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Governo sonda Márcio Schettini, ex-Itaú, para presidência do BB

Valor Econômico - Finanças Ampla experiência de Schettini no varejo faz com que ele seja neste momento o candidato mais forte ao posto O governo mantém conversas com Márcio Schettini, que se desligou recentemente do Itaú Unibanco, para que ele assuma a presidência do Banco do Brasil (BB) no lugar de André Brandão, apurou o Valor. O executivo estaria inclinado a aceitar a missão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Últimos dias

PMI de Serviços Caixin da China cai para 51,5 em fevereiro, o menor em 10 meses

Valor Econômico - Finanças Índice ainda ficou acima da marca de 50, que separa a expansão de contração, pelo 10º mês consecutivo Um indicador privado da atividade do setor de serviços da China caiu em fevereiro, com a taxa de crescimento da atividade comercial caindo para a menor em 10 meses, já que um recente ressurgimento de casos de covid-19 amorteceu globalmente a demanda externa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cacau e açúcar avançam na bolsa de Nova York

Valor Econômico - Finanças Suco de laranja também encerrou a terça-feira em alta; café e algodão recuaram Os contratos de cacau e de açúcar fecharam em alta nerta terça-feira na bolsa de Nova York. Os contratos futuros do demerara para maio subiram 1,36% (22 pontos), a 16,43 centavos de dólar a libra-peso, e os lotes da amêndoa de mesmo vencimento avançaram 0,22% (US$ 6), a US$ 2,645 a tonelada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Análise: Queixas sobre a mão pesada do BC no câmbio

Valor Econômico - Finanças Intervenções do Banco Central no mercado de câmbio já somam US$ 5 bilhões nos últimos dias As intervenções do Banco Central no mercado de câmbio já somam US$ 5 bilhões nos últimos dias, sendo US$ 2 bilhões apenas hoje, em duas operações. A autoridade monetária está colocando a sua mão pesada para impedir a alta do dólar? Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

MP eleva CSLL de bancos de 20% para 25% até 31 de dezembro de 2021

Valor Econômico - Finanças A Medida Provisória (MP) 1.034, que visa compensar a isenção de impostos federais sobre o óleo diesel e o gás de cozinha, eleva a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos de 20% para 25% até 31 de dezembro de 2021, informou a Receita Federal. A CSLL de seguradoras e empresas de capitalização vai de 15% para 20% até o final deste ano. No caso das cooperativas de crédito, a alíquota sobe de 15% para 20% no mesmo período. A MP altera regras para concessão de isenção do Imposto sobre Produtos Industriais (IPI) na aquisição de veículos por pessoas com necessidades especiais. Até 31 de dezembro, a isenção de IPI para deficientes fica limitada a veículos de até R$ 70 mil, incluídos os impostos. “Como anteriormente à MP não havia valor limite para o automóvel a ser desonerado ou qualquer elemento de limitação para sua escolha, automóveis de altos valores podiam ser adquiridos com isenção do IPI por contribuintes que detém alto poder aquisitivo, o que vai na contramão do princípio da essencialidade que deve reger esse tributo”, diz a Receita. A MP também revoga o Regime Especial da Indústria Química (Reiq), que estabelecia alíquotas reduzidas da contribuição para o PIS/Pasep, da Cofins, da contribuição para o PIS/Pasep-Importação e da Cofins-Importação nas operações com nafta e outros produtos destinados a indústrias petroquímicas. “Ocorre que os benefícios fiscais do Reiq já perduraram por tempo suficiente para a efetivação de seus objetivos de fomento à atividade econômica contemplada e que, exatamente por isso, algumas tentativas anteriores de revogação do benefício foram feitas sem sucesso”, diz a nota. A medida, enfatiza a Receita, preserva insumos para produtos médicos, considerando a pandemia. Foi instituído, até 31 de dezembro de 2025, um crédito presumido de PIS/Cofins para o importador ou o fabricante de produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas, consultórios médicos e campanhas de vacinação. O crédito será apurado mediante aplicação de alíquota de 0,65% para o PIS e 3% para a Cofins sobre o custo de aquisição dos insumos derivados da indústria petroquímica beneficiados anteriormente pelo Reiq. As medidas para compensar a desoneração de combustíveis somam R$ R$ 3,689 neste ano. Há ainda efeito de R$ 1,432 bilhão em 2022 e de R$ 1,529 bilhão em 2023 em função da revogação do Reiq. A isenção sobre o diesel valerá para os meses de março e abril. Já a desoneração para o gás vale por tempo indeterminado e se aplica apenas para o gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado ao uso doméstico em botijões de até 13 kg. De acordo com o fisco, a redução das contribuições sobre o óleo diesel gera renúncia de R$ 3,001 bilhões em 2021. Já a redução das contribuições sobre o gás gera perda de R$ 674,68 milhões em 2021, R$ 922,06 milhões em 2022 e R$ 945,11 milhões em 2023. Veja Mais

Vendas de imóveis cresceram 26%, em 2020, diz Abrainc

G1 Economia Segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e da Fundação Instituto de Pesquisas (Fipe), as vendas atingiram 119.911 unidades no ano passado. As vendas de imóveis cresceram 26,1% em 2020, para 119.911 unidades, segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e da Fundação Instituto de Pesquisas (Fipe). Os lançamentos tiveram expansão de 1,1%, no ano passado, para 113.191 unidades.   Segundo a Abrainc, o desempenho de lançamentos e vendas de imóveis, em 2020, foi o melhor desde 2014.  O programa habitacional Casa Verde e Amarela respondeu por 77,8% das vendas. A comercialização de unidades do programa cresceu 39,2%. O volume lançado aumentou 5,8%.   Em ano de crise, lançamentos de imóveis residenciais caem 17,8% em 2020, diz CBIC Por outro lado, as unidades do segmento de médio e alto padrão (MAP) apresentaram queda de 17,9%, dos lançamentos, e retração de 7,7% das vendas. Na construção civil, trabalhadores com experiência começaram o ano recebendo propostas de emprego Projeções para 2021 O presidente da Abrainc, Luiz Antonio França, afirmou, hoje, que as empresas consultadas pela entidade estimam Valor Geral de Vendas (VGV) 47% maior em 2021 do que no ano passado na comercialização de imóveis. Em relação ao número de unidades, há projeção de alta de 38%, também na comercialização. No segmento enquadrado no programa habitacional Casa Verde e Amarela, a expectativa é de elevação de 24% no VGV e 29% no volume. Na faixa de médio e alto padrão (MAP), espera-se alta de 93% no VGV e de 78% no número de unidades comercializadas. “Em 2020, tivemos dois primeiros meses de euforia, com o Brasil retomando, e veio a pandemia. O segmento imobiliário, felizmente, surfou uma onda boa no período, comparando com outros setores da economia”, disse França, em entrevista coletiva. Houve expansão dos lançamentos no primeiro bimestre, retração de março a maio e retomada do crescimento da apresentação de projetos ao mercado de junho a dezembro. Veja Mais

ONG denuncia príncipe saudita por crimes contra a humanidade

Valor Econômico - Finanças A entidade Repórteres Sem Fronteiras (RSF) acusou bin Salman de ter responsabilidade no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, morto em 2018 O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, foi denunciado por crimes contra a humanidade pela ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Em uma ação apresentada na Alemanha, a entidade acusou bin Salman, também conhecido como MbS, de ter responsabilidade no assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, morto em 2018 no consulado saudita na Turquia. Na última sexta-feira, o governo dos Estados Unidos divulgou um relatório elaborado por suas agências de inteligência que afirma que o príncipe herdeiro aprovou uma operação para a captura e o assassinato de Khashoggi, então colunista do jornal "The Washington Post”. O governo da Arábia Saudita nega as acusações e diz que o documento é “inexato”. Na ação apresentada pela RSF na Alemanha, Bin Salman é apontado como suspeito de “ter ordenado diretamente o assassinato” de Khashoggi. A ação também cita abusos cometidos contra 34 jornalistas presos na Arábia Saudita. “Na Arábia Saudita, os jornalistas são vítimas de ataques generalizados e sistemáticos por razões políticas e em prol de uma política de Estado destinada a puni-los ou silenciá-los”, diz a ONG em nota. Príncipe saudita Mohammed bin Salman Amr Nabil/AP Veja Mais

Presidente da Conab morre vítima da covid-19

Valor Econômico - Finanças José Samuel de Miranda Melo Júnior estava internado desde o início do ano O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), José Samuel de Miranda Melo Júnior, faleceu hoje no Maranhão vítima da covid-19. Ele estava internado desde o início deste ano em um hospital em São Luís. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Tóquio quer prorrogar estado de emergência contra a covid-19 por 2 semanas

Valor Econômico - Finanças Número de novos casos continua caindo, mas não tão rapidamente como o desejado pelas autoridades da região Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Pague Menos vê atual ambiente de negócios parecido com o de 2020

Valor Econômico - Finanças Luiz Novais afirmou que a rede de farmácias deve “entregar neste ano as premissas de expansão mencionadas nos roadshows” com investidores Divulgação/Arquivo A rede de farmácias Pague Menos disse na manhã desta terça-feira, em teleconferência com analistas, que o ambiente de negócios neste começo de 2021 no setor continua parecido com o do ano passado, quando a receita líquida da empresa somou R$ 6,85 bilhões, alta de 6,8%. A empresa divulgou na última segunda-feira os dados do quarto trimestre de 2020, com lucro líquido de R$ 37,5 milhões, mais que o dobro do montante de R$ 15 milhões no ano anterior. Luiz Novais, vice-presidente financeiro, afirmou que a empresa deve “entregar neste ano as premissas de expansão mencionadas nos roadshows” com investidores, em 2020, e que o grupo planeja retomar um ritmo mais acelerado de novas aberturas. Mas a companhia preferiu não mencionar projeções de aberturas de farmácias em 2021. A rede tem 1.105 pontos. O vice-presidente de operações, Rafael Vasquez, mencionou que a empresa tem 60 pontos aprovados para abertura, sem citar data prevista para inaugurações, que dependem de questões burocráticas. Cerca de 85% desses pontos estão no Norte e Nordeste, foco da expansão do grupo no curto prazo. Nessas duas regiões, a empresa perdeu participação de mercado em 2020 e no quarto trimestre, e a companhia foi questionada sobre isso por analista hoje. A participação da rede nas vendas nas duas regiões em 2020 caiu de 11,1% para 9,9% e, no trimestre, de 20,5% para 19,3%. “Tivemos fechamento de lojas que afetaram o ‘share’”, afirmou Novais. Sobre estoques e margem bruta, a companhia voltou a mencionar o processo de redução de produtos estocados, e que uma melhora nesse indicador teve impacto positivo na sua margem bruta no trimestre. Mesmo assim, a margem bruta da rede caiu no período de 31,5% de outubro a dezembro de 2019 para 29,4% um ano depois. O recuo de margem na comparação é decorrência, principalmente, de mudança no mix de vendas e o ajuste a valor presente (efeito não-caixa). No fim de 2019, a empresa teve perdas de R$ 23 milhões nos estoques em decorrência da incineração de produtos com data de validade expirada, com efeito sobre rentabilidade. Já na comparação com o terceiro trimestre, a margem subiu, passando de 28,6% para 29,4%. Esse incremento deve-se, por exemplo, à mudanças na forma de definir preços e melhoria no indicador de perdas com estoques. Sobre o digital, a empresa disse que as vendas no on-line atingiram recorde de R$ 102 milhões no quarto trimestre. No período, as vendas dos canais digitais cresceram 159%, representando 5,2% da venda total, alta de 2,9 pontos em relação ao mesmo período de 2019. A rede ainda informou que continua a registar menos atendimentos, por causa da pandemia, que leva consumidores a saírem menos de suas casas, mas com tíquete médio maior. Veja Mais

Araújo diz que “correntes políticas” tentam deteriorar imagem do Brasil no exterior

Valor Econômico - Finanças Ministro das Relações Exteriores deu entrevista coletiva nesta terça, no Palácio do Itamaraty O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, rebateu críticas à política externa e criticou "correntes políticas" que, segundo ele, buscam criar uma imagem negativa do Brasil no exterior. Em entrevista coletiva nesta terça-feira no Palácio do Itamaraty, ele mencionou três exemplos de como seriam críticos da gestão Jair Bolsonaro, e não o próprio governo, os responsáveis pela promoção dessa má imagem. Araújo defende acordos individuais de membros do Mercosul O primeiro exemplo seria o Brazil Conference, evento na Universidade de Harvard, em que palestrantes teriam dito que há "risco democrático" no Brasil. "Temos uma democracia vibrante, total independência dos Poderes, total transparência, total liberdade de expressão", defendeu Araújo. Ernesto Araújo José Cruz/Agência Brasil Em seguida, o chanceler criticou um relatório assinado por diversos acadêmicos e representantes da sociedade civil americana, entregue ao governo Joe Biden. Ele definiu o documento como "uma obra de ficção que procurou ser vendida, apresentada como a realidade do Brasil. Felizmente, as pessoas da administração Biden estão abertas à boa informação", disse. O terceiro exemplo seria uma carta assinada por nove ex-ministros brasileiros de Meio Ambiente e enviada a líderes europeus como o francês Emmanuel Macron e a alemã Angela Merkel. Para Araújo, os ex-ministros "estão pintando um quadro desesperador" que não existe. "Hoje, o que nós vemos, infelizmente, é o esforço de algumas correntes políticas de criar uma má imagem do Brasil no exterior", afirmou o ministro, ao resumir todos esses episódios. Veja Mais

IPC-Fipe desacelera para 0,23% em fevereiro com deflação em alimentos

Valor Econômico - Finanças A cidade de São Paulo registrou inflação de 0,23% no encerramento de fevereiro, quinta leitura seguida de desaceleração, segundo o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que teve seu pico recente na terceira leitura de janeiro, a 0,92%. O índice, que mede a inflação percebida pelas famílias da cidade de São Paulo com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos, acumula alta de 1,09% no primeiro bimestre de 2021. Na medição imediatamente anterior à divulgada hoje, a terceira do mês, a inflação pelo indicador era de 0,36% nos 30 dias até a data. No encerramento de janeiro, 0,86%. Em fevereiro de 2020, o IPC da Fipe registrava alta de preços de 0,11%. Das sete classes de despesa que compõem o indicador, cinco mostraram inflação menor ou virada para deflação, em relação à leitura da semana anterior: Habitação (0,13% para 0,00%), Alimentação (0,07% para -0,31%), Saúde (1,36% para 0,74%), Vestuário (0,36% para 0,10%) e Educação (0,80% para 0,10%). Verificaram aceleração da alta de preços ou viraram para inflação: Transportes (1,34% para 1,59%) e Despesas Pessoais (-0,18% para 0,10%). A próxima divulgação, com a inflação da chamada primeira quadrissemana de março, acontecerá no dia 9. Veja Mais

Bolsonaro chama pronunciamento em cadeia nacional e, minutos depois, decide cancelá-lo

Valor Econômico - Finanças O Palácio do Planalto não esclareceu o motivo do cancelamento e não detalhou o tema que seria abordado Alan santos/PR Minutos depois de chamar um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, o presidente Jair Bolsonaro decidiu cancelá-lo. O discurso estava previsto para esta terça-feira, às 20h30. O Palácio do Planalto não esclareceu o motivo do cancelamento e não detalhou o tema que seria abordado. O período reservado era de 3 minutos. O cancelamento ocorre em meio ao agravamento da pandemia e de novas declarações do presidente contrárias às medidas de isolamento social determinadas por governadores e prefeitos. Também se dá após Bolsonaro zerar os impostos federais incidentes no diesel e no gás de cozinha. Veja Mais

Como lidar com a perda do sobrenome corporativo

Valor Econômico - Finanças O colunista Renato Bernhoeft que executivos também precisam se educar e se preparar para lidar com um eventual anonimato e ostracismo no 'pós-carreira' A sociedade em que vivemos continua muito centrada na busca, individual e coletiva, de modelos focados no sucesso, felicidade, realização, reconhecimento, e autoestima. Desde a infância até a fase adulta somos bombardeados por mensagens, orientações, gurus, educadores, modelos, autoajuda, mentores, filosofias, religiões, heróis, personagens, familiares e outros tantos profissionais que tentam nos conquistar com a oferta de receitas milagrosas. Fórmulas que prometem aumentar nossa autoestima por meio do sucesso e de um modelo de felicidade, como um estado permanente. Exceções no mercado tem sido o destaque que alguns filósofos, historiadores, sociólogos ou antropólogos vem ganhando. Com uma visão e abordagem mais crítica, eles alertam para os riscos desses modelos, aparentemente encantadores, de um mundo fantasioso e artificial. Tanto no nível individual como coletivo. Interessante registrar que com o surgimento da pandemia e o uso intenso de recursos de comunicação virtual esse quadro se ampliou. Especialmente porque houve um crescimento nos índices de depressão, ansiedade, solidão, suicídios e a dificuldade que muitos têm apresentado para lidar com o isolamento. Este panorama colocou no mercado um aumento impressionante das ofertas de autoajuda eletrônica e com novos encantos. Poucos são os que falam da importância e das formas de lidar com o fracasso. Ou até mesmo a compreensão de que tanto o sucesso, como a felicidade, não são estados permanentes, mas sim buscas constantes. E que os mesmos são caracterizados por muitos altos e baixos, ao longo de todo o nosso processo da busca por algum sentido para nossa existência. Aumento de longevidade exige conduta preventiva Um registro interessante que a pandemia desnudou foi a quantidade de pessoas procurando algum espaço de exposição e reconhecimento por meio de ‘lives’ e outras formas para se tornar uma pessoa pública. Uma clara demonstração da dificuldade de conviver com o anonimato. Mas o que desejo destacar nessa crônica é uma constatação que já havia feito desde a década 80, quando iniciei processos de “Pós-Carreira”, ou seja, preparação de altos e médios executivos para lidar com a aposentadoria. Estou me referindo ao ostracismo. Falo da capacidade de lidar com o anonimato, depois de um longo período de destaque no mundo corporativo, encontrando um novo projeto de vida que preserve a autoestima, além de novos sentidos para a vida. E vale registrar que todo esse processo inclui a criação de uma nova ‘identidade’, considerando que uma das perdas mais sentidas é a do ‘sobrenome corporativo’. Principalmente porque, em muitos casos, a pessoa se tornou, apenas um ‘ex’. A nossa sociedade está repleta de exemplos de ostracismo mal resolvidos. Artistas, políticos, esportistas, executivos, empresários, governantes, líderes comunitários ou mundiais e tantos outros atores têm demonstrado muita dificuldade de lidar com a falta de brilho, reconhecimento e visibilidade pública. Da mesma maneira como as pessoas se preparam, ou são educadas para se destacar, necessitam encarar um processo que as prepare para um eventual anonimato e, mais ainda, o ostracismo. E este é um processo que deve ser assumido de forma individual, de preferência enquanto ainda estão com alta visibilidade. Ou já percebendo a queda da sua autoestima. Escola da vida não tem diploma nem férias Este alerta cabe ainda mais numa sociedade de consumo onde a cada dia se fala na importância dos "15 minutos de exposição pública". Não nos faltam instrumentos para este encaminhamento, tais como os fornecidos pela literatura, artes, cinema, teatro e meios de comunicação que estão mais centrados numa visão crítica da nossa sociedade e seus modismos. Fica aqui registrado apenas um alerta sob a forma de provocação. Cabe a cada um realizar as próprias reflexões. Empresas devem priorizar o pós-carreira Veja Mais

