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Mega-Sena pode pagar R$ 56 milhões neste sábado; +Milionária pode chegar a R$ 170 milhões

G1 Economia Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h Marcelo Brandt/G1 A Caixa Econômica Federal promove neste sábado (13), a partir das 20h, os sorteios dos concursos 2.712 da Mega-Sena e 138 da +Milionária. A +Milionária está estimada em R$ 170 milhões. As chances de vencer são ainda menores do que na Mega tradicional: para levar o prêmio máximo, é preciso acertar seis dezenas e dois trevos. (veja no vídeo mais abaixo) O valor de uma aposta simples é de R$ 6. Com ela, o apostador pode escolher 6 números de 50 disponíveis e mais 2 trevos, dentre os seis disponíveis. Para apostas múltiplas, é possível escolher de seis a 12 números e de dois a seis trevos, com preços que podem chegar a R$ 83.160,00. A +Milionária se destaca por oferecer o prêmio principal mínimo de R$ 10 milhões por sorteio e possuir dez faixas de premiação. Saiba mais aqui. +Milionaria: veja como jogar na nova loteria da Caixa Mega-Sena Já a Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 56 milhões para os acertadores das seis dezenas. No concurso da última quinta-feira (11), ninguém levou o prêmio máximo. A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser realizada também pela internet, até as 19h – saiba como fazer. A Mega soma três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados. Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. Veja Mais

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União recorre da decisão da Justiça Federal de SP que afastou o presidente do Conselho de Administração da Petrobras

G1 Economia Juiz federal, em ação movida por deputado estadual, entendeu que há conflito de interesses no fato de Pietro Mendes chefiar o conselho e exercer cargo em ministério. A União recorreu nesta sexta-feira (12) da decisão da Justiça de São Paulo que afastou o presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Pietro Mendes, do cargo. A decisão foi do juiz Paulo Cezar Neves, em ação movida pelo deputado estadual Leonardo Siqueira Lima (Novo-SP). O juiz entendeu que há conflito de interesses no fato de Mendes ocupar o cargo no conselho, porque ele também é secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia. Além disso, a decisão também avaliou que a indicação do governo teria contrariado o estatuto da Petrobras, uma vez que o nome não foi escolhido entre candidatos de uma lista tríplice, elabora por uma empresa independente. A União pede, no recurso, que a decisão da Justiça Federal seja suspensa, com a retomada do mandato de Pietro Mendes. Segundo o advogado da União, a decisão "traz prejuízo à administração pública". No documento registrado nesta sexta-feira (12), ao qual o g1 teve acesso, o advogado da União afirma que não há conflito de interesses, uma vez que "a atuação da Petrobras contempla a tutela de interesses públicos e a função ocupada pelo indicado [...] é igualmente de ordem pública". Lula e Haddad se reúnem para discutir crise na Petrobras e dividendos da estatal Relembre a indicação As decisões da Justiça Federal em São Paulo que afastaram os conselheiros da Petrobras, Pietro Mendes e Sergio Rezende, têm como base ações protocoladas contra a primeira composição do Conselho de Administração da Petrobras sob o governo Lula (PT). O Conselho de Administração é um colegiado que toma as decisões estratégicas da Petrobras. Ele é composto por 11 cadeiras, das quais: seis são da União; quatro dos acionistas minoritários, do capital privado; um da representante dos funcionários, eleita por eles. A Petrobras segue um processo interno de verificação dos currículos indicados, que passa por análise da área técnica, parecer do Comitê de Elegibilidade e do Comitê de Pessoas. Esse parecer é opinativo, cabendo ao Conselho de Administração vigente a decisão sobre levar um parecer favorável ou não aos nomes indicados para apreciação da Assembleia de Acionistas. Contudo, como a União tem 36,5% 36,6% de participação na Petrobras, seu poder de voto na Assembleia é suficiente para eleger os indicados, mesmo com pareceres contrários pela governança da estatal. Foi o que aconteceu em 2023. Naquela ocasião, o Conselho de Administração da Petrobras era composto por integrantes do governo passado, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e representantes dos minoritários. Tanto os comitês quanto o colegiado deram pareceres contrários a algumas indicações da União, entre elas a de Pietro Mendes. Contudo, o Ministério de Minas e Energia havia elaborado um parecer jurídico que viabilizou a eleição do secretário como presidente do Conselho de Administração, afastando eventual conflito de interesses. Como a União já tinha os votos necessários para elegê-lo, a atual composição do colegiado foi montada. Instabilidade na Petrobras A decisão do juiz de afastar o presidente do conselho é mais um episódio da instabilidade política pela qual passa a Petrobras nas últimas semanas. O presidente da estatal, Jean Paul Prates, tem balançado no cargo nos últimos dias, depois de tomar decisões que desagradaram o governo, em especial o fato de não ter votado na assembleia que represou o pagamento de dividendos extraordinários. Prates não é bem visto por Silveira e também pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. O mercado viu nessa crise tentativas de interferência política do governo dentro da Petrobras. Desentendimento entre conselheiros No fim de semana, Mendes se desentendeu por mensagens com um conselheiro da Petrobras, Marcelo Gasparino. Gasparino representa acionistas minoritários da empresa. Pietro foi indicado pelo governo. Gasparino deu uma entrevista a Malu Gaspar, colunista do jornal "O Globo", em que insinua atuação política de conselheiros que representam o governo. Mendes enviou mensagem a Gasparino e disse que ele fez "acusação grave aos conselheiros indicados pela União". Em seguida, o presidente do conselho pediu uma série de esclarecimentos a Gasparino, entre os quais, que apontasse quais deliberações "foram tomadas com intuito de prejudicar a Petrobras para atender a interesses políticos?". Gasparino respondeu que, como as mensagens foram direcionadas a ele, solicitaria que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) "seja acionada imediatamente pela companhia para apurar eventuais condutas deste conselheiro". A CVM é responsável por analisar a legalidade de práticas empresariais. Veja Mais

Centro-Sul fecha safra 2023/2024 com recorde histórico na produção de cana-de-açúcar e alta de 19%

G1 Economia Moagem total chegou a 654,43 milhões de toneladas até o fim de março, segundo entidade que representa o setor. Ciclo também foi marcado por recordes em volumes de etanol e açúcar. Usinas do Centro-Sul batem recorde na produção de cana-de-açúcar na safra 2023/2024 Ceise Br/ Divulgação As usinas do Centro-Sul do país fecharam a safra 2023/2024 com uma alta de 19,3% e um recorde histórico na produção de cana-de-açúcar. A moagem total das indústrias do setor - e que respondem por mais de 90% do que se produz no Brasil - até o fim de março chegou a 654,43 milhões de toneladas, de acordo com dados divulgados esta semana pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica). Além do ciclo passado, o volume supera o registrado na safra 2015/2016, quando foram processadas 617,7 milhões de toneladas de matéria-prima, e contribuiu para recordes também na produção de açúcar e de etanol (veja mais abaixo). Siga o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O valor vai ao encontro das expectativas de representantes do setor e tem relação com fatores como o aumento na produtividade agrícola das lavouras, com um rendimento de 87,2 toneladas de cana por hectare colhido. Apesar disso, para a safra 2024/2025, que começa em abril, a projeção é de que haja uma queda na produção - abaixo dos 600 milhões de toneladas - devido à previsão de menos chuvas do que a média. Moagem de cana Das 269 usinas que contribuíram para o recorde na moagem da cana, 136 estão em São Paulo. Além de ser responsável pela maior parte da produção do Centro-Sul - 60% -, também foi o estado que mais teve aumento na moagem: foram 387,6 milhões de toneladas, 23,2% na comparação com a safra 2022/2023. Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também registraram recordes de processamento, que variaram entre 8,74% e 17,47%. No mapa abaixo, veja o número de usinas de cana-de-açúcar em operação no Centro-Sul do país. Etanol e açúcar: produções recordes Assim como a moagem de cana, os subprodutos da cana também encerraram a safra com recordes de produção. Com 51% da destinação da matéria-prima, o etanol resultou em um volume de 33,5 bilhões de litros, 16% a mais com relação à safra anterior. O total, com prevalência do hidratado, usado diretamente como concorrente da gasolina, supera o recorde de 2019/2020, com 33,26 bilhões de litros. Além disso, 18 usinas do Centro-Sul incrementaram esse volume com 6,26 bilhões de litros de etanol de milho, o que representa um crescimento de 41,39% e 18% do total. LEIA TAMBÉM Pulverização eficiente, dados precisos, máquinas silenciosas: aplicações de IA são tendência na agricultura Baixa nas commodities, seca, recuo de vendas: quais as projeções do setor de máquinas agrícolas para 2024 "Esse volume maior de etanol permitiu uma economia significativa para os consumidores. Em especial a partir do início do segundo semestre de 2023 nós vimos as vendas de etanol avançarem e a economia do ciclo total aos consumidores foi próximo dos R$ 7 bilhões", afirma o diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues. Com cerca de 42% do mix de produção das usinas, o açúcar totalizou 42,42 milhões de toneladas, em alta de 25,7%. Até então, o recorde tinha sido registrado ciclo 2020/2021, com 38,46 milhões de toneladas. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região Veja Mais

Italiano e cão farejador caçam trufa branca que pode custar R$ 54 mil o quilo; veja VÍDEO

G1 Economia Fungo tem sabor forte e é muito usado na alta gastronomia. Na Itália, alguns caçadores usam veneno para matar os cães farejadores de seus concorrentes. Por isso, os locais onde as trufas são encontradas permanecem em segredo. Trufa: o ouro branco italiano O italiano Michele Filosi e seu cão, Argo, são caçadores de um fungo raro e muito valioso: a trufa branca italiana, que pode custar R$ 54 mil o quilo (veja detalhes no vídeo acima). Além de ser um amigo fiel para Filosi, Argo é fundamental para encontrar as trufas, que ficam escondidas debaixo da terra. Com sua habilidade apurada, ele as encontra com facilidade e contribui para evitar danos durante a busca. Se for danificada, a trufa pode perder até metade de seu valor no mercado. Na Itália, alguns caçadores usam veneno para matar os cães farejadores de seus concorrentes. Por isso, os locais exatos onde as trufas são achadas permanecem em segredo. Filosi vende parte das trufas que encontra, o restante vai para o restaurante de seu irmão. Nem mesmo a família sabe onde ele e seu cão encontram o alimento. ????O que é trufa branca? A trufa branca é rara e cara porque é difícil de achar, além de aparecer em alguns poucos países do mundo, entre eles, a Itália. Elas ficam escondidas debaixo da terra e são caçadas por profissionais, sempre com ajuda de cães farejadores. Este tipo de trufa é conhecido por seu aroma intenso e forte sabor. É um ingrediente muito usado na alta gastronomia e é frequentemente faz parte de pratos de massas e risotos. Leia também: Por que preço do leite desabou, mas queijo e manteiga continuam caros? De onde vem a tapioca, o acarajé e a feijoada? Teste seus conhecimentos no quiz Livro mostra mais de 100 receitas com pinhão: tem farofa, estrogonofes, pudins e bolos Veja a série de vídeos do "De onde vem o que eu como": De onde vem o que eu como: baunilha De onde vem o Maracujá De onde vem o que eu como: flores comestíveis Veja Mais

