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Projeto solidário de Fábio Porchat 'socorre' pequenos empresários na pandemia

G1 Economia Pequenos negócios que foram ameaçados pela crise provocada pela pandemia registraram crescimento após campanha estrelada pelo ator e humorista. Projeto chegou à segunda edição com promessa de continuidade. Fábio Porchat fala do projeto de apoio a micro e pequenas empresas diante da pandemia Um “empurrãozinho”. É assim que o ator, apresentador e comediante Fábio Porchat classifica o projeto que criou para socorrer pequenos e microempresários diante da crise provocada pela pandemia do coronavírus. Cinco empreendimentos foram beneficiados pela iniciativa em 2020 e outros três foram selecionados para a segunda edição, lançada no final de abril deste ano. Batizado Divulga Porchat, o projeto consiste em tornar o ator - que tem mais de 5,9 milhões de seguidores nas redes sociais - o garoto-propaganda de marcas desconhecidas pelo grande público. Além de contarem com o uso da imagem de Porchat sem ter que pagar cachê, as pequenas e microempresas (PMEs) selecionadas ganharam toda a campanha publicitária, que foi desenvolvida por uma agência profissional. Três pequenos negócios foram selecionados para ter, gratuitamente, Fábio Porchat como garoto-propaganda em 2021 Reprodução/Instagram VÍDEO: Fábio Porchat anunciou no Encontro que faria propaganda de graça para PMEs O projeto é modesto, se considerado o alcance dele: em maio de 2020, havia cerca de 17,2 milhões de PMEs ativas no país. De acordo com uma pesquisa realizada em fevereiro deste ano pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mais da metade destes pequenos negócios relatou muita dificuldade em se manter após quase um ano de pandemia e seis em cada dez deles viram o faturamento anual ser reduzido em pelo menos 1/3 no ano passado. (veja mais detalhes da pesquisa ao final desta reportagem) Mas, para as oito PMEs selecionadas, o projeto representou mais que a garantia de sobrevivência – todas as cinco atendidas em 2020 registraram crescimento dos negócios e as três que participam da atual segunda edição experimentaram aumento da demanda tão logo foram anunciadas pelo ator. É o caso da Mei Mei Produtos Naturais, empresa paulista especializada na produção de chás e artigos diversos feitos com ervas. Ela foi apresentada pelo ator durante uma live em seu perfil no Instagram no dia 22 de abril e, segundo os donos, imediatamente começou a registrar aumento nas vendas. “A nossa demanda aumentou consideravelmente e já está perto do que era antes da pandemia. Não só clientes novos, mas os antigos também voltaram a fazer pedidos com a gente”, contou o empresário Carlos Lopes, que comanda a empresa junto com a mulher, a naturopata Mei Machado – ambos com 43 anos de idade. 'Pânico' na pandemia Havia cinco anos que o casal mantinha a Mei Mei. Sem loja física, a empresa contava com 39 pontos de revenda espalhados pelo Brasil. Com a pandemia, caiu para seis o número de revendedores – impacto direto das medidas de restrição ao funcionamento de comércio e serviços pelo país para conter o avanço da Covid-19. “A gente entrou em pânico, porque estávamos em um ritmo de crescimento anual. Mesmo com o mercado dizendo o contrário, a gente crescia. De repente, a gente se viu sem nada”, destacou Carlos. Questionada, Mei confidenciou que, diante do revés provocado pela pandemia, “todos os dias” pensava em desistir do negócio. Em vários períodos, a empresa ficou sem vender nada durante 15 dias. “Teve momento de não querer levantar da cama. Desde a live [com Fábio Porchat], não teve um dia que a gente ficou sem vender algo”, enfatizou a naturopata. Live com os donos da Mei Mei foi realizada no dia 22 de abril e, desde então, empresa registra aumento nas vendas Reprodução/Instagram A seleção para participar do Divulga Porchat pegou o casal de surpresa. A inscrição no projeto foi realizada em junho do ano passado e durou apenas 24 horas. Os interessados tinham que gravar um vídeo dizendo por que a empresa merecia ter Fabio Porchat como garoto-propaganda. Segundo Porchat, mais de 8 mil inscrições foram recebidas, mas apenas cinco foram selecionadas para a primeira edição. Para 2021, o ator decidiu não reabrir inscrições e selecionar outras três empresas dentre as que se candidataram no ano passado. “Foi uma surpresa muito boa, porque a gente nunca imaginou que seríamos selecionados. O Porchat falou que faria de novo uma seleção em 2021, mas a gente não estava esperando por ser chamados”, contou Mei. Campanha foi criada com base em briefing definido pelos próprios donos do negócio Divulga Porchat/Divulgação Depois de contatado pela equipe de Porchat, o casal teve duas semanas para se preparar para a live com o ator, ocasião em que a Mei Mei foi apresentada aos seguidores dele. Este período serviu para a elaboração, por parte dos dois empresários, da proposta de campanha que desejavam para a empresa. “Ele [Porchat] deu total liberdade para a gente fazer o briefing e determinar o tipo de campanha que a gente queria fazer. A gente decidiu usar o nome dele para brincar com o nosso negócio – pôr chá. E a agência está tratando a gente como cliente”, contou Mei. As outras duas PMEs selecionadas para esta edição do Divulga Porchat são: Era uma vez o Mundo – startup carioca de educação que fabrica brinquedos e cria representatividade afro-brasileira para crianças. Naturale – loja de alimentos naturais em Santa Catarina que produz refeições saudáveis Startup carioca fabrica brinquedos com identidade afro-brasileira Divulga Porchat/Divulgação Empresa de Santa Catarina especializada em produção de refeições saudáveis é uma das três selecionadas para o projeto Divulga Porchat/Divulgação Virada de chave: ‘empurrãozinho’ levou pizzaria a abrir filial Uma das cinco PMEs selecionadas para a primeira edição do projeto foi a Fitzza, pizzaria idealizada por três jovens cariocas com o objetivo de “promover reeducação alimentar” a partir de versões “fit” da clássica iguaria italiana. A marca começava a se firmar quando começou a pandemia e colocou o negócio em risco. Um ano depois do “empurrãozinho” do Porchat, no entanto, ela se prepara para abrir uma filial e já planeja uma terceira loja ainda em 2021. “Quando estourou a pandemia, a gente ainda era uma marca nova e a loja teve que ser fechado. A gente então começou a batalhar para se estabelecer no delivery enquanto via muita pizzaria mais velha fechando com seis meses de pandemia. A gente nunca chegou a pensar em desistir, mas o Divulga Porchat foi a grande virada de chave do nosso negócio”, contou Rodolpho Bandeira, de 30 anos, o mais velho do trio de empreendedores. A Fitzza começou em 2017, quando os três amigos tiveram a ideia de fazer uma pizza fit. O primeiro passo para o negócio aconteceu no ano seguinte, com o trio “colocando a mão na massa, literalmente”. Segundo Rodolpho, eles produziam a massa na bancada da cozinha de um deles e a levava para assar e servir em eventos pelo Rio. “A logística era difícil, porque a gente fazia tudo, da massa à operação nas festas”, enfatizou. Foi só em junho de 2019 que a Fitzza ganhou uma loja física. Ela foi instalada no Arpoador, um dos endereços mais nobres da Zona Sul carioca. Nove meses depois teve início a pandemia – bares e restaurantes ficaram proibidos de funcionar na capital fluminense por mais de três meses. Divulga Porchat garantiu visibilidade e credibilidade para marca carioca de pizza fit, que cresceu a ponto de abrir filial um ano após campanha Reprodução/Instagram O anúncio da seleção para o Divulga Porchat surgiu como oportunidade de mudar os rumos do negócio que tendia a naufragar como muitos dos concorrentes. Os sócios se debruçaram na produção do vídeo de inscrição durante a madrugada. Uma vez selecionada, a pizzaria registrou um verdadeiro salto – o faturamento aumentou em quase 40% entre agosto e outubro, período em que a campanha estrelada por Porchat foi ao ar. “[O resultado da campanha] surpreendeu a gente porque foi uma ‘key chance’, uma verdadeira virada de chave para o nosso empreendimento. A gente vive num mundo de influências e essa transferência de autoridade [visibilidade e credibilidade de Porchat] é um negócio que tem muito poder”, enfatizou Rodolpho. Mais do que o aumento no faturamento, a Fitzza alcançou, segundo os sócios, reconhecimento e credibilidade da marca. “A gente passou a ter outra maneira de falar com fornecedores e parceiros e acabamos fazendo uma ampliação da sociedade. Entraram dois novos sócios, um deles investidor, e agora a gente pode expandir o negócio”, comemorou Rodolpho. A loja do Arpoador segue aberta, toda remodelada. A primeira filial será aberta ainda neste semestre na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, e os sócios planejam abrir a segunda filial, até o fim do ano, na Zona Norte da cidade. Resultados das outras PMEs que participaram do projeto em 2020: Cocadas da Vovó Lina, empresa familiar especializada em produção de cocadas caseiras: triplicou o número de seguidores nas redes sociais em cinco meses; aumentou o faturamento em mais de 1000% em três meses. Labareda Boutique, loja que inovou o conceito de sexshop no Mato Grosso do Sul: registrou aumento de quase 31% no número de seguidores em cinco meses; contratou mais duas pessoas para conseguir atender ao aumento da demanda e viu o faturamento aumentar em quase 39%. Bem Feito Carteiras, marca que produz carteiras artesanais e veganas: registrou salto do número de seguidores e viu o faturamento voltar a patamar semelhante ao período pré-pandemia. Clube de Brinquedos Tum Tum, clube de assinatura de brinquedos especializados para crianças com autismo: viu os acessos ao site triplicarem e pessoas não ligadas à causa do autismo se interessarem pelo negócio. Seleção criteriosa Ao G1, Fábio Porchat contou que sua equipe teve muito trabalho para selecionar as empresas que participariam do projeto dentre as mais de 8 mil inscrições. A primeira filtragem foi para selecionar apenas PMEs que estavam funcionando e de forma regular. Outros critérios e restrições foram aplicados até que chegar a uma lista de 30 pequenos negócios. “Dessas 30, a gente entrou em contato com algumas, fizemos encomendas, pedimos algumas coisas, sem estar no meu nome, lógico, para ver como é que chegavam os produtos”, destacou o ator. Além do teste como cliente oculto, as 30 empresas também tiveram a reputação checada nas redes sociais “para saber como elas lidavam com os clientes”. Porchat ressaltou que das cinco selecionadas ao final da checagem, “uma delas acabou sendo descartada, e a gente chamou outra, justamente porque teve algum tipo de problema”. Porchat destacou que, ao convocar as pequenos e microempresários selecionados, procurou, desde o início, minimizar as expectativas. “Eu falava ‘gente, não esperem que porque eu vou ser o garoto propaganda que vocês vão vender 1 milhão de coisas, a gente está numa pandemia, as pessoas estão sem dinheiro, as pessoas estão necessitadas’”, contou. Mas o ator tinha a segurança de que iria oferecer a eles algo que é fundamental nos dias de hoje: visibilidade. Além de usar seu próprio perfil nas redes sociais para divulgar as marcas e doar a sua imagem para a campanha publicitária de cada uma delas, ele também fez propaganda delas nos mais diversos meios. “Eu fiquei muito feliz de ver a repercussão que deu, como isso ajudou essas empresas e como incentivou outras pequenas empresas a continuarem”, contou. Diante do sucesso do projeto, Porchat garantiu que fará uma terceira edição dele e que pretende continuar a fazer ações semelhantes mesmo após a pandemia. “Com toda a certeza haverá uma terceira edição, porque funcionou. É uma coisa que eu quero continuar fazendo mesmo depois da pandemia. Claro que a pandemia é um ponto muito crítico, muito imediato, mas mesmo pós-pandemia as pessoas ainda vão estar necessitadas, ainda vão estar sobrevivendo, ainda vão estar catando os cacos do que foi a pandemia”, disse. Impacto da pandemia sobre as PMEs Em fevereiro, o Sebrae, em parceria com a FGV, realizou a 10ª edição da pesquisa “O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios". Mais de 6,2 mil pequenos empresários, de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal foram ouvidos. Os principais resultados do levantamento foram: 65% das PMEs tiveram redução de 1/3 no faturamento anual em 2020; Para a maioria (66%) das PMEs, vendas de fim de ano foram piores que as de 2019; Extensão de linhas de crédito (45%) e extensão do auxílio emergencial (26%) são as medidas governamentais mais importantes para 2021, segundo as PMEs; 79% das PMEs afirmaram que estão sofrendo diminuição do faturamento em 2021; 11% das PMEs tiveram que fazer demissões 49% das PMEs buscaram empréstimo e 39% conseguiram o crédito; 57% das PMEs relataram muitas dificuldades para manter seu negócio. Veja Mais

Pazuello pretende responder a todas as perguntas na CPI, diz advogado

Valor Econômico - Finanças Segundo relator da CPI, comissão pleiteará que ex-ministro da Saúde fale sobre a atuação de outras pessoas no governo, sem que produza provas contra si mesmo Após o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello fique em silêncio em seu depoimento previsto na CPI da Covid, o advogado Zoser Hardman, que auxilia o general, diz que Pazuello pretende responder a todas as perguntas dos senadores, no próximo dia 19. “Já era esperado (o habeas corpus). O ministro Pazuello pretende responder todas as perguntas. Porém, como toda e qualquer testemunha tem o direito ao tratamento digno, urbano e respeitoso — disse ao Globo Hardman. Pablo Jacob/Agência O Globo A autorização de Lewandowski para que Pazuello fique em silêncio atendeu ao pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU). O presidente Jair Bolsonaro deu aval para que o órgão do governo apresentasse o pedido em favor do ex-auxiliar. A expectativa é que outros integrantes do governo recorram ao mesmo expediente para tentar se blindar, segundo membros da área jurídica do Executivo. Lewandowski, porém, consignou na sua decisão que o direito concedido ao ex-ministro é para ser exercido apenas em perguntas que possam incriminá-lo, sendo “vedado faltar com a verdade relativamente a todos os demais questionamentos não abrigados nesta cláusula”. Assim, ele terá que responder a perguntas sobre a conduta de outras pessoas, como Bolsonaro. No recurso, a AGU alegava que Pazuello, por ser investigado pela condução da crise sanitária em Manaus, não pode produzir prova contra ele mesmo. Na decisão, Lewandowski afirmou que esse fato empresta “credibilidade ao receio” de que ao responder algumas perguntas ele possa “incorrer em autoincriminação, razão pela qual se mostra de rigor o reconhecimento de seu direito ao silêncio”. Mas ressaltou que, sobre terceiros, “permanece a sua obrigação de revelar, quanto a eles, tudo o que souber ou tiver ciência, podendo, no concernente a estes, ser instado a assumir o compromisso de dizer a verdade”. Pazuello também pediu que não fosse alvo de “constrangimentos físicos ou morais”. A defesa citou como argumento os depoimentos do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e do ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Fabio Wajngarten — que teve a prisão pedida pelo relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e negada pelo presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM). Lewandowski concordou, também dando direito de ser acompanhado por um advogado. Bolsonaro concordou com a apresentação do habeas corpus (HC) pela AGU após uma reunião com Pazuello no domingo, no Palácio da Alvorada. Os termos do pedido começaram a ser definidos ali. Pazuello foi ao encontro do presidente após ter adiado seu depoimento na CPI alegando precisar fazer quarentena, devido a contato com pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Antes, já tinha recebido o ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência) no Hotel de Trânsito de Oficiais, onde mora. A decisão do presidente foi baseada no receio de que Pazuello, sem o HC, abrisse mão da defesa da AGU e se distanciasse do governo. O temor era que, para se proteger, ele pudesse expor Bolsonaro. Um dia antes da reunião no Alvorada, o Globo mostrou que o militar havia recusado um cargo na Secretaria-Geral da Presidência e avaliava ser representado pelo advogado Zoser Hardman, seu ex-assessor jurídico no Ministério da Saúde. A combinação dos fatos acendeu o alerta no governo. Havia divergência interna sobre a medida. Ministros como o advogado-geral da União, André Mendonça, e Onyx eram contra por temer os efeitos políticos. Onyx, que tem ajudado a preparar Pazuello para depor, argumentava que o ex-ministro não tinha nada a temer. Há seis anos, durante a CPI da Petrobras, o ministro afirmou que “só bandido” se valia desse tipo de instrumento. Outros integrantes do governo tinham temor que a medida municiasse a oposição. Filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) também defenderam que Pazuello prestasse esclarecimentos. Em 2016, na CPI da Funai e do Incra, Eduardo disse que quem pede habeas corpus para não falar é “covarde” e “não tem um pingo de vergonha na cara”. Relator da CPI, Renan afirmou ao Globo que a decisão do STF “não anula” o depoimento do militar à comissão. Segundo Renan, a CPI pleiteará que Pazuello fale sobre a atuação de outras pessoas no governo, sem que produza provas contra si mesmo. “A decisão do STF não anula a fala. O que queremos dele (Pazuello) é que, como importante testemunha, diga o que observou nos outros, como ministro da Saúde e secretário-executivo, nos outros que participaram do ministério e das conversações”, disse Renan. “Com certeza, ao longo dos nossos trabalhos, alguém vai citar o ex-ministro. Mas não queremos que ele o faça, que ele se autoincrimine. Mas que dê testemunho do que presenciou ou não presenciou da conduta de terceiros”, concluiu o relator. O presidente da CPI criticou a decisão: “O Supremo tomou uma decisão para que o Senado abrisse a CPI. E agora um ministro do Supremo impede a gente de investigar”, reclamou Aziz. Veja Mais

Concessão do Litoral Paulista é atrativa, mas impõe desafios

Valor Econômico - Finanças Fluxo de passageiros e licenciamento ambiental estão entre as maiores preocupações A nova concessão de rodovias do Litoral Paulista, cujo leilão foi marcado para 15 de setembro, é vista no mercado como um projeto interessante, que poderá atrair diversos operadores, mas também com desafios ambientais, urbanos e de demanda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

PGFN pode tentar derrubar decisões que excluem ICMS do PIS/Cofins antes de 2017

Valor Econômico - Finanças Entre especialistas em tributos, a principal dúvida é se a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional ainda teria prazo para fazer esse pedido Com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que só permite a exclusão do ICMS do PIS/Cofins a partir de 2017, a União pode tentar derrubar decisões com trânsito em julgado (não cabe mais recurso) que autorizam a retirada do imposto estadual de período anterior. Bastaria que a decisão seja fruto de ação judicial proposta após aquele ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Taiwan aumenta as restrições após aumento de casos de covid-19

Valor Econômico - Finanças Reuniões internas com mais de cinco pessoas e as externas com mais de 10 serão proibidas a partir das 16h (hora local) até 28 de maio Taiwan impôs restrições de movimento mais rígidas em torno de sua capital no sábado, após um aumento nos casos de covid-19 em uma ilha que era vista globalmente como um modelo para lidar com a pandemia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ausência de Alckmin em filiação de Garcia é vista por tucanos como sinal de possível saída do PSDB

Valor Econômico - Finanças A pré-candidatura do vice-governador prejudica os planos de Geraldo Alckmin de disputar um novo mandato no Estado pelo partido e isola o ex-governador na legenda A ausência do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) no evento de filiação do vice-governador Rodrigo Garcia ao PSDB, na sexta-feira, gerou desconforto dentro do partido e foi vista por dirigentes como um sinal de que o tucano poderá deixar em breve a legenda. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Advogados mostram relevância de novas regras de privacidade do WhatsApp

Valor Econômico - Finanças Novas diretrizes de política de privacidade entram em vigor a partir de hoje O WhatsApp, que possui mais de 2 bilhões de usuários no mundo, colocou em vigor a partir deste sábado as novas regras de política de privacidade, que preveem o compartilhamento de dados com o Facebook. Essa medida foi apontada como relevante por advogados especializados nesta área. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Conflito de Israel em Gaza testa limites de nova détente com o mundo árabe