Ibovespa opera em forte baixa; Petrobras cai cerca de 5%

Valor Econômico - Finanças Notícia da alta de impostos sobre carros, indústria química e bancos para compensar a redução das alíquotas de PIS/Cofins contribui para o clima negativo A notícia da alta de impostos sobre carros, indústria química e bancos para compensar a redução das alíquotas de PIS/Cofins contribui para o clima negativo do Ibovespa na abertura desta terça-feira. De olho ainda em um ambiente externo mais cauteloso nesta manhã, o índice desceu aos 107 mil pontos, pressionado pelo desempenho negativo de Petrobras e bancos. Por volta das 10h40, o Ibovespa cedia 2,60%, aos 107.463 pontos. Com forte peso no índice, a Petrobras era destaque com baixa de 4,91% na ação ON e 5,27% na PN. A medida pode atenuar o aumento nos preços da gasolina e do diesel anunciados ontem pela Petrobras. A partir de hoje, o preço médio da gasolina subirá 4,8%, passando a ser de R$ 2,60 por litro, enquanto o diesel estará 5% mais caro, a R$ 2,71 por litro, na média. O aumento ocorre pouco mais de uma semana após o presidente Jair Bolsonaro pedir a substituição do presidente da estatal petrolífera. O setor de bancos, diretamente afetado pela decisão do presidente Jair Bolsonaro, também exibia perda relevante. Itaú Unibanco caía 3,15%; Bradesco ON cedia 3,79% e Bradesco PN baixava 3,35%. Banco do Brasil tinha queda de 2,73%. Entre outras quedas relevantes, Braskem tinha queda de 4,91%, Cielo cedia 4,14% Azul baixava 4,72%; Eletrobras ON tombava 4,62% e Gol, 5,01%. Das 81 ações que compõem o índice, apenas Suzano operava no azul no horário acima, com alta de 0,50%. Veja Mais

Biden anunciará parceria para produção de vacinas contra a covid-19, diz jornal

Valor Econômico - Finanças O acordo é pouco comum no setor, mas visa ajudar a ampliar a produção da vacina da Johnson & Johnson Evan Vucci/AP Photo O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciará nesta terça-feira que a Merck fechou um acordo para produzir a vacina desenvolvida pela Johnson & Johnson contra a covid-19. A parceria foi revelada por fontes do governo americano ao jornal “The Washington Post”. O acordo é pouco comum no setor, mas visa ajudar a ampliar a produção da vacina, aprovada neste fim de semana pela Agência de Alimentos e Remédios (FDA, na sigla em inglês), a agência reguladora do setor nos EUA. Segundo as fontes ouvidas pelo “Post”, a Merck vai dedicar duas instalações nos EUA para as vacinas da Johnson & Johnson. Uma delas será responsável por uma das últimas etapas de produção do imunizante antes da distribuição. A outra fabricará a própria vacina, possivelmente dobrando a quantidade de doses que a Johnson & Johnson poderia produzir sozinha. Os funcionários do governo americano não deram detalhes sobre quando a parceria começaria e também não forneceram um prazo para que as vacinas produzidas com a ajuda da Merck comecem a ser distribuídas. Veja Mais

Dólar tem forte alta mesmo após intervenção do BC e juros disparam

Valor Econômico - Finanças Fortalecimento da divisa americana no exterior e é potencializado por fatores locais, depois que o governo federal anunciou aumento da taxação de bancos para lidar compensar isenção de impostos sobre diesel e GLP O dólar abriu os negócios nesta terça-feira em forte alta. O movimento ocorre na esteira do fortalecimento da divisa americana no exterior e é potencializado por fatores locais, depois que o governo federal anunciou o aumento da taxação de bancos para lidar compensar a isenção de impostos sobre diesel e GLP, e também o receio de desidratação da PEC emergencial, que pode levar o governo a adiar novamente sua votação, marcada para esta semana. Perto de 10h40, o dólar comercial subia 1,44%, cotado a R$ 5,6807. Na máxima, chegou a R$ 5,6957. Nesta manhã, o Banco Central (BC) atuou no mercado cambial em uma operação de venda de dólares à vista, de US$ 1 bilhão. A divisa americana chegou a desacelerar a alta, mas logo retomou o movimento. Segundo um operador, o formato distinto desse leilão em relação aos anteriores explica o efeito reduzido sobre a cotação da moeda. O BC decidiu acolher vender pela Ptax do dia, que é decidida pelo mercado, em vez de estabelecer um patamar a partir do qual acolhe ou recusa as ofertas dos dealers. Diferentemente de outras ocasiões também, a autoridade monetária ofertará no máximo US$ 1 bilhão desta vez. Os juros futuros dos Depósitos Interfinanceiros (DI), por sua vez, disparavam no início da sessão. As taxas do DI para janeiro de 2022 subiam de 3,81% no ajuste anterior para 4,005%; as taxas para janeiro de 2023 avançavam de 5,73% para 5,985%; as para janeiro de 2025 tinham alta de 7,38% para 7,66% e as para janeiro de 2027 iam de 7,98% para 8,28%. “Não será demasiadamente pessimista imaginar que o dólar escalará para novos patamares, bem como a curva de juros ficará ainda mais pressionada”, escreveram os economistas da Renascença, em relatório matinal. “A expectativa é de que os bancos repassarão parte considerável desse aumento de custos ao tomador, o que encarecerá o crédito e prejudicará a já combalida dinâmica da atividade econômica. Ademais, não custa ressaltar que o quadro pandêmico mostra-se extremamente difícil no Brasil, enquanto o mercado continua no aguardo de avanço da PEC Emergencial.” Veja Mais

Bolsas europeias se recuperam na sessão e operam em alta

Valor Econômico - Finanças Investidores seguem atentos ao desempenho dos rendimentos dos títulos dos governos, principalmente dos Treasuries As bolsas europeias operam em alta nesta terça-feira, depois de iniciarem o dia entre perdas e ganhos. Os investidores seguem atentos ao desempenho dos rendimentos dos títulos dos governos, principalmente dos Treasuries, nos Estados Unidos, que seguem sob controle até o momento depois da escalada das últimas semanas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Cade aprova aquisição da Biosev pela Raízen

Valor Econômico - Finanças Mas negócio ainda depende de outros fatores, como a reorganização socientária da Biosev A Raízen Energia, maior companhia sucroalcooleira do país, controlada por Cosan e Shell, informou hoje, em fato relevante, que a Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em 1º de março de 2021, sem restrições, a compra da Biosev pela companhia, anunciada em 8 de fevereiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Índice de preços ao produtor sobe 3,36% em janeiro e 22,96% em 12 meses, mostra IBGE

Valor Econômico - Finanças Todas as 24 atividades acompanhadas pelo IPP tiveram alta de preços no primeiro mês de 2021 A chamada inflação de “porta de fábrica”, sem impostos e fretes, marcou 3,36% em janeiro, frente ao mês anterior, segundo o Índice de Preços ao Produtor (IPP), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro de 2020, os preços aceleraram 0,39%. No resultado acumulado em 12 meses até janeiro, a alta foi de 22,96%. O IPP fechou 2020 com elevação de 19,38%. Todas as 24 atividades acompanhadas pelo IPP tiveram alta de preços em janeiro – um mês antes, 17 delas tinham registrado variação positiva. O IPP da indústria é formado por dois índices: o da indústria de transformação e o da indústria extrativa, que teve forte influência no resultado do mês ao registrar elevação de 10,70%, após queda de 1,01% em dezembro de 2020. Já a taxa na indústria de transformação subiu 2,93% em janeiro, ante 0,48% um mês antes. A alta de 10,70% do IPP de indústria extrativa ocorre após dois meses de deflação. Em 12 meses, o IPP da indústria extrativa acumula alta de 52,91%, bem acima dos 45,75% até dezembro de 2020. Segundo o IBGE, o avanço dos preços em janeiro está em linha com a depreciação do real (4,1%) e com o comportamento de preços de “óleo bruto de petróleo” e dos dois produtos de minério de ferro no mercado internacional. Ao longo de 2020, a indústria de alimentos pressionou os preços ao produtor. Houve impacto do aumento de demanda durante a pandemia, além do efeito das altas na cotação do dólar no ano passado. Em janeiro, o preço de alimentos subiu 1,26%, após deflação de 1,05% um mês antes. Veja Mais

Desemprego na Espanha atinge 4 milhões pela primeira desde 2016

Valor Econômico - Finanças Situação no país não é pior porque cerca de 900 mil pessoas estão sob um regime de licença O número de espanhóis desempregados superou a marca de 4 milhões em fevereiro pela primeira vez em cinco anos, em meio a uma nova onda de casos de covid-19 que forçou o governo a adotar restrições para conter o vírus. Dados divulgados nesta terça-feira pelo Ministério do Trabalho da Espanha mostram que o número de desempregados em fevereiro aumentou em 44.436 em relação a janeiro. A maioria das pessoas (quase 37 mil) trabalhava no setor dos serviços. Os números também mostram que duas vezes mais mulheres do que homens perderam seus empregos no mês passado. É comum que o desemprego na Espanha esteja entre um dos mais altos da União Europeia (UE), mas o número não superava 4 milhões desde abril de 2016. Homem é retratado através de uma bandeira da Espanha durante um memorial às vítimas da covid-19 em Madri Manu Fernandez/AP Photo A situação só não é pior porque cerca de 900 mil pessoas estão sob um regime de licença, criado pelo governo durante a pandemia para ajudar as empresas e evitar demissões. Além disso, cerca de 600 mil autônomos estão sem trabalhar. Dados também divulgados nesta terça-feira mostram que 63% dos funcionários de hotéis e outros estabelecimentos do tipo estão sendo beneficiados pelo programa de proteção ao emprego. Nas agências de viagens, o percentual chega a 57%. A situação é similar em restaurantes e bares, transporte aéreo e outros setores fortemente atingidos pela crise. A Espanha é extremamente dependente do turismo, responsável por cerca de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) e 13% dos empregos em tempos normais. Um segundo verão com restrições pode representar um golpe ainda mais duro para o setor. Para tentar minimizar a situação, o governo espanhol anunciou na semana passada um pacote de 11 bilhões de euros para ajudar empresas mais afetadas pela crise. As ajudas serão destinadas especialmente aos setores de turismo, hotelaria e gastronomia. Além disso, o país está agora reduzindo gradualmente as restrições contra a covid-19 região por região, com o avanço da campanha de vacinação contra a doença e a queda do número de casos da doença. Veja Mais

Colômbia é o primeiro país da América a receber vacinas da Covax

Valor Econômico - Finanças No total, o país espera receber 20 milhões de doses de vacinas da iniciativa liderada pela OMS neste ano A Colômbia se tornou o primeiro país das Américas a receber vacinas contra a covid-19 por meio da Covax Facility, a iniciativa liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para promover uma distribuição igualitária dos imunizantes em todo o mundo. Um lote com 117 mil doses da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech chegou na segunda-feira ao aeroporto internacional de Bogotá, capital do país. No total, a Colômbia espera receber 20 milhões de doses de vacinas da Covax em 2021. Frank Augstein/Pool/AP Foto Em comunicado, a OMS afirmou que espera que mais vacinas da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca/Oxford sejam enviadas aos 36 países da região que participam do consórcio nas próximas semanas. O Brasil deve receber 9,1 milhões de doses inicialmente. A previsão é que as entregas comecem em março, dependendo ainda de questões burocráticas. “A pandemia de covid-19 só terminará se a vacinação ocorrer de forma equitativa”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, sobre a entrega do imunizante à Colômbia. “Estou realmente feliz de ver que as doses da vacina começaram a ser distribuídas na América do Sul e em outras regiões nesta semana por meio da Covax.” Na semana passada, Gana se tornou o primeiro país do mundo a receber as doses adquiridas pela Covax. Foram entregues ao país 600 mil doses da vacina da AstraZeneca, produzidas pelo Instituto Serum da Índia. Veja Mais

BRF planeja investir R$ 700 milhões em inovação até 2025

Valor Econômico - Finanças De 2017 a 2020, aportes da empresa em transformação digital alcançaram R$ 300 milhões A BRF, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, concluiu neste início de ano o balanço de suas ações de inovação. Desde 2017, a companhia investiu R$ 300 milhões em transformação digital e planeja injetar mais R$ 700 milhões nessa frente até 2025. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Guedes: Se o presidente não confiar, sou demissível em 30 segundos

Valor Econômico - Finanças Ministro disse que tem confiança de Bolsonaro e disse que só a perda disso ou "ir para o caminho errado" seriam motivos para deixar o cargo O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que é "demíssivel em 30 segundos", mas disse que tem a confiança do presidente Jair Bolsonaro. "O presidente tem ótimas intenções, responsabilidades com o país, compromisso", afirmou em participação gravada na sexta-feira no podcast Primocast e divulgada na manhã desta terça-feira, destacando que Bolsonaro "também quer mudanças". "Se ele confia no meu trabalho e eu consigo executar meu trabalho, está bem", disse. "Se ele não confiar, sou demissível em 30 segundos." PIB de 2020 vai cair um pouquinho menos do que 4%, diz Guedes Guedes citou dois motivos que fariam com ele abandonasse o cargo: a "perda da confiança" de Bolsonaro e "ir para o caminho errado". "Se eu tiver que empurrar o Brasil para o caminho errado, prefiro não empurrar, prefiro sair", afirmou. Isso, de acordo com o ministro, não aconteceu até agora. Ele relatou que tem recebido apoio tanto do presidente quanto do Congresso "para ir na direção certa". "De vez em quando tem uma pedra no caminho, mas o saldo é vastamente positivo até agora", afirmou. "Se alguém me mostrar que estou fazendo algo muito errado e atrapalhando, eu vou embora." Já as queixas dos críticos não são suficientes para o abandono do cargo, segundo ele. "O medo, o combate, o vento, a chuva, isso não me tira daqui", disse. "Se eu estiver conseguindo ajudar o Brasil, fazendo as coisas que acredito, devo continuar", afirmou. Guedes: Vamos pegar os dividendos da Petrobras e entregar uma parte ao povo O ministro se disse com a "consciência muito tranquila", mas reconheceu que enfrenta "muitas pressões ao mesmo tempo" e que vem aprendendo com o cargo. "Você tem que ter uma flexibilidade, saber que pode ir até aqui, depois volta de novo", afirmou. Guedes voltou ao tema ao comentar a situação da Eletrobras, que, se não for privatizada, pode levar a um apagão dentro de alguns anos, afirmou. Ele afirmou, sem citar nomes, que pessoas contrárias à privatização de estatais plantam boatos contra ele. “Está botando boatos todo dia no jornal, que o ministro vai cair porque mexeu nisso, que brigou com o presidente”, disse. O ministro Paulo Guedes Ueslei Marcelino/Reuters Veja Mais

PIB de 2020 vai cair um pouquinho menos do que 4%, diz Guedes

Valor Econômico - Finanças Ministro voltou a defender a aprovação de reformas que equilibrem os gastos públicos e disse que seria caótico para o país aprovar auxílio emergencial sem contrapartidas fiscais O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado terá uma queda um pouco menor do que 4%. "O Brasil vai cair um pouquinho menos do que 4%", disse em participação gravada na sexta-feira no podcast Primocast e divulgada na manhã desta terça-feira. "Estamos começando a levantar de novo." O Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) divulgará o resultado do PIB de 2020 nesta quarta-feira. Guedes: Se o presidente não confiar, sou demissível em 30 segundos Guedes voltou a defender a aprovação de reformas que equilibrem os gastos públicos. "Se fizermos as coisas certas, as reformas que estão vindo, os juros continuam baixos", disse. Segundo o ministro, em um mês e meio neste ano o setor privado já captou R$ 33 bilhões para investimentos. Guedes: Vamos pegar os dividendos da Petrobras e entregar uma parte ao povo Ele ainda voltou a afirmar que o governo trabalha em um programa semelhante ao Bolsa Família. "Vamos chamar de Renda Brasil ali na frente", disse. Auxílio e contrapartidas O ministro defendeu que haja contrapartidas fiscais à nova rodada do auxílio emergencial de R$ 250. "Isso seria caótico para o Brasil", disse, a respeito da possibilidade de aprovação do auxílio emergencial sem contrapartidas fiscais. Segundo ele, a ausência dessas contrapartidas criaria uma espécie de efeito dominó. "Tentou empurrar os custos para as futuras gerações: os juros começam a subir, acaba o crescimento econômico, começa a confusão de endividamento em bola de novo, confiança dos investidores desaparece, interrompe geração de emprego e renda, aumenta o desemprego", afirmou. A ideia do governo federal a respeito do auxílio emergencial, reforçou o ministro, é que a medida seja temporária. "Enquanto durar a doença tem o auxílio", afirmou. "Acabou a doença, acabou o auxílio." A medida direcionada a quem ainda "não se reequilibrou", de acordo com ele, ajuda também a "recuperação ser sustentável". Guedes citou a aprovação das Propostas de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial e do Pacto Federativo como um novo "marco fiscal" e um "protocolo de crise" que serviriam como contrapartidas fiscais. Guedes afirmou que a desvinculação apresentada na PEC Emergencial não necessariamente significa menos recursos para saúde e educação. "Tem um pessoal tentando sabotar essa reforma, dizendo que querem tirar o dinheiro da educação e da saúde", afirmou. "Quando você fala em descarimbar, não quer dizer que vai dar menos (reajuste menor) do que a inflação." Ele citou como exemplo o ano passado, quando o governo federal, por causa da pandemia, reajustou as despesas com saúde "muito" acima da inflação, segundo o ministro. "O carimbo não protege ninguém", afirmou. "Quando você falar em descarimbar, não quer dizer que você vai tirar, pode ser que você queira dar mais." Guedes voltou a se dizer otimista com a aprovação das reformas, afirmando que "elas não são nada diferentes do que temos feito nos últimos anos" e que têm o apoio do presidente Jair Bolsonaro. "Acho que o Congresso vem junto", disse. O ministro elegeu também outras duas prioridades para o curto prazo. "De hoje para daqui a seis meses [é necessário] vacina, vacina, vacina", afirmou. "Por outro lado, vamos acelerar e aprofundar as reformas, senão a economia capota." O ministro disse que o avanço da vacinação é "a coisa mais importante" a ser realizada no país atualmente e que a recuperação da atividade está ligado a isso. "A coisa mais importante que temos que fazer agora é a vacinação em massa", sustentou. Guedes reconheceu que algumas das ideias estabelecidas no início do governo estão atrasadas. É o caso das privatizações, que estão "muito atrasadas" e da reforma tributária. Ele disse que a reabertura do Brasil à economia mundial será retomada após a pandemia e que "a pauta da liberalização da economia [brasileira] é irreversível". Veja Mais

Recuperação da economia perde ritmo e maioria dos componentes do PIB ainda não eliminou perdas

