: diz não ter um livro preferido. Está lendo agora: "Brasil: uma Biografia", de Lilia Schwarcz e Heloisa Starling. Do que trata: a obra das historiadoras Lilia Schwarcz – que recentemente foi eleita para a Academia Brasileira de Letras – e Heloisa Starling narra a formação social do Brasil, desde a chegada dos portugueses, passando pelo massacre dos povos indígenas e pela escravidão, até fatos mais recentes da política do país. No livro, as autoras fazem um contraposição a ideias lançadas por escritores clássicos da sociologia brasileira, como a da cordialidade das elites. "Um trabalho que consegue o feito de levar a história brasileira em suas dimensões políticas, sociais e econômicas para um público amplo, interessado em conhecer as raízes de nosso país, por meio de uma linguagem fluida, mas com rigor típico das grandes pesquisas acadêmicas", afirmou o ministro e vice-presidente da República. Voltar O ministro Fernando Haddad (Fazenda) declarou que está lendo obra sobre a escravidão Diogo Zacarias/MF Fernando Haddad Livro favorito: diz não ter livro preferido. Está lendo agora: "O Problema da Escravidão na Cultura Ocidental", de David Brion Davis. Do que trata: nesta obra, publicada pela primeira vez em 1967, o historiador norte-americano David Brion Davis analisa os aspectos sociais e políticos da escravização de negros no mundo ocidental. E busca identificar em que momento histórico, e em quais circunstâncias, a escravidão passou a ser considerada pela sociedade como algo incompatível com valores civilizados. O autor destaca que o tratamento imposto a homens e mulheres negros, definidos como propriedades de escravocratas, gerou tensões em diferentes épocas. O problema, para o historiador, é que essas tensões não geraram um pensamento antiescravista significativo nas sociedades, nem nas mais modernas. Voltar Obra da filósofa Hannah Arendt é a favorita de Marina Silva (Meio Ambiente) Felipe Werneck/MMA Marina Silva Livro favorito: "A Condição Humana", da Hannah Arendt. Está lendo agora: "O Decrescimento: Entropia, Ecologia e Economia", de Nicholas Georgescu-Roegen. Do que tratam: em "A Condição Humana", a filósofa alemã Hannah Arendt promove um debate sobre "o que estamos fazendo" enquanto civilização. Na obra, publicada pela primeira vez em 1958, a autora se desobriga da tentativa de dar respostas teóricas às incertezas do mundo moderno, e faz considerações sobre a condição de homens e mulheres sob a perspectiva de novas experiências e dos temores da sociedade. No livro "O Decrescimento: Entropia, Ecologia e Economia", o economista romeno Nicholas Georgescu-Roegen aplica conceitos da física, como o da termodinâmica, da matemática e da economia às relações da sociedade com o meio ambiente. Considerado o fundador da bioeconomia, o autor lança preocupações sobre o crescimento econômico baseado no desgaste de recursos naturais, como combustíveis fósseis altamente poluentes. E estimula o debate sobre o desenvolvimento sustentável. Voltar Simone Tebet (Planejamento) apontou conjunto da obra de Manoel de Barros como favorito Washington Costa/MPO Simone Tebet Livros favoritos: coletânea da obra de Manoel de Barros. Está lendo agora: não informou. De quem se trata: "A maior riqueza do homem é a sua incompletude. Nesse ponto, sou abastado", diz Manoel de Barros no poema "Retrato do Artista Quando Coisa". Nascido em Cuiabá (MT), em 1916, o poeta mato-grossense se notabilizou por abordar com simplicidade questões profundas do ser humano. Falecido em 2014, na cidade de Campo Grande (MS), Manoel de Barros também se destacou pela habilidade com as palavras e a capacidade de criar neologismos. Entre seus principais livros, estão "Poemas Concebidos Sem Pecado", "Compêndio para Uso dos Pássaros" e "Memórias Inventadas". "É o poeta que vê que a essência da vida está nas pequenas coisas. O belo é simples", avalia Simone Tebet. Voltar Livro que ajudou Anielle a lidar com a perda da irmã é o favorito da ministra da Igualdade Racial Rithyele Dantas/MIR Anielle Franco Livro favorito: "Irmã Outsider", de Audre Lorde. Está lendo agora: "Políticas da Inimizade", de Achille Mbembe. Do que tratam: publicado em 1984, o livro "Irmã Outsider" reúne ensaios da professora, ativista e escritora estadunidense Audre Lorde sobre as lutas feminista, antirracista e da comunidade LGBTQIA+. Com linguagem acessível e poética, a autora tece críticas à lesbofobia, ao racismo, ao machismo e a outras formas de opressão. Mulher, negra e homossexual, Audre Lorde lança um olhar "estrangeiro" sobre as questões abordadas, uma vez que ela se coloca fora do que chama de "norma mítica", composta por pessoas brancas e heterossexuais. Já o livro "Políticas da Inimizade", escrito pelo filósofo e historiador camaronês Achille Mbembe, foi publicado em 2017. A obra aponta a violência dos regimes coloniais escravagistas como geradora de inimizades no mundo contemporâneo. E também discute a ressurgência dessa violência em recentes movimentos nacionalistas ao redor do mundo, sob a perspectiva de um pensador do continente africano. "'Irmã Outsider' me acompanhou após a morte da Marielle. O livro me ajudou a entender, externalizar e organizar meus pensamentos após a perda dela", afirmou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, sobre o seu livro favorito. Voltar Ministra das Mulheres lê obra sobre discriminação contra pessoas do sexo feminino na internet Patrick Grosner/Presidência da República Cida Gonçalves Livro favorito: não informou. Está lendo agora: "Misoginia na Internet: Uma Década de Disputas por Direitos" de Mariana Valente. Do que trata: resultado de mais de dez anos de pesquisa sobre direito, gênero e tecnologia, o livro da advogada Mariana Valente propõe reflexões sobre a violência de gênero nas redes sociais. A autora de "Misoginia na Internet: Uma Década de Disputas por Direitos" (2023) promove um debate sobre políticas públicas, regulamentação de plataformas e outras ações que podem ser adotadas para além da criminalização condutas misóginas na internet. "[Me interessa] entender cada vez mais como nós, agentes de transformação, podemos ajudar a construir políticas públicas e uma legislação que ofereça proteção às mulheres em qualquer ambiente, seja online ou off-line", afirmou a ministra Cida Gonçalves. Voltar Obra-prima de Saramago é a predileta de Camilo Santana (Educação) Angelo Miguel/MEC Camilo Santana Livro preferido: "Ensaio Sobre a Cegueira", de José Saramago Está lendo agora: não informou. Do que se trata: neste romance distópico, o escritor português José Saramago versa sobre o avanço de uma epidemia de cegueira em uma cidade não especificada. Na tentativa de conter a situação, as autoridades colocam as pessoas afetadas em um sanatório, onde ficam praticamente abandonadas. No local, destacam-se uma mulher imune ao contágio que leva à deficiência visual e um homem que já era cego antes da epidemia. Em "Ensaio Sobre a Cegueira" (1995), Saramago provoca uma reflexão sobre a conduta humana em uma situação extrema, de confinamento em condições precárias, em que afloram diferentes instintos, como os de sobrevivência e o sexual. Voltar Inclusão é tema de livro que a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, diz estar lendo no momento Mré Gavião/MPI Sonia Guajajara Livro preferido: "Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho na Sociedade Inclusiva" de Cláudia Werneck Está lendo agora: não informou Do que se trata: nesta publicação, a jornalista e ativista Cláudia Werneck defende a democratização dos debates sobre inclusão nos diferentes ambientes da sociedade. O objetivo é difundir a temática a fim de que as pessoas se tornem "cúmplices" da sociedade inclusiva. A obra apresenta formas com as quais escolas, famílias, mídias, entre outros segmentos, podem colaborar para a inclusão, por exemplo, de idosos, negros, mulheres, pessoas com deficiência e com transtorno do espectro autista. A autora sustenta que, na sociedade inclusiva, não há "bonzinhos", mas sim pessoas responsáveis pela qualidade de vida de todos. "Em uma sociedade inclusiva, não basta você incluir, é necessário aceitar os diferentes, respeitar as diferenças e ter um lugar para todos", disse a ministra Sônia Guajajara. Voltar A ministra da Cultura, Margareth Menezes, contou que está lendo o best-seller 'Torto Arado', do baiano Itamar Vieira Junior Victor Vec/MinC Margareth Menezes Livro favorito: não informou Está lendo: "Torto Arado" (2019), de Itamar Vieira Junior Do que se trata: neste romance, o escritor soteropolitano Itamar Vieira Junior narra a história de duas irmãs que vivem no sertão baiano – região pouco conhecida pelos próprios brasileiros. Descendentes de escravos, Bibiana e Belonísia encaram, mesmo após a abolição da escravidão, uma vida de trabalho duro no campo em busca de sobrevivência. Permeada por tradições religiosas afro-brasileiras, a obra retrata o processo de conscientização de uma das protagonistas, que passa a lutar pela emancipação dos trabalhadores rurais e pelo direito à terra. "Acho que a literatura brasileira tem se mostrado interessante, porque estamos começando a contemplar novos talentos e novas visões de vida. Uma literatura cada vez mais inclusiva", declarou Margareth Menezes. Voltar O ministro do Esporte, André Fufuca, está lendo biografia de Napoleão Bonaparte Divulgação/Ministério do Esporte André Fufuca Livro preferido: não informou Está lendo: "Napoleão: Uma vida", de Vincent Cronin Do que trata: o livro "Napoleão: Uma vida", do historiador e escritor biográfico britânico Vincent Cronin, conta a história de Napoleão Bonaparte, com destaque para questões particulares e detalhes pessoais da vida do imperador francês. Isso sem deixar de lado os feitos históricos do homem que liderou as tropas francesas por quase uma década, com um projeto de dominação da Europa. Após uma pesquisa extensa sobre a vida e morte do francês, Vincent Cronin busca apresentar aos leitores, nesta biografia, um Napoleão de "carne e osso". Voltar Ricardo Lewandowski (Justiça) citou obra do filósofo Sêneca como favorita Jamile Ferraris/MJSP Ricardo Lewandowski Livro favorito: "Moral and Political Essays" (Ensaios sobre Moral e Política) - Sêneca Está lendo agora: "The Coming Wave" (A Próxima Onda) - Mustafa Suleyman Do que tratam: o livro "Moral and Political Essays" (Ensaios sobre Moral e Política) reúne trabalhos do filósofo do império romano Lúcio Sêneca sobre ira, clemência e vida privada. Nos ensaios, o filósofo estoico trata da relação humana com a natureza, e sobre a forma com que o homem deve lidar com situações que não estão sob seu controle. Para o autor, os homens têm consciência do bem e do mal e a forma como agem depende de suas vontades. Em "The Coming Wave" (A Próxima Onda), o empresário britânico Mustafa Suleyman faz considerações sobre a tecnologia no século 21, principalmente em relação ao desenvolvimento da inteligência artificial, que, cada vez mais, permeará diversos aspectos da vida em sociedade. O autor sustenta que, em breve, ferramentas de IA vão realizar tarefas complexas no mundo empresarial, na produção de conteúdo digital, e nos serviços governamentais. Para Suleyman, é necessário pensar sobre o que pode ser feito para que a IA funcione para todos, e refletir sobre as inovações e riscos dessa tecnologia. Voltar *Estagiário sob a supervisão de Gustavo Garcia Saiba a importância da leitura para o desenvolvimento das crianças e jovens Veja Mais

