Meu Feed

Hoje

Contas do governo têm déficit de R$ 35 bilhões em 2021, melhor resultado em sete anos

G1 Economia Resultado foi influenciado pela arrecadação recorde de tributos e pela queda dos gastos extraordinários com a Covid-19. Na proporção com o PIB, despesas totais somaram 18,6%, menor nível desde 2014. As contas do governo registraram um déficit fiscal de R$ 35,073 bilhões em 2021, o equivalente a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), informou nesta sexta-feira (28) a Secretaria do Tesouro Nacional. Déficit primário ocorre quando as despesas do governo superam as receitas com impostos e tributos. O resultado primário não considerada os gastos com o pagamento de juros da dívida pública. O resultado negativo de R$ 35,073 bilhões registrado no último ano é 95,3% menor do que o verificado em 2020, que foi de R$ 743,255 bilhões (10% do PIB) — que foi impulsionado pelos gastos extraordinários elevados com a Covid-19. Esse também foi o melhor resultado para um ano fechado desde 2014, em valores corrigidos pela inflação, ou seja, em sete anos. Em valores deflacionados, o rombo do ano passado somou R$ 37,974 bilhões. Com o resultado, o governo atingiu a meta fiscal para o último ano, que determinada que o rombo nas contas não poderia ultrapassar a marca de R$ 247,118 bilhões. O resultado das contas do governo em 2021 foi favorecido, entre outros fatores, pela arrecadação de tributos de tributos, fruto da retomada da atividade econômica no ano passado. Receitas e Despesas No ano passado, a receita líquida, ou seja, após as transferências aos estados e municípios, somou R$ 1,578 trilhão, o que representa uma alta de 31,1% na comparação com 2020 (R$ 1,203 trilhão). Ao mesmo tempo, as despesas totalizaram R$ 1,613 trilhão, com queda de 17,1% contra o ano anterior, quando haviam somado R$ 1,947 trilhão. Em 2021, as despesas extraordinárias relacionadas com a pandemia somaram R$ 109,3 bilhões pelo governo, o que representa queda em relação ao valor de R$ 524 bilhões registrado em 2020. Na proporção com o PIB, ainda segundo dados oficiais, as despesas totais recuaram para 18,6%, na comparação com 26,1% em 2020. Esse é o menor patamar para as despesas desde 2014 (18,1% do PIB). Veja Mais

Argentina fecha acordo com FMI para reestruturar dívida de mais de US$ 40 bilhões

G1 Economia Presidente do país não deu detalhes sobre o acordo, que deve aliviar o ônus dos vencimentos da dívida concentrada neste ano (cerca de US$ 19 bilhões) e no próximo (mais US$ 20 bilhões). A Argentina chegou a um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para reestruturar o pagamento de uma dívida de mais de US$ 40 bilhões, disse o presidente do país, Alberto Fernández, nesta sexta-feira, em meio à prolongada crise financeira que varre o país. "Quero anunciar que o governo da Argentina chegou a um acordo com o Fundo Monetário Internacional. Comparado aos anteriores que a Argentina assinou, este acordo não contempla restrições que atrasam nosso desenvolvimento", disse o presidente em um discurso gravado. O presidente não deu detalhes sobre o acordo, que deve aliviar o ônus dos vencimentos da dívida concentrada neste ano (cerca de US$ 19 bilhões) e no próximo (mais US$ 20 bilhões). "Tínhamos uma dívida impagável que nos deixava sem presente nem futuro e agora temos um acordo razoável que nos permitirá crescer e cumprir nossas obrigações com nosso crescimento", disse o presidente. "Esse entendimento pretende sustentar a recuperação econômica que já começou. Prevê que não haverá queda do gasto real e sim aumento do investimento em obras públicas por parte do governo nacional. Tampouco prevê saltos de desvalorização", acrescentou. O FMI concedeu à Argentina em 2018, durante o governo do liberal Mauricio Macri (2015-19), um empréstimo de US$ 57 bilhões em meio a uma crise cambial, dos quais o país recebeu cerca de US$ 44 bilhões, uma vez que Fernández renunciou às parcelas pendentes quando assumiu o cargo em dezembro de 2019. Em 2020, após reestruturar cerca de US$ 66 bilhões em dívidas com credores privados internacionais, o governo iniciou negociações com o FMI para substituir o acordo de stand-by de 2018 por um acordo de facilidade estendida que estendesse os prazos de pagamento. O ministro da Economia, Martín Guzmán, deve anunciar os termos do novo programa posteriormente. Veja Mais

Petrobras e Novonor adiam oferta de ações da Braskem

G1 Economia A mudança de planos acontece após pedidos dos investidores, que indicaram um desconto de mais de 15% sobre o preço de tela do papel. A Petrobras confirmou nesta sexta-feira (28) que decidiu adiar a oferta pública de distribuição secundária de ações da Braskem, juntamente com a Novonor (ex-Odebrecht), diante de níveis de demanda e preço não apropriados para a conclusão da transação, conforme fato relevante ao mercado. A petroleira reiterou, no entanto, que permanece em vigor o compromisso de ambas as empresas realizarem a venda de suas respectivas participações societárias na Braskem, além de estabelecer diretrizes com o objetivo de migração da Braskem para o Novo Mercado. De acordo com a Reuters, a precificação foi adiada porque os credores da Novonor consideraram o preço oferecido pelos investidores muito baixo. A mudança de planos acontece após pedidos dos investidores, que indicaram um desconto de mais de 15% sobre o preço de tela do papel. Quando a Braskem anunciou a oferta secundária — um processo que daria início à transformação da petroquímica em uma corporation —, as ações negociavam a R$ 52,02. De lá para cá, os papéis da Braskem já caíram 11,9%, aponta o Valor Online. Petrobras e Novonor decidiram vender conjuntamente suas ações preferenciais da companhia como parte de um plano mais amplo de desinvestimento. A Novonor, antes conhecida como Odebrecht, planeja usar os recursos da oferta principalmente para pagar credores, uma vez que entrou com pedido de recuperação judicial em 2019. Para a Petrobras, a venda faz parte do plano de vender ativos não essenciais e cortar dívidas. Veja Mais

Confira as 447 vagas de emprego oferecidas através da Agência do Trabalho em Pernambuco nesta sexta-feira

G1 Economia Oportunidades foram disponibilizadas em 19 cidades e, do total, há nove postos de trabalho para pessoas com deficiência. Vagas de emprego são com carteira de trabalho assinada Tácita Muniz/G1 As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta sexta-feira (28), 447 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 19 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e nove delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram As 447 oportunidades foram disponibilizadas para as cidades de Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paulista, Pesqueira, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. LEIA TAMBÉM: Concurso para Câmara de Jaboatão tem 33 vagas Jaboatão faz seleção com 424 vagas e salários de até R$ 3 mil Em Moreno, prefeitura oferta 217 oportunidades de emprego Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências A Agência do Trabalho localizada no município de Palmares fica fechada nesta semana, após quatro funcionários serem diagnosticados com Covid, segundo a gerência de intermediação de vagas. Já a do Cabo suspendeu o atendimento presencial porque está passando por reforma. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos Veja Mais

AGU pede ao STF que Bolsonaro não dê depoimento presencial e que recurso seja julgado pelo plenário

G1 Economia A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com um agravo (tipo de recurso) nesta sexta-feira (28) no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente Jair Bolsonaro não preste depoimento presencial na Polícia Federal. A AGU também pediu para que esse recurso seja julgado pelo plenário do tribunal. Bolsonaro é investigado por vazamento de dados sigilosos em uma transmissão nas redes sociais. O depoimento foi ordenado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, e estava marcado para as 14h desta sexta. O agravo da AGU contesta a decisão de Moraes. Por volta das 14h, horário do depoimento, Bolsonaro estava no Palácio do Planalto. Quem apareceu na superintendência da Polícia Federal em Brasília foi o advogado-geral da União, Bruno Bianco. Bianco foi avisar a Polícia Federal do agravo. Ele ficou cerca de meia-hora no prédio e saiu sem falar com a imprensa. Atualização 14h43: o ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso, rejeitou o pedido da AGU logo depois que o documento chegou ao STF. Com isso, Moraes reiterou que Bolsonaro deve dar depoimento presencial. Moraes determina que Bolsonaro preste depoimento nesta sexta sobre vazamento de inquérito Vazamento de dados O inquérito foi aberto para investigação a divulgação feita por Jair Bolsonaro, em redes sociais, de dados e documentos sigilosos de um inquérito não concluído sobre ataques ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente da República chegou a publicar um link com a íntegra do inquérito sigiloso, que a PF não tinha sequer concluído. O inquérito vazado diz que um hacker teve acesso ao código-fonte da urnas eletrônicas em 2018 – o que não gerou qualquer consequência, porque não possibilitou alterar a votação. Veja Mais

Juro bancário tem a maior alta em 6 anos em 2021 e chega a 33,9% ao ano

G1 Economia Em 2021, juro bancário subiu 8,4 pontos percentuais, segundo números do Banco Central. Com isso, avançou mais do que a taxa básica de juros. Juro do cartão de crédito é o maior em quatro anos. O Banco Central (BC) informou nesta sexta-feira (28) que o juro bancário médio com recursos livres de pessoas físicas e empresas chegou a 33,9% ao ano em dezembro do ano passado. O juro bancário médio com recursos livres não conta os setores habitacional, rural e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No fechamento de 2020, o juro bancário médio estava em 25,5% ao ano. Com isso, foi registrado um aumento de 8,4 pontos percentuais em 2021 — a maior variação desde 2015, quando a taxa cresceu 9,9 pontos percentuais. Ou seja, em seis anos. O crescimento do juro bancário também superou, no ano passado, a alta da taxa básica de juros definida pelo Banco Central para tentar conter a inflação. A Selic avançou de 2% para 9,25% ao ano em 2021, uma alta de 7,25 pontos percentuais. Ao atingir 33,9% ao ano no fim de 2021, os juros bancários alcançaram o maior patamar desde fevereiro de 2020, quando estavam em 34,1% ao ano. Saiba também: a taxa média de juros cobrada nas operações com empresas subiu para 20% ao ano em dezembro do ano passado (a maior desde janeiro de 2019, em 20,3% ao ano), contra 11,6% ao ano no fim de 2020, uma alta de 8,4 pontos percentuais. os juros médios nas operações com pessoas físicas subiram para 45,1% ao ano em dezembro de 2021 (a maior desde março de 2020, em 46,4% ao ano), contra 37,2% ao ano no fim de 2020, uma alta de 7,9 pontos percentuais. no cheque especial das pessoas físicas, a taxa somou 127,6% ao ano em dezembro do ano passado, contra 115,6% ao ano no fim de 2020, um aumento de 12 pontos percentuais. nas operações com cartão de crédito rotativo, os juros bancários cobrados das pessoas físicas totalizaram 349,6% ao ano em dezembro de 2021 (a maior desde agosto de 2017, em 392,3% ao ano) contra 327,8% ao ano no fim de 2020. O crescimento foi de 21,8 pontos percentuais no último ano. O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Essa é uma das linhas de crédito mais caras do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente. Veja Mais

Tribunal de Justiça do DF divulga edital de concurso com 112 vagas; salários chegam a R$ 12,1 mil

G1 Economia Oportunidades são para nível médio e superior. Inscrições começam em 7 de fevereiro e vão até 14 de março; taxas variam de R$ 80 a R$ 120. Fachada do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em Brasília Pedro Ventura (Agência Brasília)/Reprodução O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) publicou, nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial da União (DOU), edital para concurso com 112 vagas, sendo 24 para técnico judiciário (nível médio) e 88 para analista judiciário (nível superior). Os salários variam de R$ 7.591,39 a R$ 12.155,30, respectivamente. Leia aqui o edital completo O prazo para as inscrições começa no dia 7 de fevereiro e vai até 14 de março. As candidaturas devem ser feitas pelo site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso. A taxa para nível médio é de R$ 80, e para nível superior, de R$ 120. LEIA TAMBÉM DICAS DO g1: como estudar para concursos em casa durante pandemia da Covid-19? CONFIRA: lista de concursos e oportunidades Para quem tem graduação, as oportunidades são nas áreas de tecnologia da informação, direito, arquivologia, serviço social, psicologia, administração, medicina, ciências contábeis, engenharia elétrica e estatística. Para a vaga de técnico judiciário com especialidade em enfermagem, além do certificado de conclusão do ensino médio, é necessário diploma de curso profissionalizante de auxiliar de enfermagem. Provas A previsão é de que as provas objetivas e discursivas sejam aplicadas em 29 de maio de 2022. O exame será realizado somente no Distrito Federal. Do total das vagas ofertadas, 5% são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para candidatos que aderirem às cotas para negros. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF. Veja Mais

Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta sexta-feira (28)

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Reprodução Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (28) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE Veja Mais

Abono salarial PIS/Pasep: R$ 208 milhões 'esquecidos' podem ser sacados a partir de fevereiro; entenda

G1 Economia Mais de 320 mil trabalhadores não sacaram o benefício referente a 2019; dinheiro poderá ser sacado seguindo calendário do abono referente a 2020. Mais de 320 mil trabalhadores deixaram de sacar o abono salarial PIS-Pasep referente a 2019. São R$ 208 milhões que foram liberados entre julho de 2020 e junho de 2021 – mas que ficaram esquecidos pelos beneficiários. A partir do próximo mês, no entanto, os beneficiários terão mais uma oportunidade de sacar esse dinheiro: os recursos poderão ser retirados junto com o benefício referente ao ano-base 2020, que começa a ser pago em 8 de fevereiro. O calendário leva em conta o mês de nascimento, para trabalhadores da iniciativa privada, e o número final da inscrição, para servidores públicos. LEIA TAMBÉM: ABONO PIS/PASEP : Quem tem direito? Qual o valor? Veja perguntas e respostas CONCURSOS PÚBLICOS: Por que 2022 será recheado de vagas; veja lista SEU BOLSO: O que muda na economia em 2022 e como isso te afeta Pelas regras do abono salarial, o beneficiário tem direito assegurado ao abono pelo prazo de cinco anos e acúmulos são depositados no calendário seguinte. Veja os calendários Pagamentos do abono 'esquecido' serão feito seguindo o calendário do ano-base 2020: Calendário do abono salarial PIS para 2022 Economia g1 Calendário de pagamento do Pasep para o ano de 2022 Economia g1 Quem tem direito ao abono 'esquecido'? Tem direito ao abono salarial de 2019 quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias naquele ano. É preciso que o trabalhador já estivesse inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos naquele ano, e com os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou eSocial, conforme categoria da empresa. O valor do abono salarial de 2019 ficou entre R$ 92 a R$ 1.100, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2019. Como consultar? Os trabalhadores podem consultar se têm direito ao abono salarial por meio do telefone 158, ou do aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Clique aqui para baixar o app para celulares Android Clique aqui para baixar o app para celulares iOS (Apple) Como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. É possível ainda receber pelo Caixa Tem, através da poupança social digital. Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Veja Mais

Bovespa opera em queda, apesar de sessão positiva para commodities

G1 Economia Na quinta-feira, o principal índice da bolsa avançou 1,19%, a 112.612 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (28), diante de queda nos futuros de ações em Nova York ainda em reação ao discurso mais duro do Federal Reserve em sua decisão de política monetária, e apesar de sessão positiva para commodities. Às 10h04, o Ibovespa caía 0,38%, aos 112.189 pontos. Veja mais cotações. No dia anterior, o Ibovespa subiu 1,19%, a 112.612 pontos. Com o resultado, acumulou alta de 3,37% na semana e de 7,43% no ano. o Cenário No cenário interno, o IBGE informou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, mas a falta de trabalho ainda atinge 12,4 milhões de brasileiros. Apesar da queda do desemprego, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior, para R$ 2.444 – o menor rendimento da série histórica iniciada em 2012. A FGV informou que o IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, ficou em 1,82% em janeiro, acumulando alta de 16,91% em 12 meses. Já as confianças do comércio e dos serviços começaram o ano em queda, recuando a patamares do início de 2021, durante a segunda onda da Covid. O petróleo em alta e salto do minério de ferro na Ásia ajudavam a limitar as perdas do Ibovespa, com impulso às ações de companhias ligadas a essas commodities. No exterior, os mercados seguem preocupados com a política monetária dos Estados Unidos, ao final de uma semana de bastante volatilidade, em que o Federal Reserve, o BC norte-americano, afirmou que deve começar em breve a subir a taxa de juros do país. Os mercados também avaliam dados sobre o PIB de alguns países europeus, divulgados mais cedo: na Alemanha, a pandemia voltou a pesar no final do ano, levando a uma queda de 0,7% no quarto trimestre. Já na França a economia cresceu 0,7% no mesmo período. Os investidores também seguem monitorando o noticiário em torno das tensões na Ucrânia. Veja Mais

Dólar recua, abaixo de R$ 5,40

G1 Economia Na quinta-feira (27), moeda norte-americana recuou 0,35%, cotada a R$ 5,4228. O dólar opera em queda nesta sexta-feira (28), em mais um dia negativo nas praças globais. Às 10h34, a moeda norte-americana caía 0,64%, vendida a R$ 5,3879. Veja mais cotações. Na mínima da sessão, chegou a R$ 5,3859. Na quinta-feira, o dólar fechou em queda de 0,35%, a R$ 5,4228. Com o resultado, acumula queda de 2,73% no mês e no ano. s Cenário No cenário interno, o IBGE informou que a taxa de desemprego no Brasil recuou para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, mas a falta de trabalho ainda atinge 12,4 milhões de brasileiros. Apesar da queda do desemprego, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior, para R$ 2.444 – o menor rendimento da série histórica iniciada em 2012. A FGV informou que o IGP-M, conhecido como inflação do aluguel, ficou em 1,82% em janeiro, acumulando alta de 16,91% em 12 meses. Já as confianças do comércio e dos serviços começaram o ano em queda, recuando a patamares do início de 2021, durante a segunda onda da Covid. No exterior, os mercados seguem preocupados com a política monetária dos Estados Unidos, ao final de uma semana de bastante volatilidade, em que o Federal Reserve, o BC norte-americano, afirmou que deve começar em breve a subir a taxa de juros do país. Os mercados também avaliam dados sobre o PIB de alguns países europeus, divulgados mais cedo: na Alemanha, a pandemia voltou a pesar no final do ano, levando a uma queda de 0,7% no quarto trimestre. Já na França a economia cresceu 0,7% no mesmo período. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Veja Mais

Copo térmico de cerveja funciona? G1 testa modelos que deixam bebida gelada por horas

G1 Economia Stanley, Coleman, Kouda... copos e canecas que prometem manter temperaturas por longos períodos estão na moda e custam por volta de R$ 200. Veja como se saíram frente a copos comuns. Copo térmico vale a pena? Tomar uma cerveja ou qualquer drink gelado no calor é um desafio: beber logo e partir para a próxima lata ou ir mais devagar, com o risco de deixar o líquido quente? E é aí que entram os copos térmicos, que se tornaram famosos na internet (e até alvo de memes) pela promessa de manter qualquer líquido bem geladinho por muito mais tempo que um copo convencional. Só que por um preço bem alto: custavam em torno de R$ 200 em meados de janeiro. Outros guias: CERVEJA: primeiros passos para quem quer começar a degustar DRINKS: como combinar gim, vodca e cachaça TÁ CALOR?: como escolher um ar-condicionado portátil TODOS OS GUIAS DE COMPRA As lojas oferecem copos grandes voltados para bebidas geladas e copos menores (ou canecas) com foco em líquidos quentes. Mas a verdade é que os dois tipos servem tanto para quente quanto para frio. E será que valem a pena? O g1 experimentou seis modelos em usos comuns do dia a dia — não se trata de teste de laboratório. A metodologia (leia mais ao fim da reportagem) foi validada por Marcelo Fernandes Vieira, professor do departamento de engenharia química da Universidade Estadual de Maringá. Os copos foram avaliados com cerveja, refrigerante, água, chá, café e leite. Os líquidos frios foram tirados da geladeira no momento de serem colocados nos recipientes. E os quentes foram preparados na hora. Foram feitas medições com um termômetro de alimentos. E um copo de vidro e uma caneca de cerâmica serviram como comparação com recipientes convencionais. Os produtos avaliados foram: Copo de Cerveja Coleman Copo Kouda Don Copo de Cerveja Stanley com Tampa Caneca Contigo Caneca Kouda Helga Copo Everyday Stanley Ao fim do texto, saiba por que esses copos conseguem manter a temperatura por muito mais tempo e os motivos de eles serem tão caros. Referência: o copo de vidro No teste de bebidas geladas, um copo de vidro de 350 ml foi preenchido com os mesmos líquidos usados nos térmicos. Veja como ele se comportou: PRIMEIRA MEDIÇÃO: logo após cada bebida ser servida, as temperaturas pareciam bastante com as encontradas nos líquidos que estavam nos copos especiais: 1,4ºC para água com 9 pedras de gelo, 3,6ºC para refrigerante também com 9 pedras de gelo e 10,3ºC para cerveja. 1 HORA DEPOIS: as temperaturas subiram para 5,6ºC na água, 12,5ºC no refrigerante e 18,6ºC na cerveja. E, diferente dos copos térmicos, o de vidro já estava suando. 3 HORAS DEPOIS: os líquidos já estavam quase na temperatura ambiente, com a água a 24,8ºC, já sem o gelo, a cerveja, choca, a 25ºC, e o refrigerante, sem gás, a 21,9ºC. Vale dizer que a perda de gás não acontece só no copo de vidro. Confira abaixo. Copo de Cerveja Coleman g1 O copo de cerveja da Coleman, entre os três modelos avaliados, é o que tem o melhor acabamento. Nas lojas on-line, era vendido por R$ 200 no final de janeiro e tem garantia vitalícia. É o único com uma base emborrachada e com um abridor de garrafas integrado a essa base. Desse modo, o copo fica mais firme na mesa e não risca a superfície. E é impossível perder o abridor. A tampa tem uma lingueta móvel, que pode ser fechada para manter a temperatura fria por mais tempo e evitar derramamento de líquidos, no caso de alguém desastrado derrubar o copo. Nos testes com as bebidas frias, o copo da Coleman teve um empate técnico com o da Kouda e o da Stanley, com as menores temperaturas. As temperaturas de partida foram semelhantes às do copo de vidro. Mas, após três horas, foram atingidos 11,5°C na cerveja, 2,5°C na água com gelo e 0,1°C no refrigerante com gelo. Nesse último caso, o líquido ficou cada vez mais frio: nos primeiros 5 minutos após ter sido servida, a bebida estava com 1,8°C. Mas, depois de uma hora, já não tinha mais gás, como aconteceu com todos os copos testados. ???? Onde comprar o produto: Veja no site das Casas Bahia Veja no site das Americanas Copo Kouda Don g1 O copo Kouda Don tem um visual mais robusto por conta da pintura metálica com textura (chamada de Hammertone), sem abridor ou base emborrachada. O produto custava R$ 190 nas lojas on-line no final de janeiro. A garantia é de 6 meses, e não vitalícia, como nos rivais. A tampa também tem uma lingueta para fechar e evitar derramamento. Durante os testes, entrou algum tipo de sujeira (refrigerante/cerveja) no trilho que encaixa essa lingueta à tampa, e foi difícil de remover. Pelo design dos outros modelos testados, não parece que seria tão complicado se o mesmo acontecesse com eles. A fabricante indica a limpeza com bicarbonato de sódio e sabão para remover a sujeira. E é a única das três marcas a vender tampas sobressalentes para seu copo. Nos testes, o copo da Kouda teve resultados um pouco melhores que o da Coleman e da Stanley, mas todos muito próximos uns dos outros: No início, foram 8,5ºC na cerveja, 15,2ºC na água e -0,4ºC no refrigerante. Após três horas, foram anotados 10,9°C na cerveja, 0,4°C na água com gelo e -1,1° C no refrigerante com gelo. E, em todos os testes, foi um dos dois copos a atingir temperaturas abaixo de zero, junto com o Stanley. O Kouda foi de -0,4°C no início da avaliação com refrigerante, baixou para -1,2°C na primeira hora e assim se manteve até subir a -1,1ºC após 3 horas. ???? Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Copo Stanley com Tampa g1 O copo Stanley se tornou sinônimo de copo térmico com seu acabamento opaco em aço inoxidável e o desenho de um urso com coroa e asas. Além da sua onipresença em quadras de beach tennis... No final de janeiro, nas lojas on-line, o copo Stanley com tampa custava R$ 230, em média. A fabricante oferece garantia vitalícia. Ele é o único dos três copos testados sem uma lingueta para fechar a tampa. Sua saída de bebida tem uma grande abertura. Incautos podem tomar um banho de cerveja se não perceberem o tamanho da boca do copo. Tem um abridor encaixado na tampa, que pode ser facilmente perdido – e não é vendido separadamente pela Stanley. Na primeira hora, o Stanley começou com 8,6ºC na cerveja, 15,1ºC na água e 0,1ºC no refrigerante. Em três horas de teste, o copo deixou a cerveja com 12,2°C, a água com gelo a 4,1°C e o refrigerante com gelo a -0,4°C. No geral, o desempenho do Stanley foi muito parecido com os concorrentes. As diferenças ficam entre 0,6°C a pouco mais de 1°C a mais que o Kouda ou o Coleman. Na prática, dá para dizer que é um empate técnico, já que a variação se encaixa numa margem de erro. Na primeira hora de refrigerante com gelo, o Stanley foi um dos que bateram temperatura abaixo de zero, junto ao Kouda: -0,9°C ou quase 1 grau a menos que o modelo da Coleman no mesmo teste (0,8°C). Na segunda hora, bateu -0,7°C. ???? Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Referência: caneca de cerâmica No teste de bebidas quentes foi usada uma caneca de cerâmica para controle. PRIMEIRA MEDIDA: logo que as bebidas foram servidas na caneca, elas mediram 75,1°C (chá), 67,9°C (leite) e 64°C (café coado). APÓS DUAS HORAS: todos os líquidos na temperatura ambiente (em torno dos 29°C). Caneca térmica Contigo g1 A caneca Contigo (marca do mesmo grupo que produz o copo Coleman) tem um design simples, tampa com lingueta móvel e acabamento em aço inoxidável, com pintura em preto. Sua base é emborrachada. Nas lojas on-line, custava em torno de R$ 190 no final de janeiro e tinha garantia vitalícia. Nos testes com bebidas quentes, ela manteve a temperatura alta para os três líquidos. No primeiro registro, foram 80,3ºC para o chá, 81,5ºC para o leite e 71,6ºC para o café. Foram marcados 55,3°C para chá, 43,1°C para leite e 47,9°C para café, após duas horas. Os resultados foram muito similares aos da Kouda, para líquidos quentes, e em torno de 1°C a 3°C a mais que o Stanley Everyday – algo que se encaixa na margem de erro. ???? Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Veja no site das Casas Bahia Caneca Kouda Helga g1 A caneca Kouda Helga lembra uma versão reduzida e com alça do copo de cerveja, com um design básico e uma tampa com lingueta que evita derramamentos. É a mesma tampa do copo Don, da mesma marca. A caneca custava R$ 180, em média, nas lojas on-line na última quinzena de janeiro. Na avaliação com as bebidas quentes, a caneca seguiu quase os mesmos resultados da Contigo e da Stanley: 78,8°C (chá), 78,1°C (leite) e 70,1°C (café) no início. E 55,8°C, 43°C e 47,9°C, após duas horas, respectivamente. Como no copo para cerveja, a Kouda oferece garantia de seis meses na caneca térmica. ???? Onde comprar o produto: Veja no site das Americanas Veja no site do Carrefour Copo Everyday Stanley g1 O único copo entre duas canecas para bebidas quentes, o Stanley Everyday segue o design do "irmão" maior e não tem uma lingueta para fechar a tampa removível. Com garantia vitalícia da fabricante, era vendido na última semana de janeiro por R$ 200 nas lojas on-line. E seu desempenho também foi similar ao do copo de cerveja, com diferenças entre 1°C e 3°C em comparação aos modelos da Contigo e Kouda. Nos testes com chá quente, o copo menor da Stanley começou com 79°C e, duas horas depois, estava com 52,5°C. Na avaliação com leite, o início foi de 78,1°C – igual à caneca da Kouda – e o fim com 39,5°C. E nos testes com café coado, começou com 70,8°C e, duas horas depois, estava em 46,9°C, um grau abaixo dos concorrentes. ???? Onde comprar o produto: Veja no site do Carrefour Veja no site das Americanas Veja no site das Casas Bahia Conclusões QUAL O MELHOR? Na prática, o resultado dos testes com os copos grandes é muito parecido. A bebida fica gelada por mais tempo? Sim, em todos. A escolha vai ser feita pelas funcionalidades adicionais – o da Coleman tem o abridor integrado e o pé emborrachado (que é um grande diferencial), o da Stanley tem o abridor na tampa (e que pode ser perdido após umas cervejas) e o da Kouda é o básico com cara de super-resistente e que deixa tudo um pouquinho mais gelado – mas bem pouco. Nos copos menores, o resultado também foi muito similar e a principal diferença entre os modelos é a capacidade – maior no Contigo (414 ml) e Kouda (370 ml) e menor no Stanley (296 ml). Por causa das alças, Contigo e Kouda Helga têm um design mais convencional, com jeito de que tem algo quente ali dentro. O copo da Stanley possui um visual mais moderno e multiuso. VALE A PENA? Após algumas horas, as diferenças para o copo de vidro e a caneca beiraram os 20ºC, principalmente quando colocando gelo nas bebidas. Ou seja, foram gritantes. É preciso considerar o que vai ser servido. Se for bebida com gás, não há vantagem em mantê-la por 3, 4 horas gelada no copo porque o gás acaba. É o caso da cerveja, que fez a fama desses modelos térmicos. Os fabricantes dizem que seus copos térmicos deixam a bebida gelada por horas e horas. A Coleman fala que são 4h, a Kouda, por 6h e a Stanley, 4,5h. Também são valores de referência, como o do motor de um carro: pode ter até tal potência, mas não necessariamente você vai usar tudo que ele oferece. SEM SUOR: outra vantagem de todos os copos térmicos testados é que, por terem uma camada dupla de aço em sua estrutura, não ficam suados como copos de vidro. Isso ocorre por conta da troca de calor do vidro com o ambiente. Vieira faz um paralelo com o mundo do churrasco: “Ao colocar no fogo, a carne pode parecer torrada por fora, mas está mais crua por dentro. É assim que vemos que o calor não se conduziu até o centro”, diz o professor Marcelo Fernandes Vieira, da Universidade Estadual de Maringá. Falando em churrasco, colocar um copo térmico perto da churrasqueira também não vai esquentar a bebida, para alegria do cozinheiro. PARA QUE COPO MENOR? Apesar de os copos térmicos — assim como as garrafas térmicas — servirem para manter bebidas geladas ou quentes, os menores são indicados também para uso com bebidas frias, como vinho, caipirinha e uísque. Em um teste à parte, com uísque, o gelo derreteu menos do que num copo de vidro – mas o suficiente para reagir com o líquido – e, depois de um tempo, a bebida ficou muito gelada (e forte). SUPERFRIO: Com nove pedras de gelo em cada copo térmico grande, com água e refrigerante gelados, a temperatura baixou drasticamente, comparando a primeira medição com as demais. Isso ocorre porque bebida e copo chegaram a um equilíbrio térmico e não estão perdendo calor para o ambiente. E ficaram até mais gelados conforme o tempo, para depois retomar a esquentar. Exemplo do Kouda Don: começou com 0,4°C com refrigerante, foi para -1,2°C nas duas primeiras medições e terminou com -1,1°C. O mesmo fenômeno foi observado nos copos da Stanley e da Coleman. A ciência explica POR QUE FICA GELADO (OU QUENTE) POR MAIS TEMPO ? Os copos térmicos são construídos com duas camadas – uma interna e outra externa – produzidas em aço inoxidável. Durante a produção, uma máquina extrai o ar entre essas duas camadas, gerando um vácuo. “O vácuo é o diferencial desses copos”, explica Marcelo Fernandes Vieira, professor de fenômenos de transporte no departamento de engenharia química da Universidade Estadual de Maringá. “O princípio é o mesmo da garrafa térmica: tem um copo dentro de outro e algo entre eles que impede a troca de calor com o ambiente”, afirma o professor, que ajudou a validar a metodologia dos testes. De qualquer forma, ainda existe uma troca de calor com o ambiente pelas tampas, feitas em plástico. O da Coleman e da Kouda até têm uma lingueta que fecha a tampa, mas no da Stanley o líquido fica um pouco exposto. O tipo de aço usado no copo térmico também influencia, mas não muito, no resultado. As três marcas avaliadas usam o aço 18/8, comum em produtos de uso doméstico. É CARO PORQUE...: Além de desfrutar da fama, o processo de fabricação entra na conta, segundo as empresas. O maquinário para produção da câmara de vácuo nos copos é inexistente no Brasil e todos os modelos são importados. "Ninguém tem esse tipo de máquina por aqui”, diz Yuri Lima, diretor da Kouda. "Além do aço, tecnologias de ponta em solda garantem maior longevidade ao copo", completa Pedro Ipanema, vice-presidente da Stanley PMI. Circunstâncias atuais também são citadas. “Lidamos ainda com a questão tributária no Brasil, que é muito alta para esse tipo de produto e, hoje, temos com uma crise no transporte marítimo, com falta de containers e frete mais caro. E o vácuo é caro de produzir”, finaliza João Fabiano Balbino, diretor de vendas da Coleman. Como foram feitos os testes Os copos térmicos foram enviados por empréstimo pelos fabricantes e serão devolvidos. Os grandes têm capacidade de 473 ml (Stanley), 500 ml (Kouda) e 600 ml (Coleman), respectivamente. As canecas tinham 414 ml (Contigo), 370 ml (Kouda) e 296 ml (Stanley). Um copo de vidro de 350 ml e uma caneca de cerâmica de 300 ml serviram como controle para comparação com recipientes comuns, conforme orientação do professor Marcelo Fernandes Vieira, da Universidade de Maringá. Antes da realização dos testes frios, os três copos ficaram cinco minutos com água gelada, que foi descartada. Essa é uma recomendação geral dos fabricantes, mas que não precisa ser seguida à risca pelo consumidor. Os copos térmicos e a unidade de controle foram preenchidos com a mesma quantidade de líquidos: cerveja gelada, refrigerante com pedras de gelo e água natural também com pedras de gelo. Teste de copos térmicos: depois de um tempo, a cerveja já perdeu a espuma no copo de vidro Henrique Martin/g1 Os testes foram simultâneos para os três copos térmicos de cada categoria e o copo/caneca de controle. A temperatura de cada copo grande foi medida de hora em hora, por três horas, com um termômetro culinário digital do tipo espeto. Para as canecas e copo para líquidos quentes, o processo foi repetido com chá com água fervida na hora, leite fervido e café coado na hora, por duas horas. Medindo a temperatura dos copos / canecas com chá quente Henrique Martin/g1 E fazer café ou chá em casa é diferente de pedir um drink quente em uma cafeteria. Entre ferver a água, passar o café e servir, a temperatura do líquido já caiu bastante. Nos dias das avaliações, na penúltima e última semanas de janeiro, a temperatura local variou de 25°C a 31°C na cozinha transformada em bancada de testes. Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável. Veja Mais