G1 Economia Levantamento da FGV mostra setores com maiores quedas em 2020. Resultado oficial do PIB será divulgado pelo IBGE na quarta-feira (3) e expectativa é de tombo da ordem de 4%. Ritmo de recuperação da economia desacelerou no 4º trimestre e analistas projetam uma retração do PIB no 1º trimestre de 2021. Na foto, pessoas caminham no Centro do Rio de Janeiro, em imagem de 23 de dezembro de 2020. Pilar Olivares/Reuters O ritmo de recuperação da economia brasileira desacelerou na reta final de 2020 – e a maioria dos componentes do PIB (Produto Interno Bruto) virou o ano sem ter conseguido eliminar as perdas da primeira onda da Covid-19. O setor de serviços foi o mais afetado pela pandemia ainda não controlada no país e pela impossibilidade de pleno retorno das atividades. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), 7 das 13 principais atividades da oferta e da demanda, incluindo o consumo das famílias, encerraram 2020 abaixo do patamar do final de março do ano passado, quando começaram a ser anunciadas as primeiras medidas para conter a propagação do coronavírus. Pelas projeções do Ibre/FGV, a economia brasileira cresceu 2,5% no 4º trimestre, após avanço de 7,7% no 3º trimestre. No ano de 2020, porém, o tombo do PIB foi estimado em 4,3%. “O 3º trimestre foi bem forte. No 4º trimestre, o crescimento já foi bem menor, o que é natural por conta da base de comparação. Agora, neste 1º trimestre, estamos vendo uma desaceleração significativa com o cenário de retirada dos auxílios do governo. Ao invés de crescer, o PIB provavelmente vai retrair”, afirma Luana Miranda, economista do Ibre. Os números oficiais de 2020 do PIB, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, serão divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pela leitura do Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, que é considerado uma "prévia" do PIB, a retração da economia em 2020 foi de 4,05%. Confirmadas as projeções, será a maior contração anual desde o início da série histórica do IBGE, que começou em 1996, superando o tombo de 3,5% registrado em 2015 – o maior até então. Economistas ouvidos pelo G1 avaliam que uma retomada em 2021 continua dependendo da redução das incertezas domésticas, da vacinação em massa da população e do controle da pandemia, que já deixou 250 mil mortos no Brasil e atingiu nos últimos dias o seu pior momento no país. Projeções do Ibre/FGV para o tombo de 2020, para o resultado do 4º trimestre e para o que faltaria para crescer no 1º trimestre de 2021 para recuperar o patamar pré-pandemia Economia G1 Principais quedas e destaques de recuperação O levantamento feito pelo Ibre mostra que praticamente todos os setores fecharam 2020 no vermelho, com o agropecuária e a indústria extrativa sendo as exceções de crescimento no ano, favorecidos pela alta dos preços das commodities no mercado internacional e pelo impacto do dólar mais alto na receita das exportações de produtos como soja e minério de ferro. O consumo das famílias, que tem sido nos últimos anos o principal motor da economia, registrou uma taxa de retração de 5,6% em 2020 e, pelos cálculos do Ibre, precisaria crescer 1,7% no 1º trimestre na comparação com o 4º trimestre para voltar ao nível que se encontrava antes do início da crise do coronavírus. O setor de serviços, que representa cerca de 70% do PIB do país, e a construção civil também tiveram quedas maiores que a da economia brasileira em 2020, virando o ano ainda distantes do nível pré-Covid. Já entre os componentes do PIB que conseguiram ao menos eliminar as perdas da primeira onda do coronavírus, os destaques foram a indústria e comércio, favorecidos principalmente pelo impacto do Auxílio Emergencial, que teve um custo da ordem de R$ 300 bilhões para os cofres públicos. “A recuperação da indústria e do comércio foi surpreendente ao longo do segundo semestre, mas teve um impacto muito grande do crescimento da massa de rendimentos, que cresceu mais de 3%”, destaca Miranda. De acordo com o Ibre, sem as políticas de transferência de renda – Auxílio Emergencial, Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) e saques do FGTS –, a massa ampliada de rendimentos teria caído 5,7% no ano passado. Impactos do Auxílio Emergencial O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, estima que o dinheiro repassado pelo governo às famílias mais vulneráveis teve um impacto de 2,5 pontos percentuais no resultado do PIB de 2020. "Estamos falando de um PIB que poderia cair em torno de 6,5% se não tivesse o Auxílio Emergencial. O tombo em 2020 foi menor do que se imaginava inicialmente, mas com um alto custo do ponto de vista fiscal. Agora, a gente precisa pagar a conta, ao mesmo tempo em que a pandemia ainda não foi embora", afirma. Por conta dos gastos extraordinários para amenizar os efeitos da pandemia, o rombo nas contas do governo foi recorde em 2020, somando R$ 743 bilhões. Esse déficit ajudou a aumentar ainda mais a dívida pública, que saltou de 74,3% para 89,3% do PIB, patamar recorde e considerado elevado para um país emergente. Evolução do PIB do Brasil e projeções Economia G1 PIB deve ter queda no 1º trimestre O fim dos programas de auxílio sem substitutos definidos, a falta de vacinas, a inflação "mais salgada" e as preocupações com a trajetória do endividamento público têm pesado na economia neste começo de ano e abalado a confiança de consumidores e empresários. A consultoria GO Associados estima que o fim do Auxílio Emergencial tenha um impacto negativo de 1,52% no resultado do PIB do 1º trimestre e projeta uma retração de 1% na comparação com o 4º trimestre. O Ibre prevê uma queda de 0,4% do PIB no 1º trimestre, já levando em conta uma nova rodada do Auxílio emergencial a partir de março. Já a MB Associados espera uma queda de 0,8% e não descarta uma taxa negativa também no 2º trimestre, o que configuraria uma recessão técnica. "Estamos chegando em março e a vacina só chegou a 3% da população. Vai ser muito lento provavelmente ainda nos próximos 4 meses, então vejo uma chance grande de uma queda de PIB nos dois primeiros trimestres por conta desse cenário ainda enfraquecido", diz Vale. Para o economista, a quase certa nova rodada do Auxílio Emergencial tende a ter um impacto limitado até mesmo no PIB do 2º trimestre. "Vai voltar, mas deve ser ser por 4 meses, num valor menor, por volta de R$ 250, e para menos gente. Acredito que a maior parte desses recursos vai ser usada para pagar dívidas e para o consumo básico", avalia. Bolsonaro fala em pagar quatro parcelas de R$ 250 de auxílio na nova rodada Auxílio Emergencial: o caminho apontado por economistas para o governo bancar o programa VÍDEO: Especialistas afirmam ser viável retomar o auxílio emergencial Sem espaço fiscal para políticas de auxílio na magnitude do que foi observado no ano passado e com a queda da renda das famílias, o crescimento em 2021 dependerá em grande parte da eficácia da vacinação e da controle da pandemia. "A retomada do mercado de trabalho também depende da contenção da pandemia. Temos alguns setores represados, especialmente as categorias dentro de serviços e, conforme a vacinação for avançando, a economia deve tender à normalização", afirma Miranda, lembrando que o setor de serviços é o que mais emprega no país. Aumento das incertezas A média das projeções do mercado para o crescimento do PIB em 2021 tem sido revisada para baixo e está em 3,29%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, bem abaixo da expectativa para o crescimento global no ano, estimada em 5,5% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Parte dos analistas, no entanto, já estima uma taxa mais próxima de 3%. A percepção de aumento dos riscos fiscal e político se acentuou após as turbulências provocadas pela decisão do presidente Jair Bolsonaro de trocar o comando da Petrobras e pelos receios de uma guinada populista e de enfraquecimento da agenda liberal do ministro da Economia, Paulo Guedes. "O governo tenta controlar o que é possível visando benefícios eleitorais no ano que vem, mas isso é sempre um tiro no pé. Você pode segurar os preços no curto prazo, mas os efeitos de longo prazo são muito negativos para a economia e esse tipo de intervenção afeta também os investimentos", afirma Vale, que projeta um crescimento de 2,6% em 2021. O temor de interferência do governo na política de preços da Petrobras e na gestão das estatais levou a agência de classificação Moody´s alertar para o risco de perda de credibilidade do Brasil e de aumento acentuado do custo do financiamento da dívida do país. "A ação do presidente Jair Bolsonaro aumenta o ruído político e a incerteza sobre as reformas estruturais neste ano", avaliou. A alta no preço dos combustíveis e as expectativas de inflação em patamar acima da meta do governo para 2021 também têm feito o mercado apostar em um aumento da taxa básica de juros já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, agendada para 17 de março. Crescimento em 2021 será 'bombado' por efeito estatístico O Ibre FGV ainda trabalha com um cenário crescimento de 3,6% do PIB em 2021, mas lembra que, em função da base mais fraca de comparação em razão do tombo registrado em 2020, o carregamento estatístico será da ordem de 3% no ano, o que pode ser traduzido como um ano de crescimento pífio. “Se ficarmos no mesmo nível do final de 2020 e o PIB crescer neste ano zero por trimestre, na comparação com o trimestre anterior, ainda assim vamos ter crescido 3,1% em 2021”, explica Miranda. Mesmo no cenário otimista, de vacinação em massa e retorno gradual do setor de serviços, a avaliação é que a economia brasileira só deverá conseguir voltar ao ponto que estava antes da pandemia a partir de 2022. “O crescimento de 2021 não será suficiente para compensar a queda de 2020. Deve ficar concentrado no segundo semestre e será mais efeito da vacina do que de uma economia pujante”, resume a pesquisadora do Ibre. Veja Mais

BNDES fará oferta secundária de debêntures participativas da Vale

Valor Econômico - Finanças A Vale confirmou noite desta terça-feira que recebeu do BNDES a informação de que o banco pretende fazer uma uma oferta pública de distribuição secundária de debêntures participativas que detém da mineradora. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Secretário pede demissão e equipe de Guedes tem nova baixa

Valor Econômico - Finanças O economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, secretário de Políticas Públicas para o Emprego, estava na equipe do ministro Paulo Guedes desde o início de 2019 A equipe econômica sofrerá oficialmente mais uma baixa nas próximas horas. O economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, secretário de Políticas Públicas para o Emprego, pediu demissão. Ele estava na equipe do ministro Paulo Guedes desde o início de 2019. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alta de tributo para bancos pode encarecer empréstimos, diz Febraban

G1 Economia Na segunda-feira (1º), o governo zerou os impostos federais sobre diesel e gás de cozinha e aumentou a cobrança da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras para compensar a perda de arrecadação. VÍDEO: Presidente da Febraban aponta encarecimento do crédito O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, afirmou nesta terça-feira (2) que o aumento da tributação sobre os bancos deve ser repassado para o consumidor, com o encarecimento do custo do crédito. "Muito provavelmente vai encarecer o crédito. É muito provável que haja reflexo, ainda não sei em qual proporção", disse o presidente da Febraban. "Haverá todo um esforço do setor bancário para que nós não venhamos a repassar todo esse custo para o crédito, mas não dá para segurar isso. É natural que aumento de custos sejam repassados para os produtos e serviços." Na segunda-feira (1º), o governo zerou os impostos federais sobre diesel e gás de cozinha e aumentou a cobrança da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras para compensar a perda de arrecadação. Governo zera impostos que incidem sobre óleo diesel e gás de cozinha; Ana Flor comenta A equipe econômica ainda alterou as regras de IPI para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrou o Regime Especial da Indústria Química (REIQ), também com o objetivo de recompor a perda de receita. Segundo o executivo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, garantiu, por meio de uma ligação telefônica realizada pela manhã, que a medida é temporária e que deve durar seis meses. "Portanto, estamos dando um voto de confiança ao ministro da Economia." Vídeos: Últimas notícias de economia , Veja Mais

De olho no Clubhouse, Twitter amplia teste de recurso de áudio para celulares Android

G1 Economia Função 'Spaces' permite se reunir em salas de áudio, em formato similar ao do concorrente. Opção de criar salas ainda é limitada para usuários do iPhone. Twitter Spaces são salas em áudio na rede social. Divulgação/Twitter O Twitter disponibilizou nesta terça-feira (2) o recurso de áudio "Spaces" para pessoas que usam Android. A partir de agora será possível participar das conversas como falantes ou ouvintes, mas ainda não é permitido criar uma sala. O "Spaces" é um recurso em testes no Twitter, lançado em dezembro passado. Nele, usuários criam salas de áudio para bater papo ou reunir uma plateia em tempo real. A ideia é muito similar ao Clubhouse, aplicativo exclusivo para iPhone que disparou em interesse no início deste ano e permite conversas apenas por áudio. Saiba mais: O que é Clubhouse Como funciona o Twitter Spaces? As pessoas podem entrar no "Spaces" do Twitter por meio de link compartilhado (via tuítes ou mensagens diretas) ou pela barra dos Fleets (stories da plataforma) quando o contato estiver com o círculo roxo ao redor da foto. Para falar com as outras pessoas, é preciso que o criador da sala autorize – por enquanto, no máximo 10 pessoas podem falar ao mesmo tempo. Já o número de espectadores é ilimitado, mas quem controla o espaço pode remover, denunciar e bloquear outras pessoas. As conversas em áudio não ficam gravadas para que as pessoas possam ouvir depois, mas a plataforma diz manter uma cópia por 30 dias para analisar violações das Regras do Twitter. O Twitter diz que "está trabalhando para oferecer a todas as pessoas a capacidade de criar Spaces" no Android e iPhone em breve. A opção de criar salas ainda é restrita a alguns usuários do celular da Apple. Sala do Twitter Spaces. Divulgação/Twitter Veja Mais

'Empurrar custo' para gerações futuras é o caminho da Venezuela e da Argentina, diz Guedes

G1 Economia Ministro defendeu aprovação da PEC Emergencial, que cria dispositivos para evitar o desequilíbrio fiscal e abre caminho para o pagamento do auxílio emergencial. O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (2) que a tentativa de '"empurrar custo" para gerações futuras é o "caminho da miséria, da Venezuela e da Argentina". Guedes participou de uma entrevista do podcast Primocast. Ele deu a declaração em um momento da entrevista em que defendia a adoção de contrapartidas para novos gastos governamentais. Ele também defendeu a aprovação da proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC Emergencial. A equipe econômica vê a aprovação da PEC Emergencial como uma maneira de viabilizar os pagamentos de uma nova rodada do auxílio emergencial. A PEC cria uma série de dispositivos que buscam evitar o desequilíbrio fiscal e que devem ser acionados sempre que os gastos públicos ultrapassarem determinados limites. Desde o início do ano, governo e Congresso discutem maneiras de criar algum tipo de compensação nas contas públicas para os gastos com o auxílio. Para Guedes, a conta não pode ser postergada em forma de dívida pública. “Tentar empurrar o custo para outras gerações, juros começam a subir, acaba o crescimento econômico, endividamento em bola de neve, confiança de investidores desaparece. É o caminho da miséria, da Venezuela, da Argentina”, disse o ministro. O presidente Jair Bolsonaro disse na semana passada que o novo auxílio emergencial deve ser de quatro parcelas de R$ 250. O objetivo é ajudar trabalhadores informais afetados economicamente pela pandemia de Covid-19. Guedes lembrou de medidas que o governo aprovou de contenção de gastos, como a reforma da Previdência, de 2019, e o impedimento de reajuste de salários de servidores durante a pandemia. "Então, toda vez que a gente faz uma coisa aqui, a gente tenta por outro lado pagar a nossa guerra, em vez de fugir covardemente”, continuou o ministro. Veja Mais

Competividade será analisada para decidir novo ciclo de investimento, diz Chang, da Toyota

Valor Econômico - Finanças Presidente da montadora afirma que para o Brasil dar mais previsibilidade aos negócios é necessário aprovar a reforma tributária com simplificação e isonomia O presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, disse nesta terça-feira que para o próximo ciclo de investimentos no país deverá ser analisada a competitividade da operação e a previsibilidade do Brasil. A montadora encerra este ano o último ciclo de investimentos de R$ 1 bilhão no país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Bolsas dos EUA operam em baixa com atenção a rendimentos dos Treasuries

Valor Econômico - Finanças Situação do mercado de títulos permanece no foco dos agentes financeiros Os índices acionários de Nova York operavam em baixa nesta tarde de terça-feira, após oscilarem perto da estabilidade e um dia depois de uma sessão de fortes ganhos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ex-ministros lançam manifesto contra vetos que reduzem recursos de ciência e tecnologia

Valor Econômico - Finanças "É preciso investimento contínuo nas instituições de P&D nacionais e na formação de mão de obra qualificada em todas as regiões do país", traz documento divulgado nesta terça-feira Um grupo de 11 ex-ministros de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação divulgou nesta terça-feira manifesto para a derrubada de vetos à Lei Complementar nº 177, sancionada neste ano pelo presidente Jair Bolsonaro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Aneel adia votação de orçamento de fundo do setor elétrico; contas de luz terão cobrança de cota

G1 Economia Agência alega que dependia de lei, sancionada nesta terça (2), para definir orçamento de 2021 da CDE. Fundo financia ações como desconto na tarifa de famílias de baixa renda. A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) adiou novamente a votação, prevista para esta terça (2), do orçamento de 2021 da Conta de Desenvolvido Energético (CDE), fundo que financia ações e subsídios concedidos pelo governo no setor elétrico. Com o novo adiamento, a agência decidiu manter a cobrança de um valor, chamado de cota mensal, nas contas de luz para manter o financiamento das ações cobertas pela CDE até que o orçamento do fundo seja aprovado em definitivo. Não foi informado o valor da cota do mês de março. Em fevereiro a Aneel já havia adotado a mesma medida e, para aquele mês, foi definida a cobrança uma cota de R$ 1,9 bilhão nas contas de luz para financiar as ações da CDE. O adiamento, segundo a diretoria da agência, se deve à demora na entrada em vigor de algumas medidas do governo para reduzir a contribuição bilionária dos consumidores à CDE neste ano (leia mais abaixo). Essas medidas estavam presentes em uma MP aprovada pelo Congresso no início de fevereiro e cuja sanção pelo presidente Jair Bolsonaro só ocorreu nesta terça. De acordo com a diretoria da agência, não foi possível ainda calcular qual será a redução na contribuição dos consumidores para a CDE em 2021. Por isso, de maneira provisória, foram definidos esses valores, ou cotas mensais. Orçamento da CDE O orçamento de 2021 da CDE foi proposto no final do ano passado pela Aneel e prevê que serão necessários R$ 24,1 bilhões para custear subsídios bancados pelo fundo, como para: a conta de luz de famílias de baixa renda; a conta de luz de produtores rurais que usam eletricidade para irrigar suas plantações; o óleo usado em termelétricas que geram energia na região Norte do país; a energia produzida por usinas eólica e solar. Desse total, a princípio R$ 19,83 bilhões teriam que ser pagos pelos consumidores ao longo deste ano, por meio de cobrança de encargo nas contas de luz. Entretanto, esse valor será reduzido por medidas previstas na lei sancionada por Bolsonaro nesta terça. Ela prevê a transferência para a CDE de recursos que as concessionárias de energia elétrica (geração, transmissão e distribuição) deveriam aplicar anualmente em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e eficiência mas que não foram usados e estão represados. A conta ainda não está fechada, mas a previsão é que os recursos vindos dos fundos de pesquisa e desenvolvimento somem R$ 2,273 bilhões em 2021. Esse valor, portanto, será repassado à CDE e descontado do total a ser cobrado dos consumidores nas contas de luz neste ano. Vídeos: assista a mais notícias sobre economia Veja Mais

Produção da Opep despenca com cortes extras da Arábia Saudita

Valor Econômico - Finanças Volume do grupo teve maior queda em oito meses, o que fez preços retornaram aos níveis anteriores à crise; reunião na quinta-feira vai discutir possível flexibilização A produção de petróleo da Opep despencou em fevereiro em meio aos cortes extras da Arábia Saudita para eliminar o superávit global. A produção do grupo foi reduzida em 920 mil barris diários - a maior queda em oito meses - para 24,87 milhões por dia, segundo pesquisa da Bloomberg. Conforme prometido, a Arábia Saudita cortou a produção em quase 1 milhão de barris por dia, ou cerca de 11%. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados têm limitado a oferta de petróleo desde que a pandemia começou a encolher a demanda, há quase um ano. Para eliminar o estoque excedente, os sauditas prometeram reduções extras durante fevereiro e março. Os esforços valeram a pena, e os preços do petróleo retornaram aos níveis anteriores à crise, sendo negociados acima de US$ 60 o barril em Londres. A coalizão de 23 países se reúne na próxima quinta-feira para decidir se poderá flexibilizar algumas das medidas em abril. A maioria das previsões aponta um aumento de 500 mil barris por dia dos 7 milhões de barris ainda fora do mercado, e que os sauditas confirmarão a suspensão dos cortes equivalentes a um milhão de barris. A Rússia, que lidera aliança com a Arábia Saudita, sinalizou que está ansiosa para elevar a produção. O governo saudita, ainda preocupado com a fragilidade da demanda e enormes estoques, acredita que os produtores devem continuar “extremamente cautelosos.” Como prova dessa cautela, o reino cortou a produção em 970 mil barris por dia em fevereiro, para 8,15 milhões por dia, de acordo com a pesquisa. Divulgação O levantamento é baseado em dados de rastreamento de navios, informações de autoridades e estimativas de consultores, como Rystad Energy, JBC Energy, Rapidan Energy e Energy Aspects. Exportações da Arábia Saudita Apesar do forte corte de produção, o maior produtor da Opep manteve as exportações praticamente estáveis em 6 milhões de barris por dia, segundo dados de rastreamento de petroleiros. O trabalho de manutenção em refinarias domésticas permitiu ao reino manter as remessas inalteradas, disse a Energy Aspects. Embora o governo de Riad tenha feito cortes ainda maiores do que o exigido no mês passado, alguns membros da Opep mais uma vez ficaram abaixo da meta. O Iraque, que deveria compensar o excesso de produção anterior com cortes extras, bombeou mais. A produção aumentou em 40 mil barris por dia, para 3,91 milhões por dia, consideravelmente acima de seu limite obrigatório. Veja Mais