Valor Econômico - Finanças Além da retórica para apoiar os palestinos e das tentativas para mediar o conflito, a maioria dos países árabes não têm meios viáveis para intervir na crise Imagens de prédios explodindo na Faixa de Gaza, após ataques aéreos israelenses, e da polícia do país invadindo a mesquita Al Aqsa, em Jerusalém, o terceiro local mais sagrado do Islã, catalisaram uma onda de protestos pró-Palestina no Oriente Médio e em outras nações, colocando à prova os limites das relações entre governos árabes e o de Israel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Duas diferentes facetas de Lina Bo Bardi

Valor Econômico - Finanças Arquiteta ítalo-brasileira é tema de dois livros que seguem trilhas diferentes para contar sua história Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

WhatsApp inicia nova política de privacidade neste sábado; veja o que muda

G1 Economia Termos atualizados preveem compartilhamento de mais dados com o Facebook, dono do app. Quem não aceitar pode perder funcionalidades no serviço depois de 90 dias. Seis perguntas sobre a nova política de privacidade do WhatsApp O WhatsApp, aplicativo de mensagens número um do Brasil e com mais de 2 bilhões de usuários no mundo, coloca em vigor neste sábado (15) a sua nova política de privacidade, que prevê o compartilhamento de mais dados com o Facebook, dono da plataforma. O app vem avisando os usuários sobre os termos desde janeiro. Inicialmente, as mudanças passariam a valer em fevereiro, mas a companhia decidiu adiar a vigência para que todos "tivessem mais tempo de entender a política" por causa da repercussão negativa. Quem não deu o aval para a nova política não terá a conta apagada e o app vai continuar funcionando normalmente por pelo menos 90 dias a partir de 15 de maio. Esse prazo foi combinado com autoridades brasileiras, que investigam se as mudanças estão em desacordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O WhatsApp afirmou na sexta passada (7) que essas pessoas veriam com mais frequência um lembrete para dar o aceite. Com o passar das semanas, elas deixariam de ter algumas funcionalidades como o acesso à página de conversas. ENTENDA: quais opções do WhatsApp vão ficar limitadas para quem não concordar com política de privacidade O que mudou? O compartilhamento de dados entre as duas plataformas acontece desde 2016. O que muda agora é que dados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram – redes que pertencem à mesma companhia. WhatsApp tem 120 milhões de usuários no Brasil, segundo o próprio app. AFP Além disso, parceiros do Facebook podem armazenar, gerenciar e processar dados do WhatsApp que sejam obtidos por meio dos chats com essas contas comerciais. Embora o app afirme que as novidades da política de privacidade estão centradas em interações com empresas, o novo texto indica a coleta de informações que não estavam presentes na versão anterior do documento. WhatsApp e Facebook: ENTENDA ponto a ponto o compartilhamento de dados Aceite é mesmo obrigatório? O aceite dos termos é obrigatório no Brasil e na maior parte do mundo – somente na União Europeia e no Reino Unido os usuários têm uma opção para não compartilhar dados com o Facebook, por causa da lei de proteção de dados local, a GDPR. SAIBA MAIS: WhatsApp impõe compartilhamento de dados com Facebook, mas tem exceção para a Europa O Brasil também tem uma legislação sobre o tema, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro passado. Autoridades brasileiras indicaram que os novos termos do WhatsApp poderiam representar violações aos direitos dos usuários. "Na LGPD, a pessoa poder dizer se aceita ou não cada um dos muitos tipos de tratamento dos dados. E o WhatsApp não está oferecendo isso", explicou ao G1, Paulo Rená, professor de direito no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). O app entrou em acordo com autoridades brasileiras e as pessoas que ainda não aceitaram a nova política poderão continuar usando o aplicativo sem restrições por pelo menos 90 dias, enquanto os órgãos investigam o caso. Em nota, o WhatsApp disse que "está em contato com as autoridades competentes e continuará prestando as informações necessárias sobre a atualização". Apesar da recomendação dos órgãos, as regras valem a partir deste sábado (15). Alternativas Milhões de pessoas baixaram aplicativos concorrentes, como o Telegram e o Signal, por não concordarem com a troca de informações entre WhatsApp e Facebook. WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens Pouco depois de a notificação sobre a mudança dos termos aparecer no WhatsApp, o Telegram registrou cerca de 25 milhões de novos usuários. O Signal também teve uma alta na época, registrando 17,8 milhões de downloads em um período de 7 dias. Veja Mais

China veta escaladas ao Everest para evitar contaminação por coronavírus

Valor Econômico - Finanças Topo do monte também pode ser alcançado a partir do Nepal, que enfrenta um duro momento da pandemia A China vetou a escalada do monte Everest a partir de seu território, para evitar o risco de contágios pelo novo coronavírus. A escalada ao topo da montanha mais alta do planeta fica mais fácil no meio do ano, quando o clima melhora e há mais dias de céu claro. Com isso, a temporada de escaladas de 2021, a partir da China, fica suspensa. O veto não tem data para acabar. O topo do Everest, que fica a 8.849 metros de altura, pode ser alcançado também a partir do Nepal, que mantém a rota aberta. O país emitiu 408 autorizações para alpinistas, enquanto a China tinha autorizado apenas 21 neste ano, que agora foram anuladas. Monte Everest Pixabay O Everest já foi escalado por mais de 6 mil pessoas desde 1953, quando a primeira expedição atingiu seu cume. Ao menos 311 alpinistas morreram na jornada rumo ao topo. Devido à pandemia, a escalada do Everest estava proibida desde o ano passado, mas recentemente o Nepal voltou a liberar a atividade. A China foi o primeiro país a ser atingido pela covid-19, mas conseguiu controlar o contágio. Na sexta-feira, havia apenas 285 casos de coronavírus no país, segundo dados oficiais, em uma população de 1,4 bilhão. Ao todo, o país teve 103 mil casos e 4.858 mortes desde o início da crise. Já o Nepal enfrenta um momento duro da pandemia. O número de casos novos diários, que não alcançava 200 no início de abril, agora chega a quase 9 mil. No total, o país de 28 milhões de habitantes registrou 440 mil casos de coronavírus e 4.669 mortes. O Nepal também faz fronteira com a Índia, que registra recordes de casos há algumas semanas, além de cerca de 4 mil mortes diárias. De acordo com o jornal The New York Times, o acampamento onde os alpinistas ficam no Nepal antes de concluir a escalada teve, recentemente, um surto de coronavírus, e muitos foram contaminados. Dezenas de pessoas tiveram que ser resgatadas de helicóptero e levadas a hospitais da capital, Katmandu, após apresentarem sintomas enquanto subiam a montanha. A reabertura ajuda a movimentar o turismo do Nepal. Só a autorização para a escalada custa US$ 10 mil (R$ 52,7 mil) por pessoa. Fora isso, é preciso pagar pela ajuda de guias locais e alojamentos, em uma jornada que leva mais de um mês. Antes de subir ao topo, é preciso fazer um processo de aclimatação do corpo à altitude, por três semanas. Antes da pandemia, agências internacionais vendiam pacotes para a escalada por cerca de R$ 250 mil. No domingo passado, a China anunciou que pretende instalar uma barreira no topo do Everest, para impedir que alpinistas vindos do Nepal entrem em seu território, como forma de conter a entrada do coronavírus. Tradicionalmente, os viajantes dos dois lados se encontravam nesse espaço, sem restrições. No entanto, o governo chinês não detalhou como será essa barreira nem deu prazos para sua colocação. Em 2019, antes da pandemia, houve fila de alpinistas que tentavam chegar ao topo, e a situação gerou ao menos 11 mortes. O engarrafamento em rotas estreitas levou a paradas forçadas em áreas chamadas de "zonas da morte", que ficam a mais de 8 mil metros acima do nível do mar. Ali, não há oxigênio suficiente no ar, e é preciso usar cilindros próprios para respirar. Se a viagem leva mais tempo do que o planejado, o suprimento pode acabar, gerando morte por falta de oxigênio. Além disso, há risco de congelamento, exaustão e de outras doenças relacionadas à altitude. Veja Mais

Novos ataques deixam mais mortos em Gaza e Israel

Valor Econômico - Finanças As Forças Armadas israelenses destruíram um edifício em Gaza que abrigava veículos de imprensa, como a Al Jazeera e a agência de notícias AP Israel voltou a atingir Gaza com ataques aéreos, e militantes palestinos lançaram mais foguetes contra o território israelense neste sábado (15), em um sinal claro de que o fim da pior escalada de violência na região desde 2014, após seis dias de conflito e em meio a um crescente número de mortos, está distante. Leia também: Entenda o que deflagrou o mais recente confronto entre Israel e palestinos Diplomatas americanos e árabes tentam acalmar a situação depois de mais uma noite de violência em que militantes dispararam cerca de 200 foguetes contra cidades de Israel, cujos aviões atingiram o que eles disseram ser alvos usados pelo Hamas, o grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza. Ao menos 139 pessoas foram mortas em Gaza desde o início desta nova fase de hostilidades, incluindo 39 crianças e 21 mulheres, e outras 950 ficaram feridas, segundo médicos palestinos. Neste sábado, um israelense de 50 anos foi morto em Ramat Gan, nos arredores de Tel Aviv, após um ataque lançado de Gaza, de acordo com serviços de emergência e o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld. Agora, a cifra de mortos do lado israelense chegou a nove – um soldado na fronteira e oito civis, dois dos quais crianças. Durante a noite, o bombardeio israelense matou ao menos 12 palestinos em Gaza, ainda de acordo com médicos, incluindo uma mulher e quatro de seus filhos, que morreram após a casa deles, em um campo de refugiados, ser atingida. Em Israel, milhares de israelenses correram para abrigos enquanto sirenes de alerta soavam. Um foguete lançado de Gaza atingiu um prédio residencial em Beersheba, no sul de Israel, segundo a polícia. Há relatos de que, na cidade, pessoas que correram para se proteger ficaram feridas. Em Gaza, Akram Farouq, 36, deixou sua casa às pressas com a família depois de um vizinho contar que um oficial israelense ligou para avisar que seu prédio seria atingido. "Não dormimos a noite toda devido às explosões, e agora estou na rua com minha esposa e filhos, que choram e tremem." Ariel Schalit/AP De acordo com militares israelenses, os bombardeios atingiram locais de lançamento de foguetes – um deles teria sido a base de um disparo contra Jerusalém – e apartamentos que pertencem a militantes do Hamas, facção radical que iniciou a ofensiva após tensões em torno de um processo judicial que determinou o despejo de famílias palestinas de Jerusalém Oriental e em retaliação aos confrontos entre a polícia israelense e palestinos na mesquita de al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã. As Forças Armadas israelenses, porém, também destruíram um edifício em Gaza que abrigava veículos de imprensa, como a Al Jazeera e a agência de notícias Associated Press (AP). Os militares, assim como descreveu o palestino Farouq, telefonou para avisar os ocupantes do prédio de que o local seria atacado em uma hora e enviou um míssil que não provoca danos graves como um alerta para evacuação. Os esforços diplomáticos regionais e internacionais ainda não mostraram sinais de interrupção das hostilidades. O Egito enviou ambulâncias por meio de sua fronteira com Gaza para levar palestinos a hospitais egípcios, e Hady Amr, subsecretário-assistente dos EUA para Israel e assuntos palestinos, voou para Israel na sexta, antes da reunião do Conselho de Segurança da ONU marcada para este domingo. Washington diz que pretende "reforçar a necessidade de trabalhar em prol de uma calma sustentável". Desde sexta-feira, as baixas palestinas se estendem além de Gaza. Após manifestantes e forças israelenses entrarem em confronto, houve o relato de 11 mortos na Cisjordânia ocupada. Em Israel, de pequenas cidades na fronteira com Gaza a Beersheba e Tel Aviv, muitos correm para se proteger ao receberem avisos na rádio e na TV e mensagens de alerta em seus telefones celulares. Em uma praia de Tel Aviv, houve correria após o disparo de sirenes que avisam do perigo de foguetes. As hostilidades entre Israel e Gaza foram acompanhadas de violência nas comunidades mistas de judeus e árabes de Israel. Sinagogas foram atacadas, lojas de propriedade de árabes e de judeus foram vandalizadas e brigas ocorreram de rua. O presidente de Israel, Reuven Rivlin, que desempenha um papel essencialmente cerimonial, alertou sobre a possibilidade de uma guerra civil. O Egito vem pressionando por um cessar-fogo para que negociações pudessem começar, de acordo com duas fontes de segurança do país. Cairo tem apoiado o Hamas e pressionado outros atores do conflito, como os Estados Unidos, para garantir um acordo com Israel. Os chanceleres egípcio e jordaniano discutiram os esforços para encerrar o confronto em Gaza e evitar "provocações" em Jerusalém. Segundo uma autoridade palestina, as negociações tomaram um caminho "real e sério" na sexta-feira, com os mediadores do Egito, do Qatar e da ONU intensificando contatos de todos os lados numa tentativa de restaurar a calma na região, ainda que um pacto não tenha sido alcançado. Os Emirados Árabes Unidos também pediram a interrupção dos ataques e negociações. Em setembro, o país e o Bahrein se tornaram os primeiros estados árabes em um quarto de século a estabelecer laços formais com Israel. As companhias aéreas emiradenses Etihad Airways e FlyDubai, que passaram a operar em Israel após os acordos diplomáticos, anunciaram o cancelamento de voos para Tel Aviv a partir deste domingo, acompanhando a decisão de empresas americanas e europeias para evitar as hostilidades na região. O Exército israelense disse neste sábado que cerca de 2,3 mil foguetes foram disparados de Gaza contra Israel desde segunda-feira, com cerca de 1 mil deles interceptados por defesas antimísseis, e 380 caindo na Faixa de Gaza. A agitação civil entre judeus e árabes em Israel desferiu um golpe nos esforços da oposição israelense para destituir o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu após uma série de eleições inconclusivas, aumentando a perspectiva de uma inédita quinta eleição em pouco mais de dois anos. Naftali Bennet, líder do partido ultranacionalista Yamina, anunciou ter abandonado as negociações para formar um novo governo com uma coalizão de siglas de centro e com partidos de esquerda. O cenário pós-eleitoral continua basicamente o mesmo: Netanyahu teve a chance de formar um novo governo e falhou. Agora, o principal bloco de oposição a ele, liderado pelo centrista Yair Lapid, da legenda Yesh Atid, também não tem um caminho claro para reunir maioria no Parlamento de 120 membros. Bennett disse ter abandonado as conversas por uma coalizão para priorizar um governo de união mais amplo, que atenda ao interesse da nação em tempos de crise. Analistas dizem que o colapso da parceria entre Lapid e Bennett no contexto da violência atual em Israel dá a Netanyahu tempo extra para fazer um movimento político para se manter no poder. "A partir do momento em que o fogo começou, o governo de mudança morreu, e Netanyahu, ressuscitou", escreveu o comentarista Ben Caspit no jornal Maariv na sexta-feira. Lapid tem mais três semanas para formar um governo de coalizão. Um "acordo rotativo", em que Lapid e Bennett se revezariam como premiês, foi cogitado, mas precisaria do apoio de legisladores árabes para obter maioria. Veja Mais

Estímulos contra a crise da covid deixaram os bilionários ainda mais ricos

Valor Econômico - Finanças A classe dos bilionários cresceu num ritmo recorde, aumentando a ameaça de reações contra a riqueza, escreve Ruchir Sharma, estrategista-chefe global do Morgan Stanley Investment Management Nas duas últimas décadas, com a população mundial de bilionários crescendo mais de cinco vezes e as maiores fortunas superando os US$ 100 bilhões, comecei a monitorar essa riqueza. Não por prazer voyerista, mas em busca de sinais de alerta. O aumento da desigualdade estava se tornando cada vez mais uma questão política, ameaçando provocar reações populares contra o próprio capitalismo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

‘Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração’ investiga seita satânica

Valor Econômico - Finanças Assassino atuou nos anos 1970 em Nova York Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Enjoei eleva aposta na captação de usuários e prejuízo cresce 23 vezes

Valor Econômico - Finanças Para seguir no plano de expansão, empresa fez novos parceiros de serviço logístico, pois antes só operava com os Correios O Enjoei, marketplace de compra e venda de itens usados e novos de moda e decoração, registrou um salto de 23 vezes no prejuízo líquido do primeiro trimestre de 2021, ante mesmo período do ano anterior, para R$ 31,8 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Em evento, Ricardo Nunes diz que manter trabalho é forma de homenagear Bruno Covas

Valor Econômico - Finanças "O que ele [Bruno Covas] sempre nos orientou e cobrou da gente, mesmo quando teve essa última internação, foi que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas", diz prefeito em exercício de São Paulo Em ação para marcar a aplicação de 4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 neste sábado (15), o prefeito em exercício de São Paulo, Ricardo Nunes, afirmou que a manutenção da agenda é uma forma de homenagear o prefeito Bruno Covas, internado no Hospital Sirio-Libanês para o tratamento de um câncer. Na noite de sexta-feira, a equipe médica anunciou que seu quadro clínico é irreversível. "O que ele [Bruno Covas] sempre nos orientou e cobrou da gente, mesmo quando teve essa última internação, foi que a cidade não parasse, que cuidasse das pessoas. A equipe tem seguido e continuará seguindo as orientações do prefeito", disse Nunes em coletiva na escola Dona Chiquinha Rodrigues, no Campo Belo, zona sul. O local é um dos mil pontos abertos no sábado para o Dia D da vacinação contra a gripe. Ricardo Nunes, prefeito em exercício de São Paulo Reprodução Nunes estava visivelmente emocionado enquanto falava com a imprensa e deixou a escola chorando. Ele assumiu a prefeitura interinamente no dia 2, quando Covas anunciou que licenciaria do cargo para cuidar de sua saúde. Segundo Nunes, a informação mais recente que recebeu sobre o estado de saúde de Covas é a que foi divulgada na noite de sexta. O texto divulgado informava que ele estava sedado e com a família. Os dois se viram pela última vez na quinta (13), mas Nunes diz que conversou com o prefeito também na sexta por telefone e mensagens. Presente na ação, o secretário Municipal de Educação, Fernando Padula, também se emocionou ao falar do prefeito. "Eu conheço o Bruno há 30 anos. Ele ficaria muito bravo com a gente se cancelasse essa agenda." Titular da Saúde, o secretário Edson Aparecido destacou a trajetória recente de Covas. "O Bruno enfrentou a pandemia, a doença, uma campanha eleitoral de cabeça erguida. A melhor homenagem, e ele quer que seja assim, é trabalhar e cuidar da população." Veja Mais

Análise: Banco Central esvazia argumentos para juros em 6,5%

Valor Econômico - Finanças Setores do mercado reclamaram nos últimos dias de um certo ziguezague nas sinalizações de política monetária Dirigentes do Banco Central (BC) esvaziaram, em dois eventos separados na sexta-feira, alguns dos principais argumentos que circulam no mercado financeiro em defesa de uma alta mais forte de juros neste ano, levando a taxa Selic a 6,5% anuais. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Fazer lanche, ir ao banheiro, cuidar do pet: veja o que pega bem e mal no home office