Dólar opera em alta e vai a R$ 5,12, com juros dos EUA no radar; Ibovespa cai

G1 Economia Na véspera, a moeda norte-americana avançou 0,25%, cotada em R$ 5,0900, renovando o maior patamar em seis meses. Já o principal índice acionário da bolsa brasileira encerrou em queda de 0,51%, aos 127.396 pontos. Cédulas de dólar bearfotos/Freepik O dólar tem mais um dia de alta nesta sexta-feira (12) e passou a operar acima dos R$ 5,10, em meio às expectativas por novos sinais sobre os juros norte-americanos. A cautela com a política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) vem após o país reportar novas altas na inflação ao produtor e ao consumidor. Com isso, a participação de dirigentes da instituição em eventos ao longo do dia também deve ficar sob os holofotes. O início da temporada de balanços corporativos nos EUA também fica no radar. Por aqui, as atenções ficam direcionadas para os dados de serviços de fevereiro e para a reunião trimestral do Banco Central do Brasil (BC) com economistas. O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, passou a operar em queda, após passar boa parte da manhã oscilando entre altas e baixas. Roberto Campos Neto, sobre inflação: "Tivemos uma notícia boa local, e uma ruim no cenário externo" Veja abaixo o resumo dos mercados. Dólar Às 14h02, o dólar subia 0,73%, cotado em R$ 5,1272. Na máxima, alcançou os R$ 5,1477. Veja mais cotações. Na véspera, a moeda norte-americana avançou 0,25%, cotada em R$ 5,090. Com o resultado, acumula altas de: 0,50% na semana; 1,49% no mês; e 4,89% no ano. Ibovespa No mesmo horário, o Ibovespa opera em queda de 0,67%, aos 126.540 pontos. Na quinta-feira, encerrou em queda de 0,51%, aos 127.396 pontos. Com o resultado, acumula: alta de 0,48% na semana; queda de 0,55% no mês; e recuo de 5,06% no ano. Entenda o que faz o dólar subir ou descer DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens? DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda? O que está mexendo com os mercados? A agenda recheada de indicadores de preços movimentou os mercados ao longo desta semana. Os principais destaques ficaram com os índices de inflação ao produtor e ao consumidor dos Estados Unidos. Ontem, por exemplo, o índice de preços ao produtor norte-americano, divulgado pelo Departamento do Trabalho dos EUA, registrou um aumento de 0,2% em março, após uma alta de 0,6% em fevereiro. o número veio ligeiramente abaixo do esperado por economistas consultados pela Reuters, que previam um avanço de 0,3%. Além disso, outro ponto de atenção desta semana ficou com o índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI, na sigla em inglês), que acelerou e chegou a 3,5% em março, contra 3,2% registrados em fevereiro e acima das expectativas de mercado. Os números aumentam os temores de que o Fed pode demorar mais a iniciar o ciclo de corte de juros no país. O banco central dos EUA tem uma meta de inflação de 2% e, após o crescimento de empregos mais forte do que o esperado em março, bem como a queda da taxa de desemprego de 3,9% em fevereiro para 3,8%, alguns economistas adiaram as expectativas de corte dos juros para julho. Depois dos indicadores, os mercados financeiros viam uma probabilidade de aproximadamente 84,8% de o Fed manter os juros em sua reunião de política monetária de 11 e 12 de junho, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME. Corroborando esse cenário, as autoridades do Fed continuam a se mostrar preocupadas com a possibilidade de que o processo de controle da inflação tenha se estagnado e que seja necessário um período mais longo de política monetária restritiva para controlar o ritmo dos aumentos de preços. "De modo geral, os participantes destacaram sua incerteza quanto à persistência da inflação elevada e expressaram a opinião de que dados recentes não haviam aumentado sua confiança de que a inflação esteja se movendo de forma sustentável para 2%", disse a ata da última reunião do Fed, também divulgada na última quarta-feira. As autoridades do Fed estão debatendo se o maior risco é que a política monetária permaneça muito apertada por muito tempo ou que o corte de juros aconteça muito cedo e não consiga fazer com que a inflação retorne à sua meta de 2%. Ainda no exterior, o início da temporada de resultados corporativos nos Estados Unidos também fica no radar. Na Europa, as indicações de que o Banco Central Europeu (BCE) deve iniciar o ciclo de cortes de juros em breve segue na mira dos investidores. Além disso, o mercado ainda repercute dados de atividade do Reino Unido e da China. Já no Brasil, o noticiário corporativo envolvendo a Petrobras continua sob os holofotes, após um juiz federal de São Paulo decidir suspender do cargo o presidente do conselho de administração da estatal, Pietro Mendes, na véspera. Segundo o Blog do Valdo Cruz, a decisão do magistrado acolheu uma ação movida pelo deputado estadual Leonardo Siqueira Lima (Novo-SP), pro entender que há conflito de interesses no fato de Mendes ocupar o cargo no conselho, uma vez que ele também é secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia. Em nota, a Petrobras informou que vai recorrer da decisão. O atual cenário da petroleira vem menos de uma semana após os rumores de que o presidente da estatal, Jean Paul Prates, poderia ser demitido da companhia e substituído pelo atual presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Apesar das especulações, no entanto, o Blog da Julia Duailibi indicou que a permanência de Prates no comando da estatal ganhou força após duas reuniões feitas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Além disso, os debates sobre uma eventual redução do preço da energia elétrica também seguem no radar, após Lula ter pedido, na última quarta-feira, a apresentação de um novo programa energético ainda este ano para reduzir de forma estrutural o preço das tarifas de energia, segundo apurado pelo g1. O presidente chegou a se reunir com representantes do setor elétrico, do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Casa Civil. Na pauta: a redução das tarifas. Como resultado da reunião, o MME ficou responsável por liderar um grupo de trabalho para elaborar uma proposta estrutural para o setor até o fim de 2024. Entre os indicadores da semana, o destaque ficou com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado na quarta-feira. A inflação oficial do país mostrou que os preços subiram 0,16% em março, abaixo das expectativas do mercado financeiro. O maior impacto do mês veio novamente do grupo Alimentação e bebidas, com alta de 0,53% e peso de 0,11 ponto percentual (p.p.) no índice geral. Mas é uma variação mensal menor que fevereiro, quando os preços do grupo haviam subido 0,93%. Para o mercado financeiro, a inflação veio bem abaixo da projeção, mas ainda não afasta a preocupação com a inflação de serviços. Os serviços subjacentes, um núcleo focado em serviços e que exclui itens mais voláteis, teve alta levemente mais forte que o mês anterior, de 0,44% para 0,45%. "O ponto de preocupação continua sendo os serviços subjacentes, que, ao se manterem praticamente estáveis, continuam em um patamar incompatível com as metas de inflação – e deverão continuar justificando a cautela do Banco Central", diz Helena Veronese, economista-chefe da B. Side. *Com informações da agência de notícias Reuters. Veja Mais