Tuyo conecta Arthur Verocai, DJ Vhoor e Luiz Gonzaga no álbum ‘Paisagem’

G1 Pop & Arte Trio Tuyo lança o álbum ‘Paisagem’ com a participação da cantora Luedji Luna na faixa-título e com músicas produzidas pelos integrantes com Lucs Romero Walter Firmo / Divulgação ? Terceiro álbum de músicas inéditas do trio Tuyo, Paisagem entrou em rotação na noite de ontem, 4 de abril, fazendo a primeira conexão do maestro carioca Arthur Verocai com a batida do produtor musical, DJ e beatmaker mineiro Vhoor. A mistura acontece na gravação da música Apazigua – de autoria creditada a Lay Soares, Lio Soares, Jean Machado, Lucs Romero, Victor Hugo de Oliveira Rodrigues e ao próprio Arthur Verocai – e inclui Luiz Gonzaga (1912 – 1989), cujo Xote das meninas (1953), parceria de Gonzagão com Zé Dantas (1921 – 1962) citada na faixa escolhida para promover a edição do álbum. Ao longo do álbum Paisagem, Lucs Romero se junta a Lay Soares, Lio Soares e Jean Machado – integrantes do trio paranaense formado em Curitiba (PR) em 2016 – na produção e composição de músicas como Dentro dessa noite (com a adesão de JLZ), Escuro total (também com JLZ), Maravilha, Me distrai e O que você quer. Já a cantora e compositora baiana Luedji Luna se junta ao Tuyo na gravação da música que batiza Paisagem, primeiro álbum de músicas inéditas do trio desde Chegamos sozinhos em casa (2021). Capa do álbum ‘Paisagem’, do grupo Tuyo Walter Firmo Veja Mais

Kurt Cobain: 30 anos após sua morte, líder do Nirvana mantém legado ao influenciar rappers de diferentes gerações

G1 Pop & Arte Morto em 5 de abril de 1994, músico é citado como referência por nomes como Jay-Z, Kendrick Lamar e Lil Nas X. Kurt Cobain canta no 'Unplugged' do Nirvana, em 1993 Divulgação Um breve histórico do cenário roqueiro do fim dos anos 1980 e início dos 1990: reinavam as bandas de hard rock e hair metal, com integrantes que sustentavam longas cabeleiras e shows pomposos, com letras muitas vezes sexistas e homofóbicas. Então, em setembro de 1991, veio "Nervermind", segundo álbum do trio Nirvana, liderado por Kurt Cobain. A banda ia na contramão do rock mainstream, ao aparecer com discurso em favor de grupos formados por mulheres, se opor ao racismo e à homofobia e avisar aos adolescentes que eles podiam fazer o que quisessem. O impacto foi tão grande que poucos meses depois de seu lançamento o disco desbancou "Dangerous", de Michael Jackson, do primeiro lugar das paradas. "Nevermind" e a faixa "Smells like teen spirit", cujo título surgiu depois de uma noite de bebedeira com a vocalista do Bikini Kill, Kathleen Hanna, redefiniu a cena musical daquele início de década e colocou de vez o grunge no mapa global da cultura pop. Cobain, no entanto, lidava com problemas de saúde mental e vício em heroína. Foi encontrado morto, aos 27 anos, em 8 de abril de 1994, em sua casa em Seattle, nos Estados Unidos. A polícia constatou que a data do óbito, por suicídio, ocorreu em 5 de abril. Há exatos 30 anos. A morte trágica é um elemento adicional a fazer com que a obra do artista seja debatida e sirva de influência para gerações de músicos. E não apenas roqueiros, mas rappers também. O próprio Cobain dizia gostar do estilo, mas criticava a misoginia de certas letras e afirmava que pessoas brancas não poderiam fazer rap. "Eu acho que o rap é a única forma vital de música que foi introduzida [...] há muito tempo, desde o punk rock. Eu nunca faria rap. Não. Simplesmente não faz sentido. As pessoas que fazem rap fazem isso muito bem... Eu, geralmente, me sinto ofendido por pessoas como Vanilla Ice e coisas do tipo", declarou certa vez à revista "Billboard". "O homem branco já copiou o homem negro por tempo suficiente. Ele deveria deixar o rap para os afro-americanos, porque eles fazem isso tão bem e é tão vital para eles." Rappers de diferentes gerações já fizeram referências a Kurt Cobain. Veja, nesta reportagem, citações em trabalhos de: Onyx Public Enemy Kendrick Lamar Jay-Z Lil Peep Kid Cudi Post Malone Lil Nas X Onyx O grupo de hip-hop Onyx lançou uma das músicas mais marcantes do gênero em 1993, chamada "Slam". Ela não menciona Cobain ou o Nirvana nominalmente, porém Fredo Starr, um dos fundadores do Onyx, afirmou que a inspiração da música e do clipe veio surgiu de eles terem a assistido ao vídeo de "Smells like teen spirit". Public Enemy Em seus diários, Cobain fez uma lista dos 50 discos favoritos do Nirvana, e entre eles está "Take a nation of millions to hold us back", do Public Enemy. Anos mais tarde, em 1999, o grupo de rap de Chuck D faz menção a Kurt em "Do you wanna go our way", do álbum "There’s a poison goin' on". Letras original: "So I parallel the brains of Cobain / Show no shame like the pain of Kane / Gettin' mad opposition hip to the game / It's that gran ol' pe ammo" Tradução: "Então, eu faço um paralelo com o cérebro de Cobain / Não mostro vergonha como a dor de Kane / Enlouquecendo a oposição no jogo / É aquela grande e velha munição" Kendrick Lamar Kendrick Lamar durante apresentação no Lollapalooza 2019 Fábio Tito/G1 Kendrick Lamar usa Kurt Cobain como referência em suas composições. A faixa "Is it love", de um EP lançado 2009, traz uma delas. Letra original: "Give me vanity, give me Kurt Cobain sanity / Give me a city where Channel 7 newscasters cameras be" Tradução: "Me dê vaidade, me dê a sanidade de Kurt Cobain / Me dê uma cidade onde as câmeras dos telejornais da Channel 7 estejam presentes" Cobain também aparece em "HiiiPower", faixa do álbum de estreia de Kendrick, "Section.80". A música tem como temas o racismo e o fato de a sociedade fazer as pessoas enlouquecerem, ao colocá-las em um pedestal. O rapper menciona de isso levou Lauryn Hill a se afastar dos palcos e Cobain a tirar a própria vida. Letras original: "They play musical chairs once I'm on that pedestal / Frightenin', so fuckin' frightenin' / Enough to drive a man insane, a woman insane / The reason Lauryn Hill don't sing, or Kurt Cobain / Loaded that clip and then said bang" Tradução: "Eles jogam dança das cadeira uma vez que estou naquele pedestal / Assustador, tão assustador / Suficiente para enlouquecer um homem, uma mulher enlouquecer / A razão pela qual Lauryn Hill não canta ou Kurt Cobain / Carregasse aquele pente e então disse bang" Jay-Z Jay Z se apresenta em Nova York, em 2017 Scott Roth/Invision/AP "Holy Grail", do álbum "Magna Carta Holy Grail", de 2013, de Jay-Z, tem a participação de Justin Timberlake. No refrão, o rapper fez uso da melodia de "Smells like teen spirit". (Vale dizer: a faixa ganhou um Grammy de melhor rap/colaboração.) Letra original: "I know nobody to blame / Kurt Cobain, I did it to myself, uh / And we all just entertainers / And we're stupid, and contagious / Know we all just entertainers" Tradução "Eu não conheço ninguém para culpar / Kurt Cobain, fiz isso a mim mesmo, uh / E todos nós somos apenas artistas / E somos estúpidos e contagiosos / Sabemos que todos nós somos apenas artistas" Lil Peep O rapper Lil Peep Reprodução/Facebook/Lil Peep O rapper era um artista em ascensão ao fazer misturas do hip hop com elementos do emo, punk e do trap. Ele morreu em 2017 depois de uma overdose acidental, aos 21 anos. Suas composições traziam carga altamente emotiva e abordavam temas como depressão, ansiedade e também sobre o uso de drogas. Na ocasião da morte Lil Peep, o jornal americano "The New York Times" o chamou de "Kurt Cobain do rap lo-fi". E Peep, de fato, era fã do líder do Nirvana. Em 2016, ele lançou a faixa "Cobain", ao lado de Lil Tracy. Letra original: "Sniffin' cocaine 'cause I didn't have no Actavis / Smokin' propane with my clique and the bad bitches / Call me Cobain, she can see the pain / Look me in the eyes, girl, we are not the same" Tradução "Cheirando cocaína porque eu não tinha Actavis / Fumando propano com minha turma e as garotas más / Me chame de Cobain, ela pode ver a dor / Olhe nos meus olhos, garota, nós não somos iguais" Kid Cudi Outro artista que idolatra Kurt Cobain é Kid Cudi. O artista, que tem em seu trabalho composições mais introspectivas e sombrias, revelou em algumas entrevistas que o líder do Nirvana e a banda são uma inspiração. Em 2018, na faixa "Cudi Montage", do álbum "Kids see ghosts", ele usou um sample de "Burn the rain", esboço musical "composto" por Cobain e que faz parte da coletânea "Montage of Heck: The home recordings", formada por gravações usadas no documentário "Montage of Heck", de 2015. Post Malone Post Malone no 2º dia do Rock in Rio 2022 Stephanie Rodrigues/g1 Post Malone tem cerca de 70 tatuagens pelo corpo, e várias delas são em homenagens a artistas e celebridades como Johnny Cash, George Harrison, John Lennon, Elvis e Kurt Cobain. Além do rosto do vocalista do Nirvana, ele tem a palavra "nevermind" escrita na palma da mão. As homenagens a Cobain não ficam apenas no corpo. É comum que Post faça covers do Nirvana em suas apresentações. Ele apresentou, inclusive, uma live em tributo ao Nirvana. Em 2019, o rapper lançou a música "Goodbyes", do "Hollywood's bleeding", em que lembra Cobain. Letra original: "Me and Kurt feel the same, too much pleasure is pain / My girl spites me in vain, all I do is complain / She needs something to change, need to take off the edge / So - it all tonight / And don't tell me to shut up / When you know you talk too much Tradução "Eu e Kurt sentimos o mesmo, muito prazer é dor / Minha garota me despreza em vão, tudo que faço é reclamar / Ela precisa de algo para mudar, precisa aliviar a tensão / Então - é tudo esta noite / E não me diga para calar a boca / Quando você sabe que fala demais / Mas você não tem - o que dizer" Lil Nas X Lil Nas X no clipe da música 'J Christ' Reprodução/YouTube Lil Nas X, na verdade, conheceu o álbum "Nevermind" só depois de gravar sua faixa "Panini". Ele não sabia, mas seu duo de produtores, Take a Daytrip, usaram a música "In Bloom", de "Nevermind". Mas, sim, Frances Bean Cobain, filha de Kurt, autorizou o uso, segundo o artista. LEIA TAMBÉM: ESPECIAL: relembre o álbum 'Nevermind' Kathleen Hanna, do Bikini Kill, relembra tour nos anos 90: 'A gente se sentia fisicamente em perigo' Como Post Malone se tornou o rapper favorito da geração Z? Lil Nas X afronta homofobia do rap e chega ao Lolla como novo modelo de popstar 25 coisas que você talvez não saiba sobre Nevermind, do Nirvana Kurt Cobain com a filha, Frances Bean Cobain Reprodução/Instagram/Frances Bean Cobain Kurt Cobain em 1993, durante show na MTV Reprodução/IMDB Veja Mais