G1 Economia Especialista em carreiras dá dicas de como lidar com 13 situações comuns no trabalho em casa. Etiqueta no home office Daniel Ivanaskas/G1 Quem está em home office viu sua rotina profissional se misturar à pessoal. Mas até que ponto o profissional pode se ausentar do trabalho para cuidar de seu pet ou receber uma encomenda, por exemplo? Aproveitar que o computador está em casa e adiantar uma tarefa fora da jornada porque não tem nada para fazer? Ou não resistir a fazer comentários no grupo de trabalho durante suas férias ou fora do horário de trabalho? Multitarefas no home office: o que você faz no horário de trabalho quando ninguém está olhando? QUIZ: Qual é o seu perfil no home office? Braço curto, puxa saco, retraído: veja perfis de profissionais no home office Veja abaixo as dicas do especialista em carreiras Antonio Batist para 13 situações comuns no home office. Posso falar que tenho que ir ao banheiro? Algumas empresas têm breves pausas cronometradas de 10 minutos ou similares nos sistemas de controle de jornada. Outras são mais flexíveis, bastando que você diga que precisa se ausentar por alguns minutos, sem detalhar os motivos. Observe se o trabalho possui prazo específico ou mais se é flexível e se sua ausência pode gerar danos (alguns trabalhos exigem resposta imediata do profissional). Os procedimentos no home office podem variar segundo o cargo, ramo da empresa, sistemas e acordos. Em todo caso, convém verificar com a chefia quais procedimentos a empresa está adotando - algumas formalizam contratos, acordos específicos ou até lançam manuais - e combinar eventuais ausências. Se estiver em reunião online, peça um minuto via texto, diga que precisa se ausentar, mas que voltará logo. Em seguida, feche sua câmera e microfone e vá. Evite sair sem avisar, não atrapalhe o áudio de ninguém e não exponha detalhes desnecessários. Posso pedir para colocar comida para o cachorro? Como o pet conseguia se alimentar antes do home office? Estar em casa não deve transformar o trabalho em um vendaval de interrupções. Combine tarefas com outras pessoas da casa: isso ajuda a ter foco durante o trabalho. Organize melhor as tarefas, caso more só. Mas o ponto de partida sempre deve ser este: verificar quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combinar eventuais ausências com sua chefia. Se estiver em reunião online, se não houver alternativa, peça um minuto via texto, feche sua câmera e microfone e vá cuidar do pet. Posso participar de reunião com cachorro latindo ou bebê chorando? Pode, mas é essencial tentar reduzir o barulho. Algumas alternativas são fechar seu microfone ou usar microfones que reduzam a captação de sons de outras direções, fechar a porta, ficar mais distante da fonte de barulho. Barulhos intensos e recorrentes – e sem nenhuma providência por parte do trabalhador – não são um bom sinal. Posso pedir para fazer um lanchinho? Antes do home office, como você lidava com lanches e refeições durante o trabalho? Verificar quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combinar eventuais pausas e ausências com sua chefia é o melhor caminho. Em relação a reuniões online, também é preciso bom senso. Antes do home office, você ficava saindo no meio para lanchar? Ficava lanchando na frente de todos durante as reuniões presenciais? Posso não ligar a câmera nas reuniões? É importantíssimo ligar a câmera sempre que possível, a menos que haja alguma orientação da empresa em sentido contrário. Se houver motivo para não ligar (problema técnico, por exemplo), convém avisar. Timidez, olheiras e afins não são bons pretextos para não ligar a câmera. Posso ficar com o microfone ligado? O ideal é habilitar o microfone somente quando for falar (e conferir se ele está ligado quando estiver falando). A captação indesejada de sons e outras interferências de áudio é uma das reclamações mais recorrentes em reuniões online e passa uma imagem de pouco profissionalismo, além de atrapalhar os demais. Posso trabalhar fora do horário sem avisar a chefia? Isso pode gerar hora extra, banco de horas, etc. Aqui entram em cena a CLT e os acordos. Muitas empresas seguem certa rigidez de horários e de outras normas, mesmo em home office. Outras são mais flexíveis, mas convém que a chefia esteja ciente sobre horários alternativos e outras exceções por parte do profissional. Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine possibilidades de eventuais exceções com sua chefia. Posso mandar mensagens no grupo fora do meu horário? Convém enviar mensagens apenas no horário de expediente. Mensagens fora do expediente, especialmente se forem cobranças sobre prazos e metas, podem vir a gerar efeitos (de psicológicos a jurídicos) indesejáveis. Em todo caso, verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais exceções com sua chefia. Posso falar sobre assuntos aleatórios no grupo de trabalho? Convém evitar assuntos que não sejam o foco do trabalho. Comunicação leve e bem humorada é diferente de piadas sem fim. Consciência e espiritualidade são diferentes de discussões políticas intermináveis e chuvas de correntes. Desabafos recorrentes, fulanizações, fofocas e afins não deveriam ser o foco de um grupo de trabalho. Você quer se tornar o "tio do pavê" em pleno grupo de trabalho? Posso comentar sobre trabalho no grupo nas minhas férias? Assim como o home office não é férias, as férias não são home office. Pode-se fazer algum comentário isolado e pontual, mas só se se for realmente indispensável. Mas, você também pode trocar sua atitude de comentar sobre trabalho pela atitude de simplesmente apreciar suas férias. Posso falar que preciso receber uma encomenda? Pense no que você fazia para receber encomendas quando não estava em home office. Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais ausências com sua chefia. Em caso de estar em reunião, se não restar alternativa, peça um minuto (via texto), feche sua câmera e microfone. Posso pedir uma pausa para resolver um problema doméstico? Como os problemas domésticos eram resolvidos antes do home office? Quais problemas são urgentes e quais poderiam esperar um pouco? Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais ausências com sua chefia. Em caso de estar em reunião online, se for algo urgente e sem alternativas, peça um minuto (via texto), feche sua câmera e microfone. Posso pedir uma pausa para preparar o almoço? Como você lidava com o almoço antes do home office? Organizar as atividades de casa para que elas não prejudiquem o trabalho pode até parecer um “superpoder”. Mas isso é, na verdade, o mínimo que se espera de um profissional que não está mais perdendo horas diárias em engarrafamentos, por exemplo. Verifique quais procedimentos a empresa está adotando para o home office e combine eventuais ausências com sua chefia. Batist alerta que as dicas em relação às reuniões online são para as que têm maior número de participantes ou nas quais o funcionário não é o condutor. Em caso de haver poucos participantes ou se o profissional estiver comandando a reunião, as restrições contra interrupções tendem a ser maiores. Veja Mais

Últimos dias

Cemig lucra R$ 422,35 milhões no 1° trimestre, após reverter perdas com a Light

G1 Economia Resultado operacional medido pelo Ebitda avançou 133,25% em comparação anual, para R$ 1,845 bilhão. foto cemig uberaba, 15/04/2021 Elderth Theza/Divulgação A estatal mineira de energia elétrica Cemig registrou lucro líquido de R$ 422,35 milhões entre janeiro e março de 2021, revertendo prejuízo líquido de R$ 68,13 milhões obtido no mesmo período de 2020. O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) avançou 133,25% em comparação anual, para R$ 1,845 bilhão, segundo divulgação da companhia nesta sexta-feira (14) O Ebitda ajustado, que exclui efeitos extraordinários, foi de R$ 1,657 bilhão, alta de quase 23% ano a ano. A Cemig disse que os números refletem basicamente o aumento das receitas neste ano e a comparação com um trimestre de 2020 em que o Ebitda foi afetado negativamente em cerca de R$ 609 milhões pela desvalorização da participação detida na elétrica fluminense Light. Neste ano, a companhia mineira decidiu se desfazer inteiramente da fatia na Light, o que foi efetivado em janeiro por meio da venda de ações em uma oferta pública que levantou R$ 1,37 bilhão. A Cemig disse que, como resultado da operação, reconheceu um ganho antes de tributos de R$ 108,55 milhões, ao considerar como custo o valor registrado do ativo, que vinha sendo classificado como "mantido para venda" em seu balanço. A receita líquida da Cemig no primeiro trimestre somou R$ 7,1 bilhões, contra R$ 6 bilhões no mesmo período de 2020. Os custos e despesas operacionais, por sua vez, totalizaram R$ 5,7 bilhões, acima dos R$ 5 bilhões no ano anterior. A companhia registrou ganhos com participações societárias em empresas, medidos por equivalência patrimonial, de R$ 118,68 milhões, acima dos R$ 82 milhões há um ano atrás. Em relação ao mercado elétrico, a Cemig registrou redução de 1,73% na quantidade de energia vendida no trimestre, com diminuição de 13,82% na energia comercializada com consumidores comerciais, em meio a impactos da pandemia, e no mercado cativo. Houve ainda queda de 15,77% no suprimento a outras concessionárias de energia. As vendas para o segmento industrial, por outro lado, aumentaram 13,69%, principalmente em função de novos contratos assinados com clientes livres prevendo início de fornecimento em janeiro de 2021. Veja Mais

À CPI, Economia diz que não alocou mais recursos porque não previu piora da pandemia

Valor Econômico - Finanças No documento, o ministério explicou que o governo optou por continuar utilizando créditos extraordinários, destinados a gastos imprevisíveis, em 2021 Ofício do Ministério da Economia, encaminhado à CPI da Covid, aponta que não alocou recursos orçamentários para o combate à covid-19 em 2021 porque o governo federal subestimou o impacto da doença neste ano. Segundo o documento, a previsão de alocação de valores tornou-se incerta porque no momento da elaboração do orçamento não se vislumbrou a continuidade ou o crescimento da pandemia no patamar atingido em 2021.  No documento, o ministério explicou que o governo optou por continuar utilizando créditos extraordinários, destinados a gastos imprevisíveis, em 2021, em razão da incerteza da pandemia. Segundo a pasta, a doença se tornou um fenômeno imprevisível, sobre o qual pesam um grande número de variáveis, como as diferenças entre as regiões do país. "É fundamentalmente por esse motivo que as dotações específicas para o combate à pandemia foram, ao menos em regra, veiculadas por créditos extraordinários", analisou a equipe técnica da Secretaria de Orçamento. Créditos extraordinários são aqueles realizados pelo governo para lidar com gastos urgentes e imprevisíveis, como foi o caso do coronavírus em 2020, visto que a chegada da pandemia não poderia estar presente no orçamento. Senadores questionam, entretanto, por que os valores não foram previstos para 2021, quando a doença já estava no país há nove meses. O Ministério da Economia justificou que essa estratégia permite que os gastos com a covid-19 sejam analisados separadamente e não sejam incluídos em gastos orçamentários mais gerais. Além disso, de acordo com a pasta, foram alocados ao orçamento da União créditos e emendas parlamentares que, somados, chegam a R$ 86,5 bilhões. Os valores, segundo o ministério, serão destinados ao combate à pandemia. Um dia após a instalação da CPI da Covid, no final de abril, o ministro da Economia, Paulo Guedes, já tinha admitido que contava com o fim da pandemia em 2021, e disse que "erros foram cometidos por todos os lados". "Todo mundo achou que a pandemia estava indo embora. Não adianta atacar só o governo federal. Estamos juntos nessa batalha. Não é hora de jogar pedra nos outros", disse na ocasião. Em outubro de 2020, Guedes afirmou, em audiência no Senado, que a pandemia estava caindo e que a economia estava se recuperando. "A doença está descendo, a economia está voltando, está voltando em V. A criação de empregos está se dando em ritmo bastante impressionante", disse Guedes na ocasião. Em junho do ano passado, o secretário de política econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, declarou que as medidas emergenciais tomadas pelo governo para atenuar os efeitos da pandemia tinham data para acabar em dezembro de 2020. "Não podemos transformar uma crise transitória em permanente. Essa crise transitória tem data para acabar. As medidas terminam, inevitavelmente, até o fim de 2020", afirmou. Em novembro, apesar de já haver tendência de crescimento de casos e mortes por covid-19, Guedes reforçou que a doença “cedeu” e negou que o país estivesse passando por uma segunda onda de contaminações. "A doença desceu, é um fato. Alguns dizem agora “não, mas está voltando, (está havendo) segunda onda”. Espera aí. Nós tínhamos 1.300 mortes por dia, 1.200, 1.000, 900, 700, 500, 300… E agora parece que está havendo um repique. Mas vamos observar. São ciclos", disse Guedes. No Congresso, parlamentares criticaram a postura de Guedes e da equipe econômica ao subestimar a duração e os impactos da pandemia. A leitura é de que, ao demorar para renovar o auxílio emergencial, o governo demonstrou que não esperava uma segunda onda da doença. Nesta semana, o jornal “O Globo” revelou que outros setores do governo federal também subestimaram o impacto da pandemia. Uma propaganda contratada pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, teve que ser suspensa porque seu objetivo era retratar o Brasil superando a doença, bem como a recuperação econômica. Em outro lote de documentos, o Ministério da Economia confirmou uma reunião em 7 de agosto com o então presidente da Pfizer no Brasil Carlos Murillo e outros executivos da empresa para tratar de vacinas. Segundo a pasta, a Pfizer a procurou para falar sobre "a sua tecnologia para desenvolver a produção da vacina contra a covid-19, o que incluiu o estágio de desenvolvimento (testes clínicos em curso) e tecnologia inovadora envolvida". O Ministério da Economia informou então que não cabia à pasta "decidir sobre a compra de determinada vacina, pois se trata de uma decisão de saúde pública". Em depoimento à CPI na quinta-feira, Murillo citou essa reunião. "Nessa reunião, nós apresentamos para os funcionários do governo brasileiro, lá do Ministério da Economia, a informação sobre o andamento de nossa vacina e as tratativas e os avanços que tínhamos tido com o Ministério da Saúde. Não entramos no detalhe da oferta porque, inclusive, nessa data, não tínhamos fornecido oferta formal ao Governo do Brasil e também porque nós não tínhamos um acordo de confidencialidade com o Ministério da Economia para entrar em detalhes do que estava sendo conversado", explicou Murillo à CPI. O Ministério da Economia também enviou quatro notas técnica da Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade da pasta sobre propostas em tramitação no Congresso. Foi contra, por exemplo, um projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS) já aprovado no Senado e enviado à Câmara que permite a quebra de patentes de vacinas e medicamentos usados contra a covid-19. O Ministério da Economia diz que a legislação atual já é flexível a ponto de permitir quebra de patentes, mas sempre seguindo o devido processo legal e observando a capacidade tecnológica do Brasil de fabricar aquele produto. O projeto de lei, diz o ministério, exorbitaria isso, enviando "uma mensagem errada aos parceiros internacionais do Brasil" e desincentivando "as indústrias farmacêuticas a venderem vacinas e medicamentos ao país e a realizarem investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação no Brasil". O Ministério da Economia também foi contra um projeto de lei apresentado por deputados da comissão externa de acompanhamento ao enfrentamento à  pandemia. Eles citaram a dependência em relação à China e à Índia para instituir incentivos à indústria nacional no setor de saúde e criar a figura das Empresas Estratégicas de Saúde (EES), que passariam a ter algumas vantagens em licitações e também tratamento tributário diferenciado. Para o Ministério da Economia, a medida atrapalha a concorrência. Por fim, a pasta foi favorável a duas propostas. Uma delas permite a dispensa de licitação para contratar no exterior fornecedores de produtos usados no enfrentamento à pandemia  quando os preços no mercado interno estiverem altos, ou quando houver escassez de produtos. Também elaborou um parecer favorável a emendas feita na medida provisória que permite a adesão do Brasil à Covax Facility, iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) para distribuição de vacinas. AP Photo/Silvia Izquierdo Veja Mais

Advogados se preparam para possível nova disputa após decisão da "tese do século"

Valor Econômico - Finanças Receita ainda deverá editar algum ato normativo para disciplinar as regras de cálculo das contribuições sem o ICMS Um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) colocar fim à discussão da “tese do século”, advogados especialistas em tributos já se preparam para novas divergências que podem aparecer. Uma delas relativa ao valor dos créditos de PIS e Cofins, usados na quitação de débitos de tributos federais, sem o ICMS. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Salto da Petrobras garante novo dia de recuperação no Ibovespa

Valor Econômico - Finanças Apesar do ganho na sexta, o índice não conseguiu reverter as baixas da semana, que foi marcada pela preocupação com a inflação nos Estados Unidos Com forte valorização da Petrobras após balanço do primeiro trimestre e salto nos preços de petróleo, o Ibovespa assegurou mais um dia de alta e voltou para a marca de 121 mil pontos. No entanto, apesar do ganho, o índice não conseguiu reverter as baixas da semana, que foi marcada pela preocupação com a inflação nos Estados Unidos e o efeito na política do Federal Reserve. Após ajustes, o Ibovespa terminou a sexta-feira em alta de 0,97%, aos 121.881 pontos, com giro de R$ 26,086 bilhões. Ainda assim, o índice encerrou a semana com perda acumulada de 0,13%. O grande destaque do dia foi a Petrobras, cujas ações ordinárias subiram 4,65%, a R$ 25,64, e as preferenciais ganharam 5,16%, a R$ 26,28 - com maior giro do mercado à vista, ao atingir volume financeiro de R$ 5,08 bilhões. O que impulsionou a movimentação foi a valorização forte do petróleo hoje e o balanço do primeiro trimestre da estatal, com resultados operacionais considerados robustos e redução da alavancagem, o que sinaliza espaço para futura distribuição de dividendos. Além disso, os dirigentes da estatal reiteraram hoje o compromisso com a atual política de preços de combustíveis, que se ancora na paridade com cotações internacionais de petróleo. O risco de uma intervenção, porém, segue no radar. De acordo com um gestor de ações, o resultado do primeiro trimestre ainda é fruto da administração de Roberto Castello Branco no comando da estatal e, devido ao alívio recente no câmbio, a nova gestão não passou por um verdadeiro teste sobre a necessidade de reajuste de preços. “O mercado está menos pessimista com Petrobras e a ação estão muito barata. Mas tem motivo para preços baixos. O risco não desapareceu de uma hora para outra”, explica o profissional. As ações da estatal já recuperaram parte do terreno perdido desde a piora da aversão ao risco com a intervenção do governo no comando da empresa, mas não reverteram totalmente as perdas. Do dia 22 de fevereiro para cá, as ações ordinárias subiram 23% de R$ 20,84 para R$ 25,64 e as preferenciais avançaram 27% de R$ 20,75 para R$ 26,28. Ainda assim, seguem com perdas de 8,11% e 4,15%, respectivamente no acumulado do ano. Em termos de valor de mercado, a Petrobras começou o ano valendo R$ 373,477 bilhões, mas caiu de patamar para R$ 280,549 bilhões em 22 de fevereiro – quando a aversão ao risco piorou devido a decisão do presidente Jair Bolsonaro em trocar Roberto Castello Branco por Joaquim Silva e Luna no comando da estatal. Agora, a companhia volta a ser cotada a R$ 338,046 bilhões, o que significa uma recuperação de 20% ante o patamar de fevereiro, mas ainda 9% abaixo do valor no começo do ano. Além do bom desempenho de Petrobras, o mercado contou ainda com avanço de outros empresas que publicaram seus balanços recentemente. É o caso de Qualicorp e Hering - neste caso, o foco também reside em sua associação com o Grupo Soma. Por outro lado, Vale ON perdeu 1,72%. Para o sócio-economista da BRA, João Beck, o desempenho das ações relacionadas às commodities está mais suscetível ao noticiário vindo da China. Porém, Becker lembra que o rali das matérias-primas impulsionou as exportadoras. “Ocorre que as empresas ligadas ao setor vem subindo bastante no passado recente e são mais suscetíveis a alguma realização”, ressalta. Marco Ankosqui, SP/BRA /Agência O Globo Veja Mais

Presidente argentino se reúne com chefe do FMI e busca acordo rápido

G1 Economia Fernández está em uma viagem pela Europa com o ministro da Economia, Martín Guzmán, em busca de apoio para renegociar a dívida milionária do país com o FMI e o Clube de Paris. O presidente argentino, Alberto Fernandez, se reuniu nesta sexta com a chefe do FMI, Kristalina Georgieva, em Roma Presidência da Argentina/via Reuters O presidente da Argentina, Alberto Fernández, reuniu-se nesta sexta-feira (14) com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e expressou seu desejo de chegar a um acordo favorável ao país. "O compromisso é chegar a um acordo o mais rápido possível, mas não podemos pensar em um acordo que exija maiores esforços do povo argentino", disse Fernández após uma reunião com Georgieva em Roma. Presidente argentino diz confiar em crescimento econômico e cumprimento de obrigações de dívida Fernández está em uma viagem pela Europa com o ministro da Economia, Martín Guzmán, em busca de apoio para renegociar a dívida milionária do país com o FMI e o Clube de Paris. Após a reunião, Georgieva disse que o fundo se compromete a continuar trabalhando "em um programa apoiado pelo FMI que possa ajudar a Argentina e seu povo a superar esses desafios, fortalecendo a estabilidade econômica, protegendo os mais vulneráveis e estabelecendo as bases para um crescimento mais sustentável e inclusivo". "Também tomei nota do pedido do presidente Fernández de reformar a política de sobretaxas do FMI e irei consultar os nossos membros sobre esse assunto", acrescentou Georgieva em um comunicado do FMI. O país sul-americano busca renegociar uma dívida de US$ 45 bilhões com o FMI, que foi contraída durante a gestão anterior, e de R$ 2,4 bilhões em dívida com o Clube de Paris. "Foi uma reunião construtiva, na qual insisti nas minhas propostas que têm a ver com a redução das sobretaxas, ampliar os prazos e compreender que o mundo está vivendo um momento único e que, portanto, temos que atender a essa singularidade", disse Fernández. "(Georgieva) é uma mulher muito consciente da situação em que o mundo vive e é muito compreensiva com a situação argentina", acrescentou o presidente. A Argentina passa por uma profunda recessão com uma inflação elevada que, segundo analistas, pode chegar a 50% em 2021. Veja Mais