Clube dos 90+: veja quem são os bilionários mais velhos do mundo

G1 Economia Lista de bilionários da Forbes tem 85 pessoas acima dos 90 anos entre as mais ricas do mundo; dois são brasileiros. George Joseph, fundador da seguradora Mercury General Jae C. Hong/ AP Photo O norte-americano George Joseph, fundador da seguradora Mercury General, é o bilionário mais velho da lista da Forbes de 2024. Com 102 anos, o empresário soma uma fortuna de US$ 1,7 bilhão (o equivalente a R$ 8,5 bilhões). Além dele, David Murdock, ex-presidente da multinacional agrícola Dole Food, e Robert Kuok, o homem mais rico da Malásia, completam o trio de centenários com patrimônio na casa do bilhão. A lista de bilionários 90+ da Forbes conta ainda com 13 mulheres e dois brasileiros. Veja nesta reportagem: Quem são os bilionários mais velhos do mundo? Quem é o nonagenário mais rico do mundo? Quais são os bilionários mais velhos do Brasil? Quais outros nomes famosos estão na lista dos bilionários nonagenários da Forbes? Veja a lista dos bilionários mais velhos do mundo Leia também Bilionária é condenada à morte por corrupção no Vietnã; país usa injeção letal como método de execução Tiktokers faturam com vídeos em que ajudam pessoas na rua Quem são os bilionários mais velhos do mundo? George Joseph: 102 anos O bilionário mais velho do mundo na lista da Forbes é o norte-americano George Joseph. Fundador da seguradora Mercury General, o empresário completou 102 anos no último 11 de setembro e soma uma fortuna de US$ 1,7 bilhão (R$ 8,5 bilhões). Nascido em 1921, o centenário foi criado ao longo da Grande Depressão — nome dado a uma das maiores crises financeiras do mundo, que aconteceu em 1929 — e chegou a ser piloto durante a 2ª Guerra Mundial. Formado em Harvard em 1949, com especialização em matemática e física, Joseph fundou a Mercury General em 1962, após conseguir levantar aproximadamente US$ 2 milhões em capital. Para atrair clientes, oferecia seguros com taxas reduzidas para motoristas que dirigiam de forma mais segura do que a média norte-americana. Atualmente a Mercury General oferece seguros automotivos, residenciais e contra incêndios, e possui capital aberto na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Joseph possui 35% do controle da companhia. O bilionário é casado e possui cinco filhos. David Murdock: 101 anos David Murdock, ex-presidente da Dole Food Products, em novembro de 2008, em Nova York. Getty Images via AFP O empresário norte-americano David Murdock, com 101 anos e uma fortuna de US$ 3,4 bilhão (cerca de R$ 17 bilhões), também está entre os mais velhos da lista de bilionários da Forbes. Murdock, que ficou na liderança da Dole Food Products durante 35 anos, deixou o conselho da empresa em 2021, antes de a companhia realizar lançar suas ações na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Segundo a Forbes, o empresário chegou a ter uma passagem pelo exército norte-americano durante a 2ª Guerra Mundial. Depois, ele passou a desenvolver propriedades no Arizona, nos Estados Unidos. Atualmente, o bilionário possui um conjunto de propriedades residenciais e comerciais no país, além de possuir uma coleção de cavalos árabes. Robert Kuok: 100 anos Robert Kuok, o homem mais rico da Malásia. Associated Press O homem mais rico da Malásia completa o trio de centenários da lista de bilionários da Forbes. Com 100 anos e uma fortuna de US$ 11,4 bilhões (R$ 57,1 bilhões), Robert Kuok é dono do Kuok Group, um conglomerado multinacional que atua nas áreas marítima, imobiliária, de logística, de hotelaria, de alimentação, e do agronegócio. O empresário também é o responsável por fundar a rede de hotéis e resorts Shangri-La, em Singapura, em 1971. Além disso, os negócios do bilionário são mantidos dentro da família. Seu filho mais novo, Kuok Khoon Hua, por exemplo, é presidente da Kerry Properties, uma empresa imobiliária de Hong Kong. Já o sobrinho do bilionário, Kuok Khoon Hong, lidera a Wilmar International, uma holding (empresa de participações) de investimentos e processamento de alimentos em Singapura. Ambas as companhias pertencem ao Kuok Group. O empresário, formado na Raffles College, em Singapura, é casado e tem oito filhos. LEIA TAMBÉM Taylor Swift e Magic Johnson entram para a lista de bilionários da Forbes em 2024 Quem é o nonagenário mais rico do mundo? Warren Buffett em Omaha, Nebraska (EUA) no último dia 6 de maio de 2018. Nati Harnik / AP O título de nonagenário mais rico do mundo, por sua vez, fica com megainvestidor Warren Buffett. Aos 93 anos, o bilionário acumula um patrimônio de mais de US$ 133 bilhões (o equivalente a R$ 666,1 bilhões) e ocupa a 6ª posição da lista da Forbes. VEJA AQUI O TOP 10. Conhecido como o "Oráculo de Omaha", Buffett é considerado por muitos o investidor mais bem-sucedido do século XX. Ele é o principal acionista e o presidente do Conselho de Administração do grupo Berkshire Hathaway. Nascido em 1930 nos Estados Unidos, o Buffett começou a investir em ações ainda bem jovem, influenciado pelo pai, que trabalhava como operador do mercado financeiro. Ele comprou suas primeiras ações com apenas 11 anos. Empresário desde cedo, seu primeiro negócio foi no colégio, quando ele e um amigo compraram uma máquina de pinball e a instalaram em uma barbearia. Com o lucro, os amigos compraram instalaram outras três máquinas e, em pouco tempo, venderam o negócio por US$ 1,2 mil. Depois, em 1956, o megainvestidor abriu a Buffett Partnership, fazendo lucro ao investir em empresas que estavam avaliadas abaixo de seu real valor. Foi por meio dessa empresa de participações que, quatro anos depois, o empresário começou a comprar ações da Berkshire Hathaway, do setor têxtil, até que, em 1965, já comandava a companhia. Com isso, desmanchou a Buffett Partnership para focar no novo negócio. Aos poucos, a Berkshire Hathaway saiu do ramo têxtil e passou a comprar ativos de vários setores para fundar um conglomerado. Entre as grandes empresas das quais Buffett possui participação inteira ou parcial estão: Apple, Coca-Cola, American Express, Duracell, entre outras. Com formação na Universidade de Columbia e na Universidade de Nebraska-Lincoln, Buffett é casado e tem três filhos. LEIA TAMBÉM Bernard Arnault é o homem mais rico do mundo em ranking de bilionários da Forbes de 2024 Quais são os bilionários mais velhos do Brasil? O Brasil também tem dois nomes na lista de bilionários mais velhos do mundo da Forbes. Veja abaixo quem são: Lucia Borges Maggi: 91 anos Lucia Maggi Divulgação/Amaggi A brasileira mais velha da lista é a empresária Lucia Borges Maggi, de 91 anos. Cofundadora do Grupo Maggi, um dos maiores produtores de soja e de outras commodities do país, a bilionária possui uma fortuna estimada de US$ 1,2 bilhão (R$ 6 bilhões). O sobrenome Maggi tornou-se notável no agronegócio brasileiro com a fundação do Grupo Amaggi, em 1977, em São Miguel do Iguaçu (PR), que nasceu com o nome de Sementes Maggi. Lucia e o marido, André, iniciaram juntos a empresa. Dois anos depois, a companhia chegou ao Mato Grosso, que se tornou o estado-símbolo do cultivo do grão. Em 2001, após a morte de André, a viúva e mãe de cinco filhos passou a ser a principal acionista da empresa. Ivan Müller Botelho: 90 anos Ivan Müller Botelho, ex-presidente da Energisa, em julho de 2015, em Palmas (TO). Divulgação/Assessoria do Governo de Tocantins O segundo brasileiro mais velho da lista de bilionários é Ivan Müller Botelho, de 90 anos. Com um patrimônio estimado em US$ 1,3 bilhão (R$ 6,5 bilhões), o empresário é presidente do Conselho de Administração da Energisa e faz parte da terceira geração de descendentes de um dos fundadores da companhia. A família manteve o controle da empresa desde 1905. Atualmente, o filho mais velho do empresário, Ricardo Perez Botelho, é o presidente da Energisa. Já seu filho mais novo, Mauricio Perez Botelho, é o vice-presidente financeiro. Este foi o primeiro ano do empresário na lista de bilionários da Forbes. O bilionário é formado em engenharia elétrica na Universidade de Miami, é casado e tem quatro filhos. Quais outros nomes famosos estão na lista dos bilionários nonagenários da Forbes? Além dos já citados, outros nomes conhecidos entre os bilionários nonagenários da Forbes são: Rupert Murdoch: 93 anos Rupert Murdoch chega à Suprema Corte do Estado de Nova York REUTERS Com uma fortuna estimada em US$ 19,5 bilhões (R$ 97,7 bilhões), Rupert Murdoch é um empresário e magnata da mídia e tem 93 anos de idade. Conhecido por ser um dos nomes mais icônicos e polêmicos do setor — muito por conta do seu conservadorismo —, o bilionário construiu um império que inclui os canais de televisão Fox e os jornais "The Wall Street Journal", "The Sun", e "The Times of London". O empresário está noivo de Elena Zhukova, e tem seis filhos. Bernard Marcus: 94 anos Aos 94 anos e um patrimônio estimado em US$ 10,3 bilhões (R$ 51,6 bilhões), Bernard Marcus também está na lista de bilionários da Forbes. O empresário é cofundador da empresa Home Depot, lançada em 1978. É casado e tem três filhos. George Soros: 93 anos George Soros, fundador e presidente da Open Society Foundations. Francois Mori/ AP O magnata dos fundos de investimentos, George Soros, também está na lista. Com 93 anos e uma fortuna estimada em US$ 6,7 bilhões (R$ 33,6 bilhões), o bilionário administrou dinheiro de clientes em Nova York de 1969 a 2011. Nascido na Hungria, deixou seu país de origem aos 17 anos e ingressou na London School of Economics trabalhando como garçom e carregador ferroviário. É casado e tem cinco filhos. Doris Fisher: 92 anos A empresária Doris Fisher, cofundadora da varejista de roupas Gap, também está na lista de bilionários. Aos 92 anos, ela é dona de uma fortuna de US$ 1,5 bilhão (R$ 7,5 bilhões). Ela atuou na empresa desde o dia em que foi fundada até 2009, quando deixou o conselho de administração da companhia. Graduada em economia em Stanford, a viúva tem três filhos. Veja a lista dos bilionários mais velhos do mundo Veja quem são os bilionários que mais enriqueceram em 2023 Veja Mais

Governo cria secretaria de transporte por rios e prevê R$ 5 bi em investimentos em hidrovias

G1 Economia Atual diretor do departamento de navegação e hidrovias do ministério chefiará a secretaria. Criação estava prevista desde o começo do governo Lula. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou nesta quinta-feira (11) a criação da Secretaria de Hidrovias. Subordinada ao ministério, a nova pasta coordenará a área de navegação por rios, diante da expectativa de investimentos bilionários nesse modal de transporte nos próximos anos. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, durante anúncio da criação da nova secretaria. Reprodução/Youtube Costa Filho também anunciou Dino Antunes, atual diretor do departamento de navegação e hidrovias, como secretário. De acordo com o novo secretário, a área de hidrovias vai ser prioritária para o ministério, com as concessões e o anúncio de um programa para incentivar esse modal, a "BR dos Rios" – a exemplo de outros projeto que tocou no passado, a "BR do Mar". Leia também: Ministério de Portos e Aeroportos define datas de audiências públicas sobre o túnel Santos-Guarujá; veja como participar Governo Federal lançará rota comercial entre Amazonas e o Pacífico até 2026 Governo não tem definição para ajuda financeira às empresas aéreas, diz secretário Criação já era prevista A criação de uma secretaria de hidrovias estava em definição desde o início do governo, com a reestruturação da Esplanada dos Ministérios. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recriou os ministérios de Transportes e de Portos e Aeroportos – que haviam sido fundidos na gestão anterior, dentro do Ministério de Infraestrutura. Ficou decidido que a secretaria ficaria sob o guarda-chuva do Ministério de Portos e Aeroportos e, na terça-feira (9), o governo publicou a estrutura da nova pasta. Concessões de hidrovias Segundo o ministro, a expectativa é de R$ 5 bilhões em investimentos em transporte de carga e pessoas por rios. O governo pretende fazer parcerias público-privadas para desenvolver o modal, tendo como prioridade as hidrovias do Paraguai, Madeira, Barra Norte, Lagoa Mirim, Tapajós e Tocantins. De acordo com Antunes, o projeto ainda está sendo finalizado, mas a ideia é que as hidrovias sejam cedidas para exploração por empresas sem que sejam aplicadas taxas para o transporte de passageiros. "Essa é uma orientação muito clara. Primeiro, passageiro não paga. Isso desde sempre para a gente era muito claro e é, inclusive, um item que já foi utilizado meio que como informação incorreta 'não, passageiro vai pagar. Passageiro na Amazônia não tem condição de pagar e agora vai pagar pedágio'. Não é nada disso, nunca esteve no radar fazer qualquer tipo de cobrança de passageiro", declarou. Antunes afirmou ainda que, mesmo para o transporte de cargas, o ministério está avaliando que tipo de produtos deve pagar taxa, além de quando e quanto deve pagar. "A orientação que a gente tem é só que só ande com qualquer tipo de cobrança – então, passageiro está totalmente eliminado –, mas mesmo para carga, se fizer sentido para a carga. Ou seja, se o benefício que o usuário tiver naquele serviço que está sendo entregue for maior que aquilo que ele for pagar", explicou. As tarifas são uma das formas de remunerar as empresas que forem explorar o transporte por rios. Com a opção por restringir essas taxas, o governo estuda outras formas de garantir a atratividade das concessões. O novo secretário Dino Antunes. Eduardo Oliveira/MPOR Segundo o secretário, uma das medidas estudadas é utilizar o fundo do Norte previsto no processo de privatização da Eletrobras. Conforme a lei, a companhia tem que fazer transferências de R$ 295 milhões por ano ao longo de dez anos para esse fundo. Contudo, esses recursos também serão usados para reduzir a tarifa de energia dos estados da região Norte, conforme medida provisória assinada na terça-feira (9). "Nesse esforço que está sendo feito da tarifa, já foram excluídos os valores que estão previstos para a navegação do Madeira e do Tocantins. Então, hoje, já não nos preocupa mais essa questão", disse. BR dos Rios De acordo com o novo secretário, a área de hidrovias vai ser prioritária para o ministério, com as concessões e o anúncio de um programa para incentivar esse modal, a "BR dos Rios" – a exemplo de outros projetos que tocou no passado, a "BR do Mar". A expectativa do governo é apresentar o "BR dos Rios" em maio. O ministério quer que o programa seja formalizado por meio de decreto presidencial. "Pretendemos no máximo até maio publicar, disponibilizar o BR dos Rios e partir dali fazer a sequência, o monitoramento e as ações que estão previstas ali no BR dos Rios. Essa que é a nossa expectativa, de lançá-lo em maior, na pior das hipóteses", declarou Antunes. Lula assina medida provisória para diminuir a conta de luz nos próximos meses Veja Mais