Mc Bin Laden fará mudança de nome artístico após saída do 'BBB24'

G1 Pop & Arte Segundo Lucas Sousa, representante artístico do cantor, alteração para MC Bin virá junto com EP para apresentar 'seu novo conceito e ideias'. MC Bin Laden participou nesta terça (29) do podcast g1 Ouviu Celso Tavares/g1 Mc Bin Laden vai mudar seu nome artístico assim que deixar o BBB24. Vale lembrar que isso pode acontecer muito em breve, já que o cantor está no paredão contra o participante Davi e a eliminação de um dos dois acontece na noite desta sexta-feira (4). De acordo com Lucas Sousa, representante artístico do cantor, após sair do programa, "Mc Bin Laden está planejando uma grande mudança em sua carreira" E isso inclui a adoção de um novo nome artístico: MC BIN. A mudança virá acompanhada de um EP, que deve trazer de 7 a 10 faixas "para apresentar seu novo conceito e ideias, surpreendendo a todos com uma variedade de gêneros musicais que ele explorou ao longo de sua carreira", explica Lucas. "Nossa ideia é, sem dúvidas anunciar a mudança nesse EP que vai ser surpreendente a todos. É mostrar para todos o novo MC BIN, onde apresentará novas características, conceitos e ideias." G1 Ouviu MC Bin Laden: "O nome Bin Laden: Fumei vários e vi um filme" MC Bin Laden já pensa em fazer uma alteração em seu nome artístico há alguns anos. Em entrevista ao podcast do g1 Ouviu, ele explicou: "Tem gente que pergunta se sou feliz com nome de Bin Laden. Não, verdadeiramente eu não sou por entender o nome que carrego. Então tenho vontade de mudar. Queria mudar já em 2018 pra 2019, mas estava passando por alguns problemas, uma depressão. Creio que no momento certo vou acabar mudando de nome." Ele ainda afirmou que na época que adotou o nome artístico, não se preocupou com o fato da conexão com o terrorista Osama bin Laden, morto em 2011, e que era considerado o mentor dos atentados de 11 de Setembro de 2001. "Não, nem tava aí pra nada. Nem imaginava. Eu achava que ia estourar no quarteirão de casa só. Não imaginava que o negócio ia ficar tão grande. Depois lá na frente que falei: Caramba, e se eu soubesse, poderia mudar." MC Bin Laden participou nesta terça (29) do podcast g1 Ouviu Celso Tavares/g1 Veja Mais

Junior recorre à nudez para promover 'Seus planos', single do álbum 'Solo 2'

G1 Pop & Arte ? Em que pese a promoção fervorosa do séquito de seguidores de Junior Lima, não para dizer que o primeiro volume do primeiro álbum solo do artista paulista – intitulado justamente Solo (2023) e lançado em 29 de outubro – tenha feito barulho além desse circuito de fãs do cantor. Talvez por isso Junior esteja recorrendo à nudez para badalar a edição do primeiro single do segundo volume de Solo. O single Seus planos sai na quinta-feira da próxima semana, 11 de abril, mas hoje, 3 de abril, Junior já abriu os trabalhos promocionais do álbum Solo vol. 2 com a divulgação de imagem em que aparece nu. A foto de Breno Galtier foi feita na gravação do clipe da música Seus planos, previsto para entrar em rotação às 12h de 11 de abril. A imagem faz parte do material promocional do single. Veja Mais

Lula Queiroga ergue pontes potentes no álbum 'Capibaribum' sem sair do rio que banha a aldeia e a alma do artista

G1 Pop & Arte Sexto disco solo do cantor e compositor do Recife tem alta voltagem poética e traz as vozes de Chico César, Martins, Marcelo Falcão, Ylana e Zé Renato. Lula Queiroga lança o sexto álbum solo, 'Capibaribum', na sexta-feira, 5 de abril, com dez composições autorais Sidarta / Divulgação Capa do álbum 'Capibaribum', de Lula Queiroga Divulgação Resenha de álbum Título: Capibaribum Artista: Lula Queiroga Edição: Luni Produções Cotação: ? ? ? ? ? “ [...] É o rio que passa na minha aldeia / Passeia e desenha a cidade / [...] / O rio que corre no veio do tempo / Deságua na eternidade”. Os versos de Capibaribum – parceria de Lula Queiroga com Yuri Queiroga que batiza o sexto álbum solo de Lula em enérgica gravação feita com a adesão vocal de Chico César – ambienta o disco que chega ao mundo na sexta-feira, 5 de abril, com dez músicas autorais de alta voltagem poética e sonora. Em Capibaribum, Lula Queiroga – cantor e compositor nascido no Recife (PE) há 64 anos – ergue pontes para soar o universal ao mesmo tempo em que permanece mergulhado no Capibaribe, rio que banha o estado de Pernambuco, aldeia e alma do artista revelado há 41 anos em álbum, Baque solto (1983), assinado com Lenine. Parceiro de Queiroga em músicas como A ponte (1997), oportunamente reconstruída no álbum Capibaribum em gravação com Marcelo Falcão e a guitarra de JR Tostoi que exemplifica a potência da produção musical orquestrada por Yuri Queiroga com Lula, Lenine conseguiu ir além da aldeia a partir da década de 1990 e virou nome nacional. Já a voz de Lula Queiroga – cuja relevante discografia solo foi iniciada há 23 anos com o álbum Aboiando a vaca mecânica (2001) – tem ecoado somente em nichos antenados da música brasileira do século XXI. De todo modo, Capibaribum reitera para a eternidade a relevância da obra do artista. “Capibaribum é um mergulho no rio ancestral, no rio mitológico que desenha na minha cidade um trajeto sinuoso. É um álbum híbrido, cheio de riquezas rítmicas onde a água, a gravidade, o amor e o tempo são temas que se entrelaçam nas canções”, conceitua Lula Queiroga. As riquezas rítmicas mencionadas pelo artista estão enraizadas nas tradições musicais da nação nordestina. Se o xote Cerca viva (Lula Queiroga e Yuri Queiroga) remói a dor de amor perdido, mas com a esperança do perdão, como explicita verso da letra cantada pelo artista com Bruna Alimonda, a regravação do maracatu Piaba de ouro (Lula Queiroga e Erasto Vasconcelos, 1994) tem baque inebriante e o canto vivaz de Ylana Queiroga. Já a máscula gravação da música-título abre o álbum Capibaribum com a impressão de que se ouve um disco de Lenine, mas essa incômoda sensação se dilui ao longo das outras nove faixas. Entre a urgência claustrofóbica de Ela é o tempo (Lula Queiroga e Yuri Queiroga) – canção de versos como “Aonde isso vai não sei / Tô preso no tempo / E não sei sair / [...] / Aonde isso vai não sei / As horas não deixam / Ninguém dormir” – e a alegria serelepe do Forró do nevoeiro (Lula Queiroga), este turbinado com a embolada da dupla Caju & Castanha, o álbum Capibaribum mergulha no lirismo da balada Passagem secreta (Lula Queiroga), faixa em que a voz do convidado Zé Renato parece fazer jus ao adjetivo “aquática” cunhado há décadas por Hermínio Bello de Carvalho. Há também beleza no mergulho na delicadeza da canção Sobreviventes (Lula Queiroga, 2013), lançada por Lia Sabugosa há 11 anos e ora gravada pelo dono da música em duo com o conterrâneo Martins, artista que emergiu de águas recifenses nos últimos anos e vem sendo descoberto além das fronteiras de Pernambuco. Esse tempo de delicadeza é insinuado na introdução de A curva da luz (Lula Queiroga e Yuri Queiroga), música dos versos “Amor é o antidestino / Que expõe o coração / À curva da luz”, mas logo se dilui com o som potente que banha boa parte das faixas de Capibaribum, álbum que capta e expõe tensões e perturbações mentais do tempo presente, como exemplifica Hora do pesadelo (Lucky Luciano, Yuri Queiroga e Lula Queiroga), cuja letra destaca os versos “Eu ando tendo pesadelos estranhos / Tudo parece tão real / Como naqueles filmes de apocalipse / Só que não muda de canal”. Primeiro álbum de Lula Queiroga desde Aumenta o sonho (2017), Capibaribum corre na mesma direção dos discos anteriores do artista, mostrando a unidade e coerência da obra. Lula Queiroga canta e compõe como se todo dia fosse o fim do mundo. Imagem do encarte da edição em CD do sexto álbum solo de Lula Queiroga, 'Capibaribum' Direção de arte de Mateus Alves e Guilherme Queiroga Veja Mais