Anatel autoriza Starlink, do empresário Elon Musk, a oferecer internet via satélite no Brasil

G1 Economia Concessão do direito de exploração à Starlink era um desejo do governo brasileiro para conectar áreas remotas na região amazônica, além de monitorar desmatamentos ilegais e incêndios. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concedeu nesta sexta-feira (28) o direito de exploração de satélite estrangeiro não-geoestacionário de baixa órbita para a Starlink, sistema de satélites da empresa SpaceX, do empresário Elon Musk. Com isso, a empresa de Musk vai poder oferecer seu serviço de satélite em todo o território brasileiro. O direito de exploração vai até 2027. A outra corrida espacial dos bilionários: SpaceX e Amazon miram internet via satélite Já a oferta final de banda larga aos consumidores, segundo a Anatel, poderá ser realizada por empresa autorizada que contratar capacidade da rede de satélites, ou caso o próprio grupo econômico obtenha autorização para ingressar nesse mercado, o que já tinha acontecido no ano passado. Quem é Elon Musk, bilionário eleito 'Personalidade do Ano' pela revista 'Time' "É do interesse da empresa o provimento do acesso à internet para cliente distribuídos em todo o território brasileiro, o que certamente será bastante oportuno para escolas, hospitais e outros estabelecimentos localizados em áreas rurais e remotas", afirmou o conselheiro e presidente interino da agência, Emmanoel Campelo. Inicialmente, a agência avaliou a possibilidade de conceder o direito de exploração até 2033, mas decidiu reduzir para 2027 diante do "caráter pioneiro" do empreendimento e de possíveis impactos não previstos. A Sartlink não terá direito à proteção, ou seja, não poderá reclamar em caso de interferência de outros serviços. Isso deverá estar explicito no contrato de fornecimento do serviço. Desejo do governo A concessão do direito de exploração à Starlink era um desejo do governo brasileiro. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, se reuniu em novembro do ano passado com Elon Musk para discutir uma possível parceria com o governo brasileiro. A intenção do governo é usar os satélites das empresas de Musk para levar internet de alta velocidade para a região amazônica, conectando escolas, unidades de saúde e comunidades indígenas em áreas remotas, onde é mais difícil chegar internet por fibra óptica, por exemplo. A tecnologia poderia ser usada ainda, segundo o Ministério das Comunicações, para preservação da floresta amazônica através do monitoramento, via satélite, de desmatamentos ilegais e de incêndios. VÍDEOS: notícias de tecnologia Veja Mais

Total de empréstimos bancários sobe 16,5% em 2021 e atinge R$ 664 bilhões, informa BC

G1 Economia Ao todo, no ano passado, volume do crédito aumentou R$ 664 bilhões na comparação com 2020, o que representou novo recorde. O Banco Central informou nesta sexta-feira (28) que o volume total de créditos bancários chegou a R$ 664 bilhões em 2021, atingindo R$ 4,6 trilhões. O resultado, conforme o BC, representa aumento de 16,5% na comparação com 2020, quando o estoque do crédito estava em R$ 4,02 trilhões. Em termos percentuais, ainda segundo números do BC, a alta de 16,5% foi a maior para o crédito bancário em um ano fechado desde 2011. Naquele ano, o volume total do crédito bancário avançou 18,8%. Em 2020, o crescimento foi de 15,6%. Crédito para as famílias De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o "expressivo resultado" do crédito bancário ano passado foi motivado pelos empréstimos destinado às famílias. A Febrabran afirma que os empréstimos cresceram de "forma ininterrupta ao longo do ano, beneficiado pela reabertura das atividades econômicas em decorrência principalmente do avanço da vacinação no país". O BC informou que o crédito às famílias subiu 20,8% em 2021, contra 11,2% no ano anterior. Já o crédito para as empresas desacelerou no último ano, ao avançar 11,1%, contra 21,8% em 2020 (quando foi impulsionado pelas medidas de combate à pandemia da Covid-19). Ainda segundo o Banco Central, as novas concessões de crédito cresceram 19% em 2021, contra 5,3% no ano anterior. "As contratações com empresas cresceram 15,1% no ano (10,9% em 2020) e as com pessoas físicas avançaram 22,6% em 2021 (de 0,6% em 2020)", informou. A taxa de inadimplência, por sua vez, atingiu 2,3% em dezembro, com aumento de 0,2 ponto percentual na comparação com o fechamento do ano anterior, quando estava em 2,1%. No crédito para as pessoas físicas, o indicador passou de 2,8%, no fim de 2020 para 3% no fechamento de 2021. E, no caso das empresas, avançou de 1,2% para 1,3% na mesma comparação. Veja Mais

Desemprego cai para 11,6% em novembro, mas rendimento real é o menor da série do IBGE

G1 Economia É a menor taxa de desemprego desde o trimestre encerrado em janeiro de 2020, quando ficou em 11,4%. A taxa de desemprego no Brasil recuou para11,6% no trimestre encerrado em novembro, mas a falta de trabalho ainda atinge 12,4 milhões de brasileiros, informou nesta sexta-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se da menor taxa de desemprego desde o trimestre encerrado em janeiro de 2020 (11,4%). Apesar da queda do desemprego, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior, para R$ 2.444 – o menor rendimento da série histórica iniciada em 2012. LEIA TAMBÉM: Veja vagas de emprego pelo país Afastamentos por período de até 10 dias por causa da Covid-19 não precisam de atestado médico, diz ministério Desemprego em novembro/21 Economia g1 Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em outubro, a taxa de desemprego estava em 12,1%, atingindo 12,9 milhões de pessoas. Principais destaques da pesquisa Taxa de desemprego recuou para 11,6% Número de desempregados caiu para 12,4 milhões Rendimento médio real habitual caiu 4,5%, para R$ 2.444, menor taxa da série do IBGE População ocupada cresceu para 94,9 milhões de pessoas Percentual de desalentados recuou para 4,4% Taxa de informalidade ficou estável em 4,6% Comércio puxou recuperação do trabalho no trimestre Proporcionalmente, emprego cresceu mais entre os sem carteira Ocupação mostra recuperação A população ocupada cresceu 3,5% frente aos três meses anteriores, para 94,9 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo trimestre de 2020, a alta foi de 9,7%. Com o crescimento, o nível de ocupação chegou a 55,1%. "Esse resultado acompanha a trajetória de recuperação da ocupação que podemos ver nos últimos trimestres da série histórica da pesquisa. Esse crescimento também já pode estar refletindo a sazonalidade dos meses do fim de ano, período em que as atividades relacionadas principalmente a comércio e serviços tendem a aumentar as contratações", explica em nota a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy. Na outra ponta, a população desocupada diminuiu 10,6% (menos 1,5 milhão de pessoas) frente ao trimestre terminado em agosto, para 12,4 milhões de pessoas. Frente ao mesmo trimestre de 2020, são 2,1 milhões de desocupados a menos. Evolução do número de desempregados - novembro/21 Economia g1 Emprego cresce mais entre os sem carteira e informalidade fica estável O recorte por posição na ocupação mostra a fragilidade da recuperação do emprego no país. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado cresceu 7,4% na comparação com o trimestre anterior, para 12,2 milhões de pessoas. Já entre os com carteira, a alta foi proporcionalmente menor, de 4%, para 34,2 milhões – embora, em números absolutos, a expansão tenha sido maior. Houve alta ainda de 2,3% entre os trabalhadores por conta própria, de 2,3% frente ao trimestre anterior,, para 25,8 milhões de pessoas, e entre os trabalhadores domésticos, de 6%, para 5,6 milhões. Por posição na ocupação Economia g1 Com a variação, a taxa de informalidade ficou estável em 40,6%. "Do crescimento de 3,2 milhões de trabalhadores no número de pessoas ocupadas, 43% vieram do trabalho informal", explica Adriana Beringuy. "Então, embora a informalidade continue se destacando na expansão da ocupação, a participação do trabalho formal no setor privado vem aumentando e contribuindo também para a recuperação da ocupação no país”. Rendimento tem menor valor da série A massa de rendimento real habitual (a soma dos rendimentos recebidos por todos os ocupados) ficou estável no trimestre encerrado em novembro, em R$ 227 bilhões. Com o aumento no número de ocupados, o dado aponta que os trabalhadores estão recebendo menos do que um trimestre antes. De fato, o rendimento real habitual caiu 4,5% frente ao trimestre anterior para R$ 2.444 – o menor da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Frente ao mesmo trimestre de 2020, a queda é de 11,4%. “Isso significa que, apesar de haver um aumento expressivo na ocupação, as pessoas que estão sendo inseridas no mercado de trabalho ganham menos. Além disso, há o efeito inflacionário, que influencia na queda do rendimento real recebido pelos trabalhadores”, explica Adriana. Comércio puxou melhora do mercado de trabalho Segundo o IBGE a maior parte da expansão da ocupação na comparação com o trimestre anterior veio do comércio, com aumento de 4,1%, ou 719 mil pessoas a mais trabalhando no setor. Já a indústria teve crescimento de 3,7%, um acréscimo de 439 mil pessoas a esse grupamento de atividade. O segmento de alojamento e alimentação, um dos mais prejudicados desde o início da pandemia de Covid-19, teve seu contingente de trabalhadores aumentado em 9,3%. São 438 mil empregados a mais. Segmento de atividade - novembro/21 Economia g1 Faltam oportunidades para 29,1 milhões O levantamento do IBGE mostrou ainda que faltavam oportunidades no mercado para cerca de 29,1 milhões de trabalhadores. Este contingente forma o que o instituto classifica como trabalhadores subutilizados. Há 1 ano, porém, a mão de obra "desperdiçada" somava 32,7milhões. A taxa composta de subutilização caiu para 25%, ante 27,2% no trimestre anterior e 29,1% no mesmo trimestre do ano passado. Entre os destaques positivos, houve queda de 2% na população fora da força de trabalho na comparação com o último trimestre e redução de 6,7% no comparativo interanual. O total de pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas somaram 64,8 milhões de pessoas. Houve queda também na população desalentada – aquela que por algum motivo desistiu de procurar trabalho. Esse grupo foi estimado pelo IBGE em 4,9 milhões de pessoas, uma queda de 6,8% frente ao trimestre anterior, e de 14,4% ante igual período de 2020. Veja Mais

Venda de vinhos no Brasil 'supera' dólar caro e mantém ritmo forte em 2021 mesmo depois de ano recorde

G1 Economia Queda de apenas 2% é comemorada pelo setor depois de alta histórica de mais de 30% em 2020; vinhos finos foram destaque novamente, mas consumidor sentiu o encarecimento do produto com dólar muito alto e inflação de dois dígitos. Pequeno Dicionário dos Vinhos Porto a Porto Depois do ano de maior sucesso da história, a venda de vinhos no Brasil registrou uma leve queda de 2% em 2021. Foram 489,4 milhões de litros comercializados no período, segundo dados de Ideal Consulting fornecidos com exclusividade ao g1. Produtores comemoram a notícia, pois as vendas seguem firmes acima dos patamares pré-pandemia – alta de 27,4% contra 2019. Como o g1 registrou no ano passado, o mercado nacional de vinhos teve expansão considerável desde a chegada do coronavírus ao país. O fechamento de bares e restaurantes deu tração ao vinho como opção para os momentos de lazer em casa. Resultado disso é que, em 2020, as vendas de vinhos bateram recorde e acumularam alta de 31%, segundo os dados da Ideal. Ao todo, foram 501,1 milhões de litros comercializados naquele ano. LEIA TAMBÉM Venda de vinhos dispara no Brasil durante a pandemia Venda de vinhos tem alta de 31% em 2020, impulsionada pela quarentena Consumo de vinho no Brasil tem alta de 18% em 2020, puxado pelo e-commerce Além das vendas, o consumo de vinho no país também subiu 18% em 2020, de acordo com a medição da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Foram 430 milhões de litros, elevando a média per capita do brasileiro para 2,6 litros de vinho no ano. Os dados de 2021 ainda não foram consolidados. Já em 2021, na medição da Ideal, o destaque absoluto fica com a venda de vinhos finos brasileiros, que sustentou crescimento e teve nova alta de 23% no ano passado. A notícia é excelente para os produtores, pois os finos são aqueles de maior qualidade, feitos com uvas próprias para a produção da bebida, as vitiviníferas. Em dois anos, a participação dos vinhos finos brasileiros no mercado dobrou, para 8%. Mas ainda perde por muito para os importados (34%) e para os vinhos de mesa, de menor qualidade e que ocupam a maior fatia do mercado: 58%. O mercado brasileiro de vinhos em 2021 Arte g1 Os nacionais de mesa tiveram redução de 11% nas vendas, o que puxou para baixo o resultado anual. Ao mesmo tempo, a redução do interesse pelo produto é uma notícia relativamente positiva para quem quer elevar o nível do vinho nacional. Bom resultado também para os espumantes, que tiveram alta de 35%. A observação a ser feita é que eventos e celebrações foram completamente paralisados em 2020, o que havia prejudicado as vendas da categoria. De base de comparação mais baixa, o crescimento percentual foi maior. Os números da Ideal dão conta da venda de vinícolas para supermercados, lojas e restaurantes, somando importações. Captam, portanto, a formação de estoque e não a venda na ponta. “O desafio do ano passado era sustentar o volume de abastecimento do mercado. Este desafio foi alcançado. Agora, o mercado começa 2022 com estoques elevados e projeções econômicas ainda mais desfavoráveis”, diz Felipe Galtaroça, CEO da Ideal. Foi bom, mas podia ser melhor Os produtores consideram os números positivos porque o cenário de 2021 foi diferente e prejudicou um arranque maior do mercado. A inflação de dois dígitos diminuiu o poder de compra da população e reduziu o acesso a itens mais caros, como o vinho. Além disso, o dólar ainda em patamares muito altos prejudicou tanto os importadores como a indústria vitivinífera brasileira, que sofreu com encarecimento de insumos trazidos de fora. Muito por causa do câmbio, a venda de importados em 2021 cresceu menos que a de vinhos finos e espumantes nacionais: os vinhos finos tiveram alta de 5%, enquanto os espumantes, de 17%. Por fim, a pandemia passou a trazer mais impacto na cadeia produtiva de fornecedores, aumentando o custo de produção do vinho em todo o mundo. Um caso emblemático no Brasil foi a escassez de vidro para produção de garrafas, mas houve também quebra de safra de uvas no exterior e aumento dos custos de logística, com preço mais alto do petróleo e de frete por contêineres. Falta de garrafa causa impacto na produção de vinho nacional, que vive seu melhor momento Mercado quente Mesmo com grandes desafios na equação de crescimento do mercado de vinhos no país, os números recentes encheram os olhos de grandes empresas do setor, que se mexeram para aproveitar o bom momento. Duas manobras chamam atenção. Em outubro, a Evino fechou a compra integral da Grand Cru. Trata-se da união entre o maior e-commerce de vinhos da América Latina e uma das principais importadoras de rótulos mais refinados, que possui 127 lojas físicas – das quais 35 foram abertas no último ano. Os valores do negócio não foram divulgados. As marcas seguem apartadas, mas formam uma holding em que o faturamento estimado para 2021 chega à casa dos R$ 800 milhões – um crescimento conjunto de 26%. "A junção permite tratar do cliente iniciante ao avançado, do portfólio de entrada ao refinado, com competências que vão do digital ao físico. Ainda assim, temos uma fatia pequena de um mercado que está em crescimento", diz Alexandre Bratt, CEO da holding. Ari Gorenstein, Marcos Leal e Alexandre Bratt anunciaram a nova configuração da holding entre Evino e Grand Cru neste mês Jussara Martins/Divulgação O executivo conta ainda que, além do trabalho de unificação de operação e cultura empresarial, a nova holding trabalha na convergência dos bancos de dados para criar modelos de venda mais sofisticados e aprimorar entregas. A projeção de crescimento no faturamento é de 28% em 2022. Por óbvio, a concorrência não estava parada. A Wine anunciou, em maio, a compra da importadora Cantu, por R$ 180 milhões. A operação serve para ampliar a gama de vinhos estrangeiros da empresa, fazer crescer volume e portfólio, além de tirar vantagem da expertise da Cantu no atendimento aos outros canais de venda. "A união nos fez crescer 30% em importações no ano. Isso é fundamental para nos dar escala, pois é o melhor jeito de manter o custo benefício", diz Marcelo D'Arienzo, CEO da Wine. Para o empresário, a "base da pirâmide" – ou seja, os novos bebedores de vinho – são fundamentais para o resultado que o mercado atingiu nos últimos anos, mas são justamente os mais sensíveis a reajuste de preço em ambiente de inflação e dólar altos. "Conforme se avança na gama de preço há uma flexibilidade maior, porque é possível substituir. Por isso é muito importante focar nas faixas mais baratas, isso define quem vai tomar ou deixar de tomar o vinho fino", afirma. Em expansão, a empresa também estuda uma oferta pública inicial de ações na bolsa de valores. De janeiro a setembro do ano passado, a receita líquida da empresa cresceu 58% contra o mesmo período de 2020. A captação de recursos serviria para ampliar tecnologia, aquisição de empresas que a auxiliem no negócio, investimento em marketing e abertura de lojas físicas. Foram duas tentativas de se lançar na bolsa, mas a empresa recuou – os gestores esperam um momento mais positivo do mercado acionário. Não custa lembrar: a perspectiva de crescimento lento, a inflação, as crises fiscal e política do país fizeram o Ibovespa cair 12% no ano passado. Centro de distribuição da Wine, em Vitória (ES) Divulgação A safra das safras Além da avalanche de pedidos, o ano de 2020 foi revolucionário para o mercado de vinhos com o que os enólogos brasileiros chamaram de "safra das safras". Em suma, os vinhos finos do país ganharam popularidade, enquanto as vinícolas trabalhavam em rótulos ainda melhores para despejar nas prateleiras em 2021. Alexandre Miolo, diretor comercial da vinícola Miolo, estima que a empresa tenha fechado o ano passado com crescimento da ordem de 30%, mesmo depois do melhor ano da história, quando o faturamento havia subido 60%. "A pandemia foi um despertar para o vinho brasileiro, e todo o mercado – das vinícolas grandes às pequenas – investiu muito em ajudar o consumidor a se iniciar nesse mundo", afirma. Miolo conta ainda que o dólar, uma das maiores dores da indústria, trouxe complicações nas renegociações com fornecedores e obrigou alguns reajustes de preço, mas também permitiu que o vinho brasileiro se destacasse no momento de escolha contra um importado. "Ficou a percepção que um vinho importado de R$ 50 e um brasileiro de R$ 50 podem bater de frente. A Miolo fez muito movimento de portfólio e criou novas linhas para continuar com preço competitivo", diz o empresário. Dicas para iniciantes em vinho: veja como escolher a bebida Novos negócios A popularização do vinho criou ambiente fértil também para o surgimento de novos empreendedores, em um circuito que tradicionalmente era dominado pelas famílias tradicionais do vinho e grandes empresas. Ex-funcionário de vinícolas no Rio Grande do Sul e consultor de negócios, Diego Bertolini uniu suas experiências prévias para abrir, ainda em 2020, uma "escola" focada em pequenos empreendedores que gostariam de se aventurar no setor. Desde a fundação, em abril daquele ano, a Educa Vinhos formou 1.700 alunos em quase todos os setores da cadeia de produção: plantação de vinhedos, comércio físico e digital, além de projetos de tecnologia com foco no vinho. No pacote ao custo de R$ 3,5 mil estão aulas ao vivo, outras gravadas, atividades de networking que conectam possíveis fornecedores com comerciantes e tutoria para novos negócios. A empresa deve desenvolver neste ano cursos para qualificar bares e restaurantes que pretendem inserir o vinho na carta de opções ao cliente. "A ideia é aumentar a cultura do vinho por todas as frentes. Hoje, o concorrente do vinho brasileiro é a cerveja", diz Bertolini. Lilian e André Junqueira, sócios da AmeVino Arte g1/Divulgação Do Educa Vinhos saíram projetos como a AmeVino, que começou como um pequeno e-commerce e deu um passo adiante ao desenvolver um rótulo próprio, chamado Aviatore. A inspiração vem dos próprios sócios, André e Lilian Junqueira, que são piloto e comissária de bordo. A vontade de trabalhar com vinho era antiga, mas a empresa começou a tomar forma em meados de 2020, quando o setor de aviação foi paralisado pela pandemia. Hoje, o casal concilia os dois trabalhos. "A galera da aviação é muito identificada com o que faz e nós juntamos duas paixões. Aviador gosta de vinho, tem poder aquisitivo e acaba consumindo muito", diz Lilian. Ao estilo "item de colecionador", as garrafas do Aviatore são numeradas e a produção foi limitada a 300 unidades. Os primeiros exemplares do "blend" (jargão para a mistura de uvas do vinho) de petit verdot, merlot e cabernet sauvignon, plantadas no Rio Grande do Sul, foram vendidas por R$ 249, mas agora custam R$ 299. "Nosso foco inicial era o e-commerce, mas estamos de olho no mercado e encontramos um diferencial nesse nicho. Devemos ter três novos rótulos ainda este ano", afirma André. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Veja Mais

Últimos dias

Governo desiste de propor fundo para estabilizar preço de combustíveis

G1 Economia Governo desiste de propor fundo para estabilizar preço de combustíveis Em uma reunião tensa no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (27), o governo federal desistiu da ideia de criar um fundo de estabilização para o preço dos combustíveis. A avaliação é de que não há recursos no caixa suficientes para amenizar a alta que já vem sendo registrada no preço do petróleo – e nem para frear o possível impacto adicional dos próximos meses. O fundo de estabilização era o eixo central de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que o governo queria enviar ao Congresso já na semana que vem. A intenção é tentar conter a alta dos combustíveis, que pode prejudicar a avaliação do governo Jair Bolsonaro em pleno ano eleitoral. Pela proposta desenhada inicialmente, o governo usaria parte da arrecadação com royalties de petróleo para abastecer esse fundo. Quando uma alta do petróleo no mercado internacional pressionasse os preços no Brasil, a Petrobras e outras importadoras de óleo poderiam recorrer ao fundo para "amortecer" o repasse aos consumidores. Com a retirada do fundo, a PEC deve chegar ao Congresso contendo apenas a autorização para que o governo reduza – a zero, se necessário – tributos federais sobre o diesel e o gás de cozinha. Nesse formato, o governo pode decidir até enviar uma lei complementar, de tramitação mais simples. O futuro senador e líder do governo no Senado, Alexandre Silveira (PSD-MG), estava na reunião. Suplente de Antonio Anastasia e ainda não empossado no mandato, Silveira deve ser o relator do projeto. O blog já havia antecipado que a gasolina deveria ficar de fora das medidas, por ampliar muito os custos para o governo. Veja no vídeo abaixo: Ana Flor: conter alta dos combustíveis é prioridade para Bolsonaro Veja Mais

Quem é o novo investidor na Bolsa de Valores?

G1 Economia Conheça o perfil de quem investe hoje no Brasil e quais são seus principais interesses e motivações. Em 24 de novembro de 1859, o naturalista britânico Charles Darwin publicou “A Origem das Espécies”, obra que inaugurou o conceito de biologia moderna por meio da famosa Teoria da Evolução. A tese, a grosso modo, é que cada espécie teria se originado de outra por meio do processo de seleção natural, em que apenas aquelas com mais capacidade de adaptação ao meio sobreviveriam e gerariam descendentes. Com isso, criariam linhagens cada vez mais fortes e que seguiriam no processo de evolução. Bacana, mas por que essa aula de biologia na introdução do nosso bate-papo? Basicamente, porque todos os dias, de várias formas, comprovamos essa teoria por meio de nossas atitudes, inclusive as financeiras. Quer um exemplo? Os anos de 2020 e 2021 indicam que a escassez pode transformar a mentalidade de consumo e a relação com o dinheiro. Segundo o 4º Raio X do Investidor Brasileiro, edição 2021, publicado pela Ambima, 56% das pessoas conseguiram guardar algum dinheiro em 2020, o que significou gastar menos e, vejam só, poupar mais. Mas chega de dar spoilers. A partir de agora você confere esses dados, quem é o novo investidor e como essa realidade se reflete especificamente na Bolsa de Valores. Bora lá! Infográfico IF Divulgação E aí, você faz parte do time de investidores que só vem crescendo ano a ano? Ainda tem dúvidas e não está seguro pra começar? Seja como for, a Inteligência Financeira foi feita pra você. Nossa plataforma tem informações sempre atualizadas sobre o mercado, além de uma área de aprendizados pra você aprender cada vez mais! Te esperamos lá! Veja Mais

Setor cultural cortou mais de 900 mil vagas na primeira onda da pandemia, mostra Ipea

G1 Economia No terceiro trimestre de 2020, setor tinha 4,6 milhões de trabalhadores. Retomada dos eventos em 2021 recuperou 300 mil postos de trabalho. A primeira onda da pandemia da Covid-19 deixou mais de 900 mil pessoas sem trabalho no setor cultural, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Ao final de 2019, o setor tinha 5,5 milhões de pessoas empregadas – 600 mil a mais do que no início de 2018. No terceiro trimestre de 2020, esse número havia se reduzido para 4,6 milhões. Brasil tem a 4ª maior taxa de desemprego do mundo, aponta ranking com 44 países Setor cultural ainda sente os impactos da pandemia; artistas cobram apoio O estudo aponta ainda que a retomada dos eventos em 2021 recuperou 300 mil postos de trabalho no setor, que empregava 5 milhões de pessoas no segundo trimestre daquele ano. O levantamento usa como base informações da Pesquisa Nacional de Amostragem de Domicílios (PNAD) Contínua e apresentadas pelo Sistema de Informações e Indicadores em Cultura do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Setor seguiu tendência De acordo com o levantamento, o mercado de trabalho do setor cultural seguiu uma tendência também encontrada no conjunto de pessoas ocupadas fora dele: crescimento gradual de 2018 até o primeiro trimestre de 2020, seguido por uma redução do número de pessoas ocupadas, coincidente com o período da pandemia. Do final de 2019 a meados de 2020, a população ocupada no setor não cultural passou de 89 milhões para 78 milhões. Até meados de 2021, houve uma recuperação gradual, atingindo 83 milhões de pessoas. No segundo trimestre de 2021, o setor cultural brasileiro foi responsável por 5,7% do total de vínculos do mercado de trabalho, contra 94,3% de trabalhadores do setor não cultural. Apesar de seguirem a mesma tendência, o setor cultural foi mais afetado pela pandemia: até o final de 2019, o emprego no setor crescia acima do setor não cultural – e, quando instalada a pandemia, teve queda maior. Veja Mais

Estados anunciam congelamento do ICMS sobre combustíveis por mais dois meses

G1 Economia Congelamento, adotado em meio à disparada no preço do petróleo e que terminaria no fim de janeiro, passa a valer agora até o fim de março. O Confaz (Comitê Nacional de Política Fazendária) aprovou nesta quinta-feira (27) a prorrogação até 31 de março, ou seja, por mais dois meses, o congelamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre os combustíveis. A decisão contou com o apoio dos 27 secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal, que compõem o Confaz. A prorrogação foi antecipada pelo jornalista Valdo Cruz, colunista do g1, na quarta-feira. Valdo: governadores congelam ICMS de combustíveis por mais 60 dias Os governadores chegaram a anunciar, em meados deste mês, que o congelamento do ICMS sobre combustíveis não seria renovado, mas recuaram. A medida ocorre em meio à alta dos combustíveis, provocada pelo aumento do petróleo no mercado internacional e pela disparada do dólar - fatores levados em conta pela Petrobras para reajustar os preços. Em comunicado, os secretários de Fazenda informaram, porém, que os governadores defenderam que sejam criadas "soluções estruturais para a estabilização dos preços dos combustíveis, como um fundo de equalização de preços". Eles avaliaram, ainda, que só o congelamento do ICMS "não é suficiente para impedir os reajustes dos combustíveis, visto que os elementos centrais dos aumentos são a variação do dólar e a política da Petrobras de paridade com o mercado internacional do petróleo". Como funciona Pelo modelo anterior, que deixa de vigorar até o fim de março, cada estado define o chamado "preço médio ponderado ao consumidor final" a cada 15 dias. Como mudava a cada 15 dias, todo aumento de preço nas refinarias altera o preço médio e eleva o ICMS. Com o congelamento do preço médio ponderado até março, os aumentos da Petrobras anunciados nos últimos meses não serão considerados na base de cálculo do ICMS — atenuando o impacto dos reajustes dos combustíveis nas refinarias. Entretanto, esse congelamento do preço médio ponderado não impedirá que eventuais reajustes anunciados pela Petrobras nas refinarias sejam repassados aos preços dos combustíveis na bomba. Como o ICMS não é o único fator que encarece o preço na bomba, a mudança de outros fatores (como a alta do petróleo e do dólar) pode continuar elevando o preço para o consumidor final. PEC do governo O governo federal, por sua vez, prepara uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para tentar conter a alta dos combustíveis. A proposta prevê uma possibilidade de reduzir ou zerar tributos federais e estaduais sobre diesel e gás de cozinha, além da criação de um fundo de estabilização do preço dos combustíveis. A PEC pode ser enviada ao Congresso Nacional na semana que vem, quando os parlamentares retomarão os trabalhos. A área econômica, entretanto, avalia que o efeito esperado com a proposta pode ser anulado ou até mesmo ir no sentido contrário, contribuindo para a alta dos combustíveis no país. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Dólar opera em queda e chega a R$ 5,40

G1 Economia Na quarta-feira (26), moeda norte-americana fechou em alta de 0,14%, cotada a R$ 5,4421. O dólar opera em queda nesta quinta-feira (27), no dia seguinte ao Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, alertar para um aumento das taxas de juros do país 'em breve'. Às 9h43, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,4020, em queda de 0,74%. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,14%, a R$ 5,4421. Com o resultado, acumula queda de 2,38% no mês e no ano. s Cenário No cenário interno, a FGV informou mais cedo que a confiança da indústria voltou a recuar em janeiro, na 6ª queda consecutiva, para o menor nível desde julho de 2020. Na quarta-feira (26), o Federal Reserve (banco central dos EUA) manteve as taxas de juros do país inalteradas na faixa entre 0% e 0,25%. O Fed sinalizou, no entanto, que deve aumentar as taxas de juros de março e reafirmou os planos de encerrar suas compras de títulos no mesmo mês antes de lançar uma redução significativa em seus ativos. As decisões combinadas completarão uma mudança da política monetária flexível que definiu a era da pandemia em direção a uma luta mais urgente contra a inflação. "Com a inflação bem acima de 2% e um mercado de trabalho forte, o Comitê espera que em breve seja apropriado aumentar a meta para a taxa de fundos federais", disse o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), em comunicado. Os investidores também seguem monitorando o noticiário em torno das tensões na Ucrânia, que têm potencial de "fazer preço em um movimento de aversão ao risco" ao longo da sessão, disse Netto. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Veja Mais

Agência do trabalho oferece 107 vagas de emprego em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta quinta-feira

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Divulgação Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (27) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE Veja Mais

Morre Elmo de Araújo Camões, ex-presidente do Banco Central

G1 Economia Administrador atuou na autoridade monetária entre 1988 e 1989, no governo de José Sarney. Elmo de Araújo Camõlmo de Araújo Camões, em seminário Business Week, em Brasília Wademir Gomes/Estadão Conteúdo/Arquivo Elmo de Araújo Camões, ex-presidente do Banco Central, morreu nesta quarta-feira (26) aos 94 anos. A causa da morte não foi divulgada pelos familiares. Camões atuou na autoridade monetária entre 1988 e 1989, no governo do então presidente José Sarney. Em nota, ao Banco Central disse que Camões marcou "sua gestão pelo empenho incansável no aumento da eficiência do sistema financeiro nacional e trabalhou com afinco na busca de soluções para o, então, grave problema do endividamento externo brasileiro". Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Camões também integrou o Banco Société Générale Brasil (Sogeral) e o antigo Banespa, como primeiro gerente em Nova York e depois diretor internacional. "Na presidência do Banco Central, entre outras marcas, instituiu os Bancos Múltiplos, modernizando o sistema bancário brasileiro", desctou a federação, em nota. Veja Mais

Justiça determina que Petrobras desembarque trabalhadores com Covid-19 de duas plataformas