Bolsonaro diz que tem dois meses para zerar imposto sobre o diesel em definitivo

Valor Econômico - Finanças No caso do gás de cozinha, suspensão da cobrança de PIS/Cofins é por tempo indeterminado O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira a apoiadores que a suspensão por dois meses da cobrança de PIS/Cofins sobre o diesel servirá para que a equipe econômica estude uma maneira de tornar a medida permanente. No caso do gás de cozinha, a suspensão já é por tempo indeterminado. "Com o decreto de ontem, zeramos por dois meses o PIS/Cofins do diesel. Desde ontem, por dois meses, não existe qualquer imposto federal sobre óleo diesel. E zeramos em definitivo todos os impostos federais sobre o gás de cozinha também. Quando zera o imposto, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, tem de arranjar recurso em outro lugar. Esses dois meses são um prazo para a gente estudar como a gente vai conseguir, de forma definitiva, zero impostos federais sobre o óleo diesel", explicou. O decreto que zerou as alíquotas do diesel e dos gás de cozinha foi publicado no fim da noite de segunda-feira, em edição extra do Diário Oficial da União. A equipe econômica trabalhou durante toda o dia para encontrar maneiras de compensar a perda de arrecadação. Jair Bolsonaro Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil A receita complementar foi detalhada também durante a noite, em uma medida provisória (MP) que aumentou o imposto cobrado sobre os bancos, diminuiu a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros para pessoas com deficiência e eliminou renúncias tributárias para o setor petroquímico. Bolsonaro lembrou ainda que, a partir do próximo dia 25, os postos de combustíveis serão obrigados a exibir cartazes detalhando a composição dos preços. A iniciativa vai “apurar os verdadeiros responsáveis pelo preço alto do combustível”, disse presidente. “Isso não é interferência, isso é transparência, coisa que não tínhamos.” Em conversa com apoiadores, Bolsonaro também comentou a campanha lançada pela Secretaria de Comunicação divulgando os recursos encaminhados aos Estados durante a pandemia. Foi uma forma de rebater cobranças sobre falta de leitos em hospitais diante do agravamento da pandemia. Bolsonaro negou que tenha sido uma provocação a governadores, como disseram alguma dos gestores estaduais: “Não queremos provocar ninguém, é uma verdade que está ali”. Veja Mais

Socorro da União aos estados em razão da pandemia foi de R$ 76,9 bilhões em 2020, diz Tesouro

G1 Economia Presidente Jair Bolsonaro publicou lista com repasses de R$ 1,1 trilhão, mas incluiu não só o socorro para a pandemia, como também os repasses regulares. Estados receberam R$ 76,9 bilhões em repasses emergencias da União em 2020 O socorro da União aos estados em razão da pandemia de Covid-19 somou R$ 76,9 bilhões em 2020, segundo dados do Tesouro Nacional. Os valores incluem as transferências diretas ao caixa dos governadores (R$ 37 bilhões), bem como a recomposição do Fundo de Participação dos Estados (R$ 7,4 bilhões) e a suspensão temporária de dívidas com o governo federal (R$ 32,5 bilhões). Dos R$ 37 bilhões em transferências extraordinárias, R$ 7 bilhões tinham de ser destinados exclusivamente para a Saúde. O restante era de uso livre por parte dos governadores. Em valores absolutos, São Paulo (R$ 20 bilhões), Rio Grande do Sul (R$ 8,4 bilhões), Minas Gerais (R$ 7,9 bilhões) e Rio de Janeiro (R$ 7,8 bilhões) foram os estados mais beneficiados (veja a lista completa ao final da reportagem). O presidente Jair Bolsonaro, que tem dito que o governo faz a sua parte no combate à pandemia, publicou nas redes sociais no domingo (28) uma lista com repasses da União para cada estado. Os valores listados por Bolsonaro somam R$ 1,1 trilhão aos estados em 2020, porque incluem todas as transferências feitas a estados e municípios no ano passado. Na conta do presidente, entram tanto os valores obrigatórios, previstos na Constituição Federal, quanto os que foram extraordinários. Também entram os valores do auxílio emergencial, que é feito aos cidadãos elegíveis ao benefício e não aos cofres dos governos locais. No domingo (28), Bolsonaro listou R$ 1,1 trilhão em repasses aos estados Na conta do presidente, entram tanto as transferências regulares (feitas obrigatoriamente todos os anos) quanto as exclusivas da pandemia De acordo com o Tesouro, o socorro voltado exclusivamente para pandemia foi de R$ 76,9 bilhões A postagem rendeu críticas por parte dos governadores, que responderam ao presidente por meio de uma carta aberta. Os mandatários disseram que os repasses são uma "obrigação constitucional" da União e que a parcela efetivamente enviada para a área de saúde foi "absolutamente minoritária". Caixa dos estados Apesar de menor que os números apresentados pelo presidente Jair Bolsonaro, na avaliação do Tesouro Nacional, a ajuda da União foi mais que suficiente para conter o impacto da pandemia nos cofres regionais. Os estados e os municípios fecharam 2020 com quase o dobro de dinheiro em caixa em relação ao ano anterior. O saldo passou de R$ 42,7 bilhões em 2019 para R$ 82,8 bilhões, no fim do ano passado, uma alta de 94%. Trata-se da maior disponibilidade de caixa para prefeitos e governadores em ao menos 19 anos. De acordo com o diagnóstico feito pelo Tesouro Nacional, as transferências aos estados e a suspensão de dívidas com o governo federal começaram a incrementar a arrecadação estadual em março do ano passado. No mês de junho, por exemplo, o ganho na arrecadação foi de R$ 10,9 bilhões. E, em 10 meses, a arrecadação, somada ao socorro da União, foi superior à registrada no mesmo mês de 2019. Além disso, a arrecadação dos estados foi puxada pelo pagamento do auxílio emergencial, que acabou se traduzindo em consumo e, portanto, em recolhimento de impostos. No ano passado, a arrecadação dos estados com ICMS e IPVA foi 2,14% superior a 2019. Em contrapartida, a despesa total dos estados encolheu 4,3% no mesmo período. Em grande medida, isso se deve ao fato de os salários dos servidores terem ficado congelados durante a pandemia. O bom desempenho da arrecadação e a queda dos gastos fizeram com que estados e municípios tivessem o melhor ano da história em termos de resultado primário, com superávit de R$ 38,748 bilhões em 2020. A previsão era que fechassem o ano passado com um déficit de R$ 30,8 bilhões. Já a União amargou um rombo recorde de R$ 702,9 bilhões em 2020. Lista por estado Veja de quanto foi o socorro da União motivado pela pandemia para cada estado em 2020: Socorro da União aos estados Veja Mais

Biden terá reunião com senadores democratas para discutir pacote econômico

Valor Econômico - Finanças Presidente americano pressiona agora para que o pacote seja aprovado ainda nesta semana sem o aumento do salário mínimo federal Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Diretor da CVM Gustavo Gonzalez renuncia ao cargo por motivos pessoais

Valor Econômico - Finanças Caberá à Presidência da República nomear um substituto, com aprovação pelo Senado, para cumprir o mandato do diretor, que expira em dezembro de 2021 A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou em comunicado nesta terça-feira que desde ontem o diretor Gustavo Gonzalez deixou de fazer parte do colegiado da autarquia. O órgão detalhou que Gonzalez, nomeado em 2017, renunciou ao cargo por motivos pessoais. ‘Voto contra’ é mais coerente com lei, diz ex-diretor da CVM A CVM informou que, agora, com saída de Gonzalez, caberá à Presidência da República nomear um substituto, com aprovação pelo Senado Federal, para cumprir o mandato do diretor, que expira em dezembro de 2021. Gustavo Gonzalez renuncia ao cargo de diretor da CVM Leo Pinheiro/Valor Em janeiro, o Valor antecipou notícia de saída de Gonzalez do cargo, por motivos pessoais. Ainda segundo apuração do Valor no primeiro mês do ano, um dos mais cotados para assumir o posto no lugar de Gonzalez seria o advogado João Accioly, baseado no Rio. Além da formação em direito, Accioly tem mestrado em Economia. Próximo ao Ministério da Economia, ele teve participação na elaboração da medida provisória que deu origem à lei da Liberdade Econômica, especialmente o trecho que trata dos fundos de investimentos. Em janeiro, o Valor procurou Accioly e também a CVM para falar sobre possibilidade de saída de Gonzalez. Accioly não se pronunciou. A autarquia também não detalhou sobre o tema e informou, na ocasião, que de acordo com a lei 6.385, na hipótese de renúncia de um membro do colegiado, será procedida nova nomeação para completar o mandato do substituído. Na prática, a CVM deve ter dois novos diretores em 2021: além da vaga deixada por Gonzalez, está prevista a saída de Henrique Machado após o fim de seu mandato em dezembro. Veja Mais

Aumento de CSLL para bancos tem de ser temporário, diz Febraban

Valor Econômico - Finanças Segundo a entidade, “bancos já vêm dando sua contribuição à sociedade durante a pandemia” O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, afirmou que os bancos estão novamente sendo “chamados a contribuir” durante a pandemia com a proposta de aumento da CSLL. Segundo ele, embora o setor defenda a reforma tributária, entende que a medida atual tem de ser “temporária e circunstancial”. “Os bancos já vêm dando sua contribuição à economia e à sociedade durante a pandemia e agora, com este aumento de imposto, são chamados a contribuir ainda mais. Entendemos o momento difícil pelo qual passa o país e temos a convicção de que se trata de uma medida temporária e circunstancial”, afirmou em nota enviada ao Valor. Isaac Sidney, presidente da Febraban Valor De acordo com ele, é conhecida a posição do setor a respeito da carga tributária incidente sobre os bancos. A Febraban, lembrou, defende a reforma tributária, com simplificação do sistema, que hoje gera entraves à produtividade. Sidney destacou também que o Brasil é um dos poucos países que tributam a intermediação financeira, o que aumenta o spread bancário, e cobra a maior alíquota do mundo (45%) sobre a renda dos bancos. O Palácio do Planalto informou na segunda-feira à noite que o presidente Jair Bolsonaro aumentará a CSLL das instituições financeiras, assim como outros tributos sobre a indústria química e de carros para deficientes, a fim de compensar a isenção de impostos federais sobre o óleo diesel e o gás de cozinha. O aumento será feito por medida provisória. Veja Mais

Receita Federal fará auditoria nacional sobre uso de créditos de PIS/Cofins sem ICMS

Valor Econômico - Finanças No ano passado, R$ 63,6 bilhões em créditos tributários decorrentes de disputas judiciais A Receita Federal criou uma equipe nacional de auditoria para tratar exclusivamente dos créditos usados pelos contribuintes que são decorrentes das ações judiciais sobre a exclusão do ICMS do cálculo do PIS e da Cofins — a chamada tese do século. A informação consta na Portaria nº 10, publicada em edição extra do Diário Oficial de ontem. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Justiça autoriza obras da Transbrasiliana, da Triunfo, e reequilíbrio de tarifa

Valor Econômico - Finanças Concessionária vai duplicar Rodovia BR-153/SP O Tribunal Regional Federal da 1ª Região autorizou o início das obras de duplicação da Rodovia BR-153/SP, administrada pela concessionária Transbrasiliana, subsidiária da Triunfo Participações e Investimentos (TPI). Segundo a TPI, a Justiça deu provimento ao recurso de apelação apresentado pela companhia, permitindo também o reequilíbrio da tarifa de pedágio de modo a contemplar a inclusão das obras no contrato. A empresa aguarda a publicação do teor da decisão para prestar mais informações, diz em comunicado. Veja Mais

Governador do RJ veta projeto que permitiria compra de vacinas fora do PNI

Valor Econômico - Finanças A compra permitiria apenas imunizante contra covid-19 aprovados pela Anvisa Divulgação/Governo do RJ/Arquivo O governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro (PSC), vetou integralmente projeto de lei que permitiria compra de vacinas pelo Estado fluminense além das fornecidas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde. O veto foi confirmado em publicação no Diário Oficial do Estado do Rio. O projeto de lei, que permitiria compra de imunizantes no âmbito estadual fora do PNI, é de autoria do deputado Flavio Serafini (Psol). A compra permitiria apenas vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em sua justificativa ao veto, Castro detalhou que a Secretaria de Estado de Saúde do Rio tem buscado manter alinhamento ao PNI, para fortalecimento "de sua centralidade técnica e operacional na coordenação da Campanha Nacional de Vacinação contra covid-19, fortalecendo as medidas adotadas pelo Sistema Único de Saúde - SUS". Também no entendimento de Castro, possíveis despesas extras na compra de imunizantes fora do PNI poderiam comprometer orçamento do Estado do Rio. "Cumpre ressaltar que a execução da medida pretendida certamente gerará aumento de despesas, não existindo previsão da sua fonte de custeio", complementou. Castro chamou atenção ainda para o fato de que, em sua análise, a competência sobre o tema, de compra de vacinas, envolve coletividade e é de responsabilidade da União. Veja Mais

Associação de produtores de cana cria linha de crédito para lavoura sustentável

Valor Econômico - Finanças A Socicana, Associação dos Fornecedores de Cana de Guariba (SP), em parceria com a cooperativa de crédito Sicoob Coopecredi, concluiu sua primeira operação de financiamento em um sistema de “crédito rural verde”, que busca oferecer juros mais baratos a produtores que fazem parte de programas ou certificações ambientais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alemanha: Taxa de desemprego fica estável em 6%, mas pedidos de seguro sobem

Valor Econômico - Finanças Número de solicitações aumentou em 9 mil em fevereiro, depois de cair em 37 mil em janeiro A taxa de desemprego da Alemanha ficou inalterada em 6,0% em fevereiro, estável em relação a janeiro, em linha com a expectativa de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alemanha deve prorrogar “lockdown” até 28 de março

Valor Econômico - Finanças Primeira-ministra do país, Angela Merkel, se reunirá amanhã com os governadores dos 16 Estados alemães para discutir a situação da pandemia O governo da Alemanha deve anunciar na quarta-feira que o “lockdown” em vigor no país será estendido por três semanas, até o dia 28 de março, segundo reportagens publicadas pela imprensa alemã. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ministério Público do RJ faz operação contra organização acusada de roubar combustível da Transpetro

Valor Econômico - Finanças O prejuízo contra a empresa pode ter superado R$ 1,2 milhão O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informou, por meio de comunicado, ação nesta terça-feira contra suposta organização criminosa que teria efetuado roubo de combustível de dutos da Transpetro, subsidiária da Petrobras. O prejuízo contra a empresa pode ter superado R$ 1,2 milhão, detalhou o MPRJ. O Ministério Público quer que os envolvidos no crime sejam condenados a pagar indenização no mesmo valor à Transpetro. Em seu informe, o MPRJ detalhou que são cinco mandados de prisão e 14 de busca e apreensão, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal Especializada do Rio de Janeiro. Os mandados não abrangem somente Rio de Janeiro. No estado fluminense, são cumpridos na capital e nas cidades de Duque de Caxias e Itaboraí. Mas também são cumpridas ordens de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Entre os mandados de prisão no Rio, um dos alvos é um capitão da Polícia Militar, Marcelo Queiroz. De acordo com informações fornecidas pelo MPRJ, todos os envolvidos na suposta organização teriam sido denunciados à Justiça por constituir organização criminosa e furto qualificado. Segundo denúncia do MPRJ, a suposta organização teria realizado crimes de furto e de receptação qualificada. Os atos teriam ocorrido nas cidades do Rio de Guapimirim, Nova Iguaçu e Queimados, entre junho e setembro de 2020. Ao todo, teriam sido roubados cerca de 169,5 mil litros de dutos da Transpetro de acordo com apuração do MPRJ. Na denúncia oferecida pelo MPRJ, estão envolvidos de acordo com apuração do órgão público Gilson Cunha Júnior e Marcelo Queiroz dos Anjos. Ambos supostamente coordenavam a operação, desde a escolha do duto, até a subtração do produto, o pagamento aos integrantes, o financiamento do material utilizado no crime e a coordenação do transporte até o receptor, segundo apuração do MPRJ. Além disso, o denunciado à Justiça Jorge Dias Braga seria responsável operacional, subordinado direto das lideranças, realizando furos nos dutos e no manuseio da mangueira para carregar caminhões com combustível. De acordo com apuração do órgão público, o caminhão com líquido furtado era então transportado pelo motorista José Carlos da Silva. Já receptador do produto furtado era o denunciado Walmir Aparecido Marin, que também financiava a atividade da organização criminosa, fornecendo caminhões para serem usados no transporte, segundo o MPRJ. Veja Mais

Bolsonaro veta norma que obrigava Anvisa a dar aval em 5 dias para vacinas contra covid-19