Bolsas operam em alta em NY com recuperação de ações de tecnologia

Valor Econômico - Finanças Papéis da Apple e Microsoft puxam avanço do setor; Amazon, Alphabet, Facebook e Tesla também contribuem amplamente para o tom positivo dos negócios As ações de tecnologia, que exibiram oscilação intensa ao longo da semana, pressionadas pelas perspectivas de taxas de juros mais altas nos EUA, operam em alta nesta sexta-feira e contribuem para os ganhos mais amplos das bolsas americanas. Por volta de 12h50, o Dow Jones subia 0,84%, aos 34.305,56 pontos, enquanto o S&P 500 avançava 1,27%, a 4.164,72 pontos. O índice eletrônico Nasdaq tinha ganhos de 1,89%, a 13.373,22 pontos. Todos os subíndices do S&P 500 têm alta no pregão de hoje, mas os destaques são os segmentos de energia, que avança mais de 2% e de tecnologia, que sobe acima de 1%. Os papéis das gigantes Apple e Microsoft puxam a alta do setor. As outras gigantes do mercado americano, Amazon, Alphabet, Facebook e Tesla também avançam e contribuem amplamente para o tom positivo dos negócios de hoje. Veja Mais

Com rede de aeroportos, CCR se vê bem posicionada para próximos leilões

Valor Econômico - Finanças Companhia se tornou a operadora brasileira com mais ativos no país e a segunda maior em número de passageiros Com a conquista de 15 novos aeroportos no Brasil, a CCR deverá estar bem posicionada para os próximos leilões do setor, afirmou o diretor financeiro, Waldo Perez, em teleconferência com analistas nesta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

EUA: Republicanos elegem aliada de Trump para liderança da bancada na Câmara

Valor Econômico - Finanças Elise Stefanik substituirá Liz Cheney, que foi destituída do cargo por críticas ao ex-presidente Os republicanos elegeram nesta sexta-feira Elise Stefanik, de Nova York, para integrar a liderança da bancada do partido na Câmara dos Deputados. Aliada de Donald Trump, ela substituirá Liz Cheney, que foi destituída do cargo por críticas ao ex-presidente. Stefanik derrotou o deputado Chip Roy, do Texas, que entrou na disputa na noite de quinta-feira. Antes da votação, ela destacou o apoio de Trump a sua indicação. “Estou orgulhosa de ter o apoio do presidente Trump”, disse. “Ele é o líder mais importante do nosso partido para os eleitores e será importante trabalharmos como uma equipe para conquistar a maioria em 2022.” Trump endossou Stefanik na semana passada, antes do afastamento de Cheney, e reforçou o apoio quando Roy anunciou que entraria na disputa. “Não consigo imaginar como os republicanos aceitaram Chip. Ele não fez um bom trabalho”, afirmou o ex-presidente em um comunicado. Capitólio Dustin Humes / Unsplash Deputados republicanos disseram que a vitória de Stefanik encerraria um período de desconforto causado por Cheney, filha do ex-vice-presidente Dick Cheney, que criticava Trump pelas falsas alegações de que as eleições presidenciais foram fraudadas. “Se vocês querem líderes que permitam e espalham as mentiras destrutivas dele, eu não sou essa pessoa, vocês têm muitos outros para escolher”, disse Cheney, que votou a favor do impeachment de Trump, na reunião em que foi afastada da liderança do partido. Veja Mais

BR Malls vê impacto menor da segunda onda de covid nos shoppings

Valor Econômico - Finanças Para Ruy Kameyama, a segunda onda foi muito mais curta do que a primeira, quando os shoppings ficaram fechados por mais de três meses Os fechamentos temporários e restrições de funcionamento de shoppings devido à segunda onda de covid-19 no Brasil tiveram impacto sobre o primeiro trimestre de 2021, segundo os executivos da BR Malls. Mas a pressão ocorreu de forma menor do que um ano antes, no início da pandemia, e em que os empreendimentos não abriram por mais tempo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras tem nível intermediário de frequência de reajustes, diz diretor

Valor Econômico - Finanças Segundo executivo, política permite não repassar imediatamente oscilações das cotações no mercado externo e do câmbio, ao mesmo tempo em que estatal consegue manter preços competitivos A Petrobras está “num nível intermediário” de frequência de reajustes de preços de combustíveis, disse o diretor executivo de comercialização e logística da estatal, Cláudio Mastella, em teleconferência com analistas nesta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Protestos na Colômbia são sinal de alerta para América Latina e Brasil?

Valor Econômico - Finanças Em 60 segundos, diretor da Eurasia Group analisa que governantes terão cada vez mais dificuldade de fazer reformas econômicas difíceis e ressalta ciclo eleitoral será marcado por uma revolta popular que deve favorecer extremos políticos '60 segundos' é uma parceria entre o site da revista ÉPOCA e a GZERO Media - empresa da Eurasia Group, especializada em análises políticas. Toda sexta-feira, às 10h, Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, apresenta sua avaliação sobre os temas mais relevantes e tendências do cenário político brasileiro e internacional. O conteúdo é republicado neste canal. Leia, abaixo, a transcrição do vídeo: Olá, meu nome é Christopher Garman, da Eurasia Group, para falar sobre o Brasil, e um pouco do mundo, em 60 segundos. Vamos lá para a pergunta da semana: A onda de protestos na Colômbia representa um sinal de alerta para a América Latina e o Brasil? A resposta é sim. Desde o dia 28 de abril, quando o presidente Iván Duque propôs uma reforma tributária que aumentaria tributos sobre bens de consumo, o seu governo tem sofrido com uma onda de manifestações no país como um todo. E mesmo depois de ele recuar dessa proposta, os protestos continuaram. Isso sugere que o episódio trouxe à tona uma onda de revolta que vai muito além do aumento de tributos. A Colômbia, hoje, vive não só com o drama sanitário, mas com um aumento de pobreza, um aumento do desemprego e desigualdade de renda, e muita insatisfação sobre o tratamento das forças policiais. Olhando a América Latina e o Brasil, a Colômbia não está sozinha. A região como um todo ainda está sofrendo com as repercussões desse quadro sanitário, nós estamos vendo altos índices de desemprego e pobreza na região, inclusive no Brasil, e governos não têm capacidade de financiar gastos para dar um alento para essas populações mais desprotegidas. Tudo isso sugere que governantes vão ter cada vez mais dificuldade de fazer reformas econômicas difíceis, e o ciclo eleitoral de 2021/22 vai ser marcado com uma revolta popular que deve favorecer os extremos políticos. Ficamos por aqui, e até a próxima semana. Mensagem do patrocinador Safra Mensagem do patrocinador O impacto da covid-19, apesar de diferente em cada continente e país, tem sido muito forte na América Latina. Sem vacinas, o controle da doença é difícil, especialmente onde o isolamento social não é estrito. Onde a rede de proteção social é menos robusta, o isolamento social tem sido limitado e o cansaço maior, especialmente entre aqueles que vivem em condições de menor conforto. É um ambiente onde o tensionamento social e econômico tende a se manifestar, especialmente quando questões pré-existente aumentam as dificuldades da população. A América Latina tem passado por desafios econômicos desde 2015, quando o dólar ficou mais forte e o preço de diversas matérias primas caiu, levando a menor clareza política em vários países. O choque das commodities afetou as finanças públicas, especialmente onde, por exemplo, royalties de carvão e petróleo constituem parte importante das receitas do governo. Corrigir desequilíbrios fiscais que já vinham crescendo é doloroso, especialmente na esteira de uma pandemia. Conflitos podem assim emergir e se alastrar se parte grande do ajuste recai nas pessoas mais pobres. Apesar dos choques, da fragmentação política, e da pandemia, as eleições mais recentes têm transcorrido com relativa tranquilidade no continente— ainda que elas nem sempre favoreçam os candidatos de centro ou estejam imunes à polarização que tem crescido ao redor do mundo. Nesse quadro desafiador, a maturidade das democracias e os ganhos trazidos pela boa gestão macroeconômica nas duas últimas décadas têm se mostrado preciosos para dar resiliência aos países, mesmo onde aparecem desvios dessas normas. Quanto mais rápido ocorrer a vacinação e a população experimentar maior normalidade no dia a dia, mais rápido a região poderá aproveitar do boom das commodities e ter maior tranquilidade social. Veja Mais

Bovespa opera em alta com dia positivo no exterior

G1 Economia Na quinta-feira (13), o principal índice da bolsa avançou 0,83%, a 120.705 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta sexta-feira (14), acompanhando o clima positivo nos mercados externos, e em dia menos tenso na política brasileira, sem depoimentos na CPI da Covid. Às 10h19, o Ibovespa subia 0,99%, a 121.903 pontos. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,83%, a 120.705 pontos. Com o resultado, o Ibovespa acumula avanço de recuo de 1,09% na semana. No mês e no ano, o índice tem valorização de 1,52% e de 1,42%, respectivamente. Cenário Por aqui, o dia é de agenda fraca de indicadores, e a expectativa é de menos tensão política, com a pausa nos trabalhos da CPI da Covid. No meio político, é aguardada a decisão do STF sobre o pedido de habeas corpus feito pela Advocacia Geral da União (AGU), para que o ex-ministro Eduardo Pazuello possa ficar em silêncio durante seu depoimento à CPI, previsto para a próxima terça-feira. Os investidores deverão ficar de olho em dados sobre as vendas no varejo e a produção industrial nos EUA para avaliar se as pressões inflacionárias têm vida curta, conforme visto pelas autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Apesar da perspectiva de elevação da taxa de juros nos EUA no médio prazo, analistas têm avaliado que o real ainda deve continuar se beneficiando da alta das commodities e dos aumentos de juros pelo Banco Central em 2021, o que tende a contribuir para o fluxo de dólares para o país. Veja Mais

Bolsas da Ásia têm sessão positiva, mas só China continental tem alta na semana

Valor Econômico - Finanças Investidores continuam atentos à situação da inflação nos EUA e possíveis reações a esse quadro As bolsas asiáticas tiveram um sessão positiva nesta sexta-feira, com altas generalizadas, após autoridades do Federal Reserve (Fed, banco central americano) terem minimizado os temores de inflação elevada no país, que pudesse levar a instituição dos EUA a apertar a política monetária antes do previsto. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Morning Call Safra: Eletrobras sobe 7% com notícias

Valor Econômico - Finanças Estatal teve forte alta com otimismo dos investidores sobre processo de privatização No Morning Call do Safra desta sexta-feira, mostramos a recuperação dos mercados de ações. No Brasil, a Eletrobras se destacou entre as altas. No segundo bloco, comentamos o resultado do IBC-Br, uma aproximação mensal do PIB brasileiro. Quer receber o Morning Call do Safra, análises de ações e outros conteúdos exclusivos? Faça parte do canal do Safra no Telegram. Veja Mais

45% já esconderam de pessoas próximas que estavam desempregados, diz pesquisa

G1 Economia 49% dos entrevistados disseram que estar sem trabalho é uma desvantagem na hora de buscar uma oportunidade, mostra levantamento do LinkedIn. Desemprego Reprodução / TV Globo Levantamento do LinkedIn mostra que 45% dos entrevistados já esconderam o fato de estarem sem trabalho de alguma pessoa próxima. Deste total, 55% dizem que mentiram por vergonha e 27% por acreditar que isso diminuiria as suas chances de conseguir um novo emprego. Apesar deste cenário, 7 em cada 10 concordam que, como consequência dos desafios que a pandemia trouxe para o mercado de trabalho, há menos estigma negativo associado ao desemprego atualmente. O estudo, realizado com 2 mil profissionais desempregados no Brasil entre outubro e novembro de 2020, mostra ainda que 49% se sentem em desvantagem em relação a outros candidatos na hora de aplicarem para uma vaga. “Temos uma forte cultura no Brasil em que o desemprego é, muitas vezes, considerado como uma consequência do desempenho do profissional e não devido à falta de oportunidades do mercado. Por isso, muitos tendem a esconder este fato com receio de não conseguirem se recolocar. O levantamento nos surpreendeu e mostrou a necessidade de mudar este viés inconsciente tanto do ponto de vista do profissional, quanto das empresas. Em outros países, como França e Reino Unido, não ter um trabalho fixo é encarado com mais naturalidade”, afirma Ana Claudia Plihal, Executiva de Soluções de Talentos para o LinkedIn. Quando perguntados sobre sua situação atual de busca de emprego, 36% dos entrevistados afirmam estarem estressados e preocupados por não encontrar algo novo, 30% estão confusos por não terem retorno das empresas e 17% dizem se sentirem derrotados por terem sido rejeitados nestes processos. Além disso, quase metade (48%) do total já deixou de se candidatar em até 5 oportunidades de emprego que desejavam porque sentiram que não tinham as habilidades necessárias. Durante este período de desemprego, 41% afirmaram terem feito cursos gratuitos para aumentarem seus conhecimentos, 38% disseram estar trabalhando informalmente e 29% passaram a um formato de freelancer ou emprego temporário como alternativa de renda. Veja Mais

Fernando Abrucio: Bolsonarismo é inimigo da educação

Valor Econômico - Finanças Presidente toma medidas para colher no futuro um país atrasado e subserviente Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Oito crimes reais que viraram narrativas da ‘New Yorker’

Valor Econômico - Finanças Volume reúne oito reportagens publicadas entre 1971 e 2017 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Destaques

Valor Econômico - Finanças Dados bancários O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que, em situação de cooperação jurídica internacional, as diligências feitas em países estrangeiros conforme as leis locais são válidas no Brasil mesmo se não houver prévia autorização judicial ou participação das autoridades centrais. A decisão é da 5ª Turma, que negou provimento a recurso da defesa (AREsp 701833) e manteve a condenação imposta pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região a um réu acusado de crime contra o Sistema Financeiro Nacional. O relator, ministro Ribeiro Dantas, explicou que não viola a ordem pública brasileira o compartilhamento de dados bancários que, no exterior, foram obtidos sem prévia autorização judicial, quando tal autorização não era exigida pela legislação local. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o recorrente foi denunciado pelo crime de evasão de divisas (artigo 22 da Lei nº 7.492, de 1986) e por manter depósito de valores no exterior de 1999 a 2005, sem a declaração respectiva ao órgão competente no Brasil. A denúncia decorreu de inquérito instaurado pela Polícia Federal no âmbito de investigações sobre contas bancárias que receberam recursos oriundos de agência do extinto Banestado na cidade de Nova York. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ibovespa ensaia recuperação, mas cautela ainda prevalece

Valor Econômico - Finanças Ibovespa fechou em alta de 0,83%, aos 120.706 pontos, com ajuda de bancos em dia de recuperação em Wall Street Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Alongamento do perfil da dívida desafia Tesouro

Valor Econômico - Finanças Embora tenha conseguido acumular um colchão de liquidez bastante robusto, o Tesouro tem tido dificuldade para alongar o prazo médio da dívida pública Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novos usos preveem Pix até para assinar documentos

Valor Econômico - Finanças Clicksign, empresa de assinatura eletrônica, vai permitir que documentos gerados na plataforma sejam validados por meio do sistema de pagamentos Criado para permitir pagamentos e transferências sem restrição de horários, o Pix acabou se tornando foco de inovações que vão além do uso original do sistema instantâneo ou antecipam a agenda evolutiva prevista pelo Banco Central (BC). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ministério da Economia diz à CPI que não esperava continuidade da pandemia em 2021

G1 Economia Ofício foi enviado em resposta a requerimento no qual CPI da Covid questionou ao governo por que não reservou recursos no Orçamento de 2021 para combater doença. O Ministério da Economia enviou à CPI da Covid um ofício no qual afirmou que não esperava a continuidade da pandemia em 2021. O ofício foi enviado na última terça-feira (11), em resposta a um requerimento no qual a CPI questionou ao governo por que não reservou recursos para combater a doença ao elaborar o Orçamento da União de 2021. Quando o orçamento foi enviado ao Congresso, em 31 de agosto de 2020, o Brasil somava mais de 121 mil mortes por Covid. Segundo o consórcio de veículos de imprensa, com base em dados das secretarias estaduais de Saúde, o país chegou nesta sexta-feira (14) a 432.785 óbitos. "Naquele momento [elaboração do orçamento], não se vislumbrou a continuidade, bem como o recrudescimento, da pandemia da Covid-19 no patamar atingido em 2021", afirmou o Ministério da Economia à CPI. Ainda no documento, o ministério disse que os desdobramentos da pandemia eram "imprevisíveis" porque dependiam de "grande número" de fatores, como os diferentes impactos da crise sanitária em cada região do país. "É fundamentalmente por esse motivo que as dotações específicas para o combate à pandemia foram, ao menos em regra, veiculadas por créditos extraordinários", acrescentou a pasta. Em 23 de novembro do ano passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a dizer que a Covid havia cedido "substancialmente", embora, na ocasião, o Brasil somasse 169,5 mil mortes pela doença, com média de 496 óbitos por dia e aumento de 51% em comparação com os 14 dias anteriores. "Estão querendo dizer que a doença já está aqui, não é o fato. O fato é que a doença cedeu substancialmente", disse Guedes na ocasião. Brasil ultrapassa 430 mil mortes por Covid Créditos extraordinários A Constituição autoriza o governo a abrir créditos extraordinários para cobrir gastos urgentes e imprevisíveis, que não podiam ser antecipados durante a elaboração do Orçamento. De acordo com o Ministério da Economia, em 2021, o orçamento federal para combater a pandemia foi complementado em cerca de R$ 86,5 bilhões. O dinheiro tem origem em créditos abertos, reabertos e emendas parlamentares. Ainda segundo a Economia, o custeio por meio dos créditos extraordinários assegura que as ações para o combate à Covid sejam analisadas separadamente, em vez de serem incluídas em gastos orçamentários gerais. Veja Mais

Banco ABC dribla a crise com aposta em empresas médias

Valor Econômico - Finanças Carteira para empresas com faturamento entre R$ 30 milhões e R$ 300 milhões teve crescimento anual de 163% no primeiro trimestre A decisão do ABC Brasil de passar a trabalhar com empresas de médio porta, há dois anos, vem se mostrando acertada. Essa carteira teve crescimento anual de 163% no primeiro trimestre e ajudou no resultado do banco, que subiu 51,1%, a R$ 122,4 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Brasil quer ampliar parceria com EUA em energia e agricultura sustentáveis, diz Guedes

Valor Econômico - Finanças Ministro da Economia falou por telefone com a secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo O Brasil está disposto a ampliar suas parcerias com os Estados Unidos nas áreas de energia renovável e agricultura sustentável, disse nesta sexta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes, por telefone, à secretária de Comércio daquele país, Gina Raimondo. Segundo o Ministério da Economia, Guedes informou que o Brasil tem importante estoque de atividades nessas áreas. A agenda ambiental brasileira tem sido ponto de crítica pelo governo do presidente americano, Joe Biden. Paulo Guedes Marcos Corrêa/PR O ministro reafirmou ainda o interesse em trabalhar com vistas a um acordo de livre comércio “moderno e ambicioso”. A corrente de comércio entre os dois países tem potencial para se expandir, disse ele. A acessão do Brasil à Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) também foi tema da conversa. Guedes comentou que esse processo contribuirá de forma direta para a modernização do Brasil, com benefícios para consumidores e empresas dos dois países. No telefonema, feito pela manhã, o ministro parabenizou Raimondo pelo início de suas funções no cargo e reafirmou o interesse do Brasil em aprofundar as parcerias econômicas e comerciais. A corrente de comércio bilateral tem potencial para expansão, avaliou o ministro. Ele também destacou iniciativas já em andamento, como o Fórum de Altos Executivos Brasil - Estados Unidos ("Fórum de CEOs”) e o Diálogo Comercial. Veja Mais