'O homem dos sonhos' coloca ótima atuação de Nicolas Cage em história absurda e irregular; g1 já viu

G1 Pop & Arte Ganhador do Oscar interpreta professor que se torna celebridade ao aparecer em sonhos de desconhecidos ao redor do mundo. Comédia de terror estreia nesta quinta-feira (4). Quanto menos se espera de Nicolas Cage, que se tornou mais conhecido por suas interpretações pra lá de exageradas, mais o ator surpreende e entrega uma atuação de tirar o chapéu. É o que acontece com "O homem dos sonhos", que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (4). Graças ao vencedor do Oscar por "Despedida em Las Vegas" (1995), o filme se torna mais interessante e prende a atenção com sua proposta inusitada de misturar comédia, suspense e terror. É uma pena, no entanto, que o longa tropece em falhas que comprometem o resultado, que poderia render bem mais. Assista ao trailer do filme "O homem dos sonhos" Na trama, Cage é Paul Matthews, um professor universitário que tem uma vida pacata ao lado da esposa, Janet (Julianne Nicholson, de "Blonde" e "Mare of Easttown") e das filhas Hannah (Jessica Clement, da série "Gen V") e Sophie (Lily Bird, de "Beau tem medo"). Um dia, ele descobre que várias pessoas, muitas delas desconhecidas, têm sonhos nos quais aparece sem qualquer explicação. Inicialmente, o estranho fenômeno o torna uma celebridade involuntária, o que rende alguns momentos divertidos para ele. Só que, aos poucos, os sonhos passam a ser pesadelos e as pessoas começam a ver Paul cometendo atos terríveis, como se fosse um novo Freddy Krueger (o famoso personagem da franquia "A Hora do Pesadelo"). Por causa disso, ele começa a ser atacado e até mesmo repelido por todos, o que torna sua vida um verdadeiro inferno. Paul (Nicolas Cage) é atacado numa cena do filme 'O homem dos sonhos' Divulgação Ascensão e queda "O homem dos sonhos", produzido por Ari Aster, de "Hereditário", "Midsommar" e "Beau tem medo", busca, através de uma história fantástica, discutir o fenômeno das celebridades instantâneas, algo que acontece bastante no mundo nestes tempos de redes sociais. A ideia, criada pelo diretor, roteirista e editor norueguês Kristoffer Borgli (em seu primeiro trabalho em língua inglesa) é bem interessante e mostra, através da alegoria dos sonhos e dos pesadelos, como as pessoas podem ser adoradas em um dia, para depois serem canceladas no outro. Nicolas Cage interpreta o professor Paul Matthews no filme 'O homem dos sonhos' Divulgação O cineasta ainda explora como pessoas não são nada além de símbolos ou números. Isso fica bem claro na sequência em que o personagem de Cage descobre que o fenômeno das pessoas sonharem com ele já alcançou outros países. Um jovem empresário vivido por Michael Cera (de "Barbie") quer transformá-lo em uma marca multinacional, mesmo que o pacato professor não esteja muito interessado. Outro destaque está na criação das cenas dos sonhos. São eficientes e transmitem bem o que os personagens estão sentindo, especialmente a angústia nos pesadelos. O diretor constrói bem o clima de suspense e deixa o espectador atordoado e incrédulo. Mesmo com tantos acertos, o filme perde o fôlego lá pela metade e fica sem foco, especialmente em sua parte final. Com uma premissa tão boa, é estranho que Borgli não consiga encontrar soluções satisfatórias para arrematar sua história, que acaba deixando um gosto agridoce em seu desfecho. Paul (Nicolas Cage) é flechado numa das cenas do filme 'O homem dos sonhos' Divulgação Senhor do destino Apesar destes problemas, "O homem dos sonhos" vale principalmente pelo bom trabalho de Cage, que consegue transmitir bem a sensação de espanto e até mesmo deslumbre no primeiro momento e depois de desespero ao ter sua vida virada de cabeça para baixo. O ator cria a empatia necessária para que o público se torne cúmplice de seu sofrimento e se compadeça de sua inusitada situação. O restante do elenco está bem funcional, mas Nicholson e, principalmente, Cera conseguem se destacar com boas atuações. Com um belo, porém surreal, desfecho (coerente com sua trama absurda), "O homem dos sonhos" consegue seu objetivo de fazer rir em um primeiro momento para depois incomodar o público, sem dar respostas fáceis para seus mistérios — que se tornam mais interessantes por terem um ator inspirado à frente de tudo. Nicolas Cage e Julianne Nicholson numa cena de 'O homem dos sonhos' Divulgação Veja Mais

Festival de cinema itinerante vai reunir produções com temática indígena e oficinas em cidades do Acre

G1 Pop & Arte Evento contará com participação de cineastas de todo o país e filme dirigido por irmão de ministra e o ator Leonardo Dicaprio. O objetivo principal, porém, segundo a organização é dar visibilidade ao cinema com enfoque nos povos originários no estado. Wewito Piyãko é cineasta e curador do FestCine Originários Arquivo pessoal Um festival itinerante com objetivo de dar visibilidade ao cinema com enfoque nos povos originários no estado do Acre. Assim pode ser definido o FestCine Originários, que ocorre entre os dias 6 e 20 de abril, nos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima. O evento foi idealizado pelo produtor cultural Moisés Alencastro, que atua no setor há mais de 25 anos, e será lançado neste sábado (6), na Aldeia Ipiranga, na Terra Indígena Puyanawa, em Mâncio Lima. Serão 12 filmes entre curtas, médias e longa-metragens, entre eles “Somos Guardiões”, do diretor maranhense Edivan Guajajara, irmão da ministra dos Povos Indígenas Sônia Guajajara. A obra foi produzida pelo ator Leonardo Dicaprio. Além de Guajajara, participarão de rodas de conversa os cineastas José Kaeté e Francisco Hyjnõ Krahô. Já os curadores são os cineastas Wewito Piyâko, Sérgio de Carvalho e a produtora audiovisual Rose Farias “Eu tenho um festival LGBTQIA+, e surgiu essa oportunidade de mostrar outros produtos, as pratas da casa, o audiovisual dos nossos indígenas. Temos cineastas famosos, mas a gente vê que aqui mesmo eles são pouco reconhecidos. Então, assim, o motivo mesmo é mostrar os nossos talentos”, diz Alencastro. Idealizador do projeto, Moisés Alencastro ressalta que o objetivo é dar visibilidade à produção com enfoque na temática indígena Arquivo pessoal Primeiro festival itinerante com essa abordagem, o FestCine Originários é financiado através da Lei Paulo Gustavo, dará o pontapé inicial no mês de visibilidade da luta dos povos indígenas, marcado principalmente pelo dia 19 de abril. Além das produções que serão exibidas e de rodas de conversa após as exibições, o festival também vai contar com uma oficina para 15 participantes de um coletivo de cinema indígena de Cruzeiro do Sul. “Tem uma roda de conversa após o filme, para falar da trajetória dele como cineasta até chegar onde está, que ele tem várias outras produções. Ele vai dar uma oficina de comunicação para um coletivo de jovens indígenas lá do Juruá. É um coletivo com trinta e dois jovens, mas vão participar quinze jovens dessa oficina”, acrescenta. Outros destaques do festival é o filme “A Flor do Buriti”, que foi premiado no Festival de Cannes em 2023, e “A Invenção do Outro”, premiado como melhor documentário no San Diego Latin Film Festival de 2024. “O festival é uma celebração da vida, da arte e da conexão entre todos os seres vivos neste planeta que chamamos de lar”, finaliza Alencastro. Edivan Guajajara dirigiu "Somos Guardiões", que conta com produção de Leonardo Dicaprio Reprodução VÍDEOS: g1 Veja Mais