G1 Economia Petrobras deverá acatar as medidas 'no prazo de 24 horas, a contar da ciência desta decisão, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00, até o limite de R$ 50.000,00'. Plataforma P-57 Gabriel Lordêllo/Mosaico Imagem/Petrobras A Justiça do Trabalho proferiu uma liminar exigindo que a Petrobras realize o desembarque dos trabalhadores contaminados pela Covid-19 confinados nas plataformas P-57 e P-58, no litoral do Espírito Santo. A decisão também determina que a estatal realize testes diários para identificação da doença, ficando impedido o confinamento de outros que vierem a testar positivo. LEIA TAMBÉM: Petrobras desenvolve tecnologia para monitoramento remoto Federação dos Petroleiros denuncia surto de Covid-19 Por determinação da juíza Fatima Gomes Ferreira, a Petrobras deverá acatar as medidas "no prazo de 24 horas, a contar da ciência desta decisão, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00, até o limite de R$ 50.000,00.” Representante do Sindicato dos Petroleiros falou sobre casos de Covid-19 em plataformas durante entrevista ao Bom Dia ES, na última semana A liminar foi emitida na terça-feira (25), após pedido do Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro-ES). O sindicato destacou no pedido que os trabalhadores "estão expostos ao risco acentuado de contaminação e propagação do coronavírus, tendo em vista que estão sendo mantidos embarcados os empregados que testaram positivo junto com os demais trabalhadores das plataformas". A Petrobras informou ao g1 que o procedimento de testagem de todos os colaboradores e desembarque dos que apresentaram testes positivos para Covid-19 nas plataformas P-57 e P-58 já foi finalizado. "Não há nenhum caso de colaborador com teste positivo para Covid a bordo dessas duas unidades. Após o desembarque, os colaboradores que testaram positivo são encaminhados para isolamento e monitoramento pela área de Saúde da Petrobras. Os colaboradores que testaram negativo, mas tiveram contato com os casos positivos seguem sendo acompanhados pelas equipes de Saúde. As plataformas passaram por processo de desinfecção, seguem em operação, com todos os protocolos de prevenção ao contágio pela Covid-19 sendo adotados", disse a estatal. A Petrobras informou ainda que analisará a decisão judicial e tomará as medidas cabíveis. VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Initial plugin text Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

83% precisaram fazer cortes no orçamento em 2021, aponta pesquisa

G1 Economia Entre aqueles que realizaram cortes no orçamento, 55% reduziram as refeições fora de casa/delivery, 48% os itens supérfluos de supermercado e 44% cortaram a compra de vestuários, calçados e acessórios. Consumidor analisa presos em gôndola de supermercado em Ribeirão Preto (SP) Reprodução/EPTV Levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, em parceria com a Offer Wise Pesquisas, mostra que 83% dos entrevistados tiveram que fazer cortes ou ajustes no orçamento em 2021, sendo que 59% tiveram que redirecionar o dinheiro para pagamento de contas do dia a dia, 35% para pagar contas em atraso e 25% para economizar e guardar dinheiro. Entre aqueles que realizaram cortes no orçamento, 55% reduziram as refeições fora de casa/delivery, 48% os itens supérfluos de supermercado e 44% cortaram a compra de vestuários, calçados e acessórios. A pesquisa aponta ainda que 40% dos entrevistados tiveram que renunciar a produtos ou serviços que compravam, enquanto 32% tiveram que fazer uso de alguma reserva de dinheiro que possuem. Já 31% ficaram muitos meses com as contas no vermelho (em 2019, antes da pandemia, eram 24%) e 25% ficaram desempregados. O levantamento mostra ainda que 51% acreditam que as condições da economia em 2021 pioraram em relação a 2020 - 4 em cada 10 avaliam que a própria condição financeira piorou (43%), enquanto 31% acreditam que não melhorou nem piorou, e para 23% houve melhora. Em 2019 – período pré-pandemia –, 26% avaliaram que havia piorado e 30%, melhorado. Entre aqueles que acreditam que houve piora da situação financeira em 2021, 60% consideram que seu salário/rendimento não aumentou na mesma proporção dos preços dos produtos/serviços, 44% tiveram redução da renda familiar e 35% ficaram desempregados ou tiveram alguém da família que perdeu o emprego. A respeito das consequências da Covid-19, 7 em cada 10 entrevistados afirmaram que a vida financeira familiar sofreu impacto da pandemia (77%), enquanto 22% garantem que não. 92% deixaram de realizar algum projeto A pesquisa aponta ainda que os planos e projetos pessoais também foram impactados pelo cenário de crise. De acordo com o levantamento, 92% dos consumidores deixaram de realizar algum projeto que tinham para 2021, principalmente juntar uma reserva de dinheiro (29%), comprar ou reformar a casa (25%), fazer uma grande viagem (25%), pagar dívidas em atraso (20%) e comprar um carro/moto (18%). Entre os motivos que impediram a realização dos planos, 57% justificaram que foi porque os preços estavam muito altos, 48% devido ao pouco dinheiro que dispunham e que mal permitia pagar as contas e 29% ficaram inseguros em gastar dinheiro. 40% precisaram recorrer a 'bicos' Para manter ou aumentar seu padrão de vida, 40% precisaram realizar trabalhos extras; 29% utilizaram o cartão de crédito; e para 17%, mais pessoas da família tiveram que trabalhar. Entre aqueles que afirmaram ter sido necessário realizar “bicos” para manter ou aumentar o padrão de vida, 19% afirmam estar trabalhando como diarista ou lavando roupa, 19% realizando serviços gerais de manutenção e 17% revendendo produtos. De acordo com o levantamento, 55% dos consumidores estão insatisfeitos em algum grau com o padrão de vida atual. Por outro lado, 40% estão satisfeitos, sendo que 35% se dizem satisfeitos e 5% muito satisfeitos. Além disso, 46% alegam ter havido piora do padrão de vida em comparação ao período pré-pandemia. Por outro lado, 25% afirmam ter havido algum grau de melhora, e 26% dizem que está igual. Com relação aos meios de sustento atuais, 34% exercem trabalho autônomo, 22% trabalham com carteira assinada e 22% fazem trabalhos temporários ou “bicos”. 90% temem por sua vida financeira em 2022 Nove em cada 10 brasileiros possuem algum temor quanto a sua vida financeira em 2022 (90%), sendo os principais: não conseguir pagar suas contas (52%, em 2019 era 39%), não ser possível guardar dinheiro (39%), ter que desistir de consumir coisas que gosta (24%) e não conseguir um emprego (24%). Considerando as expectativas para o cenário econômico do país em 2022, 63% dos entrevistados esperam um cenário melhor, enquanto 17% não esperam diferença e 9% aguardam um cenário pior. Entre aqueles que estão otimistas com a economia este ano, 55% são otimistas e acreditam que as coisas podem melhorar mesmo com todos os problemas atuais no Brasil, 46% afirmam que a economia deve se recuperar na medida em que a maioria das pessoas se vacinarem, e 41% esperam que haja recuperação econômica. Já entre os que estão pessimistas, 47% acreditam que o Brasil continuará sofrendo com os efeitos da crise econômica, 45% não esperam uma recuperação econômica e 45% acreditam que o governo não irá realizar as reformas que o país necessita. Sobre os projetos pessoais envolvendo planejamento financeiro para 2022, 44% planejam juntar dinheiro, 33% comprar/reformar a casa, 33% sair do vermelho, 28% fazer uma viagem e 25% conseguir um novo emprego. Veja Mais

IPCA-15: prévia da inflação fica em 0,58% em janeiro

G1 Economia Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 10,20% nos últimos 12 meses, abaixo dos 10,42% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Preços da gasolina recuaram 1,78% em janeiro Helena Pontes/Agência IBGE Notícias O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,58% em janeiro, após ter registrado taxa de 0,78% em dezembro, mostram os dados divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 10,20% nos últimos 12 meses, abaixo dos 10,42% observados nos 12 meses imediatamente anteriores, e menor valor desde outubro de 2021. O resultado ficou acima da mediana das 35 projeções de analistas de consultorias e instituições financeiras consultados pelo Valor Data, de 0,45%. A desaceleração em relação a dezembro foi influenciada pelo recuo nos transportes (-0,41%), principalmente com a queda nos preços da gasolina (-1,78%) e das passagens aéreas (-18,21%). Além disso, o etanol (-3,89%) e o gás veicular (-0,26%) também tiveram variações negativas no período. IPCA-15 Economia g1 Mas, com exceção dos transportes, os outros oito grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em janeiro. Veja abaixo o resultado do IPCA-15 de janeiro para cada um dos grupos: Alimentação e bebidas: 0,97% Habitação: 0,62% Artigos de residência: 1,4% Vestuário: 1,48% Transportes: -0,41% Saúde e cuidados pessoais: 0,93% Despesas pessoais: 0,63% Educação: 0,25% Comunicação: 1,09% Em alimentação e bebidas, principal influência para a alta do IPCA-15 em janeiro, a alimentação no domicílio acelerou para 1,03%. Os maiores impactos vieram da cebola (17,09%), das frutas (7,10%), do café moído (6,50%) e das carnes (1,15%). Por outro lado, houve queda nos preços da batata-inglesa (-9,20%), do arroz (-2,99%) e do leite longa vida (-1,70%), que já haviam recuado no mês anterior. A alimentação fora do domicílio (0,81%) também acelerou em relação a dezembro (0,08%). O lanche passou de queda de 3,47% para alta de 1,25%, enquanto a refeição ficou com 0,63% de alta, resultado inferior ao do mês anterior (1,62%). No grupo saúde e cuidados pessoais, o destaque foram os itens de higiene pessoal (3,79%). No lado das quedas, o plano de saúde recuou 0,69%. Em dezembro, foi incorporada a última fração mensal do reajuste anual que havia sido suspenso em 2020 e que foi aplicado a partir de janeiro de 2021. Com isso, restou apenas a fração referente ao reajuste negativo de -8,19% anunciado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no ano passado, aplicado a partir do IPCA-15 de julho. Em habitação, o maior impacto foi do aluguel residencial, com alta de 1,55%. Houve ainda alta no gás encanado (8,40%), consequência de um reajuste em São Paulo. A energia elétrica, subitem de maior peso dentro do grupo, desacelerou para 0,03% em janeiro. A variação positiva da taxa de água e esgoto (0,28%) decorre do reajuste de 9,05% ocorrido em Salvador. Maior variação no IPCA-15 de janeiro, vestuário subiu 1,48%, com alta em todos os itens, entre eles, roupas masculinas (2,35%), roupas femininas (1,19%) e calçados e acessórios (1,20%). Já nos artigos de residência (1,40%), os destaques foram os eletrodomésticos e equipamentos (2,26%) e os itens de mobiliário (2,04%). Os demais grupos ficaram entre o 0,25% de educação e o 1,09% de comunicação. IPCA-15 Economia g1 Piora das expectativas Os analistas do mercado financeiro elevaram pela segunda semana seguida a estimativa de inflação para 2022. De acordo com o BC, a projeção dos analistas para a inflação deste ano subiu de 5,09% para 5,15%. Se confirmada a previsão, será o segundo ano seguido de estouro da meta de inflação. Em 2021, o IPCA somou 10,06%, o maior desde 2015. Boletim Focus: Inflação deve ficar em 5,15%, acima do teto da meta O presidente do BC, Roberto Campos Neto, avaliou, em carta aberta, que a alta nos preços de commodities (produtos básicos, como alimentos e petróleo), da energia e falta de insumos levaram país a superar a meta. Em 2022, a meta central de inflação para 2022 é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar entre 2% e 5%. Com a nova alta, a previsão do mercado se distancia mais do teto da meta. O objetivo foi fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-lo, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic. Para 2023, o mercado financeiro manteve em 3,40% a estimativa de inflação. Para o próximo ano, a meta de inflação foi fixada 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. Veja Mais

Petrobras questiona Cade e pede arquivamento de investigação sobre atuação da petroleira

G1 Economia Cade pediu que estatal preste esclarecimentos acerca do aumento da gasolina e do diesel; empresa tem reiterado compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Daniel Silveira/G1 A Petrobras pediu ao Cade que arquive investigação aberta para apurar "possível abuso de posição dominante" por parte da petroleira no mercado de combustíveis e questionou a iniciativa do órgão antitruste, em documento apresentado como parte do processo. Ao abrir a apuração, o Cade deu prazo para a estatal prestar esclarecimentos acerca do aumento dos preços da gasolina e do diesel anunciados pela estatal. A Superintendência-Geral do Cade fez ainda uma lista de questionamentos à Petrobras, como custo mensal para importação e exportação de petróleo e para cada derivado, política remuneratória e de participação de lucros e resultados de diretores e funcionários da empresa e a composição do preço de paridade de importação (PPI) entre janeiro de 2017 e dezembro de 2021. A companhia tem sido alvo de críticas do próprio presidente Jair Bolsonaro por causa de aumentos no preço dos combustíveis no país, que têm sofrido reflexos de altas constantes no mercado internacional. Em documento de resposta entregue ao Cade, datado de 24 de janeiro e tornado público no site do órgão, a Petrobras afirmou que "o contexto das justificativas apontadas para a abertura do presente inquérito leva a supor que seu fundamento consiste em preocupações relativas ao nível de preços praticado pela Petrobras na comercialização de seus produtos, assim como à lucratividade da companhia". "A ser essa a motivação e objetivo da presente investigação, trata-se, a toda evidência, de procedimento absolutamente insólita, à luz das atribuições legais de um órgão de defesa da concorrência. Não faria qualquer sentido, com efeito, o Cade propor-se a regular preços no mercado de refino de derivados de petróleo", disse a companhia. A petroleira disse ainda que confia que a Superintendência-Geral do Cade não adotará entendimento diferente do que já seria pacífico nessa matéria. Além disso, no documento de resposta, a Petrobras voltou a explicar sua política de preços. A empresa tem reiterado compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato, para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais. Segundo a companhia, "o fenômeno de aumento de preços tem impactado diversas commodities, não apenas os combustíveis, e este aumento tem sido amplificado pelo menor valor do real frente ao dólar". Nas suas justificativas, a empresa também reiterou que os preços praticados pela Petrobras são apenas uma parte dos preços percebidos ao consumidor final e que o país é ainda aberto à importação de derivados. Vídeos: Últimas notícias de economia Veja Mais

OCDE faz convite oficial para que Brasil negocie entrada na entidade

G1 Economia Conselho de ministros da OCDE aprovou convite a seis países nesta terça; Brasil deve responder para iniciar processo formal. Entidade reúne nações mais desenvolvidas no planeta. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) aprovou nesta terça-feira (25) o convite formal para que o Brasil e outros cinco países iniciem as discussões de adesão à entidade. A OCDE reúne as nações mais desenvolvidas do mundo. A informação foi divulgada primeiro pelo "Valor Econômico" e confirmada pela OCDE no início da tarde. Os governos de Argentina, Bulgária, Croácia, Peru e Romênia também receberam os convites oficiais. Segundo o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Erivaldo Gomes, cabe ao Brasil agora enviar uma carta à OCDE confirmando o interesse nas negociações. O processo de negociação, diz, pode durar de dois a cinco anos. ANA FLOR: Para Guedes, ingresso do Brasil será mais rápido que o dos demais países aprovados Em nota, a OCDE diz que o processo incluirá uma avaliação rigorosa e aprofundada do alinhamento do país candidato com as normas, políticas e práticas difundidas pela entidade. "Antes de qualquer convite para ingressar na organização como membros, serão necessárias mudanças na legislação, na política e nas práticas adotadas dos países candidatos para alinhá-los com os padrões e melhores práticas da OCDE, servindo assim como um poderoso catalisador da reforma", diz o comunicado. A OCDE, com sede em Paris, reúne 38 países, a maioria economia desenvolvidas. Ela ainda é chamada de "clube dos ricos", apesar de incluir vários emergentes, como a Colômbia ou a Costa Rica. A organização é um fórum que discute e promove políticas públicas em várias áreas e realiza ainda uma série de estudos internacionais. Ser membro efetivo da OCDE é visto como um "selo de qualidade" que impulsionaria a economia dos países. Leia também: Por que o Brasil quer entrar na entidade? Para especialistas, há ganhos e perdas Por que esperada entrada do Brasil ainda não vingou 61 entidades enviam carta à organização com críticas a políticas do governo Bolsonaro No início de 2020, os Estados Unidos formalizaram o apoio ao Brasil na candidatura à OCDE – e o governo brasileiro anunciou a criação de uma secretaria para agilizar os procedimentos necessários. Relembre no vídeo abaixo: Onyx Lorenzoni: governo vai criar secretaria para agilizar entrada do Brasil na OCDE Próximos passos Para ser aceito como membro pleno da OCDE, o Brasil precisa se comprometer a aderir a uma série de boas práticas – entre elas, a simplificação do sistema de cobrança de impostos com uma reforma tributária. "O convite lança o desafio de seguir com a agenda de reformas estruturais, em especial a reforma tributária. Somente essas reformas nos habilitarão a ser membros plenos da OCDE", diz Gomes. O secretário afirma, ainda, que entrar na OCDE é como receber um "grau de investimento em matéria regulatória", ou seja, uma chancela internacional para atrair recursos. "Os investidores passam a olhar o Brasil de outra forma", explicou. Histórico O Brasil participa da OCDE atualmente como um país não-membro. Em 2017, durante o governo Michel Temer, fez o pedido formal de candidatura à entidade, mas até então não tinha recebido o aceite da candidatura para dar início às negociações. A entrada do Brasil na OCDE é considerada uma prioridade na agenda de política externa brasileira. Também é vista pelo governo brasileiro como uma oportunidade de acelerar as reformas. A OCDE tem 251 instrumentos de boas práticas a serem adotados pelos seus países-membros. O Brasil precisa aderir a grande parte desses instrumentos para conserguir a vaga na entidade. Segundo o governo brasileiro, desde 2017 o país tem adotado medidas para intensificar a convergência aos padrões de boas práticas da organização. Veja Mais

Bitcoin sobe após cair na véspera ao menor valor em seis meses

G1 Economia Desde seu pico histórico, criptomoeda chegou a perder mais de 50% de seu valor. O Bitcoin opera em alta nesta terça-feira (25), após chegar na véspera ao menor valor em seis meses. Às 14h (horário de Brasília), a criptomoeda subia 8%, a US$ 37.131, segundo a CoinDesk. Na segunda, o bitcoin caiu quase 9% ao longo do dia, enquanto os receios de um ataque russo Ucrânia levavam os investidores de todo o mundo a se desfazerem de seus ativos de maior risco, de acordo com a Reuters. Ao atingir US$ 33 mil na segunda-feira, o bitcoin acumulou queda de quase 30% desde o início do ano. Em relação ao seu valor máximo, de quase US$ 69 mil, a perda é de mais de 50%. Bitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedas Tensões geopolíticas O Departamento de Estado norte-americano disse, no domingo, que ordenaria aos familiares dos diplomatas que deixassem a Ucrânia num dos sinais mais claros até agora de que os funcionários norte-americanos estão se preparando para uma ação agressiva da Rússia na região. Os receios de um conflito atingem fortemente as ações em todo o mundo, ao mesmo tempo que reforçam o dólar e o petróleo. Soma-se a essa conjuntura as tensões sobre a taxa de juros dos Estados Unidos: nesta terça-feira, teve início a reunião de dois dias do Banco Central dos EUA, que podem dar início à alta da taxa e a uma retirada mais forte das medidas de estímulo à economia. Veja Mais

FMI corta projeções e vê alta perto de zero no PIB brasileiro este ano, no pior desempenho entre principais países

G1 Economia Estimativas também foram cortadas para a economia global, mas desempenho brasileiro, com alta esperada de apenas 0,3%, deve ficar abaixo dos principais países. A economia brasileira deve ter crescimento próximo a zero este ano, segundo nova estimativa divulgada nesta terça-feira (25) pelo Fundo Monetário Nacional (FMI). Alinhado às expectativas do mercado financeiro, o fundo agora projeta, no relatório "World Economic Outlook", uma alta de 0,3% no Produto Interno Bruto (PIB) do país este ano. Três meses atrás, a previsão era bem mais otimista: alta de 1,5%. Segundo o fundo, a piora nas estimativas brasileiras está relacionada à inflação e ao aumento substancial na taxa de juros para combatê-la, "que vão pesar sobre a demanda doméstica". Foi o terceiro corte seguido feito pelo fundo nas estimativas para o desempenho do PIB brasileiro este ano. No início de 2021, a expectativa era de uma alta de 2,6%. Veja no gráfico abaixo: Estimativas do FMI para o PIB brasileiro de 2022 Economia g1 Cortes generalizados em 2022 O Brasil não foi o único país cujo desempenho foi revisado para baixo este ano. O corte foi generalizado: para a economia global, a estimativa de alta foi reduzida de 4,9% para 4,4%. Estados Unidos e México, aliás, também viram suas projeções de crescimento para 2022 sofrerem o mesmo corte que a brasileira, de 1,2 ponto. Mas a projeção de expansão de 0,3% no Brasil é a pior entre as principais economias. Mesmo com os cortes nas estimativas, EUA e México devem crescer 4% e 2,8% este ano, respectivamente. China deve crescer 4,8%, enquanto a Índia, 9%. Na zona do euro, o crescimento esperado para este ano é de 3,9%. Veja no gráfico abaixo: Estimativas para o PIB de 2022 Economia g1 Ômicron e inflação O relatório publicado nesta terça aponta que a economia global entrou este ano em uma posição mais fraca do que a esperada anteriormente, em parte devido à variante ômicron do coronavírus, que se espalhou rapidamente pelo globo e levou vários países a imporem novas restrições. O aumento dos preços de energia e os problemas nas cadeias de suprimento resultaram em taxas de inflação mais elevadas do que o fundo esperava anteriormente. Juntos, esses fatores levaram o fundo a rever para baixo as estimativas de crescimento global em 2022, influenciadas principalmente pelas duas maiores economias do mundo: além da redução na expectativa de PIB dos EUA, a China também foi 'rebaixada', e agora o fundo espera uma expansão de 4,8% na economia do país, 0,8 ponto percentual abaixo do estimado antes. Melhora em 2023 – mas não para o Brasil Para o ano que vem, as estimativas foram revisadas para cima para a maioria dos países. Para a economia global, a estimativa é de um crescimento de 3,8% em 2023 – 0,2 ponto percentual acima do estimado no relatório de outubro. A melhora, no entanto, reflete principalmente um ajuste depois que entraves ao crescimento se dissiparem no segundo semestre deste ano. O Brasil, infelizmente, vai na direção contrária. Por aqui, a estimativa foi revista para baixo: de 2% para 1,6%, levando o país, mais uma vez, a ficar entre os piores desempenhos esperados entre os principais países. Veja abaixo: Estimativas de crescimento para o PIB em 2023 Economia g1 Estimativas para o PIB 2023 Economia g1 A estimativa global, alerta o FMI, depende da melhora na situação da pandemia, assumindo que as taxas de vacinação apresentarão melhora em todo o mundo e que os tratamentos para a doença se tornarão mais eficazes. Riscos ao crescimento O fundo aponta que os riscos ao desempenho da economia global são negativos. "O surgimento de novas variantes da Covid-19 poderia prolongar a pandemia e induzir novas perturbações econômicas", diz o relatório. "O acesso global a vacinas, testes e tratamentos é essencial para reduzir o risco de novas perigosas variantes da Covid-19". Além disso, as perturbações às cadeias de suprimento, a volatilidade dos preços de energia e pressões localizadas sobre salários "significam que a incerteza ao redor da inflação" e das políticas monetárias é alta. "Outros riscos globais podem se cristalizar conforme as tensões geopolíticas se mantêm altas, e a emergência climática em curso significa que a probabilidade de grandes desastres naturais se mantém elevada", aponta o FMI. Veja Mais

Dólar opera em alta, acima de R$ 5,50

G1 Economia Na segunda-feira (24), moeda norte-americana registrou alta de 0,87%, a R$ 5,5017. O dólar volta a operar em alta nesta terça-feira (25), em mais um dia instável nas praças internacionais em meio a tensões geopolíticas e no primeiro dos dois dias de reunião de política monetária nos EUA. Às 10h25, a moeda norte-americana subia 0,16%, vendida a R$ 5,5105. Veja mais cotações. Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,87%, a R$ 5,5017. Cenário O dia é mais uma vez negativo em meio à escalada de tensão da Rússia com a Ucrânia. Os países ocidentais temem que a Rússia invada novamente o país vizinho. O governo russo posicionou mais de 100 mil soldados na fronteira e tem feito exercícios militares com Belarus, outro país que fazia parte da União Soviética, mas nega que vá promover uma invasão. Soma-se a essa conjuntura as tensões sobre a taxa de juros dos Estados Unidos: tem nesta terça-feira início a reunião de dois dias do Banco Central dos EUA, que pode dar início à alta da taxa e a uma retirada mais forte das medidas de estímulo à economia. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Veja Mais

Confira as 323 vagas de emprego oferecidas através da Agência do Trabalho em Pernambuco nesta terça-feira

G1 Economia Oportunidades foram disponibilizadas em 22 cidades e, do total, há oito postos de trabalho para pessoas com deficiência. Carteira de Trabalho (CTPS) Digital Minne Santos As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta terça-feira (25), 323 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 22 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e oito delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Uma das funções com mais vagas disponíveis é a de pedreiro, com 24 oportunidades somente em Petrolina, no Sertão do estado (veja lista completa mais abaixo). As 323 oportunidades foram disponibilizadas para as cidades de Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. LEIA TAMBÉM: Concurso para Câmara de Jaboatão tem 33 vagas Jaboatão faz seleção com 424 vagas e salários de até R$ 3 mil Em Moreno, prefeitura oferta 217 oportunidades de emprego Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. A Agência do Trabalho localizada no município de Palmares fica fechada nesta semana, após quatro funcionários serem diagnosticados com Covid, segundo a gerência de intermediação de vagas. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos Veja Mais

Preços da gasolina e do diesel sobem nos postos do país

G1 Economia Segundo levantamento da ANP, o litro da gasolina teve alta de 0,85% em uma semana, passando de R$ 6,608 para R$ 6,664. Diesel subiu 2,95%. Preço médio da gasolina e do diesel sobem nos postos do país Paulo Guereta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Os preços médios da gasolina e do diesel avançaram nos postos do país na semana passada, após reajuste feito pela Petrobras, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). LEIA MAIS Temendo gasolina a R$ 8, ala política do governo conduz negociação de PEC Bolsonaro quer incluir ICMS na PEC que pode zerar tributos sobre combustíveis Petrobras sobe preço da gasolina e do diesel na refinarias O litro da gasolina teve alta de 0,85% em uma semana, passando de R$ 6,608 para R$ 6,664, em média. O aumento do diesel, por sua vez, foi de 2,95%. O litro do combustível passou de R$ 5,422, em média, para R$ 5,582. Depois de recuar no levantamento anterior, o valor do litro etanol voltou a subir. Passou de R$ 5,046 para R$ 5,053, leve alta de 0,14%. Por fim, o preço médio do gás de cozinha de 13kg aumentou de R$ 102,24 para R$ 102,53 no intervalo analisado pela ANP. Na terça-feira (18), o governo começou a pagar o vale-gás, no valor de R$ 52 para 5,47 milhões de famílias que fazem parte do Auxílio Brasil. Novo reajuste de Petrobras Desde 12 de janeiro, os preços da gasolina e do diesel às distribuidoras foram reajustados pela Petrobras. Petrobras anuncia aumento de preço para gasolina e diesel Segundo a estatal, o preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras passou de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, o que representa um aumento de 4,85%. O valor do diesel subiu de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, alta de 8,08%. O último ajuste nos preços foi realizado em dezembro do ano passado, quando a Petrobras promoveu uma redução no valor da gasolina de 3,13%. Foi a primeira queda desde 12 de junho. Já o último aumento foi anunciado em outubro do ano passado. Veja Mais

Orçamento prevê 43 mil contratações no serviço público federal; concursos já autorizados abrem 2,5 mil vagas

G1 Economia Atualmente há pelo menos sete órgãos com concursos autorizados com 2.475 vagas; outros 11 órgãos esperam aval do Ministério da Economia para fazer as seleções. Veja lista. O OOrçamento de 2022 sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro prevê a contratação de mais de 43 mil servidores públicos federais. Destes, 4.263 são novas vagas, e 38.929 são para provimento, ou seja, preenchimento de vagas já existentes por meio de concursos em andamento ou novos concursos. Os números, no entanto, são uma previsão e não significam que as vagas estão autorizadas. Vagas já abertas O ano de 2022 começou com vários editais de concursos públicos em órgãos federais com inscrições abertas. Só no IBGE foram abertas quase 209 mil vagas temporárias para o Censo 2022. A Petrobras também abriu concurso para mais de 750 vagas. Há ainda concursos federais com inscrições abertas como Aeronáutica, Marinha, Banco da Amazônia, Controladoria Geral da União. Empresa de Pesquisa Energética e IBGE - veja aqui a lista completa de concursos pelo país com inscrições abertas e editais já lançados. Atualmente há pelo menos sete órgãos com concursos autorizados com 2.475 vagas, segundo levantamento do g1. Outros órgãos federais como INSS, Receita Federal e Banco Central aguardam autorização do Ministério da Economia para abrir as seleções (leia mais abaixo). Concursos públicos: saiba como ler editais Concursos autorizados Aeronáutica (Ministério da Defesa) A Aeronáutica tem concurso autorizado para o total de 1.936 vagas temporárias em cargos de nível fundamental, médio e superior, como arquiteto, engenheiro, almoxarife, técnico eletrônico, cozinheiro e marceneiro. Os profissionais serão contratados para atuar na execução de atividades relativas a projetos e obras de desenvolvimento de infraestrutura aeroportuária de excepcional interesse público a serem executados pela Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara). A portaria com a autorização e a lista completa de cargos foi publicada no Diário Oficial da União em 26 de novembro de 2021 - clique aqui. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foi autorizada a fazer concurso para 48 vagas temporárias para atividades técnicas de complexidade intelectual de nível superior. Os profissionais serão contratados para desenvolver atividades no âmbito das Superintendências de Fiscalização do Abastecimento, de Infraestrutura e Movimentação e de Produção de Combustíveis. A portaria com a autorização foi publicada no Diário Oficial da União em 31 de dezembro de 2021 – clique aqui. Instituto Rio Branco (Ministério das Relações Exteriores) O Instituto Rio Branco foi autorizado a fazer concurso público para 34 vagas de diplomata, segundo o portal do Ministério da Economia. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento tem autorizadas 60 vagas temporárias de nível superior. Veja a distribuição das vagas: Analista de Dados: 9 Especialista em Governança de Dados: 2 Analista em Business Intelligence: 5 Cientista de Dados: 2 Especialista em Big Data: 2 Engenheiro de IA: 2 Analista em Interoperabilidade: 9 Arquiteto em Soluções: 3 Especialista em DevOps: 2 Analista de Infraestrutura de TIC: 6 Analista de Processo: 1 Analista de Negócios (Gerente de Projetos de Soluções de TIC): 14 Analista de Segurança da Informação: 3 Os profissionais serão contratados para atuar no desenvolvimento de atividades inerentes a cinco Projetos Estratégicos Corporativos do Mapa (Governança Fundiária, Autocontrole, ProDefesa, Observatório da Agropecuária Brasileira, Agro Gestão Integrada de Riscos). A portaria com a autorização foi publicada no Diário Oficial da União em 21 de outubro de 2021 -clique aqui. Ministério das Comunicações O Ministério das Comunicações poderá abrir 217 vagas temporárias de nível superior. Veja a distribuição das vagas: Atividades Técnicas de Suporte: 110 Atividades Técnicas de Complexidade Intelectual: 97 Atividades Técnicas de Complexidade Gerencial, de Tecnologia da Informação e de Engenharia Sênior: 10 Os profissionais serão contratados para desenvolver atividades no âmbito das Secretarias de Telecomunicações, de Radiodifusão, de Publicidade e Propaganda, de Comunicação Institucional e as áreas meio do ministério. A portaria com a autorização foi publicada no Diário Oficial da União em 31 de dezembro de 2021 -clique aqui. Senado O Senado tem concurso autorizado desde 2019 para 40 vagas em cargos de nível médio e superior. Só para policial legislativo são 24 vagas. Outras 12 vagas são para analista legislativo, para várias áreas de nível superior, e 4 para advogados. Na época, foi indicado o Cebraspe como banca organizadora. Ainda não há previsão de lançamento do edital. Amazul A Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A.(Amazul) anunciou concurso público para 140 vagas de nível médio e superior. O edital está sendo elaborado pela banca organizadora Selecon e deverá ser publicado em breve. Os candidatos aprovados serão contratados com os salários que constam na tabela salarial disponível no link. Concursos aguardando autorização Vários órgãos federais aguardam autorização do Ministério da Economia para fazer concursos. Entre eles estão o INSS, Receita Federal, Polícia Federal e Banco Central. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) enviou ao Ministério da Economia e aguarda autorização para fazer concurso com 7.575 vagas, sendo 6.004 para técnico do seguro social e 1.571 para analista do seguro social. No caso do Banco Central, foram pedidas mais de 200 vagas em cargos de nível médio e superior. Já a Receita Federal aguarda autorização para quase 700 vagas de nível superior. Há pedido ainda da Polícia Federal, para mais de 500 vagas na área administrativa, em cargos de nível médio e superior. O Ministério do Desenvolvimento Regional pediu para mais de 200 vagas de nível médio e superior. Já a Superintendência de Seguros Privados (Susep) espera autorização para cerca de 300 vagas. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aguarda autorização para cerca de 120 vagas de nível médio e superior. No caso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o pedido é para cerca de 100 vagas de nível médio e superior. Na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o pedido é para mais de 400 vagas em cargos de nível médio e superior Na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para mais de 170 vagas de nível médio e superior. E na Agência Nacional de Águas (ANA), para mais de 60 vagas de nível superior. Orçamento reduziu número de vagas O Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) apresentado pelo governo previa 73.640 vagas - criação de 4.097 vagas e 69.543 para provimento. De acordo com o secretário de Orçamento Federal, Ariosto Culau, após três anos sem concursos públicos, identificou-se a "necessidade de recomposição de força de trabalho", sem "finalidade eleitoreira" na autorização por novas vagas, mas sim o "atendimento de políticas setoriais nos vários órgãos de administração". Em 2019, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo poderia "travar" os concursos públicos." Veja a distribuição das vagas no Orçamento: Criação de vagas Poder Judiciário: 2.117 vagas (775 na Justiça Federal, 740 na Justiça Militar da União, 530 na Justiça Eleitoral, 52 na Justiça do Trabalho e 20 no Conselho Nacional de Justiça) Poder Executivo: 1.129 vagas Defensoria Pública da União (DPU): 1.011 Ministério Público da União (MPU) e Conselho Nacional do Ministério Público: 6 Provimento de vagas Poder Executivo: 37.090 Poder Judiciário: 1.490 (33 para o Supremo Tribunal Federal, 57 para o Superior Tribunal de Justiça, 326 para a Justiça Federal, 22 para a Justiça Militar da União, 762 para a Justiça Eleitoral, 180 para a Justiça do Trabalho, 101 para a Justiça do Distrito Federal e dos Territórios 9 para o Conselho Nacional de Justiça) Poder Legislativo: 63 (28 para a Câmara dos Deputados, 19 para o Senado e 16 para o Tribunal de Contas da União) Defensoria Pública da União (DPU): 95 Ministério Público da União (MPU) e Conselho Nacional do Ministério Público: 191 Eleições restringem nomeações Como neste ano haverá eleições para presidente, governadores e Congresso Nacional, haverá restrição na nomeação, contratação ou admissão do servidor público nos três meses que antecedem o pleito, marcado para 2 de outubro, até a posse dos eleitos, ou seja, de 2 de julho a 1º de janeiro de 2023. A restrição das contratações vale para a esfera em que ocorre a eleição, no caso deste ano, nos âmbitos federal e estadual – no âmbito municipal, as nomeações ocorrem sem restrições. Mas, caso a homologação do concurso (divulgação do resultado final) seja feita até três meses antes das eleições, ou seja, até 2 de julho, as nomeações podem ocorrer em qualquer período do ano. Veja Mais