De onde vem o que eu como #84: Pratos populares do Brasil

G1 Economia Episódio conta a história e a importância cultural do acarajé, da tapioca e da feijoada para os lares brasileiros. CLIQUE ACIMA PARA OUVIR Você pode ouvir o "De onde vem o que eu como" no Globoplay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, na Deezer ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga o “De onde vem” para ser avisado sempre que tiver novo episódio. A tapioca, o acarajé e a feijoada representam apenas uma pequena amostra da riqueza e diversidade da culinária brasileira. Cada prato conta uma história única, refletindo as influências culturais que moldaram a gastronomia do país ao longo dos séculos. Neste episódio do podcast 'De onde vem o que eu como', você vai saber: Qual a história dos três pratos; a importância cultural para o Brasil; e quais são os principais ingredientes para o preparo. O podcast 'De onde vem o que eu como' é produzido por: Mônica Mariotti, Luciana de Oliveira, Carol Lorencetti e Helen Menezes. Apresentação deste episódio: Luciana de Oliveira e Carol Lorencetti. Episódio destaca a importância cultural dos três pratos. Stephanie - Flickr/Igor Constantino - Unsplash/Andre Rebeiro - Flickr Leia também: 5 sobremesas com mamão para experimentar; Mamão produz látex com propriedades cicatrizantes e anti-inflamatórias; entenda; Pitaya não tem sabor? Tem sim e a espécie mais doce, a Baby do Cerrado, é nativa do Brasil. ????OUÇA OUTROS EPISÓDIOS: ????ASSISTA TAMBÉM: De onde vem o que eu como: Ovos De onde vem o que eu como: laranja De onde vem o que eu como: chocolate De onde vem o que eu como: flores comestíveis Pratos Populares do Brasil é o tema do 84º episódio do podcast 'De onde vem o que eu como'. Comunicação/Globo Veja Mais

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Inflação argentina fica em 11% em março, e chega a 287,9% em 12 meses

G1 Economia Dados foram divulgados na tarde desta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) do país. Bandeira da Argentina Unplash A inflação da Argentina ficou em 11% em março, apontou o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) do país. Com o resultado, o aumento dos preços chegou a 287,9% em 12 meses. O número representa uma nova desaceleração em comparação ao observado em fevereiro, quando os preços subiram 13,2%. O movimento foi puxado principalmente pela inflação dos segmentos de Educação (52,7%), Comunicação (15,9%) e Habitação, Água, Eletricidade, Gás e Outros Combustíveis (13,3%). LEIA TAMBÉM: Contas no azul e pobreza: os dois lados do ajuste radical de Milei Argentina tem 2º superávit mensal , mas sofre com pobreza e inflação FMI recomenda a Milei proteger setores mais pobres da Argentina Um dia antes da divulgação da inflação oficial, o Banco Central da Argentina anunciou a redução da taxa básica de juros do país de 80% para 70% ao ano. Ao anunciar a decisão, a autoridade monetária afirmou que está observando uma "desaceleração pronunciada" da inflação, "apesar do forte efeito estatístico tardio que a inflação carrega em suas médias mensais". O banco acrescentou que, desde que Milei assumiu o cargo, a base monetária foi reduzida substancialmente, o que ajuda a absorver a liquidez e a conter os aumentos de preços. Ao assumir a Presidência da Argentina, Javier Milei implementou medidas duras para combater a inflação, incluindo cortes nas despesas do Estado e subsídios a serviços públicos. O governo também desvalorizou o peso em mais de 50% em dezembro, o que fez com que os preços subissem mais rapidamente. Senado da Argentina rejeita pacote de medidas de Milei Veja Mais

Governo cria comissão para propor reforma na administração pública

G1 Economia Objetivo é promover 'modernização' do serviço público com a alteração de um decreto publicado há mais de 50 anos. Ministra da Gestão evita uso do termo 'reforma administrativa'. Ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck Rovena Rosa/Agência Brasil A Advocacia-Geral da União (AGU) criou nesta sexta-feira (12) uma comissão para elaborar uma proposta de mudanças na organização da administração federal e estabelecer parâmetros para uma reforma administrativa. A comissão, que será formada por membros da AGU e do Ministério da Gestão e Inovação, tem um prazo para a apresentação de um relatório final em 12 meses a partir da data de sua instalação. Segundo o Ministério da Gestão, entre os objetivos do grupo está o de tornar a legislação "compatível" com a Constituição e promover uma 'modernização' do serviço público. O decreto que o governo pretende alterar foi publicado há 57 anos. Esther Dweck, ministra da Gestão, evita usar o termo "reforma administrativa" para se referir à iniciativa. "A gente não gosta desse termo pois é carregado pela visão que teria que reduzir o Estado. Na nossa visão, não é tão verdadeiro. A gente tem que ter um estado necessário para cumprir aquilo que a população exige da gente", declarou Esther. A reforma administrativa é apontada por economistas como importante para melhorar a qualidade dos gastos públicos, que estão limitados, no máximo, a 2,5% ao ano de alta real pelo arcabouço fiscal, a nova regra para as contas públicas aprovada no ano passado. Os gastos com servidores do governo federal estão estimados em R$ 380 bilhões em 2024, ou 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB). É a segunda maior despesa primária do governo, perdendo apenas para a Previdência Social (R$ 913 bilhões, ou 8% do PIB). Estudo divulgado em 2020 mostra que o Brasil gastou 13,7% do Produto Interno Bruto (PIB), no ano anterior, cerca de R$ 930 bilhões, com servidores públicos federais, estaduais a municipais. O Brasil era, naquele momento, o 7º país que mais gastava com servidores. Os reajustes de servidores foram contidos na gestão Bolsonaro. No início do governo Lula, foram retomados, com o aumento linear de 9% no ano passado. Neste ano, servidores negociam com o governo e pressionam por novos reajustes. Em 2020, a equipe econômica chefiada por Paulo Guedes propôs uma reforma administrativa, com mudanças em leis, somente para futuros servidores, propondo o fim do regime jurídico único da União, com possibilidade de outras formas de vínculo, e o término dos chamados "penduricalhos". A estimativa, naquele momento, era de uma economia de R$ 300 bilhões de gastos em dez anos. Veja comentário de Gerson Camarotti sobre Reforma Administrativa Ministra é contra reforma 'punitivista' Em entrevista ao programa "Bom dia, ministra" nesta quinta-feira (12), a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, afirmou que não concorda com a proposta de reforma administrativa do governo do presidente Jair Bolsonaro. "Tanto pela visão que ela tem um caráter punitivista dos servidores, mas principalmente de precarização do serviço público, aumento da privatização. E afeta um instrumento, que para a gente é muito importante que é a questão da estabilidade", declarou a ministra Esther Dweck, na ocasião. Na reforma da equipe de Guedes, no governo Bolsonaro, a proposta era do fim da estabilidade para parte de novos servidores. Naquele momento, o governo também buscava regulamentar demissão de servidores por "baixo desempenho". Segundo a ministra da Gestão, Esther Dweck, a estabilidade dos servidores públicos protege o Estado brasileiro. "Permite que os servidores tenham tranquilidade para fazer seu serviço. Para eles poderem fazer o que precisa ser feito, independente da orientação política", disse. Ela afirmou, ainda, que as mudanças na administração pública não precisam, necessariamente, ser implementadas por meio de Proposta de Emenda Constitucional -- que altera a Constituição. "Estamos trabalhando, a maior parte disso não depende nem de medidas legais, muito menos constitucionais. Fiz muita coisa por atos infralegais, decretos do presidente, portarias minhas, instruções normativas", disse Dweck. Acrescentou que algumas medidas, como a nova lei de cotas, precisam passar pelo Legislativo. "Temos vários projetos que seriam importantes para a reforma do Estado brasileiro melhorar a capacidade de entrega para a população", afirmou a ministra. De acordo com a ministra, há três grandes áreas de atuação do governo com foco em mudanças na administração pública. São elas: Gestão de pessoas: Dweck afirmou que o Concurso Nacional Unificado é um "grande instrumento" de reforma administrativa, pois aumenta a diversidade no serviço público e inclui pessoas com "capacidade de pensar em políticas públicas". Restruturação de carreiras: a ministra disse que seria importante "alongar" as carreiras, ou seja, que os servidores demorem mais para chegar ao topo da carreira, que conta com salários maiores, e também para "ter outros critérios de progressão". Esse item também foi proposto pela equipe de Guedes, em 2020. Transformação digital e organizacional: Dweck declarou que a transformação digital, também foco da equipe de Guedes no governo Bolsonaro, tem um "potencial enorme" de acelerar processos e "facilitar a vida do cidadão". Disse, ainda, que o governo está atuando para "repensar" as organizações dentro do setor público. Veja Mais

El Niño x La Niña: entenda como a mudança de fenômeno pode impactar a inflação no Brasil