Valor Econômico - Finanças O item barrado pelo presidente constava na MP que autoriza a entrada do Brasil no consórcio Covax Tânia Rêgo/Agência Brasil Apesar de ter sancionado, o presidente Jair Bolsonaro vetou boa parte da Medida Provisória (MP) que autoriza o Poder Executivo a aderir ao Covax Facility, ligado à Organização Mundial de Saúde (OMS). O objetivo do consórcio é estimular o desenvolvimento e disponibilizar vacinas contra o novo coronavírus. Em um dos trechos, o presidente vetou a obrigação de que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovasse em cinco dias o uso emergencial de qualquer vacina avalizada por órgãos reguladores estrangeiros. Um dos artigos da MP determinava que a Anvisa concedesse luz verde a qualquer imunizante previamente aprovado por uma das agências reguladoras dos seguintes países: Estados Unidos, Japão, China, Canadá, Reino Unido, Coreia, Rússia e Argentina, além de União Europeia. O governo alegou que essa medida deixa dispensada a autorização de qualquer outro órgão da administração pública direta ou indireta. Com isso, ela “acaba por violar o princípio constitucional da separação dos poderes ao usurpar a competência privativa do presidente da República”. O veto foi defendido pela Anvisa. De acordo com comunicado divulgado pelo Palácio do Planalto, o dispositivo violava o princípio de separação dos poderes ao usurpar competência do presidente da República. O governo também argumentou que a norma criava obstáculos para que a Anvisa realizasse análise técnica sobre a segurança, qualidade e eficácia das vacinas. O Planalto apontou ainda que o prazo de cinco dias era exíguo, o que inviabilizava a operacionalização da revisão dos documentos necessários. O veto do presidente Bolsonaro precisa ser agora votado pelo Congresso Nacional, que tem o poder de derrubá-lo. Mesmo com o veto a Lei n º 14.121, que autoriza o governo a aderir ao Covax Facility, saiu publicada hoje no “Diário Oficial da União”. Com isso, essa norma entrou em vigor. A medida provisória formaliza a entrada brasileiro no consórcio, que já havia sido anunciada pelo governo federal no fim de setembro. A gestão Bolsonaro havia liberado R$ 2,5 bilhões para a adesão, recursos que serão revertidos em vacinas. O Ministério da Saúde informou na ocasião que o Brasil teria direito a 42 milhões de doses. A Anvisa já tem regras para a concessão de autorização de uso emergencial para vacinas contra o coronavírus. Hoje, ela leva 10 dias para avaliar o pedido feito por um laboratório. Uma legislação aprovada em fevereiro do ano passado previa um prazo de 72 horas para que a agência avalizasse o uso emergencial para vacinas que já tivessem sido registradas em alguns países –como EUA, Japão, China e União Europeia. A legislação tecnicamente perderia sua validade em 31 de dezembro, pois estava condicionada ao estado de calamidade pública, que também expirou no fim de 2020. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou, no entanto, que algumas medidas ligadas à pandemia do novo coronavírus continuassem válidas, o que se aplica a essa norma. Essa possibilidade, no entanto, nunca foi utilizada. A Anvisa concedeu até o momento registro definitivo para a vacina da Pfizer e para uso emergencial para os imunizantes Coronavac (do Butantan com a farmacêutica chinesa Sinovac) e Covishield (da AstraZeneca, que no Brasil tem parceria com a Fiocruz). Trecho da Anvisa não foi o único vetado A lei também estabelece que o governo federal deverá atuar por meio do Ministério da Saúde para adquirir e distribuir aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios vacinas contra coronavírus registradas na Anvisa ou que tenham autorização excepcional e temporária para a importação e a distribuição no Brasil. Entretanto, em despacho o governo alegou que, “embora a boa intenção do legislador, verifica-se que a medida encontra óbice jurídico ao criar despesa obrigatória sem apresentar a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro”. De acordo com essa entidade governamental, a partir do momento em que o Ministério da Saúde disponha do quantitativo necessário para o atendimento da vacinação da população contra a covid-19, caberá a ele a análise de novas aquisições, em atenção ao princípio da economicidade que rege as compras no âmbito da administração pública. “Ressalta-se que, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 garantirá a imunização segura, eficaz e gratuita da população brasileira apta a ser vacinada”, apontou o governo. Por fim, não foi dado aval para a determinação de prever que no caso de omissão ou de coordenação inadequada das ações de imunização de competência do Ministério da Saúde referidas ficam os estados, municípios e o DF ficariam autorizados, no âmbito de suas competências, a adotar as medidas necessárias com vistas à imunização de suas respectivas populações. “Nota-se que a proposição ao dispor, por iniciativa parlamentar, sobre criação ou definição de competências de órgãos e entidades do Poder Executivo federal, acaba por violar a competência privativa do presidente da República”, argumentou o governo. Veja Mais

Leia as manchetes desta terça-feira dos principais jornais brasileiros

Valor Econômico - Finanças Veja os destaques da imprensa nacional VALOR - Governo estuda reeditar corte de salários e jornada - Empresa em recuperação deve negociar com o Fisco - Norsk Hydro é processada por poluição no PA - Emendas 'mutilam' MP da Eletrobras O GLOBO - Mortes pela covid sobem 71% no 1º bimestre de 2021 - Secretários de Saúde pedem toque de recolher - Governo mira nova redução de jornada e salário - Flávio compra mansão no DF de R$ 6 milhões FOLHA DE S.PAULO - Secretários de Saúde pedem toque de recolher nacional - Doria fala em semanas duras e não descarta lockdown - Internação em UTI em SP supera pior semana de 2020 - Flávio Bolsonaro compra mansão por R$ 6 milhões O ESTADO DE S.PAULO - Com UTIs lotadas, secretários de Saúde defendem lockdown - Governo vai aumentar taxa de bancos para isentar diesel - Congresso quer mais R$ 18 bilhões para emendas - Os 90 anos de Ruth Rocha Veja Mais

TJ-SP suspende cobrança de aluguéis sem exigir garantia

Valor Econômico - Finanças Decisão pode servir de precedente na pandemia, uma vez que não há caixa para oferecer garantia judicial Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Senado aprova projeto que cria fundos de investimento para agroindústria

Valor Econômico - Finanças Proposto segue agora para sanção do presidente da República O Senado aprovou nesta terça-feira o projeto de lei 5.191/2020, que cria os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). Os senadores não mudaram o texto que já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Videvince Ventures anuncia parcerias no setor de telecomunicações

Valor Econômico - Finanças SÃO PAULO, 2 de março de 2021 -- A venture builder brasileira Videvince Ventures anunciou sua... SÃO PAULO, 2 de março de 2021 /PRNewswire/ -- A venture builder brasileira Videvince Ventures anunciou sua entrada no setor de telecomunicações por meio da formação de parcerias e certificações oficiais com duas empresas renomadas do ramo: a Infobip e a Zenvia. Ambas fornecem soluções de canais de telecom como SMS, WhatsApp, Facebook Messenger, Telefonia e são as primeiras parceiras da Videvince no setor. Com isso a Videvince passa a oferecer soluções de desenvolvimento customizado de chatbot com inteligência artificial, contact center integrado e outros serviços com o foco na otimização da comunicação entre empresas e clientes. De acordo com o CEO e fundador da Videvince, Pedro Salles Leite, a comunicação eficaz com o consumidor é algo que precisa fazer parte do DNA de todo negócio. "Sempre buscamos tecnologias de ponta para alavancar nossos produtos e agregar valor às soluções que oferecemos. Esses novos projetos são o primeiro passo para um futuro que aproxime as marcas de seus consumidores em uma escala global", explica. Tais parcerias acontecem neste importante momento em que, cada vez mais, os consumidores esperam ter atendimento rápido via canais já utilizados no dia a dia. As empresas precisam estar acessíveis aos seus clientes e se diferenciar através de inovações na comunicação digital. Desde 2017, a Videvince vem alavancando empreendedores, empresas e o setor público por meio de projetos de transformação digital. Site: https://www.videvince.com/ Contato: hello@videvince.com Telefone: +55 11 3181 7464 FONTE Videvince Ventures Veja Mais

Petróleo fecha em queda, com investidores à espera de decisão da Opep+

Valor Econômico - Finanças A reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, que será realizada na quinta (4), deve definir se o grupo reduzirá os cortes na produção exigidos dos seus países membros Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta terça-feira (2), com os temores em torno de um aumento da oferta da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) compensando a desvalorização do dólar. O contrato do petróleo Brent para maio fechou em queda de 1,55%, a US$ 62,70 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o contrato do WTI para abril recuou 1,46%, a US$ 59,75 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York. A reunião da Opep+, que será realizada na quinta-feira (4), deve definir se o grupo reduzirá os cortes na produção exigidos dos seus países membros. Vários analistas acreditam que o grupo pode liberar centenas de milhares de barris de petróleo em oferta adicional, e alguns temem que a Arábia Saudita reverta, pelo menos parcialmente, o seu corte unilateral de cerca de um milhão de barris diários. Uma pesquisa revelada mais cedo pela Bloomberg apontou que a produção de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) despencou no mês passado, resultado apoiado em parte pelos cortes da Arábia Saudita. Segundo a Bloomberg, a produção do grupo caiu em 920 mil barris por dia — a maior queda em oito meses — para 24,87 milhões de barris por dia. Em uma reunião técnica realizada hoje, o secretário-geral da Opep, Mohammad Barkindo, disse que os produtores devem enfatizar um "cauteloso otimismo" em relação às perspectivas para a commodity, de acordo com informações da S&P Global Platts. Veja Mais

Imposto de Renda 2021: programa ao vivo tira dúvidas sobre a declaração

G1 Economia A partir das 19h de quarta-feira (3), o especialista Antonio Gil, da EY, vai responder as perguntas dos contribuintes em programa ao vivo, neste link. Imposto de Renda 2021: programa ao vivo tira dúvidas sobre a declaração A partir das 19h de quarta-feira (3), o especialista Antonio Gil, da EY, vai responder as perguntas dos contribuintes em programa ao vivo, neste link. Programa vai ao ar na quarta-feira (3), a partir das 19h. Mande sua pergunta pelos comentários Veja Mais

Venda de veículos novos no Brasil volta a mostrar queda em fevereiro

G1 Economia Emplacamentos recuaram 2,2% no comparativo com janeiro e 16,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Fábrica da Chevrolet em São Caetano do Sul, SP Divulgação As vendas de veículos novos no Brasil voltaram a recuar em fevereiro, segundo dados da associação de concessionários Fenabrave divulgados nesta terça-feira (2). Os emplacamentos recuaram 2,2% no comparativo com janeiro e 16,7% em relação a fevereiro do ano passado, para 167,38 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus. Com isso, no primeiro bimestre o setor mostra retração de 14,2% ante mesma etapa de 2020, a 338,5 mil veículos emplacados. Renault anuncia investimento de R$ 1,1 bilhão no Brasil Além de restrições à comercialização por causa de retorno de medidas de isolamento social em muitas cidades do país, o setor aponta falta de componentes como entrave à oferta. "A falta de disponibilidade de peças e componentes ainda persiste, fazendo com que algumas fábricas tivessem de paralisar, temporariamente, a produção em fevereiro, afetando, de forma importante, a oferta de produtos", disse em comunicado o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Considerando apenas o Estado de São Paulo, os dados da entidade apontam para licenciamentos de 38.262 carros e comerciais leves em fevereiro, ante 52.235 unidades emplacadas no mesmo período de 2020. Com isso, o acumulado de vendas no primeiro bimestre no maior mercado de veículos do país aponta queda de 19,4% na comparação anual. Vendas de veículos despencam em 2020 na maior queda em 5 anos, segundo Fenabrave O mercado global de veículos tem sido afetado por escassez de chips, decorre de fatores incluindo fechamento de unidades de produção por dois meses por causa da pandemia e aumento na demanda do setor de eletrônicos de consumo, também gerada por impactos das medidas de isolamento social. Na véspera, o sindicato de metalúrgicos de São José dos Campos (SP) afirmou que a General Motors anunciou plano para layoff de 600 funcionários da fábrica na região, citando falta de peças para produção. Anúncio de saída da Ford do Brasil completa um mês; Dieese estima perda de 119 mil postos de trabalho A escassez de microprocessadores deverá reduzir a produção global de veículos no primeiro trimestre em mais de 670 mil unidades e deve durar até o terceiro trimestre, segundo dados da empresa de pesquisa de mercado IHS Markit. Já a AutoForecast Solutions atualizou em fevereiro estimativa para perda de produção de quase 1,3 milhão de veículos este ano pela indústria global de veículos. Veja Mais

Atividade na área de Nova York recua em fevereiro, aponta ISM

Valor Econômico - Finanças A leitura, de 35,5 pontos, é a mais baixa desde maio de 2020 A atividade na área metropolitana de Nova York desacelerou em fevereiro, segundo dados de pesquisa realizada da filial do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) divulgados nesta terça-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Aprovação de regime especial da química foi citada em depoimentos à Lava-Jato

Valor Econômico - Finanças Constituição do benefício fiscal, precocemente extinto, também esteve no centro das atenções Assim como a extinção precoce do Regime Especial da Indústria Química (Reiq) está gerando forte reação no setor, a constituição do benefício fiscal também já esteve no centro das atenções, durante a Operação Lava-Jato. Em delações premiadas, ex-executivos da Odebrecht e da Braskem disseram que houve pagamento de propina a políticos para aprovação da medida provisória que instituiu o Reiq, em 2013. Eduardo Moddy Segundo as delações, a alta cúpula do Congresso à época teria criado dificuldades para aprovar a medida, com vistas a receber pagamentos irregulares. A acusação se transformou em inquérito que tramitou no Supremo Tribunal Federal (STF) e acabou remetido à Justiça Federal em Brasília, onde permanece em andamento. O Reiq reduz as alíquotas de PIS e Cofins incidentes na compra de matérias-primas petroquímicas de primeira e segunda geração. Além da Braskem, que é a maior petroquímica brasileira, cerca de duas dezenas de empresas se beneficiam da medida. O regime especial prevê redução progressiva desde sua criação e, entre 2018 e 2021, permaneceria em 3,65%. Veja Mais

Mercosul aceita declaração sobre meio ambiente no acordo com a UE, diz Araújo

Valor Econômico - Finanças “Nós, Mercosul, já dissemos que estamos prontos para ir adiante”, disse o chanceler brasileiro O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou nesta terça-feira que o Brasil e seus sócios do Mercosul estão dispostos a incluir uma declaração anexa sobre meio ambiente no acordo de livre comércio com a União Europeia (UE) para facilitar sua assinatura e ratificação por países europeus. "Existe essa ideia. Nós, Mercosul, já dissemos que estamos prontos para ir adiante", disse o chanceler em entrevista coletiva no Palácio do Itamaraty. Ele ponderou, no entanto, que o bloco não quer "reabrir negociação, que foi complicada e complexa". Ernesto Araújo Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Diante da alta no desmatamento ilegal da Amazônia, vários países da UE têm colocado publicamente restrições à ratificação do acordo com o Mercosul, que foi fechado em 2019, mas ainda está pendente de assinatura e requer aprovação do Parlamento Europeu. Araújo fez uma ressalva ao dizer que é preciso "ver o que está lá [na possível declaração]". Ele enfatizou que o próprio acordo já tem mecanismos de proteção ao meio ambiente e que o Brasil reitera sua preocupação com o tema. Para ele, "essa realidade vai acabar transparecendo e conseguiremos algum compromisso adicional que demonstre isso". Veja Mais

Eletrobras e Correios são prioridade de desestatizações em 2021, diz secretário

Valor Econômico - Finanças No total, estatais brasileiras tiveram em 2019 resultado líquido de R$ 110 bi, alta de de 55% sobre 2018 e o maior lucro da década, disse Mac Cord no lançamento de relatório da OCDE sobre governança Em 2019, as empresas estatais brasileiras apresentaram resultado líquido de R$ 110 bilhões, uma evolução de 55% sobre o ano anterior e o maior lucro da década, disse nesta terça-feira o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, durante lançamento do relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre a governança das estatais brasileiras. Ele apontou as desestatizações da Eletrobras e dos Correios como prioridades para 2021. Foto: Denio Simoes/Valor Outras frentes para este ano são o aprimoramento do comparativo de boa governança feito por sua secretaria e a publicação de um relatório anual com informações consolidadas das empresas estatais. Uma primeira etapa da avaliação das estatais brasileiras trouxe como principais conclusões a necessidade estabelecer claramente a posição das empresas em relação ao governo, a melhoria da transparência e o fortalecimento dos conselhos das empresas, citou. Segundo o secretário, os estatutos de todas as empresas foram adaptados às normas da OCDE. De 245 instrumentos da OCDE, o Brasil aderiu a 99 e solicitou adesão a outros 44, disse no mesmo evento o secretário-especial adjunto da Secretaria Especial de Relacionamento Externo da Casa Civil, Pedro Florêncio. É, entre os candidatos a ingressar na organização, o que tem maior número de adesões. Veja Mais

Câmara decide votar projeto que facilita compra de vacinas pelo setor privado

Valor Econômico - Finanças O texto foi aprovado na semana passada pelos senadores Najara Araújo/Câmara dos Deputados/Arquivo Em reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), líderes das bancadas da Casa decidiram nesta terça-feira votar ainda nesta terça-feira o projeto de lei que facilita compra de vacinas pelo setor privado. O texto foi aprovado na semana passada pelos senadores. “Reunião de líderes realizada agora há pouco decidiu, por ampla maioria, a votação hoje no plenário da Câmara dos Deputados do PL 534/21, que dispõe sobre as vacinas”, escreveu Lira, em seu perfil no Twitter. Initial plugin text Em reunião com Lira e com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-RJ) no último domingo, o presidente Jair Bolsonaro pediu a rápida aprovação da proposta. Na ocasião, ele destacou a importância de se acelerar a imunização para responder às críticas feitas pelos governadores ao Poder Executivo. Segundo apurou o Valor, Bolsonaro quer que o setor privado fique responsável pela aquisição de vacinas da Pfizer/BioNTech e assuma as cláusulas e seguros exigidos pela farmacêutica para vender o imunizante. Houve, então, o aceno para a possibilidade de o governo disponibilizar os recursos e entrar com a intenção de compra desde que a negociação seja intermediada por um consórcio de empresas do setor privado. A intenção é que essas companhias formem um fundo para assumir os riscos de efeito colateral do imunizante da Pfizer. Durante a reunião de líderes, a maioria dos participantes, segundo Lira, concordou com a rápida tramitação da proposta de emenda constitucional (PEC) Emergencial, sendo apreciada diretamente no plenário da Câmara. A expectativa é que o texto seja analisado pelos senadores nesta quarta-feira. “A maioria dos líderes da Câmara dos Deputados manifestou apoio à tramitação especial - direto em plenário - da PEC Emergencial, como forma de garantir o pagamento do auxílio emergencial já em março”, escreveu Lira nas redes sociais. Initial plugin text Veja Mais

EUA e UE anunciam sanções contra a Rússia relacionadas a caso Navalny

Valor Econômico - Finanças Sanções são meramente simbólicas, mas representam a primeira medida do governo de Joe Biden contra a Rússia e servirão para ditar o tom das relações entre os dois países Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira sanções contra a Rússia devido ao envenenamento e prisão do líder da oposição ao Kremlin, Alexei Navalny. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Venda de veículos cai 16,71% em fevereiro, aponta Fenabrave

Valor Econômico - Finanças No acumulado do ano, emplacamentos somaram 338,52 mil veículos, recuo de 14,17% em relação ao primeiro bimestre de 2020 As vendas de veículos recuaram neste início de ano. Em fevereiro, foram emplacadas 167,38 mil unidades, uma queda de 16,71% no comparativo com o mesmo período de 2020. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Federação Brasileira dos Distribuidores de Veículos Automotores (Fenabrave). No acumulado do ano, de acordo com os dados, os emplacamentos somaram 338,52 mil veículos. Esse volume representou recuo de 14,17% em relação a janeiro e fevereiro de 2020. Segundo a Fenabrave, as vendas de automóveis e comerciais leves somaram 158, 23 mil unidades em fevereiro, queda de 17,85% em relação ao mesmo mês de 2020. Já no acumulado do ano, os emplacamentos somaram 320,79 mil carros. O recuo foi de 14,85%. Shinji Kita/Kyodo News via AP Em caminhões, os licenciamentos somaram 7,71 mil unidades em fevereiro e outros 14,98 mil veículos no acumulado. Esses volumes representaram alta de 18,46% e 9,37%, respectivamente. Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, alguns fatores tiveram impacto negativo nas vendas neste mês, como a falta de componentes para normalizar a produção e o aumento dos casos da covid-19. “Na indústria, mesmo com os esforços das montadoras, para aumentar a produção, a falta de disponibilidade de peças e componentes ainda persiste, fazendo com que algumas fábricas tivessem de paralisar, temporariamente, a produção em fevereiro, afetando, de forma importante, a oferta de produtos”, disse Assumpção Júnior. Ele ressaltou que o aumento dos casos de covid-19 provocou o retrocesso na abertura da atividade comercial em vários estados brasileiros. “Também contribuiu para a queda de vendas do mês de fevereiro.” Veja Mais