Presidente da Caixa quer torná-la o "banco do agro"

Valor Econômico - Finanças "Vamos emprestar em especial para quem nunca teve dinheiro", afirmou Pedro Guimarães O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, afirmou hoje que pretende transformar a instituição no "banco do agro", se tornando referência em programas de crédito para os produtores rurais. Em cerimônia de entrega de títulos fundiários em Terinos (MS), ao lado do presidente Jair Bolsonaro, Guimarães afirmou ainda que garantirá crédito a quem "nunca teve dinheiro". "Temos pelo menos 20% e em cinco anos nós vamos ser o maior banco agro do Brasil", prometeu Guimarães. "Vamos emprestar em especial para quem nunca teve dinheiro. O foco não será apenas para a próxima safra, e sim para receber em cinco ou dez anos, este é o foco de um banco social". Guimarães lembrou que a Caixa fará parte do Plano Safra pela primeira vez neste ano, com trabalho focado no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e no Pronamp pecuária. Em busca de aproximação com os produtores, a Caixa está abrindo 21 agências focadas em agro. Durante a cerimônia, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comemorou o anúncio: "A Caixa vai entrar pesado no Pronaf." Caixa Econômica Federal Marcelo Camargo/Agência Brasil Veja Mais

Gâmbia e Costa Rica dominam compras de arroz brasileiro

Valor Econômico - Finanças Juntos, os dois países receberam quase metade dos embarques do cereal que o Brasil fez em abril, segundo Abiarroz e Sindarroz A República de Gâmbia liderou as compras de arroz (base casca) do Brasil no mês passado, com importações de 29,41 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e o Sindicato da Indústria do Arroz do Rio Grande do Sul (Sindarroz). O segundo maior importador de abril foi a Costa Rica, com 24,23 mil toneladas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Arezzo tem aumento nas vendas on-line, mesmo com reabertura de lojas físicas

Valor Econômico - Finanças Vendas nos sites das marcas do grupo além da plataforma de marketplace cresceram 149%, segundo Alexandre Birman O avanço da digitalização da Arezzo & Co tem se refletido em crescimento robusto nas vendas digitais da companhia. “Em maio, mesmo com abertura das lojas físicas, vendas on-line crescem e superam 2019”, disse Alexandre Birman, presidente da fabricante e varejista de moda, em teleconferência de resultados nesta sexta-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Análise de ações VVAR3: bom resultado no 1T21 faz Via ser favorita no varejo, segundo Safra

Valor Econômico - Finanças Recomendação para ações é de compra, com preço-alvo a R$ 27 e potencial de alta de 131% Ações VVAR3: Via registrou lucro líquido de R$ 180 milhões, um aumento de 1.284,6% em relação ao mesmo período de 2020 Getty Images A Via (ex-Via Varejo), varejista responsável pelas marcas Casas Bahia e Ponto, registrou lucro líquido de R$ 180 milhões no 1T21, o que representa um salto de 1.284,6% em relação ao mesmo período de 2020. A receita líquida avançou 19% no comparativo trimestral, para R$ 7,55 bilhões. O resultado veio ligeiramente acima das expectativas da Safra Corretora, demonstrando a assertividade da execução e a aplicação da plataforma de marketplace. “Em circunstâncias normais, esperaríamos que essas tendências fossem um gatilho positivo para as ações VVAR3. No entanto, o setor de comércio on-line está desfavorecido. Nossa opinião é que o mercado continua cético e não está pagando pela boa execução entregue no ano passado”, diz relatório assinado por Guilherme Assis. De acordo com os números do Safra, VVAR3 está sendo negociado a 0,4 vez EV/GMV (Valor da Empresa sobre o Volume Bruto das Mercadorias Vendidas) estimado para 2021, um desconto de 83% sobre Magalu (MGLU3, recomendação de compra com preço-alvo a R$ 32). Os analistas reiteram a visão construtiva sobre VVAR3, que continua sendo a principal escolha da Safra Corretora entre os nomes do varejo no Brasil. A recomendação para VVAR3 é de compra, com preço-alvo a R$ 27 e potencial de alta de 131%. Ações VVAR3: principais vantagens Os especialistas entendem que a Via continua a recuperar participação de mercado à medida que agiliza sua transformação digital e melhora sua experiência omnichannel. De acordo com o relatório do Safra, no primeiro trimestre de 2021, a empresa intensificou as campanhas para fomentar o engajamento do consumidor, oferecendo serviços gratuitos de streaming de vídeo Paramount +, reposicionamento de suas marcas e mais anúncios em mídias sociais. Além disso, segundo o documento, a Via também apresentou um crescimento impressionante no sortimento por meio do marketplace (SKUs - Unidade de Manutenção de Estoque de 24 milhões contra 7 milhões no quarto trimestre do ano passado). "Olhando para o futuro, esperamos investimentos em logística e em uma série de iniciativas digitais para sustentar o envolvimento e a frequência do consumidor, levando a ganhos contínuos de participação de mercado”, apontam os analistas. Juntamente com os números do primeiro trimestre de 2021, a Via reportou ganhos de market share de quase 200 pontos-base em abril e maio. O Safra destaca o desempenho do BanQi, com R$ 420 milhões de TPV (volume total de pagamentos), quase o dobro em relação ao quarto trimestre do ano passado (R$ 206 milhões), mas ainda bem atrás dos R$ 5,1 bilhões da AME. Resultados do 1T21 O lucro líquido atingiu R$ 180 milhões (R$ 63 milhões excluindo os R$ 117 milhões da concessão de incentivo anterior). A segunda onda da Covid-19 prejudicou a operação de B&M (queda de 9,6% na receita líquida em relação ao mesmo período no ano anterior), mas foi compensada por meio do comércio on-line. O GMV on-line cresceu 123% ano a ano, chegando a R$ 5 bilhões (superando os 90% da B2W e os 92% da MELI). A forte impressão foi impulsionada pela continuidade das operações 1P (aumento de 122,4% ano a ano) e aceleração do marketplace (aumento de 123,5% ano a ano). A margem bruta ficou acima das expectativas do Safra, com alta de 50 pontos base no comparativo anual, para 32%, em melhores negociações e benefícios fiscais. O relatório destaca ainda que as despesas com SG&A (despesas com vendas, gerais e administrativas) foram pressionadas por maiores investimentos em marketing digital e pela contratação de equipe de TI para impulsionar sua transformação digital. Já a margem Ebitda ajustada deteriorou-se 210 pontos base no período, para 7,7%, com o Ebitda ajustado chegando a R$ 584 milhões. Por que investir em VVAR3 - Escala muito superior à concorrência, uma vantagem em um setor com margens apertadas e preços competitivos; - Bom posicionamento para o multicanal com base em suas quase mil lojas; - Maior potencial de margem com escala e mix de produtos; - Alta exposição a taxas de juros em queda; - Marca valiosa, um dos principais fatores para atrair tráfego na web; e - Expectativa de uma concorrência mais racional na internet após anos de perdas. Riscos de investir em VVAR3 - Deterioração da economia devido à alta correlação de vendas com a atividade; - Alta nas taxas de juros devido ao grande impacto nos ganhos com recebíveis e Crédito Direto ao Consumidor com Interveniência (CDCI); - Frustração no capital de giro, devido à volatilidade dos indicadores históricos do ciclo de caixa; - Reversão da jurisprudência relacionada à Lei do Bem; e - Processos judiciais. Veja Mais

IRB reverte prejuízo do quarto trimestre, mas ainda sente impacto de limpeza da carteira

Valor Econômico - Finanças Pior momento para o ressegurador pode ter ficado para trás O IRB Brasil Re apresentou lucro de R$ 50,8 milhões no primeiro trimestre de 2021 e reverteu o prejuízo contábil de R$ 620 milhões visto no quarto trimestre do ano passado. A disparidade das cifras sinaliza que o pior momento para o ressegurador ficou para trás. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Confiança do consumidor americano diminui em maio, aponta universidade

Valor Econômico - Finanças Recuo na confiança é associado à inflação mais alta, segundo o levantamento da Universidade de Michigan O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan recuou para 82,8 pontos em maio, após se situar em 88,3 em abril, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pela instituição. A leitura contrariou a expectativa de alguns analistas, que esperavam uma marca ao redor de 90 pontos. O índice de condições econômicas atuais caiu para 90,8 pontos em maio, frente a 97,2 do levantamento anterior, enquanto o dado referente às expectativas dos consumidores recuou a 77,6 pontos, de 82,7 pontos. "A confiança do consumidor no começo de maio caiu devido à inflação mais alta - a expectativa de inflação mais elevada para o próximo ano, assim como a inflação de longo prazo mais elevada da última década", disse o economista-chefe responsável pelo levantamento, Richard Curtin. "A média de menções negativas dos preços nas condições de compras de casas, veículos e bens duráveis foi pior do que em qualquer momento desde a era inflacionária em 1980." Veja Mais

Mills lucra R$ 7,3 milhões no 1° tri e reverte prejuízo

Valor Econômico - Finanças Prestadora de serviços especializados em engenharia encerrou o primeiro trimestre com lucro A Mills, prestadora de serviços especializados em engenharia, encerrou o primeiro trimestre com lucro de R$ 7,3 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 1 milhão registrado um ano antes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Lucro da Ser Educacional cresce 79% com aumento de novos alunos

Valor Econômico - Finanças Empresa somou um ganho de R$ 30,1 milhões no primeiro trimestre A Ser Educacional teve lucro de R$ 30,1 milhões no primeiro trimestre, o que representa uma alta de 79% em comparação ao resultado do mesmo período de 2020. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Mais da metade das mulheres cuidam dos filhos durante o home office

Valor Econômico - Finanças Pesquisa da Ticket com 800 brasileiros, sendo 544 mulheres, indica que apenas 40% possuem flexibilidade para adaptar a rotina de trabalho na pandemia Mães no home office: desafio de conciliar rotina, desempenho e tarefas escolares dos filhos Pexels Uma pesquisa com 800 brasileiros, sendo 544 mulheres, apontou que quase 60% delas estão trabalhando em casa durante a pandemia enquanto cuidam dos filhos. Mas apenas 40% dessas mulheres revelaram ter flexibilidade de horário para adaptar seu expediente à rotina na pandemia. Um terço das profissionais entrevistadas, sendo que todas são mães, não conseguem usufruir da flexibilidade devido ao cargo que ocupam ou atividade que realizam e 35% trabalham em empresas que não oferecem alternativas flexíveis. Pesquisa: como o brasileiro entende colaboração no home office A pesquisa foi realizada um ano após o começo da pandemia, em março de 2021, pela Ticket, marca de benefícios de alimentação e refeição da Edenred, e ouviu profissionais de empresas clientes. "A pandemia quebrou alguns paradigmas com relação a modelos mais flexíveis, de local ou horário, mas a pesquisa indica que muitas mulheres não têm acesso ou oportunidade a isso, diz José Ricardo Amaro, Diretor de RH da Ticket. Diante desse cenário, que se prolonga com a extensão da pandemia, as mulheres apontam suas principais dificuldades. Preparo e consumo das refeições em horários corretos é o que mais pesa para 20,5% delas, ajudar os filhos nas tarefas on-line da escola para 17% e fazer com que os filhos entendam que elas estão trabalhando de casa para 15%. Cerca de 13% mencionaram a falta de tempo para realizar atividades físicas; uma parcela de 10% disse não ter tempo de lazer com os filhos e 10% não conseguem um período de lazer para si mesmas ou com o companheiro. Fazendo o que podem, 30% das mulheres entrevistadas afirmaram que o nível de ruído no home office aumentou e a concentração foi prejudicada - 19% se sentem mais distraídas por conta da quantidade de mensagens, e-mails e reuniões on-line. Em relação ao desempenho profissional durante a pandemia, 45% afirmaram que ele aumentou, enquanto 34% disseram que não houve mudanças. Outras 11% afirmaram que houve uma queda na performance e já foram, inclusive, sinalizadas pelo gestor. Dez por cento também sentiram um declínio, mas não foram notificadas pelo líder. Nesse contexto, independentemente de uma política de flexibilidade ou de acolhimento à mãe, Amaro diz que os gestores diretos precisam estreitar elos de confiança, ouvir as demandas de cada colaboradora da equipe e entender necessidade individuais. "O que gestores devem desenvolver a partir de agora é estilo de liderança mais pautado em entrega de resultados, confiança e reciprocidade. Mas também a prática de entender que cada um tem uma realidade. Procure ouvir quem tem filhos, precisa cuidar de familiares, quais são os melhores horários para a refeição de cada um. É preciso sensibilidade", diz Amaro. Mais de 90% das mulheres entrevistadas afirmaram que o home office permitiu uma maior aproximação com seus filhos. Gerentes se sentem mais produtivos que CEOs, sócios e diretores Veja Mais

WhatsApp impõe compartilhamento de dados com Facebook, mas tem exceção para a Europa

G1 Economia Aplicativo precisa dar opção 'opt-out' para usuários que não querem dividir informações com a rede social, que é dona do mensageiro, na União Europeia e no Reino Unido. Autoridades brasileiras pediram adiamento dos termos. WhatsApp terá nova política de privacidade a partir de 15 de maio. REUTERS/Thomas White A nova política de privacidade do WhatsApp, que prevê o compartilhamento de mais dados com o Facebook, dono do aplicativo, entra em vigor neste sábado (15). A mudança, que é válida para usuários de todo o mundo, causou repercussão negativa desde que foi revelada, em janeiro. Aplicativos concorrentes como o Telegram e o Signal foram baixados milhões de vezes desde que a notificação surgiu no WhatsApp e autoridades reguladoras de diversos países pediram esclarecimentos para a empresa. WhatsApp, Telegram e Signal: COMPARE os apps de mensagens Após anunciar as mudanças no começo do ano, a companhia deu pouco mais de um mês para que as pessoas aceitassem os novos termos, que são obrigatórios – exceto na União Europeia e no Reino Unido, onde o WhatsApp segue a legislação que determina que as pessoas têm o direito de escolha. Diante da resistência dos usuários ao redor do mundo, o aplicativo estendeu o prazo para maio, para que todos "tivessem mais tempo de entender a política". Mesmo com o adiamento da vigência, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendaram, na última sexta-feira (7), que o app ampliasse essa data mais uma vez. O Brasil é o segundo maior mercado do WhatsApp e praticamente metade da população brasileira utiliza o aplicativo: são 120 milhões de usuários, segundo a própria empresa. O país só fica atrás da Índia, onde pelo menos 400 milhões de pessoas têm app instalado. Risco de desrespeito à LGPD Os órgãos brasileiros indicaram que os novos termos do WhatsApp poderiam representar violações aos direitos dos titulares de dados pessoais, que foram definidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro passado. Ao G1, Paulo Rená, professor de direito no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), explicou que um dos problemas com a nova política do WhatsApp é o fato de os usuários não terem outra opção senão aceitar o compartilhamento de dados com o Facebook. "Na LGPD, a pessoa poder dizer se aceita ou não cada um dos muitos tipos de tratamento dos dados. E o WhatsApp não está oferecendo isso", disse. WhatsApp e Facebook: ENTENDA o compartilhamento de dados A lei brasileira de proteção de dados prevê "aceites obrigatórios", mas em situações em que essa condição é imprescindível para o funcionamento de um serviço. "Não há necessidade desse tratamento [de dados] pra que o aplicativo continue funcionando, é uma opção comercial da empresa. Deveria, portanto, ser uma opção live para os clientes", afirmou Rená. O WhatsApp disse que "está em contato com as autoridades competentes e continuará prestando as informações necessárias sobre a atualização". Seis perguntas sobre a nova política de privacidade do WhatsApp Exceção na Europa Quando o WhatsApp anunciou a primeira grande mudança nos termos de privacidade, em 2016, as pessoas de todo o mundo podiam negar a troca de dados com o Facebook. No entanto, elas tiveram apenas 30 dias para aproveitar essa opção. Novas contas não podiam escolher. Por outro lado, a opção de não autorizar o compartilhamento, também conhecida como "opt-out", foi mantida na Europa. Na União Europeia e no Reino Unido, o WhatsApp segue um conjunto de regras diferente do restante do mundo, por causa da lei de proteção de dados local, a GDPR, que serviu como base para a criação da versão brasileira. Flora Rebello Arduini, representante da ONG internacional Sum of Us, dedicada aos direitos dos consumidores, disse isso não foi conquistado "de graça". "O exemplo europeu mostra que uma atuação contundente das autoridades faz com que as empresas respeitem os direitos dos cidadãos", disse Arduini. "O Facebook trata os brasileiros como cidadãos de segunda classe, comparado como tratam os usuários europeus", afirmou, se referindo ao fato de o Brasil ter uma legislação de proteção de dados parecida com a da União Europeia, mas que, segundo ela, não está sendo respeitada. Com exceção da Europa, os usuários de todo o mundo não tem a opção impedir o compartilhamento dos dados entre as empresas. Outros países, como a Índia, estão discutindo regras como as que estão previstas nas legislações europeia e brasileira, mas elas ainda não foram aprovadas. O G1 perguntou ao WhatsApp por que os usuários na União Europeia possuem opções diferentes, e o app disse que "está sujeito a leis e obrigações diferentes ao redor do mundo, incluindo a União Europeia". "A empresa respeita as leis de todos os países em que atua e segue comprometida com a privacidade de seus usuários". Preocupações com a concorrência Além de indicarem possível desrespeito à lei de proteção de dados, as autoridades brasileiras demonstraram preocupação com aspectos concorrenciais da mudança no WhatsApp. "Existe essa dominância de mercado. Com o compartilhamento de dados do WhatsApp com o Facebook a preocupação aumenta", disse Arduini. "Isso é importante para a sociedade, porque são nossos direitos fundamentais. Nossa vida é regida pelos dados que fornecemos. As grandes empresas de tecnologia vivem e sobrevivem coletando informações, reutilizando ou vendendo [por meio de publicidade]", afirmou. Os novos termos do aplicativo preveem que dados gerados em interações com contas comerciais, como as de lojas que atendem pelo WhatsApp, poderão ser utilizados pelas empresas para direcionar anúncios no Facebook e no Instagram – redes que pertencem à mesma companhia. SAIBA MAIS: Quais dados o WhatsApp compartilha com o Facebook? "O Facebook não comprou o WhatsApp por US$ 22 bilhões à toa. Eles sabiam do potencial dessa plataforma e para recuperar esse dinheiro eles teriam que monetizar de alguma forma", afirmou Arduini, da ONG Sum of Us. Recentemente, o aplicativo liberou a opção de transferir dinheiro entre os usuários por uma plataforma mediada pelo Facebook. Repercussão no exterior Mesmo com a opção de "opt-out" na Europa, as autoridades locais têm exigido mais transparência do Facebook e do WhatsApp sobre a nova política. A autoridade de privacidade da Alemanha ordenou que o Facebook pare de coletar os dados de usuários do WhatsApp, segundo a agência Bloomberg. O regulador afirmou que a tentativa de as empresas fazerem com que os usuários aceitem os novos termos é ilegal. No Reino Unido, o órgão de privacidade local enviou no começo do ano uma carta pedindo mais informações sobre a nova política. A Itália também pediu esclarecimentos. A Índia solicitou, em janeiro, que o WhatsApp cancelasse os novos termos e, em março, abriu uma investigação, sob acusação de violações das leis de concorrência. A Turquia também investiga o WhatsApp por abuso de poder econômico. "Não basta somente sinais e recomendações, precisamos garantir que as recomendações das autoridades sejam seguidas", disse Arduini. "Não podemos tirar do nosso foco é que o compartilhamento de dados continua sendo ilegal, não deve ser realizado agora, nem nunca. Como estão fazendo e respeitando no continente europeu. Não tem o porquê os brasileiros terem esse compartilhamento feito", completou. O que acontece se eu não aceitar os termos? Na última sexta (7), o WhatsApp detalhou o que vai acontecer com as as contas que não derem o aval para a nova política de privacidade até o dia 15 de maio. Segundo o aplicativo, nenhuma conta será apagada e o aplicativo vai continuar funcionando na data. Porém, aqueles que não tiverem concordado com os novos termos irão ver um lembrete com mais frequência e, com o tempo, irão deixar de ter acesso a funcionalidades. SAIBA MAIS: Veja quais opções do WhatsApp podem ficar limitadas O aplicativo não detalhou em quanto tempo as restrições serão aplicadas. "A ideia é pegar ou largar. Isso, definitivamente, não é liberdade e nesse aspecto está em desacordo com a LGPD", disse o professor de direito Paulo Rená. Veja Mais