G1 Economia Apesar de ser uma preocupação, o La Niña não deve trazer reflexos tão severos neste ano, apontam especialistas ouvidos pelo g1. Principal temor é que o fenômeno provoque longos períodos de seca, esvaziando reservatórios e elevando os custos com energia elétrica. Especialistas acreditam que La Niña não deve trazer reflexos tão severos nos preços dos alimentos este ano. Adriana Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo o Além do noticiário climático, o El Niño ganhou protagonismo também nas últimas divulgações da inflação oficial do Brasil. O regime mais intenso de calor e chuvas provocado pelo fenômeno prejudicou parte da safra de alimentos in natura, o que fez os preços nos supermercados dispararem. A previsão é que, neste mês, o El Niño chegue à sua fase final. Mas outro evento climático começa a entrar em cena: o La Niña. A chegada do novo fenômeno está prevista para acontecer a partir de agosto deste ano. Em resumo, o La Niña é conhecido por inverter a região de predomínio de secas e chuvas em relação ao El Niño. ?? Para entender melhor: O El Niño é caracterizado pelo aquecimento das águas do Pacífico em 0,5ºC ou mais. Ele costuma levar chuvas intensas ao Sul do Brasil e provocar seca na região Norte. O La Niña acontece quando o Pacífico está ao menos 0,5ºC abaixo da média histórica, trazendo o resultado inverso: chuvas intensas no Norte e Nordeste e estiagem na região Sul. Economistas ouvidos pelo g1, contudo, trazem o alento de que a expectativa inicial é que os reflexos do La Niña sobre os preços sejam menos prejudiciais do que suas versões anteriores. O registro mais recente do La Niña durou três anos (2020-2023) e, conforme mostrou o g1, causou fortes impactos na produção agropecuária. O resultado foi percebido no bolso do consumidor com o aumento dos custos no campo e a consequente pressão sobre a inflação. A falta de chuvas resultou, inclusive, na declaração de emergência por municípios localizados no Centro-Sul do país — região que concentra as principais produções rurais —, com reflexos em alimentos como milho, soja, frango, feijão, leite e carne bovina. A estiagem, característica histórica do La Niña, também pode causar um aumento generalizado nos custos de energia elétrica, apontam especialistas. Isso devido à diminuição do volume de água nas represas e à consequente redução da produção de energia nas hidrelétricas. O receio é justamente em relação ao Centro-Sul, que concentra cerca de 70% da capacidade de armazenamento de água do país. Apesar dos temores baseados no histórico do fenômeno, entretanto, o que se espera para este ano é um La Niña menos prejudicial tanto para as lavouras quanto para os reservatórios, com reflexos mais leves sobre os preços para o produtor e o consumidor final ao longo de 2024. O cenário menos pessimista ganhou força com a crença de que o evento climático deve ter uma transição mais suave, com maior probabilidade de ocorrer só a partir de agosto. Além disso, o período recente de chuvas ajudou na umidificação do solo e na manutenção dos reservatórios, aliviando o caminho para os próximos meses. As boas condições de produção em outros países — como a vizinha Argentina — também ajudaram nessa equação, colaborando com o controle dos preços de commodities como soja e milho. Diante desses e outros fatores econômicos, a previsão para este ano é de uma inflação de alimentos ainda controlada, inclusive com um processo de deflação (queda nos preços) para essa categoria entre maio e setembro, segundo projeção da Warren Investimentos. LEIA MAIS Entenda como o contraste climático afeta produtores rurais IPCA: o que houve com o preço dos alimentos — e por que a angústia dos economistas é outra IPCA: preços sobem 0,16% em março, com alta de alimentos mais branda Balanço do El Niño O último registro do El Niño havia sido oito anos atrás, entre 2015 e 2016. O fenômeno costuma preocupar a produção agrícola global. Mas, em alguns casos, as perdas de alimentos cultivados em determinadas partes do mundo podem ser compensadas pelo aumento da produção em outras regiões, dadas as condições climáticas distintas que sofrem com o fenômeno. "Em geral, o El Niño é ruim para o nosso Centro-Oeste, para a Austrália, para a Índia. E, de fato, nós vimos diversos acontecimentos nesse sentido, como a quebra da nossa safra de grãos", explica Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro. "As chuvas tardias, por outro lado, ajudaram a aliviar." Em 2023, o mercado esperava um El Niño com impactos "muito mais fortes" do que o registrado. Andréa Angelo, estrategista de inflação da Warren Investimentos, afirma que as projeções eram de uma versão semelhante à de 2015 e 2016, quando o fenômeno causou "efeitos devastadores" nos preços de alimentos. "Embora o El Niño atual tenha sido classificado climatologicamente como forte, o efeito dele foi pequeno quando observamos os reflexos na inflação", diz. "Nós estamos vindo de algumas safras recordes de grãos. Além disso, o fenômeno foi muito benéfico para a Argentina. Então, o que quebrou ou prejudicou safra por aqui, o país vizinho mais que supriu a oferta." Ao mesmo tempo, a economia mundial observou uma desaceleração do consumo na China. Com a queda na demanda de um parceiro comercial tão importante, o resultado foi uma sobra maior de produtos no Brasil, ajudando a equilibrar os preços por aqui, explica Andréa. Apesar dos impactos mais suaves no índice geral, algumas altas passaram a pressionar os preços no subgrupo Alimentação no domicílio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE). Os dados mostram aumentos importantes nos preços a partir de outubro de 2023, sendo que as maiores altas foram sentidas nos lares brasileiros entre dezembro e fevereiro, conforme as variações a baixo: Entre os vilões da elevação do índice, estão os alimentos in natura, como hortaliças, legumes e frutas, tradicionalmente mais atingidos nessa época do ano devido a fatores climáticos. "Entre janeiro e fevereiro, a inflação no domicílio acumula quase 3% de alta. Apesar de comuns nesse período do ano, as altas foram muito maiores do que o sugerido pela sazonalidade. Então, isso é o El Niño", explica Andréa, da Warren. A expectativa da Warren é que o subgrupo de Alimentação no domicílio do IPCA encerre 2024 com inflação de 4,8%. Já para o índice geral de preços, a projeção é de variação de 3,85% no ano. O efeito do El Niño no aumento de preço dos alimentos Período de transição Para Gabriel Pestana, analista econômico da Genial Investimentos, a curta duração do El Niño ajudou a amenizar os reflexos do fenômeno. "O balanço dos impactos do El Niño é negativo. Mas esperávamos que fosse muito pior. O rápido arrefecimento do evento climático foi, de fato, uma boa notícia", afirma. O fenômeno começou a perder força em abril deste ano, conforme apontam órgãos internacionais de monitoramento climático. A instituição norte-americana NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration), por exemplo, aponta que a probabilidade de o El Niño ocorrer no trimestre a partir de maio é de 7%, caindo a menos de 5% nos trimestres móveis seguintes. A projeção também mostra a predominância de um cenário de neutralidade entre abril e julho. Enquanto isso, o La Niña ganha mais espaço a partir do segundo semestre, com chances de 60% de ocorrer entre julho e setembro e de 74% entre setembro e novembro. (veja no gráfico abaixo) A previsão, claro, pode sofrer alterações. Mas o cenário que se desenha é o de uma mudança suave, com uma transição ancorada, por meses, em um período de neutralidade — ou seja, temperatura nem acima nem abaixo da média no Oceano Pacífico. "Essa projeção já aparece também nos mapas climáticos. Em setembro, era para começar a vir chuva, para iniciar o plantio. Mas cadê as chuvas? Não estão nas previsões. Ou seja, isso é a cara do La Niña", explica Felippe Serigati, do FGV Agro. As altas chances de fortalecimento do fenômeno em outubro deixou, inclusive, agricultores argentinos em alerta, conforme relatório publicado em março pela bolsa de grãos de Rosário. O país é um dos maiores exportadores de grãos do mundo. Possíveis secas provocadas pelo La Niña no fim do ano afetariam parte da safra de trigo e o plantio de milho e soja para a próxima safra 2024/25. “A informação é preocupante”, informou a bolsa. La Niña e seus reflexos no campo Com base nos registros históricos do La Niña, a previsão é que, quando efetivamente em vigor, o fenômeno leve chuvas acima da média às regiões Norte e Nordeste do Brasil e cause seca no Centro-Sul. Levando em conta a safra já em vigor e o período de transição entre os fenômenos, os impactos nas produções agrícolas do Brasil tendem a ser moderados este ano, conforme aponta Serigati, da FGV Agro. A análise do especialista para algumas safras 2023/24 é: Soja: Produção menor, mas sem reflexos nos preços, já que a Argentina está com uma boa safra. Milho: Possíveis perdas, mas de uma forma moderada, tendo em vista que muitos produtores plantaram antecipadamente. Além disso, a Argentina vem tendo bons resultados e os Estados Unidos também têm chances de uma boa safra. Açúcar: A safra atual de cana-de-açúcar não foi muito afetada, e o La Niña tende a favorecer essa cultura. Arroz: Em nível global, a produção de arroz não tende a ser prejudicada pelo La Niña. No Brasil, no entanto, os efeitos podem ser negativos, devido à sua cultura ser concentrada no Rio Grande do Sul. Feijão: O grão é produzido em diversas regiões do país, com destaque para o Paraná, Goiás e Bahia. Isso significa possíveis maiores perdas no Paraná, mas produtividade maior em Goiás e na Bahia. "Chuvas demais ou secas tendem a gerar perdas e, portanto, custo maior na produção de alimentos, incluindo cereais, leguminosas, oleaginosas, tubérculos e frutas. Os preços das carnes também sentem os reflexos, já que a ração fica mais cara", explica Gabriel Pestana, da Genial Investimentos. Apesar de previsão de enfraquecimento, efeitos do El Niño devem ser sentidos até abril E os preços nos supermercados? Apesar dos diferentes impactos para cada produção agrícola, a expectativa é de deflação (queda nos preços) para o subgrupo de Alimentação no domicílio do IPCA nos próximos meses. A projeção é da Warren Investimentos, que aponta preços mais baixos já a partir de maio — em especial para os que subiram muito no último trimestre. Segundo a estimativa, as quedas devem ser registradas mês a mês, até setembro. Os cálculos valem, claro, desde que as condições climáticas e econômicas sigam os rumos já esperados. A previsão para a janela de maio a setembro, segundo a Warren, é a seguinte: Deflação de 1,60% no grupo de alimentação no domicílio; Deflação de mais de 20% entre os tubérculos (batata, mandioca, cenoura e afins); Deflação de 1% nas frutas; Deflação de 15% nas hortaliças folhosas; Deflação entre 2% e 2,5% nas carnes; Deflação de 4,5% no grupo das carnes com a inclusão de ovos. Estiagem e custo de energia elétrica Enquanto os preços dos alimentos deixam de ser uma grande preocupação para este ano, a chegada do La Niña também acende um alerta para possíveis reflexos nas contas de energia elétrica e no abastecimento de água. O receio é justamente que os períodos de seca ganhem força no Centro-Oeste, no Sudeste e no Sul do país, regiões que concentram 70% dos reservatórios em território nacional, afirma Gabriel Pestana, da Genial Investimentos. "Esse é outro fator que torna o La Niña um pouco mais preocupante do que o El Niño em termos de impactos", diz. "Se temos reservatórios mais vazios, fica mais caro produzir energia elétrica — categoria que pesa bastante no IPCA —, podendo exercer uma pressão importante sobre o índice." Esse também é um alerta destacado por Andréa Angelo, da Warren Investimentos. Ela aponta efeitos secundários na inflação, com possíveis reflexos no setor de serviços — o que mais emprega no país e representa 70% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. "O preço muito elevado de energia acaba encarecendo os serviços depois de algum tempo, já que os custos tendem a ser repassados ao consumidor. Além disso, uma possível alta na conta de luz pode afetar, por exemplo, os preços dos eletroeletrônicos. Então, caso a gente tenha um La Niña mais forte com reflexos na energia, bens industriais e até de vestuário podem ficar mais caros", explica. Com base nas previsões disponíveis até o momento, espera-se que os maiores impactos do fenômeno nos preços fiquem para o início de 2025, em caso de estiagem mais severa no Brasil no último trimestre deste ano. "Inclusive, o Operador Nacional do Sistema Elétrico [ONS] já informou que está em alerta e gerenciando os sistemas hídricos. A atenção é para que a gente entre em 2025 em uma situação diferente do que foi 2021, quando tivemos crise hídrica", conclui a especialista. Veja Mais

Argentina reduz taxa de juros para 70%, citando desaceleração 'pronunciada' da inflação