Queda da bolsa no Brasil cria alvos de aquisição

G1 Economia Empresas mais frágeis são aquelas listadas recentemente na bolsa e que perderam valor de mercado significativo desde suas ofertas públicas iniciais de ações. A grande atividade em torno de fusões e aquisições nas duas primeiras semanas do ano no Brasil surpreendeu os executivos de bancos de investimento. Com a economia em recessão, inflação a duplos dígitos e a expectativa de uma eleição presidencial polarizada, muitas empresas perderam valor na bolsa e tornaram-se alvos fáceis de aquisição. "Há muito tempo não via um início de ano com um volume tão alto de fusões e aquisições", disse Roderick Greenlees, chefe global de investment banking do Itaú BBA. O índice Ibovespa caiu 17% nos últimos seis meses, e o real perdeu 5% em relação ao dólar, com as preocupações relativas aos riscos macroeconômicos, piora da disciplina fiscal e incertezas eleitorais. Bovespa termina 2021 com queda de 11,93% As empresas mais frágeis são aquelas listadas recentemente na bolsa e que perderam valor de mercado significativo desde suas ofertas públicas iniciais de ações (IPOs), segundo os executivos. As varejistas de móveis Mobly e Westwing, a empresa de programa de fidelidade Dotz, a companhia de terceirização de serviços Getninjas e a Oceanpact , de engenharia marítima, perderam mais de 70% do valor desde seus IPOs, no ano passado. "Há muitas empresas listadas de pequeno a médio porte que teriam dificuldades para acessar os mercados de capitais e levantar mais dinheiro, então as fusões e aquisições são uma alternativa mais confiável ou a única alternativa", disse Gustavo Miranda, chefe de investment banking do Banco Santander Brasil. O Banco Modal, por exemplo, perdeu quase 60% do valor desde seu IPO em abril, e recebeu uma oferta de aquisição da XP este mês. A discussão entre as empresas de shopping Aliansce Sonae e BR Malls para uma fusão também ocorrem após queda de mais de 20% das ações de ambas companhias frente a um ano antes. O negócio parece ser motivado pela necessidade de mostrar crescimento e boas notícias aos investidores, mesmo com as dificuldades da recuperação do setor de shoppings. A BR Malls rejeitou a oferta inicial da Aliansce Sonae, mas as negociações devem continuar. As varejistas Americanas e Marisa Lojas não chegaram a um acordo sobre uma potencial transação no ano passado. Ricardo Lacerda, presidente-executivo e fundador do banco de investimentos BR Partners, disse que a turbulência recente na bolsa interrompeu planos de empresas recentemente listadas e elas podem ser forçadas a entrar em transações. "Algumas estavam contando com ofertas subsequentes para financiar sua expansão mas não conseguiram captar devido à volatilidade de mercado", afirmou. Captar dívida também ficou mais caro para as empresas, com a alta das taxas de juros básicas no ano passado de 2% em março para 9,25% em dezembro. "Dada a volatilidade que está afetando as ofertas de ações, os volumes de fusões e aquisições em 2022 devem superar os do ano passado," afirma Hans Lin, co-head de investment banking do Bank of America no Brasil. No ano passado, fusões e aquisições envolvendo empresas brasileiras atingiram 101,6 bilhões de dólares, 152% acima de 2020. Novas ofertas Os executivos de bancos preferem não estimar o volume de ofertas de ações este ano, mas vários esperam que os montantes caiam em relação ao ano passado. As ofertas de ações levantaram US$ 6,2 bilhões no ano passado, ligeiramente abaixo dos volumes de 2020 em dólares, mas o número de negócios aumentou 17%, para 78 ofertas. "Tivemos no ano passado recorde em ofertas de ações, mas 2022 não será tão forte para as emissões como resultado da volatilidade macroeconômica e política", disse Greenlees, do Itaú. Algumas empresas já anunciaram planos para ofertas subsequentes, como a processadora de alimentos BRF e a petroquímica Braskem. Também é esperada para junho a privatização da Eletrobrás. Os executivos acreditam que as operações de follow-on serão mais comuns do que IPOs este ano, com os investidores preferindo ativos conhecidos durante períodos voláteis. "Dependendo da recepção às ofertas subsequentes, o sentimento dos investidores pode melhorar e potencialmente permitir alguns IPOs," disse Eduardo Miras, chefe da área de banco de investimento do Citi. Veja Mais

Bitcoin cai para menor valor em seis meses

G1 Economia Desde seu pico histórico, criptomoeda já perdeu mais de 50% de seu valor. O valor do Bitcoin caiu quase 9% nesta segunda-feira (24), para o seu nível mais baixo em seis meses, enquanto os receios de um ataque russo Ucrânia levam os investidores de todo o mundo a se desfazerem de seus ativos de maior risco, de acordo com a Reuters. Às 9h26 (horário de Brasília), a cotação da criptomoeda recuava 6,29%, para US$ 33.501, segundo a CoinDesk. Mais cedo, chegou a US$ 33.046, seu valor mais baixo desde julho. Só este mês, o bitcoin recuou quase 30%. Em relação ao seu valor máximo, de quase US$ 69 mil, a criptomoeda já perdeu mais de 50% de seu valor. Bitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedas Tensões geopolíticas O Departamento de Estado norte-americano disse, no domingo, que ordenaria aos familiares dos diplomatas que deixassem a Ucrânia num dos sinais mais claros até agora de que os funcionários norte-americanos estão se preparando para uma ação agressiva da Rússia na região. Os receios de um conflito atingem fortemente as ações em todo o mundo, ao mesmo tempo que reforçam o dólar e o petróleo. Soma-se a essa conjuntura as tensões sobre a taxa de juros dos Estados Unidos: nesta terça-feira, tem início a reunião de dois dias do Banco Central dos EUA, que podem dar início à alta da taxa e a uma retirada mais forte das medidas de estímulo à economia. Outras criptomoedas As criptomoedas menores, que tendem a mover-se em conjunto com a bitcoin, também caíram. A segunda maior moeda digital, o Ether, caiu 13% para os US$ 2.202, o seu valor mais baixo desde 27 de Julho. A Binance Coin, o quarto maior 'token', que é emitido pela 'crypto exchange' com o mesmo nome, caiu 12%. Veja Mais

Educação Financeira #177: qual a chance de crise na bolsa com eleição em 2022?

G1 Economia Podcast procurou especialistas para entender o que pode acontecer com o índice Ibovespa enquanto os candidatos começam a se mexer no cenário político. A impressão geral da nação é de que anos eleitorais tendem a levar a bolsa de valores ao chão. Um estudo da XP Investimentos mostra que isso não é verdade, mas ressalta que essa possibilidade não pode ser descartada. O podcast Educação Financeira procurou a estrategista de ações da XP, Jennie Li, para aprofundar as conclusões do relatório. E conversa também com Ivens Gasparotto, chefe de consultoria da Suno Research, para entender a mentalidade de que faz gestão de patrimônio neste começo de 2022. Logo podcast Educação Financeira - matéria Comunicação/Globo O que são podcasts? Podcasts são episódios de programas de áudio distribuídos pela internet e que podem ser apreciados em diversas plataformas — inclusive no g1, no ge.com e no gshow, de modo gratuito. Os conteúdos podem ser ouvidos sob demanda, ou seja, quando e como você quiser! Geralmente, os podcasts costumam abordar um tema específico e de aprofundamento na tentativa de construir um público fiel. Veja Mais

Confederação orienta prefeitos a não darem reajuste de 33,24% no piso salarial de professores

G1 Economia Entidade de municípios defende reajuste pelo INPC, bem abaixo do anunciado por Bolsonaro, e diz que aumento pode 'jogar a educação pelo ralo'. Categorias estudam judicializar o tema. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) emitiu nota nesta quinta-feira (27) em que orienta os prefeitos a não concederem o reajuste de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica – anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quinta. Na avaliação da entidade, o novo valor poderia colocar municípios em uma “difícil situação fiscal” e inviabilizar a gestão da educação no Brasil. O piso salarial é definido pelo governo federal, mas os salários da educação básica são pagos pelas prefeituras e pelos governos estaduais. O reajuste de 33,24% anunciado por Bolsonaro em rede social eleva o piso salarial do magistério de R$ 2.886 para R$ 3.845. Esse é o valor mínimo a ser pago para profissionais da educação básica em início de carreira. Dez perguntas e respostas para entender o reajuste do piso salarial dos professores ANA FLOR: governo foi pressionado por parlamentares e categorias Na nota divulgada nesta quinta, a CNM recomenda que os prefeitos corrijam o piso salarial com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) medido nos 12 meses anteriores ao reajuste – a mesma métrica usada na correção do salário mínimo geral. O índice fechou 2021 em 10,16%. A CNM argumenta que a recomendação deve ser seguida até que “novas informações sejam fornecidas pelo governo federal”. Ana Flor: Após pressão, governo decide reajustar piso do magistério em 33% 'Insegurança jurídica' Segundo a confederação, há insegurança jurídica na decisão anunciada por Bolsonaro. A avaliação da entidade é que o critério utilizado para a recomposição do piso perdeu a validade com a aprovação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A CNM ainda cita pareceres do Ministério da Educação e da Advocacia-Geral da União que concluíram pela necessidade de uma nova legislação sobre o tema. “Importante ressaltar que o piso hoje não serve apenas como remuneração mínima, mas como valor abaixo do qual não pode ser fixado o vencimento inicial, ou seja, repercute em todos os vencimentos do plano de carreira dos professores. Então o impacto é enorme e prejudica diretamente os investimentos em educação no país, na medida em que grande parte dos repasses para a Educação estão sendo gastos com folha de pagamento”, destacou. Um estudo feito pela área técnica da confederação estima que, se seguido o critério vigente desde 2008, o impacto nas finanças municipais poderia ser de R$ 30,46 bilhões. “Ao colocar em primeiro lugar uma disputa eleitoral, o Brasil caminha para jogar a educação pelo ralo. A CNM lamenta que recorrentemente ambições políticas se sobressaiam aos interesses e ao desenvolvimento do país”, acrescenta. Ana Flor: "Nesse momento de eleições, ninguém quis mexer na fórmula de reajuste dos professores" Categorias podem judicializar tema Entidades que representam professores temem que a orientação seja seguida pelos gestores municipais. A avaliação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) é de que, ao ser anunciado, o reajuste deve ser concedido de maneira imediata. Em nota divulgada nesta quinta (27), a CNTE comemorou o anúncio e disse que a decisão concorda com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que validou a lei do piso em 2021. “Todos os estados, DF e municípios devem atualizar os vencimentos iniciais das carreiras do magistério retroativamente a 1º de janeiro de 2022, a fim de pagar minimamente o piso nacional aos/às professores/as com formação em nível médio, na modalidade normal”, afirmou, acrescentando que nos “casos de desobediência da Lei, os sindicatos podem acionar a Justiça”. Novo critério Desde o início deste mês, a Confederação Nacional dos Municípios tem se posicionado de forma contrária ao entendimento adotado pelo Ministério da Educação nesta quinta. Na avaliação da entidade, o governo deve discutir um novo critério para o reajuste do piso. A CNM defende a utilização do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos doze meses anteriores para reajuste. O critério é previsto em um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados desde 2008. “O piso salarial nacional do magistério público da educação básica será atualizado anualmente, no mês de janeiro, pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC nos doze meses anteriores à data do reajuste”, diz o projeto. Veja Mais

Empresário de Manaus consulta sistema do Banco Central e descobre cerca de R$ 2 mil a receber de banco

G1 Economia Luiz Eduardo Leal contou ao g1 que valor deve ser usado para pagar despesas de uma viagem recente e para o casamento que está organizando. Empresário Luiz Eduardo Leal acessou sistema do Banco Central e descobriu quase R$ 2 mil para receber em conta antiga. Arquivo Pessoal Um empresário de Manaus consultou o sistema disponibilizado pelo Banco Central para verificar valores a receber de bancos e demais instituições financeiras e descobriu quase R$ 2 mil disponíveis. Luiz Eduardo Leal contou ao g1 que consultou de maneira despretensiosa, para saber se teria algo a receber. Quando o sistema foi liberado para consulta, na última segunda-feira (24), Leal entrou no site do Banco Central e, para sua surpresa, viu que tinha R$ 1.984,00 para receber. “Era uma conta antiga, da época que era adolescente, época de escola. Fui ver e aí estava lá o dinheiro. Não estava esperando. Essa conta ficou abandonada lá, tanto que nem lembro a senha”, disse o empresário. Apesar de ter visto o valor a receber, Leal contou que ainda não conseguiu transferir para sua conta, pois o sistema foi tirado do ar após um grande número de acessos provocar instabilidade e queda em sites do Banco Central. O empresário disse ainda que se sentiu feliz ao saber que tem o dinheiro para receber e afirmou que o valor veio em uma boa hora. “Eu acabei de voltar de uma viagem para o Sul do país e estou em planejamento do meu casamento. Uma parte vai para pagar a viagem que fiz e a outra vai para o casamento. Ainda bem que eu vi em vida. Já aconteceu na minha família de fazer inventário de pessoas que faleceram e nem ele saber que tinha conta com dinheiro. É uma sensação gostosa saber que tem um dinheiro que você não contava e ele chegar em uma boa hora”, finalizou Leal. Sistema para consulta de valores a receber de bancos e instituições O Banco Central disponibilizou o sistema para que pessoas e empresas possam consultar se têm algum valor a receber de bancos e demais instituições financeiras, na última segunda-feira (24). Um dia depois, o sistema foi tirado do ar após um grande número de acessos provocar instabilidade e queda em sites do Banco Central. BC cria sistema para cliente saber se tem dinheiro retido em banco Ainda de acordo com o Banco Central, apesar da instabilidade no sistema, 79 mil cidadãos conseguiram acessar entre segunda e terça-feira e concluir 8,5 mil solicitações de devolução. Esses pedidos somam cerca de R$ 900 mil e, segundo o Banco Central, "serão transferidos via PIX em até 12 dias úteis". "O lançamento do Sistema Valores a Receber (SVR) gerou demanda de acessos muito acima da esperada, o que provocou instabilidade em sua página e também nos sites do BC, do Registrato e Minha Vida Financeira. Para estabilizar esses sites, o BC suspendeu temporariamente o acesso ao SVR", informou o Banco Central em nota divulgada na tarde desta terça. Como funciona o serviço O serviço permite que pessoas e empresas consultem se têm valores a receber de instituições financeiras das quais já tenham sido clientes. Esses valores são, por exemplo, depósitos que não foram retirados após encerramento de contas (veja no vídeo abaixo). "Estamos trabalhando para que o funcionamento dos sites seja normalizado o mais breve possível e também para o retorno do SVR. Manteremos o público informado quanto a esses desenvolvimentos e pedimos desculpas pelo transtorno”, completa a nota. Banco Central cria sistema para clientes consultarem valores a receber de bancos Sistema anunciado Segundo o Banco Central, nesta primeira fase do serviço são cerca de R$ 3,9 bilhões de valores a serem devolvidos para 24 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Os valores decorrem de: contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões. O restante dos valore será disponibilizado no decorrer deste ano de 2022, fruto de: tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. Os vídeos mais assistidos do Amazonas Veja Mais

Financiamentos imobiliários batem novo recorde e crescem 65% em 2021

G1 Economia Pela primeira vez, medição da Abecip tem valor anual que passa dos R$ 200 bilhões, mas a trajetória dos últimos meses mostra tendência de desaceleração. Casas imóveis Residencial Parque dos Girassóis IV 22-01-2021 André Santos/Prefeitura de Uberaba Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança atingiram R$ 205,4 bilhões em 2021, um novo recorde anual e alta de 65,7% em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) nesta quinta-feira (27). O mês de dezembro fechou com R$ 16,7 bilhões financiados, menor número desde abril do mesmo ano. Os financiamentos vinham crescendo em volume até agosto, mas tomaram uma tendência de desaceleração desde então. Dos R$ 21 bilhões registrados naquele mês, foram quatro quedas seguidas. LEIA MAIS Crise para quem? Imóveis de altíssimo luxo nunca venderam tanto no Brasil São Paulo bate recorde histórico de venda de imóveis em meio à pandemia Com o aumento da taxa básica de juros e cenário de inflação alta, o mercado perdeu parte do ímpeto. Ainda assim, todos os meses desde março foram melhores que 11 dos meses de 2020. A única exceção foi dezembro de 2020, que até então tinha sido o melhor mês da história no setor. Inclusive, o comparativo entre dezembro de 2021 e de 2020 mostra uma queda de 4,1%. Contra o mês anterior, houve queda de 0,4%. Histórico de valores financiados no setor imobiliário Abecip/Reprodução Unidades financiadas O número absoluto de contratos teve crescimento ainda maior em relação a 2020. Foram 866,3 mil unidades financiadas no ano passado, um acréscimo de 103% ano a ano. A linha de tendência também mostra desaceleração sensível nos últimos meses. Dezembro fechou com 64,8 mil unidades financiadas, uma alta de 15,8% contra o mesmo mês de 2020. A queda em relação a novembro é de 3,6%. Histórico de unidades financiados no setor imobiliário Abecip/Reprodução Saldo da poupança Ainda segundo a Abecip, a poupança Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) terminou dezembro com captação líquida positiva de R$ 6,1 bilhões, mas tem saldo negativo de R$ 34,8 bilhões no ano. "Cabe notar que num ano de desemprego elevado, em que muitas famílias precisaram sacar suas reservas acumuladas, a saída de recursos das cadernetas correspondeu, aproximadamente, a apenas uma quarta parte dos ingressos líquidos de 2020, de R$ 125 bilhões", diz relatório da Abecip. A entidade ressalta que os saques de recursos da poupança em 2021 podem ser atribuídos aos efeitos da pandemia sobre a atividade econômica, que uniu desemprego elevado e queda da renda da população. "Em 2021, esses efeitos foram ampliados pelo avanço da inflação para a casa dos dois dígitos, bem como do aperto da política monetária e da alta de juros. Adicionalmente, a alta das cotações do petróleo no mercado global, combinada com a desvalorização cambial, agravou os demais custos da economia", prossegue o texto. Veja Mais

Produtores pedem ao governo medidas emergenciais para enfrentar seca e enchentes

G1 Economia Confederação da Agricultura e Pecuária solicita linha de crédito especial e prorrogação de parcelas de financiamento. Plantação de milho seca em propriedade no interior do Rio Grande do Sul Reprodução/RBS TV A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao governo federal medidas emergenciais para auxiliar produtores rurais do país afetados ou pela seca ou pelas enchentes das últimas semanas. As solicitações assinadas pelo presidente da CNA, João Martins, foram protocoladas na terça (25), por meio de ofícios. Um foi endereçado à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, propondo ações de caráter urgente para produtores prejudicados pelas secas no Sul, Sudeste e Centro Oeste e pelas chuvas na Bahia e em Minas Gerais. Saiba mais: De animais imersos à falta de água para beber: entenda como o contraste climático afeta produtores rurais Seca e chuva aumentam custos no campo e devem pressionar inflação dos alimentos em 2022 No outro, encaminhado aos ministros Paulo Guedes (Economia), Ciro Nogueira (Casa Civil) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), a entidade defende uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) com medidas emergenciais de crédito para os produtores impactados pelas enchentes. No pedido encaminhado à Agricultura, a CNA justifica que as medidas têm o objetivo de dar fôlego aos produtores de alimentos para que mantenham na atividade. “As perdas nas lavouras de milho e soja são significativas nas regiões Sul e de Mato Grosso do Sul e em alguns municípios da região Sudeste, o que impede os produtores de honrarem seus compromissos financeiros na safra 2021/2022”, diz o presidente da CNA no ofício. A Confederação relatou casos em que produtores tomaram financiamentos, compraram insumos e não puderam semear, ou semearam fora da janela de plantio indicada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), em função do déficit hídrico. E citou também que na região Sul houve perdas expressivas para a fruticultura, olericultura e pastagens, situação semelhante ao que ocorreu na Bahia e Minas Gerais em função do excesso de chuvas. Perda de plantações e da produção de leite: veja as consequências das chuvas em Carinhanha, na Bahia Medidas propostas Ao Ministério da Agricultura, a CNA pede: Prorrogação das parcelas de crédito de investimento vencidas e com vencimento em 2022 após o vencimento da última parcela dos contratos, com a mesma taxa de juros, independentemente da fonte de recursos, desde que o produtor esteja em dia com as parcelas em 31/12/2021 e apresente laudo técnico agronômico comprovando as perdas; Para as parcelas de custeio que vencem em 2022, a entidade solicita parcelamento nos próximos dois anos; Retirada de taxas cobradas pelas instituições financeiras sobre o valor dos financiamentos para alongamento das operações de crédito e o adiamento para um ano após o vencimento final das renegociações de dívidas já renegociadas por produtores, por causa de eventos climáticos que impactaram a produção na safra 2019/2020 e de restrições impostas pela Covid-19; Apoio para a implantação de medidas estruturais como agilidade na regulamentação para reservação de água nas propriedades rurais e a priorização das políticas de gestão de riscos. Ao Conselho Monetário Nacional, a entidade solicita: Uma linha de crédito especial, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), com condições diferenciadas de renegociação de operações de produtores impactados pelas intempéries climáticas, ocorridas em dezembro de 2021 e janeiro de 2022, na Bahia e em Minas Gerais, com prazos de carência e suspensão temporária de pagamentos de financiamentos contratados; Para a linha de crédito, a entidade propõe uma taxa de 2,5% ao ano (semelhante à de 2020), e que a taxa de juros suba de forma escalonada, de acordo com o porte do produtor, chegando a 5% ao ano para os maiores. Situação em Minas Gerais O diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, participou, na quarta-feira (26), de reunião com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para discutir ações para ajudar os produtores afetados pelas chuvas em Minas Gerais. No encontro, a ministra afirmou que o governo vai começar a trabalhar em ações para auxiliar os produtores. “Sabemos as dificuldades dos pequenos produtores, que tiveram suas atividades e suas casas completamente comprometidas com as chuvas que assolaram Minas Gerais e Bahia. Vamos a Minas Gerais fazer uma visita e já temos ações que vamos começar a trabalhar, como renegociações de dívidas, para que os produtores tenham algum tipo de alento”, disse a ministra Tereza Cristina. Neste mês, Tereza Cristina já visitou propriedades atingidas pela seca no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Veja Mais

Bolsas da Ásia têm forte queda após Fed sinalizar vários aumentos de juros neste ano

G1 Economia Ao final da sessão regular, o índice acionário japonês Nikkei 225, no Japão, caiu 3,11%, atrás apenas do sul-coreano Kospi, que cedeu 3,50%. As bolsas da Ásia encerraram em forte queda nesta quinta-feira (27), com as perdas lideradas pelos praças em Tóquio e em Seul, que caíram mais de 3%, com os investidores digerindo a possibilidade de vários aumentos na taxa de juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve neste ano, a partir de março, para esfriar a inflação. Banco central dos EUA diz que juros podem subir em breve Ao final da sessão regular, o índice acionário japonês Nikkei 225 caiu 3,11%, atrás apenas do sul-coreano Kospi, que cedeu 3,50%. Na China, Hong Kong recuou 1,99% e Xangai teve queda de 1,78%. Nos demais mercados da região Ásia-Pacífico, a Bolsa da Malásia fechou de lado (+0,02%), enquanto a da Indonésia subiu 0,16% e Cingapura perdeu 0,38%. “As chances de um aumento mais agressivo da taxa de juros nos EUA não devem ser descartadas”, observaram Phillip Wee e Eugene Leow, do DBS Group, em relatório. Ontem, durante entrevista coletiva, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que “estava na mente” dos membros do colegiado elevar os juros americanos em março. Além de ele não descartar a possibilidade de aumento superior a 0,25 ponto percentual (pp), economistas também interpretaram os comentários de Powell como abrindo a possibilidade de mais de quatro altas dos juros neste ano. “Se a inflação não cair antes da reunião do Fed de março, pode ser necessário fazer mais”, acrescentaram os economistas do DBS. Entre as ações, destaque para o tombo de quase 7% das ações da Evergrande, fechando no menor nível em cerca de duas semanas, em meio a relatos de que a endividada incorporadora chinesa deve anunciar um plano de reestruturação dentro de seis meses. Porém, os investidores mostraram-se céticos à proposta, diante da falta de detalhes. Crise na Evergrande: por que o mercado está em alerta e quais as possíveis consequências para o Brasil e o mundo Na quarta-feira (26), os executivos da Evergrande disseram aos credores que esperavam alcançar uma solução para o gerenciamento de risco, tratando todas as categorias dos detentores de títulos da dívida da empresa “de forma justa e de acordo com a prática internacional”. A Evergrande também pediu para que nenhuma ação legal “agressiva” seja tomada. Veja Mais

Governo quer reajuste de 7,5% para professores do ensino básico, que esperam 33%

G1 Economia Ana Flor: governo negocia reajuste de 7,5% para professores, que esperam 33% O governo federal vai editar uma medida provisória nos próximos dias para fixar o reajuste anual do piso dos professores do ensino básico para 2022. O blog apurou que o percentual acertado entre Casa Civil e Ministério da Economia é de 7,5% – os sindicatos das categorias esperam 33,23%. O reajuste vem sendo negociado com parlamentares e, também, com governadores e prefeitos. Os gestores locais pressionam por um percentual menor, já que são eles que pagam os salários. Para isso, consideram que o piso do magistério teve aumento superior a 60% nos últimos anos. O Ministério da Educação sempre estabelece, em janeiro de cada ano, o percentual de reajuste do piso da categoria. Os governos estaduais e municipais precisam atender essa determinação e cumprir o gasto mínimo constitucional com a educação e com os salários de professores. O reajuste de 33,23% defendido pelos professores segue os critérios da antiga lei do Fundo de Desenvolvimento e Manutenção da Educação Básica (Fundeb), substituída por uma nova versão aprovada no fim de 2020. O governo, por sua vez, se apoia em parecer da Consultoria Jurídica do MEC que aponta uma mudança nos critérios do cálculo com a aprovação do novo Fundeb. E tenta conceder um percentual menor para evitar novas pressões por reajuste de outras categorias do funcionalismo público. No governo federal, a ideia é utilizar algum parâmetro que permita aproximar o cálculo dos 7,5% de recomposição salarial em 12 meses. O IPCA, considerado índice oficial da inflação, fechou 2021 em patamar bem superior, de 10,67%. Se o percentual de 7,5% for aplicado, o piso nacional do magistério passará de R$ 2.886 para R$ 3.102. Com o reajuste de 33,32% defendido pelos sindicatos, o piso iria para R$ 3.847. As categorias da educação já afirmam que pretendem judicializar o tema, caso o governo defina um reajuste menor, para garantir que as regras anteriores sejam utilizadas no cálculo do reajuste de 2022. Veja Mais

Tesouro diz que dívida pública federal pode subir para até R$ 6,4 trilhões em 2022

G1 Economia Resultado representa teto da previsão e envolve dívidas do governo no Brasil e no exterior. Também nesta quarta, Tesouro informou que dívida subiu 12% e chegou a R$ 5,6 tri em 2021. O Tesouro Nacional informou nesta quarta-feira (26) que a dívida pública do governo federal pode subir para até R$ 6,4 trilhões em 2022. O valor inclui os endividamentos do governo no Brasil e no exterior, e o montante informado pelo Tesouro representa o teto, isto é, o valor máximo ao qual a dívida pode chegar ao final do ano. Se confirmada a previsão, a alta será de R$ 790 bilhões (14%) na comparação com 2021. Isso porque, também nesta quarta, o Tesouro informou que a dívida cresceu 12% em 2021, passando de R$ 5,009 trilhões em 2020 para R$ 5,61 trilhões no ano passado. Ainda segundo o Tesouro, o crescimento da dívida pode ser menor em 2022, de R$ 390 bilhões, o que levaria a dívida pública a R$ 6 trilhões. Esse valor representa o piso, ou seja, o aumento mínimo previsto pelo Tesouro para a dívida em 2021, o que equivale a uma alta de cerca de 7%. A dívida pública federal é a contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal, ou seja, pagar pelas despesas que ficam acima da arrecadação com impostos e contribuições. "O avanço da vacinação tem sido chave para controle da pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo. Novos surtos têm repercussões cada vez mais limitadas em termos de hospitalizações e óbitos", informou o Tesouro Nacional. O órgão acrescentou que, nesse contexto, o cenário externo básico assume a "possibilidade de normalização da mobilidade e da atividade, permitindo a superação progressiva das restrições de oferta e logística nas cadeias de suprimentos e ensejando maior vigor ao crescimento econômico global". Necessidades de financiamento Segundo o Tesouro Nacional, os vencimentos da dívida pública neste ano somam R$ 1,310 trilhão, dos quais: R$ 1,205 trilhão são da dívida interna em mercado; R$ 16,9 bilhões são da dívida externa; R$ 88,4 bilhões se referem a encargos do Banco Central. Além disso, serão necessários mais R$ 10 bilhões para honrar contratos de garantias de empréstimos contraídos por governos estaduais com aval da União, e outros R$ 149,3 bilhões para outras despesas. Para financiar os compromissos do governo neste ano, estão previstos R$ 235,2 bilhões em recursos orçamentários. Com isso, a necessidade líquida de financiamento é de R$ 1,234 trilhão em 2022. "As últimas projeções apontam que, ao final de janeiro, o Tesouro Nacional contará com uma reserva de liquidez em reais suficiente para cobrir todos os vencimentos de principal e juros da dívida interna em mercado, mais encargos da carteira de títulos do Banco Central, até o final de 2022", informou o Tesouro Nacional. Reformas e política de juros no mundo O Tesouro Nacional avaliou, ainda, que a agenda de reformas estruturantes deve evoluir em em ritmo menos intenso do que em anos anteriores, "como seria típico em um ano eleitoral". Acrescentou que cenários alternativos consideram, no âmbito internacional, "pressões inflacionárias mais persistentes e consequente antecipação da normalização da política monetária pelo Fed, acelerando a retirada dos estímulos e a elevação de juros nos Estados Unidos". Neste caso, diz a instituição, o "fluxo de capitais para os países emergentes seria afetado [reduzido], pressionando as taxas de câmbio [para cima] e as expectativas de inflação domésticas". Veja Mais

Após três anos de retiradas, estrangeiros trazem US$ 25,4 bilhões em aplicações ao Brasil em 2021

G1 Economia Valor inclui ações, fundos de investimentos e títulos de renda fixa. Segundo representante do Banco Central, que divulgou os números, alta dos juros no Brasil estimulou entrada de recursos. Os investidores estrangeiros trouxeram US$ 25,446 bilhões para aplicações financeiras no Brasil no ano de 2021, informou nesta quarta-feira (26) o Banco Central. A entrada de recursos no país para aplicações em ações, fundos de investimentos e títulos de renda fixa acontece após três anos de retiradas. O último ingresso foi em 2017, quando US$ 226 milhões ingressaram no país. Do total investido do país em 2021: US$ 6,955 bilhões foram aplicados em ações e fundos de investimento; US$ 18,490 bilhões foram investidos em títulos de renda fixa. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, observou que o ingresso de recursos registrado em todo ano passado superou a retirada de recursos dos três anos anteriores. "Esse movimento de 2021 repõe a exposição dos investidores no mercado doméstico, tanto em ações quanto em renda fixa. Em 2020, houve uma saída forte no no primeiro semestre, depois, e retorno no segundo semestre do ano. Em 2021, continuou esse movimento de entrada", declarou. Inflação de dois dígitos e incerteza sobre rumo das contas públicas no Brasil afastam investidores estrangeiros Segundo Rocha, o ciclo de elevação da taxa básica de juros "pode ser relevante para esse movimento" de retorno de aplicações de investidores estrangeiros ao país no ano passado. No ano passado, a Selic subiu de 2% para 9,25% ao ano — o maior patamar em mais de quatro anos. "Tanto que os investidores em títulos de renda fixa representaram dois terços do movimento [de ingresso de recursos], mas eu acho que um ponto relevante é essa recomposição dos investidores para o mercado doméstico", concluiu. Documento elaborado pela Infinity Asset Management, em dezembro do ano passado, mostra que, em 9,25% ao ano, os juros reais do Brasil estavam em 5,03%, ocupando, assim, a segunda colocação no ranking mundial. O país perdia apenas para a Turquia (juros reais de 5,83% ao ano). A taxa de juros real é calculada com abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses, sendo considerada uma medida melhor para comparação com outros países. VÍDEOS: veja mais notícias de economia Veja Mais