Jorge Lucki: Promotor do ‘Julgamento de Paris’ fez os franceses se mexerem

Valor Econômico - Finanças Promotor do ‘Julgamento de Paris’, Steven Spurrier colocou em discussão muitas questões e fez os produtores franceses se mexerem Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

As muitas caras do espião de Viet Thanh Nguyen

Valor Econômico - Finanças Viet Thanh Nguyen retoma personagem de ‘O simpatizante’ Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Com ‘Pequena coreografia do adeus’, Aline Bei fortalece discurso feminista

Valor Econômico - Finanças “Pequena coreografia do adeus” retrata opressão feminina Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Justiça exclui ISS da própria base de cálculo

Valor Econômico - Finanças Juíza do Rio fundamentou liminar na decisão do STF que excluiu o ICMS do cálculo do PIS e da Cofins A Justiça do Rio de Janeiro autorizou uma empresa de tecnologia da informação a excluir do cálculo do ISS o próprio imposto municipal e o PIS e a Cofins. É a primeira decisão no Estado a vedar o chamado cálculo por dentro - ou seja, a inclusão do ISS na sua própria base. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Após tombo por inflação, Wall Street avança

Valor Econômico - Finanças VIX, conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street, recuou 16,17% na sessão, terminando o dia aos 23,13 pontos Os agentes financeiros receberam novas evidências ontem de que a pressão inflacionária é crescente nos EUA, com os números do índice de preços ao produtor atingindo uma máxima da série histórica. Mesmo assim, o dia foi de relativo alívio em Wall Street, com as bolsas fechando em alta e os rendimentos dos Treasuries recuando, dinâmica que sugere um reajuste parcial de posições, após as oscilações bruscas da véspera. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

G2D e GetNinjas concluem IPO; Dotz suspende oferta

Valor Econômico - Finanças Volatilidade levou a ajustes nas operações; no ano, bolsa conta com 27 novatas A plataforma de serviços GetNinjas e a G2D, subsidiária da GP Investimentos, concretizaram IPOs (sigla em inglês para ofertas públicas iniciais de ações) ontem, apesar dos dias ainda difíceis no mercado de capitais. Ambas enfrentaram volatilidade e pouco interesse de investidores, mas fizeram ajustes nas ofertas e vão chegar à bolsa no dia 17. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Modalmais cria estrutura para crescimento

Valor Econômico - Finanças Aquisições pavimentaram o terreno; no 1º trimestre, banco teve incremento de R$ 3 bi em ativos sob custódia Na primeira divulgação de resultados após a estreia do Modalmais na B3, o copresidente do banco digital Cristiano Ayres destacou os tíquetes médios mais altos na captação, e a estrutura criada via aquisições que pavimenta o terreno para um crescimento acelerado. As sinergias com o Credit Suisse, que entrou para a sociedade no ano passado, com a opção de adquirir até 35% da operação, começam a aparecer. Neste mês, coloca na rua o Modalmais Premium, em que os clientes da plataforma passam a ter acesso ao asset allocation do grupo suíço. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

STF concede a Pazuello direito de se calar na CPI da Covid

Valor Econômico - Finanças Mais cedo, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou ao Supremo que o ex-ministro terá o direito ao silêncio respeitado se assim desejar, mas que a sua negativa em responder aos questionamentos vai dificultar as investigações da comissão O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) , concedeu um habeas corpus para que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tenha direito ao silêncio ao depor na CPI da Covid. Na noite da última quinta-feira, a Advocacia-Geral da União (AGU), com respaldo do presidente Jair Bolsonaro, impetrou o pedido no Supremo em defesa de Pazuello. Mais cedo, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou ao Supremo que o ex-ministro terá o direito ao silêncio respeitado se assim desejar, mas que a sua negativa em responder aos questionamentos vai dificultar as investigações da comissão. Ministro Eduardo Pazuello Pablo Jacob/Agência O Globo Veja Mais

Dono da JJ Invest é condenado a três anos após sumir com até R$ 120 milhões de clientes

Valor Econômico - Finanças Jonas Jaimovick vai poder recorrer em liberdade e pode substituir a pena pelo pagamento de 15 salários mínimos a instituições beneficentes Jonas Jaimovick, que aplicou golpe financeiro multimilionário em milhares de investidores por meio da gestora fraudulenta JJ Invest, foi condenado, na quinta-feira, a três anos de prisão pela Justiça Federal do Rio. Mas o juiz Ian Legay Vermelho, da 2ª Vara Federal Criminal, determinou a substituição da pena pelo pagamento de 15 salários mínimos a instituições beneficentes e prestação de serviço comunitário. Jaimovick será solto e recorrerá em liberdade. Antes, o empresário havia ficado foragido por quase dois anos, depois que uma série de reportagens do "O Globo" revelou que sua empresa era investigada pela Polícia Federal e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que levou a uma corrida de pedidos de resgate por seus clientes. A condenação de Jaimovick foi primeiro publicada pela coluna de Lauro Jardim, no site do O Globo. A advogada Rosane Garcia, que defende Jaimovick, afirmou que o empresário deve ser solto ainda nesta sexta-feira. Ele está preso em Bangu 8. O empresário foi condenado por dois crimes: operar entidade financeira clandestina e de ter emitido valor mobiliário— neste caso, entendeu-se que o contrato de investimento oferecido pela JJ Invest seria um valor mobiliário — falsos e sem autorização. As penas poderiam chegar a 12 anos de prisão, mas a Justiça levou em conta atenuantes, como o fato de Jaimovick ter confessado o crime. “Verifico que o crime imputado foi praticado sem violência ou grave ameaça e sendo assim, o réu preenche os requisitos que autorizam sua substituição”, justificou o magistrado em sua sentença. A defesa de Jaimovick vai recorrer da decisão. Em sua sentença, o juiz Legay Vermelho observou que os próprios clientes da JJ Invest foram negligentes na hora de avaliar a legalidade da gestora fraudulenta, o que teria sido motivado, segundo o magistrado, por “grau considerável e reprovável de avidez.“ “O comportamento das vítimas milita em favor do réu, visto que a rentabilidade por ele prometida é evidentemente acima daquela obtida nas opções de investimento conhecidas e acessíveis ao grande público (…). É dizer, diante do fabuloso retorno prometido (em torno de 10% ao mês!), somente um grau considerável e reprovável de avidez redundaria na entrega de recursos a Jonas Jaimovick, sem que antes fosse realizada uma avaliação mínima acerca da regularidade da empresa ou consistência no destino dos valores aportados, ou seja, às cegas”, escreveu Legay Vermelho. Embora esteja livre para deixar a cadeia, Jaimovick ainda é investigado em outros inquéritos da Polícia Federal por crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, apropriação de valores pertencentes à instituição financeira e fraude contra investidores. Essas investigações podem resultar em novos processos e condenações. Além disso, ele responde a 216 processos cíveis, movidos por clientes que tiveram prejuízo no esquema. A gestora clandestina JJ Invest teria desaparecido com R$ 170 milhões de pelo menos três mil credores, mas nem a Justiça sabe ao certo se essas cifras procedem. Em depoimento, Jaimovick também não soube dizer ao certo quanto causou em prejuízos, mas estimou que o valor fique entre R$ 70 milhões e R$ 120 milhões. Sustentou que não ficou com o dinheiro, que teria sido inteiramente gasto com ressarcimento a clientes insatisfeitos e perdas na Bolsa. A Justiça não encontrou os recursos em contas bancárias vinculadas a Jaimovick e à JJ Invest, tampouco identificou bens substanciais em seus nomes. Jonas Jaimovick quando foi preso na Barra da Tijuca Reprodução / TV Globo via G1 Veja Mais

Sindicato do IBGE diz que decisão do STF é “luz no fim do túnel do apagão estatístico”

Valor Econômico - Finanças Nesta sexta, o plenário do Supremo determinou a realização do Censo Demográfico em 2022 O Núcleo Chile do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ASSIBGE) comemorou nesta sexta-feira a decisão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da realização do Censo Demográfico em 2022, ao classificá-la como “uma luz no fim do túnel do apagão estatístico que o país vive, com o atraso de dois anos da pesquisa censitária”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Réu entra em julgamento on-line usando palavrão como nome e deixa juiz furioso

G1 Economia Caso aconteceu nos EUA em reunião no Zoom, serviço de videoconferência. Mesmo juiz teve audiência em que vítima e acusado estavam juntos em apartamento. Juiz nos EUA passa por situações delicadas durante audiências on-line Um julgamento on-line no Michigan, nos Estados Unidos, gerou uma situação inusitada: o réu, acusado por posse de itens relacionados ao uso de drogas, entrou na videoconferência do Zoom utilizando um apelido sexual. Quando foi autorizado na sala, o homem estava identificado como "Buttf*cker 3000", palavrão que faz referência a sexo. O juiz Jeffrey Middleton, então, perguntou qual era o seu nome verdadeiro. Juiz Jeffrey Middleton em audiência em que réu entrou com apelido sexual no app de videochamadas. Reprodução/Twitter O réu pareceu confuso com a pergunta e questionou "eu?". Em seguida, relevou a identidade: Nathaniel Saxton. "Seu nome não é Buttf–ker 300, você, que logou no meu tribunal com esse nome na tela?", reclamou o juiz. SAIBA MAIS: Não pague de 'gatinho' na videoconferência: veja como desativar filtros Initial plugin text Saxton se defendeu dizendo que ele não teria digitado o nome e pediu desculpas. Em seguida, o juiz o removeu da sala e pediu para que ele "pensasse sobre como se identifica na internet". O Zoom permite mudar o nome de exibição a qualquer momento da chamada. Ao passar o mouse sobre a própria imagem, o usuário pode clicar no ícone de três pontos e em seguida escolher a opção "renomear". Para evitar situações constrangedoras, lembre-se se verificar o vídeo e seu nome antes de entrar em uma conversa on-line. Acusado e vítima no mesmo apartamento O juiz Jeffrey Middleton passou por outra situação incomum em julgamentos por videochamadas. Em março, uma defensora pública estava fazendo perguntas para uma mulher vítima de violência e percebeu, pelas imagens, que ela estava no mesmo apartamento que o acusado. A polícia foi até o local e o prendeu. Middleton disse que nunca tinha passado por uma situação como aquela. Relembre advogado que usou filtro de 'gatinho' Vídeo de advogado que participou de audiência virtual com filtro de gatinho viraliza Veja Mais

Oposição tenta sustar portaria que permite ‘supersalários’ a Bolsonaro e ministros

Valor Econômico - Finanças Cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira, pautar a proposta Partidos de oposição tentam suspender a portaria do Ministério da Economia que permitiu ao presidente Jair Bolsonaro e ministros da cúpula do governo ganharem salários superiores ao teto do funcionalismo público, de R$ 39,7 mil, equivalente aos vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Eles apresentaram projetos de decreto legislativo para que a portaria seja suspensa, mas cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pautar a proposta — ele tem consultado os líderes partidários todas as semanas sobre os projetos que serão incluídos na pauta, mas nesta semana não houve reunião. Pela portaria, as aposentadorias e pensões de servidores não são incluídas no teto — elas teriam um teto à parte, também de R$ 39,7 mil. Com isso, Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão e ministros como o chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, podem receber tanto as aposentadorias como militares da reserva como os salários pelos cargos que ocupam. Valter Campanato/Agência Brasil Até a publicação dessa portaria, os salários, aposentadorias e pensões era todos somados e cortados quando ultrapassassem o teto salarial do funcionalismo previsto na Constituição. A mudança causará um gasto adicional de R$ 180 milhões para os cofres públicos. Parlamentares como o vice-líder do PSB, Elias Vaz (GO), e o líder do PT, Elvino Bohn Gass, protocolaram os projetos para sustar essa nova portaria. Eles precisam ser aprovados pelo plenário da Câmara e do Senado para terem efetividade. “Em um momento de crise financeira, em plena pandemia que tem deixado várias famílias dependendo de um auxílio emergencial insuficiente de R$ 250, o governo apresenta uma medida para beneficiar o presidente e o alto escalão, e que não teve aprovação prévia do Congresso Nacional. É vergonhoso", afirmou Vaz. Veja Mais

Queiroga diz que assina contrato definitivo por com a Pfizer nesta sexta

Valor Econômico - Finanças Segundo ele, objetivo é que vacinas cheguem a toda população acima de 18 anos neste ano O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que será assinado nesta sexta-feira, de maneira definitiva, um contrato para a compra de mais 100 milhões de doses do imunizante contra covid-19 com a farmacêutica Pfizer. O objetivo do Ministério da Saúde, disse, é que as vacinas cheguem a toda a população acima de 18 anos até o fim do ano. Queiroga deu as declarações em cerimônia de vacinação de atletas que vão para as Olimpíadas de Tóquio, no Centro de Capacitação Física do Exército (CCFEx), na Zona Sul do Rio de Janeiro. “Há um ano, somos atacados pelo novo coronavírus, que tem vitimado a nossa gente”, disse. “Agora, temos nas Olimpíadas um alento para o nosso povo”, continuou. “O esforço para vacinar é um esforço de todos os governos. Ter vacinas em espaço de tempo tão curto é um milagre da ciência. E dá a esperança de pôr fim à pandemia.” Marcelo Queiroga Marcello Casal Jr/Agência Brasil O ministro informou que as vacinas para os atletas vêm de cooperação com a Pfizer e Sinovac, responsável pela Coronavac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo. “Os excedentes das vacinas para atletas vão para o PNI [Programa Nacional de Imunizações], do ministério”, completou. Segundo ele, 1.800 atletas brasileiros serão imunizados com a vacina da Pfizer, com intervalo de 21 dias entre as duas doses. A vacinação de atletas foi compactuada com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e não conduzirá a qualquer prejuízo na imunização da população brasileira, disse. Na ocasião da cerimônia, o ministro afirmou que “a vacinação vai muito bem” no Brasil, que “já é o quinto país que mais distribui [vacinas no mundo]”. IFA Ele disse que o Brasil mantém boas relações com a China, país responsável pela remessa do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), para produção da vacina. “Temos relações muito boas com todos os países, inclusive com a China. Eu me reuni pelo menos duas ou três vez com o embaixador Yang”, disse, referindo-se ao embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. “E não há nenhum problema diplomático com a China.” O ministro comentou ainda a interrupção na produção da Coronavac pelo Instituto Butantan, em São Paulo, por falta de IFA. “A questão do Butantan com a China é contratual e espero que o suprimento de IFA aconteça normalmente, e se regularize, e tenhamos também a Coronavac como tem sido desde o início do ano.” Segundo o ministro, há uma carência mundial de IFA no mercado. “E o ministério da Saúde tem trabalhado junto com o das Relações Exteriores para que tenhamos IFA. É uma luta, esforço coletivo.” Queiroga disse que o Brasil será autônomo pra produzir o IFA da vacina contra covid-19. “Isso é fruto de um acordo de transferência de tecnologia. Esse acordo está na iminência de ser assinado entre AstraZeneca e Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz]”, afirmou, lembrando da parceria entre as duas organizações para elaboração do imunizante do tipo Oxford/AstraZeneca. “Isso significa a produção de pelo menos um milhão de doses todos os dias pela Fiocruz. Há pequenos detalhes a serem resolvidos entre Fiocruz e AstraZeneca”, afirmou. Queiroga falou ainda que o país deve receber doses de vacina do consórcio Covax Facility, aliança mundial para aquisição e posterior distribuição de vacinas contra covid-19 para os países mais pobres. CPI da Covid Queiroga reiterou sua disponibilidade de comparecer novamente à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, que ocorre em Brasília. “Meu dever, como cidadão brasileiro, é ficar à disposição. Se os senadores julgarem que é importante que eu vá prestar novos esclarecimentos, irei ao Senado como fui pela primeira vez, entrando pela porta da frente.” Durante a cerimônia, ele foi questionado sobre negociações entre governo e farmacêutica Pfizer, no ano passado, que foram objeto de debates acalorados na CPI nesta semana. “Não estou aqui para julgar ninguém, sou ministro da Saúde, não posso julgar negociações [com Pfizer]”, respondeu. Veja Mais

Arezzo &Co: Linha de vestuário da Schutz deve trazer cerca de R$ 200 milhões em faturamento ao ano, diz Birman

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Sem eventos no Brasil, T4F tem prejuízo 20% menor

Valor Econômico - Finanças Empresa de entretenimento teve uma perda de R$ 11 milhões no 1º trimestre O prejuízo da empresa de entretenimento T4F caiu 20% no primeiro trimestre, em comparação ao registrado no mesmo período de 2020, para R$ 11 milhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ser Educacional espera que cursos digitais representem mais de 50% da base de alunos

Valor Econômico - Finanças Grupo matriculou 56 mil calouros em cursos digitais nos primeiros quatro meses do ano A Ser Educacional estima que o volume de alunos em cursos digitais ultrapasse os 50% num curto prazo, segundo Jânyo Diniz, presidente da companhia, que realizou nesta sexta-feira teleconferência para analistas e investidores. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Grupo Mateus mantém plano de abrir 40 novas lojas neste ano

Valor Econômico - Finanças Até agora, o grupo inaugurou 18 lojas, sendo a última um atacarejo em São Luiz O presidente do Grupo Mateus, Ilson Mateus Rodrigues, destacou que a empresa tem um forte portfólio de abertura de lojas pela frente. Até agora, o grupo inaugurou 18 lojas, sendo a última um atacarejo em São Luiz. “Temos faturamento muito bom. Sete lojas estão em acabamento, e quatro lojas novas já em estrutura metálica”, disse, apontando um total de 29 novas lojas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras diz que vendas de ativos já somaram US$ 2,5 bilhões em 2021

G1 Economia Estatal planeja vender cerca de metade de sua capacidade de refino, mantendo os ativos no Sudeste, principal centro consumidor. A Petrobras informou nesta sexta-feira (14) que os desinvestimentos neste ano até 11 de maio somaram US$ 2,5 bilhões, registrando ainda entrada de caixa das vendas de ativos de US$ 472 milhões, de acordo com apresentação divulgada ao mercado antes da teleconferência de resultados. Petrobras reverte prejuízo e tem lucro de R$ 1,16 bilhão no primeiro trimestre Sede da Petrobras, localizada na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro, passará pela sua primeira reforma completa desde que foi inaugurado, no começo dos anos 1970 André Motta de Souza / Agência Petrobras Em meio a um processo de venda de refinarias, a estatal destacou que o custo operacional do refino de petróleo da empresa caiu para R$ 1,4 bilhão no primeiro trimestre, versus R$ 1,6 bilhão no mesmo período de 2020. O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse em mensagem gravada para a teleconferência de resultados, nesta sexta-feira (14), que a empresa está desinvestindo para investir "mais e melhor", concentrando esforços em plantas de refino próximas ao pré-sal. Pelo plano da Petrobras, ela deverá vender cerca de metade de sua capacidade de refino, mantendo os ativos no Sudeste, principal centro consumidor. A principal venda de ativo fechada foi justamente a refinaria Landulpho Alves (Rlam) e seus ativos logísticos associados, para a Mubadala Capital, por US$ 1,65 bilhão. "Essa ação planejada de gestão de portfólio irá dobrar produção de diesel S-10 nos próximos anos", afirmou ele, citando o combustível com menor teor de enxofre. As vendas de diesel S-10 já chegam a cerca de 55% do total comercializado pela empresa. Em nota nesta sexta-feira, o Itaú BBA elevou a recomendação da Petrobras e citou que o novo CEO sinalizou que a companhia vai seguir com o plano de vendas de ativos. Veja Mais