G1 Economia Este foi o terceiro ajuste desde que o presidente ultraliberal Javier Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023. Banco Central da Argentina Ronaldo Schemidt / AFP O Banco Central da Argentina reduziu sua taxa de juros de referência em 10 pontos percentuais, para 70%, informou a autoridade monetária nesta quinta-feira (11). Este foi o terceiro ajuste desde que o presidente ultraliberal Javier Milei assumiu o cargo, em dezembro de 2023. A mudança em relação ao nível anterior, de 80%, ressalta a confiança do governo em reduzir a inflação, que está chegando a mais de 275% ao ano. "Após a correção inicial dos preços relativos em dezembro de 2023, estamos observando uma desaceleração pronunciada da inflação, apesar do forte efeito estatístico tardio que a inflação carrega em suas médias mensais", disse o Banco Central do país em um comunicado. LEIA TAMBÉM: Contas no azul e pobreza: os dois lados do ajuste radical de Milei Argentina tem 2º superávit mensal , mas sofre com pobreza e inflação FMI recomenda a Milei proteger setores mais pobres da Argentina O banco acrescentou que, desde que Milei assumiu o cargo, a base monetária foi reduzida substancialmente, o que ajuda a absorver a liquidez e a conter os aumentos de preços. O país divulgará os dados da inflação de março na sexta-feira. Analistas estimam que o índice fique em 12% para o mês, enquanto o governo acredita que deve ficar perto de 10%. Isso representa uma queda em relação ao pico de mais de 25% registrado em dezembro, após uma forte desvalorização da moeda por Milei. As políticas fiscais rígidas de Milei melhoraram o humor dos investidores na Argentina, impulsionando ações e títulos, embora os níveis de pobreza estejam aumentando junto com uma recessão econômica, à medida que a atividade, a produção e o consumo caem. Senado da Argentina rejeita pacote de medidas de Milei Veja Mais

STF decide que é válida cobrança de PIS/Cofins a empresas de aluguel de bens móveis e imóveis; arrecadação pode aumentar em R$ 36 bi

G1 Economia Discussão jurídica era sobre se esse tipo de negócio se enquadrava na categoria daqueles que pagam PIS/ Cofins. Decisão do Supremo deve aumentar a arrecadação do governo. O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira (11), que é válida a cobrança de PIS e Cofins de empresas de aluguel de bens móveis e imóveis. Estas disputa judiciais têm impacto de R$ 36,2 bilhões, segundo estimativa da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2024. Para a maioria dos ministros, a incidência do tributo é possível quando a locação for atividade da empresa contribuinte, já que os resultados obtidos coincidem com o conceito de faturamento, que serve para caracterizar a necessidade de recolhimento dos valores. Debate A disputa judicial girou em torno do conceito de faturamento -- entendido pelo Supremo como a receita obtida pelas empresas com a venda de mercadorias ou prestação de serviços. As empresas que questionaram o pagamento dos valores sustentam que o aluguel de bens móveis e imóveis não se enquadra no conceito de faturamento delimitado pela própria Corte. Impostos O Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) são contribuições federais, destinadas a financiar a seguridade social (ações de assistência social e Previdência), além custear pagamentos de benefícios a trabalhadores. Veja Mais

A pressão sobre a Boeing após denúncia de funcionário sobre preocupações com segurança

G1 Economia Engenheiro acusou a empresa de usar atalhos na construção dos jatos 787 e 777. O Boeing 787 Dreamliners é usado frequentemente em voos internacionais GETTY IMAGES via BBC A Boeing está enfrentando uma nova crise depois que um funcionário da companhia denunciou preocupações de segurança em relação à fabricação de alguns de seus aviões aos órgãos reguladores dos EUA. O engenheiro Sam Salehpour acusou a empresa de usar atalhos na construção dos jatos 787 e 777. Ele alegou que foi “ameaçado de demissão” depois de levantar as preocupações com os chefes. Mas a Boeing disse que as acusações eram “imprecisas” — e acrescentou estar convicta de que seus aviões eram seguros. “As questões levantadas foram objeto de rigorosas avaliações de engenharia sob supervisão [da Agência Federal de Aviação]”, declarou a empresa. “Esta análise validou que estas questões não apresentam quaisquer preocupações de segurança e que a aeronave vai manter sua vida útil durante várias décadas." As ações da Boeing caíram quase 2% na terça-feira (9/4), depois que a Agência Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) anunciou que estava investigando as denúncias, e a fabricante de aeronaves informou que havia entregado apenas 83 aviões no primeiro trimestre deste ano — o menor número desde 2021. A denúncia do funcionário, publicada pela primeira vez pelo jornal New York Times, é o incidente mais recente a chamar a atenção para a segurança dos aviões fabricados pela Boeing, com sede nos EUA, uma das duas maiores fabricantes de aviões comerciais do mundo. Autoridades americanas encontram parte de porta do boeing 737 Max 9, que se soltou durante um voo na sexta-feira (5) A empresa já estava enfrentando uma investigação criminal e outros problemas na Justiça, depois que uma das portas da saída de emergência de um de seus aviões 737 Max 9 foi ejetada poucos minutos após a decolagem, em janeiro deste ano. Os passageiros escaparam de ferimentos graves, mas o incidente mergulhou a companhia em uma crise, forçando a paralisação temporária de dezenas de aviões 737 Max 9, desencadeando investigações regulatórias e levando a Boeing a desacelerar drasticamente a fabricação de suas aeronaves. A crise também levou o CEO da companhia, David Calhoun, a anunciar no mês passado que deixaria o cargo até o final do ano. Na terça-feira, as advogadas do engenheiro Salehpour disseram que a Boeing havia tomado decisões para a montagem das aeronaves 787 que colocavam pressão nas articulações que ligavam partes do corpo dos jatos, um problema que afetaria mais de 1.000 aviões. Na denúncia apresentada à FAA em janeiro, ele alegou que o método poderia reduzir a vida útil das aeronaves. “Esses problemas são o resultado direto da decisão da Boeing nos últimos anos de priorizar os lucros em detrimento da segurança, e de um regulador na FAA que se tornou reverente demais à indústria”, disseram as advogadas do engenheiro, Debra Katz e Lisa Banks, em comunicado. As advogadas acrescentaram que Salehpour foi transferido para trabalhar no Boeing 777 depois de levantar as preocupações. E, de acordo com elas, ele logo observou outros problemas na montagem deste avião. “Ele foi ameaçado de demissão, excluído de reuniões, projetos e comunicações importantes, teve pedidos razoáveis de licença médica negados, foi designado a realizar trabalhos fora da sua área de especialidade, e declarado efetivamente persona non grata a seus colegas”, afirmaram. O 787 Dreamliner é um avião maior que o 737, usado com frequência em voos internacionais. A aeronave voa comercialmente desde 2011, mas tem sido alvo praticamente desde o início de reclamações relacionadas à qualidade. A Boeing acabou desacelerando a produção e interrompendo as entregas por quase dois anos, respondendo às questões que haviam sido levantadas. Em 2022, a FAA autorizou a Boeing a retomar as entregas. A FAA, que aumentou sua supervisão sobre a Boeing desde que a porta da aeronave foi ejetada em janeiro, disse em comunicado que incentivava as pessoas da indústria da aviação a compartilhar informações. “Investigamos minuciosamente todos as denúncias”, disse a agência quando questionada sobre a denúncia. Veja Mais

As mulheres chinesas que buscam apoio em grupos online para conseguirem economizar

G1 Economia À medida que a economia da China perde força, mulheres buscam maneiras de aumentar e preservar a renda com amigos virtuais. Xiao Zhuo tenta guardar mais dinheiro diante da incerteza trazida pela desaceleração da economia da China. Arquivo pessoal via BBC "Quase não sobrava dinheiro todos os anos. Eu me sentia insegura, mas não sabia o que fazer", diz Xiao Zhuo, 36 anos, mãe de dois filhos, que mora em Xiamen, uma cidade no sudeste da China. Durante a pandemia, Xiao Zhuo e seu marido tiveram que aceitar um corte de 50% em seus salários. Foi um grande golpe para a família, que também teve que cuidar da mãe de Xiao, diagnosticada com câncer há cinco anos. Virou moda entre os jovens chineses procurar e encontrar na internet com da zi, que significa "parceiros", com interesses semelhantes. Mas em vez de procurar pessoas que quisessem viajar ou fazer exercícios juntos, Xiao Zhuo procurou alguém que quisesse economizar dinheiro junto. Xiao Zhuo estava longe de ser a única. A hashtag “economizando da zi” surgiu pela primeira vez no Xiaohongshu, a versão chinesa do Instagram, em fevereiro de 2023 e atraiu 1,7 milhão de visualizações desde então, segundo a empresa de análise de dados Newsrank. Na rede Weibo, tópicos relacionados à prática foram visualizados milhões de vezes. É difícil obter um número exato, mas a partir das redes sociais, milhares de pessoas encontraram parceiros para poupar em grupos online. A maioria das pessoas nesses grupos são mulheres, com idades entre 20 e 40 anos, muitas delas mães. Algumas dizem que querem economizar para a educação dos filhos, que está ficando mais cara; algumas dizem que preferem guardar dinheiro porque poucos investimentos – como ações ou propriedades – são lucrativos. No entanto, muitas dizem que precisam se preparar para uma potencial perda de emprego ou corte salarial, uma vez que a economia encontra-se em dificuldades. A China já tem uma das taxas de poupança familiar mais elevadas do mundo, e o recente aumento revela uma “baixa confiança na economia futura”, diz Lu Xi, professor de políticas públicas na Universidade Nacional de Singapura. Na China, as mulheres geralmente são as responsáveis por gerir as despesas domésticas. Getty Images via BBC As famílias chinesas pouparam cerca de 138 trilhões de yuans (US$ 19,1 trilhões, R$ 96 trilhões) em depósitos bancários em 2023, o que representa um aumento de quase 14% em relação ao ano anterior, segundo dados oficiais. Após anos da dura política de Covid zero, a recuperação da economia chinesa durou pouco. E agora enfrenta uma crise imobiliária, pressão deflacionária, queda do investimento estrangeiro e dívidas crescentes dos governos locais. Na China, as mulheres são geralmente responsáveis pela gestão das despesas domésticas diárias. O fato de mais mulheres estarem poupando é um indicador de que o desemprego se alastra – não apenas entre os jovens, segundo o professor. A taxa de desemprego cresceu por três meses consecutivos, de acordo com os últimos dados oficiais. E o desejo cada vez maior de poupar tornará mais difícil para a China reequilibrar a economia. O crescimento vertiginoso das últimas décadas foi impulsionado pelo investimento em infraestrutura e pela produção de baixo custo. Mas à medida que a economia chinesa amadurece, especialistas argumentam que é necessário impulsionar o consumo interno para sustentar o crescimento. Lu Xi diz que as elevadas poupanças podem levar a uma armadilha de liquidez para a China, espelhando o que aconteceu no Japão na década de 1990. As pessoas guardariam dinheiro e evitariam gastar ou investir, mesmo que as taxas de juro estejam muito baixas, tornando a política monetária ineficaz no incentivo à economia. Ansiedade e amizade Xiao Zhuo sente-se sortuda por trabalhar no setor da energia limpa, uma indústria em expansão que supostamente contribuiu com 40% para o crescimento econômico do país no ano passado. No entanto, ela sente-se compelida a “preparar-se para o perigo”, ao ver muitos familiares e amigos perderem seus empregos – incluindo os que trabalham no serviço público, como em hospitais e escolas. Em fevereiro, Xiao Zhuo juntou-se a vários grupos de poupança. Todos os dias os integrantes têm que registrar seu orçamento e consumo. Eles também ajudam a impedir uns aos outros de fazer compras por impulso. Uma integrante do grupo ficou tentada a comprar uma bolsa luxuosa que custava 5.000 yuans. Depois de conversar com outras mulheres, ela comprou uma sacola de segunda mão que custou menos de 1.000 yuans. Xiao Zhuo define uma meta de economia diária na planilha em forma de coração. Arquivo pessoal via BBC Xiao Zhuo também aprendeu alguns truques para economizar dinheiro. Ela conheceu, por exemplo, um aplicativo de celular que possui uma planilha em forma de coração, com 365 células indicando uma meta de poupança diária que varia de 1 a 183 yuans. Depois de um ano, ela terá economizado quase 34 mil yuans (cerca de R$ 24 mil). Ela fica surpresa com o fato de tantas outras pessoas também quererem economizar e sente que tem uma relação de parceria com os amigos poupadores. "Seria difícil para mim persistir sozinha." Xiao Zhuo tornou-se amiga de uma de suas da zi, uma professora grávida de seu primeiro filho. E depois de atingir a meta de poupança mensal, Xiao Zhuo encomendou rosas online para serem entregues a 2.000 km de distância, em Gansu. Os impulsos de compras de Xiao Zhuo diminuíram. Anteriormente, ela colocava tudo o que gostava no carrinho do supermercado. Agora, faz uma lista de compras e se atém a ela. Um mês depois de conseguir parceiros de poupança, ela reduziu suas despesas em 40%. E está otimista de que conseguirá economizar 100 mil yuans (R$ 70 mil) em um ano – um aumento considerávek em relação à meta atual. Outras mulheres também dizem que ter da zi as ajudou a economizar. Uma delas conta que agora cozinha sozinha e reduziu compras desnecessárias; outra diz que economizou mais mantendo-se ocupada no trabalho e irá procurar novos hobbies que não custem muito. Chen acha que sua família precisa de pelo menos 5 milhões de yuans em economias. Arquivo pessoal via BBC Dinheiro em espécie Algumas mulheres optaram por um método mais tradicional de poupar – guardar dinheiro em casa. É algo ainda incomum, uma vez que a China virou um país que pouco usa dinheiro em espécie. Quase 70% da população é adepta aos pagamentos pelo celular, segundo o Statista. “Sinto-me segura e satisfeita ao ver pilhas de notas cada vez mais espessas”, diz Chen, de 32 anos, que comanda um salão de beleza na província central de Henan. Todo mês, ela retira a maior parte de sua renda do banco e coloca o dinheiro em uma caixa. Quando chegar a 50.000 yuans, ela fará um depósito. Ela agora também usa dinheiro em espécie para fazer compras. É inconveniente, diz, mas é uma forma de reduzir o consumo e “adiar a gratificação”. Em meio à crise econômica, Chen perdeu um número significativo de clientes e muitos dos que permaneceram reduziram os gastos. Ela e o marido são filhos únicos, o que significa que têm de cuidar de quatro pais idosos. Ela queria economizar pelo menos um milhão de yuans para cada um de seus dois filhos. Na China, espera-se que os homens tenham uma casa ao se casarem. Por isso, é comum os pais comprarem imóveis para os filhos. Ela diz que a família precisa de pelo menos 5 milhões de yuans em economias – o que provavelmente não será suficiente, já que ela está grávida novamente. "No passado, eu não tinha nenhum plano de poupança, mas ainda tinha algum dinheiro sobrando. Agora, economizar tornou-se mais desafiador. Ter dinheiro em mãos me faz sentir menos ansiosa." Inflação fica em 0,16% em março, diz iBGE Veja Mais