Bovespa opera em alta, perto dos 112 mil pontos

G1 Economia Nesta terça-feira (25), o principal índice da bolsa avançou 2,10%, a 110.204 pontos. Painel da B3 - Bovespa Nelson Almeida/ AFP O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em alta nesta quarta-feira (26), dia de decisão de política monetária do Federal Reserve. Às 10h30, o Ibovespa avança 1,54%, a 111.900 pontos. Veja mais cotações. Na terça-feira, a bolsa avançou 2,10%, a 110.204 pontos. É o maior patamar de fechamento desde 20 de outubro do ano passado (110.786 pontos). Com o resultado, o Ibovespa tem alta de 5,13% no ano. e Banco Central suspende sistema de consulta de dinheiro ‘esquecido’ em bancos Cenário O Federal Reserve deve sinalizar nesta quarta-feira planos de elevar a taxa de juros em março conforme se foca no combate à inflação e deixa de lado, ao menos por enquanto, riscos econômicos apresentados pela pandemia do coronavírus, pela volatilidade do mercado e por temores do Ocidente com uma invasão da Ucrânia pela Rússia. A decisão de política monetária, a ser divulgada às 16h, não vai comprometer o banco central norte-americano com um curso particular de ação para quando seu comitê de decisão de juros se reunir de novo em sete semanas. Mas, se não houver uma grande mudança na trajetória da economia, o Fed deve começar a retirar o suporte da era da pandemia no encontro de março, apostando que uma combinação de juros mais altos e presença menor do banco central em mercados financeiros ajudará a desacelerar o ritmo de alta dos preços. No cenário interno, a prévia da inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, o IPCA-15), ficou em 0,58% em janeiro, após ter registrado taxa de 0,78% em dezembro. O índice acumula alta de 10,20% nos últimos 12 meses, abaixo dos 10,42% observados nos 12 meses imediatamente anteriores, e menor valor desde outubro de 2021. O resultado ficou acima da mediana das 35 projeções de analistas de consultorias e instituições financeiras consultados pelo Valor Data, de 0,45%. Veja Mais

Confiança da construção recua 3,9 pontos em janeiro e atinge menor nível desde junho de 2021

G1 Economia Houve uma forte correção, com o indicador revelando um pessimismo mais acentuado em relação à demanda prevista para os próximos meses. O índice de confiança da construção caiu 3,9 pontos em janeiro, para 92,8 pontos, menor nível desde junho de 2021 (92,4 pontos), segundo o do FGV IBRE. “No mês passado, a alta da confiança das empresas da construção destoou da percepção mais negativa que prevaleceu nos demais setores. Agora em janeiro houve uma forte correção, com o indicador revelando um pessimismo mais acentuado em relação à demanda prevista para os próximos meses. Certamente o ambiente de mais incertezas com a evolução da pandemia e de taxas de juros maiores deve ter contribuído para a reversão do humor”, explica Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE. Ana Maria lembra que a retomada da construção ganhou fôlego em 2021 com o desempenho positivo do mercado imobiliário: vendas e lançamentos cresceram impulsionados por taxas de crédito, que em agosto atingiram um piso histórico. A mudança de cenário terá impactos sobre os novos negócios em 2022. A queda foi resultado da piora na percepção dos empresários sobre momento atual e nas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice de Situação Atual caiu 2,1 pontos, para 90,7 pontos, menor nível desde julho do ano passado (89,4 pontos), influenciado tanto pela piora do indicador de carteira de contratos, que recuou 2,4 pontos, para 91,4 pontos, como pela piora do indicador que mede a situação atual dos negócios, que recuou 1,9 ponto, para 90,1 pontos. Ambos retornam ao menor nível desde julho de 2021. O Índice de Expectativas caiu 5,8 pontos, para 95,0 pontos, menor nível desde maio do ano passado (89,9 pontos), devido à deterioração das perspectivas sobre a demanda nos próximos meses. O indicador que mede a demanda prevista recuou 6,6 pontos para 96,4 pontos, e o indicador que projeta a tendência dos negócios nos próximos seis meses diminuiu 4,9 pontos, para 93,6 pontos, menor nível desde maio de 2021 (90,5 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade da Construção (Nuci) recuou 1,5 ponto percentual, para 74,9%. O Nuci de Mão de Obra e Nuci de Máquinas e Equipamento contribuíram negativamente, com variações de -1,2 e -1,1 p.p., para 76,3 % e 68,7%. Custo da construção sobe O Índice Nacional de Custo da Construção variou 0,64% em janeiro, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando o índice registrou taxa de 0,30%. Com este resultado, o índice acumula alta de 13,70% em 12 meses. Em janeiro de 2021, o índice subira 0,93% no mês e acumulava alta de 9,39% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 0,49% em dezembro para 1,09% em janeiro. O índice referente à Mão de Obra variou 0,14% em janeiro, contra 0,10%, em dezembro. Veja Mais

Startup brasileira que oferece aluguel grátis de guarda-chuva chega aos EUA; vídeo

G1 Economia Rentbrella começou a operar nos Estados Unidos; empresa ganha dinheiro com a venda de publicidade em cima dos guarda-chuvas. Startup brasileira oferece aluguel de guarda-chuva grátis em Nova York A startup brasileira Rentbrella começou a operar em Nova York, nos Estados Unidos. A companhia oferece aluguel de guarda-chuvas e ganha dinheiro com o anúncio publicitário nas peças e nas estações personalizadas. "Neste momento, estamos basicamente no Brasil. Agora, estamos expandindo e trazemos essa solução para o mundo", afirma Ary Krivopisk, co-fundador da companhia. "A primeira cidade que estamos chegando é Nova York, porque é uma cidade com muita chuva, com muitos pedestres." O uso do guarda-chuva é gratuito nas primeiras 24 horas. Se não houver a devolução nesse período inicial, há uma cobrança de US$ 2. A devolução do guarda-chuva pode ser feita em qualquer máquina administrada pela empresa. "A maneira como ganhamos dinheiro é basicamente com a venda de publicidade em cima dos guarda-chuvas. É isso que basicamente gera receita (para a empresa)", diz Krivopisk. Veja Mais

Instabilidade leva BC a tirar do ar sistema para consulta de valores devidos por bancos

G1 Economia Decisão ocorre um dia após serviço entrar em operação e grande número de acessos provocar queda em sites do Banco Central. O Banco Central anunciou nesta terça-feira (25) que tirou do ar o sistema que permite a consulta a valores devidos por bancos a pessoas e empresas. O anúncio ocorre um dia após o serviço entrar em operação e depois de sites do BC registrarem, na manhã desta terça, instabilidade gerada pelo grande número de acessos ao novo sistema, chamado de Sistema Valores a Receber (SVR). Esse serviço permite que pessoas e empresas consultem se têm valores a receber de instituições financeiras das quais já tenham sido clientes. Esses valores são, por exemplo, depósitos que não foram retirados após encerramento de contas. "O lançamento do Sistema Valores a Receber (SVR) gerou demanda de acessos muito acima da esperada, o que provocou instabilidade em sua página e também nos sites do BC, do Registrato e Minha Vida Financeira. Para estabilizar esses sites, o BC suspendeu temporariamente o acesso ao SVR", informou o Banco Central em nota divulgada na tarde desta terça. "Estamos trabalhando para que o funcionamento dos sites seja normalizado o mais breve possível e também para o retorno do SVR. Manteremos o público informado quanto a esses desenvolvimentos e pedimos desculpas pelo transtorno”, completa a nota. Ainda de acordo com o BC, apesar da instabilidade no sistema, 79 mil cidadãos conseguiram acessar o Registrado entre segunda e terça-feira e concluir 8,5 mil solicitações de devolução. Esses pedidos somam cerca de R$ 900 mil e, segundo o Banco Central, "serão transferidos via PIX em até 12 dias úteis". Banco Central cria sistema para clientes consultarem valores a receber de bancos Sistema anunciado Segundo o Banco Central, nesta primeira fase do serviço são cerca de R$ 3,9 bilhões de valores a serem devolvidos para 24 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Os valores decorrem de: contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões. O restante dos valores será disponibilizado no decorrer deste ano de 2022, fruto de: tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Veja como salvar frutas e legumes no calor do verão

G1 Economia Nutricionista deu dicas para não desperdiçar alimentos por conta do calor no Espírito Santo. Veja como salvar frutas e legumes no calor do verão Verão tem tudo a ver com frutas e legumes frescos: coloridos, refrescantes e saborosos. Mas com o calorão que tomou conta do Espírito Santo nesta estação, é bom tomar muito cuidado. Isso porque os alimentos tendem a estragar muito mais rápido. O comerciante Paulo Eduardo Volkers sabe que nesta época, os vegetais não resistem mesmo ao calor. Para evitar a perda e o prejuízo, ele já se organiza e passa a comprar em menor quantidade, mas com maior frequência. "Nesse período do ano a perda de hortaliças aumenta em cerca de 30%. Como o Ceasa é próximo, a gente faz compra diariamente para evitar a perda e também manter a qualidade", disse. Confira dicas para conservar frutas, legumes e verduras no calor Reprodução/TV Gazeta Se tem uma coisa que a feirante Cláudia Maria Flor entende é de fruta. Além daquelas já conhecidas por estragarem rápido nesta estação, como o morango por exemplo, ela citou outras que também precisam ser rapidamente consumidas. "Goiaba, por incrível que pareça, maracujá, abacaxi, manga amadurece demais. A pessoa compra o maracujá para fazer o suco. Não vai usar ele todo, tira a polpa e guarda, congela que aí não estraga", explicou. Para evitar o desperdício de comida e de dinheiro, a auxiliar de serviços gerais Eliane Cratz tem comprado bem menos no verão, apenas o suficiente pra consumo rápido, além de escolher frutas menos maduras. "Para dar mais tempo dela ir amadurecendo devagar e a gente aproveita mais os alimentos. Não está dando para estragar nada né? Está tudo muito caro e difícil. Tem que economizar", contou. Confira dicas para conservar frutas, legumes e verduras no calor Reprodução/TV Gazeta Planejamento e conservação A nutricionista Samanda Sandrini disse que o planejamento e a conservação dos alimentos são importantes para evitar perdas. "Planejar o que será consumido durante a semana porque aí você compra exatamente o que vai precisar e a segunda dica é ter atenção ao armazenamento porque alguns alimentos podem e devem ir para a geladeira e outros não porque isso vai alterar a cor , o sabor e a textura do alimento ", orientou. Outra dica é congelar alguns alimentos, pois isso vai evitar perdas e também gerar economia para o consumidor. Além dessas recomendações, a nutricionista chamou a atenção para alguns equívocos comuns, como guardar os tomates na geladeira. "O ideal é que ele seja colocado fora da geladeira, Tanto a cebola, o alho e a batata precisam ficar fora da geladeira, mas eles não podem ficar juntos porque um vai acabar acelerando o processo de conservação deles", explicou. Confira dicas para conservar frutas, legumes e verduras no calor Reprodução/TV Gazeta Além do calor, existem outros fatores que aceleram o amadurecimento dos alimentos. É o caso do gás etileno, presente nas frutas e legumes. Ele é especialmente emitido por frutas como banana, maçã e abacaxi, e é responsável por reduzir consideravelmente o tempo de durabilidade dos produtos. Mas, segundo a nutricionista , os efeitos do etileno não são de todo mal. O gás, que não faz mal a saúde, pode ajudar a madurar outros alimentos que demoram um pouco mais para chegar no ponto. Um exemplo é o abacate. Se colocado na fruteira juntamente com a banana e a maçã, por exemplo, por conta do gás, ele vai acabar amadurecendo mais rápido. Confira as principais dicas Como minimizar as perdas: Planeje o que será consumido em até uma semana Retire as partes machucadas dos alimentos antes de armazenar, pois as bactérias podem se espalhar para outros alimentos Congele sempre que possível Fique atento aos alimentos que emitem gás etileno: banana, abacate, tomate, pimentão, abacaxi, maça, mamão, manga, etc. Eles devem ser armazenados longe de alimentos mais sensíveis como batatas, folhas, cenoura, brócolis e pepino Alimentos que devem ser armazenados na geladeira: Abacate, abacaxi, manga, melancia e morangos maduros Cenoura e abobrinha devem ser guardados em recipientes fechados Folhas frescas, devem ser higienizadas e secas e depois guardas em potes fechados e com papel toalha na gaveta da geladeira Alimentos que podem ser guardados na fruteira: Maça e pera Bananas, em uma área separada devido a liberação do gás etileno Pimentões Tomates devem ser guardados de cabeça para baixo e fora da geladeira para manter o sabor e textura Frutas cítricas (laranja, limão, etc) Cebolas e alhos (guardar em local arejado e com pouca luz) Batatas devem ser guardadas fora da geladeira (o frio altera o amido da batata e interfere na cor, sabor e textura), em local arejado, com pouca luz e separadas das cebolas Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

Bovespa opera em queda com reunião do Fed no radar

G1 Economia Na segunda-feira (24), o principal índice da bolsa recuou 0,92%, a 107.937 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta terça-feira (25), à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), na quarta-feira. Às 10h30, o Ibovespa recuava 0,42%, a 107.488 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, a bolsa fechou em queda de 0,92%, a 107.937 pontos. Com o resultado, ainda tem alta de 2,97% no ano. e Cenário A reunião de autoridades do banco central norte-americano começa nesta terça-feira e o resultado será divulgado no próximo dia. Tensões geopolíticas envolvendo Ucrânia, Rússia e países incluindo os Estados Unidos também seguiam no radar do mercado. A terça-feira de feriado pelo aniversário da cidade de São Paulo conta com operações nos mercados financeiros brasileiros a partir deste ano, mas os negócios podem registrar menor volume. Veja Mais

Lojas do shopping de Mogi tem 14 oportunidades para quem busca emprego; veja lista

G1 Economia Interessados devem entregar currículo diretamente na loja. Lojas do shopping de Mogi tem 14 oportunidades para quem busca emprego RT Comunicação/Divulgação As lojas do shopping de Mogi das Cruzes reúnem 14 oportunidades de emprego para quem deseja começar o ano com uma colocação no mercado de trabalho. Os candidatos devem acessar os estabelecimentos de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o balcão de informações. Vagas de emprego no Shopping de Mogi das Cruzes De acordo com o shopping, o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) está à disposição dos candidatos para informações. O Mogi Shopping fica na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001 e funciona das 10h às 21h. Para mais informações o telefone é 4798-8800. Assista a mais notícias Veja Mais

Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta terça-feira (25)

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Beatriz Braga/G1 Petrolina Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (25) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE Veja Mais

BC cria sistema para clientes consultarem valores a receber de bancos e instituições financeiras

G1 Economia Banco Central informou que cerca de R$ 3,9 bilhões devem ser devolvidos nesta primeira fase; valor total é estimado em R$ 8 bilhões. Consulta está disponível no sistema 'Registrato'. BC cria sistema para cliente saber se tem dinheiro retido em banco O Banco Central (BC) informou nesta segunda-feira (24) que está disponível o sistema para que pessoas e empresas possam consultar se têm algum valor a receber de bancos e demais instituições financeiras. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Como acessar Caso tenha valores a serem resgatados, o usuário poderá receber o dinheiro de duas formas: diretamente via PIX na conta indicada no sistema do Registrato, para bancos e instituições financeiras que aderiam a um termo específico junto ao BC; em um meio de pagamento ou transferência a ser informado pela instituição bancária, nos demais casos. Aqui, o beneficiário informará seus dados de contato no sistema para receber a comunicação. O serviço pode ser acessado a partir da aba "Valores a Receber" no sistema Registrato, disponível no site do Banco Central. Para acessar o site, o cliente precisa precisa estar cadastrado no login único do governo federal ou fazer um cadastro, pela internet, junto ao Banco Central. Caso o cliente solicite o resgate e o banco não envie o dinheiro, o BC orienta que os cidadãos reclamem nos canais de atendimento da própria instituição financeira, a exemplo do SAC. Na sequência, os clientes devem recorrer às ouvidorias dos bancos. Se ainda assim o problema não for resolvido, os cidadãos podem registrar uma reclamação no Banco Central. Leia mais: PIS/Pasep: trabalhador já pode consultar se tem direito ao abono Imposto de Renda: Receita abre consultas a lote residual de restituições INFLAÇÃO: 'Troquei casa própria por aluguel para poupar gasolina': veja mudanças de hábitos do brasileiro Até R$ 8 bilhões Segundo o Banco Central, nesta primeira fase do serviço são cerca de R$ 3,9 bilhões de valores a serem devolvidos para 24 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Os valores decorrem de: contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões. O restante dos valores será disponibilizado no decorrer deste ano de 2022, fruto de: tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. Publicidade Na época em que anunciou a criação da funcionalidade, o Banco Central disse que objetivo do sistema é dar publicidade a valores que clientes de instituições financeiras têm direito e, muitas vezes, nem sabem. "Além disso, a perspectiva de recebimento de valores baixos pode não motivar as pessoas a procurarem as instituições financeiras com as quais mantém ou mantiveram relacionamento atrás de informações”, afirmou o BC em nota na época. A autoridade monetária informa que as informações disponibilizadas no novo serviço são de responsabilidade das próprias instituições. "Em algumas situações, os saldos a receber podem ser de pequeno valor, mas pertencem aos cidadãos que agora possuem uma forma simples e ágil para receber esses valores", diz o Banco Central em nota divulgada nesta segunda. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Leilão da primeira desestatização portuária do Brasil é marcado para 25 de março

G1 Economia Modelo elaborado pelo Ministério da Infraestrutura em parceria com BNDES prevê R$ 335 milhões de investimentos além de aproximadamente R$ 1 bilhão para operação dos portos de Vitória e Barra do Riacho, segundo o governo federal. Porto de Vitória Divulgação/Codesa O leilão da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), primeira desestatização portuária da história do Brasil, foi marcado para o dia 25 de março. O edital de licitação aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê a transferência do controle da companhia e a concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho. O leilão será realizado na B3, em São Paulo. Com vigência de 35 anos, prorrogável por mais cinco anos, o contrato tem previsão de R$ 334,8 milhões em investimentos privados, além de aproximadamente R$ 1 bilhão para custear as despesas operacionais, segundo o governo federal. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, devem ser gerados mais de 15 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo do contrato de arrendamento. "Investimento privado de R$1,3 bilhão, 15 mil empregos gerados, atração de investimentos, salto de eficiência e mais competividade", disse o presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma rede social, na manhã desta segunda-feira (24). A Codesa é uma empresa pública federal vinculada à Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, do Ministério da Infraestrutura. A companhia é responsável por administrar e explorar comercialmente os portos organizados de Vitória e Barra do Riacho. O modelo de sua desestatização foi elaborado pelo BNDES. Governo federal anunciou privatização da Codesa em 2019 "A desestatização vai trazer muito mais flexibilidade em termos de gestão, o que implica mais facilidade na construção de inovações para os atuais arrendatários e para atrair investimentos de forma mais rápida", afirmou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. A concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho será a primeira sob o arcabouço da chamada Lei dos Portos, de 2013. Segundo o ministério, o projeto tem como objetivo a atração de parceiros privados com capacidade técnica, operacional e financeira para trazer maior agilidade à gestão portuária, facilitando a realização de investimentos e o desenvolvimento de novos negócios nos portos organizados. O contrato prevê ainda que o concessionário deverá observar indicadores de nível de serviço, visando a manutenção da qualidade das operações no complexo portuário. Cargas O Porto de Vitória, localizado na capital do Espírito Santo, tem, segundo o ministério, um portfólio de cargas consolidado e uma posição favorável de acessos rodoviário e ferroviário. Os estudos indicaram potencial para dobrar a movimentação de cargas, de 7 milhões de toneladas para 14 milhões de toneladas por ano ao longo da concessão. Em termos de área disponível, apenas em Vitória há 500 mil metros quadrados e 14 berços de atracação, boa parte dos quais operada atualmente pela autoridade portuária. Cerca de metade destas áreas encontra-se disponível para o desenvolvimento de novos negócios. Já a concessão do Porto de Barra do Riacho, em Aracruz, especializado no embarque de celulose e com uma movimentação atual de 8 milhões de toneladas por ano, traz grandes oportunidades para exploração de novas áreas. Dos 860 mil metros quadrados de área total disponível, 522 mil metros quadrados são greenfield (ainda a serem utilizados). O porto conta com dois berços de atracação dedicados à movimentação de granel líquido e acessos terrestres ferroviário e rodoviário. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

Embraer fecha acordo para venda de até 50 aeronaves em negócio de US$ 3,9 bilhões

G1 Economia Negócio com a empresa americana Azorra prevê a venda de 20 aeronaves da família E2, além de mais 30 direitos de compra. Empresa atua como locadora de aeronaves com sede na Flórida Divulgação A Embraer anunciou acordo com a Azorra, empresa de leasing norte-americana, para venda de até 50 aeronaves em um negócio avaliado em US$ 3,9 bilhões. O acordo foi divulgado pela Embraer nesta segunda-feira (24) e prevê a venda de 20 aeronaves da família E2, além de mais 30 direitos de compra. As entregas terão início em 2023 e o negócio permite que a Azorra adquira aeronaves E190-E2 ou E195-E2. A Azorra é uma locadora de aeronaves norte-americana que desde 2007 tem em sua carteira aviões da empresa brasileira. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região Veja Mais

Governo empurra para março decisão sobre reajustes de servidores

G1 Economia A sanção do Orçamento 2022 pelo governo deixou claro que o Palácio do Planalto jogou a decisão sobre reajustes salariais para servidores federais para o fim de março. Por ser ano eleitoral, março é o prazo limite para definir gastos desse tipo. O Orçamento traz previsão de R$ 1,7 bilhão para reajustes. O valor, apesar apesar de não estar 100% confirmado para esse fim, é originalmente reservado para carreiras de segurança: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Departamento Penitenciário Federal (Depen). Governo ainda tem que resolver pendências políticas do Orçamento Segundo auxiliares próximos do presidente Jair Bolsonaro, ele foi convencido temporariamente pela equipe econômica a não dar reajustes a apenas algumas categorias neste ano, por conta da pressão de outras categorias, que querem tratamento isonômico e chegaram a entregar cargos de confiança. Mas as mesmas categorias policiais, próximas do presidente e com grande capacidade de pressão, insistem que Bolsonaro precisa cumprir a promessa de reorganizar as carreiras, dando o reajuste. Na sanção do Orçamento, um novo fato surgiu em relação a possíveis reajustes para servidores. Bolsonaro vetou R$ 3,18 bilhões previstos para despesas dos ministérios em geral. Com isso, economistas ouvidos pelo blog entendem que há uma possibilidade de o governo tentar usar parte dessa recomposição de recursos para outros reajustes e benesses a servidores. Alertam, entretanto, que não há espaço para um reajuste linear a todos os servidores. VÍDEOS: veja mais notícias de política Veja Mais

'Troquei casa própria por aluguel para poupar gasolina': como inflação alta tem mudado hábitos do brasileiro

G1 Economia Cenário de preços altos e renda comprimida obrigou brasileiros a se reinventarem para acomodar as despesas no orçamento. O aumento generalizado de preços fez desaparecer a carne da mesa dos brasileiros e levou muita gente a fazer pesquisa de preço no supermercado. O impacto da inflação alta, contudo, vai muito além da cozinha. Com o aumento dos custos de saúde, algumas famílias se veem sem alternativa a não ser cancelar o plano de saúde. Outras têm organizado compras coletivas para economizar nos gastos com material escolar dos filhos e muitas têm evitado sair de casa, seja para evitar os preços salgados dos restaurantes ou o custo do combustível. Essas são algumas das histórias que a reportagem da BBC News Brasil ouviu de brasileiros em diferentes regiões e dão dimensão do que está por trás das estatísticas – não só de inflação, mas também de desemprego, endividamento e comprometimento da renda. Cenário que não deve mudar consideravelmente em 2022, dada a expectativa de inflação ainda alta (mesmo que desacelerando) e estagnação da economia. LEIA TAMBÉM: Brasil empobrece em 10 anos e tem mais da metade dos domicílios nas classes D e E Fome, desemprego, alta dos preços: os retratos da economia de 2021 na vida real Brasil tem recorde de 30 milhões de pessoas recebendo até um salário mínimo Famílias mais pobres usam reserva financeira para pagar contas e dívidas; ricos querem viajar Da casa própria para o aluguel (e R$ 700 de economia na gasolina) Os mais prejudicados são os mais pobres, mas a classe média também sente o impacto – e cada vez mais. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que calcula os dados de inflação por faixa de renda, mostram que esse foi o grupo que enfrentou o índice mais elevado de inflação em 2021, entre 10,26% (média) e 10,4% (média-baixa). Inflação por faixa de renda Economia g1 Ainda que mais alto, ele ficou próximo daquele que experimentaram os mais pobres, também acima dos 10% – cenário bem diferente de 2020, quando o aumento significativo dos preços dos alimentos fez disparar a inflação principalmente para as famílias de baixa renda. A disparada do preço do combustível foi o que mais pesou no bolso da classe média no ano passado. A pesquisa do Ipea apontou que as principais pressões para os grupos de renda mais alta vieram do grupo transportes, que registrou aumento de 47,5% da gasolina e 62,2% do etanol. Para efeito de comparação, para as famílias de baixa renda a pressão maior veio do grupo habitação, afetado especialmente pela alta de 21,2% da energia elétrica e de 37% do gás de botijão. Para a professora Juliete Castro Oliveira, a escalada do preço da gasolina foi um dos fatores que pesaram para que ela tomasse uma decisão que mudaria completamente a dinâmica do dia a dia da família: colocar sua casa própria para alugar e se mudar para mais perto do trabalho. Quando casou, há cerca de 10 anos, ela deu entrada no financiamento de um imóvel no bairro José Walter, na periferia de Fortaleza, e estava acostumada a se deslocar para áreas mais próximas do centro por conta do trabalho – até que veio a pandemia. "No terceiro mês de pandemia, fui olhar minhas contas e vi que estava sobrando dinheiro. Pensei: 'Só pode ter alguma coisa errada!'. Fui refazer, mas era aquilo mesmo." A redução dos gastos com combustível tinha feito uma diferença grande no orçamento, assim como o abatimento que conseguira na mensalidade da escola do filho, de quatro anos, e a suspensão da cobrança das parcelas do financiamento da casa da mãe, que ela paga. "Nunca tinha parado pra calcular, mas ali percebi que, trabalhando em três turnos, eu chegava a me deslocar 43 km em um dia só dentro da cidade", conta Oliveira. Quando as aulas presenciais voltaram e a gasolina passou dos R$ 6 por litro, ela não pensou duas vezes quando uma colega falou sobre a oportunidade de alugar um imóvel próximo a uma das escolas em que dá aula. "E ainda foi num dia em que eu gastei mais de uma hora pra chegar [no trabalho], estava estressada", recorda bem-humorada a professora, que diz que o espaço maior do imóvel novo e a perspectiva de ganho em qualidade de vida também contaram na decisão do casal. Passados cerca de dois meses, ela não se arrepende. A diferença entre o gasto de combustível antes e depois da mudança é de impressionantes R$ 700, que paga parte do aluguel na casa nova. A renda do aluguel do imóvel próprio tem sido usada para pagar as parcelas do financiamento. "No fim do mês, vi que compensou. Agora consigo me alimentar mais em casa, também é um gasto a menos, e tem a questão da qualidade de vida", ela destaca. Mães 'do desapego' Também na tentativa de cortar gastos, ela e o marido têm se revezado para deixar o buscar o filho na escola. O valor do transporte escolar, impactado pela alta dos combustíveis, foi outra despesa que deu um salto. "Está quase a mensalidade da escola." Às famílias com filhos, aliás, não faltam estratégias para economizar diante da alta de preços e do aperto na renda. Oliveira cita os grupos de mães que se reúnem nas redes sociais para vender e trocar produtos que não usam mais – um hábito que já se espalhou pelas diversas regiões do país. Em Brasília, a bióloga Sula Salani soube das "mães do desapego" quando estava grávida de seu filho, um pouco antes do início da pandemia. Hoje, não faz uma compra sem antes consultar os grupos do WhatsApp, em que centenas de mães compram, vendem e doam produtos novos e usados. Uma delas organizou ainda um clube de compras informal, em que as mães se reúnem para comprar em grandes quantidades, em busca de descontos, e racham o frete. "Já comprei um sapatinho por R$ 40 que geralmente custa mais de R$ 100. A gente economiza com material escolar, roupa, material de limpeza – foi uma das formas que a gente encontrou pra driblar [os preços altos]." Do plano de saúde para os postos de saúde Com menos renda disponível e diante do aumento expressivo dos gastos com transporte, energia e alimentação, para conseguir manter os gastos básicos, muitas famílias se viram obrigadas a cortar despesas – e, muitas vezes, aquelas que não eram supérfluas. Uma pesquisa realizada em julho do ano passado pelo Instituto Locomotiva mostrou que viagens de avião e refeições em restaurantes foram os itens que os brasileiros mais tiveram de abrir mão por conta da crise. Em terceiro lugar veio o plano de saúde: cerca de 1 em cada 4 entrevistados (26%) afirmou ter cancelado o serviço. Residente em São Paulo, Andréa Carvalho, de 55 anos, se viu nessa situação recentemente, quando a mensalidade do seu plano chegou a R$ 1,6 mil. "O valor subiu exageradamente pra minha idade. E não é um plano de saúde 'chique', é básico." Agora, ela procura os postos de saúde quando precisa de atendimento e de medicamentos, outro item que tem pesado bastante no orçamento. "Mas muitas vezes não consigo nem encontrar medicamentos simples, como dramin e paracetamol, nos postos – estão em falta", acrescenta. Em paralelo, a mudança de hábitos para ela também chegou à cozinha – e não apenas à sua. Carvalho faz parte de uma ONG que doa marmitas e já teve de mudar o cardápio algumas vezes por causa dos preços dos ingredientes. "A princípio foi a carne, mas também os outros insumos: arroz, feijão, couve – uma verdura que deveria ser mais barata –, está tudo muito caro", diz ela. "Então nós tivemos que mudar novamente o cardápio. A gente começou fazendo picadinho, depois fizemos feijoada… Agora a gente vai tentar fazer um estrogonofe de frango, enfim, o que a gente conseguir." Alimentação e saúde também têm pesado no orçamento da aposentada Alzira de Souza, de 65 anos, que também mora em São Paulo. Para ela, uma das alternativas tem sido cortar do lazer. Com o aumento do preço dos combustíveis e do transporte por aplicativo, ela tem cada vez menos saído de casa. "Não costumo sair mais para fazer refeições fora. Antes eu fazia isso bastante; agora muito raramente eu faço porque os preços nos restaurantes também estão muito caros", conta. Como síndica do prédio em que mora, ela também viu os custos darem um salto no último ano. As despesas com itens como água, luz e gás mais que dobraram. A última assembleia de moradores foi difícil: "Ano passado não fizemos reajuste nenhum por conta da pandemia, que estava muito forte, havia muitas pessoas desempregadas, mas neste ano a gente não conseguiu não deixar sem aumento". Muita conta, pouca renda A taxa de desemprego vem caindo consistentemente desde maio, tendo recuado de 14,7% para 12,1% no trimestre encerrado em outubro, o dado mais recente da Pesquisa por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. Essa redução, contudo, vem se dando pela geração de empregos mais precários, que pagam salários menores. O cenário fica visível quando se olha o indicador de renda da mesma pesquisa: no trimestre encerrado em outubro, o rendimento médio de quem estava empregado era 11,1% menor do que o registrado no mesmo período de 2020. Essa dinâmica vem comprimindo a renda disponível das famílias, como mostra um outro indicador, desta vez do Banco Central. O comprometimento de renda das famílias atingiu em setembro (dado mais recente) seu nível máximo desde o início da série, em 2005. Cerca de 26,8% de todo o rendimento das famílias – aí incluído não apenas o do trabalho, mas de outras fontes e também benefícios como o emergencial – foi usado para pagamento de dívidas, entre empréstimos, financiamentos e despesas com cartão de crédito. Veja Mais

Sistema para consulta de dinheiro 'esquecido' em bancos só voltará a ficar disponível dia 14, informa BC