Morre Jorge Picciani, ex-presidente da Alerj

Valor Econômico - Finanças Político fazia tratamento contra câncer e estava em um hospital em São Paulo Jorge Picciani, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), faleceu de câncer, informa a TV Globo, segundo informações apuradas pelo jornal “Bom Dia Rio”. De acordo com apuração da TV Globo, Picciani morreu em um hospital em São Paulo, onde fazia tratamento contra câncer. Picciani era um político do MDB e começou como deputado estadual pelo Rio de Janeiro na década de 1990. Teve seis mandatos na Alerj. Pecuarista do Sul Fluminense, entrou na carreira política na década de 90. Teve quatro presidências na Alerj entre 2003 e 2010. Sua carreira política tem histórico de controvérsias. Em 2017, foi alvo de mandado de condução coercitiva expedido pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) no âmbito da Operação Cadeia Velha. Segundo informações veiculadas na época na imprensa e por força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio, na época, Picciani era suspeito de comandar suposto esquema de distribuição de propinas entre deputados estaduais na Alerj. Também foi alvo, em 2018, de mandado de prisão preventiva no âmbito da Operação Furna da Onça, desdobramento da Lava-Jato no Rio. Pai de cinco filhos, entre eles o também político e ex-ministro do Esporte do Brasil e deputado federal por quatro mandatos Leonardo Picciani, o pecuarista e político faleceu com 66 anos de idade. Procurada para se manifestar a respeito da morte do político, por meio de sua assessoria de imprensa, a Alerj não se pronunciou até o momento. O ex-presidente da Alerj Jorge Picciani Márcio Alves/Agência O Globo Veja Mais

Leia as manchetes desta sexta-feira dos principais jornais brasileiros

Valor Econômico - Finanças Veja os destaques da imprensa nacional VALOR - Supremo encerra disputa bilionária sobre o ICMS - Projeto prevê mudanças no IR e em isenções - Governo ignorou ofertas da Pfizer desde agosto - Mais grave, 2ª onda impacta planos de saúde O GLOBO - País deixou de receber, até março, 4,5 milhões de doses - Afrouxamento de fiscalização ambiental gera reações - Barroso: "Urna eletrônica é solução, não problema" - Nordeste tem mais alta taxa de rejeição a Bolsonaro FOLHA DE S.PAULO - CPI avança e expõe indícios de negligência com vacinas - Ex-secretário de Cabral nega pagamento a Toffoli - Anvisa aprova uso de tratamento com anticorpos - Governo admite risco de perda de 2,3 mi de testes O ESTADO DE S.PAULO - Depoimento da Pfizer na CPI reforça suspeita de 'gabinete paralelo' - Israel amplia ataques a Gaza e chama 9 mil reservistas - STF impõe derrota à União em caso de PIS/Cofins - Câmara alivia controle sobre licenciamento ambiental Veja Mais

4 empresas abrem vagas de emprego; veja lista

G1 Economia Ingredion, Peers Consulting, Grupo Movile e VLI são as empresas com seleções abertas. As empresas Ingredion, Peers Consulting, Grupo Movile e VLI estão com vagas de emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos. Veja mais vagas de emprego pelo país Ingredion A Ingredion está com inscrições abertas para o Global Training for Operations Program (GTO Program), que tem como objetivo desenvolver jovens líderes para a área de Operações da multinacional. A edição de 2021 terá oito vagas para América do Sul. No total, são cinco oportunidades no Brasil, sendo três vagas com base de trabalho durante o primeiro ano em Mogi Guaçu/SP e duas em Balsa Nova/PR. As outras três vagas são em Cali, na Colômbia. As inscrições podem ser feitas até 17 de maio pelo link. O GTO Program realiza a sua primeira edição sulamericana para atrair talentos nas áreas de Engenharia, Melhoria Contínua, Produção Industrial, Confiabilidade/Manutenção Industrial, Qualidade, Segurança e Meio Ambiente, Logística, Planejamento de Demanda, Comércio Exterior e Compras. Entre os principais requisitos estão nível superior completo em Engenharia, Química, Administração, Gestão de Logística, Comércio Exterior e áreas correlatas; inglês fluente; perfil de liderança; mobilidade para viajar e se realocar durante os três anos de programa e aspiração por desenvolver uma carreira de liderança em operações industriais. O programa tem a duração de três anos e segue um modelo de rotação anual de base de trabalho, com oportunidade de alocação fora do país. As vagas para os participantes baseados no Brasil serão no modelo CLT (horário integral) com direito a benefícios como VT / Fretado para fábricas; VR ou restaurante no local de trabalho; plano médico e odontológico (inclui dependentes); auxílio medicamentos; seguro de vida; previdência privada; GymPass; ajuda de custo com moradia e realocação; custos educacionais de acordo com a grade do programa; custos de viagem de acordo com a grade do programa e remuneração compatível com o mercado (fixo e programa de remuneração variável). Peers Consulting A Peers Consulting está contratando 100 profissionais para projetos de diversos segmentos em todo o Brasil. Os principais cargos pretendidos são de Consultor Sênior, Líder de Time e Gerente de Engajamento. Os candidatos devem ter graduação em engenharia, administração, economia, matemática, ciências da computação e ciências exatas, além de experiência, de no mínimo 4 anos, em projetos/consultoria. Outros requisitos necessários são inglês avançado, disponibilidade para viagens e conhecimento em pacote office e desejável nas ferramentas BI (Qlick View, Tableau e Power BI). Para os cargos gerenciais, estão inclusos os benefícios de compra/aluguel de veículo, investimento em educação continuada e/ou MBA/pós-graduação, seguro de vida privado, além da relação básica de benefícios como vale-refeição, auxílio transporte e assistência médica integral para titular e dependentes. A consultoria também oferece incentivo financeiro mensal para prática de esportes e bem-estar, como academia, aluguel de quadra de tênis, participação em grupos de corrida, yoga, meditação, etc. Os colaboradores ainda têm direito a consulta anual com nutricionista e check-up em centros de referência. Os currículos podem ser enviados pelo link disponível no site da companhia. Grupo Movile O Grupo Movile tem 27 vagas abertas para posições de gerência e alta liderança, nas empresas Movile, MovilePay, Sympla, Zoop, PlayKids, Afterverse, iFood, e Mensajeros Urbanos. Profissionais de todas as regiões do Brasil e também em países da América Latina podem se candidatar. Dentre as vagas oferecidas, há posições para gerentes, coordenadores e algumas em nível de diretoria e para C-Level. Além de posições em tecnologia, há oportunidades para profissionais que atuam em áreas como vendas, marketing, recursos humanos, estratégia, finanças e outras. Todas elas são para home office por tempo indeterminado e grande parte das vagas terá a possibilidade de trabalho remoto definitivo. As vagas podem ser encontradas no site: http://www.movile.com.br/carreiras. VLI A VLI está com processo seletivo aberto para 14 vagas para jovens aprendizes de manutenção em Paulínia (SP). Podem se inscrever jovens com ensino médio completo; que morem em Paulínia, Campinas, Sumaré ou Hortolândia; e tenham disponibilidade para uma jornada diária de oito horas. O curso, específico para a área de manutenção ferroviária, será desenvolvido em parceria com o Senai. O período de aprendizagem tem duração de até dois anos e há chances de efetivação quando ele for concluído. Os interessados devem se inscrever pela página de carreira da empresa. Os selecionados terão uma bolsa no valor de R$ 1.100; cartão-refeição, vale-alimentação; vale-transporte e/ou ônibus fretado (dependendo da localização em que irá trabalhar); assistência médica e odontológica; Gympass (plataforma de academias, com foco em sua saúde e bem-estar); desenvolvimento profissional (por meio da Universidade Corporativa); cesta de Natal; além de uma rede de descontos em várias lojas, restaurantes, salões e outros. Veja Mais

Em ‘Mães de Verdade, Naomi Kawase retrata o drama da adoção em sociedade machista

Valor Econômico - Finanças Drama representou o Japão na busca por vaga ao Oscar 2021 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Estratégias das empresas centenárias para sobreviver a pandemias e guerras mundiais

Valor Econômico - Finanças Para marcas como Aviação, Granado e Lupo, pandemia de covid-19 é mais uma de muitas crises já enfrentadas Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

As fotos carregadas de significados de German Lorca

Valor Econômico - Finanças As coisas pequenas ficavam grandes nas imagens do fotógrafo Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

O Brasil sombrio e em chamas de Vânia Mignone

Valor Econômico - Finanças Com exposição em cartaz e livro, artista diz que não há como não ser influenciada pela política e pela realidade em sua obra Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Ações ligadas ao ciclo econômico devem se destacar

Valor Econômico - Finanças Aceleração da vacinação deve ajudar na recuperação da economia As nuvens carregadas e escuras no horizonte da economia brasileira nos faz duvidar em alguns momentos de que a retomada da atividade virá. Mas analistas de mercado garantem que sim e muitos investidores já estão ajustando suas carteiras de ações para embolsar lucros polpudos quando a economia voltar a entrar nos trilhos. Vale lembrar que os mercados acionários antecipam em seus preços os movimentos esperados para a economia real. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Órama se une à Hunter para reforçar área de banco de investimento

Valor Econômico - Finanças A Órama se uniu à Hunter Capital, empresa especializada em assessoria em fusões e aquisições, dívida estruturada e mercado de capitais, com o objetivo de reforçar sua área de banco de investimentos. Segundo o presidente da Órama, Habib Nascif Neto, o objetivo da parceria é oferecer aos clientes -sejam empresas ou investidores - uma plataforma completa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Casa Civil confirma portaria que restringirá voos da Índia para o Brasil

Valor Econômico - Finanças Anvisa recomendou a medida diante da detecção de uma nova variante da covid-19 no país A Casa Civil confirmou nesta sexta-feira que incluirá a Índia na lista de países com restrição de voos para o Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a medida diante da detecção de uma nova variante do vírus da covid-19 e da escalada de casos e mortes pela doença naquele país. A Casa Civil não detalhou a partir de quando a medida será adotada. “Desde o envio da recomendação da Anvisa, a Casa Civil tem se reunido com o órgão e demais ministérios envolvidos nos trâmites para minimizar prejuízos com a decisão. O resultado disso será a edição de uma nova Portaria que irá incluir a Índia na lista de países com restrição de voos internacionais oriundos daquele país com destino ao Brasil”, confirmou a pasta em nota. “Na portaria fica explícito a liberação de voos de cargas, para evitar prejuízos econômicos e de saúde, uma vez que recebemos insumos da Índia para vacinas contra covid-19”, afirmou a Casa Civil. Channi Anand/AP Veja Mais

Commodities: Em novo tombo, milho recua mais de 4% em Chicago

Valor Econômico - Finanças Soja e trigo fecharam a sessão em alta Pelo segundo dia seguido, o milho fechou com baixa expressiva na bolsa de Chicago. Nesta sexta-feira, o contrato para julho, atualmente o mais negociado, caiu 4,59% (31 centavos de dólar), a US$ 6,4475 o bushel. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

TSE lança campanha em defesa da urna eletrônica

Valor Econômico - Finanças O lançamento ocorreu um dia depois de a Câmara dos Deputados instalar uma comissão especial para analisar a PEC do voto impresso O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, lançou hoje campanha sobre a segurança da urna eletrônica, que nesse ano completa 25 anos de uso no país. O lançamento ocorreu um dia depois de a Câmara dos Deputados instalar uma comissão especial para analisar a proposta de emenda constitucional (PEC) do voto impresso. Apesar do “timing”, o ministro afirmou que a campanha não era uma “uma resposta a ninguém”. “Não é uma campanha de polemização”, disse. O voto impresso é uma bandeira defendida pelo presidente Jair Bolsonaro que desde 2018, lança dúvidas sobre a segurança do voto eletrônico, embora não tenha apresentado provas de problemas no equipamento. Barroso também anunciou a criação de uma comissão externa para acompanhar todo o processo de votação eletrônica. A ideia é que façam parte deste comitê representantes dos partidos, de instituições e universidades. Em sua fala, Barroso defendeu que a urna eletrônica “mudou a qualidade da democracia no Brasil” e que, até hoje, jamais se comprovou “sequer um caso de fraude”. Ele também afirmou que, embora o Congresso seja o lugar certo para discutir a utilização do voto impresso, cabe à Justiça Eleitoral apontar quais a “inconveniências” da aprovação de uma PEC com esse propósito. O primeiro ponto citado pelo ministro foi o alto custo. Segundo ele, a estimativa de R$ 2 bilhões já estaria até defasada, diante do aumento do dólar. Ele também apontou para o risco da quebra do sigilo do voto e do aumento da judicialização do resultado das eleições. A proposta que será debatida na Câmara mantém a urna eletrônica, mas determina a impressão do voto. A versão em papel serviria para se fazer a checagem posterior do resultado eleitoral. Citando o exemplo do ex-presidente Donald Trump nos Estados Unidos, o ministro disse ainda que o voto impresso não vai acabar com o discurso de quem propaga que há fraude nas eleições. “Eu acho que seria inútil relativamente ao discurso da fraude, porque esse é um discurso político. Nos Estados Unidos havia voto impresso e boa parte das pessoas que defende o voto impresso no Brasil afirmaram que houve fraude nas eleições americanas. Portanto, ficaríamos no mesmo lugar." Para ele, a o voto impresso seria “um custo, um risco e uma inutilidade, porque eles vão continuar achando a mesma coisa”. Barroso, no entanto, ponderou que se a PEC for aprovada pelo Congresso e não for considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), caberá às instituições tomarem as medidas necessárias para implementar o novo modelo de votação. Ele também voltou a afirmar que qualquer suspeita de ilegalidade nos resultados eleitorais deve ser encaminha ao TSE. “Se alguém trouxer alguma suspeita, imediatamente será apurada. Eu respeito quem defende o voto impresso, mas falar em fraude é retórica política.” Nelson Jr./ ASICS/TSE Veja Mais

Petrobras diz que manterá política de preços, mas com frequência 'intermediária' de reajustes

G1 Economia Diretor de Comercialização e Logística, Cláudio Mastella, disse que métrica baseada nos preços do mercado internacional é 'fundamental para manter competitividade', mas que frequência dos reajustes será diferente do passado. Sede da Petrobras, localizada na Avenida Chile, no Centro do Rio de Janeiro André Motta de Souza / Agência Petrobras A Petrobras decidiu que irá manter a política de preços de combustíveis baseada na paridade de importação, ou seja, alinhada ao mercado internacional. Todavia, a frequência de reajustes será "intermediária", se comparada ao que era feito até então. A informação foi dada nesta sexta-feira (14) pelo diretor de Comercialização e Logística, Cláudio Mastella. "No passado, a gente já praticou frequências muito baixas e frequências muito altas de reajuste. Optamos por uma frequência intermediária, mas mantém a mesma lógica que mantemos há dois anos", disse Mastella durante coletiva de imprensa para comentar os resultados financeiros da companhia no primeiro trimestre deste ano, que fechou com lucro de R$ 1,16 bilhão. Petrobras reverte prejuízo e tem lucro de R$ 1,16 bilhão no primeiro trimestre Vendas de ativos já somaram US$ 2,5 bilhões em 2021, diz Petrobras Desde 2019 a Petrobras revisa os preços dos combustíveis com base no que é cobrado no mercado internacional. Questionado, Mastella disse que a companhia manterá monitoramento diário dos preços, porque "é fundamental para a gente manter a competitividade". Porém, não haverá datas pré-definidas para aplicação dos reajustes. O diretor disse, ainda, que será feita uma avaliação anual das métricas de preços, também com o objetivo de "manter uma visão conjunta de que nossos preços seguem com competitividade". Pela manhã, durante teleconferência com analistas e investidores para apresentação dos resultados, o diretor de comercialização e logística da Petrobras já havia adiantado que a política de preços seria mantida. Segundo a Reuters, ele enfatizou que a companhia vai evitar repassar a volatilidade do mercado internacional aos consumidores brasileiros. "Na prática, não repassar imediatamente oscilações do mercado externo ou do câmbio para o consumidor interno, e ao mesmo tempo manter os nossos preços em nível competitivo com os nossos competidores", disse Mastella, sem detalhar como isso será feito. Foi justamente a alta frequência de reajustes nos preços dos combustíveis, em decorrência da alta elevação de preço do petróleo no mercado internacional, que resultou na demissão de Roberto Castello Branco da presidência da estatal após intervenção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Na coletiva de imprensa à tarde, Mastella afirmou também que desde o segundo semestre do ano passado a companhia adota uma política mais agressiva de precificação para gerar rentabilidade à empresa. "A politica de preços que praticamos é transpartente e em equilíbrio com o mercado internacional", disse o executivo. Para lidar com a variação cambial, Rodrigo Araujo, diretor financeiro e de relacionamento com investidores, afirmou que a empresa trabalha com dólar futuro e realiza exportações com a moeda norte-americana para neutralizar o impacto da desvalorização do real. "A companhia tem um equilibro importante à exposição ao dólar", garantiu. Desde que o general Joaquim Silva e Luna - escolhido por Bolsonaro para substituir Castello Branco no comando da estatal - tomou posse, no dia 19 de abril, a Petrobras realizou apenas um reajuste de preços, que foi aplicado no dia 30 do mesmo mês. Antes disso, os preços haviam sido reajustados por dez vezes desde janeiro. Luna e Silva não participou da coletiva de imprensa para divulgação dos resultados, assim como também não havia participado da teleconferência com analistas e investidores. Para o evento direcionado ao mercado, no entanto, ele gravou um vídeo, com cerca de sete minutos de duração, no qual declarou que dará continuidade ao que vinha sendo executado na companhia na gestão anterior. Veja Mais

Ajuste mais acelerado do juro é chave para controlar expectativas de inflação, diz diretor do BC

Valor Econômico - Finanças "O mundo mudou, as condicionantes mudaram e o BC se ajustou", diz Bruno Serra, da área de Política Monetária da instituição O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra Fernandes, afirmou nesta sexta-feira que o ajuste mais acelerado dos juros que o autoridade tem implementado desde março “é a chave para controlar as expectativas [de inflação] e para garantir que esse choque seja, de fato, temporário”. A avaliação foi feita em evento organizado pelo Credit Suisse, no qual Serra também defendeu a maior transparência do BC tanto na linguagem quanto nos dados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Entenda o que deflagrou o mais recente confronto entre Israel e palestinos

Valor Econômico - Finanças O confronto, desencadeado por velhas e novas tensões, ameaça agravar a já turbulenta região Os confrontos entre palestinos e a polícia israelense na cidade contestada de Jerusalém rapidamente escalaram para o pior conflito desde a Guerra de Gaza, em 2014, com Israel bombardeando Gaza pelo ar e por terra, enquanto militantes palestinos lançam milhares de foguetes contra as principais cidades israelenses. Até agora, 119 palestinos, incluindo 31 crianças, e oito israelenses, incluindo uma criança, morreram nos combates. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Petrobras recupera parte das perdas desde intervenção do governo, mas ainda cai 10% no ano

Valor Econômico - Finanças Companhia volta a ser cotada em mais de R$ 330 bilhões, mas temor de uma possível mudança na política de preços de combustíveis aplicada pela empresa ainda não saiu do radar O balanço do primeiro trimestre de 2021 da Petrobras impulsiona nesta sexta-feira as ações da estatal e ajuda a companhia a reaver parte do valor perdido desde fevereiro, quando a intervenção do governo no comando da empresa afugentou os investidores. Pouco antes de 12h15, a ação preferencial da Petrobras subia 4,12%, aos R$ 26,02, já com alguma distância para a marca de R$ 20 de fevereiro, mas ainda com perda de 5,32% no acumulado do ano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Israel intensifica bombardeios e aumenta presença militar na fronteira de Gaza