Petróleo opera sem rumo comum com investidor atento a sinais de oferta e demanda

Valor Econômico - Finanças Agentes continuam atentos à Opep O petróleo opera em leve alta nesta terça-feira, na esteira da melhora do humor nos mercados globais. Os investidores monitoram dados de oferta e demanda da commodity. Hoje, no fim do dia, o Instituto Americano do Petróleo (API, na sigla em inglês) vai divulgar os dados sobre os estoques nos Estados Unidos. Perto de 10h50, o WTI para abril subia 0,10%, para US$ 60,70. O vencimento do Brent para maio perdia 0,02%, cotado a US$ 63,68. Além disso, uma pesquisa revelada mais cedo pela Bloomberg, apontou que a produção de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) despencou em fevereiro, com a Arábia Saudita entregando cortes extras com o objetivo de limpar os remanescentes de um excesso de oferta global. Segundo a Bloomberg, a produção do grupo caiu em 920 mil barris por dia - a maior queda em oito meses - para 24,87 milhões de barris por dia. Conforme prometido, o reino saudita reduziu sua produção em quase 1 milhão de barris por dia, ou cerca de 11%. Veja Mais

TikTok cria conselho externo na Europa auxiliar em regras de moderação de conteúdo

G1 Economia Iniciativa irá ajudar a definir regras e iniciativas que tratem sobre saúde mental, segurança de menores e extremismo. Logo do aplicativo TikTok Dado Ruvic/Reuters O TikTok anunciou nesta terça-feira (2) que irá criar um conselho com especialistas independentes na Europa para ajudar a definir regras sobre moderação de conteúdo relacionados a segurança de menores, saúde mental e extremismo. O conselho terá especialistas de universidades e da sociedade civil de vários países europeus, como Reino Unido, Alemanha, França e Finlândia. A iniciativa acontece pouco depois da morte de uma menina de 10 anos na Itália, supostamente ligada a um desafio do TikTok no qual os usuários tinham que prender a respiração. O aplicativo anunciou um bloqueio mais restritivo para o cadastro de menores de 13 anos na Itália, se comprometendo a verificar todas as contas, e apenas autorizar o uso daqueles que comprovem ter a idade mínima. O aplicativo também foi acusado em fevereiro por um órgão de defesa dos consumidores na Europa de ter "termos enganosos" e "ambíguos" e de falhar em proteger crianças e adolescentes de conteúdos potencialmente nocivos. Esse não é o primeiro conselho formado pelo TikTok – em 2020, a plataforma também reuniu especialistas nos EUA após as autoridades do país questionar problemas de segurança e desinformação. O conselho europeu, por outro lado, será focado em ações anti-bullying, saúde mental, abuso de crianças, extremismo e crimes de discriminação na plataforma. Apesar do formato lembrar o Conselho de Supervisão do Facebook, os moldes são diferentes, já que as decisões do comitê do TikTok não são obrigatórias. TikTok: o aplicativo chinês que conquistou milhões de usuários Veja Mais

Log vai pagar R$ 33,2 milhões em dividendos e estuda oferta de ações

Valor Econômico - Finanças Empresa de propriedades comerciais convocou AGE para 17 de março para aprovar aumento do capital autorizado de R$ 2,5 bilhões para R$ 3 bilhões O conselho de administração da Log Commercial Properties aprovou a distribuição de R$ 33,2 milhões em dividendos, correspondentes a R$ 0,32 por ação. O pagamento será feito no dia 1° de abril para os acionistas com posição em 5 de março. A partir de 8 de março, os papéis serão negociados “ex-dividendos”. Além do pagamento de proventos, a companhia informou nesta terça-feira que avalia uma potencial oferta pública primária de ações e que engajou instituições financeiras, BTG, Itaú, Bradesco e Bank of America, para atuarem como coordenadores da operação. Para isso, a Log convocou uma assembleia geral extraordinária (AGE) para o dia 17 de março. O objetivo é que os acionistas aprovem o aumento do capital autorizado de R$ 2,5 bilhões para R$ 3 bilhões. Veja Mais

NanoViricides tem resultado positivo para medicamento contra covid-19 e ação dispara

Valor Econômico - Finanças NV-CoV-2 é o principal medicamento em estudo clínico contra o coronavírus de amplo espectro para o tratamento de pacientes de covid-19 A biofarmacêutica NanoViricides informou hoje que obteve respostas positivas de forte eficácia de seus dois medicamentos em estudos contra a covid-19, para os quais está preparando um pedido de uso à agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos , a FDA ( na sigla em inglês). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Supremo retoma julgamento de recurso de Lira em inquérito do ‘quadrilhão do PP’

Valor Econômico - Finanças Caberá a Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, o voto decisivo A segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta terça-feira o julgamento de um recurso apresentado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), contra a decisão da Corte de aceitar a denúncia do Ministério Público no caso conhecido como “quadrilhão do PP”. O julgamento da denúncia foi feito em junho de 2019, quando o colegiado, formado por 5 dos 11 ministros, ainda contava com a presença do então decano Celso de Mello. Ele, Cármen Lúcia e o relator da Lava-Jato no STF, Edson Fachin, formaram maioria. Na época, ficaram vencidos Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowisk. Lira então apresentou embargos para tentar rever a abertura da ação penal. Quando o julgamento começou, apenas Fachin votou para manter a decisão. Gilmar pediu vista (mais tempo para analisar o caso). Arthur Lira Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados Agora, na retomada do julgamento do recurso, a composição da Segunda Turma é outra. Caberá, portanto, a Kassio Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, o voto decisivo. Em outros julgamentos, ele tem se posicionado ao lado de Gilmar e Lewandowisk, considerados mais “garantistas”, isto é, que tendem a beneficiar o réu. A decisão da Segunda Turma também terá impacto em outra esfera. Caso Lira seja confirmado réu, ele ficará impedido de substituir Bolsonaro na Presidência, pois uma decisão do STF proibiu réus de figurarem na linha sucessória. Em caso de vacância no Palácio do Planalto, o primeiro a ser chamado é o vice-presidente Hamilton Mourão e, em seguida, o presidente da Câmara. Lira é hoje um dos principais aliados de Bolsonaro, que apoiou a sua eleição para o comando da Casa Legislativa. O inquérito conhecido como “quadrilhão do PP” investiga a suposta participação de Lira e outros dirigentes da legenda no esquema de corrupção na Petrobras desvendado pela Lava-Jato. Veja Mais

França libera uso da vacina da AstraZeneca em maiores de 65 anos

Valor Econômico - Finanças Pessoas com mais de 50 anos e que sofrem de doenças como diabetes e hipertensão também poderão receber o imunizante Danny Lawson/PA via AP A França anunciou que expandirá o uso da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford após novos dados mostrarem que ela é eficaz em pessoas com mais de 65 anos. A mudança foi anunciada pelo ministro da Saúde, Olivier Verán, citando um painel de especialistas que assessora o governo francês. Desta forma, o imunizante será agora aplicado em pessoas entre 65 e 74 anos. Pessoas com mais de 50 anos e que sofrem de doenças como diabetes e hipertensão também poderão receber a vacina. A França foi um dos vários países da Europa a limitar o uso da vacina da AstraZeneca em idosos, argumentando que não havia dados clínicos suficientes sobre sua eficácia nesta faixa etária. Veja Mais

Alemanha: Vendas no varejo caem 4,5% em janeiro ante dezembro

Valor Econômico - Finanças Queda reflete fechamento parcial das lojas em razão da pandemia As vendas no varejo da Alemanha caíram em janeiro devido ao fechamento parcial das lojas a partir de 16 de dezembro, informou o escritório de estatísticas alemão, o Destatis, nesta terça-feira. De acordo com os dados preliminares, as vendas no varejo em janeiro caíram 4,5% em termos reais e 3,9% em termos nominais no primeiro mês de 2021 ante o mês anterior. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Operação que cumpre mandados de prisão no Rio apura suspeita de propinas a magistrados

Valor Econômico - Finanças A ação, autorizada pelo STJ, é desdobramento da operação que afastou do cargo o então governador Wilson Witzel Foto Gabriel Monteiro/ Agência O Globo/Arquivo A Operação “Mais Valia”, desencadeada pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira, apura indícios de pagamentos de supostas propinas a magistrados ligados ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1). A ação, autorizada pela ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e solicitada pela vice-procuradoria-geral da República, é desdobramento da Operação “Tris In Idem”, que em agosto de 2020 afastou do cargo o então governador Wilson Witzel (PSC). Além de desembargadores do TRT-1, empresários também são alvos da investigação. A PF está cumprindo 11 mandados de prisão. De acordo com a investigação do Ministério Público Federal (MPF), haveria um esquema de pagamentos de vantagens indevidas a magistrados, que teriam beneficiado com decisões judiciais integrantes do esquema criminoso que teria sido instalado na administração Witzel. O TRT é apontado como um dos três núcleos do esquema de corrupção do governo Witzel, segundo os autos da Tris In Idem. A investigação aponta que o suposto núcleo criminoso beneficiaria Organizações Sociais que tinham recursos a receber do estado a título de “restos a pagar”. Essas organizações sociais também teriam sido indevidamente beneficiadas com a agilização de processos trabalhistas para obtenção de certidões negativas de débitos. Desse modo, as organizações se habilitavam a contratar com o Poder Público, de acordo com o MPF. Para poder participar do esquema, as organizações sociais eram orientadas a fazer pagamentos simulados como honorários advocatícios a escritórios que eram indicados pela advogada Eduarda Pinto Cruz, irmã do desembargador Marcos Pinto da Cruz. As investigações tiveram como ponto de partida o acordo de delação premiada de Edmar Santos, ex-secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro. Veja Mais

Zona do euro: Inflação sobe 0,9% em fevereiro pela segundo mês seguido

Valor Econômico - Finanças Núcleo do índice de preços ao consumidor, foco do BCE, avançou 1,1% em base anual O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu em fevereiro em comparação com o ano anterior pelo segundo mês consecutivo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Transação tributária e o Refis da covid-19

Valor Econômico - Finanças Pessoas físicas e jurídicas, inclusive as optantes pelo Simples Nacional, terão uma nova oportunidade de regularizar os débitos de forma personalizada e assertiva A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), em sintonia com o Ministério da Economia, tem conduzido, em relação aos devedores da União, uma revolução na negociação dos débitos tributários inscritos na dívida ativa, após a adoção do instituto da transação resolutiva de litígio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Guedes: Vamos pegar os dividendos da Petrobras e entregar uma parte ao povo

Valor Econômico - Finanças Ideia é criar fundo com ativos: "se [o petróleo] é nosso, dá para a gente, principalmente para os mais fracos", disse ministro, que ainda alertou para risco de apagão se Eletrobras não for privatizada O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo federal trabalha com a ideia de criar um programa de transferência de renda ligado aos dividendos da Petrobras. "Vamos pegar os dividendos da Petrobras e entregar uma parte para o povo brasileiro. A parte que nós temos, vamos entregar então. Temos uma ideia de fazer algo parecido um pouco à frente", disse em participação gravada na sexta-feira no podcast Primocast e divulgada na manhã desta terça-feira. Guedes: Se o presidente não confiar, sou demissível em 30 segundos PIB de 2020 vai cair um pouquinho menos do que 4%, diz Guedes Segundo ele, a ideia é "criar um fundo Brasil e botar os ativos lá e falar: se [o petróleo] é nosso, dá para a gente, principalmente para os mais fracos, os mais frágeis". "Vamos fazer um programa de transferência de riqueza, na veia. Pega os 20%, 30% mais pobres da população brasileira e fala: o petróleo é nosso? É. Então toma aqui sua parte. Pega os mais pobres e vamos dar um pedaço para eles", afirmou. "Que aí a empresa ou paga dividendo para eles ou vende e dá o dinheiro para eles. O que não pode é ficar dando prejuízo para eles." Eletrobras e apagão O ministro afirmou que “daqui a dez, 15 anos, nós vamos ter uma apagão” se a Eletrobras não for privatizada. Segundo ele, a empresa perdeu a sua capacidade de investimento. “Se fizermos estudos e conseguimos aumentar o capital, levá-la à bolsa para pedir recursos para investir, se for privatizada, aí todo mundo sabe: agora ela tem investimento, agora vai crescer”, disse. Guedes ainda afirmou, sem citar nomes, que pessoas contrárias à privatização de estatais plantam boatos contra ele. “Está botando boatos todo dia no jornal, que o ministro vai cair porque mexeu nisso, que brigou com o presidente”, disse. O ministro Paulo Guedes Pablo Jacob/Agência O Globo Veja Mais

Emprego: confira 208 vagas disponíveis em 17 municípios de Pernambuco nesta terça

G1 Economia Através da Agência do Trabalho, há oportunidades para quem busca trabalhar como farmacêutico, eletricista, operador de empilhadeira, vendedor interno, analista de logística e serralheiro, entre outras. Serralheiro é uma das funções com vaga de emprego disponível em Pernambuco Diêgo Holanda/G1 O sistema público da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE) reúne, nesta terça-feira (2), 208 vagas de emprego em 17 municípios do estado. As oportunidades foram disponibilizadas através das unidades da Agência do Trabalho. Do total, dez vagas são para pedreiro em Caruaru e outras 15 são para servente de obras em Vitória de Santo Antão. Há também oportunidades para vendedor pracista, serralheiro, auxiliar administrativo, garçom, confeiteiro, recepcionista de hotel, entre outras (confira lista completa mais abaixo). Há vagas no Recife (36), Arcoverde (4), Belo Jardim (14), Bezerros (6), Caruaru (41), Escada (1), Garanhuns (7), Goiana (2), Igarassu (20), Ipojuca (9), Palmares (2), Paudalho (2), Petrolina (8), Salgueiro (6), Santa Cruz do Capibaribe (8), Serra Talhada (5) e Vitória de Santo Antão (37). Os interessados devem procurar uma das Agências do Trabalho do estado. O atendimento ocorre preferencialmente com agendamento, feito pelo site da secretaria ou pelo Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias VÍDEOS: Mais assistidos de Pernambuco nos últimos 7 dias Veja Mais

Redes sociais e a tutela de urgência

Valor Econômico - Finanças Em face da velocidade das redes sociais, será preciso nos debruçarmos para criar modelos de proteção da integridade da prova Uma das principais características do nosso sistema jurídico (“civil law”), em contrapartida ao sistema de usos e costumes, comumente visto nos países de língua inglesa (“common law”), é que primeiro temos a sociedade expressando determinados comportamentos com efeitos no âmbito do direito (fato jurídico), para posteriormente serem regulados mediante alguma lei, caso ainda não exista. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras: quatro membros do conselho de administração pedem para não serem reconduzidos

Valor Econômico - Finanças A Petrobras divulgou fato relevante na noite desta terça-feira (2) para informar que quatro membros do conselho de administração da estatal pediram para não serem reconduzidos na próxima eleição para o colegiado. A informação havia sido originalmente publicada pelo "Pipeline", novo site de negócios do Valor. Dois deles, João Cox Neto e Nivio Ziviani, alegaram questões pessoais. Paulo Cesar de Souza e Silva preferiu lembrar que seu mandato chegaria ao fim e que prefere a não renovação. Mas Omar Carneiro da Cunha foi claro ao responsabilizar a intervenção recente do presidente Jair Bolsonaro na estatal por causa dos preços de derivados de combustíveis, que culminaram com o anúncio da troca do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, ainda a ser efetivada pelo conselho. “Em virtude dos recentes acontecimentos relacionados as alterações na alta administração da Petrobras, e os posicionamentos externados pelo representante maior do acionista controlador da mesma, não me sinto na posição de aceitar a recondução de meu nome como Conselheiro desta renomada empresa", disse Cunha no texto do fato relevante. O colegiado é formado por um presidente (Eduardo Leal) e dez conselheiros, sendo seis deles indicados pelo acionista controlador, o governo federal. Os quatro conselheiros que pediram a não recondução fazem parte do bloco do controlador. Desde que Bolsonaro decidiu, em fevereiro, trocar Castello Branco pelo general da reserva Joaquim Luna e Silva, os conselheiros têm debatido entre si e com seus advogados o risco de permanecer na cadeira. Afinal, os conselheiros respondem como pessoas físicas por seus deveres fiduciários. O dilema era ficar na Petrobras e tentar defender com unhas e dentes a governança corporativa ou sair para não correr risco de se envolverem em um embate sobre melhores práticas com o presidente Bolsonaro. Ao que tudo indica, os quatro conselheiros de saída decidiram não pagar para ver. O que o mercado espera agora é o anúncio dos substitutos, cujos nomes serão acompanhados com lupa. Segue o comunicado da Petrobras: “Petrobras sobre não recondução de Conselheiros de Administração Rio de Janeiro, 2 de março de 2021 – A Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras, em continuidade aos comunicados de 19/02/2021 e 23/02/2021, comunica que foi informada pelos Conselheiros de Administração João Cox Neto, Nivio Ziviani, Paulo Cesar de Souza e Silva e Omar Carneiro da Cunha Sobrinho que não pretendem ser reconduzidos ao Conselho de Administração da companhia na próxima Assembleia Geral Extraordinária (AGE). Os Conselheiros João Cox Neto e Nivio Ziviani informaram que, ao tempo que agradecem o convite para a recondução, lamentavelmente não poderão aceitar por razões pessoais. O Conselheiro Paulo Cesar de Souza e Silva manifestou-se nos seguintes termos: “Em virtude que meu mandato de Conselheiro de Administração será, em breve, interrompido inesperadamente peço, por favor, para não ser reconduzido ao Conselho de Administração na próxima Assembleia. Aproveito para registrar meu respeito e reconhecimento pelo excelente trabalho desenvolvido pela Diretoria Executiva e funcionários da Petrobras bem como pelos meus colegas Conselheiros sob a liderança do Presidente Eduardo Leal.” O Conselheiro Omar Carneiro da Cunha se manifestou no seguinte sentido, em mensagem dirigida ao Presidente do Conselho: “Em virtude dos recentes acontecimentos relacionados as alterações na alta administração da Petrobras, e os posicionamentos externados pelo representante maior do acionista controlador da mesma, não me sinto na posição de aceitar a recondução de meu nome como Conselheiro desta renomada empresa, na qual tive o privilégio de servir nos últimos sete meses. Sob sua liderança, participei em um Conselho de Administração de altíssimo nível, que se manteve aderente as estratégias devidamente aprovadas, e seguindo os mais altos níveis de governança e de conformidade com os estatutos da empresa, e aos mais altos padrões de gestão empresarial. Lidei com uma Diretoria do mais alto padrão e funcionários excepcionais. A mudança proposta pelo acionista majoritário, embora amparado nos preceitos societários, não se coaduna com as melhores práticas de gestão, nas quais procuro guiar minha trajetória empresarial. Sendo assim, acredito que minha contribuição ao Conselho de Administração e à empresa seria fortemente afetada, e minha efetividade reduzida. Agradecendo mais uma vez a forma elegante e profissional como você e os demais companheiros deste CA me recepcionaram, subscrevo-me.”. A recondução desses Conselheiros havia sido proposta pela União Federal, conforme ofício do Ministério de Minas e Energia recebido pela Companhia em 19/02/2021. Eventuais substitutos indicados pelo acionista controlador serão submetidos ao processo de análise de gestão e integridade da companhia e objeto de análise pelo Comitê de Pessoas. Fatos julgados relevantes serão oportunamente comunicados ao mercado.” Veja Mais

Trecho sobre Bolsa Família fica fora de parecer da PEC Emergencial; debate deve ser feito em plenário