G1 Economia Ferramenta entrou em funcionamento na segunda-feira, mas na terça o sistema não suportou a grande quantidade de acessos, e o Banco Central tirou o site do ar. O sistema que permite a consulta a valores devidos por bancos a pessoas e empresas voltará a funcionar somente em 14 de fevereiro, informou o Banco Central em nota divulgada nesta quinta-feira (26). As solicitações de transferências dos valores que eventualmente estejam disponíveis poderão ser agendadas a partir de 7 de março. A ferramenta entrou em funcionamento na segunda-feira, mas na terça o sistema não suportou a grande quantidade de acessos, e o Banco Central tirou o site do ar (vídeo abaixo). Banco Central suspende sistema de consulta de dinheiro ‘esquecido’ em bancos De acordo com o BC, houve demanda muito superior à esperada, e a instituição está "investindo fortemente" na ampliação de sua capacidade de atendimento. "O BC informa que, a partir de 14/02/2022 , o cidadão poderá consultar se tem algum valor a receber. Em caso positivo, será imediatamente informado sobre a data em que poderá solicitar a transferência dos recursos para sua conta. Essas solicitações de transferências poderão ser agendadas a partir de 07/03/2022 , na data informada pelo sistema", diz o BC em nota. Ainda segundo o BC, os cidadãos não devem se preocupar com eventuais recursos que tenham a receber. "Não há risco de prescrição ou perda desses recursos, que permanecerão guardados pelas instituições financeiras à espera de seus proprietários", informou o Banco Central. Na nota, o BC faz um alerta em relação a tentativas de golpe. "O BC não entra em contato com os cidadãos. Qualquer informação sobre valores a receber só poderá ser obtida a partir de 14/02/2022 . A solicitação de resgate no SVR será feita por meio de usuário e senha e os recursos serão transferidos diretamente das instituições financeiras para os cidadãos, que não devem fazer qualquer depósito prévio a qualquer pessoa ou instituição", diz texto. BC cria sistema para cliente saber se tem dinheiro retido em banco Como funciona o serviço O serviço permite que pessoas e empresas consultem se têm valores a receber de instituições financeiras das quais já tenham sido clientes. Esses valores são, por exemplo, depósitos não retirados após encerramento de contas. Quando estava em funcionamento, o serviço podia ser acessado a partir da aba "Valores a Receber" no sistema Registrato, do Banco Central. Segundo o BC, nesta primeira fase do serviço são cerca de R$ 3,9 bilhões de valores a serem devolvidos para 24 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Os valores decorrem de: contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões. O restante dos valores será disponibilizado no decorrer deste ano de 2022, resultado de: tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. Balanço Ainda de acordo com o BC, apesar da instabilidade no sistema, 79 mil cidadãos conseguiram acessar o sistema entre segunda e terça-feira, quando o site ainda estava no ar, e concluir 8,5 mil solicitações de devolução. Esses pedidos somam cerca de R$ 900 mil e, segundo o Banco Central, "serão transferidos via PIX em até 12 dias úteis". Veja Mais

Projeção para safra e exportação de soja do Brasil recua por causa da seca, diz associação do setor

G1 Economia Estimativa para colheita foi reduzida em 4,2 milhões, para 135,8 milhões de toneladas, abaixo do recorde do ciclo anterior. Perspectiva de exportação diminuiu de 91,1 milhões de toneladas para 86,9 milhões, segundo Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Soja Divulgação/Confederação Nacional da Agropecuária A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) reduziu em 4,2 milhões de toneladas sua projeção para a safra de soja do país em 2022, agora estimada em 135,8 milhões de toneladas e abaixo do recorde obtido na temporada anterior, em função da seca na região Sul. Com isso, a perspectiva de exportação também diminuiu de 91,1 milhões de toneladas para 86,9 milhões, conforme levantamento divulgado nesta quinta-feira. Já o esmagamento segue inalterado em 48 milhões de toneladas, acompanhado de aumento de 200 mil toneladas da exportação projetada para o farelo de soja para 18,3 milhões de toneladas, em meio a problemas climáticos no maior fornecedor global do subproduto, a Argentina, e ampla demanda no sudeste asiático.  Saiba mais: De animais imersos à falta de água para beber: entenda como o contraste climático afeta produtores rurais Inflação no campo: Seca e chuva aumentam custos e devem pressionar preços dos alimentos em 2022 Produtores pedem ao governo medidas emergenciais para enfrentar seca e enchentes Seca prejudica diferentes atividades rurais no Rio Grande do Sul Veja Mais

Montadora chinesa GWM anuncia fábrica de veículos elétricos e híbridos no interior de SP

G1 Economia Great Wall comprou planta da antiga fábrica da Mercedez-Benz, em Iracemápolis. Investimento total será acima de R$ 10 bilhões e fábrica deve produzir linha de SUVs e picapes. Great Wall Motors anuncia fábrica de veículos híbridos e elétricos no Brasil Felipe Boldrini/EPTV A chinesa Great Wall Motors (GWM) anunciou nesta quinta-feira (27) a produção de veículos híbridos e elétricos em uma fábrica em Iracemápolis, interior de São Paulo. Será a maior operação da montadora fora da China, com capacidade produtiva de 100 mil veículos. Com uma oferta de modelos híbridos e elétricos, que ainda estão em desenvolvimento, empresa vai fazer seu primeiro lançamento no final deste ano. A expectativa é gerar 2 mil empregos até 2025. Segundo a GWM, o objetivo é se tornar um centro de exportação para a América Latina e ajudar a desenvolver o mercado brasileiro, com tecnologia eletrificada e inteligente em seus produtos, em uma fábrica modernizada, além de estimular a indústria local de fornecedores com a nacionalização de componentes e de criar uma rede de eletropostos. A GWM comprou a planta da antiga fábrica de automóveis premium da Mercedes-Benz. A venda inclui o terreno de 1,2 milhão de metros quadrados, com todos os prédios e os equipamentos de produção. A fábrica passará por uma modernização inicial até o final de 2022, que incluirá processos digitais na produção e linha de montagem inteligente. Operação no Brasil No Brasil, a GWM vai lançar uma linha de produtos que terá somente SUVs e picapes híbridos e elétricos. A escolha por esses dois segmentos foi feita para atender o desejo do consumidor brasileiro, segundo a montadora. Em 2021 houve crescimento de 26% na venda de SUVs e de 25% no segmento de picapes, de acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A fábrica terá sistema de produção inteligente e capacidade de produção instalada de 100 mil veículos por ano, com expectativa de faturamento anual de R$ 30 bilhões em 2025. A previsão é que o primeiro veículo produzido no Brasil seja lançado no segundo semestre de 2023. Considerada a sétima montadora mais valiosa do mundo em outubro de 2021, a GWM é líder entre os utilitários esportivos médios no mercado chinês, o maior do mundo, com o modelo Haval H6, por 11 anos seguidos. A empresa também ostenta o título de quarta maior fabricante global de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 24 anos consecutivos, onde a montadora tem uma participação acima de 50%. Great Wall Motors anuncia fábrica de veículos híbridos e elétricos no Brasil Felipe Boldrini/EPTV Investimentos Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM investirá mais de R$ 10 bilhões na montadora no Brasil. Serão dois ciclos de investimento na fábrica em Iracemápolis: cerca de R$ 4 bilhões de 2022 a 2025 e R$ 6 bilhões entre 2026 e 2032. “O mercado brasileiro não é apenas o líder na América Latina, mas também um dos dez maiores mercados onde a GWM inicia a produção local fora da China. O Brasil é definitivamente nosso pilar estratégico para fazer acontecer a nossa meta para 2025”, afirma Koma Li, Chief Operating Officer (COO) da GWM Brasil. A empresa informou que apoiará a cadeia brasileira de fornecedores, realizando investimentos e promovendo o desenvolvimento da indústria local. Haverá um plano para produzir peças, com o objetivo de alcançar um índice de nacionalização de 60% até 2025. A GWM Brasil também tem como meta o suporte à criação de uma rede de eletropostos com parcerias locais ou operação direta nos principais centros urbanos até 2025. GWM anuncia fábrica de veículos elétricos e híbridos no Brasil Divulgação/GWM Veículos eletrificados com alto nível de tecnologia A GWM vai oferecer tecnologia tanto com plataformas eletrificadas (híbridos, híbridos plug-in e veículos elétricos), como também plataformas inteligentes de conectividade. Os veículos com motorização híbrida vão unir sustentabilidade e o prazer de dirigir com opções de configuração que variam de 230 cv a 430 cv de potência e 410 Nm a 762 Nm de torque. Na prática, esses números se traduzem em aceleração de 0 a 100 quilômetros por hora de 7,2 segundos a apenas 4,8 segundos e consumo de combustível de 75 quilômetros por litro a 208, no uso combinado do motor elétrico com o motor a combustão como apoio. Segundo a GWM, esses valores de consumo só são possíveis porque a montadora vai oferecer no Brasil o híbrido plug-in com a maior autonomia elétrica do mundo, de 200 quilômetros. Esse modelo ainda é capaz de recarregar 80% da sua bateria em apenas 30 minutos. Todos os modelos produzidos no Brasil terão recursos de conectividade e sistemas semiautônomos de segurança Nível 2 de série, além de permitir o uso do comando por voz para controlar as funções do veículo, como fechar vidros ou abrir o teto solar. Os veículos da GWM no Brasil também estarão prontos para suportar o recurso de conectividade 5G. A GWM desenvolveu o primeiro sistema de veículo híbrido do mundo que conta com a tecnologia de atualização Over The Air (OTA), que trará atualizações de software e firmware pelo ar para o carro, não só para o multimídia, mas para todo o sistema do veículo, como módulos dos motores e hardware de direção semiautônoma. Etanol como fonte de hidrogênio Outra novidade tecnológica é que a GWM já está iniciando parcerias para estudos de uso de etanol como fonte de geração de hidrogênio para veículos com célula de combustível. "A GWM é a primeira empresa na China que forma parte da Comissão Internacional do Hidrogênio e tem vários projetos de pesquisa para as diferentes aplicações desse gás como elemento de propulsão. Pretendemos utilizar a unidade no Brasil como base de conhecimento na realização de acordos com universidades e centros tecnológicos brasileiros, visando desenvolver pesquisa que, por exemplo, inclua o uso do etanol como fonte de hidrogênio”, comenta Pedro Bentancourt, Chief Relations Officer (CRO) da GWM Brasil. GWM anuncia fábrica de veículos híbridos e elétricos no Brasil Divulgação/GWM Três marcas Para diversificar a atuação da montadora no Brasil, a GWM vai contar com três marcas, uma para cada linha de produtos. A Haval vai comercializar apenas SUVson-road inteligentes, a Tank contará com SUVs off-road de luxo e a Poer terá picapes inteligentes. Até 2025, no primeiro ciclo de investimento, serão lançados 10 modelos, com previsão de chegada do primeiro veículo no quarto trimestre deste ano, como importado. O primeiro veículo produzido no Brasil será lançado no segundo semestre de 2023. O lançamento no mercado brasileiro contará apenas com a próxima geração de modelos globais, que ainda não foi apresentada em nenhum mercado do mundo e já está sendo desenvolvida levando em consideração as exigências da realidade dos consumidores brasileiros. Em um segundo momento, virá a linha Ora, uma marca premium exclusivamente movida a bateria. Ela será a primeira marca pura 100% de carros elétricos no Brasil. GWM no mundo Fundada em 1984, a montadora chinesa tem atuação global, que envolve mais de 60 países, 70 mil funcionários e conta com 10 centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) espalhados por sete nações ao redor do mundo. Desde o início da operação da marca foram vendidos mais de 5 milhões de SUVs (utilitários esportivos) e 2 milhões de picapes. Em 2021, a empresa comercializou 1,28 milhão de veículos no mundo, um crescimento de 15,2% sobre o ano anterior. Para 2025, a previsão é atingir 4 milhões de veículos, sendo 85% deles Veículos de Nova Energia (eletrificados), com um faturamento estimado em US$ 95 bilhões. Para atingir esse objetivo, o investimento global acumulado em P&D em cinco anos será superior a US$ 15 bilhões. Até 2023, a equipe global de P&D dobrará das atuais 15 mil para 30 mil pessoas. Entre elas, o número de técnicos especializados em desenvolvimento de software chegará a 10 mil. VÍDEOS: Veja reportagens sobre a região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba Veja Mais

Bovespa opera em alta apesar de clima negativo no exterior

G1 Economia Na quarta-feira (26), o principal índice da bolsa avançou 0,98%, a 111.289 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em alta nesta quinta-feira (27), apesar do clima negativo nos mercados externos, após o banco central dos Estados Unidos alertar, na véspera, que deve aumentar as taxas de juros do país 'em breve'. Às 10h04, o Ibovespa subia 0,37%, a 111.702 pontos. Veja mais cotações. Na quarta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,98%, a 111.289 pontos. Com o resultado acumulou alta de 2,15% na semana e de 6,17% no ano. s Cenário No cenário interno, a FGV informou mais cedo que a confiança da indústria voltou a recuar em janeiro, na 6ª queda consecutiva, para o menor nível desde julho de 2020. Na quarta-feira (26), o Federal Reserve (banco central dos EUA) manteve as taxas de juros do país inalteradas na faixa entre 0% e 0,25%. O Fed sinalizou, no entanto, que deve aumentar as taxas de juros de março e reafirmou os planos de encerrar suas compras de títulos no mesmo mês antes de lançar uma redução significativa em seus ativos. As decisões combinadas completarão uma mudança da política monetária flexível que definiu a era da pandemia em direção a uma luta mais urgente contra a inflação. "Com a inflação bem acima de 2% e um mercado de trabalho forte, o Comitê espera que em breve seja apropriado aumentar a meta para a taxa de fundos federais", disse o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), em comunicado. Os investidores também seguem monitorando o noticiário em torno das tensões na Ucrânia, que têm potencial de "fazer preço em um movimento de aversão ao risco" ao longo da sessão, disse Netto. Veja Mais

Desemprego na Espanha retorna ao nível pré-pandemia

G1 Economia Número de candidatos a emprego caiu em todos os setores da economia, em especial em serviços; houve queda de 24,4% na quantidade de desempregados na faixa etária de 20 a 24 anos. A taxa de desemprego em Espanha caiu de forma acentuada em 2021 e, no período de 12 meses, passou de 16,13% para 13,3% da população ativa - anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE), nesta quinta-feira (27). Hoje, este índice se encontra em um nível anterior à pandemia da Covid-19. No total, 3,1 milhões de pessoas estavam registradas como candidatas a uma vaga no final de dezembro na quarta economia da zona do euro. No final de setembro, eram 3,42 milhões, e cerca de 3,7 milhões há um ano, detalhou o instituto. O dado no final de 2021 é inferior ao que a Espanha mostrava antes da pandemia da covid-19: 3,19 milhões de desempregados no final de 2019, ou 13,8% da população ativa. O número confirma "a extraordinária recuperação do mercado de trabalho espanhol após uma pandemia", comemorou a vice-presidente de Assuntos Econômicos, Nadia Calviño, em entrevista à rádio pública RNE. "Não víamos estes níveis desde antes da crise financeira" de 2008, completou. "A maior criação de empregos desde 2005. (...) A EPA (pesquisa de população ativa) volta a corroborar que a recuperação justa avança na Espanha", tuitou o primeiro-ministro do país, o socialista Pedro Sánchez. O número confirmado hoje não leva em consideração as pessoas inscritas em desemprego parcial, no âmbito do mecanismo implementado para enfrentar a crise sanitária. No final de dezembro, eram cerca de 102 mil pessoas, segundo o Ministério da Previdência Social. Em vigor desde abril de 2020, este dispositivo permite às empresas afetadas por restrições sanitárias se beneficiarem de auxílios públicos e foi prorrogado até 28 de fevereiro pelo governo. Tradicionalmente elevado na Espanha, o número de desempregados na faixa etária de 20 a 24 anos retrocedeu 24,4% em ritmo anual, segundo o INE. De acordo com o instituto público, o número de candidatos a emprego caiu em todos os setores da economia. O retrocesso mais notável foi no setor de serviços (440.500 menos pessoas em busca de uma vaga), um setor-chave da economia espanhola, altamente dependente do turismo. As regiões que mais se beneficiaram com a recuperação foram Catalunha (-142.500 solicitantes de emprego), Madri (-122.500) e Andaluzia (-85.500). A Espanha foi uma das economias ocidentais mais atingidas pela pandemia em 2020, com uma queda de 10,8% em seu Produto Interno Bruto (PIB). Naquele ano, o país terminou com meio milhão de desempregados adicionais, sobretudo, em turismo e hotelaria. Veja Mais

Banco central dos EUA diz que juros podem subir em breve

G1 Economia Nesta quarta-feira (26), o Federal Reserve deixou as taxas do país inalteradas na faixa entre 0% e 0,25%. Sede do Federal Reserve em Washington, nos Estados Unidos Chris Wattie/Reuters O Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) sinalizou nesta quarta-feira (26) que deve aumentar as taxas de juros dos Estados Unidos em março e reafirmou os planos de encerrar suas compras de títulos no mesmo mês antes de lançar uma redução significativa em seus ativos. Na reunião encerrada nesta quarta, o Fed manteve as taxas de juros do país na faixa entre 0% e 0,25%. As decisões combinadas completarão uma mudança da política monetária flexível que definiu a era da pandemia em direção a uma luta mais urgente contra a inflação. "Com a inflação bem acima de 2% e um mercado de trabalho forte, o Comitê espera que em breve seja apropriado aumentar a meta para a taxa de fundos federais", disse o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) do banco central em um comunicado de política monetária. Juros mais altos nos Estados Unidos tendem a elevar a rentabilidade de se investir nos títulos soberanos dos EUA, considerados o ativo mais seguro do mundo, o que em tese pode aumentar o ingresso de recursos no país e, consequentemente, apoiar o dólar. Veja Mais

Dívida pública sobe 12% em 2021, para R$ 5,61 trilhões

G1 Economia Crescimento foi menor do que o registrado em 2020, quando dívida teve alta recorde de R$ 761 bilhões, impulsionada pelos gastos elevados com a Covid-19. A dívida pública federal, que inclui os endividamentos do governo dentro do Brasil e no exterior, teve aumento de 12% em 2021, para R$ 5,613 trilhões, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta quarta-feira (27). Em 2020, a dívida estava em R$ 5,009 trilhões. O crescimento de R$ 604 bilhões na dívida pública, no ano passado, menor do que o registrado no ano anterior — quando o endividamento teve uma alta recorde de R$ 761 bilhões impulsionado por gastos extraordinários elevados relacionados com a Covid-19. No último ano, apesar da redução do distanciamento social, o governo ainda efetuou despesas com a pandemia. Foram gastos R$ 109,3 bilhões, o que representa forte queda em relação ao valor de R$ 524 bilhões registrado em 2020. Os dados são do painel de monitoramento dos gastos da União com combate à Covid-19, do Tesouro Nacional. A dívida pública é a emitida pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal, ou seja, para pagar despesas que ficam acima da arrecadação com impostos e tributos. A expectativa inicial do Tesouro Nacional, divulgado antes do início da pandemia, em janeiro do ano passado, era de que a dívida poderia subir mais em 2021, para até R$ 5,9 trilhões. Posteriormente, em maio do ano passado, o teto estimado para a dívida no último ano passou para R$ 5,8 trilhões. Veja Mais

Concursos públicos e processos seletivos estão com vagas abertas em cidades do Oeste Paulista

G1 Economia Oportunidades são em Adamantina (SP), Ouro Verde (SP), Presidente Prudente (SP), Rancharia (SP) e Sandovalina (SP). Interessados devem se inscrever pela internet. Prudenco abre vagas para concurso público Wellington Roberto/g1 Nesta quarta-feira (26), cidades do Oeste Paulista oferecem vagas para concursos públicos e processos seletivos. Etec Rancharia A Escola Técnica Estadual Deputado Francisco Franco (Etec) em Rancharia (SP) anunciou a realização de um novo processo seletivo para a formação de cadastro reserva. De acordo com o edital de abertura, há oportunidade disponível no componente curricular (habilitação) de Animais de Pequeno Porte (Agropecuária Integrado ao Ensino Médio (MTec - Programa Novotec Integrado) - MTec-PI). A remuneração prevista é de R$ 18,35 por hora-aula. As inscrições devem ser deitas pela internet até o dia 8 de fevereiro. Faculdade de Tecnologia Presidente Prudente A Faculdade de Tecnologia de Presidente Prudente (Fatec) abriu inscrições para processo seletivo que visa contratar professor de ensino superior. De acordo com o edital, há uma vaga disponível para a área de Ciências Políticas e Econômicas/Marketing e Publicidade, na disciplina de Consumo e Comportamento O salário previsto é de R$ 31,03 por hora-aula ministrada. As inscrições devem ser feitas até 27 de janeiro, pelo site. Ouro Verde A Prefeitura de Ouro Verde (SP) abriu inscrições para concurso público para a contratação de profissionais e também para formação de cadastro reserva. Conforme o edital, há chances aos cargos de agente de setor de tributos (1); escriturário (1); professor de ensino fundamental II - língua portuguesa (1); psicólogo (1) e trabalhador de serviços gerais (5). Ao ser contratado, o profissional deverá exercer jornadas de 30 a 40 horas semanais, referente a remuneração mensal que alterna entre R$ 1.214,00 a R$ 2.161,68. Os interessados podem se inscrever até o dia 30 de janeiro, pela internet. Sandovalina A Prefeitura de Sandovalina abriu vagas para processo seletivo que tem como objetivo a formação de cadastro reserva. Conforme o edital, as oportunidades são para os cargos de: Monitor (masculino); Monitor (feminino); Monitor (masculino) para ônibus escolares; Monitor (feminino) para ônibus escolares; Professor de creche (habilitado); Professor de creche (estudante); Professor de Educação Básica I (habilitado); Professor de Educação Básica I (estudante); Professor de Educação Especial (habilitado); Professor de Educação Básica II - arte (habilitado); Professor de Educação Básica II - arte (estudante); Professor de Educação Básica II - ciências (habilitado); Professor de Educação Básica II - ciências (estudante); Professor de Educação Básica II - educação física (habilitado); Professor de Educação Básica II - geografia (habilitado); Professor de Educação Básica II - geografia (estudante); Professor de Educação Básica II - história (habilitado); Professor de Educação Básica II - história (estudante); Professor de Educação Básica II - inglês (habilitado); Professor de Educação Básica II - inglês (estudante); Professor de Educação Básica II - língua Portuguesa (habilitado); Professor de Educação Básica II - língua Portuguesa (estudante); Professor de Educação Básica II - matemática (habilitado); e Professor de Educação Básica II - matemática (estudante). Aos profissionais admitidos, estes irão desempenhar funções em carga horária de 40 horas semanais e contarão com salários de R$ 1.027,04 ao mês ou de R$ 11,88 a 13,27 por hora-aula. As inscrições devem ser feitas pela internet até dia 31 de janeiro. Companhia Prudentina de Desenvolvimento A Companhia Prudentina de Desenvolvimento (Prudenco) abriu vagas para concurso público. Ao todo, serão preenchidas 152 vagas. Os cargos, conforme o edital, são: Borracheiro (1); Coletor (20); Frentista Abastecimento (3); Funileiro (1); Lubrificador (3); Margarida (20); Técnico de Segurança do Trabalho (1); Motorista (2); Motorista Trator (5); Operador de Máquinas - GP (3); Operador de Máquinas - MP (2); Operador de Máquinas - PP (3); Pedreiro (5); Pintor Imobiliário (2); Serralheiro (1); Servente de Pedreiro (5); Serviços Gerais (12); Soldador (1); Varredor (30); Almoxarife (2); Assistente Administrativo (1); Assistente Comercial (1); Assistente de Planejamento (1); Auxiliar de Compras (1); Auxiliar de Enfermagem do Trabalho (1); Comprador Junior (2); Eletricista de Autos (2); Eletricista Predial (1); Escriturário I (5); Telefonista (2); Mecânico de Veículos Pesados - MQ (2); Advogado Pleno (1); Analista de Recursos Humanos Junior (2); Analista de Sistemas Júnior (2); Analista Fiscal Junior (1); Assistente Social (1); Psicólogo (1); Controlador de Patrimônio (1); Engenheiro Civil (1); Médico do Trabalho (1); e Pregoeiro (1). A remuneração varia entre R$ 1.154,93 e R$ 7.613,90. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 14 de fevereiro. Centro Universitário de Adamantina O Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) está com inscrições abertas de processo seletivo de cadastro de reserva para a contratação temporária de docentes. De acordo com o edital nº 01/2022, há vagas destinadas aos cursos de educação física, engenharia civil, medicina e medicina veterinária. As inscrições seguem até o dia 26 de janeiro exclusivamente pelo site. A taxa de R$ 150 deverá ser paga até o dia 27. A contratação será por prazo determinado de 12 meses, podendo ser prorrogado por uma única vez, conforme a lei municipal n° 3.711, de 25 de abril de 2016. Para a graduação em educação física, a disciplina é a de Aprendizagem e Controle Motor. O curso de engenharia civil possui vaga para Ciência e Tecnologia dos Materiais. Já medicina possui três disciplinas disponíveis: Anestesiologia, Medicina do Trabalho e Psiquiatria. O bacharelado em medicina veterinária tem inscrição aberta para a disciplina de Clínica Médica de Animais de Grande Porte. No ato da inscrição, o candidato deverá anexar documento de identificação com foto, currículo Lattes e documentos comprobatórios para fins da análise de títulos. Será assegurada aos candidatos com deficiência a reserva de 5% das vagas existentes e das que vierem a existir dentro do prazo de validade do processo seletivo, cujas atribuições para o cargo sejam compatíveis com a deficiência. O sorteio do tema e a prova didática serão realizados via Google Meet. Os links das respectivas salas remotas serão disponibilizados na homologação das inscrições. A primeira fase, que compreende a Prova Didática, valerá 100 pontos e tem caráter eliminatório e classificatório, com peso dois. Já a segunda fase, de Prova de Títulos, vale 100 pontos e tem caráter classificatório com peso um. A aprovação será considerada para quem obtiver pontuação igual ou superior a 70 pontos na Prova Didática. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em g1 Presidente Prudente e Região. Veja Mais

Investimento estrangeiro no Brasil sobe 23% em 2021 e soma US$ 46,4 bilhões, diz Banco Central

G1 Economia Valor foi suficiente para superar rombo das contas externas, que chegou a US$ 28,1 bi (alta de 15% sobre 2020). Resultado, porém, ficou abaixo do que previa o próprio BC (US$ 52 bi). O Banco Central informou nesta quarta-feira (26) que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 46,441 bilhões em 2021. O resultado representa aumento de 22,9% na comparação com 2020, quando os investimentos estrangeiros no Brasil somaram US$ 37,786 bilhões. Apesar de o resultado ter sido positivo na comparação com 2020, no mês passado, o BC estimou que os investimentos diretos de estrangeiros no país somariam US$ 52 bilhões., portanto, o resultado ficou abaixo do esperado. A previsão do BC é que, em 2022, os investimentos cheguem a US$ 55 bilhões. Em dezembro do ano passado, ainda segundo o BC, os investimentos estrangeiros direto no país ficaram negativos em US$ 3,935 bilhões. Isto é: em dezembro, houve mais retorno do que entrada de recursos. De acordo com dados oficiais, os investimentos estrangeiros foram suficientes para cobrir o rombo das contas externas no ano passado (leia mais abaixo). Quando o déficit não é "coberto" pelos investimentos estrangeiros, o país tem de se apoiar em outros fluxos, como ingresso de recursos para aplicações financeiras, ou empréstimos buscados no exterior, para fechar as contas. Contas externas As contas externas registraram déficit de US$ 28,110 bilhões em todo ano de 2021, de acordo com números do Banco Central. Isso representa um aumento de 14,8% na comparação com o ano de 2020, quando o resultado negativo somou US$ 24,492 bilhões. Esse também foi o maior rombo para um ano fechado desde 2019, quando foi registrado um déficit de US$ 65 bilhões. O resultado de transações correntes, um dos principais do setor externo do país, é formado pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior). O aumento no déficit das contas externas está relacionado principalmente com o aumento das remessas de lucros e dividendos das empresas — que avançaram de US$ 16,823 bilhões, em 2020, para US$ 29,847 bilhões no ano passado. O rombo externo piorou apesar da melhora na balança comercial brasileira. Para 2022, a instituição projetou que o déficit em transações correntes somará US$ 21 bilhões. VÍDEOS: notícias sobre economia Veja Mais

Confira as 395 vagas de emprego oferecidas através da Agência do Trabalho em Pernambuco nesta quarta-feira

G1 Economia Oportunidades foram disponibilizadas em 20 cidades e, do total, há sete postos de trabalho para pessoas com deficiência. Há oportunidades de emprego com carteira de trabalho assinada Jorge Júnior/Rede Amazônica As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta quarta-feira (26), 395 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 20 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e sete delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Uma das funções com mais vagas disponíveis é a de pedreiro, com oportunidades em Belo Jardim (15), Caruaru (2), Petrolina (24) e Serra Talhada (10). Para quem quer trabalhar como vendedor, há vagas em Garanhuns (1), Petrolina (33), Recife (16) e Vitória de Santo Antão (5)(veja lista completa mais abaixo). As 395 oportunidades foram disponibilizadas para as cidades Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paudalho, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. LEIA TAMBÉM: Concurso para Câmara de Jaboatão tem 33 vagas Jaboatão faz seleção com 424 vagas e salários de até R$ 3 mil Em Moreno, prefeitura oferta 217 oportunidades de emprego Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. A Agência do Trabalho localizada no município de Palmares fica fechada nesta semana, após quatro funcionários serem diagnosticados com Covid, segundo a gerência de intermediação de vagas. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos Veja Mais

Para Guedes, ingresso do Brasil na OCDE será mais rápido que o dos demais países aprovados

G1 Economia O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou ao blog que o Brasil é o país com as condições mais avançadas entre as seis nações que tiveram aprovados nesta terça-feira (25) os processos para adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Por isso, Guedes disse acreditar em um “fast track”, pelo qual o Brasil cumpriria em menos tempo as metas exigidas pela organização — em geral, esse caminho leva mais de três anos. O ministro enviou carta à organização na última sexta-feira informando que o Brasil havia aprovado as últimas medidas exigidas para ter o processo de adesão iniciado e solicitar o ingresso na entidade. Na manhã desta terça, Guedes foi avisado de que a aprovação viria no mesmo dia. O Brasil trabalha desde 2017 para ter aceito o processo de entrada na OCDE. Chamado de "clube dos países ricos", a organização é considerada um importante passo para a troca de experiências e ganho de conhecimento. Tende a levar à diminuição de tarifas e impostos de exportação e importação, atrair investimentos e pode acelerar o desenvolvimento dos países. Em 2020, os EUA confirmaram o apoio ao ingresso do Brasil (vídeo abaixo). Estados Unidos confirmam apoio à entrada do Brasil na OCDE Segundo um integrante da equipe econômica, entrar na OCDE “significa receber grau de investimento em matéria regulatória e fará investidores olharem o Brasil de outra forma”. Ao falar do "fast track" brasileiro, Paulo Guedes afirmou que o Brasil já participa dos dois fóruns obrigatórios, já aderiu a quatro dos sete instrumentos para acesso, além de já ter aderido a 103 instrumentos legais, de 251 necessários. Além do Brasil, a OCDE aprovou os processos para Argentina, Peru, Romênia, Bulgária e Croácia. Veja Mais

Petrobras registra 1.370 casos de Covid, mas não vê impacto significativo na operação

G1 Economia Alta de contaminações não trazia impacto significativo nas operações em razão de afastamentos de colaboradores, segundo a estatal. A Petrobras registrava na segunda-feira (24) cerca de 1.370 casos confirmados de Covid-19 entre os seus quase 40 mil empregados, informou a empresa nesta terça. Reflexo do avanço do vírus no Brasil, a alta de contaminações não trazia impacto significativo nas operações em razão de afastamentos de colaboradores, segundo a estatal. Em nota, a empresa observou que "todos os novos casos confirmados na companhia são assintomáticos ou com sintomas leves". Sede da Petrobras, localizada na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro, passará pela sua primeira reforma completa desde que foi inaugurado, no começo dos anos 1970 André Motta de Souza / Agência Petrobras "Observa-se o aumento dos casos de Covid-19 em todo o Brasil e esse aumento de incidência no país tem reflexo também na indústria de petróleo e gás", disse a Petrobras. A petroleira afirmou ainda que suas atividades operacionais "são desempenhadas de forma segura de acordo com os mais rigorosos padrões de segurança e protocolos de saúde". Dentre as medidas adotadas, a empresa apontou testagem; distanciamento físico; uso obrigatório de máscaras; procedimentos de higienização e limpeza de mãos, ambientes e equipamentos; adequação de efetivo; isolamento imediato e desembarque dos casos suspeitos e seus contactantes. Veja Mais

Confiança do comércio sobe para maior nível desde início da pandemia, diz CNC

G1 Economia Presidente da entidade avalia que resultado da pesquisa reflete o avanço da vacinação e uma relativa volta à normalidade, em termos de circulação social. Favorecido por avanço mais ágil de vacinação e melhor flexibilização social, em meio à pandemia, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), subiu 1,4% em janeiro ante dezembro, para 121,1 pontos, informou a entidade nesta terça-feira (25). Confiança do consumidor começa 2022 em queda, aponta FGV Com o aumento, o indicador atingiu maior patamar desde março de 2020 (128,4 pontos) e melhor do que observado no mesmo mês do ano passado (105,8 pontos). Na comparação com janeiro de 2021, o crescimento do índice foi de 14,5%. Os três tópicos componentes do índice tiveram altas tanto na comparação com dezembro de 2021, quanto em relação a janeiro do ano passado. É o caso dos aumentos, observados respectivamente nessas duas comparações, em condições atuais, de 0,6% e de 24,4%; em expectativas, de 1,5% e de 7,5%; e de intenções de investimentos, de 1,8% e de 16,5%. Em comunicado sobre o resultado do indicador, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, detalhou que os resultados da pesquisa refletem o avanço da vacinação e a consequente relativa volta à normalidade, em termos de circulação social, após as restrições delineadas para prevenir contágio por covid-19. "Mesmo com a propagação da variante ômicron, a vacina tem garantido um impacto menor da covid-19 na população, com sintomas mais leves e redução da taxa de mortalidade. Esse sentimento de segurança vem contribuindo para que os empresários já enxerguem uma pequena melhora nas condições econômicas, no curto prazo", afirmou, no informe sobre o índice. Já para a economista da CNC responsável pelo estudo, Catarina Carneiro da Silva, o resultado sinaliza que a maior parte dos empresários está mais confiante com relação à economia e especificamente sobre os desdobramentos em seu próprio negócio. No indicador de janeiro, para 54,7% das empresas, a expectativa é que a economia melhore ligeiramente no futuro, segundo a entidade. Veja Mais

Site do BC fica fora do ar após abertura de consulta a valores devidos por bancos