Valor Econômico - Finanças Segundo a ONU, pelo menos 1.750 palestinos já deixaram suas casas por causa dos ataques Israel bombardeia Gaza Khalil Hamra/AP Militares de Israel disseram nesta sexta-feira que, durante a noite, realizaram os bombardeios mais intensos contra a Faixa de Gaza desde o início da campanha de ataques aéreos, há cinco dias. Tanques e artilharia terrestre foram levados à fronteira para auxiliar a operação, enquanto o número de mortos não para de crescer. O Exército de Israel disse que o objetivo dos ataques, que incluíram o uso de 160 aeronaves, era destruir uma rede de túneis sob bairros residenciais usadas pelo Hamas, grupo palestino que governa Gaza. A introdução de forças terrestres representa uma ampliação da ofensiva israelense, que resultou na campanha militar mais severa contra Gaza desde 2014, que durou 50 dias. Temendo uma possível incursão terrestre de Israel, famílias palestinas fugiram de suas casas próximas à fronteira em direção a escolas da Organização das Nações Unidas (ONU) que estão sendo usadas como abrigos. Na quinta-feira, a ONU disse que pelo menos 1.750 pessoas já deixaram suas residências por causa dos bombardeios. “Esta é a primeira vez na minha vida que vivo algo assim”, disse um morador da cidade de Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza. “O céu está da cor vermelho sangue.” Para alguns, a decisão de fugir foi repentina. Um homem que se identificou como Wessam disse que ele e sua família já estavam abrigando alguns vizinhos quando uma nova rodada de ataques aéreos começou na noite de quinta-feira. Todos correram enquanto as crianças gritavam por causa das explosões. “Todo mundo pegou algumas coisas básicas, nossos filhos e fomos embora”, disse ele. “Não temíamos por nossas próprias vidas ou nossas casas quanto temíamos pela vida dessas crianças.” Desde o início dos ataques, na segunda-feira, 122 palestinos foram mortos, entre eles 31 crianças e 20 mulheres. Pelo menos 900 pessoas ficaram feridas, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza. Oito israelenses morreram por causa dos foguetes lançados pelo Hamas, entre eles uma idosa que faleceu enquanto corria para um abrigo antiaéreo durante a noite, segundo os militares do país. Além disso, um soldado foi morto por um míssil antitanque. As forças terrestres de Israel estão se movimentando ao longo da fronteira, mas não avançaram sobre o território palestino, de acordo com o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta-voz do Exército. Na quinta-feira à noite, os militares israelenses disseram que as tropas haviam entrado em Gaza. Mais tarde, a declaração foi retificada. Conricus afirmou que o anúncio equivocado ocorreu por causa de uma falha de comunicação interna. Ele assumiu a responsabilidade pelo erro. Grupos armados palestinos dispararam 55 foguetes contra Israel durante a noite, disseram os militares. Nenhum dos mísseis foi lançado contra a região central do país, em uma mudança em relação aos ataques anteriores, quando Tel Aviv e outros grandes centros populacionais israelenses estiveram entre os alvos. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu um cessar-fogo na quinta-feira, em respeito ao feriado de Eid al-Fitr, que marca o fim do Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos. “Muitos civis inocentes já morreram. Este conflito pode aumentar a radicalização e o extremismo em toda a região”, disse ele em uma mensagem postada no Twitter. Israel rejeitou publicamente um cessar-fogo com o Hamas, enquanto o grupo palestino enviou sinais contraditórios. Na quinta, Saleh al-Aruri, um dos líderes do Hamas, disse em uma entrevista a uma emissora de TV que havia rejeitado uma proposta para interromper os combates por três horas. No início desta semana, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou que Mousa Abu Marzook, também da liderança do grupo, havia afirmado que estava pronto para uma trégua mútua. A operação israelense em Gaza provocou a destruição de prédios comerciais e residenciais. Dois dos edifícios abrigavam escritórios de agências de notícias locais e estrangeiras, incluindo a emissora londrina Al-Araby e o jornal Al-Hayat Al-Jadida, de acordo com o Comitê para a Proteção de Jornalistas. Os militares israelenses disseram que o Hamas mantinha escritórios militares e de inteligência nos dois edifícios. Sherein Al-Dali, dona de um salão de beleza no bairro nobre de Rimal, em Gaza, disse que seu negócio foi destruído em um ataque aéreo na quinta-feira. “Ainda estou totalmente em choque. Não sei por que eles o alvejaram. Não há relação com o Hamas ou qualquer militante. Meus sonhos se foram”, lamentou. O porta-voz do Exército de Israel afirmou que medidas estão sendo tomadas para proteger os civis. No entanto, Conricus se recusou a dizer como Israel poderia proteger os civis enquanto atacava túneis construídos embaixo de bairros residenciais de Gaza. O Exército de Israel também disse que seus tanques dispararam tiros de advertência nesta sexta-feira contra manifestantes que tentaram cruzar a fronteira do país vindos do Líbano. Os bombardeios continuam a provocar protestos em toda a região. Na vizinha Jordânia, que tem uma enorme população de refugiados palestinos, milhares de pessoas foram até a fronteira com a Cisjordânia em protesto contra os ataques israelenses. Veja Mais

Investidor estrangeiro retira R$ 1,2 bilhão na B3 em 12 de maio

Valor Econômico - Finanças Com isso, o saldo positivo no mês caiu para R$ 4,282 bilhões, conforme dados apresentados pela B3 Os investidores estrangeiros retiraram R$ 1,206 bilhão no segmento secundário da Bolsa (ações já listadas) no dia 12 de maio, segundo informações divulgadas pela B3. Com isso, o saldo positivo no mês caiu para R$ 4,282 bilhões - resultado de R$ 132,725 bilhões em compras e R$ 128,443 em vendas. No acumulado de 2021, o saldo líquido segue positivo, em R$ 23,463 bilhões. Reprodução / Facebook B3 Também em 12 de maio, o investidor pessoa física colocou R$ 2,184 bilhões líquidos na B3. Assim, o saldo no mês voltou a ficar positivo, agora em R$ 2,015 bilhões. No ano, porém, o saldo continua superavitário, em R$ 16,042 bilhões. Já o investidor institucional retirou R$ 1,160 bilhão da B3 no mesmo dia. No mês, o saldo negativo subiu a -R$ 5,378 bilhões. No ano, está deficitário em R$ 32,279 bilhões. Veja Mais

Petrobras reduz número de plataformas e custos de manutenção

Valor Econômico - Finanças Em um ano, total caiu de 86 para 47, disse diretor Fernando Borges em apresentação sobre o balanço do primeiro trimestre A Petrobras fechou o primeiro trimestre de 2021 com 47 plataformas sob sua operação, ante 86 em igual período do ano anterior, disse o diretor executivo da estatal, Fernando Borges, em conferência com analistas nesta sexta-feira sobre o balanço divulgado na véspera. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Vendas no varejo nos EUA ficam estagnadas em abril

G1 Economia Leitura estável das vendas varejistas seguiu-se a um salto de 10,7% em março. As vendas no varejo dos Estados Unidos ficaram inesperadamente estagnadas em abril com a redução do impulso dos cheques de estímulo, mas uma aceleração é provável nos próximos meses em meio a poupanças recordes e à reabertura da economia. O Departamento do Comércio informou nesta sexta-feira (14) que a leitura estável das vendas varejistas seguiu-se a um salto de 10,7% em março, em dado revisado para cima de alta de 9,7% informada antes. Nos EUA, vacinados não são mais obrigados a usar máscaras em lugares fechados Economistas consultados pela Reuters previam alta de 1,0% das vendas. Muitas famílias qualificadas receberam cheques adicionais de US$ 1.400 em março, como parte do pacote de resgate da Casa Branca de US$ 1,9 trilhão pela pandemia e aprovado no início daquele mês. As famílias acumularam US$ 2,3 trilhões em poupança extra durante a pandemia, o que deve sustentar os gastos neste ano. Mas após a informação neste mês de que as contratações desaceleraram em abril em meio à falta de mão de obra, a fraqueza das vendas pode provocar ansiedade sobre a recuperação econômica. Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços alimentícios, as vendas no varejo caíram 1,5% no mês passado depois de alta de 7,6% em março. O chamado núcleo das vendas corresponde mais de perto ao componente dos gastos dos consumidores no Produto Interno Bruto. Veja Mais

DB Diagnósticos celebra 10 anos com nova logomarca e aporte em inovação

Valor Econômico - Finanças O DB Diagnósticos – empresa pioneira em alta tecnologia especializada na oferta de serviços de apoio a laboratórios parceiros – decidiu comemorar seus 10 anos com um grande investimento em inovação e no lançamento de uma nova identidade visual. “Nossa previsão é aumentar a capacidade produtiva mensal de 15 para 20 milhões, somando todas as unidades”, diz Tobias Thabet Martins, diretor comercial e um dos fundadores do grupo. A marca também oferece capacitação dos colaboradores, consultoria financeira, apoio na criação de marketing e jurídico, assessoria médica e científica. Atualmente, a empresa tem uma carteira de mais de 6.000 clientes em 1.900 cidades brasileiras, com cerca de 600 rotas terrestres e transporte aéreo. Mais de R$ 75 milhões serão destinados a inovações para ampliar a capacidade de produção, principalmente, implementar soluções digitais em áreas como a coleta e uso de dados, inteligência artificial (IA), big data, internet das coisas (IOT, do inglês internet of things) e computação em nuvem, além da experiência do cliente e rastreabilidade dos lotes. “Vamos mudar a cultura da empresa”, diz Martins, que pretende inaugurar novas unidades ao longo deste ano. Criado em 2011 na cidade de São José dos Pinhais (PR), onde mantém uma megaunidade matriz, o grupo traz a descentralização e segmentação no seu DNA. Em 2012, lançou as unidades DB Molecular, DB Patologia e DB Toxicológico, concentrando exames específicos. Quatro anos depois, construiu unidades espelhadas na matriz em Sorocaba (SP), o que repetiu em Recife (PE) em 2018, ano em que reestruturou e ampliou todas as suas unidades especializadas. Com a pandemia da Covid-19, o modelo de negócio confirmou sua agilidade na resposta à emergência sanitária. “Tivemos um crescimento de 300% na capacidade produtiva da unidade DB Molecular. Reinventamos fluxos e processos para superar a escassez de matéria-prima e falta de insumos”, registra Martins. A marca intensificou a busca por produtos, fornecedores, colaboradores e novas tecnologias. “Se no início da pandemia a extração do material genético de 93 amostras era feita em três horas, logo passou a ser realizada em menos de uma hora”, descreve o diretor. Somando todas as áreas, a companhia teve um crescimento de 27% em 2020. “A perspectiva de crescimento é de 33% para 2021, batendo a meta de mais de 150 milhões de exames por ano”, completa ele. Inovação e tecnologia Uma das metas da companhia é agregar novas ferramentas digitais. “Já temos um sistema robusto, mas vamos inovar no modo de pensar em times e espaços digitais de trabalho integrando as pessoas, as tecnologias e os processos”, conta o executivo. As inovações contemplam o uso da inteligência artificial (IA) para o desenvolvimento de algoritmos voltados a análises preditivas, automação e robotização de processos (para eliminar trabalhos repetitivos) e o emprego de IOT para analisar os melhores fluxos. Outra grande beneficiada será a área de TI. “Passaremos a ser uma empresa com decisões orientadas por dados. Queremos criar uma rede integrada que traga a visão do cliente para dentro do DB. A ideia é estarmos mais conectados com todos e promover a melhor experiência possível para os parceiros”, diz Martins. As taxas de aprovação em pesquisas de satisfação com clientes sinalizam que o DB está no caminho certo. “Obtivemos 93,7% de satisfação em 2020. Em outro índice, o NPS, apurado no mês de setembro, atingimos níveis de excelência”, comemora o diretor. Veja Mais

Amazon anuncia criação de 10 mil vagas no Reino Unido

G1 Economia Na véspera, gigante do comércio eletrônico já havia anunciado a contratação de mais 75.000 pessoas nos Estados Unidos e no Canadá. O gigante americano do comércio eletrônico Amazon anunciou, nesta sexta-feira (14), que criará 10.000 postos de trabalho no Reino Unido, graças, sobretudo, à abertura de novos centros de distribuição, para fazer frente ao auge da demanda com a pandemia. O grupo aumentará seu quadro de funcionários no país para cerca de 55.000 pessoas até o final do ano, conforme comunicado divulgado. Centro de distribuição da Amazon em Staten Island, em Nova York, nos EUA, em imagem de arquivo Brendan McDermid/Reuters Na véspera, a Amazon já havia anunciado a contratação de mais 75.000 pessoas nos Estados Unidos e no Canadá. "Estamos criando milhares de bons postos de trabalho em todo Reino Unido em uma ampla gama de funções com excelentes salários e benefícios", disse o diretor da Amazon no Reino Unido, John Boumphrey, citado no comunicado. Veja Mais

Projeções para o PIB de 2021 melhoram, mas retomada depende de vacinação acelerada, dizem economistas

G1 Economia Indicadores de março e abril mostram que o impacto da segunda onda do coronavírus tem sido menor do que se esperava. Economistas que projetavam retração no 1º trimestre revisam estimativas para cima. A queda menor do que a esperada da atividade econômica em março tem levado economistas e analistas das instituições financeiras a revisarem para cima as projeções para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil para o 1º trimestre e para o ano – mas o otimismo ainda é moderado, e tem condições. Confiança empresarial sobe em abril após 6 quedas consecutivas, aponta FGV Atividade industrial sobe 6,5% no 1º trimestre e segue acima do patamar pré-pandemia, diz CNI O resultado de março do IBC-Br do Banco Central, por exemplo, foi melhor do que a expectativa do mercado. O recuo foi de 1,59% na comparação com fevereiro, ante estimativa de contração de 3,75%. Com o resultado, o índice encerrou o primeiro trimestre de com alta de 2,3% na comparação com o 4º trimestre de 2020. "O resultado do IBC-Br surpreendeu. A expectativa era de uma queda maior em março, quando a segunda onda da Covid-19 obrigou estados e municípios a fecharem novamente o comércio e os serviços não essenciais", destacou a equipe da GO Associados. Estimativas para o PIB do 1º trimestre Economia G1 Na avaliação do mercado, o impacto econômico da segunda onda do coronavírus está sendo mais moderado do que o observado na primeira onda. Com isso, diversos economistas que até então projetavam retração no 1º trimestre passaram a estimar crescimento e a enxergar sinais de melhora nas perspectivas para o ano. Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente em 1º de junho. De acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central, a média das projeções do mercado é de um crescimento de 3,21% para o resultado do PIB em 2021. Parte dos analistas, no entanto, já enxergam uma alta ao redor de 4%. Novas projeções A MB Associados revisou nesta quinta-feira (13) sua projeção para o PIB do 1º trimestre para alta de 0,2%, contra a expectativa anterior de queda de 0,4%. Para a base de comparação com o mesmo trimestre do ano passado, ajustou de 2,6% para 3,2%. "Há uma resiliência na economia neste começo do ano, com uma paralisação muito mais moderada do que vimos ano passado. Os impactos que poderia ocorrer em abril e março foram menores do que se imaginava", afirma Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados. A economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), também passou a descartar o risco de queda do PIB no 1º trimestre. "Estamos revisando os números para cima. Não será mais negativo no primeiro trimestre. Era -0,2% no boletim passado e deve ficar em torno de 0,3%. Para o ano há um viés para cima", afirma Matos, lembrando que a projeção para o ano era até então de alta de 3,2%. A GO elevou sua projeção de crescimento do PIB no 1º trimestre de 0,24% para 0,6%, e para 2021, de 3,20% para 4%. Na segunda-feira, a XP revisou as suas projeções para o PIB do Brasil em 2021, avaliando que a economia vem se normalizando mais rápido do que o esperado com o avanço da vacinação. A instituição passou a estimar alta de 0,3% no 1º trimestre e de 4,1% no ano. "A nova rodada de programas de sustentação da economia e um cenário externo benigno, com manutenção do ciclo de alta das commodities, devem sustentar a retomada da atividade econômica no segundo semestre", avaliou Caio Megale, economista-chefe da XP. Governo reedita medidas para conter efeitos econômicos da pandemia; veja o que já foi anunciado Risco de retração no 2º trimestre e incertezas para o ano Apesar da melhora nas previsões, permanece a visão de que a economia não escapará de uma retração no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. A XP projeta uma queda de 0,4%, enquanto que a MB estima uma contração de 1,2%. "A boa notícia é que da mesma forma que o primeiro trimestre apresentou bons resultados, o segundo trimestre, que tem a base de comparação catastrófica da pandemia ano passado, também tende a apresentar resultados melhores", destaca Vale. O indicador econômico IGet apontou que o comércio varejista cresceu 8,8% em abril, conseguindo se recuperar das perdas de março, além de recorde no número de transações com cartões de débito e crédito entre os dias que antecederam a comemoração do Dia das Mães. Para Felipe Sichel, estrategista-chefe do banco Modalmais, o processo de reabertura gradual da economia tende a contribuir para uma recuperação da atividade daqui para frente. "O risco central para o final do segundo trimestre permanece em torno da pandemia, que dá sinais de estabilidade na quantidade de novos casos", avaliou. O banco projeta alta de 0,7% no 1º trimestre e de 4,1% em 2021. Silvia Matos destaca que a mobilidade no final do mês de abril já voltou ao patamar pré-segunda onda e com uma maior heterogeneidade setorial, o que traz perspectivas positivas para o emprego e para o PIB, mas destaca também o cenário de maior pressão inflacionária e de alta da taxa básica de juros. "Não só no Brasil, mas no mundo também tem havido surpresas positivas de crescimento, mesmo sem superar totalmente a pandemia. No entanto, estas surpresas positivas vem com uma nova rodada de preços de commodities e também com surpresas inflacionárias", afirma. Permanece entre os economistas, porém, o consenso de que uma retomada mais consistente, sobretudo do setor de serviços, continua dependendo do controle da pandemia e de uma vacinação mais acelerada. "Com a demora na vacinação, os riscos de uma terceira onda não podem ser descartados, o que poderia afetar particularmente o terceiro trimestre. De qualquer maneira, por ora os sinais são positivos para a economia e tende a ser difícil crescer abaixo de 3% este ano", afirma Vale. Em 2020, no primeiro ano da pandemia, a economia brasileira tombou 4,1%, registrando a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, o que levou o Brasil a sair da lista das 10 maiores economias do mundo. Veja Mais

‘Anna Kariênina’ e ‘Guerra e Paz’ ganham novas traduções diretamente do russo

Valor Econômico - Finanças Rússia de Tolstói Traduzida diretamente do russo, uma nova edição de “Anna Kariênina”, de Liev Tolstói, está sendo lançada pela editora 34, que também vai publicar “Guerra e Paz” ainda neste ano. Tradutor de ambas as obras, Irineu Franco Perpetuo aponta uma linha de continuidade entre elas. “A Rússia vivia uma modernização acelerada, tentando deixar para trás seu passado feudal”, afirma. “A questão dos camponeses, servos até pouco tempo, já aflorava em ‘Guerra e Paz’, e neste livro é plenamente desenvolvida.” Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

À Mesa com o Valor - Bruno Wainer: Como o distribuidor dos filmes de Paulo Gustavo aprendeu a bater Hollywood

Valor Econômico - Finanças Para o filho de Danuza Leão e Samuel Wainer, o cinema brasileiro foi, quase sempre, um bom negócio Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Novo romance da autora de ‘Precisamos Falar sobre o Kevin’ mostra futuro distópico

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Pix decola com usuários jovens e substituição de serviço tradicional

Valor Econômico - Finanças Em seis meses de operação, novo sistema realizou 1,5 bilhão de transações Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

BNDES tem de alocar risco na ‘ponta’, diz Montezano

Valor Econômico - Finanças Gustavo Montezano, presidente do BNDES, defende que banco aloque mais capital e risco na ‘ponta’ Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais

Constellation recomenda investir em boas empresas por prazo longo

Valor Econômico - Finanças Para Bartunek, os critérios ESG são um caminho sem volta para avaliar investimento Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. Veja Mais