Shannen Doherty, atriz de 'Barrados no baile', diz que está abrindo mão de seus pertences em meio a tratamento contra o câncer

G1 Pop & Arte Atriz falou sobre o assunto em um episódio do podcast 'Let's be clear', publicado na segunda-feira (1º). Shannen faz tratamento contra um câncer de mama em estágio avançado. Shannen Doherty em cena da nova série "90210", que tem o elenco original de "Barrados no Baile" Reprodução/INstagram/ShannenDoherty Shannen Doherty, atriz conhecida pelas séries de TV "Barrados no baile" e "Charmed", afirmou no seu podcast que está doando e vendendo seus pertences enquanto faz tratamento contra um câncer de mama em estágio avançado. Ela falou sobre o assunto em um episódio do podcast "Let's be clear", publicado nesta segunda-feira (1º). A atriz afirmou que está tomando essas providências para "deixar as coisas mais fáceis" para a sua mãe, Rosa Doherty, caso ela venha a falecer. Shannen revelou em junho do ano passado que o câncer de mama, do qual vinha fazendo tratamento, se espalhou para seus ossos. Na ocasião, ela publicou um vídeo em seu Instagram em que mencionou a metástase no cérebro. "Minha prioridade no momento é minha mãe. Eu sei que será difícil para ela se eu falecer antes dela", disse a atriz no episódio. "Como vai ser tão difícil para ela, quero que outras coisas sejam muito mais fáceis. Não quero que ela tenha um monte de coisas para resolver. Não quero que ela tenha quatro depósitos cheios de móveis." A atriz Shannen Doherty e sua mãe, Rosa Reprodução/Instagram Durante o episódio, ela falou sobre priorizar seus amigos e sua família neste momento da sua vida. Segundo ela, o dinheiro das vendas dos seus itens serão usados em viagens e experiências. "Eu não preciso disso, realmente não me traz muita alegria, mas o que me traz muita alegria é levar minha mãe aos lugares que ela sempre quis ir", disse ela. "Eu entendo para construir memórias diferentes - posso construir memórias com as pessoas que amo. Não estou mexendo no dinheiro do meu patrimônio que vai garantir que todos minha vida sejam bem cuidados." "Parece que você está desistindo de algo que era muito especial e importante para você", disse. "Mas você sabe que é a coisa certa a fazer e que vai dar uma sensação de paz e calma. Porque você está ajudando as pessoas que você deixa para trás a terem uma transição mais fácil." "Eu sei que nunca será fácil para as pessoas em minha vida, mas talvez seja mais uma questão de facilidade para mim." Shannen Doherty faz postagem sobre seu tratamento contra o câncer Reprodução/Instagram Emocionada, ela contou que acumulou muitos móveis por causa de seu amor por antiguidades, mas que é "triste" que eles estejam guardados em depósitos. "Eu não estou aproveitando e outros não estão aproveitando , e eu realmente preciso disso? Preciso de três mesas de jantar?", disse ela. "A resposta é não, nenhum de nós realmente precisa de todas as coisas que temos, e todos nós poderíamos reduzir um pouco o tamanho e não nos tornarmos acumuladores, o que eu estava fazendo com todos os meus móveis." Shannen ficou conhecida ao interpretar Brenda Walsh na série adolescente "Barrados no baile", entre os anos de 1990 e 1994. Ela também fez o papel de Prue, uma das irmãs bruxas de "Charmed", de 1998 a 2001. Luke Perry e Shannen Doherty, que contracenaram em 'Barrados no Baile' Archives Du 7eme Art/Photo12/AFP/Arquivo A atriz foi diagnosticada pela primeira vez com câncer de mama em 2015 e passou por cirurgia cerebral e radioterapia em janeiro de 2023. Em uma reportagem de capa da revista PEOPLE de novembro, ela revelou que o câncer se espalhou para seus ossos, o que a deixou com a perspectiva de 'mais 3 a 5 anos de vida'. Veja Mais

Eliana deixa SBT após quase 15 anos de trabalho na emissora

G1 Pop & Arte Apresentadora 'decidiu que era o momento de uma nova fase com outros desafios profissionais', diz nota oficial. Eliana curte o 4º dia de shows no The Town Celso Tavares/g1 A apresentadora Eliana deixou o SBT, emissora na qual trabalhou por quase 15 anos. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (1º), pelas assessorias dela e do SBT. "Após quase 15 anos à frente de um programa consolidado e de grande sucesso, Eliana decidiu que era o momento de uma nova fase com outros desafios profissionais, sem jamais esquecer os inúmeros dias de alegria, conquistas e aprendizados vividos na emissora", afirma o comunicado oficial, sem detalhar quais são os novos rumos da apresentadora. "Ambas as partes expressam de forma legítima sua gratidão mútua e desejam o melhor para o futuro. O SBT reforça ainda seu carinho e torcida pela apresentadora em quaisquer caminhos que ela pretenda seguir, e informa que as portas sempre estarão abertas para ela." Eliana entrou na emissora em 1991, comandando programas infantis. Sete anos depois, ela migrou para a TV Record e, em 2009, retornou ao SBT. Dessa vez, fazendo reportagens fora do nicho infantil. Veja Mais

OpenAI, dona do ChatGPT, revela nova ferramenta de clonagem de voz

G1 Pop & Arte Com uma amostra de apenas 15 segundos da voz, a nova IA, chamada de Voice Engine, é capaz de duplicar a fala dessa pessoa. Empresa diz que 'planeja manter a tecnologia sob estrito controle até que sejam implementadas medidas de segurança'. OpenAI Reuters/Dado Ruvic/Illustration A OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, revelou uma ferramenta de clonagem de voz, chamada de Voice Engine, que pode duplicar a fala de alguém com base em uma amostra de apenas 15 segundos da voz da pessoa. A ferramenta ainda não está disponível para todo mundo e a empresa planeja manter ela sob estrito controle até que sejam implementadas medidas de segurança para impedir falsificações de áudio destinadas a enganar os ouvintes. "Reconhecemos que gerar fala que se assemelha às vozes das pessoas apresenta sérios riscos, que estão especialmente em destaque em um ano de eleições", disse a empresa em comunicado. "Estamos envolvendo parceiros dos Estados Unidos, governos, mídia, empresas de entretenimento, educação, sociedade civil e outros setores para garantir que estamos incorporando seus feedbacks conforme construímos", acrescentou. Pesquisadores de desinformação temem o uso generalizado de softwares alimentados por inteligência artificial (IA) em um ano eleitoral. Admitindo esses problemas, a OpenAI afirmou que está "adotando uma abordagem cautelosa e informada para um lançamento mais amplo devido ao potencial de uso indevido de vozes sintéticas". A OpenAI disse que seus parceiros que estão testando o Voice Engine concordaram com as regras, incluindo a necessidade de consentimento explícito e informado de qualquer pessoa cuja voz seja duplicada. Também deve ficar claro para o público quando as vozes que estão ouvindo são geradas por IA, acrescentou a empresa. "Implementamos um conjunto de medidas de segurança, incluindo marca d'água para rastrear a origem de qualquer áudio gerado pelo Voice Engine, bem como monitoramento proativo de como ele está sendo usado", garantiu a companhia. Em fevereiro, a OpenAI também revelou um modelo de inteligência artificial que cria vídeos realistas a partir de texto curtos. Batizado de Sora, ele foi liberado para análises de especialistas e ainda não está disponível ao público. "O Sora pode criar vídeos de até 60 segundos com cenas altamente detalhadas, movimentos de câmera complexos e vários personagens com emoções vibrantes", explica a empresa. Robô da criadora do ChatGPT que gera vídeos com IA a partir de textos comete gafes; veja exemplos Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT Conheça o Sora, gerador de vídeos realistas da dona do ChatGPT ChatGPT: como usar o robô no dia a dia ChatGPT: como usar o robô no dia a dia Veja Mais

Violonista Félix Junior saúda Roberto Menescal com as vozes do Quarteto do Rio no álbum autoral 'Sons e canções'

G1 Pop & Arte Disco sai em 12 de abril com seis parcerias do compositor com Paulinho Pedra Azul entre as noves faixas e participação da cantora Jane Duboc. Hábil no toque das sete cordas, o violonista Félix Junior lança o álbum 'Sons e canções' em 12 de abril com músicas com letras Lais Costa / Divulgação ? Seguidores atentos do violonista e compositor Félix Junior ouvirão Pro Menesca – uma das nove músicas de Sons e canções, álbum que o artista lançará em 12 de abril com capa que expõe arte de Leonel Laterza – e saberão que a iniciativa de celebrar Roberto Menescal já é recorrente na discografia deste músico, ás das sete cordas. Em 2020 e 2021, Félix Junior lançou os dois volumes de Pro Menesca..., álbum gravado com a cantora e compositora Márcia Tauil para celebrar o violonista, guitarrista e compositor associado à bossa nova. Parceria de Tauil com Adriano Giffoni, a música-título Pro Menesca – apresentada no primeiro volume – é homônima da composição inédita gravada pelo violonista no álbum Sons e canções com a adesão das vozes do Quarteto do Rio, grupo que descende da linhagem do quarteto Os Cariocas. Tema até então inédito em disco, Pro Menesca é composição de autoria de Félix Junior em parceria com Paulinho Pedra Azul, parceiro do violonista em seis das nove músicas do álbum Sons e canções, sendo que Selva e pedra tem a adesão autoral de Gabriel Grossi, que toca gaita na faixa gravada com a voz da cantora Jane Duboc. As três exceções são Rebrotar (Sérgio Magalhães e Félix Junior), Alento de vô (Lais Costa e Félix Junior) – música gravada com a voz da coautora Lais Costa – e Sensível (Félix Junior e Félix Santos). Sons e canções é o primeiro álbum de músicas com letras na até então essencialmente instrumental discografia solo de Félix Junior, artista nascido em São Paulo, criado em Minas Gerais e radicado em Brasília (DF). A propósito, a criação nas Geraes ecoa em Lamento mineiro, composição da parceria de Félix com Paulinho Pedra Azul, solista vocal da faixa do disco cantado do violonista. Capa do álbum 'Sons e canções', do violonista Félix Junior Arte de Leonel Laterza Veja Mais