G1 Economia Banco Central diz que demanda por consulta foi 'acima da esperada', mas não confirmou se essa foi razão da queda do site. Serviço está disponível desde segunda (24). A página do Banco Central na internet ficou fora do ar na manhã desta terça-feira (25), um dia após a instituição disponibilizar um novo sistema para consultas de valores devidos por bancos a pessoas e empresas. Questionado, o Banco Central confirmou que o sistema recebeu demanda acima da esperada, mas não deixou claro se essa foi a causa da queda do site nesta terça. "O Sistema Valores a Receber (SVR) recebeu demanda acima da esperada e estamos ajustando a capacidade de atendimento", informou a instituição. Esse novo sistema permite que pessoas e empresas consultem se têm valores a receber de instituições financeiras das quais já tenham sido clientes. Esses valores são, por exemplo, depósitos que não foram retirados por esses clientes após encerramento de contas. BC cria sistema para cliente saber se tem dinheiro retido em banco Caso tenha valores a resgatar, o cliente poderá receber o dinheiro de duas formas: diretamente via PIX na conta indicada no sistema do Registrato, para bancos e instituições financeiras que aderiam a um termo específico junto ao BC; em um meio de pagamento ou transferência a ser informado pela instituição bancária, nos demais casos. Aqui, o beneficiário informará seus dados de contato no sistema para receber a comunicação. O serviço pode ser acessado a partir da aba "Valores a Receber" no sistema Registrato, por meio do site do Banco Central. Para acessar o site, o cliente fazer um cadastro, pela internet, junto ao Banco Central. Caso o cliente solicite o resgate e o banco não envie o dinheiro, o BC orienta que seja feita reclamação nos canais de atendimento da própria instituição financeira, a exemplo do SAC. Na sequência, os clientes devem recorrer às ouvidorias dos bancos. Se ainda assim o problema não for resolvido, os cidadãos podem registrar uma reclamação no Banco Central. Até R$ 8 bilhões Segundo o Banco Central, nesta primeira fase do serviço são cerca de R$ 3,9 bilhões de valores a serem devolvidos para 24 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Os valores decorrem de: contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível; tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o Banco Central; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito; e recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões. O restante dos valores será disponibilizado no decorrer deste ano de 2022, fruto de: tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, previstas ou não em Termo de Compromisso com o BC; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível; contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários encerradas com saldo disponível; e outras situações que impliquem em valores a devolver reconhecidas pelas instituições. Publicidade Na época em que anunciou a criação da funcionalidade, o Banco Central disse que objetivo do sistema é dar publicidade a valores que clientes de instituições financeiras têm direito e, muitas vezes, nem sabem. "Além disso, a perspectiva de recebimento de valores baixos pode não motivar as pessoas a procurarem as instituições financeiras com as quais mantém ou mantiveram relacionamento atrás de informações”, afirmou o BC em nota na época. A autoridade monetária informa que as informações disponibilizadas no novo serviço são de responsabilidade das próprias instituições. "Em algumas situações, os saldos a receber podem ser de pequeno valor, mas pertencem aos cidadãos que agora possuem uma forma simples e ágil para receber esses valores", diz o Banco Central em nota divulgada nesta segunda. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Biden xinga jornalista na Casa Branca; veja vídeo

G1 Economia Presidente dos EUA chamou repórter da Fox News de 'idiota filho da p...', possivelmente sem saber que microfone à sua frente estava ligado. Depois, ligou para o jornalista. Biden é flagrado xingando jornalista O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, insultou na segunda-feira (24) um repórter da rede de TV Fox News (veja no vídeo acima). Depois, ligou para o jornalista. A agressão verbal ocorreu no final de uma sessão de fotos na Casa Branca, e Biden possivelmente não sabia que o microfone à sua frente estava ligado. Quando os repórteres deixavam a sala, o jornalista Peter Doocy, da rede de televisão Fox News, perguntou se o presidente americano achava que a inflação seria um passivo político. A Fox News é um dos canais favoritos dos conservadores e também do ex-presidente Donald Trump, que perdeu a eleição para Biden mas até hoje não aceita a derrota. "É um grande trunfo. Mais inflação", ironizou Biden. "Que idiota filho da p...", murmurou em seguida. Doocy depois revelou que o presidente o telefonou e afirmou que "não era nada pessoal, amigo". "Fiz questão de dizer a ele que eu sempre vou tentar perguntar algo diferente do que todo mundo está perguntando. E ele disse: 'Você tem que'. E isso foi o presidente que disse, então eu vou continuar fazendo isso", afirmou o repórter da Fox News. Queda de popularidade Biden, que completou um ano no cargo no dia 20, enfrenta uma forte queda de popularidade, segundo pesquisas, devido à inflação em alta e o impacto da variante ômicron do novo coronavírus nos EUA. A gestão do democrata também é criticada por problemas de imigração na fronteira com o México e na política internacional, devido ao fracasso da retirada das tropas americanas do Afeganistão. Com a queda de popularidade de Biden, os democratas podem perder a maioria no Congresso nas eleições de meio de mandato que ocorrerão no fim do ano. VÍDEOS: as últimas notícias internacionais Veja Mais

INSS começa a pagar aposentadorias com reajuste nesta terça-feira

G1 Economia Para aqueles que recebem um salário mínimo, os depósitos referentes a janeiro serão feitos entre os dias 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Segurados com renda mensal acima do piso nacional terão seus pagamentos creditados a partir de 1 de fevereiro. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar nesta terça-feira (25) os benefícios com reajustes para aposentados e pensionistas. O calendário será seguido de acordo com o número do benefício do segurado. Para aqueles que recebem um salário mínimo, os depósitos referentes a janeiro serão feitos entre os dias 25 de janeiro e 7 de fevereiro. Segurados com renda mensal acima do piso nacional terão seus pagamentos creditados a partir de 1 de fevereiro. Veja abaixo o calendário: calendário de pagamento de benefícios em 2022 Divulgação Atualmente, são mais de 36 milhões de pessoas com direitos a benefícios do INSS no país. Os aposentados e pensionistas que recebem benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 10,16% na remuneração - o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.433,57 a R$ 7.087,22. Benefícios do INSS têm reajuste de 10,16% e teto sobe para R$ 7.087 Já para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Veja abaixo como ficam os valores reajustados de acordo com o novo salário mínimo e INPC – valores referentes a mais de um salário mínimo englobam quem já estava recebendo os pagamentos em 1º de janeiro de 2021. Reajuste dos benefícios do INSS Economia g1 Reajuste para quem começou a receber em 2021 Os segurados que começaram a receber a partir de fevereiro de 2021 terão percentual menor de reajuste porque não receberam 12 meses cheios de pagamentos. Assim, o percentual de reajuste fica menor quanto mais recente for a data de início do benefício. Veja abaixo: Beneficiários que começaram a receber em 2021 Economia g1 Comparativo dos reajustes Com o reajuste de 10,16% para beneficiários do INSS que recebem valores acima de um salário mínimo, o aumento será pouco menor que o do salário mínimo, que teve alta de 10,18%, ou de R$ 112 em relação ao valor vigente (R$ 1.100) no ano passado, mas incorporou quase R$ 2 como compensação pelo reajuste do salário mínimo abaixo da inflação em 2021. Em 2021, o reajuste foi de 5,45% para beneficiários do INSS que recebem acima de 1 salário mínimo. Já para quem ganhava 1 salário mínimo, o percentual foi de 5,26%. Alíquotas de contribuição ao INSS O reajuste também se reflete na cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS. Para empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos, a tabela de recolhimento passa a ser: 7,5% para até um salário mínimo (R$ 1.212) 9% para quem ganha entre R$ 1.212,01 e R$ 2.427,35 12% para quem ganha entre R$ 2.427,36 e R$ 3.641,03 14% para quem ganha entre R$ 3.641,04 e R$ 7.087,22 Esses novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro, pois são relativos aos salários de janeiro. Os recolhimentos relativos aos salários de dezembro de 2021 e efetuados em janeiro deste ano ainda seguem a tabela anterior. Vale lembrar que, com a reforma da Previdência de 2019, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de um salário mínimo, ele paga 7,5% de alíquota de contribuição sobre R$ 1.212 e outros percentuais no que exceder esse valor, de acordo com a tabela abaixo: Novos valores de contribuição ao INSS Juan Silva/G1 Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,80 de contribuição. Quem ganha R$ 2.000 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre R$ 788 (R$ 70,92), totalizando R$ 161,82. Já quem ganha R$ 4.500 terá a seguinte contribuição, seguindo as faixas de valores da tabela acima: Paga 7,5% sobre R$ 1.212: R$ 90,90 de contribuição Mais 9% sobre R$ 1.215,35, que é a diferença de R$ 2.427,35 de R$ 1.212: R$ 109,38 Mais 12% sobre R$ 1.213,68, que é a diferença de R$ 3.641,03 de R$ 2.427,35: R$ 145,64 Mais 14% sobre R$ 858,97, que é a diferença de R$ 4.500,00 de R$ 3.641,03: R$ 120,26 Total de contribuição: R$ 466,18 Veja Mais

Petrobras desenvolve tecnologia para monitoramento remoto de plataformas

G1 Economia Ferramenta permite navegação imersiva, integração de funcionalidades e pode ser estendida a outros ativos. Vídeo mostra tecnologia da Petrobras para monitoramento remoto de plataformas A Petrobras desenvolveu uma ferramenta que permite visualizar e “transitar” por toda a extensão das plataformas de petróleo, fazer inspeções remotas e planejar intervenções preventivas, mesmo nas unidades mais distantes, como as localizadas no pré-sal, a cerca de 300 km da costa. A ferramenta, segundo a Petrobras, otimiza o planejamento de manutenções e está disponível em 14 plataformas das bacias do Espírito Santo, de Santos e de Campos. Ela deve ser estendida a todas as plataformas em atividade até o fim de 2022, de acordo com a estatal. Há estudos em andamento também para a implementação em refinarias. A tecnologia também será usada nas 15 novas plataformas que a Petrobras instalará no Brasil, até 2026. Tecnologia da Petrobras para monitoramento remoto de plataformas Divulgação/Petrobras A ferramenta foi desenvolvida por especialistas do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e da PUC-Rio. “Essa ferramenta, desenvolvida no âmbito do programa estratégico EF100 – que prevê tornar os sistemas de produção ainda mais eficientes - permite a redução do tempo de planejamento das atividades de manutenção, que são muito importantes no calendário da operação. Obtivemos também um aumento de eficiência na execução das paradas de produção, assim como uma redução do tempo de manutenção”, explicou o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Fernando Borges. Para mapear cada unidade offshore são necessárias de 3,5 mil a 5 mil fotos, que são aplicadas sobre a planta de engenharia, permitindo a navegação imersiva, semelhante à tecnologia do Google Street View, por meio do qual se pode visualizar qualquer lugar do mundo, seja uma rua ou um museu, desde que a área tenha sido previamente fotografada por câmeras 360º. A Petrobras informou que em breve serão incorporadas novas funcionalidades à ferramenta, como busca e análise de imagens, por meio de inteligência artificial; busca inteligente de informações de manutenção em bases de dados da empresa; entre outras. Tecnologia da Petrobras para monitoramento remoto de plataformas Divulgação/Petrobras VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

Orçamento: Bolsonaro corta verbas voltadas para indígenas, quilombolas e para pesquisas científicas

G1 Economia Presidente também vetou recursos para universidades, reforma agrária e políticas de igualdade e enfrentamento à violência contra as mulheres. Ministérios da Educação e do Trabalho tiveram maiores cortes. Ao sancionar o Orçamento de 2022, o presidente Jair Bolsonaro vetou recursos que haviam sido aprovados para as áreas de pesquisas científicas e para políticas públicas voltadas para indígenas e quilombolas. Os cortes também atingiram projetos para a consolidação de assentamentos rurais, para pesquisas em universidades, para reforma agrária e regularização fundiária e para políticas de igualdade e enfrentamento à violência contra as mulheres. O presidente ainda cortou R$ 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Ao todo, os cortes de Bolsonaro chegaram a R$ 3,18 bilhões. Na análise por ministérios, Trabalho e Educação sofreram os maiores cortes no Orçamento, segundo números divulgados nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Economia. Bolsonaro sanciona Orçamento da União de 2022 Somente o Ministério do Trabalho teve um corte de R$ 1 bilhão. Já o Ministério da Educação teve um corte de R$ 739,9 milhões. Por outro lado, foi mantido o fundo partidário de R$ 4,9 bilhões e valor de R$ 1,7 bilhão para reajuste de servidores. Além disso, segundo o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto, o corte de R$ 3,18 bilhões no Orçamento de 2022 pode, na prática, abrir mais espaço para reajustes de servidores públicos - que pode chegar, no limite, a R$ 4,9 bilhões. Veja os cortes nos demais ministérios: Desenvolvimento Regional: R$ 458,7 milhões; Cidadania: R$ 284,3 milhões; Infraestrutura: R$ 177,8 milhões; Agricultura: R$ 87,2 milhões; Saúde: R$ 74,2 milhões; Ciência, Tecnologia e Inovações: R$ 73 milhões; Comunicações: R$ 63,5 milhões; Defesa: R$ 62,1 milhões; Justiça e Segurança Pública: R$ 54,8 milhões; Meio Ambiente: R$ 35,1 milhões; Turismo: R$ 35,1 milhões; Mulher, Família e Direitos Humanos: R$ 16,5 milhões; Minas e Energia: R$ 11,4 milhões; Relações Exteriores: R$ 3,6 milhões; Presidência da República: R$ 1,8 milhão Banco Central: R$ 100 mil Ministério da Economia: R$ 100 mil O governo informou que os valores foram vetados a fim de ajustar o Orçamento às despesas obrigatórias de pessoal e encargos sociais. Caso queira recompor os recursos, terá que encaminhar ao Congresso projeto de lei de crédito adicional. Veja as áreas que sofreram cortes: Pesquisa, desenvolvimento científico, difusão do conhecimento e popularização da ciência nas unidades de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia. Valor vetado: R$ 429 mil. Apoio a projetos de tecnologias aplicadas, tecnologias sociais e extensão tecnológica articulados às políticas públicas de inovação e desenvolvimento sustentável do Brasil. Valores vetados: R$ 25,9 milhões + R$ 35 milhões. Fomento à pesquisa e desenvolvimento voltados à inovação, a tecnologias digitais e ao processo produtivo nacional. Valores vetados: R$ 1,1 milhão + R$ 608 mil. Fomento a projetos de pesquisa e desenvolvimento científico nacional. Valor vetado: R$ 859 mil Formação, capacitação e fixação de recursos humanos para o desenvolvimento científico. Valor vetado: R$ 8,5 milhões Fomento às ações de pesquisa, extensão e inovação nas instituições de ensino de educação profissional e tecnológica - no estado da Bahia. Valor vetado: R$ 3 milhões. Apoio à consolidação, reestruturação e modernização das instituições federais de ensino superior. Valor vetado: R$ 34,3 mil. Fomento às ações de graduação, pós-graduação, ensino, pesquisa e extensão - nacional. Valor vetado: R$ 4,2 milhões. Reconhecimento e indenização de territórios quilombolas. Valor vetado: R$ 85 mil. Consolidação de assentamentos rurais. Valor vetado: R$ 85 mil. Reforma agrária e regularização fundiária. Valor vetado: R$ 85,9 mil. Regularização, demarcação e fiscalização de terras indígenas e proteção dos povos indígenas isolados. Valor vetado: R$ 773 mil. Proteção e promoção dos direitos dos povos indígenas. Valor vetado: R$ 859 mil. Políticas de igualdade e enfrentamento à violência contra as mulheres. Valor vetado: R$ 945 mil. VÍDEOS: veja mais notícias de economia Veja Mais

Bovespa acompanha exterior e opera em queda

G1 Economia Na sexta-feira (21), o principal índice da bolsa recuou 0,15%, a 108.942 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, opera em queda nesta segunda-feira (24), acompanhando o dia negativo nas bolsas do exterior, diante da preocupação com a situação da Ucrânia e à espera da decisão de política monetária dos Estados Unidos. Às 10h04, o Ibovespa recuava 0,33%, a 108.581 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,15%, aos 108.942 pontos. Com o resultado, avançou 1,88% na semana e tem alta de 3,93% no ano. e Cenário No cenário interno, o presidente Jair Bolsonaro sancionou, no final de semana, o Orçamento de 2022. O texto sancionado mantém o fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões e R$ 1,7 bilhão para reajuste de servidores – mas o governo ainda não decidiu se realmente vai conceder os aumentos. Também foram mantidas as verbas para emendas de relator, de R$ 16,5 bilhões – dinheiro chamado, pela pouca transparência dada à sua execução, de 'orçamento secreto'. Com relação ao texto do Orçamento aprovado pelo Congresso em dezembro, Bolsonaro cortou R$ 3,18 bilhões. No exterior, o dia é negativo em meio à escalada de tensão da Rússia com a Ucrânia. Os países ocidentais temem que a Rússia invada novamente o país vizinho. O governo russo posicionou mais de 100 mil soldados na fronteira e tem feito exercícios militares com Belarus, outro país que fazia parte da União Soviética, mas nega que vá promover uma invasão. Soma-se a essa conjuntura as tensões sobre a taxa de juros dos Estados Unidos: nesta terça-feira, tem início a reunião de dois dias do Banco Central dos EUA, que podem dar início à alta da taxa e a uma retirada mais forte das medidas de estímulo à economia. Veja Mais

Dólar opera em alta após duas quedas semanais seguidas

G1 Economia Na sexta-feira (21), a moeda norte-americana avançou 0,72%, a R$ 5,4542. O dólar opera em alta nesta segunda-feira (24), depois de duas quedas semanais seguidas. O dia promete ser de baixo volume de negócios, 'espremido' entre o final de semana e o feriado municipal do aniversário de São Paulo, maior praça financeira do país, na terça-feira. Às 9h49, a moeda norte-americana subia 0,28%, vendida a R$ 5,4696. Veja mais cotações. Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 0,72%, a R$ 5,4542. Na semana, no entanto, a moeda registrou queda de 1,06% — a segunda consecutiva de perdas. No acumulado do mês e do ano, o recuo é de 2,16%. o Cenário No cenário interno, o presidente Jair Bolsonaro sancionou, no final de semana, o Orçamento de 2022. O texto sancionado mantém o fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões e R$ 1,7 bilhão para reajuste de servidores – mas o governo ainda não decidiu se realmente vai conceder os aumentos. Também foram mantidas as verbas para emendas de relator, de R$ 16,5 bilhões – dinheiro chamado, pela pouca transparência dada à sua execução, de 'orçamento secreto'. Com relação ao texto do Orçamento aprovado pelo Congresso em dezembro, Bolsonaro cortou R$ 3,18 bilhões. No exterior, o dia é negativo em meio à escalada de tensão da Rússia com a Ucrânia. Os países ocidentais temem que a Rússia invada novamente o país vizinho. O governo russo posicionou mais de 100 mil soldados na fronteira e tem feito exercícios militares com Belarus, outro país que fazia parte da União Soviética, mas nega que vá promover uma invasão. Soma-se a essa conjuntura as tensões sobre a taxa de juros dos Estados Unidos: nesta terça-feira, tem início a reunião de dois dias do Banco Central dos EUA, que podem dar início à alta da taxa e a uma retirada mais forte das medidas de estímulo à economia. Veja Mais

Quase 160 concursos públicos com inscrições abertas reúnem 22,7 mil vagas no país; veja lista

G1 Economia Cargos são em todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 20.449,05 na Polícia Civil do Amazonas. Provas para concurso público para procurador jurídico são suspensas em Itanhaém, SP Scott Graham/Unsplash Pelo menos 156 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (24) e reúnem 22.744 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 20.449,05 na Polícia Civil do Amazonas. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Entre os concursos abertos em órgãos federais, estão: Aeronáutica, com dois editais: um para 237 vagas e outro para 843 vagas Banco da Amazônia, com 1.158 vagas Controladoria Geral da União (CGU), com 375 vagas Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com 136 vagas IBGE, com 192 vagas Marinha, com 20 vagas Há ainda concursos em Defensoria Pública, Ministério Público e Polícia Militar em vários estados. Nesta segunda-feira, pelo menos 18 órgãos abrem o prazo de inscrições para 996 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 12.368,94. Veja abaixo as informações de cada concurso: Câmara Municipal de Itabira (MG) Inscrições: até 02/03/2022 7 vagas Salários de até R$ 3.957,31 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Câmara Municipal de Peixoto de Azevedo (MT) Inscrições: até 11/02/2022 2 vagas Salários de até R$ 7.015,79 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Almirante Tamandaré (PR) Inscrições: até 28/01/2022 8 vagas Salários de até R$ 3.895,66 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Anchieta (ES) Inscrições: até 25/01/2022 65 vagas Salários de até R$ 3.440,00 Cargos de nível superior Veja o edital Prefeitura de Arceburgo (MG) Inscrições: até 02/03/2022 81 vagas Salários de até R$ 3.016,70 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Bela Vista do Toldo (SC) Inscrições: até 26/01/2022 82 vagas Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Campestre de Goiás (GO) Inscrições: até 28/01/2022 96 vagas Salários de até R$ 2.814,31 Cargos de nível fundamental e superior Veja o edital Prefeitura de Caruaru (PE) Inscrições: até 28/01/2022 8 vagas Salários de até R$ 1.212,00 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Dores de Campos (MG) Inscrições: até 11/03/2022 144 vagas Salários de até R$ 10.425,63 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Ivorá (RS) Inscrições: até 28/01/2022 5 vagas Salários de até R$ 1.799,89 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Lagoa Santa (MG) Inscrições: até 14/02/2022 169 vagas Salários de até R$ 4.680,46 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Lavrinhas (SP) Inscrições: até 07/02/2022 22 vagas Salários de até R$ 2.669,55 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Monte Formoso (MG) Inscrições: até 04/02/2022 16 vagas Salários de até R$ 1.550,00 Cargos de nível médio Veja o edital Prefeitura de Morro da Garça (MG) Inscrições: até 25/01/2022 70 vagas Salários de até R$ 1.803,90 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Rio Branco (MT) Inscrições: até 04/02/2022 72 vagas Salários de até R$ 1.276,15 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de São Vicente do Sul (RS) Inscrições: até 28/01/2022 8 vagas Salários de até R$ 2.342,70 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Vargem Grande do Sul (SP) Inscrições: até 10/02/2022 17 vagas Salários de até R$ 12.368,94 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Venda Nova do Imigrante (ES) Inscrições: até 07/02/2022 124 vagas Salários de até R$ 10.630,79 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Veja Mais

Governo edita MP que autoriza Brasil a retaliar países que descumprirem acordos da OMC

G1 Economia País poderá suspender concessões ou obrigações quando instância da OMC ou relatório confirmarem alegações brasileiras. MP é resposta a paralisia no órgão de apelação da entidade. O presidente Jair Bolsonaro editou uma medida provisória que autoriza o Brasil a retaliar países que descumprirem acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC). A medida foi publicada nesta quinta-feira (27) no “Diário Oficial da União”. De acordo com o texto, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) poderá “suspender concessões ou outras obrigações” do Brasil com o outro país em dois casos: quando o Brasil for autorizado pelo Órgão de Soluções e Controvérsias da OMC; ou quando um grupo especial da OMC fizer um relatório que confirme, “no todo ou em parte, as alegações apresentadas” pelo Brasil. Nesta segunda hipótese, a MP autoriza a retaliação se o outro país tiver recorrido ao Órgão de Apelação da OMC e este esteja impedido de apreciar o caso. Ainda, devem ter se passado 60 dias da notificação do Brasil ao outro país sobre a intenção de fazer a suspensão. A Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou que a autorização que consta na MP foi motivada pela paralisia do Órgão de Apelação da OMC. O colegiado está parado desde dezembro de 2019 pela impossibilidade de nomeação de novos integrantes. Com isso o Planalto alega que, se o outro país recorrer ao órgão, o pedido será feito “no vazio”. Entenda no vídeo abaixo, de 2019: OMC perde instância máxima de apelação de processos “Assim, [ao recorrer ao Órgão de Apelação] nos casos de decisão proferida no âmbito da OMC favorável às alegações brasileiras, a parte perdedora poderá se eximir das consequências da condenação por tempo indeterminado”, afirmou em nota. Ainda neste segundo caso, a MP determina que a suspensão “não será superior à anulação ou aos prejuízos causados aos benefícios comerciais” do Brasil pelo outro país. Como exemplo dessa situação, o Ministério da Economia citou duas decisões da OMC favoráveis ao Brasil contra a Indonésia e a Índia sobre violações na área do comércio agrícola. De acordo com a pasta, os dois países apelaram e os casos ficaram sem solução. "A MP quer evitar que alguns países se aproveitem dessa situação transitória da Organização. Outros importantes membros da OMC, como União Europeia e Estados Unidos, têm legislações semelhantes", argumentou o ministério em nota. A MP também define que as medidas de suspensão terão “prazo determinado”: serão adotadas somente enquanto perdurar a autorização do Órgão de Solução de Controvérsias da OMC ou enquanto a apelação não puder ser concluída. Assinam a medida provisória, além de Bolsonaro, os ministros Carlos Alberto França (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia) e Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Chacra: Manobra dos Estados Unidos provoca paralisação na Organização Mundial do Comércio Veja Mais

Bolsonaro diz que parlamentares 'inflaram o Orçamento' e que isso o obrigou a cortar gastos

G1 Economia Corte somou R$ 3,18 bilhões e, em justificativa oficial, presidente apontou necessidade de ajustar despesas obrigatórias com pessoal e encargos. O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (27) que precisou fazer cortes no Orçamento de 2022 porque deputados e senadores “inflaram” as previsões de receitas previstas para este ano. Procurado, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco(PSD-MG) afirmou que o Congresso "desempenhou seu trabalho buscando atender às demandas do país ao conceber o Orçamento, que foi construído junto com o governo e ministérios." O g1 procurou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o relator do Orçamento de 2022, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. Bolsonaro sancionou, com vetos, o Orçamento de 2022. Ao todo, os vetos cortaram R$ 3,18 bilhões em despesas em áreas como pesquisas científicas, políticas públicas voltadas para indígenas e quilombolas, para reforma agrária e regularização fundiária, e para políticas de igualdade e enfrentamento à violência contra as mulheres. Bolsonaro sanciona Orçamento 2022 com cortes em áreas como educação, saúde e trabalho O presidente, entretanto, manteve no Orçamento a previsão de R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral e a reserva de R$ 1,7 bilhão para reajuste de policiais federais, policiais rodoviários federais e agentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Na justificativa encaminhada ao Congresso, Bolsonaro informou que os valores foram cortados a fim de ajustar o Orçamento às despesas obrigatórias de pessoal e encargos sociais. Bolsonaro falou sobre o corte no Orçamento nesta quinta-feira em conversa com apoiadores ao sair do Palácio da Alvorada. Ele reclamou de críticas que vem recebendo pela decisão. "Hoje parte da imprensa de Santa Catarina batendo em mim porque eu cortei R$ 38 milhões do orçamento em Santa Catarina. Eu cortei R$ 3 bilhões do Brasil todo. O parlamento fez um orçamento além da previsão de receita, sou obrigado a cortar”, disse o presidente. Ele acrescentou: “Estão me esculhambando em Santa Catarina, mas a gente vai recompor ao longo do ano porque tem excesso de arrecadação. Mas é impressionante a crítica. Por que não criticou os parlamentares que inflaram o orçamento?" Reajuste Questionado sobre a declaração desta quinta de Bolsonaro, o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, Felipe Salto, afirmou que a avaliação do presidente da República não está correta. “Ele cortou para recompor despesas de pessoal, como as próprias razões dos vetos e o comunicado do governo elucidam", afirmou Salto. No início desta semana, a Salto avaliou que os R$ 3,18 bilhões vetados podem, na prática, abrir um espaço adicional para reajustes de servidores públicos, além do R$ 1,7 bilhão, para essa finalidade, já contemplado na peça orçamentária. Outra possibilidade, de acordo com a Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados, seria realizar contratações para concursos em andamento. A redação sancionada por Bolsonaro já prevê R$ 1,7 bilhão para reajustes de servidores. De acordo com o Blog da Ana Flor, o presidente deixou para março a definição sobre como o dinheiro será usado. A intenção de Bolsonaro de dar reajuste apenas para policiais e agentes do Depen levou a protesto de servidores de outras áreas. VÍDEOS: notícias de política Veja Mais

Evento reúne empreendedores LGBTQIAP+ para falar de negócios e oportunidades de emprego

G1 Economia Objetivo é gerar debates e conexões para uma população constantemente marginalizada. Esta é uma edição piloto do projeto apenas para convidados, mas no decorrer de 2022, o “Contaí” será expandido. Raquel Virgínia, CEO da agência Nhaí!, criou o primeiro evento de empreendedores LGBTQIAP Renan Ramos O primeiro evento de empreendedores LGBTQIAP+ acontece em São Paulo, na sexta-feira (28), véspera do Dia da Visibilidade Trans. O objetivo é falar de negócios, mercado de trabalho e gerar oportunidades e conexões para uma população constantemente marginalizada. Intitulado “Contaí”, o evento foi criado por Raquel Virgínia, CEO da agência Nhaí!, com apoio de sua equipe e de outros profissionais de diversas áreas. 'Pessoas trans têm muito a agregar nos espaços corporativos', diz empresária que luta por inclusão e diversidade nas empresas “O Contaí é um projeto de encontro. Encontro de pessoas que geram potencias, que movimentam cenas, constroem possibilidades. Pessoas que além de superar os desafios do empreendedorismo no Brasil, precisam superar estigmas sociais. Múltiplos desafios simultâneos e ainda sim conseguem superar e continuar - verdadeiros fenômenos”, afirma Raquel. Esta é uma edição piloto do projeto apenas para convidados, mas no decorrer de 2022, o “Contaí” será expandido e a ideia é abrir para o público com debates gravados, que também vão virar podcast. As mesas do evento contam com temas como: “Mulheres Trans no centro dos negócios”, “Empreendedorismo Trans: é possível?” e “Por que as empresas precisam ter funcionários LGBTQIAP+?”. Entre os participantes estão Gabriela Augusto, da Transcendemos; Luiz Pacete, editor de tecnologia e inovação da Forbes Brasil; Akin Abas, do InfoPretas; Xis Genera, coletivo de audiovisual e Maite Schneider, cofundadora do Transempregos. Veja Mais

Cerimônia de posse de Fachin e de Moraes como presidente e vice do TSE será virtual, em razão da Ômicron

G1 Economia A cerimônia de posse do ministro Edson Fachin como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do ministro Alexandre de Moraes como vice será virtual. A decisão foi tomada em razão do alastramento da variante Ômicron do coronavírus e a disparada dos casos da doença. A cerimônia virtual será no dia 22 de fevereiro. O mandato à frente do TSE é de dois anos. Nesta quarta (26), o blog apurou que também o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu mudar planos em razão da ômicron. O presidente da Corte, Luiz Fux, suspendeu a retomada dos trabalhos presenciais, marcada para a próxima semana. Com isso, as atividades do STF seguirão virtuais. Em meio ao avanço da Covid, Fux cancela retorno presencial ao STF A Câmara dos Deputados também decidiu recentemente retomar os trabalhos de forma remota, em fevereiro. No Senado, serão mantidas as sessões em caráter semipresencial. VÍDEOS: veja mais notícias de política Veja Mais

Confira as 465 vagas de emprego oferecidas através da Agência do Trabalho em Pernambuco nesta quinta-feira

G1 Economia Oportunidades foram disponibilizadas em 19 cidades e, do total, há nove postos de trabalho para pessoas com deficiência. Há vagas com carteira de trabalho assinada Caíque Rodrigues/g1 As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta quinta-feira (27), 465 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 19 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e nove delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram As 465 oportunidades foram disponibilizadas para as cidades de Araripina, Arcoverde, Belo Jardim, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. LEIA TAMBÉM: Concurso para Câmara de Jaboatão tem 33 vagas Jaboatão faz seleção com 424 vagas e salários de até R$ 3 mil Em Moreno, prefeitura oferta 217 oportunidades de emprego Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências A Agência do Trabalho localizada no município de Palmares fica fechada nesta semana, após quatro funcionários serem diagnosticados com Covid, segundo a gerência de intermediação de vagas. Já a do Cabo suspendeu o atendimento presencial porque está passando por reforma. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos Veja Mais

Aumento de casos de Covid leva Fux a cancelar retorno presencial dos ministros às sessões do STF

G1 Economia O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, decidiu cancelar o retorno presencial das sessões da corte, que ocorreria já na próxima semana. A informação foi apurada junto ao gabinete da Presidência do tribunal. O motivo é o aumento dos casos de Covid-19 causado pela variante Ômicron. O blog obteve a informação de que a decisão foi tomada após Fux ter conversado com os demais ministros do Supremo. O STF retomará as atividades em fevereiro. Em princípio, a retomada seria presencial. Com o avanço da Covid, decidiu-se estender as sessões e o trabalho remoto até o final de fevereiro, quando será feita uma nova avaliação com base na situação epidemiológica do país. A decisão deve impactar a posse do ministro Edson Fachin na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), marcada para 22 de fevereiro. A Câmara dos Deputados também decidiu recentemente retomar os trabalhos, em fevereiro, de forma remota. No Senado, serão mantidas as sessões em caráter semipresencial. VÍDEOS: notícias de política Veja Mais

Preços do petróleo tocam US$ 90 pela primeira vez desde 2014 com tensões entre Rússia e Ucrânia