Valor Econômico - Finanças Ideia é que gatilhos não afetem os programas de atendimento à população mais vulnerável O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, Marcio Bittar (MDB-AC), protocolou nesta terça-feira à tarde seu parecer final sobre a matéria. O texto não traz o dispositivo que deixa de fora da contenção imposta pelos gatilhos propostos os benefícios de combate à pobreza. Na prática, a medida permitiria um aumento do Bolsa Família ou a criação de um novo mecanismo de distribuição de renda, mesmo diante de um cenário de emergência fiscal. Relator desidrata PEC, mas mantém gatilhos fiscais Apesar disso, segundo senadores, a intenção é que essa proposta seja levada diretamente ao plenário, na quarta-feira, por meio de uma emenda do próprio relator, que seria votada por unanimidade pelos parlamentares. A decisão foi tomada numa reunião liderada pelo governo nesta terça. A princípio, houve uma confusão conceitual, propagada pelos próprios senadores, de que a medida estaria deixando o Bolsa Família de fora da regra que limita o crescimento de despesas à inflação do ano anterior. Segundo técnicos ligados ao senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que é entusiasta da proposta, isso não procede. Na avaliação dele, a ideia é que os gatilhos não afetem o Bolsa Família e programas de atendimento à população mais vulnerável. “Este nosso receio se funda na controvérsia existente sobre a despesa do Bolsa Família ser ou não despesa obrigatória. Se ela não for considerada obrigatória, estaria livre das vedações. Mas se for considerada obrigatória, seria afetada pela PEC Emergencial, prejudicando o combate à miséria de forma decisiva em nosso país”, explicou o autor da emenda, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), em mensagem ao relator, Marcio Bittar (MDB-AC) e ao líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). EBC O Bolsa Família difere dos benefícios da Previdência, do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e até do Benefício de Prestação Continuada (BPC) porque o governo não é obrigado a pagar os benefícios a todos que têm direito. Nesse sentido, o programa não seria obrigatório, já que sua própria lei prevê que o Poder Executivo deverá compatibilizar a quantidade de beneficiários e de benefícios financeiros específicos do Programa Bolsa Família com as dotações orçamentárias existentes. A sugestão recebeu boa acolhida, inclusive da representação do governo. O Orçamento para este ano ainda não foi votado e prevê R$ 34,9 bilhões para o programa Bolsa Família. O relator tanto da PEC Emergencial quanto do Orçamento é o mesmo, o senador Marcio Bittar. Bittar fará ainda nesta terça-feira a leitura em plenário do novo parecer da PEC. Em uma apresentação feita aos líderes mais cedo, ele esclareceu que já havia retirado da proposta pontos controversos, como a desvinculação de receitas para saúde e educação e a revogação dos repasses do PIS/Pasep para o BNDES. Permanecem os gatilhos do teto, que serão acionados quando a despesa obrigatória ultrapassar 95% da despesa primária total, e a redução gradual de benefícios tributários. Veja Mais

Gasolina cara fez etanol subir em todos os Estados na semana passada

Valor Econômico - Finanças Em São Paulo, que responde por metade do consumo de combustíveis do país, a alta foi de 8,5% em apenas uma semana, segundo a ANP Com a franca escalada dos preços da gasolina nos postos, que vem apertando os orçamentos das famílias, seu substituto imediato, o etanol hidratado, também tem tido uma forte alta no mercado doméstico. Na semana passada, o biocombustível subiu em todos os Estados — sem exceção. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Líderes sugerem deixar Bolsa Família fora do teto de gastos

G1 Economia Líderes de partidos debatem votação das PECs emergencial e da imunidade Em reunião de líderes nesta terça-feira (2), ganhou corpo uma proposta para deixar de fora do teto de gastos não apenas o auxílio emergencial a ser pago nos próximos meses, mas todo o programa Bolsa Família. A proposta foi confirmada ao blog por líderes, inclusive o do governo no Senado, Fernando Bezerra. A notícia de que o Congresso negocia deixar o Bolsa Família de fora do teto de gastos caiu como uma bomba na equipe econômica do governo. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia divulgou nota nesta em que reforça o argumento de que, sem contrapartidas fiscais para a nova rodada do auxílio emergencial, o Brasil corre o risco de desancorar as expectativas inflacionárias, o que também pode levar ao aumento do risco país e das taxas de juros futuros. O resultado seria o menor crescimento econômico do país. Auxílio Emergencial deve ficar em R$ 250,00 por quatro meses a partir de Março Uma das ideias é deixar os gastos do Bolsa Família e do auxílio emergencial fora do teto de gastos apenas em 2021, o que abriria um espaço de pelo menos R$ 30 bilhões no orçamento deste ano. Para um integrante da equipe econômica ouvido pelo blog, se a proposta for incorporada na PEC Emergencial, a ser votada nesta quarta-feira no Congresso, é o "início do fim" do teto de gastos". A regra estabelece que o governo não pode ampliar gastos de um ano para o outro acima da inflação e indica o compromisso do governo com o equilíbrio das contas públicas. "Seria um péssimo sinal", diz outro integrante do governo. VÍDEOS: auxílio emergencial Veja Mais

Rússia pode reduzir imposto de importação de carne de aves do Brasil, diz RIA

G1 Economia Possível corte de impostos teria como objetivo desacelerar a inflação dos alimentos no país. Medida foi mencionada em uma reunião entre o Ministério da Agricultura e produtores russos de aves. Rússia pode reduzir impostos sobre as importações de carnes de aves do Brasil para desacelerar inflação no país. Agência Estadual de Notícias/Divulgação A Rússia pode reduzir os impostos sobre as importações de carnes de aves do Brasil se o aumento dos preços domésticos não se estabilizar, informou a agência de notícias RIA nesta terça-feira, citando uma fonte do setor. O governo russo impôs restrições à exportação de grãos e outras medidas na tentativa de desacelerar a inflação de alimentos em meio à pandemia de Covid-19 e à queda da renda familiar. O possível corte de impostos foi mencionado em uma reunião de funcionários do Ministério da Agricultura e dos maiores produtores de aves da Rússia na terça-feira, na qual eles discutiram o aumento dos preços de aves e ovos, disse a RIA. Frango e ovos são a proteína animal mais popular disponível para os russos, com a demanda doméstica crescendo nos últimos 12 meses, enquanto a produção de aves da Rússia tem diminuído neste ano, depois que alguns produtores foram atingidos por surtos de gripe aviária. A cota russa de importação de aves para 2021 está fixada em 364.000 toneladas com imposto zero para todos os países. Fora da cota, o imposto sobe para 65%. "Foi notado no encontro que o governo está discutindo a redução do imposto de importação da carne de frango do Brasil, que é um dos principais fornecedores desse produto, como uma possível medida de estabilização. Essa medida poderá ser tomada se outras soluções forem insuficientes", disse a RIA, citando uma fonte. O ministério não respondeu ao pedido da Reuters de comentário sobre um possível corte no imposto sobre a importação de carne de aves do Brasil. Vídeos: tudo sobre agronegócio Veja Mais

Estado não pode interferir "de maneira cotidiana" nas estatais, recomenda OCDE

Valor Econômico - Finanças O Estado não deve usar empresas estatais para obter vantagens indevidas em relação a outros investidores das empresas, disse há pouco o economista-sênior da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) Hans Christiansen, durante apresentação de relatório sobre as empresas estatais brasileiras. “Vemos isso nos jornais”, comentou, sem especificar a quais episódios se referia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Com lockdown no DF, Mesa Diretora da Câmara vai definir comissões

Valor Econômico - Finanças A expectativa é que a instalação seja mantida para esta quinta-feira, mas a retomada dos trabalhos pode ser adiada Diante do agravamento da pandemia que levou ao decreto de lockdown no Distrito Federal, a Mesa Diretora da Câmara se reúne nesta terça-feira para definir como será o funcionamento das comissões. A expectativa é que a instalação seja mantida para esta quinta-feira, mas a retomada dos trabalhos pode ser adiada. O encontro da direção da Casa foi informado aos líderes partidários durante reunião nesta terça-feira. “As comissões devem ser instaladas na quinta-feira, mas vai ter uma reunião da Mesa para decidir como será o funcionamento, provavelmente só virtual. Talvez não comece o funcionamento agora, só a instalação”, disse a líder do Psol na Câmara, Talíria Petrone (RJ). De acordo com o líder do Novo na Casa, Vinicius Poit (SP), as indicações dos partidos para presidências e vice-presidências dos colegiados devem começar nesta terça-feira. Hoje também seria último dia para que sejam costurados os últimos acordos em torno das comissões. Poit afirmou que estão “ponderando fazer as eleições 100% pelo sistema remoto”, já que “todos concordam que estamos no pior ou num dos piores momentos da pandemia”. “Não faz sentido instalarmos comissões e voltarmos presencialmente. Após a reunião de líderes, a mesa vai se reunir pra deliberar”, disse o líder do Novo. Segundo o líder do Solidariedade na Câmara, Lucas Vergílio (GO), a retomada das comissões pode ser adiada para que os parlamentares votem a proposta de emenda constitucional (PEC) Emergencial diretamente no plenário, sem passar pelas comissões. “A admissibilidade da PEC emergencial, para ser em plenário, tem que ser antes da instalação das comissões. Então, vai depender da votação da PEC no Senado para saber o dia que será instalada”. Poit sinalizou que funcionamento das comissões pode começar “depois de uns 15 dias para evitar aglomeração num momento tão difícil”. O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado, o que está previsto para acontecer nesta quarta-feira. Nas redes sociais, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), escreveu que “a maioria dos líderes da Câmara dos Deputados manifestou apoio à tramitação especial - direto em plenário - da PEC Emergencial, como forma de garantir o pagamento do auxílio emergencial já em março”. A iniciativa foi rechaçada pelos parlamentares da oposição. Talíria disse que Lira “vai empurrar PEC Emergencial ferindo o rito na marra, mesmo sem acordo com a oposição”. No mesmo sentido, o líder do Novo disse ver dificuldades no avanço da proposta com rito acelerado. “Eu entendo a preocupação e a urgência da matéria. Mas não sabemos ainda nem que texto vem do Senado, o que será aprovado lá. Fica difícil votarmos com esse rito alterado, mesmo sendo um assunto super urgente. Não podemos tirar do texto as contrapartidas e medidas pra redução de gastos, por exemplo. A PEC Emergencial tem o objetivo original de atuar em momentos de calamidade fiscal. Importante falarmos de auxílio, mas não podemos perder o objeto principal. Não podemos deixar responsabilidade fiscal de lado”, afirmou Poit. Plenário da Câmara dos Deputados Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados Veja Mais

Reforma tributária e PEC Emergencial dominam conversa entre banqueiros e Pacheco

Valor Econômico - Finanças Presidente do Senado participou de um café da manhã promovido pela Febraban Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fevereiro termina com retirada de R$ 6,8 bilhões da B3 por estrangeiros

Valor Econômico - Finanças Fluxo negativo registrado nessa categoria de investidor coloca fim a três meses consecutivos de entrada líquida Depois de três meses seguidos de entrada líquida de capital externo, o mês de fevereiro terminou com fluxo negativo dos investidores estrangeiros devido à uma sequência de saídas nos últimos dias. Na sessão de 26 de fevereiro, os não residentes sacaram R$ 261,6 milhões do segmento secundário da B3 (ações já listadas) - o sexto dia de saídas consecutivas -, segundo informações divulgadas nesta terçça-feira pela B3. Com isso, o saldo líquido no mês de fevereiro ficou negativo em R$ 6,784 bilhões, resultado de R$ 357,002 bilhões em compras e R$ 363,786 bilhões em vendas. Dessa forma, o mês de fevereiro interrompe a sequência de entrada líquida de capital estrangeiro que foi registrada em novembro e dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Marcello Casal Jr/Agência Brasil No acumulado de 2021, o saldo líquido segue positivo, em R$ 16,772 bilhões, embora tenha caído ante o patamar de R$ 28,118 bilhões antes da sequência de perdas. Também no dia 26, o investidor pessoa física ingressou com R$ 630,8 milhões na B3. Assim, o saldo no mês ficou positivo em R$ 11,476 bilhões e segue superavitário no ano em R$ 16,247 bilhões. Já o investidor institucional retirou R$ 586,7 milhões da B3 naquele dia. No mês, o saldo ficou negativo em R$ 2,290 bilhão e, no ano, está deficitário em R$ 21,707 bilhões. Veja Mais

Valor do impacto financeiro do risco hidrológico é de R$ 15,7 bilhões, diz CCEE

Valor Econômico - Finanças O risco hidrológico é o déficit entre a garantia física das hidrelétricas e a energia efetivamente gerada por elas Leo Pinheiro/Valor O valor presente do impacto financeiro da repactuação do risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) é de R$ 15,7 bilhões, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Durante coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira, o presidente do conselho de administração da CCEE, Rui Altieri, apresentou os cálculos finais das compensações para os geradores sobre as ações judiciais relacionadas ao GSF. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) homologará os valores e, a partir disso, os geradores terão 60 dias para declarar se aceitam a proposta. As hidrelétricas vão ser compensadas pelo risco hidrológico por meio da extensão de concessões. O tempo médio de extensão será de 15 anos, sendo que 450 usinas terão até quatro anos de extensão. Ao todo, 221 usinas terão menos de um ano de extensão de concessão. “A solução para o GSF foi muito bem elaborada e as antecipações de pagamentos são prova disso. Os dois maiores devedores anteciparam os valores”, afirmou Altieri, em referência às iniciativas da AES Brasil e da CTG para antecipar nos últimos meses o pagamento dos passivos referentes à disputa. Na próxima quinta-feira, a CCEE fará uma reunião com representantes de empresas envolvidas na questão para sanar dúvidas. "Temos expectativa de que vários outros agentes se motivem a antecipar os pagamentos", acrescentou Altieri. O GSF é a sigla para o déficit entre a garantia física das hidrelétricas e a energia efetivamente gerada por elas. Estiagens na década passada geraram ações judiciais que acabaram travando o mercado de curto prazo de energia. A solução para compensar as hidrelétricas vem sendo discutida há mais de cinco anos. Veja Mais

Oferta de ações da PetroRio aumenta posição de caixa para R$ 3 bilhões

Valor Econômico - Finanças Ideia da empresa é destinar os R$ 2 bi levantados com operação para financiar investimentos orgânicos e potenciais novas aquisições A oferta subsequente de ações realizada pela PetroRio em janeiro aumentou a posição de caixa da companhia para cerca de R$ 3 bilhões, informou a empresa nas demonstrações financeiras de 2020, divulgadas ontem. A ideia da empresa é destinar os R$ 2 bilhões levantados com a operação para financiar investimentos orgânicos e potenciais novas aquisições. “Além de concretizar a nova etapa da vida da PetroRio, com acesso ao mercado de capitais, esta emissão também traz poder de fogo ao caixa da empresa para que possamos acelerar nosso ritmo de crescimento”, cita a petroleira na carta da administração aos acionistas. Entre os principais projetos da carteira da empresa está a conexão do campo de Polvo ao campo de Tubarão Martelo, adquirido pela empresa junto à Dommo Energia (ex-OGX) no ano passado. A expectativa é concluir em meados de 2021 a interligação dos dois ativos, localizados na Bacia de Campos. O avanço físico do projeto é de 42%. Após a conexão dos campos, a PetroRio estima que os custos operacionais combinados do polo Polvo e Tubarão Martelo serão reduzidos a US$ 70 milhões a US$ 80 milhões por ano, como resultado de sinergias entre os dois ativos. Atualmente, o custo conjunto dos dois campos, antes da conclusão do projeto de interligação, está em torno de US$ 120 milhões/ano. Outro projeto de expansão da empresa é Wahoo, também na Bacia de Campos. Em 2020, a empresa assinou contrato com a BP para aquisição de 35,7% no bloco BM-C-30, que tem potencial para produzir mais de 140 milhões de barris. A PetroRio estima que o campo poderá produzir, no futuro, cerca de 40 mil barris/dia. A ideia é conectar a descoberta ao FPSO (plataforma flutuante) de Frade. O projeto de Wahoo é estimado em US$ 800 milhões, sendo US$ 300 milhões para a conexão, US$ 360 milhões para a perfuração dos poços, US$ 100 milhões para equipamentos e US$ 40 milhões para ajustes no FPSO de Frade. Campo de Frade, da PetroRio Instagram/PetroRio Veja Mais

Braskem cai 3,9% com fim de benefício fiscal para indústria química

Valor Econômico - Finanças Extinção do Reiq, que resultará em alta de custos para o setor, foi determinada por Bolsonaro como contrapartida à desoneração do diesel e do gás de cozinha As ações da Braskem aparecem nesta terça-feira entre as maiores quedas do Ibovespa, na esteira da extinção do Regime Especial da Indústria Química (Reiq), publicada hoje no Diário Oficial da União, como contrapartida à desoneração do diesel e do gás de cozinha anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro. Perto das 11h, as ações PNA da petroquímica caíam 3,9%, negociadas a R$ 30,53. Instituído em 2013, o Reiq reduz as alíquotas de PIS e Cofins incidentes na compra de matérias-primas petroquímicas de primeira e segunda geração, como por exemplo a nafta usada pela Braskem, uma das mais afetadas pela medida. O fim do benefício eleva os custos do setor petroquímico, com impacto em toda a cadeia de valor. Um estudo produzido pela consultoria LCA em 2018, quando o benefício também esteve sob ameaça, aponta que o aumento de custos pode levar a retração de demanda da ordem de R$ 2,2 bilhões, com recuos de R$ 7,5 bilhões de produção e de R$ 2,5 bilhões de valor adicionado na indústria química, além do fechamento de 60 mil postos de trabalho. Veja Mais

Ernesto Araújo defende acordos individuais de membros do Mercosul

Valor Econômico - Finanças Em entrevista coletiva no Itamaraty, o ministro defendeu flexibilizar as normas do bloco O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu nesta terça-feira uma flexibilização do Mercosul para permitir que seus quatro sócios possam acelerar negociações de acordos de livre comércio conforme seus interesses individuais. Uma decisão adotada pelo bloco em 2000 obriga Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai a discutirem tratados comerciais sempre de forma conjunta. Com uma eventual mudança de regra, cada país poderia fazer sua própria abertura a produtos estrangeiros em intensidades e velocidades diferentes. Os quatro sócios compartilham uma Tarifa Externa Comum (TEC) para importações. Araújo: Correntes políticas tentam deteriorar imagem do Brasil Araújo defendeu flexibilizar o Mercosul "para dar mais velocidade à negociação de acordos quando [houver] disposição diferente" de cada sócio. "Esperamos que isso nos permita negociar muito mais rápido com todas as economias que sejam relevantes", disse o chanceler em entrevista coletiva no Palácio do Itamaraty. Ernesto Araújo Marcio Batista/MRE Entre os alvos elencados pelo ministro estão Índia e Japão. Ele também mencionou negociações já em andamento (Coreia do Sul) e outras já autorizadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), como com Vietnã e Indonésia. "Continuamos com planos de negociações mais profundas com os Estados Unidos e outros parceiros", acrescentou. O Tratado de Assunção, base jurídica inicial do Mercosul, completa 30 anos em 26 de março. Os presidentes dos quatro países, incluindo Jair Bolsonaro, devem se reunir em uma cerimônia para celebrar a data – possivelmente em Buenos Aires ou na tríplice fronteira. Uma das hipóteses é anunciar essa flexibilização já nessa "minicúpula". Na entrevista, Araújo argumentou que a economia brasileira não deve prescindir do desenvolvimento da indústria e apostar suas fichas unicamente no agronegócio, bem como em um salto que "pule etapas" rumo a uma economia de serviços. Veja Mais