Como Kurt Cobain influenciou adolescentes a seguir sonho de tocar instrumentos e ter uma banda

G1 Pop & Arte Vocalista da banda The900 conta como que conheceu o universo do rock. EPTV exibe nesta semana série de reportagens sobre pop rock, por conta do concurso musical 'ÉPra cantar'. Um dos nomes mais icônicos da história do rock, Kurt Cobain, ao liderar o Nirvana e fazer grandes hits atemporais, foi além da força musical e influenciou o comportamento de adolescentes dos anos 90 e 2000. ???? Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp A postura disruptiva e questionadora fez com que jovens se libertassem de eventuais amarras e seguissem o sonho de viver do rock n roll, tocar instrumentos e criarem bandas. Nsta sexta-feira (5), a morte de Kurt Cobain completa 30 anos e o g1 também publicou uma matéria sobre a influência dele, até hoje, em nomes do rap mundial. Um dos exemplos de jovens que foram influenciados pelo astro a viver de música foi Laio Carvalho, vocalista e guitarrista da banda The900, que é de Americana (SP). A entrevista foi dada à EPTV, afiliada da TV Globo, durante uma série de reportagens sobre o pop rock, exibida nesta semana. Laio Carvalho é vocalista da banda The900 Reprodução/EPTV LEIA MAIS: EPTV lança concurso musical e prêmio será apresentação no João Rock Conheça o regulamento do concurso musical da EPTV Saiba como enviar sua música para o concurso cultural ACESSE: veja a página especial do concurso Na segunda (1º), a emissora fez o lançamento do concurso "ÉPra cantar", que vai revelar um talento do gênero e tem como prêmio uma apresentação de 25 minutos no palco do João Rock, em Ribeirão Preto (SP). Saiba mais abaixo. 'Algo que não sei explicar' Laio contou à reportagem que, quando tinha 13 anos, assistiu um vídeo de Kurt Cobain na televisão e decidiu que, mesmo sem gostar de rock e sem saber tocar nenhum instrumento, queria ter uma banda. "Quando eu vi aquilo surgiu algo de dentro que eu não sei nem te explicar, que precisava se tornar realidade. Eu era moleque, pedi para minha mãe uma guitarra, mas dependia de ter cabo, palheta, amplificador, aí ela me deu primeiro um violão. (...) Depois eu fui para a guitarra, depois comecei a cantar, o começo foi bem na raça, imitando os artistas que eu gostava", disse o vocalista. Kurt Cobain canta no 'Unplugged' do Nirvana, em 1993 Divulgação 'Quando você vai ter um emprego de verdade'? O cantor contou ainda que, durante muito tempo, quando ele era mais jovem, as pessoas sempre tinham a ideia que essa "febre" da música passaria, como acontecem com muitos adolescentes que começam a ter contato com o rock nesse período. "Quando você é jovem, fica sempre a ideia: quando você vai arrumar um emprego de verdade. E eu sempre teimoso falava: eu vou ter uma banda e quero que ela dure muito tempo. Eu acho que a arte surge dessa teimosia de lutar contra o simples na sociedade. Uma banda de rock não é usual, a minha arte surgiu disso, lutar contra, deixar o cabelo crescer, rasgar minha calça, cantar as coisas que eu quero e me expressar de alguma forma", afirmou. The900 Além de Laio, a banda é formada por Alan Coelho, Gabriel Barcello e Kleber Bovo. O grupo se formou em 2006 através de afinidades da juventude como andar de skate. A modalidade esportiva também deu nome ao quarteto: "The 900" é uma manobra conhecida por skatistas. Com 18 anos de existência, a banda segue na cena de rock brasileiros, já gravou álbuns e venceu festivais de música. "Eu considero que a banda tem sucesso. É uma banda de 18 anos, fazendo o que a gente gosta, do jeito que a gente gosta, somos amigos, a gente passa muito tempo junto, é uma vitória manter isso por tanto tempo, mas eu não quero só até aqui, quero mais tempo de banda, visitar mais lugares, ir novamente para fora. Tenho a sensação que isso ainda vai durar muito tempo", finalizou. ÉPra cantar Para concorrer ao prêmio, os candidatos (pode ser banda ou artista solo) devem enviar, em áudio, uma música autoral (ou autorizada pelo compositor) em português, no gênero pop rock. O áudio, em MP3, deve ter no máximo 14 megabytes. A inscrição é feita exclusivamente pelos números de Whatsapp da EPTV em Campinas (SP), Ribeirão Preto, São Carlos (SP) e Sul de Minas. O artista ou a banda deve enviar o áudio para o Whatsapp correspondente à região onde mora. Só será aceita uma música por candidatura. Veja abaixo os números: ???? EPTV Campinas: (19) 98899-3788 ???? EPTV Ribeirão Preto: (16) 99700-0000 ???? EPTV Sul De Minas: (35) 99888-8888 ???? EPTV São Carlos: (16) 99643-5959 ÉPra Cantar Guilherme Souza/Arte EPTV VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja Mais

Duda Beat revela a capa de ‘Tara e tal’, terceiro álbum com músicas inéditas

G1 Pop & Arte Capa do álbum ‘Tara e tal’, de Duda Beat Divulgação ? Tara e tal é o título do terceiro álbum gravado por Duda Beat em estúdio com repertório inédito e autoral. O sucessor de Sinto muito (2018) e Te amo lá fora (2021) tem lançamento programado para a próxima quinta-feira, 11 de abril. Já a capa de Tara e tal foi revelada na noite de hoje, 4 de abril, nas redes sociais da artista pernambucana. Além de Saudade de você (2023) e Preparada (2024), faixas já apresentadas em singles, o disco Tara e tal traz no repertório músicas como Que prazer e a composição que dá nome ao álbum, gravado com produção musical orquestrada por Lux Ferreira e Tomás Tróia, dupla já recorrente na discografia de Duda Beat. Veja Mais

Deborah Secco e Hugo Moura se separam após 9 anos de união

G1 Pop & Arte Segundo a assessoria da atriz, separação aconteceu há alguns meses. 'Os dois seguem amigos e trabalhando juntos'. Deborah Secco e o marido Hugo Moura chegam na Sapucaí Robson Barreto / AgNews A atriz Deborah Secco e o diretor de cinema Hugo Moura se separaram após 9 anos de união. Ao g1, a assessoria de Deborah confirmou a informação e disse que a separação aconteceu há alguns meses. "Estão separados há alguns meses. Mas, estão fazendo isso de forma discreta, em respeito ao Hugo, que não é uma pessoa pública e por preocupação com a filha. Os dois seguem amigos e trabalhando juntos. E não gostariam de falar mais sobre esse assunto", informou a assessoria. Deborah Secco e Hugo Moura assumiram o namoro em fevereiro de 2015. Em dezembro do mesmo ano, Deborah deu à luz Maria Flor, primeira filha do casal. Nenhum dos dois se manifestou sobre o assunto nas redes sociais. Mas Deborah, em uma postagem no Twitter nesta quinta-feira (4), escreveu: "Hoje, sei lá, acordei com uma vontade de beijar na boca. Alguém mais?!". Initial plugin text Semana Pop fala sobre as teorias que podem explicar a onda de separações entre famosos Veja Mais

Seu Jorge dá voz a Zé Renato no disco em que fadista Cuca Roseta canta Tom Jobim, Dori Caymmi e Paulinho Moska

G1 Pop & Arte Álbum sai em maio e, além do duo do cantor carioca com a artista portuguesa, tem música de Jorge Ben Jor no repertório focado em compositores brasileiros. Seu Jorge com Cuca Roseta na gravação da canção 'Até a fé se esqueceu', parceria de Cuca com Zé Renato que será lançada em single na sexta-feira, 5 de abril Divulgação ? Seu Jorge grava pela primeira vez uma música de Zé Renato, Até a fé se esqueceu, parceria inédita de Zé com a fadista Cuca Roseta, autora da letra. Programada para ser lançada em single na sexta-feira, 5 de abril, a gravação foi feita em duo com Cuca para o álbum que a cantora e compositora portuguesa Maria Isabel Rebelo Couto Cruz Roseta lançará em maio com produção orquestrada por João Mário Linhares e com repertório formado por canções de compositores brasileiros. O time de compositores do disco inclui Dori Caymmi, Jorge Ben Jor, Paulinho Moska e o soberano Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994). Trata-se do primeiro álbum de Cuca com foco total no Brasil. Contudo, em 2014, a cantora já havia se conectado com a canção brasileira ao gravar álbum produzido por Nelson Motta, Riû, lançado em 2015 com parcerias de Motta com Djavan (O amor não é somente o amor, gravada pela fadista com Djavan) e Ivan Lins (Primavera em Lisboa) no repertório. O álbum brasileiro de Cuca Roseta chegará ao mercado fonográfico nacional através de parceria do selo MP,B Discos com a gravadora Som Livre. Veja Mais

Eliminada do 'BBB24', Pitel fala sobre separação de Buda e Camila: 'Não cabe a mim essa situação entre eles dois'