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Setor de energia nuclear contesta dados de relatório do TCU que apontam alta na conta de luz com Angra 3

G1 Economia Corte determinou que governo considere custos ao consumidor quando decidir sobre contratação da usina. Setor diz que números que basearam decisão do TCU são 'preliminares'. Imagem de obras em Angra 3 em 2023 Eletronuclear O setor de energia nuclear contesta números de um relatório Tribunal de Contas da União (TCU) da última quarta-feira (10), que indicam aumento na tarifa de energia com a eventual entrada em operação da usina nuclear de Angra 3. A Eletronuclear, estatal responsável pela operação e construção da usina, afirmou que os dados citados no parecer são preliminares. A estimativa de custo ao consumidor consta em estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a partir de informações preliminares prestadas ao governo. "Somente após a conclusão de estudos independentes, realizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é que a EPE poderá exercer seu ofício e dimensionar os impactos do empreendimento de Angra 3 no sistema elétrico nacional", diz a Eletronuclear em nota. A empresa cita ainda mudanças legislativas que podem reduzir o valor ao consumidor, como a reforma tributária e um regime especial para o setor nuclear. "Isso tudo considerado no cenário tarifário, certamente o preço da energia elétrica produzida por Angra 3 será competitivo para uma fonte termelétrica limpa, não poluente (não produzindo gases de efeito estufa), segura, firme, constante e de base", diz a estatal. Também em nota, a EPE afirmou que não recebeu os estudos de preço contratados pela Eletronuclear e pelo BNDES para fazer a projeção de custo ao consumidor. Dessa forma, o estudo da EPE utilizado pelo TCU se baseou em dados preliminares. "A EPE ressalta que o Informe Técnico foi elaborado como um documento preparatório destinado ao Ministério de Minas e Energia (MME), e, portanto, foi classificado como sigiloso no momento de seu cadastro no sistema do TCU", disse a estatal de planejamento. A Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan) também contesta o custo de R$ 43 bilhões citado pelo TCU. Segundo o presidente da Abdan, Celso Cunha, a projeção de 2,9% de aumento foi alcançada na comparação com fontes intermitentes, como solar e eólica – ou seja, que não geram o tempo todo, ao contrário da nuclear. Cunha afirma que a energia de Angra 3 pode custar 1% de aumento na tarifa do consumidor em períodos de chuva e uma economia de 3% em período seco – quando haveria a necessidade de ligar usinas termelétricas a gás natural ou carvão. Lula assina medida provisória que visa diminuir valor das contas de luz; especialistas veem riscos de efeito contrário no futuro Decisão do TCU Na quarta-feira (10), o TCU determinou que o governo considere o impacto da contratação da usina nuclear de Angra 3 na conta de luz, apontando um aumento médio de 2,9% nas tarifas. O Tribunal cita estudos da EPE e da Aneel. Segundo o relator do processo, ministro Jorge Oliveira, as simulações da EPE apontaram custo médio de R$ 43 bilhões, mas outros cenários apontam para despesas de até R$ 77 bilhões, pagas pelos consumidores. "Independentemente de potenciais externalidades positivas do empreendimento para a política nuclear nacional, os encargos aos consumidores serão muito mais altos em caso de continuidade da construção de Angra 3 do que de abandono do Projeto", disse Oliveira. Veja Mais

Livro mostra mais de 100 receitas com pinhão: tem farofa, estrogonofes, pudins e bolos

G1 Economia Livro da Embrapa traz preparos inovadores e deliciosos com o alimento. Entrevero: prato típico com pinhão reprodução/Globo Rural Ficou com vontade de comer pinhão depois da reportagem sobre a colheita dele no Sul do Brasil? Um livro da Embrapa traz mais de 100 receitas com a iguaria. Tem salgados e doces: de farofa a estrogonofe e de bombom recheado a palha italiana. >>>Acesse aqui as receitas com pinhão Veja Mais

De onde vem a tapioca, o acarajé e a feijoada? Teste seus conhecimentos no quiz

G1 Economia Cada uma dessas iguarias é um universo de tradições e influências e nos convida a uma jornada sensorial pelos caminhos da diversidade cultural do país. O podcast 'De onde vem o que eu como' conta a origem desses pratos pelo Brasil. A culinária brasileira é uma rica mistura de sabores, influências e tradições que refletem a diversidade cultural do país. Entre os pratos mais emblemáticos estão a tapioca, o acarajé e a feijoada, cada um carregando consigo uma história única e um sabor inconfundível. ????A tapioca, originária da região Nordeste, é uma iguaria servida com uma variedade de recheios doces ou salgados, sendo uma opção versátil e saborosa para qualquer hora do dia. ????O acarajé é um quitute frito recheado com vatapá, camarão seco e pimenta, proporcionando uma explosão de sabores típicos da culinária afro-brasileira. ????E a feijoada é uma combinação perfeita de feijão preto cozido com uma variedade de carnes, que pode ter como acompanhamento o arroz, couve e a farofa, representando a tradição e a história do país em cada garfada. Nesta semana, o podcast "De onde vem o que eu como" explica a origem de cada prato e trás uma história de tradição familiar com a tapioca. O podcast também conta a relação da lenda de Iansã e Xangô com a pimenta que vai no acarajé. ????OUÇA o episódio (acima) e, abaixo, responda o quiz. Episódio destaca a importância cultural dos três pratos. Stephanie - Flickr/Igor Constantino - Unsplash/Andre Rebeiro - Flickr O que você sabe sobre o acarajé, a tapioca e a feijoada? Leia também: 6 dicas de como fazer tapioca para não errar; Mamão produz látex com propriedades cicatrizantes e anti-inflamatórias; entenda; Pitaya não tem sabor? Tem sim e a espécie mais doce, a Baby do Cerrado, é nativa do Brasil; Ouça outros episódios do podcast: Veja a série de vídeos do "De onde vem o que eu como": De onde vem o que eu como: baunilha De onde vem o que eu como: laranja De onde vem o que eu como: chocolate De onde vem o que eu como: morango Veja Mais

Mega-Sena, concurso 2.711: prêmio acumula e vai a R$ 56 milhões

G1 Economia Veja as dezenas sorteadas: 14 - 36 - 38 - 46 - 55 - 60. Quina teve 69 apostas ganhadoras; cada uma vai levar R$ 49,8 mil. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 5 e apostas podem ser feitas até as 19h Marcelo Brandt/G1 O sorteio do concurso 2.711 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (11), em São Paulo. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou em R$ 56 milhões. Veja os números sorteados: 14 - 36 - 38 - 46 - 55 - 60 5 acertos - 69 apostas ganhadoras: R$ 49.876,99 4 acertos - 4.507 apostas ganhadoras: R$ 1.090,84 O próximo sorteio da Mega será no sábado (13). Mega-Sena, concurso 2.711 Reprodução/Caixa Entenda como funciona a Mega-Sena e qual a probabilidade de ganhar o prêmio Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. Veja Mais

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Milei se encontra com Elon Musk e oferece apoio para o bilionário em investigações do STF no Brasil