G1 Economia Tensões políticas aumentam preocupações em um mercado com oferta já bastante apertada. O petróleo tocou US$ 90 o barril pela primeira vez em sete anos nesta quarta-feira (26), apoiado pela oferta apertada e crescentes tensões políticas na Europa e no Oriente Médio, que levantaram preocupações sobre mais interrupções em um mercado já apertado. O petróleo Brent subia US$ 1,95, ou 2,21%, a US$ 90,15 por barril, às 13:18 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos avançava US$ 1,89, ou 2,21%, a US$ 87,49 por barril. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse na terça-feira (25) que consideraria sanções pessoais ao presidente Vladimir Putin se a Rússia invadir a Ucrânia. Na segunda-feira, o movimento Houthi do Iêmen lançou um ataque com mísseis contra uma base dos Emirados Árabes Unidos. Por que a Rússia pode invadir a Ucrânia? Entenda em 3 pontos "A ansiedade sobre possíveis interrupções no fornecimento no Oriente Médio e na Rússia está fornecendo alimento de alta para o mercado de petróleo", disse Stephen Brennock, da corretora de petróleo PVM. Por que EUA e Europa divergem sobre ação na Ucrânia (e como Putin se aproveita disso)? ANA FLOR: Governo fecha desenho de PEC com medidas para tentar frear alta do gás, do diesel e da conta de luz Preços da gasolina e do diesel sobem nos postos do país As tensões levantaram preocupações sobre vários fatores que contribuem para um mercado já apertado. Os Estados Unidos estão mais de 1 milhão de barris abaixo de seu nível recorde de produção diária, e a Opep+ está tendo problemas para cumprir suas metas mensais de produção, enquanto busca restaurar a oferta aos mercados após cortes drásticos em 2020. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, conhecida como Opep+, se reúne em 2 de fevereiro para considerar outro aumento de produção. Os estoques nos Estados Unidos subiram na semana mais recente, com alta de estoques de petróleo bruto de 2,4 milhões de barris, contra as expectativas de um declínio modesto. Os estoques de gasolina atingiram seus níveis mais altos em quase um ano. Veja Mais

Gastos com viagens ao exterior têm nova queda em 2021 e são os menores em 16 anos

G1 Economia Dados foram divulgados nesta quarta (26) pelo BC. Ao todo, no ano passado, gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 5,2 bi, abaixo dos US$ 5,4 bi registrados em 2020. O Banco Central informou nesta quarta-feira (26) que os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 5,25 bilhões em 2021. O resultado representa queda de 2,7% na comparação com 2020, quando as despesas somaram US$ 5,394 bilhões. O resultado do ano passado também foi o mais baixo desde 2005, quando os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 4,720 bilhões. Em dezembro do ano passado, ainda segundo o BC, as despesas no exterior somaram US$ 784 milhões, num cenário de aumento dos gastos. Os números do BC mostram também que as viagens ao exterior ainda não se recuperaram ao patamar antes da pandemia da Covid-19, que teve inicio em março de 2020. Dados da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) mostram que o primeiro impacto do coronavírus causou uma queda de 58% dos ganhos das agências entre 2019 e 2020 — de R$ 33,9 bilhões para R$ 14 bilhões. O faturamento anual das agências em 2021 só será divulgado pela Abav em março. De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o aparecimento da variante ômicron traz uma incerteza sobre a continuidade da recuperação dos gastos no exterior no curto prazo. "Em 2021, houve recuperação gradual mês a mês. E, daqui pra frente, principalmente no curto prazo, a evolução dessa conta se torna muito incerta em função dos riscos e desafios causados pela nova onda de contágios com a variante ômicron, da Covid-19", declarou. Aumentam as reclamações contra agências de viagens e companhias aéreas Cotação do dólar Além da pandemia da Covid, as viagens também são influenciadas pela cotação do dólar. O patamar ainda alto da moeda norte-americana torna os destinos no exterior mais caros. Isso porque as passagens e as despesas com hotéis, por exemplo, são cotadas em moeda estrangeira. Em todo ano passado, o dólar registrou uma alta de 7,47% contra o real, cotado a R$ 5,57. Em 2020, a moeda norte-americana já tinha registrado uma forte valorização, de 29%. Nesta quarta-feira, o dólar está operando ao redor de R$ 5,43, com as atenções voltadas para a decisão de política monetária nos Estados Unidos. Veja mais cotações. Veja Mais

Dólar passa a cair em dia de definição de juros nos EUA

G1 Economia Na terça-feira, moeda norte-americana recuou 1,22%, a R$ 5,4346. Dólar REUTERS/Rick Wilking O dólar opera em queda nesta quarta-feira (26), com as atenções voltadas para a decisão de política monetária nos EUA. Às 10h30, a moeda norte-americana caía 0,38%, cotado a R$ 5,4139. Veja mais cotações. Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 1,22%, cotado a R$ 5,4346. Com o resultado, a moeda norte-americana acumula queda de 2,51% no mês e no ano. Cenário O Federal Reserve deve sinalizar nesta quarta-feira planos de elevar a taxa de juros em março conforme se foca no combate à inflação e deixa de lado, ao menos por enquanto, riscos econômicos apresentados pela pandemia do coronavírus, pela volatilidade do mercado e por temores do Ocidente com uma invasão da Ucrânia pela Rússia. A decisão de política monetária, a ser divulgada às 16h, não vai comprometer o banco central norte-americano com um curso particular de ação para quando seu comitê de decisão de juros se reunir de novo em sete semanas. Mas, se não houver uma grande mudança na trajetória da economia, o Fed deve começar a retirar o suporte da era da pandemia no encontro de março, apostando que uma combinação de juros mais altos e presença menor do banco central em mercados financeiros ajudará a desacelerar o ritmo de alta dos preços. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Veja Mais

Para entrar na OCDE, Brasil terá de reforçar compromissos com democracia, meio ambiente e combate à pobreza

G1 Economia Para ser aceito como membro da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil precisará reforçar o comprometimento com temas como democracia, agenda ambiental, direitos humanos, combate à corrupção e à pobreza – valores que fazem parte da organização criada após a Segunda Guerra Mundial. Além disso, o selo da OCDE só chegará se o Brasil fizer uma reforma tributária que elimine bitributações. O país discute o tema há mais de 20 anos, mas o Congresso nunca conseguiu aprovar um texto de consenso. Nesta terça-feira (25), o Conselho de Ministros da OCDE aprovou que o Brasil dê início ao processo de entrada na organização. A conclusão desse procedimento, no entanto, pode levar mais de três anos. Outros cinco países também receberal o aval, incluindo vizinhos como Argentina e Peru. Esse passo não garante a aceitação completa do país. Há nações que ficaram mais de seis anos no trâmite de entrada. O ministro Paulo Guedes afirmou ao blog nesta terça que o Brasil está à frente dos outros cinco países no processo, com mais de 100 instrumentos da OCDE atendidos. Segundo ele, é possível uma entrada mais rápida no grupo de 38 países, quase todos com economias desenvolvidas.Veja abaixo: Ana Flor: Paulo Guedes quer fast track para Brasil na OCDE Guedes enviou uma carta à OCDE na última sexta (21) avisando que os dois últimos entraves regulatórios estavam atendidos – e solicitando o acesso. "Sabíamos que viria uma boa notícia", disse o ministro, que desde 2019 se reúne com ministros e autoridades econômicas dos países-membros da OCDE para reduzir resistências à inclusão do Brasil. Paulo Guedes desenvolveu boa relação, em especial, com o secretário-geral da OCDE, o australiano Mathias Cormann. Da América Latina, Chile, México e Colômbia já fazem parte da OCDE. O Brasil chegou a ser convidado para o processo de entrada durante o governo Lula, mas recusou. As tentativas de entrar na OCDE voltaram à mesa do governo brasileiro em 2016. O Ministério da Fazenda iniciou os trâmites, mas o Itamaraty se opunha. A carta pedindo acesso só foi enviada em 2017, já na gestão Michel Temer. O que o Brasil pode ganhar com a entrada na OCDE? Segundo o secretário de Assuntos Econômicos Internacionais do Ministério da Economia, Erivaldo Gomes, ter o "selo" da OCDE dá acesso a grandes investimentos. Os maiores fundos do mundo têm, entre suas regras de funcionamento, determinações para investir seus recursos majoritariamente em países da OCDE – isso, porque as nações do grupo se comprometem com regras de transparência regulatória. Enquanto isso, países que estão fora da OCDE disputam uma fatia menor dos fundos. Atualmente, esses recursos vão quase na íntegra para a Ásia. "É como poder sair da piscina pequena e ocupar uma raia na piscina grande", compara Gomes. "É ter uma chancela semelhante ao grau de investimento para práticas regulatórias, que contam muito para a vida do investidor", diz ele. Veja Mais

General João Francisco Ferreira pede exoneração do cargo de diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional

G1 Economia Anuncio foi feito na tarde desta terça-feira (25). Segundo assessoria, pedido foi por motivos pessoais. General João Francisco Ferreira pede exoneração do cargo Marcos Landim O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, general João Francisco Ferreira, pediu exoneração do cargo, conforme anunciou a assessoria da hidrelétrica na tarde desta terça-feira (25), em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O pedido de exoneração do cargo foi por razões pessoais, conforme a Itaipu. Ainda conforme o comunicado, o general agradeceu o apoio e o comprometimento dos parceiros da usina. Itaipu pode ajudar a restabelecer energia durante apagões no Brasil, diz diretor-geral da usina Itaipu deve reduzir tarifa da energia em 2022, diz diretor-geral brasileiro Ferreira estava no cargo desde o dia 7 de abril de 2021, quando foi empossado pelo presidente Jair Bolsonaro, para substituiu o general Joaquim Silva e Luna que ficou no comando da margem brasileira da empresa por dois anos e um mês e foi nomeado para a presidência da Petrobras. Ferreira foi o 13º diretor-geral brasileiro da binacional e o quarto militar a comandar a hidrelétrica. Conforme a assessoria, a exoneração será publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União, assim que o Presidente da República e o Ministro de Minas e Energia escolherem e nomearem o novo diretor-geral. Veja mais notícias da região em g1 Oeste e Sudoeste. Veja Mais

Arrecadação federal soma R$ 1,87 trilhão em 2021 e bate recorde histórico

G1 Economia Na comparação com 2029, houve aumento real de 17,3%. Dados são da Secretaria da Receita Federal. A arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais atingiu R$ 1,878 trilhão no ano de 2021, informou nesta terça-feira (25) a Secretaria da Receita Federal. Em valores corrigidos pela inflação, totalizou R$ 1,971 trilhão (novo recorde), o que representa alta real de 17,36% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 1,679 trilhão). Os números da Receita Federal mostram que essa foi a maior arrecadação, para um ano fechado, desde o início da série histórica, em 1995. Com isso, o resultado representa a maior arrecadação em 27 anos. O aumento da arrecadação no ano passado aconteceu em um período de forte expansão econômica, com analistas projetando alta no Produto Interno Bruto (PIB) acima de 4%, após a forte queda do nível de atividade registrada em 2020 por conta da pandemia da Covid-19. Além disso, "fatores não recorrentes", como recolhimentos extraordinários, também ajudaram a melhorar a arrecadação. Na parcial de 2021, os valores atípicos somaram aproximadamente R$ 40 bilhões do IRPJ/CSLL (contra R$ 8 bilhões no mesmo período do ano anterior). O aumento da arrecadação também aconteceu apesar das compensações feitas pelas empresas em seu pagamento de tributos terem avançado 14,4% no último ano, para R$ 216,312 bilhões, contra R$ 189,064 bilhões em 2020. Mês de dezembro Somente em dezembro, ainda de acordo com dados oficiais, a arrecadação somou R$ 193,902 bilhões, com uma alta real de 10,76% na comparação com o mesmo mês de 2020 (R$ 175,068 bilhões, em valores corrigidos pela inflação). De acordo com o órgão, o resultado é o maior para meses de dezembro desde o início da série histórica, em 1995. Veja Mais

Tesouro Direto: venda de títulos atinge R$ 32,6 bilhões em 2021 e bate recorde

G1 Economia Resgate de títulos públicos em 2021 foi de R$ 23,543 bilhões, uma queda de 11,8% em relação a 2020, informou nesta terça-feira (25) o Tesouro Nacional. A venda de títulos públicos por meio do Tesouro Direto cresceu 32,4% no ano passado, na comparação com 2020, atingindo R$ 32,583 bilhões, informou nesta terça-feira (26) o Tesouro Nacional. O valor registrado em 2021 foi o maior da série histórica, iniciada em 2002, e ocorre em meio à disparada da inflação no Brasil e ao aumento dos juros básicos pelo Banco Central, além da alta do prêmio pago pelo governo aos investidores (leia mais abaixo). Já o resgate de títulos públicos em 2021 foi de R$ 23,543 bilhões, uma queda de 11,8% em relação ao registrado em 2020, quando os resgates somaram R$ 26,704 bilhões. Com isso, em 2021, a venda de títulos pelo programa superou as emissões em R$ 9,040 bilhões. Em 2020, os resgates tinham superado as emissões de títulos públicos em R$ 2,09 bilhões. O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 e permite a pessoas físicas a compra de títulos públicos pela internet, por meio de bancos e corretoras. Inflação e juros O aumento da venda de títulos do Tesouro de Direto ocorre em meio à disparada da inflação no Brasil que, só em 2021, ficou em 10,06%. Inflação de dois dígitos e incerteza sobre rumo das contas públicas no Brasil afastam investidores estrangeiros A compra desses títulos públicos é utilizada por investidores para proteger o dinheiro contra a perda de poder de compra gerada pela inflação - há papeis que garantem ao investidor retorno acima do índice de inflação. Para tentar segurar o encarecimento dos produtos e serviços no Brasil, o Banco Central vem promovendo o aumento da taxa Selic, o juro básico de referência no país, o que também tem influência sobre os investimentos no Tesouro Direto. Além disso, diante da deterioração das contas públicas, o governo foi obrigado a elevar o prêmio pago a quem compra títulos da dívida pública, o que também pode ajudar a explicar o aumento da procura por esses papeis no ano passado. Investidores cadastrados De acordo com o Tesouro Nacional, em dezembro de 2021 o total de investidores ativos no Tesouro Direto, isto é, aqueles que estão com saldo em aplicações no programa, atingiu 1.814.127 pessoas, um aumento de 78.761 investidores no mês, o maior da série histórica. Já o número de investidores cadastrados no Programa aumentou em 881.029, crescimento de 77,15% em relação a dezembro de 2020. No total, são 16.299.139 pessoas cadastradas. Estoque Ainda de acordo com o Tesouro, em dezembro de 2021, o saldo total (estoque) de títulos em mercado fechou em R$ 79,19 bilhões, um aumento de 3,38% em relação a novembro (R$ 76,60 bilhões). Os títulos remunerados pela inflação se mantêm como os mais representativos do estoque somando R$ 43,68 bilhões, ou 55,17% do total. Na sequência, vêm os títulos indexados à taxa Selic (taxa básica de juros da economia), totalizando R$ 20,93 bilhões (26,43%), e os títulos prefixados, que somaram R$ 14,57 bilhões, com 18,40% do total. Quanto ao perfil de vencimento dos títulos em estoque, a parcela com vencimento em até 1 ano fechou o mês de dezembro em R$ 790,98 milhões, ou 1,00% do total. A parcela do estoque que vencerá no período de 1 a 5 anos era de R$ 51,33 bilhões (64,82%) e o percentual acima de 5 anos somou R$ 27,06 bilhões (34,18%). VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Técnicos do Orçamento deixam cargos no Ministério da Economia

G1 Economia Luiz Guilherme Pinto Henriques, subsecretário de assuntos fiscais da Secretaria de Orçamento do Ministério da Economia, teve sua exoneração publicada no 'Diário Oficial da União'. Outro técnico do Orçamento deve deixar o cargo nos próximos dias. O subsecretário de assuntos fiscais da Secretaria de Orçamento do Ministério da Economia, Luiz Guilherme Pinto Henriques, teve sua exoneração publicada, a pedido, nesta terça-feira (25) no "Diário Oficial da União". Para o seu lugar, foi nomeado Fábio Pifano Pontes. Interlocutores do Ministério da Economia confirmam que subsecretário de gestão orçamentária da pasta, Márcio Luiz de Albuquerque Oliveira, também deve sair nos próximos dias. Nesse caso, o técnico já vinha querendo deixar o cargo há meses, e estava apenas aguardando a sanção da peça orçamentária deste ano. O anúncio acontece após a sanção do orçamento de 2022, que contemplou reajuste salarial para agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), além de R$ 16,5 bilhões para emendas secretas e R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral. Bolsonaro sanciona Orçamento 2022 com cortes em áreas como educação, saúde e trabalho O presidente Jair Bolsonaro vetou R$ 3,18 bilhões em recursos que haviam sido aprovados para áreas relacionadas com pesquisas científicas e para políticas públicas voltadas para indígenas e quilombolas. Os cortes também atingiram projetos para a consolidação de assentamentos rurais, para pesquisas em universidades, para reforma agrária e regularização fundiária e para políticas de igualdade e enfrentamento à violência contra as mulheres. Questionado se a exoneração tem relação com a sanção do orçamento, Luiz Guilherme afirmou que iniciará em fevereiro um mestrado em Economia, processo cuja seleção teve início em setembro do ano passado. "Não tem nada a ver com a sanção do Orçamento, com nenhum processo de trabalho [...] Foi um planejamento pessoal meu. Ano acadêmico se inicia agora no início do ano, que coincidiu com a sanção da LOA [lei orçamentária]. Mas não tem ligação com nenhum processo específico de trabalho", declarou. Um decreto do presidente Jair Bolsonaro, publicado na semana retrasada, ampliou os poderes de Ciro Nogueira na liberação de verbas, reduzindo o espectro do ministro da Economia, Paulo Guedes. Isso aumenta a influência política na tomada de decisões do Orçamento, ainda mais em um ano eleitoral. Histórico de saídas no Ministério da Economia Teto de gastos em risco causa debandada no ministério da Economia Contando as duas saídas de técnicos do Orçamento, a equipe original da área econômica já sofreu pelo menos 27 baixas em cargos importantes desde o início do governo, em 2019. Veja quais: Secretários especiais e procurador-geral: Marcos Cintra, Receita Federal José Barroso Tostes Neto, Receita Federal Rogério Marinho, Previdência e Trabalho José Levi, Procuradoria-geral da Fazenda Nacional Marcos Troyjo, Comércio Exterior e Assuntos Internacionais Paulo Uebel, Desburocratização, Gestão e Governo Digital Salim Mattar, Desestatização Waldery Rodrigues, Fazenda Bruno Funchal, Tesouro e Orçamento Secretários: Alexandre Manoel, Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria Mansueto Almeida, Tesouro Nacional Amaro Gomes, Coordenação e Governança das Empresas Estatais Wagner Lenhart, Gestão e Desempenho de Pessoal George Soares, Orçamento Pedro Calhman de Miranda, Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria Jeferson Bittencourt, Tesouro Nacional Subsecretários, secretários-adjuntos, diretores e assessores: Marco Cavalcanti, subsecretário de Política Fiscal Caio Megale, diretor de programas da Secretaria Especial de Fazenda Vladimir Kuhl Teles, subsecretário de Política Macroeconômica Vanessa Canado, assessora especial para reforma tributária Gildenora Dantas, secretária-especial-adjunta de Tesouro e Orçamento Rafael Araújo, secretário-adjunto do Tesouro Nacional Presidentes de bancos públicos: Joaquim Levy, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Rubem Novaes, Banco do Brasil André Brandão, Banco do Brasil VÍDEOS: veja mais notícias de política Veja Mais

Confiança do consumidor começa 2022 em queda, aponta FGV

G1 Economia Queda foi influenciada pelo aumento do pessimismo em relação aos próximos meses, enquanto a avaliação sobre a situação atual apresentou leve melhora. A confiança do consumidor começou o ano em queda, mostraram dados divulgados nesta terça-feira (25) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador recuou 1,4 ponto na passagem de dezembro para janeiro, para 74,1. A queda foi influenciada pelo aumento do pessimismo em relação aos próximos meses, enquanto a avaliação sobre a situação atual apresentou leve melhora. Segundo Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora das Sondagens, no entanto, "a relativa satisfação com a situação corrente em janeiro pode ser temporária, havendo ainda muita incerteza quanto à evolução do endividamento das famílias de baixa renda". "A mudança desse cenário continuará dependendo da recuperação do mercado de trabalho, controle da inflação, e redução da incerteza, num ano que se inicia com surto de Ômicron e Influenza e termina com as eleições", afirmou em nota. Confiança do consumidor - janeiro/22 Economia g1 Indicadores O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 0,5 ponto em janeiro, para 66,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) caiu 2,7 pontos, para 80,7 pontos. O indicador que mede a satisfação sobre as finanças pessoais subiu 0,8 ponto, para 60 pontos, após dois meses de quedas consecutivas e o que mede as percepções sobre a situação econômica atual variaram 0,2 ponto para 73 pontos. Ambos se mantém em patamar muito baixo em termos históricos. Com relação às expectativas para os próximos meses, o indicador que mais influenciou o IE foi o que mede as expectativas sobre a situação econômica nos próximos meses. Após três meses de recuperação, o indicador caiu 4,5 pontos, para 99,6 pontos, abaixo do patamar de neutralidade. O indicador que mede as perspectivas sobre a situação financeira familiar cedeu 0,9 ponto, para 84,6 pontos. O ímpeto de compras para próximos meses continuou caindo pelo quinto mês consecutivo, 2,5 pontos para 60,3 pontos, menor valor desde maio de 2021. Veja Mais

Governo fecha desenho de PEC com medidas para tentar frear alta do gás, do diesel e da conta de luz

G1 Economia A proposta de Emenda à Constituição (PEC) que o governo pretende enviar ao Congresso no início de fevereiro para conter a alta dos combustíveis vai prever a criação de um "fundo de estabilização" dos preços do óleo diesel e do gás de cozinha (GLP), além de repasses para evitar a elevação da conta de luz. O fundo, segundo apurou o blog com fontes que participam das discussões no governo, deve ser alimentado pela arrecadação de royalties do petróleo. As variações do preço da gasolina, no entanto, não devem ser alcançadas pelo mecanismo. O fundo de estabilização serviria para compensar a Petrobras e outras companhias importadoras de petróleo em momentos de descontrole no preço internacional: em vez de repassarem todo o impacto ao consumidor, as firmas usariam esse fundo para amortecer o impacto dos novos preços. O Palácio do Planalto recebeu projeções de instituições financeiras que apontam uma alta expressiva no barril do petróleo nos próximos meses. O preço pode chegar a US$ 100/barril ainda neste ano – resultado de fatores internacionais e da possível desvalorização do real em ano de eleições. Veja abaixo: Ana Flor: Governo quer PEC para reduzir preço dos combustíveis O governo deve deixar a gasolina de fora porque, para incluí-la, seria necessário ampliar muito os valores depositados no fundo de estabilização. Deixando apenas o diesel e o gás de cozinha nessa conta, o valor do fundo para 2022 é estimado em valor inferior a R$ 60 bilhões. A área econômica do governo era contra o uso da arrecadação de royalties parra irrigar o fundo de estabilização em razão, justamente, do montante necessário. A sugestão inicial previa que a PEC apenas autorizasse o Executivo a reduzir ou zerar, temporariamente, impostos federais sobre combustíveis sem ter que compensar a perda de arrecadação – atualmente, a Lei de Responsabilidade Fiscal impede essa medida.scal. A PEC deve ser apresentada por Alexandre Silveira (PSD-MG), suplente de Antonio Anastasia que só assumirá o mandato como senador em fevereiro. Silveira será o novo líder do governo no Senado. Alívio na conta de luz A PEC em elaboração também deve prever o repasse de parte dos ganhos do governo com a capitalização da Eletrobras para amenizar os encargos nas contas de luz residenciais e de pequenos consumidores. A medida ajudaria a reduzir a alta motivada pelos custos da crise hídrica de 2021. As regras atuais preveem que esse custo adicional seja pago pelos consumidores a partir dos "encargos do sistema" incluídos, mês a mês, nas faturas. Tanto o preço dos combustíveis quanto a alta da conta de luz se tornaram uma das maiores preocupações do governo em razão do possível impacto na popularidade do presidente Jair Bolsonaro – justamente no ano em que ele deve tentar a reeleição. Veja Mais

Procon notifica Shopee por não emitir nota fiscal ao consumidor

G1 Economia A partir do recebimento da notificação, a Shopee tem o prazo de 10 dias úteis para fornecer os devidos esclarecimentos sobre os casos denunciados ao Procon-ES. Procon notificou Shopee por não emitir nota fiscal ao consumidor Vivian Souza/g1 O Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor do Espírito Santo (Procon-ES) divulgou, nesta segunda-feira (24), que notificou a Shopee a esclarecer, no prazo de 10 dias, denúncias de que a empresa estaria enviando os produtos aos consumidores sem a nota fiscal, o que fere o direito do consumidor à informação. Segundo o Procon-ES, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Aracruz afirmou em ofício enviado ao órgão que todos os produtos enviados pela Shopee, embora não contivessem a nota fiscal, foram entregues com a declaração de conteúdo, documento utilizado nas hipóteses em que a nota fiscal não é obrigatória, ou seja, quando o objeto a ser enviado não estiver sujeito à tributação. Contudo, de acordo com o Procon, não há elementos suficientes no documento para constatação da regularidade de utilização da declaração de conteúdo em vez da nota fiscal. Por isso, o órgão enviou a notificação à empresa para esclarecimentos e fornecimento de informações sobre as transações comerciais que realiza no estado. O diretor-presidente do Procon-ES, Rogério Athayde, explicou que a emissão de nota fiscal, recibo ou documento equivalente é obrigatória para a venda de produtos comercializados, tanto por pessoas físicas quanto jurídicas. "O documento garante a proteção dos consumidores e reflete na observância ao direito à informação. O Código de Defesa do Consumidor visa a proteger os consumidores da ausência de informações adequadas e claras sobre os produtos e serviços. A informação é um direito básico do consumidor e um dever do fornecedor", disse. A empresa deve informar os tributos, incidentes e preços, para que o consumidor tenha plenos conhecimentos sobre os valores dos produtos adquiridos. Ainda segundo o Procon, a prática de envio dos produtos sem a emissão de notas fiscais, recibos ou documentos equivalentes enquadra-se como prática abusiva previstas no Código de Defesa do Consumidor. "Na medida em que a empresa envia os produtos sem prestar as devidas informações, é observada a vulnerabilidade do consumidor. Também se caracteriza a vantagem indevida, uma vez que a empresa não informa corretamente a composição dos preços dos produtos adquiridos", divulgou o Procon. A partir do recebimento da notificação, a Shopee tem o prazo de 10 dias úteis para fornecer os devidos esclarecimentos sobre os casos denunciados ao Procon-ES. Caso não sejam enviadas as informações no prazo estabelecido, será instaurado procedimento administrativo de ofício para constatação da infração e posterior aplicação de sanção. O g1 entrou em contato com a Shopee e não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo Veja Mais

Alto Tietê oferece mais de 990 vagas de emprego nesta segunda-feira; veja lista

G1 Economia Oportunidades são para atuar em Mogi das Cruzes, Suzano, Santa Isabel, Poá, Arujá e Ferraz de Vasconcelos. Alto Tietê oferece mais de 990 vagas de emprego nesta segunda-feira Heloise Hamada/G1 Os programas de encaminhamento ao emprego do Alto Tietê oferecem 997 vagas de trabalho nesta segunda-feira (24). As oportunidades são para atuar em Mogi das Cruzes, Suzano, Santa Isabel, Poá, Arujá e Ferraz de Vasconcelos. Mogi Conecta Mogi das Cruzes tem 464 vagas abertas. Os interessados devem acessar a plataforma Mogi Conecta para participar. Os detalhes sobre as vagas em Mogi, como remuneração oferecida e outras exigências, podem ser acessados no site da Prefeitura. Os telefones para mais informações são 4699-1900, 4699-2784, 4798-6315 ou 97422-427. Vagas de emprego do programa Mogi Conecta Suzano No programa "Mais Emprego" de Suzano há 221 oportunidades. Os interessados podem procurar uma das duas unidades do Centro Unificado de Serviços (Centrus). A unidade central fica na Avenida Paulo Portela, 210. Já o Centrus Norte está localizado na Avenida Francisco Marengo, 2.301, no Jardim Dona Benta. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail suzano.vagas@gmail.com ou pelos telefones 4745-2267 ou 4934-5492. Vagas de emprego em Suzano PATs Os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT) oferecem 312 vagas de emprego nesta segunda-feira. Vagas de emprego no Posto de Atendimento ao Trabalhador Assista a mais notícias Veja Mais

Corte no Orçamento pode abrir mais espaço para reajustes de servidores, avalia diretor da IFI

G1 Economia Orçamento de 2022 foi sancionado pelo governo com corte de R$ 3,18 bilhões em relação ao texto aprovado pelo Congresso. Texto já prevê R$ 1,7 bilhão para reajustes. Bolsonaro sanciona Orçamento da União de 2022 O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto, afirmou nesta segunda-feira (24) em rede social que o corte de R$ 3,18 bilhões no Orçamento de 2022 pode, na prática, abrir mais espaço para reajustes de servidores públicos. O Orçamento foi aprovado pelo Congresso em 21 de dezembro e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. A redação sancionada por Bolsonaro já prevê R$ 1,7 bilhão para reajustes de servidores. A colunista do g1 Ana Flor informou que o presidente deixou para março a definição sobre como o dinheiro será usado. "Os vetos presidenciais cortam R$ 3,2 bilhões e deixam possível espaço aberto para recomposição de despesas de pessoal. Do ponto de vista macrofiscal, a preocupação é com os reajustes que serão engendrados e o que podem incentivar para a partir de 2023", afirmou Felipe Salto. Em nota divulgada no domingo (23), a Presidência disse ter sido necessário "vetar programações orçamentárias com intuito de ajustar despesas obrigatórias relacionadas às despesas de pessoal e encargos sociais". "Nesse caso, será necessário, posteriormente, encaminhar projeto de lei de crédito adicional com o aproveitamento do espaço fiscal resultante dos vetos das programações", acrescentou a nota. Em entrevista ao g1, Felipe Salto acrescentou que ainda não dá para cravar que esses recursos bloqueados serão, de fato, destinados aos reajustes. "Se vai ser para isso ou aquilo, temos de ver como virão os créditos suplementares. Ainda não foram editados. Mas o risco é esse mesmo", disse Salto. Ele explicou que não há "garantia" de que os recursos irão para os servidores. Questionado por jornalistas nesta segunda (24), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o valor atualmente destinado para reajustes "pequeno". "Tem esse espaço aí de R$ 1,7 bilhão, mas ele é pequeno, né? É um espaço pequeno, não dá para todo mundo. Vai dar o quê? R$ 0,10 para cada um de aumento?", questionou. Ana Flor: Governo empurra para março decisão sobre reajustes Manifestações Na semana passada, servidores públicos federais fizeram manifestações em Brasília para pedir a reestruturação de carreira e reajuste salarial. Os manifestantes protestaram em frente aos prédios do Banco Central e do Ministério da Economia. Na ocasião, o presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central, Fábio Faiad, informou que a categoria busca reajuste de 26,3%. De acordo com ele, o índice é retroativo aos anos de 2019 a 2021 e também considera a estimativa da inflação para 2022, de acordo com o mercado financeiro. Outras categorias, como servidores de agências reguladoras e da Receita Federal também participaram do protesto. A manifestação faz parte de um pacote de reivindicações que reúne funcionários públicos federais, convocado pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate). Em dezembro, funcionários da Receita Federal entregaram os cargos de chefia em protesto contra o Orçamento da União aprovado no fim do ano passado. A renúncia aos postos de trabalho ocorreu após Bolsonaro defender, e incluir no orçamento, um aumento de salários para policiais federais, com dotação autorizada de R$ 1,7 bilhão. A reação dos setores não atendidos começou horas depois de o texto ser aprovado no Congresso Nacional. Os recursos aprovados no orçamento, até o momento, serão usados para a reestruturação e aumento de remuneração das seguintes carreiras: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Departamento Penitenciário Nacional. Veja Mais

Mercado financeiro aumenta estimativa de inflação para 2022

G1 Economia Informações constam de relatório divulgado pelo BC com projeções de analistas. Para 2023, porém, analistas mantiveram estável a previsão para o IPCA. Os analistas do mercado financeiro elevaram pela segunda semana seguida a estimativa de inflação para 2022. De acordo com o BC, a projeção dos analistas para a inflação deste ano subiu de 5,09% para 5,15%. A informação consta do relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central (BC). Os dados foram colhidos na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. Se confirmada a previsão, será o segundo ano seguido de estouro da meta de inflação. Em 2021, o IPCA somou 10,06%, o maior desde 2015. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, avaliou, em carta aberta, que a alta nos preços de commodities (produtos básicos, como alimentos e petróleo), da energia e falta de insumos levaram país a superar a meta. Em 2022, a meta central de inflação para 2022 é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar entre 2% e 5%. Com a nova alta, a previsão do mercado se distancia mais do teto da meta. O objetivo foi fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-lo, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic. Para 2023, o mercado financeiro manteve em 3,40% a estimativa de inflação. Para o próximo ano, a meta de inflação foi fixada 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. Produto Interno Bruto Para o nível de atividade, o mercado financeiro também manteve a previsão de crescimento do PIB deste ano, que permaneceu em 0,29%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Para 2023, o mercado reduziu a expectativa de alta do PIB de 1,75% para 1,69%. Taxa de juros O mercado financeiro manteve a expectativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 11,75% ao ano para o fim de 2022, o que pressupõe alta do juro básico da economia neste ano. Atualmente, após sete altas seguidas, a taxa Selic está em 9,25% ao ano, o maior patamar em mais de quatro anos. Para o fechamento de 2023, a expectativa do mercado para a taxa Selic permaneceu estável em 8% ao ano. Deste modo, o mercado financeiro segue estimando queda dos juros no ano que vem. Outras estimativas Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2022 permaneceu em R$ 5,60. Para o fim de 2023, avançou de R$ 5,46 para R$ 5,50 por dólar. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2022 ficou estável em US$ 56 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado caiu de US$ 51 bilhões para US$ 50,65 bilhões de superávit. Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano continuou em US$ 58 bilhões. Para 2023, a estimativa permaneceu em US$ 70 bilhões de ingresso. VÍDEOS: notícias de economia Veja Mais

Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina, Araripina e Salgueiro nesta segunda-feira (24)

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de trabalho Divulgação/Prefeitura de Aparecida de Goiânia/Rodrigo Estrela Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (24) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas Disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE Veja Mais