G1 Pop & Arte Mulher de Lucas Buda anunciou a separação do brother após ver cenas da aproximação entre o participante e Pitel no reality. Pitel participa do Mais Você" após eliminação do "BBB24" Reprodução/Globo Eliminada do "BBB24" na noite desta terça-feira (2), Pitel esteve no "Mais Você" e conversou com Ana Maria Braga sobre sua participação no reality. Pitel deixou o jogo após receber 82% dos votos em um paredão contra Alane e Beatriz. Logo no começo da conversa, Ana Maria citou o nome de Lucas Buda duas vezes. "Ana Maria... cuidado como que tu vai me perguntar", afirmou Pitel, no quadro Café com Eliminado. Mas o assunto sobre a separação do participante e a aproximação entre eles no jogo só surgiu após o segundo bloco. Camila Moura anunciou a separação de Buda após assistir algumas cenas da aproximação do participante e Pitel no reality. Na ocasião, ela disse se sentir traída. Ao falar sobre o ex-casal, Ana Maria comentou que achava melhor falar sobre o tema diretamente com o Buda, quando ele deixasse o jogo. "Isso só vai caber a eles dois. Me tire dessa, pelo amor de Deus", concordou Pitel. "Admiro muito ele. É um cara inteligentíssimo. Essa situação dele, ele precisa resolver com ela. Meus sentimentos sempre foram de muita amizade e admiração. Só não cabe a mim essa situação entre eles dois", afirmou a participante. Pitel, que tem um relacionamento aberto há 10 anos com Wesley, seu primeiro namorado, afirmou ainda que havia bebido muito na festa em que ela dança para Buda. "Lembro muito pouco dessa festa. Passei um pouco dos limites do álcool. Ainda bem que não aconteceu nada. Nunca passamos do limite da amizade." LEIA TAMBÉM: Esposa de Lucas ganha mais de 1 milhão de seguidores em 24 horas após dizer que casamento acabou por ter sido traída Lucas Henrique não recebe vídeo da esposa no presente do Anjo; 'E a Camila, gente?' Parceria com Rodriguinho e Fernanda Além de falar sobre Buda, Pitel também comentou sobre a amizade entre ela e o cantor Rodriguinho na casa. O pagodeiro esteve no hotel para receber a sister logo após sua eliminação do jogo. "É alguém incrível, que vi muita verdade. Sempre se posicionou, independente do que as pessoas iam pensar. Me aproximei de forma genuína", disse Pitel, após comentar que Rodriguinho era "ranzinza". Outra forte relação de Pitel no jogo foi com Fernanda. A amizade entre as duas nasceu desde o primeiro dia de programa. "Na primeira noite já dormimos juntas, acordamos juntas, nos conectamos, e foi embora no jogo", relembrou. Ela ainda falou sobre os momentos em que Fernanda citou que sentia ciúmes da relação entre a amiga e Buda: "Ela é ciumenta. Era só amor, era só cuidado". Atritos com Bia e Alane A assistente social também falou sobre os embates com as participantes Beatriz e Alane. "Uma das coisas que pontuei é o deboche. Não consigo lidar. Acho infantil. Aí preferia só ignorar", afirmou sobre Bia. "Ela gosta do embate. Porque o embate é a certeza que a câmera está em você. Essa é minha perspectiva em relação a ela dentro do jogo." Metas para o futuro Ao ser questionada por Ana Maria sobre qual foi sua motivação para entrar no reality, Pitel explicou: "Minha mãe mora de aluguel há muito tempo. Evitei falar da minha família lá dentro, porque eles não escolheram essa exposição. Mas meu maior objetivo é que minha mãe tenha uma casa própria. É isso que vou batalhar agora." "Quando a gente sai de casa, a gente sai pensando no prêmio e em como ele pode mudar nossa realidade. Agora é tentar batalhar, trabalhar com o que me aparecer de oportunidade pra conseguir meu objetivo de outra forma", disse a participante. Pitel disse ainda ter dúvidas sobre qual carreira deve seguir após o programa. "Lá dentro, queria me especializar na minha área, trabalhar com Educação. Não sei agora. Ainda não sei. Assim que descobrir, lhe aviso em primeira mão", disse Pitel. Conheça todos os participantes do BBB 24 Veja Mais

Duo Sonâncias vai da bossa carioca às montanhas paulistas na safra autoral do primeiro disco, 'Eu vi a música no ar'

G1 Pop & Arte Álbum sai em 26 de abril com dez músicas, sendo cinco compostas pelo guitarrista Fernando Baeta e a outra metade pelo pianista Guilherme Ribeiro. Formado pelo guitarrista Fernando Baeta com o pianista Guilherme Ribeiro, o duo paulista Sonâncias lança o primeiro álbum em 26 de abril Deizy Araújo / Divulgação ? Com capa que expõe arte de Luciana Benjamin, o primeiro álbum do duo Sonâncias segue rota diversa ao longo dos dez temas que compõem o repertório autoral do disco intitulado Eu vi a música no ar e programado para 26 de abril. Se a composição que batiza o álbum é descrita como bossa inspirada na vista da cidade do Rio de Janeiro (RJ) a partir do Cristo Redentor, referencial ponto turístico da cidade, Do retiro ao Japi é tema composto com a intenção de transportar o ouvinte para a natureza bucólica da Serra do Japi, cadeia de montanhas situadas no interior do estado de São Paulo. O álbum do duo Sonâncias é produto da interação do guitarrista, violonista, compositor, arranjador e produtor musical Fernando Baeta, mineiro de Viçosa (MG), com o pianista, acordeonista, compositor e arranjador Guilherme Ribeiro, paulista de Santos (SP). Gravado entre outubro e novembro de 2023, o álbum embala as dez músicas autorais no formato de guitarra (a de Baeta) e piano (o de Ribeiro). Cada músico é o compositor solitário de cinco das dez músicas. Fernando Baeta assina Baião em forma de poema, Mais que merecimento, Presente e Tons de verde, além da composição-título Eu vi a música no ar. Já Guilherme Ribeiro é o compositor de Brilhante, Peregrino, Cadê João? e Songs of forest, além da supra-citada Do retiro ao Japi. Mixado por Fernando Baeta e masterizado por Homero Lotito, o álbum Eu vi a música no ar chega ao mercado fonográfico com distribuição digital da Tratore. Capa do álbum 'Eu vi a música no ar', do duo Sonâncias Arte de Luciana Benjamin Veja Mais

Como uma crítica a Roberto Carlos contribuiu para a explosão do rock no Brasil

G1 Pop & Arte Revelação foi feita pelo produtor musical João Marcello Bôscoli à EPTV. Emissora exibe série de reportagens sobre pop rock a partir desta terça, por conta do concurso musical 'ÉPra cantar'. 'ÉPra cantar': João Marcello Bôscoli conta bastidores sobre o rock no Brasil A história da música brasileira tem uma considerável participação de Roberto Carlos. Com 60 anos de carreira, o cantor se consolidou como um dos maiores nomes do gênero romântico da MPB. Mas, antes disso, lá nos anos 60, o artista, que viria posteriormente a ser conhecido como "rei", contribuiu para descortinar um gênero que, à época, ainda engatinhava no país: o rock n roll. ???? Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Inspirado claramente em nomes como Elvis Presley e Little Richard , Roberto Carlos foi revelado ao mundo da música quando fundou o primeiro grande movimento de rock no Brasil: a Jovem Guarda. Ao lado de Erasmo Carlos e Wanderléa, o cantor fez história em um programa de TV que apresentava ao país o novo estilo musical que havia explodido nos Estados Unidos. O que talvez nem tanta gente saiba é que, se não tivesse recebido um "não", provavelmente Roberto Carlos não teria ajudado o Brasil a descobrir o rock. A informação é de João Marcello Bôscoli, conhecido produtor musical brasileiro, que ostenta, além do trabalho com grandes artistas do país, a certidão de nascimento "estrelada". Ele é filho de Elis Regina, uma das maiores cantoras do século 20, com o também produtor musical e empresário Ronaldo Bôscoli. LEIA MAIS: EPTV lança concurso musical e prêmio será apresentação no João Rock Conheça o regulamento do concurso musical da EPTV Saiba como enviar sua música para o concurso cultural ACESSE: veja a página especial do concurso A revelação foi feita em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, que exibe, a partir desta terça-feira (2), uma série de reportagens que esmiúça o pop rock. Na segunda (1º), a emissora fez o lançamento do concurso "ÉPra cantar", que vai revelar um talento do gênero e tem como prêmio uma apresentação de 25 minutos no palco do João Rock, em Ribeirão Preto (SP). Assista acima o trecho da entrevista de Bôscoli, que não foi exibido na reportagem na TV, e veja abaixo os detalhes da história da crítica a Roberto Carlos que contribuiu para a explosão do rock no Brasil. Além disso, para esquentar para o concurso (veja abaixo detalhes e como se inscrever), o produtor musical também explicou o que ele entende sobre o que é a música pop e o gênero do pop rock. João Marcello Bôscoli Jefferson Sousa/EPTV Roberto Carlos já levou 'não'? ???? Já. E esse "bastidor" da música envolve o pai de João Marcello, Ronaldo Bôscoli. Quando chegou ao Rio de Janeiro ainda garoto, depois de sair de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, Roberto Carlos já tinha o sonho de se tornar um grande nome da música brasileira. No entanto, influenciado pela revolução que João Gilberto havia criado nos anos 50, ele também queria cantar bossa nova. E foi aí que recebeu a crítica que pode ter mudado a sua vida. Ronaldo Bôscoli, que à época já trabalhava com produção musical e era próximo dos pilares da bossa nova, achou que Roberto não iria funcionar bem no gênero. E disse isso a ele sem muito pudor. "O Roberto mostrou para ele o álbum, e falou: o que você acha? Meu pai falou: cara, acho que você não dá para isso aí não. Roberto disse: como assim, bicho? Você ainda vai ouvir falar de mim. Meu pai respondeu: pode ser, mas não vai ser cantando bossa nova. Passou um tempo, o Roberto explodiu e virou a maior estrela do Brasil", contou João Marcello Bôscoli, lembrando com bom humor da história. Já saboreando o início do auge, como um dos responsáveis por fazer o público do Brasil conhecer o rock, aproveitando o caminho aberto por Celly Campello, considerada a precursora do estilo no país, Roberto Carlos encontrou Ronaldo tempos depois e não deixou barato. "Meu pai encontrou com ele na televisão. Aí o Roberto: pô, bicho, você lembra que você falou que não ia rolar isso, né? Então, fiz sucesso. Meu pai disse: é verdade, mas não com bossa nova", completou Bôscoli. A partir daí, o resto é história. Roberto Carlos se tornou uma lenda da música brasileira, os dois ficaram amigos e Ronaldo Bôscoli trabalhou por 24 anos com ele, ajudando a produzir os especiais de fim de ano da TV Globo, de 1970 a 1994. 'ÉPra cantar': confira regras e saiba como concorrer a uma apresentação no João Rock 'Algo que seja de assimilação instantânea' João Marcello Bôscoli entende o gênero do pop como "mutante" e qualquer coisa que seja de assimilação instantânea do público, chegando até uma grande quantidade de pessoas. Ou seja, a música do momento. Além disso, o produtor musical explicou que para algo ser considerado um gênero musical obrigatoriamente ele precisa ter repetição de padrões. "A música pop não entra em questões estilísticas de forma mais profunda, mas falam que são músicas que têm que ter até três minutos, uma estrutura de verso-refrão, o up beat, ou seja, quando tem uma batida forte precedida por uma mais fraca, tem uma questão temática de pegar algo que faz parte do dia a dia das pessoas. Estou falando isso de maneira ampla e com arredondamentos", explicou. Em relação ao pop rock, Bôscoli acredita ser difícil definir porque, em cada momento do tempo, ele se comporta de uma forma. Segundo ele, por mais que o gênero aparentemente viva um estado de inércia, não tem mais como tirar ele do cenário porque em algum momento vai haver uma explosão novamente. "Música é uma ilusão perceptiva que acontece dentro do nosso cérebro. O que você está ouvindo não é o que sai da caixa de som, isso é uma interpretação cerebral. Há semelhanças porque a gente tem semelhanças biológicas, mas para cada pessoa é um lance. (...) O pop rock não vive um momento de exuberância, mas a qualquer momento isso pode mudar com o surgimento de uma estrela", finalizou. Cantor Roberto Carlos (c) é visto no palco durante show com banda do programa televisivo Jovem Guarda, exibido na TV Record, em São Paulo, no ano de 1967. Estadão Conteúdo/Arquivo ÉPra cantar Para concorrer ao prêmio, os candidatos (pode ser banda ou artista solo) devem enviar, em áudio, uma música autoral (ou autorizada pelo compositor) em português, no gênero pop rock. O áudio, em MP3, deve ter no máximo 14 megabytes. A inscrição é feita exclusivamente pelos números de Whatsapp da EPTV em Campinas (SP), Ribeirão Preto, São Carlos (SP) e Sul de Minas. O artista ou a banda deve enviar o áudio para o Whatsapp correspondente à região onde mora. Só será aceita uma música por candidatura. Veja abaixo os números: ???? EPTV Campinas: (19) 98899-3788 ???? EPTV Ribeirão Preto: (16) 99700-0000 ???? EPTV Sul De Minas: (35) 99888-8888 ???? EPTV São Carlos: (16) 99643-5959 ÉPra Cantar Guilherme Souza/Arte EPTV VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas Veja Mais