G1 Economia Não ficou claro como esse apoio poderia acontecer. Após ameaças de Musk, dono da plataforma X, ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, Moraes solicitou a investigação do bilionário pela Justiça brasileira. Milei se encontra com Elon Musk em 12 de abril de 2024. Reprodução/redes sociais O presidente da Argentina, Javier Milei, e o dono da rede social X (antigo Twitter), Elon Musk, se encontraram no Texas, nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (12). Milei ofereceu apoio a Musk nos processos da Justiça brasileira em que o bilionário está sendo investigado, disse o porta-voz do presidente argentino, Manuel Adorni. (Leia mais abaixo) Não ficou claro como esse apoio de Milei a Elon Musk poderia acontecer. ? Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Nos últimos dias, Elon Musk teve desavenças com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes nas redes sociais, em que o bilionário dono do X utilizou sua plataforma para atacar Moraes e ameaçar reativar contas desativadas em processos movidos pelo tribunal. Segundo Adorni, Milei e Musk também prometeram trabalhar juntos para promover soluções de livre mercado. Após ameaças de Musk a Moraes, o ministro determinou a investigação do bilionário americano e ordenou que a rede X não desobedeça a ordens judiciais dadas pelo STF. (Leia mais abaixo) Saiba quem é Elon Musk, bilionário americano dono da rede social X Relembre o histórico do embate entre Musk e Judiciário brasileiro Ataques a Moraes Desde o último domingo (7), Elon Musk vem atacando Alexandre de Moraes e ameaçando reativar perfis de usuários bloqueados na rede social X pela Justiça brasileira no âmbito de dois inquéritos que Moraes é relator no STF: o das milícias digitais: que investiga ações orquestradas nas redes para disseminar informações falsas e discurso de ódio, com o objetivo de minar as instituições e a democracia. o do 8 de janeiro: que investiga a tentativa de golpe no Brasil por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. "Por que você está exigindo tanta censura no Brasil?", questionou Musk, em inglês. No curso das apurações dos inquéritos, ao longo dos últimos anos, Moraes determinou que as redes sociais bloqueassem a conta de alguns investigados. De acordo com o ministro, eles usavam as plataformas para o cometimento das práticas irregulares, que estão sendo investigadas. Investigação Após as ameaças e ataques de Elon Musk a Alexandre de Moraes, o ministro do STF determinou que a conduta do empresário seja investigada em novo inquérito. Moraes também incluiu Musk entre os investigados no inquérito já existente das milícias digitais. O ministro ordenou ainda que a rede X não desobedeça a nenhuma ordem da Justiça brasileira. E estipulou multa de R$ 100 mil para cada perfil que seja reativado irregularmente. Para investigar Musk, Moraes afirmou que viu indícios de obstrução de Justiça e incitação ao crime nas atitudes do bilionário nos últimos dias. A Polícia Federal deve ouvir representantes no Brasil da rede X nos próximos dias. LEIA TAMBÉM: Ameaça de Irã atacar Israel é 'real', diz Casa Branca; países orientam cidadãos a não viajar para a região Após pacto, idosa de 80 anos guarda cadáver de amiga em maleta por 1 ano no Chile Príncipe William faz primeira aparição pública desde anúncio de câncer da princesa Kate Javier Milei, presidente da Argentina, se encontrou com Elon Musk, dono do X (antigo Twitter) no Texas, Estados Unidos, em 12 de abril de 2024. Reprodução/redes sociais Veja Mais

Como plantar taioba

G1 Economia Folheto da Embrapa Hortaliças ensina qual é a melhor época para plantar a verdura, como fazer o preparo do solo e escolher as mudas. A Edis Guidini, de Dom Cavati, Minas Gerais, escreveu para o Globo Rural querendo dicas de como plantar taioba. Um folheto da Embrapa Hortaliças ensina qual é a melhor época para plantar a verdura, como fazer o preparo do solo e escolher as mudas, além de uma receita bem simples de taioba refogada. >>>Acesse aqui Veja Mais

Com melhora da indústria e comércio exterior, movimentação de contêineres bate recorde no bimestre

G1 Economia Segundo dados da Antaq, período teve o melhor desempenho da série histórica para a navegação de cabotagem e a de longo curso, que inclui exportações e importações. Transporte por contêineres atinge recorde no Brasil O Brasil bateu recorde na movimentação de contêineres em navios, nos dois primeiros meses de 2024. O crescimento do setor portuário é de 11,44%, só no mês de fevereiro. A informação está no Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), uma publicação periódica que a agência divulga nesta quinta-feira. O documento foi obtido com exclusividade pela GloboNews e g1. O perfil de mercadorias transportadas por contêineres no Brasil inclui produtos industrializados, e isso sinaliza que a indústria brasileira vive um momento de reaquecimento, segundo a Antaq. O mês janeiro já havia sido positivo para o setor aquaviário e o resultado de fevereiro confirmou a tendência. A quantidade de contêineres transportados é o que puxa os números para cima. No primeiro bimestre, a navegação no país transportou 1,99 milhão de contêineres, uma alta de 18%. O desempenho também é recorde nas três modalidades que compõem este indicativo: importações, exportações e cabotagem. Nas importações, 677 mil contêineres da medida padrão internacional (20 pés de comprimento x 8 pés de largura x 8 pés de altura) foram transportados no período, uma alta de 19% em relação ao primeiro bimestre de 2023; Em exportações, foram 660 mil contêineres, uma alta de 20%, na mesma base de comparação; Pela navegação de cabotagem, a que é feita entre os portos do país, foram 662 mil contêineres, alta de 18%. Considerando só o mês de fevereiro, o país movimentou 99,83 milhões de toneladas de cargas totais, frente a 89,58 milhões de toneladas em fevereiro de 2023. Além dos contêineres, foi registrado aumento de cargas sólidas e líquidas. As mercadorias que se destacaram foram o minério de ferro (+17,85%), o petróleo e derivados (+16,23%) e a soja (+19,70%). Em relação às cargas conteinerizadas, esta movimentação atingiu 11,2 milhões de toneladas, uma alta de 29,19% para o mês, comparada a fevereiro do ano passado, e de 24,5% em quantidade de contêineres, na mesma base de comparação mensal. Desse total, 7,7 milhões de toneladas foram movimentadas em longo curso (importações e exportações) e 3,4 milhões de toneladas por cabotagem. "Tivemos algumas culturas ali que se destacaram, como algodão, açúcar e café. Então, essas mercadorias juntamente com uma volta do aquecimento da indústria, foram responsáveis por esse crescimento nesses 2 primeiros meses do ano. Agora nós vamos acompanhar para ver se essa tendência se confirma ao longo do ano", afirma o diretor-geral da agência nacional, Eduardo Nery. O Estatístico Aquaviário da Antaq explica que a retomada da movimentação de contêineres considera os últimos quatro anos. Em 2021, ano de pandemia, houve transporte significativo de mercadorias por esta modalidade. Em 2022, foi verificada uma queda. Em 2023, o desempenho ficou estagnado neste patamar. E agora, em 2024, os percentuais de aumento voltaram a ficar expressivos. Granéis sólidos e líquidos Os granéis sólidos, que representam 58,1% do total de tudo que é movimentado pelos portos, apresentaram crescimento de 11,48% frente a fevereiro de 2023. Foram 58 milhões de toneladas registradas em fevereiro deste ano, com destaque para dois principais: minério de ferro e soja. Granéis líquidos também apresentaram alta, que atingiu 7,47% em comparação com o mesmo mês de 2023. Por sua vez, as cargas gerais apresentaram um recuo de 1,53% durante o mês frente a fevereiro do ano passado. Exportações e Importações A movimentação de cargas de longo curso, que considera as exportações e importações brasileiras, foi de 69,1 milhões de toneladas em fevereiro de 2024, um crescimento de 13,59% em comparação com o mesmo período do ano passado. As exportações cresceram 15,11%, enquanto as importações cresceram 6,87%. A quantidade de contêineres que partiram ou chegaram do exterior, em janeiro e fevereiro deste ano, mostra que o Brasil fez mais negócios com a China, União Europeia e América do Norte, do que no ano passado. Foram 342 mil contêineres, 231 mil e 174 mil, respectivamente. Houve crescimento na corrente de comércio, em quantidade de contêineres, entre Brasil e quase todos os blocos de países, exceto Ásia (sem China), Sudeste Asiático e Oriente Médio. No caso da China, principal parceiro comercial do Brasil, a movimentação de contêineres nos dois sentidos apresentou crescimento de 38,5% em comparação com o primeiro bimestre de 2023. Portos públicos e privados Os Terminais de Uso Privado (TUPs) registraram 66,14 milhões de toneladas em fevereiro de 2024. O número representa um aumento de 10,89% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Já o destaque percentual entre os cinco TUPs que mais movimentaram no mês fica para o terminal Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA), que registrou crescimento de 14,28%, com 10,65 milhões de toneladas movimentadas. Já os portos públicos movimentaram 33,69 milhões de toneladas no segundo mês de 2024. O número representa aumento de 12,55% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O porto de maior movimentação no mês foi o de Santos, com 11,11 milhões de toneladas, registrando um aumento de 32,42% frente ao mesmo período de 2023. O porto foi responsável por 33% de toda a movimentação portuária pública do mês. A navegação interior, no entanto, caiu 5,27% em fevereiro, atingindo uma movimentação de 6,68 milhões de toneladas. Do mesmo modo, houve recuo nas operações de carga feitas em apoio portuário (-9,42%) e marítimo (-3,53%). Veja Mais

Estados adiam decisão sobre aumento de ICMS nas encomendas internacionais

G1 Economia Desde agosto de 2023, encomendas abaixo de US$ 50 não pagam imposto de importação. Ao mesmo tempo, estados instituíram uma cobraça de 17% de ICMS. Os estados adiaram, em reunião nesta quinta-feira (11), a decisão sobre aumentar o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 17% para 25% sobre as encomendas internacionais. Segundo o Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz), os estados farão análises "nos próximos dias" para definir a alíquota do imposto estadual para as compras internacionais. "O Comitê reunirá nos próximos dias análises e estudos de informações econômicas relacionadas ao campo alfandegário em perspectiva com as condições estendidas ao empreendedorismo nacional, para a oportunizar uma proposta que traduza esse objetivo", diz o Comsefaz em nota. A reunião do Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz) aconteceu em Fortaleza (CE), nesta quinta-feira (11), e havia uma expectativa de definição sobre o aumento do imposto, que ocorreria em 2025. Centro de encomendas internacionais dos Correios em Valinhos Fernando Pacífico/g1 Remessa Conforme Desde agosto de 2023, estão valendo novas regras para compras internacionais por meio dos chamados "market places", que englobam sites do exterior ou aplicativos, nas quais não há cobrança do imposto de importação para encomendas abaixo de US$ 50. Entretanto, os estados instituíram, em 2023, uma cobrança de 17% em ICMS – valor que pode ser elevado a partir de 2025. A isenção do imposto de importação federal é aplicada desde que as empresas façam adesão a um programa de conformidade, chamado de "Remessa Conforme". Calculadora mostra como ficam valores com regras de importação estabelecidas em 2023 Segundo dados da Receita Federal, os consumidores brasileiros gastaram R$ 6,42 bilhões em um total de pouco mais de 210 milhões de encomendas internacionais em 2023. É mais que o dobro do gasto em 2022, quando os brasileiros pagaram cerca de R$ 2,57 bilhões em 178,6 milhões de compras do exterior. Com o novo programa, a Receita Federal informou que houve um "aumento expressivo" de 1.596% no total de declarações de importação das remessas postais (por meio dos Correios) em 2023. Compras internacionais de US$ 50: novas regras passam a valer nesta terça (1º) Veja Mais

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