Flávio Bolsonaro diz que fez financiamento para comprar mansão em Brasília

Valor Econômico - Finanças O filho do presidente Jair Bolsonaro comprou no início do ano uma mansão no valor de quase R$ 6 milhões no Lago Sul, em Brasília Pablo Jacob/Agência O Globo/Arquivo A assessoria de imprensa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) divulgou nota, nesta terça-feira, no qual alega que a mansão adquirida pelo parlamentar em Brasília, avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões, foi comprada com recursos provenientes da venda de outro imóvel, localizado no Rio de Janeiro. Além disso, o comunicado afirma que "mais da metade do valor da operação" foi viabilizado por meio de financiamento imobiliário. "A casa adquirida pelo senador Flávio Bolsonaro em Brasília foi comprada com recursos próprios, em especial oriundos da venda seu imóvel no Rio de Janeiro. Mais da metade do valor da operação ocorreu por intermédio de financiamento imobiliário. Tudo registrado em escritura pública. Qualquer coisa além disso é pura especulação ou desinformação por parte de alguns veículos de comunicação", diz o texto. Filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio comprou no início do ano uma mansão no valor de R$ 6 milhões no Lago Sul, em Brasília. Ele é investigado pela suposta existência de um esquema de desvios de recursos dos salários de seus assessores quando era deputado estadual da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e, na investigação, é suspeito de realizar a lavagem de dinheiro por meio da venda e compra de imóveis. A compra da casa foi revelada nesta segunda-feira pelo site "O Antagonista". Segundo o jornal "O Globo", que também teve acesso ao registro do negócio em cartório, o valor da compra foi de R$ 5,97 milhões. O documento informa que o imóvel tem 2.400 m², fica localizado em uma área batizada de "Setor de Mansões Dom Bosco" e teve a aquisição registrada no dia 29 de janeiro. Constam como compradores Flávio e sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, com quem é casado sob comunhão parcial de bens. A vendedora é a RVA Construções e Incorporações. A certidão do imóvel registra que, do total do imóvel, houve a contratação de um financiamento junto ao Banco de Brasília (BRB) para o pagamento de R$ 3,1 milhões. Serão 360 prestações mensais, com taxas de juros entre 3,65% e 4,85%. Flávio ganha salário de R$ 33 mil mensais como senador. O valor do imóvel é quase quatro vezes o patrimônio declarado por ele nas eleições de 2018. Naquele ano, ele de informou possuir bens no valor total de R$ 1,7 milhão, incluindo dois imóveis e participações em uma loja de chocolates — recentemente, Flávio vendeu a participação na loja. Veja Mais

Bovespa opera em queda com decisão de aumentar CSLL de bancos

G1 Economia Na segunda-feira, principal índice da bolsa subiu 0,27%, a 110.334 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda acentuada nesta terça-feira (2), com os investidores reagindo à decisão do presidente Jair Bolsonaro de zerar impostos federais sobre diesel e gás de cozinha, medida que será compensada pelo aumento da Contribuição Social sobre Lucro Liquido (CSLL) de instituições financeiras como os bancos. Ao mesmo tempo, as expectativas do mercado giravam em torno das discussões em torno da PEC emergencial. Às 10h16, o Ibovespa tinha queda de 1,91%, a 108.229 pontos. Veja mais cotações. Na segunda-feira, a bolsa fechou em alta de 0,27%, a 110.334 pontos. A semana passada fechou com queda de 6,93%, e o mês de fevereiro terminou com tombo de 4,21%. Na parcial do ano, o Ibovespa cai 7,3%. Entenda o que é o Day Trade – e saiba se é possível enriquecer com essa modalidade Cenário Por aqui permaneciam os receios de maior risco fiscal e as preocupações em torno da grave situação da pandemia de coronavírus no país. Investidores citam também preocupações com uma eventual extensão do Auxílio Emergencial sem contrapartidas, o que poderia agravar ainda mais a perspectiva para as contas públicas e para a recuperação da economia. Na véspera, o presidente Jair Bolsonaro editou decreto no qual zerou as alíquotas de PIS e Cofins que incidem sobre óleo diesel e gás de cozinha, decidindo como contrapartida "majorar" a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, entre outras medidas compensatórias. Variação do Ibovespa em 2021 Economia G1 Veja Mais

Greensill enfrenta novo congelamento em fundos que investem na casa

Valor Econômico - Finanças A gestora suíça GAM Holding fechou o acesso a um fundo com patrimônio de US$ 842 milhões A Greensill Capital enfrenta novo congelamento de fundos que investem em ativos da empresa. A gestora suíça GAM Holding fechou o acesso a um fundo com patrimônio de US$ 842 milhões, que investe em ativos da casa especializada em financiamento para cadeia de fornecedores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Dasa contrata bancos para coordenar potencial oferta de ações

Valor Econômico - Finanças Objetivo é migrar para o Novo Mercado da B3, segmento com maior nível de governança da bolsa A Dasa deu mais um passo no processo de "re-IPO" (oferta de empresa listada sem liquidez). O laboratório anunciou nesta terça-feira a contratação de um sindicato de bancos para coordenar o processo de oferta restrita de ações com objetivo de migrar para o Novo Mercado da B3, segmento com maior nível de governança da bolsa. Segundo o fato relevante, os coordenadores da potencial operação são o Bradesco BBI, BTG Pactual, Bank of America, Credit Suisse, Morgan Stanley, Safra, Santander e Itaú BBA. A Dasa informou que o grupo vai “coordenar a potencial oferta e potencial listagem, inclusive realizando trabalhos preparatórios para a definição da viabilidade e dos termos da potencial oferta, em conjunto com a companhia”. A empresa destacou, porém, não haver decisão ainda sobre a oferta ou a listagem no Novo Mercado, “as quais estão sujeitas, entre outros fatores, à obtenção das aprovações societárias pertinentes, às condições políticas e macroeconômicas favoráveis e ao interesse de investidores”. Nesses termos, a Dasa ressaltou não haver definição sobre volume a ser captado ou preço por ação. Em 28 de janeiro, a Dasa publicou comunicado para informar que estava em processo de seleção e engajamento para formar um sindicato de instituições financeiras. Julio Bittencourt/Valor Veja Mais

Tráfego nas estradas da Ecorodovias 9,1% durante a pandemia

Valor Econômico - Finanças Período analisado vai dos dias 16 de março de 2020 (início da quarentena no país) até 28 de fevereiro, na comparação com o mesmo intervalo de 2019 e início de 2020 Reprodução/Twitter/@_ecovias O tráfego total comparável nas estradas sob concessão da Ecorodovias caiu 9,1% entre os dias 16 de março de 2020 (início da quarentena no país) até 28 de fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2019 e início de 2020, fruto da menor mobilidade diante da pandemia da covid-19. Vale ressaltar aqui que o carnaval em 2021 caiu entre os dias 13 e 16 de fevereiro, enquanto em 2020, caiu entre 22 e 25 de fevereiro. No Estado de São Paulo, onde estão as rodovias com maior movimentação do grupo, a concessão Ecovias dos Imigrantes, que liga a capital paulista à Baixada Santista pelo sistema Anchieta-Imigrantes, viu neste período uma redução de 7,6% no volume total de veículos, incluindo leves e pesados. Na Ecopistas, concessionária das rodovias do sistema Ayrton Senna-Carvalho Pinto, que faz a ligação entre a capital paulista, Vale do Paraíba e litoral norte do Estado, o tráfego foi 16,8% menor do que o visto um ano atrás. A Ecovia Caminho do Mar, estrada entre Curitiba e o porto de Paranaguá, no Paraná, é a única que tem tido um saldo positivo durante todo o período, aumentando o número de veículos pedagiados em 2,2%, graças ao movimento dos caminhões que abastecem o porto. Já na Ecocataratas, que liga o interior do Estado (Guarapuava) até Foz do Iguaçu, a movimentação caiu 8,9%. A Ecosul, que administra as rodovias do polo rodoviário de Pelotas, no Rio Grande do Sul, viu o volume cair 8,9%. A Eco101, que corta o Espírito Santo de norte a sul, teve o tráfego 4% maior, sendo que somente em novembro esse número se tornou positivo, e a Ecoponte, que administra a ponte Rio-Niterói, perdeu 17,3% do volume de carros passando por seus pedágios no período. As concessões Eco135 (MG) e Eco050 (MG-GO) não entram nesta estatística por não estarem sob a concessão da Ecorodovias em todo o período comparável compreendido, mas a Eco135 teve aumento de tráfego de 4,6% e a 050 viu uma alta de 5,3% no período. Se fossem incluídas na comparação anual, a queda do tráfego total dos veículos nas estradas sob concessão da Ecorodovias seria de 4,3% no período destacado. Veja Mais

Bunge e Orbia alcançam marca de 75 mil toneladas de soja negociadas digitalmente

Valor Econômico - Finanças Volume foi alcançado após três meses de parceria A americana Bunge, uma das maiores empresas de agronegócios do mundo, e o marketplace Orbia (joint-venture da alemã Bayer e da Bravium) informaram que alcançaram a marca de 75 mil toneladas de soja negociadas de forma 100% digital após três meses de parceria. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

IPC-S acelera alta nas 7 capitais analisadas no encerramento de fevereiro

Valor Econômico - Finanças Em São Paulo, por exemplo, IPC-S fechou o mês com elevação de 0,52% A aceleração da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) para 0,54% no encerramento de fevereiro, vindo de 0,34% na medição imediatamente anterior, foi verificada nas sete capitais pesquisadas, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) em relatório. Em Salvador, o indicador saiu de alta de 0,35% na terceira prévia para 0,65% na leitura final de fevereiro. O mesmo ocorreu em Brasília (0,40% para 0,50%), Belo Horizonte (0,13% para 0,47%), Recife (0,49% para 0,63%), Rio de Janeiro (0,41% para 0,68%), Porto Alegre (0,26% para 0,45%) e São Paulo (0,37% para 0,52%). O IPC-S acumula alta de 5,42% nos últimos 12 meses. Nessa apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Transportes (1,53% para 2,29%), no qual o destaque foi a gasolina, cuja taxa passou de 4,70% para 6,90% de aumento. Veja Mais

Leilão da CPTM, julgamento de Lira e o maior investimento do Mercado Livre: As notícias mais quentes do dia

Valor Econômico - Finanças Confira o que você precisa saber e acompanhar nesta terça-feira Luis Ushirobira/Valor Leilão CPTM é suspenso O leilão das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que estava marcado para a tarde desta terça-feira, foi oficialmente cancelado pelo governo paulista, depois de determinação do Tribunal de Contas do Estado. Fenabrave noticia emplacamentos de fevereiro A Fenabrave noticia, em horário não divulgado, o resultado de vendas de veículos de fevereiro, representadas pela quantidade de emplacamentos. O volume de veículos novos licenciados em janeiro caiu 11,53% na comparação com o mesmo mês de 2020. Foram emplacados no mês 171,1 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus. Em comparação com dezembro, a queda chegou a 29,85%. Caixin informa PMI de serviços e composto da China de fevereiro O grupo de mídia Caixin e a empresa de pesquisas Markit informam, às 22h45 (de Brasília), o índice de gerentes de compras (PMI) do setor de serviços e composto da China de fevereiro. A leitura anterior foi de 52 (serviços) e 52,2 (composto). Expectativas de 51,7 (serviços) e 51,9 (composto). Câmara pode votar MP sobre consignado para aposentados A Câmara dos Deputados pode votar a Medida Provisória 1.006/20, que ampliou a margem de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS. A MP é um dos itens da sessão do Plenário marcada para as 15h. Também consta da pauta a MP 1004/20, que libera crédito extraordinário de R$ 2,5 bilhões para o Brasil participar do consórcio Covax Facility. Os deputados poderão analisar ainda emendas do Senado Federal ao novo marco regulatório do setor de gás (PL 4476/20), que prevê autorização em vez de concessão para o transporte de gás natural e estocagem em jazidas esgotadas de petróleo. Conselho de Ética da Câmara analisa processo contra Silveira O Conselho de Ética da Câmara se reúne às 14h. Na pauta estão vários processos do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ). Senado vota MP que facilita compra de vacinas contra coronavírus A Medida Provisória (MP) 1.026/2021, que facilita a compra de vacinas contra a covid-19, é um dos quatro itens da pauta da sessão deliberativa do Plenário do Senado, a partir de 16h. O texto, aprovado pela Câmara dos Deputados na última terça (23), dispensa licitação e estabelece regras mais flexíveis para a aquisição de insumos e serviços necessários à imunização. Também consta na pauta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a chamada a PEC Emergencial. No entanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou que só haverá a discussão do texto. O Plenário do Senado pode finalizar ainda a votação do PL 5.191/2020 que cria os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). 2ª Turma do STF julga 'quadrilhão do PP' A Segunda Turma do Supremo Triunal Federal (STF) julga, em sessão a partir de 14h, recurso no inquérito conhecido como “quadrilhão do PP”, no qual o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), foi denunciado por organização criminosa. Lucro da Copasa sobe no trimestre A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) lucrou R$ 268,8 milhões no quarto trimestre de 2020, um aumento de 5% na comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita líquida da empresa subiu 4% no período, para R$ 1,34 bilhão. A teleconferência está marcada para amanhã, às 11h. Presidente da Toyota no Brasil fala na Live do Valor O presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, é o entrevistado da Live do Valor, às 11h. Ele irá falar sobre os riscos e oportunidades para a indústria automobilística investir no Brasil. Mercado Livre vai investir R$ 10 bi em 2021 O Mercado Livre planeja investir R$ 10 bilhões no Brasil em 2021, montante recorde na história da empresa. Se o valor for efetivamente investido, supera a média de desembolsos dos concorrentes da empresa no país, como B2W, Magazine Luiza ou Amazon. PetroRio tem queda de 13% no lucro A PetroRio fechou o quarto trimestre de 2020 com lucro líquido de R$ 675,8 milhões, queda de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita da empresa subiu 58% no trimestre, para R$ 880 milhões. A administração conversa com analistas a partir das 15h. Pague Menos vê lucro subir 148% A Empreendimentos Pague Menos divulgou um lucro líquido ajustado de R$ 37,5 milhões no quarto trimestre, aumento de 148% sobre igual período de 2019. A receita da rede de farmácias somou R$ 1,96 bilhão no trimestre, crescimento de 12%. A teleconferência será hoje às 10h. Justiça nega pedido da Lamsa A 15ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro negou o pedido de liminar feito pela Linha Amarela (Lamsa) para suspender o processo de encampação da Linha Amarela, via expressa que liga as zonas Norte e Oeste da capital fluminense. Veja Mais

Maioria das bolsas asiáticas fecha em queda e corrige ganhos do dia anterior

Valor Econômico - Finanças Aumento dos rendimentos dos títulos soberanos ao redor do mundo segue no foco dos investidores A maioria das principais bolsas asiáticas fechou em queda nesta terça-feira, depois dos fortes ganhos do dia anterior. A exceção ficou por conta da Bolsa de Seul, onde o Kospi voltou feriado de independência sul-coreano se ajustando à alta de ontem no continente e subiu 1,03%, a 3.043,87 pontos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

O estudo clínico da Womanizer mostra que a masturbação ajuda a combater a dor menstrual

Valor Econômico - Finanças O estudo "Menstrubation" mostra o efeito de alívio da dor nas cãibras menstruais após apenas três... O estudo "Menstrubation" mostra o efeito de alívio da dor nas cãibras menstruais após apenas três meses de masturbação regular BERLIM, 2 de março de 2021 /PRNewswire/ -- Metade da população mundial[1] tem períodos menstruais todos os meses e a maioria luta com os diferentes efeitos secundários de dor. Embora esses sintomas sejam comuns, são muito pouco investigados – à semelhança de tantos tópicos relacionados com a saúde da mulher. A chamada Lacuna de saúde de género[2] descreve esta lacuna e mostra que as mulheres têm sido historicamente negligenciadas na medicina e na investigação. Em maio de 2020, a Womanizer lançou o estudo "Menstrubação" (menstruação + masturbação) – o primeiro estudo clínico a nível mundial a investigar se a masturbação pode ajudar a aliviar a dor menstrual. No total, participaram no estudo 486 pessoas com menstruação. O resultado: sim, a masturbação ajuda a aliviar a dor menstrual. Porque é que as mulheres sofrem de dor em primeiro lugar? Johanna Rief, chefe de Empoderamento Sexual da Womanizer, explica: "Durante a menstruação, o útero contrai-se espasmodicamente para descamar o revestimento do útero que se acumulou ao longo do mês para uma possível gravidez. Isso causa cãibras. As contrações do útero são também controladas pelas prostaglandinas. Esta hormona é um mensageiro dr dor e também está envolvida na inflamação, por exemplo. Quanto mais altos forem os níveis das prostaglandinas, mais intensa poderá ser a dor menstrual." 90% recomendam a masturbação Quando questionadas se a masturbação ou a medicação funcionaram melhor para a dor menstrual, números iguais favoreceram cada método: 43% escolheram a medicação, 42% a masturbação. As respostas mais comuns dos restantes 15% foram: uma mistura de ambos[3], calor, canabidiol (óleo de CBD), sono e exercícios. 90% recomendariam a masturbação para o alívio da dor e 85% planeiam manter a sua (nova) rotina de masturbação após o estudo. Intensidade e frequência da dor diminuem comprovadamente As participantes registaram a intensidade e a frequência da dor a cada mês numa escala padronizada de 10 pontos. Os resultados mostram que ambos os parâmetros diminuíram significativamente ao longo da fase de teste. E ainda mais notável: mesmo após o mês de controlo, os valores ainda eram mais baixos do que no início da fase de teste. A intensidade média no inquérito inicial foi de 6,7 pontos[4]; após o final da fase de ensaio era de apenas 5,4. Isto corresponde a uma diminuição de 1,3 pontos. Após o mês de controlo, esse valor era de 5,9 e, portanto, ainda 0,8 pontos abaixo do valor inicial. O mesmo efeito foi também visível na frequência da dor menstrual. Em média, a pontuação foi de 7,4 pontos no início[5], mas após a fase de teste, a pontuação diminuiu 2,8 pontos e situou-se nos 4,6. Após o mês de controlo, o valor era de 6,7, o que ainda corresponde a uma diminuição de 0,7 pontos. Porque é que a masturbação pode ajudar a aliviar as dores menstruais? Johanna Rief diz: "Após o orgasmo, são libertadas diversas hormonas, incluindo a dopamina, que reduz o stresse e ativa uma felicidade interna. Em resultado, outros processos físicos são postos em segundo plano. Isso dá uma sensação de alívio da dor. Além disso, o metabolismo e a circulação sanguínea são estimulados. Ambos neutralizam a dor. Por fim, durante o orgasmo, os músculos contraem-se e relaxam, o que pode aliviar as cãibras dolorosas. Embora esses processos químicos sejam mais fortes durante e depois do orgasmo, também ocorrem durante a masturbação - apenas de uma forma um pouco menos intensa." Todos os resultados e o relatório completo estão disponíveis em www.menstrubation.com. 1. Nem todas as mulheres menstruam, e nem todas as que menstruam são mulheres. 2. Slawson, Nicola. "Women have been woefully neglected: does medical science have a gender problem?" The Guardian. Dezembro de 2019. Hamberg, Katarina. Gender bias in medicine. Women's Health, maio de 2008, p. 237-243. Verdonk, Petra et al. From gender bias to gender awareness in medical education. Advances in Health Sciences Education, 14, 2009, p. 135-152. Nobelius, Ann-Maree & Wainer, Jo. Gender and Medicine. A conceptual guide for medical educators. Monash University School of Rural Health, 2004. 3. 23% dos 15% restantes disseram que sim. 4. Numa escala de 1 (não intensiva) a 10 (extremamente intensiva). 5. Numa escala de 1 (em intervalos de alguns meses) a 10 (em cada ciclo durante vários dias). Fotografia - https://mma.prnewswire.com/media/1445579/Wow_Tech_Womanizer_Starlet_1.jpgFotografia - https://mma.prnewswire.com/media/1446573/Womanizer_Premium.jpg Logótipo - https://mma.prnewswire.com/media/1445581/Womanizer_Logo.jpg Veja Mais

Veja as vagas de emprego oferecidas em Petrolina e Salgueiro nesta terça-feira

G1 Economia Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco Heloise Hamada/G1 Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (02) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE Veja Mais