Barbara Rush, atriz que contracenou com Frank Sinatra e Paul Newman, morre aos 97 anos

G1 Pop & Arte Filha da artista confirmou que Barbara morreu no domingo (31). Detalhes da morte não foi informada. Barbara Rush, atriz famosa nos anos 1950 e 1960, morreu aos 97 anos Richard Shotwell/Invision/AP/Arquivo Barbara Rush, atriz que ficou conhecida nas décadas de 1950 e 1960, morreu no domingo (31) aos 97 anos. A morte foi confirmada por sua filha, Claudia Cowan, repórter da Fox News. Ela não deu detalhes sobre a causa da morte. "Minha mãe maravilhosa faleceu pacificamente às 5h28 desta noite. Eu estava com ela esta manhã e sei que ela estava esperando que eu voltasse para casa em segurança para a transição", disse Claudia por meio de um comunicado. "É justo que ela tenha escolhido partir na Páscoa, pois era um dos seus feriados favoritos e agora, é claro, a Páscoa terá um significado mais profundo para mim e para a minha família." Barbara Rush e Frank Sinatra em cena do filme 'O Bem Amado' de 1962 Don Brinn/Associated Press/Arquivo Claudia elogiou sua mãe como "uma das últimas entre a 'velha realeza de Hollywood'". Ela alcançou a fama por seu papel em "Veio do espaço", em que ela estrelou ao lado de Richard Carlson, em 1953. Ela recebeu um Globo de Ouro pelo filme no ano seguinte. Muitos de seus projetos mais conhecidos a viram estrelar ao lado de alguns dos nomes mais quentes da época, incluindo Frank Sinatra em "O Bem Amado" (1963) e "Robin Wood de Chicago" (1964), Paul Newman em "Herança sagrada" (1954) e "Os jovens de Filadélfia", John Drew Barrymore em "Flor de sangue" (1951) e Rock Hudson em "Sublime obsessão" (1954). Barbara Rush durante a estreia do filme 'Sublime obsessão' de 1954 AP Photo/Robert Kradin/Arquivo Mais tarde construiu uma carreira sólida na TV, com participações na novela "A Caldeira do Diabo", "Batman e Robin" e, por último, "Sétimo Céu". Barbara foi casada com o ator Jeffrey Hunter, com quem teve um filho, Christopher, e com o publicitário Warren Cowan, pai da sua filha, Claudia. Veja Mais

Rebeca se assume compositora no voo autoral do segundo álbum solo, 'Espiral'

G1 Pop & Arte Capa do álbum ‘Espiral’, de Rebeca Divulgação ? Dez anos após ser revelada no universo pop como vocalista da banda fluminense Gragoatá, formada em Niterói (RJ) em 2014, Rebeca apresenta o segundo álbum solo, Espiral. Gravado com produção musical orquestrada por Rodrigo Martins com a própria Rebeca e programado para ser lançado na sexta-feira, 5 de abril, o disco Espiral começou a ser gerado em 2020 – um após o antecessor, Corar (2019), álbum também pilotado por Rodrigo Martins – e somente foi finalizado no primeiro trimestre deste ano de 2024. Em Espiral, a artista niteroiense se assume compositora, parceira de Manny Moura na criação e escrita do repertório autoral do álbum, antecedido pelos singles Foge de casa (2023), Cada amor (2023), Cofre (2023), Flecha (2023) e Caixas (2024). Entre as reais novidades do repertório de Espiral, há faixas como Concha (gravada por Rebeca com Lio, cantora do trio Tuyo), Diamante, Mapa (canção escrita entre 2019 e 2022), Telepatia (música escolhida para ser o single promocional do lançamento do álbum) e Visita (faixa em que a produção musical é assinada por Rebeca com Felipe Vassão e Pedro Serapicos). Veja Mais

Caim, cantor paulista que morreu aos 80 anos, foi ‘revelação’ caipira em 1967 e viveu fase áurea em dupla com Abel

G1 Pop & Arte Caim era o nome artístico do cantor e músico paulista Sebastião da Silva (1944 – 2024) Divulgação ? OBITUÁRIO – Em 1967, o título do primeiro álbum da dupla Abel & Caim, A dupla revelação da cidade sertaneja, já explicitou que, naquele ano, o universo caipira recebia como promissora novidade a dupla sertaneja formada por dois primos nascidos em cidades diferentes do interior do estado de São Paulo, mas irmanados no amor pelo som da viola. A dupla Abel & Caim se formara na cidade de São Paulo (SP) naquele mesmo ano de 1967 e, no embalo da vitória obtida em concurso de violeiros promovido pela TV Cultura, iniciou discografia que manteve fôlego até meados da década de 1980. Já a dupla resistiu até a segunda semana de 2011, ano da morte de Abel. Abel era José Vieira (29 de março de 1929 – 12 de janeiro de 2011), paulista de Itajobi (SP). Caim era Sebastião Silva (20 de janeiro de 1944 – 29 de março de 2024), cantor nascido em Monte Azul Paulista (SP) e morto em hospital de Marília (SP), aos 80 anos, na madrugada de sexta-feira, de causa não revelada. Caim formou duplas com outros cantores antes de conhecer Abel. Após a morte do companheiro, Caim também seguiu em atividade, primeiramente em carreira solo e, a partir de 2016, em dupla com Adel, nome artístico do cantor Adilson Cândido da Silva (25 de outubro de 1961 – 6 de junho de 2019), morto há cinco anos. Contudo, o auge de Caim foi mesmo em dupla com Abel, com quem construiu discografia editada por gravadoras brasileiras como Chantecler, Continental, Copacabana e pela multinacional RCA. Álbuns como Relíquias de amor (1968), Amor divinal (1970), Presente de amor (1973), Mãe amorosa (1974), Quando a saudade machuca (1975), O fazendeiro e o diabo (1976), A noite do nosso amor (1977), Fã desconhecida (1978) e Quarto de saudade (1980) reverberaram em nichos do universo caipira com uma música sertaneja àquela já cada vez mais amalgamada com a canção sentimental brasileira rotulada como cafona pelas elites culturais. A rigor, em que pese o sucesso nesses nichos caipiras do interior do Brasil, a dupla Abel & Caim nunca esteve no primeiro time da música sertaneja, mas, em maior ou menor escala, influenciaram cantores e duplas que chegaram ao topo do segmento a partir da década de 1990. Veja Mais